comerciominho_10071875_368.xml
- conteúdo
-
■
--.r
■■»
—
n
i
i
. ,
*
J
--
*--
£
9
£JBMCzÃ-SK
(1)
Terá
o
snr.
Êuues
a
bondade
de
nos
dizer, como
é
q»e
os
seus
Berge-
rets
prodozem
esta
transformação?
Ah!
emqoauto
os
Lazari-tas
váo
a
milhares
de
legoas
piégar
sermões,
que
transformam
fehzmertle
raças
df
cabidas;
os Ennes do
MindePo,
repotream-se
em
íolas
cadeiras
a
inventar
Bergereiís:
isto
é
os
Lazaris-
las
europanisam, os
Ennes
.ckinisam-se
!
(2)
Ennes
chama-lhe Bei
gerei
!
Que
nome então
merece
Ennes?...
(3)
Outro Berge.et,
segundo
Ennes....
r
^
SSI
£
na
7
see
yende-se
no
escrip.ono
do
epitor
e
proprietário
Jow
Afana Dias
g,
a
Costa,
rua Nova
n/íE,
para
onde
deve
ser
dirigida
toda
à
correspondência
franca
de
por
e
—As
assi-
gnaluras
são
pagas
adiantadas
;
assim
corno as
correspondên
cias
de
interesse
particular.
Folha
avulso
10
rs.
P
reços
•.Braga
,
anno
l^bOO
rs.=Semestre
«50
rs
^Provtn
aas,
anno
2&400
rs
e
sendo
duas
4-SC00 rs.
—
Semestre
rs.—
Brazil,
anno
4^100
rs.—Semestre 2&300
rs m
-edq
fn-t<°
OU10&000
reis
e
5&500
reis
moeda
fraca.
—
Anr.uncio
’ror
Imhí
80
rs.,
repetição
10
rs.
Para
os
assignantes
iO
%
d^Xénto
ÁS
TERÇAS,
QUINTAS
E
SABBADOS
BRIGA—SA8BADO 1«
JÚLH4»
(hl
n
ISeus
ou a Jlamm
ohi
».
a
E’
certo que
só
a
um
d'elles
se
hade
servir;
a
ambos
é impossível.
Ha
já
mui
tos
séculos
que o
disse
.a
Eterna
Verdade
por
buc<a
de
S.
Malheus
:
Non
poleslis
Deo
servire
el
marfimonce
.(6,
24).
A
«Revolução
de
Setembro,
periodico
semi-oíliuial
do
governo
que
aciualmente
dirige
os
destinos
d^sta
naçab
íid
.lissima,
penodico
que
já
se
atreveu
a
oegar
vários
dogmas
catholicos
enire
outros
o
que
é
fundamentei
de
todo o Chrisiiauisno, o
do
peccado
original,
e
que
préga a
cada
passo
doutrinas
as
mais
subversivas
sob
o
ponto
dc
vista
religioso
(e social
por
conseguinte,
quer
o
queiram,
quer
não),
acaba
de
e»ciever
um
artigo
inqualificável
em
que
se
mostra
completamente
incré
dula a
respeito
de
tudo
o
que
loca
a
p
in-
cipios,
doutrinas
ou
dogtnas
ctirisiãos
;
em
que
faz
gala
de
um
despreso
e
de
um scepticismo
religioso
transcendente,—
para
nao
disermos satanico...
N
’pulro
artigo
inele
a
ridículo
os
ca-
thoiiccs
sinseros
qne
se
nào
prestem
a
calcar
aos
pés
os
cânones
da
sua
Egreja
;
chama
«lanaticos»
aos
que aborrecem
pro
fanações e
sacrilégios
na
casa
de
Deus,
aos
que
lamentam
se
laçam oflicios
fúne
bre»
ao
mesmo
ttinpo
e
pelo
mesmo
de
funto
nas
egrejas
catbolicas
e
nos
tem
pios
de
Hiràe
!
Aos
catholicos liberaes,
regeneradores,
que
ainda
ouvem
missa,
que ainda
se
con
fessam,
e
que ainda commungam,
ao me
nos
uma
vez
cada
anuo,
pot
hoje
só di
remos
:
eis
ahi
o
orgão
mais
sério,
mais
antigo
e
mais
auclorisado
do
nosso
par
tido !
Nào
queremos
diser que
qualquer
dos
outros, em
matéria
de
religião,
seja
me
lhor.
.
Não:
os
outros—
todos
os
outros jor
naes
liberangís
do
nosso
paiz
—regenera
dores,
hiòtoricos,
constituintes,
reformistas,
democráticos,
republiqueiros, ainda
sào
pedi
res, se
é
possível.
E
depois
ha
quem
se
admire de
que
a
grande
maioria
dos
homens
verdadei-
ramente
religiosos
em
nossa
patria
entenda
que
não
póde
adherir
aos
partidos
dinás
ticos
—
todos
elles
liberaes
isto
é impios
!
O
que
deve
admirar
é
que
aioda
haja
al
gum
que
assim não
pense.
REVISTA
ESTRANGEIRA
Ultimas
noticias
da
guerra.
COMM
a
NDO
GENERAL
DA
BISCA Y
A
Acção
do
Valle
de
Mena
Ex.n10
snr.
—
Seriam a
horas
da
ma
nhã,
quan
lo
rec<
bi
aviso
do coronel
da
prim.iiia
meia
brigada,
D
José
Andril
Ulascoaga.
de
que
as forças inimigas,
que
se
achavam
collocada
*
em os
pontos
mai-
avançados da sua
linha,
se
haviam
retira
do,
abandonando-os,
com
direcção
a Mer-
caddlo,
povo
distante
meia
hora
Immediatamenle
ordenei
ao
brigadeiro
D.
Martin
Lucino
Echa
varri,
chefe
da
primeira
brigada,
qoe
oceupava
a
frente
da
dita
linha,
que
passasse
a
occupar
as
mencionadas
posições
com
as
forças
do
batalhão
de
Guernica,
que e^a
o
que
es
tava
mais
proximo,
enquanto
eu
me
dis
ponha
a
sair
para o dito
ponl-
.
Acto
continuo,
montei
a
cavallo
acom
panhado
de
meu
estado-maior,
apresenian-
do-me
no
povo
de
Berron,
onde
se
acha
vam
a
colufnna
de
Guernica
e
o
batalhão
das
Ai-tunas, a
cujos chefes ordenei, reu
nissem
as
forças
de
que
disponham,
e se
guissem pela
estrada
de
Nava,
povo si
tuado
á
direita
da
nossa
linha.
Au
iitesmo
tempo
ordenei
que
o
ba
talhão de
Somo;rostro, que cobria a alia
esquerda da
nossa
linha,
d,
sde
Aoluua-
no
a
Bortedo,
se
reconcentrasse
toman
do
o
use-mo
caminho,
e seguindo o mo
vimento; o
batalhão
de
Durango,
que
lambem
se
aebav.-
situado
na ala
esquer
da
da
linha
mais
avançada,
des
ie Vier-
gol
alé
Ailieta,
reconcemrou se,
avan
çando
pelo
extremo
da
dita
ala,
onde se
achavam
os
batalhões 2.°
e
5.° de
Caslel-
la,
que
cperavam
ás
ordens
do
brigadeiro
D.
Franciftto
Ca
vero.
Emquanto
isto se
passava, continuei
marchando
com
4
companhias
do
batalhão
de Guernica,
e
o
batalhão
das
Asiurias
(composto de
uns
300
líomeo
*
).
e
chega
do
que
fui ao
caminho
de
Bivota,
que
conduz
a
Bercedo,
ordenei
ao
chefe do
batalhão
das
Asiurias,
que,
com
duas com
panhias,
tomasse
a
diiecção
de
Bercedo,
com
o
fi;n
de
observar
se
existiam
algu
mas
forças
inimigas
no
dito
ponto,
e
que
voltasse
a
encontrar-se
comigo
na estrada
de
Villa^ana.
No
povo
de
Nava
incorporou
sc-me
a
2.
a
companhia
de Gui«s
de
Biscay.i,
e
com ella
4
de
Guernica, e
outras quatro,
mui
pequenas,
das
Asturias.
Assim, segui
a
marcha
pelo
flanco
di
reito,
para
me
collocar
tu
retaguarda
do
povo
de
Mercadillo, di<tantp. meia
hora,
de
uma
posição
elevada,
d
’
omie
se
do
mina
todo
u
valle
de Mena,
e
se
podiam
ver
perfeitamenle
o»
movimentos
do
ini
migo,
que
se
achava
fazendo
fogo
desde
as
7
da
rnanbà
com
a brigada
de
Ca-
vero
a
’
minha
chegada
ao
dito ponto,
fiz
alto,
e
mandei
de-cauçar
a
Iropa,
pon
do-me
em observação.
Passados
poucos
momentos,
avistei,
em
uma
altura imme-
diaia.
sobre
a
collina,
que
se estende
desde
a
esquerda
de
Mercadillo
até
ho
monte
de
Entrambasaguas,
um
grupo
de
homens,
<jue
parecia
ser
uma
guarda
avan
çada.
Efleclivameote
reconheci
que
era
urna
força,
que
guardava posições
intrin-J
cheiradas.
Acto
continuo, ordenei
ao
commandan-
te, D.
