comerciominho_19061875_359.xml
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-
3.
’
ANNO 1875
FOLHA COMMERCIAL RELIGIOSA E
NOTICIOSA
NUMERO
-359
Assigna-see
vende-se
no
escriptorio
do
editor
e
proprietário
José
Maria Dias
da
Costa,
rua
Nova
n.# 3
E,
para
onde
deve
ser
dirigida
toda
a
correspondência
franca de
porte.=As
assi-
gnaturas
são
pagas
adiantadas;
assim
como as
correspondên
cias
de
interesse
particular.
Foiha
avulso
1U
rs.
ÁS
TERÇAS,
QUINTAS
E
SABBADOS.
P
reços
:
Braga,
anno
l^bOO
rs.==Semestre
850 rs.==Provrn-
cias,
anno
2&4Ó0 rs
e
sendo
duas 4&000 rs.=Sèmestre
1^250
rs.=#razil,
anno
4$400 rs.=Semestre
2&300
rs.
moeda
forte.
oulO&OOO
reis
e
5&500
reis
moeda
fraca.=Annuncios
por
linha
20
rs.,
repetição
10
rs.
Para
os
assignantes
20
a/0
d
’
abatimento.
Ba.lGA—SABBADO fl® DE
JUAIIO
IIGLSISO
NONO
ANIVERSARIO
DE i'ÍO
IX,
0 GIUXDE.
*
Ha
29
annos,
que
o
mundo
catho
lico
immerso
n
’uma dòr profunda,
aguar
dava
com
impaciência
um
grande
aconte
cimento.
A
saudade
que
a
morte
de Gregorio
XVI
deixára
no
coração
dos
fieis era
ainda
bem
viva.
A
tempestade
revolucionaria
ameaçava
coda
momento
estalar
com
violência
sobre
a
cidade
dos
Papas.
A
consternação
era
immensa,
quando
o
canhão
do
castello
de
S.
Angelo, ferin
do
os
ares
com
suas
voses
de
alegria,
vae
levar
a
todos
os corações
o
jubilo
e
a
esperança.
Já
não
é
viuva
a
Esposa do
Cordeiro
Immaculado.
Pedro
tinha um
successor,
a
Egreja
Ponliíice
e
o
mundo
inteiro
um
mestre,
nm
guia.
Converleram-se em
galas
os
pesados
crepes
qoe
envolviam
de
lucio
o
orbe
ca-
tholico.
Roma
saúda
alegre
o
novo
Papa;
e
o
nome
de
João
Maria
Mastai
Ferreli
eccoa
glorioso
nas
ruas e
nas
praças,
em
Pioma
e
no
mundo
inteiro.
O
’
Pio
IX,
Pontífice
egregio do
Con
cilio
e da
Immaculada,
ave
!
Grandes
lem
sido
os
espinhos
de
que
a
impiedade
lem
semeado
a
senda
gloriosa
do
Vosso
reinado.
Enormes
as
dôres
qoe
a
descrença
ba
produsido
em
Vosso
coração
angélico.
Mas esses espinhos,
mas
essas
dôres,
com
que
intentaram
ferir-Vos
a
alma,
só
lem
aproveitado
á
Vossa
gloria,
ó
Ponli
íice
immorlal
!
Deus
ao
confiar-Vos
a sociedade,
que
enferma
se eslorcia
n
’
um
leito
de
angus
*
lias,
como
que
já
tinha
preparado
essa
aureola
de
immorlalidade
que
hoje
Vos
circunda
a
fronte
augusta.
E
o
mundo,
ao
vicioriar
pela
vez
pri
meira
o
Vosso
nome
venerando,
corno
que
presenlia
já
todos
esses
fastos
gloriosos,
que
no
decorrer
de trinta
annos
tanto
lustre
e renome
Vos
tem
dado.
Que
imporiam
os
odios
dos
maus,
se
Vós
reinaes
no
coração de
duzentos
e
cincoeiila
milhões
de
crentes?
Que
valera
as
injurias
de
ingratos
se
por Vós estão as
orações de
tantos
filhos
reconhecidos
?
E
tão vivas
são estas
afieições,
tão
entranhado
este
amor
e
dedicação,
que
nem
as
ameaças
nem o
despotismo
dos
Vossos
inimigos poderam ainda
impedir
esta
expansão
de
ardente
jubilo,
que
Vos
consagramos.
Oh
! e
que
nào
possa
o
mundo
ao
comrnemorar
o
vigésimo
nono anniversario
do
Vosso
Pontificado immorredoiro,
cele
brar
lambem
o
resgate
d’esse
captiveiro
em
que
só
pela
verdade,
e
pelo
direito
Vos
encerraram
!
Mas não!
nem
porque
sois
Prisioneiro
é
menor
a
Vossa
aucloridade,
nem
por
que
gemeis
caplho,
é
menos
respeitosa
a
affeição
que
Vos tributamos.
A mageslade
do
soffrimenlo
longe
de
diminuir
o
peso de
Vossa aucloridade
su
prema,
só
faz augmentar
a
simpatia
e
o
amor
pela
mais
generosa
das
victimas.
Nào,
bem
ao contrario de todas
as
previsões
de
uma
polilica sem
fé,
a
voz
do
Vigário
de
Christo,
levantando-se lá
oo
fuudo
do
Yalicano,
não
lem
menos
império
para dominar
o
ruido
d
’esle
sé
culo
tumultuoso.
A
palavra
que
sae
da
sua
prisão
nào
tem
menos furça para
elevar
os
opprimi-
dos sobre
a perseguição
de
que
são
vi-
ctimas.
Debalde
os
potentados
da terra,
na
loucura
do seu
poder,
pensam
em
levan
tar
diques
á aucloridade
soberana
do pri
sioneiro
do
Vaticano.
A
Sua
palavra,
superando
todas
as
barreiras,
vae até
ferir como o raio
a
consciência
perturbada
dos
déspotas
da
terra.
Faltam-lhe
exercites,
nào
tem canhões,
mas
a
Sua
aucloridade
não
conhece
limi
tes,
nem
o
seu
poder
barreiras.
Em toda
a parte
onde
chegar
um
ecco
do Vaticano, milhares
de
corações
o
aco
lhem
como
uma
voz
do
céo.
Oh
!
Pio
IX,
eslrelia
propicia
n’
esla
noite
dos tempos,
ave!
Avé,
oráculo
infallivel
da
verdade,
que
para
salvar
a
sociedade foste
dado á
Egieja
n
’
esle
dia memorável!
REVISTA ESTRANGEíiU
Hispanha.
Noticias
da
guerra
Lè-se
na
<Union>:
Hendaya,
10 de junho.
—
Na
noite
pas
sada,
empenhamos
um grande tiroteio
com
a guarnição
de
San Sebasiian.
Dez
aífousislas
apresentaram-se
ás
nos
sas
guardas.
As
deserçõe#
augmenlam
e
os
nossos
inimigos
estão
desanimados.
Na
conspiração anti-dinastica desco
berta
em
Madrid,
contam-se
cerca
de
500
oíliciaes
e
800
sargentos.
Os
guardas
civis
são obrigados
a
vi
giarem,
de
noite,
as
portas
dos
quar
téis.
Grande
inquietação
na
capital
onde
são
numerosas
as
prisões.
Mgr.
Simeoni,
pcuco
satisfeito
do
mi
nistério
regencia
despedir-se
ha
brevemen
te.
Todas
as
cominunicações
dos
nossos
bispos
protestam
contra
as
tendências
li-
vreculustas do
grupo
uniooista
Cánovas;
a
retirada
do grupo histoiico,
Orrobio^
Castro
e Cardenas
está
immioenle.
Seo
de
Urgel
9
de
junho.
—
A
guarni
ção
de
Berga
(Catalunha), tendo
ensaiado
no
dia
6
urna
sortida,
fui
batida
pelo
1.»
batalhão
de
Barcelona,
commandado
oor
Rosalés.
H
Sào
numerosos os
mortos
e
feridos.
Fizemos
63
prisioneiros.
Nartinez
Campos
torna
a
commandar
2
FOILISETOl
íiS
LAZARISTAS
DO
Drama
Galumnia
E
OS
Lazaristas
verdadeiros
I
(Continuação)
Assim se
explica a
uneção
depravada,
que
constitue
a
peça
—Os
Lazaristas.
—
Ó
escriptor
não estudou,
não viu o
real,
se
não
o
dos alfarrabios
da
escola,
e
por
isso
comrnelteu
o
altentado
d
’
aquella
dou
trinação, d
’
onde
soem
provir
os
morticí
nios
de
Madrid
em
1834,
lambem
arre
medados
era
Lisboa
na
mesma
época,
os
da Communa
em
1870
e
os
feroses
tu
multos
de
Buenos-Ayres,
já
n
’
este
anuo.
O
sor.
Ennes
está ahi agora,
como
os
seus
antecessores,
armando
de
punhal
e
de
pelroleo o
sectário
assassino;
e,
apon
tando-lhe
o
Lazarista,
que
passa,
ou
a
quem
se
dá
esse
nome,
brada:
Apunhala,
assassina
esse infame !
