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-
3/
ANNO 1375
FOLHA
COMMERCIAL RELIGIOSA E NOTICsOSA
NUMERO
377
Assigna-see
vende-se
no
escriptorio
do
editor
e
proprietário
José
Maria Dias
da
Costa,
rua Nova
n.
*
3
E,
oara
onde
deve
ser
dirigida
Ioda
s
correspondência
franca
de
porte
=As
asst-
gnaturas
são
pagas
adiantadas
; assim
como as
correspondên
cias
de
interesse
particular.
Folha
avulso
10
rs.
JE7»
O
g.
/gL-
ffig
®E
ÁS
TERÇAS,
QUINTAS
E
SABBADOS
P
reços
:
Braga,
anno
l$600
rs.=Neraestre
850
rs.=Prown
cias,
anno
2&400
rs e
sendo
duas
4^000 rs.=Serne?tr«-
I&250
rs.=//mz»/,
anno
4-S400 rs.=Semcstre
2&300 rs.
moeda
forte
ou
10^000
reis
e .’>â500
reis
moeda
fraca.=Annuncios por linha
20
rs.,
repetição
10
rs.
Para
os
assignantes to
d
’
abaiimenlo
itvsra
BílACtA
—
31
ME
JULHO
A
missão <íe Carluí 4
(Da
Civillà
CaUolica.-Vej-
o
n.°
anter.)
VII
Todo
aquelle
que
tiver
alguma
notícia
não
superficial do
verdadeiro
estado
da
Hispanha,
e,
com
o
espirito
livre
de
vul
gares preoccupações; examine
a
sabedo
ria d
’
este
conceito
de
Carlos
VII, se
não
quizer
negar
a
luz do
meio
dia,
deverá
reconhecer
qne
contém
o
que
ha
de me
lhor
e
de
mais
desejável
pari
a
reconsti
tuição
d
’
aquelle
paiz.
Diremos
ainda
que
o
ler-se o
joven
Priacipe imbuido
ou
apo
derado
d
’
este justíssimo conceito tão a
tempo,
é
um
outro
alegre
indicio
de
que
elleé chamado
pela
Providencia
para
execu
tai-o.
Nós
desafiamos
todo
o
homem
de
Estado,
qualquer
que elle seja,
mas
não
seduzido
pelas funestas
fallacias do
libe
ralismo,
a
conceber
uma idea
mais justa,
mais
salutar e
mais
fecunda
do
que
esta
que
Carlos
VII
teiuappbesentàdo
á
Hispanha
e
á
Europa,
ha
sete
annos,
e
que
agora
vae
atercando,
por
quanto lhe
é
possível,
nas
províncias
Vasco-navarras,
com
grande
con
tentamento
d
’aquelles
povos.
O
honrado
Moore,
deputado
ao
parla
mento
ingiez,
depois
de haver
percorrido
e
estudado
a
porção da
Hispanha
que
agora
obedece
a
Carlos VII,
escrevia
não
ha
muitas
semanas
ao
«Timos»
estas
no
táveis
palavras:
«Voltei
de
Hispanha
com
persuasões
assás
diversas d
’aquellas
com
que
parti
de
Londres.
Espero
que
D.
Car;
los
triunfará,
porque
creio
que a
unica
salvação
da
Hispanha, no
seu
presente
es
tado,
seja
uma
monarchia
absoluta
(1)
que
tenha
por
base
a
religião.»
Bem
sabemos
quantas
repugnâncias
exci
te
este
vocábulo
absoluto,
nos
espíritos
acostumados
a
pensar
com a
cabeça
dos
doutrinários
liberalescos.
Mas
além
do
que
o
absolutismo
intendido
por
Gados
VII
é
o
mais
brando
que
se
possa
imaginar
(e
por
isso
demodo
nenhum
comparável com
o
absolutismo de
que usam
por
toda
a
parle
os
revolucionários),
convém ainda
advertir
que as
instituições
parlamentares
á
moderna
(2)
tem
de
tal
modo
destruído
a unidade
e
a
concordia
nos
povos,
e
se
mealo
tão perigosas
dissensões,
que
no
centro
e
no
meio-dia
da
Europa
não
pa
rece
possível d’ora
em
diante
gnvemal-os
se
não
se
temperam
de
facto,
ou
com
a
verdade, ou
com
a
mentira.
De
que
ser
viu
a
mentirosa mascara
pai
lamentar
ao
governo
de
Napolleão
Hl
ein
França,
e
de
que
serve ao
de
Bismark
na
Allema-
nha?
E
na
Hispanha
os
governos
que
alé
ao
presente
se
tem
succedido
ao
dc
Ama
deu
de
Saboya
tem
por ventura
julgado
podergoveruar
appoia
los
no
parlamentaris-
(1)
Absoluta,
não
quer
dizer
lirannica
nem despótica,
sobre
tudo
tendo
por
ba
se
a
religião. Não
exclue o
respeito
ás
leis
fundamenlaes,
nem
sequer
um
sistema
re
presentativo
;
—nol/ndo se
porém
sempre
que
a
soberania
é,
e
não
póde
deixar
de
ser
indivisível.
De resto,
lodos
os
go
vemos,
de
todos
os
sistemas,
tem
sido,
são
e
serão
sempre
absolutos.
Qeem
dis
ser
o
contrario,
engana-se
ou
perlende
enganar.
(2)
A
quem
quizer
estudar,
a
fundo,es
ta
matéria,
recommendamos
a
excdlenle
obra
do
P.
Luigi
Taparelli,
da
Companhia
dc
Jesus
—
Exame
Critico
degli Ordini Rap-
presentativi
nella
società
moderna
-que
ha
vendo
tido
numerosas
edições,
traduzida
em quasi todas
as
línguas
da
Europa,
des
de
1854,
ainda
hoje
está
esperando
por
uma resposta
da
parte
dos snrs.
parlamen
taristas.
(N.
do
traduclor)
mo
?
De
que
serve o
nome
pomposo
de
uma
liberdade
inimiga
da
paz,
quando
depois,
uo
eíTeito,
é
simplesmente
larva
de
uma
dictadura
arbitraria,
ou
de
um
despotismo
deseufriado
?
Qual
é
o
governo,
seja
qual
fôr
o
titulo
que
elle
tome,
que
não
repu-
Os
catholicos
olham
para
elles
com
des-
p'esu
:
lamentam
somente que
os
prelado
*
não
metiam
mais escrupulo
em
collocar
«aes
padres
oos
melhores
benefícios
eccle
siaslicos
que foram simoniacameiite com
prados
com
baixesas
e apóstatas
itUámes
!
le
impossível
conduzir
adiante a
Hispanha,
Poderão
os
prelados
allegar
ignorância?
lacerada
por
seis
ou sete
f
cções
com
as
Não;
elles
bem
sabem
que
os
maçons
elo-
liberdades
parlamentares?
Ora,
como
po-igiam
os
seus
consocios, e
calumniam
06
deria
Carlos
VII
pretender
judiciosamente
|
prohoos
á seita.
levantar
uma
monarchia
estável
e
reparado-í
Quan
to
um
padre
apparecè
louvado
ra
pondo
lhe
por
fundamento
uma
ficção de
direito
e
uma
mentira
traidora? Isto
seria
trapaça
indigna
dc
nin Soberano
qne
pro
clama querer
ser
rei
devéras
e não de
burla,
ou
de
comedia
;
e
nada mais
conseguiria
do
que
fazer
arruinar
debaixo
dos
pés
o
thro-
no
a
que
apenas
leria
subido.