Manuel
Saliquel,
chele
da
compa
nhia
de
Guias,
qoe
marchasse
a
situar-
se
pela
esquerda,
na
dita
colina,
sobre
um
ponto
avançado, como a
distancia
de
4'10
menos
d
aquellas posições,
e
ao
comman-
dante,
séguudo
chefe
do
batalhão das
As
iurias,
que,
com
as suis
quatro
compa
nhias
tomassem
peia
direita,
alim de
oc
cupar
os
bo-ques parallrlos
ás
ditas
po
sições, e uma companhia
do
batalhão
de
Guernica
pelo
centio,
na
altura
da posi
ção,
que occupavarn as
companhias
de
Guias,
no
barraucu,
licamlo
eu
com
duas
companhias
de
Guernica,
como reser
va,
sobre
a
altura
t
m
que
u
mui
posi
ção.
Bolo o f>go
ás
10
da
manhã
pela
companhia
de
Guias,
o
inimigo
ncolheu-
se ás
trincheiras.
d
’onde
se
defendia
te-
nazmente;
mas,
molestado
pelo
fogo
cor:
-
binado
das
nossas
linhas, con
pri
liendeu
qne
a
sua
posição
era difficil,
e,
mais
de
urna vez,
teniou
refugiar-te
nos bosques
visinhos. que
lhe
podiam servir para
sua
defesa.
Quantas vezes
fez
esta
teniativa,
tantas
vezes
foi
rechaçado
pelas forças
de
Guernica.
e
das
Asiurias.
N
’
estas
dispu-içôe»,
p
sendo-me
ne
cessário
saber,
que
forças
erim
as
que
o
inimigo
linha
em
outro
forte ordenei
ao
chefe
da
companhia de
Guias,
que
se
pos
tasse
em frente
da
primeira
posição
en
trincheirada.
effecttiat do-o
com
admiravel
•arrojo,
e pondo
o
inimigo
em
precipitada
fuga
a
refugiar-se
no
se.rndo,
que era
formidável,
defendido per
furças
de
unas
4 companhias
Continuou
o
logo
n
uito
i.ulHdo
até
ás
o
da
larde.
A
esta
hora
chegou
o
bata
lhão
de
Somorrosiro
a
quem
liana
man
dado,
que
maichasse
a
encontrar
me.
or
denando
ao
commandanle do
mesmo, D.
Malieu
Riva
Tleclia.
que, com
3
compa
nhias,
losse
relorçar
a
de
Guerr.ica,
qne.
se
encontrava
na
posição tomada ao
ini
migo, e ao
coronel
D.
lldelonso
Ayana,
qoe,
com
os restantes,
tomasse
pula
di
reita
para
pontos,
onde se achavam os
asturianos,
e
outra
companhia de Guer-
com
um
posições
do
em
defendia,
d
e
M
e
r
-
com
ma
u-
Vendo
o
avançado
da
hora
inimigo
não
abandonava as
posições,
deoti
ao
commandanle Riva
Tlecha,
avançasse.
lm
mediata
mente
rujo
decisivo
atacou
as p
v
„.
yu
.
migo,
e
logo
vimos
sair
dVllas
gonhusa
luga,
a força
que
as
cot
rendo
a
refugi<»r-se nu
furte
cadillo,
ficando
as
tropas
do meu
do
SLtihoias
do
campo.
Emquanto
eu
susieniava
eHe
combale,
u
brigadeiro
Cavero
continuava o
logo
ua
sua
linha
contra
as forças,
que, de
ma
nhã, tinham
saído
de
Mercadillo.
compos
tas
de
uns
2
mil
homens
e
de
algumas
e
que
o
or-
que
ini-
ver-
H jf
o
sum
is
r
jT
a
i®
*
OS
LiZÃidSTAS
DO
Drama Calumnia
e
os
Laznri»
ta» verdadeiro»
V
(
Continnaçío)
«Um
domingo
fui
a
Pei-Tang
ouvir
missa
;
grande
concorrência,
tudo
indí
genas
;
os
homens
a
um
lado
e
as
mu
lheres
do
outro.
Na
nave
transversal
cin
co
ou
seis
Irmãs
da
Caridade
ajoelhadas
em
meio de
suas alumnas.
Um
dos
mis
sionários
tocou
utn
harmoniunt,
depois
su
bindo
a
um
estrado,
junto
á teia, pro
nunciou
um
breve
discurso
ern
chinez.
Vi
tolos
os
ouvintes
pendentes
de
seus
libios
;
do
meu
logar
podia
examinar á
vontade
as
caras
voltadas para
o
altar.
Encontrei
os
contornos,
mas não
a
ex
pressão
da
multidão
das
ruas
; entrevi
confiança,
respeito,
serenidade;
t.enhum
inço
de
scepticismo,
de
ironia,
(festa
fa
dada
indiferença
pintada
gèralmefite
nas
feições
dos
cliius.
Quasi
todos
os
estran
geiros,
protestantes
e
catholicos,
que
vi
sitam as
christandades do Império,
ficam
impressionados
di
intlueucia
exe.cida
pelo
Christianistno
sobre
a
fisionomia
e
sobre
as
maneiras,
dos
que
o
abraçam.
«Muitos
auctores
inglezes
leem
consi
gnado
rsta
observação nas relações de
soas
vragv-ns.
(1)
«Monsenhor de
Laplace
(Laz.risla) Bis
po
de
Adrianople, Vig
Apost
de P<
km.
uma
d-s
glorias
do
Apostolado
moderno
(2)
foi
elle
mesmo
mostrar-me
a
egreja,
a
ca
sa
e
o
semioai
io
.
U
museu
de
historia
natural,
unico
em seu
genero,
foi
for
mado
pelos-bio
Padre
David,
lazarista.
(3)
A
provincia
de
Che-li
forneceu
os
obje-
clos.
A
parte
ornithologica
d’
esia
rica
col-
lecção
é
a
mais apreciada
dos
sábios.»
Falia
ern
seguida da Bibliotheca
com
posta
de
livros
dos
antigos
jesuilas,
em
parle
oflert
s
de
um
Imperador.
Passando
a
fallar
do
seminário
elogia
o
arranjo
e
limpesa
concluindo:
«Os
alumnos
sào
evidéntemeote
bem
dirigidos
no
físico
e
no moral
;
teem
urn
ar
banco,
mode.-to e
saudavél.
Basta
vel-us
para
ser
elogiado
o
seminário
de
Pei-
taog
e
o»
seus
directores.»
(4) Falia
am
da
do
Geminario
portuguez,
onde
tudo é
grandioso,
magistral,
solemne,
tudo per
dido
para
Portugal
por
obra
do
mindel-
leiri-mo.
Fallando
do
clero
indígena
da
China
diz,
«com
relação
aos costumes
nada
dei
xam
a desejar.
«As
irmãs
indígenas sào
lambem
mui
to
boas e
operam
muito
e
bem.»
Agora
oiça
o
snr.
Euues e
a
sua
claque
:
«Os
perigos
inherentes
ao
apostolado
na
China
sà<»
sabidos
;
menos
o é a
mi
serável
existência
dos
missionários
t
das
hmã
*
;
as
fileiras
raream-se
lhes
com
te
merosa
rapidez
—
Partimus
ha
dez
anms
da
Europa,
dizia-nos
um
Missionário, c»>m
seis
Irmas
eramus vinte
e
quatro;
resta
mos
quatro
;
tudo
ma.s
morreu. Us
côn
sules
e
diplomatas supportam
bem
o
cli
ma, que
por
tanto
nào
causa aquella
mortalidade,
mas
sim
o
no-so
genero
dc
vida,
prirtcipalmenle
a
alimentação
chine-
za,
a
falta
de
soccorros
médicos
e
pri
vações
de
todo
o
genero.»
Como
o
sor.
Ennes
soube
apanhar
as
feições
d
’
estes
terríveis
Bergerel».’
Pou-
(4)
Evidenlemenle
o
Barão
de
Hobner
não
descobriu
alli
fabrica
de
Bergerets
;
se
tivesse
pedido
os
oculos
ennicos
a
^transformação
seria
lambem
ennica.
ha
ahi
Bergerets
capazes,
como è«ses ho
mens
e
mulheres,
que
vão
abreviar
a
vi
da
na
conversão
da
China?
Não pódein
deixar
de
ser
òus
grandes
hipócritas,
co
rno
o
snr. Ennes,
distendido
em
cadeira
á
Voltaire,
a
descrever
Bergerets,
é
o
tipo
d.r
sciencia
e d i consciência
!
..
Mas
sério, sério,
snr. Erfoes
como
nos
explica
isto: os
seus
hzaristas
sào
Bergerets;
os
lazaristas
de
qne
nos
fal
iam
cs
lados
e
es
lestimnnlios
sào
exaclamenle
o
contrario.
Explique-nos
isto,
vossa
mercê
deve
<aber
do
caso, pois
se
botou
a
drama-
to
rgo.
Passemos
a outros
Lclos
e
lesiimu-
nhos
Em
1862
foi
organisada.
em
Londres,
uma
Direcção
para
convocar
um Cougns-
-o
lutei
nacional
de
Beneficência,
comitos-
la
dos
homans mais
competc-nies
u
’
e5te
ramo
de
serviço publico.
Immediatamenle
se
Immou
em
Paris
uma
comtnissâo
au
xiliar,
por iniciativa
de
duas
respeitabilís
simas
sociedades
—
a
de
Economia carido
sa
—
e
a
Internacional
de estudos
práticos
de
economia
sociai.
