comerciominho_15071875_370.xml
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-
Àssigna-see
vende-se
no escriptorio
do
editor
e
proprietário
José
Maria
Dias
da
Costa,
rua
Nova
n.
*
3
E,
para
onde
deve
ser
dirigida
toda
a
correspondência
franca
de
por
.e.=As
assi-
gnaturas
são pagas
adiantadas;
assim
como as
correspondên
cias
de
interesse
particular.
Folha
avulso
10
rs.
PUBLICA-SE
ÁS
TERÇAS,
QUINTAS
E
SABBADOS.
P
reços
:
Braga,
anno
1^600
rs.=Semestre
850
rs.=Pr
ottn-
anno
2&400 rs
e
sendo
duas
4&0U0
rs.«=Semestre
lôiuf;
rs.==#raz»/,
anno
4&400
rs.=Semcstre
2&300
rs.
moeda
forte,
ou
10&000
reis
e
í
$
o
00
reis
moeda
fraca.=Annuncios
por
linha
20
rs.,
repetição
10
rs.
Para
os
assignantes
?0
%
d
abatimento.
BRIGA
— QUINTA-FEIRA 1S
JULHO
Que
pretende a
revolução i
Encontramos em
um
jornal
estrangei
ro
alguns
períodos
de
uma
carta
escripta
por
Mazzini
em
outubro de
1816,
que
respondem
satisíaciouamente
a
esta
per
gunta.
O grau
elevado
que
o
celebre
dema
gogo
tinha
attingido
na
maçonaria,
o lo
gar
em
que
a
resolução
o
collocára,
con
siderando-»
como
seu
chefe,
e
a
fórma
em
que
essa
carta eslá
escripta
fazem-
nos acreditar,
que
Mazzini
diclára
n’ella
as
verdadeiras normas e
regulamentos
que, di
rigindo
os
revolucionários
no
uso dos
meios,
os
encaminhariam
á
consecução
dos
lins.
Para
muitos
será
já
supérfluo
o
tes-
timunho
do
que
foi
primeiro
maçou.
Os
factos
tem lallado tào
claramente
aos
olhos
de
todos,
que o
numero
dos
desilludidos é
já
grande.
Inlelizmente
porém
não
falta
ainda
quem
altribua
a
exagerações
reaccionaria
*
,
tudo
quanto
sobre
a
revolução
se
lem
escripto.
Para
estes,
que
fechando
os
olhos
á
historia
contemporânea,
persistem
n
uma
culposa
bo»
fé. seria talvez
proveitoso
sa
ber
da
bocca
do
proprio
Mazzini para
on
de
caminham,
e
qual
a
obra
a
que
estão
dando
ajuda.
«Quando
um
grande
numero
de
asso
ciados,
—
é
o
grande
agitador
da
sociedade
moderna
quem falia;
recebendo a
palavra
d
’
ordem
para
divulgar
uma
ideia
e
formar
nma
opinião
publica,
—
estiverem em eir-
cnmstancias
de
concertar
um
movimento,
encontrarão
o
velho
edifício
social
arrui
nado
por
muitos
pontos,
e
caindo
como
por milagre
ao
sopro do
progresso.
Fica
rão
como
que
attonitos
ao
vér
qoe
pe
rante o
simples
poder
da
opinião
fogem
os
íeis,
os
nobres
e
os
sacerdotes
que
formavam
a
base
do
anligo
edifício
so
cial».
(1)
Eis bein
patente
qual
o
fim
da
revo
lução.
Guerra
incessante,
guerra
sem
tréguas
aos
reis
e
ao
clero,
aos
ricos
e
á
socie
dade,
la!
é
o
grande
empenho
revolucio
nário,
a
primeira
e
a
mais
importante
con
dição
do
seu
programma.
N’
esie
sentido
devem trabalhar
lodos
os
associados
;
mas nem
porisso
a
iodos
seiá
dado conhecer
a
profimdesa
do
plano,
que
será
segredo
de
poucos.
O
maior
numero,
a grande
maioria
Obedecerá
apenas
á
palavra
d
’urdem
que
se
lhes
der,
e
será
uccupada
em
desbra
var o
terreno
e
abrir
o
caminho
que a
revolução
ha
de
percorier.
São os
comparsas
da
revolução,
entre
os
quaes ha
muilo
b<a
gente aliás qne
tremer
ia
de
horror
se
lhe
fosse
dado
o
vèr
o
abismo,
mas
que
sem
o
saber
o
vae aju
dando
a
ab
ir
com
a divulgação de
ceiias
ideias,
tendentes
ao
mesmo
resultado.
A
seu
cargo
está
o
formar
a
opinião
publica,
no
sentido
que
lhe
for
ordenado,
já
com
publicações
calumniosa
*
e
lidicu-
las
pata
certas
classes
e
instituições,
já
incitando
as
turbas
com
o
emprego
de
palavra.,
sonoras
e
mal
definidas.
Estão
n
’
éste
caso
qtrãsi
lodos
os
en-
comiastas
do
pseudo-drama—
(Js
Lazaris
las,
e
a maior
parle
dos
que
com a
sua
assrgnatura
auxiliam
as
publicações
de.
tan
tos
jornaes
e
outros
escriptos.
abertamen-
le
revolucionários
e
anli-ieltgiosos.
Obedecendo cegamenle
á
lai
palavra
de
ordem
qoe
lhes
é
iransmit
lida,
sem
lhe
conhecerem
a
origein,
ajudam
o
mal,
sem
consciência
de
qoe o
fazem.
(1) Dinanzi al
semplice
putere deli’
upt-
nione fuggire nobili,
preli,
che formava-
«o
la
carcassa
detl’
anlico
edifizio
sociale.
E d’esta
fórma
a
decretada opinião
pu
blica, formando
as
reputações, prepara
o
caminho
para
quando
os
iniciados
da
sei
ta
julgarem
opportuoo
concertar
um
mo
vimento.
Er.tào,
quando
chegar
e<sa
occasião,
a calumnia e
o
sarcasn
o,
tendo
callado
bem
prolunJameme
no espirito
dos
povos
lerão
arruinado
o
edifício
social
que
se
esfacelará,
como
por
milagre
ao
sopro
do
progresso.
Então
vós,
reis
e
sacerdotes,
ricos
e
nobres,
fugindo
ante
o
poder
da
opinião,
conhecereis
fiem
o
fim
ultimo da
revolu
ção,
que
muitos
de
vós
ides
também
preparando,
sem
o
saber,
porque
haveria
poucos
que
quisessem
chegar
alé
ão
fim,
<e
lhes
fusse
dado o
vèr
mais
que
o
pri
meiro
passo.
(2)
Tal
é
o
fim
ultimo
da
revolução,
o
grande
segredo
qne
só
de
poucos
Mazzini
julgou
dever
ser
conhecido.
Agora
veremos
tarnbem
qual
a tatica
que
o
grande
revolucionário
aconselhava
para
lá
chegar.
(2)
Vi
sono
pochi,
che
vogliono aiida-
re
fino
all
*
estremo...
Fale,
che
essi
non
veggan
piu
che
il
primo
passo.
KEVISTA EST&ASGEIfiA
Hinpartha'.
Noticias
da
guerra
Os
jornaes que
recebemos
poucas
no
ticias
ira» em
da
guerra.
O coirespondente
da
«Palavra»
fadando
do
brutal
sistema de
terror
adoptado
pelo
governo
de
Madrid contra
as
pe>soas
que
elle
diz
suspeitas
de
carlismo,
escreve:
Nao
cabe duvida
que
a
perseguição
contra
os
carlistas
e
o<
que
se
pretende
que
o
sejam
am-aça
continuar, se
se
der
credito
ás
palavras
que
sÁ
aUribuem
ao
goveiuauor
de
Madrid, que se
propunha
«desterrar
diariamente
50»,
promessa qoe
ha
l<es
dius
cumpre com toda
a exaclidào,
e
com
circumslancias
tão
repugnantes co
mo
a
de ler
tido
uma
senhora
idosa
en
cerada
durante
48
horas,
que se
dtmo
raram
em
communicar-lhe
a
ordem
de
desterro,
em
um
sitio
do eJilicio
em
que
estão
as
repartições do
governo
da
pro
víncia,
qne
julgo
desnecessário
nomear.
O
crime
(Cesta
senhora é
ser mãe
de
um
esciiplor
e
de
um oíiicial carlíúa.
Depois
de
leterido
este
facto, deixo
á
conside
ração do
leitor
que
tenha
mae
o
que suc-
cederia
se um
tilho
da
victima lançasse
amanhã a
mào
a
esle
senhor
governador
Porém
não
se
creia,
repito,
que
a per
seguição
se
refere
só
aos carlistas,
mas
vae-se
estendendo
a
todos
os catholicos
sinceros
que
pedem
a
unidade,
aos
quaes
se
áccusa
de
pertencerem
áqnelle
parlido
para
perseguil
os
á
sua
vontade.
