comerciominho_15061875_357.xml
- conteúdo
-
NUMERO
357
Assigna-see
vende-se
no
escrip
orio do
editor
e
proprietário
José
Maria Dias da
Costa,
rua
Nova
n?
3E,
para
onde
deve
ser
dirigida
toda
a
correspondência
franca
de porie.
= As
assi-
gnaturas
são
pagas
adiantadas
;
assim
como as
correspondên
cias
de
Interesse
particular.
Folha
avulso
10
rs.
ÁS
TERÇAS,
QUINTAS
E
SABBADOS.
P
reços
:
Braga,
anno
l$600
rs.=Semestre
850
rs.^Provm-
cias,
anno
2&4Ó0
rs
e
sendo
duas
46000
rs.=>Semestrp
16250
rs.=Brazil,
anno
46400 rs.=Semestre 26300
rs.
moeda
forte,
ou
106000
reis
e
56500
reis
moeda
fraca.=Annuncios
por
linha
20
rs.,
repetição
10
rs.
Para
os
assignanles
30
°/
0
d
’
abatimento.
BRAGA
—TERÇA-FfilBA Í5
DE
JILVHO
Noticias históricas ácerca
do
O
Papa
Bonifácio
VIII
quiz
que
se
celebrasse cada
100
annos,
visitando
as
Basilicas
de
S.
Pedro
e
S.
Paulo.
Clemen
te
VI, mandou-o
repetir
cada
50
annos,
accrescentando
a
obrigação
de
visitar
tam
bém
a
de
S. João
em
Lalrão.
Urbano
VII,
mudou
o
prazo
para
o
de
33
annos. Gre-
gorio
XI
augmentou
as
visitas
impondo
mais
a
da
Basílica
de Santa
Maria
Maior:
e
por
fim
Paulo
11
determinou
que
o
anno
santo
tivesse
logar
cada 25
annos.
lhodo
acima
exposto
fica
inleirmente
li
vre.
Para
cortar algumas duvidas
qne
tem
apparecido
e
sobre
que lem
havido
con
sultas,
transcreverei
os últimos
decretos
das
Sagradas Congregações
de
Roma
respon
dendo
a
essas
mesmas
duvidas.
Braga,
11
de
junho
de
1875.
P.
c
João
fíebello
Cardoso de Menezes.
Prospeclo
geral
dos
jubileus
qué lem
havido
pelo
anno*
santo.
ABRIU 0 ANNO SANTO
l.°
em
1300
Bonifácio
VIII
2.°
>
1350
Clemente
VI
3.°
>
1390
Bonifácio
IX
4.°
>
1423
Marlinho
V
5.°
>
1450
Nicolau
V
6?
»
1475
Xisto
IV
7.®
>
1500
Alexandre
VI
8.’
»
1525
Clemente
VII
9.
’
>
1550
Julio
III
10.°
»
1575
Gregorio
VIII
lí.°
>
1600
Clemente
vil
12.°
>
1625
Urbano
VIII
13.°
>
1650
Innocencio
X
14.®
>
1675
Clemente
X
15.o
>
1700
Innocencio
XI
16.°
>
1725
Bento
VIII
17.°
>
1750
Bento
XIV
18.°
>
1775
Pio
VI
19.o
1800
Pio
VII
Não
celebrou
o
anno
santo
pe
las
calamidades
da
época.
Leão
Pio
Nãó o
poude
celebrar
pela
ca
la
m
id
ade
dos
tempos.
Pio
IX
Om
milli
d
as,
pelas
circums-
lancias
dos
tem
pos,
certas
so-
lem
ni
da
de
s,
abriu
comludo
ao
povo
o ihe-
souro
das
dulgencias
da
Egreja.
Inslrucçôes
para
ganhar
as indulgências
do
jubileu.
Na carta
Encyclica
do
N.
S.
P.
Pio IX
se
deixa
ver
que
para
ganhar
as
indul
gências
do
jubileu
são
necessárias
as
se
guintes
duas obras :
1.
°
Visitar
quinze
vezes as egrejas de
signadas.
2.
°
Receber
o
Sacramento da
Confis
são, e
depois
o
da
Communhão
pelo
jubi
leu,
por
uma
vez.
Emquanto
ás visitas deve
notar-se
:
l.°
Que
ellas
devem
ter
por
objeclo
rogar
a
Deus
pela
prosperidade
e
exalta
ção da Santa
Egreja
Catholica,
extineção
das herezias, conversão dos
paz
e
união
de
lodo o
povo
to
é
em geral
segundo
as
Summo
Pontífice.
2.9
Que
devem
ser
feitas
quer
seguidos,
quer
intercalados
;
natu-
raes
ou
Ecclesiasticos:
consistindo
estes
últimos das primeiras vesperas
de
um
dia,
até
ao
crepúsculo da
larde
do
dia
se-
seguinle.
3.
° Que
não
ha
orações
delermina-
20.
°
21.
°
22.°
1825
1850
1875
XII
IX
in-
DA
SAGRADA CONGREGAÇÃO DAS
INDUL
GÊNCIAS
monluosas,
em
que
ha sim
oralorios
e
egrejas
menores,
mas
que
distam
umas
das
outras
tanto, ou
estão
nas alturas
de
montes
taes,
que
uma
parte
notável
do
rebanho
se
retrae
de
fazer
as
visitas
pres- <
criptas
por
causa
da
difficuldade,
e
por
<
isso
não
consegue
a
indulgência
do
Ju-
i
bileu.
i
Portanto
pede
indulto
para
designar
ou
a
egreja
parochial sómente,
ou
a
egre
ja
parochial e
aquelles
oralorios
sómente
a
que
o
povo pode
ir
facilmente,
deixan
do
outros de
caminho áspero
e
mais dif-
ficil.
R.
«Só
devem
ser
designados
aquelles
oratorios
que
são
dedicados ao
culto
di
vino
publico,
em
que
se
costuma
cele
brar
Missa,
e
cuja
visita
não
seja,
na
opinião
do
Ordinário
moralmente
impos
sível;
para
aquelles
fieis
porém,
que
por
algum
especial
impedimento
não
possam
visital-os,
está providenciado
pelas
Lel-
tras
Apostólicas.»
III
Um
Rev.ín
Padre
Geral
de
uma
il-
lustre
ordem
religiosa
perguntou,
quanto
á
eleição
do
confessor,
se
este
deve
ser
approvado
pelo
Ordinário
do
Logar,
ou
pelo
Ordinário
da
ordem.
*
R.
«Os
regulares,
segundo
as
Lettras
Apostólicas Gravibus
Ecclesice,
podem
pa
ra
ganhar
o
Jubileu
eleger para
si
qual
quer
confessor,
o
qual
porém
deve
ser
approvado
pelos
Ordinários
dos
Logares
para
ouvir
as
confissões
das
pessoas
se
culares.»
IV
Se
aquelle
que,
antes
da
oitava
da
Paschoa,
ou
antes
do
termo
da
proro-
gação
concedida
pelo
Ordinário,
não
tiver
1
r
* -----
riZrln
|
depois
de
algum
lempo
ganhar
o
Jubileu
só
com
uma
unica
contissão
e
uma
uni
ca
communhão;
ou
rigorosamenle deve
fazer
duas
confissões
e
duas
communhões
1
distinctas, uma
das
quaes
para
cumpri
mento
do
preceito
pascfioal
d
’
aquelle
anno,
1
outra
para
lucrar
o
Jubileu?
R.
«Para
lucrar o
Jubileu
requer-se
a
'
confissão
e communhão distincta
inteira
mente da
caníissão annual
e
da
commu
nhão
paschoal.»
V
Se
se deve entender que
seja
con-
'
cedida
ou
não
no Jubileu
do
Concilio
do
Vaticano
a'faculdade
de
absolver
aquelle
que tiver
absolvido
o
cúmplice ou tiver
accusado
falsámenle o
confessor
de
solli-
citação?
R.
«Está providenciado
pelas Lellras
da
Sagrada
Penitenciaria
do
dia
25
de
janei
ro
de
1875,
isto
é
não
ha
faculdade
ne
nhuma
de
absolver
dos casos
expressos
na
Constituição
de
Bento
XIV
Sacramen-
lum
Poenilenlice.»
VI
Se
os
fieis
que,
segundo
a
dispo-
posição
do
Ordinário,
fazem
só
cinco
vi
sitas
procissionalmente ás
egrejas, são
pe
las
outras dez visitas
dispensadas, obriga
dos a rezar as orações prescriplas
pelo
Ro
mano
Pontífice?
R.
«Devem
observar-se
os
termos
da
reducção
concedida
pelo
Bispo
em
vigor
das
Lellras
Apostólicas
>
VII
l
‘
elas
respostas
da
Sagrada
Peni
tenciaria
é
certo
que não se póde
satisfa
zer
ao
preceito
paschoal e
lucrar
o
jubi
leu
com
uma
unica
confissão
e
uma
uni
ca
communhão:
póde-se um e
outro
íim
conseguir com
dúas
communhões
e
uma
unica
confissão?
R.
«Aíirmativamenle,
ficando
porém
em
vigor
a obrigação
de
satisfazer
ao
pre
ceito
da
confissão
annual quem
o
não
li-
j
ver
ainda
satisfeito.»
VIII
O
Ordinário
N.
perguntou
ao
Tri-
meito
periodo
constitucional,
tnviam
pro-
bunal
da
Sagrada
Penitenciaria, se
podem
dusido
os
seus
funestos
resultados
contra
ser
absolvidos
em
virtude
d
’
esle
Jubileu,
as
instituições
catholicas.
