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-
3.’ ANNO
1875
FOLHÂ
COMMERCIAL RELIGIOSA E NOTICIOSA
NUMERO
371
Assigna-see
vende-se
no
escriptorio
do
editor
e
proprietário
José
Maria
Dias
da
Costa, rua
Nova
n.
*
3
JE, para
onde
deve
ser
dirigida
toda a
correspondência
franca
deporte.
—
As
assi-
gnaturas
são
pagas
adiantadas
; assim
como
as
correspondên
cias
de
interesse
particular.
Folha
avulso
10
rs.
PUJBMC
JSk-S
ÁS
TERÇAS,
QUINTAS E
SABBADOS.
I
r
mia II——— " _ir............. uuw
I
jinwi
ib»<
bctct
bwií
» mm X
J
P
reços
:
Braga,
anno 1^600
rs.=Semestre
S50
rs.=Provtn-
cias,
anno
2&400 rs.
e
sendo
duas
4<§>000
rs.=Semestre
1&250
rs.=Braztl,
anno
4&400 rs.==Semcstre 2&300
rs.
moeda
forte,
ou
10^000
reis
e
5&500
reis
moeda
fraca. ==
Annuncios
por
linha
20
rs.,
repetição
10
rs.
Para
os
assignantes 20 °/0 d’abatimenio.
BBACA
—
SAB«AMO
19 OE
JVEHO
Bigitus
A
impemlencia
d
’
essa
sociedade
a
quem
a
maçonaria lem
pervertido
com
o
torpe
materialismo
e
indifierença
religiosa, deve
ler atungido um
subido
gráo
para
desco
nhecer o dedo
de
Deus,
já
nào
d
remos
só
revelado
em
iodas
as
manifestações
da
immensidade Divina no
qoe
respeila
ás
maravilhas
da
creaçào
—
mas
na
fulminação
dos
erros
e
peccados dos
mais
acérrimos
perseguidores
da
verdade
e
da
justiça
Di
vina
representada
pela
Egreja
Catholica
Apostólica Romana.
Os
Bonapartes, os
Cavours
e
os
Bis-
naarks
de
todas
as
épocas
teem,
segundo
o
trilho caprichoso mas
efemero
das
glo
rias
mundanas,
esbarrado na
area
santa
da
Egreja
Catholica
quando,
ufanos
do
do
mínio
de
tudo
e
de
todos,
pretendem
subjugal-a
e
impor-lhe
a
lei.
Ora,
a
ver
dade,
a
justiça
e
o
direito,
irradiações
divinas
que
formam o
complexo
da
Santa
Esposa
de
Deus
vivo,
não
são
baluartes
fáceis de
conquista
pelos
Krupps
e
sabres
de quantos
enviados
de Beizebulh ahi
expandam arrojadas
iras.
E assim,
vemos
a
numerosa
e
infrene barberie mahometa-
na,
outra
inimiga
figadal
do
calbolicismo,
baquear
ante
meia
uusia
de
braços
a
quem
só
o
poder
divino
podia
impelir
a levar
de
vencida
as
cohortes
infiéis.
Vemos
o
Cezar
da
Córsega,
a
quem
a
estrella
das
viclorias
parecia
guiar á
con
quista do
mundo,
cahir
ante a
aparente
mente
praça
defesa
do
direito
e
da
jus
tiça
que os
piincipios
de
89
haviam
pos
tergado,
e
a
queda
foi
tanto
mais
tre
menda,
quanto taes
princípios,
opposlos
á
verdade catholica,
haviam elevado e
por
fim
desterrado
de
Santa
Helena.
Vemos Cavour,
o
implacável inimigo
da
Sanla Sé
e
da legitimidade
italiana,
succumbir
a uma
enfermidade
tenivel,
apenas
ao
inceiar a
obra
nefasta
e
expo-
fiadora
de
seus
sonhos
satanicos
e
a
que
designava
unidade
italiana.
E
o
pequeno
Napoleão,
na
frase
de
um
revolucionário
moderno,
vemil-o
des
cer
do
solio imperial
a
que
a
revolução
o
havia
erguido,
correr
uma
serie
rapida
de
desastres
de que
fui
epílogo a de
Se-
dan,
a
prisão
e
a morte
no
exílio,
e isto
quando
retira o
auxilio
que,
mais
por
couveniencia própria
do
que por
dedicada
adhesão,
prestava
ao
Chefe
Visivel
da
Egre
ja
contra
as cohortes
Garibaldo-maçonico-
farisaicas.
Vemos emfim
© príncipe de
ferro, o
Baiba-roxa
da
Germania, tropeçar
a
cada
pas^o
na
carreira
nefanda
que
incetou
de
perseguição
contra
o
calbolicismo,
e
não
estará
longe
o
momento
de
contemplar
mos
a
queda
estrondosa
do
famigerado
perseguidor.
O
dedo
de
Deus,
pois,
que
incessante
se
lem
demonstrado,
mais
uma
vez
se
revelará á
cegueira
dos
vespertinos de
Ioda a
parte,
e
ainda
assim
se
não
desen
ganarão
lodos,
porque
é
de
lei
que
a
Egreja
seja
mais
ou
menos
perseguida
sempre,
e
nisso eslá
o
que
ella
tem
de
santo
c
justo,
porque
o
inferno
em
seu
exaspero
e
inveja
não
dá
tréguas
á
lucta
a
despeito
das
derrotas.
Não
cançam, mas
que
imporia?
Está
escripto
e
lôia
dito pelo
Seu
Divino
In
stituidor:
Portce
inferi
non
prcevalebunl
adversus
eiam.
J.
A.
Machado
Júnior.
—— ------
Culto
«lo bezerro «le
ouro, n no
va
religião
lirerauga .
Lê-se
na
correspondência de
Londres
para
o
«Apostolo»,
valente
campeão caiho-
lico
do
Rio
de
Janeiro:
i
Quetn
acreditar que
Moysés. ao bai
xar
do
Sinai,
e
achar a judiaria
pros
trada
adorando
o
bezerro
de
ouro,
des
truiu
esle
para
restabelecer
o
culto
de
Jehovah,
do verdadeiro Deus
e
Senhor
do
ceo
e
da
terra,
está
muito enga
nado.
Não,
senhores;
ahi
claudicou a
Sagra
da
Escriptura
;
o
bezeuo de
ouro
não
pereceu
;
existe
são,
escorreito
e vigoro
so, aqui
em
Inglaterra;
aqui
tem os
seus
templos, o
seu
culto;
aqui
é
adorado,
invocado,
venerado,
lisongeado.
salamale-
kado por
todo
o
mundo.
Aqui
tem
o
seu
Summo
Ponlifice
Infallivel,
que
é
o
gran
de
«Times», e
é
servido,
além
d
’isso,
por
vários
outros
sacerdotes
subalternos, corn
difierentes
nomes,
«Daily Telegraph»,
«Dai
ly
News»,
«Standail»,
«Glob»,
etc,
etc.
E
’
admiravel
a
disciplina,
a
docilidade
com
que todos os
sacerdotes
e
missioná
rios.
e agentes
d
’
aqui enviados
por esse
mundo
a
colligir
noticias e
informações
como
cá
se
desejam,
as
aíleiçoam
logo
exa-
ctamente
á
vontade
e gosto
dos
patriar-
chas
londrinos;
lhes
põem
logo
os
nomes
que
estes
diclam,
e
em
tudo e
por
tudo
seguem
á
risca
as
inspirações
dos
sacer
dotes
do bezerro,
aqui
enthronisado
e
do
minante.
Por
ordem
dos
pontífices
(ou
patifes,
se
quiserem)
d’
aqui.
e que
dão
o
santo
aos
lá
de
fóra,
já não
ba
catholicos, sal
vo
os
chamados velhos da
Suissa e da
Allemanha
;
os
outros
foram
chrismados,
pelo
«Times» e
companhia,
jesuítas,
id-
tramontanas,
clericaes.
Lembra-me
com is
to uma caricatura
que
vi,
annos
ba,
já
não
sei
onde,
e
que
corresponde
muito
bem
a
esle
períido
chailatanismo
libe-
ranga :
Sahia
um
farmacêutico
da
sua
botica,
lendo
deixado ao
praticanie
uma
receita
que
aviar,
e
dando-lhe
para
isso
as
soas
instrucções.
Não linha
mencionado
porém,
ao
rapaz,
em
quanto
liquido
devia
deluir
as
drogas,
e por isso
correu o
discipulo
alraz
do
mestre,
a
perguntar-lhe
quanta
agua
havia
de
juntar
á
receita?
A
i«to
respondeu o
ultimo
em
tom
autoriíalivo
e
scienlitico
: «
Nós
nunca
empregamos
agua,
é
sempre
agua
dislitlada.»
A’
imitação
d
’
este
boticário,
o
«Times»
e
a
liberangada
nunca
usam
os
nomes
cathslico,
calholicismo
,
mas
sim
os
favo
ritos
ultramontano,
clerical, ullramonta-
nismo,
clericalismo,
etc.,
que
são
os
mais
bonitos.
Mas
o
que não
é menos
vergonhoso
e
servil,
é
a
brevidade
com
que
logo
lá
por
fóra toda
a
liberangada
exhibe
o
mais
despresivel
plagiato,
adoptando immediata-
mente
a
gíria
protestante.
Assim
vemos
logo
generalisadas,
e
ridiculamente
imita
das
essas
alcunhas,
na
França,
oa
Alle
manha,
na
Suissa, na
Balia,
em
Portu
gal,
na
Hispanha,
no
Brasil,
em
Buenos-
Ayres, no México,
etc.,
por
toda
a
par
te,
emfim,
onde
o
liberanguismo
tem
ao
mesmo
tempo
estragado
a
moral,
per
vertido
as
ide
;
as
e
conspurcado
as
lín
guas.