Convém
indicar
os
nome-
dos
mem
bros
d
essa
commissão
—
Vi»conde
de
M«-
inn,
presidente
; Le Canius
e A. <le
Ma-
reuil, secretários;
Andigane,
C«»chin,
J.
Duval, A.
Gigot,
Conde
L. de
Kergoriay,
Le
Play, Letrune,
Marbeau, barão de
Mun-
treoil,
Ch.
Robert,
Wolowski.
peças
de
montanha,
ordenei-lhe
qne
avan
çasse
com as
suas
forças
por toda
a
linha,
e
eu
com
o,
fim
de chamar
a
attençào
do
inimigo,
deixei
os
batalhões
de
Guer-
nica e Somorrostro
e
a companhia
de
Guias, nas
posições
conquistadas,
e
bai
xei
com as
companhias
das
Asturias ao
povo
de
Villasana, onde
liserarn
junccão
com
os
que acabavam
de chegar,
pela
es
trada
de
Villasanle.
Ordenei
logo
ao
primeiro
commandan-
te,
que
flanqueasse
a
direita
de Villasana,
e
fosse soccorrer
a
ala
esquerda
da
bri
gada
de
Cavero.
Vendo-se
então
o
inimigo
encerrado
n
’
um
circulo
de
fogo se poz em
completa
retirada,
e
aproveitando-se
d
’
esia occasião,
os
batalhões
50
de
Castella
e
o
de
Du-
rango
protegidos
pelos
tiros
certeiros
que
lhe
fasia
a
artilheria,
commandada por
Casas,
carregaram
á
bayooeta sobre
o
ini
migo,
conseguindo
porem-no
em
completa
dispersão,
encerrando-se
em
o
forte
de
Mercadillo,
ao
que
deveram
sua
salvação,
chegando
as
nossas
forças
em
perseguição
do
inimigo
até as
dito povo.
O
resultado
<le
tão
gloriosa
acção,
ex.n
‘
°
snr.,
foi
deixar
o
inimigo
em
nosso
poder
180
a
190
prisioneiros;
entre
el
les,
3
capitães,
1
tenente,
1
alferes
e
1
medico;
200
espingardas,
7
muares,
bas
tantes
munições
e
vários
petrechos.
Calculo as
baixas
do
inimigo
ern
890;
por
nossa
parte umas
59
lóra
as
que
ainda
não
sei.
Nào
posso
faser menção
particular en
lre
os
que
tomaram parte
n
’
esta
acção,
porque,
lendo-me achado
em
toda a linha,
observei
que todos
rivalisaram
em arrojo.
Só
direi
que
ha
chefes
e
ofliciaes,
que
se
tornaram
credores das
graças, que
Sua
Magestade
haja
por
bem dispensar-lhes.
Deus
Guarde
a
v.
exc.
a
por
muitos
annos.
Parte
Arroyo
20
de
junho
de
1875.
O
commandanle
general.
Fulgencio
de
Carasa.
Ex
mo
snr.
tenente
general,
D.
Anto
nio
Dias de
Mogrovejo.
Do
«Cuarlel
Real»:
Fronteira da
Catalunha, 30
de
junho.
—
O
general
Saballs
apoderou-se
na
noite
de
27,
de
Molins
do
Rey.
Guarnição,
ar
mas, e
mais
petrechos
de
guerra
cairam
em seu
poder.
A
columna
Molay
Martinez
que
vinham
em
seu
soccorro
foi
derrota
da,
fasendo-lhe
muitos
mortos,
feridos
e
prisioneiros.
Crê-se
eminente
uma batalha
uos
arredores de
Barcelona,
com
Arrando
Mola
y
Villamill.
Ha
grande
pânico
na
cidade.
Eslella
30.
—
Continuam
em
grande
es
cala
as
apresentações
do campo
inimigo.
Chegou
a
esla cidade
o
snr.
Negrete,
ca
pitão de
artilheria
vindo
de Madrid.
N
’este
instante
chegaram
mais
tres
soldados
ar
mados.
Zornoz
2.
—S. M.
El-Rei
íirmou
hon-
tem
o
decreto
assumindo
a si o
comman
do
do exercito do
norte;
o
general
Pérola
foi
nomeado
chefe
de
estado-maior
gene
ral,
sendo
nomeado
ajudantes de
campo
os
brigadeiros
Arguelles
e
Gusman,
per
tencentes
acs
corpos
de
engenheiros
e
ar
tilheria.
A
capitania
geral
das
quatro
pro
víncias
foi
supprimida
e
o
general
Mendiri
nomeado
director
geral de
infanteria.
Villa
Franca
2.
—
A junta
eleita
e
pro
clamada
é
composta
de
D.
Estevão
Zur-
bano,
nomeado
deputado
geral,
D.
Miguel
Dorionsoro,
ajudante,
D.
Ladisláo
Zavala,
segundo
ajudante,
e
D.
Ignacio
Lardizabal
supplente.
(Da
Agencia liavas
por
França)
S.
Sebastião
2.
—
Em
a
noite
passada
os
carlistas
começaram
o
bombardeamento
de
Hernani
com
dois
morteiros,
e
algumas
peças
d
’
arúlheria
e
assestadas
nas imme-
diações
da
Santiagomendi.
Os
carlistas de
S.
Marcos leem
bom
bardeado
S.
Sebastião;
algumas
bombas
leem
rebentado
dentro
das
muralhas
da
cidade.
Segundo
um
despacho
de
Santander,
de 30
de
junho,
publicado peloe
jornaes
ingleses,
Loma perdera
1:200
homens
na
acção
do
dia 21,
sendo
repellido
para
as
montanhas d
’
0rdu5a.
LITTERATURA
ROSINIIA,
A
LAVADEIRA
(A C.-)
Moram
junto
ao
meu
domicilio
dous
funileiros,
um
tanoeiro, e
dois músicos.
D
’cstes,
um arranha
piano,
e
o
outro
bu
fa
a uma
gaita.
Que
supplicio
!
Ainda
o
dia
está la
ua casa
do Se
nhor,
e
meio
indeciso
se
virá,
ou
não
vi
rá,
desbancar
a prolectora
dos
duendes
e
fantasmas, já
folhas,
taboas,
martellos,
serras,
gninchos,
e
teclas,
anda
tuJo
'nu
ma
polvorosa.
Pode
se
tolerar
isto
?
Não
pode,
não
senhor.
E
é joslamen-
le
porisso que
eu,
logo
que
uma
tal
or
chestra
me
vae
irresistivelmente
espantar
o
somno.
salto
abaixo
do leito, e
fujo,
fujo
por
esses
arrabaldes
fóra,
levando
fre
quentemente
as
mãos á
cabeça para exami
nar
se
ainda
não
está
de
todo
quebrada.
'Numa
d
’e»tas
minhas
excursõe
*
matu
tinas
cheguei até
uma
pitloresca aldeiasi-
nha, nos
aros
da
cidade onde
escrevo
es
tas recordações,
e
á
qual
me
prendiam
reminescencias
gratíssimas.
Como
o
dia
estava
lindo
de
toda
a
lin-
desa
da
primavera,
alonguei
o
meu
pas
seio,
porque
me
sentia
bem,
respirando
áquelle
ambiente balsamico
e salutar.
E
senlía-me
tanto
á
vontade,
que
es
tive
para
bêmdiser
os
endemoninhados
vi-
sinhos,
que
rne
forçaram
a
deixar
o
meu
cochicholo.
Faltava-lhes,
porém, uma
das
condi
ções
que
se
requerem
para uma
acção
boa,
segundo
me
disiam
quando
cursei
filosofia
;
porisso
lá
ficaram
os
sobreditos
sem as
minhas
bênçãos,
que
lhe
dariam,
pelo
menos, uma
saude
bem
córáda
e
gorda.
Continuemos.
Pelo
caminho
que
eu
seguia,
encontrei
um
rancho
de
moçoilas que
se
dirigiam
para um
riacho
onde
costumavam
lavar.
Iam
alegres
todos
os
semblantes,
exce-
plo
um,
e
o
mais
bello
de todos.
Era
o
rosto
mimoso e
insinuante
de
Rosinha,
filha
unica
d
’
um
oosso
antigo
caseiro,
que
a linha
deixado orfã
desde
os
cinco
an
nos.
—
Que
milagre
o
traz
por estes
si-
lios?
—disseram-me
algumas
vozes.
—
Vim
ver-vos.
Tinha
saudades
da
al
deia,
e
das
suas
formosas filhas... Vá,
cantae!
E
tu,
Rosinha,
minha
princeza,
já
nào
sabes cantar? Nem te
lembram
aquel-
las
saudosas
esfolhadas
em
que
tu
eras
a
delicia
de
todos
nós?
Rosinha
olhou-me
ternamente, e
sor
riu-se.
Mas
que
sorriso
áquelle?
Melancólico,
triste
como trovas
d
’
Ossian.
—
Desde
que
lem la
o
sôr engenhei
ro,
ninguém
lhe
falia—
disse
uma
do
ran
cho
—
Já
pensa
que
é
assim
por
demais...
—
Qual
snr.
engenheiro?
— perguntei.
—
O
sor
engenheiro
das
estradas
—res
ponderam
algumas
vozes.
—
Coitado
do An-
tonito
da
Eira
!
Anda
la
por
essas
terras
de
Christo,
so por causa d
’
ella...