Gab
i-me
de
cunhecerus
nomes
de
todas
as pessoas
de
alguma
impmiâticia que
figuram
ern
polilica
e pos-o
assegurar
que
entre os
Uos
desterrados
só
;;a
dois
que
podem
ser
t|u-.l'licados
de
políticos
carlistas, o
fiarão
de
Terrateig
e I).
Fernando
Fernandez
de
Velasco.
Os
restantes
serão
carlistas
sc
assim
ipiiser
o
governo;
mas
com
certesa
nunca
íiseram ligora
importante
u
’
aquella
cumrnunhão
política.
O
snr.
Oseru, riquis
simo
industrial
de
Madrid
e
Barcelona,
que
ninguém
viu
uunca metlido em
polí
tica,
mas
é simplesmente couhoido
por
fe»vcroso
catholico,
lor
por
esi^
delicio
desterrado
para o
estrangeiro e
embarga
ram
lhe
a
ulficma
e
armasem
de
roupa
feita
de
Barcelona
e
o
seu
café,
o
mais
elegante e
vasto
que
lemos,
e seus magní
ficos
armasens de
roupas
de
Madríu,
ape
sar de
que
em
st
u
lavor
interveio um
importantíssimo
revolucionário
que lhe de
veu
em
outras
epoebas
assignalados obsé
quios.
O'
homens
pensadores, os que
nào vi
vem
de illusões
e
julgam
que
sem
um
accidente
imprevisto
a
gueira
e
duradoura
e
de
duvidoso
êxito
começam a inqoielar-
*e
em
face
de
tào
inqualificáveis
atienta-
dos,
já
porque
preveem
que
esle proceder
ha
de
predusir
males
sem
conta,
já
por
que
comprehendem
a
que
ignotos
logares
se
nos
conduz
com
elle,
já
porque
'êem
na
ordem das
possibilidades
o
Iriunlb
do
carlismo
e
temem
n
’
este
caso
terríveis
re
presálias.
Esta
aclividade
de
medidas
corresponde
á
que
se
desenvolve
na piasecuçà»
da
guerra,
como
quem
emprega
os
seus
úl
timos
recursos
e
envida
o
seu
derradeiro
e
decisivo
esforço,
segundo o revela o
fa
cto
de
se
decretar
o
armamento
da
mi
lícia
nacional
para
dispor, no
diser
do
governo,
de lodo
o
exercito,
do
qual
uma
parte
fica
em
guarnições,
uãu
reparando
que
essa
instituição
tem
sido funesta
aos
poderes,
e
talvez
o
seja
ainda mais erecta
em
arma
de
partido,
como
o
ministério
quer
e
revela
no lacto
novo
de
reservar
para
si,
segundo
o
decreto
de
organisaçào,
a
nomeação
de
ofliciaes.
—U<n
despacho
de
Madrid
annuncia
duas
grandes
victorias
de
Dorregarav
sobre
Jo-
v^llar entre
Vistabella
e
Viliafranca. A
mais
importante
leve
logar
a
29 <ie
junho.
Os
detalhes
irão pelo
correio.
O
ministério
Canovista está aterrado
e
accusa
Marlinez
Campos de
negligencia.
A
renda
desceu
a
19,10
O
acto
da
junta,
reunida
á
roda
da
arvore
de
Guernica,
paia proclamar
Carlos
VII
«Senhor
de
Biscaya», acto
que
se
nào
tinha
renovado desde
ha
400 annos,
foi
de
urna
grande
solvmnidade e
saudado
por
frenéticas
acclamações.
Um
olíicial
de
marinha
e
urn
capitão
de
iutaiileria
aífonsistas
vieram
no
dia
2,
oficrecer
a
sua
espada
a S.
Magestade.
O
rei
chegou hontem,
5,
a
Durango
dirigindo-se
para
Viliafranca.
Na
(.atalui.lia,
Gerona
e
Vich
estão
mui
ameaçadas por
Saballs.
Em
Barceluna
ha
grande susto
em
ra-
>ào
da
aproximação
dos
carlistas
O
con
selho
municipal
leumu-se
em
sessão per
manente.
As
prisões
em
massa
e
as
confiscações
começam
em
todas
as
nossas
pruvincias.
Ilepie-alias
e
eoergicas são inevitáveis.
llenday
6
de
julho.
—
O
rei
chegou
hoje
a
Viliafranca
para
jurar
a
conserva-
çâo
dos
lóros
de
Guipuzcoa.
EHe
será
de
pois
iiumediatamenle
pioclamado
rei.
Depois
das conferencias com
o
rei,
o
general
Pcrula e o
conde
de
Bardi
sahiram
paia
inspecciouar
respectívamenie as
li
nhas de
Alava
e
de
Castella.
O
general
Perula
fez
uma
proclama
ção
que
se resume
assim
:
Para
a
frente.,
para
a
vicloria
ou para
a
morte.
Esperam-se proximos
acontecimentos.
O
bombardeamento
de
S.
Sebastião
principiou.
O pae
do
rei
tendo
entrado
em
França
foi
amejçado
de
o
deterem.
Elle
partiu
para
viajar
oo estrangeiro.
Viilafraoca
7.
—
Eífectuou-se a
procla
mação
enue
o
mais delirante
eothusiasmo.
A
’
s
I
I
em
poilto, os
proemadores
da
.Itinia, levando
á frente
o
corregedor
e
o
commandinte general,
foiam receb
r
Sua
Magestade.
PíiucoS
momentos
depois,
entre
o mais
religioso
silencio,
o
procurador
encarregado
ievautoiJ
o
estandarte
por
Sua
Magestade
e
prestaram
preito e
homenagem
ao
rei
lodos os
representantes
da
província.
Vivas
atroadores
interrompiam
só
de
tempo
a
tempo
o
religioso
recolhimento
da
multidão.'
Concluída
a
fórmula
da
proclamação,
S.
M.
levanluu
se
do
throno
e
leu
um
breve
discurso,
que
foi
saudado
com
en
tras
e
mais
ardentes
acclamações.
A
funeção
religiosa
que
se
seguiu
a
este
acto
não
foi
menos
imponente.
Depois
de
nma
mi.-sa
resada,
S.
M.
prestou
juramento sobre
cs
Santos
Evan
gelhos,
de
guardar
e
faser
guardar
as
li
berdades,
bons
usos
e
costumes
de
Gni-
pnzeoa.
Immediatamente
canlon
sp
tm
Te-
Deum,
e
a
reja
comitiva
dirigiu-se
ao
salão
das
casas
da
camara,
onde
teve
lo
gar
a
solemne
assignatura
d<>
acto.
orde
os
representantes
de Guipuzcoa
deram
lar
gas
ao
seu
enlhosíasmo
por
mais
repeti
das
e
ardentes
acclamações.
A
concorrência
era
imménsa
:
a
cidade
toda
embandeirada
e
as
janellas
armadas.
Esle
dia
ficará
para
sempre
assigna-
iado
nos
fastos
de
Guipuzcoa.
S. M. concedeu perdão
por
delictos
políticos na província.
LITTESATURA
ECGE AGNUS DEI
Do
templo
junto
ao
vestíbulo
Prostra-se
o
povo
no
chão;
Como
o
fumo
do
Ihuribulo,
Dos
lábios
rompe
a
oração.
Sobe
o
incenso
em
novelos,
Mais puro
que
os
alvos
gelns
E
mais
alvos
que
os
cabellos
Do
venerando
ancião.
Do
cimo
do campanario,
Vigia
do
sanctuario.
Como
a
voz
do
solitário
Que
se
curva ante
o sacrario.
Brada
o
sino
—«devoção!»
As
turbas
vem
aos cardumes,
E
como
as
ondas
do mar,
Cercam
as
alas
de
lumes.
Que
o
pallio
vem
a
cercar!
E
d’
entre
as
nuvens
d
’aroma.
Qual
astro
brilhante
assoma
Na
resplendente
redoma,
O
pão
que
a
vida
vae dar
O pão,
que
allivios
derrama
No
peito
qne
abraza
a
chamma
E
a
febre
ardente
inílamma ;
No
peito
qne
em
ancias
clama.
Que
teme
a
campa
aíTruular.
Oh
!
que
scena
tão solemne.
Que
assim a mente
seduz!...
Em
voz
occulla
e
perenne
A
descrença
á
crença
induz!
E
pode
o
atheu
covarde
Ver entre
os
rubis
da
tarde.
Ver
o
sol,
que
em
raios
arde,
Sem
vèr
i/elle a
Eterna
Luz
!
