comerciominho_17061875_358.xml
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-
3?
ANNO 1875
FOLHA COMMERCIAL RELIGIOSA E
NOTlClOSA
NUMERO 358
Assigna-see
vende-se
no
escriptorio
do
editor
e
proprietário
José
Maria
Dias
da
Costa,
rua
Nova
n.°
3
E,
para
onde
deve
ser
dirigida toda
a
correspondência
franca de
porte.—As
assi-
gnaturas
são
pagas adiantadas
;
assim como as
correspondên
cias de
Interesse
particular.
Folha
avulso
10
rs.
BBAGA-QUIITA-ÍEIKA A» me
JUNHO
Tem-se
dito repetidas
veses,
que
o
li
beralismo,
na
accepção
social,
polilica
e
religiosa,
em
que
costuma
empregar-se
esta
palavra,
é a
causa
unica
do
progresso
material,
qoe
experimentamos.
E
a
aflirmaiiva
tem
por
tal fórma
ga
nho
a
ingenuidade
de
muitos,
que
já'
é
recebida
como
maxima
o
que
não
paása
de
um
absurdo.
De
feito, pretender,
que a
revolução,
que
taulo
vai
o
liberalismo,
tênha
em
si
força
productiva
com
que
possa
dar-nos
os
melhoramentos
de
que
já
gosamos, é
desconhecer
completamenle
a
índole e fei-‘
ção
que
a
caracterisa.
D
*
onde
houvi?
a
revolução
eisa
virtude
<
que
se
altribue?
De
si,
dos pzíneípíõs
-
(que proclama?
impossível.
'
i
1
Destruidora
e
dissolvente
por
*
nãlíhesa
f
na
ordem
moral, carece
absolutamenie
'
d
’
e8se
principio
gerador
que
a
poderia
torJ
nar
fecUnda
em
maravilhosos
dnventòs.
Poderosa como
■
elemento
de destrhição
1
ie
Tuina, é
por
si
mesma impotente
como
principio
<le
preducção.
Para
se
admittir
o
contrario
era
ne-
cessario
demonstrar
primeiro
que
os
grãn
‘
deS
génios
eram
producto
essencial
é
’ex-
cluaivo dos pantanos
revolucionários.
”
■
Verdade
é,
que
algumas
descóbèrtas
''
importantes
hào-se
réalisado
sob
o
iíripe-
•
rio
do
liberalismo.
-i'.
’
Não
padece
duvida,
que
a
epoca
revo-
‘
lutíionaria
tém-se
assignalado
naó
pouco
-
com
uma
Serie
grande
dé
rírelhóraméhtos
materiaes.
íí
Será
porém
tudo
isso
bastante
a
jus
tificar
a
loucura com
que
a
revolução
se
arroga
a gloria
de
tantas maravilhas?
não.
Um simples
motivo
não
póde
nem
deve
elevar-se
nunca á
cathegoria
de
causa.
O
progresso
material
de
que
a
revo
lução
infundadámente se
ufana,
está
na
'
ordem
naturaf
;das
coisas.
.
'
O
seu
começo
data
d
’
esses
témpos
primitivos
em que
o
homem,
consliluido
po
:r
Deus
rei
da
creação,
preciàou
soecõr-
rêr-se
da
sua
intelligencia
para faser
ser
vir
a
matéria
ás
Suas
necessidàdèsí
"
Se
depois de
tantos
sêculós de
um
OS
lAZAUISTAS
DO
Drama
Calumnia
t
e
os
Uaznriatas
verdadeiros
A
Religião Catholica
não teme
a
AS'TERÇAS, QUINTAS
E
SABBADOS.
’
iiii
mm
iT in
rilii
ii
ji
b
imn
'*
P
reço
^;
Bra^a,
anno
l^õOO
rs.=$emestre
SoO
rs.=Provtn-
cias
annó
2S4Q0
rs
e sendo duas 4&000 rs.=Semestre 1&2o0
rs.i^raiiL^áqno íãáOO
rs.^Scinéstre
2$300
rs.
moeda
forte,
ou
lO^ÔOO
Têísie
u$500
reis
moeda
fraca.=A.nnuncios
por linha
20
ts
?,
repétiçao
10
rs.
£íira
os
assignantés
10 ®/0
d
’
abatimento.
D
pre progressivo,
ém
|Ho
náda
perderá,
ahteS luérárá,
a
;
CâUsp
iria
humana chegou | política
que
defende.
Não
dé
í
associe aois
impios
pâra
perseguir
a
Egréjaí,’
aggrédindb
1
e
caltiraniando
oS
^èós
jihiícipáés
minis-
1
-troSjidKl
;•■!■
?
HO(J
?'
-
g
jo
:
J
i
Não
esteja
servindo
d^nsrhiménto/que-
(
hábeis
mãos
ísabera
mahejar,
para
fihs
si-
nistrés.
Nada
mais
lhe
digo
*
?
senãò'
tj
qué^àlgum
dia;
1
conhecerá
que
eú
falto Vètdrfdé?
co»>-
vãcto
da
vèrdadel
pois
teWhd»!
em
l!
m?»ha!S'
mãus
provas
inbonóussas
d’
esta
“raCSma
verdade.
Não
é°à
‘aínisadé é
1
dédlcáçablpélo^ex."!
0
snr.
arcebispo
coadjutor
de Braga
que
me
obZiga
á
diser'
is((o,
é,
sim.
'
unifeãtfneWe
o
â
:
môrf!
da'Verdãdè'é
:dà
religiãó,
f
e"
!
põssv
diseC
com
toda á’
èertesa/Sém
^édeío
djo
'
seti
MéSniientídó
qúe
Ipará
miói', aèima
da
âmisade, é dê tódo, está a
minlú
Con-
seieheia,
‘
está
a
Santa
1
Egéèjá 'Cfíltmliéa,
Àpostolica
r'Rdinaàá,'eátá
Detís.
'*
''
1
desenvolvimento,
semj
bora
défiloi
í.
oá
úndusi
n
’
um momento
a
sobrepujar
à
sua
histo
ria,
quem
dirá
que
1
fosse
outra
a
causa?
E
quem
poderá
affirmar
‘
ainda,
què
;
essas
ívantagewS,^conseguidas'
pela
ictivij-
dade do espirito
Sobre
a
^oitesa da
maté
ria,
-/fossem como
;
que cOhsfequenciiís
di-
nDaíudas
»da
subversão
revolucionaria
?
■
i;
Què está
já
creado
para
ó
homem
um
maior numero
de
necessidades,
já
para
di
vertiT-Viè
o
-»espiTito
‘
daS
vétdadesr
éiernas
que
atacava,
fosse
um
mbtívo
de
precipi
tação
para
’
esse
(lesfenvolvimeniõ,
conCébe-
se
;
mas qpaòlo distam
d
’
aqu‘
j
as
v„i<foàas
pretensões
com‘
qué
-se
déCora
?
;í-
E
poderácerér-se,
-que
o
seâsu4lismp
rasteiro,-
<muco'pateimouio
tfaQneWlkiÇàd,
absorvendo
0m
Si
todas
as
foFÇas do
eS-
r
pinto, seja
capaz de
prolltisir
uma só,
que
iséjad’ess&8
maravilha8
do
progresso,
em
que
a
iotélligencía
<do
horném
'apparece
sempre
revestida
de
toda
a suai força
na
tiva,
dominando
’
a
‘
matéria
?
'Nào
;
afioita-
mente
o
‘
negámos?
Não
se
illuda
pois
ninguém,
attribirin-
<|o
á
retol(Fçâo'i'e
‘
ao
liberalismo,
:>
o
que
por{
;fórma-
nenhuma
dhes
pertence.
Estéril, como
é,
o
principio
5
révolq-
cionárío,
«:
rtão
póde
elbvar-se
mais
alto
que
as
j
ruinas
‘
pbr
elle
pr
õdusidas.
■
,
*
Beslroe,-
mas
não
edifica.
-5’
,l.-7Lír.l|rrai
vjinri:.
:-)-£
.!•
o
oíu
;
------------
u
r
—
•—
(J
Só pouear e
iiltimas,
palavras ó
affu.
Gi
x;,
;
cu;; .
•■■■ ■
-tã
)
-
Tc
:>
■:
_
(<
«Nação»
acerea da
que»tao do
coadjittor dç Braga.
Já
fjue
á
«Nação
*
me
não tjurz
faser
a
justiça
de
me
acreditar ‘
(no
que muito
1
me
magoou
pois
não
o
esperaVá,
mas
que
fhe
'pérdôo de
J
to(fo
o
meu Côração) peÇo-
Ihé
ãó
menos
pelo
amor de
Déús,
e
em
nome
da
religião
santa
que
lemos
a
honra
de
proftssar,
que
ponhi
ponto
sdbre
esta
questão
j/que
levantou
e
cuja
responsabi
lidade
fierante
Deus
e
perante
os
homeqs
só
a
ella
cabe!
Tenha
mais
caridade e
nunca.se
tratem
questões
d'estas
em
taes
eircumstancias
em
jorhaés.
Sijja
o
'Evan
gelho e a doutritla'
dos
Santos
Padres
e
não1
terá
nunca
tle
se
airépender
;
e
com
Bragá
t6
dé'juuho de
‘
1875.
.rmj..vJ-. f»)<:uíl
tua
i,
o .sobigin
,
i.
Padre
João
*
Rebello
CardoSo
tie
Mènezes.
i-ihioa
sifti
!
l/.raí.
-.eírai»; i
e
REVISTA
ESTRANsfiÃ/
;
Higpanlia.,
'
Nòlleias da
'■
guerra
»
O desemboque
operado
m»
porto
de
B&rmeo,
Cofisistití.vem
4
canhões
de!(tiro
tapido,
sendo doas
do
sistema
Woolwich
c
dous
do
sãslèma
Withwõrlh,
2:00 I
al
mas
d
’
agulha,
1:800
espadas
para,
cavai-»'
kriâi
e
igual
ntfmei-o
de
011110(068/40:000
cartuchos
e
20:000
kilugíammas
de
chum
bo
e móilos
faidOs
de
fardamentos mihta--
res.-
,
■
-
•
■
■
i-
(\.