Este
servilismo é
tão
tolo,
que
até
vae
estragando mais
e
mais
os
idiomas
pela asnatica
afiectação
de
mostrar
que
se
conhece
ou
sabe
alguma coica
de
In
glaterra
; e o
que
mais
admira
é,
que
até
homens
de
capacidade, e
de
quem
se
de
via
esperar
mais
senso
e
melhor
gosto,
caiam n
’
estas
misérias
;
por
exemplo
: —
Não
sei se
na
«Gazeta
de
Portugal»,
que
habilmente
redigiu
por
alguns
auoos
em
Lisboa
ou
se
foi
depois
no
seu
«Jornal
da
Noite»,
Antonio
Augusto
Teixeira
de
Vasconcellos,
ao
dar
conta
de
recepções
e
assembleias
aristocráticas
(se
o
nome
póde
convir
á farraparia
que
a
revolução
em
Portugal
tem levantado
da
lama),
epi-
grafava
esse artigo com
as
palavras
in-
gíezas
Hig
Life;
e
assim
conseguiu lá
in
REVISTA ESTRANGEIRA
i
lliMpanlan.
Noticias
da
guerra
Sobre
a
acção
de
Trevino, lê-se
n
’
uma
correspondência
de
Madrid
:
«Depois
dos
terríveis
combales
dados
por
Loma
na
linha
de
Valmaseda
que,
corao
em
tempo
disse, foram
no
gerai
desgraçadas
e
custosos
para
as armas
li
beraes,
aquelle
general
abandonou
irame-
diatameule
os
valles
cuja
passagem
toma
va
e
aproveitando
o
caminho
de
ferro
veio
a
Miranda
unir-se
cotn
Quesada.
general
em
chefe do
exercito
do
iNorte,
tendo
en
carregado
o
general
Villegas
de
resistir
aos
carlistas
sem
aventurar
nada,
até
que
elle
operasse
segundo julgasse conve-
viente.
A
duas causas
respondia esle
movi
mento
:
uma
era
ter
sido
Quesada
repel-
troduzir
a asneira,
que
continúa
a
ser
pia
ticada.
Ora,
quem
não
souber
inglez
ha
de
pronunciar ig
life, em vez
de hai
laife,
que
seria
a
pronunciação
ingleza
verda
deira.
E
suppondo
que um
futuro
iexicogra-
fo
portuguez
encontrando
a
tolice
asnm
admittida
queria
comtudo
poupar
a
seus
compatriotas
o
ridículo
de
similhante
bar
barismo
ao
menos na
pronunciação,
é
uo-
torio,
que
a
tal
fatua
importação
se
devia
pronunciar
hai
laife;
ahi tínhamos
uma
escusada
noia
de
excepçào
ícomo
se
já
não
as
houvesse de sobejo!)
devida
ao
pedan
tismo indesculpável
dos
introduclores
de
similhante
babuzeira.
Esta
e outras
assim,
de
que
eu
pode
ria notar
uma
duzia,
vem
do culto
do
Bezerro,
da
idolatria consagrada
ao
ouro,
e
como
esta é
utna
das substancias
que
em
meoos
espaço
mais
matéria
contém,
por soa
densidade,
também
simifhantes
afiectações
são
mais
maleriaes
qoe
as
an
tes
usuaes
vindas
do Francez,
era
que
se
encontrava
mais
esprit,
de
ordinário,
que
n
’
estes
inglezismos
toleirões.
E
já
que
estou
com
as
mãos na
mas
sa,
commemorarei
a
outra
miséria
do
uso
também
desnecessário,
e
aflectada
inlro-
ducção da
palavra
meeting,
agora tanto
de
moda
em
Portugal
(e
provavelmente
Brasil
também)
e
que
como
o
hig
life
expõe
ao
ridículo
de
ser
pronunciada
por
modo
que
em
inglez
nada
significa,
ou a
necessidade
de
mais
uma
nota
no
dic
cionario
para
evitar
esse ridículo,
de
di
zer
méting,
em
vez
de miting.
Uma
das
cousas
que
menos
perdôo
cá
no
meu fraco
juizo,
ao
liberanguismo,
é
a
baixeza de
estar
sempre
a
olhar
pa
ra
fóra
do
paiz,
almejando
por
macaquear
todo o
estrangeiro
e
manifestar
assim
o
seu
pouco
patriotismo.
E
©
peior
é
que
escolhe
para
suas
imitações
o
insignifican
te,
o
ridiculo,
não
o
que
é
nobre
e
di
gno
;
este
rejeila-o,
bern
que
fosse
alé
nacional
e
caracteristico
em
melhores tem
pos, em
tempos
portuguezes.
Bastará
só
citar,
por
exemplo,
o
>alario
cora que
os
taes
«paes
da
patria» despresivelmente
se
dotáram.
N
’isso
não
quizeram
imitar
a
lughterra.
N
’
esta
paga-se,
gasta-se
muito
para
se
ser
deputado,
e
não
se
alugam
legisladores
para
virem
impôr
leis
a
quem
lhes
paga, e
representar
de
Solons
ou
de
Lycurgos
a
tanto
por
dia.
Tudo
isso
não
é
mais
que
a
idolatria
do
bezerro
de
ouro,
que
faz
ajoelhar
to
dos
os
liberangas
ante
tudo
quanto
chei
ra
a
interesse
material, nem
já
sabem
elevar suas
aspirações
á
nobre
esfera
do
espiritual
e
do
infinito,
fechando
assim
a
porta
a
demonstrações
e
actos
de
verda
deiro
beroistno,
e
de
verdadeira
nobreza.
lido
em
Nanclares
quando
se
dirigia
a
levantar
o
bloqueio
de
Victoria
e
ser
ne
cessário
acudir
em
seu
auxilio
para
livrar
a
capital
de Alava, a
que
se
attriboe
cer
ta importância
estratégica;
outia
era
que,
atacando
a
extensa
linha
dos
carlistas
em
roda
da citada
capital,
se
impedia qoe
por
Valmaseda e
os
valles
continuassem
seu
movimento
de
avanrada
sobre
as
provín
cias
castelhanas,
pois
se
viam
obrigaeosa
accudir
por
seu
turno
em
auxilio
de
suas
ameaçadas
linhas.
A
operação,
executada
com
rapidez,
surprehendeu a principio
os
carlistas
qoe
apenas
disporiam de
dez
batalhões
deao-
te de
Vitoria,
pois
cobrem
ao
mesmo tem
po
a
pane
de
Valmaseda,
sua
linha
de
Estella,
suas posições
sobre
S. Sebastião
e as
que
guardam
em
direcção
a
Ordena
do
ouiro
lado do
que
atacaram:
porém
Mendiry,
comprehendendo o movimento,
logo que
teve
noticia
de
que
Loma,
for
mando
urn
t-emi-circoio com
o
corpo
do
exercito que em
pessoa
dirigia
Quesada,
linha
chegado
a
Salinas
de
Anana
e
em-
prehendia
a
sua
marcha
em
direcção
a
Vitoria,
concentrou
as
forças de que
dis
punha,
preparando-se
para
resistir
ao
aia-
que
das
quadruplicadas
do
inimigo.
Pelo
condado
de Trevino
(
Rioja
ala-
vesa)
até
cujas
alturas
chegavam
as
linhas
carlistas,
adeantou
o
general
em
chefe
das
tropas
affonsinas
uma
brigada
ás
ordens
do
general
Tello
que
occupou
a
Concha
de
.Tuyo e
iniciou
a
sua
avançada. Para
detello e
realisarem
bem
o
seu
movimen
to
de
concentração,
conhecidas
já
as
in
tenções
do
inimigo,
lançaram
os
carlistas
contra
elle
cinco
batabalhões
obrigando-o
a
retroceder;
mas
auxiliado
esle
por
ou
tra
brigada e
pelo
movimento
de
Loma
que com oito
batalhões
se
dirigia sobre
el
Portillo,
emquanto
o
general
Pino
mar
chava
com
outros
quatro
e
dous
regi
mentos
de cavallaria
pela
planície,
reti
raram-se
concentrando-se em
uma
linha
regularmente
defensável
deanie
de Victo
ria
e
repellindo
ao
mesmo tempo as
for
ças
que
alli
conservam
uma sortida
que
em
auxilio
de
seus
companheiros
fez
a
guarnição
d
esta capital.
No
seu
movimen
to
de
retrocesso
que
elogiam
peio bem
dirigido
alguns
militares
chegados
esta
manhã do theatro
da
guerra
e
que pre-
sencearam
o
combale,
fizeram-se
aos car-
lislas
uns
quarenta
prisioneiros, contan
do-se que
soflreram
muito
os
batalhões
4.°
de
Alava,
6.
c de
Navarra
e 5.°
de
Cas-
tella.
Refere
o
governo
no
lelegramma
que
publicou
que,
sem precisal-as,
podem
ava-
liar-se
as
suas perdas em
200
homens,
coisa
inverosímil
depois
de
tão
rude
e
prolongado
pelejar
;
porém
essas
leslimu-
nhas
presenceaes
a
que
me
referi e
cuja
veracidade
garanto
avaliam
as
baixas
tio
exercito
em
inais
de
1:500
homens,
con-
lando-se
eatre
elles
uns
100 que ficaram
prisioneiros
ao
accommetlerem
os
carlis
tas
na
Concha
de
Tuyo,
calculando
as
d’
estes em
5tl0 homens
pouco
mais cu
menos.
E'am
seis
da tarde
de ante-hontem
e
durava ha
dez
horas o
combate
quando,
flanqueadas
por
forças
tão
superiores
co
mo
deixo
dito
as
posições
del
Portillo
que
os
carlistas abandonaram
tranquillamente,
fizeram
alto
os
aífonsinos
os quaes
o
can-
çasso e
o
avançado
da
hora
impediam
pro-
seguir
o
movimento
;
porém
ao
terminar
esta
carta,
5 horas
da
tarde,
preoccupa a
lodos
que
o
governo
aílirme
não
ter
no
ticia
de
que Quesada percorreu os cinco
kilomelros
que lhe
restam
para
entrar
em
Victoria,
porque
se
receia
que
os
car
listas
tenham
tido
tempo
de se reforçar
com
os
batalhões acantonados
em
Ordu-
na
sob
a
direcção
de
Mogrovejo
e o
exer
cito
haja sofirido alguma
grave derrota.»
—Tolosaô.—
O
general Perula,
chefe
de
Jestado-maior general
do
nosso exercito do
GAZETILHA
CTCV
Norte,
leu no
dia
3
en
Guerniea,
a
se
guinte
ordem do dia
:
«Voluntários!
—
Todos
me conheceis.
