comerciominho_22071875_373.xml
- conteúdo
-
Assigna-see
vende-se
no
escriptorio
do
editor
e
proprietário
José
Maria
Dias
da
Costa,
rua Nova
n.
*
3E,
para
onde deve
ser
dirigida
todas
correspondência
franca
de
porte.=Às assi
naturas
são
pagas adiantadas
;
assim
como
as
correspondên
cias
de
Interesse
particular. Folha
avulso
10
rs.
'
^iiííiFãiiiiiiTaBgimiiB' inTgTiTiíãi
iiiui
T
—
—
‘J~~~~
------
*»
ie
AS
TERÇAS,
QUINTAS
E
SABBADOS.
P
reços
:
Braga,
anno
1^000
rs.-=Semestre
8»0
rs.=Promn-
c
ias
anno
2^400 rs
e
sendo
duas
4&000 rs.==Semestre
1&250
rs J^Brazil,
anno
4&400
rs.=Semcslre
2&300
rs.
moeda
forte,
oulO&OOO
reis
e o&oOO reis
moeda
fraca.=Annuncios
por
linha
20
rs
repetição
10
rs.
Para
os assignantes
20
®
(
'o
d
’
abatimento.
BKAGA-Ql'IVTA-í'EJHA 99
»E
«JULHO
Chamamos
a
altenção
dos
nossos
lei
tores,
mas
especialmente
a
dos snrs. ça-
iholicos
liberaes
aífonsistas
para
o
seguin
te artigo,
notável
a
mulos
respeitos, mas
notabilíssimo
pela revista
d
onde
o
tradu
zimos
ad
tdleram
—a
Civiltá
Callolica
[fas
cículo
de
19
de
junho
de
1875],
Não
ac-
crescentaremos
mais
nada.
Qm
polesl
ca-
pere...
A.
imínib
S
o
de Cariou
VII
)
I
Ha
mais
de
tres
annos
que
o joven
príncipe
que
sustenta
levantado
nos
cam
pos
de
batalha
da
Hispanha
o
estandarte
que
lem
por
divisa
Deus,
Puiria
e
Dei,
en
che
de sua
fama
a
Europa.
Amigos
e
ini
migos n
’
elle
veem
pasmados
como
um d
’
a-
quelles
homens
que
pelo ceu
parecem
des
tinados
a
iníluir poderosamenle
nas
cousas
do
século
em
que
vivem.
E’
elle
ohjec-
lo
ao
mesmo
tempo de
intenso
amor
por
uma
parte,
e
de
odio
implacável pela outra.
E tanto os
applausos
como
vitupérios,elogios
e
calumnias,
bênçãos
e
imprecações
se
agglomeram
sempre
mais
e
mais
em
vol
ta
de
seu
nome,
porque
cada
vez mais
el
le
brilha,
cingido
d
’
aquella
aureola
que
ninguém até
aqui
lem podido offuscar-lhe,
—
a
aureola
da
victoria
honrada
: Cum ho-
nore
victoria.
Suas
incessantes
victorias
lançam
no
desespero
os
inimigos,
adorado
res
perpétuos
da força afortunada:
e
a
honra
d’
estas
victorias
inflama
a
esperan
ça
de
seus
amigos,
desejosos
de
um
triun
fo
que
despedace
por
ultimo a
tirannia
da
força,
quasi toda prevalescente
sobre
o
direito.
No
entretanto, em
meio
d
’
estes
sentimentos
do amor
e do
odio
a
seu
res
peito, elle, despresador
dos
vis
e
dos
fal-
«arios
que
a
comballem
de
fóra
com
a
arte
da
perfídia,
como
é
vencedor
dos
exércitos
que o assaltam
dentro
com es
pingardas
e
canhões,
avança
glorioso
na
Navarra
e
na
Viscaya,
cercado
dos
re
presentantes da
antiga
nobreza castelhana,
enlre
as
acclamações
de
um
povo
jubi
loso,
no meio
do
qual,
seu
corcel
abre
passo
com diíficuldade:
e
por
toda a
par
le ao
repicar
dos
siuos
e
ao
som
do
him-
no
real,
se
ouve saudar
com
o
grito
mil
vezes repetido de
viva
Carlos
VII1
é
pro
clamado
rei pelo
mais
magnifico
plebis
cito
que
se
tenha
visto,
pelo
plebiscito
das
baionetas
verdadeiramente populares
e pe
lo
do
sangue
voluntariamente
em
seu
fa
vor
derramado.
Não
se
póde
negar
que
n’
um
século
qual
é o nosso,
abjectissimo
pela
profun
da
cobardia
e
incrível
corrupção,
este
es-
pcctaculo
seja
extraordinariamente
bello
;
e
com
razão
altraia
os ânimos
anciosos
de
todo
o
mundo
civil
para
com
o
joven
heroe
que
d’
elle
é
objecto
e
centro.
II
Mas
os olhos
do
homem
filosofo
não
se
satisfazem
com
a
extrínseca
apparencia
:
elles
peneiram
no
interno
dos
factos
e
não
cessam
de
prescrulal-os
alé
que
tenha
co
nhecido
sua
causa
unica
ou
principal.
Ora,
nada
nos
parece
mais facil
no
presente
caso.
Se alguém nos
perguntasse
donde
provenha
a
Carlos
VII
esta
potência
pela
qual
em
brevíssimo
tempo
se
tornou
mo-
ralmenle
tão
grande
na
Europa
e
roale-
rialmente
tão
invencível
na
Hispanha,
não
exhita
remos
em
responder,
qne
provém
d’
aquella
que
elle
lirmemenle
crê
e alta
mente
promulga
ser
a sua
missão. «Cha
mado
a
malar
a
revolução
na
minha
patria,
matal-a-hei.»
Assim fallou
elle
ao
povo
hispanhol,
na
sua
famosa
proclamação
de
6
de
janeiro d’
este
anno
de
1875,
que
poucas
semanas
precedeu
a
victoriosa
ba
talha
de
Lorca.
«Esta
proclamação,
lhe
escrevia
um
mez
depois
o
illustre
bispo
de Urgel,
confirmou a
minha
convicção de
que
Vossa
Mageslade
recebeu
do
Altíssi
mo
a
missão
de derrotar
a
revolução
e
de
perseguir
seus
restos
fugitivos
até
Jeru
salém.
Eu
considero
a
ultima
e
esplen
dida
victoria
como
prémio
d
’
aquella gran
de
fé
e
d
’aquella
grande corage.u
que
vos
farão
intitular
cablos
magno
.»
A
o
qual
bispo
declarando
D.
Carlos
mais
expressa
mente
seu
proprio
conceito
respondia : Creio
como
vós,
Monsenhor,
ser
vontade
de
Deus
que
eu
esmague
a
revolução
que tanto
afllige a
nossa
Egreja
e
lança
esta
cava
lheiresca
nação
na
vergonha
e
na
ruina.
Sinto
em
mim
coragem
bastante
para
com-
batler
por tão nobre
fim e
profunda
con
fiança
de
chegar
a
bom
termo.
Com
a
aju
da
de
Deus
e
com
o valor
do
meu exer
cito,
a
minha
bandeira, que
já é
o
terror
da
revolução,
se tornará
depressa
um
emblema
de paz,
e
em
suas
prégas
dará
um
refugio ás
crenças
do
meu
povo,
á
verdadeira
liberdade
e
á civilisação
christã.
As
nossas
constantes
victorias
me
fazem
esperar
que
Deus tem
escutado
nossas
supplicas.
Os
verdadeiros
hispanhoes,
es
tou
certo
que
continuarão
a
pedir-lhe o
triunfo
da
minha
causa,
que
é
a
de
to
dos os
povos
chistaos.»
N
’
estas
simples
e
nobres
palavras, Car
los
VII manifestou
o
seu
coração
e
a
na
tureza
da
missão
que
elle
se
reputa
esco
lhido
pelo
ceu
a
cumprir
direclamente
na
Hispanha,
e
iudireclamenle
na
Christan-
dade
inteira,
<A
guerra
carlista,
escrevia
não
ha
muilo
um
hispanhol
de
grande talento,
mui
conhecedor
dos
pensamentos
do
Rei
e
devotíssimo
á
causa
do mesmo,
a
guer
ra
carlista
lem
um
duplo fim,
—
1.° relabele-
cer
a
monarchia
histórica,
a
unica que
á
Hishanha
póde trazer
paz
duradoura;
a
uni
dade
catholica,
da
qual
lodos os
hispa
nhoes
são
tenacíssimos
;
e
finalmente
o
credito
e
a
reputação
exterior,
—
2
•
oppôr
por conseguinte
á
revolução
cosmopolita
uma
primeira
barreira
que
proteja em
Ro
ma
o
livre
exercício
da
auctoridade
do
Papa,
e na Europa
as praticas
e
a cons
ciência
catholica»
(1).
A
revolução nega
os direitos
de
Deus,
da patria
e
do
rei,
e
com a
força e
com
o
engano,
tenta
expulsal-o
da
terra.
D.