■
«mu
i.
—
Cintelegramma de Seo de
Urgel
em~
8,
é
assim
concebido
:
í
T
íkc
i
O ggueral
Gamtir.di
entrou
em
Carine-
na
a
9
legoas
de Saragoça, onde
fèz 800
prisioneiros
dos
quaes
300
são de
cavai--
laria,
tomou orôa
grande
quantidade
de
áfflhTs/~e
“
recebeu
’
'TniTitõs^TTtrnêUrés
~~díe
Contribuições.
n
M?'
A
nussa
victoria
d
’
Alcora
foi
mais'?m-
■
r>
r.
?,?.
c(|
cn
'■»
t■
r.d
':
b
-
i.
'
'
r
i
:
Ipoftanie
do
que
se
pensava.
Monu
negro
e
os
aflonsistas tiveram
de
se
bater
em
Retirada
Vté
Casletíón;
perdendo
treíèn-
itos
homens,
dos
‘
quaes
qiiarenla
são
ofli-
icíâes.
c
<■'
<
<) ob
.;
í
.
i
■
t
-i
í
.
n
o
Montênegro,
com
‘
6
batalhões
linha
saido
de
Caslelloo
a
26,
e
pouco
depois
sé
lhe
reomih.
a
brigada»
Chacon.
Estes
9
batalhões
com
arlilheria
e
cavalla/ia.
fo
ram
derrotados
ipor
3:000
carlistas
'pouco
iwais
ou
meqos.
Os
cairlistas
tinham
pre-
o».
lerretòo d
’
»sntemào.
Cucala
lato-
bem
assisiiu
íiá''batalha.
•».
'
cO
efteilo
imoral
d
’
estas
duas
ticlorías
é
tão
grande,
que
Tos
nossõs
vóluniarios
esperam»
com
impaciência a
chegada
do
ministro
Jovellar
6
de
seus
novos
rtfór-
ços-,/convencidoí
de
l
que
o
baterão,
co
rno
antes
1
bateram Montenegro,
Despojeis,
e
outros.
•
*
!
Na;
batalha
d
’Alcora,
os
batalhões
de
Balza
e
de
Ma-drid
soílrerarn
muito.
O
çominaddanie
do
batalhão
de
Balza
1).
Luiz
Iglesias
morreu.
g
As
fendas
de Dorregaray
só
existiram
oà
imaginação;
dos
liberaes.
bií
iCedo
e
mui
cedo
se
esperam
grandes
aconteci
meu
tos.
;;
í
í
r -
*
-«Quanto
a operações, diz o
corres
pondente
madrileno
para
a
«Palavra», já
não é
possível
occultar
as
derrotas-
sof-
frJdaU-»kio:)Valle
deoMeoa e na
litxha
do
Orio,
a
primeira
das/quaes valeu
aos car-
bstas o
domiuio
do
citado
valle
e
do
de
lio^a,
i«a
proviocia
de
Santander.
limí
trofe
de Biicayaj e
a
segunda
a
occopa-
ção
da
citada linha
do
Orio
com
as
van
tagens
que disse
e
qòe
confirmo.
Poste-
riormenie
e>
partindo
d
’
esta linha
dirigi-
i.amM'e
sobre
o peqnenò
caslello
de
Asli-
garraga
qoe
domina
com
a
sua arlilheria
de>
graude
*
;
alcance
uma
parte
de S.
Se-
-baslrâo'e
tomaram-no,
ficando em
seu po-
Ider
os
•
ícaphôes
que
n
’
elie
havia
e
uma
parte
de
sua pequena
guarnição.
Pouca
importância
teria
esta
conquista
sem
as
circumsunuias
que
distinguem
Asiígarra-
jga,
porque
a
súa
posição.
Como
eu
disse,
;é
vantajosa
para
hostilisar
S. Sebastião
le
(torna
muito
difiiceis
as
comtnunicações
euire
este
pònto
e
Irun
que
fica
pouco
menos
do
que
incommimicavel,
o
qne
para
um fuiuro
accoinmettimeuio
a
esta
dis-
cussào
séria
e
consciénciõsa.
Nos
paizes^
onde
esta
(pÕde
ser
mais
ampla,
sabe
ella
triunfar
de
seus
adversários,
hontem,
co-
'
mo
hoje,
hoje,
como
ámanhã.
Mas
o
espirito
mentiroso
e
satanico,
que,
desde
a
sua
constituição
no
mundo,
°
a
combate
sem trégua nem
descanço,
boje,
como
hontem, Proteu
fementido,
pa-
ra
proseguir
a
lucta
com
mais
vantagem,
reveste
todas
as
lórmas
segundo as
con-
venitncias
de momento.
f,<
"
E’
bem
’
sabido, que
o
Catholicismo
é
um
todo
harmomeo
e
tão intimamente en
laçado
e
relacionado,
que
feita
brecha
por
um
lado, facil
seria
penetrar
na
cidade-
ia
mais
recôndita
e
resguardada.
A
vida
religiosa,
á
pahe
a
fórma
va-
(>
Tiarel
e
tempoirária,
é
tão
intima
e
es
Ji
sencial
á
doutrina de
Chrisio,
que
Él-
i‘
-''
le
a
deu,
como
a
perfeição
da
vida
chris
tã
em geral.
7
'
•;
-i!
penetrar
na
cidade-
'Querés
Vivei?
cficistãmén
te ?
Observa
os
mandamentos.
Queres
ser
perfeito?
Dá
açs
pobres
os
teus
haveres
e
isègue-tuç. Eis
a
ticçãò
que
u
Jesús
ChrLto
deu
ao
jo-
Meti'-cufíoso
de
apreiiiler
as
‘
regras
da
(
Vdá!
>/
’
•
'■
■
■
'
-
■
Seguir
a
Jesus
Chrisio com
perfeita
ab
negação,
recôblrácd-o
e respeital-o
em
utn
conductor,
que
d
’
EHe
faça
dfe
continuo
as
vezes
na
direcção
0
’
65
*3
vida
de
abne
gação
e
de sacrifício,
pois
què
a
Elle
glorioso
no
ceo,
uão póle
o
homem se-
guir-lhe
a
direéÇão
:
jaesisòal na
têrra,
eis
toda
a
essência
da
vida
religiosa,
da
qual
são
regulamento
as
presdtipções
formula
das,
pelos
organisadores
d
’esta,
de
toda
a
altura
de
sén
géniot e
santidade:
Anlãó,
Basilio,
Bento,
Domingos,
Fran
cisco,
Ignacio,
Vicente.de
Paulo e
tantos
outros
grandes
homens
não
fizeram
mais,
do
que
applicar
desenvolyidamente
e coor
denar
em
regra
a
doutrina
de
Chrisio,
com
relação
á
perfeição,
sob
a
auctòrida-
de
da
Egréja,
com
a
qhal
permanece o
mesmo
Divino Mestre
alé
á
consummação
dbs
secnloS.
Mas
é
também
poí
este
ladú,
que a
impiedade
ousa
ataéar
a
Cidadela
toa
fe,
como
qíle'
dizendo
ao
povo?
Nós-respei
tamos
a
vossa
efença
;
sómeute
combatei
mds
o
fanatismo e
a
hipocrisia,
qde
se
anrnham
n
’
èssas
;
instituições,
àccidenUes
<
ria
i
Egiteja
x
d
o maíót
:
obsticulb, a
qne
o
mundo
veríha
í
pressurosb
ajofelhar
juu
f
o
á
jfíèuí.
i
1 -7
:
./l
|o
t.
:
,■
h
$J'
j
1(‘
)
?c
o<:p
oiqov
-
v
o
oritJH
D
’
esle
genero
de
deshonesto
combate,
é
a
peça—
Os
Lazaristas
— do snr.
.Enn<e$,
a
qual
aqui
não
cÕoSiíleramos,
senão
cò-
mo
arma
de
guerra,
po
;
s
que.
como
pé
la
dramatica.
já
aqui
foi
’
■
conscienciosa
mente
iprêciada.
E
em
prova
da
triste
improbidade,-
que
a
obra
revela
no
auclor,
não
que
remos
ruais
do
que
apontar
certos lo
ques
por onde
se
afferir
a
sua
in
solente
leviandade,
a
sua
audacíssima
1 igno
rância,
precisamente
sobre
o
ponto,
'•
que
mais
proticientemente
deteria
ler
sido es-.
ludado.
Uma
casa
de
Lazaristas
a
festejar,
co
mo
seú
padroeiro,
a
Santo
Igoacib, eis
uma
das
scenas da peçá.
Olá
nós»
não
àegamos,
qiíe
o
espirito
de
Santo
Igná-
cio
seja
o
mesmo
espirito
de S.
Vicen
te
de
Paulo, os
quaes
nào
são
senão
o
espirito
de Chrisio,
diversificando
apenas
nas
applicações
praticas,
e
n'aquelle quid
e
quanlum
de
individualidade,'
quetêtp.
toda
grande
existência.
Portanto
o
êrrti
do
snr.
Ennes
•
nada
importaria
<para
a»!
verdade
e
bom
desenfio
dos caracteres,1
nem
para
a
verosimilhança
essencial
í
do
enredo;
mas
importa
e
serie
de
‘
muito-
para
se-aquilÀlar
a
consciência
guidadé
1
mor-al dcorn
qne
o
snr.
Ennes
'estudou
o
ássfiirtípto.
