comerciominho_08071875_367.xml
- conteúdo
-
Assigna-see
vende-se
no
escriptorio
do
editor
e
proprietário
José
Maria Dias
da
Costa,
rua Nova
n.
*
3E,
para
onde
deve
ser
dirigida
todas
correspondência
franca de
por'.e.=As
assi-
gnaturas
são
pagas
adiantadas
;
assim
como as
correspondên
cias
de
Interesse
particular.
Folha
avulso
10
rs.
(2)
Enião
construía Portugal
egrejas
em
Prkin
;
boje
Portugal
não.
mas
a
obrj|
do
Mindello
produz
Ennes
e
inventa-
—
Os
Lazarislas—
como
quem
diria
:
canta
a
aria
da calumnia
!
Qual
trambolhão
e
qual
ver
gonha
!
..
(3)
Honra
e gloria
á obra
do Mindel
lo
e
aos
Ennes
seus meninos de
côro.
I
B
CIlkICA-S
EE
ÁS TERÇAS, QUINTAS E
SABBADOS.
P
reços
:
Draga,
anno
1^600
rs.=Semestre
850 rs.=Protnn-
cias,
anno
2$
400
rs
e
sendo
duas 4^000 rs.=Semestre 1&250
rs.=Brazil,
anno
4<S400
rs.=Semestre
2&300 rs.
moeda
forte,
ou
10^000
reis
e
5<S500
reis
moeda
fraca.«Annuncios
por
linha
20
rs.,
repetição
10
rs.
Para
os
assignanles 20 •/,
d
’
abatimento.
BRAGA--&
’EI2íA
£ ME
JULHO
Homena-eníg ma».
Segundo
vemos
de
um
arligo
da
«Re
volução
de
Setembro»
—
o
arligo de
fundo,
porque
veio
de
alto
—
, esla
«Revolução»
uão
acredita
na
inlallibilidade
do
Papa,
oein
na
inlallibilidade dos
concílios,
nem
na
inlallibilidade
de
Jesus
Chrislo «Deu
*
e
Hoiurtn
Verdadeiro,»
nem
na
infallibi-
Jidade
<te
Deus
por conseguinte,—
do
Deus
dos
chrisiãos,
pelo
menos
E
corno
nos
parece
que
para
homens
civilizados,
no
século
em
que vivemos,
a
não
haver
o
Deus
dos
chrisiãos não
ha
Deus
nenhum,
coucluimos
que
para
a
«Revolução».. , só
se
houver
o
Deus-veulie
:
— Cujus
Deus
venter
ed.
A
fallar
a
verdade,
já
isso
nos
pare
cia
;
mas
não
é
mau
que
a
si
mesmo
se
desmascare
quem
ás
veses
anda masca
rado.
Ah!
snr.
Sampaio, snr.
Sampaio
(por
que o
arligo
Paz
o
cunho
de s. exc.
2
3
.)
C
préga-nus
moralidade
!
Mas
o
que
é
mo
ralidade
sem
o
temor
de
Deus
?
E
como
haverá
temor
de
Deus
traiaiido-.se
de
des
truir
pela
base a
unica
verdadeira reli
gião?
Sua
exc.
a
disse aqui
ha
tempos
que
não
conhecia
nenhum
remedio
contra
a
praga
do
suicídio
senão
as
salutares
dou
trinas
do
Cbristiamsmo,
e
di>se
bem
;
mas
será
por
isso
que
tanto
trabalha
em
destruir
essas
doutrinas
com
seus
pecos
sofismas,
com
suas
indignas
graçolas?
Não
é
por
certo. Pelo que
será
então,
snr.
ministro
?!
Também
Renau,
ames
e
depois
de
es
crever a
sua inqualificável
Vida
de
Jesus.
escreveu
que o
peor
serviço
que
se
podia
1'aser
á
sociedade
era
o
destruir,
ou
alé
mesmo,
o
diminuir
a
fé
nas doutrinas
do
Chnslianismo
; e
um seu discípulo, em
recente
viagem
que
fez
á
França,
conla
nos
que
encontrou
o
«salno»—
ímpio
f
di~
cenlis
se
esse
sapientes,
slulli)
mui
pieoc-
cupado pela
falta,
pelo
immenso
vácuo
que
o
calholicismo
ia
faser nu
mundo,
desup-
parecendo !
