comerciominho_13071875_369.xml
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-
wiv»t««aiiKi«awM
i»wrB»r^-.-nMaMww«
Mnwmiini
aM«wwK»au)a^^ia^'^^asxigujiyr^^:j
—
Assigna-see
vende-se
no
escrip.ono
do
editor
e
proprietário
1
,
José
Maria Dias da
Costa,
rua
Nova
n.°
3
E,
oara
oude
deve
ser
dirigida
toda
a
correspondência
franca
de
pore
=
As
assi-
gnaturas
são
pagas
adiantadas
;
assim
como
as
corresponaen-
cias
de
interesse
particular.
Folha
avulso
10
rs.
(I)
D'onde
se
vê
qne.
emquanto
En
nes
calumní»
iufamemeoie a*
Irmãs
da
Caridade,
implicando-as
nas traticancias
dos
Bergerets-ennicos, as
Irmãs estão
tratan
do
dos
mais
desgiaçados
e albctivos
doen
tes.
Gloria á
calumnia
ennica
e
á
sua
es
túpida
claque,
por
uão
dizer maIv<»!Í;
....
PUBMCA-SE
ÁS
TERÇAS,
QUINTAS
E
SABBADOS.
P
reços
:
Braga, anno
1^600
rs.=Semestre
850
rs.—
Provtn-
i
cias,
anno
2&40Ò
rs.
e
sendo
duas
4&000
rè.=Semestre
1&2F»0
rs.=Brazt/,
anno
4&400
rs.=Semcstre
2&J00
rs.
Yaóeda
forte,
ou
lO&OOO
reis
e
o<$500
reis
moeda
fraca.=AnnúLcios
por
linha
20
rs.,
repetição
10
rs.
Para os
assignantes
10
o/
G dabuiimenlo.
BKlfiA-TSKÇA.í
EIRi 1» BK
JUEHO
Correupondeneia estmngeira
PARIS,
3
DE
JULHO.
(Correspondência
pinítcular
do
«Gornmer-
cio
do
Minho»)
Tem
havido
calmaria
politica.
Ha
al
guns
dias
(pie
na
assembleia
se
não
lem
suscitado
nenhum
debate
grave,
e
só
para
a
próxima
semana
as
questões
políticas
resurgírão
com
nova
violência.
Procurar-
se
ha,
se
isso é
po
*
sivel,
organrsar
deti-
nitivarneiite
o
governo republicano que foi
proclamado
a
2a
de
fevereiro
ultimo.
E’
supérfluo
diser-lhes
que
os
deputados da
extrema
direita
se
opporão
ao
prujecto
dos
republicanos
;
mas
aquelles
*ào
apenas
uus
70,
e
iodos o*
outros
partidos,
in
cluindo
a direita
moderada,
su<ie<.tacão
o
governo
e
votarão
em
favor
das
leis
coo-
siitucionaes.
Bem
sabem
gs
leitores
que
muitos
dos
deputados
aflectos
á
lórma republicana,
professam
opiniões diversas.
A
camara
con
ta
ao
todo
3OU
deputados
republicanos;
os
restantes,
taes
como os
bunapar
listas
e os
orleanistas,
simulam adhe
*
ão
á
re
publica
para
atraírem
os lavor,
s do
gover
no. Os
orleanistas
aceeitam
as
institui
ções
republicanas
até
qne
o
conde de Pa
ris
succeda
no
throno
por
more do
con
de
de
Ghambord:
estes
calculo
*
,
como
é
evidente,
são dignos
d^quelle
*
que
os
teem
formado.
Quanto a
M.
Buflet,
actual
chefe
do
gabiuele,
não
é
de
modo
algum
favoravel
a
republica,
e
tem
sido
me-uno
accosaUo
de
mui
simpalhico
á
causa bonaparlista
Depois
de
haver
serv
ido,
durante
longos
ânuos,
o
governo imperial,
o
vice-presi-
denle
dó
conselho
e
os
stus
asseclas
nao
po
dem
habituar-se
a
considerar
coíbo
legal
e
perdurável
o
regime
de
que
são
os agentes.
Porisso
M.
Buflet
procuta
n
’
e
*
te
momento
separar-se
dos
republicanos
e
não deixa
perder
a
mínima
occasião
de
conseguir o
seu
intento;
ha
poucos dias,
na
piopria
12
JF
o
ELJÍS JS£
rJT
AM
«S
UZÀlUSTAS
DO
Drama
Galumnia
E
OS
LaznrititaM
verdadeiro»
V
(Continuação
i!o
n."
antecedente)
Esla
commissão
deliberou
«apieséntar
ao
Congresso
um
relalorio
geral
sob
e
o
estado das
populações
operai
ias, sobre
as
obras
de
benelicencia
e
previdência,
exis
tentes
em
França».
São
os termos
publi
cado
*
nas
actas
du
Conimissâo.
Em
virtude
d
’essa
deliberação
foi
com
effeito apresentado
ao
Congresso
esse
tra
balho e
d
’
tHe Vatnos
extrator
alguns
pe
ríodos,
que
são
um
formal
desmeutilo
á
infame
calumnia
chamada
—
Os
Lazar
is-
tas.
Depois de
indicar,
que
no
primipio
do
século
lodos os
serviços
publicas
tinham
o
cunho
auclorilario,
que porem
em
bre
ve
a
caridade religiosa e
particular
reto
mou
a
sua
acção,
interrompida
pela
re
volução,
coulinúa:
«Congiegações religiosas»
—
As
irmãs
de S.
Vicente
de
Paulo readmillidas
nos
bospilaes
e
nas
casas
de
soccorros,
pres-
camara,
elle
criticou
vivamente
os
depu
tados
d
’
esle partido
convidando-os
a
alas
lar-se d
*
elle.
O«
republicanos,
p.rém,
re
cusaram-se
a
obedecer
ao.
ministro
do
in
terior.
Se, com effeito,
elles
se
declaras
sem
resolutamente
desfavoráveis
a
M.
Buí-
(et.
este
acharia
n
’
essa
altitude
um pre
texto
para
iractar
o
partido
republicano
como
rebelde, e
se
aproximaria
ruais
e
mais
<los
bonapartistas.
Ete
*
últimos,
conhecendo
as
disposi
ções
de
M.
Buflet
decidiram
entre
si
vo
tarem
lambem
as
leis
constitu.fióhaés.
is-
lo
é
trabalhar
de
momento
para
a
orga-
oisação
da
republica.
Obrando
assim,
os
bonapartistas
cotn-
metteni
uma
hipocrisia; mas iSso
que
mi
porta?
Não
fazem
mais
do que
imitar
a
eondueta de
Napoleão IIIem 1818, não tendo
outro
fim
senão
o
de
sc
apoderar
do mi
nistério,
e
apparentando
ponsso
uma
viva
itflHção á
republica.
Elles
querem
a
todo
o
preço
empolgar
o
poder, porque as elei
ções
geraes
estão
praximas,
e
se
furem
dirigidas
pelo
partido
napoleonico.
ellas
seião
necessariamente
favoráveis
aos
seus
cwilidalos,
graças
á
*
artimanhas
que
os
impeii.ilistas
sabem empregar
com
lauta
perco.
Seião
coroadas
de
bom
exito
as
sua
*
combinações?
Apraz
me
crer que
não.
A
direita
professa
horror
a
esle
partido
e
procura evitar
a
cumplicidade, qoe o
»>eo
apoio lhe
traria
Por
sua
parle,
os
re
publicanos
não
leem
grandes
probabilida
des
de
successo;
porisso o governo
irá
cair
nas
mãos
dos
hábeis
orleanistas,
qne
são
os lorgs do
partido
republicano,
ti
rando
Thiè»s, Gambelia
e
os
seus
satel-
lites
os
wighs.
Na
sègunda-feira
p
is
começará
a
dis
cussão
das
teis
constitucionae
*
,
discussão
que
promelle
ser
bastante
corta.
Logo
que
ella
termine,
a
camara
dis-
cniirá
em
3.
a
e
ultima
leitura
a
lei
sobre
a
liberdade d
’
ensino
superior.
Man
grado
as
objecções
oppostas
contra
essa
lei
pelos
inimigos
do
catholicismo,
uão
é
duvido
sa
a
sua
votação definitiva,
o
que
será
uma
grande
victoiia para
o
partido
ca-
lholicu
e
um
estimulo dos mais activos
para as
no-sas escolas.
A
nossa
universi
ies
tiveram
lambem
os
seus
estabeleci
mentos
livres
e
as
Sòas
instituições
in
dependentes.
Uma
das
obras
mais
iote-
re
*
sanus
é
a
cvsa
dos
epiléticos,
sobre
a
qual
enviou
um
relalorio
ao
Congresso
o
seu
fundador,
qoe
acaba de
a
confiar
ás
Irmã
*
da
Caridade.
(1)
«Agentes
dedicadas
da administração
publica,
a
queni
regem
as
rsciiolas,
ser
vem
os
doente
*
e
velhos,
dirigem
as
bo
ticas, disciplinam as
encarceradas, as
c«
n
gregaçõe
*
religiões,
auxiliam
pos^anle-
meiile
a caridade
pàrticnlar.
tomando a
direcção
<le
suas
obras
e
imprimindo
aos
seus
esCtbelecimeoios
espirito
de
ordem e
de
persistência
;
ellas
iondain,
ellas
mes
mas
e dnigetn
asilos,
escholas orfaoados,
ollicinas,
estabelecimentos
de
surdos
mu
do
*
,
de
incuráveis,
de
velhos
e
casas
de
refugio,
que lhes
peilencera.