Não,
que
o
verme
pequenino,
E
o
murmúrio
vespertino.
Despertando ao
som
do
sino,
Vão
librar-se
n
’
um
só
himno
Qoe
se
e>vae
aos
pés
da
Cruz.
Bemdilo,
Senhor, lu sejas,
Nos
altos
mistérios
tens,
Quando
afl.igas
ou
trovejas.
Rasgando
a
venda
aos
aihrus
!
Que
bnlbo
s
e
nào descotne
Aos
olhos
do
rico
mi
pobre.
Do que
vive
humilde
ou
nobre!
Esse
esplendor
nào
tem
véus.
Bemdita
seja
a
alegria.
Que
palacio,
á
choça
fria,
Trazes
de noite
ou de
dia
!
Na
sagrada
Eucharistia
Bemdilo
sejas, que
és
Deus
!
Antonio
Pereira
da
Cunha
GAZETILHA
Proeâs^ã».—
Sae
no
proximo domin
go, do
templo do Caimo a
procissão
de
N.
Senhora
<l’esta
invocação,
que
costuma
ser
a
mais
oplendlda
das
procissões
que
se
fazem
u
’
--ia
cidade.
Consta-nos
que este anno
excederá
em
brilhantismo
à
dos
annos
anteriores.
aí> Figaro». —Recebemos
o n.° pro-
giamma
do
«Figaro»,
jornal
que se
publica
em
Lisboa,
e
cuja
próxima
apparição
tinha-
mos
annuociado.
Desejamos
todas as
venturas
jornalís
ticas
ao
novo collega.
Em
aeçá» <1®
graças pela eomi-
gervaf
ãe
d»
immartAl
í*
io
IX.
—
No
dia
29
do
mez
passado
celebrou o
rev.
1115
parocho
de Martin
uma missa sõlemne,
a
grande
instrumental,
em
acção de
graças
pela conservação
do
magr.animo
Pontífice
que
ora
preside
aos
destinos
da
Egreja
de
Je
sus
Chiisto.
Snr.
redaclor
Rogo
a
v.
o
obséquio
de
declarar
no
proximo
u.°
quem
foi
o
auctor
da
local
que
veio
publicada
no
seu
muito
lido
jor
nal, no dia 10
de
julho
de
1875,
em
qo
fi
se
avisa a
ex.ma
camara
que
os
meus
crea-
dos
levam
vários
preços
aos passageiros;
ou
Houve
exposição
do
SS.
Sacramento
de
manhã
e
de
tarde,
subindo por ambas
ss
occasiÕes
ao
púlpito
o
rev.
m
'
*
missioná
rio
padre Pogeira,
de
Cabauellas,
o
qual
procurou
mostrar
as
heroicas virtudes que
adornam
g
grande
Pio
IX.
Em
seguida
ao
sermão de
tarde saiu
uma
bonita procis
são.
Na
vespera
queimou-se muito fogo d
*
ar-
tificio,
durante
o
que
tocou
uma
banda
de
musica,
que
repetidas
vezes
fez ouvir
o
himno
do
Pontífice.
A
torre,
egreja
e
a
estrada
nova
acha
vam
se
adornadas com
galhardetes
e
flarn-
rnulas,
o
que
apresentava
um
bonito
ef-
feito
E<ta
festividade
foi
annunciada
nas
an
tevésperas
com
salvas de
morteiros
e
re
piques
de
sinos.
etfciçfto
«le
«leputarf»—
E’
no
dia
13 d
’
agosto
que
terá
logar
a
eleição
do
deputado
por
este
circulo.
Diz-se
que é
proposto
pelo
governo
ura
tal
sbr.
Lopo
Vaz
de
Sampaio
e
Mel
lo,
da
freguesia
de
Convinhas,
concelho
de
Sabrosa,
districto
de
Villa
Real,
indi
víduo
inteiramente
desconhecido
n
’
esla
ci
dade,
e
que
é
muito
provável
que
advogue
os
interesses
dos
vinhos
do
Douro,
de
pre
ferencia
aos
interesses
da
localidade
por
onde
o
propõem.
Um
supplemento
ao
n.° 48
do
«Ar
tista»,
de
que
é
redaclor
o
snr.
dr.
A.
M.
Pinheiro
Ferro,
e
que ante hontem
se
dis
tribuiu
profusamente,
convida
os
eleitores
d
’
este
concelho
a
comparecerem
no
do
mingo,
pelas
10
horas
da
raanhã,
no
thea
tro
de
S.
Geraldo,
atim
de
se
proceder
á
escolha
do
deputado
respectivo.
Sendo cornplelaraente estranhos
á
ques
tão
que
se
vae ventilar,
não
deixaremos
de
dizer
que
a
imposição
oflicial
do
snr.
Lopo.
é
uma
ofhusa feita
a esta
populo
sa
e
illuslrada
cidade,
que
entre
os
seus
filhos
conta
alguns
digníssimos do
mau-
dato
popular,
e
bem
mais conhecedores
das
necessidades
e interesses locaes,
do
que
aquelles
que,
talvez,
só
d
’ella
tenham
co
nhecimento
tradicciooal.
Ctarro
virrarlc».
—
Ante-hontem,
em
consequência de
haverem
tomado
medo
os
cavallos que
tiravam
um
vehiculo,
esle
resvalou
por
uroa
ribanceira
perto
da
Naia,
na
estrada
que
d
’
esta
cidade con
duz
a
Barcellos.
Feliztnenle
apenas fica
ram
levemente
coutnsos
o
cocheiro
e
um
dos
passageiros,
que
eram
tres.
UXegresso.
—
Regressou
anle-hontem
de
Coimbra,
onde,
como
annunciatnos,
as
sistiu ao doutoramento
d
’
um
seu
parente,
o
senhor
arcebispo
D
João.
S.
ex.
a
rev.lllâ
veio
no
comboio da
manhã,
e
era
espe
rado
na gare
por
vários
cavalheiros,
que
o
acompanharam alé
ao
Paço.
CasEiiBífoív «le
ferr®
de Eíwwga-
do.
—
Embarcaram
em
Inglaterra
1.200:900
kilograminas de
calhas
de
ferro
para
a
l.
a
secção
de
Santo
Thyrso ás
Caídas
de
Viselh. O
caminho
estara
aberto
á
circu
lação
antes
do fim
do
anno.
Gs-aarSe
ernme.
—
Perpetrou-se
ha
dias
um
grande
crime em
Alfarellos.
Na
occasião
era
que
uraa familia
esta
va
ceaodo,
ouviu-se barulho
á
porta
;
um
filho
da
casa
correu
a ver
o que
era
e
foi
recebido
com tamanha paulada
que
o
lançaram
logo
por terra.
Ao
pae
que
foi
soccorrel-o
fizeram-lhe
outro tanto, e em
seguida
saltou-lhe
a
cima
um
miserável
que
o
arrebentou
com os pés. A
mulher
e
as
filhas
que
vieram
em
auxilio
dos
dois
desgraçados
foram
moídas
com
pancadas,
diz
o
«Tribuno
Popular».
A
ESepublica
das
lettras
—
Rece
bemos
ha
dias
o
n.
c
2
d
’
este
excelieote
periodico
lilterario,
de
que
é
director
o
conhecido
humorista
João
Penha
e
admi-
nistrrdor
o
distincto escriptor
Alfredo
Cara"
pos.
Não
accusatnos
mais
cedo
a
recepção,
per
um esquecimento
bem
desculpável
aos
olhos
d’
aquelles
que
não
forem
estranhos
a
esta
íufa-lufa
<la
imprensa,
e
do
qual
pedimos
vénia.
O
presente
n.°
contém
primoroso
*
ar
tigos
ern
prosa e
verso
de
muitos
dos
nossos
mais
festejados
escriptores,
como
Augusto
Sarmento,
Alberto
Telles,
Alfre
do
Campos,
C.
Castello
Branco, Cândido
de
Figueiredo,
Eduardo
Vidal,
João
Pe
nha,
J.
Simões
Dias,
M.
Duarte
d
’Almei-
da,
Thomaz
Ribeiro,
etc.
Agradecemos
o
exemplar
com
que
fo
mos
brindados.
Cantavieja.
—
Diz
o
correspondente
de
Madrid
paia
o
«Commercio do
Porto»,
que
Cantavieja
eslava
apenas
guarnecida
por
homens
estropiados —
uns
coxos,
ou
tros
doentes.
Oia
eis
ahi
a
grande
victoria de que
falia
a
«Gaceta» de Madrid que
mente
'sempre, e
não
admira
isso porque
está
ao
‘
serviço
da
mentira, diz o
«Direito».
