comerciominho_10061875_355.xml
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-
3/
ANNO 1875
FOLHA COMMERCIAL RELIGIOSA E NOTICIOSA
NUMERO
355
rroaagxsciyywKHgaa
Assigna-see
vende-se
no
escriptorio
do
editor
e
PRopR
*
ó
\
AR
J°
José
Maria
Dias da
Costa,
rua
Nova
n.°3E,
para
ondedeve
ser
dirigida
toda
s
correspondência
franca
de
P
or
'
;
gnaturas
são
pagas
adiantadas
;
assim
conao
as
sp
cias
de
interesse
particular.
Folha
avulso
s.
ÁS
TERÇAS, QUINTAS E
SABBADOS
P
reços
:
Braga,
anno
1^600
rs.=Semestre
8õ0
rs.==Promn-
cias,
anno
26400
rs
e-sendo
duas
4&000
rs.=Semestre
1&250
rs.=&razí/,
anno
46400 rs.=Semcstre 2&300
rs.
moeda
forte,
ou
106000
reis
e
56500
reis
moeda
fraca.=Aununcios
por
linha
20
rs.,
repetição
10
rs.
Para
os
assignanles
30
% d’
abatimenlo.
B
raga
-^
uiista
-
feira
ao
jilviko
Correspondência esírangjeira
PARIS,
1
DE JUNHO.
[Correspondência
particular do <
Commer
cio
do
Minho»)
Se
cada
passo
de
nossa
vida
politica
dõo
fosse
uma
cousa
séria,
teríamos ne
cessariamente
de
gracejar
etu
face
dos
acontecimentos
que
se
dão.
Mas
ah
!
Os
fados
que
ha
alguns
dias
se
tern
passado
são
muito tristes
sem
que nós
possamos
alegrar-nos
com elles.
Graças
á
nomeação
d
’
uma
nova
commis-
sào
dos
trinta,
toda
ella
composta
de
republicanos
que
poderão
estabelecer
uma
constituição
a
seu
bel-praser.
Todo
o
paiz
lhe
pertence,
elles
são
complelamente
os
senhores,
e
isto
pela falta
dos
orleanisla».
São os
últimos
eflectivamente
que
tem
livrado
a
França
aos
republicanos,
com
a
cumplicidade
do
principe de
Joinville
e
de
seus amigos.
Os
republicanos
d
’
hoje
que
não
cessam
de
ser
revolucionários
esperam
impor-se
ao
nosso
paiz, dominar
a
situação,
assim
lem
elles refutado
unir-
se
aos
legilimistas,
e estão completamenle
separados
d
’
elles
para
se
ailiar
aos
radi
caes,
e
agora
que
elles
votaram
a
con
stituição
são
freneticamente
postos
á
purla
por
seus
alhados,
dos
quaes
todo»
os ec-
cos
parlamentares repetem o
sorriso.
Efle
ctivamente,
os
republicanos
são
os
senho-
les
da
assembleia.
Quando
elles
votarem
as
leis
coostilucionaes
conforme
seu bom
praser, elles
serão
numericamente
os se
nhores,
elles
nomearão
um
Senado
itnmo-
vel
de
sua
escolha,
dissulveião
a
assem
bleia,
modificarão
o
pessoal
administrati
vo,
e
faraó
as
eleições
geraes,
que
pro
vavelmente
lhes
serão
propicias.
Bem
longe
de conhecer
os
seus
erros
políticos,
os
orleanislas,
em
presença da
grande
responsabilidade
qoe
pesa
sobre
el
les,
espalham
pasquins sensaboricos.
Elles
accusain
a
defecção
dos legilimistas
como
se
os
realistas
tenham
trahido
suas
con
vicções. Todas as passadas
são vãs,
inco-
heremes
e
a
mais das
veses
estas
plantas
não
repararão
o
mal;
para
o
qual
toda
via
acharemos
remedio.
Conteular-nos-be-
mos
em
esperar.
Para a
occasião será
dillicil
a
lotai
extineção
do
mal
que
ora
existe.
As
nossas
gaselas
já
vo
*
hão de
ter
elucidado
ácerca
da
creação
da nova
com-
missão
dos
trinta.
E’
afim
de
examinar
os
projeclos
conslitucionaes apresentados
por
M
Dufaure,
e
que
devem
estabelecer
delimiivamente
a
Republica.
Vós, pois,
comprehendeis
em
que
ponto
a
nomeação
d
esla
commissão
era
importante,
e
quanto
é
Ltnentavel
que ella
nào seja
composta
de
republicanos.
Em
todu
o
caso
ella
apres
sa-se
em
chegar
á
solução
e
determinar
os
trabalhos
o
mais
depiessa
possível.
To
dos
os
leem
logar longas
reuniões,
e
a
commissão apressa-se etn
terminar
seu-
trabalhos eru
15
dias
o
mais
tardar.
Ma-
qualquer
cousa
que se
torne
urgente
con
virá
que
ella
accorde
em
um
exame
para
atalhar aos gritos
que
chovem
de
toda a
parte.
A
nova
commissão
leve
naturalmente
já
seu
discurso.
Logo
que
tomou posse
da
cadeira
da presidência, Mr.
de
Laver
gue
declarou
que
a
assembleia
que
linha
Lito
e
si
tão grandes
coisas,
estava
com
o
Hiluito
de
assim
cumprir
a
ultima
parle
d
essa
nodoa, e
de
dar
á
França
um
go
*erno,
accrescentou
elle,
pie
bons
cida
dãos
deveriam
reunir-se
á
republica;
pois
que
a
assembleia
sobetana
estava
procla
mada.
Escolhei. Nós viramo-nos para
o
radicalismo.
A
questão
que occupa
todos
os
parti
dos
n
’
este
momento, é
o
escrutínio da
Immediatamente
M.
DufTaure
poz
esta
carta
carta
nas
mãos
de
M.
Buffet,
qne
prometleu
faser
a
proposito o
inquérito
paia
descobrir
o
anctor d’
esta imprudente
mistificação.
Eis
aqui
os
processos
que
empregam
os
radicaes.
Assim
elles não
chegarão
a
consolidar
os
íunccionarios
que elles
pre
tendem
destruir.
Hoje
attende-se
geralmenle
a
ver
co
meçar
na
tribuna os
debates
sob
o
ensino
superior,
depois
de
vistos
por
muito
tem
po,
mas
nossos
olhares
foram
roais
uma
vez illudidós.
No
íim
da
ultima
semana,
Mgr.
Dn-
panloup
pediu
e
obieu
a
scmma á
ordem
do
dia
d
’e*
le
importante
prujecto.
não
póde
retardar tanto
quanto
possível
a
dis
cussão
apesar
d
’e>-ies
maus quereres a
discussão
não
póde
deixar
de
ser
audiada
para outro
dia.
Como
compensação
a
esta
demora,
te
mos
domingo
a
festa
de
Deu», celebrada
em
Paris
em todas
as
egrejas
com
a
maior
solemnidade
e
no
meio
d
’
um
con
curso con-ideravd
de
fieis.
Em
Nolre
Dame a
ceremonia foi
das
mais imponentes.
Mgr.
Guibert
cili
ciava,
rodeado
de
todo
o
clero;
elle
mes
mo
condusiu
o
SS.
Sacramento
durante
toda
a
procissão.
O
repouso
magnifico
li
nha
sido elevado
defronte
da
g<ande
porta
de
Paris.
De
todas
as
procissões
a
de
S
Thomaz
d
’
Aquino
foi
a
mais solemne. Sa-
hiu
da
egreja seguida
da
musica
militar.
Melteu-se
no
jardim
da
direcção
da
ar-
lilheiia
onde
tinha
sido
alçado
um
altar
do
Sacramento
ornado de architeclos
da
guerra.
Portanto
a
multidão
era
immen
sa,
o
recolhimento
profundo
e
sincero;
es
ta
scena era
bem
asada para
nos
recom
pensar
dos
dissabores.
Acaba
de
ser
apprehendida
na
frontei
ra
belga uma
brochura
impressa
em
Bru-
xellas,
attriboida
a
auctores
muilo cele
bres
da
«Lanterna»
de
M. Rochefort.
Es
ta
bruchura
intitulada
Os
crimes
do?
Jesuí
tas
e
os
Mártires
du
Vaticano
era
uma
hor
rivel
requisitória
contra
os
padres
e
a
re
ligião.
Numerosos exemplares
destinados
lodos
a
Paris
furam apprehendidos, e nós
ainda
não
podemos
felicitar
nos
de
ter
es-
escapado
a
este
novo
meio
de
perversão
que
queriam
empregar
os
inimigos
da
Egreja.
O
mez.
de junho,
que
começou
boje,
será
assignalado
em
Fiança
por
muitos
acontecimentos
religiosos,
e
veiá
alteroa-
livamenle
correr
piedosos
peregrinos
so
bre
diflerentes
tbeatros.
Rone
logo,
vae
proceder
á inaugura
ção
do monumento
venerável
do
Salie,
fundador
dos
irmãos
das
Escolas
Chris-
tãs.
O monumento,
que
se<á
descoberto
ámanhã,
é
oma
verdadeira
maravilha.
De
todos
os
pontos
da
França
e
do
estran
geiro
virão
deputações
que
acompanharão
os
prelados
e
formarão
um
cortejo
ma
gnifico.
Conheceis
de
reputação
o
Venerável de
la
Salie, e
tendes
approvado
já
os
servi
ços feitos
por
elle;
elle
apparece-nos
co
mo
o
verdadeiro
bemíeitor
do
povo
e o
verdadeiro
amigo
da
infancia
;
elle
é
por
excelleucia
um
homem
de
abnegação e
de
voção.
Foi
em
Rones,
na
antiga
capital
da
Normandia
que
morreu
M.
de
la
Salie
em
1719;
é
alli
lambem
que
uiu
monumento
»ae
erigir
se-lhe.