«Ha boje em
França
40
OOD
religiosa
*
«otadas á educação
das
creanças
é
«•» cui
dado dos pobies,
mais
13:1'00
do
que
an
tes
da
suppres'30,
em
1790.»
«A
*
administrações
da
assistência
pu-
dade ia, com
efleilo,
degenerando
de
dia
a
marchi
dos
negocios.
D
’
eJte'
modo
para
dia,
e
a
fundação
de
novos
estabe
lecimentos
escolares
uão deixará
de
pro
vocar
uma
emulação
salutar.
Além
di
*
so
a
liberdade
d
’ensino ha
de
trazer-nos
um
beneficio
bem
maior
ainda.
Ella
nos
per-
miltirá
subtrair
as
gerações
novas
ao
en
sino
materialista
das
escolas
de
medici
na.
que
professam abertamente
as
dociri-
nas
ruais
preversas,
o
que
corrompem
a
alma
da
mocidade.
Logo
que
a
lei
for
votada, fundar-se-
ha
duas
universidades
c^tholicas,
uma
ein
Angftrs
e
onira em
Lille.
Já
estão
prepa
rados
os
edifícios, e
professores
dos
mais
distinctus
só
esperam
pelo morm
*
nto
em
que
lhes
seja permittido dar principio
a
seus
cursos.
A
commissão
dos
Trinta
lem
quasi
terminadas
as
sua
*
deliberações
sobre
a
lei
eleitoral
politica,
restando-lhe
apenas
para
resolver
algumas
questões
de
some
nos
importância. Foi
nomeado
relator
M.
Picard,
uo
logar
de
M.
Lavergne,
que
de
clinou
este
cargo.
Tudo
pois,
está prom
pto
para a discussão;
as
Ires
leis
orgâ
nicos
rapidamente
elaboradas
pelas
com-
missòes
só
esperam
pelo
voto
da
a
*
sem-
bleia.
Ha
algum
lempo
a
esla
parle
parece
que se
dá
menos
pressa
em
terminar
os
t
abalhos
pendentes.
As
esquerdas
nem
querem
a
dissolução para dilação breve,
uem
a
responsabilidade
d
’urn adiamento
d
’
eleições.
Para
conciliar
esics
deis
pon
tos
espera-se
que
se
pedirá
com
grande
ruido
a dissolução ;
apresenlar-se-ha
propos
ta
;
pedir-se-ha
a
irnmediata discussão
d’
es-
sas
propostas,
e
forcejar-se-ha,
por outro
lado,
por
demorar
o
exame
dos
projeclo
*
que
a
assembleia
deve
votar
antes
de
se
separar
definiuvamenie.
Se
uma
parte
da
assembleia
é
oppos-
la
á
dissolução,
uma outra,
a
que
se
compõe
da
extrema
esquerda,
isto
é
do
partido
radical,
procura
por
lodos
os
meios
possíveis
apressar
esle
momento
Ainda
houieiu
reuniram-se
as
esquerdas
pao
ac-
cordarem
nos meios
a
lançar
mão
a
fim
de aitingir
esle
scopo
;
e
resolveram
não
apresentar
emenda
alguma,
nein
suscitar
discussões
que
possam
espaçar
ou
retardar
blica sào
gratuitas
e
ella
toma
as
mais
das
vezes
pur
seus
auxiliares
e
represen
tantes
a*
Congregações
religiosas,
que
lo
go
após
sua
expulsão
houve
pressa
em
re-
adínitlir
junto
do
leito
dos
doentes e
uo
teguno
do
pobre.»
«Sub
o
habito
da
Irmã
da
Caridade
desapparece
o
empregado, a enfermeira es-
vae
se, a
administração
uaosforma-se,
e
os
doce.
*
nomes
de
mãe
e
de
irmã
ex
primem
a
natuieza
e
a
qualidade
dos
soc-
curros
dados á
creança, ao
doente,
ao
ve
lho.
Não
é
o
lunccionario
publico
que
vtm, em
nome
da
lei,
pagar
o
produclo
do
imposto,
uma
divida
ao
Estado
;
são
almas devotadas,
qne
começam
pela
ab
negação
oe si
mesmas,
por se
dar
vo-
lonlai
iamente
ao
serviço
dos
que
soflrem
e
prebencliem
com
os
sacrifícios
da
ca
ridade
hvre
os
deveres
de
uma sociedade
chrislã.
»
Ora
ahi
tem
o
snr.
Ennes
o
que diz
a
scieucia
cai
idosa
cm
um
congresso
de
sábios da especialidade.
Nao
parecerá
ao
sur.
Ennes
e
a
toda
a
imbecil claque en-
nica,
que
esse
tesliraunho
publico e
com
peti
nte
nem por
um
muiueulo
solhe
com
paração
com
o
parto oe
uma
imaginação
doente,
mesmo
acompanhada com
os
cla
mores
(le
plaléas,
que
ignoram,
poique
não viram,
não examinaram,
nem
estu
daram
?•
Os
Lazarislas
do
snr.
Ennes são,
por
tanto
apenas
uma
prova
concludente
do
extremo
abatimento
do
uivei
moral
d\ste
povo
educido
sob a»
degradantes
e
cor
ruptoras
influencias
da
obra
do
Mindello.
peram
terminar para o
mez
(Vagoslo
os
trabalhos
inscriptos
na
ordem
do
dia,
e
poderem
em
seguida
separar-se
dcfiintiva-
mente.
Devo
porém
dizer
aos leitores
qne
é
vista
com maus
olhos
esta
precipitação
dissolucioiíisla, que
ilu-ante
os
mezes
õe
setembro,
outubro,
novepibro
e dezembro
poria
o
paiz
n
uma
agitação
politica
per
manente. de todo
o
ponto
incomp
livtlctm
os
interesses
pralicos
e
pontivus
d\lle.
Os
radicaes
em
nada
leem a
vontade
do
jiovc,
mas
é
licito
acreditar
que a
as
sembleia
não os
seguirá
ca
senda
que
el
les
hoje
pretendem
seguii.
Tudo
Gz pois suppor
que
as
ledas da
camara
começarão
uo mez
d
’
;ig(slo,
pois
que
os
deputados
hão
de
leunir-se
ainda
n*
esie
inverno
para
ultimar
os
numerosos
trabalhos
que
não
poderão
c<ncluir
n
’
i>m
mez.
e
que
tíiialu-enle
só para
a
primave
ra
lerão lugar
a*
eleições
ger.
es.
bem co
mo
as
seualoriaes.
A
assembleia
continiia
a
discutir
a
lei
sobre
os
caminhos
de
ferro,
uo
meio d'o-
ma
indiflereiiça
quasi geral. Só
os
depu
tados
interessados
dtlendein
con>
uma
ener
gia
de
futuros
candidatos
os
traçados
lo
caminho
de
ferro
qoe
poderão
valer-lhes
uma carta
de
recommendaçâo
ao
*
olhos
de
seus
eleitores.
O
interesse
polilicp
é,
co
mo
digo
acima,
totalmente
nulío
na
dis
cussão,
e
é
lóra
da
camara
que
deve
pro-
curar-se
elementos
d
’
algum
interesse.
Os
terríveis
desa
*
ires
que
acabam
de
acontecer
no
Meio
Dia
da
França,
contri
buem
não pouco
para
e*
ia estagnaçao po
lítica.
Os
leitore
*
já
conhecem
esta
nova ca
lamidade
qoe
aflbge
as
no
**
as
populações,
assim
como
hoã de ler
vi.-to
pelos
jornaes
a admirável
caridade
que
se
mosna
cin
todo
o
nosso
paiz.
M.
de
Chambord,
sempre
tão altamen-
le generoso,
enviou
immedialamenle
uma
quantia
de
5000
fiancos,
não obstante
a
sua
fortuna
ser
pouco considerável,
como
sabem.
De
iodas as
parles
affluem
os donali-
O
dislincto vi
jante,
que
já
citamos,
o
barão
de
Hnbner
descrevendo
a
sua
viagem
á
Califórnia,
discorre
sobre
o
es
tado
social
d
’
aqoellas
povoaçõe»
de re
cente
data,
e
a proposito da
educação
menciona
os
collegios
dos
Jesuiias,
como
os primeiros estabvkcimenios
educadores,
concluindo com
esta
observação geral:
«As
prevenções,
tão
espalhadas
ná
Eu
ropa,
contra
os
membros
da
companhia
de
Jesus
são
desconhecidas na
America.»
Ora
se
o
* Jesuitas
não
só
uão
excitam
anlipalbias
na
America,
senão
que
at-
trabem
as
Ompathias,
precisamente
nu
ponto mais
importante
para
a
instituição
da
familia,
o
mesmo,
por
maiuru
de
ra
zão,
deve
succeder
com
todas as
congie-
gaçót
s
religiosas
,
muito
principalmeute
com
os Lazarislas
e
Irmas da Caridade,
que
peh
sua
dedicação
ao
serviço
dos
enfermos
e
creanças,
teem
merecido
o
respeito
de todo miindo civilisado,
que
a
*
-
sim
dá
um
desmentido
sidemae
á
caiumnia-
Ennes.
Esla
asserção é coniirrnada por
um
viajante,
protestante, o
qtial
diz:
(,2)
<()s
modernos
conventos
e
coll-gio'»,
que levantam
a
cruz
sobre
soa
*
facha
da
*
...
oflerecem
agora
talvez,
n
esta
região,
a
melhor
educação
aos
tiíhos civs
nossu
>
emigrantes
puritanos.»