Pobre
sabio
!
e
pobre
di>ci-
pulo, que nada
soube
que
responder ao
mestre
!
Digam-nos
porém que
não
ha
por esse
mundo
de
Christo
homens-euigmas
!
O
Chrislianisrno
é
muilo
bom,
o
Chri-
zliauismo
é
necessário
para
o
bem
da
so
ciedade;
nada
o
poderia
substituir
: logo...
vamos
a
deslruil-o!
Infelises
coDtradiciorios!
Sabeis
em
que
se
occupa
o
Carpinteiro
de
Nazareth?
Prepara
o
caixão
em
que
haveis
de des
cer
ao
tumulo.
Vamoa
artilhando
Escreve
a «Lucia»
de
2
de
junho:
«Já
é sabido
que
o
pumilivo
governa
dor
do
bi-paio
de
Oliuda,
depois de
ha
ver
resistido
ás
ordens
do
governo brasi
leiro
relativas
ás
excommunhões
fulmina
das
pelo
respectivo bispo
sobre
algumas
irmandades
não
menos religiosas
que
ma
çonicas,
foi
julgado
e
condemnado
a
cinco
annos
de
prisão.
Agora succede
que
o se
gundo governador do
bispado
lambem
vae
responder
a
um
proce-so,
sendo
provável
que
tenha
o
mesmo
feliz resultado
—
para
edificação
das
vossas
alminhas.»
Pondo
de
parle
a
mentira
oo
parvoíce
das
«excommuuhões fulminadas pelo
bispo»,
que
aliás
a nenhum
maçon excommungou
.
r»tindo
lodos elles desde
ha
muito
excom-
muugados
pej,o
auctoridade aposiohca
do
*
soberanos
pontífices,
chama-se
a
isto
pura
e
simplesmente
rynismo.
E
estes
homens
fallam-nos
ás
vezes
em
amor
á
verdade,
amor
á justiça,
ele.
!
A
quem
pretenderão
elles
enganar
?
Com
efleito,
os
franc-n
açons
do
Brazil,
constituídos
accusadores
e
lestimuolias,
juízes e parles
«o
mesmo lempo,
e
con-
demnando padres septuagenários
a
«cinco
annos
de
prisão
*
,
por
uão
fazerem
o
qoe
estava
feito
(o
levantamento
dos
interdic-
los,
opeado por
um
juiz
civil
á
ordem
do
governo),
o
que nào
podiam nem
deviam
fazer,
é
mesmo
de
se
lhe
bater
palmas e
de
*
e
lhe
gritar
appuiado
!
na
redaeção
ii
’
um
jornal...
humandario
!—
Se
dissemos
de
lapuias,
seiiamos
injustos
quiçá
com
os
pobres
índios.
E’
edificante
o
qne
escreve
a
«Revolu
ção»
a
respeito da
gente
da
«Lucia».
Ou
çam (transcrevemos d’esia,
n.° 196):
.Que
mercenar
os
que
são!
Não
gosta
ram
da
festa
porque
não
se
lhe
deu
de
comer,
e
além
d
’isso
nào
os
animamos
nos
seus vergonhosos
disparates.
Arrutam
poder, influencia,
preponde
rância,
e
depois
das
baforadas
de
arrogan-
cia
choramingam
porque
não
puderam
co
mer
Pois
trabalhem.
E
se
o
Porto
lhes
fecha
as
portas
das
suas
assembleias,
nào
digam
que
desconsideramos
o
Por
lo,
que
loma
precauções
contra
a
presença
d
’
elles
E
nào
>ão sabujos
estes
independen
tes
que
só
se
amuam
por
causa
da
ração.
E
cuidavam
que
bazofiando
um
inmis-
terialismo
interesseiro
estavam
habilitados
para
insultar
impenumente.
Gonlenl«ni-
*
e
com
a
posição
cm
qoe
o
Porto
os
deixou.»
E
é
ediíicaniissiino
o
que
a
«Lucia»
lhe
responde.
Escutem
(id.)
:
<O
’
bolota
ministerial!
Applaude-ie
da
tua
obra. Afocinham
tudo
os
cerdos a
quem
engordas
com
receio
de
le
perderem
!