—E’
verdade,
é
verdade
—conclamaram
algumas
raparigas.
Rosinha
prorompeu
em
soluços,
e
as
lagrimas
corriam-lhe
a
quatro
e
quatro
pe
las
faces.
Houve
um
momento
de
silencio.
—
E
’ aquillo—disse
a que
parecia
ser
a
mais
idosa
—
Em se lhe
fallando
no
An-
tooilo,
desata
a
chorar,
que
corta
o
co
ração.
Se
ella
ainda
lhe
lem
amisade
porque
não
deixa
o
tal
cara
de
mocho
d
’
uma
figa?
E
vendo-a
chorar,
todas
aquellas
boas
raparigas
ficaram
tão
contristadas
como
se
soflressem
dos
soffrimenlos
da
sua
com
panheira.
UNO DE MENDONÇA.
(Continua)
COKRESPOXBEXCIA
Snr.
redactor
São-nos sempre caras aquellas
pessoas
que
amamos,
por
isso
a
sua
falta
se
nos
torna
mais
sensível, quando, muito
propen
sas, a
nos
serem
uteis,
dão-nos
o
eter
no
adeus.
A
religião
da-nos
conforto
e
le
nitivo
á
dôr
pela
perda
d’
um
ente,
cuja
falta
deploramos,
e
que
tantos
males
essa
falta
ia
produzindo,
se
bem
que
hoje
es
tão
remediados,
porque
prestes
está
a
ap-
parecer
entre
nó
*
o
successor
do nosso
sempre
chorado prelado
o
snr.
D.
José
Luiz
Alves
Feijó.
Deixa
os
crepes,
nobre
e
sempre
leal
cidade
Brigantina!
veste
galas,
porque
vaes
recolher
em
leu seio
um
digno
prín
cipe
da
egreja.
A
excellenle
escolha
que
o
muito
ve
nerando
prelado
fez
da
pessoa
do
snr.
dr.
Rodrigues
para
governar
a
diocese
nas
circumstancias
em
que
as
cousas
estavam,
é
já
um
prenuncio
lisongeiro
que
nada
dei
xa
a
duvidar
das
rectas intenções
de
s. ex.
a
Não
foi
sem
rasão que
a
nomeação
de
s.
ex.a
foi
acolhida
com
as
maiores
demon
strações
d
’
alegria
por
todos
os
que
dese
javam
ver prompto
termo
ao
malfadado
cooflicto
do
governo
com
o
cabido
Venha
pois
s.
ex.a
para
o meio
d
’
a-
quelles
que
tanto
anceiam
a
sua
prompta
vinda,
certo
de
que
hade
encontrar
nos
illuslrados
membros
do
concelho,
empe
nho
e
vontade decidida
em
o
auxiliar
na
ardua
tarefa
de
que
tão dignamente
se
acha
envestido.
Consta
que
vem
na
companhia de
s.
ex.a
,
na
qualidade
de
«eu
secretario
o
meu
amigo padre
Camilo
da
Fontoura,
natu
ral
de
Bragança,
que
regia
no
collegio de
Sernache
a
cadeira
de
francez ;
é
simpa-
thico
e
intelligeote
moço,
e que
se
pro
va
pela
escolha
que
s.
ex.
a
d’
elle fez.
Receba pois
o
joven
clérigo
os
meus
sinceros parabéns.
O
muito
digno governador
lem-se
ha
vido
com toda
a
cordura
e
inteireza
de
ca
rácter
no
regimen
da
diocese,
não
se
dei
xando
seduzir
por
malévolas
suggestões;
é
que
a
sua
illustração
e
muito
saber
são
garantias
assás
para
bem
desempenhar
o
encargo
de
que
s.
ex.a o investiu.
Oxalá
continue
na
senda encetada,
porque
d
’essa
maneira
deixará
um
governo
de
alegre
re
cordação.
Villar
d
’Ossos
1
de
julho
de
1875.
S.
L.
GAZETILHA
Jubileu do
anno
santo, em Gui-
mardes. —
Estão
designados
os
dias
12,
13 e 14
do
corrente
para
a
visita
do
Ju
bileu
que
o
cabido
d
’
aquella
cidade fará
ás
egrejas
da
Collegiada,
Misericórdia,
S.
Francisco
e
Senhor
dos
Passos. Eulre
ou
tras
acompanhará o
rev.
1110
cabido
a
irman
dade
da
Ordem
Terceira
de
S.
Domin
gos.
S.
Torquato.—
Foi
menor
a
concor
rência
de
pessoas que este anno foram á
romaria
de
S.
Torquato,
proximo
de
Gui
marães
;
todavia
o
rendimento
do saociua-
rio
subiu
a
1:5000000
rs.
Trovoada,
—
No
dia
6,
pelas 2
ho
ras
da
tarde, pairou uma
forte
trovoada
sobre
Amares e Terras
da
Bouro
des
carregando
com
maior
força sobre
a
Ribeira,
onde
se
acham os
poços das
caídas,
da
freguezia
de
S.
Thiago
de
Caldellas,
do
concelho
d
Amares,
subindo
a
agua,
no
sitio
dos
poços,
a
2
metros
d
’altura, e
causando bastantes
avarias
e
prejuisos.
Carta
de Paris.—
Por
falta
d
’
espa-
ço,
não
publicamos
hoje
a
carta
do
nosso
estimável
correspondente
de
Paris.
Theatro.
—
E
’
hoje
o
beneficio
do
distinclo
maestro
Alves
Rente
e
do aetor
Samuel.
O annuncio respectivo vae
no
lo
gar
proprio.
Pedido
á camara d’Amare®. —
Tendo nós ido
vibilar
as
caídas
de
S.
Thiago
de
Caldellas uns
parentes,
que
alli
eslão
a uso
de
banhos, fomos
testimunhas
do
abandono
em
que
se
acham aquellas
caí
das, de
tanta
utilidade
publica,
e
interes
se
para
o
concelho,
cujas
vantagens não
sabe
apreciar.
Se
não
é
possível,
de
prompto,
melho
rar
totalmenle
a
estrada
que
conduz
áquel
le
local,
e
cujo
leito
está
intransitável,
ao
menos
podia
e
devia ser concertada.
O
que
principalmenle
causa commiseração,
é
vêr
o
abandono
em
que
se acham
os
poços
As portas
eslão
esburacadas,
e
não ba
se
quer
uma
aldrava
que
por
dentro
as
feche;
não
ha
uma taboa
onde,
quem
sae
do
banho,
possa
pôr
os
pés, emquan
lo
se
veste,
nem
um
cabido
ou
laoceiro
onde
se
pendure
a
roupa,
sendo
neces
sário
que os banhistas levem
de
sua
casa
uma cadeira.
São reparos
de
tão
pouca
importância
pecuniária,
que
a camara
pode
realisar
facilmente.
A
trovoada derrubou parte
do
paredão
que
serve
de suporte aos
poços,
e
o
res
to
desabará
dentro
em
breve,
se
os
con
’
certos
não
forem
de
prompto.
CirurgiAio-cIentista.—
Sabemos
q
ne
vem
domiciliar-se
n
’esta
cidade o
snr.
j
M.
Pinheiro,
cirurgião-dentista,
a
que
(I
J
a
imprensa
da
capital
tem
tecido
gra
n
.
des
elogios,
e
cremos
que
com
a
maicr
justiça,.
O
publico
bracarense
uão
sabe
despre-
sar
o
mérito
verdadeiro; porisso
podemos
alíiançar
ao
distinclo denlista
que a
sua
vinda
será
condignameute
estimada.
»igreM®ào. —
S.
ex
a
rev.
ma,
o
snr.
D.
João,
arcebispo
coadjutor d’esta
archi
diocese.
foi no
comboio
da
larde de
hon
tem
até
Coimbra,
afim d
’
as
*
istir
a
umas
conclusões
magnas,
e
servir
de padrinho a
um
seu
amigo e
parente,
<jue
deve
tomar
o
grau
de doutor
no
dia
11.
O
snr.
director
das obras
publicas, qne
voltava
para o
Purio
com
sua
familia,
d'onde
tinha
vindo
ante-honlem
na
sua
carruagem
especial,
insiou
com
s.
ex.
a
pa-
ra
que
se
dignasse
tomar
assento
n
’
ella.
S.
ex.
a
tenciona
voltar
no
dia
12.
«Bandeira
do Minho».—
Falla-se
na
publicação,
n
’
esta
cidade,
d
’
ura
jornal
com
o
titulo
que
nos
serve
d
’
epigrafe.
Segundo
vemos
annunciado
em
toda
a
imprensa
do
paiz, «O
Comboios,
é
este
o
titulo
d
’
um outro
jornal
que
vae
sair
n
’
esta
cidade.
Será
litteraj-io
e
satírico,
se
gundo
deprehendemos
do prospeclo
que
le
mos
sobre
a
mesa.
Dizem-nos
que
é
espe
cialmente
destinado
a
pôr a
calva
á mostra
a
alguns
espadachins
que
estão
medrando
em
certos
empregos.
Que
venha, e
sem
demora.
Balancete. —
Por
terem
saido
com
erros os
balancetes dos
Bancos
do
Minho
e
Mercantil
publicados
em
o n.°
antece
dente,
reproduzimol-os hoje
conveniente
mente
corrigidos.