E
nào
era
isto
os
reos
de
robellião
contra
o
Governo
'
*
’
J
•
•
■
’
Pontifício.
R.
«Aflirmativamente,
debaixo
das
con-
Gl^VUwJ
—
-----------
Penitenciaria
publicadas
no
dia
1
de
ju-l
proprio
principe,
que
capitaneava
as
hos-
nho
do
anno
de
1869
sob
o
n.°
1.
Ir
*
,:u
-----
r
f-"‘
'-----
u
-----
J------------
-
mas que
distam
umas
de
fazer
as
visitas
pres-
Novas
respostas
das
Sagradas
Penitenciaria e Congregação
das
Indulgências
relativas
ao
Jubileu
do
presente Anno
San
to dadas
sobre duvidas pro
postas
por
alguns Prelados. 1
=>
DA SAGRADA
PENITENCIARIA
—
I
Se
entre
as
egrejas
que se
devem
visitar
se
podem
considerar
os
oralorios
pubhcos
?
R.
«Aflirmativamente,
contanto
que
os
mesmos
oralorios
estejam
destinados
ao
culto publico, e se costume
celebrar
n
’
el-
les
Missa.
>
II
Se
para
distinguir
o
numero
das
vi
sitas
é
necessário e
sníliciente
que
os
fieis
saiam e
de
novo
entrem
na
mesma
egre
ja
estabelecida ?
R.
<
Aflinnalivamenle.
»
III
Se
o
Ordinário
em logar
das
egre
jas
que
se
devem
visitar póde
designar
diversos altares
da
mesma
egreja, ou
cru
zes
ereclas,
ou
que
venham
a
erigir-se
nos
campos?
R.
«È
’ preciso
ater-se
á
Encyclica
—
;
-------------
r.-
---------
■
Gravibus
Ecclesiq?, e
ás
Lellras da
Peni-
cumprido
o,
preceito
da
Paschoa^
póde
lenciaria
do
dia 25
de
janeiro
de
1875.»
(
IV
Se
no
lempo
paschal,
nina
unica
5
communhão
e
uma
unica
confissão
são
1
suflicicntes para
ganhar
o
Jubileu?
R.
«Para
lucrar o
Jubileu
requer-se
a
'
confissão
e
communhão
distincta
da
con-
1
fissão
e
communhão
paschal.»
1
V
Se
os
fieis
que
acompanham
ou
se
guem
os Cabidos,
as
Congregações
e
Con-
frarias
que
procissionalmente
visitam
as
1
egrejas
para
lucrar
o
Jubileu,
gosam
do
1
indulto
concedido aos
mesmos
Cabidos
e
Congregações ?
*
R.
«A
Sagrada
Penitenciaria
tendo
con
siderado
o
exposto,
por
especial
e
ex
pressa
Auctoridade
Aposlolica,
responde:
•
que
aos
fieis
que
com
os
cabibos,
con
frarias,
congregações
etc.,
ou
com
o
pro
prio
parocho
ou
outro
sacerdote
por elle
deputado
visitam
procissionalmente
as egre
jas
para
lucrar
o
Jubileu,
se póde appli
car
pelos
Ordinários
o
Indulto
concedido
nas
Lellras
Apostólicas
ás mesmas
Con
gregações
e
Cabidos.»
VI
N
’
onlros
Jubileus
costuma-se
con
ceder
a
faculdade
de
commutar
votos
dis
pensando;
no
presente
porém
concede-se
sómente
a
faculdade
de
os
commutar;
po-
der-se-ha
entender
que
lambem
n’esle
caso
foi
concedida
a
faculdade
de
com-
mular
os
votos dispensando-os?
R.
«Negalivamenle.»
(Seguem
outras
duas
resoluções que
são
a
2.
a e 4.
a
dadas
á
exposição do Vi
gário
Capitular de
Luçon.
que
publica
mos
a
pag.
8
do
n.°
13
de
maio
ul
timo).
'
Dado
na
Sagrada
Penitenciaria
em Ro
ma etc.
Tendo
sido
proposta
a
duvida:
Se
no
caso
de
alguém
que
tendo
satisfeito
as
obras
impostas
para
lucrar
a
Indulgência
do
Jubileu,
queira
applicar
a
mesma
In
dulgência
por alma
de
algum
defuncto,
alcançará
também
elle
ao
mesmo
tempo
a
Indulgência
plenaria
do
Jubileu?
O
nosso Santíssimo
Padre benignamen
te
declarou
que
póde
lucrar
a
■'indulgên
cia
do
Jubileu
comulalivamenle
para
si
e
para
os
defunetos.
Dado
na Secretaria da
Sagrada
Congre
gação
das
indulgências
no
dia
21
de
abril
de
1875.
— Innocencio
Cardeal
Ferrieri,
prefeito
—
Domingos
Sarra,
substituto.
peccadores,
Chrislão,
is-
lenções
do
em
15
dias,
I
Se
os
confessores
podem
absolver
o
penitente
que
lendo
já
sido
absolvido
dos
reservados
e
censuras,
tiver
recaido
n’el-
las
antes
de
completar
as
obras
prescri-
plas
para
ganh?r
o
Jubileu
?
R. «Em
virtude do Jubileu
só
uma
vez
se
póde
ser
absolvido
dos
reservados
e
censuras,
ou
negalivamenle.»
II Um
certo Prelado
expoz
que
na
sua
diocese
ha
algumas
parochias
ruraes e
Um
livro
do
duque de Saldanha.
O
marechal
duque
de
Saldanha
acaba
de
publicar
mais
uma
obra
religiosa,
a
que
poz
o
titulo
de
—
A
voz da Naluresa.
Não
vimos
ainda
esle
escripto.
e por
isso
nada
podemos
diser
sobie
o
seu
me
recimento
intrínseco.
Louvamo-nos
porém
oa
opinião
de
um
distinclo
escriptor
ca
lholico,
que a
esle
respeito
nos falia
as
sim.
«O
fim
d
’
esta
obra
é
visivelmente
en
contrar
na
naluresa
a
mão
do
Creador
e
da
Providencia...
O livro
do
illustre
ma
rechal
é
um
excellente
trabalho, que
de
nota
o
vigor
da
intelligencia,
a
firmesa
de
suas
crenças,
a
esfera
dos
seus
co
nhecimentos,
e
honra
os
seus velhos
dias.»
Isto
nos
basta
para
fasermos do livro
o mais
subido
conceito. Mas
elle
tem
ainda
um
outro
merecimento, que o
escri
ptor,
cujas
palavras
acabamos
dc
trasla
dar,
lambem
reconhece. Apresenta-se
co
mo
auctoridade
insuspeita
a
essa
porção
do
partido
liberal (infelizmente
a
mais
avultada)
que
loma
a Egreja
Catholica
por
alvo
dos
seus
constantes
ataques,
e
que,
se
não
nega
abertamente
a
Deus, olha-o
como
se
não
existisse,
desconhecendo
a
acção
da
sua
Providencia
no
governo
do
mundo,
e
excluindo
regimen
político
das
rechal
Saldanha
«que
espada
para
manier
a
e
com
o
peso
d
’
ella
lenda
entre
a
liberdade e
o
absolutismo,
longe
de
tomar
o
entornando
dos liber-
dadeiros
hodiernos nos
seus ataques
á
re
ligião
catholica,
sempre
professada
pelos
’
naluraes
d’este
reino,
levanta
a
cabeça
e
lhes diz,
que
não ha
patria
sem
Deus,
liberdade
sem
religião.»
Se
o
duque
de
Saldanha
é realmente
um
calholico
sincero,
como
nós
cremos,
e
como
o provam
os
seus
valiosos
escri-
ptos.
deve
hoje
sentir
no
fundo
ifalma
os
mais
pungentes
remorsos
por
haver
posto
a
sua
espada
ao
serviço
da
tal li-
berdade,
a
que
allude o
escriptor citado,
e
que
nào
era
senão
o
liberalismo
cú
e
crú,
que
desde
os
seus
primeiros
arreboes
dvixou
logo
ver
as
carregadas
nuvens
de
uma
tempestade
medonha,
prestes
a
desen-
cadear-se
sobre
a
Portugal.
Não
se
tratava
Iucta
dinaslica,
de
fórma
de
governo,
lar
em
Portugal
os
princípios
d«
libera
lismo
polilico-retigioso,
que
n’oiitros paí
ses,
e
mesmo
no
nosso
durente
o
pri-
até
a
sua
ideia
do
nações.
Ora
o
ma
*
desembainhou
a
sua
autonomia
nacional,
veio
decidir
a
con-
Egreja
Catholica
em
simplesmente
de uma
uma
méra questão
de
Tialava-se
de
implau-
dusido
os
seus
funestos
resultados
contra
o.
yue nao
na
oruçoes ueierniiiid- ----------------------------- —--------------—------
das
para
estas
visitas
e portanto
o
me-j
i
Do
fascículo
89
da
Acla
8.
Sedis.
não
podia
ser
de
íórma alguma
ignorado
pelo
general
Saldanha,
pois
que
os
actos
do governo,
a favor
do
qual
arrancava
dições
expressas
"nas
’
Leitras
da
Sagrada
|
a
tes
liberaes,
fatiavam
bem
alto denuncian-
do os
sentimentos
hostis
de tal
governo
e
de tal príncipe contra
a
Egreja.
Ninguém
ignora
(porque
elle
mesmo
teve
a
franqueia de
o
confessar)
que
o
ex-imperador
D.