Acceitando
hoje
a
missão
diflicil
com
qne
Sua
Magestade
acaba
de honrar-me
eu
não
desconhecerei
a
immensa responsabilidade
mas,
com
a
pro-
o
animo,
nós
inimigos
cu
mor-
que
pesa
sobre mim;
tecção
de
Deus
e
o
vosso
venceremos
os
nossos
i
*
:
“
:
reremos
como
valentes.
«0
general, chefe
d
’
eslado-nuior
—
José
Perula.»
—
Hendaya
8.
—
O
general
Peranlt,
subin
do ao
forte
de
Rumelza
com
3
batalhões,
1
esquadrão,
2
peças
Placeucia,
achou
as
alturas
em
poder
do
inimigo. Os
nossos
batalhões
o
desalojaram
com
uma
grande
I
bravura
e o
dispersaram
é'n
toda
a
altura
até
ao
castello
de
Puebla.
—
Hendaya 10.
—A
resistência
de
Can-
lavieja,
cidade
de
1:371
almas,
cujas
mu
ralhas
não
tinham
sido
restauradas senão
contra
um golpe
de
mão,
foi
admiravel.
i
—-Durante
10
dias
seiscentos
homens
com
tres
pequenas
peças,
defèoderam-se
con
tra
os
dois corpos
de
exercito
de
Jovel-
lar
e
Marlinez Campos,
e o
seu
formidá
vel
material
de
guerra.
Cautavieja
não
err-
a
nossa
Esleíla
do
Centro;
não
tem
um
unico exteiior.
—
Es-
teila
tem sete.
Emquaoto
ao
nosso
a»senal do
Centro,
o
Collado
de
Alpocnte, estes
dois
corpos
de
exercito,
já
separados,
nào
pensaram
em
o
atacar.
Jovellar
está
perseguindo
Dorregaray
que,
ni
província de
Huesca,
j.óie
com
binar
os
seus
movimentos
com
os
do
Rei,
na
Navarra,
ou
com
os
de
Saballs
na Catalunha,
e
mesmo
voltar
sobre
o
Centro.
Marlinez
Campos,
entra
a
marchas
for
çadas
na
Catalunha,
que
está
á
mercê
dos
uossos
batalhões,
e
onde
atacamos
Vich,
Getona,
etc...
Nem
Jovellar,
neo>
Marlinez
Campos
poderam
fazer
ceder Dotregaray.
—O
seu
exercito
que
muda
momentaneamente
o
theatro
das suas
operações,
está
inteira-
mente
intaclo.
—
Tolosa
9—
Peiula,
o
novo
chefe
de
estado maior
do
nosso exercito do
Nor
te.
atacou
antes
de
hontem
os
nossos
ini
migos
com
uma
ta!
furta,
sobre
a
linha
do
Arga,
que
se
retiraram
em
desordem,
uns
para
Publa,
outros
para
o
Castello
de
Miranda.
A
nossa oflensiva na
Navarra,
Castol-
ia e
Catalunha,
á
roda
de
Bilbao
e
San
Sebastião,
atemorisa
a
tal
ponto
cs nos
sos
inimigos, que
já
decretaram
a
reor-
ganisaçâo
da
guarda
nacional,
elemento
mois
radical
do
que
conservador.
—
Seo de
Urgel
9.
—Junquera,
utlima
mente
fortificada
pelos affònsiotas,
foi
ata
caria
no
dia
6.
com
o
fim
de
attrahir
a
columna
de
Arando.
Teve
logar uma
ba
talha
entre
aquella
e Sabalis,
perto
da
torrente
da
Ricordeill.
—
Depois
de
sete
horas
de
lucta,
os
aflorisistas
bateram
ein
retirada.
As
soas
perdas
são
grandes:
40
inorlos
e
1
50
feridos,
dos
quaes
a
maior
parte
foi
transportada
para
a
sala
do
Casino.
Não
era
esse
«mentiroso
incenso»
de
que
falia
o mavioso
Soares
de
Passos;
mas
o
amor
germinado
nos folguedos
da
infancia,
alimentado
nas
vicissitudes
da
rasão
que
desabrocha,
e
accentuado na
sazão
dos
affectos vehementes.
Não
eram
as
palavras fúteis,
bebidas
em
novellas,
dia
e
noile
manuseadas,
as
posições
afleclada-
mente
românticas, os
sor
risos
ensaiados
no
\ludoir;
não
eram
os
olhares
estudamente
enlanguecidos
qne
por
vezes
nos
ensan
decem
no
microcosmo
illusorio dos
bailes,
ou
nos
asseleiam
das
janellas.
Era,
sim,
essa
dedicação
praeter-subli-
coe,
esse affecto immeuso,
sentido,
e
não
comprehendido.
por
duas
almas
que
se
conhecem
irmãs,
e
suspeitam
a
necessi
dade
rle
se
completarem
mutuamente.
Antonilo da
Eira
so aspirava
a
que
as
palavras
do
sacerdote
santificassem
so-
leinnemente
as
suas
relações
com
Rosinha,
justamente
chamada a
«flor»
d
’
aquella
al
deia.
Os
meios pecuniários
do
moço
eram
todavia
bastante
escassos,
e
o
seu mister
de
vida
não
lhe
daria
azas
para
voar
mais
alio,
porque
nunca se
dtdicára
se
não a
trabalhos
de
lavoira.
Sabia
d
’
inslrucção
primaria
o
que
se
aprende
u
’e;sas
—
por
uma ironia
atroz
—
chamadas
escolas
d’eosino, em
as
nossas
povoações
ruraes.
Resolveu,
pois,
deixar
a
sua
terra
para
ir
procurar
fortuna,
afim
de
felicitar
a
eleita
do
seu
coração.
A
data
dos
acontecimentos
que
vi
mos
narrando,
havia
ja
quatro
anno»
que
o
apaixonado
moço
tinha embarcado
para
o
Brasil,
onde,
segundo
se
deprebendia
das cartas que
periodicamente
enviava
a
Rosinha,
a
fortuna
lhe
travára
do
braço,
e
o
condusia
pressurosa
a
terra
da Pro
missão.
A
ultima
carta
d
’
elle,
que
eu
li,
era
escripta
das
fragosidades do
Oreb.
Basta.
i
Espeiei,
e
acompanhei a
formosa
lava
deira
até
á
sua
habitação.
—
Coota-me
essa
historia
—
lhe
disse.
—
Não
me
falle
n
’
isso,
que me
afllige
—
respondeu.
—
Conta-me
tudo. Sabes
que
tenho mo
tivos
para
que
me
não
seja
indiflerente
a
lua
felicidade.
—Ora
diga-me
uma
coisa. O
snr.,
co
mo
lê
as
gazelas,
sabe se
é
verdade
que
o
Anlonito
morreu?
A
thia
Isabel
do
Adro
di-se-me
que
o linha
ouvido
ao snr.
padre
prior.
Se
soubesse
como
tenho
soffrido...
UNO
DE MENDONÇA.
(Continua)
MÍhg»«f«Kx<.wai»m<
ff^ITT
GE
JLT
8£J
IK&
A
IIOSIMIA,
Â
LAVADEIRA
(A a.
**
-)
fConlimiaçao
<lo n.° 368)
—
Então
I
não tens
vergonha
rar
deante
de
mim ?
NÍp
sabes
estou
afeito
a
crer
em
p:anlos?
E
eu
estava
tão
acostumado
quando
cinseros,
de
cho
que
nào
a
acredi-
tui-os,
quando
cinseros,
que
com
ceite-
sa
choraria,
se
ainda
tivesse
lagrimas
pa
ra
chorar.
E
fornos
seguindo
alé
ao
ribeiro.
O
indivíduo
a
quem
as
boas
das
rapa
rigas,
ua
sua
beatífica simplicidade, cha
mavam
«engenheiro»,
era
um
pobre
dia
bo
d
’
um
vigia
de
trabalhadores,
que
nas
horas
de
laser
bolava
figura,
macaquean-
do
com
as
bandeirolas,
de
qus
apenas
sa
be
o
nome.
Adiante.
Comecei
a
interessar-me pela vida
de
Rosinha, porque
sempre
simpathisei
com
os que
soffrem.
Eu
já
sabia
o
sufliciente.
O
Anlonito
da
Eira,
de
quem
o
leitor
ouviu fallar ha pouco,
era
um
moço
gua
po,
visinho
da
nossa
heroina,
e
que
desde
a
infancia
lhe
tinha
sido
afleiçoado.
Aos
dose
annos amaram-se.
Nída inais
natural.
que
o
dr.
Nogueira
de
Barros
fosse
no
meado
cônsul
r/esta
côrte.
E
ainda
hon
tem,
nós
somos
testimonhas
oculares,
o
nosso
muito
nobre
e
muito honrado
com
patriota
Viei
r
a
de
Castro, deputado por
tuguez,
recebeu
aqui
um
centenar
de
fe
licitações,
que
lhe
choviam
todos
os
dias
de
vários
pontos
d
’
esta
província,
assigna-
das
todas
pelos
mais
honrados
capitalis
tas
das
localidades,
e
ao
passo
que
felici
tavam
o
nobre
deputado
pela
sua
visita
a
seus
concidadãos
n
’
este
império,
lhe
pe
diam
para
que
lembrasse
ao
seu
governo,
de
quern
era
amigo,
que
era
vontade
fir
me
de
todos, que
o
cônsul
n
’
e
*
ta
côrte
fosse
o
honrado
portuguez
dr.
Jusé
An
lonio
Nogueira
de
Barros.
O
«Monitor
Portuguez»
aponta
este
ca
valheiro para
o
logar
de
vice-consul
ao
nobre
cônsul
portuguez.
O
«Monitor
Por
tuguez»
foi,
é
e
será
sempre
brioso
nos
seus
actos,
nas
suas
doutrinas,
e
prudente
nos
seus
conselhos
E
’ no<so
desejo
que
tão
prestimoso
concidadão
seja
aproveitado,
e
este
é
também
o desejo,
se
não
de lo
dos,
de
grande
numero
dos portugueses.