A
ideia
de levantar uma
estatua
a
esle
santo
hótnem, remonta
ao
proprio
anno
da
soa
morte,
mas
elle
nã >
devia
realisar-se
senão
em
1872. O
mo
mento
eia
opportuiro,
porque do
abismo
onde
nós
teinos
mergulhado
nossas
des
graças
e
no>sos desastres, nós lançamos
com
sentimento
de
fé
e
de
esperança
nos
sos olhares
para
um
homem
cuja memó
ria está
abençoada
em
Ilalia,
nos Eslados-
1
Unidos, no Caoadá,
no
Equador,
em
In
glaterra,
na
Bélgica quasi
tanto
como
em
França.
Foi
Sua
Eminência Mrg.
de Bo-
lista e
o
escrutínio
do
arredondamento.
A
ver
a
animosidade
com
que
lodos
os
jornaes
tratam
este
assumpto,
dir-se-hia
verdadeiramente
que
as
eleições
geraes
vão
ler
legar
dentro d
’
um
mez, e
que a
lei
eleitoral
vae ser
votada
esta
semana.
A
esquerda
é
unanime
em
favor
do
escrutí
nio das
listas,
a direita
ao
*
contrario
opta
pelo
sistema
opposto. Entretanto
todas
as
opiniões não
estão deíinitivarnenle
fixadas
a
seu
lado. Assim vós deveis
ter
visto
em
a
«União»,
que
este
orgão
do
partido
legilimista,
attenlou
para
se pronunciar
o
aviso
das commissões
realistas
da
província
que discutem
rfeste
momento
o problema.
No
partido
bonapartista
náo
ha
algu
ma
hesitação,
mas
a
grande
maioria parece
inclinar-se
para
o
modo
em
usar
sob
o
impei io
d
’
uma reunião
d
’
antigos
prefeitos,
tspecialmenle
convocados
para
esla
ques
tão.
0
’entre
elles
60
tem
opinado
em
fa
vor
do
escrutínio
do
arredondamento.
Esla
ultima
opinião
é
lambem
a do
governo.
M.
Buirei
declarou
brilhantemente,
que
se
o
escrutínio
da
lista
o
incommoda
não
poderá ficar mais
no
poder,
e
ver-se-ba
na
necessidade de
abandonar
o
gabinete
E
alli
por
ultimo
o
voto
dos
republica
nos.
De
lodos
os
ministros
que
actualmeote
funcionam,
M.
Buflet
é
o
unico
que não
offerece
assaz garantias republicanas, e
tem
elles
a
absoluta necessidade
de o
deixar
ficar
no
logar.
Complelamente
senhores,
uma
vez
da
situação,
moveriam
tudo
á
sua
vontade
e
não
se
moveriam
a
impor
sua
voiilane
a
toda
a
França,
e
mesmo
ao
marechal de
Mac-Mahon.
A
commissão
encar
regada
de
examinar
a
eleição
de
M.
de
Kerjegu,
o
honravel
deputado
legilimista
reuniu-se
hoje.
Uma
grande
parte
da
commissão
composta
na
sua
maioria
de
republicanos
queriam
an-
nullar
esla
eleição,
e
envidam
lodos
os
esloiços
para alcançar
o
desejado.
Também
uma
discussão
bastante
acalorada,
teve
lugar
hoje,
e
não
podendo
ofiender
o
de
putado,
a
commissão prendeu
o
prefeito
do
departamento,
que
ella
accusa de
mo
vimentos
illicitos
tendentes
a
favorecer
a
eleição
do candidato legilimista.
Todos se
lem pronunciado
pela
valia
que elles
não
podem
impedir,
e
muitos
membros
da
commissão
lem
exprimido
o
voto
que M.
Denormandie,
o condutor,
clamava
a
alti
tude do
prefeito.
A
commissão está
separada
sem
ado
piar
nenhuma
conclusão.
O
ruido que
se
roar.ifesla
que
M
Denormandie
nào
dá á
camara uma
interpellaçào
dirigida
do
alto
da
tribuna
por
um
dos
chefes
do partido,
M.
Pellelan, que se
excede n’esle genero
de
debate.
Os
jornaes
occupam-se
n
’
ei?te
momento
d
’
tim
grosseiio
embuste, que
ac«ba de
ser
teniado
em detrimento
de
Mr.
Ducros,
prefeito do
Rheno.
Tahez
sabereis
que
os
radicaes
disern
incessantemente
em
seus
jornaes,
que
o
prefeito
do
Rheno
lem
devotado
corpo e
alma aos
booapartislas,
o
quo
é complelamente
lalso,
e
d
’este
che
fe,
elles solicitam
do
ministro
du
inte-
ilor
o
seu
desterro. Para
dar
credito
a
isto
eis
aqui
o
meio que
alguns
fauaticos
lem
tomado.
Ha
alguns
dias,
Mr.
Dufaure
recebia
n
’
um envdoppe
ern
duplicado,
uma lellra
condusindo
o
furioso
da
perfeitura
do
Rheno,
e
concebida
pouco
mais
ou
menos
i/estes
termos: «Meu
caro
Galloni.
eu
queimei
meus
navios,
a»
perseguições
co
meçaram
;
que
os comités
booapartislas
se
orgamsem
sem
perca de
tempo.
Gon-
tae
com
a
minha
dedicação sincera.
—As-
signado
Ducros».
E
ta
supplica
foi
mostrada
a
M.
Gal
loni
dTstria, deputado
á
assembleia
na
cional
e
um
dos
principaes
chefes
do
par
tido
b.inaparlisla.
Este
declarou
sobre
a
sua
honra
não
conhecer
Mr.
Ducros,
e
inestno
não
o
ler
visto occasião
alguma.
'echose
cardeal
arcebispo
de
Rones.
qne
organisou
uma
commissão da
subscripção
e
se
inscreveu
como
o
primeiro hobre
a
lista.
Não
são
só
os
catholicos
que
tem
enviado
suas
offerendas, mas
ainda protes
tantes
muilo
conhecidos, os
proprios
ma-
hometaoos
como
o
principe
Melafa-Pacha,
M.
Almet-Bou-Kandoura,
conselheiros
ge
neraes
d
’
Aigel.
A
festa
d
’
amanhã
apresen
tará
um aspecto
magnifico.
O
numero de
Irmãos
das
Escolas
ChrLtãos
qpe
ahi
se
acharão
attingirão
uma
cifra
bastante
ele-
vad«.
D
’
eotre
outros
bispos
que
se
an
uência
assistirem
a
esta
ceremonia con
ta-se
já
Bulail
bispo d’Amiens,
Duquesnay
bi-po
de
Liinoges,
d
’
Oiiiremeni
bispo
de
Meaox,
Grollean
bispo
d
’
Evzese, Hugonos
bispo
de
Bayurx,
Bravard,
bispo
de
Cuoia-
nel,
Margueryt»,
bispo de Oruiz,
Bourselel,
bispo
de
Liez,
Gignonx,
bispo
de
Beau-
vais,
Sangonieur,
arcebispo
de
Reins,
Mr.
cardeal
de
Bonechose,
arcebispo
de Rouens.
Os
ecclesiasticos
são
annunciados
ás
cen
tenas
fazendo-se
tudo em
honra
de
dar
uma
ultima
homenagem
ao
Venerável
de
la
Salie, cuja
instituição
é
um
manancial
tão
abundante
de
bênçãos.
No
dia
16
de
junho
terá
logar
a
col-
locação
da
paimeira
pedra
da
egreja
do
Sagrado
Coração
em
Montmartre.
Mr.
Gui-
beri
tinha
resolvido
dar uma
grande
pom
pa
a esta
festa e
já,
contrariainente
aos
usos da
capital,
tinha
sido
decidido
que
a
procissão
immensa
composta
de todos
os
bispos
de França, d
’
uma
grande
parte
do
clero,
dos
deputados
direita
e
alguns ou
tros,
duma
multidão
incalculável,
atra
vessavam
as
ruas
de
Paris.
Esla
manifes
tação
é
um
brilho
particular
de
grsndesa,
»»os
de seu
lado,
os
radicaes
formaram
em
flancos,
e
estavam formados
de
maneira
a
occasionar
as
mais
perturbações..
Estão,
de
combinação
com
o
governo,
Mr. Gui-
bert
viu
se
forçado a
dar outra
forma
á
festa.
A
ceremonia
da
collocaçio
da
pri
meira pedra avançada
a
16
de
junho
terá
pois
logar
como
toda
a ceremonia
d
’esle
genero,
sem convites,
sem
pompa
extraor
dinária,
com
concurso
d
’
um
certo numero
de
deputados
unicamente
e
de
bispos pre
sentes
em
Paris. A
solemoidade
publica
é
confiada
á
época
da
bênção
do jasigo,
e
é
devida
a
tempos
melhores
e
mais
próspe
ros.
J7.
Escreveu
ha
dias
o incolor,
o
innocen-
te lisboeta
:
«Foi
preso em
Vienna
ura
padre
por
tador
de
uma
carta,
em
que
se
promet-
tia
um
milhão
de
florins
para
assassinar
Bismark.
O
audor da
carta
não
foi
des
coberto.
Dizem
de
Roma
qoe
o
geral
dos
jesuítas, padre
Becka
(sic.--Talvez
Bec-
ka
não
existe: queria
dizer
Becks
nalu-
turalmente)
é
alheio
a
essa tentativa
con
tra o
principe
allemão.»
Não
ha
maneira
mais
hipócrita
nem
mais vil de
fazer uma
insinuação
terpe.
—
Como
quern
diz
:
os
Jesuítas
são
assas
sinos
de
profissão;
se
algum
assassinato
se
cominette
ou
se
premedita
no
mundo,
é
muito
para
admirar
que ahi
não
ande
a
mão
d’
algum
filho
de
Santo
ignacio
e
até
o
conselho determinante
do
Padre
Ge
ral
da
Companhia.
