comerciominho_29071875_376.xml
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-
3.
’ ANNO 1875
FOLHA COMMERCIAL
RELIGIOSA E NOTICIOSA
NUMERO
376
Assigna-see
vende-se
no
escripiorio
do
editor
e
proprietário
José
Maria
Dias
da
Costa,
rua Nova
n.’
3
E,
para
onde
deve
ser
dirigida
toda
a
correspondência
franca de
por;e.= As
assi-
gnaturas são pagas
idiantadas;
assim
como
as
correspondên
cias
de
interesse
particular.
Folha
avulso
10
rs.
■7
Hri
pubuca
-
se
:
ÁS
TERÇAS,
QUINTAS
E
SABBADOS.
P
reços
: Braga,
annol^ÔOO
rc.=Semestre 850
rs.=Prom-
cias,
anno
2^400
rs
e sendo
duas
4^000
rs.«Semestre
1&250
rs.=Brazil,
anno
4&400
rs.=Semestre
2&300 rs.
moeda
forte,
ou
10^000
reis
e
5^500
reis
moeda
fraca.=Anmmcios
por
linha
20
rs.,
repetição 10 rs.
Para
os
assignantes
20
c%
d
’
abatimento.
BRAftl-$tJI»T.A-FEI«A
®
9 £5E
JULHO
ReSigino
e
politica.
De
se
haverem
postergado,
ao
consti
tuir
sobre
novas
bases
os
Estados
moder
nos,
os princípios
immoiaveis
da
verdade
e
da
justiça,
que a
religião
proclama e
defende,
é
que surgiram
esses sistemas
políticos,
enlre
os
quaes
o
mundo
se
revohe
vacillaule
e incerto,
presemiudo
já
não
mui
distante o
abhmo,
a
que
o
vae arrastando
o
torvelinho
de
falsas,
absurdas
e
encontradas
lheorias
sociaes,
a
que
o
catholico
uão
póde
ser
indiflerente.
Que
cada nação
se
constitua
como
qui
ser,
fóra
das
vias
religiosas. Que
se ad
mitia
a
absurda
theoria
dos
que allirmam
inconscitoiewente,
que
a
religião nada
lem
com
a
politica.
Mas
fiquemos
certos
de
que
esle
acto
de rebellião contra
Drus
será,
cedo
ou
tarde,
punido
com
a morte
social d
’
esses
povos,
pois
qne
Deus
disse
pelo
seu
prolela David
:
«O
Senhor se
vingará
das
nações
rebeldes,
multiplicará
sobre
ellas
os
seus
castigos
e
quebrantará
as
cervises
altivas,
que
ousarem
levantar-
se
contra Elle.»
—
E
este
castigo começa
pela degradação
da
obra
puramente
hu
mana,
que
fica
sendo
simplesmente
um
aborto.
E
’
assim que
as
constituições, os
sistemas
de
governo
íeilos
sem
a collabo-
ração
da
sciencia
de Deus,
são
um
mon
tão
de
contradicções,
de erros
e
de
es-
caudalos.
Ouvi
ainda
o
illustre
Donoso
Cortês
:
«A
escola
liberal,
em
sua
soberba
igno
rância,
despresa a
theologia.
Esta
escola
não
chegou ainda a
comprehender,
e
pro
vavelmente
não comprehenderá jámais
o
vinculo estreito,
que
liga
entre
si
as coi
sas
divinas e
as
coisas
humanas,
nem
qual
seja
a
aflinidade
das
questões polí
ticas
com
as
questões
sociaes,
e
d
’
umas
e
d’
uutras
com
as
questões
religiosas,
e
como
todos
os
problemas
relativos
ao go
verno das
nações,
dependem
dos
outros
problema
*
,
que se
referem
a
Deus,
legis
lador
supremo
de
todas
as
sociedades
hu
manas.
»
Efleclivamente
a
escola
liberal
não com-
prehende
nada d’isto;
e
assim
é
que
aquel-
ies,
que
se
nutriram por
algum
tempo
da
sua
falsa
sciencia,
embora
no fundo d
’
al-
ma sejam
verdadeiros
catholicos,
nos
veem
diser
com
lidiculo
entono: «Os
povos
teem
o
incontestável
direito
de
se
constituírem
publicameiile
como
melhor julgarem,
sem
que
a
religião
intervenha
no
caso.»
E
assim
entregue
o
homem
a
si
mes
mo,
só
póde
piudusir
môoslruosos
siste
mas
de
governo.
Continuemos
a
ouvir
o
sabio
puífliciâta
hispanhol:
«Quem
não vê que aífirmar
esla
abso
luta
separação enlre
Deus
e
o
homem,
é
negar
a
Deus?
Eslava
reservado
á
es
cola
liberal,
de todas
as
escolas
raciona-
listas
a
mais
fecunda
em
contradicções, o
aífirmar a
Deus
dogmaticamente
depois
de
0
haver
dogmaticamente
despejado
de
io
dos
os
seus
atlributos;
e
n
’
elia
esla
con-
tradicção grosseira
nào
é
accidental,
uias
essencial:
o
que
ella
faz
a
respeito
de
Deus
na
ordem
religiosa,
fal-o,
na
ordem
politica,
a
respeito
do
rei e do
povo. A
prerogativa
d’
esla
escola
é
de
proclamar
as
existências
qne
annulla,
e
de
aonuliar
as
existências,
que
proclama;
a
cada
um
dos
seus
princípios
appensa
um
principio
contrario,
que
o
destroe.
Assim
ella
pro
clama
a
monarehia
e
ao
mesmo
tempo
a
responsabilidade
ministerial,
por
conse
quência
a
omnipotência
do
ministro
res
ponsável,
negação da
monarehia.
Proclama
a
omnipotência
ministerial,
e
ao
mesmo
tempo
a
intervenção
soberana
nos
negó
cios
do
Estado
das assembleias
deliberati
vas,
negação
d’
esla
omnipotência.
Procla
ma a
intervenção
soberana
das
assembleias
políticas
nos
negocios
do
Estalo,
e
ao
mesmo
tempo
o
direito
dos
collegios
elei-
loraes
de julgar
em
ultima
instancia,
ne
gação
da
soberania
das
assembleias
políti
cas.
Proclama
o
direito
de
suprema ar
bitragem
como
pertencendo
aos
eleitores,
e
ao
mesmo
tempo,
mais
ou
menos ex-
plicitameote,
o
direito
supremo
d
’
insurrei-
çào,
negação dVnse
direito
de
arbitragem
suprema
e
pacifica.
Proclama
o
direito
d
’insurreição
comu
pertencendo
ás
mas
sas,
o
que
equivale a proclamar
a
sua
soberana
omnipotência,
e
ao
mesmo
tempo
a
lei
do
censo
eleitoral,
o
que
equivale a
condemnar
ao
ostracismo
a
multidão
so
berana.
Ern
todo
esle
amalgama
de
prin
cípios
contradictorios
ella
tem por
umeo
fim
produsir
e
manter,
á
força
de
arti
ficio
e
de
industria,
um
equilíbrio,
que
nunca chega
a
realisar,
porque
está em
coulradicçào
com
a
naluresa
do
homem
e
com
a
naturesa
da sociedade. Ha
uma
força unicamente,
á
qual a
escola
liberal
nào
tem
procurado um contrapeso:
é
a
força
corruptora.
A corrupção é
o
deus
da
escola,
e
como
Deus
está
em
toda a
parte
ao
mesmo
tempo. A escola liberal
tem
combinado
as coisas
de
tal
sorte, que
ou
de
ella
prevalece
lodos
devem
ser
forço-
samente coiroptores
ou
corrompidos.
On
de,
com
efleilo,
lodo
o
homem
póde
as
pirar
a lornar-se
Cesar,
a
crear o
Cesar
pelo
seu
voto
e
a
confirmal-o
pelas
suas
acclamações,
todo
o
homem deve
ser
ou
Cesar eu pretoriano.
E
eis
aqui
porque
uma
mesma
morte
espera
todas as
socie
dades,
que
cahem
sub
a dominação
d’esta
escola :
todas
morrem
gangrenadas.
Os
reis corrompem
os
ministros
prometteudo-
Ihes
a
eternidade;
as
assembleias
corrom
pem-oà
pelo
seu
voto,
e
os
ministros,
a
seu
turno,
corrompem,
de
um
lado,
os
reis
promtlieodo-lhes
a
extensão da
sua
prerogativa,
e
do
outro os
representantes
do
povo
lançando
a
seus
pés
as
digm
ia-
des
e
os empregos
do
Estado.
Os eleitos
traficam
com
o
seu
poder;
os
eleitores
traficam
com
a
sua
influencia
;
lodos
cor
rompem
a
multidão
com
as
promessas,
e
a
multidão
corrompe-os a lodos
com
seus
pedidos
ameaçadores
e com
os
seus
bra
midos.»
Ahi
tendes
um
quadro
exaclissimo
do
vosso
parlamentarismo,
traçado
por
mão
de
medre.
Vinie
e
quatro
annos
de ex-
periencia,
volvidos
sobre
a
epoca
em
que
Doneso Cortês
escrevia
isso,
que
ahi
tica
tiausci
ipto,
teem
allestudo
a
exactidão
das
suas
ideias
e
a
cerlesa
das
suas
vistas.
Podereis
diser-nos
que lemos
o
direito de
condemnar
esse
sistema
de
governo
em
nome
da
politica, mas
não
em
nume
da
religião.
Responder-vos-hemos,
que
a
re
ligião
condemna
tudo
o
que é
erro,
tudo
o
que
é
mentira e
engano,
ludo
o
que
é
injustiça
e
corrupção.