(2)
Across
lhe
conlinenl
—
por
Sruiu.l
Bowles
pag. 277.
i^.v^wicíW^r^?«sã»-«rx»ws^i^3aE^ãxsMKiii3^
vos
e as
numerosas
subscripções
recolhem
quantiosas
sommas.
Logo
que
sc
receberam
as
primeiras
noticias
do
desastre,
o marechal
de
Mac-
Mahon,
na
sua
qualidade de
chefe
d’
estado,
partiu
para
os
departamentos
inundados,
para
levar
aquelles desgraçados
povos
os
socorros
e
as
consolações qoe
lhes
são
ne
cessárias. O
ministro da
guerra
e
o
do
interior
partiram
lambem
para
o
Meio
Dia,
e
este
ultimo,
no seu
regresso
a
Paris,
cmíirmou
plenameote
os
promenores
da
dos
pelos
nossos
jornaes.
As
perdas
materiaes
são
immensas,
e
ascendem
a muitas centenas
de
milhões;
quanto ás pessoas
viclirnas da
inoundação
appareceram
já
3000
cadaveres.
mas
o
seu
numero jamais
virá
a ser
t
zactamente
co
nhecido.
Só
em
Tolosa
foram
destruídas mais
de
990
casas,
e
os
fundamentos
da
cida
de
estão
de
tal
sorte
abalados
que
será
necessário
reconstruil-os em
parte.
Vêem
os
leitores
que
Deus
nos
lem
castigado
hem
este
anno,
mas
a
nossa
con
fiança
n
’
Elle
uão
diminue:
Elle
saberá,
quando
o
momento fôr
chegado,
livrar-nos
de
lodo perigo,
e
dar-nos
a
tranquilidade.
A ALLIANÇA
ANGLO-RUSSA E A ASIA
CENTRAL.
Creio
util
dizer-lhes
algumas
palavra
*
sobre
a
questão
da
probabilidade
d
’
uma al
liança
anglo-russa
formal,
qoe
n
’
este
momen
to
occupa toda
a
imprensa
euro^ia.
A
Asia,
como os
leitores
nào
iguoram,
é
hoje
o
campo
proprio
da
actividade
britâ
nica
e
russa.
Para
a
Inglaterra
é
a
ori
gem
presente
da
sua
prosperidade
e
ver
dadeiro
poderio;
para
a
Rússia
é a
ori
gem
futura
d
’
uma
prosperidade
real,
que
ora
lhe
fallece,
e
sem
a
qual o
seu
poderio não
conseguirá
sustentar-se.
A
questão
da
Asia
assume,
pois,
o
primeiro
logar
enlre
aquellas,
que
nas
ác-
tuaes
circumstancias,
podessem
chamar
na
Europa,
a
attenção
dos
governos
inglez e
russo.
Depois
dos
acontecimentos
da
Criméa,
que
romperam bruscamente a
longa
e
cor-
deal
harmonia
entre
os
gabinetes
de
Lon
dres
e
Saiot
Petersbourg,
e que
pozeram
tertne
á
dominação
tnoscovita
no
mar
ne
gro,
intercalou-se
um
periodo
de
paz
e
de
repoiso,
durante
o
qual
as
relações
entre
@s
dois
governos
foram
raras
e
frias.
A
Rússia
adquiria no
entretanto
novas
forças
e
maior vigor.
A
expedição
de
Amonr
o
comprova.
Esta expedição
que
valeu
á
Rússia
vas
tos
terrilorios.
e
lhe
abriu
lodo
o
com-
mercio
da
China
septeotrional,
foi
para
Jogo
seguida de
movimentos
n
’
uma outra
direcção.
Lenta,
mas
sabia e
methodicamente,
a
Rússia
penetrava
na
Asia
central
e
se
aproximava
das
fronteiras
do
rico
impeiio
das
Índias
britânicas.
A
partir
d
este
mo
mento,
o
gabinete
de
Londres
observou
com
inquietação
a
marcha da
Rússia
n
’
es-
ta parte
da
Asia.
A
altitude
dos
dois
paizes
não
era
de
nenhum
modo
favoravel
uma á
outra,
lo
go
que
o
ministério
tory
subiu ao poder.
Um
dos
seus primeiros
aclos
foi
provocar
explicações
leaes
e
sobretudo claras
por
parle
do
gabinete
de
Sainl
Petersbourg.
A Inglaterra
disse, nos termos
mais
con
venientes,
que
se a
Rússia
avançasse mais
para
a
fronteira
da
índia,
a
Inglaterra
vêr-se-
bia
na
necessidade
de
avançar
lambem
mais para o
norte.
Esta
declaração
foi
bem
acolhida
pelo
czar,
que fez logo suspen
der
diversas
expedições
geograticas
e
ou
tras
que
se
preparavam
para
a
Asia cen
tral.
E'
d
’
esta troca
de
francas ex
plicações
que
data
a
boa
inlelligencia
qoe
reina
aciualmente
entre
a
corte
de
Lon
dres
e
a de
Saint
Petersbourg.
Porque
é
agora
difíicil
coucluir-se
enlre
estas
duas
potências um
bom
tractado
d
’
amisade,
que
seria
uma preciosa
garantia
de
paz
para
a
Europa?
A
razão
é
bem
simples.
Ha
apenas
uma
trégua
enlre
a
Rússia
e
a
In
glaterra
;
não interveio
enlre
ellas
nenhuma
solução
acerca
da
questão
da
Asia
central,
e
cada uma
se
reserva
o
obrar
com
toda
a
liberdade,
cosoante
o
exigirem
as
cir-
cumstaucias
e
as necessidades
de
seus
in
teresses.
A
Inglaterra
queria
de
preferen
cia que
houvesse
uma
zona
neutra
entre
o
Turkslum
russo
e
o
Afghnislum.
A
Rússia,
pelo
contrario,
não vê
razões
para
se
privar
o
accesso da
região
comprehen-
dida
entre
os
seus postos avançados,
e
prova
que
a creação de
tal
zona
seria
uma fonte
de
diíficutdades
contínuas
para
os
dois
paizes.
Attenta pois
a
situação
actaal
enlre
a
Rússia
e
a
Inglaterra,
é
difícil,
por
ago
ra,
realisar
enlre
as
duas
potências
um
projecto
d
’
alliança,
que
lauto
inquieta
a
Allemanha,
e
que
seria
para
o
resto
da
Europa
um
penhor
de
paz
e
segurança.
---------
■rTiawo
—
a—
—--------------- -
Amigo®
e eollega®
Villa
do
Conde
10
de
julho
de
1875.
Enviei
honlem
á
«Nação»
a
carta de
que
vos
rernelto traslado
fiel,
e
rogo-vos
a
finesa
de
a
transcreverdes
no
«Lommer-
cio
do
Minho».
E
’ longa,
mas
o
assumpto
de
que
trata,
reclamava
extensão
de
con
siderações,
e
não
vos
arrependereis
de
occupar
tamanho
espaço na
vossa
folha,
attendendo
ao fim que
levo em
mira.
Todo
vosso
Custodio Velloso.
«MEUS CAROS
AMIGOS E
COLLEG4S.
Commemorou-se,
n
’
esta
villa,
com
so-
lemnissimos
festejos
religiosos,
no
dia
17
de
junho
ultimo,
a
eleição ao
Solio
Pon
tifício
do
immorlal
Pio
IX.
Não
foi
o
primeiro
anno
que
se
celebrou
n
’
esta
re
ligiosa
povoação
lào
fausto anniversario;
mas
foi
este,
por
certo,
o
anno
em
que
a pompa
da festividade
sobrelevou
a
dos
annos
antecedentes. O
esmero
da com-
missão
promotora,
de
que
tive
a
dislin-
cta
hoora
de
ser
desvalioso
membro,
al
cançou
o
rebrilho,
nunca
por
aqui visto,
da
solemnidade
mais
expressiva
dos
sen
timentos
religiosos
de um
povo
catholico,
no
meio
da
famosa
iucta
actual,
porque
atravessa
a
Egreja
nossa
mãe.
Este
novo
realce,
porém,
da
festivi
dade
religiosa
incommodou
supinamenle
uns
soi-disanls
liberaes,
que
por
aqui ap-
parecem,
e
que
para porem bem
de
ma
nifesto
a
sinceridade
de
seus
sentimentos
religiosos
e
políticos,
enxergam
em
todas
as
demonstrações
de
piedosa
veneração,
filial
respeito
e
entranhado
affecto
ao
Che
fe
Supremo
da
religião
catholica,
um acto
de
reacção
e
de
ultramonlanismo
que
póde
abalar
e aluir,
de
golpe
e
pela
raiz,
o
actual
sistema
governativo
da
nação
e
as
instituições
políticas
vigentes!
Surgiu,
por
tanto,
eulre
os
iocommodados
liberaes a
que
venho
de referir-me, o
desastrado
pensamento
de
commemorarem,
a 8
de
julho,
o
desembarque, na
praia de
Pam-
pthde,
das forças
que
acompanharam
o
snr.
D.
Pedro,
em
1832.
Já decorreram
43
annos apoz
essa data
que
recorda
uma
das
muitíssimas
paginas
negras
da
histo
ria
de
nossas
guerras
intestinas,
e
nunca
houvera,
desde
então
alé hoje,
a
lembran
ça
de
a
rememorar,
por
demonstrações de
publico
regosqo,
mesmo
nos
tempos
em
que
ainda
viviam
por
aqui muitos
dos
sectários
mais
enlhusiastas
que
presencea-
ram
e
applaudiram
aquelles
acontecimen
tos, de
que resultou
a
mudança da
di
nastia
reinante
e
do
sistema
político
que
regia
o
paiz!