O
que
admira
é
qoe
sendo assim
uns
malvados, os
taes
Jesuítas,
como dizem
os
snrs.
mações,
nem
um
só,
de
mais de
oito
milhares
qoe
existem
no mundo, se
encontra nas
prisões
publicas,
cu
de
gri
lheta
ao
pé
cumprindo
senbnça
na^m
presidio.
Este
facto não
parece
um
p<
uco
ebtranho
ao snr.
incolor?
A
nós concurren
elle
muito
para
abrir
os
olho
*
desde
ha
muito
lempo.
A
insistência
da
calumnia
liberanga
ou
maçónica
contra
os
Jesuítas
é
para
muita
gente,
e
com
rasão,
um
dos
mais fortes
argumentos
em
favor
da
inuocencia
e
utilidade
d’
estes
padre».
Já
Sihio
Pellico.
o
auctor
das
Minhas
pri
sões.
assim
pensava.
Quanto
á
primeira
parte
da
noticia do
incolor,
pomol-a
de
quarentena,
quasi
cer
tos
de
que ha
de
ser
desmentida como
muitíssimas
outras
similhantes
que
a
pre
cederam.
Se os hberangas,
tratando-se
de
padres,
são
tão
mentirosos,
e quasi
sempre
injustos
I
E’
o
caso
de
applicar
o tquereis
ser
livres
e
nãt
sabeis
ser
justos»,
de
um
in
suspeito
que
deixou
a
cabeça
na
guilho
tina,
victirna
em
parte
da
perversidade
dos
irmãos
(.
*
.)
e
em parte
de
suas
próprias
doutrinas.
Pensez-y bien
r
A
«Religião
e
Patria»
publicou
ha
pou
co
as
seguintes
palavras,
que
merecem
re
produzir-se
e
archivar-se,
especialmenle
nos
tempos
qne
correm.
Se
ellas
lossem
tidas
na
coota
que
merecem,
meditadas
e
pradicadas.
outro
gaito
nos
cantaria,
como
diz
o
nosso
povo:
«
Prudência
l
prudência
!
O
qne
se chama
prudência
muitas ve-
aes nada
tem
de
virtude
e
é
a
maior
im
prudência
—Prudenlia carnis...
stullitia.
S.
Francisco
de Sales
uma
vez
disse
a
um
amigo
qne o
elogiava,
mas
que
lhe
recommendava
prudência :
—
«Eu,
a
quem
só
os
nomes
de
prudência
e
de
politica
assustam e
horrorisam,
e
que
conheço d
’
is-
$o tão
pouco,
qne
esse pouco
se
reduza
nada,
vos
direi
uma
palavrinha
de
amigo
ao
ouvido,
porém
ao
ouvido
do
coração,
e
é
que
(para
vos
fjllar
com
toda
a
cla
reza)
não lenho
absolutamente a
arte de
mentir
e
de
dissimular,
nem de
fingir
com
dexteriJade,
qne
é
o
grande
mal
da
políti
ca,
e
a
arte das
artes
em
matéria
de pru
dência humana.
Se
en
tornasse
a
nascer
desprésaria
a
prudência
humana
mais
que
nunca.»
HEVISTA
ESTBAIGEDU
Supprimimos
esta
secção
em
o
n.°
an
tecedente
por
não
haver
noticias
interes
santes da
guerra
carlisla, ás
quaes
a
te
rnos
quasi exclusivamente
consagrada.
0
que
hoje
podemos
respigar
nos
jor
naes
é
o
que
segue
:
—
êhrtinez
Campos
apresentou
a
sua
demis.
ao
do seu
commando
da
Catalunha,
em
rasão
do
sen
desacordo
com
o
go
verno.
—
Um
telegramma
de
Estelia, Já
a
se
guinte
noticia
:
0
tenente
genefal
D.
Luiz
Garcia de
la
Poente,
um
de
nossos
chefes
mais ve-
nemeritos
e
amados,
antigo
director
dos
arsenaes
de Carlos V, e
desde
1862
en
carregado da
educação
militar
de
Sua
Ma-
ge»tade
e
de
seu
irmão
D.
Affonso,
mor
reu
no
dia
22
do
corrente,
em
Irurila,
na
idade
de
85
annos.
0
nosso oigão
official
lhe
consagra o
seu
primeiro
artigo
e
esta
frase
:
«Passando
por
diante
do
seu
tumulo
os
carlistas se
descobrirão
e
dirão
:
Era
um
verdadeiro caualleiro.»
—
0
«Quartel
Real»
do
dia
23
traz o
seguinte
relatorio official da
victoria
da
divisão castelhana
no
valle
de
Mena:
Capitania
general
de
Castella
Velha.
Li
nha
de
Valmaseda.
0
general
José
S.
Pontaclia
a
sua
ex.
*
0
ministro
da
guerra.
—
Valmaseda
17
de
maio de
1875.
Tenho
a
honra
de
vos
transroittir
o
despacho
seguinte,
qué
hontem
me
dirigiu
o
general
Cavero:
São
oito
horas
da
tarde.
Tomo
posi
ção
com
o
primeiro batalhão
de
Castella
na
aldeia
de
Rolioso
;
estabeleço
o
2.
*
e
o
das
Asturias
em
Santa
Olaja
e
em
San
tiago.
Os
guias
de
Castella
e
o
esquadrão
de
Borbon, mandam
desde
Quioaces,
sua<
grandes
guardas
a
Villavasil
e
Casiro-
Obarto.
«Serme-hia
difficil
o
detalhara
v.
ex.a
a
derrota
soffrida
pelas
tropas affaiisistas,
querendo-se
apoderar
da passagem
da
Com-
placera
e
de
Santa
Oloja,
que
lhes
asse
guraria a trauquilla
posse do
valle
de
Mena.
Durante quatro
dias consecutivos,
6
a
8:000
homens,
divididos
por meios
bata
lhões,
não
cessaram
de
atacar
as
nossas
posições.
Mas
conslantemente
repellidos,
se
retiraram
por
tolas
as
vezes
semeando
litteralmente
o
campo
de
cadaveres.
O
pânico que
se
apoderou d’
elles é Ião,
grande,
que
a sua
retirada
seria
uma
vergonha
para
qualquer
exercito.
Snr.
redactor.
A
terrível
crise,
ameaçidora
de
fome
e
sêde
que
se
nos
apresenta,
que
já
ec-
coa
na
imprensa,
e
se
eleva
aos
poderes
superiores
do
estado
para prover
de re-
medio
a
urn
mal
tão
imminenle,
leva-me
a
ir
iucominodal-o
pedindo
a
íineza
da
publicação,
no
seu
illustrado
jornal,
des
tas, talvez
indiscretas,
linhas
com
que
pre
tendo
justificar
o
meu
voto
na
reunião
da
coroara
e
conselho
municipal,
que
hoje
leve
logar.
Convocado,
em
conformidade
do
que
determina
o
codigo
administrativo,
para
a
discussão
e
approvação
dos respeclivos
or
çamentos,
fiquei surprehendido
por
uma
especie de greve
Deus
perdoe
a
quem
Telia
tomou a
iniciativa,
de
todos
os
em
pregados
da
camara
municipal e
adminis
tração
do
concelho,
que
ailegando
a
cos
tumada
defficiencia
de
meios,
costumada,
porque
quasi
annuahnente
apparecem idên
ticas
reclamações,
pediam
augmento
de
seus
ordenado»!
Não
entrarei
na
discussão,
seria
ousa
dia,
da
prelenção,
mesmo
d
’
aquelles em
pregados
encartados,
ou
providos
em
re
sultado de
concurso,
e
que
pagaram
os
respeclivos
direitos
de
mercê
em
relação
aos
ordenados
estipulados;
limitar-me-hei
a
referir
que votei
contra
o
augmento,
disse,
e
não
trepido
em
o
repelir,
qne
considerava tal pxicencia
da
maior
mop-
portunidade
no
momento,
pela
escacez
de
que
estamos
ameaçados
e
sobrecarregado»
com
uma
contribuição
predial
de
13,271
Na
verdade
elles fugiram
de
noite,
sem
tocar
os
clarins,
abandonando-nos
uma
grande
quantidade
d
’
armas,
de
munições
e
de
objectos
de
guerra,
mais
de
2
000
rações
de
pão,
arroz,
toucinho,
vinho e
cevada
em
abundancia.
Todos
os elogios
que
eu
poderia
fazer
dos
nossos
chefes,
officiaes
e soldados
se
riam
ainda muito
abaixo da
verdade, e
eu
nào
poderis
recommendar
tnais
par
ticularmente
nenhum
a
v.
ex.a
sem
fazer
injuria
aos
outros,
porque
lodos revalisa-
varn
em
valor.
A
minha maior
gloria
será
sempre
de
ter
commandado
laes tropas.
As
perdas
do
inimigo
excedem
700
ho
mens.
As
nossas foram
de
oito
mortos
e
vinte
e
quatro
feridos.
—
A
guarnição
<ie Astirraga
(Guipuzcoa)
continua
bloqueada
pelo
general
Egana e
pelos
Guipuzcoauos.
Os
aílonsistas tentam
debalde
terminar
o
bloqueio e
salvar
os
sitiados
e
os
canhões.
—
Continuam
as
deserções
affonsistis.
Segundo
os
registros
da
capitania
geral
da
Navarra,
as
apresentações
aílonsistas
du
rante
o
mez
de Maio,
excederam
a
224
ho
mens,
officiaes
e
soldados.
—
Em
á
ultima hora publica a
«Union»
o seguinte
telegramma
:
A
batalha
annunciada
como
imminenle,
parece
que
começou
pelo
lado
de
Astiga-
naya.
O
fogo
dos
carlistas
era
vivíssimo.
—
Do
correspondente
da
«Palavra»;
No
Norie
coutiriúa
a
organisação
e
fez-,
se
um
desembarque
«le
viveres
e
algumas
armas
em
Motrico.