O
capicho
governamental
sabe
quem
são
os
mercenários, porque
sabe
quanto lhe
pagam
para iu»uliar
e
calumnur
;
sabe
quem
é
o
Porio
e
as
assembleias
que
fecharam
as
suas
portas
á
imprensa
: se
é
a
entidade
que lhe
mereceu o
epilheio
de
lama
das
ruas,
se
aquelles zobre quem
cahe
a
chuva
de
fitas
e
veneras;
sabe
quem
trabalha,
se
os
qne labutam
honradameole.
se elle
—
o
parasita
monstro
;
sabe
quem
são
os
sabujos,
se
os
que
tem
o
desassombro
de
dizer
a
verdade,
se
quem
á custa
de
ba
julações,
enguliridu
iusullus
e
protervias,
tem
airastado
uma
vida
degradante;
sabe
quem
se
amotina
pela
ração,
se
os
que
re-
pellem
uma
allrouta,
se
o
que,
empurra
do
pelos collegas para fóra
da
cadeira,
nem
assim
a
larga,
sofTrego
da
pilança
;
elle
sabe
que
apesar
de
todas
as
descon
siderações
a
imprensa
do Porto
que
*
e
mostrou
aggravada
d
’
eHas,
ficou
na
posi
ção
honrada
ern
que
eslava,
emquanlo
elle,
se
aqui
estivesse,
ficaria
sempre...
o que
foi»,
etc.
etc.
E
pregam moralidade
!
E
chamam
á
imprensa
«um
sacerdocio»
quasi todos
os
dias
esles jornalistas
liberaes!
Boa
gente,
nau
teiu duvida
1
Inclinamo-nos
a cier
que
é
verdade
o
que
elles
dizem
uns
dos
outros.
REVISTA ESTRANGEIRA
Ultimas
noticias
da
guerra.
Zarnoza
27.—
O
commandante
general
da
costa
caniahrica,
o
brigadeiro Auricb,
protestou
energicamente
contra
o
barbara
bombardeamento
d’
algumas
povoações
da
costa.
Esle
digno militar,
querendo
evitar
la
mentáveis
consequências, advertiu o
com-
mandaoie
das
forças
novaes
aífonsistas,
seu
antigo companheiro,
de
que
era
in
digno
da
marinha
hi-panhola,
bombardear
povos,
qne
nenhuma resistência
podiam
offerecor
ao
inimigo,
e
de qne
elle
seria
o
responsável
de
tudo
o
que
succedesse.
O
chefe
da
esquerda
limitou-se
a
res
ponder,
que
obrava
em
virtude
das ordens
que
linha recebido.
—Gueruica,
27.
—As juntas
germes
da
Biscaya
inauguraram
hoje
as suas -es-ões,
sob
a
arvore hisiorica
de suas
liberda.lt»,
assistindo
os
repre-enlanles
de
iodos
os
povos,
com
excepção
do
de
Bilbao
e
dos
qualro,
em
que
domina
o
inimigo.
Im-
mensa
concorrência,
e
grande
enlhiísias-
mo. U conde
del
Pinar,
depois
de
confe
rir
o
juramento,
e
da
missa do
Espirito
Sanio,
pronunciou
um
magnifico
discurso
d’
abertura,
exaltando
o
especiacnlo
gran
dioso
de
um paiz, reunido á
sombra
da
monarchia
legitima,
para
deliberar
sobre
os
seus
mais
caros
interesses.
A
unica
deliberação
tomada
hoje
foi
felicitar
S.
M.
pelo
anniversario
natalício
do
principe
das
Aslurias, e renovar-lhe
os
protestos
da
inquebrantável
lealdade da
Biscaya.
Zarnoza
27.
—S.
M.
acaba
de
receber
o
seguinte
despacho:
«Senhor :
Vosso
fidelis-imo
Senhorio
da
Biscaya, reunido
hoje
á
sombra
da
arvore
de
suas
liberdades,
tem a
honra
de
renovar
a
S.
M.
o
ardente
lestimunho
da
sua lealdade
e
inquebrantável adhesão,
por
occasião
do
aiiniversario
natalício
de
S.
A.
R.
o
piiucipe
das
A-lu
ias,
ao
qual
e
a
V.