Pedro
era
maçon
;
e
ahi
estão
tantas
obras,
nomeadamente
uma
do
P.
Gaolrelel,
vertida
em
porlujiuez
pelo
snr.
conde
de
Satnodães,
a
demon
strarem
irrefutavelmente
o
odio
antigo,
inveterado
e
profundo
votado
pela
maço
naria
contra
o
CatholicLsiDO.
Ainda
em
Portugal
não
estava
bem implantado
o
sistema
de
governo,
que
nos
trasiam
esse
príncipe
e
os
seus
sequases,
e
já
surdiam,
uma
após
d’
outras,
as
medidas
expoliado-
ras
do
património ecclesiastico, a
exlioc-
ção
das
ordens
religiosas, as
invasões es
candalosas
do
poder laical nos dominios
do
poder
espiritual,
a
expulsão
dos
legí
timos
pastores,
as
intrusões,
as
violências
e
as
desordens,
que
lodos
sabem, e
que
serão
outros
tantos
gravames
para
a
con
sciência
de
todos
aquelles,
que para tal
estado
de
coisas
concorreram,
se
a
graça
de
Deus
e
a
luz
da
religião
lhes
allumia
•s
olhos
da alma,
como
cremos qoe
acon
tece
actualmente
ao
illustre
auctor
da
Voz
da
naluresa.
Era
apenas
terminada
a
lucta
entre
a
liberdade
e
o
absolutismo,
em cujo resul
tado
pesára
tão
fortemenle
a
espada
do
duque
de
Saldanha,
e
os
escândalos, e
os abusos,
e
a
guerra
ímpia
á
Egreja
subiam
em
Portugal
a
tal
auge,
que ar
rancavam
dos
lábios
do
Pae
cominem dos
fieis,
o
Santo
P.
Gregorio
XVI,
um
grito
de
dôr e
de
reprovação, na
sua
allocução
do
dia
l.°
de
agosto
de
1834;
grilo
que
o
governo liberal
não
ouviu
nem
attendeu
etn
coisa
alguma,
continuando
a preparar
o
caminho
aos
liberdadeiros
hodiernos
para
os
seus
ataques
á
religião catholica,
e
a
ensinar-lhes
com
o
exemplo
como
se
desaca
ta
a
Egreja,
as
suas
leis,
os
seus
dogmas
e
os
seus mioistos!
O
«primeiro
cavalheiro
da
dinastia rei
nante
e
da
liberdade» viu
tudo isto,
coo
perou
alé
certo
ponto
para
tudo
isto,
e
deve
hoje
sentir a
alma
apertada
pelo
ar
rependimento
por
não
haver
obstado,
quan
to
em
si coubesse, ao desbordamento
de
tão destruidora
torrente.
E
’ realmente
triste
que
elle
não
comprehendesse
desde
logo,
nos
ministros
da
religião
perseguidos,
nos
bens
da
Egreja
roubados,
nos
templos
occupados
hostilmenle, fechados,
profana
dos,
arrasados
ou
convertidos
em
quartéis
de
tropa,
em
theatros,
em prostíbulos
e
alé
em
cavalhariças,
as
consequências
do
triunfo,
que
a
sua
espada
preparára
á
tal
liberdade,
que
por
toda
a
parte
onde
ven-
cêra,
produsira
sempre
os
mesmos
detes
táveis
resultados.
Por
isso
nós
não podemos
consentir,
qoe
se
confunda
a
verdadeira
liberdade
com
essa,
pela
qual combateu
em Portu
gal
o
marechal
Saldanha.
Portugal,
já
an
tes
que
o
ex-imperador
do
Brazil
abicasse
ás
suas
praias
com
o
funesto
presente
do
liberalismo, era um
paiz
livre;
e
tão
li
vre,
que fasendo ella
mesmo
escolha
de
um
rei,
foi
preciso
que as
espadas
e
os
prutocollos
estrangeiros
viessem
impor-lhe
uma
constituição,
que
ella
nào fez,
e
uma
dinastia,
contra
a
qual
se
ergueu
quasi
como
um
só
homem
até
soccumbir
alíim
na
lucta,
que
a
intervenção
de
tres
na
ções
poderosas havia
tornado
desigual
e
impossível.
Se
o
príncipe,
em
cuja
fronte a
nação
portuguesa,
por
um
acto
de
soberania
le
galmenle
exercida,
collocára
a
corôa,
se
viu
obrigado
a
empregar
medidas
de
rigor
(que
aliás lamentamos)
contra
os
que con
spiravam
para
o
derribar
do throno,
e
que
portanto
incorriam
nas
penas
da
lei
vigente,
nem
por
isso,
por
tal
facto,
se
póde
diser que
Portugal
gemesse
em
fer
ros,
almejando
pela
liberdade,
que vinha
traser-lhe
a
espada
do
Saldanha.
Pelo
me
nos
este
povo,
na
sua
grande
maioria,
adorava
esses
ferros,
e
para
os
manter,
e
para repellir
a
liberdade,
que
lhe oõe-
reciam, se
armou
em
massa,
com tal
eo-
thusiasmo
e
dedicação,
como
já
mostrara
em
1385
e
em
1610, quando
combalia
pela
verdadeira
liberdade.
A
liberdade,
pois,
que
nos
trasia
o
duque
de
Saldanha
—
e
talvez de
boa
fé—
não
era
mais
que
uma
palavra
vã,
sob
a
qual
se
disfarçava
a
mais
desenfreada li
cença,
e
que
nos
repugna
ver
confundir
com a verdadeira liberdade,
que nossos
antepassados
proclamaram
em
Lamego,
e
valorosamenle
defenderam
em
Ourique,
em
Aljubirrola
e
em
Monles-Claros.
E
’ já
tempo
de darmos
ás
coisas
os
seus
verdadeiros
nomes.
Não
profanemos
a
veneranda
palavra=liberdade=applican-
do-a
ao
monstruoso
liberalismo,
que
triun
fou
em
1834;
alçando-se sobre
a
ruina
dos
objectos
mais
sagrados, e
que
d’
en-
tão
para
cá
tem
continuado
a
produsir
seus
venenosos
fructos deschristianisando
esle
paiz,
oulr
’
ora
fidelíssimo,
e
onde
hoje
os
jornaes
catholicos se
sustentam a
custo,
ao
passo
que
os
jornaes
mais
desbragada-
meute
ímpios
e
immoraes
são
festejados
e
lidos
com
avidez;
onde
um
escriplor
impudente,
como
o
auctor
dos
Lazaridas,
recebe
ovações
delirantes de
um
publico
insensato
em
troco
das
calumriias,
que
forja
contra
os
institutos
religiosos
;
onde
o
governo
manda
processar
os
ecclesiasli-
cos, qtie
observam as
leis
canónicas, e
ficam
na
mais
vergonhosa
impassibilidade
os
corpos
legislativos, um
dos
quae«
se
conserva
mudo
ante
a prepotência
minis
terial,
e
no
outro apenas
se
levantam
duaR
voses para
fulminal-a
I 1
Se os
escriptos
do
duque de
Saldanha
não
nos
revelassem
tão indubitavelmente
os
seus
sentimentos
religiosos,
deixando-
nos o convencimento
<le
que
hoje
repudia
elle
os
serviços,
que
outr
’
ora
fez
em
prol
da
revolução,
que suscitou
em
Portugal
a
questão
política
e
dinástica,
para,
á
som
bra
d
’
el!a,
introdusir
aqui
os detestáveis
princípios
do
liberalismo
;
duvidaríamos
muito
do
bom
exito da
sua
cansa
peran
te
o
tribunal
Divino,
quando
fôr um dia
chamado
a
dar
contas
do
que
obrou
n’es-
te
mondo
durante a
sua
larga
carreira
mortal.
Aioda
bem que
elle
approveita
hoje
o
tempo,
que
lhe
concede
a
misericórdia
divina,
procurando
curar
com
a
penna
de
catholico
as
feridas,
qoe
com
a
espada
de
liberal
ajudár»
a
abrir
n’oulro
tempo
no
corpo
da
sociedade
religiosa
portu
gueza.
Escreva
s.
ex.
a
ao
menos
estes
bons
livros,
emquanlo
que
o
sistema,
que aqui
ajudou a
plantar,
se vae
tornando
cada
vez
mais
infesto
á
causa
catholica.
Assim
satisfaz
como
póde
á
justiça divina,
que
jámais
deixa de
lançar
vistas
de
perdão
sobre
um
coração
contricto
e
humilhado.
D.
SOTTOAI1YOR.
Ainda o Exm.° Snr. Arcebispo
Coadjutor
e a «
Nação ».
Desculpe-nos
a «Nação», se
ainda
hoje
nos
sentimos
no
dever de
sair-lhe
ao
en
contro.
Obriga nos a isso
o
amor
e
respeito
que
devemos
ao
venerando
Prelado
de quem
gostosamente somos
ovelhas.
Estamos
convencidíssimos
de
que,
se
da parte do
illustre
collega
tivesse
ha
vido
um
momento
mais
de reflexão,
antes
de
remetter
para
publico as
monstruosas
e
absurdas
proposições,
que
informadores,
pouco
conscienciosos, calumniosamenle
al-
tribuiram
ao
douto
e
virtuoso
Prelado,
não
teria
apparecido
este
motivo
de
dissenti
mento
entre
nós.
Mas
porque
uma vez faltou
essa
re
flexão,
dever-se-ha
manter
a
aflirmativa,
que injuslamente
vae
ferir
um
dos
mais ve
nerandos príncipes
da Egreja Catholica,
e
semear por
esta
íórma
a
discórdia
nas
consciências,
podendo
alé
leval-as
á
re-
bellião
para
com
o
seu
legitimo
Pastor
?