Do
«Monitor Portuguez»,
do
Rio
de
i
Janeiro,
transcrevemos
o
seguinte
:
«Uma
vida
publica de
mais
de
35
annos
e
uma
sitnpathia
enthusiastica
de
bons
e
muito conhecidos
capitalistas
portugueses
de
vários
círculos
d
’
esla
província;
uma
capacidade
comprovada pelos
productos
de
sua
iutelligencia
;
uma
formatura
n
’
uma
das mais
nobres
faculdades; uma
iofeni
dade de
diplomas
e
a me<cê d’EI-Rei
o
Snr.
D.
Pedro
V,
sempre
escrupuloso
na
'distribuição
da
munuíicencia
regia;
um
nome,
emíim,
altamente
nobre
e
honrado,
cuja leputação
podemos
diser,
sam
o
me
nor lebuço,
que
é
uiua reputação
imma-
culada,
tudo
isto
são
garantias
bastantes
para
que
hoje
nos lembremos
de
vir
do
alto
d’
esla
tribuna
da
imprensa
lembrai
esse
nome
ao
nobre
e
muito honrado
côn
sul
de Portugal,
o
snr.
Almeida
Campos.
S.
exc.a
deve
ser
esc»
upolosissimo
na
escolha
de
seus
subordinados.
S.
exc.
3
lem necessidade
de
escolher
um
vice-consul,
e
s.
exc.
a
oão
poderá
en
contrar
uinguem
tão
digno
neui
tão
capaz
para
este
logar
como
o
snr.
dr. José
An
lonio
Nogueira de
Barros.
O
sn<.
dr.
Nogueira
de
Barros é
um
cidadão portuguez
d
’
um
caracler
honestís
simo,
d
’
uma
probidade
inconcussa
e d
’uma
honradez admiravel.
O
snr.
dr.
Nogueira
de
Barros exerceu
por
mais
de
7
ânuos
o
logar
de
vice-coo-
sul
em
Angra
dos
Reis.
Seus
altos
ser
viços
prestados
a
portugueses n
’
esia
corte
durante
a crise
da
febre
amarella, con
quistaram-lhe
a
honrosa
graça de
S.
Ma
gestade
o
Snr.
D.
Pedro
V,
que
o
fez
seu
guarda-roupa.
Nenhuma instituição
por
tuguesa
de
caridade,
nenhuma
sociedade
portuguesa
de qualquer
còr,
nenhuma
as
sociação
emíim,
que
seja
portuguesa,
dei
xa
de contar no
livro
‘
le seus
associados,
e
a
maior
parte no
dos
benemeritos,
o
nome
do
snr.
dr.
José
Antonio
Nogueira
de
Barros.
Ao
ministério
de Portugal
de
1855
e
60
dois
mil
e
tantos
capitalistas
portugue
ses
assiguaratn
uma
representação,
para
CORRES
PONÍDENTCÍ
A
Caída®
do Gerez
13 de julho [
A
prodigiosa concorrência de
famílias
1
que
vieram
este
anno
experimentar
os
maravilhosos
eífeitos
das aguas medicinaes
1
do
Gerez,
reanimou
sobremaneira
os
ne-
1
gociantes
e
proprietários
d
’
esta
formosa
povoação,
os
quaes
estavam
muito
preoc-
1
copados
pelo
abatimento
em
que,
desde
1
ha
muito, viam
estas
caídas,
que,
atrofia
das
pelo
mão
estado
da
viação
publica,
davam
manifestos
indícios
d
’
ura futuro ver
dadeiramente
lugubre.
E
com
efleito
o
desenvolvimento
da
via
ção
publica
é
o
mais poderoso
auxiliar
do
movimento
commercial,
e
porventura ntn
excellenle
meio
de facilitar
e
desenvolver
a
concorrência
dos
banhistas,
que
já esle
anno
foi aqui muito subida,
e
superior
á
do
anno
passado,
em
consequência
da
cons-
trucçào
da
eurada
de
Chaves,
que se
acha
concluída
de
Braga
até
á
Cruz de
Real
(a
16
kilomelros
do
Gerez).
O
rompimento
d’
esta
estrada
veio
com
efTeito
facilitar
o trajecto
entre
a
dita
ci
dade
e
a
povoação
das
Caídas do
Gerez;
e
por conseguinte
deu
novo
e
mui
decidi
do
alento
á
concorrência
dos
banhistas;
e
tanto
se
confia na utilidade
d
’
esta
via
de
comrnunicação
que,
negociantes,
proprie
tários,
empregados
e
banhistas,
todos
pre-
sentem
a
approximação d
’
um novo
período
de
prosperidade.
Todavia
se
allendermoa
ao
péssimo
es
tado
d
’
algumas
pontes
e caminhos públicos
das
immediações
da
serra,
forçoso
é con
fessar
que o
seu
desenvolvimento
não
será tão
progressivo
e
aturado
como geralmente
se
pensa
:
pois
ninguém desconhece
que
a
maior
parte
dos
banhistas são
enfermos,
e
que
em
rasão
de
seus
padecimentos
não
po
dem
emprehender
uma
viagem
por
cami
nhos
em
que
não pódem
transitar dili
gencias
:
d
’
onde
naturalmente
se
segue
que
a
maior
parte
das
pessoas
a
quem
os
mé
dicos
aconselham
o
uso
interno
das
agoas
do
Gerez,
para
evitarem os
incominodos
que resultam
da
viagem,
costumam
tomal-as
frias
nas
suas
próprias
moradas,
como
quem
desconhece
que as
mesmas agoas,
quando
frias,
perdem
algumas
de
suas
pro
priedades
therapeuticas.
Taes
são
os
graves
inconvenientes
que
resultam
do
mau
estado da viação
publi
ca,
os
quaes
se
poderiam
remover
facilmen
te,
se,
como
se
espera,
se
construísse
uma
estrada
entre
as
caídas
e
as
Cruz
de
Real.
Removidas
por
este meio as
principaes
diílictildades
qoe
achamos
no
trajecto,
e
progiedindo
ioleriormente,
como
é
de
sup-
por,
o
desenvolvimento
material
d
’
esta po
voação, as
caídas
do
Gerez
seriam
breve
mente
um
dos
estabelecimentos
mais
flo
rescentes.
Fioalmente
que
o
desenvolvimento
da
viação
publica
é
o
meio
que
mais
póde
facilitar
o
desenvolvimento da prosperidade
d
*
estas
caídas,
manifesta-o
a
decadência
em
que
vemos
este
estabelecimento
desde
que
outros
do mesmo
genero,
auxiliados
por
boas
vias
de
comrnunicação
progridem
regulamente
;
prova-o
a
impossibilidade
que
a
maior
parte
dus
banhistas
hem
acha
do
de
eílectuar
uma
viagem
ao
Gerez com
todas
as
commodi
lades
necessárias;
e
con
firma-o
plenamente
a
prodigiosa concor
rência
de
banhistas
que, auxiliados
pela
es
trada
de
Chaves,
vieram
este
anno
ao
Ge
rez.
A. questão
do deputado
este
circulo.—
Parece
que
a má
tmpre
s
.
são
causada
no publico pela
noticia
que
o
snr.
Lopo
Vaz,
de Gouvinhas, era
o
candidato
proposto pelo governo,
r
ein
feito
hesitar
os amigos
do
ministério
n
a
apresentação
d
’
aquelle
nome
desconhecido
e
ignora-se
ainda
quem será
o
indivíduo
escolhido
pelos
mesmos.
Nós reiteramos
os votos
que
fisemos
para
que
Braga
seja
condignamente
repre-
sentada
por um
dos
seus
filhos,
conhe
cedor
das
suas
necessidades,
e
capaz
de
promover
o
seu
engrandecimento
e
pugnar
pelos
seus
interesses.
Applóudimos
o
pensamento
da
reunião
que
ámanhã
deve
ler logar,
e
desejamos,
que,
na
e?colba
a
que
se
vae
pruceder,
nào haja
espirito
de parcialidade, lembran
do
aos eleitores
que
a
união
faz
a força.
Doença»—
Tem
estado
gravemente
en
ferma
a
esposa
do
honrado
negociante
d
’
esla
cidade,
o
snr.
Anlonio
Joaquim
Loureiro.
Uliimameute
lem
experimentado
algu
mas
melhoras,
o
que
do coração
estima
mos.
i’
ro(jra:n:na,—
O
programrna
da fes
tividade
de
N.
Senhora
do
Carmo
é
o
seguinte:
Pelas 5
horas
e
meia da tarde
de hoje
cantar-se-hão,
a
musica
vocal
e instru
mental,
vesperas
solemnes.
A
’
maohã ás 10
horas
e
meia
da
ma
nhã,
celebrai-se-ha
missa
também
solem-
ne,
com
exposição do
SS.
e sermão,
e
de
tarde,
pelas
4
horas, será
dada
a
bênção
papal e far-se-ha a
encerração
do
SS. de
pois
de
cantado
o
Te-Deum.
A
’
s
5
horas
sahirá
a
procissão.
Rom
perá
o
préstito
o
estandarte da
irmanda
de,
seguido
de
um
grupo
de tres
anjos,
condusindo
o
do
centro
as
insígnias
da
ordem
carmelita.
Irão,
após estes,
outros
anjos
sós
e
em
grupos,
com
emblemas
aliusivos
á
Vir
gem
do
Carmo,
exlremanuo-se
um,
figu
rativo
da
e>lreila
matutina
e outro
repre
sentando
a
caridade de Maria.
No
meio
dos
anjos
e
grupos
irão dois
córos,
um
de
virgens, outro de
carmelitas,
cantando
. alternadamente
ao
som
de
instrumentos.
Irá
em
seguida
o
andor,
ciictimdado
.
de
brilhantes
molduras
de
prata,
cujo
saia\
>
é
bordado
a
ouro
fino,
tendo
no
centro,
>
em
escudo
branco,
as
armas
dos
carme-
Bellamente esculpturada
no
tempo
artista
de
A.
J.
d’
Araújo
Martins.
litas.
dos
religiosos
por
um
habil
Braga,
levanta-se
sobre
nuvens a
imagem
da
Virgem,
circumdada
de
anjos
e
lendo
aos
pés
a
Imagem
de 8.
Simão
Stock
re
cebendo
o
escapulário.
Seguirá
a
cruz
patriarchal, e
no
rneio
das
alas
do
clero,
vários
anjos
com
em
blemas
aliusivos
á Eucharistia.