Carlos
oppondo
a
força á
força e a
verda
de
catholica
á mentira
sectaria.
pretende
restituir
a
Deus os
seus
direitos,
e á
pa
tria o
seu
repouso
e
ao
Rei
a
sua ma-
gestade.
Elle quer
derribar
em
Hispanha
a
torre
babelica da maçonaria e substituir-
lhe
aquella
organisação
chrislã
que
foi
por
longos
séculos
pedra
angular
da
sua
gran
deza
e raiz
de
uma
prosperidade
sem
si-
milhante.
O
exemplo e
a
influencia
da
Hispanha não
tardarão
por
outra
parle
a
produzir
n
’
oulros
paizes
saiuliferos
efleilos.
Este proposito
tão
régio e
magnanimo,
para
quem
o
considere
altentamente,
fór
ma
o
segredo
da
potência
do
joven
horoe,
que
se
atreveu
a
concebel-o
e
se
esforça
em
actual-o
com
a
intelligencia
e
com
a
espada.
(Cenlinúa)
(1)
Univers
de
Paris,
n.°
de 30
de
abril
de
1875.
em
Brooklyn. Era
um
allemão,
com
quem
eu
me linha encontrado
bastantes
vezes.
Sua
filha
unica, excellente
catholica,
me
preveniu
de
que seu pae
era
pedreiro
livre,
e
que
era
necessário
exigir
a
sua
retractação.
Depois de ler
ouvido a sna
confissão,
perguntei-lhe
se
não
tioha
per
tencido
a
alguma
sociedade
secreta.
—
Sim,
meu
padre, eu
sou pedreiro-livre;
mas
vós bem
sabeis que,
na
America,
isso
não
é
prohibido.
—
Estaes
enganado,
lhe
disse
eu,
a
Maçonaria
está
condemoada,
qualquer
que
seja
a
parle
onde
exista
;
deveis
portanto
retractar
tudo
o
que
po-
desseis
ler
promettido
e
entregar-me
as
vossas
insígnias
O
doente
fez
algumas
difliculdades,
mas
como
não
linha
perdi
do
a
fé.
assigoou
a
retractação que
eu
redigi;
depois
tive
de
fazer
novas
tnslan
cias
para
obter
a
sua
fita,
esquadria
e
trolha
de
prata,
seu a«ental
de
pellica
e
e
seu
ritual,
fechados
n
’
um
armario
per
to
de
sua
cama.
Devi
expellicar-lhe
a
ne
cessidade
de se
despojar
de
lodos
estes
objectos
se
queria
mostrar
um
arrependi
mento sincero.
Já
sabia
levando
lodos
os
despojos
e
muilo
contente
de
ler
arrancado
uma
al
ma
ao
demouio;
a
donzella
esperava-me
no
vestíbulo:
—
Então,
diz-me
ella,
meu
pae entregou-vos
tudo,
não
é
assim?
El
le
fez
a
sua
paz
com
Deus?
—
Vêde
vós,
minha filha
;
e
apresentei-lhe
os
objectos
que
le«a
*
a
comigo.
Ella
toma-os um
a
um,
e depois
com
ar
tristonho,
diz:
Não.
aqui não está
tudo;
estas
insígnias
leva
va-as
meu pae
á
loja
nas
grandes
occa
siões,
e
não
teve
pena
em
entregal-as;
mais
lhe
custaria
este
livro
que
é
parti
cular
ao
seu
gráu.
Mas ainda
fJta
uma
cousa.
—
O
que
é?
—
Um
escriplo
que não
sei
o
que
contém
;
e que
meu
pae
me
recommendou
de
levar fechado, depois da
sua
morte,
ao
chefe
da
sua
Loja.
Deve
ser
algum
segredo
impoilanie.
Volto
para
o
pé
do doente,
e
digo-
lhe:
Para que
me
enganae»?
Vós
ides
apparecer
diante
do
tribunal
de Deus
;
cuidaes
escapar á
sua
justiça?
Tendes
ain
da uma
coisa
a
entregar-me.
O
doente
pa
receu
consternado
; notei
a
pallidez
do
seu
rosto e a
turbação
dos
seus
olhos,
e
depois
disse-ine
com
certo
embaraço:
—
Mas
vós levastes Indo,
eu
não
lenho
mais
nada
a
entregar-vos.
—
Nào,
deve
ainda
haver
um
escriplo,
como
tem
lodos
os pedreiros-livres.
—
E
’
um
engano, meu
padre;
eu não
lenho
mais
r»ada.
Redo
brei
as instancias ;
tu.io
era
inútil,
o
de-
monio
ia
triunfar.
Empreguei
lodo<
os
meios
que
me
pareceram
ellicazes (/aquel
la
occasião;
não
obtive
nada,
o
doente
negava
ou
não
respondia.
Então, sua
fi
llia
abre a
porta
e
deita-se
de
joelhos
aos pés do
leito
:
—
Ol»
!
meu
pae,
por
amor
de
Deus, salvae
a
vossa
alma,
a
»ossa
filha
ficaria
bem
de>graçach.
Vós
dizeis
que
me
arnaes,
provae-o
agora.
O
doente
não
contava com
este
abal-
lo:
os
abraços
e
as
lagrimas
da
filha
com
movem-n
’
o.
Ella
prodigalisa-lhe
as
cari
cias
mais vivas;
diz lhe as
palavras
mais
ternas,
falia-lhe
do Ceo
que vae
perder,
e
o
doente
quer
responder
:
«Tu
sabes
que
não
lenho
nada
escondido»;
mas
a filha
como se
o
adivinhasse, e
com
um
tom
inspirado,
sai-lhe
ao
encontro:
«Uh!
meu
Pae,
nào
miulaes;
vós
fostes
sempre
ver
dadeiro,
e
me
ensinaste
a
sel-o
;
não dei
xeis
que
eu
letiha
d
‘
envergonhar-me
do
vosso
nome.
Dai
ao
Padre
o
papel
que
me
recommendasles
de
levar
ao
venerá
vel
da
Loja.»
A
estas
palavras
dá
um
suspiro,
e
depois,
fazendo
um
esforço,
diz
arrastadamente
:
—
Não,
minha
filha,
nào
terás
d
’envergonhar-te
de
teu
pae.
Olha,
loma
esta
chave que tenho ao
pescoço,
abre
aquella
gaveta,
e
dá
ao
Padre
o
pa
pel
que
lá
está.
Depois
cahiu
desfalle-
eido.
ãua filha, rapida
como
o
relampago,
O
íim secreto dos pedreiros-livres.
Lè-se
no
«Monde»
de
24
de
no
vembro
do
anno passado,
o
seguinte
fa
cto
:
«No
mez d’
ago>to
de 1874, traváva
mos
conhecimento
com
um
venerável
re
ligioso
da
ordem
dos
Passionistas,
em
Ho-
boken,
em face de
New-York.
N’uma
con
versação
a
proposito
dos
pedreiros
livres,
eis
o
que
elle
nos
contou
:
Fui
cinmado
ha
poucos
dias
para
ad
ministrar
os sacramentos a
um
moribundo
tinha
cumprido
as
suas
ordens,
e
erlre-
gava-me
uma
carta
fechada dizendo:
«Vi-
ctoria
!
meu
querido
pae
está
salvo,
pois
vomitou
a
peçonha.»
Esta
scena
impres
sionou-me
profundamente.
A
coragem d*
es-
ta
donzella recorda-me
uma
chrislã
dos
primeiros
séculos.
O
doente
viveu
ainda
algumas
hora-,
mas
muilo
contricto,
e
as
suas ultimas
palavras
foram
um
acto
de
contricção
e
ao
mer-mo
tempo
de
fé
e
esperança.
Abri
a
carta
fechada em
presença
de
sua
filha.
Era
um juramento
assigoado
com
sangue.
Eu
linha
ouvido
fadar
d>s-
te genero
de
escriptos
usados
por
alguns
chefe»
da
maçonaria; mas
á
proporção
que
percorrera
este
papel,
uão
podia crer
o
que viam
os
meus
olhos
:
era
o
juramen
to
d
’
uma
guerra
sem
íim,
e
sem
uéguas
á
Egieja,
ao
Papa
e
aos
reis,
execráveis
maldições
para
o
que
violasse
a
sua
pa
lavra.
Este
papei
entreguei-u
nas
mãos
do
arcebispo
a
íim
de
que
elle
podes»e
apreciar,
como
en
o
linho
feito,
a
malí
cia
infernal
da
maçonaria.
Eis
aqui
o
que
nos
cortou
o Padre
Passienisia
e
soa
narração íicuu
imprensa
em ooBsa
memória.
E
’
um
lacto
enlre
mil,
que
prova
ser
a
maçonaria
a
mesma
em
lodus
os paizes.
J.
E.
Martin.
HEVISTA
ESTIANGEIU
HhpanhA,
Noticias
da
guerra
Do
correspondente
da
«Palavra»:
«A»
noticias
que
disem
respeito
á
guerra
põem
cada
dia
mais
em
relevo
a
falia
dç
exaclidào
das qoe
communica o
governo.