O
«Figaro».—
Com
este
titulo
vae
pu-
blicar-se
em
Lisboa
ura
jornal,
de
que
é
redactor
principal
o
sor.
Freitas
e
Olivei
ra,
escriptor
espirituosissimo.
Comarca®.
—
Diz-se
que ha idéa de
de
se
ctear
duas
comarcas
no dislricto
de
Vianna
do
Castella, uma
em
Caminha
e
ou
tra
na
Ponte
da
Barca.
No
dislricto
de
Braga,
outras
duas,
em
Vieira
e
Cabeceiras
de
Basto.
No
de
Coimbra,
uma
em
Penacova.
No
de
Leiria,
uma
em
Ancião.
No
da
Guarda,
uma
cm Figueira
de
Castello
Rodrigo.
No
de
Castello
Branco,
uma
em
Proen-
ça
a
Nova.
No
de
Portalegre, uma em
Alter
do
Chão.
No de
Faro, duas,
uma Olhào e
outra
em
Villa
fteal
de
Santo
Anlonio.
São
ao
todo 19
comarcas
contadas
as
8
ultimamente
creadas,
duas
em
Lisboa,
duas
no
Porto,
uma em
Angra,
duas em
Beja
e
uma
em
Evora,
diz
a
«G
do
Dia».
A
* ex.nia
camara.—
Vieram
queixar-
se
ao
nosso
escriptorio
que
alguns
cochei
ros
da
carreira
que eulre
Braga e
Arcos
lem
o
snr.
José
da
Lage,
costumam
exi
gir
vários
preços
aos
passageiros,
especial
mente do
Pico para
esta
cidade.
E'
um
abuso
que
deve
cessar.
Uma toírada. —
Deu-se
ha
dias em
Londres
um
facto
dos mais extraordinários
que
se
podem
assignalar
nos
annaes
dos
espectaculos
públicos, e
que para
nós
e
sobre
tudo
para
os
hispanhoes
parecerá
inacreditável.
No
meio
d
’
uma
toirada,
que
uma
com
panhia
hispanhola
dava
no
Canlerbory-
Hall,
os
membros
da
sociedade
prolecto
ra
dos
animaes, saltaram
á
praça,
apode
raram-se
das farpas
e
foram
aos
tribunaes
reclamar
contra
os
toireiros,
e
contra
o
empresário,
que promovera
o
espectaculo.
Os
juizes,
dando
por
provada
a
accusação
de
pratica
dos
actos
de
crueldade,
condem-
naram
cada
toireiro em
20
shellings
de
de multa, e deram provimento
a
queixa
contra
o
empresário.
Escavnçoe®.—
Nas
qne
se
eslão fa
zendo
nos
jardins
da
porta
de
Jerez,
em
Sevilha,
foram
encontrados
sepulchros
ro
manos, moedas
e
lapides.
Serviço «nilitar.—
Foram isentos
do
serviço
militar
os
mancebos abaixo men
cionados
:
Concelho
de
Vieira
—
Freguezia
de
Goi-
lhofrei.
—
2:035
Maria Luiza Antunes
Lemos,
por
seu filho
Clemente.
Concelho
e
freguezia
d’
Amares.
—
2:125
Maria da
Conceição
Barbosa,
viuva
de
João
Antunes Rebello,
por
seu
filho
Autonio.
Concelho
de
Brrga—
Freguezia
da
Mo
reira.—
2:155
Francisco, filho
de Manoel
de
Oliveira.
Ilha de
Johaca.—
Diz-se
que
0
g°'
verno ioglez
vencido
na
questão
da
bahia
de
Lourenço Marques,
pretende levantar
outra questão
relalivamente
á
ilha de
Jo-
haca.
Bexigas.
—
Em
Caslello
Rodrigo
tem
morrido
centenares
de
creanças
e
adultos,
victimas
da
epidemia
das
bexigas.
A
* «aridade.
—
Imploramos
ás
almas
•caridosas
se
lembrem,
com
uma esmola,
do
infeliz
José
Avelino
Ferreira
dos
San
tos,
que,
vae
em
dous
anoos,
se
acha
impossibilitado
de
trabalhar,
vivendo na
maior
miséria
em
companhia
de
sua
mu
lher e
5 lilhos
de
menor
edade.
Reside
na
rua
da
Pome, n.° 5.
EXPEDIENTE
DA
ADMINISTRA
ÇÃO.
Carlas recebidas na administração d’
este
jornal
:
Meriola.—Joaquim
José
Maria
Lopes.
Celorico.
—Padre
Antonio
Manoel
de
Campos
Pinto.
Vizeu.
—José
Maria
da Silva Mello.
Villa
Pouca
d’
Aguiar
(Vidago;.—
Anlo
nio
Victor
de
Carvalho
e
Sousa.
Ilha
da
Madeira.—
Manoel
Pinlo de
Abreu.
Resumo
do
aetivo
e
passivo do
Banco
do
Minho
em 30
de
junho
de
1875.
Aetivo
Caixa:
exisiencia
em
metal.
80:4730566
*
»
em
notas.
17:1670500
Papeis
de
credito....
8o:O580163
Acções
de
c.
própria.
.
64:8000000
dypoihecas
de
raiz
.
.
.
90:8180430
Letras
em
liquidação
.
.
.
8:3700703
Remessas
em
»
...
28:513à»026
Empréstimo
sobre
penhores. 20:7270420
Leiras
descontadas.
.
.
874:6100798
Letras
a
receber
.
.
.
33:4400744
Saques
e
remessas
de
n.
c.:
Remessas
...........................
126 9980736
Saques
e
remessas
das
agencias: Remessas .
.
73:6870195
Agencias
no paiz. .
.
.
204:7100598
Agencias no
estrangeiro.
.
131:1010780
Contas
correntes garantidas
1037:0390495
Ediíicio
do
Banco.
•
.
.
14:3760965
2.891:9250119
Caixa
(exisiencia
em
cofre,
metal)
........................
Leiras
descontadas
.
.
.
Empréstimos
sob
penhor.
Empréstimos
com
hypotheca.
Créditos
com
caução
.
.
Devedores
no
paiz
.
.
.
Devedores
no
estrangeiro
Valores fluctuantes
.
.
.
Despezas
de
installação,
Moveis
e
utensílios.
Despezas
geraes
....
4:0790850
23:1890220
18:8100545
6:0000000
63:2390195
8:3510466
2:0800940
32:5430920
3:1490965
6570569
póde
vegetar
—
o
reconhecimento—
deixando
assim sepultado
no
barathro
insondável
de
vergonhoso
olvido
este
protesto
de
infinda
gratidão.
A
familia do
ionocente
finado
manifes
ta. ponamo,
a
lodos,
seu
iodelevel reco
nhecimento.
(2547)
ANNUNCIOS
650:1530670
PASSIVO
Capital
..................................
Credores no paiz.
.
.
.
Depositos
á
ordem.
.
.
Deposito
a praso.
. .
.
Lucros
e
perdas.
.
.
.
600:0000000
1:3330602
28:6860285
17:9160484
2
2170299
650:1530670
SECÇÃO
DE C0MMH1ÍICAD0S
Horrorosa
trovoada
Ninguém
duvide
da
omnipotência do
Senhor.
Contra
ella
nada
vale
o
orgulho
misérrimo
do
verme
chamado
homem.
No
dia
28
de
junho de
1863
estando
os
habitantes
da
freguezia
de
Avidagos
(comarca
de
M<randella)
cantavam
victoria
pelas
bellas
colheitas
que
lhe
estava
mos
trando,
como
paga dos
seus
trabalhos
e
fadigas, o panorama
das
suas
searas,
ap-
parece
n’
este tremendo
dia,
uma
tão
hor
rorosa
trovoada,
que
em
poucas
horas
tor
nou
em
nada todas
as
suas
esperanças,
não
escapando
a este
medonho
cataclismo
vigetal
algum,
que
não
fosse
anniquilado
pela
violeacia d’um grosso
graniso.
Pontes,
moinhos,
açudes,
troncos
d
’
ar-
vores
de
muitos
séculos,
tudo
desappare-
ceu do
seu
logar
e
bem
poucos fragmen
tos
d
’
estes objectos se viram já
mais.
Registamos
apenas este
cataclismo,
por
não
ser
publicado
na
imprensa,
n’essa épo
ca;
mas
não
fazemos
d’elle
uma
narra
ção
minuciosa
porque
para
a
fazer,
tería
mos
de
encher
algumas columnas
do
jor
nal.
Deus
se
amerecie
de
nós.
P
rmívo
Capital
....................................
600:0000000
Fundo
de
reserva.
.
.
.
30:0000000
Reserva
para
prejuízos
even-
luaes..................................
50:0000000
Dita
para
garantia
de
divi
dendos
................................
30:0000000
Notas
em
circulação .
.
93:5150000
Depositos
á
ordem
.
.
.
218
9360870
Dividendos
a
pagar
.
.
.
9920616
Depositos
a praso
.
. .1.397:8353521
Credores
no
paiz.
.
.
.
241:0520102
Agencias
no
estrangeiro. .
9:3960429
Saques
e
remessas
das
agencias:
Saques.
.
.
181:7140186
Ganhos
e
perdas.
.
.
.
38:4820395
2.891:9250119
Braga
e
Banco
do
Minho
5
de
julho
de
1875.
OS GERENTES.
Francisco
Casimiro
da
Cruz
Teixeira.
Manoel
Luiz
Ferreira
Braga.