E
com
eíTeito,
só
elevado
pela
sinis
tra
miragem,
é
que
o
snr.
Ennes
destil-
lou
etn
sua
obra
a
furia assassina.
Se
elle
houvera estudado
o
real,
havia
de
ao
menos
distinguir
o
discípulo
de
S.
Vicente
de
Paulo,
e
não
o
dar
por dis
cípulo
do
S. Ignacio de
Loyola
; depois
havia
de
ver
que
o
fundo
de
sua
obra
é
uma
impossibilidade
moral.
Já
nós, por
muitas
vezes,
lemos
pro
vocado
toda a
libertinagem
a
dar-nos o
nome
de
um
seu
lazarisla
ou
de
um
seu
jesuila
real.
Temos
pedido
e
repelido
es
ta
prova
realista
e
sernpre
debalde.
Dão-
uos
o
Bodin
do
Judeu
Errante, como
amanhã
nos
daião o Bergeret
da
mira
gem
Ennes,
e
acabou-se.
Pois
o
sor.
Ennes,
snr.
E.
Navarro,
snrs.
da
c/ogue-Ennes, decclaramos
que
realismos
d’
e»sa
miragem
sedaria
não
são
de
tec.eber,
a
nào
ser
por
platêas,
já
des-
inoralisauas
e
estúpidas.
Ponham-nos
pa
ra
alli
um
nome
proprio
real,
como
nós
pomos
alguns,
e
poremos
quantos
centos
queiram.
O
nosso
Lazausla
chama-se
Pa
dre
Elienne,
o
Superior-geral,
que
mor
reu
no
anuo
passado,
chama-se
o
uovo
Supeiior-geral,
eleito
poucos mezes
de
pois,
o
Rev.°
Padre
Boiè.
II
Compre
dizer
alguma coisa
d’esles
dois
grandes
homens
de
bem
e
ao
mesmo
tem
po
dos
grandes
condoctores
de homens.
Quando
em
março
de 74
morreu
o
Padre
Elienie
(e
conservamos
o
nome
írancez
por
ser
mais
fallado
e
conhecido)
o
sentimento
catholico
manifestou
se
em
Paris
em
uma
folha
séria
e grave
nos se
guintes
termos
:
<0
Rev.mo Padre
Elienne,
Superior-
geral
dos
Lazaristas e das
Irmãs
da
Ca
ridade
falleceu
hoje
(13
de
março de
74)
pelo
meio
dia, oa casa
da
rua
de Sé-
vres,
com
72
annos
de
idade.
Ha
«ia
35
que
administrava
com
tanta firmeza,
co
rno sapiência,
os
irnmensos
ioteresses.
que
lhe
eslavain
confiados.
A
sua
sollicitude
eslendia-se ao
mundo
inteiro;
pois
é
sa
bido,
que
os
Lazaristas
são
padres
mis
sionários,
que
levam
a
toda
a
parle
a
pa
lavra
de Deus,
como
as
Filhas
da
Cari
dade
por
toda
a
parte
semeiam
as
obras
de
S.
Vicente
de Paulo.
O
Padre
Elienne
suppoitava
valenlemeote
u
pesado
encargo;
mas
eiuquanto
a
alma
era
firme ainda,
o
corpo
ia-se
quebrantando.
Assim,
desde
alguiu
tempo,
que a
sua
saude
inspirava
a
seus
filhos vivas
inquietações,
e
ha
dois
(lias
recebera
os
últimos
sacramentos.
<
Não
o
surprehendeu
a
morte;
achou-o
artes
preparado;
e
demais
para
os filhos
de
S.
Vicente
de
Paulo,
que
passam
uma
parle
de
seus
dias
á
cabeceira
dos doen
tes
e
moiibundos,
o
passamento
não
é
morte,
é livramento;
inas
os
que
assim
parlem
contentes,
deixam
apoz
o
loto.
Assim
a
morte
do
P.
Etienne
será
uma
dôr
para
toda a
Egreja.»
Tal era
a
voz
do
sentimento
catholico
que
no
transito
do illustre
successor
de
S.
Vicente de Paulo,
expressado
por
mão
secular
t>o jornal
religioso
Le
Monde.
La
Semaine
Religieuse
de
Seos,
expri-
uiiudo
o
pensamento
do
clero
secular,
por
occasião
do mesmo acontecimento,
dizia:
<
Entrado
(o
Padre
Superior)
no
73.°
anno
de edade,
e
55.°
de profissão,
o suc
cessor
de
Mr.
Vincent, d’
esle
recordava
o
espirito
e
as virtudes,
mostrando-se
tão
excellente
religioso,
como
sabio
e
in-
telligente
Superior.
«
As
soas
obras
serão
por
longo
tempo
o
seu
panegírico.
Graças
á
soa
infatigá
vel
aclividade
as
Irmãs
da
Caridade
de
cuplicaram
espalhando-se
por toda
terra
;
ao
seu
espirito firme
devem
ellas,
o
que
é
melhor
ainda,
lerem
guardado,
em
meio
d
’esia
maravilhosa
prosperidade
a
simpli
cidade dos
primeiros
tempos.
As
missões
do
Oiienle
receberam
do
seu
zêlo
escla
recido
o
mais
feliz
impulso,
«.pesar
de
contrariedades
de todo
gener».
as
suas
emientes
qualidades
de
administrador
oram
allamente
apreciadas
pelo clero
regular.
Mantinha
relações
com
os
homens
mais
consideráveis
do
seu
tempo,
e
enlre
elles
tinha
as
mais
acrisoladas
amisades
.
<
Ha
muitos
annos
em .ucta,
com doen
ça cruel,
viu
vir
a
morte
com
rosto
se
reno
e
regulou
o
grande
e
supremo
ne
gocio
com aquella
lucidez
d’
espinto
e
for
taleza
de
caracler,
que
em
tudo
mostra
va. Rogo a
Deus,
dizia
repetidas
vezes,
que
a
minha cabeça
permaceça
boa
até
o
fim
:
a prece foi
ouvida.
ÇCon‘
.inúa)
as
iropas
aflonsistas,
mas
sem
reforços
e
sem
dinheiro.
O
joven
D.
Affonso,
a
quem
elle
só
collocou
no
throno
de
sua
mãe,
não
con
seguiu
reconcilial-o
com
Cáoovas
nem
com
Jovellar.
No
Centro
Dorregaray
fortifica
as
al
turas
de
Alcora,
onde
bateu
a
divisão
Montenegro.
O
antigo
chefe
do
nos^o
exer
cito
do
Norte
parece
querer
estabelecer
no
Aragão
e
Valência
o
sistema
de
li
nha
que
deu
tão bons
resultados
nas
pro
víncias
vasco-navarras.
—Lille
10 de
junho
—O
famigerado
cu
ra
Santa
Cruz,
internado
na
nossa
cida
de,
celebrou
hontern
a
missa
na
capella
dos jesuitas,
rua
de
Barre.
O
seu
recolhimento
e
a
sua
humilda
de deixaram
uma
profunda
impressão nos
assistentes.
Terminada a
missa,
encarregou
um dos
nossos
chefes
de
transmittir
aos
seus
ami
gos
e
antigos
camaradas
estas
palavras
magnificas
na
bocca
d
’
um
tão
terrível
guer
rilheiro
:
«A
unica
ajuda
que
lhes
darei para
o
futuro,
será
orar
com
fervor
todas as ma
nhãs,
para
que
triunfe
a
justa
causa do
Bei,
que é lambem
a
de
Deus
e
da
pa
tria.»
—
O
«Diário
de
Tarragona»
dá
a
no
ticia da
entrada
dos
carlistas
em
Mont-
blanch.
A
columna
compunha-se
apenas
de
uns
300
homens,
commandados
por Mora.
—
Lê-se
na
«Union»:
Escrevem
de
Tolosa ao «Courrier de
Bayonne»:
Na
batalha de
Alcora
de
que
sahiu
victoriosu
o
general
Dorregaray,
os car
listas
mostraram
um
sangue
frio
bem
raro
nos
exercitos,
sangue
frio
de que
depen
deu
a
sorte
da
batalha.
A
batalha deu-se
entre
os
affonsistas
em
numero
de
8:000
homens
protegidos
por
uma
poderosa
ar-
tilheria.
e
os
carlistas
que
não
tinham
se
não
4
000
homens
de
infanteria
;
as
posi
ções
occupadas pelo inimigo,
superior
em
numero,
não
permittiam
que
os
carlistas
se
aproximassem,
era
portanto
necessário
alcançal-o
de
qualquer
modo,
para
isso
o
general
Dorregaray
mandou
avançar
o
cen
tro
da
sua
linha
e
ordenou
immediatamete
a
retirada
a
toda
a
pressa.
Este
movimento
executado
debaixo do
fogo
dos
aflousistas
produsiu
o
effeito
es
porado,
porque
logo
se
lançaram
em
per
seguição
dos
fugitivos,
sem
perceberem
o
estratagema.