Segundo
este,
eram 2:000 os
pri-uoneiros
de
Canlavieja,
e
agora
s-abe-se que, ha
vendo
parque
durmas
na
graça, só se
recolheram
1:156
espiugatdis
de
diversos
sistemas. Reuiu
o
leitor
os
dois
algaris
mos
e
compare.
E
antes de
faser
outias
rectificações,
e
prescindindo
de
promenoies
sobre
a
ren
dição
de
Canlavieja,
pois
é
obscuro
e
um
lauto
suspeito
o proceder
dos
chefes
qoe
a
defendiam,
falleinos
do
exercito
carlista
do
Centro
que
uíhcialmente
uão
saiu
ainda
d
’
este território.
Us
algarismos
que
o
governo
permit-
liu
publicar
elevam no
já
a
mais de
11
mil
homens,
sem contar
os
grupos
que
ainda
ba
no
Maestr<jzgo,
a
guarnição
de
Alpuente
e
os
que,
cauçarios
de
nab.lho
*
sas
marchas,
tiveram
de
^preseular-ae.
Depois
das
ultima»
operações
de
que
dei
conta
e do veuluroso combate
de
Aile-
lantado
contra
Delatre,
em
qoe este
s<.f-
freu
grandes perdas,
Dorfeginay
com
o
grusso
da»
forças
do seu
cominando di
rigiu-se
de
Boltafií?
a
Sdhun
e
Benasque,
piocurando
assegurar
a
passagem
á
Cata
lunha
por
Sort
e
o
porto d
’
esie
nome,
para dirigir-se,
segundo
os
inelh
res
cal
cules,
por
Tremp
e
tomar abrigo
e des-
canço em
Seo
de
Uigel, em
quanto
qne
Martinez
Campos,
atravessanúo o
rio
No-
gueras
por
Monlahina,
se adeantava
com
o
proposito
de
tomar-lhe a pe
sagem
e
VVeyter
o
seguia
com
o
fim
de
i».peliii-o
em
direcção
á
qoe leva este
uiiim--.
se
bem
que as
mesmas
participações
oíliciies
confessam
que
esta
opeiaçao
se
realizaria
dentro
dos limites
do
possi.el.
Alvarez
com
4
batalhões,
no
diser
do
governo,
e
com
6,
se
aernu
s
credito
a
seus
amigos,
cobria
de
Boll;.na
o
movi
mento de
seu
chefe,
e
ainda
que
se allir-
mou
que
â
esquerda
do
Ebro
licava
coi
tada uma
pane de
suas
forças,
sem
po
derem
passar,
esta
noticia
carece
de
cre
dito,
e
deve negar-se, poi»
que decorre
ram
48
bons
sem
ser confirmada.
Por
seu
turno,
o
cora
de Flii
seguia
o
movimento
iniciado
por
Pooce
de
Leon
iuclinand0.se
para
a
Navarra
e
Adela"lado
narece
desempenhar,
á
data
das
ultimas
e
melhores
informações, o
cargo
de
força
intermediária
e
que
liga
estas
<
luas,
<
o
qne
faz
receiar
a
alguns
que
o
general
carlisla
contramarche
para
o
Norte
depois
de
al-
trahir
á
Catalunha
lodos
os
seus
perse
guidores,
pois
até
Jovellar
deve enconlrar
’
se
a
estas
horas ua
província
de
Lenda
com
o
grosso
do
exercito,
depois
de
co
brir
as
mais
importantes passagens
do
IFl
bro
Segundo
se
disia
hoje,
era
esta
a
ope
ração
realisada
por
Dorregaray
que,
Hlu
dindo
de
novo
a
todo;
o«
seus
inim
g
,
tinha
penetrado
em
Navarra; porém
se
melhante
manobra,
que
era
o
cumu
atrevimento,
parece-me
pouco
m
1
hnuossivel,
a
menos
que
os
generaes
ation-
sinos
ignorem
completamente a
estratégia
Distam os
que
davam
esta
manobra
como feita,
^ue os
carlistas
para
a reali-
sírem tinham deixado
duas
companhias
ane
se
viram
precisadas
a
peneirar
em
França
por
Gavarnie.
mas
en
entendo
que
esia
pequena
força
ficou
talvez
observando
‘
murcha
«le
column’!
,n
'T
r
e
auasando-se
na
sua,
teve
de
appellar
n
’
ara
áquelle
extremo
para
nao
ser
pri
sioneira
1
Confirma
esla
minha
opinião
o
facto
publicado
oílieiahnente de
que
orças
carlistas do
Centro
tinham
peneirado
em
Tremp,
dirigindo-se
depois
a
Seo
de
Lr-
gel
antes
de
ter chegado
áquelle
ponto
Marlinez
Campos.
£
iá
que
estamos
na
comarca
de
Ca
talunha
é bom diser
que
a
apregoada der
rota
de Saballs
perde
de
dia para
dia
a
sua importância,
e
as
grandes
perdas
que
se lhe
attribuem
reduzem-se,
segundo
as
participações
officiaes,
a
28
mortos
e
loO
fendos,
elevando-se
as
de
Arrando,
no
diser de
pessoas
que
devem
estar
bem
informadas,
a
mais
de
350
baixas.
A sua
unica
vantagem
consiste,
pois,
como
dis
se
em
ter
salvado
a
ameaçada
columna do
Ainpurdan
e a
povoaçao
de
Juoquera
que
estava
em
grande
aperto.
Prova
a
veracidade
d’
esta
asserção
o
facto
de
°s
carlisuis
se
len
!,a
'
“
mente
dirigido
contra
a
praça
de
I
uigcer-
dá
com
o
animo
de
lioslilisal-a,
ao
que
narece,
e
se
Saballs
estivesse
derrotado
e
a
divisão
de
Arrando
vicloriosa,
nada
mais
facil
do
que
arrojal-a
sobre os novos
sitiadores
de
Puigcerdá,
dos
quaes
nao
es
tá
muito
distante.
0
que
muito
chamou a
attençâo
foi
o
facto
de
que
um
piquete
de 30
carlistas
fosse
a
Santo
Andre
de
Palomar
onde
co
brou
parle
da
contribuição
e
levou
refens;
e
chama-a porque
se
traela
de
uma
vi
la
!e
12.000 almas,
de
tendências
republi
canas,
situada
na
planície
a
o
kdometros
de
Barcelona,
e
porque
tão pequena
força
entrou
tranquillamente
n
’
ella,
sem
que
ninmi
m
a
hostilisasse, limitando-se
os
moradores
a
vel-a
de
suas
casas;,
porém
islo
explica-se
sabendo-se
que
n
áquelle
momento
se
declaravam
em
gréve
em
Bar
celona
grandes
massas
de
operários,
obri
gando
o governo
a
que
reforçasse
a
sua
guarnição;
e
como
estas são
manobras
revolucionarias,
comprehende-se que
os
re
publicanos
que
se agitam não
queiram
fi
car
mal
com
os carlistas
neste
momento.
No
Norte
andam
juntas
as manobras
oolilicas
e
as militares
e,
para
sermos
jus
tos
devemos
confessar
que
as primeiras
não
caiecem
de
verdadeiro
mérito.
Em
quanto
o
governo
aqui
deporta
e
nerseoue, D.
Carlos
publica
uma
amnis
tia
geral
que,
segundo
parece,
lem,
entre
ouhos
lios,
o
de
que
possam
voltar
a
suas
fileiras
alguns
dos
officiaes
que
as
aban-
donaiam,
arrependidos
da
leviandade com
que
procederam
e
enlre elles
os
filhos do
infante
D.
Henrique.
Ao
mesmo
tempo
ordena
que
sejam
noslos
ein
liberdade
os
passageiros
do
va
por
«Bayonnab» que
naufragou entre De
va
e
Molnco,
sendo
condusidos
ao
ponto
aue
escolham.»
__
Uma
participação
do
cônsul
bispa-
nhol
em
Pe«P><n
’
n
1
ue
"
,IS
900
car
‘
hsia-í
se
acham
deanie
de
Puigcerdá
com
intenção
(le
hostilisar a
praça.
H-ndaya
11.
—
fe.
fàl,
°
Sabllls le
’
nba
sido bando
por
Arrando
ua
Junquera.
Apesar
da
desporporçao
das
forças
2-500
carlistas
eot.ua
6:000
atTuos.slas)
os
nossos
inimigos
perderam
400
homens,
mortos,
feridos
e
prisioneiros
A
batalha
de
Trevino,
entre
Miranda
e
Victoria
durou
11
horas,
durante
as
ouaes
o
rei
Carlos
VII
fel
frente
com
12
batalhões
sómente,
contra
2.
de
Quesada
C
12
de
Loma.
I
Os
navarreses
commandados
por
Perula,
Qserain prodígios.
No
Centro,
as
marchas
e
contra-mar-
chas
de
Dorregaray
desorientam
os
afion-
sistas
e
assustam
alternadamente
as
guar
nições de
Huesca
e Barbaslro,
e
mesmo
de
Saragoda.
Esperam-se
em
Madrid
acontecimentos
de
maior
gravidade.