Depois
o
vosso
sistema
está
lambem
condemnado
á
poderiori
pelos
seus
resul
tados
falaes
ao
catholicismo
em
todos
os
tempos
e
em
todos
os
logares.
Abri
a historia
comempora.iea,
e
ve
reis
que
em
toda
a
paile
o
estabeleci
mento de similhante
sistema
lem
sido
se-
iUidu
da
perseguição
á
Egreja,
do roubo
de
seus
bens, do
despreso
ue
suas
leis,
da
gu
rra
ás
suas instituições.
O
triunfa
das
ideias
liberaes
lem
sido
sempre
e
em
toda
a
parle
o
triunfo
da
descrença,
da
irreligião
e da
impiedade.
O.hae
se vos
atreveis
a
negar
estes
factos,
que
acom
panhando
em
todos
os
países
o
predomí
nio
do
sistema liberal,
nào
podem
deixa»
de
ser reputados
comu
sua
consequência.
E
depois,
nós
nào
conspiramos
contra
as
vossas
dinastias;
mas
lemos
o
direito
de
ver
nus
seus
representantes
outros
tan
tos
inimigos
da
Egreja,
porque
debaixo
do
seu
manto
real
se
abrigam os
que
lo
dos
os
dias
a
estão
ferindo
com
leis
iní
quas
e
alé
com
abusos
escandaíosos.
Nós
não
nos insurgimos centra
as
vossas
con
stituições.
Mas
temos
o direito
de
ir pro
curar
n
’
ellas
o
principio
subversivo
da
ordem
religiosa,
o
veneno,
qoe
ahi
d
po-
sitou
o
liberalismo
anti-chnstão,
para
que
podesse
depois
circular
oaluralinente
por
todo
o
corpo
da
religião,
e
corrompei
o;
temos,
digo,
o
direito
de
procurar
esse
veneno,
e
de
o
denunciar
aos
nossos
ir
mãos
de
boa
fé,
para
que
um
dia
possam,
se
fôr
possivel,
sustar
e remediar
os
seus
mortíferos efieitos.
Encaramos
a politica
sob
o
ponto
de
vista
religioso,
porque
toda a grande
ques
tão
politica
é
ao
mesmo
tempo
uma
ques
tão
religiosa;
e
apesar
dos
vossos
conse
lhos,
que
poderão ser
de
boa
fé,
mas
que
são
por
certo
inadmissíveis, fulminaremos
a
politica
emquanto
nos parecer
hostil
á
religião.
d
.
m
.
s.
A
itaissão de Carlus VKff
VI
Í
cia
conservadora
,
e
quer
que
estas
cortes
o
auxiliem,
afim
de dar
uma lei
tunda-
mental;
mas
deve
ser
lei definitiva
e
ao
mesmo
tempo
verdadeiramenle hispanhola.
isto é, não
tomada
de
empréstimo,
nem
co
piada
d
’
oulros
povos, diversos por
índole,
por
usos,
por
atitude
e
por
tradicções.
As
cortes
lerão
poder
legislativo
nas
coisas
de
administração,
mas
não
nas
da
politica.
vO
povo
hispanhol, diz
sabiamente
D
Car
los.
instruído
por
uma
dolorosa
experien-
cia,
quer
a
verdade
em
tudo;
e
quer que
o
seu
rei
seja
um
rei deveras
e
não
um
rei
de
burla;
que
nas cortes
reine
a
or
dem
e
a
paz;
que
eálas
camaras
sejam
uma
reunião
de mandatarios independen
tes
e incorruptos
do
povo,
e
não
uma
as-
semblea
tumultuosa
e
esteril
de
deputados
funccionarios
ou
deputados
solicitadores,
divididos
em
maioria
servil
e
em
miiio-
■
ria
sedeciosa.»
Affastada
a
impostura
do
parlamenta
rismo
á
moderna,
que conslilue a
lirannia
legal
de poucos
sobre
muitos,
D.
Carlos
quer
satisfeitos
larguissimamerfle
os
votos
da
nação a
respeito
das
liberdades
dos
chamados
{ueros
ou franquias
administra
tivas das provincias.
«O
povo
hispanhol,
prossegue
elle,
ama
a
descontralisação, e
sempre
a
tem
ama
do.
O
espirito
revolucionário
pretende as-
similhar
as
provincias
Vascas
ao
resto
da
Hispanha: o
escopo
que
eu
desejo
allin-
gir
é
pelo
contrario,
que
toda
a nação
goze
no
interior
de
um
regimen
analogo
aquelle
florece
n
’
eslas
felizes
provincias,
impedindo
ou
remediando
porém
sempre
os
possíveis
abusos.»
De
modo
que
o
conceito
pratico
da
•:
recoustriicção
monarchica de Carlos
VH,
1
-e
resume
n
’
islo:
—
na
base
do
edifício as
liberdades
Iocaes;
no
veriice
o
Rei,
assis
*
tido
pelos
verdadeiros
representantes
do
povo,
que
formam camaras
consultivas
em
politica,
legislativas
em
administração ;
por toda
a
paste
leis
que
se
harmonisem
com
a
Egreja
Catholica
e
liberdades
que
nào
degenerem
em
licença,
violadora
do
direito
natural
e
da
moral
chrislã.
(Continún)
Outros,
porém, menos duvidosos do
êxi
to
final da empreza
de
D. Carlos,
pergun
tam
:
com
que
ideas
praticas,
depois
que
tenha
subido
ao
throno
de Hispanha,
di-
rijirá
elle
um
tal
paiz,
posto
em
desordem
por
oito
lustros
de
profundas
perturba
ções?
Terá
elle
espirito,
talento,
peito
e
mão
que
bastem
para ter
sujeito
um
povo
que
parece
quasi
incapaz
de
leis e de go
verno
?
A
’
primeira
pergunta
respondeu
já
o
proprio
D.
Carlos
com
a
bem
conhecida
carta
que,
lendo
pouco
mais
de
vinte
an
nos,
isto
é
no
mez
de
outubro
de
18o8,
escreveu
a
seu
irmão,
o
infante
D.
Aífon-
so, residente
n
’esse
tempo
em
Roma
enlre
os
zuavos
pontifícios.
N’
aquella
carta
ex-
poz
as
principaes
ideas
que
elle bem
ames
trado
por
homem
de
reconhecida
intelligeu-
cia
e
pela
historia,
via
serem as
únicas
idóneas
para
os
fundamentos
da
reorgam-
sação
da Hispanha.
Estas
ideas
confirmou
elle
sempre em
seus actos
successivos
;
e,
o
que
mais importa, começou
a
p»ati-
cal-as
com
bom
resultado
nas
provincias
em
que
domina
como
rei.
Antes
de
ludo
quer
pôr
em
salvo
a
unidade
de fé,
fundamento
solidíssimo da
monarehia
verdadeiramente
histórica
de
seu
paiz.
A
Hispanha
—
dizia
elle
n
’
aquella
car
ta,
e
o lem
repellido
conslanlemente
de
pois
—a
Hispanha
não
lollerará
que
se
des
conheça
nem que
se
ultraje
a
fé de seus
paes: possuindo
a
verdade
catholica,
sa
be
que
a
Egreja
deve
ser
livre
para
cum
prir
a
sua
missão
divina.
Ainda
sem
es
quecer
que
o
século
XIX é
mui
difleren-
le
do
XVI,
a
Hispanha
esiá
resolvida a
conservar
a
toda
a
custa
a
unidade
catholica, egide de
nossas
leis
e
da
nossa
gloria,
vinculo
abençoado
que
une lodos os
hispanhoes.»
Em
seguida,
como
corolário,
promulga
o dever
de
observar
a
concor
data feita
com
a
Santa
Sé.
Depois
allirmando
que
quer
trazer
á
sua
dileclissima
Hispanha
a
werdadeira
li
berdade»,
explica
de qne
natureza seja
es
la.
«Idea
minha
predominante
e
meu
con
tinuo desejo
é
dar
á
Hispanha
aquella
li
berdade
que
não
conhece
senão
de
nome,
—
a
liberdaiie
filha
do
Evangelho
—
,
qne
não
é
o
liberalismo,
filho
da
Reforma
;
aquella
liberdade finalmente
que
é
o
rei
nado das
leis
justas
e
conformes
ao di
reito natural
e
á
moral
divina.
Mas
esla
verdadeira
liberdade
não
pó
de
subsistir
onde reina o parlamentarismo
liberal,
senhor
despolico
de
ludo
por
meio
do concentrainento
burocrático.
E
*
lasduas
pragas
—
parlamentarismo e
burocracia
—
lem sido
duas
surgentes
inextinguíveis
de
divisões
e
de
perturbações
para a Hispa
nha.
Ora, Carlos
Vil quer
também
re
constituir
politicamente
a
nação com
aju
da
das
cortês, mas
cortes
que
sejam
ex-
trahídas
da sua
força
viva
e
da sua
polen-
A
eleição «lo
deputRdo por Brnga
Sol
da
verdade,
sol
da
verdade,
póde
a
nuvem
escurecer-te,
ecclipsar-te
nunca.
Não
ha muitos
dias
que
um
dos
mais
públicos
e
frequentados
logares
d
’
esia
ci
dade
me
deparou occasião
de
intender dos
homens
e
dos
negocios
políticos
mais
e
melhor
do
que
sabia,
e
menos
e
peor do
que
julgava,
e
poderia
esperar.