Foi
mister
que,
em
1875,
os
esplendores
de
uma
festividade
ponti
fícia
viessem
accordar
os
adormecidos
ran
cores
políticos,
celebrando
uma
data
que,
se
para
uns
simbolisa
o
prologo
de
um
almejado
triunfo,
relembra
a
outros
o
in
tróito
de uma serie
de
inesperados
e
lu-
ctuosos
reveses
; e
perante
a
historia
im
parcial
não
é
senão
a
memória
de mais
uma
ferida
rasgada
no
coração
da
patria,
porque
a
iucta era só
entre
portugueses
!
Abraçado,
pois,
o
pensamento
da
acin
tosa
festança
de
8
de
julho,
constituíram
a
comrnissão
promotora,—
aggregaram-lhe
uns
moços talvez
virgens
nos
estudos
sé
rios
da
historia paina,
e inexpeitos no
alcance
malicioso
d
’
aquella ideia
anli-pa-
triotica,—
entraram
em afanosos preparati
vos—
atrelaram
a
si
um
prégador
do Porto
—
e
honlem,
8
de julho,
patentearam
os
seus
regosijos,
desde
o
romptr d
’
alvorada
até
alta
noite,
celebrando
se
de
tarde
um
Te-Dewn,
na
Egreja
matriz,
precedido
da
oração
laudatoria
do
tal
prégador
d«
Por
to,
a quem
chamam
padre
Patricio.
Fui
ouvir
o
sermão.
Presumia,
com
plausível
fundamento,
que
tão
delicado
e
melindroso
assumpto,
não
era
para
um
orador
vulgar
;
e
receava
que
se ofíendesse a susceptibilidade de
muitos
ouvintes,
e
não
se acatassem
as
crenças sempre
respeitáveis
dos
que
não
applaudiam
o
motivo da
solemnidade.
E
não me
enganei.
O
púlpito
foi
convertido
em
tribuna
polilica
d
’
onde
se
dispararam
cs
mais
atre
vidos
insultos
á
memória
do
sor. D.
Mi
*
guel
(que
foi
comparado
a Nero
e
a
Ca-
ligula)
e
aos
homens
que
por sua
convic
ção
firme,
sincera
e
desinteressada
o
ti
nham
por
seu
rei legitimo,
e
por
sua
causa
verteram
até
á
ultima
gota de
sangue.
D
’
aquelle púlpito
(o
que
mais
é)
arroja
ram-se,
com
ufanosa
protervia,
ás
faces
do
clero,
cujo
membro
é
aquelle préga
dor,
as
injurias desbragadas
que
soem
usar
os
adversários
encarniçados
e
irre
conciliáveis
da
religião,
e que
recebem
o
;>anlo
e
a senha das
cafúas
subierraneas
da
maçonaria.
Aquillo
nào
foi
um
sermão;
foi
uma
vernna
constante;
foi
um
acervo
de doestos
lançados
solemnemenle
á
fronte
de
um
povo
illustre,
morigerado, sisudo
e
prudente, como
é
o
d
’esta boa
terra
de
Villa
do
Conde.
Nào
foi
o
orador
sagrado
que
se
congratulava
por ver
aos
pés
do
throno
de Deus
os
homens
que,
reconhe
cidos
á
Divindade,
lhe
agradeciam
a
vi-
ctoria
de suas doutrinas
que acreditavam
verdadeiras
e
salutares
para
o
seu
paiz.
Não
foi
nada
d’
isso:
foi
o
tribuno
dee-
cabellado
que
no
templo
de
Deus cuidou
estar
em
assembleia
de
revolucionários,
lendo
por
alvo
a
injuria
soez
do
dema
gogo,
e
por
meio
o
rancor
de
velhos
odios
que
não
cançam
I
A
deturpação
da
historia
correu
parelhas com a
improprie
dade
e
rudesa
da critica. O
desalinho
e
mau
gosto
da
fórma lilteraria
foram
con
gruentes
com
o
gaguejamento
dechmato-
rio
e
destoaote
vehemencia
da
frase.
Me
lhor
fôra
que os
festeiros
prescindissem,
a
tempo,
de tão
desastrado
orador.
Evi
tariam
d
’ess
’arte a
indignação
de
grande
parte
do auditorio,
principalmente
da classe
artística,
que, se
podesse
perder o
res
peito á
santidade
do
logar,
talvez
fisesse
sentir,
alli mesmo,
com
energia,
ao
ver-
rineiro
desbragado,
que
se
não
insultam
impunemente
as
crenças
alheias, pelo
menos tão
diguas
de
respeito
como
as
d
’
elle.
E
pois
que
o
snr.
padre
Patricio,
pro
clamando-se
membro de uma
familia cujo
chefe
fôra
victima
dos
desvarios
políticos
da
sua
epoca,
se
esqueceu
de
que
d
’
enlre
os
que o
escutavam,
muitos
lambem
ha
veria
que
teriam
sido victimados
pelos
desvairamentos
de
seus contrários,
—pois
que
o
snr.
padre
Patricio, olvidando
a
sua
sagrada
missão
sacerdotal,
abusou
co-
vardetnente
da
sua
posição,
porisso
que
sabia
que
n
’
aquelle
logar inviolável
ninguém
se
atrevia a
responder-lhe
condignamente
—
eu,
que
não
sou victima próxima
ou
remota das
nossas
lamentáveis
discórdias
civis,
que
não
assisti
áquellas
scenas
de
sangue
e
de
lucto,
porque
nasci
muilo
poàleriormenle
á
convenção
d
’
Evoramon-
te,
e
que, emíim, sempre me
revolto con
tra
todos
os
iusultadores
covardes
que,
não
acatando
nem
o
logar,
nem
a
occa
sião,
nem
as
pessoas,
postergam a
pró
pria
dignidade
e
esbofeteara
a
sociedade,
—
eu
provoco
e
desafio
o
snr.
padre
Pa-
uicio
a
que
venha
a
esta
cominum
tribu
na
da
imprensa
publicar
fielmente o
ser
mão
que
hontem
prégou
na
egreja matriz
d
’
esta
villa
;
que
eu,
conferindo-o
e
achan
do-o
conforme
ao
que
s.
s.
a pronunciou
no púlpito, (o
que
posso
vereficar
á
face
dos
meus
apontamentos
e
dos d
’
outras
pessoas
que
de
os
tomar
tiveram
igual
curiosidade)
—
desde
já
protesto
demonstrar,
perante
a opinião
publica
da
minha
pa
tria,
que
s.
s.
a
foi
apaixonado
alé
á
in
justiça, illogico
até
o
absurdo,
descortez
até
o
insulto,
incoherente
alé á
contra
dição,
abusivo
até
á
covardia,
cego na
critica
até
á
ignorancià
das
leis
históricas
ensinadas
pela
sã e verdadeira filosofia,
indigno da
melindrosa
missão
que
lhe
con
fiaram,
vilipendiando
criminosaments
a
tri
buna
sagrada,
que
transformou
em
tripo-
de
altaneira
d
’
onde atiçou
o
odio das
paixões
partidarias,
e
finalmeote
de
sal
da
terra e
luz
do
mundo,
que
deve
repre
sentar
o
seu
caracler
de
sacerdote,
tran-
smud-ou-se
em
raivoso
açulador de
ran
cores
e
facho
incendiario
de
partidos.
Não
é
só
minha
esia
opinião;
esião
comigo
muitos
cavalheiros d’
esta
villa,
inclusive
grande
numero
dos
que
concorreram
pa
ra
aquella
manifestação.
Provoco,
pois, o
snr.
Patricio
a que
publique
o
sermão,
sob
pena
de
ser
jul
gado
merecedor
da
execração
dos
homens
sensatos,
fundados
no
que
acabo
de
affir-
war,
e
nas partes do
sermão
que
publi
carei
se
tanto
fôr
mister,
e
se
o
dito
snr.
Patricio
a
isso
se
não
apressar.
Depois
lerei
a
apresentar
mais
algumas
ponderações,
dirigindo-me
directa
e
indi-
rectaiuente
aos
prelados
das
dioceses
do
Porio
e
Braga,
a
fim
de
se
evitarem es
cândalos
d
’
aquella
ordem.
Indultae-me
a
prolongação
d’
este
escri-
pto
a
que
fui
levado
pelos
sentimentos
de
isento
patriotismo
que
me
ufano
de
pos
suir
como
—Todo
vosso
—
custodio
vel
loso
.
—
Villa do Conde,
9
de
julho
de
1875.»
..------------------------
Porto !>
de .JaiSIio de
ISIS
(Correspondência
particular.)
Voga
a orgia,
commemorando a
data
gloriosa
da
sua
emancipação.
Exulta
a
magarefada
liberanga
tripu
diando sobre
o
sangue
e
despojos
das
victi-
mas
da justiça
e do
direito.
E
’
vêr
como
expandem
jorros
de
ba
lofa
elequencia
a
encomiar
a
obra
com-
rnemorada.
Prodígios
de
valor
nos
7;5b0,
Os
12
pares
de
França
ficam a
perder
de
vista.
Sete
mil
e quinhentes
que
vinham
de
fóra
contra
oitenta mil
que
estavam
de
dentro,
— chegarem, verem e
vencerem.
—
é
caso
para
celebrar
em
legendas
fabu
losas.
Tripudiae,
tartufos
da
fementida
li
berdade.
Balthasar
lambem
teve
o
seu
festim.
As
pirraças
nem amortecem âni
mos
nem
os
robustecem
para
a desforra.