M.
saúda
com enthusiasmo
este
povo
secular.
Assignados,
como
represenlanks
: con
de
del
Pinar
os deputado
*
Fausio
de
Ur-
quizu,
Pedro
Maria
de
Pinera,
José
Anto-
mo
de
UloíCuaga.
secretario.»
10
UfiEETJTBM
OS
LAZARÍSTÁS
no
Drama
Calumnia
E
OS
Lazariata»
verdadeiro»
V
( Continuação)
«Mas
qoe
se
faria
d
’
ellas
chegadas
á
edade
adulta
?
«Nào
tinham
paes,
que
haviam
siic-
cumbido
ao
llagellu;
nem
mais
proiecção,
que
a
dos
que os
haviam
acolhido.
Aban
donar-se-iam
sem
soccorro
em
meio
da
*
povoações
arabes
?
Seria inhumano e ctuel.
«Ah!
sim
;
disseram,
que
se
usava de
pressão
com
essas
creanças
pa<a
as
fazer
adoplar
a
Religião
Catholica.
«Não
é
exacio,
e
eis
a
prova.
Sobre
1:200
creanças,
200
pediram
para
voliar
para
as
lenda»
de
suas tribus e
puderam
fa-
zel-o
livietnenle.
Onde
eslá
pois a
coac
ção
?
E
essas
creanças,
reconhecidas
aos
seus beinleitores,
vem visital-os
frequeu-
leinente.
Assim,
nem
coacção
moral,
nem
coacção
material
(Muilo
bem
!
a
direita).
«Os
outros,
vendo
a
bondade
de
seus
protectoies,
cumprehendendo
,
que
uma
religião,
que
fôrma
laes
dedicações, é
ad
mirável,
á
vi.-ta
dos
excelleules
exemplos,
qne
lhes
eram
dados,
pidiratn
o
baplis-
mo
e íoi
na
edade
de
15
par
*
16
annos,
que,
sem
nenhuma
especie
de
coacção,
receberam
aquelle
sacramento.
Foi
por
esle
modo,
que
se
chegou
a
ler
uma
po
pulaçao
chrislã
de
jovens
aiabes
de
am
bos
os
sexos.
«Subre
800
almas já
christã,
40
jo
vens
arabes
casaiam
com
40
rapariga
*
do
outro
<nfanado,
sem
nenhum
encargo pa
ra
o
Eslado,
só
com
o
auxilio
da
carida
de do
arcebispo
d
’Alger,
que puude com
prar
uma
terra
de
1:000 hectares, na
*
margens
do
thelif,
e junlo
de
um
ribei
ro,
que
rega os
jardins,
na
qual
fundou
urna
aldeia de juventude arabe.
Quarenta
casaes
formam
hoje
a
aldeia
de
8.
Cy-
priano,
sem
que
ninguém
possa
dizer
ler
isto
causado
a
mínima desordem.
Estes
joveo
*
vao
aos
mercados,
vender
os
seu
*
prodoctos
e
comprar
piovizôe-.
Todos
o»
respeitam
;
os
ar..bes
seus
vizinhos
defen
dem-nos
de
quem
lente
insulial-os
ou
ata-
cal-os.
«D
’
on
le
vem
este
respeito?
Dos
meios
religiosos e
chrislàs.
Eslá-se construindo
um
hospital em
meio
d
’
esia população
chiistà,
destinado
ao
soccorro
de
lodos
os
ar^bes
indislinclainente (Applausos
na
Idireila).
•
Eis
o
meio de
civilisar e
de
colo-
nisar,
o
mais
bello
e maiur,
que
se pos
sa imaginar
(Muilo bem
!
muno
bem
!
na
direita).
Eis
os
factos
:
é
uma obra,
qne
ha
de
ser
uma
gloria para
o
Christianis-
mo
e
para
a
Assembleia
Nacional.
Cerla-
uienle
é
uma bella
e
boa
acçáo.»
Eis
a
obra
dos
que
a
calumnia
sala-
nica
chama
—
Bergerets,
ou
dirigida
por
Bei-
gerets
!...
Vamos
agora
com
o
pensamento
ao
lon^e,
ao exiremo
oriente,
á
China,
con
vidamos o
snr.