/
Continuaremos
no
seguinte
n.
Q)
numa
foiiii liberal
muitas
veses
e
pur
motivos
secundários, é
porque
pertence
á
seio.
Esse
padre
é
libera!
e
maçou
;
os
pe-
siodreos
libcae»
fasem
d'e?te
modo iria
grande
serviço
aos
prelados,
denuncian
do-os.
Tomem
nota
os
prelados
dos
pa
dres
elogiados
pelos
jornaes
liberaes
e
te
rao
um m<
io
seguro
de
acert<r
na
esco
lha
dos
padres
pa«a
seus
cooperaRor
*
1
»
nas
paroehias
e
nos
demais
benefícios
<
.•
cl.es
iauicos
I
Os
jiiUílres ísberae».
Os
padres
liberaes
são
o
opprobrio
do
catbolicismo.
Elles
fasem na Egreja
a
fi
gura
que
fez
Judas
Iscariotes
no
seio do
apostolado.
Os padres
liberaes venlem
o
Papa
e
maldisem-no,
como
Judas
mafilisia
de
seu
divino
Mestre
a
quem
depois
vendeu
por
trinta
dinheiro»,
aos prioeipes
da
Synago-
ga,
inimigos
do
Homem
Deu».
Os
padres
liberaes
são
traidores
á
Egre
ja
quo
lhes
dá
a investidura do
sacerdo-
cio
e
associam-se
aos
maçons
p
*
ra
dise-
rem
e
fiserem
o
que
os
maçons
disem
e
faseai
em
prejuiso
da
religião
verdadeira.
Ao lado
dos
maçons que
tramam
a
ruí
na
da
Egreja
e do
clero,
por ser
a
cousa
que
mais
temem n’este
mundo,
apparecéto
o»
padres
liberaes,
applaudindo
os
traba
lhos dos
maçons
e
fasendo
causa
com-
mum
com
elles
para
ana-ar
os
templos,
desvirtuar
a
crença,
ptopagar
a
impiedade,
e
faser
com
que
a
opinião publica
se
pro
nuncie
contra o
Papa
e
os
padres
corno
se
fossem
monstro?
horrendos,
apenas
re-
commendaveis
pelos
seus
crimes
nefandos,
dignos
de
todos
os
castigos,
a
escoria
da
sociedade
!
O
padre
liberal
applaude a
usurpação
de
Roma,
e
a
guerra
que
se
faz
á
Egreja,
em
nome da
liberdade e
da civilisação!
Paia elle
as
ordens
religiosas
são
anii-so-
ciaes,
e
o
resultado
fn^l do fanatismo e
da
ignoranoia dos
povos
I
Entende por
isso
o
padre
liberal
que
a
exiincçào
radical
das ordens religiosas
em
Portuga!
e
cm
Roma,
foi
uma
necessidade social,
uma
gramliosa
conquista
da
civilisação sobre
a
antiga
superstição!
Os
padres
liberaes
nunca
disem
bem
do
Papa
deante
dos
ini
migos
que
o
calumniam;
mas
fasem
côru
com
todos os
maçons
em
lodos
os
aleives
inventados contra
o
Vigário
de
Christo
na
ierra,
alirn
de
captar
as
simpathias
dos
li
beraes
e
recolher
os
lonvores,
que
lhes
te
cem
os
jornaes
liberaes,
sempre
promplos
a
incitai-os
á
apostasia
cbamando-lhes
jo
vens
esperançosos
e
sacerdotes
iliusío-
dus.
Não
veremos
nunca
o
padre
liberal
de
fender
o
Sjliabusde
Pio
IX! No
entanto
será
possível
que
diante
do
padre
catho
lico
que defende
o
Syllabus,
o
padre
libe
ral
finja
estar
d
’
accordo
para
se
não
coto-
prometter
com
declarações
indiscretas
e
excitar
desconfianças
sem
utilidade
reco
nhecida.
Apesar d
’isso
quando
convém,
a
masca
ra
levania-se
e
o
padre
apparece no
púl
pito
e
uão
duvida faser
a
apolhéose
dos
mais
furibundos
algvses
da
vida religiosa
no
paiz!
Nào
o
assusta
o
temor
de
Deus,
não
o
detem
os
snppiicios
do
inferno,
nem o
remorso d
’
allronlar
a Egreja e
fe
rir
as
suas
instituições sagradas,
nem
tem
pejo
de
que
a
sociedade
catholica
os
in
clua
na
lista dos
traidores
e
dos
aposta-
las !
Os
padres
liberaes
são
por
via de
regra
maçons,
como
taes
incursos
em
excommu-
nhão
maior,
São
traidores
á
Egreja.
após
tatas
da
fé desde
que
professam
as
dou
trinas
da
maçonaria
que
jurou
guerra
de
rnorle
ao
caihohcismo.
ao
clero
e
sobre-
tudo a
Pio
IX,
doutor
iofallivel
da
fé,
Pri
maz
da
Egreja
universal.
O
padre
liberal
é
um
cancro
na
eco-
'ionua
da
religião!.,.
(«O
Catholico»)
Eu,
que
sou rei
de
lodos
o«
he?t
anlims,
-eixo
a teus
partidários
viver
ir3cqoillan><
n-
le
em
meus
domínios,
debaixo
da
egide
da
lei
cummum.
Porque
le
empriln-.s
rm
ubrigar-me
a
ei>lr?.r
nu facil
camirho
das
represaliss?
Lembra-te
ao menus
de
qne és
hispanhol e
considera, se
é
possível,
que
em
leu
nome
se
ha
decretado o
roubo,
o
incêndio,
o
saque d’esia
ralria
que
rida
cujo
caracler
distinctivo
é
a
sua
in
domável
resistência
a
toda
a
tiraonia.
Aíhi
'>o:
Enlre
o
fumo
drs
combales,
á
frente
u
’
tim
povo
livre
que
Iucta
cum-
m
g
’
>
pela glo»ia da patiia.
pela
religião
e
i
‘p'o
'íirrnio,
nutro
a
mais
firme
cun-
fiançn
no
meu
irinufo, porque
a
Hi-ta-
nha
não
póde
pe
ecer
sob
o
regimeci
de
governos
axeniureiros
c-
porque o heroís
mo
de
lautos
hispanhoes,
que
rombetem
cornmigQ
(nn
asseara
plen»me»
’«>
a
vic-
'.úi
ia
;
ttn
quafiiuer
cas
1-
.
porei.
,
». it-i >«-m-
P>e
a
»dtidl'aç;»u
Ue
ler
cumptidu
u
meu
dever.
Mas qte
te
seccederá
a
ti.
se
de
pois
de
advertido,
iiàu
abns
os
oih
sá
luz,
á
»oz
da
con-cieuc
a
e
do
patriotismo?
Pensa
que
Deus
nus
juiga'á
a
lodos;
periga
no
teu
nome
<.
e
que
1.
• de fal
ar
a
historia ;
pensa i.a
patria
que
é
no-sa
mãe
co?imum.
Ttu
primo
aíiectuoso
CARLOS.
Qua-tel
Real
de
Tolosa,
21 Je julho
de
4875.
Carta
de
SS. Cairlos
n K>. AíTonso
Meu
querido
primo Affonso
:
N'ã
i
hesito
em
chamar-te
assim
porque
te
combato
nos
campos
de batalha, cum
prindo
um
dever
de
consciência e
porqu
ês,
como
eu,
um
Bourbon.