O
leão é
grande
de
sobra
para
que
o
im
pressionem
os
saltos
e
piruetas
dos
ratos,
embora
ataviados
de
lantejoulas
e
ouropéis.
A
hombridade,
firmeza
de princípios
e
circumspecção—
que
estão
intemeratos
com
o
partido
que
a
traição
e
quatro
nações
fizeram
vencido,
não
são
predicados
que
vacilem
de
mínima
impressão
pelas
festas
de
pirraça.
Vemos
a
vossa
orgia
com
a
impassibi
lidade do
verdadeiro
crente.
Do
alto
e
muito
alto
da
nossa
limpa
consciência, da
nossa
robusta
fé, da nos
sa
abnegação
nunca
desmentida,
contem
plamos
mais complacentes
que
rancorosos,
—
os
vossos tripendios —
a
vossa
peque
nez
de instinctos. Afundae vos no
charco
da
vossa orgia
em
quinto
é
tempo,
as
sim vos desmascaraes também
;
—
vós
que
apregoaes
generosidades
e
philantropias
vós
que inaugurastes
a
vossa
bandeira
ao
grito
de liberdade
e
fraternidade,
desmen
tindo
para
logo
o
lema
pelo
vibrar
do
fer
ro
fratricida ; — vós
que
atiraes aos
olhos
dos
papalvos
que
incaulamente
vos
segaem
a
poeira
d
’
uma fementida liberda
de,
vindes ahi saracotear
sobre um
partido
que
diseis
morto,
— julgando
dilacerar-lhe
mais
as
feridas que
ha
43
lhe
abristes.
Co
mo
sois
generosos
com
os
vencidos
!
Expoliastel-os,
assassinastel-os,
excluis-
lel-os
de
todas
as
regalias
de
porluguezes,
fechastes-lhes
as
porias
aos empregos
pú
blicos,
apesar
de
deitardes
leilão
dos
lo
gares
para
quem
mais
habilitado
seja,
e
elles
por
suas
habilitações
tenham
jus
á
colocação,
aniquilasle-os
erpfim,
e
agora
que
a sedenta
cólera
já
tinha
tempo
de
se
saciar,
vindes
ahi
ás
praças
publicas,
á plena
luz
do
dia
expandir
os
vossos
ran
cores
em
festas-pirraças,
que
outra
cousa
não explicam senão
o
satanico
de
vossos
instinctos.
Festejae,
festejae
pois
;
que Balthasar
também
teve o
seu
festim.
J. A.
M.
Júnior.
REVISTA
ESTRANGEIRA
Hispanha.
Noticias
da
guerra
A
cidade de
Molins
del
Rey,
a
tres
legoas
de
Barcelona,
foi
tomada
por
Sa-
balls,
ficando
em
poder
d
este
arrojado
caudilho
toda
a guarnição,
depositos dur
mas
e
munições.
O
n.°
de
presioneiros
sobe
a
17G,
en
tre
os
quaes
3
capitães
e
4
officiaes.
—
O
general
Perula
foi
nomeado
chefe
d
’
estado maior,
tendo
ás suas
ordens
os
brigadeiros
Argulez
e
Guzmão.
—Mendiri
foi
nomeado
direclor
geral
d
’infanteria.
—
Da
correspondência
da
«Palavra»;
«A
guerra continua
agora com gran
de
actividade
e
o
resultado
das
opera
ções
nào
traz
descontentes
os
carlistas
que
até
hoje
teem levado
a
melhor
na
recem-inaugurada
campanha,
diga
o
gover
no
o
que
disser.
O districto
em
que menos
se
lem
fei
to
desde
a
minha
ultima
é
o
da
Catalu
nha,
oude
só
ha
noticia de uma
ligeira
escaramuça
em
Calaf
enlre
o
general
car-
lisla
Castell
e
o
brigadeiro
affousioo
Caia-
lan. No
primeiro
instante
ignorava-se
a
razão
porque
este
feito d’
armas
não
pas
sou de
escaramuça,
mas
fados
posterio-
GAZETILHA
caso
proveitosa
lição
e
desengano,
conclue
a
«Palavra».
ALUGA-SE
res
demonstram
que
tendo
Caslell
por
objectivo
approximar-.se
de
Cuica
e
guar
dar
algumas
de
suas
passagens,
não
con
vinha
mallograr
ou atrasar
a
sua
opera
ção
para
dar
um
combate
serio
que
pou
co exito
podia produzir.
Esta
operação
de
Castell
e
os
mo
vimentos
realsados
nas
províncias
de
Ge
rona
e
Barcelona
por
Saballs
para
atlrahir
forças
affoíisioas
áquelles
pontos
respon
diam,
como
agora
está demonstrando,
ao
proposito
de
deixar
franca
a
passagem
do
Ebro
ein
certos
logares
e
expedita
a
do
Cuica
para
qoe
podessem
realisar-se
as
hábeis
operações
ideadas
por
Dorregaray
no
Centro.
Desde
que
o
território
em
qoe
se
mo
via
foi
invadido
por
um
exercito de mais
de
50:000
homens
provido
de grandes
meios,
a
situação,
como
em
tempo disse,
era
muito
grave,
pois
não podia
oppor-
lhes 20:000.
com
incompleta
organisação
e
sem
artilheria,
e
para evitar
um desas
tre
preparou
e
realisoo
movimentos
estra
tégicos que
na
opinião
de
militares
com
petentes,
aflectos
ao
liberalismo,
fazem
por
si
só
a
reputação
de
nm
general.
Depois
da
occupação
pelo
exercito
af-
fonsino
de
vários
pontos de que
fallei
e
de
dar
o
combate
de
Manlló,
de
que
dei
uma
resenha,
rettrou-se sobre
Iglesuela
e
M<s;u
ruela
e
Jovellar proseguiu
o
seu
movimento
combinado
até
Cantavieja
a
que
poz
sitio;
porém
no
dia
seguinte (1
do
corrente)
quando
já
suas
forças
todas
(qualro
divisões)
deviam
reunir-se
e
dar
a
suspirada
batalha
ordenou
um
reconhe
cimento
sobre
as
posições
do
inimigo
e
com
efieilo
Dorregaray não
estava
alli,
porque depois
de
attrahil-o tinha realiza
do
uma habilíssima
operação
deslisando-
se
por
entre
os
corpos
do
exercito
ini
migo,
atravessando o
Ebro
e
dirigindo-se
com
o
de
seu
commando
ao
Alto
Ara-
gào,
onde
se
encontra
com
um
rio
de
permeio,
desfeitas
as
combinações
a
tan
to
custo
preparadas
por
seus
contrários,
unido
á
divisão
carlista
aragoneza
e
em
disposição
de
atravessar o
Cuica
que
guar
da,
e
dirigir-se
á
Catalunha,
ou apresen-
lar-se
á
rectaguarda
do
exercito liberal
em
Navarra, atravessando
para
isso
o
Al
to
Aragão.
Em
vão
o
seguiu
Weiler que só
con
seguiu
ver
como
passavam
o
Ebro
os
úl
timos
soldados
carlistas,
sem
poder
adean-
tar-se
pelo
mesmo
caminho
porque
sua
artilheria
o
impede
de
passar
a
vau, e
em
vão
também
se
dirigem
navios
a
Vi-
ranoz
para
transportar
o
exercito
á
Ca
talunha,
porque
a
combinação
preparada
está
sem
duvida
desfeita e
no
Maestraz-
go
apenas
fica
como
despojo
a
povoação
de
Cantavieja,
ponto
de que
já
me
tenho
occupado
algumas
vezes,
e
seus
quinhen
tos
defensores
que
ha
seis
dias
resistem
contra
todo
o
poder
de
Jovvellar.
Ainda que
não
de
tanto mérito,
são
talvez
mais
transcendentes
os
successos
do
Norte.
No
dia
1,
como
annunciei,
pelejava-
se
no
valle
de
Mena,
e, posto não
haja
promenores,
póde
presumir-se
que
a
for
tuna
foi
adversa
aos
liberaes
porque
no
dia
4
tornaram
os
carlistas
a
atacar
Mer-
cadillo, e, se
bem
que
o
não
tomaram,
a
situação
dos
seus defensores
devia
ser
Uo
apertada
que
n
’
aquella
noite
empre-
henderam
a
retirada, coucentrando-se
uma
divisão
ua
esquerda
de
sua
linha,
lendo
á
rectaguarda a
província
de
Burgos,
ou
antes a parle
d
’
ella
que
ainda
occupam
e
deixando abertos aos
carlislas
os
valles
de
Mena.
Losa
e
Carranza.
N
’
este
momento
recebeu-se
a
partici
pação
de
que
Loma
se
retirou
dos
ditos
valles
e
vem
unir-se
ao
general
em
chefe
Quesada
em
Arana,
entre
Miranda
e
Nan-
dares.
Pela
outra
parte
das
linhas
liberaes
do
Norte
sabe-se
que,
aproveitando-se
do
mo
vimento
de
concentração
do
corpo
de
exer
cito
que
occupa
urna
parte da linha
do
Arga,
os
carlistas
fizeram
um
forte
reco
nhecimento
sobre algumas
d
’
aquellas
po
sições no
dia
4,
de
cujo
resultado
se
mostram
satisfeitos.
A
praça
de
Hermani,
não
póde
com-
municar
com
a
de
S.
Sebastião,
segundo
se
vê
de
uma
participação
do
general
Blanco
dizendo
ao
governo
que
conseguiu
com
a
perdi
de
alguma
gente introduzir
alli
um
comboio.