-
Quando
o
general
carlista
julgou
o
mo
mento
opporluoo,
mandou
carregar,
e,
sem
recuarem
mais
um
passo,
estes
dois
ba
talhões,
que
pareciam
fugir
ante
a»
baio-
uetas
liberaes lançam-se
sobre
elles ao
grito
de:
Viva o
rei
1
espalhando
a
morte
nas
suas
fileiras e pondo-os
em
completa
debandada.
GAZETILHA
Consagração ao
SS.
Coração de
Jesus.
— Celebrou-se
no
dia
16, como
se
havia noticiado, a
solemne
consagração
ao
SS.
Coração
de
Jesus,
na
mageslosa
egreja
do
Collegio
Ursolino
d
’esta
cidade.
Foi uma
festa
imponente
e
essencial
mente
religiosa.
O
templo, não
obstante
a sua vastidão
e
a festa
ser
em
dia
não
sanctificado,
es
tava
lilteralmente
cheio
de
fieis.
Pelas
cinco
horas da tarde deu-se
prin
cipio
a
esta
imponente
«olemuidade
com
a
exposição
do
SS.
Sacramento
;
cantou-
se
em
seguida
o
himno
Veni
Crealor
Spirilus,
alternadamente
pela
orchestra
e
por
um côro
de
sacerdotes, terminado
o
qual,
subiu
á
tribuna
sagrada
o
rev.0
pa
dre
Manuel
José
Martins
Capella, digno
reitor
de
Paiuzella,
sacerdote
respeitabi
líssimo
pelo
seu
saber
e
piedade. O
seu
discurso
todo
repassado
de
uocção
e
rico
de
doutrina, foi
avidamente
escutado
pe
la
distiocla
e
piedosa
assembleia que
com
punha
o
auditorio.
Sua
s.
a
satisfez
plenamente, e
nutri
mos
as
melhores
esperanças
que
muitas
mais
vezes
teremos
o
gosto
de
o
ouvir
prégar
n’
esta
religiosa
cidade.
Findo
o
sermão,
o
orador recitou
a
Consagração
que
foi
acompanhada por
os
fieis, divhando-se
em
todos
a
mais
pro
funda
devoção.
Terminado
este
acto o
rev.m°
snr.
pa
dre
João Rebello
Cardoso
de
Menezes,
mui
digno
presidente
da
associação
da
devoção
ao
Coração
Agonisante
de
Jesus,
entoou
o
Te-Deum,
que foi
continuado
a
grande
instrumental pela
orchestra
do
sr.
Luiz
Baplista
da
Silva
; succedeu-se-lhe
o
Genitori,
terminando toda
a
solemnidade
com
a
bênção
do
SS.
Sacramento.
O
templo
eslava
ricamente
adornado,
e
ao
lado do
Evangelho
via-se
em
um
dos
altares,
sobre
magnifico
throno,
a
Imagem
do SS.
Coração de
Je
*
us,
cercado
de
lu
zes
e
flores;
e
já
que
falíamos
em
lu
zes,
accrescentamos
que nunca
a
egreja
do
Collegio
esteve
tão
illuminada.
Assistiram
ao
acto
grande
numero
de
ecclesiaslicos,
que
lodos
gratuitamente
pres
taram
seus
serviços;
a
irmandade
de SS.
Coração
de
Jesus,
Nossa
Senhora
da
Tor
re e
Boa
Morte
;
o
Collegio
do
Espirito
Santo
e
milhares
de
fieis
de
todas
as
classes.
Não
se
cance
a
impiedade,
que;
traba
lha
em vão
;
jamais
seus
desejos
serão
cumpridos:
desengane-se,
quanto mais
cruel
for a
guerra
que
declarar
á
causa
santa da
religião,
tanto
redobrará a
co
ragem
e
denodo
dos
verdadeiros
catholicos,
que
confiam
nas
promessas
de
Jesus,
e
es
cudados
com
a
protecção
do seu
Aman
tíssimo
Coração,
não
só
escarnecerão
da
impiedade,
mas
até
do
proprio
inferno.
Ao
loealioto do «Jornal do Mi
nho».
—
Ao
sugeilo
que
lem
escripto
as
Iocaes referentes
á
questão
da
pateada
dos
dias
5 e 6
d
’
este
mez,
recommendamos
o
que sobre
os
impressos
respeclivos
dizo
«Jor
nal
de
Lisboa»,
uma
das folhas
mais
sisuda
*
e
illuslradas
que
«e
publicam
neste
paiz;
assim
como
recommendamos
o
que
se
pu
blicou
na
«Lucta»,
uo
«Imparcial»,
no
«Jornal
do Porto»,
e
o
modo
porque
o
chronista
lheatral
do
«Commercio
do
Por
to»,
e
os
d
’
outros
jornaes,
d
’
uicontesta
seriedade, teem
avaliado
os
altos
méritos
de
Josefa
d
’
Óliveira,
a mais
rasteira
in
significância
que
tem
invadido
o
palco por-
tuguez.
Publicação.—
Recebemos o 2.°
fas-
ciculo
do
romance
Os
Dramas
do
Novo
Mundo,
traduzido
pelo
snr.
Guimarães
Fonseca.
Agradecemos.
O»
«Uazariatag»
no thentro aca
démico
de Coimbra»
—
Os Lazaristas
obra
tristemente
celebre, ejaculação
hybri-
da
da
fantasia
do
snr. Eunes,
foi
á
scena
no lheatro académico
de
Coimbra,
escreve
o
«Correio
da
Tarde».
Era
muilo
natural
que
o
festejado
au-
ctor
d
’
aquelle
acerbo
de
mentiras
e
indi
gnidades
quizesse
mostrar
na
luza
athe-
nas
o
posto
fecundo
do
seu
talento
que
tem
boquiabertos
os
basbaques.
Sabemos,
porém,
que nas
quatro
noi
tes
em
que
foram
reprezentados os
La-
zarislas
em
Coimbra,
não
se encontravam
no thealro nenhuma
das
principaes
famí
lias
d’
aquella
cidade.
Registamos
este
facto
sumamente
hon
roso para
as
illustres
damas
conimbri-
censes.
Desengane-se
o
snr.
Ennes
:
poderá en
contrar
n’
esse
paiz
algum admiravel
en-
thusiasla
da
sua
(muilo
sua)
estupenda
obra
; poderá
receber
corôas
e
palmas
d
’
alguns
pobres
diabos
que
entendem
tan
to
de
Lazcristas
como
o
snr.
Ennes;
mas
o
que o
snr.
Ennes
não
consegue
é
il-
ludir
a
gente
honrada
e
honesta
que
re-
pelle
com
indignação
e
despresa
com
di
gnidade,
a
sua
miserável
obra,
que
além
de
tornar
problemática
a
delicadeza
do
au-
ctor, é
de mais
a
mais
um
insulto
a
uma
classe
que
é
todavia
digna
de
considera
ção.
Dizem-nos
lambem
de
Coimbra que a
geote
sensata
que
por
mera
curiosidade
foi
ver o drama,
riu-se
da simplicidade
do
snr.
Ennes.
A
rapasiada
académica
applaudiu,
como
applaudiria
por
exemplo
um
drama
em
que
o
snr.
Ennes
representasse
o
papel
d
’
um
pobre
diabo
que
se
prestava
a
tudo
para
contentar
as
exigeucias
da
bar
riga.
O
snr.
Magalhães
Lima
que
tem
a
in
comparável
habilidade
de
dizer muita
bas
ta
asneira
em
poucas
palavras, recitou
um
discurso
que
principiava
por
esle
admira
vel
bocadinho
—
Elle
ahi
vem....
A
rapasiada sempre
prompla
para
a be
xiga como
se
diz
em
linguagem
académi
ca
desatou
em
gargalhadas,
e
o snr.
Ma
galhães
Lima continuou
a
bolar
falia.
Parabéns
ao snr. Ennes,
e
ao
snr.
M.
Lima.
—
Árcades ambo.
Como
elle
foge!
—
O
pobre
diabo
encadernou-se
no
seu gibão
de
covardia
ootoria,
desandou
sobre
os
calcanhares,
e
somiu-se
no
horisonte.
Ora
vejam
:
lUllima
resposta.—Ao
localista
do
«Com-
mercio
do Minho»
respondemos
com
a
se
guinte
maxima
:—
Deve-se capitular
com
a
ignorância
e
a
toleima,
como
com
um
ini
migo
superior em
força.»
Para
que
se
possa
comprehender
bem
as
palavras que
deixamos
transcriptas
do
«Jornal
do
Minho»,
diremos
que
o
ra-
biscador éo
snr. José M>reira
Bello,
em
pregado na
tipografia
onde
se
imprime
aquelle
jornal.
E
lemos
dicto.
Bom donativo.—
Os
jornaes
de
Pra
ga
de 8
de
junho annunciam
qne
a
prin-
ceza
Wnidschgraelz
mandou
a D.