Idem
13.—
Em quanto Jovellar
toma
em
Cantavieja
disposições
defensivas
con
tra
a volta
inevitável,
em
um momento
dado,
de
Dorregaray,
o
nosso
valente
ge
neral,
com
24
batalhões, 1:000
cavallos
entra
em
Barbasuo,
villa
de
8:000
almas;
(perto
de
Ciuca),
e recebe muitos
tri
mestres
de
contribuições.
As
brigadas
aflonsistas,
que operam
por
este
lado, em logar
de
o
atacar,
são
forçadas
a
cortar
a
ponte
de
Fraga
e
a
retirar-se
a
Monzon.
O
deslocamento
d
’
estg
exercito
é
consi
derado
<omo
um
movimento
eslrategio
dos
rnais
hábeis.
De
resto, nenhuma
força
afloosista se
atreveu
a
aiacal-o
desde
o
dia
3.
Dorregaray
deixou
no
Aragào
e
Va
lência
um
certo
numero
de
chefes do
paiz
que,
á
frente
de
pequenas
colnmnas
que
iiicommodam
o
inimigo
nos
desfiladeiros
e
recebem
as
contribuições.
Tolosa
12.
—
Apesar
dos
despachos
men
tirosos
dos nossos
inimigos,
os
fundos
pouco
lem
subido.
Cincoenla
e
quatro famílias
da
provín
cia
de
Toledo,
acabam de ser expulsas
de
Hispanha.
As noticias
de
apresentações
carlistas
são
inventadas.
Nem
o caminho
de
ferro de
Miranda
(Navarra)
a
Victoria,
nem
o
de
Castellon
a
Vinaroz
(Valência)
não
eslão,
nem
es
tarão
restabelecidos.
GAZETILHA
Santa IVIagdalena.—
E
’
hoje
a
festa
de
Santa
Maria
Magdalena, oo
templo
do
recolhimento
das
Convertidas.
Eseolaa
das
religiosas
nos
Es-
tados-llnidos.—
Escreve
a
«Espana
Ca
tólica»:
«Mais
de
850:000
educandas concorram
ás
escolas das
religiosas nos
Estados-Uni-
dos:
quer
dizer que
n
aquelle
paiz todos
os
catholicos
confiam suas
filhas
e
filhos
ás
freiras e
aos frades.
Haverá
ainda ca-
iholicos
na
Hispanha
que,
era
vista
do
que
se
passa
n
’
aquelle
illuslrado
paiz,
se
op-
ponham,
como
succede frequeotemeote,
ao
estabelecimento de
escolas
fundadas
por
nossas
exceilentes
Filhas
da
Caridade,
Ter
ciárias
e
religiosas
dedicadas
ao
ensino?»
—
Cá
e lá
más
fadas
ha
!
Ca, por ex.,
os
mesmos que
mandam
as
filhas
para
França, afim de
serem
edu
cadas
pelas
freiras
do
Sacré
Cceur,
não
querem
em
Portugal
as
ditas
freiras,
e
nenhumas
outras !...—
(C.
da
Tarde).
Desordem.—
Ànte-hontem
na
occasião
em
que alguns
carros,
condusindo
milho
para
a
feira
de
Villa
Nova de
Famalicão,
passavam
na
freguesia
de
Ferreiros, al
guns
homens
e
mulheres
tentaram
impe
dir-lhes
a
passagem,
chegando
a
dar
algu
mas
facadas
nos sacos. Logo que o
sur.
administrador
do
concelho
leve
parte
d
’esla
occorrencia,
dirigiu-se
para áquelle
logar
acompanhado
d’
uma
força
de
cavallaria e
infanteria;
porém
quando
chegou ao
logar
já
estavam
lodos
dispersados.
Os
carros
seguiram
para o
seu desti
no,
escoltados
por
6
soldados
de
cavallaria.
Conde
de Casa Flores.—
Era
este
o
nome, diz
o
«Direito», com
que
se
in
culcava
o
ultimo
gatuno
que
por
ahi
ap
pareceu,
disendo-se
hispanhol
e
carlisla.
Em
outras
terras
disia
chamar-se
Miguel
de...
capitão
de
cavallaria;
capitão
sim.
de
verdadeira
pandilha.
—
Cuidado
com elle
e
outros
que
taes
que
por
ahi
se
apresen
tam
para
roubar
os
incautos,
como
fez este
mesuio
snr.
Conde
de
Casa
Flores
oa
Gal-
liza,
e
é
bem
natural
que
por
outras
par
les
fisesse
o
mesmo.
O
canalha
nem
his
panhol
é,
mas
sim
italiano,
e
talvez ga-
ribaldino.
Quem quiser que
abra
os olhos,
pois
as
lições
não
teem
sido poucas.
iHuito
bem!
—
Lê-se
na
«Jornal
do
Penedo»
(Brasil) de
22
de
maio
:
«Extinguiu-se
a
loja
maçónica
d’esta
cidade,
cuja
mobília
foi
vendida
em
lei
lão
na
semana
passada.
«Para
este
feliz
acontecimento
muito
concorreram
as
boas disposições religio
sas
de
alguns dos
filiados.»
Louvado
seja Deus!
Quem
dera
que
tenhamos
muitas
noti
cias
similbanles.
Milho.—
Chegaram
anle-hontem
100
moios
de
milho,
mandados
pela
Sociedade
Agricola
e
Financeira
para
abastecer
o
mercado
d
’
esta
cidade.
Beneficio.
—
Realisa-se
no
sabbado,
24
do
corrente,
o
beneficio
para
as
reli
giosas
Ursulinas.
Tomam
parte
no
espectaeulo
alguns
cu
riosos
d
’esta
cidade.
Commi8«õe«
de exames flnaea.
—
Eis
a
relação
dos
indivíduos
nomeados
para
procederem
aos
exames
fioaes,
nos
lyceus
da
3.
a
circumscripção,
e
a
que
nos
referimos
em
o
n.°
antecedente:
Presidente
da
commissão
dos exames
:
Conselheiro
José
Pereira
Reis.
Vogaes
da
commissão
.*
Para
as
mesas
de
portuguez
Delfim
Maria
de
Oliveira,
professor no
ly-
eeo
do
Porto
José
Alves de
Moora,
idem
no
de
Braga.
Manuel
do
Nascimento
Nobrega,
idem no
de
Leiria.
Manuel
Joaquim Penha
Fortuna,
idem
no
de
Braga.
José
Simõe»
Dias,
idem
no
de
Vizeu.
Antonio
Lopes
de
Figueiredo,
idem
no
se
minário
de
Braga.
Para
as
mesas
de
latim
Joaquim
Maria
Lamego
da
Maia,
professor
no
lyceu
de
Braga.
Francisco
de
Paula Santa
Chra,
professor
de
ensino
livre
em
Coimbra.
José
Joaquim
Martins
de
Lima,
professor
no
lyceu
de
Vianna
do
Castello.
Manoel
Alves
de
Castro,
idem
no
de
Braga.
Abilio
Cesar
Henriques
de
Aguiar,
idem
no
de
Aveiro.
Antonio
José da
Rocha,
professor
de
latim
na
Covilhã.
Para
as
mesas
de
francez
José
Perry,
professor
no
lycea
de
Villa
Real.
Sebastião
de
Magalhães
Lima,
bacharel
for
mado
em
direito
(Aveiro).
José
Chrisliaoo
A.
Nell
de Medeiros,
pro
fessor
de
ensino
livre em
Coimbra.
Sebastião
Maria de
Andrade
e
Sousa, pro
fessor
nò
lyceu
de
Vianna
do
Castello.
Germano
Vieira
de
Meirelles, bacharel
for
mado
em
direito
(Porto).
José
Paulo
Monteiro
Canéèila,
bacharel
for
mado
em
direito
(Aveiro).
Para
a mesa
mixla
de
francez, inglez
e
allemão
Luiz
Antonio Pinto
de
Aguiar, professor
no
lyceu do
Porto.
Alvare
Cesar
de
Almeida Navarro,
idem
no
lyceu de
Braga.
Anlonio
Hermano
Boeder,
idem
oo
lyceu
de
Lisboa.
Para as
mesas
de
malhematica
e
de
senho
Antonio
Pinto
de
Magalhães
Aguiar,
lente
da
academia polytechnica.
João
Ignacio
do
Patrocínio
da
Costa,
dr.
em
malhematica.
Francisco
Gomes
Teixeira,
idem.
Dr.
Luiz
da
Costa
e
Almeida,
lente
da
uni-
veisidade.
Antunio
Zeferino
Cândido
da
Piedade,
li
cenciado
em
malhematica.
Antonio
Correia de
Sousa
Montenegro,
pro
fessor
no
lyceu
de
Vizeu.
Luiz
Augusto
Pereira
Bastos,
professor de
desenho
em
Coimbra.
Para
as mesas
de
introducção
Dr.
Albino
Augusto
Giraldes,
lente da
uni
versidade.
Joaquim
de
Oliveira
Rino
Jordão,
professor
no
lyceu
de
Leiria.