Com
esta situação
abriram
os
carlistas
as
suas côrles
foraes,
qne
elles dizem
es
tarem muito
animadas
pelo
bom
aspecto
que
oflerecera
os
negocios.»
A
universa ri o
natalício.—
Comple
ta
hoje
14
annos
a
Sereníssima
Senhora
D.
Maria
Anna,
5.a
irmã
do
Senbor
D.
Mi
guel
de
Bragança.
Enviamos
as
nossas
felicitações
á
Real
Familia
Proscripta.
Heneílcio.—
O
beneficio
dado
em
fa
vor
das
Ursulinas,
d
’
esta
cidade,
por al
guns
curiosos,
terá
logar
no
proximo
do
mingo,
18, no
theatro
de
S.
Geraldo.
Sóbe
á
scena
o
drama
em
5
actos Hon
ra
e
amor,
a
scena
dramatiea
O
escravo,
e
a
comedia
Tribulações
d
um
tutor,
Meeting eleitoral.
—
Vários
eleito
res de
Braga, cuja maioria
pertence
á
clas
se
artística,
projectam
realisar,
no
domin
go,
pelas
10
horas
da
manhã,
oo
thea
tro
de
S.
Geraldo,
um
meeling
eleitoral
com
o
fim
de
escolherem
entre
os
cava
lheiros da
localidade
um
deputado
que re
presente
etn
cortes
esle
circulo.
Carta
de
Villa do
Conde.—
Cha
mamos
a
allençào
dos
leitores
para
a
car
ta
que
de
Villa
do
Conde nos foi
re-
meltida
pelo
nosso
esclarecido
collega,
e
prezado
amigo,
dr.
Custodio
Velloso. e
a
qual
vae
publicada
n
’
oulra
secção
d
’
este
jornal.
Publicações.—
Recebemos
dois
exem
plares
d.»
folheto
intitulado
As
proesas
de
Gregorio
José
Ribeiro,
governador de
S.
Tnvme
e
os
seus
caceteiros
confessos.
Pelo
ba
charel
Evaristo
Augusto
Pedroso
Brandão.
—
Os
Tribunaes
secretos.
Fascículo
n.° 6.
E
’
edição
da
Ribliol/ieca
dos
livros
uteis,
e
traducção de
Pinheiro
Chagas.
Keetifleações.
—
Sahiu
bastante
in-
correcto
o
nosso
n.°
antecedente.
Por
ser
grande o
nnumero
das
incorre-
cções,
limitar-nos-hemos
a
reclificar as do
nosso artigo
directivo,
o
que
passomos
a fa
zer
:onde
se
lê:
fundamentei,
leia-se
—
funda
mental;
onde
se
lê:
sinsero,
leia-se
—
sincero
;
onde
se
lê:
do
nosso
partido,
leia-
se
—da vosso partido.
Procissão.
—
Saiu
ante-hontem
da
egreja
de
S. João
do
Souto
a
procissão
do
SS.
Sacramento,
que
ia
com
a
maior
pompa
e
esplendor.
N
’
esta
brilhante
festividade
foi
religio
samente
cumprido
o programma que pu
blicamos
n’
um
dos
passados
n.
os
Jubileu
do
Anno
Santo, no Por
to. —
Verificaram-se
nos
dias
5, 6
e
7 do
corrente
as
procissões
do
Jubileu,
feitas
pelo
exc.
n,
°
e rev.mo prelado
que
acom
panhava e
presidia o
rev.ín® cabido
na
Ca-
thedral.
Compunham
mais
o
préstito
das
mesmas
procissões os
alumnos
do Semi
nário,
cerca
de
metade
do
clero d
’
aque!la
cidade
e
duas
ou
tres
confrarias, entre
ellas
a
de
Nossa
Senhora
da
Silva,
erecta
na
respectiva
capella
da
rua
dos
Caldei
reiros.
Entre
o
clero
iam
incorporados
os
re
verendos
capellães do
côro
da
Misericór
dia.
A
concorrência
dos
fieis
era immensa
e
augmentava
de
dia
para
dia,
vendo-se
no
meio
dos
fieis
muitas
das
pessoas
mais
distinctas
d
’
aquella
cidade.
Houve
sempre
muita devoção e
muita
ordem.
No
dia
7,
á
porta
da
egreja
de
Nossa
Senhora
do
Terço
e Caridade,
um
indiví
duo
não
queria
tirar o
chapéu
;
viu-se,
porém,
forçado
a isso em face
da
altitude
nada
lisongeira
que
iam
tomando
as
pes
soas
que
se
achavam próximas
a
elle
e
que
se
viam
indignadas
por
tão
inqualificável
proceder.
Felizmenle
o conílicto
que mal
começou,
terminou
logo
sem
consequências
desagradaveis.
A
procissão
visitou
as
egrejas
de
Nos
sa
Senhora
do
Terço,
das
meninas
des
amparadas,
das
freiras
de
Santa
Clara
e
da
Sé.
Em
todos
os
tres
dias quando
o
vene
rando
prelado
se
dirigia,
terminado
o
acto,
da
Sé
para
o
paço
episcopal,
agglomera-
va-se
o
povo
em
ondas
em
derredor
d’
elle,
procurando lodos
á
porfia beijar-lhe
o
au
nei
e
dar-lhe
assim
uma
prova
de
estima
e
filial
veneração.
Era
sobremodo
edifican
te
e
consolador
ver
a
devoção
com
que
tão
grande
numero de
fieis
concorreu
com
seu
pastor
a lucrar
o
Jubileu,
e
depois
o
terno
e
reverente
aftecto
com
que
iam
pressurosos beijar o
annel do
snr.
bispo.
Pena
foi
que
não
assistissem
bem
de
perto
a
esta
imponente
manifestação
de
fé esses
miseráveis
que
leem
ido
insultal-o
a
elle,
ao
clero
e
aos
catholicos
á
porta
da
cathedral
por
occasião
da
festa
do
Papa.
Foi
pena,
repetimos, pois, aliás,
aquelle
especlaculo
magnifico
prestar-se-lhes-ia
a
reflexões
que
poderiam
fazer
cair em
si
a
alguns
d
’
elles,
e
ser-lhes-ia
em
todo o
A’
earidatle.
—
Imploramos
ás
almas
caridosas
se
lembrem, com
uma
esmola,
do
infeliz
José
Avelino Ferreira
dos
San
tos, qoe,
vae
em
dous annos,
se acha
impossibilitado
de
trabalhar,
vivendo
na
maior
miséria
em
companhia
de
soa
mu
lher
e
5
filhos de
menor
edade.
Reside na
rua
da
Ponte, n.°
5.
A SEMANA RELIGIOSA BRACARENSE
Publicou-se o
n.°
7
d’
este
semanario
re
ligioso
que em
parle
vem substituir
a
União
Catholica
e
Atalaia
Catholica
que
por es
paço
de
19
annos
se
publicou
ifesla
cida
de,
e
o
qual
conterá :
As
leis,
decretos
e
portarias
do
Minis
tério
dos
Negocios
Ecclesiasticos.
As
Pastoraes, Exhortações, Editaes
e
outras
medidas
geraes
expedidas
pela
Secre
taria
de
S.
Exc.
a
Rev.
ma o
Snr.
Arcebispo.
Os
editaes
de
concurso,
os
provimen
tos
das
egrejas,
as
Provisões
d’
Encommen-
dação
e
outros
actos da Camara Ecclesias-
licado
Arcebispado.
Os
factos
mais
notáveis
da
Egreja
Catho
lica
com
relação
a
Portugal.
Artigos
de
doutrina
religiosa,de
lithurgia
de
Historia
Ecclesiaslica
que
digam respei
to
a
este
Arcebispado Primaz das
Hispanhas.
Apotegmas
ou
ditos sentencionarios
que
tenham
alguma
moralidade.
Biographias
de
varões
illustres
por
sua
sciencia,
virtude
e
serviços feitos
á
Egreja.
Preço
d
’
assignalura:
por
anno l$200
—
seis mezes
600
réis.
—
Com
estampilha por
anno
l$500
semestre
750.
Assigna-se
em
Braga,
na
rua
Nova
de
Sousa
n.°
3,
para onde
deve
ser
remetti-
da toda
a
correspondência
ao
editor
José
Maria
Dias
da
Costa.
Matérias
contidas no presente
numero :
Expediente
ecclesiastico
do
arcebis
pado.
Parle
official.
—Modelos
para
a
execu
ção
do
registo parochial.
Secção
religiosa.
—Procissões.
A
educação.
Secção
lilteraria.
—
A tatica
livre-cullista.
Noticias
e
factos
diversos.
AGRADECIMENTOS
João
Cazimiro
da
Costa,
e
filhos,
penho
rados
para
com
os
cavalheiros
que
tão
re-
levanlissímos
serviços
lhes prestaram
na
extineção
do
incêndio,
que
infelizmente
se
manifestou
na
sua
casa,
em
a
noite
de
segunda
feira,e aos
quaes
deve
a
sua prompta
extineção;
veem
por
esle
meio
lavrar
um
protesto
da
sua
gratidão
e
reconhecimento
indeleveis.
• AMUNCIOS
Banco
Commercial,
Agrícola
e
Industrial
DE
Villa
Real
[Sociedade anonyma
de
resposabilidade
limitada)
Havendo
alguns
dos
snrs. accinislas
d
’
es-
te
Banco deixado de
satisfazer
ao
pedido
no
annuncio
de
10
de
março
ultimo,
são
de
novo convidados
para
remetlerem
á
Di
recção
de
mesmo
Banco,
até
ao
fim do
mez
corrente,
declarações
em
que
indiquem
os
numeros
dos
titulos
provisorios
que
pos
suem,
a
quantidade
de
acções
n'elles
re
presentada.
e
o
nome
em
que
quizerem
lhes
sejam, passados
os
titulos
definitivos,
na
certeza
de
que
não
sendo enviadas
á
séde
do
Banco,
no
praso
acima
dilo,
as
de
clarações
de
que
trata
o
presente
annun
cio,
os
titulos
definitivos
setão
passados
ao
portador.