Carlos
300:000
florins,
cento
e
trinta
e
cinco
contos
de
reis,
produclo d
’uma
sub
*
cri-
pção
que
ella
promoveu pela
nobreza
da
Bohemia
em
favor
da
causa
carlista.
Prograininn.
—
O
dos
festejos
com
q«e
a
confraria
de
S-
João
Baplista
des
tina
celebrar
esle
anno
o
nascimento
do
seu
padroeiro é o
seguinte
:
A
’
s
6
horas
da
manhã,
depois
da
ce
lebração
d
’
tima
missa solemne na parochial
egreja
de
S.
João
do Souto,
uma
giran-
dola
de
foguetes
annunciará
a
sahida
do
carro
representando o
nascimento
do
Santo
Baptista
com
bailados
de
pastores
e
pasto
ras
entoando
cânticos
alhisivos áquella
fes
tividade
e
percorrerá
as
ruas e praças
se
guintes
:
Largo
de S. João, Campo
dos
Reme
dios,
Rua
de S.
Marcos, Praça do
Barão
de
S.
Martinho,
Rua
do
Souto,
Galleria,
Rua
Nova,
Praça
d’Alegria,
Rua
de
S.
Miguel
o
Anjo,
Rua
da
Sé,
Traz
da
Sé
e
Rua
de
S.
João.
Outra
girandola
de
fogueies
pelas
8
ho
ras
annunciara
a
sahida
o
rei
David
com
toda
a
sua
côrte
que
percorrerá
o
mesmo
transi
to dançando
n
’
aquelles
mesmos
pontos on
de
tiverem
dançado
os
pastores.
A
’
6
horas
da
tarde
novas
girandolas
de
fogueies
e
repiques
de
sinos
annun-
ciarão
a
procissão,
que
percorrerá
as
ruas
e praças indicadas que se
acham profusa
mente
enbandeiradas
e
guarnecidas
de col
chas
de
damasco.
O programma
da
porcissão
é
o
seguin
te
:
Um
piquete
de cavallaria abrirá
o
prés
tito seguindo-se-lhe
uma
philarmonica
com
um
côro
de
pastores
entoando
alegres
can
ções
em honra
do
Santo
Precursor.
Depois
seguem
as
confrarias
do Sacramento
e
Apre
sentação
e as irmandades
de
S.
Vicente,
de
Nossa
Senhora
a
Branca,
e
da
Senhora
da
Ajuda.
A
confraria
do
Baplista
S.
João
con
duzindo
o
andor
do mesmo santo, ao lado
do qual
irá
outro
côro
de pastores
entoan
do
como
o
primeiro
hymnos
d
’
alegria.
No
centro
das
mencionadas
confrarias
e
irmandade
irão
quarenta
anjinhos
primo-
rosarnente vestidos,
conduzindo enblemas
allusivos
á
solemnidade
do
dia.
Formando
duas
extensas
alas
seguirão
depois
com
tochas
os collegiaesde
S
Cae
tano,
e
apoz estes
a
real
irmandade
de
San
ta
Cruz,
fechando
o
préstito alguns
eccle-
siasticos com
capas
de
asperges
e
o
pallio,
debaixo
do
qual
será
conduzido
o
Santo
Lenho pelo rev.
ni
*
parocho
da
freguezia.
Alraz
do
pallio
irá
a
banda
de infantaria
8
com
a
sua
respecliva
guarda
d’
honra.
Anniversario
da
coroaf&o
de 9.
Santidade.
—
Preparam-se
grandes
feste
jos
para
commemorar
o
29.°
anniversario
da
Coroação
do
N.
SS.
Padre
o
Papa
Pio
IX.
E
’
de
esperar
que
todos
cs
bracaren-
ses
não deixem,
por
essa occasião
de
ma
nifestarem
o
grande
amor
que
consagram
ao
Pae
commum
dos
fieis,
assistindo
ao
<
Te-Deum»
que
por
Ião
fausto
aconteci
mento
se
ha
de
felebrar
no
magestoso
tem
plo
do
Populo,
e
illuminando a
noite
a
fronteira de
suas
casas.
Santificação
do
domingo»
—
Os
mercadoies
d
’
esla
cidade
resolveram
lam
bem
não
abrir os
seus
estabelecimentos
aos
domingos
e
dias santificados.
Dizem-nos
que
ha
apenas urn
dissidente.
Festividade.
—
Nos
dias
26
e
27
fes
teja-se
na
egreja
de
S.
Lazaro
a
Imagem
do
Senhor
da
Verónica,
o
qual
se
venera
n
’
um
oratorio
da
rua
das
Agoas.
No
sabbado
haverá
leilão
de
prendas,
fogo,
e
illurninação.
Dewpaelaos eeelcsiasticos.
—
Pelo
ministério
da
justiça
houve
os
seguintes
des
pachos,
de
que
dá
hoje
couta
o
«Diário
do
Governo».
Declarados
sem efleilo
o
do
decreto
de
5
de
fevereiro
e
carta
regia
de
23
de
ju
lho de
1874
porque
o
presbyiero
Antonio
Rodrigues
Rocba de
Figueifedo,
parocho
collado
na
egreja
de
S.
Carlos
de Fataiio-
ços,
do
bispado
de Vizeu, fôra
apresenta
do
na
egreja
parochial
de
S.
Miguel
de
Bodiosa.
Declarados
sem
efleilo
o
decreto
de
23
de
setembro
e
carta
regia
de
18
no vem.
bro
de
1874
porque
presbítero
José
quim
Dias
da
Costa
Ferreira,
fôra
apresen
*
tado
na
egreja
parochial
da
Santa
Eulalia
de
Gonjoim.
Declarada
sem effeito,
nos
termos
do
artigo
7.
’
do
decreto de
dezembro
de
1861
a
mercê
que
por
decreto
de
5
de
junho
e
carta
regia
de
13
de
novembro
de
18oQ
fora
feita
a
José
Thomaz dos Santos, d*
serventia
vitalícia da
thesouraria
da
egreja
parochial
de
Nossa
Senhora
da
Ajuda,
de
Lisboa.
Declarado
sem
effeito,
a
requerimento
do
agraciado,
o
decreto
de
22
de
abril
q
|.
timo,
pelo
qual
o
presbytero,
Macario P
íq
.
lo
de Sousa
Coutinho,
parocho
collado
ni
egreja
de
S.
Pedro
de
Penude,
do
bispa,
do
de Lamego,
fôra
apresentado
na
egreja
parochial
de
S.
Pedro de
Manhouce.
O
presbítero
Antonio Dias
Ferreira
de
Vasconcellos,
parocho
collado
na
egreja
de
Santa
Maria Magdalena
de
Alvaiazere
—
apresentado
na
egreja
parochial
de
S.
Ma-
mede,
da
cidade
Lisboa.
O
presbítero
Antonio
Maria
Barbosa
—
apresentado,
na egreja
parochial
de
S.
Ben-
to
do
Louriçal
do
Campo, no concelho
de S.
Vicente da
Beira,
do
bispado
de
Cas-
tello
Branco.
O
presbítero
Antonio
Ribeiro do
*
San-
los
Viegas, parocho
collado
na
egreja
de
>anta
Alaria e S.
Miguel
da
Villa
de
Cio-
tra, do
patriarchado
—
apresentado,
<>a
egre-
ja
parochial
de
S.
Vicente
de Fóra,
S.
Thomé
e S. Salvador da cidade
de
Lisboa.
O
presbítero
Antonio
Rodrigues
Roclu
de
Figueiiedo,
para
collado na
egreja
de
S.
Carlos
de
Fatauuços
—
apresentado,
na
egreja
parochial
de
Santo
Adrião
do
Sul.
O
presbítero João Jacintho de Sequeira
—
apresentado,
na
egreja
parochial
de
Nos
sa
Senhora
da
Conceição,
da diocese
do
Algarve.
O
presbítero Joaquim
Nunes
Ferreira
—
apresentado,
na
egreja
parochial
de
Nsssa
Senhora
da
Conceição
das Abireiras, do
patriarchado.
O
presbytero
José
Ferreira
Garcia
Di-
niz,
parocho
collado
na
egreja
de
Nossi
Senhora
dos
Mariyres
de
Lisboa—
apresen-
do,
na
egreja parochial
de Nossa
Senhori
da
Encarnação,
Ja
mesma
cidade.
O
presbítero
José
Joaquim
Dias da
Cos
ta
Ferreira
—
apresentado,
na
egreja
paro
chial
de
S.
Gouçalo
de
Valença, no
bis
pado
de
Lamego.
O presbítero José
de
Sant
’
Anna
Caldei
ra—
provido
na
secretaria
vitalícia
da
the
souraria
da
egreja
parochial
de
Nossa
Se
nhora
da
Ajuda,
de
Lisboa.
O presbítero
Luiz
Ferreira
da
Silva
Ta
vares
—
apresentado
na
egreja parochial
de
Santo
Izidoro,
do
patriarchado.