Decido-me
pois
a
escrever-te, porque
não
posso
presenciar
sem
dôr
que, o
que
não
fizeram
o
duque
de
Aosla
p
a repu
blica,
o
faças,
tu
príncipe
hispanhol
echri--
tão.
ou
para melhur
dizer,
te
tbrigu
ni
faZH-o
aquelles
mesmos,
que perderam
ttii
nobre
e
bondosa mãe.
Os
que
te
amam
sinceramente
atter-
r?m-se
ao
xêr
qoe
fazes
dc
leu
nome
ban
deira
da desolação,
e tu
mesmo,
quando
te
encontrares
a
sós
com
a
tua couscien
cia,
le
espantarás
ao
considerar
que,
sen
do
da
raça
de
Luiz
XU,
hajas
podido
recordar
involuntariamente
<»s
decretos
da
raça
execravel dos
seus
verdugos.
Como
rei
e
como
chefe
da
nossa
familia
em
His-
panha, devo
advertir-te
que esse caminho
que
trilhas é
o
do
desdouro
do
teu
nom
*
e
a
deshonra
da
Hispanha.
Us
que
taes ciimes
te
aconselhirn
com
vãs
esperanças
de
ir
iunlb,
Imlibriam-ie mi
seravelmente.
Não
é
assim
qoe
se
acaba
a
questão entre nós
;
mas
por
esta
fór
ma
brotarão
carlistas
por
toda
a
pane
como
brotavam
chrisiãos
do
sangue
dos
mártires.
Mal
conhecem
a
Hi-panha
os
teus
con
selheiros.
Quando
se
deixaram
os
hispa-
nhoes
dominar
pelo
terror
?
Não levou
tà •
longe
o desconhecimento
do
nosso
cira-
cter
nacional
o príncipe
estrangeiro que
lambem
occopou,
por
pouco
tempo,
an
les
de
li
o
throno,
que Deus
ine
ha
dec
linado.
Não,
não
ha
ern
nossas
guerras
civis
e
estrangeiras,
exemplo
de
simillnn-
te
crueldade,
tu
mesmo
não
o
contem
plarás
sem
horror.
Mdhares
de
famílias
expulsas
buitalmenle
de
seus
lares,
mies,
que
ao
vèrem
arrastar-se
seus
lilhiiihos
peuosamente
pelos
campos, com os
pés
ensanguentados
ensinam-lhes talvez
a amal
diçoar leu
nome;
anciãos,
doentes,
gentes
inermes
e
iiio(íen>ivas
veem
aqôi
implorar
utn abrigo
e
pedir
uma
falia de
pão
que
os
teus
lhe
hão
arrebatado.
Se
ser
rei
d
’
t»m
partido
impõe
esses
terríveis
sacrifícios
siu-
ceramenie
le
deploro.
sslift.
Pouca»
são
as
noticias
que
podemos
dar aos
leitores,
poiisso
que
d
s-jamos
dar-lh
a»
verdadeira».
O
pouco
qoe
podelnos
cfleiecer-lhes
é
;
c»
que
segue,
e
que
em
pane
exuaclamos
da ccrres')<Hidetii
’
.i;»
de
Madrid
pa<p
a «Pa-
!avrp.i>
a qual
é
sempre
escupta
com gran
de
imparcialidade e
sisudez.
«Dicse
na
rainha
ultima que
chamava
i
profuiidamenie
a
atteução
o
proceder
se-
jgtii
lo
por
D.Cailos
em
face
du
do
gover
no
de
Madrid;
pois
a.
este,
complelamen-
te
lirannico,
responde a
transigência
d
’a-
quelle
que
publica
indultos
e
amnistias,
ao
passo que o
governo
ue
seu primo
desterra,
embaiga
bens e
bombínifiia
po
voações
indefe/as.
Em
resposta
a
e>tas
iniquidades
ordena
também
D.
La:
los que
as
iropas
que
o
defendem observem a
maior
moderação,
e
adopta
outras
medi
das
an
Iogas
que
devem
obedecer
a
al
gum
nl.:no
pohiico
seguido
com
notável
reserva.
Também
accrescentei
que
eram
melhores
as
relações
de
D.
Cairos
com
sua
lia Isabel
II.
noticia
de
índole
cariis-
la
que
inoirectamente
confirma o
«Coar
tei
Real».
Este
jornal,
severo
e
ás
vezes
duro com
D.
Affonso. parece
que
ha
poucos
dias
a
-sia parte
procura
desviai da
cab
*
çi
d’
este
a
responsabiiidatie
que
lhe
cabe,
nu
sentir
■los
que
atienlam
pouco
na
naiurcsa
das
coisa-,
e
as
iras
dos
quaes
se
sentem
of-
fendidos
e
lesados,
anribuifido
os
dester
ros,
embargos,
bombardeamentos
e
de
mais
inqualificáveis
medidas
ulcimamente
acopladas
á
sua inexperiência e
á
má
indole e
caracler
dos
conselheiros
de
pro
cedência
revolucionaria
que
se
apoderam
de
seu
coração.
accescemando
textual
mente: que
«ainda
ha
no mundo
uma
augusta
pessoa
que
lem
direito
r.
dar
con
selhos
ao
joven
jrihcipe,
eoncelins
que
devem ser
ouvidos,
e
com
ceitei-a ih’
os
dará
para
que
mude
de
proceder,
por
que,
sejam
quaes
f.rem
as
faltas
attribui-
das
áquella augu&la
pessoa, ninguém
se
atreve
a
neiar-lhe
a
nobresa
de
sentimen
tos
e
grande
coração.»
Esta mudança da
linguagem
está
seo-
do objedo de tola
a
e?pecie
de cotn-
mentarios,
e
lodos
concordara desde
já em
dar-lhe
certa
importância.
Também
a
dão
até certo
pooio
ao
fa
cto
de
haver
sido
preso
e
mandado
para
Eslella
o
sor.
Trelles,
commissario
gerai
de
trocas
por
parle
de
D
Carlos
junto
do
governo.
Esle
acto
tnvolve
a
rescisão
d
’u
n
contracto,
porque
o
snr.
Trelles
ti
nha
um
caracler
até
certo
ponto
diplo
malico por >ua representação reconheci
da
por
to<|os
os
governos
de-de
o
sor.
Salmeroo
até
hoje,
como provam
docu
mentos
que
se
acham em
seu
poder.
E
’
por
iHito este
facto
d
’
aquelles
que
mostram
o
proposíto
de
se
dar
á
guerra
um
caracter
feroz,
impróprio
dos que
se
dizem civihsados.
Coincidindo
com
taes
disposições,
o
general
Quesada
ordena
as
tropas
que se
acham
na
linha
em
frente
de Valmaseda
que
avancem
um
pouco,
não
co-n
o
íim
de
bater
o
inirnigo,
mas
para incendiar
as
colheitas
em
lodo
o
írajecto
que
pos
sam
percorrer,
ao
passo
que
a
esquerda
continua
-eus
bombardeamentos
nas
po
voações
indefezas
da costa,
que percorre
diariamente
exercendo
estes
actos
de
ver
dadeira
pirateria, destinados
a
produzir
um
effeiio
contrario.
Emquaoto
a
operações
no
Norte,
só
lemos
um
ligeiro
combate dado
no
ca
minho
de
8.