Ennes
e
a sua
claque
a
abrir
um livro,
que
esta
em
todas as
biblioihecas
de
estudiosos,
devido
á
pen-
na
curiosa
e
inielligente
do
Birào de
llu-
buer.
(I)
Ahi
(pag.
273
du
II
v
ul.)
se
lê
uma
passagem,
que
vem
para
nusso
caso,
e
que
tem
de
mais
o
mento
de
mostrar,
o
que
produziram,
com
relação ao
renome
de
Portugal,
as
influencias
mindelleira»,
que
acham
a
sua
representação no
palco
uo
Gymnasío.
<
Ila
aqui (Pckin)
qualro
egrejas e
parochias
caiholicas,
toda
*
servidas
pelo
*
Lazarislas:
a
cathedral
Nau-tang
(egreja
(1)
P>-omenade
aulour
du
monde.
—
1871
por
M.
le
Baruu
de
Hulner,
an-
cieu ambassadeur,
ancien
miuislie,
au-
i
teur
de
Sixie
Quinl.
do
sul)
commummei.te
chamada,
egreja
portiigue/a, imponente
edifício do XV11
século
(2)
no
gosto
peninsular,
abundan
do
os
ornatos
bdiocos.
As
Quinas,
o
ve
lho
brazào
de
Portugal,
qoe,
ainda
ha
pouco,
se
viam
sobre
o
portico
do
u
m-
plo.
obra
da
piedade e
munificência
dos
reis
fidelíssimos,
foram
substituídas
pelas
armas
de
França.
(3)
«Pei-tang
(eg
reja
do
Norte)
no
ceotio
da cidade,
bella
construcção
gothica dos
últimos
tempos,
e
lambem
residência
do
Vigaria
Apostolico
é
a
casa
principal
dos
Lazarislas
na
China
e
seu
seminá
rio.
«A
diocese
de
Pekin
tem
27:000
ca-
tholicos.
dos
quaes
8:0í
0
na
capital
e
eutieezies
muitos
artífices
respeitáveis
e
quasi
todos
os
relojoeiros
da cidade,
por
que a
relojoaria
foi
introduzida
pelos
Je
suítas
e
com a a»te a
fé.
que
se
teem
ambas
propagado
de
paes
a
filhos.
(Cunlinúa)
9
Resposta
de
S.
M.
«Acabo
de
receber
as
felicitações,
que,
em
nome
do
muito
nobre
e
muito leal
Senhorio
de
Biscaya,
me
dirigistes
por
motivo
do
anniversario
natalício
de
meu
queiido
filho, lembrança
que agradeço
do
mais
intimo
ifaluia
.
Reunidos
á
sombra da
nrvore de
Gr.ernica,
emblema
(hs
liberda
des
vascongadas. as
primeiras do
mundo,
desejo
que recebaes
lambem
a
segurança
de
meu
inquebrantável
aflecto para
com
este
paiz,
que
voluntariamente,
rne
dá
seus
filhos
3
seus
haveres,
para salvar,
ião
simplesmente
os
seus
interesses,
mas
os
de
toda
a
Hispanha.
Dizei
isto
a este
nobre
paiz,
em
meu
nome,
e
que
conte,
e
vó<
outros
contae
lambem,
com
o
sincero
e
desvelado affe-
do
do
vosso
Soberano
e
Rei
de
Hispa-
t:ha
—
Carlos.
Guernica
28
—
Approvados
os
difleren
tes
deputados,
constituiu-se
solemnemenle
a
Junta
Geral da
Biscaya.
Por
acchmação
unanime deliberou-se,
;ue
se
dirigisse
a
Sua
Santidade uma
mensagem
em
teslirnunho de
respeito,
pe
dindo-se
a
bênção
apostólica
para
a
Bis-1
eaya,
as
juntas,
e
para o
exercito
real.
'
Foi
approvada outra mensagem, diri
gida
a
S.
M.,
mensagem
de
lealdade
e
adliesào
d
’
e>te
senhorio
para com seu
le
gitimo
soberano.
Outra
dirigida
ao
exercito,
saudando-o
nelo
seu
heroísmo
e
pela
abnegação
cotn
que
sustenta
a
causa do
Rei
e
do paiz.