1
i.J
ral
i
DSè'
hóirvésse
-bstudado,
o
local
escolhi-
do<
bateria
parecer-lhe
ura'
disparate; ‘Co
mo
não
estudou,
o
nortfe
dé
S?
ignacio
■ Sertiu-lhè
pátaf
dar
á
tafea
o' toai
‘ jèsu
itji-
\
co
da
convenção
liberal
e
approveitou-o.
l)rn
dos grandes
íilosofos
allemães.
uro-
seguifido
os
trabalhos
dos
mestres
Kant,
Hegel,
Fitclie,
chegou
a
esta
conclusão,
qoe
talvez seja
muito
do
gosto
do
snr.
Ennes
:
—
Deus
não
é
mais,
gf»m
de
'
'quánto
’
‘
lem contemplado
pos.ra-
fi
r> /d
«
iO
snr. Ennes
sigo
mesmo,
qúe
i.póie
ser
senão
a
~
,____
njao
se
acha descripio
nas
õbras
da
sei-
la:
trasladou
pois esta
miragem
para
a
sc(
na,
e
‘iiòiuralmenle,
tamo
anda embo-
(ia(jo
o
senso
moral
!
pensõu com
ibotões
—
Exegi
monumenlum
!....
E
aqui
lbe
acoite
urn
joven e
so
advogado
a
dizer-lhes:
O
seu
u
.v
um drama
«realistaí.
£
’
que o
snr.
Dr.
Emydio
Navarro
também -é
da
eschoia
allemã,
que toma
a
miragem
pela
reali
dade,
tudo
pela mesma
rasão;
porque
auclor
e
apologista
não
lêem
senão
pelo
breviário
da
eschoia,
ao qual
o
facto
e
o
real
se devem
àifioldar
necessaria
mente.'
d-'
•
;
; < ■! ''
Nós
lemos
muitas
'vezes
formulado
es-
la
reíb-xão.
Se
certos
«inlieis»
déssem
á
fé
avevdaddir» um
pot
cento
da
fé, que
presdam
ao8;escholias't$s
do
seu
alcorão,
bofé/que
os
verteis
ahi
cohveilidos
era
crentes
intransigentes.
wmm
—
mnm
-
j
»
•
- -
4
Conlin
úa)
que
a
mira-
de
bom
a humanidade
em
si,
em
todos
os
lem-
determinou
também
coro-
o
Lazarista
não é,
nem
miragem,
de
quanto
de
os
seus
talento-
drama
é
praça
póde
ser
<Je
certa
influencia
mor
tal.
„
\
.
—
Confirma-se
a
entrada
de
Gamundi
em
Carinena
á
frente
da
divisão
carlista
ara
gonesa. Carinena
é
uma
rica
povoação
si
tuada
na planicie,
fortificada
e
guarneci
da.
Gamundi.
combinando
bem
o
seu mo
vimento
para
desorientar
os
affonsinos,
dirigiu-se
a
ella,
entrando
por
surpresa
ao
amanhecer
do
dia
G. A
guarnição
refu
giou-se
nos
fortes,
excepto
alguns
solda
dos
que
licaram
prisioneiros
e
os cavallos
e
armas,
bem
c«mo
bastantes
recursos
em
dinheiro
e
viveres.
Conseguido o
seu
ob-
jecto
e,
segundo
o
sistema
de
guerra
que
seguem
os
carlistas,
abandonaram
a
po
voação.
—
Depoi
*
de
escrever
estas
linhas,
es
creve
o
mesmo
correspondente,
commu-
nicam-rne
a
noticia
de
haverem
passado
aos carlistas
algumas
forças
do Norte
e
de
occuparem
estes
ha
tres
dias
o
monte
Esquinza,
importante
posição
da
linha
af-
fonsina,
d
’
onde
desalojaram
os
seus
con
trários na
manhã de
6
Dou
a
noticia
com
a
devida
reserva
até ver
se
se
con
firma.
—Do
mesrno
correspondente,
em
data
de
12:
Corre
por
aqui
uma
grave
noticia
e
aventuro-me
a
dal-a
ainda
que
com
reser
va,
por
me ter
sido confirmada
hoje mes
mo
por
via
ministerial.
O
brigadeiro
Vier-
gol,
que
occupava
Lacar
na
occasião
da
grave
derrota
dos
affonsinos
n
’
esle
pon
to.
passou-se
aos
carlistas
com
o
bata
lhão
de
reserva de
Toledo
e
outro de
li
nha,
ao
todo uns 1.500
homens.
As
no
ticias
autlieoticas
d
’
esla
origem não
con
firmam
o
facto
até
ao
dia 5
que
é
a
sua
ultima
data,
se
bem
que
os
propa-
ladores
da
nova
a
apresentarem
como
pos
terior a
esle
dia e
acontecida de
7
pa
ra
8.
Também
se
confirma
até
o
dia
5
a
tomada
do
monte Esquinza pelos
carlistas,
ainda que
todas as
pessoas
entendidas
concordam em
que será
necessário
aban
donar
umas
posições
qoe
nunca
deveram
occupar-se
com
caracter de permanên
cia.
Falleceu
o
velho
general
carlista
Gar
cia
Puente,
de
cuja
chegada
a
Hispanha
dei
noticia.
Occupar-mo-ei
na
minha
pró
xima
caria
d
’
este
successo
e
do
juizo que
esle
veterano
mereceu
a
toda
a
gente
honrada.
Do
Centro
só
ha
preparativos
de
am
bas
as
partes
e
a
noticia
de
que
o
ge
neral
carlista
Alvarez,
quasi
restabelecido
de
sua
íeiida
de
Alcora, tornará
a
collo-
car-se
á
frente das
forças
de
seu
com-
mando
em um
dia
proximo, enthusias-
tnado pelo
carinhoso
autografo
que
D.
Carlos
lhe escreveu
por
occasião
da
mor
te
de
seu
joven
irmão.
Na
Catalunha houve
dous
encontro»,
um
em
Blanes,
onde
foi
complelamente
derrotada
uma
columna de
voluntários
de
pois
de
uma
obstinada
defesa
feita
n
’
aqnel-
la
povoação
qoe
tinham
fortificado,
ten
do
os
allonsinos
muitas
baixas e
deixan
do
em
poder
dos
seus
contrários
vinte
e
oito
prisioneiros
e
grande
numero
de ar
mas
;
e
ouiro
de
mais
transcendência en
tre
Pont
de
Rubi
e
Vallsebre que
foi
fa
vorável
aos
carlistas,
ignorando-se
todavia
os
promenores.
U governo
nada
tem dito
a esle
res
peito,
continuando
no
seu
sistema
de
oc-
cullar
tudo.
Ullinios
lelegrammas
do
«P.
de Janeiro».
Paris
14.
—
Reuniu
hoje
a
assembleia
geral
dos
accionistas
da
companhia
de
credito
movei.
Philipparl
deu
a
sua
de
missão.
Foi
nomeada
nova
administração
de
que
faz
parte
o
banqueiro
Erlanger.
Chandordy
partiu
esta
tarde
para
Madrid.
Roma
14.
—
O governo
não
con-eote
que
*e
suspenda
a
discussão
do projecto
de
lei
sobre
a
segurança
publica.
São
alé
agora
infundados
os
boaios
da
crise
mi
nisterial.
Londres
11.
—
Disraeli
visitou
o
sultão
de
Zanztbar.
Paris
14.
—
A
folha oílicial publica
a
orJem
do dia,
que
o
general
Ladmirault,
commandanle
militar
de
Paris,
dirigiu
ás
tropas
que assistiram
domingo
á
revista
de Longchamps, felicilando-as
em
nome
do
marechal
Mac-Mahou
pela bellesa,
firme-
sa
e
excelleole
altitude com
que
se
apre
sentaram.
Roma
14. —
O
Papa
recebeu
o
corpo
diplomático, o
qual lhe
apresentou
feli
citações
pelo
anniversario
da
sua
elevação
ao
pontificado.
---------
«a
Mai e—
COLLABORA.ÇÃO
A
«Tribuna» do
Pará.
Os
acontecimentos
que
hoje
mais nos
impressionam
são
os
do Pará.
Confessa
mos
que
referimos
com
repugnância
estas
expressões, porque não temos
que
louvar
aquelle
povo,
mau
grado
seu,
nosso
irmão.
Arrependemo-nos
de
ler
dito
—
aquelle
povo—
não
é
o
Pará
que
nos
oíleode
e
maltrata,
é
uma
imprensa
sem
consciên
cia,
que está
prégando
urna crusada
d’
ex-
terminio,
contra
uma pequena
porção
de
emigrados
que
pretendem
ganhar
o
seu
pão
longe
da
patria,
onde
nasceram
po
bres
e
desvalidos.
A
’
imprensa
illustrada
do
Brazil
cum
pria
que
em
suss
columnas
fisessem
es-
ciiplos,
para
que
se
posesse
cobro
a
uma
imprensa
que se
transformou
em
machina
infernal,
que escreve
com sangue
as suas
denuncias,
e
com
cruzes
de
sangue
marca
aos
assassinos
as
portas
das
habitações
dos
portugueses,
que
esperam
entre
as
vascas das agonias, a
cada
momento
as
badaladas dos
sinos
de
S.
Germen
e
os
horrores
de
S.
Bartheiemy.
O
Brazil
é
grande,
e
cremos
que
o
governo
de
D.
Pedro II
abrange aiuda
a
província
do
Pará
;
ou
começou
acaso
o
desmembramento
do
império
’
A
imprensa
é
uma
sacerdotisa
;
deve
ser
pura como
as
vestaes,
graode
coroo
a
justiça,
forte
como a
prudência,
radiante
como a
verdadeira
liberdade;
porém aquel
la
é
bacbanle; o
hálito
que
lhe
sabe
do
seio é
envenenado;
os
seus
olhos
fulmi
nam
;
a
sua
bocca
blasfema
;
as
soas
mãos
trasem
punhaes
;
dos
lábios
pende-lhe em
lios
a
buba
corrosiva; os
seus
cabellos
são
serpentes
;
os
seus
dentes são
prezas,
e
as
suas
unhas
garras;
a
sua
voz tem
rugidos,
e
a
sua
fronte
slygma.