Não,
e
muito
pnncipalmente,
quando
essa
aflirmativa,
complelamenle
destituída
de
provas
que
a sustentem, se
encontra
com
um
desmentido
formal,
e
de
pessoa com
petentíssima,
ainda
que
a
«
Nação
»
o
não
julgue.
Não
aberremos
da questão
que
toda
Versa
em
se
averiguar
se
Sua
Ex
“
Rev.
,ua
o
Sr.
Arcebispo
coadjutor,
sustenta
ou
partilha
as
doutrinas
que
a
«Nação»,
por
informações
secretas,
lhe
atlribue.
Tem
o
collega
provas em
seu
abono
?
apresente-as
para que
possam
avaliar-se
O illustre correligionário
sabe
muito
bem,
que
quem
aflirma tem
obrigação
de
provar.
Pela
nossa
parte,
limitando-nos
a
ne
gar
o
que improvadamente
se
asseverava,
e
que
em
si
trazia
indícios
bem
claros
de
falsidade,
cremos
não
ser
obrigados a
mais,
se
por
nós
não
livesseinos
já
uma
auctoridade
tal
e
tão
competente
corno a
do
snr. padre João
Rebello.
Pois
que
?
seremos
nós
mais
incompe
tentes
por
ventura
para negar do
que
o
éa
«Nação»
para
aflirmar?
Qual o
motivo
porque
a
«
Nação
>
não
insta
com
os
seus
informadores
para
que
sáiam das
encrusilhadas
e
se
apresentem
em
publico, aulhenlicando
com
o
seu no
me
as informações
que
lhe deram
e
que
foram
causa
de
uma accusação
tão grave
?
Não
seria
este
um
melhor meio
de
ave
riguar
a
verdade
do
que
essa quasi
inti-
maliva
feita
ao
Ex.
mo Prelado
para
que
viesse
desmentir
o
que
se
lhe
attribuia,
e
que
já
bem
desmentido
está
por
quem,
convivendo
mais
com
S.
Ex.
a
mais
está
lambem
no
caso
de
destruir
as
calumnias
que
lhe
assacam
?
Teriam
que
fazer os
Prelados,
se
para
se
defenderem
das
mil
accusações
que
to
dos
os
dias
se
lhes
dirigem,
houvessem
de
vir
á
imprensa.
E
porque
será
que
a <
Nação »
que tão
exigente
se
mostra
agora para
com
o
Ex.
mo
Snr.
D.
João
Chrisoslomo.
o
não
foi
egual-
menle
para
com o
Ex.
ra
*
Snr.
Bispo
de
Bragança,
quando
quasi
toda
a
imprensa,
e
alé
não
sabemos
se
a
mesma
«
Nação
»
disse
da
nomeação
feita
por
S.
Ex.a
para
governador
do
bispado,
asserção
que
não
só
não
foi desmentida,
mas
alé
confirma
da
pelo
proprio irmão
do
snr.
bispo
na
camara
dos pares
?
E
d’
aqui
já.póde
inferir-se
qual
a
pa
ridade
d
’
argumenlo
com
que
a
•
Nação
»
julga
poder
voltar
contra
nós
as
nossas
ar
mas.
Nós
censuramos
o
que em
publico
e
que
aflirmado
por um
personagem,
como
o
snr.
Martens
Ferrão,
na
camara
dos
pa
res,
por
ninguém
foi
desmentido
A
<
Nação »
exprobrou
o
que
era
oc-
culto, e
continua
mantendo
a
aflirmativa,
apesar
de
solemnernenle
desmentida,
ape
nas
veio
a
lume.
Pela
nossa
parte
retiramos
a
accusação,
apenas
se nos disse
que
provavelmente
era
infundada,
apesar
das
razões
que havia
para
acredilal-a.
A
<
Nação
>
não
só
a
não
quer
retirar
depois
de
destruída,
mas
até
nega-se
a
apresentar
as
provas
da
sua insistência.
E
noie-se
que
se
fornos
culpados
quan
do
estranhamos
o
facto
qne
se
attribuia
ao
digno
Prelado
de
Bragança,
a
culpa
foi
da
Nação,
que
sabia
ser
falso
o
que
o
ir
mão
do
Snr.
Bispo
asseverára,
e
não
se
dignou
dizernol-o,
com
o
que
teria
edi
tado
os
reparos filhos
do
nosso
amor
á
Egreja.
Já
vê
o
illustre
collega,
qne
a
(questão
é muito
outra,
e
que
se
estranhamos
ver
uma accusação
tal
em
um
jornal
catholico,
é
porque
não
o
tendo
feito
nunca
em
idên
ticas
circumstancias,
esperamos
em
Deus
nos
não
deixará
arrepender
d
’
esle
nosso
procedimento.
Por
ultimo
diremos
á
«Nação» que
o
testemunho
do
proprio Prelado
não chegará
de certo, se vier,
a
desvanecer
as
duvidas
a
quem
não
acredita
na
verdade
com
que
lhe
falia
um
ecclesiastico
tão
respeitável,
como
o
snr.
padre
João
Rebello,
e
que,
melhor
que
ninguém,
póde
conhecer
os
sen
timentos
e
doutrinas
do virtuoso
Prelado.
Não
foi
testemunha
é
verdade,
porque
o
não
podia
ser
do
que
se
não
passou ;
mas
dá-nos
testemunho
auclorisado
por
co
nhecimento
proprio
da
impossibilidade
dos
factos,
e
tanto
basta.
A
«Nação»
continua
a instar para
que
a
«Semana
Religiosa»
lhe
responda,
pu
blicando
uma
declaração
do
Prelado,
em
que
desminta
as
accusações
que
aquelle
nos
so
collega
lhes
faz.
E
’
uma
exigencia
pouco
sensata.
A «Semana
Religiosa»
é
uma
folha dou
trinal e
especialmente destinada
ao
expe
diente
ecclesiastico
do
arcebispado,
nem
é
polilica,
nem
admilte
nas
suas
colnmnas
polemicas
de
qualidade
alguma.
Se
respon
desse
á
«Nação»
do modo
porque o
col
lega quer,
criaria
a
necessidade
de
res
ponder
a
todos
os
jornaes
que
existem
no
paiz,
e
que
a
provocassem
com
doestos
ou
calumnias,
que,
infefizmenle,
não
são
pou
co
frequentes
em
casos
idênticos.
Ficaremos
por aqui,
e
creia a
«
Nação
»
que
é
com
verdadeira
magoa
que
entra
mos
n
’esta
polemica.
• -
—.
-
-
-
------ -
-
O
ex.
m)
e
rev
mc
snr.
arcebispo
coadju
tor
mandou
publicar
a
seguinte circular,
approvando e
louvando a
deliberação
toma
da
pelos
ourives
d’
esta
cidade,
de fecha
rem
os
seus
estabelecimentos
aos
domin
gos e dias sanctificados,
e
ordenando
aos
parochos
que, para
os
necessários
eíTeilos,
deem
aos
seus
freguezes
conhecimento
dessa
louvabilíssima
resolução,
que
muito
folgamos
seja
abraçada
peias
outras clas
ses
de
negociantes:
Tendo
chegado
ao Nosso
conhecimen
to
que
os negociantes
de
ourivesaria,
d’
es-
ta
cidade
de
Braga,
se tem
concertado
en
tre
si
com o
muito
louvável
intuito
de
terem
suas lojas
fechadas
nos domingos c
dias sanctificados, em
observância
do
pre
ceito
de Deus e da Egreja
Catholica,
de que
são
filhos;
e
Considerando
que
um
tal
procedimento
não
é
só
muito
conforme
com os senti
mentos
de
verdadeiros
christãos,
mas
lam
bem muito
proprio
para
mover
outras
clas
ses de negociantes
d’
esta
religiosa
populj.
ção a
imitarem
o
seu
exemplo;
Considerando
que
o
SS. Padre Pio
IX
na
sua
Encyclica
de
24
de dezembro de
1874,
pela
qual
Sua
Santidade
concedeu
benignamente
o
presente
Jubileu
do
anno
Santo,
exhorla
os
fieis
de
todo o
Orbe
Catho
lico
á observância
do
Domingo
e
dias sanc
tificados,
e
que esta
deliberação
dos
nego
ciantes
de
ourivesaria
póde
e
deve
ser
considerada
como
um
efleilo
d’
esta
tão
santa
e
salutar
exhortação
;
Considerando
que
da Nossa
parte
não
só
devemos
louvar,
como
eílectiva
e
publica-
mente
louvamos,
tão justa
e
acertadadeli-
beração, mas
lambem
devemos
dar
conhe
cimento
authenlico
d
’
ella aos
fieis
d
’este
Arcebispado,
propondo-a
como
exemplo
a
seguir,
ou modelo a
imitar
;
Considerando
que
os
fieis
d’
este
Arce
bispado,
longe
de
conservarem
o
antigo
costume
de
fazerem
suas
compras
e
tran-
saeções
de
ouro
e
prata
nos
Domingos
e
dias
sanctificados,
devem
fazel-as
em
outros
dias
não sanctificados
para
queda
delibera
ção
tomada
pelos
negociantes
de
ourivesaria
d
’
esta
cidade
não lhes
resulte
damno
ou
prejuiso
algum
em
seu
negocio
;
Havemos
por
bem
ordenar
aos
Revd.