Dar-tne-hia
por
satisfeito
se,
unicamen
te,
luexperado
encontro,
attencioso cum-
priaieolu,
e
séiia
conservação
fosse
o
en-
treieinmeuio
d’
a!gumas
ho'as
;
longe,
po-
iém,
de
tal resultado
o
encontro
antecipou
premeàitada
visita,
o
cumprimento
penho
rou
pretendido
compromisso, e a
conver
sação
mudou-se em
discussão
accalorada.
Repelli
então,
como podia
e
devia,
gra
tuitas
accusaçõtis
a
cavalheiros
que
de to
dos
merecem
igual
respeito,
de muitos
de
vida
consideração,
e
de
não
poucos
testi-
munhado
e
provadissim.o
reconhecimento.
D
’
enlre estes,
a
quem
a
baba
'impura
da
inveja
nunca
poderá
macular a
honra,
os
sentimentos
e
os
brios
cavalheiroscs,
lô-
ra
o
snr.
Conde
de
Bertiandos,
actual-
mente
proposto
deputado
por
esta
cidade,
•a
vicliioa
iunoceple
e
expiatória
de
quem,
Ipara
defender
uma
causa
perdida,
não
du
vida
usar
de meios indignos,
manejar ar
mas
traiçoeiras,
e
empregar
tmlo o que é
opposto
á
honra e
á
moralidade.
Remetlido,
ha
muito,
por
encommodes
de
saude,
a
vida
mais
particular
qoe
publi-
blica, nunca
pensei de
me
ver
ra
duia
ne
cessidade
de
vir
á
imprensa,
emprasar
al-
guem
a
que
restabeleça,no
seu ver
dadeiro
estado,
a
questão
que,
mau
grado
meu
déra
motivo
a
este
desag-
gravo
de
honra
e
dignidade
oflendidas,
sob
pena
de
lhe
ser
marcado na
fronte,
pe
o
publico
imparcial,
o
ferrelo
ignominioso,
mas
insto,
de
calumniador.
Certamente
não
appellaria
para
este
tribunal,
se
o
snr.
A.
P.
C.
não adulte-
‘
rasse
o
dialogo, envenenasse
a
intenção,
sofismasse
as
palavras,
e
fizesse correr,
em
variadas
e
extravagantes
ediçõeS,
o
que
por tantos
indivíduos,
fôra
ouvido,
presen
ciado,
e
testemunhado.
Alheio,
por
minha
insuíTiciencia
,
senti
mentos
e
posição,
a
quaesquer
lucias
par
tidárias, não
posso todavia,
deixar
de
pro
testar
pela
integridade
de
minhas opimoes,
sobre
tudo,
quando d’
este
silencio,
pro
vem
menoscabo de honra,
caracter
e
dig
nidade.
,
Tal
a
minha
situação,
em
vista
do
oc-
rido
ha
pouco
tempo.
D
.se
o
snr.
A.
P.
C.
qoe o
|.a.Udo
legititnista
d
’esla
cidade
votaria
pelo
can
didato
governamental
;
eu
respondi
que,
apesar
de
nada
saber a tal
respeito,
talvez
pudesse
aífirmar
sem
receio
de
ser
des
mentido,
que
o
partido
em
questão
nao
secundaria
os trabalhos
de
nenhuma
frac-
çâo
liberal,
antes,
na
hipothese
contraria,
o
faria
em
favor
do
snr.
Conde
de
Ber-
tiaudos,
por n
’
elle
se
reunirem,
em
subi
do grau,
os
sentimentos
religiosos
e
pa
trióticos.
.
.
n
Accrescentei
ainda,
que
na
adernativa
dos
dous candilatos
ao
parlamento,
um
de
nunca
desmentidas
crenças
religiosas
e
sempre
provadas
qualidades
civicas,
outro
de
ideas
pouco orlholoxas
e
de
incertos
e
contestados
sentimentos
de
honra
e
carác
ter.
corria
siricla
obrigação
aos legilimis-
tas,
individualmente considerados,
de
opta
rem
pelo
primeiro,
e
nunca
pelo segundo,
em
nome
e
satisfação
do
seu
ciedo
re
i-
gioso.
,
.
Que,
em
colisão
de pedidos,
onde nao
é
possível
agradar
aos
homens sem
des
agradar
a
Deus,
altender
aos interesses sem
aggravar
a
consciência,
o
homem
de b.
m
e°
religioso
sabia
o
qoe
devia
fazer
:
não
votar
por
livres
pensadores
que
levaram
a
ousadia
e
a
ignorância
a
ponto
de
nega
rem
a
exisiencia
de
Deus,
ridicnlarisam o
culto
catholico,
e
cuspirem na
face
dos
ministros
da
religião
baldões
e
injurias!
O snr.
A,
P.
C.
porém,
tomando
a
par
te
pelo
todo,
pensou
recahir
sobre
o
par
tido
regenerador
o
que
só
poderia
caber
a
um
ou
a
alguns dos homens
.da
situação
aetual.
De
nenhum modo
posso
ser
responsá
vel
de
tão infunda
)a
como
injusta
amplia
ção,
a
qual
a
meti vèr, não
leva
outro
in
terno
que açular
odios e vinganças
contra
quem
não
assentira
de
coração e
alma
a
exigentes
insinuações
e
a
importunos
pe
didos.
Esiou
prompto,
também,
a
sustentar
ar»
snr
A.
P.
C.
o
qne
lhe disse
a
res
peito
da atitude
qoe o
deveria
tomar
na
próxima
questão eleitoral.
Sustento
que
o
padre
não
só
não
deve votar
por
um
in-
didduo
que
seja
anii-calholico,
mas
até
trabalhar
porque vá
ao parlamento
outro
que
defenda
primeiro
que indo
os
interes
ses
da
religião calbolica,
e
depois
os da
localidade
que
representa,
com
tanto
que
estes
não
vão
de
encontro
ao
bem com
mum.
Toda
a
indifierença
n
’
esle
caso
é
um
crime de
lesa
migeslade divina,
por
que
assim
o
dissera
a
mesma
verdade
por
es
sência
:
equem
não
é
commigo
é
contra
mim».
Não
foi
todavia,
corno
propalara
o
snr.
A.
P.
C.,
sobre
o
clero,
mais
conhecedor
dos
seus
deveres religiosos
e
sociaes
que
dos
seus
direitos
políticos,
que
lancei a
responsabilidade
d
uma
grande
pa
r
te
dos
males
que
nos
devoram
as
entranhas
;
mas
sim
sobre
áquelles
que
vendem
por
um
p»ato
de
lentilhas
os
direitos
de
sua
pri-
mogenilura,
antepõem o
interesse
ao
de
ver,
e
jogam
aos
dados
da
polilica
a
tú
nica
inconsutil
dos
.
sagrados
princípios
da
religião
e
da
patria.
Nem
allegue,
em abono
da
sua
accu-
sação,
o
snr.
A.
P.
C.,
alguns
caiacleies
honrados
da
classe
sacerdotal, abrigados
á
sombra
da
situação
aetual, porque
para
esses
terei
sempre
a respeitar-lhes
a
boa
fé,
e
a
lamentar
os
desvarios causados
por
seus
desacertos.
Longe,
bem
longe de
mim,
ser into
lerante
para
com
as pessoas,
quando só
mente
o
sou
para
com o
erro,
pois
sou
amigo
de
Platão e muito
mais
da
verdade»
;
e
a
verdade é
que
o
clero
não deveria
por
os olbos
no
interesse, na ambição,
quando
a
religião
d’
elle
pede
a
sua
influen
cia
salutar
na sociedade.
IKispanlta.
Do
correspondente
de
Madrid
para
a
«Palavra»:
Continuam os embargos
e
desterros
com
a
mesma
ou
maior
crueza
do
que
ao
es
crever
a
minha
ultima e com
tanta
falta
de
seriedade
como
n
’
ella
resenhei;
pois
cada dia
apparecem
novos
nomes
de
des
terrados
que
estão
ausentes
ha
tempo
ou
a
quem
Deus
já
chamou
a
si.
Não
ha
um
só homem
sensato,
por
mais
aílecto
que
seja a
D.
aílonso,
que
se
atreva
a
applau-
dir tão
irritantes
desmandos,
e
como
o
aggra^ado
busca
sempre
um
culpado
de
seu
aggravo,
ainda
que
não
seja
o
que
lh
’
o
irrogou,
todos
accusam
o
rei,
o
que
lhe
faz
grande
mal,
como
o
fizeram a
sua
mãe
outras
accusações
que contra
el
la
se
formularam.
Quanto á
guerra estamos
quasi
atidos
ás
informações
oíliciaes,
pois
os
carlistas
que
ainda
por
aqui ha não se
atrevem
a
receber
noticias
dos
seus
ou
a
communi-
cal-as.
Sei
todavia
de boa
origem
que
no
Nor
te
se
consideram
muito
satisfeitos
com
as
ultimas
operações
e
seguros a
respeito
das
que
o
exercito
não
póde
deixar
de
em-
prehender,
e
sobretudo
alimentam
espe
ranças
pelo
que
se
refere
a
actos
e
me
didas
procedentes
do exteiior
Ainda
que foi uma temeridade
accei-
tar
o
combate
nos
arredores
de
Vitoria,
pois
além
do
numero,
que sempre
é
mui
to
superior
nos
aílonsinos,
tudo
favorecia
estes,
mostram-se
satisfeitos
com
a
ener
gia
com
que doze
batalhões
íizêtam
frente
a
30:000
homens,
com
as perdas
qne
lhes
causaram e
a
exceilente
retirada
que
fi
zeram,
desejosos,
dizem
d
’
aquelle
ponto,
de
que
o
exercito
se
atreva
a
medir-se
com
elles em
terreno
que
possa
equilibrar
me
lhor
as
diflerenças
de
numero
e de
meios
de
combale.