Para
soa honra erga-se
unisona
a
im
prensa
d
’
aquelle
paiz
contra a
prolervia
que
ousa
chamar-lhe
irmã
!
—
... Irmã—
;
pois
o
lódo
é
irmão
da
fonte?
pois
a
treva
e
irmã
da
luz
? pois
o punhal é
irmão
da
espada ? pois o inveneoador é irmão
uo
heroe?
pois
o
chacal
pertence
á
hu
manidade
?
Irmã
! ..
Talvez
1
Abel
lambem
teve
um
irmão.
Desculpem-nos
esta
indignação
;
bem
sabemos
que
o
Brazil
não
tem
culpa
;
esle incidente
é
uma
desgraça
que
elle
deseja
expungir
da
sua
historia
honrada
e
nobre.
Todo
o
apostolado
tem
um
Judas,
to
da
a
nação
um
perdido,
toda
a seara
uma
herba
ruim
;
cumpre ás
religiões
ler
sempre
urna
figura
no
adro
dos
templos,
ãs
na
ções
uma
penitenciaria,
aos
proprietários
manda
dores.
GAZETILHA
Festividade».
—
Escrevem-nos
dos
Arcos:
Tiveram
aqui
logar
utlimamente
duas
solemnidades
religiosas,
que
pelo
seu
ob
jecto
e
devoção
que
as
caracterisa,
bem
merecem
que
d
’
ellas se
dê
noticia
ao
pu
blico.
A
primeira
foi
a
do Santíssimo
Cora
ção
de Jesus,
feita no
dia
proprio
em
desaggravo e
a
expensas
d
’
uin
cavalheiro,
tão
dislincto
pela
sua
illuslração,
como
piedade.
Houve
missa
solemne,
exposição
por
todo
o
dia, e
á
tarde
sermão
pelo rev.®
padre
Antonio
Luiz
da Costa
Pedrosa,
o
qual
pelo
seu
s-aber
e
virtudes
póde di-
ser-se
sem
ofleosa
que é
a
nata
do
clero
d
’
este
arcipreslado.
U
seu
sermão
foi cheio
de
uncção
e
doutrina,
como
de
costume.
A
solemnidade
terminou
á
noite
por
um
Te-Deum
laudamus.
A
segunda
leve
logar
no
domingo
im-
mediato
aquella,
e
lambem
com
missa
so
lemne,
exposição
e
sermão
de
tarde,
tudo
em honra do
Immaculado
Coração de Ma
ria,
e
como
consagração
do
mez
que
lhe
é
dedicado.
Houve
em ambas
bastantes
commu-
nhões
e
muita
devoção.
O» Dazari»tn»
—
Começamos
hoje a
transcrever
do
«Correio
da
Tarde»
uiu
bello
trabalho
ácerca
do
drama
Os
Laza-
ridas,
do
snr.
Anlonio
E
troes.
Ouvimos
diser
que brevemente
virá
a
esta cidade a
companhia
dramalica,
que
actualmeute está
representando
aquelle
dra
ma
no
Porto,
para
o
levar
á
scena em
o
nosso theatro.
Se
o
director
d’
essa
companhia
não
desconhecer
a
religiosidade
do
povo
braca-
reose.
não deve
tentar
essa
empresa,
cujos
resultados
podem
ser
funestos.
Quem
me
avisa...
Festa
ao
Sagrado Coração de
liaria
na
egreja de NTo»»a Senlaora
A
Branea.
—
No
dia
20
festeja-se, na
egreja
da
Senhora
A
Branca,
a
formosa
imagem do
Sagrado
Coração
de
Maria
qtie
foi
objecto
dos
cultos
do
Mez
de Maria,
os
quaes
em
tempo competente
annun-
ciamos,
e
que
se
celebraram
com
grande
piedade
e
edificação
dos
fieis,
a
ponto
de
haver,
durante o
espaço de
31
dias,
2:553
commnnhões.
Na
manhã
d
’
esse dia.
pelas 10
horas,
cantar-se-ha
Tertia,
depois
missa
a
grande
instrumental.
De
tarde
haverá,
pelas 5
hoias,
sermão
prégado pelo
rev.0 Manoel
Ferreira
Marnôco
e
Sousa,
e
em
seguida
Te
Detim.
Acabada
a
festa, terá
logar
um
bazar
de
ricas
prendas,
e
n
’
essa
occasião
tocará
varias
peças
de
musica a
«Filarmónica
Bracarense»
.
E-ta
lesta
ao
Sagrado
Coração
de
Maria
costuma
ser
uma das
melhores
que se
fasem
n’
esta cidade;
e
pelo
que
nos
con
sta,
este
anno,
longe
de
ser
inferior
aes
ânuos
antecedentes,
antes
realçará
em
no
vos
esplendores.
Ao
loenlista do «Jornal
do
Ui
nho».—
Accedendo ás
vossas amaveis
re-
cominendações,
ill.
m
®
«nr..
lemos
a
tru
culenta
noticia
epigrafada
Impressos
E
achamos
lhe
soberana pilhéria.
Na
verdade,
s.
s.
a
é
um
escrevinhador
de
truz.
Que
primor
de
redacção
!
que
enor
midade
de
conhecimentos!
que biliões de
pilhas de
graça
!
Parece
incrível
que
v.
s.
a
ande
con
fundido no
convívio
de
chatíssimos
íigu-
rachos
;
quando
os
seus
altos
merecimen
tos
lhe
dão
jtis
a
montar
a
carrachucho
na
lombada
de
quantas
importâncias
ha
n
’
esle
mundo.
Creia o
nosso
illuslradissimo
snr.,
que
n
’
eslas
palavras
não ha
a
mínima
sombra
de
ironia.
Estamos
acostumados
a
dobrar
o
joe
lho
perante
a magestade
do
talento,
e
das
capitolinas
liguras
dos
talentosos,
co
mo
o
respeitável,
muito
respeitável,
res
peitabilíssimo
collega.
V.
s
a,
pois, que
é
o
primeiro
de quan
tos
papelões
(perdoe:
nós queríamos
di
zer
sabiões)
palmilham as ruas
de
Braga,
nào deve
estranhar
a
nossa genuflexão ás
suas plantas
reformadas.
Lemos
o
seu
impagavel
aranzel.
E
’
bo
nito,
muito
bouilo.
Se
os
princípios grammaticaes
mais
rudimentares
levam
tabe/e
de
grosso
cali
bre,
isso
não
quer
dizer
nada.
O
que
se
pretende
é
encher
meia
duzia
de linhas,
quer
seja
cm
charro
vasconso,
quer em
verbiagem
de
francelhos.
Pari
uma
terra,
como
é
Braga,
onde
só
vivein
bolocudos,
tudo
serve.
Pois.
Continuando,
a
sua
(de
v.
s.
a
)
local
Impressos
é
monumental.
Ora
peidoe, meu
snr.,
mas v.
s.
a
é
o
mais
eslapafurdio
de
quantos
estapafúrdios
pilriteiros
fia
n
’
esle
globo
sublunar.
Que
defesa
?!
E
julga o
collega
que
o
tomamos
a
sério
?
Não,
nào
pode
ser.
Se
v.
s.
a
não
fosse
uin
bello saíarda-
nilo, não
desgostávamos
de
derriçar
um
poucochinho
comsigo,
ácêrca
de
cerlas
coi
sas.
Todavia esperamos mais
algumas
pia-
dilas
para
dizermos
umas
palavrinhas
que
lhe
hão
de
soar
muito
bem
aos
ouvidos.
Au
revvir.
Eleneo. —
O
elenco
da
companhia
dra-
matica
do
«Baquel»,
que
com
o
drama
O
Livro
Negro
dará
ámauhã
o
seu
primei
ro
espectaculo
no
theatro
de
S. Geraldo,
é
o
seguinte
:
Julio
Soller
—Joaquim
Carlos
da
Gama
—
Domingos
d
Almeida—Innocencio
José
do
Amaral
—
Anlonio
Dias
—
Fausliuo
Ferreira
d
’
Araujo—
João
Henrique
Sanguinelti
—
Pau-
liuo
Diniz
—
Carlos Pestana—
Frederico Tor
res
—
Ferreira
Nunes
(Apontador)
—Augusto
Garraio (Ensaiador)
—
Emilia
Eduarda de
Sousa—
Amélia
Garraio—
Marianna
Roche
do
—
Amélia Menezes
—
Maria
Gasparinho
—
Maria
Joanna
Pereira
—
Amélia
Virgínia.
Desenhos
ú
penna.—
O
snr.
Ma
noel
Nunes
Godinho,
calligrafo
honorário
da
Casa
Real,
ua sua
estada
n
’
esta
cida
de,
proporcionou-nos
o
ensejo
de
admirar
um
dos
mais bellos
quadros
que
lemos
visto.
E
’
uma hrilhantissima
copia
do
qua
dro
de
Rafael
d
’Urbino
A
virgem
do
Pei
xe,
feita á
penna
por
aquelle
sor.
Na
verdade,
o
trabalho
do
snr. Godi-
nho
é
prodigioso.
Ao
vel-o,
dir-se-ia
tarmos
olhando
para
uma
das
mais
fi
na
'
producções da
fotografia,
tal é
o minio
*
a
perfeição
que n
’
elle
avultam.
Já tinha
chegado
até
nós
a
gloriosa
fama
que
o
talentoso
auctor
do
quadro
de
que
falíamos,
e
de
muitos
outros
trabalhos
de não
inferior
merecimento,
tem
conse.
guido conquistar, tanto no esirange^0
como
entre os
seus compatriotas.
'
Agora
podemos
afoilamente
asseverar
que
essa
fama
é
justissima,
porque
ha$.
taria
o
trabalho
em
questão
para
lhe
dar
grande
e
merecido renome.
Disse-nos
o
snr.