Caminho
«le
ferro do Douro.—
Foram
nomeados
os
snrs.
directores
das
obras
publicas
dos
districtos
do
Porlo,
Braga
e
Vianna
para
examinarem
o
cami
nho
de
ferro
do
Douro,
entre-
Ermezinde
e Penafiel,
qne será
brevemente
aberto
á
exploração
publica.
Transferencia.
—
O
espectactilo
que
annurícíamos
para
domingo,
em
beneficio
das
Ur
solinas,
fica
transferido para
um
dos
dias da
próxima
semana.
Jornaeti e mui»
jornaes, — Vae
n
’
um
crescendo espantoso a
mania
de
pu
blicações
periódicas,
a
maior
parte
das
quaes
não chega
a
sair
do
ovário,
com
o
qoe
não deixa
de
folgar
o
bom
senso.
Falla-se
na
próxima
publicação
de
mais
ara
jornal,
n
esta
cidade. Não
referimos
o
nome
do
soi-disant
redaclor,
para...
evi
tarmos
a gargalhada.
A
incubação
promelte
ser
eterna.
Pois
é
pena.
A«
deportafSea.
—
Lê-se
no
«Di
reito.');
Segundo
o
correspondente
de
Madrid
para
o
«Commercio do
Porlo»,
no
dia
4
do
corrente
foram
deportadas
trinta
e
duas
famílias
de
Madrid para
Estella, uma
pa
ra
Fernando
Pó,
uma
para França.
13
de
Cadix
para
Estella,
e
uraa
de
Santan-
der,
ficando
embargados
os
bens
de
todas
ellas.
A
rasão d.
’
esta
severidade
é
lerem
estas
familias
parentes
nas
fileiras
de D.
Carlos.
Que
infame
é
o
governo
que
decreta
e
manda
pôr
etn
pratica
estas
medidas
vatidalicas—
Os
cantonalislas
não
chegariam
a
tanto.
Pur
certo
que
os
homens
que
tão
torpemenle
assim
abuzam
da
força oào
podem
deixar
de ser
descendentes
de
Cain, do
primeiro
malvado
que
houve
no
mundo.
Ah!
pelroleo,
pelroleo
quanto
tardas
em
Madrid
!
A
Hispanha
nunca
teve
um
governo
mais
hipócrita,
nem
mais
tiranno
do
qoe
o
actual
presidido
pelo
snr.
Canovas e se
gundo
dizem,
inspirado
pela senhora
de
Girgenli.
E’ menos
verdade. —
Diz
um
cor
respondente
d’
esta
cidade
para
o
«Correio
da
Tarde»
que o
ex.
1110
*
*
*
*
reitor
do
Lyceu
andou
distribuindo
bandeirolas
de
papel
azul e
branco,
no
jardim publico, por
oc
casião da
festa
do
dia
8 de
julho.
fato
não
é
verdade.
O
snr.
dr.
Costa
Pereira
é
um
dos
cavalheiros
mais
dignos
de
consideração
que
nós
conhecemos,
e
com
certeza
nunca
baixaria
ao
mister
de
distribuidor
de
bandeiriubas.
Fazemos
esta
rectificação
que
é
inspi
rada
pela
verdade,
que
não podemos dei
xar
de
acatar.
Grande
«lesastre.—
No
dia 12
de
tarde
deu-se
um
lamentável
desastre
jun
to
á ponte
do
caminho
de
ferro
do
Dou
ro
no
sitio
de
Vallongo.
Dizem
á
«Palavra»
que
dera
causa
a
este
desastre
um
boi
que
estava
a
pouca
distancia,
e
que ouvindo
o
apito
da
ma-
china
tomara
medo
indo
metter-se
no
tri
lho,
o
que deu em
resultado
descarrilar
a
machina
e
matar
instantaneamente
duas
mulheres
que
vinham
n
’
um
wagonete,
fi
cando
outras
muitas
feridas e conlusas.
Os
feridos
de
mais
gravidade
são
Manuel
Go
mes
Carapilo,
Joaquim
Leilão
e Victo-
rino
Barbosa,
que
vieram
para
o
hospi
tal
real
de
Santo
Anlonio,
aonde
estão
em
tractamento.
«O
Cabaziiaho
de flores».—
Com
este titulo
recebemos
um
precioso
volume-
sinho
do benemerito
snr. padre
Luiz
Pa
checo,
um
dos
escriptores
que
mais
ser
viços
teem
prestado á causa
da
Religião
e
da
sociedade.
E
’
uma eolleeção
de
pensamentos
e
maximas
de santas e
santos
com
relação
aos
principaes
objeclos
da
piedade
ch»is-
tã.
Precede
o
formoso
voiumesinho
a
se
guinte
mimosa
poesia
de
João
de
Deus:
ROSA
MYSTICA
Dize-me,
rosa,
em
que
esp
’rança
fundas
essa
louça
ma
;
•
quando,
vivendo
ura só
dia,
nem pódes deixar
lembrança
!
—Exhalo
em curta
exislencia
uns
aromas
salutares,
que
inda
depois
nos
ares
conservam
a
mesma
esseocia.
N
’
essa
essencia
que
evapora,
e
no
pranto
que
recama
a
tua
face orvalhosa,
parece
que
nos
quizeste,
mimosa
filha
da
aurora,
lembrar
a
Rosa
celeste,
qoe
foi
tão
altribuladi
!
Mis
hoje
é
o
sol
que
a
veste
.*
E
se
algum
pranlo
derrama,
se
algumas
lagrimas
chora,
é
um pranlo
qne
embalsama
lodo
o coraçã
>
que a
ama
e
as
suas
graças
implora
!
Fecha
o
volume,
que
muito
recommen-
damos,
com
algumas
edificantes
historia-
sinhas,
subordinadas
á
epígrafe
de
Flores
e
fructos.
O
annuncio
vae
no
logar
respectivo.
O
agiota.—
A
sua
cara não
se
con
funde com
nenhuma
outra.
De
longe
cheira
a
ave de
rapina.
Empresta
cobre
para
tomar ouro,
e
dá
chita
a
troco
de
veludo.
No
ventre
rnaterno
deu a
consciência
de
presente
ao
diabo.
A
sua
mão
é
urna
garra
;
o
seu
cora
ção uma
bolsa,
a
sua
alma
uma
moeda.
Quando bale
á
porta
dos
seus
sentimen
tos,
metle
a
alma
dentro
do
coração,
e
cobre
esle
com
a
mão,
formando assim
um
corpo
impenetrável.
Nelle
se
somem
todas
as supplicas,
res
valara
as
lagrimas,
e
evaporam-se os sus
piros.
Tem
a
astúcia
da
raposa,
o
instincto
do
tigre,
e
os
costumes
da
hyena.
Por
qualquer
parte
que
se
loque,
pro
duz
ura
som
metálico
;
de
qualquer
mo
do
que
se
analise, arroja
nojento
ruido.
Uru
faço
o
une
á
sociedade
:
o
interes
se.
Uma
muralha
separa-o
do
mundo;
o
egoísmo.
A
sua
vista
perspicaz como
a
do
lin
ce,
descobre
o
mais
ligeiro
cerzido
no
facto
;
o
imperceptivel
peilo
no
diamante,
e
a
mistura
no
oiro
da
joia.
Nunca
se
equivoca,
quando
faz
contas.
U
diccionario,
para
elle,
não
contém
senão
as
palavras :—empreslimo,
juro,
ga
nho,
compra,
venda,
e
outras
equivalentes.
Nada
ha
mais
frio
do
que o
seu
olhar,
nem
mais
diabolico
do
que
o
seu
serviço,
nem
mais
repugnante
do
que
a
sua
sa
tisfação.
Pelas
suas
veias
não
corre
sangue
;
corre
chumbo
derretido.
Em
todo
o
seu
ser,
não
se
vê
jámais
o
homem
:
parece
uma
moeda de
tres
reis
disfarçada
em
pessoa.
Ao
vel
o,
consola a
ideia de
qne
na
outra
vida
ha
um
inferno.
—(«C.
de
Villa
Real»).
Mulheres
operarias.—
Em
New-
York
contam-se
mais
de
123 mil
mulheres
empregadas
nas
fabricas,
trabalhando
assi-
dua
e
diariamente
nos
oflicios
que
lhes
são
destinados,
e
garantindo
pelos
seus
salarios
a
sua
subsistência
e
de
suas
fami
lias.
Anedoela.— 0
marquez de
Pombal
presenteando
sua
esposa
com
um
corte de
baetão
fabricado
em
Portugal,
lodos
os
cir-
cumstanles
correndo
a
vel-o,
confessaram,
que
o
achavam
muito
bom,
e
que
já
nos
pedíamos dispensar
dos
baetões
de
fora
do
reino.