Apesar
de
tudo,
ha
certo
desgosto
a
respeito
do
joven
Perula,
no
vo
chefe
(Testado
mJor,
a
quem
accu-
sam
de
falta
de
conhecimentos
para
di
rigir
e
esperam
ver em
breve
substituído
por
Mendiri,
cuja demissão,
segunda
pa
rece,
tem
só
por
objecto
uma
viagem
ao
estrangeiro,
ignora-se
com
que
fim.
As
operações
n’
esta
comarca
reduzem-
se
a
alguns
passeios
de forças do
exerci
to
por varias
povoações da
planície
de
Alava,
a
que sempre
puderam
ir,
e ao
movimento
do
general
La
Portilla
sobre
Lumbier
para
proteger
as
brigadas
Oiai
e
Golíin,
que
tinham
sido
batidas
n
’
aquelle
ponto,
como disse,
á
entrada
de
Alvarez
e Pancbeta,
em
Navarra,
procedentes
do
Centro.
Os
carlistas
também enviaram
forças
em
direcção
a
Valmaseda
para contínoa-
reMt
suas
operações
sobre
os
valles
que
dão
passagem
a
Castella,
e
na
linha de
S.
Sebastião
incendiaram
duas
herdades
que
occupavam
as
avançadas
da
praça
e
dirigiram
seus
tiros
sobre
esta, em
cu
jo
interior
occorreram
varias
desgraças
pes-
soaes.
Mais
actividade
do
qoe
no
Norte
apre
sentam
as operações
na Catalunha,
indu
bitavelmente
por
se
lerem
dirigido
alli
a
maioria
das
forças
carlistas
do
Centro
e
quasi
todas
as
que
operavam
contra
el
las.
Saballs
dirigiu-se
de
novo
sobre
Puig-
cerdá,
praça
da
fronteira,
que
se
empenhou
em
adquirir
e
contra
a
qual
nada
vai
a
sua
boa
fortuna
;
apenas
linha
estabele
cido
o
sitio,
teve
de
abandonal-o por
cau
sa
da
approximação
de
Marlinez Campos
que
com
forças consideráveis se
dirigia
a a
Seo
de Úrgel,
em
cujos
arredores
se
encontra
actualmenle,
segundo
dizem
com
Foi,
sem
quebra de
lealdade, o
que
en
tão
disse
ao
sor.
A.
P.
C.,
o
que
ainda
agora
afiirmo,
o
que
sempre
sustentarei,
apesar
de
no
sancluario
da
consciência de
muitos
já
ler
penetrado a mentira e
a
il-
lusão.
•Graça
*
a
este poderoso
meio
—
a
impren
sa,
de
pedir
condigna
reparação.
Faço-o,
desde
aqui e
já, perguntando
ao
*nr.
A.
P.
C.
se
foi
ou não
isto
o
que eu
disse,
e
que
s.
s.
*
tão
de
proposito
inver
tera
para
vingar
seu
malogrado
intento.
Espero,
pois,
n
’
este
ou
n’
ootro
jornal,
ver
bievemente
a
afiirmaçào
ou
negação
do
facto
exposto,
poiqtie n
’
isto vae honra
minha
e dignidade
sua.
Braga 28
de
julho de
1875.
Manoel
Ferreira Marnóco
e
Sousa.
REVISTA
ESTRANGEIRA
intenções
de
sitiai
a.
Para
este
fim,
pre
visto
ha
muilo
lempo, é
que
se
pediu,
como
disse,
a passagem
por
França
de
um
trem
de
sitio,
pedido
que
então foi
satisfeito.
A
isto
chamam
os
liberaes
res
peito
a
neutralidade
e ao
principio
de
não
intervenção
proclamado
por
elles!
As
forças
carlistas
que
chegaram
áquel-
la
comarca procedentes
do Centro, acha
vam-se situadas
para
os
lados
de
Pons
e
próximas
do
general Weyler,
que
não
se
atrevera
a
alacal-as,
apesar
de não
estar
com
ellas
uma grande
parte
de
sua
ca
vallaria
que
percorria a
ribeira
do
Se-
gre.
Hendaya 20
de
julho.—
O rei
Carlos
VII
parece
dever
demorar-se
em
Villafrau-
ca
(Guipuzcoa), por
causa
dos
grandes
acontecimentos,
que
se
esperam.
D
’
accordo
com
o
nosso
mjovimento
es
tratégico, a
brigada de
Pandesa
(Tarra-
gona),
composta
de tres
batalhões
e
sob
as ordens
de
seu
chefe
Agramun,
acaba
de
chegar
á
Navarra
em
prefeito
estado.
Os
affunsinos
que,
sob
as ordens
do
brigadeiro Olal, tentaram adiantar-se
até
Lumbier,
foram
repellidos,
com
gandes
perdas, pelo
coronel
Ugalte
e os
navar-
renses:
uma
parte leve
de
repassar
o
rio
a
nado.
No
Centro,
as
rondas,
partidas
volan
tes continuam
a
receber
as
contribuições
e
dão
que
fazer aos
nossos
inimigos.
Apegar
de
soas
aífirmativas,
o Collado
d’
Alpuenle
continua
em
nosso
poder.
Um
batalhão
aragonez veio,
por
ordem
de
Dorregaray,
reforçar
a
guarnição.
—Tolosa
20.
—
«O
general
Dorregaray
foi
promovido
a
capitão
general,
o
general
Alvarez
passa
a
tenente general
«10:000 armas
estão
preparadas
para
o
exercito do
Centro.
«O
Bei
eslá
em
Viliafranca.»
—
Bayonna
21.
—
Os
telegrarnmas
car
listas
desmentem
a
noticia
de
que
D.
Carlos
fosse
objecto
d’um
altentado.
As
informações
certas
respeito
a
Dor
regaray
sobem
ao
dia 13
de
julho.
N
‘
esta
data
o
general
carlista
estava
no
valle
de
Tremp,
dispondo, segundo
os des
pachos
carlistas, de
14:000
homens
e
1:200
cavallos,
e
annunciando que se ia
unir
com
o
exercito de
Savalls
para
dar
bata
lha
a
Marlinez
Campos.
—
Hendaya 20. Oíiicial. —
Depois
de
marchas
e
contramarchas
sempre
felizes,
o
general Dorregaray
chegou,
no
dia
13
ao
valle
de
Tremp (Catalunha),
com
14:000
homens e
1.200
cavallos. Este exercito
unido já
ao
de
Saballs,
dará
batalha
a
Martinez
Campos.
Saballs
não
perdeu
nenhuma arlilheria
diante
de
Puygcerdá.
La
Seo
d
’Urgel
não
foi
atacada.
As
duas
noticias
d
’
um
tiro
de
pistola,
atirado
contra
o
rei
Carlos
Vil
e
da
fe
nda
de
Dorregaray,
são
puras
invenções.
GAZETILHA
a°r®cáíssão.
—
E’ no
domingo
a
festi
vidade
do
Corpus
C/irisli,
na
freguezia de
S.
Victor.
De
tarde
sae
a
procissão
que
será
feita
com
todo
o
esplendor.
A eleàção do
depaa&nde
por eMe
circiaio.
—
Vae
n
’outra
secção
um
escripto
do
nssso
amigo
e
antigo
collega
padre
Marnôco, referente
á
lucta
eleitoral
que se
está
ferindo
n
’e4e
circulo.
Publicamol-o
por
vir
competememenie
as-
signado,
e
ser
em
desforço
pessoal.
Em
quanio
á questão
da
eleição
nada
admilliremos
n
’eslas
columnas,
que
não
seja
assignado.
e
em
caso
idêntico
ao
que
motivou
o
commuoicado
de
que
vimos
fatiando.
A
altitude
de
neutralidade,
que
segui
mos
religiosamente,
obrigou-nos
a
recusar
publicidade
a
vários
escripios
que sobre
a
referida
questão
nos leem
sido
enviados
por
alguns
cavalheiros.
Como
escriptores limilar-nos-hemos
sempre
a
referir com
Ioda
a imparciali
dade
os
factos
taes quaes forem succe-
dendo,
e
como
particulares
obraremos
conforme
nos
diclar
a
nossa
consciência,
e
como publica
e particularmente
temos
sempre
manifestado.
IiKjueríto.
—
Ante-hontem o
ill.
mo
snr.
José
Duarte
de
Carvalho,
sub-chefe
do
movimento
do
caminho
de
ferro
do
Minho,
veio
inquirir
do
facto,
qun
no
pas
sado
n.°
narramos,
acontecido
na
estação
d
’
esta
cidade.
O
ultimo opusculo do snr. p.e
Sennn
Freitas. —
Lê-se
no
«Bem
Pu
blico»:
Acaba
de
publicar-se
no
Porto, e
já
recebemos
um
exemplar,
Os
Lazaris(
as
pelo
lazarisla
snr. Ennes.
Esle
escripto
devido á elegante
penna
do
snr.
pa(
j
re
Senna
Freitas,
é
uma
calorosa
e
eloquea.
le
apologia
da
ordem illustre,
que
ent
Frença
é
conhecida por
esle
nome, e ern
Portugal pelo
seu
verdadeiro
nome
de
P
a,
dres
da
Congregação
das
Missões.
N’este
interessante
folheio
revela o
auctor
do.
tes
de
polemista
pouco vulgares,
força de
raciocínio digna
de
muilo
apreço.
O
snr.
padre
Senna Freitas não
se
IL
milou
a
defender
aquella
ordem
tão
be-
nemerita,
e
sob
o pseudooymo
da
mes-
a
todo
o
clero
catholico,
mas
travou
cotn
o
snr.