Godinho
que
talvez
viesse,
no
mez
de
setembro,
estabelecer
n
’
esta
cidade um
curso
de calligrafia,
em
que
o
mesmo
snr.
é
também eminente
como é
de
todos
sabido.
A realisar
esse
projecto,
podemos aflian.
çar-lhe
que os
bracarenses
saberão
presar
dignamenle
os
seus
talentos,
e
compelen-
cia
n
’
essa
especialidade.
Chegada.—
Acaba
de
chegar
a
esta
cidade,
vindo
do império do
Brazil, 0
ill.
11,0
snr.
João Rebello
da
Silva
Braga.
E
’
o
snr.
Silva
Braga
um
cavalheiro
adornado
d
’
excellenles
qualidades,
e
como
tal
a
sua
vinda
não póde
deixar
de ser
festejada
pelos
seus
amigos,
que
são
tantos
quantos com
elle
travaram
relações
durante
a
sua
ultima
visita a
Braga.
• •
«
Ao
«Jornnl
«Io IVIiníio». — N’om
impresso
ha
dias
espalhado
n
’esta
cida-
de,
em
desforço
da
classe
académica
bra-
careuse,
insultada
n
’
uma
local
do
«Jor
nal
do
Minho»,
lê-se
o
seguinte:
«Limitar-nos-hiamos
á
reprovação
de
momento,
se
um
jornal
d’
esla
cidade
não
viesse,
archi-atrevidamenle,
cuspir
so
bre
toda
uma
classe
respeitável,
como
é
i
classe
académica,
e
sobre
a maioria
dos
espectadores
dos
dois inqualificáveis espe-
ctaculos,
a
baba
ascosa
dos
insultos
mais
desbragados
e
soezes.
Essa folha
que
deveria
presar
mais
a sua
dignidade, intitula-se
o
«Jornal
do
Minho».
Não queremos
tornar
o corpo
da
redac
ção
d’
aquelle
jornal
solidário nas babusei-
ras
exaradas
sobre
o
caso
subjeilo
;
alé
nos
inclinamos
a
crer
que
os
redactoret
não tiveram prévio
conhecimento
da
coar-
ciada do
chroniqueiro
ardego,
que
amon
toou
aquelle
acervo
d
’
arriejradns
e
sandices
Os
redactores
do Jornal,
do
Minho,
tei
mamos
em acredilal-o,
são
cavalheiros,
e
um cavalheiro
não
desce
á
raza
do ca-
nalhismo.»
Alguns
membros
da
classe
insultada
pe
dem-nos
para que
façamos
ao
collega
a
seguinte
pergunta
:
Porventura,
na
questão
subjeita,
have
rá solidariedade do
corpo
di
rectivo do
«Jor
nal
do
Minho»?
Faeto
horripilante.—E’
do
«Jornal
de
Vizeu»
o
seguinte
horroroso
facto,
que
passamos
a
extractar
:
Que
pae!
—
Deu
ha
dias
entrada nas
cadeias
do
Fundão
um
monstro
a
quem
tres
inuocentes
filhas
davam o
dòce
nome
de
pae.
Esle
infame
foi
denunciado
á
justiça
por
sua
própria
mulher=do crime
mais
nefan
do
que
podia
commelter-se
no
seio
da
familia.
A
penna
recusa-se
até
adescrever
essa
brutalidade.
Tal
é a
sua hediondez:
Lançára
no
immundo
e
fatal
charco
da
prostituição
as
tres
filhas a
quem
dera
o
ser
.'
!!
Este
homem
—se
é
que
homem
ainda
se
póde chamar—tornou-se
indigno de vi
ver
por
mais
tempo ern
climas
portugue-
zes
e
habitados
por
christãos.
A África e
os
sertões
mais
selvagens
e
inhospilos
devem
ser
a
sua
eterna
morada.
As
feras
indómitas
demandam
a
compa
nhias d’outras
feras.
Não
podem,
não
devem
viver
no
meio
das
viclimas
do
seu
brutal furor.
A pantera,
o
leopardo,
a
hyena,
o
ti
gre
e
até
o
mesmo
leão
são
suscepliveis
de
se tornarem
domésticos. Esta
fera,
porém,
fez
os
maiores
estragos
a
suas
próprias
filhas debaixo
do
leito
onde
as
vira
nascer
e
crear.
Quizeramos
que
a
justiça
do
Fundão
descarregasse
um
golpe
profundo
sobre
o
auctor
de semilhanle
atlentado.
Talvez que
esse
exemplo
eccoasse
en
tre
nós,
e
que
se
reprimisse
esse
commecio
infame
que,
segundo
nos
consta,
ahi
se
dá
entre
algumas
mães
de familia, que
não
tem
recuado
ante
os
sentimentos
naturaes
e
religiosos
arrastando
suas
filhas
ao
al'
coice da
devassidão
!
Caça
a
ellas,
mas
caça
7 sem
tréguas,
quando
se
descubram.
Não
póde chegar a
esse
perigoso
grau
o
poder
paternal.
Sobre
esse
poder,
de
que
tanto
se abusa,
grilam
todas
as
leis
naturaes,
ecclesiasticas
e
civis.
3
A pedido damos
publicidade
ao
se
guinte
:
Kectifieaçs»
*
»
ao n«° 333 * loeal
_
Festividade. —
0
Mez
de
Maria
foi
feito
na
freguezia
de
Tibães,
este
anno
com
maior
brilho
qoe
nos
annos
ante
riores ;
a
pedido
d’
um
devoto,
mas
ex-
closivameote
devido
ao
zêlo
e
devoção
do
muito
rev.
0
coadjutor
d’aquella
egreja, Thia-
go
Cesar
de
Figueiredo Mendes
Antas,
qoe
se
presta
da
melhor
vontade
e
gratuita
mente
a
lodos
os
serviços
religiosos e fes
tividades
d
’aquella
freguezia.
A
direeção
nas
sagradas
ceremonias da
missa,
qoe
foi
celebrada
segundo
o
rito
Bracarense,
o
regulamento
da
procissão
de
tarde,
e
a
ordem
que
n
’ella
houve,
foi
devido
tam
bém
ao
zêlo
incansável
do
mesmo
coad
jutor,
e não
ao
rev.®
Joaquim
Fernandes
Lopes,
como por
equivoco
na
local
se dis
se,
porque
em
nada
influiu.
A
instrod-
ção
dos
meninos
para
a
primeira
commu-
munhão, que
foram
vinte,
a gravidade,
seriedade
e
respeito
qoe
guardaram
em
todo
o
acto
e
procissão,
tudo
se
deve
ao
muito
rev.
0
coadjutor, que
«empre
os
acom
panhou.
A
’
Communhão
Ggeral
concorre
ram
n
’
esse
dia
duzentas
e
duas
pessoas,
incluindo
os
menores.
Com
a presença
d
’
aquelle
rev.® coadjutor na
egreja
de
Ti
bães
tem
augmentado
alli
a
devoção
em
grande
escalla;
já
se
vê
aquelle
mages-
toso
templo
com
mais
decencia ;
já
se
ouve
alli
a
oração
mental
todos
os
domin
gos
e
dias
santos;
já
se
vê
o
povo
api
nhado,
e
com
a maior attenção, a
ouvir
a
sonora
voz do
rev.0
coadjutor,
nas
bel-
las
praticas
qoe
alli
faz.—
O
povo
esti
ma-
*»,
porque
tem
sabido
estudar
os sen
timentos
do
mesmo,
cliamando-o á
ordem,
á
devoção;
seu
zêlo
tem
sido
incansá
vel
em
fazer
por
que acabem
rixas
ve
lhas
que
alli
encontroo
;
onde sabe
existe
o
desgosto
entre htnilias,
alli
vae
pedir
a
paz.
O
Altíssimo
permuta
não
desfale
ça
dos
bellos
sentimentos
que
alimenta.
*
c
*
A SEMANA RELIGIOSA BRACARENSE
Publicou-se
o
n.°
3
d
’
esle
semanario
re
ligioso
que
em parte
vem
substituir
a
União
Catholica
e
Atalaia
Catholica
que
por
es
paço
de
19
annos
se
publicou
n
’
esta
cida
de,
e
o
qual
conterá :
As
leis,
decretos
e
portarias
do
Minis
tério
dos
Negocios
Ecclesiasticos.
As
Pastoraes,
Exhortações, Editaes
e
outras
medidas
geraes
expedidas
pela
Secre
taria
de
S. Exc.
4
Rev.u,a
o
Snr. Arcebispo.
Os
editaes
de
concurso,
os
provimen
tos
das egrejas,
as
Provisões
d
’
Encotntnen-
dação
e
outros
actos
da
Camara
Ecclesias-
tica
do
Arcebispado.
Os
factos
mais
notáveis
da
Egreja
Catho
lica
com
relação
a
Portugal.
Artigos
de
doutrina
religiosa,de
lithurgia
e
de
Historia
Ecclesiaslica que
digam respei
to
a
este
Arcebispado
Primaz
das
Hispanhas.
Apotegmas
ou
ditos
sentenciosos
que
tenham
alguma
moralidade.
Biographias
de
varões
illuslres
por
sua
sciencia, virtude e serviços
feitos
á
Egreja
.
Preço
d
’
assignalura:
por
anno
1&200
—
seis
mezes
600
réis.
—
Com
estampilha
por
anno
l$500
semestre
750.
Assigna-se
em
Braga,
na
rua
Nova
de
Sousa
n.°
3,
para
onde
deve
ser
remelti-
da
toda
a
correspondência
ao
editor
José
Maria
Dias
da
Costa.
Matérias
contidas
no
presente
numero
:
Carla
encyclica
do
Summo
Pontífice,
publicandoo
jubileu
do
anno
santo. (Conclu
são.)
Expediente
ecclesiastico
do
arcebispado
de
Braga.
Secção
religiosa.
—Acto
de
consagração
ao
Sagrado
Coração
de
Jesus.