O
presbítero
Pedro
Pinto Leitão
—
apre
sentado,
na
egreja
parochial
de
Santa
Ma
ria Maior,
de
Tarouquella,
do
bispado
de
Lamego.
O
presbítero
Tirnoiheo
José
de
Morae<
Castro
Barroso
—
apresentado,
na
egreja
pa
rochial de
S:
Miguel
das
Tres
Minas,
do
bispado
primaz
de
Braga.
Viram
por ’I»i o
papa fina ? —
Dão-se
boas
alviçaras
a
quem
descobrir
o
paradeiro
do
localista contra
peso
do «Jor
nal
do
Minho.»
Porttaguezes
fallecido».—
Falle-
ceram
no
Rio de Janeiro,
desde
15
a
21
de
maio,
os
seguintes:
José
Antonio d
’Ohveira, 22
annos,
sol
teiro
;
Maria
Saraiva,
31
a,
casada;
Gas
par
Teixeira
Pereira
do Lago,
14
a
;
Phi-
lomena Amalia Gonçalves,
20
a, s;
An
tonio
pa
Rosa, 19
a,
s;
Cadota Ferraz,
17
a,
c;
José
Maria
dos
Santos Albuquer
que,
51
a, c;
Antonio
José
da
Cosia
Soa
res
e
Cruz,
21
a,
s;
Manuel
da
Costa,
23
a,
s;
Francisco
Coutinho,
24
a,
s;
Antonio
Rodrigues
do
Espirito
Santo,
36
a,
s
;
Antonio
Martins Bastos,
12
a
; The-
reza de
Jesus,
9
a ;
Antonio
de
Araiijo
Coutinho,
21
a,
s;
Silvano
de Olivar,
22
a,
s
;
Francisco
Rodrigues
Machado,
25
a,
s;
João
Martins
d’
Oliveira,
37
a,
s;
Francisco
da
Rocha
Monteiro, 30 a,
viu
vo
;
José Joaquim Alves,
32
a, s;
Can
dida
Maria
Soares,
58
a,
s; Maria
da
Conceição
Silva
Moreira,
65
a,
v;
Maria
Emilia de
Pinho,
17
a,
s;
José
Vieira,
23
a,
s;
João
Ferreira
Nunes,
14
a;
Ma
nuel
Joaquim
Fernandes,
30
a, c; Joa
quim
Fernandes da
Silva,
24 a,
s
;
José
Antonio
de
Lima,
44
a.
c
;
Antonio
José
de
Freitas,
51
a,
c;
Manuel
Domingos
Correia, 44
a,
s ;
José
Antonio Rodrigues,
31
a,
c;
Gaspar
Pereira
da
Silva
Mon
teiro, 13
a;
Sebastião
Teixeira
Pomba,
17
a,
s;
Antonio
da
Silva
Gil,
17
a.,
s;
Antonio
Correia
Rodrigues,
24
a,
s;
João
Antonio
Pereira,
22
a,
s ;
Alexan
dre Gonçalves,
28
a,
s;
José
da
Costa
3
Barreiros,
60 a,
c
;
João
Joaquim
Gon
çalves
Porto,
52
a,
v.
PEDIDO
Tendo
de
sahir
no
dia 21
do
corrente
pelas
6
horas
da
tarde
da
parochial
egre
ja
de
S.
João
do
Souto
a
procissão
de
S.
João
Baptista,
pede-se
a
todos
os
irmãos
da
respectiva
confraria,
para que
se dignem
tomar parte no
préstito.
O
secretario,
Manoel
Bernardino da
Cunha
e
Silva.
A
SEMANA RELIGIOSA BRACARENSE
Publicou-se
o
n.°
3
d’este semanario
re
ligioso
que
em
parte
vem substituir
a
Lniao
Catholica
e
Atalaia
Catholica
que
por
es
paço
de
19
annos
se
publicou
n
’
esta
cida
de,
e
o
qual
conterá
:
.
As
leis,
decretos e
portarias do Minis
tério
dos Negocios Ecclesiasticos.
As
Pastoraes,
Exhortações,
Editaes e
oiitras
medidas
geraes
expedidas
pela
Secre
taria
de S.
Exc.
a
Rev.
ma
o
Snr.
Arcebispo.
Os
editaes
de
concurso,
os
provimen
tos
das
egrejas,
as
Provisões
dEncommen-
dação
e
outros
actos
da
Camara
Ecclesias-
ticado
Arcebispado.
Os factos
mais
notáveis
da Egreja
Catho
lica
com
relação
a
Portugal.
Artigos
de
doutrina
religiosa,de
lilhurgia
e
de
Historia
Ecclesiaslica que
digam
respei
to
a
este
Arcebispado
Primaz
das
Hispanhas.
Apotegmas
ou
ditos
sentenciosos
que
tenham
alguma moralidade.
Biographias
de
varões
illuslres por
sua
sciencia,
virtude
e serviços
feitos
á
Egreja.
Preço
d
’assignalura:
por
anno
l$200
—
seis mezes
600
réis.—
Com
estampilha
por
anno
i$500
semestre
150.
Assigna-se
em
Braga,
na
rua
Nova
de
Sousa
n.° 3, para
onde
deve
ser
remetti-
da
toda
a
correspondência
ao
editor
José
Maria
Dias
da
Costa.
Matérias
contidas
no
presente
numero
:
Carla encyclica
do
Summo
Pontífice,
publicando
o
jubileu
do
anno
santo.
(Conclu
são.)
Expediente
ccclesiastico
do
arcebispado
de
Braga.
Secção religiosa.—
Acto
de
consagração
ao
Sagrado
Coração
de
Jesus.
Secção
lideraria.—
Conflicto
religioso
na
Allemanha.
Segur
e
os
seus
escriplos.
Noticias
e
fados
diversos.
SAÚDE
A TODOS
sem
medicina,
pur
gantes
nem
despezas
com
o
uso
da
delicio
sa
farinha
de.
saúde,
HEVALESCIERE
DU
BARRY
de Londres.
#7 annoM «Uinavariavel Huceeatjo
4
Qualquer
doente
acha
por meio
da
deliciosa
Bevalesciére,
saude,
energia,
ap-
petite,
boa
digestão
e
bom
somuo.
Cora
as
indegesiões
(dispepsia)
gaslricas,
gas-
tralg.as,
llegmas,
arrotos,
ventos,
flatos,
atnargôr
na bocca,
pituitas.
nauscas,
vo-
tn'los,
irritação
intestinal,
diarrea,
disente
ria,
collicas,
asthma,
falta
de
respiração,
oppressão,
congestões,
mal
aos
nervos,
diabeihe,
debilidades, todas
as
desordens
do
peito,
na
garganta, do
alito,
das
bron-
chites,
da bexiga, do
fígado,
dos
rins,
dos
Intestinos,
da mucosa,
do
cerebro
e do
sangue: 75:000
curas
entre
as
quaes
con
tam-se
a
do
duque
de
Pluskow
e
da ex.
ma
snr.
a
marqueza
de
Bréhan,
dos
doutores
Manuel Saens
de
Jejada
da
universidade
de
Cordova,
etc.
etc.
Adra, província
de
Almeria,
(Hispanha),
10
de
outubro
de 1867.
Meus senhores:—
Tenho
a
satisfação em
fazer-lhe
sciente
qoe
minha (ilha
com
o
uso
d
’
esta
deliciosa
farinha
chamada
Be-
Vftlescière
c!aoeolata«la,
curou
radi-
calmeuie
de
uma
erupção
cutanea,
que
lhe
impedia
dormir
por
causa
da
comixão
insuportável
que
padecia.
—
De
V.
S.
a at-
letito
venerador,
P
errin
de
la
H
ittoles
,
ao
Visconsulado
de
França.
Cura 78:421.
(Herpes)
—
-Valença
14
de
setembro
de
1873.
Uma
minha
amiga
que
padecia
havia
muitos
annos
de
Herpes,
foi
curada
com
pleta
mente
com
a
Bevalesciére.
—
J.
B
atl
-
I-
ori
,
fabrica
de
massa,
Praça
de
S.
Ca
tarina,
9.
Cura
56:936.
Barr
(Baixo
Reno)
4
de
junho
de
1862.
Senhor
:
—A
Bevalesciére
tem
feito na
minha
pessoa
uma
mudança
maravilhosa,
tendo
readquirido
não
sómente
as
minhas
forças,
rnas também
parecendo-me
que
es
tou
complelamente
remoçado,
tornou-me
o
appetite,
que
desde
muilo
tempo
tinha
per
dido, e
a
oppressão e
o
pezo
que
padecia
haviam
já
40
annos,
já
uão me atormen
tam.
D
avid
R
uff
,
proprietário.
Seis
vezes
mais nutritiva do
que
a
car
ne
sem esquentar, economisa cincoenta
vezes
o
seu
preço
em
remedios.