Em
seguida
irá
o
pallio,
debaixo
do
qual
será
condu-
sido
o
Santíssimo
Sacramento,
fechando
todo
o
cortejo
a
banda
do
regimento,
acom
panhada
de
uma
guarda
de
hon
r
a.
A respeito «lo
draenn «íls Eaza-
rista».»
—
O
trabalho
do
distinclo escri
ptor
calholico,
padre
Senna
Freitas,
a
respeito
dos Lazarislas,
do
snr.
Ennes,
estará
impreterivelmente
á
venda
no
prin
cipio
da
próxima
semana.
A
b
Sfoticía®
«2®
dia.
—
Com
este
ti
tulo
vae
pubhcar-se
em
Lisboa
uma
folha
politica,
instrucliva
e
noticiosa,
de
que
é
redactor
político o snr.
dr.
Cunha
Belem.
Pniblícações.
—
Recebemos
e
agrade
cemos um volume
das
Aventuras
de
tres
russos
e
tres
znglezes.
de
Julio
Verne,
um
*
goifica
edição
ua
Empresa
Horas
român
ticas.
Este volume é
traducçio
do
snr.
Ma-
riano
dè
Carvalho, lente
de
tnalheinatica
na
escola
politechnica,
e
jornalista muito
considerado.
Cura
«Se um
doente peln ben-
çíío
de
Fio
fix.
—
M. Alexandre
Rinque»
negociante de
Marselha,
linha
perdido
dous
de seus
filhos, victimas
do
tifo,
na
idade
de
20
aunos.
Estava
a
ponto de
perder
o
terceiro
da
mesma
enfermidade; toda
a
esperança
tinha
desapparecido,
a
sciencia
linha
dito
a
sua
ultima
palavra.
A
’ vista
d
’islo,
o
medico
que
tratava do
doente»
e
que
era
ião piedoso
como
habil
na
sua
arte,
disse
a
M
Banque:
«Aconselho-vos
a
pedir
a
Pio
IX
a sua bênção
para
vos
so
filho.»
Esle
senhor
fez
partir
imtwedia
*
tamente
um
telegramma
para
Roma,
e
»
quando
a
resposta
chegou,
o
doente
seu
*
tio
uma
sensivel
melhora
:
poucos
d
|aS
depois
eslava
livre
de
todo
o
perigo-
(«Apostolo»)
Um sermão em
Villa do Cond®»
—
Da
«Palavra»
—
Publicamos n
’outro
iog
ar
fdllar
em
desabono
de
ministros
da
mes
ma
augusta
Religião.
A fome
no Algar
*
®»
—
Já
a
temos
real
entre
nós
:
assim
nol-o
confirmam
al
guns facultativos
que
teem
visitado
doentes
que
soffrem
tão
sómente
de falta
de ali
mentação.
Por
ora
está
ella
occolta
e
vive
com
a
pobresa
envergonhada
aconchegando-se
á
miséria
que
não quer
mostrar-se.
Desgraçados
a
quem esperam
tormen
tos
mais
horríveis
I
Soccorro
para
elles!
(Do
«Correio
do
Meio
Dia»).
Portuguezeg fallecido».
—
Falle-
ceram
no
Rio de
Janeiro
desde
15
a
21
de
junho os
seguintes:
Em 15—Angelia
Emilia
Machado,
23
a.
s.;
Fulgencio
Francisco
Leitão,
25
a.
s.;
Manoel
<?a
Silva, 42
a.
s
Em
16
—
José Pereira da
Silva, 61
a.
c.
Em
17—
Manoel
Peres
Moraes.
14
a.
Em
18
--Miguel Aogusto
Rebello
de
Macedo,
35 a.
c.;
Joaquim
Gonçalves
Anjo
d
’
Oliveira Alto, 60 a. c.;
Hermenegildo
Izo-
la 52
a.
s.;
Anna
Ignacia dos Santos
Aze
vedo
de
Medeiros
76
a.
v.;
Firmin
•
Perei
ra
Arouca,
26
a
s.;
José
Pinto,
56
a.
s.;
José
d
’
Oliveira
e
Silva 18
a.
s.;
Anna
Ade
laide
Belmira,
33
a.
s.
Ern
19
—
Francisco
Pereira
d’01iveira,
23
a.
s.;
João
Luiz
de
Sampaio,
c.;
Mar
garida
Emilia
do
Amaral,
40
a.
s.;
José
Joaquim
d
’
Araujo
Rebello
25
a.
s.;
Ber-
nardino
Anlonio
21
a.
s.
Em
20
—
José
Pereira,
24
a.
c.;
Claudi-
no
Joaquim
Alves,
21
a.
s.;
Marianna
do
Coração
de
Jesus,
40
a.
c.;
João
Mamede
Zeferiuo
76
a.
c.;
Jacintho
Ferreira
Sobral
67
a.
s.
Em
21
—
João Luiz Navarro,
40
a.
s.;
Delfioa
Thomasia
da
Silva,
56
a.
c.;
Ja-
cintha
Amalia
Botelho, 56
a,
c.;
Maria
da
Gloria,
22
a. s.;
Antonio
Luiz
de
Paiva,
21
a. s.
UmPntagoQiia.
—
Lê-se
no
«Direilo»,
do
Porto:
Haverá
perlo
de
um
mez que
n’
esta
cidade se apresentou
um
indivíduo
que
se
dizia
hispanhol
intitulando-se
conde
de
ias
Hores, ou
cousa
que
o
valha, e dizendo-
se
carlista
;
nào
nos
appareceu
nem
lemos
saudade
d
’
elle,
mas
teve a
habilidade
de
illudir
dois
ecclesiaslicos
que
o
recommen-
daram
a
algumas
pessoas
que
felizmente
não enganou.
Esle
cavalheiro
de industria
trazia,
segundo dizem,
uma
porção de
bo-
nds
do empréstimo
carlista,
mas
falsos,
e
também documentos falsos
com os
quaes
se
abonava.
Dizia-se
hispanhol mas é
ita
liano;
foi
zuavo
pontifício,
depois
esteve
ao
serviço
de Victor
Manuel,
e
quando
D.
Amadeu veio
para
Hispanha
elle
acom
panhou-o,
e
como
D.
Amadeu
se
foi
an
dando,
o
tal
melro
fez-se
carlista,
isto
é
dizia-se
carlista
para
roubar
os carlistas,
como
ainda ha
pouco
fez
na
Galliza, d
’
en-
de
sabemos
levou
boa
somnia
de dinheiro.
Alli não
se
intitulava
marquez,
mas
sim
capitão
de
cavallaria, e
dizia
chamar-se
Miguel
Troisenta
Em
logar
de
capitão
de
cavallaria
cremos
será
capitão
de
ladrões.
E
’
ainda
novo,
magro,
com
bigode
ruivo,
e
falia
pessimamente
o
hispanhol
sendo
a pronuncia
mais
italiana
do
que
hispanhola.
(Jm
nosso
amigo
disse-nos
que
só
de
duas
parles
da
Galliza
levara
trinta
mil
reales.
Do
Porto não
levou
nada.
—
Porém
como
é
natural
que
ainda
esteja
em
Por
tugal,
vendo
se
pelas
províncias póde
en
ganar
alguém,
acautelem-se
os
homens de
boa
fé
para
não
serem
logrados
como
o
fòrara
os
gallegos
que
hoje
estão
curtin
do
acerbos
remorsos,
porém
a
culpa
foi
d
’
elles
que
tão de leve
se
deixaram
enga
nar,
roubar.
Este
snr.
conde
das
FltVes, Miguel
Troisenta,
ou
capitão
de
cavallaria.
quan
do
não
pó
le arranjar
nada
com
a
sua
pa-
pellada
lalsa,
pede
esmola, isto
é
anda
pe
las
portas
dalgumas
fainilias com
uma
papeleta
tirando
uma
subscripção.
Cuidado
com
elle
e
com
outros
tão
bons
como
elle.
Pedimos
aos
periódicos
legitimislas
di
gam
alguma cousa
e
este
respeito
para
que
os
seus assignantes
não
caiam
na
es-
parrella.
Carestia.—
0
pão
boroa,
de
que
se
faz
um
grande
consumo
n
’
esta
cidade
e
em
lodo
o
Minho,
tem subido
tilti-
marnente
mais
de
trinta
por
cento
em
ra
são
não
só
da
secca,
mas
lambem de
mui
to
milho
que se tem
queimado
para
aguar-
te.
Parece-nos
que
hoje
já
se
não
queima
rá
eu
rasão
do
seu
preço,
com
tudo é
necessário que
o
governo
adopie
providen
cias a tal
respeito.
A
boroa
é
o
pão
dos
pobres, dos
ar
tistas
e
da
quasi
totalidade
do
povo,
e
se
uma
notável
correspondência,
dirigida
á
«Nação-»
e
ao
«Commercio
do
Minho»
pelo
ex.rao
sor.
dr.
Custodio Velloso,
habil
ad
vogado
em
Villa
do
Conde,
profundo
ca
tholico,
joven
iolelligentissimo
e
escrip
tor
catholico
já
conhecido em
todo
o
paiz.
N’
esle
escripto
faz
o
nosso amigo
du
ras,
mas
justíssimas
censuras
a
um
sermão
que
acaba
de
pregar
n
’
aquella villa
o
revd
0
Francisco
José
Patrício.
O
testimunho
do
snr.
Custodio
Velloso eslá
em
completa
harmonia
com
informações,
muito
fidedi
gnas,
que
da
inesma
villa
recebemos.
Aífirmam-tiOS
que
o
snr.
Patticio
con
spurcou
de
tal
modo
a
tribuna
sagrada,
que
deixou
o
audilorio,
composto
pela
maior
de
pessoas
religiosas
e
sensatas,
como
sào
na
sua
quasi
totalidade
os
ha
bitantes
do
Villa
do
Conde,
profundamen
te
contristado e
indignado. Não
íazia se
não
berrar
contra
os
que
chamava
cleri-
caes
e
obcecados
reaccionarios;
não fallava
senão
em
liberdades de
pensamento, de
reunião,
de
imprensa
e
outras
liberdades
que
elle
sabe,
coodemnadas
no
Syllabus
do
modo
que
por
ahi
se
apregoam
e
de
fendem.