Secção
litteraria.—Conflicto
religioso na
Allemanha
Segtir
e
os
seus
escriptos.
Noticias
e
fados
diversos.
SECÇÃO
DE COMMUNIGADOS
Snr.
redaclor.
Esperando
dever
a
v.
a inserção
das
seguintes
linhas,
subscrevo-me
De
v.
etc.
« * *
Ao
rlironista do «Jornal do Mi
nho».
O
auctor
dos
impressos
a
que
se
referem
as
gatafunhas
do
«Jornal
do Minho»
exa
AGRADECIMENTOS
O
padre José
Joaquim
da Silva
Ba
cellar,
João
d’
Oliveira
e
Silva
Bacellar,
Padre
José
Joaquim
da
Silva
Bacellar,
Jú
nior,
Manoel
José
da
Silva
Bacellar
e
to
da
a mais
familia
da Cuslariça—
summa-
mente
penhorados para
com
todos
os
ladas
em
o
n.® 47
da
mesma
folha,
ti
nha
resolvido
não
terçar
com
ignorantÕes
da
estofa
d
’aqijelle
borrador
de
papel.
Mudou,
porém, de
resolução,
desde
que
se
lembrou—qoe
não
ha canalha irrespon-
divel,
na
expressão
do «osso
Camillo,
e
por
isso
brevemente
replicará
ao
inepto
escrevedor.
Snr.
redaclor
A
hygiene
e
a
saude
publica
devem
ser
um
dos
primeiros
cuidados d'aquelles,
que
estão
encarregados
de velar
pelo
bem
do
povo.
E
’
necessário que
estes
não
se
esque
çam
do
seu
dever,
que
não
despresem
a
responsabilidade
que
tomam
sobre
si.
Por
esta
razão,
snr.
redaclor,
vimos
a
imprensa
pedir
á
ill.ina
camara
de
Villa
Verde,
providencias,
para
que
não
se
repi
ta
o
abuso,
que
por
vezes
se
tem
pratica
do
n’um
talho,
situado
na
freguezia
de
Cabaaellas.
Ahi
tem-se vendido
carne de
bois aflectados'
de
doenças
puirefaclorias
:
corrompe-se,
tomando
uma
côr
negra, e
exhalando
um
cheiro
insuportável,
apenas
chega
a
casa do
comprador.
Ainda no
dia
6
do
corrente,
a
carne
comprada
n
’
esse
talho
foi
toda
enterrada,
porque
se
tornou
em
estado
de
podridão.
E
note-se,
que
é
por
conta
d’um
snr.,
conhecido pelo
no
me
de
Chamorro,
do
Pico,
que
a
carne
e
é
cortada,
sendo
este
mesmo
aquelle
qoe
arrendou os
direitos
da camara;
isto
para
maior
escandalo
I
Estes factos
são
públicos
e
noiorios,
e
é
gerai
a
queixa
e
indignação
entre
os
habitantes
da
freguezia
de
Cabanellas
e
limítrofes
A
carne
é
um
dos
primeiros
alimentos
mais
substanciosos,
é um
dos
generos
ali
mentícios
mais
importantes
e
procurados.
Nas
cidades,
os
matadouros
são
conslau-
temenle
vigiados
com
a
mais
escrupulosa
altenção pelos fiscaes
da
camara;
nas
al
deias,
estes
são
poucos
e
desleixados,
e
a
saude
do
povo
pende
do
arbítrio
d’
um
marchante
!
Perguntamos, para
que
serve
a
cama
ra?
Qual
a
razão
porque os
íiscaes
não
cumprem
com
o
seu
dever?
e
se estes
ficam
muiio
distantes, porque
se
não
no-
mea
um homem probo
e
honrado,
da
fre
guezia
onde
está o talho,
o
qual
esteja
en
carregado
de
examinar
o
gado
que
ahi
se
malar
?
Além
d’
isso,
n’
essa
mesma
freguezia,
ha
um
vereador
muito
competente
para
o
examinar ;
qual
é
a
razão
porque
este
snr.
não
se
tem
importado
alé
hoje
com
estes
factos ?
A
camara
não
deve
ser só
uma
cor
poração
de
luxo
:
os
seus cuidados
não se
devem
estender
sómente
á
cabeça
do
con
celho,
mas
a
todo,
porque
todos
lem
o
mesmo
direito.
Não
póde
continuar
esle
desleixo
da
camara
da
Villa
Verde,
por causa da
qual
os
povos
estão sendo
victimas
da
sua in
cúria indesculpável.
Em
nome,
pois,
do bem
publico,
pe
dimos
providencias,
esperando
sermos
at-
tendidos
;
na
certeza
de
voltarmos
ao
as
sumpto,
se
íôr
necessário.
Peço,
snr:
redactor,
que
publique,
no
seu
muito
lido
jornal, estas
poucas
linhas,
concorrendo
também
d
’
este
modo
para
o
bem
da
sociedade;
pelo
que
lhe
ficarei
surnmamenle
grato.
(2503)
IF.
ESPECTACOLOS
THEATRO
DE
S. GERALDO
Sexta-feira
18 de
julho
Companhia
drainatica
do
theatro
Ba-
quet,
do
Porlo:—
O
drama
etn
5
actos
e
6
quadros
O
LIVRO
AEGRO.
ex.
m
°
s
senhores e
senhoras
e
ecclesiasticos
que
se
dignaram
cumprimental-os
por
oc
casião
da
moléstia
e
fallecimento
de
seu
sempre
chorado
irmão
e
thio
padre
Joa
quim
José
da
Silva
Bacellar; e
para
com
todos
que tomaram
parte
nos
oflicios
de
corpo
presente,
que
por sua
alma
tiveram
logar
na
egreja de
S.
Salvador
de
Cervães.
no
dia 4 d
’
este
mez;
servem-se d
’
esle
meio
para
protestar
a
todos
um
indelevel
reconhecimento
e
agradecimento,
por
o
não
poderem
fazer
a
cada um
em
particular.
ANNUNCIOS
AGOAS
MiNEBAES
Na
pharmacia
de Antonio
Domingues
Alvim,
ha
deposito
de agoas
naturaes
das
Pedras
Salgadas:
Alcalina
de
Moura,
En-
tre-Rios.
das
Caídas da
Rainha,
Sedlitz,
Verim,
Vidago
e
Vichy.
(Q«)
Pelo
juiso
de
direito
d
’
esla
comarca e
cartorio
de
Fortuna
se
anuunci»
que
no
dia
20
do
corrente
oo
tribunal
d
’
esta
mes
ma,
pelas
9
horas
da
manha, se
tem
d’
ar-
renratar
as
propriedades
seguintes;
Campo do
Pedragal,
silo
no
logar
do
Casal,
produz
pão
e
vinho, tem
agoa
de
estanca
rios,
foreiro
á
casa
da
Torre
com
o
foro
annual
dos
litros
correspondentes
a
26
rasas,
avaliado
em 2140000 rs.
Campo
da
Treslovinha,
produz
pão
e
vinho,
é
alludial,
avaliado com o abatimen
to
da quinta
parte
em
1960800
rs.
Aleira
de
Pereira
que
produz
pão
e
vi
nho,
sita no
lugar
da
Ribeira,
é
alludial
avaliada
com
o
abatimento
da
quinta
par
te
em
1460320
rs.
A
leira
de
S.
Paio,
sita
no
logar do
Casal,
é
alludial,
produz
pão
e
vinho,
ava
liada
com
o
abatimento
da
quinta
parle
em
530840
reis;
as
ditas propriedades
são
si
tas
na
fregoazia
de Soutello
da
comarca
de
Villa
Verde,
penhoradas
por
execução
que
Antonio
Manoel
Ayres de
Oliveira,
d’
es-
la
cidade,
promove
a
Vicente
José
d
’A-
raujo
Pimentel
e
mulher,
da
dita
fregue
zia
de
Soutello,
da
dita
comarca
de
Villa
Verde.
O
solicitador,
(2502)
Paulino
Evarislo
da Rocha.
Sociedade
Democrática
Recreativa
Não se
tmdo verificado
a
reunião
da
Assembleia
Gera!
da
Sociedade
Democrá
tica Recreativa,
que
tinha sido
convocada
para
o
dia
14 do
corrente,
por
falta
de
numero
legal
de
socios,
são
os
mesmos
de
novo
convidados
a
comparecer
no
dia
17
do
andante, pelas
8
da
tarde,
na casa da
mes
ma
sociedade, para
assistirem
á
reunião
da
Assembleia
Geral,
afim
de
lhes
poder
ser
presente
o
relalorio
da
Direeção
e
para
se
tratar
em
seguida
da
eleição
dos
difle-
rentes
cargos
da
alludida
sociedade,
con
forme
com
as
disposições
dos estatutos.
Braga
16
de
junho de
1875.
Anlonio
Adelino
de
Magalhães Noulinho
Secretario
da Mesa
d
’Assembleia
Geral
BANCO DE
VIANNA
Soeiedade
anonyma de rrsponsa-
bilidnde
limitada
São
convidados
os
snrs.
accionistas d
’es-
le
Banco
a
entrarem
cnm
a
3.
‘
prestação
de
20
p.
c.
ou
200000
reis
por
acção, nos
dias
1
a
5
do
proximo
mez
de
julho.
Em
Vianna,
na
casa do
Banco.
No
Porto,
na
caixa
filial
do Banco.
Em Lisboa,
em
casa
do
snr.
José
Anlo
nio,
rua
de
S.
João
dos
Reis.
Em
B'aga,
em
casa dos
snrs.
Carva
lhos
&
G.a
Vianna
do
Castello, 12 de
junho
de
1875.
Os
Directores,
Anlonio
Maria
fíaplisla
Camacho
José
Martins
Barbosa
(2505) Jjão
Abel
d
’Oliveira.