—
Preços
fixos
da
venda
por
miudo
em
toda
a
pe
nínsula
:
Em
caixas
de
folha
de
lata,
de
*
/ A
kilo,
500
;
de
kilo
800
rs
;
de
um
kilo,
14400
reis;
de 2
*
/,
kilos,
34200
reis;
de
6
ki-
los,
64400
reis, e
de
12
kilos,
124000
reis.
Pelo
juiso.de
direito
d
’
esta
comarca
de
Braga,
e
carlorio
do
escrivão Fortuna,
a
requerimento
do
visconde
de
Monlariol,
o
conego Manoel
Anlonio
da Costa,
e
o
bacharel
Felix
Maria
Gomes
d
’
Araojo Al
vares,
d
’esta
cidade,
na
qualidade
de
admi
nistradores
do
espolio
e
herança
do
fal
lecido
conego
José
Narciso
da
Costa
Re-
bello,
morador
que foi
u’
esta mesma
ci
dade,
lem
de
entrar
em
praça,
para
ser
arrematados,
no
dia
4
de
julho
proximo
seguinte,
por
9
horas
do
dia, os
bens
seguintes:
Uma
cadeirinha
de
mão,
no
valor
de
364000
reis;
um
calexe
grande,
no
valor
de
1804000
reis
;
um
outro
dilo,
oo
valor de
90#000;
um copé,
no
valor
Os
biscoitos
da Bevalesciére
que
se
po
dem
comer
a
qualquer
hora,
vendem-se
em
caixas
a
800
e
1^400
reis.
O
melhor
chocolate para
a
saúde
é
a
Revaleueàèrc
ehoeolatada ;
ella
res-
litue
o
appettite,
digestão,
somno,
energia
as
carnes
duras
ás
pessoas,
e
ás
creanças
e
mais
fracas,
e
sustenta
dez
vezes
mais
que
a
carne,
e
que
o
chocolate
ordinário,
sem
esquentar.
Em
paus,
ou
em
pó
em
caixas
de
folha
de
latadelO chavenas,
500
reis;
de
21
chave
nas,
820
reis;
de 48
chavenas,
1^100
;
de
120
chavenas,
34200
reis,
ou
25
reis
cada
chavena.
BARRY Dl’
BARRY
J
j
C.a
-Pla-
ce Vendòme, 26,
Pariz;
77
Regent
Street
Londres
;
Valverde,
1,
Madrid.
Os
pharmaceulicos, droguistas, mer-
cieiros,
etc.,
das províncias
devem
diri
gir
os
seus
pedidos
ao
deposito Central
;
snr. Serzedello
k
C.’
Largo
do
Corpo
Santo
16,
ILisboa,
(por
grosso
e
miudo)
;
Carlos
Barreio,
rua
do
Loreto,
28;
Bar
rai
k
Irmãos,
rua
Aurea, 12.
Porto,
J.
de
Sousa
Ferreira
& Irmão,
rua
da
Ba
nharia
77;
de
Sequeira ;
J.
Pinto
;
Desí-
ré
Rahir;
Coimbra,
V.
Botelho
de
Vas-
concellos
;
Aveiro,
F.
E.
da
Luz
e
Costa,
pharm.;
Bareello»,
Ramos,
pharm.;
Braga,
Pharmacia
Maia,
rua
dos
Chãos,
Pipa
k
Irmão,
rua
do
Souto,
Domingos
J.
V.
Machado,
praça
Municipal.
Figueira,
Antonio
Vieira,
pharm.;
Guimarães,
A.
J. Pereira
Martins,
pharm.
;
Pena-
flel,
Miranda, pharrn.
;
Ponte
do
Lima,
A.
J.
Rodrigues
Barbosa, pharm.
;
Po
voa
do Varzim,
P.
Machado
de
Oli
veira,
pharma.
;
Vianna do Castelio,
A
fio
oso
e
Barros,
droguistas;
Villa
do
Conde,
A.
L.
Maia
Torres, pharm.
AGBADECIMENTOS
Paulino
Evaristo
da
Rocha
e
sua
mu
lher
Maria
da
Torre,
agradecem
a
lodos
os
ill.
m
8
e
ex.
moS
snrs. que
se
dignaram
cumprimental-os
por
occasião do
falleci-
menlo
de
seu
filho,
e
em
especial
áquel
les
que
assistiram aos
responsos
no
ce
mitério
publico,
a
lodos protestam
grati
dão.
Paulino
Evaristo
da
Rocha.
Maria da
Torre.
Anna
Maria
Cerqueira,
Anlonio
José
Cerqueira
da
Silva
B<aga
e
irmãs,
agrade
cem
a
lodos
os ill.mos
snrs.
que
se
digna
ram
obsequial-os
pela
occasião do
falleci-
mento
de
seu marido
e
pae, protestando
a
lodos o
seu
reconhecimento
e
gratidão.
Pedem
desculpa
de
cumprimentos.
(2307)
ANNUNCIOS
de
1504000
reis;
dois
pares
de
guarni
ções
com
ferragens
brancas,
oo valor
de
454000
reis;
umas
ditas
ordioarias, no
valor
de
94000
reis;
dois
cavallos,
no
valor
de
2304600
reisj dois compos
de
(erra
lavradia
unidos
e
pegados,
chamados
os
campos
das
Maltas,
ailudiaes,
sitos
no
logar
chamado
das
Gavieiras,
freguesia
de
S.
Victor,
d
’
esia
cidade,
que
prodmem
pão
e
vinho,
e
tem
agua
das
vertentes
da
fonte de Nossa Senhora
A
Branca;
o
campo
e
casas chamado
da
Fonlainha,
si
to
no
logar
da
Ribeira,
parle
alludial
e
parte
consuario
ao
Subcino
da
freguesia
de
S.
Victor,
tudo
no
valor
livre ds to
dos
os
encargos
em 3:5004000 reis.
De
clarando-se
que
a
fructa
fica
salva
ao
ca
seiro
até ao
fim
do
anno
do
seu
contra
cto,
e
que
a
sobredita
arrematação
tem
de
verificar-se,
pelo
que
toca
a
cavallos,
carros
e
mais
aprestes,
no local
da
co
cheira
da
casa
em que
habitou
o
barão
da
Gramosa,
sita
no
campo
de Sant
’
Anoa,
d
’
esta
cidade,
e
no
tribunal
da
justiça sdo
no
largo
de
Santo
Agostinho,
d
’
esla
mes
ma
cidade,
os
bens de
raiz,
e
tudo
no
sobredito dia
e
hora,
para
pelo
seu pro-
ducto
ser
paga
á
Fasenda
Nacional
a
res-
pectiva
contribuição
de
registo
da
herança
do
dilo fallecido conego, e
custas
da ar
rematação.
(2508)
OTMâS
Hotel
Real
do
Bom
Jesus
do
Mon
te
na
cidade
de
Braga
Francisco
José
de
Sousa Braga (o
Franqueiro)
Sincerainente
grato, pela
freguezia
com
que
seus
amigos e
freguezes
continuam
a
honrar
este
estabelecimento,
e
também
pe
las
delicadas
maneiras
e
expressões
com
qoe
geralmenle
louvam
o
aceio,
e
bem
temperado
das
iguarias,
que
alli
os
servem,
em
attenção
a
tantos
favores,
continua
a
fazer
os
melhoramentos
possíveis
para que
lodos
os seos
bons hospedes
e
freguezes
gozem
o
melhor comodo
e
modicidade
de
preços,
e
por
isso
publica
o
seguinte
re
gulamento
:
Almoço
Bifes,
ovos,
pão,
vinho
verde,
cafe
ou
chá,
e
manteiga.
Jantar
Sopa,
cosido,
arroz,
3
pratos
do
meio,
pão e
vinho
verde.
Sobre-nteaa
Frutas,
queijo,
podim
ou
doce
de
tra
vessa,
e
café.
Cea
Chá,
biscouto,
pão
torrado e
mantei
ga.
Horário
Almoço ás 9
horas
da
manhã,
jantar
ás
3
da
tarde,
e
cea
ás 9
da
noute.
Preço»
No andar
superior,
cada
pessoa,
<4500
No
andar
inferior,
»
>
14200
Criada
00
criado,
4600
No
mesmo
estabelecimento
se
encontra
toda
a
qualidade
de
bebidas
(2509)
José Antonio
Monteiro,
Joaquim
José
Cerqueira,
ambos
de
Ponte
do
Lima, e
Joa
quim Alves
Vinagreiro,
da
cidade
de
Bra
ga,
fazem
publico,
que continuam
com
a
sua
carreira
diaria
de
Braga
a
Ponte do
Lima
em
direitura
a Vianna
e
vice-versa.
Horário
Sae
de
Braga ás 6 horas da
manhã
e
3
da
tarde, chega
a
Ponte
do
Lima
ás
10
da
manhã
e
7
da larde,
sae
de
Ponte
do
Lima
para Vianna
ás
3
horas
da
tarde
e
chega
ás 6,
e
vice-versa
;
sae
de
Vianna
ás
4
horas
da
manhã
e chega
a
Ponte do
Lima
ás
7;
sae
de
Ponte
do
Lima
para
Bra
ga
ás
7
horas
da
manhà e
3
da
larde,
cbega
a
Braga
ao
meio
dia e
8
da
larde.