Os
carlistas,
depois
de.
obrigarem
os
seus
contrários
a
relirar-se
da
linha
do
Orio,
avançaram
até
Sanlia-
gomendi,
estabelecendo
alli
baterias
que
molestam
a
praça de
S.
Sebastião.
As
informações que dei
sobre
os
com
bates
feridos
enlre
os
valles
de
Mena e
de
Losa,
na
linha de Valmaseda,
confir-
mam-se
plenamente
e se
alguma
coisa
te
nho
a
accrt-scentar
é
que
fo>am
ainda mais
favoráveis
para
os
carlistas
do
que
eu
li
nha
dito.
Do
Centro
só temos
algumas noticias
ácerca
do
combate
d’
Alcora
ao
qual
se
pre
tende
dar
uma
importância
que
não
lem,
se
bem
que
miohas
noticias,
de
boa
ori
gem,
tiram-lh’a compleiamente.
Alli
se
pe
lejou
moitas
vezes
durante
a
passada guer
ra
civil
e
sempre
os
carlistas
se
retira
vam
quando
o
julgavam
conveniente.
Só
houve
ante-honlem
um
pequeno
com
bate.
junto
a
Checa,
no
limite
das
pro
víncias
de
Guadalajara
e Teruel
que se diz
desfavorável
aos
carlistas,
porém a julgar
pelas
forças qoe
entraram
em
fogo,
não
póde
ser
muito
grave.
—
Do
correspondente
de
Lisboa
para
o
«P.
de
Janeiro».
«Em
Madrid
corria
o
boato
de
que
on
ze
batalhões
carlistas
na
força
de
dez
mil
homens
marchavam
para
o
Centro
em
au
xilio
dos
seus partidários
e
que
Dorregaray
tinha
grandes
planos
contra
Valência.»
I
p.
c.
e
mais
40
p.
c.
d
’
imposto
muni-
Icipal
loroando-se
portanto
injustificável
o
augmento
d
’
ordenados, o
que
teve
algumas
aoouencias,
disendo
se
até
que
algum
em
prego
podia
ser
illiminado; as
maiorias
tudo
santificam.
Snr.
redactor,
permitla-me
que
accres-
cente
a
emprego-mania
e
o
de>gosto
que
opprime
os
pequenos
proprietários sobre
carregados
de
tributos
nào
pó
le
deixar
de
accarretar-nos
sérios
receios
pelo
futuro
da propriedade
agrícola
algarvia.
O
favoritismo
continuo
aos
emprega
dos, cuja
sorte
está
sendo
moda
lamentar,
e
ao
mesmo
tempo
que
se
não
ievanta
uma voz
no
santuario
das
leis
a
favor
dos
artistas
e dos
pequenos
proprietários,
cu
jas faces
diariamente
gotejam
suor para
acudir
ás
primeiras
necessidades da
vida,
faz descrer
de
tudo.
Sou
com
subida consideração,
de
v.
amigo etc.
Portimão
19
de
maio
de
1875.
M.
J. de
Sarrea
Garfias.
GAZETILHA
CORJSESPOtf DESCIA.
ViHíta de
jubileu.
—
Verificou-se,
como
estava
annonciado,
nos
dias
4,
5
e
6 a
primeira
visita
solemne
para
alcan
çar o jubileu
do
Anno
Santo.
Foi impo
nente
esta
solemnidade,
que mostrou
mais
uma
vez
a
grande
religiosidade
dos
filhos
da
Roma
portugueza.
Na
procissão,
que visitou
as
4
egrejas
escolhidas,
ia
o
ex.m
°
arcebispo
coadjutor;
cabido;
coiumunidades
do Seminário de
S.
Pedro
e
collegio
de
S.
Caetano;
as
ir
mandades
de
Santa
Cruz,
Carmo,
cora
grande
numero
d
’
irmâos,
N.
Senhora
de
Guadelupe;
as
confrarias
do
Rosário
e SS
Sacramento
da
Sé. e
demais fieis
cujo
nu
mero
é
calculado
em
5:000.
Nos
dois
primeiros dias
era
o
Santo
Lenho levado,
debaixo
do
paleo,
pelo
sur.
deão,
e
no
ultimo
pelo
snr.
arcebispo
coadjntor.
Em
todas
as
egrejas
da
visita
se
can
tou
o
Tanlum-ergo.
com
bênção
do
SS.
Sacramento,
exposto
á
porta
do
Sacrario.
No
fim, na
capella-mór
da
Sé
cantou-se o
Te-Deum
que s. ex.a
rev.
,na
o
snr.
arce
bispo
coadjutor entoou,
e
leu
as
orações
do
Ritual,
finalisando
tudo
com
a
beução
do
Santíssimo
ás
8 1/2
horas da
noite.
As
tochas
acesas
da
confraria
do
SS.,
e
dos
alumnos
do Seminário
de
S.
Pedro
e
collegio
<!e
S.
Caetano,
tornava
este
acto
religioso
de
um
effeito
surpreheudente
e
devoto.
Cthrnniea
reliy
—
Festejou-se
no
passado
domingo
o
SS.
Rosto
do
Se
nhor,
que
se
venera
no
seu oratorio
á
entrada
da
rua
do
Forno
Conforme
ha
tempo annunciamos,
a
festividade
teve
es
te anno
logar
no
templo
da
Misericórdia.
De
manhã
houve
missa cantada
a
grande
instrumental,
exposição
do
SS. e
de
tarde
sermão
prégado
pelo
snr.
padre
João Re-
bello, e
Te-Deum.
Louvamos
e
muito
os
devotos
que
pro
moveram
esta brilhante
festividade.
—
Festejou-se
também
a
Imagem
de
N.
Senhora
d«»s
Desamparados,
erecta
no
tem
plo
dos
Terceiros,
que
se
achava
mages-
tosamente
decorado,
com
especialidade o
altar
da
Senhora.
Prégou,
pela
sétima
vez
n’
esla
festivi
dade,
o
snr.
conego Alves
Matheus,
que
se
houve com
a
costumada
eloquência
e
brilhantismo.
Esia
esplendida
festividade,
uma
das
mais
pomposas
que
se fazem
n
’
esta
terra,
é,
desde
ha
muito,
feita
a
expensas da
fa
mília
Carvalhos,
Coadjuvados
por
alguns
outros
c»valhei>os.
HectÈflcação.
—
Em
a
noticia
epigra-
fada—Granne festividade
em
Guimarães
—
onde
se
lê
baplismo.
leia-se
—
«beução».
Programina.
—
O
p
ogra mm
a
para
o
concerto
de
bandurras
a
que
nos
referi
mos em
o
n 0 amecedente,
e
que
lerá
lo
gar
no
domingo,
é
o
seguinte:
1.
’
parte
—
Sinfonia
pela
orchestra.
—
Uma
romaria
na Gallisa,
executada
a
duas
bandurras
em
que
se imita
o ronco
da
gai
ta,
as
castanholas, o
sonido
do
tambor
e
o
rouxinol
—
Jutroducção,
coro
e
aria
de
tenor
da
opera Hermani,
executados
a
duas
bandurras
e
dois violões.
2.
a
parte
—
Sinfonia pela
orchestra
—Aria
final
de
tenor da opera
Lucia
de
Lamer
mor.
—
Carnaval
de
Venesa. executado
>
duas
bandunas,
em
que loma
parle
um
filho
do
snr.
Chané.
da edade de
5
annos,
acompanhando
C'
m
o
violão.
3.
a
parte
—Sinfonia pela
orchestra.—
Fan
tasia
das
zarzuelas
Pan
y
Toros,
Memórias
d'um
estudante
e jota
do Mdinero
de
$
biza.
—
Giande
jota
aragonesa,
com
toda"
as
suas variações,
collacando
a
bandor/
atraz
das
costas.
’
CntnMrofe.
—
Um
despacho
de
p
es<
havour,
Afghanistan
diz
que
occorreu n
>
a*
quella
cidade uma
grande
catástrofe.
Meia
cidade
foi destruida
pelas
chanj.
mas.
Os
annasens
de polvora periga^
mas
felizmente
o
fogo
poude
ser
atalhado
antes
de chegar
a
elles.
Esla
cidade asiatica
chamada
porto
avarv
çado
e
que
varias
vezes
ha
sido
presi
das
chammas,
e-tá
situada
na
fronteira
do
Afghanistan
e
a
uma
distancia
de
um
as
12
milha»
a
leste de
Kbyber,
onde as
iro.
pas
ingleza»
soífreram ha
annos
algu
(rias
derrotas.
A
cidade
foi
tomada
e
destrui-
da
pelo
famoso
guerreiro
Runjeet
Serigh
oo
presente
século e
nunca mais
rectipe.
rou
a sua
prosperidade.
Grande parte
d
’
ej.
la
tem
permanecido
em
ruinas.
As
mes-
quitas
furam
profanadas e
os
palaeios
des
truídos.
O
campo
das
suas
iminediações
é
extraordinariamente
ferti! e a
cidade
está
muito
bem
situada
para
o
commercio.
—
(P.
de
J.)
Contra
o playlloxera. —
Cada
dia
novas
experiencia?
vem
descobrir
na
íq
.
compatível
arvore
eucclyplus
globulus
no.
vas
propriedades
que
fazem
Telia,
a to.
dos
os
respeitos,
uma
das
mais
estima-
veis
de quantas
se
produzem
nas
diversas
floras
que
povoam
a
terra.
O
doutor
Gosson
leu
na
sociedade
de
geografia
uma
curiosa
monografia
sobre
os
eucalyptus
e
a
sua
plantação
nos
vinhe
dos
aiacados
por
alguma
enfermidade,
mo
nografia que
mr.
Cortamberl
completou
com
algumas
noticias
inesperadas.
Mr.
Cor
tamberl
fez
plantar
eucalyptus
nas son
propriedades
sitas no
meio
dia
proveoçjl,
e
quasi
em
seguida
desappareceram
os io-
sectos,
sanou-se
o
ar
e
cessaram
a
sua
obra
destruidora
os
parasitas
que
davam
cabo
das
vinhas.