Leopoldo
Teixeira
Alves
Martins,
bacharel
formado
em
filosofia
(Coimbra).
Dr.
Jacinto
Antonio
de
Sousa,
lente
da
uni
versidade.
Dr.
Francisco Augusto
Correia
Barata,
idem.
Elias
Fernandes
Pereira,
professor no
ly
ceu
de
Aveiro.
Para
as
mesas
de
geografia
e
historia
Dr.
Damasio
Jacinto
Fragoso,
lente
da
uni
versidade.
Julio Celestino da Silva, professor
no
lyceu
de
Braga.
José
Maria Gonçalves
Pavão,
bacharel
for-
I
mado
em
theologia
e
direito
(Villa
Real).
'
Augusto
Guilherme
de
Sousa, prolessor
nò
lyceu
de
Villa
Real.
Miguei Moreira
da
Fonseca,
professor
nas
aulas secundarias de
Lamego.
Antonio
Maria
Pinheiro Ferro, professor
qq
lyceu de
Braga.
Para
as mesas
de
filosofia
Dr.
Bernardo de
Albuquerque,
lente
da
uni
versidade.
Manuel
Pinheiro
de
Almeida
e
Azevedo,
pro
fessor no
lyceu
de
Braga.
João
Antonio
Pires
Villar,
idem
no de
Bra-
gança.
Dr.
Manoel
Emygdio
Garcia,
lente
da
uni
versidade.
Pedro
de
Amorim
Vianna,
lente da
aca
demia
polytechnica.
José
Matia
Pereira
de
Lima,
professor
de
ensino
livre
em Coimbra.
Theatro
de S.
Geraldo.—
E
’ h
P
je
n
’este theatro
o
beneficio
do
actor
Sá
(Celestino).
O
espectaeulo
annunciado
é
convidativo.
Oa
Eaaariatiaa pelo
«lazariata»
anr. Ennes.—
'Como
se
Ȑ
do
annuncio
que vae
na
secção
própria,
já
está
á
ven
da
este
bello
opusculo, devido
á
penna
bri
lhante
do
snr.
padre Senna
Freitas.
No
próxima
n.
1
diremos
mais
d
’
espaço
sobre
esta formosa
publicação.
Conaorelo.
—
Ha
dias
uniu-se
peh$
vínculos
malrimoniaes
o
snr.
Alfredo
Cam
pos,
escriptor
distinclo
e
alferes em
ser
viço
na direcção
das
obras
publicas
d’es-
te
districto,
com
sua
cunhada
r
ex.
ma
sr.a
D.
Luis»
Casimira
da Cruz
Teixeira,
filha
do
snr. commendador
Francisco
Casimira
da
Cruz
Teixeira.
Felicitamos
os
simpathicos
noivos.
Emeola
de S.
Paio de Merelim.
—
Tivemos
occasião
de
visitara
escola
d»
meninos
e
a
de
meninas, aquella
regida
pelo
intelligente
professor,
snr.
Azevedo,
e
esta
peh
ex.
,Ba
snr.a
D.
Eulalia
Maria
Leitão
d’
Azevedo,
em
S. Paio
de Mere-
lim.
Examinamos
com
prazer
a
mobília,
boa
ordem,
e
óptimas
condições
da
casa
das
duas
escolas,
para
o
que
tem
contribuído
o
zèlo
e sollicitude
do
digno
professor,
e
da
ex.
ma camara
d
’
esta
cidade
Vimos
também
uma
bonita
e
nume
rosa
eollecção
d
’
estampas,
que
antes
do
seu
fallecimento
offereceu o
snr.
José
Mar
ques
Antunes,
para
serem
dadas como
premio
aos
meninos
que
mais
applicados
forem
ao
estudo
e
mais
progressos
n
’
elle
fiserem.
Esle
mesmo
honrado
cavalheiro
delxoo,
como
em
tempo
noticiamos,
um
legado
de
2
contos
nominaes,
destinados
á
com
pra
de
papel,
penas
e
livros
para
a
es
cola
referida.
Publíea<Ao.
—
Recebemos
e agrade
cemos
um
volume
intitulado
4
verdadeira
chave
dos
sonhos. Vertida do
francez de
Lacinius
por
C.
8.
E
’ o
n.
*
10
da
bibliotheca
de
J. E.
Cruz
Coulinho, no
Porto,
rua
do
Alma
da,
17.
Annivernario
natalício. —
Um
nos
so
amigo
de
Guimarães communica-nos
o
seguinte
:
Fez
annos
a
ex.
ma
condessa
de
Villa
Pouca
no
dia
16
do
corrente.
Para
sokmoisar
o
trigésimo
quarto
an
niversario
natalício
da
tg
egia
condessa,
mimoseararn,
como
de
costume,
os
íncli
tos
condes
varias
pessoas
de
suas mais
intimas
relações
com
um
lauto
e
opípa
ro
festim
e uma
brilhante
soirée
na
sua
casa
das
Taipas,
onde
se
acham
a
banhos.
Durante
a
tarde
e
noite
uma
banda
de
musica
executou
no
terreiro
fronteiro
ás
ca
sas
dos
nobres
fidalgos
escolhidas
peças
de
musica.
Houve
completa
animação,
tanto
den
tro
dos
salões dos
distinclos
condes, co
mo fóra,
no
átrio,
aonde
a
musica
fazia
ou
vir
os
bonitos
trechos
d’
harmonia.
Os
illuslres
fidalgos
com
a
aflabilidade,
qoe
tanto
os
distingue,
esmeraram-se
pa
ra
que
todos
ficassem
completarnenle
sa
tisfeitos,
passando
uma
tarde e
uma
noite
cheios
de
ineífavel
contentamento.
Parabéns
aos
illuslres
condes
de
Villa
Pouca
pelo
motivo
tão
querido,
quanto
excellenle
da
festa
de
16 do
corrente.
Guimarães
19
de
julho
de
1875.—
P
Conctaraos.—
Foi
declarado
aberto
concurso
para
provimento
das
egrejas P
a
'
rochiaes,
constantes da
relação
seguint®/
Algozo
(S.
Sebastião), concelho
de
Vi-
mioso,
diocese
de
Bragança.
Almoster
(Santa
Maria),
concelho
de
Santarém,
diocese
de
Lisboa.
Alter
Pedroso
(Nossa
Senhora
das
Ne
ves),
concelho de Alter do Chão,
diocese
d'Elvas.
Santo Amaro
(Santo
Amaro), concelho
de
Fronteira, diocese d’
Elva
*
.
Benavente
(Nossa
Senhora
da
Graça),
concelho
de
Benavenle,
diocese
d Evora.
Bouça
Cova
(Santo
Antonio)
concelho
de
Pinhel,
diocese
de
Pinhel.
Brotas
(Nossa
Senhora
das
Brotas),
concelho
de
Móra,
diocese
d’
Evora.
Ervededo
(S.
Martinho),
concelho
de
Chaves,
diocese
de
Braga.
Friande
(Santo André),
concelho
da
Povoa
de Lanhoso,
diocese
de
Braga.
Gondoriz
(S.
Mamede),
concelho
de
Ter
ras
de
Bouro,
diocese
de
Braga.
Infanta
(S.
Thiago), concelho
de
Cou-
ra,
diocese de Braga.
Juromenha (Nossa
Senhora
do
Loreto),
concelho
do
Alaodroal,
diocese
d
’Elvas.
Lisboa
(Nossa
Senhora
dos
Martyres),
bairro
central,
diocese de
Lisboa.
Marvão
e
sua onuexa
S.
Thiago
(San
ta
Maria),
concelho
de
Marvão,
diocese
de
Portalegre.
Mellides
(S.
Pedro),
concelho
de
S Thia
go
de
Cacem,
dicese
de
Beja.
Odemira
(Santa
Maria),
concelho de
Odemira
diocese de
Beja.
Ouguella
(Nossa
Senhora
dã
Graça),
concelho de
Campo
Maior,
diocese
d
’
EI-
vas.
Palaçoulo (S.
Miguel),
concelho
de
Mi
randa,
diocese
de
Bragança.
Penha
Longa
(Santa
Maria), concelho
de
Marco
de
Canavezes,
diocese
do
Porto.
Rosário
(Nossa
Senhora
do
Rosário),
concelho
do
Alandroal,
diocese
d
*
Elvas.
Selraes
(Santa
Caiharina),
conceiho
da
Vidigoeira, diocese
de
Beja.
Valbom
(Nossa
Senhora da
Assumpção),
concelho
de
Pinhel.
diocese
Pinhel.
Valle
de
Figueira
(Nossa
Senhora
do
Rosário),
concelho
da
Pesqueira,
diocese
de
Lamego.
________
Vallongo de
(S.
Mamede),
concelho
de
Vallongo,
diocese
do
Porto.
Santo
Varão
(Santo
Varão),
concelho
de
Montemor
o
Velho,
diocese
de
Coimbra.
Varche (S.
Braz),
concelho d
’
Elvas,
dio
cese
d’Elvas.
Verdelhos
(S.
Pedro),
concelho
da
Co
vilhã,
diocese
da Guarda.
S.