Ennes
como
um
luctador
de
feras
podia
travar
peito
a
peito
com
um
tigre
e arrancou-lhe
as
garras,
e
quebrou-lhé
os
dentes
das
fauces,
e
depois
deixou-o
jazeodo
por
terra.
Agradecendo
a
delicadesa
com
que
nos
fez brinde do
seu
optimo
escripto,
agra
decemos
ainda
mais
a
occasião
que
nos
deu de
podermos
felicilal-o
tanto
pela
sua
vicloria,
como por
ler
desdenhado
tbar
d
’
ella
o
partido
que
podia
tirar,
e
que
não
qtiiz
para
não
offender
a
caridade.
Santa
Anna.
—
No
domingo
festeja-
se
a
Imagem
de
Santa Anna
nos
templos
dos
Congregados
e
Smta
Cruz.
N’esle
ul
timo
tem
de
tarde
sermão
e
procissão.
Pavoroso
incêndio
—
Com
data
de
25
communicam
de
Coimbra
ao
«D.
de
N.»:
Pavoroso
incêndio
hoje,
pela
uma
ho
ra
da
noite,
em
dois
bons prédios
da
viu
va
snr
a
D.
Guilhermiua
Lucas,
abastada
commercianle
da
rua
dos
Sapateiros.
Mor
reram
queimados
tres
de seus
filhos.
Au
gusto,
Maria
José
e
Antonio,
de
9, 12 e
14 annos
de
edade,
e
a
soa
creada
Ludo-
vina,
de
28
annos,
natural
da
Ponte
da
Muicella.
Foram
encontrados
já nas
esca
vações
os
cadáveres
de
tres
infelizes,
fal
tando
ainda
o
da
menina. Appareceram
lambem
papeis e
adereços de
valor
e
al
gum
dinheiro. O
estado
da
desventurada
familia é
desolador
e a
consternação
é
ge
ral
em
lodos
os
habitantes.
O fogo
pegou
na
foligem da chaminé. Os
prédios
esta
vam
seguros
na
Fidelidade,
mas
os pre-
juisos
são
bastante
consideráveis.
Romaria.—
Começou
hontem
e
con-
tinúa
hoje
a
romaria
de
Santa
Manha,
na
Falperra,
que
costuma ser
muito
concor
rida.
Os
twmultos da BaSxâa. — O dia
dois
de
julho,
rnniversario
da
indepen
dência
brasileira,
foi
esle
anno
assigna-
lado na
Bahia
por
deploráveis occorren-
cias.
Mal
imaginaria
aquella
briosa
cida
de,
preparando
as
suas
melhores
galas
para celebrar
uma
fesia,
que
teria
d
’
as-
sislir
a
um espectaculo
de
lucto.
Haviam
tomado parte
no
regosijo
pu
blico
os
batalhões
dos
inglezes,
dos
cai
xeiros
nacionaes,
do
lyceu
d
artes
e
ofTi-
cios,
dos
artistas
nacionaes,
afóra os
ba
talhões
de
linha
e cavallaria.
As
acclama-
ções
enlhusiaslicas,
poesias,
fogos
d
’
arufi-
cio,
flores,
tudo
o
que póde
accender
as
alegrias
populares
tinha
abrilhantado
a
ceremonia,
e
povo,
funccionanos
e
força
publica
tractavam
já
de
dispersar.
Na praça
do
Conde d'Eu,
entre
o
pa
vilhão
e
o
chafariz,
esperava
a
sua
vez
de marchar
o
batalhão
do
lyceu,
já
em
pelotões,
quando
o
tenente
coronel
Frias
Villar,
cornmandante
do
18
de linha,
deu
ordein de
avançar
ao
seu
batalhão.
Ao
approximar-se este
da
columna
que
formava
a
reclaguarda
do
batalhão
do
lyceu,
foi-lhe
observado
qne
não
podia
avançar
emquanto
esle
o
não
podesse
também
fazer.
Reagiram
cs
soldados
do
18 contra
a
observação,
por
meio
de
palavras qoe
foram repellidas pelos estudantes do
ly
ceu.
A
este
lempo
o
tenente
coronel Vil-
lar
repetia
a
ordem e
travava-se
alterca
ção
entre
os
dois
batalhões,
de
que
re
sultou
ser
deitada
por
leria
e
quebrada
a
lança
que
corôa
a
baste
da
bandeira
do
batalhão
patriolico
do
lyceu
e em
segui
da
despregada
a
franja por
alguns
solda
dos.
Foi então
que
os
ânimos
se
exaltaram
e
o
18
carregou, de
armas
em ponho,
os
estudantes
do
lyceu
e
o
povo
que
etn
massa
correu
ao
logar
do
conflicto.
Nenhuma voz,
nenhuns
esforços
fo
ram
então
sufficientes,
durante uns
vinte
minutos,
para
encadear a ira
d
’
aquelles
homens.
Dois
desgraçados
ficaram
estendidos
no
sólo,
um
logo
morto
e outro
em
risco
de
vida
;
uma
crioula
de
8
a
9
annos
fo»
esmagada
pelas
palas
dos
cavallos,
11
m
pobre
velho,
creoulo,
maior
de 50
annos,
levado
a
couce
de arma sobre
o
peito»
3
até
á grade
da
jardim
provisorio,
foi cair
afinal
em
estado
deplorável,
coroando-se
a
obra
daqoella
impiedade,
pizando-o
aos
pés
depois
de
caido.
Durante
o
confiicto
conservaram-se
fir
mes
o
16
e
a
cavallaria
de
linha.
Ao
terminar
o
funesto
acontecimento,
alguns
cidadãos
exaltados
pela
ira
que
lhes
despertara
o
occorrido, soltaram
vi
vas
ao
partido
liberal
e
discursaram
em
grita
sobre
o
assumpto,
pedindo a punição
dos
crimisonos.
A
tal
ponto chegou a
exaltação
dos
ânimos,
que a não
ser
a
chuva provi
dencial
que n
’
esse
momento
caiu,
só
Deus
sabe
qual
seria
o
remate
d
’
aquelle quadro
de
horrores.
—
O
epílogo d
’
esta
triste
jornada
re-
sumil-o-emos
em
poucas
palavras. O
18
de
linha embarcava
paciíicamente
no
dia
5,
a bordo
du
paquete
nacional
«Bahia»,
e
a
cidade
enterrava
os
seus
mortos
com
solemnes
manifestações
de
sentimento,
ao
qual
se
associavam
além
dos
batalhões
académico,
lyceu
d
’artes,
lellras
e
scien-
cias,
legião
da
imprensa e
caixeiros
na-
cionaes,
quasi
todas
as
pessoas
dos
mais
batalhões
patrióticos,
oíficiaes
superiores
do
exercito,
representantes
da
imprensa,
grande
numero
de
pessoas
gradas e mui
lo
povo.
—
Quanto ao
tenente
coronel,
procura
va
embarcar
a
occullas,
mas
o
povo,
sa
bendo-o,
ape
Irejou-lhe
a
berlinda, correu
sobre
elle, arrombou
a
porta
d
’
um
esta
belecimento
em
que
se
refugiara
e
desco-
briodo-o
n
’
um subterrâneo,
deixou
quasi
sem
vida.
O
presidente
da
província,
o
snr.
Ve-
nancio
J.
O.
Lisboa,
participava
em
daia
de
5
ao
governo
imperai
que
a
tranqui
lidade
se
tinha
restabelecido
complelamen
te,
diz
o
«P. de
Janeito».
Xotícia»
«Se ESispaiiIa».—
O
«Bem
Publico»
analisa do
seguinte
modo
a
si
tuação do
reino
visinho á
face
das
ultimas
noticias
:
«Pedimos
licença
aos
nossos
leitores
para
não
faltarmos n’esta
chronica
da
guer
ra
civil
d’
este
paiz.
Achamos
que
será
mais
prudente
esperar
que
se
enterrem
todos
os
carlistas,
que
já
no
Centro, já
no
Norte,
caíram
como
moscas
deante
d
’
uma
geada.
Parece
que
Jovellar
e
Mar-
tinez
Campos
são
a
tal
geada.
Mas
se
não
fallarmos
da
guerra,
não
se
cuide
que
não ha
em
que
fallar.
Não
é
guerra
propriamente
dita,
mas é mais
fe
roz,
mais
truculenta
que
a que
fazem
os
ba
talhões
armados,
e
os
canhões
de
aço:
é
a
devastação
sistematisada,
e
a
queima
das
searas,
a
destruição
das
colheitas,
o
incêndio das
casas,
e
o
saque
vandalico,
levando
o
stu
acompanhamento dos
es
tupros
e
de
todas
as
violências
que
po
dem
fazer
demonios
com
a
figura
huma
na.
Taes
são
as
proezas
qne
fazem
os
liberaes
assim
que
entram
no
território
dos carlistas,
ás populações
indefesas,
com
postas
só
«le
velhos,
de
mulheres
e
de
creanças. Quando viamos
as
narrações
das
crueldades
que os
prussianos
faziam
em
Piança
parecia-nos
que nào
sei
ia
possí
vel
excederem-se
;
agora
porém
vemos
qtie
os
alfonsislas
são
ainda peiores para
com
os
seus
compat<iolas
do
que
o
fo
ram
os
prussianos
em
paiz
estrangeiro.
Agora
conhecemos
que
elles
tinham
rasão
quando
diziam
que
as
ideias
do
século,
que
os
princípios
liberaes
torna
riam
impossível
a
vicloria
da
causa
car
lista.