Um
dos
circumstanles,
ou
para
desdenhar
da
qualidade
da
fazenda,
ou
os
tentar
de
mais intelligenle,
tomando-o nas
mãos
e
cheirando-o,
disse
:
—
Ainda
lhe
acho
certo
cheiro
de
azeite de
preparo
das
lãs.
—Ao
que
respondeu
o
ministro:—
Se
livesseis
o
nariz
porluguez,
não
vos
cheira
va
esle
baelão
a
azeite.
Companhia giiunastica. —
Teem
sido
muito apreciados os
trabalhos
da
com
panhia
gimnastica do snr.
Lopez,
que
es
tá
funccionando
n
’
um
barracão
construído
uo
Paul
da
Senhora
A
Branca.
Tem
havido grande
concorrência.
Hoje
á
uoite
ha
espectaculo.
A
seu tempo.—
Logo
que
estivermos
bem
informados,
havemos
de
entregar
a
policia
os
nomes
d
’uns
certos magarefes
que
habitam
ahi
para
a
rua
da
Ciuz
de
Pedra,
e
costumam
jogar
iusulios
é
pro
vocações
aos
transeuntes.
E'
bom,
pois,
que
continuem.
O
«Rem
Publico». —
Entrou
no 19.°
anno da
sua
existência
joinalislica,
o
jor
nal
o
«Bem
Publico».
Os
serviços
presta-
do
*
por
esle
indefesso
campeão
á
causa
de
Deus
e
da
sociedade,
não
pódem
ser
ignora los, ainda dos media
na
mente
lidos.
D
’
aqui
felicitamos aquelle nosso
excel-
lente
collega.
Santa
Bnfancia.—
Anda
em
ensaios
um
dramasinho
que
será
representado
por
alguns
meninos
e
meninas
pertencentes
á
simpathica
e
piedosa
associação
da
Santa
infancia.
Consta-nos
que
a
representação
é
feita
na
casa
da
Associação Catholica.
PrisSo.
—
No
dia 9
foi
pre>o
e reco
lhido
ás
cadeias
d
esta
cidade,
Manoel Ma-
thias,
da
freguezia
de
Valdreu,
concelho
de
Villa
Verde,
por
ser
encontrado
com
um
cesto,
dentro
do qual
trasia
uma
crean-
ça
fecem-nascida,
que
vinha
abandonar.
Milho
queimado!
—
Lê-se
no
bem
redigido
jornal «O
Concelho
de
Gaya»
:
«Dizem-nos
que
em Campanhã
fia
uma
fabrica
de distillação,
que
queima
diaria-
meute
14
carros
de
milbo
para
o
fabrico
da
aguardente,
o
qual é para
alli condu
zido
dentro
de
pipas,
para
não
dar
tanto
na
vista
1
Na
Afurada,
segundo
informa
ções
particulares,
o
consumo
diário
do
milho para
o
mesmo fim,
é
ainda supe
rior.
Procuraremos
informações
mais
claras
so
bre
este
facto. Mau
vae
correndo
o
an
uo
e
más
devem
ser
as
colbeilas.
O la
vrador,
que
esperava
do
seu
honrado
tra
balho
os
productos
indispensáveis
ao
sus
tento
da
familia,
encara
cora terror
o
as
pecto
lastimoso
que os
campos
lhe apresen
tam,
e,
para
cumulo
da
desgraça,
ergucse-lhe
ao
longe o
negro
espectro
da
especulação
que converte
ura
genero
de
primeira ne
cessidade em
bebidas
espirituosas!
Nós,
que
advogamos
sempre
a
causa
do
povo,
não
podíamos
íicar
silenciosos
á
vista
d’
estes
acontecimentos.
Que
se
dê
o
fim
conveniente
aos generos
que
a
po
pulação
dispensa,
é
racional
e
justo;
mas
que
a
especulação
venha ao
regaço
das
classes
menos
abastadas
tirar-lhes
o
pão
de
casa,
assentando-lhe no
lar
o
esqueleto
da
fome,
é
degradante.
Que
enriqueçam
os especuladores,
isso
não
nos
importa
; mas
ganhar
á
custa
do
suor do
pobre,
do
trabalhador,
é
infame.
Appellamos
para
a
vigilância
da
auclori-
dade, e
chamamos
a
attenção
dos
nossos
collegas
para
este
importante
assumpto.
Sceoas,
como esta,
já se
leem
repeti
do
e
a
collera
do povo
póJe
muitas
ve
zes
ser
fatal.
»
Subscrevemos
a
tudo
quanto diz o
nos
so presado collega,
e
pela
nossa
parle
pe
dimos
lambem
ás
auctondades
superiores
que
tenham
em
vista
a
crise
alimentícia
que ameaça
o
reino,
devida
á
estiagem
que
tein
havido.
Ao
mesmo
tempo,
os
vinhedos
apresentam
um
aspecto
muito
liscngeiro,
e
promeilem
grande
colheita;
porisso
os
negociantes
de
vinho,
ou
os
es
peculadores
do
fabrico da aguardente,
de
veriam
aguardar
mais
poucos
mezes,
para
que,
effectuada
essa colheita,
possam
d’el-
la
auferir
bons
resultados
com a
distilla-
ção
da
aguardente
de
vinho,
tornando-se
de
coimnura vantagem
para
o
lavrador
e
para
o
negociante.
Eiçíjes
«le
piasino.
—
Um
indivíduo,
competentemente
habilitado,
promplifica-se
a
dar
lição
de piano
forte, em
sua
casa
ou
na
dos
que
se
quizerem
utilisar
dos
seus
serviços.
Dào-se
esclarecimentos
n
’
es-
ta
redacção.
■•3f»jaatCTaa,-t«nB3caa
SECÇÃO
DE
COMSIUNICADOS
se
v.
é
que
toma
a
responsabilidade
d
’
es-
sa
local.
Braga
12
de
julho
de
187a.
De
v. etc.
José
Martins
Fontão
Lage.
Ao
sigualario
respondemos
—
que
o
in
divíduo
auclor da
local
toma
Ioda
a
res
ponsabilidade
do
que
n
’
eila
se
diz. Em
quanto
ao
nome do
mesmo,
nenhuma lei
nos
obriga
a
declaral-o
n
’
esle logar.
A
RR-
EXPEDIENTE DA ADMINISTRA
ÇÃO.
Cartas
recebidas
na administração
d'esle
jornal
:
Porto
(Relação).
—
Antonio
Xavier
da
Cuuha
Telles.
Villa
Flor.
—
Manoel Antonio
de
Barros.
Villa
Nova
de
Famalicão.
—
Antonio
Fer
reira
da
Cruz.
Povoa
de
Varzim.
—
Revd.
0
Abbade
de
Touguiohó.
Evora Monte.
—
Revd.
0
Prior.
Louzã.
—Padre
Antonio Fernandez Car
doso.
Vianna.—
João
Joaquim
Pereira.
BANCO DA COVILHÃ.
Sociedade
anonyma
de
responsa
bilidade
limitada.
Balanço em 30 de junho
de
1875.
Capital
3.009:0000000.
emissão
750
contos
—7:500
acções
de
100$000
reis.
Aetivo
Accionistas............................
164:3000000
Lettras
descontadas
e
a
rece
ber
......................................
430:1330424
Efíeitos
depositados. . . .
12:0000000
Papeis
de
credito. . . .
2:7990530
Caixa.......................................
36:6690083
Devedores
e
credores.
.
.
17.9690670
Empréstimos
com
caução.
106:1700280
Ditos
em
c/c
com
caução.
112:3600632
Despezas
dhnstalação. . .
2:0250300
Moveis
e
utensílios
.
.
.
1:9850425
886:4130344
Passivo
Capital...................
750:0090000
Fundo
de
reserva.
.
. .
490096!
Dividendo
de
junho
a
de
zembro
de
1874
.
.
.
1280400
Depositantes
...........
41:2300509
Obrigações
a
pagar.
.
.
.
64:9900243
Credores
de
effeitos
deposi
tados
.......................................
12:0000000
Ganhos
e
perdas
....
17:5730231
886:4130344
Os Directores
Antonio
Baptista
Alves
Leilão
José
iTAmorim
Vaz
de
Carvalho.
(2569)
AGRADECIMENTOS
João
Cazimiro
da
Costa,
e
filhos, penho
rados
para
com
os cavalheiros que
tão
re-
levantissimos
serviços
lhes prestaram
na
extincção
do
incêndio,
que
infeiizmente
se
manifestou
na
sua
casa, em
a
noite
de
segunda
feira,e
aos
quaes
deve a sua prompta
extincção;
veem
por
este
meio
lavrar um
protesto
da sua
gratidão
e
reconhecimento
iodeleveis.