BANCO
COMMERCIAL DE
BKAGA.
Resumo
do
balanço
do
Banco
Commercial
de
Braga em
30 de
junho
de
1875.
Aetivo
Avidagos—
1875.
M.
NECROLOGIA
Acções,
prestações
a
receber 243:2406000
Dinheiro
em
caixa.
. .
.
112:6780876
Leiras
em
carteira. .
.
.
972:7520729
Empréstimo
sobre
penhores. 137:9540167
Contas
correntes
com
garan
tia
........................................
1.060:7260400
Agentes
no
paiz e
estrangeiro.
638:0390756
Títulos
e
papeis
de
credito.
135:1570267
Diversos
devedores. .
.
.
58
9680057
Despezas
de
installação.
.
5:5350000
Moveis
e
utensílios. .
.
.
1:8960924
Braga
30
de
junho
de
1875.
Pelo
Banco
Mercantil
de
Braga
Os
directores,
José
Joaquim
Lopes
Cardoso.
José
Antonio
Rebello
da
Silva.
João
da
Cosia
Palmeira.
Resumo
do
aetivo
e
passivo
do
Banco
Commercial,
Agricola
e
Industrial
de
Villa
Real,
em
30
dc
junho
de
1875.
Aetivo
Caixa,
dinheiro
existente
.
Letras
descontadas
e
a
rece
ber
..............................
Letras
caucionadas
.
. .
Obrigações
a
receber. .
.
Empréstimos
sobre
penhores
Operações
a
longo
prazo
.
Diversos devedores.
. .
.
Papeis
de
credito
.
.
Contas
correntes.
.
.
.
Devedores
no
paiz
.
.
.
Devedores
no
estrangeiro .
Efleiios
depositados.
.
.
.
Moveis
e
utensílios
.
. .
Despezas
de
installação
Acções, prestações a
receber
13:5440621
565:3450200
31:9790000
4:3530273
11:1680535
14:4000000
2:0960500
8:5500000
7:9210273
78:9630929
124:1230441
5:4790225
5700800
2:7050000
56:6600000
Pelo
juiso
de
direito d
’esta
comarca
e
cartorio
de Pessa,
no
dia
18 do
corren
te mez,
pelas
9
horas
da
manhã,
â
por
ta
do tribunal
d
’
esie
juizo,
i>o
largo
de
Santo
Agostinho,
d’
esta cidade,
se
tem
de
arrematar
os
bens
mobiliários
seguintes;
Um
oralono
de
madeira
ordinário,
pin
tado
de
azul
e
branco
com
um
Senhor
crucificado com
resplandor e
dístico
de
prata,
cruz
e
peaoha
de
pau
preto,
duas
jarras
de
pau
e dous
ramos
de
flores
sec-
cas, tudo
avaliado
na
quantia
de
30500
reis
e
outros objectos
constantes dos
edi
taes,
e
todo
penhorado a
Joaquim
Gonçal
ves Gouveia
e
mulher,
d
’esta
cidade
na
execução
que
lhes
move
Maria
Joa
quina
de
Freitas,
d
’
esta
mesma,
e
por
isso
to
da
a
pessoa
que
quizer
laoçar,
póde
com
parecer
no
dito
dia
hora
e
local.
(2554)
Banco
Commercial,
Agricola
e
Industril
de
Villa
Real
(Sociedade
anonyma de resjurnsa-
bilidade
limitada)
A
gerencia
annuncia
ao
snrs.
accionis
—
las
que
no
dia
14
do corrente
principia
a
pagar-se
o
dividendo
do
1.°
semestre
do
corrente
anno
na
rasão
de
10200
reis
por
acção.
Os
snr. accionistas
do
Porto
e
Braga,
podem receber
o
dividendo
em
casa
dos
agentes
do
mesmo
Banco
n
’
estas
cidades.
No
Banco
e Agencias
fornecem-se im
pressos
para os
recibos.
Villa
Real
3 de
julho
de
1875.
Os
gerentes,
Agostinho
José
da
Costa
(2555)
Joaquim
José
d'0lwúra
Gomes..
Passivo
927:8600797
Capital
do
Banco. .
.
.
800:0000000
Deposito
á
ordem
7:4120130
Deposito a
prazo
44:5470456
51:9390586
Letras
a
pagar
....
31:2340673
Diversos
credores
....
9.4OD0OOO
Credores
d
’
effeilos
depositados
5:4790225
Fundo
de
reserva
....
1:5000000
Dividendos
a
pagar.
.
.
.
3630000
Ganhos
e
perdas.
.
.
.
27:9240313
No
dia
30
junho
p.
p , falleceu,
em
Chaves,
o
snr.
Florençio
José
de
Moraes
Sarmento
Alpoim, professor
de
ensino pri
mário
e
francez.
O
illustre
finado
era
o
tipo
da
probidade,
e
lodos
os
que
tinham
o
prazer
de
o
conhecer,
sentiram
piofun-
damente
a
sua
morte.
Para
os seus
amigos, que
eram
em
grandíssimo
numero,
foi
tila
principalmen
te
um
dolorissimo
golpe.
Esla
magoa
é
de
sobra
justificada,
por
que
se
estes
perderam
no
snr.
Alpoim
o
amigo
sincero
e
leal,
todos
com
a
sua
mor
te
sentiram
a
falta
do
cidalão
prestimoso,
do
cavalheiro
affavel e delicado.
O
illustre
finado
era
filho
da
Capital,
e um
verdadeiro
legitimista :
foi
oíiicial
miliar,
condecorado
com
a
commenda
de
Chrisio e
outras, e
assistiu
á
convenção
de
Evora-Monte.
Sendo
depois
despojado
pelo governo
liberal
de
todos
os
seus
empregos
e
bens,
reiirou-se
para
Chaves,
onde
falleceu.
Por dever
de
gratidão,
pela
amisadeque
devemos
ao
finado
e
por
ser
nosso
pro
fessor,
pedimos
aos
leitores
um
P.
N.
por
sua
alma
e
ao
Todo
Poderoso
fazemos
uma
Aujpplica
pelo
seu
descanço
eterno.
tSeclimos
profundamente
a
perda,
por
que
acaba
de passar
o
ill.mo snr. A.
C.
Alpoim
Eordilho,
filho
do
finado,
e
d’
a-
qui lhe enviamos
os
nossos
sinceros
pêsa
mes.
Avidagos
(Mirandella)
4
de
julho
de
1875.
M.
J.
M.
de
Moraes.
3.366:9490176
Passivo
927:8600797
BW® SOIOWtt
DE
BRAGA
A
Direcção
annuncia
que
o
dividendo
do
l.°
semestre do
corrente
an»o,
é
na
razão
de 3
p.
c.
ou
10500
reis
por
acção
que
principiará
a
pagar-se
no
dia
12
do
corrente,
das 10
horas
ás
2
da
tarde
na
thesoraria
do
mesmo
Banco, continuando
em
todas
as segundas quartas e
sextas
fei
ras.
Os
snrs.
accionistas
do
Porto
podem
receber
na
Caixa Filial
d
’
èsle
Banco
n
’
a-
quella
cidade.
Braga
8
de
julho
de 1875.
Capital................................
1
060:0000000
Obrigações
..........................
1.379:0540764
Depositantes
...........................
214:6240520
Agentes no
paiz
e
estrangeiro
341:2080057
Diversos
credores.
.
.
.
53:3420815
Leiras
em
deposito.
Leiras
a
pagar.
.
Notas
em
circulação
Fundo
de
reserva.
Dividendos
a
pagar.
Ganhos
e
perdas.
.
31:9600185
.
149:8830508
.
118.2000000
.
48:0000000
2680650
30:4060377
3.366:9490176
Braga 5
de
Julho
de
1875.
Os
Directores
Luiz
Anlonio
da
Costa
Braga.
Manuel José
da
Costa
Guimarães
Banco
de
Villa
Real, 3
de
julho
de
1875.
Os
gerentes,
Agostinho
José
da
Costa.
Joaquim
José d'Oliveira
Guimarães.
AGIÃDECIMEETOS
Os
directores
Luiz
Anlonio da
Costa
Braga:
Manoel
José
da
Costa
Guimarães.
João Cazimiro
da
Costa,
e
filhos,
penho
rados
para
com
os cavalheiros qne
tão
re-
levantissimos
serviços lhes
prestaram
na
extineção
do
incêndio,
que
infelizmente
se manifestou
na
sua
casa,
em a
noite
dej
segunda
leira
,e
aos
quaes
deve
a
soa prompt
a
extineção;
veem
por
este
meio lavrar
um
protesto
da
sua gratidão
e
reconhecimento
indeleveis.
BANCO
MERCANTIL DE BRAGA
SOCIEDADE
ANONYMA DE RESPONSABI
LIDADE LIMITADA
Resumo
do
Aetivo
e
Passivo d’esle
Banco,
em
30
de
junho
de
1875.
Capital
social
....
1.200:0000000
Capital
aetual
(1.
a
serie
imittida)
............................
600:0000000
Capital
realisado
.
.
.
.
112:O"50
?
OOO
D.
Maria
Theodora
d
’
Almeida
Mello,
D.