Carreiras
diarias
Manoel
Rodrigues
Santa
Marinha,
an-
nuncia
ao publico
que
além
dos
carros que
saem de
Braga
ás
5
horas
da
manhã
e
2
da tarde
para
Guimarães
do
escriptorio
do
snr
Ribeiro
Braga,
tem
mais
um
car
ro
em
direitura
d’
esla
cidade
de
Braga
a
Vizella
a
principiar
no
dia
20
do
corren
te a
sair
de
Braga ás
4
horas
da
manhã
e
chega
a
Guimarães
ás
7
horas
1
e
a
Vi
zella
ás
9
e
sae
de
Vizella
-
á
1
bora
da
tarde
e chega
a
Guimarães
ás
2
e a Bra
ga
ás
5,
não
tendo
demora
a'gtima.
Preço.
.
.
.
400
O gerente,
(2506)
Ribeiro
Braga.
Vindos
direclamente
de
New-
York,
os
medicamentos
dos
dou
tores
Radwarj
&
C
*
vendem-se
em
casa
do
Ribeiro
Braga, no
largo
do
Barão
de S. Marlinho
nJ
20.
Promplo
allivio
—
frasco,
460
reis.
Pílulas
reguladoras—
caixa,
460
reis.
Resolutivo
renovador
—frasco,
10350
rs.
Também
se
verfdem
por
200
reis
os
fo
lhetos
que
contém
a
maneira
de
empre
gar
os
ires
medicamentos.
(2499)
~BANCÕ
~
de
E
r
Ã
g
Ã
nç
Ã
Soeiedade anonyma de
responsa
bilidade
limitada
Capital
1:000
contos—
l.
a
emissão
500
contos
São
convidados
os snrs.
accionistas
d
’
es-
te
Banco
a
entrarem
com
a
segunda
pres
tação
de
25
p.
c.
ou
120300
por
acção
w
desde
1
a 5
de
julho
proximo.
Em
Bragança, na
casa
do
Baoco,
rna:
dos
Oleiros.
No
Porto e
em
Bragt
nas
respectiw
agencias.
Bragança,
7
de
junho de
1875.
Os
directores
Manoel
José Dias
Mendes
Pereira
Joaquim
Guilherme
Cardoso
de
Sá.
(2498)
Banco
da Povoa
de
Varzim
São
convidados
os
snrs.
accionistas
a
mandarem
a
esle
banco
os
seus
titutos
provisories
para
serem
trocados pelas
ac
ções
efleclivas.
Tendo-se
desencaminhado
o
titulo
n.
a
74,
representando
10
acções
pertencentes
ao
snr.
dr.
José de
Freitas
Costa, previ
ne-se a
quem
possa
interessar a fim
de
fazer as
suas
reclamações no
praso
de
30
dias,
findos
os
quaes
serão
as
ditas
acções
lassadas
a
favor
d aquelle snr.,
ficando
a
referido
titulo de
nenhum
eíleito.
Povoa
de
Varzim,
22
de
maio
de
1875.
Os
directores
J.
Gomes
Moreira
(2482)
A.
R.
da
Silva
Vieira.
Ama
de
leite
para
o
Rio
de
Ja
neiro
Precisa-se
d’
uma
ama
de
leite
para
ir
aara
o
Rio
de
Janeiro, ganhar 400000
reis
mensaes
em
moeda
do
Brazil,
que
tenha
o
leite
de
um
mez
até
tres,
deve
evar
seu
filho,
hade
ser
aqui
examina
da
por
um
facultativo
e
requer-se
que
se
ja
robusta.
Quem
se
achar nas circumstancias,
pó
de
fallar
em
Braga,
na
rua
da
Cruz
de
Pedra
n.° 33.
Paga-se-lhe
também
a
passa
e
a
uma
mulher
que
a
queira
acompanhar.
(2501)
Venda
de
Quintas
Vendem-se
as
quintas
do
Pa
ço
e
Sandarão,
mistas,
e uni
das,
sitas
oa
Leguezia
de
Se
melhe,
muito
próxima
a
esta
cidade
de
Braga,
viradas
au
Nascente
e
Meio
Dia,
com
vista
para
a
estação da
linha
ferrea
e
d’
esta
para
aquel
las.
Tralam-se
com
a
exc.
raa
gerencia
do
Banco
do
Minho.
(2487)
VENDA DE CASAS
Quem
quizer
comprar
uma
mo
rada
de
casas cila
na
rua
dos
Sa
pateiros
n.°
9
póde
dirigir-se
a
Rosa
Maria
de
Oliveira,
moradora
na mes
ta i
ca$a.
(2456)
Catalogo déalguns
livros
que
se
vendem
na
Livraria
Catholica,
rua
do
Souto,
n.°
1
0.
Braga.
Elucidário
das palavras,
termos
e
frases,
•
que
em
Portugal
anligamente
se
usáram.
Liboa
1799.
2
vol. foi.
enc.
30600.
Cândido
Lusitano.
Diccionario poé
tico.
1
vol. em 4.®
enc.,
900.
Antoine.
Theologia
Moralis.
4
vol.
cm
8
0
enc., 10000.
•
’
Rietionaire liistorique.
4
vol.
em
8.°gr
’.
enc., 20400.
Martyrologium Romanun
(1584)
-20250.
Idem,
com
notas
(1620),
10200.
Metliodo da Liturgia Braearen-
se.
Braga
1837.
1
vol.
em
4
°,
400.
Verdadeiro metlaodo de estudar
lyerneg) 3
vol.
em
4.°
enc.,
10500.
Quevedo.
Obras.
5
vol.
em
4.®
:
30000.
Mirabilia
Romae.
1575.
1
vol.
10200.
Cunduite dc® eonfesscurs 1
400.
.c/;t....
;
•
Tratado
de
da
eoMflança na
mi-
qericordi^
íle
I>e^i®,
1
vol,
enc.,
300.
Directeur
spiritucl.
1
vqí. 240.
de
Mello
Franco.
1
vol.
400.
enc.
enc.
vol.
Èarção.
Obras
poéticas.
.1
vol,
enc.
^oOí'-'
P.
e
Montreuil.
Estabelecimento dé
A«evfeílõ.
!Chr
onòfógíá
’
’
dos
Summos;
^pptifip
;e$
.1
noj
etiç.
,2QQ,
y
íu
,;) >'
lUoiiareliia Lusitana,
par
tè
I,
11,
III, IV
cada
voluinel 30000.
1
Mystiea Ciudad ile Dio®.
8
vol.
-•-iem
fól;
enc.
40500.'
:
"
í
.
-i:
í
-,J
!
,
Guevara.
'.Oratorio
de
Religiosos»
1
4
vol.
enc. 200..
!
c
<
-
■
.5’
!!
.Juftta
acelamação,
de
D.
João
1^.
1
vol.
em
foi.
enc.
20250.
4
,
J
í
•
^
.'
Caramuru.
'Poema
epico.
í
vof.
enc.
240.
;
Horeçi.
DiççiQharioTii^oricp
^m
es-:
panhol)
10
vol.
em
*
foi. 100000.
Riveriu®.
Dè
perfeclo
canonico.
2.
vol?
em
foi,.,
20400.
.
Sçarfántonl.
Lucubraliones
Canoni-
9áles. 2
*
oí.
em
foi.
50ÔOÓ.
Fleury.
Jlisloire
Ecclesiastique.
40
1
’
‘
“
voL'"em
S.o
jíW. :
;
Além
d
’
estes
ha
outros
livros,
que $e
yçndem
por
prpços
copimpdç^
em
12.,^
ALMEIDA
& PEREIRA
VJLargo
do
Barão
de
'Sv
Martinho
n.°
18
Compram
e
vendem
acções
de
todos
.
,
os
bancos
e
companhias,
e
inscripções
<r_assçnlamento
e coupons.
(I)
.•/
L
1
Hluslration de
la
mode.
O
mais
elegante,
ncamènte
illustrado
e
barato
ãòs
jornaes
da
moda.
Publica-se
em
Pariz urna
vez
por
mez,
no íormáto
dosjgrindes
jornaes
illustrados.
Cada
numero
Contém
dez
a
quifazè
mo-,
-
dolos
de
toiletle, uma
grande
folha
de
mp-
jielos
de
tarnanho
natural é
uma
magni
fica
gravura
clorida.
Quem
quizer
Bssignar
esta
publicação,
.
dirija-
*
e
á
livraria
de
Eug.epio
Chardron,
,
largo de
S.
Francisco,
—
^,Bragá.
A empreza offerece aos seus
assigpan-
tes
um
magnifico
colrèsinhp
çoniepdo
tu-
do
o
que
é
necessário
para
um,
toucador
e
Cujos objectos
valem
pára
cima
de.
2Q
fran.-.
eos.
Preços
d’
assignatura
—
Portugal:
sem
o
'
referido
brinde
—
9
fr.
Com
Ò. brinde
—
ALTA
NOVIDADE
««, Rua do
Souto, 3G
.
.
Junto
á'rua
de,
Jano.
CHAPELARIA ALJIE1BA
Acaba
de" receber
•
melhores
fabricas
Porto,
oa
ultima
moda,
grande
e
variado
sor-
,
lido
Ue chapeos,
de
se
das
do
da
e
de feltro,
para
homem,
menino,
e
senhora.
Bonita
colliecção
de
bònels,
que
tudo
vende
mais
barato
que
em
outro
çs-
■
f
'
labelécimenlo.
r
(
'- Q
’
A
'
Fabrica,
concerta e
põe
nã
moda,
com
perfeição
quaiq
:
ueV
chppto
que
êsteja
nas
■'■
S
'
:çijr.cpmslancia's'.
'
:
1
s<-
’ if
r
(235é)i
'
A
■M!l
Bll
Mffl
Paquetes
TIBER
•
•
29
de Junho
DOURO
.
.
13
de
Julho
MONDEGO
.
29
de
»
O
paquete
de
13
toca
em
S.
Montevideu
e
Buenos-Ayres.