Vicente
de
Fóra
(S.
Vicente),
con
celho
d
’
Elvas,
diocese d
’
Elvas.
Villa Fernando
(Nossa
Senhora
da Con
ceição),
concelho
d
’
Elvas,
diocese
d’Elvas.
Que bello exemplo de
heroísmo
ehristfto !—A
«Broun narra
o
seguinte
facto
:
<Ao
partir
para
o exílio
na Sibéria, um
catholico
polaco, levantando-se
com
difii-
euldade
sobre
sua
carreta, dirigiu-se
com
uma
voz
firme
a
seus
compatriotas
que
ficavam
e
lhes
disse
:
Eu
tinha
uma
mulher
e
dous
filhos:
acabam
de
ser
mortos: possuía
alguma
cousa,
fui
saqueado e
os
meus
bens
rou
baram-me;
eu
mesmo
padeço
em
meu
cor
po.
Porém
minha
alma
é
livre
e
desafia
a
todas
as
violências.
Coragem
e
perseve
rança.
meus
irmãos!
Guardai a
fé:
é
o
thesouro
mais
precioso
e
ninguém
nol-o
póde
roubar.
«Que bello
exemplo
de
heroísmo
chris-
lao
!
Imilemol-o
quando
chegar
a
nossa
vez.»
Anedoet»
historie».
—
Um
magis-
Uedo
altamente
collocado.
achando-se
um
dia
em
contacto
com
o
vigário
d
’
uma
pa-
rochía
muito
obscura
entendeu
que
devia
gracejar
com
elle
sobre
a
religião.
<Sr.
Vigário,
diz
elle.
eu não
me
con
fesso
por
uma
simples
razão—eu
não
com-
nieito
peccados.»
Ao
que
o
vigário
respondeu
a
este
cân
dido
magistrado :
<A respeito
de
pessoas
que
não
pec-
cam,
só
conheço
duas
especiaes
; aquelle
que
ainda
não
lem
o
uso de razão
e
os
que
a perderam.»
—
(<C.
da
T *)
Amor aoa animaes.
-Conta
o
<Sca-
pin» que
conhece
uma
senhora,
já
idosa,
que
dedica
aos
animaes
um
amor
exces
sivo.
A
sua casa
é
o
Eldorado
dos
gatos,
a
terra
da promissão
dos
cães,
o
paraiso
das
aves.
Uma
só
cousa
atormenta os
gaios :
é
que
lhes
batem
quando
caçam
ratos.
Um
dia
foi
esta
dama
importunada
por
uma
d’
estas
enormíssimas
moscas que
tan
to
incommodam
e
aílligem.
—
João—disse
ella
para
o
criado—
agar
ra
este
insecto
com
todo
o
cuidado
;
não
lhe
faças
o
menor
mal,
e
coboca-o
na
rua
o
mais
docemente
que
possas.
.
João
pega na
mosca
e
sae
com
toda
a
cautella.
Dous
minutos depois
entra
com
a
mos
ca
na
mão.
—
Que
é
isso
João!
Pois tornas
a
tra
zer
esse
pobre
animalsinho.
—
Não
me
atrevi, minha
senhora. •.
chove
a
cantaros!
Mestre
Roque. —
Mestre
Roque, 0
i.......
vae
botar
folha.
Bravíssimo
!
Sôr
mestre
Roque:
faça
com
a
dextra
nma
trombeta
acústica, e
oiça
um
conse
lho:
Corra
papagaios,
mestre
Roque,
cor
ra
papagaios,
e
deixe-se
d’
isso.
D.
F.
p.
s.
Mestre
Roque falia
em
tribu-
naes.
Vivam
os
tribunaes
e
mestre
Ro
que
I especialmente
mestre
beldroegas,
que
ha
de
ir entribunado em
berlinda.
D. F.
LíçSe» de pi»nno.—
Um
indivíduo,
compelentemente
habilitado,
promplifica-se
a
dar
lição
de
piano
forte,
em
sua
casa
ou na dos
que
se
qoizerem
utilisar
dos
seus
serviços.
Dão-se esclarecimentos n
’
es
*
ta
redacção.
vaiiie
IMPROVISO
[A
mestre
Roque)
Mais
agudo
que
um
estoque,
mais
gostoso que os
pilritos,
é
qualquer
dos
teus
e<criptos,
mestre
Roque.
Em
to tirando 0
batoque
á
tua
»eieneia
crua,
guindas-te aos
córpos
da
lua,
mestre
Roque.
Ninguém
bola,
ninguém
toque
no auctor
de mil
comedias,
dramas,
poemas,
tragédias,
mestre
Roque.
Gaudeneio.
EXPEDIENTE
DA
ADMINISTRA
ÇÃO.
Cartas
recebidas na
adminislraçãe
d
’
esle
jornal:
Villa Nova
da
Cerveira.
—Antonio José
Ferreira.
Bougado.
—Abbade de
Ribeirão.
Cartaxo.
—
Padre
Luiz
Caetano
Pereira.
Lamego.
—
Domingos
José Pinlo
de
Mesquita.
ESPECTACULOS
THEATRO
DE
S.
GERALDO
Sabbado
24 de
julho
de
1875
Alguns curiosos
d
’esta
cidade levam
á
scena
em beneficio
das
religiosas
Ursuli-
nas
d esta
cidade
0
drama
em
2
actos
Honra e amor,
A
scena
dramatica
O
escravo,
1.
a
representação
da
chistosa
comedia
em
1
aclo
Um
marido
em
calça» parda»,
E
uma
scena cómica.
Principiará
ás
9
horas.
-------------
—
r
—
iiaxamo
«ri»
1
—■
-------
DESPEDIDA
José Luiz
d
’
Oliveira
Pessa,
mulher
e
prima
Guilhermina
Candida
d
’
Oliveira
Pes-
sa
e
Rachel
Albertina
Dias
Ribeiro,
re-
tirando-se
d’esta
cidade
por
tempo
de
dois
mezes,
e
não
podendo,
como
desejavam,
despedir-se
pessoalmente
de
todas
as
pes
soas
de
suas
relações,
0
fazem
por
esle
meio,
oflerecendo 0
seu
limitadíssimo
prés
timo
na villa
e
concelho
de
Pombal.
AGRADECIMENTOS
Antonio
José
Ribeiro
Parada,
em
ex
tremo
penhorado
e
profundamente
agrade
cido
para
com
todas
as
exc.
raas snr.
IS
e
cavalheiros,
que
durante
os seus
longos
sofrimentos
motivados
pela
fracíura
d’
uma
perna,
se
dignaram honral-o
com
as
soas
visitas
e dispensar-lhe
as
exhoberantet
pro
vas
da
maior consideração
e
estima,
vem
por
este
meio
consignar
a
todos
em
geral
um
testimunho
de
sua
gratidão
e
sincero
reconhecimento,
até
que
pessoalmente
0
possa
fazer,
como
lhe
cumpre.
Braga
18
de
julho
de
1875.
ANNUNCIOS
Pelo
commissario
da
massa fallida
de
Beroardino
d’Araujo
Carvalho
Reis,
nego
ciante
que
foi
n’esia
cidade,
fui
novamen
te
assignado
0
dia 30
do
corrente
pelas
9
horas
da
manhã
no
respectivo
tribunal
ju
dicial para
a
convocação
ou
reunião
de
credores
do
dito
fallido,
para
ahi
se
pro
ceder
á
verificação
de
créditos
conforme
0
disposto
no
artigo
1184
do Cod.
Com.
—Previnem-se
os
mesmos
credores para
que.
se
houverem
de
mandar pessoa
que
os
represente
com
procuração,
deverá
esta
satisfazer
as
condições
prescriplas e
exa
geradas
pelo
arl.
1204
do
citado
Codigo.
O
procurador
do
curador
fiscal
(2581)
Paulino
Evarislo
da
Rocha.
êmè
mm
Precisa-se d’um
creado para
cosinha.
(2585j
O
conselho
administrativo
d
’
mfanterit
8,
laz
publico,
que
no
dia
3 de
agosto
proximo
futuro,
pelai
11
horas
da manhã
na
salla
das
sessões
do
mesmo
conselho,
tem
de
se
proceder
á
arrematação
dos
ge
neros
necessários
para o rancho
dos sol
dados,
e
dietas
dos
enfermos
em
trata
mento
no
hospital
militar.
Os
referidos
generos
são
:
Feijão de
differentes
qualidades,
grão
de
bico,
arroz,
carne
de
boi, bacalhau,
azeite
doce, toucinho
salgado, vinagre,
macarrão,
pão
trigo alvo
para
sópa
e
chou
riço.
Os
preponentes
virão
munidos das
res-
pectivas
amostras,
que
premitirem
apre
sentação,
para
ficarem
depositadas aquellas
sobre
que
recâhir a
escolha no acto
da
arrematação;
Quartel
em
Braga
7
de julho
de
1875.
(2582)
O
secretario
do conselho
Bernardo
Ozorio,
Alferes
d’infanleria
8.