Preços
os
já annunciados.
Os
mesmos
annuncianles fazem
publi
co
que
0 seu
escriptorio,
desde 0
dia
20
inclusivé, é
na
casa
do
Ribeiro
Braga,
na
Praça
do
Barão
de
S.
Marlinho,
onde
lem
ds
sair
as
diligencias diarias.
Findou
a
venda
dos
bilhetes
nos
seus
antigos
escriplorios em
casa
dos
snrs.
Aranjadinho
e
Loureiro,
da
rua
Nova.
Braga
17
de
junho
de
1875.
O
gerente,
(2510)
Ribeiro
Braga.
Venda
de
casas
Vendem-se
juntas ou
separadamen-
H|
h
||
te
dez
moradas
de
casas
com
grao-
«jrM
de
quintal,
tendo
os
n.
,s 72
a
82»
próprias
para
edificação
d
’
um
grande pre-
dio
e
sitas na
rua
da
Cruz
de
Pedra
em
frente
á
nova
rua
que
se
vae
abrir para
a
estação
do caminho
de
ferro.
Trala-se
na
mesma
rua
n.®
100
com
o
snr.
Ma
noel
Anlonio
Pacheco.
(2511)
Ama
de
leite para o
Rio
de
Ja
neiro
Precisa-se
d’
uma
ama
de
leite
para ir
para
o
Rio
de
Janeiro, ganhar
404
(’0O
reis
mensaes
em
moeda
do Brazil,
que
tenha
o
leite
de
um
mez
até
tres,
deve
levar
seu
filho,
hade
ser
aqui
examina
da
por um
facultativo
e
requer-se
que'se
ja
robusta.
Quem
se
achar
nas
circumslancias,
pó
de
fallar
em
Braga,
na
rua da
Cruz
de
Pedra
n.°
33.
Paga-se-lhe
também
a
passa
e
a
uma
mulher que
a
queira
acompanhar.
(90)
AGOAS
MINERAES
Na
pharmacia
de
Antonio
Domingues
Alvim, ha deposito
de
agoas
natoraes das
Pedras
Salgadas:
Alcalina
de
Moura,
En-
tre-Rios.
das
Caídas
da
Rainha,
Sedlitr»
Verim,
Vidago
e
Vichy.
(Q
*
)
BANCO
DE VIANNA
Soeiedade anonyma de responsa
bilidade limitada
São convidados
os
snrs.
accionistas
d'es
te
Banco
a
entrarem
com
a
3.
*
prestação
de
20
p.
c.
ou
204000
reis
por
acção,
nos
dias
1
a
5
do
proximo
mez
de
julho.
Em
Vianna,
na
casa
do
Banco.
No
Porto,
na
caixa
filial do Banco.
Em
Lisboa,
em
casa
do
snr. José
Anto
nio,
rua de S.
João
dos
Reis.
Em
Braga,
em
casa
dos
snrs.
Carva
lhos
k
C.
*
Vianna
do
Castello,
12 de junho
de
1875.
Os
Directores,
(2505)
Antonio
Maria
Baptista
Camacho
José
Martins
Barbosa
João Abel
d’
Oliveira.
Carreiras
diarias
Manoel
Rodrigues
Santa
Marinha,
an-
nuncia
ao
publico
que
além
dos
carros que
saem
de
Braga
ás
5
horas
da
manhã
e
2
da
tarde
para
Guimarães
do
escriptorio
do
snr.
Ribeiro
Braga,
tem mais uin
car
ro
em
direitura
desta
cidade
de
Braga
a
Vizella
a principiar
no
dia
20
do corren
te
a
sair
de
Braga
ás
4
horas
da
manhã
e
chega
a
Guimarães ás
7
horas
e
a
Vi
zella
ás
9
e
sae
de
Vizella á 1
hora
da
tarde
e chega
a
Guimarães
ás 2
e
a
Bra
ga ás
5,
não
teudo
demora
a
guma.
Preço.
.
.
.
400
O
gerente,
(2306)
Ribeiro
Braga.
Venda
de Quintas
Vendem-se
as
quintas
do
Pa
ço
e
Saudarão,
mistas,
e
uni
das,
sitas
na
freguezia
de
Se
melhe,
muito
próxima
a
esta
cidade
de
Braga, viradas
ao
Meio
Dia,
com
vista
para
a
estação
da
linha
ferrea
e
d
’
esta para
aquel-
las.
Tratam
se
com
a
exc.
,na
gerencia
do
Banco
do
Minho.
(2487)
Nascente
e
VENDA
DE CASAS
Quem
quizer
comprar
uma
mo
rada
de
casas
cila
na
rua
dos
Sa
pateiros
n.°
9
póde
dirigir-se
a
Rosa
Maria
de
Oliveira, moradora
na
mes
ma
casa.
(2456]
PRIMEIRA
E
ANTIGA
1
RORIZ
I
CASA
FELIZ
PORTO
1
-
RUA
DAS
FLORES
-
3
I
NA
QUINTA DE
RORIZ
PORTO
JOSE
’
I.
FERREIRA
RORIZ
FORNECEDOR
DA
CASA REAL
DEPOSITO CENTRAL. RUA DAS FLORES, 35 37 E 39
0
proprietário
annuncia
aos
seus
freguezes, e ao
publico,
que
em
todo
o
sabão
fabricado
na
sua
fabri
ca,
e que na mesma
se
vender,
ou
no
Deposito
Cen
tral,
se
fará
o
desconto
de
6
por
cento
sobre
os pre
ços
estabelecidos,
de
uma caixa
para
cima.
Satisfaz-se
com
promptidão
qualquer
pedido
que
seja feito
do
di
to
genero,
lauto
d
’
esta
cidade
como das províncias
e
se
garante
a
sua
boa
qualidade.
3-RUA
DAS FLORES-1, 3
(JUNTO
À
EGREJA DA MISERICÓRDIA)
COMPRA
E VENDE
Inseripçõe»
«le
assentamento
Dita» de eoupons
Dita» de divida externa
Título»
Iiigpanlioe» interno»
Dito»
externo»
Coupons
do»
dito» já vencido».
so-
20=
Sacca,
toina
leiras
e
dá
cartas
de
credito
bre
Lisboa
e
diversas
praças
estrangeiras,
e
se
encar
rega
de
compra e
venda
de
litulos
de
divida
publica
nas
mesmas
praças.
(
junta
á
egraja
da
misericórdia
)
SOHTÉ GRANDE
kê
«
s
5.000S000
Loteria
da Santa Casa da Misericórdia de
Ttisboa
H
<9.
Exlr
acção
a
19
de
Junho
—
—
I
JOSÊ IGNACIO FERREIRA RORIZ $
AFIANÇADO
NO GOVERNO CIVIL DO PORTO, NA CONFOR-
W
M1DADE
DO EDITAL DE 28
DE JULHO DE
1860
*
Tem
á
venda no
seu
estabelecimento
bilhetes
intei- Va
ros
a
5^000
rs.
—
Meios ditos,
a
20600
—
Quartos,
a
10300
—Oitavos,
a 680
—
Caulellas
de
500,
250
e
130
rs.
0
mesmo
satisfaz com promptidão
todas
e
quaesquer
$4
encommendas
que
lhe
sejam
feitas
das
províncias, ain-
da
que
sejam
em
grande
quantidade,
e
vindo
acompa-
libadas
do
seu
importe
em
vales
dos
correio
;
e
no
fim
da
extracção
remelte
a
lista
dos
prémios
aos
seus
gÇ
freguezes,
mas
quando
a
não
recebam
em
tempo com-
4$
pelente
lerão
a
bondade
de
a
requisitar.
(G
•)
&
Vindos
directamente
de New-
York,
os
medicamentos
dos
dou
tores
Radway
&
C.
A
vendem-se
em
casa
do
Ribeiro
Braga,
no
largo do
Barão
de
S.
Martinho
nJ
29.
Prompto
allivio—frasco,
460
reis.
Pílulas reguladoras—
caixa,
460
reis.
Resolutivo
renovador
—
frasco, 10350
ra.
Também
se
vendem
por 200 reis os fo
lhetos
que
contém
a
maneira
de
empre
gar
os
tres
medicamentos.
(2499)
Banco da
Povoa
de Varzim
São
convidados os
snrs.
accionistas
a
mandarem
a
esle
banco
os seus litulos
provisorios
para
serem
irocados
pelas
ac
ções
eílectivas.
Tendo-i-e
desencaminhado
o
titulo
n.°
74,
representando
10
acções
pertencentes
ao
snr.
dr.
José
de
Freitas Costa,
previ
ne-se a
quem
possa
interessar
a
fim
de
fazer
as
suas
reclamações
no
praso
de
30
dias, findos
os
quaes
serão
as
ditas
acções
passadas
a
favor
d’
aquelle
snr.,
ficando
o
referido
titulo
de
nenhum
efleilo.