Ha
muitos annos que
dura
a
expe
riencia,
sempre
com os
mesmos
assombro
sos
resultados,
em
vista
dos
quaes
vários
proprietários plantaram
eucalyptus
nos
seus
vinhedos,
com
o
que
o
phylloxera
de-
sappareceu
iminediatameote.
—
(Idem).
Falleeifinentn. —
Na
soa casa
da
Cm
tariça,
no
dia 2
do
corrente,
entregou
i
alma a
Deus
o
revd.0
snr.
Joaquim
José
da
Silva
Bacellar.
Contava
o
virtuoso
finado 68
aonos
de
edade,
e
era
dotado
de
singular
paciência
e
humildade.
Na
sua
longa
e
dolorosa
enfermidade,
supportada
com a
maior
das
resignações,
nioguem
lhe
notou
nunca o menor
indi
cio
de
impaciência, e
sempre
que
os
sof-
frimentos
recrudesciam
apenas
exclamava
subrnbsamente
:
«seja
etn
satisfação
das
minhas
culpas
e
peccados.»
Emquanlo
goson
de saude
foi
incança-
vel
no
exercício
do
confissionario, tribu
nal
em
que
era
instruidissimo,
porque ti-
nua
profundos
conhecimentos
das sciencias
ruoraes, sendo
por
i-so o
director
dos
col
legas, nos
casos
mais
difficeis.
Foi
um
zeloso
collector
da
Associação
da
Propagação
da
Fé,
e
prestou
outros
re
levantes
serviços
á
causa
de
Deus e
da
Egreja.
A
’
respeitável
e
bondosa
familia
da
Cm-tariça
enviamos
os
nossos
sentimentos,
e
aos
leitores
pedimos
um
P.
N.
pela
al-
ni.
-lo
finado.
Theatro.
—
A
companhia
da
Trindade,
do
Porto,
veio
dar
a
esta
cidade
dar
duas
rtcilas.
que
se
effectuararn
no
sabbado
e
no
domingo.
Na
primeira subiu
á
sccua
a
opera
có
mica
em
3
actos
—
O Diabrete,
e
na segun
da
a
comedia
em 2
actos
As
cartas
do
cunde
duque,
a
sc<-oa
comica
uma praça
de
reserva, e a
opeiela
em
1
acto
Depois
de
vm
baile.
As
honras
da
noite couberam
a
Jo<e-
f<>
d
’
01ivena,
que
nos
dois
especlaculo fui
uiimoseada
com
pateadas
estrondosissimas,
como
poucas
vezes
se
leem feito
ouvir
em
o
nosso
tbeairo.
Com
effeito,
ainda não
pudemos
desco
brir
ua
actriz
Josefa
d'Oliveiia
o
grande
mérito
artístico
esiranliarnente
precomsâ'
du
por
certos
entendedores de
theMros.
Além
da
v*>z,
que
é
supportavel,
não
passa
d
’uma
insignificância.
Como
actriz
é
uma
estatua
sem
vida,
Si-m
acção
própria, —
um
aolhomato
jogan
do
a
cabra-cega
com
os
bastidores.
E
perdoem-uos a
franquesa
os admi
radores
de
Josefa d
’
Oliveira.
Amicus
Plo>
‘
lo...
Alguns
dos
outros
adores
houveram-se
soffrivelmente.
Samuel
não
desempenhou
mal
o
scerâ
cómica
Uma
praça
de
reserva. Nào lhe
3
faltam
dotes
artísticos,
e póde
vir
a
occupar
om
logar
distincto oa arte
scenica.
O
actor
Poriug.il
é
também
digno
de
mensão
pela
inteligência
e
naturalidade
com
que
desempenhou
os
seus
papeis.
Tem
talento
e
não
deve
desanimar.
Festividade. —
Celeboii-seem
Tibães,
suburbios
d
’
esta
cidade,
a
expensas
da as
sociação
das
filhas
do SS.
Coração
de
Ma
ria
a
costumada festividade
em
honra da
Virgem
protectora
(faquella
associação.
Excedeu
sobre modo a
dos
annos
aute-
teriores
esta
religiosíssima
festa.
Durante
o
mez
de
maio
houve
n
’
aquel-
le
templo
magestoso,
exercícios religiosos
em
honra
da
Virgem, a
orgão
e
musica
vocal,
concorrendo
avultado numero
de
pessoas
da
parochia e
visinhanças.
Na quinta-feira,
3 do
corrente,
estive
ram
todo
o
dia
sacerdotes
na
Ereja
para
ouvirem de cooíissào as
pessoas
que
para
tal
hm
alli
concoriiam.
Na
sexta-feira,
4,
foi
o
dia
da
primeira
communhão
para
as
meninas
da
escola
d
’
aquella
associação
e
para
os
meninos
da
freguezia,
assim
como
para
todas
as
associadas.
Eram
dez
horas
da manha,
quando
enfe
harmooio
*
os
cânticos,
entraram
no
templo
todos
os
meninos
e
meninas
ador
nados
com
vestes
simbolisando
a
innocen-
cia,
e
acompanhados
pelos
accordes
da
musica
da
Graça
;
e
por
elles
seguiam
as
irmandades
da
freguezia,
o
clero,
os
acoly-
tos
e
o
celebrante que
foi
o
revd.
mo
pa
rocho
Subiu n
’esta
occasião
ao
púlpito
o
revd.
0
José Coura
da
Costa,
da
freguezia de
Cer-
vães,
que
exhuberantemente
manifestou
seu
raro
talento
e
profunda
eloquência,
e de
pois de
ouvir
reiterar
aos
innocenles
hos
pedes
do
divino
Banquete as promessas
que
por
elles
haviam
feito
seus
fiadores
e
padrinhos
na
occasião
de
seu
baptismo,
depois de os
ver
prostados
aos
pés
do
seu
pastor
impetrar
a
sua
bênção?
depois
que
ajoelharam
aos
de
seus
paes,
e
final
mente
depois de «e
perdoarem
muluamen-
te,
actos que
tão profundamente
movem
ainda o
coração
mais
duro,
exhortou-os
o
distincto
orador
a
que
sempre
fossem
o
modelo
e
o
tipo
de
verdadeiros
christão.
Seguiu-se
o
santo
sacrificio
da missa
que
os
meninos
e meninas
e
lodos
os
circumstaotes
ouviram
com
edificante
de
voção.
A
’
communhão
subiu
novameole
ao
púlpito
o
orador,
e
em
frazes
arrebatado
ras, u
’
om
estilo
sublime, proprio
de
seu
alto
talento,
tinba
absorto
aquellas almas
em
funda
meditação
sobre
a
granJesa
e
favores
d
’Aquelle,
que
ia
dentro
em
pou
co
habitar
em seus
corações.
Foi
em
se
guida
distribuído
e
Pão
dos
anjos
pelas
mãos
do revd.0 parocho,
primeiramente
aos
meninos
e
meninas, e em
seguida
a
mais
de
tresentas
pessoas.
De
tarde,
depois
d
’
exposto
o
SS.
Sa
cramento,
houve
sermão de
N.
Senhora
pelo
mesmo
orador
de
manha,
e
termina
do
correram
os
meninos e
rainanas
a ajoe
lharem
aos pés
da
Virgem
a
quem
se
con
sagraram.
Em
seguida sahiu uma
procis
são
com
irmandades,
palito
e
andor
de
N.
Senhora,
em
seguida
ao
qual ia
um
eôroí
de
virgens que
acompanhado
d’
ins
trumenlal
entoava
d
’
espaço
a
espaço,
lou
vores
ao
Todo
Poderoso, n
’aquelle
dia
tão
feliz.
Adiante seguiam
os
meninos
incorpo
rados
em
dnas
alas,
dirigidos
pelo
rr-d.'
Joaquim
Fernandes Lopes.
Fechava
a
pro
cissão
a
banda
de
musica da Graça qoe
desempenhou
as
mais
lindas
peças,
to»
-
nando-se
digna de
grandes
elogios
pelo
bom
desempenho
das
mesmas.
Recolheu a
procissão
ao
cair
da
tarde
e
com
saudade
das
pessoas
que
a
presen-
cearam
No
domingo,
6,
convidou
o
revd.
0
pa
rocho
todos
os meninos
e
meninas
para
sua
casa
e
ali
lhes
offrecei)
variado
e
abundante
jantar,
como recordação
de
tão
fausto
dia,
e
deixando
a
companhia
de
sua
familia,
foi
tomar
assento
entre
elles, a
quem
abraçava
com
cordeal
afieclo.
Que
scena ião
palhelica
!
Terminado
o
ja»tar,
ensinando-lhe
o
respeito
e
obe
díencia
aos
superiores, despediu-os aben
çoando aquellas
tenras
plantas
p^ra
que
vegetem
sempre
conforme
os
pieceitos
do
benhor.
E
’
digno
do maior
louvor
este
proce
dimento,
e
a
incansável
dedicação
do
pre
sidente
dissociação d’
aqueila
terra.
Cartas
retidas oin direeção do
cor
reio
d»
Braga por diíTerentes
motivo
*
.
(Falia
de
frnquia)
Victorio
Feio,
rua
Nova—
Braga.
Domingos
Manoel d
’
Oliveira
—
Hispanha.
Dr.
Chrisantos
Peras
—
Madrid.
Manuscripto
para
Joaquim
Martins da
Cunha
—Coim
bra.
EXPEDIENTE
DA ADUSNISTKA-
çAo.
Cartas
e
avisos
recebidos
desde
19
de
maio
até
hoje.
Penedo.—Felizardo
B.
de
Campos
—
Recebido.
Arcos.—
Rev.
0
Manoel
José
Fernandes
Ferreira
Velloso—
Idem.
Porto.
—
João Antonio
Maxado
Júnior
—
Idem.
Barcellos.
—
Manoel
Ignacio Amorim
No-
vaes
—
Idem.
Chaves.