Sebastião
a
Hermani,
na
passsagem
de
um
comboio;
a
oceupação
de
Lumbier
pelas
tropas
do
governo,
fin
gindo
uma
lucla
que
nào
existiu,
pois
nó
se
cruzaram
alguns
tiros
com
uma
avançada
carlisla.
Luínbiur
esteve
sempre
em
poder
dos
affoosraos
e
se
agora
o
occuparam
por
ura
momento
os
carlistas
foi
só
para
franquear
a
passagem
de
seus
correligionários
que
chegaram
do
Centro,
e para
dar
alguns
passeios
militares
pe
ias
planuras
de
Alava
sem
nunca passa
rem
de
Ptnacerrada.
Das
forças carlistas
do
Centro,
des
sas
dispersadas
forças,
sabemos
agora
que
Dorregaray
com
oito
batalhões
e 2U0
ca
vallos
se
acha
para
os
lados
de
Solsona
;
que
Gamundi
e
Boet
com
7
batalhões
e
600
cavallos
occupa Pon» e
procura
co
brir
a
margem
do
Segre
e
que
Alvarez
com
pocco
mais
ou
meoos
força
eslá
nos
arredores de
Seo
<le
Urgel:
de
modo
que
ha
muito
que
abater
no
que
se
diz
de
dispersão,
e
de
apresentações.
Por
perto
d
’
estas
foiças
c
rlistas an
dam
as
do exercito;
mas
ou
porque
não
conseguem
que
a
varias
columnas
reu
nidas se lhes
acceite
um
só
combate,
cu
porque
se
movem
muito os carlistas
sem
sair
d
’um
terreno
dado,
oo
por
qualquer
outro motivo, o
que
é
certo é que
até
agoia
não
passamos de
tiroteios de
avan-
vadas.
O
que
ninguém
explica
é
a
prisão
de
Madrazo e
d’outros
chefes em
Montalban,
pois
tião
se
comprehende que
elles
ficas
sem
atrazados
na
retirada,
nem
qne
ti
vessem
por
fim
produzir
levantamentos
em
Aragào,
visto
não
haver
armas
para
os
nossos
voluntários
que se
apresentam;
porisso
crê-se
antes
qoe
isto
só póde ex
plicar-se
por
algum
plano
lenerario
dos
que
áquelle
chefe
realisou
em
mais de
uma
occasião.
Quanto ao ataque
dado
em
Sallent
e
qoe
serviu
para
um
relatorio
mui
pom
poso, sabe-se
que
os
carlistas
abandona
ram
aquella povoação
ao
approximar-se
o
exercito,
ao
qual
aguardaram na
sua
saí
da,
empenhando-se
o
combate que
durou
tres
horas,
no
fira
das
quaes
este
se
re
tirou
depois
de
soffrer
perdas
sensíveis.
A
mesma
parte
official
confessa que
as
tro-
pas
se
retiraram
em
boa
ordem,
e quem
confessa
que
se
retira
e
tem
ainda
de
de
clarar
que
o
fez
ordenadarnenle não está
por
certo
mui
seguro
do
triunfo».
LIBELLO AFFONSISTA
Madrid 14
de
julho
de
1875.
I
nstrucção
.
Approvada
por
8.
M.
o
rei
para
execução
do
decreto
de
29
de
junho ultimo,
sobre
a
confiscação
dos
bens
dos
rebeldes
car-
listas e de seus
auxiliares.
«São sujeitos
ao
sequestro;
«1
.° Todas
as
propriedades
(no
cam
po
ou
na
cidade)
cora
o
material
de
ex
ploração ;
«2.°
Os
moveis
e
o
gado;
«3.°
Os
estabelecimentos
induslriaes,
ou outros
quaesquer com
tolas
as
suas
dependencias
e mercadorias
á
venda;
«4.°
As
rendas
e
valores
públicos;
<5.°
As acções
do
banco de Hispa-
t.ha
;
«6.°
As
acções,
obrigações
das
socie
dades
ou
empresas
publicas
quaesquer;
«7.°
As
contas correntes
nas
socieda
des.
companhias,
estabelecimentos
públicos
e
casas
de
commercio.
<8.°
Os
vencimentos,
pensões,
e
lodos
os
direitos
ou
créditos,
pertencentes
aos
carlistas
;
A
rede
abrange lambem
os
produclos
dos
bens usufrucluarios;
«11.°
A
sonegação
dos
bens,
rendas,
valores,
coutas
correntes,
pensões
etc.,
e,
constituindo
uma
verdadeira
fraude
para
o
Estado,
os
documentos
terão
uns
lanlos
por
cento,
cuja
quantia
será
fixada
pelo
mi
nistro.
Os
bens qoe
se
não
alugarem, serão
entregues
por
adjudicação,
por conta
do
Estado.»
Quesada general
em
chefe
do
exercito
afionsisia
do
Norte
também
appareceu
com
o
seu
bando
:
Artigo
l.°
As
prisões
dos
carlistas
te
rão
logar sem demora
;
Art.
2.°
As
famílias
expulsas
só
deve
rão
levar
comsigo
os
objectos
necessários
para
a
sua
viagem,
mas
nada
de
moveis
nem mantimentos
;
Art.
5.6 As nossas tropas
contra-guer-
rilhas
aproveitarão-se
de
suas
excursões
no
paiz
inimigo
para
levar
(roubar)
as
colheitas,
e
queimarem
e
destruir
tudo o
que não
poderem
levar (roubar).
GAZETILHA
Adminiatrndor
do
eoneelho. —
Dizem-nos
que
foi nomeado
administrador
do
concelho,
d
’
esla
cidade,
o
ex.
m°
dr.
Gaspar
Pizarro,
que ha
annos
exerceu
ccm
o
mais
louvável
zêlo
e
dignidade
es
te
mesmo
cargo.
A
’
«Aurora do
Cavado».—
Queixa-
se
esle
nosso
collega
de
Barcellos
de
não
haver
recebido
ha
muito
a
nossa
folha.
Asseveramos
ao
collega
qoe
este
jornal
lhe
tem
sido
enviado
regnlarmente.
Papeluelioa.
—
Andaram
a
espalhar
ante-honlem
uns
nojentíssimos
papeluchos
em
que
um
canalha,
badarneco
soberana
mente
despresivel,
se
occupa
do
nosso
collega
Dias
Freitas.
O
nosso
collega
achou-lhes
carradas
de
pilhéria,
e
pede
que
continuem,
para
que
elle
nào
morra
de
semsaboria.
A
’
vante,
meninos
!
Nomeação.
—
Foi
nomeado
sollicita-
dor
d
’
esta comarca o
nosso amigo,
snr.
João
Ferreira
Torres,
prestantíssimo
e
inlelligente
empregado,
ha
muitos
annos.
no
escriptorio
do
snr.
conselheiro
Torres
e Almeida.
O
padre Mazarraaa.—
Fallecen
em
Buenos-Ayres
o
padre
Mazarrasa,
da
Com
panhia de
Jesus
Enfermo
como
estava
foi
víctima
dos
que
assaltaram o
Collegio
do
Salvador a
28
de
Fevereiro,
e
sem
duvida
foi
isto
causa da
soa
morte.
«Glorie-se
a
maçonaria
por
mais
esle
triunfo»,
accrescenta
o
«Apostolo»
ao
dar
esla
noticia.
O ensino do
cailtolieismo
res
tabelecido.
—
Um
tal Frederico, presiden
te
da
municipalidade
de
Génova,
passou
a
22
de
janeiro
d
’esle
anno
uma
circular
ás
escolas
municipaes
prohibindo o
ensi
no
do
calhecisrno.