Riam-se
d
’isto alguns e
nós
ria
mos
cum
elles,
assistindo
aos
progressos
das
ideias
dos carlistas
e
á
impotência
do
que
suppunhamos
as
ideias
liberaes ;
mas
como
nos enganavamos
!
o qne
suppu
nhamos
ideias
liberaes,
eram umas
falla-
cias
hipócritas
feitas
para
enganar
os
simples;
as
verdadeiras
ideias
liberaes são
as
que
acabamos de
referir,
e
as
que
va
mos
copiando,
mas
agora
praticadas
pelo
mesmo
governo.
Publicou
elle
um
decreto,
de
qoe já
falíamos,
que
confisca
os
bens
das
famí
lias
que
tenham
algum
membro
tfellas
nas
hostes
carlistas,
e
também
qoe
se
sus
peitem de
nutrir
ideias carlistas: isto
acompanhado
de
prisão,
ou d’
expulsão
até
para
a mortífera
ilha
de
Fernando
Pó.
Se
a
simples
letra
do
decreto
é
d
’uma
in
fâmia
descommunal,
a pratica
deixa-o
ain
da
a
perder
de
vista.
Reduzem-se
orfãos
á
miséria, e
ninguém se atreve a
tomar
a
defesa
d’
elles
para
não
ser
abocanhado
de
carlista,
ficar
lambem
pobre,
e
de
mais
preso,
ou
desterrado,
ou
expulso.
São
também
considerados
carlislas
os
que
pugnem
pela
unidade
catholica,
ou fallem
contra
o
suffragio
universal,
hipocritamen
te
invocado,
e
isto
tem
sido
uma
rede
varredoura,
que não
só
dá
meios para
a
guerra,
mas
está
enriquecendo
o
ex-che-
fe
dos
caceteiros
liberaes,
um tal
Docaz-
cal,
e
os
que
comem
com
elle; de
modo
que
tudo
treme assim
etn
Madrid,
como
nas
outras
cidades liberaes;
o
que
estes
snrs.
applaudem
como
bons
e
consequentes
liberaes, assim
lá,
como cá.
Esta
crueza
neroniana
com
a
hipocri
sia
de
Ambrosio
Lamella
patenteia
bem
os
sentimentos
que
animam
os
bandos
de
selvagens que
dominam
a
Hispanha,
e
os
que desejariam
poder
fazer
aqui
o
mes
mo:
porém
tanto
uns como
outros
estão
fazeodo
odioso
o
desgraçado
joven
que
lhes
caiu
nas
mãos e
tornando
o
seu
dominio
impossível por
muito
sanguinário.»
Caminho
«le ferro
do NI
íii
I
bo
.—
Diz
o
Commercio
do
Porto
que
desde
o
dia
36
do
corrente,
será
provisoriamente
modificado o
serviço
do
caminho
de
ferro
do Minho,
a
fim
de o
harmonisar
com
o
da
linha
ferrea
do Douro. Assim,
além
dos comboyos existentes,
será
estabelecido
mais
um
ascendente
e
outro
descendente.
O
primeiro
d’estes
partirá
do
Porlo
ás
9
h.
e
42
m.
da
manhã e
chegará
a Braga
ás
8
h.
e
45
m,
;
e
o
segundo
parti
rá
de
Braga
ás
6
h. e
7 m.
da
tarde,
chegando
ao
Porlo
ás
8
e
10
minutos.
O horário para
os
dous
comboyos
ascen
dentes
já
estabelecidos,
será:
para
o
que
sahe
do
Porto
ás
II
h.
e
21
m.,
o
mes
mo
que
está
em
vigor,
e
para
o
que
sahe
ás
5
h.
da tarde e
chega
a
Braga
ás
7
h.
e
14
m.,
será
a
partida
do
Porlo
ás
5
h. e
44
m.,
e
a
chegada
a
Braga
ás
7
b.
e 49
minutos.
O
horário
para os
dous
descendentes,
jí
estabelecidos,
será
o seguinte:
para
o
que
sahe
de
Braga
ás
4
h.
e
21
m.
da
manhã
e
que
chega
ao
Porto
ás
6
h.
e
33 m..
a
partida de
Braga
ás
G
h.
e
24
m.
da
manhã e
a
chegada ao
Porto
ás
8
h.
e
27
m., para o
que
sahe
de
Braga
á
1
h. e
40
m. da
tarde
e
chega
ao
Porto
ás
3
e
30
m
será
o
que
está
cm
vigor.
Tanto
os
novos
comboyos como
os
já
estabelecidos,
pararão
em
todas
as estações
da
linha.
O
estabelecimento
dos
dous novos com
boyos
vem
satisfazer
uma
necessidade
nota
da
desde o
começo
da
exploração
d’esle
caminho,
qual
é
a
de
ir
a
Braga
e
voltar
no
mesmo
dia,
gosando
igual
beneficio
os
indivíduos
de
Braga,
quando precisem
de
visitar
o
Porto.
O
comboyo que
sahir
do
Porlo
para
Braga
ás
G
h.
e
24
m.
da
manhã,
cor
responde
com o
comboyo
do
caminho
de
ferro
do Douro
que
partirá
de Penaíiel para
o
Porto
ás
5
h.
e
45
m.
da
manhã
;
o
comboyo
que
sahir
de
Braga
para
o
Por
to
ás
6
h.
e
24
m.
da
manhã,
correspon
de
com
o
do
camidho
de
ferro
do Douro
que
partirá
do Porlo
ás
7
h. e
45
m.
da
manhã
e
chegará
a
Penaíiel
ás 9
h. e
32
m.,
o
comboyo
que sahir do
Porlo
para
Braga
ás
5
b.
e
44
m. da
larde, corres
ponde
com
o
do
Douro
qne
partirá
de
Penaíiel
para o Porto
ás
4
h
e 45
m
D’
este
modo
o
transito
das
estações
da
inha
ferrea do
Minho
desde
Ermezinde
até
3raga
para
as
estações
da
linha do
Douro,
póde
fazer-se
direclamenle
pelo
comboyo
que
sahir
de
Braga
para
o Porlo
ás
G
h.
e
24
m.
da
manhã,
e
vice-versa
pelos
comboybs
que
sahirem do
Porlo
para Bra
ga
ás 6 h. e
42
m.
da
manhã
e
5
h.
e
44
m. da
tarde.
O
A
EEB
ES
NA
PARVOM1A.
(A
mestre
Roque)
(Continuação
<lo n.° antecedente)
«Branco»
tuais
branco
do
que
a
pura
neve
brada
Roque II
que
além
passa:
—
«ditosa
patria
que
tal
íilho
teve»!
Ditosa
Lagoaça!(l)
Tu
lhe
deves erguer
um
monumento,
que,
no stilo
dos
tempos
medievos,
cou»
pulmões
de
ferreiro troe aos
evos:
—
eis
um
palerma
que
saiu
portento.
II
Certo
dia mestre
Roque
foi
de
sacco
a
tiracollo
pulsar
muilo
de
mansinho
á
porta
do
deus
Apollo.
(1)
Terra
onde
o mostrenguinho nas
ceu.
Assim
qne
o
deus
loiro
o
viu,
afinou
o
rabecão,
e
disse,
olhando-u
de
lado:
—
hum!
tens
cara
d
’
intrujão...
E
depois
que
mestre Roque
sua
pretensão expoz,
Apollo
mandou
servir-lhe
graúdo
prato
d
’
arroz.
Logo
qne
fartou
a
pança
mestre
Roque,
o parvonez,
veio um
lacaio
d
’
Apollo
despachal-o
a
pontapés.
(Cetilinua)
Gaudencio.
AGRADECIMENTOS
tnonHaes
João
Fernandes
Valença,
D.
Maria
José
da
Silva
Rocha
Valença,
Anlonio
Peixoto
Braga,
D. Joaquina
do
Carmo
Ferreira
Pei
xoto
Braga
e
D. Anna,
da
Conceição
da
Silva
Rocha,
gratos
ás
provas
de
consi
deração
e amisade
com
que
as pessoas de
suas
relações
procuraram adoçar-lhes
a
sua
affliclissima
situação,
causada
pelo
profun
do
golpe
que
os
feriu
no
mais
intimo
da
alma,
pelo
fallecimento
de
seu
estreme
cido e
nunca
assás
pranteado
íilho e
so
brinho,
Anlonio
Fernandes
Valença,
cujo
sepullamento
teve
logar
no
dia
20
do
cor
rente,
possuídos
da indeclinabilidade
d’um
doloroso
dever,
servem-se
d
’
esle
meio
para
por
elle
deixarem
bem
constatada
a
sua
gratidão
e
reconhecimento,
pedindo
descul
pa
de não
o
fazerem pessoalmente.
Igualmente
agradecem
aos
snrs.
ec
clesiasticos
que
obsequiosamente
celebra
ram
o
santo
sacrifício
da Missa
e
assisti
ram
aos
Oíficios
no
real
templo
de
Santa
Cruz.
(C. 2587,
R. 106)
MONTE-PIO
DE S. JOSE'
São
convidados
todos
os
socios
do
Woole-Pio
de
S.
José,
que
estejam
no
go-
so
dos
seus direitos,
a
comparecer
no
do
mingo
l.°
d
’
agosto,
pelas
10
horas da
manhã,
no
salão
do
theatro
de
S.
Geral
do,
para
ser
discutido o
novo
estatuto,
e
apresentadas
as coutas
do 1.°
semestre
do
corrente
anno.
As
coutas
acham-se
patentes
no
escri
ptorio
da
direcção,
campo
de
SanfAnua,
n.°
para
os
socios
as
examinar.
Braga
26
de
julho
de
1875.