$
WW
0TAO
£01.14
UÃV
m
O
Cabasinho
de
flores
PELO
Padre
Luiz Pacheco
Este
magnifico
volumesinho
acha
se
á
'enla na
livraria
catholica
de
Lisboa,
R.
dos
Capellistas,
82,
1.°
e
na
livraria
ca-
molica
do
Porto,
Praça
de
D.
Pedro,
131.
EDITAL
A
camara
faz saber,
que
se
acha af-
fixado
edital
para
reclamação
sobre
o
seu
orçamento
do
corrente
anno
economico,
previne
de
que
as
reclamações
devem
ser
apresentadas
alé
o
dia
19
do
corrente
in
clusivé.
Braga
10
de
julho
de
1875.
O
escrivão,
(2564)
Antonio
Manoel
Alves
Costa
Pelo
juiso
de
direito d’
esta
comarca
e
cartorio
do
escrivão
Pessa,
se
tem
de
ar
rematar
no
dia
18 do
corrente
uma
mo
rada
de
casas sita
no logar
do Souto,
freguezia
d
’
Adaufe,
avaliadas
em
800000
reis, penhoradas
a
Antonio José
Braga,
de
Santo
Thyrso, na execução
que
lhe
mo
ve
a
F. N.
O
solicitador
da F. N.
(2567)
Manoel
Joaquim
Antunes.
BANCO
ALLIANÇA
São convidados
os
snrs.
accionistas
d’
este
Banco
residentes
n
’
esta
cidade,
a
virem
receber
o
dividendo
de
suas
acções
relativo
ao
1.°
serneslro
do
corrente
an
no,
á
razão
de
3
p.
c.
ou
10800
reis
por
acção,
na
lhesouraria
do
Bauco
do
Minho,
das 10
horas
da
manhã
ás
2
da
larde.
Braga
13
de
julho
de
1875.
Os
gerentes
do
Bauco
do
Minho
Francisco Cashniro
da
Cruz
Teixeira
Domingos
José
Soares.
(2566)
Pedra
de
alvenaria
Quem
precisar
cotnpraLa,
vendea
Anto
nio
Alves
dos Santos,
Costa,
na
rua
da
Sé d’esta
cidade.
(2565)
Na roa
Nova
de
Sousa
n.°
12,
vende-se
umas
estantes
e
balcão.
(2568)
líffiAW
A
requerimento
de
José
Joaquim
d
’AI-
meida,
viuvo,
d
’esla
cidade, pelo
cartorio
de
Moita,
á
face
do
inventario por
falle
cimento
de
sua
mulher
se
tem
d
’hastear
em
praça
voluntária,
e
entregar
se
o
pre
ço
convier,
no
dia
8
do
proximo
agosto
pelas
9
horas
da
manhã, no
tribunal
da
justiça,
as
quintas
do
Paço,
e
de
Sauda
rão, sitas
na freguesia
de
Semelhe,
próxi
ma
d
’
esla
cidade,
com
vista
para
a
ci
dade e
estação
da linha
ferrea
e
d
’
esta pa
ra
aquellas,
a
primeira
descripta
debaixo
da
verba
n.°
332
no
valor
liquido
de
8:3220600 reis,
a
segunda
descripta
de
baixo
das
verbas
n.°s
319
a
229
inclusivé
e
331 no
valor
liquido
de
6:6720105
reis
e
ambas
já
no
lance
de
12:5000000
reis
juntas,
mas
que
se
arrematarão
juntas
ou
separadamenle,
como
mais
convenha
ao
invenlariante e
tudo
na
forma
do
seu
re
querimento.
(2570)
Banco
Commercial,
Agrícola
c
Industrial
DE
Villa
Real
[Sociedade
anonyma
de
resposabilidade
limitada]
Havendo
alguns
dos
snrs. accinistas
d
’
es-
te
Banco
deixado
de
satisfazer
ao
pedido
no
annuncio
de
10
de
março
ultimo, são
de
novo
convidados
para
remeiterem
á
Di
recção
de
mesmo
Banco,
até
ao
fim
do
mez
corrente,
declarações
em
que
indiquem
os
numeros
dos
titulos
provisorios
que
pos
suem,
a
quantidade
de
acções n'elles
re
presentada.
e
o
nome
em
que
quizerem
lhes
sejam,
passados
os
titulos
definitivos,
na
certeza
de qne nào sendo
enviadas
á
séde
do
Banco, no
praso
acima
dito, as
de
clarações
de
que
trata
o
presente
annun
cio,
os
titulos
definitivos
serão
passados
ao
portador.
As
listas
impressas
para
as declarações
são
fornecidas
no
Porto
e
Braga
pelos
agentes
do
Banco.
Villa
Real
9
de
Julho
de
1875.
Os
gerentes,
Joaquim
José
cTOliveira
Guimarães
Agostinho
José
da
Costa. (2561)
Nova
empreza
de
trens
Largo de S. Francisco n.° 9
BRAOA
Faz
publico
que
desde o
dia
15 do cor
rente
mez
estabdece mais
uma
carreira
diaria de
diligencias
entre esta cidad e
Pon
te do
Lima.
IKorario
Sahe de Braga
ás
duas
da
larde e
che
ga
a
Ponte
ás
7,
sae
de
Ponie
ás
6 da
manhã e
chega
a
Braga
ás
12.
Preços
;
dentro,
500
rs. lóra 400.
Pontos
intermediários
20
reis por ki-
lomelro.
Braga
7
de
julho
de
1875.
O
gerente,
(2556)
Eduardo
Pacheco.
Venda
de
casas
a
Vendem-se
juntas
ou
separadamen
te
dez moradas
de
casas
com
gran
de
quintal,
lendo
os
n.
08 72
a
82,
próprias
para
edificação
d’
um
grande
pré
dio
e
sitas
na
rua
da
Cruz
dc
Pedra em
frente
á
nova
rua
qne
se
vae
abrir
para
a
estação
do
caminho
de
ferro.
Trata-se
na
mesma
rua
n.°
100
com
o
snr.
Ma
noel
Anlonio
Pacheco.
(2511)
BI
Na
séde
d’
este
Banco
e
nas agencias
de
Lisboa,
Porto
e Braga, paga-se
ás
se
gundas,
quartas
e
sextas
feiras,
desde as
10 horas
da
manhã
até
á
uma
da
tarde,
o
dividendo
do
l.°
semestre
d
’
este
anno
na
rasão
de
4
p. c. ou 30200 por
acção.
Banco
de
Guimarães,
6
de
julho
de
1875.
Os
gerentes,
F.
Ribeiro
Martins
da Costa
Francisco
P.
da
Costa
Guimarães.
Agencia
em
Braga,
Campo
de
D.
Luiz
I
n.° 29.
(2548)
Agencia
do
Banco
de
Vianna
CARVALHOS
&
C.
Rua do
Souto
n.°
30
Esta
agencia
faz
as
seguintes
operações
:
Desconta
letras
da
terra
e
de
cambio.
Encarrega-se
da
compra e
venda
de
pa
peis
de
credito.
Recebe
dinheiro
á
ordem
e
a
praso
abo
nando
juros.
Empresta
sobre
penhores
d
’
ouro,
pra
ta,
inscripções,
acções
de
bancos
e
com
panhias.
Saca
sobre
praças
do
reino
e
estran
geiras,
onde
o Banco
tem
agencias.
Braga,
3
de
junho
de
1875.
Os
agentes,
(R
*
)
Carvalhos &
C.a
Aviso
ao
commercio
Na
Praça
d’
Alegria, d
’
esta
cidade, n.°
16,
(antigo Campo
das
Hortas)
acha-se es
tabelecida
uma
casa
de
commissões.
Seu
proprietário
loma
conta
de
despachos
de
mercadorias
de
qualquer natureza
que
sp
jam,
tanto
d’
esta
cidade
para
a
do
Porto,
como
do
Porto
a
esta.
Promplilica-se a
tomar
conta
de
todas
as
fazendas
em casa
dos
snrs.
negociantes,
e
a
entregaLas
na
do
destinatário,
(em
que
só
n
’isto
vae
uma
grande
vantagem)
tudo
por
uma módica
coramissão
sem
competidor.
Quem
precisar
esclarecimentos
póde
dirigir-se
á casa
supra
mencionada
ao
commissario
Anlonio
Zacharias cia
Silva Coelho.
(2536)
ALUGA-SE
Uma
casa
feita
das
Agoas, n.°
91.
Chãos
n.°
13.