Jamais
o tivesse
feito
!
Levantou-se
um
tal
tolle,
tolle.
em
Génova,
que
o
presi
dente
e
os
municipaes
tiveram de
recear,
e
a
nova
junta
municipal
leve
de dispor
que
a celebre circular
de
seu
antecessor
fique
sem
eífeito
e
continuem
cono
ames
as
orações
que se
faziam
no
principio
e
no
íim
das
classes,
e
o
ensino
do
catholi
cismo.
Comiuandante de segurança
publica.
—
Foi
nomeado
commandante
de
segurança
publica em
Loanda
o
nosso
patrí
cio,
o
ill.
mo
sr. Barthoiomeu
José
de
Paiva,
capitão
d
’infanteria
n.°
1,
e
que
alli
tem
exercido
outros
logares,
com
dignidade.
Por
informações
particulares
sabemos
que
não
pomas
veses
se
lera
dispensado
certas
dislineções
a
indivíduos
alli
domi
ciliados.
e
algumas bem
pouco
airosas
para
quem
as
íaz.
em
quanto
que
outros
qoe
teem
prestado
boas serviços
são
esqueci
dos e
despresados.
O
cavalheiro
de
que
acima
fallatnos. tem
aproximadamenle
ha
dois
annos,
direito
á
patente
de
major;
até
hoje, porém,
ainda
não
entrou
no
goso
d
’esse
direito,
porque
o
governo
não
se
tem importado
com
isso.
Seria para
desejar
que
se
olhasse
um
pouco
sériamente
para
isto.
Romaria.
—
Foi
muito
concorrida
a
romaria
de
Santa
Marlha,
na Falperra.
A
policia
era
feita pelo
snr.
Costa
e
uma
torça
(Finfanteria
8.
Foram presos uns
seis
individuos,
como
desordeiros.
Caminho de ferro. Novo hora-
rio.
—
Começou
hontem
o
novo
horário,
qne.
como dizem
as
folhas
do
Porto,
é
provisorio.
Sae o
1.° comboio
d’
esla
cida
de
para o
Porto
ás
6
h.
e
24
m.
da
ma
nhã.
N
’este
comboio pede-se
ir
para
Pena-
fiel,
mudando no
entroncamento
de
Erme-
zinde.
O
2.°
>>ae
á
I
h.
e
40
m,
da
tarde.
O
3.°
ás 6 li
e
7
m.
d4 tarde.
Estas
alterações
soubemol-as
pelas
fo
lhas
do
Po-to,
pois
que
das
repartições
competentes
não
se
dignaram
mandar
avi
so
ás
redacções
da
localidade,
o
que se
tornava
de
interesse
publico.
Hontem
todos
os
passageiros
do
com
boio
da
manhã
foram
baldadamente
á
esta
ção,
persuadidos
de
que
não
linha
havido
mudança.
i
xaities.—
Começaram
ante-honlem
os
exames
íinaes no
lyceu desta
cidade.
EI
ProgrfHMO
d<»
Cordoba.
—
Pu
blica
um aitigo,
no
qual se
lê
o
seguin
te
parag
afo
:
«Os
únicos
andores
da
re
*
olta
(a
de
28
de
fevereiro
contra
os
jesuivas),
os
que
impelliram
a
multidão,
os
que
influiratri
na
imprensa
e nos
cltibs,
foram
essas
innu-
meraveis
lojas
de
que
está
infestado
Bue
nos-
Ayres.
»
Querem-no
mais
claro?
Pois
«EI Progresso»
é
insuspeito.
Recommendação.—
Aos
darwinis-
tas
ou
sectários do
transformismo,
que
querem
por força ser
descendentes de
qual
quer
e
*
pecie
de
orangotango,
recommen-
damos
u
magistral arligo
da «Civillá»
(fas-
culo
de
3 de
julho)
sob
o
titulo:
Pro
posta
cli
una
modificazione
al
systema
Darwiniano. O
tal darwismo mostra-se
alli
perfeitamente
rediculo
e
absurdo
em
supremo
gráo.
O
nossos
senlimenlot
a
F.., e
a
G..
e
a
muitos
outros sábios.
Publicaçõeiii
—
Recebemos e agrade
cemos
as
seguintes
publicações:
—A
galera Chancellor, por Julio
Ver-
ne,
traducção
do snr.
Mariano
Cyrillo de
Carvalho,
lente
de malhematica
na
Escola
Poiilecbnica.
E’
edicção nilida da
Empresa
Iluras
Românticas.
—
Princípios
elementares
de
chorogra-
fia
portugueza,
para
uso
das
escolas d
’in-
slrucção
primaria,
por
Francisco
Marques
Perdigão.
(Oitava
edicção).
— Estudo
ácerca
da
Franc
maçonaria,
pelo
ex.
m
°
«nr. bispo
de
Orleans.
Tra
ducção
do snr.
conde
de
Samodães,
com
approvação
do
author
e
precedido d’um
aolelogio
do
traductor.
E’
editado
pela
casa editora Chardron,
do
Porto.
—
O
naturalismo,
ou
o
d»gmatisma
ap-
plicado
á
sciencia,
por
Roberto
Guilher
me
Woudhouse
E
’
edicção
da
mesma
casa Chardron.
Segredo «S«
confissão. —
Lê-se
no
«Univers»;
«Tudo é
odioso
na
perseguição
dirigi
da
pelo
governo
de
Berlim
contra
a
Egre
ja
:
mas o
tribunal
de
Berlim levou
o
odioso
ate
o
cinismo.
«Um
padre
da
diocese
de
Posen acaba
de ser
con-lemnado
por
esse
tribunal
por
nào
ler
queiido
violar
o
segredo
da
confis
são.
«A
policia
de
Bismark
pretendia
que
esse
padre
tinha sabido
em
confissão
o
nome
do
di-legado
apostulico na
diocese de
Poseo,
e
queria
arrancar-lhe
essa
confis
são.
Recusou
responder.
Levou
perante o
tribunal
superior,
o
padre foi
condemnado
por
persistir
na
recusa.
«Esle
julgamente
é
digno
dos tribu-
naes
de
Dahomey.»
© biMpo <ío
Salto.—
Lê-se no
«Ca-
tbolico
Argentino»:
«Esle
digníssimo
Prelado logo
que
te
ve conhecimento
dos
fados
acontecidos
em
Bueoos-Ayres a
28
de
fevereiro,
publicou
sua
adbesão
á
pastoral
do
snr.
Arce
bispo.
«O
snr.
Rizo
Palron
não se
contentou
com
offerecer
aos
paires
Jesuítas um
asi
lo
era
sua diocese, senão
que
até
lhes
supplica
que
partam
a
occopar
seu colle-
gio
na
cidade
de
Tucuman.
Factos
d'esla
natureza
recommendam-se
por
si
mesmos,
faliam
mui
alto
em
favor dos
que
são
hoje
objecto
da
ira
de
muitos
e
dão
urna
nova
prova
da
unidade
em que
descança
o
nosso
episcopado.
Ttiífãi»
esn
Mnenu,—
Diz
a
«Demo
cracia»
que
a
nossa
formosa
colonia
do
mar
da
China
outr'ora
tão
rica
e
flores-
cente
acaba
de
ser
victima
de
um se-
gundo
tufão
que
quasi
a
reduziu a
unj
montão de
rumas.