0
*
Parochos, que
á
estação
da
Missa
conven
tual
dando
conhecimento
a
seus
freguezes
da
deliberação,
que tomaram
os negociantes
de ourivesaria d’
csta
cidade
de
Braga, de
lerem
suas
lojas
fechadas
nos
domingos e
dias
sanctificados,
os
avise e
admoeste
a
fa
zerem
em outros dias
não
santificados
as
vendas
e
compras
de
laes objeclos,
mostran
do por
esta
fornxa,
que
approvam e
lou
vam,
como Nós approvamos
e
louvamos,
a
mencionada deliberação.
Residência
no
Seminário
de S. Pedro
em Braga
7
de
junho
de
1875.
J.
Arcebispo
Coadjutor
REVISTA ESTRANGEIRA
Hispanha.
Nolicias
da
guerra
Amloain,
4.
—
A
’
s tres horas
da
ma
drugada
de hoje
o
inimigo
evacuou
o
for
te e o
povo
de
Astigarraga,
deixando
em
nosso poder
um
canhão
de
bronze,
50:000
cartuchos
e
9:000
rações.
As
nossas baterias estavam
já
dispos
tas
para
romper o
fogo,
quando o
inimi
go
abandonou
a praça.
—
Lè-se
na
«Union»:
Os
affonsislás,
segundo
um despacho
dirigido
ao
«Univers»,
evacuando Astigar-
raga,
deixaram em
poder
dos
carlistas,
a
soa
arlilheria, 50:000
cartuchos
e
muni
ções.
A
victoria
de
Dorregaray
em
Alcora
confirma-se
plenarnenle.
O
marechal
Elio
acha-se
quasi em con
valescença.
S.
M.
El-Rei
D.
Carlos
VII,
e
o
seu
augusto
pae,
percorrem
as
povoações d»
Byscaia
onde
são enthusidsticanjente
acch
*
mados.
—
Lê-se
na «Espana
Católica»:
No
l.°
do
corrente
os
carlistas
collo-
caram tres
baterias
em Santa
Barbara
e
alturas
imenediaus,
com
as
quaes
moles
tavam
Puente
la
Reina.
Os
fortes
alli construídos
romperam
o
fogo
contra
ellas,
e
isto foi
o
signal
para
que
os
d
’
este acampamento
fizessem
o
mesmo
contra
Maneru,
Ciranqui
e
os
de
mais
povos
imtnediaios,
com
tal
sorte,
que
uma
das
granadas
derribou
a
torre
de
Ciranqui.
No
dia
2
ás
cinco
da
manhã, quando
as
avançadas liberaes iam
collocar-se
nos
silios
do
costume, apenas
sahiram
da
trincheira
foram
saudados
com
uma
ter
rível
descarga
de
fuzilaria que
lhes fize
ram
os
carlistas,
qne
durante a
noite
ha
viam
tomado
posições
em
toda
a
serra
da
Laguna,
onde durante
o
dia
se
collo-
cam
estas
avançadas.
Moitas
descargas
se
seguiram
a
esta,
entretanto
tocava-se
á
chamada
geral,
to
dos
acudiram
á
trincheira,
descendo os
caçadores
de
Habana,
a
reserva
de
Lo-
greno
e
o regimento
de
Caslelia
ao
dito
cerro,
emquanlo
as
musicas
tocavam
a
passo
d
*
atnque.
Os
carlistas,
ao
verem
a
decisão
com
que
os
soldados
atacavam,
acharam con
veniente
retirar
a
toda
a
pressa,
parapei-
tando-se
então
nas
suas trincheiras,
d
’
on-
de
estiveram
por
muito tempo
fazendo
fogo
aos
soldados
que
desceram
atraz
d
’
el
*
les
até
ao
rio Salado.
£S5E9ES^S5SSS!
Aos
carlistas
viu-se-lhes retirar
al
guns
mortos
e
bastantes
feridos,
que
co
briam
com
numas e
levavam aos
hom-
bros
;
porém,
na
precipitação
da
sua
toga
não
poderam
reliral-os
todos, pois
se
re
colheram
mortos
seus,
não podendo
fa
zer
o
mesmo
com
outros
que
se
vêem
d
estas
avançadas,
por estarem
a
meia
dis
tancia
de um
a
outro
campo, e
não
con
sentirem
uns
que
os
outros
se
aproxi
mem.
As
baixas
do
exercito
consistiram
em
13 feridos,
sete
de
Logrono,
dois
de
Ha-
bana.
tres
de
Caslilla
e
um
da
reserva
de
Mallorca.
Segundo
dados
que
se
poderam
reco
lher
por
um
apresentado,
os carlistas
que
atacaram
foram
tres
batalhões,
e
fizeram-
n
’o
porque
no
dia
1
caiu
uma
granada
d
’
esta
bateria
no
caíé de
Cirauqui,
onde
estavam
reunidos
cs
oíliciaes
carlistas,
e
n’(im
momento
de
exaltação
trataram
de
vingar-se
atacando
o
acampamento situa
do
em
Monle-Esquinza.
—A
partida
que
passou
o
Ebro e
va
gueia
por
alguns
povos
da
banda
direita,
segundo
noticias
de
origem
carlista,
é
a
companhia
de
guias
de
Rioja,
a
qual
vae
distribuindo
uma
proclamação do
intitu
lado
commandante
geral
d
’
essa
comarca
D.
José
Terron
Saavedra.
Mas
o
chefe
d
’
essa
partida,
que só
conta 50
homens
(os
zeros
á
direita
devem
ter
o
mesmo
valor
que
á
esquerda,
e
o
exilo
de
um
combate
está
no
papel
e
oão
no
campo),
pretende
ter
derrotado,
perto
de
Villar
de
la
Torre,
nada
menos
que
200
guar
das
civis.
—
Também
se
nos
facilitam
promenore
*
do
enlrincheiramento
das
serras
d
’
Alco-
ra
e
Luceoa pelos
carlistas, e que vêem
apoiar
o
qne
não
ha
muitos
dias
dizíamos
sobre
o
sistema
de
fazer
a
guerra
no
Centro,
onde
por iniciativa, sem
duvida,
de
Dorregaray,
se
batem
de
maneira
por
que
os
carlistas
o
fazem
no
Norte,
onde
aquelle
chefe
contribuiu muito
para or-
ganisar
a
guerra.
As defe/as
construídas
entre
Locena
e
Alcora
consistem
em dilatados fossos
de
um
metro
proximamente
de
profundidade.
Não
bastam
aquelles
para
pôr
a
co
berto
o
combatente
das
balas
de
nossos
soldados,
e
para
conseguil
o
formam
um
parapeito
de
pedra solda
que
cobrem
por
diante
com
a
terra
que
tiram
do
fosso,
a
qual
distróe
o
effeito dos
projeclis.
Pa
ra
passar
de
uma
á
outra
trincheira,
con
struíram
lambem
caminhos
subterrâneos.
—
O
«Univers»
recebeu
o
seguinte
des
pacho
:
Hendaya,
5
de
junho,
8
h.
e
25
m.
da tarde.
«Atacámos
a
columna
Raga
em
Bla-
nes. Temos
já
em
nosso
poder
140
pri
sioneiros,
com
armas
e
munições.
O
ata
que conlinúa.
Campo
da
honra,
3
de
junho.
Assignado:
Saballs.»
—
Por
uma
carta de
Vergara
com
da
ta
de
4 de
junho,
ás
6
horas
da
tarde,
que
transcreve
a
«Union»,
sabia-se que
o
velho
general
Elio
estava
livre
de
perigo,
e
que os
médicos
já
não
receiavain
pela
sua
existência.
GAZETILHA
Anniversario da
coroação de
S. S.
Pio
ix.—
A
commissão
promotora
dos festejos
por
occasião
do
29.°
anniver-
sario
da Coroação do
magnanimo Pontífi
ce
Pio
IX,
lem
deliberado
commemorar
tão
fausto
acontecimento
pela
fórma
seguinte
:
No
dia
21
do
corrente
ao
romper
d
’
al-
va
os
campanarios
de
todas
as
egrejas da
cidade e
o
estalar
d’
uma
salva
de
21
ti
ros de concerto
com
uma
banda
de
mu
sica,
que
percorrerá
as
principses
ruas
de
Braga,
tocando
o
hymno do
Imrnortal
Pon-
tice,
annunciará
a
seus
habitantes
que
Pio
IX
vae
entrar
no
30.°
anno
de
seu
tão
glorioso
pontificado.
Eguaes
demonstrações
de
regosijo
se
repetirão
ao
meio
dia
e
á
noite.
A
’
s
cinco
horas
da
tarde
se
celebrará
na
Egreja
do
Populo a
grande
instrumen
tal
um
imponente
Te-Deum,
precedido
de
uma
oração
gratnlatoria,
que
será
recitada
pelo bem
conhecido
orador
sagrado,
rev.
mo
snr.
padre
João Rebello
Cardoso
de Mene
zes.
Serão
convidados para
assistir
a
este
acto
o
exc.
ln
°
e
rev.
,no
Arcebispo
Coadju
tor,
todas
as
auctoridades
ecclesiaslicas,
civis,
militares
e
judiciaes; a
camara mu
nicipal,
corpos
docentes
do
seminário
diocesano
e
lyceu,
e varios
outros
cava
lheiros,
e
fará
a
guarda d
’
honra
uma
for
ça d
’
infanleria
n.°
8
com
a
respecliva
banda,
como
nos
annos
anteriores.