—
Padre
Rodrigo
de
Campos
Sanches
—
Idem.
Bragança.
—
Abbade
de
Donai
—
Idem.
Cabeceiras.—Benedicto
de M.
Coulinho
—
Idem.
Barcellos.
—
Padre
Manoel
de
Sousa
—
Idem
Covilhã.—
Manoel
d’
Almeida Teixeira
Júnior—
Idem.
Padre
José Maria Nogueira
—
Idem.
Padre Francisco
M. R.
Oliveira
Grai-
nha—
Idem
Rev.°
ahbade
de
Santa Maria
Maior
—
Idem.
Eslarreja.
—
Manoel
Soares
da
Silva
—
Idem.
Guimarães.
—Fr.
Manoel
dos
Prazeres
—Idem.
Villa
Real,
—
Rev.0
reitor
de
S.
Diniz
—
Idem.
Resumo
do
activo
e
passivo
do
Banco
Commercial,
Agrícola e
Industrial
de
Villa
Real,
em
31
de
maio
de
1875.
Activo
Caixa,
dinheiro
existente
.
Letras
descontadas
e a
rece
ber
.............................
Letras
caucionadas
.
. .
Obrigações
a
receber.
.
.
Empréstimos
sobre
penhores
Operações
a longo
prazo
.
Operações de cambio.
Papeis de credito . . .
Contas
correntes.
.
.
.
Devedores no paiz . . .
Devedores no
estrangeiro
.
Effeitos
depositados.
.
.
.
Moveis e utensílios
.
.
.
Despezas
de
installação
Acções,
prestações
a
receber
16:8290603
534:9160029
31:4290000
10:1490688
5:4070535
14:4200000
4:5320896
10:6150650
7:9210-73
107:9-.
>90888
164:1060256
5:479-0225
5610800
1
:9OO0!JOO
63:3100000
979:5410843
Passivo
Capital
do
Banco.
.
.
.
800:0000000
Deposito á
ordem
13:0870720
Deposito
a
prazo
63:4000708
76:4970428
Letras a
pagar
....
71:6090818
Diversos c>ed <res
.
.
.
.
80
*
>0000
Credores
d
’
efleilos
depositados
5:4790225
Fundo
de
reserva
....
1:5000000
Dividendos
ap
gar.
.
.
.
3630000
Ganhos
e
perdas.
. .
.
23:29.0372
979:5
I
h
0843
Banco
de
Villa
Real,
2
de
junho
de
1875.
Os
gerentes,
João
Pinto
Ferreira.
Agostinho
Jose da Costa.
BANCO
NIEEICANTIL DE ElíCAGA
Resumo
do
Activo
e Passivo
d'esle
Banco,
em
31
de
Maio
de
1875.
SOCIEDADE
ANONYMA DE RESPONSABI
LIDADE LIMITADA
Capital social .... 1.2011:0000000
Capital
aclual (l.
a serie
imiltida)..................
600:0000000
Capital
realisado.
.
.
.
111.8870500
ACTIVO
Accionistas,
prestações
a
receber........................
488:1120500
Caixa,
existência
em
cofre
em
metal
..................
14:7510110
Leiras
descontadas
.
.
.
22:0690800
Empréstimos
sob
penhor
18:4380115
Devedores
no
paiz . . .
10:8000270
Devedores
no
estrangeiro
2:0120785
Créditos
com
caução
.
.
48:0220510
Valores
fluctuantes
.
.
.
26:0010000
Moveis
e utensílios
.
.
.
Despezas de installação. .
Despezas
geraes
.
.
.
.
40906101
7780890
3190660
PASSIVO
Capital actual
do
banco
.
Credores
no
paiz. .
.
.
Depositos
á
ordem.
Deposito a
praso
fixo
.
.
Lucros
e
perdas.
.
.
.
631:7760250
600:0000000
8:1650218
8:8000000
13:8660045
.9440987
631:7760250
Banco Mercantil
de
Braga
31
de
Maio
de 1875.
Os
directores,
João
da
Costa Palmeira.
José
Joaquim
Lopes
Cardoso.
Manuel Anlonio de
Castro
Teixeira,
com
estabelecimento
de trens
na rua
da
Sé
d’esta
cidade
de
Braga,
e
antigo
esta
fete
de
encommendas
d
’esia
cidade
para
o
Porto
e
vice-versa,
terminou
no
dia
21
de
maio
com
a
dita
estatelaria em virtu
de do
caminho de
ferro
;
e
achaodo-se
em
seu poder
varias
encommendas
e
volumes
que
o
supplicante
nào sabe
para
quem
são,
por
não
trazerem
rua
nem
nomes
das
pessoas
a
quem
são
dirigidas,
parti
cipa
ao respeitável publico d
’
esta
cidade
e
do Porto a
quem
faltar
alguma das
ditas
encommendas,
se
dirijam
a
casa
do
sup
plicante,
que
dando
signaes
serão
en
tregues.
Braga
7
de
junho
de
1875.
Manuel Antonio
do
Castro Teixeira.
(2483>
Companhia
Álliança
Edificadora
Portuense
Soeiedade
anonyma reaponaahili-
dade limitada
Capital 500.000^000 em
acções de
50$000
*
reis
Esta
companhia
lem
por
fim
principal
facilitar aos operários
e famílias pobres
a
aequisição e
habitação
de
casas,
mas
póde
também dedicar-se a outros
fins
que
sejam
convenientes,
e
que
lhes
forem facultados
pelos
estatutos
que
em
breves
dias
serão
distribuídos
aos
snrs.
subscriptores.
A subscripção
para esta companhia
achar-
se-ha
aberta
n
’
esta cidade
nos
dias
10,
11 e
12 do
corrente
no
Banco
Commercial
de
Bragi,
e
no
acto
da
inscripção
haverá
o
deposito
mil
reis
por
cada
acção
subs-
cripta.
Braga
7
de
junho
de
1875.
Os
instaladores
Alberto
Borges de
Castro
—
João
Joaquim
Paes
—
Alfredo
Praça
de
Vasconcellos
—João
do
Rio
Janior
—
Antonio
Joaquim
Borges
de
Castro
—
Joaquim
José
Alves
de
Souza
—
Ba
rão de Missarellos
—
Joaquim
Lopes
da
Sil
va
—Francisco
Antonio
de
Lima
—
José
Al
ves
Carneiro—
Jeronimo Pinto
d'Almeida
Brandao—
Thomaz
Joaquim Dias. (2486)
Banco
da
Povua
de
Varzim
Sào
convidados
os
snrs.
accionistas a
msndarem
a
esle
banco os
seus
titulos
provisórios
para serem
trocados
pelas ac
ções
eff^CtlVaS.
Tendo-^e
desencammhado
o
titulo
n.°
74,
representando
10
acções
pertencentes
ao
snr.
dr.
José
de
Freitas
Costa, previ-
ne-se
a
quem
possa interessar
a
fim
de
fazer
as suas
reclamações no
praso
de
30
dias,
findos
os
quaes
serão
as
ditas
acções
passadas a
favor
d
’
aquelle
snr., ficando
o
referido
titulo
de
nenhum
eíleito.
Povoa
de
Varzim, 22 de
maio de 1875.
Os
directores
J.
Gomes
Moreira
(2482)
A R.
da Silva
Vieira.
Precisa-se
d’
um
rapasinbo
para
nego
cio, na Senhora
A
Branca
n.°
4.
(2484)
Venda de
Quintas
Vendem-se
as
quietas
do Pa-
ço
e
Saudarão,
mistas,
e
uni-
das. sitas
na
freguezia
de
Se-
melhe,
muito
próxima
a
esta
cidade
de
Braga,
viradas
ao
Nascente
e
Meio
Dia,
com
vista para
a
estação
da
liuha
ferrea
e
d
*
esta
para
aquel
las.
Tratam
se
com
a
exc.
,n:1
gerencii
do
Banco
do
Minho.
(2487)
Devendo
no
dia
1 .*
de
julho
proximo
ve
rificar-se
nos
Cofres Centraes dos
Dislri-
ctos
do
Continente
do
reino,
e
nas Cai
xas
Centraes
do
Ministério
da
Fazenda
o
pagamento
dos
juros
do primeiro semes
tre
de
1875
das .obrigações
da
l.
a
e
2.“
series
do
empreslimo
para
os
caminhos
de
ferro
do
Minho
e
Douro: são
preve
nidos
os possuidores
das
mencionadas obri
gações, quer de
assentamento,
quer de
eoupons,
que
pretendam
receber
o
divi
dendo
n
’este
districto,
que
devem apre
sentar
n
’
este
cofre
Central,
relações
era
duplicado, das obrigações
que
possuirei»,
onde
se
descrevam
pela
sua
ordem
os
numeros
d
’
essas
obrigações.
Ambas
as
relações
serão
assignadas
pe
los indiv-iduos, apresentantes
de eoupons,
ou a favor de
quem tiver
sido
feiio
o
ul
timo
averbamento
das
obrigações,
ou
por
seus
legítimos
procuradores;
ju;itando-se
a
respectiva
procuração, sendo
as
assigna-
luras
reconhecidas
por
tabelliào,
em
qual
quer
dos
casos. Um
dos recibos
deve
ser
devidamente
sellado,
com
e
iam
pilha
do imposto
do
sèllo
nos mesmos lermos
que
os
recibos
de
juros
pagos
pela
Jun
ta
de
Credito
Publico.
As
relações
estão desde já
á
venda no
Cofre
Central
d
’
este
districlo.
Juntamenle
com
as
relações serão
apre
sentados
os eoupons
das
obrigações,
re
lativas
ao primeiro
semestre
de
1875 oa
as próprias obrigações,
se
forem
de
as
sentamento.
A
apresentação
das
relações,
nos
ler
mos
antecedentes, n
’esle Cofre Central,
se
rá
feita
desde
as
dez
horas
da
manhã até
ás
tres
horas
da tarde da
maneira seguinte:
n.