Povoa
de
Varzim,
22
de
maio
de 1875.
Os
directores
J.
Gomes
Moreira
(2482)
A.
R.
da
Silva
Vieira
José
da
Silva
Fundão
NOVA
LOJA
AFORTUNADA
DE
112
—
Rua
das
Flores
—
114
P
O R T O
N
’
este
estabelecimento
que,
como
é sabido,
é,
no
seu
genero,
um
dos
roais
felizes
do Porto,
encontra-se
á
venda
um
grande
e
variadíssimo
sortimento
de
bilhetes de
lodos
os
sorteios
das
lolerias,
cujas
extracções gcralmente
teem
logar
mai»
de tre»
veze»
por mez.
Salisfaz-se
com
promptidão
todas
as encommendas
que
sejam
feitas
das
províncias
lem pequena ou
grande
quantidade)
vindo
acompanhadas
do
seu
respectivo
importe
em
vales
do
correio,
ou
mesmo
estampilhas
sendo
pequena
quantia.
Recebem-se
em
pagamento
ou
desconto, os bilhetes que
em
outros sorteios
hajam
saido
premiados,
mesmo que
sejam d’outro»
estabelecimento». E
final
mente
remeltem-se
«grátis»,
findas
as
extracções, as
respectivas
listas
geraes
de
todos
os
numeros
premiados.
Para
que
este
licito
e
vantajoso
jogo se
ache
ao
alcance
de
todas
as
pessoas,
mes
mo
as menos abastadas,
se
encontra no
mesmo
estabelecimento:
além
de
bilhetes
in
teiros,
meios
bilhetes,
quartos,
oitavos,
décimos e
caulellas
de
600,
500,
300,
250,
130,
100 e 40
reis;
dezenas
de
dez
numeros
seguidos,
de
60000,
30000,
10000
e
400
reis; e
finalmente,
collecções
de
50
numeros
diíTerentes, pelos
preços
de
20000,
5£000,
150000
e
300000
reis.
Á
CONVIER
Este
estabelecimento
fornece
convenientemente
todas
as
pessoas
que,
em
qualquer
vonto
das
províncias,
queiram
vender este
genero
á
commissão.
OfTerece
para isso
vantajosas
commissõcs
;
e dispensa as
mais
apreciáveis
vanta
gens
que
em
tal
ramo
de
negocio se
podem
gosar,
as
quaes se
podem
comprehender
assim
:
Negociar
sem risco $
porque
se
acceita
de
novo,
em
conta,
a
fazenda
que
até
ás vesperas das
extracções
os
pretendentes
não
hajam
podido
vender.
Remettem-se as
listas,
partes
telegraphicas
em
caso de
conveniência,
e
planos;
e
attende-se
a
toda e
qualquer
reclamação
justa que seja
feita.
O
pagamento,
porém,
tem
que
ser
adiantado
ou
aífiançado
por
qualquer
nego
ciante
d
’
esta
cidade,
em
cujo
caso
póde
ser
feito
no
fim
das
extracções.
(M. •)
João
Manoel
da
Silva
Guima
rães.
—
Rua
do
Souto n.°
43.
Compra
e
vende
Acções de
todos
os
Bancos
e
Companhias,
Inscripções
de
As
sentamento
e
coupons.
(581)
Precisa-se
de
um
caseiro
que
tome de
arrendamento
uma
quinta
distante
d’esta
cidade
uma legua,
sendo
os
cereaes
de
meias
e os
fruclos
de
terço. Quem preten
der dirija-se
a
Antonio
Joaquim
Loureiro,
rua
Nova
n.°
3—
Braga.
(2435)
ALTA NOVIDADE
!8®,
Bua
«lo Souto, 06
Junto
á'rua
de
Jano.
C1IAPKDARIA
ALMEIDA
Acaba
de
receber
das
melhores
fabricas
do
Porto,
na
ultima
moda,
grande e
variado
sor
tido
de
chapeos,
de
se
da
e
de
feltro,
para
homem,
menino,
e
senhora.
Bonita
collecção
de
bonets,
que
tudo
vende
mais
barato
que
em outro
es
tabelecimento.
Fabrica,
concerta
e
põe
na
moda, com
perfeição
qualquer
chapeo que
esteja
ms
circumstancias.
(2350)
L’IIluslration
de
la
mode.
O
mais
elegante, ncamente
illustrado
e barato
dos
jornaes da
moda.
Campo He
Sant Aiina (latlo
de bai
xo)
n.°
»S.
Participa
aos
seus
amigos
e
freguezes,
lanlo
d
’
esta
cidade
como
das províncias
que
tem
una
bonito
e
variado
sortimento
de
falo
feito, casimiras para fato
muito
ba
ratas,
côrtes
de
calça
a
10500,
20000 e
20500
reis;
lutlo
lazendas
modernas.
Guarda
pós
de casimira
e
de
alpaqoes
inglezes,
roupa
branca,
assim
como
camisas
de 600
íeis
para
cima,
ceroulas
de
400
reis
até
800,
de
panno
familiar, e
meoles,
bo-
nels
de
gorgurão
de
seda e
de casimira
de
todas
as qualidades
de 500
rs.
até 800;
manias de
seda
de
todos
os feitios.
N.
B.
O
annuncianle
faz
publico,
que
se
encarrega
de
fazer qualquer
obra
que
Ibe
seja
encommendada,
e
promplifica-se
a
ficar
com
ella
quando não fique á
von
tade
do
freguez.
(P<
*
)
METAES
VELHOS
Na
travessa
de
S.
João
n.° 5,
com
pra-se
toda
a
qualidade de
metaes,
e
ferro
velho
até
mesmo
fundido.
(860)
BRÁGA
Precisa-se
d’
um
rapasinho
para
nego
cio,
na
Senhora
A
Branca
n.° 4.
(2484)
NOVA
FUNDIÇÃO DE FERRO
DE
Antonio Germano Eers-eirinlia
NA
Travessa
de
S.
João
Aonde
faz
toda a
obra,
assim
como
bombas,
conçollas,
columnas
para
gaz, pe-
zos
novos,
panellas á
ingleza
de
todos
os
tamanhos,
canos
para
agoa^
e
gaz,
e
toda
a
obra
de
fundição,
como
grades
para
sacadas, obra de
metal, sinos e outros ob-
jectos
de igual
teor
etc.,
pelos preços
do
Porto.
VENDA
DE
CASA
Vende-se
uma
morada
na
rua da
Ponte,
com
os
n.os 69,
69
A
e
69
B.
Quem
a pertender
dirija-se
ao cam
po de
SanCAnna
n.° 48
B,
(2477)
Rua
de S. Marcos
n.°
14
Brilhantes
ou
esmaltados,
12
20000
Sobre
papel
albumina
12
10000
Perfeição
e nitidez
garantidos.
—
Pholo-
grapho
do
Porto.
(2491)
-
Vende-se
a
propriedade que
fica
a
^
m
Ponte
dos Pelames
que
se
compoem
de
casas,
pomar
e
leiras
de
lavradio
e
arvores
avidadas con-
tiguas
e
circuitadas.
Trata-se
no
escóptorio
d
’
esta
redacção.
AO
A
diligencia
que
conduz
o
correio
de
Famalicão
para a
Povoa
de
Varzim
e
vice-versa,
está
em
contacto
com
o
com
boio
que
parte de
Braga
á
1
hora
e 40
m.
da tarde
e
que
chega
a
Famalicão
ás
2
e
28
m.,
bern
como
com
o
comboio
que
sae
do
Porto
ás
9
horas
e 30
m.
da
ma
nhã.
Preço
de
Famalicão á
Povca
e vice-
versa
400
reis.
(2470)
Publica-se em
Pariz
uma
vez
por
mez,
no
formato
dos
grandes
jornaes
illusirados,
Cada
numero
contém
dez
a
quinze mo
delos
de
toilette,
uma
grande
folha
de
mo
delos
de tamanho
natural
e
uma
magni
fica
gravura dorida.
Quem
quizer
assignar
esta
publicação,
dirija-se
á
livraria
de
Eugênio
Chardron,
largo
de
S.
Francisco.
—Braga.
A
empreza
offerece aos
seus
assignan-
les
um
magnifico
cofeesinho contendo
tu
do
o
que
é
necessário
para
uin
toucador
e
cujos
objectos
valem
para
cima
de
20
fran
cos.
Preços d
’
assignatura
—
Portugal:
sem°
referido
brinde
—
9
fr.
Com o brinde —
13
fr.
ALMEIDA
&
PEREIRA
Largo
do
Barão
de
S.
Martinho
n.°
Compram
e vendem
acções
de
todos
os
bancos
e
companhias,
e
inscripções
d’
assentamento
e
coupons.
(í)
braga
:
typographia
lusitana
— 1875 - É o formato de
-
comerciominho_19061875_359.pdf
Parte de Comércio do Minho (O)