Em
íim
o
seu
discurso foi uma
vergonha,
uma
miséria, uma
lastima
I
Pa
recia
que
não
fallava
n
’aquelle
púlpito
um
padre
catholico,
um
ministro
de
Jesus
Chris-
to. mas sim
um
demagogo
enraivecido,
um
revolucionário
furioso !
Hoje,
pela
nos-a parte,
não
prosegui-
remos
em
reflexões
sobre
o
sermão
do
snr.
Patrício;
mas
vem a
proposito
chamir
pa
ra este
facto
tristíssimo a
attenção
de
nos
sos
leitores, e
indicar-lhes
o
meio
de
evi
tar,
quanto
em
nós
caiba,
a repetição
de
outros
siinilhantes.
Os
venerandos prelados do
Porto,
a
cu
ja
diocese
pertence
o
snr.
Patrício,
e
de
B'3ga,
em
cuja
archidiocese
prégou,
obia
rào
n'este
particular
como
lhes ditar
seu
prudente
juizo,
recta
consciência
e
apos-
tolico
zelo. Mas nós, os
catholicos,
deve
mos
fazer
da
nossa
parle
por
affastar
da
tribuna
sagrada
oradores
como
o
snr.
Pa
trício.
Que
efleito
póde
produzir
a
divina
pa
lavra prégada
por
sacerdotes
que
dão
taes
provas
de
que
só
mercadejam
com ella,
de
que
não
trepidam
ante
qualquer
indi
gnidade
só
para
agradar
a
quem os
cha
ma,
e
de
que
em
fim
no desempenho
do sa
grado
ministério do
púlpito
se
atrevem a
fazer
como
verdadeiros
Protheus,
todas
as
caras,
quando
lhes
convenha,
e
isto
com
grande
menoscabo
de
seu
caracter
e di
gnidade
sacerdotal,
com
grande
escandalo
dos
lieis,
quando estes os
conhecem,
e
com
grande
detrimento
da
religião.
Já
ouvimos
ao
snr.
Patrício um
ser
mão
muito
oriliodoxo,
ern
que
elle
allu-
dmdo
a
uma
fimcçâo
pia
feita
no
século
passado
n
’esta
cilade
por
um
padre,
de
fendeu
o
clero
contra
os
aleives
e
calum-
nias
que
por
ahi
lhe
assacam
os
que
o
dizem hostil
ao
progresso
e
á
liberdade.
O
snr.
Patrício
mostrou
que
o
Clero
não
era
adversário
do verdadeiro
progresso
e
da
verdadeira liberdade,
e
desenvolveu
muito
bem
este
ponto
e
outro
analogos.
O
hoje
protestante
Henrique
Bibeiro,
lambem
defendeu, pouco antes
d’
apostatar,
o
celibato do
clero
n
’
um
sermão
prégado
na
capella
de
Nossa
Senhora
da
Lapa,
n
u-
ma
allusão que fez
a
este
respeito...
E
ain
da
haverá
quem
diga
que
nos
não
sobra
razão
para
clamar
contra
estas
cousas?
Havemos
de
clamar,
dê
por
onde
der:
es
tamos
resolvidos a
tudo.
Preguem,
pois, estes
padres,
se
os
prelados
os
deixam
pregar
(os
prelados
moitas vezes
não
teem
na sua
mão
reme
diar
todos
estes
males,
mesmo
porque
não
sào
sobre
elles
competentemenle
informa
dos)
;
mas
não
préguem
nas
festas
que
se
fazem
com
verdadeiro
espirito
religio
so.
Opponham-se
a
isso
os
catholicos
por
todos
os
meios
ao
seu
alcance.
D
’
esse mo
do
lucrarão
muito
os
interesses
catholicos.
Façamos
guerra
legal, mas
declarada
e
bem
combinada
a
estas
viboras
da
religião,
viboras
que
mordem
no
ventre da mãe
que
as
cria
e
alimenta.
Desenganem-se, não
ha
outro
meio.
E
*
essa nossa
obrigação
e
a
isso deve
mover-nos
o
proprio instiocto.
Elles
sabem
unir-se
contra
nós,
unamo-nos
nós
contra
elles.
Não
aconselhamos
que
se
odeiem
os
homens
;
isso
fôra
um
crime :
não,
muilo
ao
contrario
:
o
qoe
aconselhamos
é
o
combate
sem
tréguas
a
seus
erros,
para
o
nosso
bem e
lambem
para
o
d’
elles.
Diligile
homines,
inlerficile
errores.
E
’
por
isso
que
levados
só
e unicamente
de
nos
so
zelo
pela
causa
da
Religião a
que
es
tamos
devotados,
nos
vêmos
ás
vezes
for
çados,
com
grandíssimo
pesar
nosso, a
continua a
subir
na
mesma
proporção,
poucos
o
poderão
comprar.
—
(Idem)
Hospital
ao
ar
livre.—
O
profes
sor
Lefort,
cirurgião
do
hospital
Beaujon,
em
Pariz,
acaba
de
mandar
fazer
no
paleo
do
hospital
uma grande
tenda,
para
a
qual
removeu os
doentes.
()
eminente
cirurgião quer
experimen
tar
se
por
este
sistema
de
hospital
ao ar
livre, as
aflecções
cirúrgicas
se
curarão
melhor,
como muitos
aflirmam,
no
verão
apenas.
Lefort
não
faz
mais
do
que
imitar
o
exemplo
dos
americanos
cujos
hospitaes
são
todos
feilos
de madeira,
e
queitnam-os
ca
da
cinco
ou
seis annos,
afim
de
evitar
que
elles
se
empregnem
de
cheiros
doentios.
Lefort
tem
obtido
alé
agora
excellenles
resultados.
—
(«P.
de
J
»)
Partidn
das
religiosa»
eatlioli-
ea»
inglesas.—
A
partida
das religiosas
catholicas inglesas
de
Budesheim,
expulsas
da
Allemanha
em
viitude
das novas
leis,
causou
profunda
dòr
em
toda a
povoação.
Todo
o
Budesheim
se
achava
nav
ruas
do
transito,
diz
a
«Gazeia
de
Francforl»:
ho
mens, mulheres,
meninos,
catholicos,
pro
testantes,
israelitas.
Atraz
dos
canos
qoe
as
condusiam
iam
os
meninos
que
ellas
educavam
nas
escolas.
Ao
partir
o
trem
todos saudaram
as
religiosas
com grande
aflecto.
Providencia».
—
C(?m
relação
ao
facto
que
referimos
em
o
n.°
anterior,
pedein-
nos
a
publicação do seguinte:
Terça
feira ultima,
na
estrada
da
Povoa
do
Varzim,
no
sitio
da
Naia,
subúrbios
d
’
esla
cidade,
esteve
a
succeder
uma
la
mentável desgraça.
Indo
d’
esta
cidade
em
serviço,
á
fre
guesia de Sequeira,
o
ill.,n°
snr.
João
Mar
cos
d
’Araujo Ribeiro, digno
escrivão n
’
esla
comarca,
os
cavallos
qoe
puxavam a
vi-
ctoria
em
que
o
mesmo
snr.
ia
com
dois
filhos
d
’um
seu
amigo,
tomaram
medo
e
precipitaram-se
com o carro
e
os
passa
geiros para
uma
ribanceira
perigosa,
qoe
alli
se
acha
sem
guardas,
expondo
assim
os
inoumeros
carros
que
por
alii
passam
de
noite e
dia
a
um
perigo imminente.
Devido
a
um
acaso
inexplicável,
os
pas
sageiros
não
soflreram
mais
que
o
susto,
ficando
o
carro
complelamente
quebrado.
Porque
motivo
oão
se
manda
collocar
n’
aquelle
sitio
perigoso
uma
guarda
para
que
não
continuem
a dar-se
desgraças,
que
já
antes d’
aquelle sinistro se
leem
dado
no
mesmo
local
?
Gasta-se
dinheiro
supérfluo
em
obras
unica
e
exclusivameote
de
aíormoseamenlo,
e
n
’
aquellas
que
de tanta
utilidade
sào
para
a conservação
de muitas
existências,
oão
se
gasta
nem
uin
real I
Pedimos
providencias
á
direcção
das
obras
publicas,
esperando
que
não
nos
obriguem
a
voltar
ao
assumpto.
* *
»
Mestre Roque.—
Mestre
Roque
man
dou-nos dois
papeis.
Dois papeis
que
são
duas
preciosidades.
Duas
preciosidades
que
sairam d’
aquelle
abençoado
toitiço.
Toiliço
que
nunca
avezou
massa
encefálica.
Missa
encefálica
que
é
substituída
pelo
chorume
de
beldroegas.
Beldroegas
que
é
mestre
Roque.
Mestre
Roque
quer
ir
para
a
berlinda.
Pois
mestre
Roque
irá
para a
berlinda.
Conte
comnosco.
D.
F.
Lições
de pianno.—U<n
indivíduo,
competentemente
habilitado,
promptiíica-se
a dar
lição
de
piano
forte,
em
sua
casa
ou
na
dos
que
se
quizerem
utilisar
dos
seus
«erviços.
Dão-se
esclarecimentos n’es-
ta
redacção.
AGMECimiOS
Constantino
Vieira
de
Castro
e
seu
fi
lho
Custodio Manoel Vieira de
Castro,
agradecem
a
todas
as
pessoas,
não
só
rí
’
esla
cidade,
como
da
Povoa
de
Lanho
so,
que
no
dia
14
do
corrente
acompa
nharam,
da
casa
das
Ribas, da
freguezia
de S.
Victor d’esta cidade, até á
Senhora
A Branca, e
d
’
ahi
ao
cemilerio,
o
cada
ver
de
seu
cunhado
e
thio,
Antonio
José
Vieira
de
Lemos
;
bem
como
aos
snrs.
ecclesiaslicos
que
gratuilamente
celebraram
missa por
alma
do
finado
e assistiram
ao
oflicio
que
teve
logar
no
referido templo da
Senhora A
Branca.
A
to
las
protestam soa
gratidão
e
reconhecimento,
pedindo
des
culpa
de
nào
o
fazerem
pessoalmente.
(2571)
DE
C
O
ZIW
EB
EB,
A.
Sociedade
aurcyma
—
responsabili
dade
limitada
Desde o dia
15 do
corrente
em dian
te
pagar-se-ha
aos
snrs.
accionistas
d
’
esle
Banco,
na
séde do
mesino,
e
nas agencia»
do
Porto.