05
la 4:210
inclusivédia
14'
>
4:211
a
8.420
>
>
16
>
8:421
a 12
630
>
> Í7j
»
12:631
a
16:810
»
18
16.811
a
21:050
>
> 19
[
> 21:051 a 25:260
>
21
>
25:261
a
29:470
>
>
221
>
29:471 a
33:680
>
»
231
>
33:681 a
37:890
»
25
37:891
a
42;
100
>
>
26
|
d
3
O
a
*■!
c*
CD
o
Depois
de
verificadas e
notadas
as
re
lações,
serão
juutamente
com
as
obriga
ções
de
assentamento,
devidamente
carim
badas,
restituídas
aos
apresentantes para,
no
dia
1.°
de
julho
proximo,
mediante a
apresentação d
’
essas
relações,
ser-lhes
pa
go
o
juro
respeclivo,
eflectuando-se
o
pa
gamento
das
dez
horas
da
manhã
ás
tres
horas
da
tarde.
Os
possuidores
de
obrigações
da
1.a
e
2.
a
series do
empreslimo
dos
caminhos de
ferro
do
Minho
e
Douro,
que
não se
apre
sentarem
para
a verificação
dps
seus
títu
los
nos
dias
respeclivamente
marcados
acima,
só
poderão
rec<ber
os
juros
em
disida
na
sexta
feira
9
de
julho
e
primei
ras
sextas
feiras
de
cada mez,
mio
sendo
dia
feriado,
porque
então
o
pagamento
se
rá
na
ve»pera.
Outro
tanto
acontecerá
re
lativamente
aos
portadores
de
relações
já
notadas
que
se
não
apresentarem
para
re
ceber
os
juros respeclivos
no
dia
l.°
de
julho.
Repartição
de
Fazenda
do
Districto
de
Biaga
8
de
junho
de
1875.
(2490)
O
Delegado
do
Thesouro,
Henrique
Francisco
Bizarro.
Quem
quizer
comprar parle
do
aparelho
de
fazer
chocolate,
lo<
rar
e moer
café,
ou
ha
bilitar
se
para
o
fazer,
entrando em
socieda
de
de
harmonia
com
as
condições
que se
convencionar,
póde dirigir-se
á
rua
dos
Sa
pateiros
n.°
24,
para
tratar
com
o
aonun-
ciante.
O
mau estado
de
saude
do
proprie
tário
d
’
esta
fabrica,
o
tem
impossibilitado
de
dirigir
a
fabricação
d
’
uquelle
genero;
e
é
por isso
que
faz
o
presente
convite.
(2481)
Rua
de S.
Marcos
n.° 14
Brilhantes
ou
esmaltados,
12
20000
Sobre
papel
albumina
12
10000
Perfeição
e
nitidez
garantidos.-
Photo-
graphodo
Porto.
(2491)
TAi HO
NA
RUA
NUvA
João Antonio
Fernandes,
faz
publico
tjue
de
hoje
em
diante
no
seu
talho
a
car
ne
que
até
hoje
vendia por
120
reis
cada
5
O
gram. venderá
por
110 reis,
e
vilella
140
reis
o
mesmo
peso,
achando-se
o
ta
lho
aberto
desde as
4
horas
e
meia
da
ma
nhã
alé
ás
6
da tarde.
(2492)
**•
s
*
—-tr-
->
■
■-
i
/
wb
»•
----
: _n>m.i
II
I
-T—r-
r-u
i
11.
—
-uu
~
r
—
'
<»«»■-
«
*
**
■
•••
*
’
■
Lauriano
Evangelista Pereira
Rua
da
Ponte ai.°
Tem
para
vender
12
portadas
com
vi
dros
e
algumas
ferragens,
tudo
em
bom
estado,
tendo
as
ditas
de
alto
2,
m80
e
de
largo
1,'"30.
(2489)
ÍO
EMPREGO DE
Dl
JteíRO
Vendem-se
oito
moradas
de casas
íilhi com
seus
quintaes
e agua,
sitas
na
ÊLxdít r|Ja
jyova
(
j
e
$
an(a
Cm?
(entrada
<
*
»
Jenus «lo .floBite),
tendo
os
n.os
17,
18.
43,
44,
45
e
46,
terreas,
e
n.°
20
A
a
20
C,
com
2
andares,
sendo
todas
construídas
ha
pouco
tempo.
A
quem
convier
folie
na
Praça do
Ba
rão
de
S.
Martinho
n.
‘
19
(C.
2478—
R.
83)
MIO
DE
E
G
jfX
Convidam-se
os
snrs.
accionistas
d
’este
Banco
a
entrarem
com
a
2.
a
prestação de
25
p.
c.
ou
120500
reis
por
acção,
relativa
á
2.a
emissão,
desde
o
dia
15
a
25
de junho
proximo.
Os
snrs
accionistas
residentes
no Por
to,
pódem
r
0
clual-a na Caixa
Filial
do
mesmo
Banco
n
’
aquella
cidade.
Braga
13
de
maio
de
1875.
Os
directores,
Luiz
Anlonio
da
Coda
Braga
Manoel
José
da
Costa
Guimarães.
<2439
C.
63
R.)
COADJUTOR
Precisa-se
de
um,
na
parochial
egreja
de
S.
Lazaro (festa
cidade. Trala-se com
o
parocho
da
mesma.
(2473)
Agencia
do
Banco
de
Vianna
CARVALHOS
&C.
Rua
«lo Souio n.° :BO
Esta
agencia
faz
as
seguintes
operações :
Desconta
letras da
terra
e
de
cambio.
Encarrega-se
da compra
e
venda de pa
peis de
credito.
Recebe
dinheiro
á
ordem
e
a
praso
abonando
juros.
Empresta
sobre
penhores
d’
ouro,
pra
ta,
inscipções,
acções
de
bancos e
com
panhias.
Saca
sobre
praças
do
reino
e
estran
geiras,
onde
o
Banco tem
agencias.
Braga,
3
de
junho
de
1875.
Os
agentes,
Carvalhos
A
6\
a
Precisa-se
de
um
caseiro
que
tome
de
arrendamento
uma
quint» distante
d’
esta
cidade
uma
légua,
sendo
os
cereaes
de
meias
e
os
fructos
de
terço.
Quem
preten
der
dirija-se
a
Anlonio
Joaquim
Loureiro,
rua
Nova
n.°
3—
Braga.
(2435)
VENDA
DE
CASAS
Quem
quizer
comprar
uma
mo
rada
de
casas
cita
na
rua
dos
Sa
pateiros
n.®
9
póde
dirigir-se
a
Rosa
Maria
de
Oliveira,
moradora
na
mes
ma
casa.
(2456;
NOVO
HORÁRIO
A
antiga
sociedade
Viação
Bracarense
qoe linha
e
lem
a
carreira
estabelecida
d
’
esla
cidade
aos
Arcos,
e
dos
Arcos
a
Monção,
e
que
partiam
d
’esta
cidade
ás
6
e
7
horas
da
manhã
e 1 da
tarde,
de
claram
que
desde
o
dia
26
do corrente
ficam
partindo
os
seus
carros
de
Braga
para
os
Aicos
e
Monção,
o
primeiro
car
ro
partirá
ás 5
horas
da
manhã
e
chega
aos
Arcos ás
10,
e
segue
dos
Arcos
para
Moo-
ção
á
1
hora
da
tarde
e
chega a
Monção
ás
5.
O segundo
carro
sahirá
de
Braga as
3
horas
da
tarde
e
chegará
aos
Arcos
á?
8,
e
o lerceiro
carro
sahirá de
Braga
ás
5
horas
da
tarde
e chega
aos
Arcos
ás
9,
e
seguem
os
passageiros
d
’
aquelle
segun
do
carro
e d’este
lerceiro
para
Monção
ás
10
horas
da
noite
chegando
& Monção
ás
3 da
manhã.
Ficam
voltando
áquelles
carros
dos
Ar
cos
para
Braga
o
primeiro
ás
5
horas
da
manhã,
chegando a Braga ás
11,
o
segun
do
fica
saindo
de
Monção
ás 4
horas
da
manhã
e
chega aos
Arcos
ás
8
e
segue
para Braga
á
1
hora
da
tarde e
chega a
Braga
ás
7
;
o
terceiro
carro
fica
saindo
de
Monção para
os Arcos
ás 5 da tarde
e
chega
aos
Arcos
ás
9,
segue
para
Bra-
g'i
ás
10
e
chega
ás
3 horas
da
manhã.
Preçosi
De
Braga
a
Monção
e
vice-versa,
den
tro, 10000 reis,
e
fóra
800.
De
Braga
aos
Arcos ou Barca, dentro
500,
e
fóra
400.
A
’
ultima
hora
para
o
caminho
Porlella,
dentro
360,
fóra 320
rs.
Pico,
dentro
300
rs.,
fóra 240.
Villa
Verde,
dentro
200
rs., fóra 160.
Esta
sociedade
declara
que
em
tudo
e
por
tudo
se
compromette
a
dár
fiel
cum
primento
ao
serviço
que
se
acha
combina
do
com
o
snr.
Sebastião da
Silva
Neves
e
irmão
Manoel,
desde
Monção
a
Lisboa.
Braga
23
de
Maio
de 1875.
(2460)
José
Luiz Ferreira.
VENiDA DE CASA
Vende-se
uma
morada
na
rua da
Ponte,
com os
n.
cs
69,
69
A
e
69
B.
Quem
a
pertender
dirija-se
ao cam
po
de SanfAnna
n?
48
Bi
(2177)
NOVO
HORÁRIO.