A’
noite
illuminar-se-ha
a
fachada
do
templo
do
Populo e
subirão
ao
ar
algu
mas
dúzias de
foguetes,
locando
nos
inter-
tervallos
a
Philarmonica
bracarense
va
riadas
e
escolhidas
peças.
A
commissão
espera
de
todos
os
ha
bitantes
d
’
esia
Roma
Porlugueza
que
il-
luminem
suas
casas,
dando
assim
um
pu
blico
testemunho
de
affeição
e
amor
que
consagram
a
tão
extraordinário
Pontífice.
Tiaeatro.—A
companhia
dramalica
do
Baquel,
do
Porto,
tenciona
dar
um
es-
peclaculo
no
lheatro
de
S
Geraldo,
o
qual
lerá
logar
na
próxima
sexta-feira.
Sobe
á
scena
o
drama
em
5
actos
e
6
quadros
intulado
O
livro
negro.
Ao publico.—
O
proprietário
do ta
lho
da
rua
Nova
de
Sousa,
reduziu
o
pre
ço
da
carne,
como
consta
do
annuncio
pu
blicado no
«Commercio
do
Minho»;
pois
que
a
carne de
1.
’
qualidade
que
até
aqui
vendia
a
120 cada
meio
kilo,
vende
agora
a
1l0
*
rs.
D
’
aqui
se
infere
que
o
gado
baixou
consideravelmente
em
preço.
Parabéns
ao
povo.
Bom
era
que
os
proprietários
dos
de
mais
talhos
seguissem
o
exemplo
d’aquel-
le
que,
sem
quebra
dos
seus
interesses,
prodigalisa
benelicios
ao publico.
Vae
produzindo
bonn
resulta
dos.
—
Consta
a
um
jornal
de
Lisboa
que
os
mercadores
da
capital,
seguindo
o
exem
plo
dos ourives
do
Porto
e
desta
cidade,
resolveram
não
abrir
os
seus
estabeleci
mentos
aos
domingos e
dias
sanclificados.
Concerto.
—
Assistimos
ao
concerto
que
no
domingo deram,
no
lheatro
de
S.
Geraldo,
os
bandurristas
Chané
e
seus
quatro
filhos,
entre
estes um
de
cinco
an
nos
de
edade.
Na
verdade,
não
são
exaggerados os elo
gios
que
estes
artistas
hão
recebido
da
im
prensa
das
terras,
que
leem
perccrrido.
Todos
os
trechos annunciados no
pro
gramma
foram
desempenhados
com
perfei
ção,
que
pode
ser igualada,
mas
não
ex
cedida.
Os
espectadores
não
cessaram
de
de
monstrar
aos
dislinctos bandurristas o
con
ceito
que
lhes devem
os
seus
merecimentos
artísticos,
applaudindo-os,
por
vezes,
com
enlhusiasmo.
Companhia
gimnastica. —
Acha-
se
entre
nós
a
companhia
hespanhola
de
gimnaslica
que
tem
funccionado
em
Gui
marães.
Tenciona
demorar-se
algum
tempo
nes
ta
cidade.
Partida do snr.
arcebispo D.
José.
—
Hontern,
no
comboio
da
tarde,
partiu
para
o
Porto,
para
d
’
alli
seguir
pa
ra
a
sua
casa
d’
Evora,
o
snr.
arcebispo
D.
José
Joaquim
d’
Azevedo
e
Moura.
Desde
o
paço
archiepiscopal
até
á
gare
foi
s.
ex.a
rev.
,na
acompanhado
pelo
snr.
arcebispo
coadjutor,
cabido,
desembargado
res
da
relação
ecclesiastica,
auctoridades,
fâmulos
e
por
um
piquete
de
cavalleria.
Na
gare
esperavam
s.
exc.
a
as
com-
munidades
do
seminário
de
S.
Pedro,
col-
legios
do
Espirito
Santo
e
S.
Caetano,
cor
po
docente
do
lyceu,
e
grande
numero
de
particulares,
a
maior
parte
dos
quaes
fo
ram
despedir-se
á
carruagem
real,
expres
samente
vinda
do
Porto
para
transportar
o
venerando
prelado.
O
snr. D.
José
eslava
muilo
commo-
vido,
e despediu-se com vivíssima
saudade
de
todos
os
bracarenscs
de
suas
relações.
Acompanharam s.
ex.a
até
ao
Porto
o
snr.
arcebispo
coadjutor,
deão,
uma
depu
tação
do
cabido,
alguns
lentes
do
Semi
nário
e
do
Lyceu,
varios
parochos
e
lodos
os
seus
familiares.
Na
estação estava postada uma
guar-
da'd
’
honra
d’
iníanteria
8,
coma
respecliva
banda
de
musica,
e
commandada
pelo
snr.
tenente
coronel.
Batata»
permnBBcntea. —
Está
sen
do
motivo
de
todas
as
Conversações,
e
oc
casião
para
varios
artigos
nos
periódicos
de
Pariz,
uma
descoberta
que
bem póde
chamar-se
de
interesse
geral.
Tracla-se do
cultivo da
«batata
per
manente,»
ou da
maneira
de
obter
colhei
tas
durante
todo
o
anno. Até agora
a
ba
tata
só
se
creou
no
periodo
de
tempo
que
medeia
desde
a primavera
ao
outono
;
mas
o
snr.
Tellier
que
é,
segundo
diz um
pe
riódico,
o
auclor da
descoberta,
á
força
de
experiencias
e
perseverança,
conseguiu
que
se
produza
também
no
inverno.
O
processo
é
simplíssimo, e
reduz-se
a
preparar
o
terreno
como
de
ordinário
e
fazer
a
sementeira
em
princípios
d
’
agoslo
com balatas
da
colheita
do
anno
anterior,
molhando-as
antes com
agua
salgada e co-
brindo-as
depois
de
pol-as na terra,
com
uma
camada
muito
ligeira
de
estrume.
A
colheita
pode-se
fazer
desde
meiados
de
janeiro
até
ao
fim
de
fevereiro,
segundo
se queira
que
o
fructo
engrosse
mais
ou
menos.
A
sociedade
de
agricultura
de
Pariz
acolheu
muito
bem
esta
descoberta e lu
do
faz
crer
que
o
auctor
obterá
uma
re
compensa
merecida.
—
[C.
de Villa
Real.)
Sarampo.
—
Quasi toda
a
população
das
ilhas
Fidji
teni
perecido
com
a
epide
mia
do
sarampo.
Naaifragio.
—
O
vapor
Vocksbnrg,
de
2:509
toneladas,
da
linha
do
Mississip
and
Dominion
naufragou
em
viagem
de
Quebec
para
Liverpool.
Cinco
marinheiros
salvaram-
se.
Quarenta
pessoas
andam
sobre
o
mar
em
embarcações do
vapor.
Os
restantes
pereceram.
Outro.—
Os
periódicos chegados
da
China
trazem
promenores
da
colisão
que
se
deu
no dia 4
do
abril ultimo
entre
os
vapores
Ocean
e
Fusing, de
duas
compa
nhias
inglezas
diflerentes,
no
trajecto
entre
Shangai
e
Tien-Tsin.
O
Fusing. em
resul
tado
do
abalroamento,
sossobrou
logo, mor
rendo
afogadas 66
pessoas.
O
Ocean
ficou
lambem
bastante
damnificado.
Companhia.—
Consta
que
uma
com
panhia
tenciona
edificar proximo
á
esta
ção
do
caminho
de
ferro
do
Porto
a
esta
cidade umas
pequenas
casas
de
rez-do-chão,
contendo
quarto,
cama,
lav»torio,
e
luz.
O
seu
preço
será
muilo
diminuto
e o
passa
geiro
póde
d
’
esle modo
comer
onde
lhe
fizer
mais
conta,
bem
como
alugar
o
quar-
to)ou collocar
|ahi
camma
sua,
o
que
mais
ba
rato
lhe
ficará.
Estado
sanitario.—
E
’
pouco satis
fatório
em
Aveiro
o
estado
sanitario.
Tem
havido
muitas
bronchites, paralysias
e
mor
tes
repentinas.
Navio
BBionatro.—
Acaba
de
ser
lan
çado
á
agua
em Chalaoi
(Inglaterra),
um
navio
blindado de
grandes
dimensões.
A
sua
couraça
é
de
quatorze
‘
pollega-
das
de
grossura e
a
bateria
central
lerá
peças
de
artilheria
de
quinhentos quintaes
de
pezo.
EXPEUIEVTE
DA
ADMINISTRA
ÇÃO.
Carlas e
avisos recebidos
desde
10
do
cor
rente
até
hoje.
Santarém.
—
Abbade
da
Povoa
de
Gal-
legos—Recebido.
Louzada.
—Abbade
de
Figueiras—
Idem.
Bragança.
—Abbade
do
B
a
çal
—
Idem.
Ponte
do
Lima,
(Navió).
—
'Padre
José
Antonio
Fernandes
—
Idem.
Freixo
d
’Espada
á
Guita.
(Peredo).
—
Padre
Francisco da
Anouociação
Fernan
des
—
Idem.
Porto.
—Antonio
Xavier
da
Silva
Cunha
Telles.
—
Idem.
“
espectâcolos
THEATRO
DE S.