Maria
Angelina de
Mello e
Almeida,
José
Manoel
d
Almeida
Mello, Bernardino
José
da
Cruz,
e
mais familia,
penhorados
para
com
todas
as
pelsoas,
qoe
as
visita
ram
*
por
occasião
do
fallecimento
de
seu
ionocente
filho,
neto
e
sobrinho
Theodosio
d’Almeida
Mello,
bem
como
áquellas
ex.mas
pessoas
que
o
acompanharam
á
sua
ulti
ma
morada;
lanção
mão
d
’
este
meio
para
manifestarem
o
qae
n’alma
se
lhe
passa,
posto
que
em
linguagem
humilde
e
despre-
tenciosa
seria abafar
com
mão de
ferro
os
Nova
empreza
de
tvens
Largo
de S..
Francisca n.°
9
BRAGA
Faz.
publico
que
desde
o
dia
15
do cor
rente
niez
estabelece
maLs
uma carreira
diaria
de
diligencias entre esla
cidad
e
Pon
te
do
Lima.
llorar?io
Sahe
de
Braga
ás
dnas
da
tarde
e
che
ga
a
Ponte
ás
7, sae
de
Pome
ás
6
da
manhã
e
chega
a
Braga
ás
12.
Preços
: dentro,
500
rs.
fóra 400.
Pontos
intermediários 20
reis
por
ki-
lometro.
Braga
7 de
julho
de 1875.
O
gerente,
(2556)
Eduardo
Pacheco.
ACTIVO
Accionistas ,
. .
.
488:0510000
giitus
do
coração,
seria
involver
no
gelo
do
indifferenlismo,
que mata
o
mais
ele
vado
sentimento,
que
no
cotação
humano
✓T
jb
.
Vende-se
uma morada
de
casas
com
quintal,
no
campo
de
flíçssa
Senhora
A
Branca, com
fronte
para
o
nascente,
designada
pelo
n.
#
19,
Trata-
se
na
casa
u,e 20,
do
jnçsmo campo.
(2544)
KIV2HCÃ0
Maria
Thereza
d
’
Oliveira,
casada
com
Manoel
José
Borges,
moradores na
rua
dos
Sapateiros
d
’
esta
cidade,
previne
a
todas
as
pessoas
para
que
não
tratem
com
o
dito
seu
marido
sobre a
venda
de
qualquer
pro
priedade
immobiliaria
que
possuem
na
di
ta
rua,
pois
a
annunciante
não
se
presta
de fôrma
alguma
a
consentir
em
tal
venda,
nem
a
outorgar
escriptura,
porque
não
ha
necessidade
de
se
fazer
tal
vendida;
e
quando
por
acaso
appareça
qualquer
con
trato
feito
sem a
sua
outorga,
desde já
o
declara
nullo
e sem
nenhum
efTeito legal
como
a
>ei
o
permitte.
Braga
9
de
julho
de 1875.
(2559)
Maria
Theresa d
’Oliveira.
Banco
de
Ponte do
Lima
Convidam-se
todos
os
snrs.
accionistas
«Teste
Banco,
a
comparecerem
no dia
1
I
do
corrente
mez,
ás
1!
horas
da
manhã
no
salão
da
bolsa
de
Braga,
para
se
resol
verem
negocios
que
muito
interessam
aos
mesmos
Braga
9
de
julho de
1875
(2538)
VENDA
DE
CASAS
Vende-se
uma
morada de
casas
sobra
dadas,
com
lojas,
eido
com
arvores,
de
fructos
e
avidadas,
no
logar de
Pousada
freguezia de
Santa Eulalia
de
Tenões,
su
búrbios
d
*
esla
cidade. Póde
ver-se
a
qual
quer
híira
do
d»a.
Trata-se
do
preço,
com
Custodio
José
Ferreira.
morador
na
quinta
Herdade
da
mesma
freguezia.
(2557)
O
provedor da
Sinta
Casa
da
Miseri
córdia,
d
’
esta
cidade,
convida
por
este
meio
os
irmãos
da
mesma
irmandade a
reuni
rem-se no
dia
14
do
corrente,
pelas
6
ho
ras
da
tarde,
na
real
capella
da
Misericór
dia,
a
íim
de
se
proceder
á
eleição da
Mesa gerente
do
anno
econoinico
de 1875-
1876,
na
fórma
do
cap.
4.°
do
respeclivo
Compromisso, visto
não
se
verificar
no
dia
designado no §
1.°
do
mesmo
cap.
A
Mesa
da
Santa
Casa da
Misericór
dia,
d
’
esta
cidada, faz
saber,
que
tendo
expirado
o
praso
de
60
dias,
annunciado
para
a
demolição
das
catacumbas
tempo
rárias do
cemilerio
dos Despresos,
convida
por
isso
os
parentes
ou herdeiros
dos
fal-
lecidos
alli
depositados,
para
no
improro-
gavel praso
de
10
dias virem ou
mandarem
remover
a
respectiva
ossada,
findos
os
quaes
se
procederá
immediatam-
nle
á
trans
ferencia
de
todo
o
material
para
o
cetni-
lerio
privativo
da
mesma
irmandade.
Braga
7
de
julho de
1875.
O
provedor,
(2550)
Manoel
Juslino
Marques
Murta.
João
Antonio
de
Oliveira Braga,
director
do
correio
Testa
cida
de.
Faz
saber,
que
por
espaço
de
15
dias,
e
<fordem
da
Administração
Central,
se
acha
aberto
concurso
para
provimento
de
quatro
carteiros
supranumerários
d
’esla
Di-
recçào
; devtndo
os
pretendentes
apresentar
no
dito
praso
seus
lequerlmeolos,
docu
mentados,
e
certidão
de
idade
em
que
se
mostre
não terem
menos
de
18, nem
misa
de
35
annos,
cefiidão
de
haverem
sido
recenciadus
para
o
serviço
militar,
bem
como de
saude
e
bom
comportamento ;
comparecerem
os mesmos
uo
dia
23
do
corrente
pelas
8
horas
da manhã
n
’
esta
direeção,
para,
na conformidade do
a»l.
30
do
regulamento
postal
de
4
de
maio
de
1833, ser-lhe
passado
exame
de
ler,
escrever e
contar.
Direeção
do
correio
de
Braga,
8 de
jnlhu
de
1875.
O
director,
(2553)
João Anlonio
d
’
Oliveira
Braga.
ARRENDA-SE
No
logar
da
Fonte
proximo
á
estação do
caminho de
ferro,
d
’
esta
cidade,
arrenda-se
com
terreno
para
quintal,
ou
sem
elle, a
casa
denominada
da
Fonte.
Tem commodos
para
numerosa
familia, e
agua
de
poço e
bica. Quem
a
pretender
arrendar
{póde
di-
rigir-se
á mesma
que
achará
com
quem
uatar.
(2528)
aviso
Para
conhecimento do
publico
se
trans
creve
o
artigo
102.°
da
tarifa
de
transpor
tes
por
este
caminho
de
ferro,
approvada
por Portaria
de
15
de
abril
do
corrente
anno.
Artigo 102.°—
As
estações
de
mercado
rias
abrem nos
mezes de
novembro
a
abril,
ás
8
horas
da
manhã
e
fecham
ás
5
da
tarde,
e nos
mezes
de
maio
a outubro
abrem
ás
7
da
tnanhã
e
fecham
as
6
da
tarde.
Ficam
por esle
modo
alisados
os
ex
pedidores
e
consignatários
de
que
no
ac-
tual
periodo
só
se
recebem
e
entregar»
mercadorias
desde
as
7
boias
da
manhã
até
ás 6
da
tarde
e
que
toda
a
remessa apre
sentada
para
ser
expedida
depois
das
6
ho
ras
da
tarde não
será recebida ua estação.
O
chefe
da
exploração
(2511)
Anlonio
M.
K.
de
Carvalho.
Estação
Central
do
Caminho
de
Ferro do
Alinha
No largo
de S. Franeiseo n 0 9,
dia
Nova Empresa
de Trens
Vendem-se
bilhetes,
facturam-se
baga
gens
e
recobagen
*
para
todas
as
estações
do
caminho
de lerro do
Minho.
Da
mesma
estação
parlem
carros
para
o
caminho
de ferro
e
vice-versa.
Horário
Partem
da
Central
para
o
caminho
de
ferro
ás
3
e
45
minutos
da
manhã e á
1
da
tarde.
Partem da
estação
do caminho
de
fer
ro
para a
central,
ás
11
e
30
minutos
ua
manhã
e
ás
7
e
30
da
tarde.
Braga
5
de
Julho
de
1875.
O
gerente
(2515)
E.
Pacheco.
Pelo
jniso
de
direito
d’
esla
comarca
e
cartorio de
Esmeriz,
a
requerimento
de
D.
Anna Augusta de
Sousa
Gomes.
d
’
es-
ta
cidade,
corre
e
pende
seus
delidos
ler
mos
um
processo
para
arrematação
volun
tária
de
duas
quintas
e
moinhos,
muito
bem
situadas;
produzem
pão e
vinho,
com
uma boa
casa
apalaçada,
que tudo
çb»sli-
tue um
praso
denominado
de Torneiros,
sito
no
logar
do
mesmo
nome,
da
fregue
zia
de S.
Victor,
(festa
mesma
as
quaes
são de natureza
de
praso
com
laudemio
da
quarentena
e
pagam de
furo
annual-
mente 1020500
reis
;
serve
de base
para
a
licitação
a
quantia de 11:0000000
reis,
reservando-se
para
em
acto
de
praça
al
terar
para rneuos
.
i
e
assim
convier
á
re
querente;
cuja
arrematação
hade
ler
logar
uo
dia
11
do
corrente,
pelas
9
horas
da
manhã
no
tribunal
d
’
esta dita
cidade.