O
paquete
de
29
toca
em
S.
nos-Ayres.
a
sair
de
Lisboa
:
|
NEVA
|
MINHO
|BOYNE
.
.
13
de
Setembro
Vicente,
Pernambuco,
Bahia, Rio
de
13
de
Agosto
29
de
»
Vicente,
Rio
de
Janeiro,
Montevideu
O®
preço® são muito rasoavei®
Esta
companhia
para
maior
vantagem,
resolveu
ter
a
bordo
de
todos
vapores,
criados
e
cosinheiros
porluguezes
para
servirem os
passageiros
de
Janeiro,
e
Bue-
os seus
todas
as
classes, cujo
tratamento
se torna
hoje
o
melhor
possível.
Cada
passageiro de
3.a
classe
tem grátis,
belixe com
colchão
e
roupa
de
cama, vinho
e comida á
portu-
guéza,
tudo
em
abundancia.
O
transporte
do
caminho
de
ferro
até
Lisboa
é
por
conta
da
companhia
bem
como
outras
despezas.
Para
mais esclarecimentos
prestam-se
em
casa
do
agente n’
esta
cidade,
rua
do
Soútó
n.®
43.
—
Em
Braga.
João
Manoel
da
Silva
Guimarães.
(581)
Carreira
semanal
A’s
quartas
feiras
NOVIDADE
44,
Kua do
Souto, 44
Campos
k Almeida,
acabam
de
rece-
ber
grande
sortido
de chapéus
de
felq
0
e seda,
«ultima
moda»,
da
acreditada
fá.
brica
dos
snrs.
Maia
e
Silva,
do
Porto
que
vendem pelos
preços
da
fabrica.
Também
se fabricam
e
consertam
cba.
peus
de
todas
as
qualidades. (2330)
IIE YIUI9S
"
DO
ALTO DOURO
DA
CASA
BE VILLA POUCA
RUA
DO
SOUTO
N.°
15
BRAGA.
Acaba
de
ser
sortido
este armazém
com as seguintes
qualidades
engarrafados
e
aquartilhados
:
de
vinhos
'
ENGARRAFADOS
Vinho
tinto
de
meza.
.
.
.
-
150
»
» »
. . .
. • 190
»
Lagrima........................
.
. 200
»
Branco
de meza.
.
.
.
. 210
»
tinto
de
meza fino.
.
. 270
>
de
prova sccca.
.
.
.
. 300
j
,
Malvasia
de
2.a.
.
.
. . 360
»
»
velho.
.
.
.
.
. 400
>
Bastardo
.......................
. . 500
>
Moscatel
.......................
. . 500
»
Malvasia
.......................
. . 500
»
Roncão.......................
. .
70(1
»
Alvaralhão ....
. . 560
»
Velho
de 1854.
.
.
.
. 600
COMPANHIA
DE
NAVEGAÇÃO
A VAPOR
DO
PACIFICO
Rio de Janeiro, Montevideu, Buenos-Ayres, Valparaiso, Arica,
Islay
e Callao
<
/
:
CARREIRA QUINZENAL PARA PERNAMBUCO E RA1IIA
A
Companhia
reduziu
os preços,
conservando as
mfesmas
vaníagên®
como
até
aqui
tem
oíferecido aos
snrs.
passageiros:
exceilente® eomníodo®, bém tra-
tamento, ba®tante
espaço
para bagagens e viagens É^ipiilnsy
!
^X)is
que,
OS
Paquetes do
Pacifico
tem
gasto
sómenle
13 dia® de Lisboa aó Rio de
Janeiro.
(
Preços
das
passagens
incluindo
o
caminho
de
ferro do Porto
para Lisboa
A
RETALHADO
;
'Jíl
Vinho
para
meza
50
e
80,
o
quar
tilho
tinto
e
120
o
branco.
’
! fi
Responde-se
e
garante-se
a
pureza
e
boa
qualidade
de
lodos estes
vinhos,
po
dendo
lodo e
qualquer
consumidor
man-
dal-o
experimefiítar
por
meió
de
qtr$lqUer
processo chymico.
N
’estes
jpreços nãa fica
incltádo
o
valor
da:
garrafa
quei
o
comprador
apre-
senijará
ou
págàrá^50
reis
por
cada 'úiw,
i
■
■
ildr
'
i((<N;
*
j
.............
i rnnhioa
l
up
i
i
n»ii
O
iol)
i'‘
Ml
3/
CLASSE
2/
CAMARÁ
1?
CAMARA
*
L
’
(ii
.OH ‘
J
:
Pernambuco
........
Bahia
.........................................
Rio
de
Janeiro..........................
Montevideo
e
Buenos-Ayres.
.
Valparaiso, Arica,
Islay
“
e
Callao
40&000
40&000
45POO:
5Ú000.
126&000
81&000
9O&0OO
9($OÓO
d
90&000
189&O0O
1O8&OO0
‘
-
i
117^000
<
124&500
157&500
.
.
308W9
Criança® do® pas®ageitU>S
Até
aos
12
annos meia
passagem.
A
j
£
aos
8
annos
a
quarta
parle.
Ajé
aos 3
annos
grátis,
uma
só
de
cada
familja.
Todas
as
terças feiras
sahirá de
Lisboa
um
paquete,
os passageiros1
,de
3.
*
''
classe
teem
beliche
com
colchão
e
roupa,
comida
a
portugueza
em
abundancia
e
vinho
duas ivezes
por
dia
AGENTES
EM
BRAGA—
Almeida
& TereHa.
.
„Tratg passagem
a
pagar
avista
e
a
prazo
com
fiança.
<
(K.
*
),
de
e
BIIAGÃ
Precha-se
d’um
rapasinb.o
para
cio,
na
Senhora
A Branca
n.°
4.
José
da
Silva
Fundão
Campo
de
SiuifAnna (lado
de fefti-
,
.
xo) rt.’b,68.
":|J
Participaj?os
seos
amigos.e.
fnegpçzes,
tanto
d’
esta
cidade
como
das
províncias
que
tem.iiuH bonito
e;
variado
soriiuiepto
de.
falo:feito, casimiras
para
faio muitojba-
•ratas,
cór.les
de
calça
a
J^5ÓQ,
,20000
e
20500
reis; indo
íazeodas
inodernás<
T
;
.
.Guarda
pós
çlefÇasimira
e
de
plpaques
inglezes.,
roupa
branca,
assim coco
o
çamisas
de
600 reis
para
cima, ceroulas,de.400reis
até
800,
de
panoo
familiar, e
jneotes,
ho-
nets
de
gorgurão
de
seda
e
de
casimira
de
t.od^s ^s
quajidades.de
50.0
js. a$
800;
manias de
seda
de
lodos
ps
íeirips»
\
N»
B.
O
annunciante
faz
publico,
que
se
encarrega
de
fazer
qualquer
obra
flue
•lhe
seja
encommendada,
e
promptifica-sa
a ficar
com
ella
quando
não
fique á
voo-
|ade
,dp
freguez.
(P
*
)
ao
A
diligencia
que
conduz
o
correio
Famalicão
para
a
Povoa
de
Varzim
vice-versa,
es|á
em
contacto com
o
com
boio
que
parte
de
Braga
á
1
hora
e
40
m.
da
tarde
e
que
chega
a
Famalicão
ás
2
e
28
rri.,
bem
como
com
o
comboio
que
sae
do
Porto
ás
9
horas
e
30
m.
da ma
nhã.
Preço
de
Famalicão
á
Povca
e
vice-
versa
400
reis.
(2470)
■s.
ss
Rua
de S.
Maròos n.° 14
Brilhantes
ou esmaltados, 12
Sobre
papel
albumina
12
Perfeição
e
nitidez
garantidos.
—
Photo-
grapho do
Porto.
(2491)
20000
10000
METAES
VELHOS
Na
travessa
de
S.
João
n.°
5,
com-
pra-se
toda
a
qualidade
dô metaes,
e
ferro
velho
-até
mesmo fundido.
(860)
nego-
(2484)
NOVA
FUNDIÇÃO
DE FERRO
DE
Antonio
Oernaano
Eerreirinha
*
NA
Travessa de
S.
João
Aonde
faz
toda a
obra,
assim
como
bombas,
conçollas,
columnas
para
gaz,
pe-
zos
novos,
panellas
á
ingleza
de
todos
los
tamanhos, canos
para
agoas
e
gaz,
e
toda
a
obra
de
fundição,
como grades para
sacadas,
obra
de
metal,
sinos
e
outros
ob-
jectos
de
igual
teor
etc.,
pelos
preços
do
Porto.
^en(
le.-«e
a
propriedade
que fie»
a^
ín
d®
Ponte dos
Pelames
qiE
se
compoem
de
casas,
pomar
e
leiras
de
lavradio ,e
,
arvores
.avidadas
con
tíguas
e
circuitadas.
Trala-se
no
escriptorio
d’
esla
redacção.
João
Manoel
da
Silva
Guima
rães.
—
Rua
do
Souto
n.°
43.
Compra
e
vende
Acções
de
todos
os
Bancos
e
Companhias,
Inscripções
de
As
sentamento
e
coupons.
(581)
VEADA 1>E CASA
Vendé-se
uma morada
na
tua
Ida
Ponte, cóm
os
n.
os
69,
60
Á
e 69
B.
Quem
a pertender
dirija-se
ao
ta^n-
po
de
SanfAnna
n.° 48
B.
(2477)1
«Rt
Precisa-se de
um
caseiro que
tome
d®
arrendamento
uma
quinta
distante
d’
e«l
a
cidade
uma
legua,
sendo
os
cereaes
de
meias
e
os
fructos
de
terço.
Quem preten-
uier
dirija-se
a
AniQnio
Joaqujm,
Loureiro,
rua Nova
n?
3—
£|raga.
(2435)
BRAGA: jVPOGRAPHIA
LUSITANA
—
1875 - É o formato de
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comerciominho_17061875_358.pdf
Parte de Comércio do Minho (O)