São
horriveia os
pro.
menores
do
diclone
que
arrasou a
maior
parte da
cidade
no
dia
31 de maio
ul-
timo.
A
’
s
tres
horas
da
tarde
começou
a
so-
prar
com
violência
o
vento leste, e
cres
cendo
cada
vez
mais, quando
eram
oito
horas
já
moitas casas
se achavam
coro-
plelainente destelhadas,
e
outras
abatidas.
A
maior
força do temporal
durou
por es
paço
de
duas horas
; a
chuva
cabia
a
torrentes
e
o
baromelro
chegou
a
736,0'9.
O
terror
da
população
apenas
se
de
clarou
u
tufão
foi
indescriptivel.
No
pa-
lacio
do
governador
foram
derrocadas
as
cantarias
dos
parapeitos
bem
como
a
fa
chada principal
do
lado
direito
d
’este
edr-
ficio
ficando
por
isso
entulhada
a
secre
taria
do
governo
com
o
vigamento
do
Telhado
e
paredes,
e
bastante
ferido
q
snr.
Alferes Caetano
Xavier
Diniz
ajudan-
te
de
campo
do
governador,
e
mais
al
gumas pessoas
empregados
no palacio
O
aterro
da
parte de oeste,
que
não
esla
va
ainda murado,
e
o
da
estrada de
S.
Francisco
foram
arrastados
pelas
vagas.
Muitas
casas
do liltoral
foram
destruídas
e
um
monião de ruinas
obstruiu
o
tran
sito das
ruas.
A
muralha
do
aterro
de
sabou
em
vários
ponto
*
e
os
caes
que
es
tavam
já
arruinados
ficaram
em
peior
es
tado
do
que
depois
do
penúltimo
tufão.
Grandes
destroços
de
embarcaçõe
*
de to
da
a
especie
juncavam
quasi
toda
a ex
tensão
do
rio.
D
’
entre as
embarcações
submergidas
e de quilhas
voltadas para
o
ar
contam se
as
seguintes:
10
lorchas
de
passagem
e
18
de
carregar
lenha,
6
lau-
mões
15
para
cargas
de sal,
e
90
e
tan
tos
barcos
pequenos.
Infelizmente é
gran
de
o
numero
das
victimas.
Todos
os
dias
apparecem
nas praias
trinta
ou
quarenta
cadaveres
em
pulrefac-
ção.
Nas
terras
circuinvisinhas o
numero
dos mortos
é
incalculável.
Houve
pontos
em
que
o
mar
sahindo
do
seu
leito
tra
gou
populações
inteiras.
Um
dos
desas
tres
maiores
foi,
sem
duvida
alguma,
o
naufrágio
do
vapor «Poyang»,
da
carreira
de
Hong-Kong
para Macau.
(J
tufão
apa
nhou
o
vapor que
vinha
da
colonia tn-
gleza
para
a
portugueza cora
100 passa
geiros,
entre
os
quaes
o
capitão,
piloto
e
tripulantes
do
navia
«Santa
Sancha»,
do
snr.
visconde
do
Cercal,
na
altura das
Nove
Ilhas,
á
vista de
Macau
O
capitão
mandou
aportar
ancoras
e
pouco
depois
o
navio
foi
a pique,
morrendo
cerca
de
60
pessoas.
Entre
as
que
se
salvaram
con
tam-se
os
snrs Murphy
e
White,
enge
nheiros
do
vapor;
Wade,
commandante
da
canhoneira
de
guerra
china
«Chieo-
Jui»;
o
capitão
de
«Santa Sancha»,
Mar-
cello
Nunes;
e
entre
os
que
morreram
contam-se
os
snrs. capitão
e
o
piloto
do
vapor
;
o
snr.
capitão
Favacho,
o
snr.
Ribeiro,
escrivão,
e
o
parse
Colah.
As casas
de Macau
ficaram
na
maior
parte
destelhadas.
A
do
senado
ameaça
desmoronar-se
de
um
momento
para
ou
tro, e
todos
os
outros
edifícios
públicos
soffreram
grandes
prejuisos, os quaes
só
muito
tarde
poderão
ser
reparados.
<E
em
menos de
um
anno,
diz
um
correspondente, tem
Macau descido do
pedestal de
grandesa
a
que
se
tinha
ele
vado
ao
mais
profundo abismo
da
pobresa
e
da
miséria.
Augmcnta
a
despesa
de
instante
necessidade
das reconstrucções,
diminoe
consideravelmente a
receita
em
consequência do
estado
precário dos
ha
bitantes.
Impossível
se
torna
descrever
o
e*
tado
desgraçadíssimo
das
famílias
chrislãs
de Macau, os
chefes
desempre
gados,
as
habitações
completarnenle
des
truídas, o
commercio
peifeitamente
para
lisado.
E
o
governo
/de Macau
não
pó
de de
maneira
alguma
remover
estas
tris
tes circumslancias,
pois
que
lhe
escas
seiam
os
meios
completamente.
Explosão
terrível.—
Na
noite de
12 do corrente houve
um lerrivel
desastre
na
officina
(1
’
urn fogueteiro
no
concelho
da
Batalha.
D
’
esle
lamentável
successo
dá
a
«Correspondência
de
Leiria»
os
seguintes
horríveis
promenores:
«Ni
noite de 12 d'este mez, achavam-
se
reunidos
na
dita
oílicina
4
rapases,
3
.dos
quaes
se
occupavam
a
pisar
polvora»
e
um filho
de
José
Louro
da
Calvaria
de
Cima, concelho
de
Porto
de
Moz,
em
al-
lumiar
os
outros
com
uma
candeia.
Come
esta
estivesse bastante
amortecida,
dispu
nha-se
a
atiçal a
mesmo
sobre
um almo
fariz
grande,
onde
estavam
pisando
a
pól
vora,
quando
foi
prevenido
por outro
da
inconveniência
que
corametlia;
mas
não
fez
caso,
e
atiçou a
candeia com os
de
dos,
aos quaes
adheriu
o
morrão
que,
com
.a
dôr
da
queimadura,
o
rapaz sacudiu,
e
foi
cahir
sobre
uma
porção
de
polvora
que
esta
por
detraz d
elle.
A
polvora
ardeu
e
communicou
o
fogo
a
toda a que
havia
na
loja,
75 kilogramas,
aproxima-
damente.
O
rapaz
que segurava
a candeia,
com
a
força
da
explosão,
foi
arremessado
ao
lecto
duas
veses,
ficando,
além
de
hor
rivelmente
queimado,
com
o
craneo
es
magado e
os
hombros
dilacerados,
e
falle-
cendo 24 horas
depois
do
sinistro,
entre
dôres
alroses,
bem
como
dois
dos
ditos
rapases,
um
da
Galvaria
de
baixo,
que só
durou 30 horas,
e
outro,
exposto
do
Casal
do
Relvas,
que morreu
no
hospital
da
Batalha,
legaodo-lhe uma
pequena faseada
que
possuía.
Só
vive
uma das 4
victimas
que
é
lambem da
freguesia
da
Batalha,
mas
diz-
se
que
é
tal
o
lastimoso
estado
em que
se
acha,
que
difiicilmeote
resistirá.
O
mais
novo
dos
rapases
unha
18
an
nos.
Sirva
esle
triste
e lastimável
successo
de
aviso
aos
incautos.