O solicitador,
(2338)
Paulino
Evarisloda
Rocha.
BMÈÕSÍmÕi®
Na
séde
d
’
este
Banco
e
nas agencias
de Lisboa, Porto
e
Braga,
paga-se
ás
se
gundas,
quartas
e
sextas feiras,
desde
as
10
horas
da
manhã
alé
á
uma
da
tarde,
o
dividendo
do
l.°
semestre
d
’
este
anno
na
rasão de
4
p.
c.
ou 30200
por
acção.
Banco
de Guimarães,
6
de
julho
de
1875.
Os
gerentes,
F.
Ribeiro
Martins
da
Costa
Francisco
P.
da
Cosia
Guimarães.
Agencia
em
Braga,
Campo
de
D.
Luiz
I
n.° 29.
(2518)
João
Manoel
da
Silva
Guima
rães.
—
Rua
do
Souto
n.°
43.
Compra
e
vende
Acções de todos
os
Bancos
e
Companhias,
inscripções
de
As
sentamento
e
eoupons.
(581)
Agencia
do
Banco
de
Vianna
CKMUsOS
& f
Rua
do Souto
n.°
30
Esta
agencia
faz
as
seguintes
operações
:
Desconta
letras
da
terra
e
de cambio.
Encarrega-se
da
compa
e
venda
de
pa
peis
de credito.
Recebe
dinheiro
á
ordem
e
a
praso
abo
nando
juros.
Empresta
sobre
penhores d
’
ouro,
pra
ta,
inscripções, acções
de
bancos
e
com
panhias.
Saca
sobre
praças
do
reino
e
estran
geiras,
onde
o
Banco
tem agencias.
Braga,
3
de
junho
de
1875.
Os
agentes,
(B
*
)
Carvalhos
&
CF
Ofíiciaes
de
sapateiro
Contrata-se
um
ou
dous
olliciaes
a
fa
zer
solados
com
limpeza
na morada
dos
mesmos,
abunanJo-se
boa
paga.
28, Rua
dos
Chãos,
28
Loja de
Hoia.
caisssibo
Prrcisa-se
d
’
um
rapaz,
proximo
a
ga
nhar
dinheiro, ou
mesmo
d
’um
caixeiro
de
qualquer
negocio,
que
usem
de
bons
cos
tumes.
28, Rua
dos
Chãos,
28
(2343)
Loja
de
sola.
Companhia
Geral
de
Seguros
LA
UNIÃO, DE
TI WKHI
Segura
nas
condições
mais
vantajosas
contra
o
risco de
fogo,
e
lambem contra
os
prejuízos
causados
pela
explosão
de gaz,
ou
peio
raio.
Verificam-se
os
seguros
n
’esta
cidade
de Braga
no
escriptorio
de
Ferreira
Bor
ges
&
C.a
,
Praça do Barão
de
S. Marlinho
n.°
26
—
1.°
andar.
(2537)
Aviso
ao
commercio
Na
Praça
d
’
Alegria,
d
’
esta
cidade.
n.°
16,
(antigo
Campo
das
II
rias)
acha-se es
tabelecida
uma
casa
de
commissôe'-.
Seu
proprietário
loma
cot.la
de
despachos
de
nieicadoiias
de
qualquer
natureza
que
se
jam,
tanto
d
’esta
cidade para
a
do
Porto,
como
do
Porlo
a
esta.
Promplilica-se a
tomar
conta
de
todas
as
fazendas
em
casa
dos
snrs.
negociantes,
e
a entregal
as
na
do
destinatário,
(em
que
só
tfislo
vae
uma
grande
vantagem)
tudo
por
uma
módica
commissão
sem
competidor.
Quem precisar
esclarecimentos
póde
dirigir-se
á
casa
supra
mencionada
ao
comtnissario
Antonio
Zacharias
da
Silva
Coelho.
(2536)
Asphalto
Nacional
da
Mina de
Aseche
A
Companhia
de
Lisboa
com escriplo-
rio no
Porlo na Rua
do
Bomjardim
n.°
365,
previne
os
seus
freguezes e
o
publi
co
etn
geral
que conlinúa
a
encarregar-
se
de
qualquer
obra
a
que
seja
applicavel
o
asphalto,
assim
como terraços, impenas,
passeios
em
jardins
e
nas ruas
publicas,
ca-
valheriçes,
eiias,
etc.
A
mesma
Companhia
presta-se
a
ga
rantir
o
bom
restihado
do
seu
trabalho,
sendo
sultíeienle
para
recommendar
o
seu
asphalto,
a
perferencia
que
lhe
lem
si
do dada
pela
administração
das
obras
pu
blicas
e
o
repelido
cbamameulo
pa<a
subs
tituir
asphalto
que
se
por
ahi
pregoa,
co
mo
vindo do estrangeiro.
Todos
os
snrs.
que
precisem
qualquer
encommenda
d'este
genero,
podem
fazel-a
no
Porto
Rua
do
Bomjardim n.
“ 365,
e
em Braga,
na
Fabrica
da
Fundição
do
Minho.
(2535)
Vende-se ou
aluga-se
as
casas
n.°
21
e.22,
na tua
dos
Pelames,
a
primeira
casa
torre
e
a
segunda
terrea
:
ambas teem
quintal
e
poço
rmeiro.
Para tratar
na
pharmacia
Alvim,
Praça
da
Alegria,
n.°
14.
Venda
de
casas
Vendem-se
juntas
ou
separadanten.
le
dez
moradas
de
casas
com
gran.
de
quintal,
lendo
os
n.°
s
72
a
89
próprias
para
edificação
d
’
um
grande
p
re’
dio e sitas
na
rua da
Cruz de Pedra
em
frente
á
nova rua
que
se vae
abrir
para
a
estação
do
caminho
de
fe<ro.
Trata-se
na
mesma rua
n.°
100 com
o
snr.
M
a
.
noel
Antonio Pacheco.
(2511)
Vende-se
uma
morada
de
casas
de
3
andares
uo
largo do
Paço
n.°
9,
trata-se
na
rua
do
Souto
o.°
28
com
o
snr. Jo
sé
Antonio
da
Silva
Lomar.
(2522)
Pedra
Talvenaria
Quem
quizer
comprar
uma
porção
de
pedra
d
’
alvenaria,
dirija-se
ao
sm. José
Antonio da Fonseca,
no
largo da
Sé.
(2342)
Vende-se
a
propriedade
que
fica
além
da
Ponte
dos
Pelames
que
se
compoem
de
casas,
pomar
e
leiras
de
lavradio
e
arvores
avidadas con
tíguas
e
circuitadas.
Trata-se
no escóptorio
(Festa
redacção
*
AGOAS
NilNERAES
Na
pharmacia de
Antonio
Domingues
Alvim,
ha
deposito
de
agoas
naturaes
das
Pedras
Salgadas:
Alcalina
de
Moura,
En-
tre-Rios.
das
Caídas
da
Rainha,
Sedlitz,
Verim,
Vidago
e
Vichy.
(Q
*)
NOVA
FUNDIÇÃO
DE
FERRO
DE
Antonio
Gersnano Uerreirsnha
NA
Travessa
de
S.
João
Aonde
faz toda
a
obra,
assim
como
bombas,
conçollas,
columnas
para
gaz,
pe-
zos
novos,
panellas
á
ingleza
de
todos
os
tamanhos,
canos
para
agoas
e
gaz,
e
toda
a
obra
de fundição,
como
grades
para
sacadas,
obra
de
metal,
sinos
e
outros
ob-
jectos
de
igual
teor
etc.,
pelos
preços
à
Porto.
LTIlustralion
de
la
mode.
O mais
elegante,
t
ícamente
illustrado
e
barato
dos
jornaes
da
moda.
Publica-se
em
Pariz
uma
vez
por mez,
no
formato
dos
grandes
jornaes
illustrados.
Ca ia
numero
contém
dez
a
quinze mo
delos
de
toilelte,
uma
grande
folha
de
mo
delos
de
tamanho
natuial
e
uma
magni
fica
gravura
clcrida.
Quem
quizer assignar
esta
publicação,
dirija-<e
á
livtaria
de
Eugênio
Chardron,
largo
de
S.
Francisco.
—
Braga.
A
em
preza
oflerece aos seus
assignan-
les
um
magnifico
cofresinho
comendo
tu
do
o
que
é
necessário
para
um
toucador
e
cujos
objectos
valem para cima
de 20
tran
cos.
Preços
0
’
assignaiura—Portugal:
sem
o
referido
brinde
—
9
fr.
Com
o
brinde
—
13
fr.
THEATRO
DE
S.
GERALDO
Empresa
do CSicatro Baquei
Scbbado
10
de
julho
Beneficio
do
maestro
Alves
Rente
e
aetor
Samuel.
A
scena
cómica
Tribulaçõe» d’««m eorreio.
A
romanza
cantaJa
pelo
actor
Samuel:
A
virgem palida.
A
valsa
dedicada
ao
publico
bracareuse-’
Gratidão.
A
poesia
cómica
:
®
Bftor.
Principia
ás
9
horas
braga
:
typographia
lusitana
— - É o formato de
-
comerciominho_10071875_368.pdf
Parte de Comércio do Minho (O)