Póde vêr-se
das
até
á
1
da
tarde.
de
novo,
sita
na
rua
Traia-se na rua dos
10 horas
da
manhã,
(2560)
Asphalto
Nacional da
Mina de
Aseche
A
Companhia
de
Lisboa
com
escripto
rio
no
Porto
na
Rua
do
Bomjardim
n.®
365,
previne
os
seus
freguezes e
o
publi
co
em geral
que
contimía
a
encarregar-
se
de
qualquer
obra
a
que
seja applicavel
o
asphalto,
assim
como
terraços,
impenas,
passeios
em
jardins
e
nas
ruas
publicas, ca-
vallieriçes,
eiras, etc
A
mesma
Companhia
presla-se a
ga
rantir
o
bom
resultado
do
seu
trabalho,
sendo
suíficiente
para
recommendar
o
seu
asphalto,
a
perferencia
que lhe
tem
si
do
dada
pela administração
das
obras
pu
blicas
e
o
repetido
chamamento
para
subs
tituir
asphalto
qne
se
por
ahi
pregoa, co
mo
vindo
do
estrangeiro.
Todos
os snrs.
que
precisem
qualquer
encommenda
d
’
este
genero, podem
fazel-a
no
Porto
Rúa
do
Bomjardim
n.” 365,
e
em
Braga,
na
Fabrica
da
Fundição
do
Minho.
(2535)
Vende-se uma morada
de
casas
de
3
andares
no
largo
do
Paço
n.°
9,
trata-se
na
rua
do
Souto o.
0
28
com
o
snr.
Jo
sé Anlonio
da
Silva
Lomar.
(2522)
NOVA
FUNDIÇÃO
DE FERRO
DE
A
biíokaío
Germano
Ferreirinha
«A
Travessa
de
S.
João
Aonde
faz
toda
a
obra,
assim como
bombas, conçollas,
columnas
para
gaz,
pe-
zos
novos,
panellas
á
ingleza
de
todos
os
tamanhos,
canos
para
agoas
e
gaz, e
toda
a
obra
de
fundição,
como grades
para
sacadas, obra
de
metal,
sinos
e
outros
ob
jectos
de
igual
teor
etc.,
pelos
preços do
Porto.
VENDA
DE CASAS
Vende-se
uma
morada
de
casas
sobra
dadas,
com
lojas,
eido
com
arvores,
de
fruclos
e
avfdadas,
no logar
de
Pousada
freguezia
de
Santa
Eulalia
de
Tenões,
su
búrbios
d
*esta
cidade. Póde
ver-se
a
qual
quer
hora
do
dia.
Trata-se
do
preço,
com
Custodio
José
Ferreira,
morador
na
quinta
Herdade
da
mesma
freguezia.
(2557)
_
AGOAS
MiNERAES
Na pharmacia de
Antonio
Domingues
Alvim,
ha deposito
de
agoas
naturaes
das
Pedras
Salgadas:
Albalina
de
Moura,
En-
(re-Rios,
das
Caídas
da
Rainha,
Sedlitz,
Verim,
Vidago
e
Vicby.
(Q
*
)
Banco
Commercial,
Agrícola
e
Industril
de
Villa Real
(Sociedade anonyma de
responsa
bilidade
limitada)
A
gerencia annuncia
ao
snrs.
accionis
tas
qoe no
dia
14
do corrente
principia
a
pagar-se
o
dividendo
do l.° semestre
do
corrente
anno na
rasão
de 10200
reis
por
acção.
Os
snr.
accionistas
do
Porto
e
Braga,
podem
receber
o
dividendo
em
casa
dos
agentes
do
mesmo
Banco
n
’
estas
cidades.
No
Banco
e
Agencias
fornecem-se
im
pressos
para os
recibos.
Villa
Real
3.
de
julho
de
1875.
Os
gerentes,
Agostinho
José
da
Costa
(2355)
Joaquim
José
d'Oliveira
Gjmes.
Balsamico-
Proph
ilalico
Esta
injecção
é
a
unica
e
eíficaz
que
cora
em
seis
ou
oito
dias toda
a
quali
dade
de
purgações,
tanto
antigas
como
mo
dernas,
ainda
as
mais
rebeldes.
Vende-se
em
Braga
na
pharmacia
d,
Antonio
D.
Alvim,
á
Porta
Nova n.°
14
em
Coimbra,
pharmacia
Barata
Diniz,
rua
de
S.
Bartholomeu.
Deposito
principal
no
Porto
na
pharmacia
Madureira, rua
do
Triumpho,
u.°
142,
proximo
ao
Palacio
de
Crystal.
Preço
de
ca
la
frasco.
.
.
400
rs.
(O).
•>í.
?.í®
■ Wfl
W
PORTO
PRIMEIRA
E
ANTIGA
T
RORIZ
í
CASA
FELIZ
3?.
pamTO
1
-
RUA
DAS FLORES
-
3
NA
QUINTA
DE RORIZ
9
PORTO
3-KUA
DAS FLORES-1,3
(
junto
à
egreja
da
misericórdia
)
(
junta
á
egraja
da
misericórdia
)
SOKTE GRANDE >•>■«
5.000$000
UOHPRA
E VENDE
JOSE
’
I.
FERREIRA
RORIZ
Inscripções «le
assentamento
Loteria da
Santa Casa da
Misericórdia de
Lisboa
Exlracção
a
20
de
Julho
H
FORNECEDOR
DA
CASA
REAL
DEPOSITO CENTRAL, RIA
DAS FLORES, 35 37 E 39
&
0
proprietário
annuncia
aos
seus freguezes,
e
ao
5>
publico,
que
em
todo
o
sabão
fabricado na sua
fabri-
Jt
ca,
e
qoe
na
mesma
se
vender,
ou
no
Deposito Cen-
K
trai,
se
fará
o
desconto
de
6
por
cento
sobre os pre-
g
ços
estabelecidos,
de
uma
caixa
para
cima.
Satisfaz-se
Ç
com
promptidão qualquer
pedido
que seja
feito do di-
$
to
genero, tanto
d
’
esta
cidade
como
das
províncias
e
V
se
garante
a
sua boa
qualidade.
Ditas de eonpons
Ditas de divida externa
Titulos
Iiispanhoes internos
Ditos
externos
Coupons
dos
ditos já
vencidos.
so-
Sacca, toma leiras
e
dá
cartas
de
credito
bre Lisboa
e
diversas
praças
estrangeiras,
e se
encar
rega
de
compra
e
venda
de
titulos
de
divida
publica
nas
mesmas
praças.
JOSÊ
IGNACIO
FERREIRA RORIZ
AFIANÇADO
NO GOVERNO
CIVIL DO PORTO, NA CONFOR
MIDADE
DO
EDITAL DE 28 DE JULHO DE
1860
Tem
á
venda
no
seu
estabelecimento
bilhetes
intei
ros
a
5$000
rs.
—Meios ditos,
a
25600
—
Quartos,
a
1^300
—
Oitavos,
a
680
—
Cautellas
de
500,
250
e
130
rs.
O
mesmo
satisfaz
com
promptidão
todas
e
quaesquer
encommendas
que
lhe
sejam feitas
das
províncias,
ain-
da
que
sejam
em grande
quantidade,
e
vindo
acompa-
ohadas
do
seu
importe
ein
vales
dos
correio
; e
no
fim
da
exlracção
remette
a
lista
dos
prémios
aos
seus
freguezes, mas quando
a
não
recebam em
tempo
cora-
pelente
terão
a
bondade
de
a
requisitar.
(G
*
)
LTUuslralion
de
la
mode.
O
mais
elegante,
1
ícamente
illustrado
e
barato
dos
jornaes
da moda.
Publica-se
em Pariz
uma
vez
por
mez,
no formato
dos
grandes
jornaes
illustrados.
Cada
numero
contém
dez
a
quinze mo
delos
de
loilette,
uma
grande folha
de mo
delos de
tamanho
natuial
e
uma magni
fica
gravura
clorida.
Quem
quizer
assignar
esla publicação,
dirija-se
á
livraria
de
Eugênio
Chardron,
largo
de
S.
Francisco.
—Braga.
A
empreza
offerece
aos
seus assignan-
tes
um
magnifico
cofresinho
contendo tu
do
o
que
é
necessário para
um toucador
e
cujos
objeclos valem
pa<a
cima
de
20
fran
cos.
Preços
d’
asMgnaiura
—
Portugal
: sem
o
referido
brinde
—
9
fr.
Com
o
brinde
—
13
fr.
FATO f? FEITO
José
da
Silva
Fundão
Campo
He Sant’
Anna (lado de bai
xo)
n.0 G8.
Participa
aos
seus
amigos
e
freguezes,
tanto
d
’
esta
cidade
como
das
províncias
que
tem
om
bonito
e
variado
sortimento
de
falo
feito, casimiras
para
fato
muito
ba
ratas,
córles
de
calça
a
l$500,
2$000
e
2$500
reis
;
todo
fazendas
modernas.