Lisboa, Braga
e
Vianna,
o di
videndo
relativo
ao
primeiro
semestre
fin
do
de
900
reis
|)or
acção,
equivalente
a
8
por
cento
ao
anno,
em
relação
ao tem
po
decorrido
da
entia
la
de
cada
uma
das
prestações.
Ficam
prevenidos
os
snrs.
ac-
ciooistas, de que
para
o
recebimento do
mesmo
terão
de
apresentar as
suas
acções
devida
mente averbidas
e
com
a
entrada
paga
da
6.a prestação.
As
relações
impressas
entregam-se
na
sédo
do
Banco e nas
agencias
acima
in
dicadas.
Coimbra,
10
de
julho
de
1875.
Pelo
Banco
Commercial
de
Coimbra
Os
gerentes
Manoel
dos Santos
Júnior
José
Barbosa
Lima
(2572)
J. Melchiades Ferreira
dos
Santos.
O
professor
em
artes,
letlras
e
scien-
cias,
membro
do eleto
e
magistrados, toda
o
medico,
cirurgião,
dentista
e
artista,,
que
desejem
obter
o
titulo
e
diploma
de
doutor ou bacharel
honorário,
podem
diri-
gir-se
a
MeJicus,
rua
do
Rei,
46,
em
Jer-
sey
(Inglaterra).
(T
*
)
EANCO
COMMEHUAL
DE
COIMBRA
Sociedade anonymn — responsabili
dade limitada
Sào
prevenidos
os
snrs.
accionistas
d
’es-
te
Banco afim
de
entrarem
com a 7.
a
pres
tação
de
10
por
cento
das
suas acções.
desde
o
dia
16
a
24
do
corrente,
das
10
horas
da
manhã alé
ás 2
da
tarde,
em
Coimbra
na
séde do
Banco,
no
Poi
to,
Lis
boa,
Braga
e
Vianna,
nas
agencias
do
mesmo
Banco.
Coimbra,
14
de
julho
de
1875.
Os
gerentes
Manoel
dos Santos
Júnior
José
Barbosa
Lima
(2573)
J. Melchiades
Ferreira
dos
Santas-
Recenlemente
chegado
a
esta
cidade,
aonde pretende demorar-se
algum
tempo,
offerece
os
seus
serviços
ao
respeitável
pn-
blico
em
que
disser
respeito
á
sua
arte.
Extrai,
cura
e conserta
os
dentes
cariados,
colloca
dentes
artificiaes,
cura todas as
aflecções
da
bocca,
provenientes
da
má
dentição.
Exiracçâo de
dentes aos
pobres,
grátis,
das
8
ás 9
boras
da manhã.
Consultorio,
Praça
do
Barão
de
S.
Mar-
linho
n.°
27
—
2°
andar. (2574)
B&KCO
MLIiiaSfÇA.
São
convidados
os
snrs.
accionistas
d
’este
Banco
residentes
n
’
esta
cidade,
a
virem
receber o
dividendo
de
suas
acções
relativo
ao
l.°
semeslro
do
corrente
an
—
no,
á
razão
de
3
p. c.
ou
10800
reis
por
acção,
na
thesouraria
do Banco
do
Minho,
das
10 horas
da
manhã
ás
2
da
tarde.
Braga
13
de
julho
de
1875.
Os
gerentes
do
Banco
do
Minho
Francisco
Casímiro
da
Cruz
Teixeira
Domingos
José
Soares.
(2566}
AOS
ACCIONISTAS DO BANCO
DE
PONTE
DO
LIMA
EM
A.
A
comrnissão
nomeada
pela
maioria
dos
accionistas do
dicto
Banco
residentes ^es
ta cidade,
para
terminar
o
desempenho
da
missão
que
lhe
foi
confiada,
faz scienle,
que
encontrou
o
melhor
acolhimento
na
res-
pectiva
Direcção,
a qual
lhe
declarou
que
dezejando
ter todas
as
considerações com
os
mesmos
accionistas,
a
primeira
chama
da
será
de
5
O
jq
,
e
só
terá logar quando
reconheça
ser
occasião
opportuna,
e
com
prévio
aviso
pelo
menos de
15 dias.
Outrésim
a
comrnissão
tem
a
satisfa
ção
de
declarar,
que
aquella
Direcção
loi
estranha
e
recebeu
com
desagradavel
sur-
preza
a
noticia, de que
a
havião
íalsamen-
le
invocado
n
’
um
contra-annuncio
impres
so,
que
sob
o
nome
d
’
ella
e
com
a assig-
natura
de
um
de
seus
membros
este
fez
circular
com
allusões oífensivas
aos
accio
nistas.
E
por
esta
forma
ha
a
commisssão por
cumprido
e
terminado o
seu
mandato.
Braga
15
de
julho
de
1875.
(2575)
O
Cabasinho
de
flores
PELO
Padre
Luiz Paeheeo
Este
magnifico
volumesinho
acha
se
á
venda
na
livraria
catholica
de
Lisboa,
R.
dos Capellistas,
82,
1.°
e
na
livraria ca
tholica
do
Porto,
Praça
de D.
Pedro,
131.
A
camara
faz
saber,
que
se
acha af-
fixado edital
pira
reclamação
sobre
o
seu
orçamento
do
corrente
anno
economico,
previne
de
que
as
reclamações devem
ser
apresentadas
alé
o
dia
19
do
corrente
in
clusivé.
Braga
10
de
julho
de
1875.
O
escrivão,
(2564)
Anlonio
Manoel Alves
Costa
MfflW
~
Maria
Thereza
d
’Oliveira,
casada
com
Manoel
José
Borges,
moradores
na
rua
dos
Sapateiros
d
’esta
cidade,
previne
a
todas
as
pessoas
para
que
não
tratem
com
o
dito
seu
marido
sobre
a
venda
de
qualquer
pro
priedade
immobtliaria
que
possuem
na di
ta
rua,
pois a
annuuciante
não se presta
de
fórma
alguma
a
consentir
em
lai
venda,
nem
a
outorgar
escriptura,
porque
não
ha
necessidade
de
se
fazer
tal
vendida
;
e
quando
por
acaso
appareça
qualquer
con
trato
feilo
sem
a
sua
outorga,
desde
ja
o
declara
nullo
e sem
nenhum
eíTeito
legal
como
a
’ei o
permilte.
Braga
9
de
julho de
1875.
(2559)
Maria
Theresa
d
’
Oliveira.
A
requerimento
de
José
Joaquim
d’
Al-
meida,
viuvo,
d
’
esta
cidade,
pelo
cartorio
de
Moita,
á
face
do
inventario
por
falle
cimento de sua
mulher
se tem
d’
hastear
ern
praça voluntária,
e
enlregar
se
o
pre
ço
convier,
no
dia
8
do
proximo
agosto
pelas 9
horas
da
manhã,
no
tribunal
da
justiça, as quintas
do
Paço,
e
de
Sanda-
íão,
suas
na freguesia
de
Semelhe,
próxi
ma
d
’esta
cidade,
com vista
para
a
ci
dade
e
estação
da
linha
ferrea
e
d’esta pa
ra
aquella»,
a
primeira
descripta
debaixo
da
verba
n.°
332
uo valor
liquido
de
8:3220600
reis,
a
segunda
descripta de
baixo
das
verbas
n.°s 319
a 229
inclusivé
e
331
no valor
liquido
de
6:6720405
reis
e
ambas já
no
lance
de
12:5000000
reis
juntas,
mas
que se
arrematarão
juntas
ou
separadamenle,
como
mais convenha
ao
inventaiianle
e
tudo na forma
do
seu
re
querimento.
(2570)
Venda
de
casas
Vendem-se
juntas
ou
separadamen
te dez
moradas
de
casas com gran
de
quintal,
lendo
os
n.°
s
72
a
82,
próprias
para
edificação
d
’
um
grande
pré
dio
e
sitas
na
rua
da
Cruz
de
Pedra
em
frente
á
nova
rua
que
se vae
abrir
para
a
estação
do
caminho
de
ferro.
Trata-se
na
mesma
rua
n.°
100
com
o snr.
Ma
noel
Anlonio
Pacheco.
(2511)
Banco
Commercial,
Agrícola
e
Industrial
DE
Villa
Real
[
Sociedade
anonyma
de
resposabilidade
limitada)
Havendo
alguns
dos
snrs.
accinistas
(Tes
te
Banco
deixado
de
satisfazer
ao
pedido
no
annuncio
de
10
de
março ullimo,
são
de novo
convidados
para
remetterem
á
Di
recção
de
mesmo
Banco,
até
ao
hm
do
mez
corrente,
declarações
em
que
indiquem
os
numeros
dos
titulos provisorios
que
pos
suem,
a
quantidade de
acções
n'elles
re
presentada.
e
o
nome
em
que
quizerem
lhes
sejam,
passados
os
titulos
definitivos,
na
certeza
de
que
não
sendo
enviadas
á
séde
do Banco,
no
praso
acima
dito,
as
de
clarações
de
que
trata
o
presente
annun
cio,
os
titulos
definitivos
seiào
passados
ao
portador.
As
listas
impressas para
as
declarações
são
fornecidas
no
Porto
e
Braga
pelos
agentes
do Bauco.
Villa
Real 9
de
Julho
de
1875.
Os
gerentes,
Joaquim José
d
’Oliveira
Guimarães
Agostinho
José
da Costa.
(2561)
BÍmõõõSlíte
Na
séde
d
’
este
Banco
e
nas
agencias
de
Lisboa,
Porto
e
Braga,
paga-se
ás
se
gundas,
quartas
e
sextas
feiras,
desde
as
10
horas
da manhã
alé
á
uma
da
tarde,
o
dividendo do
l.°
semestre d
’
esle
anno
na
rasão
de
4
p. c. ou
30200
por acção.
Bauco
de
Guimarães, 6
de
julho
de
1875.
Os
gerentes,
F.
Ribeiro
Martins
da
Costa
Francisco P.
da
Costa
Guimarães.
Agencia
em
Braga,
Campo
de
D.
Luiz I
n.° 29.