As
listas
impressas
para
as
declarações
são
fornecidas
no
Porto
e
Braga
pelos
agentes
do
Banco.
Villa Real 9
de
Julho
de
1875.
Os gerentes,
Joaquim
José
d
’Oliveira
Guimarães
Agostinho José
da
Costa.
(2561)
Vende-se
uma
morada
de
casas
na
rua
de
S.
Vicente, n.°
6,
com
iafcfm
[)Orn
quintal
e
agoa.
Quem a
per-
tender dirija-se
á
mesma,
onde
encontra
rá
com
quem
tratar.
(2563)
Uma
casa
feita
de
novo,
sita
na
rua
das
Agoas,
n.° 91.
Trata-se
na rua
dos
Chãos
n.®
13.
Póde
vêr-se
das 10
horas
da
manhã,
até
á
1
da
tarde.
(2560)
Traspasse
de
negocio
Traspassa-se
a
confeitaria
e
restauran
te
da
roa de
S.
Marcos,
d’
esla
cidade.
Trata-se na
mesma,
de
seu ajuste. (2563)
Banco Commercial,
Agrícola
et
Industril
de
Villa
Real
(Sociedade anonyma de responsa
bilidade
limitada)
A
gerencia
annuncia
ao
snrs.
accionis
tas
que
no
dia
14
do
corrente
principia
a
pagar-se
o
dividendo
do
f.°
semestre
do
corrente
anno
na
rasão
de
1$200
rets
por
acção.
Os
snr.
accionistas
do
Porto
e
Braga,
podem
receber
o
dividendo
em
casa
dos
agentes
do
mesmo
Banco
n
’
estas
cidades.
No
Banco
e
Agencias
fornecem-se
im
pressos
para
os
recibos.
Villa
Real
3
de
julho
de
1875.
Os
gerentes,
Agostinho
José
da
Costa
(2555)
Joaquim
José
d
’
Oliveira
Gomes.
DE
BRAGA
A
Direcção
annuncia
que
o
dividendo
do
1.°
semestre
do
corrente anno,
é
na
razão
de
3
p.
c.
ou
l$500
reis
por
acção
que
principiará
a
pagar-se no
dia
12
do
corrente, das
10
horas
ás
2
da
tarde na
lhesoraria
do
mesmo
Banco,
continuando
em
todas
as
segundas
quartas
e
sextas
fei
ras.
Os
snrs.
accionistas
do
Porlo
podem
receber
na
Caixa
Filial
d
’este Banco
n
’
a-
quella
cidade.
Braga
8
de
julho
de 1875.
Os
directores
Luiz
Anlonio
da
Costa Braga
Manoel
José
da
Cosia Guimarães.
Nova
empreza
de
trens
Largo
de S.
Francisco n.° X
5JKAG1
Faz
publico
que
desde
o
dia
15
do
cor
rente
mez
estabelece
mais
uma
carreira
diaria
de
diligencias
entre esta
cidad
e
Pon
te
do
Lima.
Horário
Sahe
de Braga
ás
duas
da
larde e
che
ga
a
Ponte
ás
7,
sae
de
Ponte
ás
6
da
manhã e
chega
a
Braga
ás
12.
Preços
:
deniro,
500
rs.
fóra
400.
Pontos
intermediários
20
reis
por
ki-
lometro.
Braga
7
de
julho
de
1875.
O
gerente,
(2556)
Eduardo
Pacheco.
Venda
de
casas
Vendcm-se
juntas
ou separadamen-
dez
moradas
de
casas
com
gran-
de
quintal,
lendo
os n.°
s
72
a
82,
próprias para
edificação
d’um
grande
pré
dio
e
sitas na
rua
da
Cruz
de
Pedra em
frente
á
nova
rua
que
se
vae abrir
para
a
estação
do
caminho
de
ferro.
Trala-se
na
mesma
rua
n.°
100
com o
snr. Ma
noel
Anlonio
Pacheco.
(2511)
ARRENDA-SE
N
o
logar
da
Fonte
proximo
á
estação
do
caminho
de
ferro,
d
’
esta
cidade,
arrenda-se
com
terreno
pira
quintal,
ou
sem
elle,
a
casa
denominada
da
Fonte. Tem
commodos
para
numerosa
familia,
e
agua
de
poço
e
bica.
Quem
a pretender
arrendar
póde
di-
rigir-se á
mesma que achará
com
quem
tratar.
(2528).
João
Antonio
de
Oliveira Braga,
director
do
correio
d’esla cida
de.
Faz
saber,
que
por
espaço
de
13
dias,
e
d
’
ordem
da
Administração Central,
se
acha
aberto
concurso
para
provimento
de
quatro
carteiros supranumerários
d
’
esla
Di-
recçào
;
devtndo
os
pretendentes
apresentar
no
dito
praso
seus requerimentos,
docu
mentados,
e
certidão
de
idade
em
que
se
mostre
não
terem
menos
de
18,
oeru
misa
de
35
annos,
certidão
de
haverem
sido
recenciados
para
o
serviço
militar, bem
como
de
saude
e
bom
comportamento
;
comparecerem
os
mesmos
no
dia
23
do
corrente
pelas
8
horas
da
manbã
n
’esta
direcção,
para,
na
conformidade
do
art.
30
do
regulamento
postal
de
4
de
maio
de 1853,
ser-lhe
passado
exame
de
ler,
escrever
e
contar.
Direcção
do
correio
de
Braga,
8
de
julho
de
1875.
O
director,
(2553)
João Anlonio d
’
Oliveira
Braga.
Na
séde
d
’
este
Banco
e
nas
agencias
de
Lisboa, Porto e
Braga,
paga-se
ás
se
gundas,
quartas
e
sexias
feiras,
desde
as
10
horas da manhã
até
á
uma
da tarde,
o
diviJendo
do
1.°
semestre
d
’esle
anno
na
rasão
de
4 p.
c.
ou 30200
por
acção.
Banco
de
Guimarães,
6
de julho
de 1875.
Os gerentes,
'F.
Bibeiro
Martins
da
Costa
Francisco
P.
da
Cosia
Guimarães.
Agencia era
Braga,
Campo
de
D.
Luiz
I
n.°
29.
(2548)
Agencia
do
Banco de
Vianna
CARVALHOS
&
C."
Bua
do
Souto
n.°
30
Esta
agencia
faz
as seguintes operações
:
Desconta
letras
da
terra
e
de
cambio.
Encarrega-se
da
compra
e
venda
de
pa
peis
de
credito.
Recebe dinheiro
á
ordem
e
a
praso
abo
nando
juros.
Empresta
sobre
penhores
d’
ouro,
pra
ta,
inscripções,
acções
de
bancos
e
com
panhias.
Saca
sobre
praças
do
reino
e
estran
geiras,
onde
o
Banco tem
agencias.
Braga,
3
de
junho
de
1875.
Os
agentes,
(R
*
)
Carvalhos
&
C.
a
Officiaes
de
sapateiro
Contrata-se
um ou
dous
officiaes
a
fa
zer
solados
com
limpeza
na
morada
dos
mesmos,
aborundo-se
boa
paga.
28,
Bua
dos
Chãos,
28
Loja
de
sola.
caixEiao
Precisa-se
d
’om rapaz,
proximo
a
ga
nhar
dinheiro,
ou
mesmo d
’
um
caixeiro
de
qualquer
negocio,
que
u.-ern
de
bons cos
tumes.
28,
Bua
dos
Chãos, 28
(25
13)
Loja
de sol».
Aviso
ao
commercio
Na
Praça
d
’Alegria,
d
’
esta cidade, n.°
líí,
(antigo Campo das
Hortas)
acba-se es
tabelecida
uiua casa
de commissõe
*
.
Seu
proprietário
toma
conta
de
despachos
de
mercadorias
de qualquer
natureza
que
se
jam, tanto
d
’esta
cidade
para
a
do
Porto,
como do
Porto
a
esta.
Proraptiúca-se
a
tomar
conta
de
todas
as
fazendas
em
casa
dos
snrs.
negociantes,
e
a
entregal-as
na
do
destinatário,
(em
que
só n’isto vae
uma
grande
vantagem)
tudo
por
uma
módica
commissão
sem
competidor.
Quem
precisar
esclarecimentos
póde
dirigir-se
á
casa
supra
mencionada
ao
commissario
Anlonio
Zacharias
da
Silva
Coelho.
<2536)
ALMEIDA
&
PEREIRA
Largo do Barão
de
S.
Martinho
n.°
18
Compram
e
vendem
acções
de
todos
os
bancos
e companhias,
e
inscripções
rTassen
ta
mento
e
coupons.
(í)
NOVIDADE
4L5,
Kua <Io>
Santo, 44
Campos
&
Almeida,
acabam
de
rece
ber
grande
sortido
de
chapéus
de
feltro
e seda, «ultima
moda»,
da
acreditada
fa
brica
dos
snrs.
Maia
e
Silva,
do
Porto,
que
vendem pelos
preços
da
fabrica.
Também
se
fabricam
e
consertam
cha-
!
peus de
tod.ís
as qualidades.
(2330)
•
João
Manoel
da
Silva
Guima
rães.