GERALDO
Sexta-feira
18
de
julho
Companhia
dramalica
do
lheatro
Ba-
quet,
do
Porto:
—
O
drama
em
5
actos
e
6
quadros
O
livro
negro
AGBADECIffilíTOS
O
padre
José Joaquim
da
Silva Ba-
cellar,
João
d
’Oliveira
e Silva
Bacellar,
Padre
José
Joaquim
da
*Silva
Bacellar,
Jú
nior,
Manoel
José
da
Silva
Bacellar
e
to
da
a
mais
familia
da
Custariça
—
summa-
mente
penhorados
para
com
lodos
os
ex.
in
°
s
senhores e
senhoras
e
ecclesiaslicos
que
se
dignaram
comprimenlal-os
por
oc
casião
da
moléstia
e
fallecimenlo de
seu
sempre
chorado
irmão
e
thio
padre
Joa
quim
José
da
Silva
Bacellar; e para
com
lodos
que
tomaram
parte
nos
ofiicios
de
corpo
presente,
que
por sua
alma
tiveram
logar
na
egreja
de
S.
Salvador
de
Cervàes,
no
dia
4
d
’
este
mez;
servem-se
d
’
este
meio
para
protestar
a
lodos
um
indelevel
reconhecimento
e
agradecimento,
por
o
não
poderem
fazer
a
cada
um em
particular.
ANNUNCIOS
Vindos
direclamente
de
New-
York,
os
medicamentos dos
dou
tores
Radway
&
C
*
vendem-se
em
casa
do
Ribeiro
Braga,
no
largo do
Barão
de
S
Martinho
n
*
29.
Prompto
allivio—
frasco,
460
reis.
Pilulas
reguladoras
—
caixa,
460
reis.
Resolutivo
renovador
—frasco,
l$350
r«.
Também
se
vendem
por
200
reis
os
fo
lhetos
que
contém
a
maneira
de
empre
gar
os
tres medicamentos.
(2499)
BANCO
DE
BRAGANÇA
Soekedade
anonyma de
reaponsm-
bilidade lismltada
Capital
1:000
contos—l'A
emissão
500
contos
São
convidados
os
snrs.
accionistas
d
’
es-
te
Banco
a
entrarem
com
a
segunda
pres
tação
de 25
p.
c.
ou
12^500
por
acção»
desde
1
a
5
de
julho
proximo.
Em
Bragança,
na
casa
do
Banco,
rua
dos
Oleiros.
No
Porto
e
em
Braga
nas
respecliva»
agencia
*
.
Bragança, 7
de
junho
de
1875.
Os
directores
Manoel
José
Dias
Mendes
Pereira
Joaquim
Guilherme
Cardoso
de
Sá.
(2198)
Pelo
juizo
de
direito
d’
esla
comarca
e
cartorio do
escrivão Esineriz,
correm
édi
tos
de
10
dias
a
citar
todas
as
pessoas
que
se
julguem
com
algum direito
ao
producto
dos
bens
arrematados
a
João de
Araújo,
hoje
ausente
em
parte
inseria, cu
jos
bens
foram
arrematados
na execução
que
lhe
moveram
o
juiz
e
mesarios
da
irmandade
das
almas
da freguezia
de
S.
Victor, e
acha-se
penhorado
a
requerimen
to da
F.
N.
para pagamento
de seu
cre
dito. Por
isso
quem
se
achar
com algum
direito
póde
vir
deduzil-o.
O
solicitador
da
F.
N.
(2500)
Manoel Joaquim Antunes
Ama
de
leite
para
o
Rio
de
Ja
neiro
•
Precisa-se
d'uma
ama
de
leite
para
ir
para
o
Rio
de
Janeiro,
ganhar
405000
reis
mensaes
em
moeda
do
Brazil,
que
tenha
o
leite
de
om
mez
até tres,
deve
levar
seu
filho,
hade
ser
aqui
examina
da
por
um
facultativo
e
requer-se
que
se
ja
robusta.
Quem
se
achar
nas
cireumstancias,
pó
de
fallar
em
Braga,
na
rua
da
Cruz
de
Pedra n.°
33.
Paga-se-lhe
também a passa
e
a
uma
mulher
que
a
queira
acompanhar.
(2501)
DE
GUIMARÃES
Sociedade
anonymn
Responsabilidade
liauitada
São
convidados
os
snrs.
accionistas d’
es-
le
Banco
a
fazerem
entrada
da
segunda
prestação
de
20
p.
c.
ou
105000
rs.
por
acção
desde 25
a
30
de
junho.
OUTRO SIM
O
accionLta
que
adiantar
algumas ou
todas
as
entradas
se
lhe
abonará
ou
paga
rá
nas
épocas
marcadas
o
juro
de
5
p.
c.
assim
como
os que
deixarem
de
satisfazer
ficam
sujeitos
ao que
determina
o
para-
grafo
2
0
do
artigo
12.
Recebe-se em
Guimarães
na
casa
do
Banco,
campo
da
Misericórdia.
No
Porto,
na
Caixa
Filial,
rua
de
Fer
reira
Borges,
48.
Em
Braga,
nos agentes
Almeida
&
Pe
reira.
Guimarães
28
de
maio
de
1875.
Os directores,
Forlunalo
Jorge
Guimarães
Raraleiro
Joaquim
José
de
Azevedo Machado
José
Chrysostomo
da
Silva
Rasto.
(2469)
5
NA
QUINTA DE RORIZ
PORTO
JOSE’
I. FERREIRA RORIZ
FORNECEDOR
DA
CASA REAL
DEPOSITO
CENTRAL,
RUA IMS FLORES, 35 37 E 39
&
O
proprietário
annuncia
aos
seus
freguezes,
e ao
publico,
que
em
todo
o
sabão
fabricado
na
soa
fabri-
íjt
ca,
e
que
na
mesma
se
vender,
ou
no
Deposito
Cen-
£
trai,
se
fará
o
desconto
de 6
por
cento
sobre
os
pre-
g
ços estabelecidos,
de
uma
caixa
para
cima. Satisfaz-se
com
promptidâo
qualquer
pedido
que
seja
feito
do
di-
to
genero,
tanto
d
’
esta cidade
como
das províncias
e
se
garante
a
sua
boa
qualidade.
PORTO
1,
3-RUA DAS FLORES-1,3
(JUNTO
ã
egreja
da
misericórdia
)
COMPRA E VEMDE
Inaeripções
de assentamento
Ditas
de coupons
Ditas
de
divida externa
Titulos
hispanhoes internos
Ditos
externos
Coupons dos ditos já vencidos.
so-
{££3
*
Sacca,
toma
leiras
e
dá
cartas
de
credito
bre Lisboa e
diversas praças estrangeiras,
e se
encar
rega
de
compra e
venda
de
titulos
de
divida
publica
nas
mesmas
praças.
IRlírJI.A
£
AXT.GA
RORIZ
posito
1
- RUA
DAS
FLORES
- 3
(JUNTA
Á EGRAJA DA MISERICÓRDIA)
SORTE GRANDE
«
èes
5.000$000
Loteria
da Santa
Casa da
Nliserieordia de
Lisboa
Extracção
a
19
de
Junho
CASA
FELIZ
JOSÊ IGNACIO FERREIRA RORIZ g
AFIANÇADO
NO
GOVERNO CIVIL DO PORTO, NA
C0NF0R- g
MIDADE
DO EDITAL DE 28 DE JULHO DE 1860
Tem
á
venda
no
seu
estabelecimento bilhetes
intei-
ros
a
50000
rs.
—
Meios
ditos,
a
20600
—
Quartos,
10300
—
Oitavos,
a
680
—
Cautellas
de
500,
250
e
130
rs.
O
mesmo
satisfaz
com
promptidâo
todas
e
quaesquer
$
encommendas
que
lhe sejam
feitas
das
províncias, ain-
da que
sejam
em grande
quantidade,
e
vindo
acompa-^
nhadas do seu
importe
em
vales
dos
correio
;
e
no
fim
da
extracção
remette
a
lista
dos
prémios
aos
seus
$
freguezes,
mas
quando
a
não
recebam
em
tempo
com-
petente
lerão
a
bondade
de
a
requisitar.
(G
»)
&
3?
'Ò
«8
The
Minho Bistrict Railway
Com-
panh.
Limited.
Por
ordem
da
direcção,
(em
Londres)
«Testa companhia,
e
para conhecimento
dos
interessados
faz-se
publico
:
1.
°
que
no
dia
l.°
de
julho, (e
dias
seguintes
uteis) das
11
horas
até
á
1
da
tarde, se
cffecluará
no
escriptorio
da
com
panhia
n
’
esta
cidade,
o
pagamento
dos
juros,
a
rasão
de
6
por
cento,
(a
cargo
da
empreitada
da
via
ferrea
de
Guima
rães
por
Santo
Tbyrso
e
Visella),
sobre
as
acções
aqui
registradas.
2.
°
a
apresentação
dos
certificados
é
indispensável;
e
os
snrs.
accionistas
que
preferirem
receber
seus
juros
em
Lisboa,
Braga,
ou
Guimarães,
d
isso
avisarão
o
secretario
da
companhia.
*
3
°
os
snrs.
accionistas,
que
ainda
não
tenham trocado
os
seus
recibos
provisorios
pelos
Certificados,
lerão
a
bondade
de
o
fazer
sem
perda
de
tempo.
4.
são
convidados
os
snrs. accionistas
a
entrarem
com a
segunda
prestação
de
nove
mil
reis
por
acção
até
o
dia
25
do
corrente
no
Banco
Lusitano,
ou
sua
Cai
xa
filial
n
’esta
cidade,
no
de
Braga
ou
no
de
Guimarães; eá
face
dos
respecti-
vos
recibos,
ser
lhes-ha
dada
quitação nos
certificados
apresentados
para
esse
íim
no
escriptorio
da
companhia.
*
Porto
9
de
junho
de
1875.
(2495)
E.