Joaquim
José
Cerqueira, Francisco
José
Cerqueira e
Joaquim José
Cerqueira
Júnior,
participam
ao
publico
que
os
carros
que
d
’esia
cidade
saem
para
Ponte do
Lima
ás
8
horas
da
manhã
e
1
Ja
tarde
e de
Ponte
do
Lima
para
esta
cidade
ás
7
ho
ras
da
manhã
e
meio
dia,
principia
a
sair
desde
o
dia
9
do corrente inclusivé
ás
5
horas
da
manhã
e
4
da
tarde,
chegando
a
Ponte
ás
10
da manhã
e
9 da
tarde,
e
de
Ponte
para
Braga
ás
6
horas
da
manhã
e
3
da
tarde
chegando
a Braga
ás
11 da
ma
nhã
e 8
da
tarde.
Braga
7
de
junho de
1875.
O gerente,
(2480)
Francisco
Pereira
Leitee
Castro.
ALTA
HOViDADE
3í», Rua
«lo
Souto, ÍÍG
Junto
áJrua
de
Jano.
CHAPELARIA
AUME1RA
Acaba de
receber
das
melhores
fabricas
do
Porto,
na
ultima
moda,
grande
e
variado
sor
tido
de chapeos,
de
se
da e
de
feltro, para
humem.
menino,
e
senhora.
Bonita
collecção
de
bonets,
que
tudo
vende
mais barato
que
em
outro
es
tabelecimento.
Fabrica,
concerta
e
põe
na
moda,
com
perfeição
qualquer
chapeo
que
esteja
nas
circumslancias.
(2350)
VENDA
DE
QUINTA
NO
MINHO
Vende-se
a
quinta
do
Vale
no
sitio
de
Moimenta,
freguezia
de
Cavez.
concelho
de
Cabeceiras
de
B
j
-I
o
,
que
consta
de casas
nobres
com
sua
capella e
agua
de
bica ifum
bom
tan
que
dentro
do
pateo,
casas
para
caseiros,
eabegoarias
com
as
competentes arrecada
ções,
sobarbos
lagares
e
armazém
com
tú
neis,
canastro
e
azenha
para
fabricação
d
’
azeitc,
cuja propriedade
produz actual-
meute
quarenta
pipas
de
vinho,
quatorze
carros
<1e
pão,
e
sessenta
almudes
d’
azeite,
e
susceptivel
de muito
maior produeção
;
lem
grandes
montados,
e
bons
lameiros
para
feno,
aonde
se
pódem
sustentar
sele
ou
mais
juntas
de
gado,
e
tem
além
d
’
is-
so
seu
pomar
(fespmho
e
caroço,
e
algu
ma
castanha
e
lande
Quem
a
pertender
póde
dirigir-se
ao
snr.
José
Joaquim
Gomes,
professor d’
en-
sino
primário, na
freguezia
de
Cavez,
do
mesmo
concelho,
que
se
acha
auctorisado
para
contratar.
(2479)
BMõiõssãiir
DE
GUIMARÃES
Sociedade anonyma
Responsabilidade
limitada
São
convidados
os
snrs.
accionistas d
’es-
le
Banco a
fazerem
enlrada da
segunda
prestação
de
20
p.
c.
ou
100000
rs.
por
acção
desde
25
a
30
de
junho.
OUTRO SIM
O
accionista
que adiantar
algumas ou
todas
as entradas se lhe
abonará
ou
paga
rá
nas
épocas marcadas
o
juro
de
5
p.
c.
assim
como
os
que deixarem
de
satisfazer
ficam
sujeitos
ao
que
determina
o
para-
grafo
2
°
do
artigo
12.
Recebe-se
em
Guimarães
na
casa
do
Banco,
campo
da
Misericórdia.
No
Porto,
ua
Caixa
Filial,
rua
de
Fer
reira
Borges, 48
Em
Braga,
uos
agentes
Almeida
& Pe
reira.
Guimarães 28
de
maio de
1875.
Os
directores,
Fortunato
Jorge
Guimarães
Baraleiro
Joaquim
José
de
Azevedo
Machado
José
Chrysoslomo
da
Silva
Basto.
(2469)
1’
àB.OS ifflíGIS
Uommissão aos
mxíi
-
íj
.
estanqueiro»
Fumos
15
por
cento, Rapé
30.
Vende-se
na
Tabacaria
Bracarense,
rua
do Souto
n.°
27,
Esquina
da
rua
do
Jano.
(2353
C. 34
.R)
L’
liluslration
de
la
mode. O
mais
elegante,
ncamente illustrado
e
barato
dos
jornaes
da moda.
Publica-se
em
Pariz
uma
vez
por
mez,
no
formato
dos grandes jornaes illnsirados.
Cada
numero contém
dez
a
quinze
mo
delos
de
toiletle,
uma
grande
folha
de
mo
delos de tamanho
natuial
e
uma
magni
fica
gravura
clorida.
Quem quizer
assiguar
esta
publicação,
dirija-se
á
livraria
de
Eugênio
Chardron.
largo
de
S.
Francisco.—
Braga.
A
empreza
oíferece
aos
seus
assignan-
tes
um
magnifico
cofiesinho contendo
tu
do
o
que é
necessário
para
um toucador e
cujos
objectos
valem
paia
cima
de
20
fran
cos.
Preços
d’
assignaiura
—
Portugal
:
sem
o
referido
brinde
—
9
fr.
Com
o
brinde
—
13
fr.
NOVA
FUNDIÇÃO
DE FERRO
DE
Asatoastão fteruiano
NA
Travessa
de
S.
João
Aonde
faz
toda
a
obra,
assim
como
bombas,
conçollas,
columnas
para
gaz, pe-
zos novos,
panellas
á
ingleza
de
todos os
tamanhos,
canos
para
agoas
e
gaz,
e
toda
a
obra
de
fundição,
como
grades
para
sacadas,
obra
de
metal,
sinos
e outros
ob
jectos
de
igual teor
etc.,
pelos
preços
do
Porto.
FERRUGINOSO,
CLAf.O
E TRIGUEIRO
»E CHEVHIER
Gavalleiro
de Legião de Honra.O-fficia
do
Medjidié e Commendador da ordem
d'lzabel
a Cathoiiea.
MEDALHX
HOXKA
O
oleo
de Chevrler
deve
o aeu aroma
i
subtancias
batsainicas que
ain<D
augmentâo as
suas propriedades tiu-r»
peuticas
ao mesmo tempo que o toruâ'
gradavel
ao tomar
<se.
O
senhor Chovrier completou a sir
descuberta ftssocvmdo
o lodureto
de ferre
v»
acu oleo de
fígado
de Bacalhau.
Este
oleo de
flg«d
*
de
baralha»
ferru-
-
ímon
* possue
todas as propriedades d<
>ieo
e do
terro. é de facil
digestão
unca
causa prisio do ventre
Todas
as celebridades medicas
o pre.
õ-rt-m
às
outras preparações
lerrugino
sas.
Convém
em todos os
caso- em
qur
<•
emprega o ferro :
Tísica pulmonar.
Rroarbitea, Rarbitlsmo, Eacrofiitax,
Enipigeas, Gata,
Rh-nmatiamo líys-
pepsia,
Coavaleeencias demoradas
r
K.-aqueza de
caaatituiçAo
PÀRI8:
Pharm.
CHEVRIEH
21,
Faubowff
Afontmartre.
No Porto
.-
pharniHcia Albano
pruça de
D.
Pedro,
96
em Lisboa .- pharmacia Oli
veira,
roa dov Retrozeiro»,40
(L
*
)
METAES
VELHOS
Na
travessa
de
S.
João
n.°
5,
com-
pra-se
toda a
qualidade
de
metaes,
e
ferro
velho
até
mesmo
fundido.
(860)
José
da
Silva
Fundão
Campe
rfe
Sant
Anna (laeio de bai
xo) n.°
69.
Participa
aos
seus
amigos e
freguezes,
tanto
d’esta
cidade
como
das
províncias
que
tem
dim
bonito
e
variado sortimento
de
falo
feito,
casimiras
para
fato
muito
ba
ratas,
côrtes
de
calça
a
10500.
20000 e
20500
reis;
tudo
fazendas modernas.
Guarda pós
de casimira
e
de
alpaques
inglezes,
roupa
branca,
assim
como
camisas
de
600
íeis
para
cima,
ceroulas
de
400
reis
até 800, de
panno
familiar,
e
meoles,
bo-
nels
de
gorgurão
de
seda
e
de
casimira
de
todas
as
qualidades
de 500
rs. até 800;
manias de seda
de
todos
os
feitios.
N.
B.
O annuncianle
faz
publico,
que
se
encarrega
de
fazer
qualquer
obra
que
lhe
seja
encommendada,
e
promptifica-se
a
ficar
com
ella
quando
não
tique
á
von
tade do
freguez.
(P#)
A
diligencia
que
conduz
o
correio
de
Famalicão
para a
Povoa
de Varzim
e
vice-versa,
eslá
em
contacto
com
o
com
boio
que
parle
de Braga
á
1
hora
e
40
m.
da
tarde
e
que
chega
a
Famalicão
ás
2
e
28
m.,
bem
como
com
o
comboio
que
sae do
Porto
ás
9
horas
e
30
m.
da
ma
nhã.
Preço
de
Famalicão
á
Povca
e
vice-
versa
400
reis.
(2470)
João
Manoel da
Silva
Guima
rães.—
Rua
do
Souto
n.°
43.
Compra
e vende
Acções
de todos
os
Bancos e
Companhias,
Inscripções
de
As
sentamento
e
coupons.
(581)
ALMEIDA
& PEREIRA
Largo do
Barão
de
S.
Martinho n.°
18
Compram
e
vendem
acções
de
todos
os
bancos
e companhias,
e
inscripções
fassentamento
e
coupons.
(I)
Vende-se
a
propriedade
que
fica
além
da
Ponte
dos
Pelames
que
se
compoem
de
casas,
pomar
e
leiras
de
lavradio
e
arvores
avidadas
con
tíguas e circuitadas.
TraU-se no
escriptorio d
’esta
redacção.
BRAGA : TYP0GRAFH1A LUSITANA — 1875. - É o formato de
-
comerciominho_10061875_355.pdf
Parte de Comércio do Minho (O)