(2548)
Agencia
do
Banco
de
Vianna
CARVALHOS
&
C.‘
Rua
do
Souto
n.°
30
Esla
agencia
faz
as
seguintes
operações
:
Desconta leiras
da
terra
e
de
cambio.
Eucarrega-se
da
compra
e
venda
de
pa
peis
de
credito.
Recebe
dinheiro
á
ordem
e
a
praso
abo
nando
juros.
Empresta
sobre
penhores
d
’
ouro,
pra
ta,
inscripções,
acções de bancos
e
com
panhias.
Saca
sobre
praças
do
reino
e estran
geiras,
onde
o
Banco
tem
agencias.
Braga,
3
de
junho
de
1875.
Os
agentes,
(R
*)
Carvalhos
C.
a
Aviso
ao
commercio
Na
Praça
d
’
Alegria,
d
’esta
cidade,
o.°
16,
(antigo
Campo
das Ikrtas)
acha-se
es
tabelecida
uma casa
de
commissões.
Seu
proprietário
loma
conta
de
despachos
de
mercadorias
de qualquer
natureza
que
se
jam,
tanto
d’
esta
cidade
para
a
do
Porto,
como
do
Porto
a
esta.
Promptilica-se
a
tomar conta
de
todas
as
fazendas
ern
casa
dos
snrs.
negociantes,
e
a
entregal-as na
do
destinatário,
(em
que
só
n
’
isto
vae
uma
grande
vantagem)
tudo
por
uma módica
comrnissão sem
competidor.
Quem
precisar
esclarecimentos póde
dirigir-se
á
casa
supra
mencionada
ao
commissario
Anlonio
Zacharias
da
Silva
Coelho.
(2536)
BKAG4
Vende-se
uma
morada
de
casas
de
3
andares
no
largo do
Paço
n.°
9,
trata-se
na
rua do
Souto
n.° 28
com
o
sor.
Jo
sé
Antonio da Silva
Lomar.
(2522)
Vende-se
ou
aluga-se
as
casas
n.°
21 e 22,
na
tua
dos
Pelarnes, a
primeira
casa
torre
e
a
segunda
terrea
:
ambas
teem
quintal
e poço
mieiro.
Para
tratar
na
pharmacia
Alvim,
Praça
da
Alegria,
n.°
14.
Asphalto Nacional da Mina
de
Aseche
A
Companhia
de
Lisboa
com
escripto
rio
no
Porto
na
Rua
do
Bomjardim
n.°
365,
previne
os
seus
freguezes
e
o
publi
co
em geral
que
continua
a
encarregar-
se
de qualquer
obra
a
que
seja
applicavel
o
asphalto,
assim
como
terraços,
impenas,
passeios
em
jardins
e
nas
ruas
publicas,
ca-
valheriçes,
eiras,
etc.
A
mesma
Companhia
presta-se
a
ga
rantir
o
bom resultado
do
seu
trabalho,
sendo
sufliciente
para
recommendar
o
seu
asphalto,
a
perferencia
que
lhe
lem
si
do
dada pela
administração
das
obras
pu
blicas e o
repelido
chamamento
para
subs
tituir
asphalto
que
se
por
ahi
pregoa,
co
mo
vindo
do
estrangeiro.
Todos
os
snrs. que precisem
qualquer
encommenda
d
’este
genero, podem
fazel-a
no
Porto
Rua
do
Bomjardim
n."
365, e
em
Braga,
na Fabrica
da
Fundição
do
Minho.
(2535)
ALUGA-SE
Uma casa
feita
de
novo,
sita
na
rua
das
Agoas,
n.°
91.
Traia-se
na
rua
dos
Chãos
n.° 13.
Póde
vêr-se
das
10
horas
da
manhã,
até
á
1
da
larde.
(2560)
NOVA FUNDIÇÃO
DE FERRO
DE
Antonio Germano Ferreirinha
NA
Travessa
de
S.
João
Aonde
faz
toda
a
obra,
assim
como
bombas,
conçollas,
columnas
para
gaz,
pe-
zos
novos,
panellas á
ingleza
de
todos
os
tamanhos,
canos
para
agoas
e
gaz,
e toda
a
obra
de fundição,
como grades
para
sacadas,
obra
de
metal,
sinos
e
outros
ob
jectos
de
igual
teor
etc.,
pelos preços do
Porto.
Ofliciaes
de
sapateiro
Contrata-se
um
ou
dous
oíliciaes
a
fa
zer
solados
com
limpeza
na
morada
dos
mesmos,
abonando-se
boa
paga.
28,
Rua
dos
Chãos,
28
Loja
<le
sola.
CAIXEIRO
Precisa-se
d
’um rapaz,
proximo
a
ga-
nbar
dinheiro,
ou
mesmo
d’
um
caixeiro
de
qualquer
negocio,
que
u?em
de
bons
cos
tumes.
28,
Rua
dos
Chãos, 28
(2543)
Loja
de sola.
Vende-se
uma
morada
de
casas
na
rua
de
S.
Vicente,
n.°
6,
com
born quintal
e
agoa.
Quem
a
per
tender
dirija-se
á
mesma,
onde
encontra
rá
com
quem
tratar.
(2563)
Vende-se
uma
morada
de casas
jJ-
cotn
fi
u
'
nla
H
n0
campo
de
Nossa
Senhora
A
Branca,
com
frente
para
o
nascente,
designada pelo
n.°
19.
Trata-
se na
casa
o.°20,
do
mesmo
campo.
(2544)
Traspasse
de negocio
Traspassa-se
a
confeitaria
e
restauran
te
da rua de
S. iMarcos,
d
’
esla
cidade.
Trata-se
na
mesma,
de
seu
ajuste.
(2563)
L
’
IHuslration
de
la
mode.
O
mais
elegante,
meamente
illustrado
e
barato
dos jornaes da moda.
Publica-se ern
Pariz
uma
vez
por
mez,
no
formato
dos
grandes
jornaes
illusirados.
Cada
numero
contém
dez
a
quinze
mo
delos
de
loiletle,
uma
grande
folha
de
mo
delos
de
tamanho
natuial
e
uma
magni
fica
gravura clorida.
Quem
quizer
assignar
esta
publicação,
djrija-se
á
livraria
de
Eugênio
Chardron,
largo
de
S.
Francisco.—
Braga.
A
empreza
offerece
aos seis assignan-
tes
um magnifico cofresinho
contendo
tu
do
o
que é necessário
para
um
toucador
e
cujos
objectos
valem
para
cima
de
20
fran
cos.
Preços d
’assignatura—Portugal:
sem
o
referido
brinde
—
9 fr.
Com
o
brinde —
13
fr.
PEDRA DE
ALVENARIA
Quem
precisar
compral-a, vendea
Auto,
nio
Alves
dos
Santos,
Costa, na
rua
d
a
Sé d
’
esta
cidade.
(2565)
NOVIDADE
44,
Rua do Sotito, 44
Campos
&
Almeida, acabam
de
rece-
ber
grande
sortido
de chapéus
de
feltra
e
seda,
«ultima
moda».
da
acreditada
fa
.
brica
dos
snrs.
Maia e
Silva,
do
Pon
0
que
vendem
pelos
preços
da fabrica.
Também
se
fabricam
e
consertam
cha.
peus
de
todas
as qualidades. (2330)
ALMEIDA &
PEREIRA
Largo
do
Barão
de
S.
Martinho
n.°
15
Compram e
vendem
acções
de
todos
os
bancos
e
companhias,
e
inscripções
(Tassenlamento
e
coupons.
(I)
wi
ui; me
DO ALTO DOUKO
DA
CAA »E VILLA
POLCA
RUA
DO
SOUTO
N.°
15
BRAGA.
Acaba
de
ser sortido este
armazém
com
as
seguintes
qualidades
de
vinhos
engarrafados
e aquartilhados
:
ENGARRAFADOS
Vinho tinto
de
meza.............................
15/)
>
>
>..............................
190
»
Lagrima......................................
200
»
Branco
de
meza
............................
210
»
tinto
de
meza
fino. ...
270
»
de
prova
secca............................
300
Malvasia
de
2.a............................
360
»
»
velho..................................
400
»
Bastardo
.......
500
»
Moscatel...................................... 500
»
Malvasia
..................................
500
»
Roncão
..................................
»
Alvaralhão................................
560
»
Velho
de
1854........................ 600
A
RETALHADO
Vinho
par&
meza 50
e
80,
0
quar
tilho
tinto
e 120
0
branco.
Responde-se
e
garante-se
a
pureza
e
boa
qualidade
de
lodos
estes
vinhos,
po
dendo todo
e
qualquer
consumidor
rnan-
dal-o
experimentar
por
meio
de
qualquer
processo
chymico.
lYestes
preços
nãa fica
incluído
0
valor
da
garrafa que
0
comprador apre
sentará
ou
pagará
50
reis por cada
uma.
(N
*)
João
Manoel
da
Silva
Guima
rães.
—
Rua
do
Souto
n.°
43.
Compra
e
vende
Acções
de
todos
os
Bancos
e
Companhias,
Inscripções
de
As
sentamento
e
coupons.
(681)
METAES VELHOS
Na
travessa
de
S.
João
n.°
5,
com
pra-se
toda
a
qualidade de metaes,
e
ferro
velho
até
mesmo
fundido.
(860)
Na
rua
Nova de
Sousa
n.°
12,
vende-se
umas
estantes
e
balcão.
(2568)
Balsamíco-
Prophilalico
Esta
injecção
é
a
unica
e
eílicaz
que
cura
em
seis
ou
oito
dias
toda
a
quali
dade de
purgações,
tanto
antigas
como
mo
dernas,
aioda
as
mais
rebeldes.
Vende-se
em
Braga
na
pharmacia
(1,
Antonio
D.
Alvim,
á
Porta
Nova
n.°
14
em
Coimbra,
pharmacia
Barata
Diniz,
rua
de
S.
Bartholomeu.
Deposito
principal
oo
Porto
na
pharmacia
Madureira,
rua
<1°
Triumpho,
n.°
142,
proximo
ao
Palacio
de
Crystal.
Preço
de
cada
frasco. .
.
400
rs.
(O)
*
BRAGA :
TYPOGRAPHIA LUSITANA —
1875 - É o formato de
-
comerciominho_17071875_371.pdf
Parte de Comércio do Minho (O)