O
presidente
da
assemblea
geral
Sebastião
Maria
Antunes
da Silva Monteiro.
(2599)
Vende-se
uma
morada
de
casas
com
quintal,
na
rua
do
Anjo n.
os
QQ
e
20
A,
d
’
esta
cidade
;
tem com-
rnodos para
uma numerosa
familia.
Quem
a
pretender
dirija-se
á
mesma
casa.
(2598)
NOVO
HORÁRIO.
Joaquim
Jo<é
Cerqueira,
Francisco
Jo
sé
Cerqueira,
Joaquim
Cerqueira Júnior,
e
José
Anlonio Cerqueira,
de
Ponte
do
I
i-
ma,
levam
ao
conhecimento
do
publico
que
estabeleceram
um novo
horário
para
as
carreiras que
tem
estabelecidas
entre
Biaga,
Ponte
do
Lima
e
Vianna
do
Cas-
tello,
a
principiar
no
dia 25
do
corrente
inclusivé,
a saber:
Sae
de Braga
do
es-
criplorio
do
Arranjadinho
no largo
da La
pa,
ás
6
horas
da
manhã,
chega
a
Ponte
ás
10.
e
sae de
Ponte
ás
2
da
larde
e che
ga
a
Vianna
ás 5 Sae de tarde de
Braga
ás
2
horas,
e
chega
a
Ponie
ás
6
e
a
Vianna
ás
9
da
noite.
Volta
—
Sae de
Vianna
ás
3
horas
da
manhã,
chega
a
Ponte
ás
6,
e
a
Braga
ás
11
da
manhã,
e
de
larde
sae
de
Pon
te
ás
3
horas
e
chega
a
Braga
ás
8
da
tarde,
lendo
meia
hora
de
demora
em
Freiriz.
Preços
i
De
Braga
a
Ponte
do
Lima,
e vice-ver-
sa,
deniro
500
reis
e
fóra
400.
De
Ponte
a
Vianna, e vice-versa,
den
tro 300
reis
e
fóra
240.
De
Braga
a
Vianna
dentro,
800
reis
e
fora
700.
Escriptorios:
em
Vianna,
casa
do
snr.
Fragoso,
praça
da
Rainha,
e
em
Ponte
do
Lima,
em
casa
do
sor.
José
Anlonio
Ce-
queiros,
largo
do
Chafariz.
Braga
23
de
Julho
de 1875.
O
gerente
(2589)
Francisco
Pereira
Leite
e
Castro.
Manoel
Antonio
de
Castro
Teixeira
e
Francisco
Mesquita,
fazem
publico
que
des
de
o
dia
l.°
d
’agosto
inclusivé
do
corren
te
anno,
principiam com
as
suas carrei
ras
diarias
para a
Povoa do
Varzim.
IKorario
t
Sae
de
Braga
ás
5 horas
da
manhã,
chega
a
Barcellos ás
7
e meia,
tendo
de
demora
meia
hora
;
sae de
Barcellos
ás
8
chega
á
Povoa
ás
11.
Vice
versa,
sae
da
Povoa
de
Varzim
ás
5
horas
da manhã,
chega
a Barcellos
ás 8
e
meia
tendo
a
mesma
meia
hora
de
demora
;
sae
de
Barcellos
ás
9,
chega
a Braga
ás
11
da
manhã.
Preços deniro
600
reis.
Fora
.
.
500
»
O
seu escriptorio
em
Braga
é
em
casa
do snr.
Ribeiro
Braga,
praça
do
Barão
de
S.
Martinho,
e
na
Povoa
no
largo
do
Re
go
no seu antigo
escriptorio.
Braga
2G
de
Julho
de
1875.
Pelos
mesmos
annuncianles,
(2597)
O
Gerente,
Ribeiro
Braga.
BANCO
MERCANTIL DÉ~
BRAGA
Sociedade
aiioiayma, de respousa-
bilidade
limitada
Rua
Nova
de
Sousa,
n.°
19
Toma
letras
e
dá
cartas
de
credito e
saques
sobre
todas
as
praças
do
reino
on
de tenha
agencias
e
sobre
as
principaes
praças
do
estrangeiro.
Desconta
letras
da
terra
e
de
cambio
e
quaesquer
obrigações commerciaes,
cujo
vencimento não
exceda 12
mezes
da
data
do
desconto.
Recebe
depositos
á
ordem
e
a
praso
fixo,
abuuando
juros aos
depositantes.
Empresta
sob
penhores
d’
ouro,
prata,
pedras
preciosas,
papeis
de créditos
e
ou
tros
quaesquer
valores.
Compra
e
vende,
de conta
própria
e
de
terceiro,
generos,
papeis
de
credito
e
outros
valores,
assim
como
executa
or
dens
de
Bolsa.
Finalmente
faz,
todas
as
operações
de
credito
agiicoia,
industrial
e
commercial
consignadas
nos
estatutos
do
Banco.
Pelo
Banco Mercantil
de
Braga,
(2594)
Os
directores
José
Joaquim
Lopes
Cardoso
João
da
Costa
Palmeira
José
Anlonio
Rebello
da Silva
Venda
de
uma
quinta
Vende-se
uma quinta
sita no
melhor
lo
cal
da
freguezia
de
Adaufe,
d
’este conce
lho
que
se
compõe de
casa
para caseiro-
terras lavradias
e
mato,
bem
arvorisada
,
com
agua de
lima
e rega.
Quem
a
per-
teuder
dirija-se
a Fernando
Fouceca
Fran
co,
rua
da
Ponte
n.°
59—
Braga.
(2588)
ALUGA" SE
Uma
casa
feita
de
novo, sita
na rua
das
Agoas,
n.°
91.
Trata-se na
rua do
Chãos n.°
13.
Póde
vêr-se
das 10 horas
da
manhã,
até
á
1
da
larde.
(2560)
METAES VELHOS
Na
travessa
de
S.
João
n.°
5,
com
pra-se toda
a
qualidade
de
metaes,
e
ferro
velho até
mesmo
fundido.
(860)
A
requerimento
de
José
Joaquim
d
’Al
meida,
viuvo,
d’esta
cidade,
pelo
cartorio
de
Motta,
á
face
do
inventario
por
falle-
cimento
de
sua
mulher se
tem
d
’
hastear
em
praça
voluntária,
e
entregar
se
o
pre
ço
convier,
no
dia
8
do proximo agosto
pelas
9
horas
da manhã,
no
tribunal
da
justiça,
as
quintas
do
Paço,
e
de Sanda-
rão,
sitas na
freguesia
de
Semelhe,
próxi
ma d
’
esta
cidade,
com vista para
a
ci
dade
e estação
da
linha
ferrea
e
d’
esta
pa
ra
aquellas,
a
primeira
descripta
debaixo
da
verba n.°
332
no
valor
liquido
de
8:322^600
reis,
a
segunda
descripta
de
baixo
das
verbas n.
os
319
a
229
inclusivé
e
331 no
valor liquido
de
6:672<$405
reis
e
ambas já no
lance
de
12:500^000
reis
juntas,
mas
que se
arrematarão juntas
ou
separadamente,
como
mais
convenha ao
inventariante
e tudo na forma do
seu
re
querimento.
(2370)
Banco
Agricola,
Commercial
e
Industrial
de
Ponte
do
Lima
Soeiedade anoi^t ma
de
responsabi
lidade
limitada
São
convidados
os snrs.
accionistas
a
entrarem
com
a
l.
a
prestação
de
5
p.
c.
ou
2^500
reis
por
acção,
a
cuja
cobran
ça
se
procederá
do
dia
15
a 25
do
pro
ximo
mez
d
’agosto,
—
no
Porto
em
casa
do
snr.
Pedro
Ferreira
de
Macedo
Basto;
—
em
Braga,
em
casa
do
snr.
Antonio
Jo
sé
Pereira;
—
em
Ponte
do
Lima,
na séde
do Banco.
Os
snrs.
accionistas
que
não
satisfize
rem
no
referido
praso, ficam subjeitos
ás
disposições
do
art.
18
dos
Estatutos
e
seus
§§.
A
direcção
d
’esle
Banco, annuindo aos
desejos
d’
alguns
snrs.
accionistas,
declara
que recebe
desde
já,
qualquer
prestação
antecipada,
abonando
o
juro
de
5
p.
c.
des
de
o
recebimento
até
o
praso
das chamadas.
Ponte
do Lima 21
de
julho
de
1875.
Os
directores
João
de
Barros
Mimoso
Joaquim
Gerardo Alvares
Vieira
Lisboa.
(2593)
A
camara
municipal
do
concelho
de
Villa
Nova
de
Famalicão,
etc.
Faz
publico
que
no
dia
1!
do
pioxirno
mezd
’
agosto,por 10
horas
da
manhã,
nos
Paços
do
Concelho
da referida
villa,
hade
andar
a
lanços,
para
ser
arre
matada
a
quem
por
menos
pre
ço
fizer
a
construcção
do
2,°
lan
ço
da
estrada
concelhia
n.° 9,
comprehendido
entre
os
logares
de
Sobre-Ceara
e
do Monte,
perfis
0,
a
131
do
respeclivo
pro
jecto,
na
extenção
de 2:178,“92,
sendo
a
base
da
licitação
a
quan
tia
de
2:748^8
J0.
As
condições acham-se
des
de
já
patentes
na
secretaria
da
camara,
para
(piem
as
quizer
examinar,
desde
as
9
horas
da
manhã
até
ás
3
da
tarde.
E
para
que
chegue
ao co
nhecimento
de
todos,
mandou
publicar
o
presente.
Famalicão
19
de
julho
de
1875.