Guarda
pés de
casimira
e
de
alpaques
inglezes,
roupa
branca,
assim
como
camisas
de
600
reis
para
cima,
ceroulas
de
400
reis
até
800,
de
paiino familiar,
e
meotes,
bo-
nets
de
gorgurão
de
seda
e
de
casimira
de todas
as
qualidades
de
500
rs.
até
800;
manias
de
seda
de
lodos ps
feitios.
N.
B.
O
annnnciante
faz publico, que
se
encarrega
de
fazer
qualquer
obra
que
Ibe
seja
encommendada,
e
promptifica-se
a
ficar
com
ellaj
quando
uão
fique
á
von
tade
do
fregoez.
(P
*
)
NOVIDADE
•
44, Ru
*
<lo Sonto,
44
Campos
&
Almeida,
acabam
de rece
ber grande
sortido
de
chapéus
de feltro
e seda,
«ultima
moda», da
acreditada
fa
brica
dos
snrs.
Mata
e
Silva,
do Porto,
que vendem
pelos
preços
da
fabrica.
Também
se
fabricam
e
consertam
cha
péus
de
todas
as
qualidades.
(2330)
ALMEIDA
& PEREIRA
Largo
do
Barão
de
S.
Marlinho
n.°
18
Compram e
vendem
acções
de todos
os
bancos
e
companhias,
e
inscripções
^'assentamento
e
coupons.
(í)
NOVA
LOJA
AFORTUNADA
DE
112
—
Rua
das
Flores —
114
P O
R T O
N
’esle
estabelecimento
que,
como
é
sabido, é,
no
seu
genero, um dos
mais
felizes
do
Porto,
encontra-se á venda um
grande
e
variadíssimo sortimento
de
bilhetes
de
todos
os
sorteios
das
lolerias,
cujas extraeções
geralmente
teem
logar
mais
de tres
vezes
por mez.
Salisfaz-se
com
promptidão
todas
as
encommendas
que sejam feitas
das
provincias
(em
pequena ou
grande
quantidade)
vindo
acompanhadas do
seu
respectivo importe
em
vales do
correio,
ou
mesmo
estampilhas
sendo
pequena
quantia.
Recebem-se
em
pagamento
ou
desconto,
os
bilhetes
que
em
outros
sorteios hajam
saido
premiados,
mesmo
que
sejam
«Touti-ot» estabelecimentos.
E final-
menle
remeltem-se
«grátis»,
findas
as
extraeções,
as
respectivas
listas
geraes
de
todos
os
numeros
premiados.
Para que
esle
licito
e
vantajoso jogo
se
ache
ao
alcance
de
todas
as
pessoas,
mes
mo
as menos
abastadas,
se
encontra no
mesmo
estabelecimento
:
além
de
bilhetes
in
teiros,
meios
bilhetes,
quartos,
oitavos,
décimos
e
cautellas
de
600,
500,
300,
250,
130,
100
e
40
reis;
dezenas
de
dez
numeros
seguidos, de
6$000,
3$000,
1^000
e
400
reis;
e
finalmente,
coiiecções de
50
numeros
diíferentes,
pelos preços
de
2$000,
55000,
do^OOO
e 30^000
reis.
A QUm
CONVIB11
Este
estabelecimento fornece
convenientemente
todas
as
pessoas
que,
em
qualquer
ponto
das provincias, queiram
vender
este
genero
á
commissão.
Offerece
para
isso
vantajosas
commissões
; e
dispensa
as
mais
apreciáveis vanta
gens que
em
tal
ramo
de
negocio
se
podem
gosar,
as quaes se
podem
comprehender
assim
:
legoeiar sem
risco
j
porque se
acceila
de
novo,
em conla,
a
fazenda
que
até
ás
vésperas
das
extraeções os
pretendentes
não
hajam podido
vender.
Remeltem-se
as
listas,
parles
lelegraphicas
em
caso
de
conveniência,
e
planos;
e
atlende-se
a
toda
e
qualquer
reclamação
justa
que
seja
feita.
O
pagamento,
porém,
tem que
ser adiantado
ou
afiiançado
por
qualquer
nego
ciante
d
’
esta
cidade, em
cujo
caso
póde
ser
feito
no
fim
das
extraeções.
(M.
*
)
um»
w
w»
DO ALgO EOUEO
DA
< AA DE
VILLA FOLOA
RUA DO
SOUTO
N.°
15
BRAGA.
Acaba
de ser
sortido
esle
armazém
com
as
seguintes
qualidades de
vinhos
engarrafados
e
aquartilhados
:
ENGARRAFADOS
Vinho
tinto
de
meza.............................
150
»
»
»
..............................
190
>
Lagrima............................................ 200
»
Branco
de
meza.............................210
»
tinto
de
meza
fino.
.
.
.
270
» de
prova
secca
..............................
300
»
Malvasia
de
2.
a
.............................
360
»
»
velho.
.
.
.
.
.
400
»
Bastardo
.........................................
500
»
Moscatel
........................................
500
j
»
Malvasia
........................................
500
»
Roncão
........................................
700
»
AI
varal
hão..................................
560
I
»
Velho
de
1854
..............................
600
A
RETALHADO
Vinho
paru
meza 50
e
80,
o
quar
tilho tinto
e
120
o
branco.
Responde-se
e garante-se
a
pureza
e
boa
qualidade
de
lodos
estes
vinhos,
po
dendo
lodo
e
qualquer
consumidor
man-
dal-o
expeiimenlar
por
meio
de
qualquer
processo
chymico.
N
’esles
preços
nãa
fica
incluído
o
valor
da
garrafa que
o
comprador
apre
sentará
ou pagará
50
reis
por
cada uma.
(N *)
^
en(
Ie
"se
u,na
,l,
orada
de
casas
com
quintal,
no
campo
de
Nossa
Senhora
A
Branca.com
frente
para
'
o
nascente, desigoada
pelo
n.°
19.
Trata-
se na casa
».®20,
do
mesmo campo.
(2541)
traspasse
de
negocio
Traspassa-se
a
confeiiaiia
e
restauran
te
da
rua
de
S.
Marcos,
d
’esla
cidade.
Trata-se
na
mesma,
de
seu
ajuste.
(2563)
ALTA
NOVIDADE
XQ,
Rua
«lo Souto,
Junto
á
*
rua
de
Jano.
CHAPELARIA
ALMEIDA
Acaba
de
receber
das
melhores
fabricas
do
Porlo,
na
ultima
moda,
grande
e
variado
sor
tido
de
chapeos,
de
se
da
e
de
feltro,
para
homem,
menino,
e
senhora.
Bonita
collecção
de
bomts,
que
tudo
vende
mais
barato
que
em
outro
es
tabelecimento.
Fabrica,
concerta
e
põe na
moda,
com
perfeição
qualquer
chapeo
que
esteja
nas
circumslancias
(2350)
Officiaes
de
sapateiro
Contrala-se
um
ou
dous
oíficiaes
a fa
zer
solados
com
limpeza
na
morada
dos
mesmos,
abonando-se boa
paga.
.
28,
Rua
dos
Chãos,
28
Loja «le sola.
CAIXEIRO
Precisa-se
d’um
rapaz,
proximo
a
ga
nhar
dinheiro,
ou mesmo
d
’um
caixeiro
<le
qualquer
negocio,
que usem
de
bons
cos
tumes.
28,
Rua
dos
Chãos,
28
(2543)
I<
*
j
ft
de sola.
Vende-se
uma morada
de
casas
na
11>
gL
rua
de
S.
Vicente,
n.°
6,
com
jj
0[n
quintal
e
agoa.
Quem a
per
lender
dirija-se
á
mesma,
onde
encontra
rá
com
quem
tratar.
(2563)
João
Manoel
da
Silva
Guima
rães.
—Rua do
Souto
n.°
43.
Compra
e
vende
Acções de
todos
os
Bancos
e
Companhias,
Inscripções
de
As
sentamento
e
coupons.
(^81)
METAES VELHOS
Na travessa
de
S.
João
n.°
5,
com
pra-se
toda
a
qualidade
de
metaes,
e
ferro
velho até
mesmo
fundido.
(860)
,
Vende-se
ou
aluga-se
as
casas n?
j
‘-^L
21
e
22,
na
rua
dos
Pelames,
a
prj
{fteita
casa
torre
e
a
segunda
terrea
;
ambas
leem quintal
e
poço
mieiro.
Para
tratar na
pharinacia
Alvim, Praça
da
Alegria,
n.°
14.
BRAGA : TYPOGRAPHIA LUSITANA —
187» - É o formato de
-
comerciominho_15071875_370.pdf
Parte de Comércio do Minho (O)