José
Antonio
Monteiro,
e
Joaquim
Al
ves
Vinagreiro,
íazem
publico
que
as
suas
diligencias
que
saem
diariamente
ás
6
ho
ras
da
manhã
em
direitura
a
Ponte
do
Lima
e
Vianna,
do escriptorio
do
Ribeiro
Braga,
da
Praça
do Barão
de
S.
Martinho,
fica
a
sair
desde o
dia
23
do
corrente
in-
clusivé,
ás 8 horas
da
manhã,
por
ser
mais
conveniente aos
snrs.
passageiros qoe
vem
nas
diligencias
da
manhã, de Vizella
e
Guimarães,
para
seguirem
viagem
em
direitura
para
Ponte
do
Lima
e
Viaona
do
Castello.
Preços
os
annuociados.
Braga
20
de
julho
de
1875.
O
gerente
(2583)
Ribeiro
Braga.
PABTIDO
A
CONCURSO
4
camara
municipal
d
’
este
con
celho
de
Cabeceiras
de
Basto,
ele.
Faz
publico
que
se
acha
a
concurso
por
espaço
de
60
dias,
a
contar
da
data
do presente
annuncio,
0
provimento
do
novo partido
de
medico
cirúrgico
do mes
mo
concelho,
com
0
ordenado
annual
de
2500000
reis,
e
poiso
livre,
com a obri
gação
de
residir na
rua
do
Arco, e
con
forme
com
as
condições que se
acham
pa
tentes
na
casa
da
camara.
Cabeceiras
de
Basto,
10
de
julho
de
1875.
Eu
Manoel
Leite Araújo,
0
subscrivi.
O
presidente
da
camara
(2577)
Bernardino
d
’Oliveira
LeiU.
PADRE
SENNA
FREITAS
OS LASARIS^AS
Pelo Lasarista
snr. Ennes
Preço
100
|
Pelo
correio
120
Vende-se em
Braga,
n’esta
tipografia,
Tua
Nova
n.°
3—
na
Livraria
Calhohca,
rua
do Souto e
na
Praça
Municipal, etn
casa
do
snr.
Vieira
Machado.
No Porto, Praça
de
D.
Pedro,
na
Li
vraria
Central,
de
Mesquita,
para
onde
de
vera
ser
feitas
quaesquer
reclamações.
Preço
............................
100
rs.
200000
REIS D
*
ALV1ÇARAS
Dãose
200000
reis
a
quem
achasse
e
queira
entregar
uma
carteira,
na
rua
dos
Chãos
de
Baixo
era
casa
do
snr.
José
Dio-
nisio
da
Gosta,
ou
na
rua
do»
Biscainhos
n.°
20,
perdida
no
dia
17
desde
o
Car
no
ao
Largo
da
Cadeia,
contendo
papeis
de
embarque
e
objectos
de
valor.
(2579)
Diligencias
diarias
entre
Braga,
Guimarães,
Felgueiras
e
o
Al
to da
Lixa
e
vice-versi.
Preço»
dPaninaar e bom serviço
António
Branco
e
Antonio
Padeiro
<Jc
C.
a
,
previoern
a
todos
os seus
amigos
e
freguezes que
principiam
com
uma nova
carreira
entre
Braga,
Guimarães,
Felguei
ras
e
Lixa,
saindo
de
Biaga
ás
2 horas
4a
tarde
chegando
á
Lixa
ás
8.
Os
annunciante»
tem
o
serviço
bem
montado,
e
esperam
o
favor
do
publico.
Preços
t
De
Braga
á
Lixa.................................
540
>
>
a
Felgueiras
....
440
Concedera
7 kilogrammas
de
bagagem
gratuita,
e
o
excesso
será pago a
30
réis
o
kilo.
Os
seus
escriptorios são
os seguintes:
Em
Braga,
em
casa do
snr.
José
Antonio
Marques
no
largo
do
Barão de
S.
Mani
nho.
Em
Guimarães,
era
casa do
snr.
Mello
no
campo
de Toural.
Em
Felgueiras,
em
casa
do
snr.
Ber-
nardino Pinto
de
Queiroz.
No
Alto
da
Lixa,
na
estalagem
do
snr.
Dias.
Felgueiras,
16
de
julho
de 1875.
(2576)
Arrenda-se
desde
o
S.
Miguel
um
lin
do 2.°
andar
d'nma
essa
nova
na
rua dos
Sapateiros n.°
17.
Também
se cosinha,
se
convier.
Trata-se na
rua de Santo
Anlonio
das
travessas
o.°
16.
N
’esta casa das
Travessas, vende-se
uma
estante.
(2580)
ESCOLA
AMERICANA
Recentememe
chegado
a
esta
cidade,
aonde
pretende
demorar-se
algum
tempo,
offtrece
os
seus
serviços
ao
respeitável
pu
blico etn tudo
que
disser respeito
á
sua
arte.
Extrai,
cora
e
conserta
os
dentes
caria
dos,
colloca
dentes
arliíiciaes,
com
per
feição
e
cura
todas
as
afíecções da
boc-
ca;
especialidade
da escola
moderna.
Con
sultas
e
exlracção
de
dentes
aos pobres,
grátis
das 8
ás
9
horas
da
manhã.
Consullorio,
Praça
do
Barão
de
S.
Mar
linho
n.°
27
—
2.°
andar.
(2574)
Vende-se
uma
morada
de
casas
na
rua de
S.
Vicente,
n.°
6,
com
bom
quintal e
agoa.
Quem
a
per-
tender
dirija-se
á
mesma.,
onde
encontra-
xá
cora
quem
tratar.
(2563)
JUBILEU
DO
ANHO SA(IT3
In»trueçõe»
para
a
procissão do
jubileu
Approvadas
pelo
exc.
mo
ordinário
Contém,
em
optimo papel
e
typo
bem
legivel, todas
as
orações
em
latim
para
uso
dos
parochos
e
mais
presby
teros que
acom
panham
a
referida
procissão
e
>s
quaes
se
não
acham
colleccionadas nos
Riluaes
Preço,
400
réis,
franco
de porte
Está
á
venda
na
livraria
do
editor,
Ja
cinto
Anlonio
Pinto
da
Silva,
rua do
Alma
da,
nZ
136
—
Porto.
(2578)
LANGO
COMMERUAL
DE
COIMBRA
Soeiedade
eno»yma —
responsabili
dade
limitada
São
prevenidos
os
snrs.
accionistas
d
’
es-
le
Baoco
afim
de
entrarem com
a
7.
a
pres
tação
de
10
per
cento
das
suas
acções,
desde
o
dia
16
a
24
do
corrente, das 10
horas
da
manhã
até
ás
2
da
tarde,
em
Coimbra
na
séde
do
Banco,
no Porlo,
Lis
boa,
Braga
e
Vianna,
nas
agencias
do
mesmo Banco.
Coimbra,
14
de
julho
de
1875.
Os
gerentes
Manoel
dos
Santos
Júnior
José
Barbosa
Lima
(2573)
«/.
Melchiades
Ferreira
dos
Santos.
Venda
de
casas
a
Vendem-se
juntas ou separadamen
te
dez moradas
de
casas
com
gran
de
quintal,
lendo os
n.
08 72
a 82,
próprias
para
edificação
d’
um
grande
pre
dio
e
sitas
ua
rua
da
Cruz
de
Pedra
em
frente
á
nova
rua que
se
vae
abrir
para
a
estação do
caminho
de
ferro.
Trala-se
na
mesma
rua
n.°
100
com
o
snr.
Ma
noel
Anlonio
Pacheco.
(2511)
A
requerimento
de
José
Joaquim
d
’
AI-
meida,
viuvo,
d’
esta
cidade,
pelo
cartorio
de
Moita,
á
íace
do
inventario
por
falle-
cimenlo
de
sua
mulher
se tem
d’
hasiear
em
praça
voluntara, e
entregar
se
o
pre
ço
convier, no
dia
8
do
proximo
agosto
pelas
9
horas
da
manhã,
no
tribunal
da
justiça,
as
quintas
do
Paço,
e
de
Sauda
rão,
sitas
na freguesia
de
Semelhe,
próxi
ma
d
’
esta cidade,
com
vista para
a
ci
dade ê
estação
da
linha
ferrea
e
d
’
esta
pa
ra
aquellas,
a primeira descripta
debaixo
da
verba.n.
l) 332
no
valor
liquido de
8:322^600
reis,
a
segunda
descripta
de
baixo
das
verbas
n.
,s 319
a
229
inclusivé
e
331
no
valor liquido
de
6:6720405
reis
e
ambas
já no
lance
de
12:5000000
reis
juntas,
mas
que
se
arrematarão
juntas
ou
separadamenle,
como
mais
convenha
ao
invenlaiiante e
tudo na
forma
do
seu
re
querimento.
(2570)
Agencia
do
Banco
de
Vianna
CfifiVALhOS
&
C.
‘
Bua do
Soulo
n.°
30
Esta
agencia
faz
as
seguintes
operações:
Desconta
letras
da
terra e
de
cambio.
Encarrega-se
da
compra
e venda de pa
peis
de
credito.