Moser.
ao
ra
»
Manuel Anlonio
de
Castro
Teixeira,
com
estabelecimento
de
trens
na
rua
da
Sé
d
’
esta
cidade
de
Braga,
e
antigo esta
fete
de
encommendas
d
’esta
cidade
para
o
Porto
e
vice-versa,
terminou no
dia
21
de
maio
com
a
dita
estafetaria
em
virtu
de
do
caminho
de
ferro;
e
acbando-se
em
«eu poder
varias
encommendas
e
volumes
que
o supplicante não
sabe
para
quem
são,
por
não
trazerem
rua
nem nomes
das
pessoas
a
quem
são
dirigidas,
parti
cipa
ao
respeitável
publico d’esla
cidade
e
do
Porto
a
quem
faltar
alguma
das
ditas
encommendas,
se
dirijam
a
casa do sup
plicante,
que dando
signaes
serão
en
tregues.
Braga
7
de
junho de
1875.
Manuel
Anlonie
do
Caslro Teixeira.
(2483;
Venda
de
Quintas
Vendem-se
as
quintas
do
Pa
ço
e
Saudarão,
mistas, e
uni
das,
sitas
na
freguezia
de
Se
melhe,
muilo
próxima
a
esta
cidade
de
Braga,
viradas
ao
Nascente e
Meio
Dia,
cora
vista
para
a
estação
da linha
ferrea e
d
*
esta
para
aquel-
Jas.
Tratam
se
com
a
exc.
raa
gerencia
do
Banco do Minho.
(2487)
Banco
da
Povoa
de
Varzim
Sào
convidados
os snrs.
accionistas
a
mandarem
a
este
banco
os seus
titulos
provisorios
para
serem
trocados
pelas
ac
ções
effeclivas.
•
Tendo-^e
desencaminhado
o
titulo
n.°
74,
representando
10
acções pertencentes
ao
snr.
dr.
José
de
Freitas
Costa,
previ
ne-se
a
quem
possa
interessar
a
fim de
fazer
as
suas
reclamações
no
praso
de
30
dias,
findos
os
quaes
serão
as
ditas
acções
passadas
a
favor d
’
aquelle
snr.,
ficando
o
referido
titulo de
nenhum
efleito.
Povoa
de
Varzim,
22
de
maio
de
1875,.
Os
directores
J.
Gomes
Moreira
(2482)
4-
R.
da
Silva
Vieira.
'
Ml®
DE
*
BFLAGA
Convidam-se
os
snrs.
accionistas d
’
este
Banco
a
entrarem com
a
2.a
prestação
de
25 p.
c.
ou
120500
reis
por
acção,
relativa
á
2.
a
emissão,
desde
o
dia
15
a
25
de
junho
proximo.
Os
snrs.
accionistas
residentes
no
Por
to,
pódem effectual-a
na Caixa
Filial
do
mesmo
Banco
n
’
aquella
cidade.
Braga
13
de maio
de
1875.
Os
directores,
Luiz
Anlonio
da
Coda Braga
Manoel
José
da
Cosia
Guimarães.
(2439
C.
63
R.)
PUBLICO
A
diligencia
que
conduz
o
correio
de
Famalicào
para
a
Povoa
de
Varzim
e
vice-versa,
está
em
contacto
com
o
com
boio
que
parte de
Braga
á
1
hora
e
40
m.
da
larde
e que chega
a
Famalicào
ás
2
e
28
m.,
bem
como
com
o
comboio
que
sae
do
Porto
ás 9
horas
e
30
m.
da
ma
nhã.
Preço
de
Famalicào
á
Povoa
e
vice-
versa
400
reis.
(2470)
Rua de S. Marcos n.° 14
Brilhantes
ou
esmaltados, 12
20000
Sobre
papel
albumina
12
10000
Perfeição
e
nitidez
garantidos.—
Photo-
grapho
do
Porto.
(2491)
Lauriano Evangelista
Pereira
Rua
da
Ponte n.°
87
Tem
para
vender 12
portadas
com vi
dros
e
algumas
ferragens,
tudo
em
bom
estado,
tendo
as
ditas
de
alto
2,
m
80
e
de
largo
l,m
30.
(2489)
asma
Precisa-se de
um caseiro
que
tome
de
arrendamento
uma
quinta
distante d’
esta
cidade
uma
legua,
sendo
os
cereaes
de
meias
e os
fruclos de
terço.
Quem
preten
der
dirija-se
a
Anlonio
Joaquim Loureiro,
rua
Nova
n.°
3—
Braga.
(2435)
ÂLTA
NOVIDADE
20,
Rua do Souto, 20
Junto
á'rua
de
Jano.
ClIAPELAHLl ALMEIDA
Acaba
de receber
das
melhores fabricas
do
Porto,
oa
uliima
moda,
grande
e
variado
sor
tido de
cbapeos,
de
se
da e
de
feltro,
para
homem, menino,
e
senhora.
Bonita
collecção
de
bonels,
que
tudo
vende
mais
barato
que
em
outro es
tabelecimento.
Fabrica,
concerta
e
põe na moda,
com
perfeição
qualquer
chapeo
que
esteja
nas
circumslancias.
(2350)
FATO ® FEITO
José
da
Silva
Fundão
Campo
de SanfAnnn (lado de bai
xo)
n.°
«S.
Participa
aos seus
amigos e
freguezes,
tanto
d
’esta
cidade
como
das
províncias
que
tem
um
bonito
e
variado
sortimento
de
falo
feito,
casimiras
para
fato
muito
ba
ratas,
córtes
de
calça
a
10500,
20000
e
20500
reis;
tudo
fazendas modernas.
Guarda
pós
de
casimira
e
de
alpaques
inglezes, roupa
branca,
assim como
camisas
de
600
reis
para
cima,
ceroulas
de
100
reis
até
800, de
panoo familiar,
e
meotes,
bo
nels
de
gorgurão
de
seda
e
de
casimira
de
todas
as qualidades
de 500
rs.
até 800;
manias
de
sed«
de
todos
os feitios.
N.
B.
O
annuncianle faz
publico,
que
se
encarrega
de
fazer qualquer
obra
que
lhe
seja
encommendadai
e
promptifica-se
a
ficar
com
ella
quando
não
fique á
von
tade do
freguez.
(P
ft
)
Vende-se
a
propriedade
que
fica
além
da
Ponte
dos
Pelarnes
que
se
compoem
de
casas,
pomar
e
leiras
de
lavradio
e
arvores
avidadas
con
tíguas
e
circuitadas.
Trala-se
no
escriptorio
d’
esta
redacção.
METAES
VELHOS
Na
travessa
de
S.
João
n.°
5,
com-
pra-se
toda
a
qualidade
de metaes,
e
ferro
velho
até
mesmo
fundido. (860)
LTlluslration
de la
mode.
O
mau
elegante, ncamente
illustrado
e
barato
dos
jornaes
da
moda.
Publica-se
em
Pariz
uma
vez
por
mez,
no
formato
dos
grandes
jornaes illustrados.
Cada
numero
contém
dez
a
quinze
mo
delos de
toilelle,
uma
grande
folha
de
mo
delos
de
tamanho
natural
e
uma
magni
fica
gravura
dorida.
Quem
quizer
assignar esta
publicação,
dirija-se
á
livraria de
Eugênio
Chardroo.
largo de
S.
Francisco.—Braga.
A
empreza
ofTerece
aos
seus assignao-
tes
um
magnifico
cofresinho
contendo
to
do
o
que
é
necessário
para
um
loucadou
cujos
objectos
valem
para
cima
de 20
fran
cos.
Preços
d
’
assignatura
—
Portugal:
sem
o
referido
brinde
—
9
fr.
Com
o brinde —
13
fr.
BRAGA
Precisa-se
d’
um rapasinho
para
nego
cio,
na
Senhora
A
Branca
n.° 4.
(2484)
NOVA
FUNDIÇÃO DE FERRO
DE
Antonio
Germano
Ferreirinha
NA
Travessa de
S.
João
Aonde
faz
toda a obra,
assim como
bombas,
conçollas,
columnas
para
gaz,
pe-
zos
novos,
panellas
á
ingleza
de
todos
oi
tamanhos,
canos para
agoas
e
gaz, e
toda
a
obra
de
fundição,
como grades para
sacadas,
obra
de
metal,
sinos e
outros
oh
*
jectos
de
igual
teor
etc.,
pelos preços
do
Porto.
VENDA
DE GASAS
•
Quem
quizer
comprar
uma coo
*
.PÍÍ
t
T
fada
de
casas
cita
na
rua dos
Sa
*
papiros
Dt
o
9
dirigir-se
J
Rosa
Maria
de
Oliveira,
moradora
na mes
*
ma
casa.
(2456)
VEADA
DE CASA.
Vende-se
uma morada
na
rua
da
P°nle
’
com
os
n,°
s
69»
69 A
e
69
B.
Quem
a
pertender
dirija-se
ao
cam
*
po
de
Sant
’Anna
n.°
48
B.
(2177)
João
Manoel da Silva
Guima
rães.—Rua do
Souto
n.°
43.
Compra
e vende
Acções de
todos os
Bancos
e
Companhias,
Inscripções
de
As-(
sentamento
e
coupons.
(581)
«K-
maniiiMiB .I.HHIBIIUMH.I i»i
ibiimh
ii
.
—
h
<M
i
nm»ui—*
S
BRAGA
:
TYPOGRAPHIA LUSITANA — 187^’ - É o formato de
-
comerciominho_15061875_357.pdf
Parte de Comércio do Minho (O)