Horrível
incêndio.—
A
pequena
po
voação de
Alijó,
no
concelho
de Boticas,
foi
compleiarnente destruída
por
um
incên
dio
desastroso,
que,
começando
em
uma
casa,
se
desenvolveu
de
modo,
que
ein
meia
hora
devorou 11
casas. As
chammas,
communicando-se
ás
outras
habitações,
que
são cobertas
de
colmo,
redusiram
tudo
a
cinzas,
toinando-se
impossível
aos
morado
res
apruximar-se
para salvar
os
seus
ha
veres,
pelo
que
tudo
se
perdeu,
morrendo
queimadas
tres
vaccas. O
*
prejuisos
são
calculados
em
6:0000000
reis.
Foi
um
lamentável desastre, qne
re-
dusiu
á
miséria os
habitantes
da
povoação
que
está
hoje
convertida
em
um montão
de
cinzas.
Pedido.—
Em
nome
do
senso-com-
nium
pedimos
ao
ex.
nt0
administrador
do
concelho,
haja
por
bem
mandar
proceder
a
um
exame de
sanidade,
na
pessoa
d’um
tal
Miguel
Roque
Martins
Tavares,
e
dar-
lhe
o
destino
competente.
■>
atoes
SA
PARVOKIA.
(A
mestre
Roque)
(Continuação do
n.° antecedente)
Por
um
sonho
—
só
por
sonho
—
mestre
Boque,
o parvonez,
quiz uma
tarde
raspar-se
do
reino
da
estupidez.
Ao
chegar
junto
da
raia
oppriroido
de
cançasso,
o
seolioella
filou-lhe
os
galazios
ao
cachaço.
—
í
Rectaçuarda
!
—
brada
rijo
—
meu
palerma
pequerrucho»;
e
vendo
que
era
o
Zé-Telha
cavalgou-o
a carrachucho.
(Continua)
Gaudencio.
IXPEDIEVTE
»A AUJIIXISTRA-
ÇÃO.
Carlas
recebidas
na
administração
d'este
jornal
:
Rossas (Gonlim).
—
Joaquim
Gonçalvez
Villela.
Abbade
de
Rossas.
Monie-Mór-o-Velho.
—
Padre
Jo-é
An
tonio
Pereira.
Vianna.
—
Bernardo
Peixoto Novo.
Cêa.—Luiz
d
*
Albuqi>erqt)e
do
Amaral
Cardoso.
Amares
(Caires).
—
Francisco
Antunes
da
Costa.
Alemquer.—
João
Baptista
Rebello
Pe
reira.
A SEWA
RELIGIOSA
RRACARENSE
Publicou-se
o
n.°
10
d
’
este
semanario
re
ligioso
que
em
parle
vem
substituir
a
União
Catholica
e
Atalaia
Catholica
que
por
es
paço
de
19
annos
se
publicou
n
’esta cida
de, e
o
qual
conterá
:
As
leis,
decretos
e
portarias
do
Minis
tério
dos
Negocios
Ecclesiasticos.
As
Pastoraes,
Exhorlações,
Editaes
e
outras
medidas geraes
expedidas
pela Secre
taria
de S.
Exc.a
Rev.
raa
o
Snr.
Arcebispo.
Os
editaes
de
concurso,
os
provimen
tos
das
egrejas, as
Provisões
d
Encommen-
dação
e
outros
actos
da
Camara
Ecclesias-
licado
Arcebispado.
Os
factos
mais
notáveis
da
Egreja
Catho
lica
com
relação
a
Portugal.
Artigos de doutrina
religiosa,de
lithurgia
de
Historia
Ecclesiaslica
que digam
respei
to
a
este
Arcebispado
Primaz
das Hispanhas.
Apotegmas
ou
ditos
sentencionarios que
tenham alguma
moralidade.
Biographias
de
varões
illuslres
por
sua
sciencia.
virtude
e
serviços
feitos
á
Egreja.
Preço
d
’ãssignatura:
por anno
l$200
—
seis
mezes
600
réis.
— Com
estampilha por
anno
l<$500
semestre
750.
Assigna-se
ern
Braga,
na
rua
Nova
de
Sousa
n.°
3.
para
onde
deve
ser
remetti-
da
toda a
correspondência
ao
editor
José
Maria
Dias
da
Costa.
Matérias contidas no
presente
numero
:
Edital
do
snr.
Arcebispo
Coadjutor
para
a festividade
e
procissão
de
S.
Sebastião
das Carvalheiras.
Circular
do mesmo
ex.
m0
e
rev.
mo
snr.
ácerca
da
resolução
tomada
pelos
negocian
tes
d
’
orivesaría
de
Guimarães
de não abri
rem
suas lojas
nos dias
sanctificados.
Expediente
ecclesiastico do
arcebispado
de
Braga.
Secção
religiosa.
O
cerco
de S.
Sebas
tião
das
Carvalheiras.
A
Egreja
Catholica.
A
procissão.
Pastoral
primeira
em
que
D.
Fr.
Caetano Brandão
saudou
os seus
súb
ditos do
Pará.
Noticias
e
fados
diversos.
ANNUNCIOS
CARREIRA DIARIA
Teixeira
&
Mesquita,
com
estabeleci
mento
de
trens na
rua
da
Sé
d’
esta
cida
de
de
Braga,
participam
ao
respeitável
publico,
que
desde
o
dia 6
de
agosto do
corrente
anno, estabelecem
carreiras
dia
rias
para
a
Povoa
de
Lanhoso,
Povoa
do
Varzim
e
vice-versa,
sendo
estas
monta
das
de
bons trens,
gado
e
cocheiros,
e
a
que
tem
para
a
Povoa
do
Varzim,
prin
cipia a
sair
desde
o
dito
dia
ás
4
horas.
Harario
da
Povoa de
Lanhoso
Sae
de
Braga
ás
6
horas
da
tnanhã
e
3
da
tarde,
chega
á
Povoa
de Lanhoso
ás
8
da
manhã e 5
da
tarde,
e
vice-versa
ás
mesmas
horas,
tanto
de
tarde
como
de
manhã e
chega
a
Braga ás
8
da
ma-
nhi
e
5
da
tarde.
Horário
da Povoa
do
Varzim
Sae
de
Braga ás
4
horas
da
manhã
e
chega
a
Barcellos
ás
6
e
meia, tendo
de
demora
meia
hora, sae
de Barcellos
ás
7
horas, chega á Povoa
do
Varzim
ás
10
da
manhã.
Sae
da
Povoa
do
Varzim
ás
4
horas
da
manhã,
chega
a
Barcellos
ás
7,
tem
meia
hora
de
demora,
sae
de Barcel
los
ás
7
e
meia
e
chega
a
Braga
ás
10
ho
ras
da
manhã.
Preços
da carreira
da Povoa
de
Lanhoso
Dentro
180, fóra
160, para
o
Fojo, 60,
Cancella Vermelha,
80,
Rita,
100,
Pi
nheiro,
120
reis.
Preços
da
carreira
da
Povoa
de
Varzim
Dentro
600
íeis,
fóra
500.
Cada
pas
sageiro
lem
8
kilo
*
de
bagagem
e
paga
10
pot
kilo
que
fôr
de
excesso,
para
a
Povoa
de
Lanhoso e
vice-versa,
e
para
a Povoa
do
Varzim
20 reis
por
kilo.
Os
aonuncianles
lem
nas
suas cochei
ras,
na
dita
rua
da Sé,
calecnes,
coupés,
charabancs
e
diversos
carros
que
alugam
para
qualquer
parle
por
preços commodos.