—Rua
do
Souto n.°
43.
Compra
e
vende
Acções de
todos os
I
Bancos e Companhias, Inscripções
de
As
sentamento
e
coupons. (581)
Paquetes
a
sair
de
Lisboa
:
ÍSMtl ílhdEft
Balsamico-
Proph
itálico
Esta
injecção é a
unica
e
eílicaz
cura
em seis
ou
oito dias
toda a
quali-
dade
de
purgações,
lauto
antigas
como
mo
dernas,
aioda
as
mais
rebeldes.
Vende-se
em
Braga
na
pharmacia
d
Antonio
D.
Alvim,
á
Porta
Nova
n.°
14
em
Coimbra,
pliarmacia
Barata
Diniz,
rna
de
S.
Bartholomeu.
Deposito
principal
no
Porto
na
pharmacia
Madureira,
rua
do
Triumpho,
n.° 142,
proximo
ao
Palacio
de
Crystal.
Preço
de
cada
frasco.
.
.
400
rs.
(0)«
Garre
ir
a
semanal
METAES
VELHOS
Na
travessa
de
S.
João
n.°
5,
com
pra-se
toda
a
qualidade
do
metaes,
e
ferro
velho
até
mesmo
fundido. (860)
Asphalto
Nacional
da
Mina
de
Aseche
A
Companhia
de
Lisboa
com escripto-
rio
no
Porto
na
Rua
do
Bomjardun
n.®
36o,
previne
os seus
freguezes
e
0 publi
co
em
geral
que continúa
a
encarregar-
se
de qualquer obra
a
que
seja
applicavel
0
asphalto,
assim
como
terraços,
impcnas,
passeios
em
jardins
e
nas
ruas
publicas,
ca-
valheriçes,
eiras,
etc.
A
mesma
Companhia
presla-se a
ga
rantir
0
bom
resuliado
do
seu
trabalho,
sendo
suflicienle
para recommendar
0
seu
asphalto,
a
perferencia
que
lhe
tem
si
do
dada
pela
administração
das obras
pu
blicas
e 0
repetido
chamamento
para
subs
tituir
asphalto
que
se
por ahi
pregoa,
co
mo
vindo do estrangeiro.
Todos
os
snrs.
que precisem
qualquer
encommenda
d
’
este
genero,
podem
fazel-a
no
Porto
Rua
do
Boinjardim
u.
“
365,
e
em
Braga, na
Fabrica
da
Fundição
do
Minho.
(2535)
DOURO
.
.
13
de Julho
[MINHO
.
.
29
de
Agosto
MONDEGO
.
29
de
»
•
|
BOYNE .
.
13
de
Setembro
NÈVA
.
.
13
de
Agosto | GUADIANA .
29
de
>
O
paquete
de
13
toca
em
S.
Vicente, Pernambuco,
Bahia,
Rio
de
Janeiro,
Montevideu
e
Buenos-Ayres.
O paquete
de
29
toca
em
S.
Vicente,
Rio
de Janeiro,
Montevideu
e
Bue
nos-Ayres.
Os
preços suo muito
rasoavei®
Esta
companhia
para
maior
vantagem,
resolveu
ter
a
bordo
de
todos
os
seus
vapores,
criados
e
cosinheiros
portuguezes
para
servirem
os
passageiros
de todas
as
classes, cujo
tratamento se torna
hoje o
melhor
possível.
Cada passageiro
de
3.
a
classe
tem
grátis,
belixe com
colchão
e
roupa
de
cama,
vinho
e
comida
á
portu-
gueza,
tudo
em
abundancia.
O
transporte
do
caminho
de
ferro
até
Lisboa
é
por
conta da
companhia
bem
como
outras
despezas.
Para
mais
esclarecimentos
prestam-se
em
casa
do
agente
n
’esta
cidade, rua
do
Souto
n.°
43.
—
Em
Braga.
João
Manoel
da
Silva
Guimarães. (581,
A
’
s
quartas
feiras
COMPANHIA
D0
NAVMAÇÃO
A
VAlOB
DO
PACIFICO
Rio de
Janeiro,
Montevideu,
Buenos-Ayres,
Valparaiso,
Arica,
Islay
e
Callao
CAKKEIHi
QUEVZENíAL
PA» 1 PERSAMBICO E BA1ÍIA
A
Companhia
reduziu
os preços, conservando
as
mesmas
vantagen»
como
até
aqui
tem
oíferecido
aos
snrs.
passageiros:
excelíentea
commodos, hom tra
tamento, bastante
espaço pas-a bagagens e
viagens rapitâas,
pois
que
OS
Paquetes
do
Pacifico
tem
gasto
sómenle
13 dia® de Lisboa ao Rio de
Janeia-o.
Preços
das
passagens
induind,o
o caminho
de
ferro
do Porto
para
Lisboa
Crianças
dos passageiros
3/
CLASSE
2.
’
CAMARA
!.•
CAMARA
Pernambuco
.
.
.
400000
810000
1080000
Bahia
..............................................
400000
900000
1170000
Rio de
Janeiro
.
.
.
450000
900000
1210500
Montevideo
e
Buenos-Avres
.........................
540000
900000
1570500
Valparaiso, Arica,
Islay'e
Callao
....
1260000
1890000
3080500
Até
aos
12
annos
meia
passagem.
A'é
aos
8
annos
a
quarta
parle.
Até
aos
3
annos
grátis,
uma
só
de
cada
familia.
Todas
as
terças
feiras
sahirá
de
Lisboa
um
paquete,
os
passageiros
de
3/
classe
teem
beliche
com
colchão
e
roupa,
comida
a
portuguesa
em
abundancia
e vinho duas vezes por
dia
AGENTES
EM BRAGA—Almeida
&
i
ererií.
Trata
a
passagem
a pagar â
vista e
a
prazo
com
fiança. (K
*
)
VENDA
DE
CASAS
Vende-se
uma
morada
de casas
sobra
dadas,
com
lojas,
eido
com
arvores,
de
fructos
e
avidadas,
no
logar
de
Pousada
freguezia de
Santa
Eulalia
de
Tenões,
so-
bnrbios
d
’
e>la
cidade.
PóJe
ver-se
a
qual
quer
lu
ra
du
dia.
Trala-se
do
preço,
com
Custodio
José
Ferreira,
morador
na
quinta
Herdade
da
mesma freguezia.
(2557)
Vende-se
a
propriedade
que
fica
a
^
ui
Ponte
dos
Pelames
que
'WíiTíalr
Se
compoem
de
casas,
pomar
e
leiras
de
lavradio
e
arvores
avidadas
con
tíguas
e circuitadas.
Trata-se
no escnplorio
d
’
esta
redacção
*
âGOAS
MINERAES
Na
pharmacia
de
Antonio
Domingues
Alvim,
ha
deposito
de
agoas
naluraes das
Pedras
Salgadas:
Alcalina de
Moura,
En-
tre-Rios.
das Caídas
da
Rainha,
Sedlilz,
Verim,
Vidago
e
Vichy.
fQ+)
BK
AG
4
Vende-se
uma
morada de
casas
deJ
andares
no
largo do Paço
n.°
9,
trata-»ft
na
rua
do Souto
n.°
28
coin 0
snr.
Jo
sé
Antonio
da
Silva
Lomar.
(2522)
nõvãfundiçaõ
de
fêrho
DE
Anlonio Gernsano Ferreirinha
NA
Travessa
de S.
João
Aonde
faz
toda
a
obra,
assim
como
bombas, conçollas,
columnas
para
gaz,
pe-
zos
novos, panellas
á
ingleza
de
todos
os
tamanhos, canos
para
agoas
e
gaz,
e
toda
a
obra
de
fundição,
como
grades
para
sacadas,
obra
de metal,
sinos
e
outros ob-
jectos
de
igual teor etc.,
pelos preços
do
Porto.
L
’
IHuslration
dc
la
mode.
O
mais
etega
nte,
,
i
ca men
te
illustrado
e
barato
dos
jornaes
da
moda
Publica-se
em
Pariz
uma vez
por
mez,
no
formato
dos
grandes
jornaes
illuslrados.
Cada
numero
contém dez a
quinze
mo
delos
de
toiletle,
uma
grande
folha
de
mo
delos de
tamanho
natural
e
uma
magni
fica
gravura
clorida.
Quem
quizer
assignar
esta
publicação»
dirija-xe
á
livraria
de Eugênio Chardroih
largo
de
S.
Francisco.
—
Braga.
A
empreza
oíferoce aos
seus
assígnan-
les
um
magnifico
colresinho
conietidu tu
*
do
o
que
é
necessário
para
um
toucador
e
cujos
objectos
valem
para
ciwa
de 20
fran
cos.
Preços
d’assignatura
—
Portugal:
sem®
referido
brinde
—
9
fr.
Com
o
brinde —
13
fr.
Vende-se
urna
morada
de
casas
C0(11
quintal,
no
campo
de
Nossa
Senhora
A
Branca,
com
frente
para
o
nascente,
designada
pelo
n.
“
19.
Trata-
se
na
casa n.°20, do mesmo
campo.
(25-U)
z
.......
Vende-se
ou
aluga-se
as
casas
i>-°
e
22,
na
tua
dos
PeiameS'
a
primeira
casa
torre
e a
segunda
leirea:
ambas
teem
quintal
e
poço
m>6
’r0.
Para
tratar na
pharmacia
Alvim,
i*
raÇ
a
da
Alegria,
n.°
14. - É o formato de
-
comerciominho_13071875_369.pdf
Parte de Comércio do Minho (O)