Recebe
dinheiro
á ordem e
a
praso
abo
nando
juros.
Empreita sobre
penhores
d’
ouro, pra
ta,
inscripções,
acções
de
bancos
e
com
panhias.
Saca
sobre
praças
do
reino
e
estran
geiras,
onde
0 Banco
tem
agencias.
Braga,
3
de
junho
de
1875.
Os
agentes,
(B
*
)
Carvalhos
&
CF
ALUGA-SE
Uina
casa
feita
de
novo,
sita
na rua
das
Agoas,
n.°
91.
Trata-se
na
rua
dos
Chãos
b
.®
43.
Póde vêr-se
das
10
horas
da
manhã,
até
á
1
da
tarde.
(2560)
Asphalto Nacional
da
Mina
de
Aseche
A
Companhia
de
Lisboa
com
escripto-
rio
no
Porlo
na
Rua
do
Bomjardim
n.°
365,
previne
os seus
freguezes
e
o
publi
co
em
geral
que
conlinúa a
encarregar-
se
de
qualquer
obra
a
que
seja
applicavel
o
asphalto,
assim
como
terraços,
impenas,
passeios
em
jardins
e
nas
ruas
publicas, ca-
valheriçes,
eiras,
etc.
A
mesma Companhia
presta-se
a
ga
rantir
o
botn
resultado
do
seu
trabalho,
sendo
sufficiente
para
recommendar
o
seu
asphalto,
a
perferencia
que
lhe
tem
si
do dada
pela
administração
das
obras
pu
blicas
e
o
repetido
chamamento
para
subs
tituir
asphalto
que
se
por
ahi
pregoa,
co
mo
vindo
do
estrangeiro.
Todos
os snrs. que
precisem
qualquer
encommenda d’este
genero,
podem
fazel-a
no
Porto
Rua
do
Bomjardim
n.’
365,
e
em Braga,
na
Fabrica
da
Fundição
do
Minho.
•
(2535)
Aviso
ao
commercio
Na
Praça
d
’
Alegria,
d’esta
cidade, o?
16, (antigo
Campo
das
Hortas) aeba-se
es
tabelecida
uma
casa de
commissões.
Seu
proprietário
loma
conta
de despachos
de
mercadorias
de
qualquer
natureza
que se
jam,
tanto
d
’
esta
cidade
para
a
do
Porto,
como
do
Porto
a
esta.
Promptifica-se a
tomar
conta
de
todas
as
fazendas
em
casa
dos
snrs.
negociantes,
e
a
entregal-as
na
do
destinatário,
(em
que
só
n
’
islo
vae
uma
grande
vantagem)
tudo
por
uma
módica
commissão
sem
competidor.
Quem
precisar
esclarecimentos
póde
dirigir-se á
casa
supra
mencionada
ao
commissario
Anlonio
Zacharias
da
Silva
Coelho.
(2536)
NOVA
FUNDIÇÃO DE FERRO
DE
Antonio Germano
Ferreirinha
NA
Travessa
de S.
João
Aonde
faz
toda
a
obra,
assim
como
bombas, conçollas,
columnas
para
gaz,
pe-
zos
novos,
panellas
á
ingleza de
todos
os
tamanhos,
canos
para
agoas
e
gaz, e
toda
a
obra
de
fundição, como grades
para
sacadas,
obra
de
metal, sinos
e
outros
ob
jectos
de
igual
teor
etc.,
pelos
preços
do
Porto.
NOVIDADE
44,
R
ua
do Souto, 44
Campos
&
Almeida,
acabam de
rece
ber grande
sortido
de chapéus de
feltro
e seda,
«ultima
moda»,
da
acreditada
fa
brica
dos
snrs.
Mata
e Silva,
do
Porlo,
que
vendem
pelos
preços
da
fabrica.
Também
se
fabricam
e
consertam
cha
péus
de
todas
as
qualidades.
(2330)
z
Vende-se
ou
aloga-se
as
casas n.®
,!
;
?3
21 e 22,
na
rua
dos Pelames,
a
primeira
casa
torre
e
a
segonda
terrea:
ambas
teem
quintal
e poço
mieiro.
Para
tratar
na pharmacia
Alvim,
Praça
da
Alegria,
o.
0
14.
LTiluslralion
de
la
mode.
O
mais
elegante,
ricamente
illustrado
e
barato
dos
jornaes
da
moda.
Publica-se
em
Pariz
uma
vez
por mez,
no formato
dos
grandes
jornaes
illustrados.
Cada
numero
contém
dez
a
quinze
mo
delos de
toilette,
uma
grande
folha
de mo
delos
de
tamanho
natuial
e
uma
magni
fica
gravura clorida.
Quem quizer
assignar
esta
publicação,
dirija-se
á
livraria
de
Eugênio
Chardron,
largo
de
S.
Francisco.—Braga.
A
empreza
offerece aos
seus
assignan-
tes
um
magnifico
coftesinho comendo tu
do
0
que
é
necessário
para
urn
toucador
e
cujos
objecios
valem
para
cima
de
20
fran
cos.
Preços
d
’
assiguatura
—
Portugal:
sem
0
referido
brinde
—
9
fr. Cora
0
brinde —
13
fr.
BRAGA
Vende-se
uma
morada
de
casas
de
3
andares
no largo do
Paço
n.°
9, trata-se
na
rua do
Souto
n.°
28
com
0
snr. Jo
sé
Antonio
da
Silva
Lomar.
(2522)
AKMAZEM
l)E
WpS
DO ALTO
DOURO
DAC
‘
CASA DE VIILE.A POUCA
RUA
DO
SOUTO
N.°
15
BRAGA.
Acaba
de
ser
sortido este
armazern
ENGARRAFADOS
Vinho
tinto
de
meza
.............................
*
t
.
...........................
190
*
>
Lagrima
..................................
>
Branco
de
meza
.......................
>
tinto
de
meza
fino.
•
.
.
27Q
>
de
prova
secca
............................
3
qq
•
Malvasia
de
2/............................
3^
>
»
velho..................................4QQ
»
Bastardo..................................
>
Moscatel......................................
gpQ
»
Malvasia
......................................
500
»
Roncão......................................
700
>
Alváralhào
.................................
500
>
Velho
de
1854............................
600
A
RETALHADO
Vinho
para
meza 50
e
80,
0
quar
tilho
tinto
e
120
0
branco.
Responde-se
e
garante-se
a
pureza
e
boa
qualidade
de
lodos
estes
vinhos,
po
dendo
todo
e
qualquer
consumidor
man-
dal-o
experimentar por
meio
de
qualquer
processo
chytnico.
N
’
esles
preços
nãa
fica
incluído
0
valor
da garrafa
que
0
comprador
apre
sentará
ou
pagará
50
reis
por
cada
uma,
(N>)
ALTA
HOVIQAOE
9®,
Rua
do Souto, 9G
Junto
à'rua
de
Jano.
CHAPELARIA
ALMEIDA
gn Acaba
de
receber
dai
melhores
fabricas do
D°rto,
na
ultima
modo,
grande
e
variado
w-
tido
de
chapeos, de
se
*
da
e de
feltro,
par»
homem,
menino, e
senhora. Bonila eolleeção
de
bonets,
que
tudo
vende
mais
barato
que
em
outro
es
tabelecimento.
Fabrica,
concerta
e
põe
na
moda, com
perfeição
qualquer
cbapeo
que
esteja
nas
circurnstancias
(2350)
METAES
VELHOS
Na
travessa
de
S.
João
n.°
5,
com
pra-se
toda
a
qualidade
da metaes,
e
ferro
velho
até
mesmo
fundido.
(860)
Traspasse
de
negocio
Traspassa-se
a
confeitaria
e
restauran
te da
rua
de S.
Marcos,
d
’
esta
cidade.
Trata-se
na mesma,
de
seu
ajuste. (2a63)
ALMEIDA & PEREIRA
Largo
do
Barão
de
S.
Marlinho
n.°
Compram
e
vendem
acções
de
todos
os
bancos
e
companhias,
e inscripções
(Tassentamento
e
eoupons.
(I)
PEDRA DE
ALVENABIA
Quem
precisar
compral-a,
vendea
Anlo
nio
Alves
dos
Santos,
Costa, na
roa
da
Sé d’esta cidade.
(256o)
--
,■
- -
_____
r~-jM-ijuu
—
1
____
-
-.im
João
Manoel
da
Silva
Guinid'
rães.
—
Rua
do
Souto n.°
43.
Compra
e
vende
Acções
de todos
os
Bancos
e
Companhias,
Inscripções
de
As
sentamento
e
eoupons.
(581)
AE8AS
MINERAES
Na
pharmacia
de
Antonio
Doming^
8
Alvim,
ha deposito
de agoas
naluraes
das
Pedras
Salgadas:
Alcalina
de
Moura,
E
n
*
tre-Rios.
das
Caídas
da
Rainha,
Sedlitt»
Verim,
Vidago e
Vichy.
(Q
*)
bragà
:
typographia
lusitana
— - É o formato de
-
comerciominho_22071875_373.pdf
Parte de Comércio do Minho (O)