Escriptorios
Em
Braga,
em
casa
do
bem
conhecido
Ribeiro
Braga,
na
Praça
do
Barão
de S.
Marlinho
n.°
29,
na
Povoa
de
Lanhoso
etn
casa
do
negociante
João
Antonio
de
Araú
jo
e
Silva,
e
na
povoa do
Varzim
no
seu
amigo
escriptorio
no
largo
do
Rego,
es
quina
da
Junqueira.
Braga
28
de
julho
de
1875.
O
gerenie,
(2600)
Ribeiro Braga.
MONTE-PIO DE S. JOSE’
São
convidados
todos
os
socios
do
Moote-Pio de S.
José,
que estejam
no go-
so
dos
seus
direitos,
a comparecer
no
do
mingo l.°
d
’agosto,
pelas
10
horas da
manhã,
no
salão
do
theatro
de
S.
Geral
do,
para
ser
discutido
o
novo estatuto,
e
apresentadas
as
coutas
do l.° semestre
do
corrente
anno.
As
contas
acham-se
patentes
no escri
ptorio
da
direeção,
campo
de
SanfAnua,
n.°
para
os
socios
as examinar.
Braga
26
de
julho
de
1875.
O
presidente
da assemblea
geral
Sebastião
Maria
Antunes
da
Silva
Monteiro.
(2599)
EDITAI
A
camara
municipal
do
concelho
de
Villa
Nova
de
Famalicão,
•etc.
Faz
publico
que
no
dia
1
i
do
pr
oximo
mezd
’
agosto,por
10
horas
da
manhã,
nos
Paços
do
Concelho
da
referida
villa,
hade
andar
a
lanços,
para
ser
arre
matada
a
quem
por
menos
pre
ço
fizer
a
construcção
do
2,°
lan
ço
da estrada
concelhia
n.°
9,
comprehendido
entre
os
logares
de
òobre-Ceara
e
do
Monte.
perfis
0,
a
131
do
respectivo
pro
jecto,
na
extenção de
2:178,
m
02
t
sendo
a
base
da
licitação
a
quan
tia
de
2:748$890.
As
condições
acham-se
des
de
já
patentes
na
secretaria
da
camara,
para
quem
as
quizer
examinar,
desde
as 9
horas
da
manhã
até
ás
3
da
tarde.
E
para
que
chegue
ao
co
nhecimento
de
todos,
mandou
publicar
o
presente.
Famalicão
1875.
19 de
julho
de
O
presidente
(2592) Barão
de
Trovisqueira.
Vende-se
uma morada
de
ca
*
as
com
quintal,
oa
roa
do
Anjo
n.os
9()
e
20
a
, d
’
esla
cidade
;
tem
com-
modos
pwa
uma
numerosa
familia.
Quem
a
pretender
dirija-se
á
mesma
casa. (2598)
Manoel
Anlonio
de
Castro
Teixeira
&
Francisco
Mesquita,
fazem
publico
que
des
de
o
dia
l.°
d
’agosto
inclusive
do corren
te
anno,
principiam
com
as
suas
carrei
ras
diarias
para
a
Povoa
do
Varzim.
Horário t
Sae
de Braga ás
5
horas
da
manhã,
chega
a Barcellos ás
7 e
meia,
lendo
de
demora
meia
hora
;
sae
de
Barcellos
ás
8
chega
á
Povoa
ás
11.
Vice
versa,
sae
da
Povoa
de
Varzim
ás
5
horas
da
manhã»
chega
a Barcellos
ás
8
e
meia
tendo
a
mesma
meia
hora
de demora;
sae
de
Barcellos
ás
9,
chega
a
Braga
ás
11
da
manhã.
Preços
dentro
600 reis.
Fora
.
.
500 »
O seu escriptorio em
Braga
é
em
casa
do
snr.
Ribeiro
Braga,
praça
do
Barão
de
S. Marlinho,
e
na
Povoa
no
largo
do
Re
go
no seu
antigo
escriptorio.
Braga
26
de Julho
de
1875.
Pelos
mesmos
annunciantes»
(2597)
O
Gerente,
Ribeiro
Braga.
BANCO
MERCANTIL
DE
BRAGA
Sociedade
anonyma, de responsn-
bilidade limitada
Rua
Nova
de
Sousa,
n.°
19
Toma
letras
e
dá
cartas
de
credito
e
saques
sobre
iodas
as
praças
do
teino
on
de
tenha
agencias
e sobre as
principaes
praças
do
estrangeiro.
Desconta
letras
da
terra
e
de
cambio
e
quaesquer
obrigações
commerciaes,
cujo
vencimento
não
exceda
12
mezes
da
data
do
desconto.
Recebe
depositos
á
ordem e
a
praso
fixo, abonando
juros
aos
depositantes.
Empresta
sob
penhores
d
’
ouro,
prata»
pedras
preciosas, papeis
de
créditos
e
ou
tros
quaesquer
valores.
Compra e vende,
de
conta
própria
e
de
terceiro,
generos, papeis
de
credito
e
outros
valores,
assim
como
executa
or
dens de Bolsa.
Finalmenle
faz todas
as
operações
de
credito
agrícola,
industrial
e
commercial
consignadas
nos
estatutos
do
Banco.
Pelo
Banco
Mercantil
de
Braga,
Os directores
José
Joaquim
Lopes
Cardoso
João
da
Costa
Palmeira
(2594)
José Anlonio
Rebello
da
Silva
Ha
uma casa
no
Campo
Novo
onde
se
admittem
alumnos
internos
alé
a
idade
de
13
ânuos
e
externos
de
qualquer
ida
de
que
sejam,
qoe
saibam
ler
e
se
quei
ram
habilitar-se
para
os exames
de
inslruc-
ção
primaria,
geometria
e
fiancez.
Também
se
ensina
a
fallar e
escrever
a
lingua
francesa sómente
aos
internos que
a
pretenderem.
Quem
quizer,
dirija-se
ao
campo
Novo
n.°
17.
(2595)
INJECTION
BROU
Ilygi
enica
infal
li
vel
y
preservati
va;
absol
utam
ente
a
un
ica
qu
e
cura
sem
lhe
junta
r
mai
s
nad
a.
Ven
de-
se
na
s
pri
ncipaes
pharmacias
do
mundo.
Exigi
r
a
ínstrucçào
do
uso.
(50
an
os
de
cwíto.)
Pari
s,
casa
do
I in
v
or
Ma
ge
nt
a,
13
8.
Lis
bo
a,
S
r
Barreto
Lo
relo
28
e
Stt.
Balsamico-
Proph
Hat
ico
.
Esla
inje
cção
é
a
unica
e
eíTic
az
que
cora
em
sei
s
ou
oito
dias
Ioda
a
qual
idad
e
de
purgações
,
lanto
antigas
como
mcd
ernas
.
ainda
as
mais
rebeldes
.
Veud
e-s
e
em
Biaga
na
pharmacia
de
Antonio
D.
Alvim,
á
Poria
Nova
;
n.°
14
em
Coimbra,
pharmac
ia
Barata
Dini
z,
rua
de
S.
Barlh
olom
eu.
Depo-
‘
sit
o
princ
ipal
no
Porlo
na
pharmacia
Madur
eira,
rua
do
Trinm
pho,
n.°
j
142,
proximo
ao
Palaci
o
de
Crysta
l.
Pre
ço
de
cada
frasco.
.
.
400
rs.
(O)
*
< - É o formato de
-
comerciominho_31071875_377.pdf
Parte de Comércio do Minho (O)