O
presidente
(2592)
Barão
de
Trovisqueira.
Ha
uma
casa
no
Campo
Novo onde
se
admitam
alumnos internos
até
a
idade
de
13
annos e externos
de qualquer
ida
de
que
sejam,
que
saibam ler
e
se
quei
ram
habilitar-se
para
os
exames
de inslruc
ção
primaria,
geometria
e
francez.
Também
se
ensina
a
fadar
e
escrever
a
lingua
francesa
sómenle
aos
internos
que
a pretenderem.
Quem
quizer,
dirija-se
ao
campo
Novo
O
professor
em artes,
lettras
e
scien-
cias,
membro
do
clero
e
magistrados,
todo
o
medico,
cirurgião,
dentista
e
artista,
que
desejem
obter o
titulo
e
diploma
de
doutor
ou
bacharel
honorário,
podem
diri
gir-se
a
Medicus,
rua
do
Rei,
46,
em
Jer-
sey
(Inglaterra).
(T
*
)
Asphalto
Nacional
da
Mina
de
Aseche
A
Companhia
de
Lisboa
com
escripto
rio
no
Porto
na
Rua
do
Bomjardim
n.°
365,
previne
os
seus
freguezes
e
o
publi
co
em
geral
que
continua
a encarregar-
se dc
qualquer obra
a
que
seja
applicavel
o
asphalto,
assim
como
terraços,
impenas,
passeios
em
jardins
e nas
ruas
publicas,
ca-
valheriçes,
eiras, etc.
A
mesma Companhia
presta-se a ga
rantir
o
bom
resultado
do
seu
trabalho,
sendo
suíliciente
para recommendar o
seu
asphalto,
a perferencia
que
lhe tem
si
do
dada
pela
administração das
obras
pu
blicas
e
o
repelido
chamamento
para
subs
tituir asphalto
que
se
por
ahi pregoa,
co
mo
vindo do estrangeiro.
Todos
os
snrs.
que
precisem
qualquer
encommenda
d
’este genero,
podem fazel-a
no
Porto Rua
do
Bomjardim
n.“
365,
e
em
Braga,
na
Fabrica
da
Fundição
do
Minho.
(2335)
NOVA FUNDIÇÃO DE FERRO
DE
Antouio Germano
Farrcirinht»
NA
Travessa
de
S.
João
Aonde
faz
toda
a
obra,
assim
como
bombas,
conçollas,
columnas para
gaz,
pe-
zos
novos,
panellas
á
ingleza
de
todos
os
tamanhos,
canos
para
agoas
e
gaz,
e
toda
a
obra
de
fundição,
como
grades
para
sacadas, obra
de
metal,
sinos
e
outros
ob-
jectos
de
igual
teor etc.,
pelos preços
do
Porto.
Agencia
do
Banco
de Vianna
CARVALHOS
&
0
“
Bua do
Souto n.° 30
Esta
agencia
faz
as
seguintes
operações
:
Desconta
letras
da
terra
e
de
cambio.
Encarrega-se
da
compra
e
venda
de
pa
peis de
credito.
Recebe dinheiro
á
ordem
e
a
praso abo
nando juros.
Empresta
sobre
penhores
d’
ouro,
pra
ta, inscripções, acções
de
bancos e
com
panhias.
Saca
sobre
praças
do
reino
e estran
geiras,
onde
o
Banco
tem agencias.
Braga,
3
de
junho
de
1875.
Os
agentes,
(B
*
)
Carvalhos
&
C.
a
0
iÁTHBOHií)
Sua
lei
natural
e
historia
Sua
importância
social
Tradueção
do
bacharel
Luiz
Beltrão
da Fonseca Pinto
de
Freitas
l.° volume.—
l.
a
parle
—(á
venda)
500
reis
9.°
volume
—
2.
a
parle
—
(no prelo)
500
reis
Vende-se
em
Guimarães,
na
Livraria
Internacional
de
Teixeira
de
Freitas,
Edi
tor,
rua
de S.
Damaso,
91,
e
em
Braga,
na Livraria
Catholica
e
Internacional.
ESCOLA
AMERICANA
Recentemente
chegado
a
esta
cidade,
aonde
pretende
demorar-se
algum
tempo,
offerece
os seus
serviços
ao
respeitável
pu
blico
em
tudo que disser
respeito á
sua
arte.
Extrai,
cura
e conserta
os
dentes
caria
dos,
colloca
dentes
artificiaes,
com
per
feição
e
cura
todas
as
afíecções
da
boc-
ca
;
especialidade
da
escola
moderna.
Con
sultas
e
extracçâo
de
dentes
aos pobres,
grátis
das
8
ás
9
horas
da
manhã.
Consullorio,
Praça
do
Barão
de
S.
Mar
tinho
n.°
27
—
2.°
andar.
(C.
2374
R. 105)
PADRE
SENNA
FREITAS
OS LAS
A RISTES
Pelo LasarisUa sa»r. Ennes
Preço
100
—
Pelo
correio 120
Vende-se
em
B
aga, n’
esla
tipografia,
rua
Nova
n.°
3
—
na
Livraria
Catholica,
rua
do
Souto
e
na
Praça
Municipal,
em
casa
do snr.
Vieira
Machado.
No
Porto,
Praça de D. Pedro,
na
Li
vraria
Central,
de Mesquita, para
onde
de
vem
ser
feitas quaesquer
reclamações.
Preço............................
100
rs.
Aviso
ao
commercio
Na
Praça
d
’
Alegria,
d’
esla
cidade,
o.°
16, (antigo
Campo das Hortas)
acha-se
es
tabelecida
uma
casa
de
commissões. Seu
proprietário
loma
cor.ta
de
despachos
de
mercadorias
de
qualquer
natureza
que
se
jam, tanto d’
esta
cidade
para
a
do
Porto
como
do
Porto
a
esta. Promptifica-se &
tomar
conla
de
todas
as
fazendas
em
casa
dos
snrs.
negociantes,
e a entregal-as
na
do
destinatário,
(em
que
só
n
’
islo
vae
uma
grande
vantagem)
tudo
por
uma
módica
commissão
sem
competidor.
Quem
precisar
esclarecimentos
póde
dirigir-se
á
casa
supra
mencionada
ao
commissario
Anlonio Zacharias
da
Silva
Coelho
(2536)
EÀTO
Josê
da
Silva
Fundão
Campo de Sant Anna (Sado de baU
xo)
n.° 68.
Participa
aos
seus
amigos
e
freguezes,
tanto
d’
esta cidade
como
das
províncias
que tem um bonito e variado sortimento
de
fato feito,
casimiras
para fato
muito
ba
ratas,
córles
de
calça
a
J$500,
2$000
e
2$500
reis
;
tudo
fazendas
modernas.
Guarda pós
de casimira
e
de
alpaques
inglezes,
roupa branca,
assim
como
camisas
de
600
reis
para
cima, ceroulas
de
400
reis
até
800,
de
panoo
familiar,
e
rneoles, bo-
oels
de
gorgurão
de
seda
e
de casimira
de
todas
as
qualidades
de 500 rs. alé
800;
manias
de
seda
de
todos
os
feitios.
N. B. O
annunciante
faz
publico,
que
se
encarrega
de
fazer
qualquer
obra
que
lhe
seja
encommendada,
e
promplifica-se
a
ficar com
ella]
quando
não
fique
á
von
tade do
freguez.
(P»)
ARMAZÉM
tt
W
DO
ALTO
DOURO
DA
CASA
DE VILLA POUCA
RUA
DO
SOUTO
N.°
15
BRAGA.
Acaba
de
ser
sortido
este
armazém
com
as
seguintes
qualidades
de
vinhos
engarrafados
e
aquartilhados
:
ENGARRAFADOS
Vinho
tinto
de
meza.
.
450
>
>
®
.
.
.
.
.
190
»
Lagrima
.............................
.
200
» Branco
de
meza.
.
210
»
tinto
de
meza
fino. .
.
.
270
»
de
prova secca. .
.
,
.
300
»
Malvasia
de
2.a
.
.
360
»
®
velho........................
.
400
»
Bastardo.......................
.
500
»
Moscatel
.............................
.
500
d
Malvasia.............................
.
500
»
Roncão
.......................
.
700
»
Alvaralhão.......................
.
560
»
Velho
de 1854.
.
.
.
.
600
A
RETALHADO
Vinho
para
meza
50
e 80,
o
quar
tilho
tinto
e
120
o branco.
Responde-se e
garante-se
a
pureza
e
boa qualidade
de
todos
estes
vinhos,
po
dendo
lodo
e
qualquer
consumidor
man-
dal-o
experimentar
por
meio
de
qualquer
processo
chymico.
N
’
estes
preços
nãa
fica
incluído
o
valor
da
garrafa
que o
comprador
apre
sentará
ou
pagará
50
reis
por cada
uma.
(N
ALTA
2®,
Rua afio
Souto, 2®
Junto
cF.rua
de
Jano.
CHAPELARIA
ALMEIDA
Acaba
de
receber
da
s
melhores
fabricas
d°
Porto, na
ultima
moda,
grande
e variado
sor
tido
de
chapeos,
de
se
da
e
de
feltro,
para
homem,
menino, e
senhora.
Bonita
collecção
de
bonets,
<]
ce
tudo
vende
mais
barato
que em
outro
es“
tabelecimento.
Fabrica,
concerta e
põe
na
moda,
com
perfeição
qualquer
chapeo
que esteja
n2S
circumslancias
(2350)
BRAGA
: TYPOGRAPHIA LUSITANA — 18/3 - É o formato de
-
comerciominho_29071875_376.pdf
Parte de Comércio do Minho (O)