A'mauhã,
haverá
uma
solemne
func-
ção,
em
honra
da
Itnmaculada
Conceição,
Padroeira do
Senhorio.
Zornoza
28.
—
Chegaram
boje
aqui
132
soldados,
feitos prisioneiros
no valle
de
Meu
a.
Depois d
’
algum descanço,
S.
M.
rece
beu
os
oíliciaes,
a
quem
dirigiu as
mais
benévolas
expressões.
«Sinto,
lhes
disse
o
Rei,
ter
prisionei
ros officiaes
hispanhoes;
mas
espero,
que,
algum
dia,
trabalhemos unidos
pela
hon
ra
e
prosperidade
da
Hispanha.»
Depois
perguntou-lhes,
se
tinham
al
guma
queixa
a apresentar,
e.
tendo
elles
respondido,
que
estavam
agradecidos
ao
tratamento
de
lodos,
S.
M.
despediu-se
(Velles,
fazendo
acompanhal-os
por
um
ajudante d
’ordens
alé
ao
sitio
onde
esta
vam
aposentados.
O
Rei
lem
tido,
esles
dias,
a
satis
fação de
fallar
com
alguns
de
seus
vo
luntários, trocados
ulliuiamente.
O
general
Zalduendo
surprehendeu
a
avançada inimiga de Perdoo,
fazendo-lhe
18
mortos
e
6
prisioneiros.
Continuam
as
apresentações.
—
Lê-se na
«Gaceta»:
O general
segundo
cabo
da
Catalunha
dá conta de
qoe
na
noite
de
27
as
fac-
ções
reunidas sob o
mando
de
Saballs
aprisionaram
o
destacamento
de
Molins
de
Rey,
composto de vinte
e
cinco
ho
mens.
—Lê-se
uo
«Imparcial»:
A
Agencia Fabra
transmittiu-nos,
hon
rem,
o
seguinte
telegramma
:
Barcelona
29.
—
O
«Diário
de
Barce
lona»
diz,
á
ultima
hora,
que
o
grosso
das
facções,
sabendo
que uma pequena
columna,
saída
de
Barcelona,
ia
fazer
um
reconhecimento
pela
parle
de
Las E
*
-
plulgas
e
S.
Feliu
se
apressou
a
tomar
posições na
serra
que está
á
sahida do
ultimo
povo
não
rompendo
o
fogo
sobre
duas
companhias
que,
separadas da
guerri
lha,
avançaram,
senão
depois
d
’
ellas
alé
terem
começado
a
aseenção
d
’
aqueBa.
O
brigadeiro
Mola e
Martinez, que com-
maudava
as
forças,
vendo
que
a
cavalla
ria
carlista
verificava
um
movimento
para
cortar
a
retirada
ás
duas
companhias,
mandou
carregar
a
sua,
que pertencia
ao
corpo
de
Alcantara, a
qual com
sereni
dade
e
arrojo,
dignos
de
lodo
o
elogio,
laaçou-se
sobre
o
inimigo
que.
reforçando
ifaquelle
momento
o
ataque
com
forças
novas
recrudesceu
a
lucta;
porém
teve
de
desistir
do
seu
proposito
ante
o
valor
d
’a-
quelles
gigantes,
tendo
tembem
a
nossa
artilheria
uma
parte muito
principal
pelos
seus
tiros
certeiros.
A
dita
columna
regressou
a
esta ás
10
da
noite
tendo
antes
enviado
18
feri
dos,
entre elles
um
capitão,
e
dos
quaes
falleceu
um
ao
entrar
no
hospital.
—
Lê-se
no
«Imparcial»
:
Villalain
achava-se no sabbado
em
Igle-
suela,
na
raia
do Aragão
e
Dorregaray
liuha
baixado
a
Benasol.
=Arrojada
de
Chelva
a
facção
de
Ade-
lanlado, e
não
se
podendo
conservar em
Adeuruz
tratou
de
ir
até
Aragão,
e
no
domingo
soube
o
brigadeiro
Borrero
(que
estava
em Sarrion)
que
os carlistas
tinham
chegado
á
Torrijó
pequena
aldeia
situada
o'aqueHes
ásperos
montes.
O brigadeiro
marchou em
soa
busca,
chegando
a
Torrijó,
quando já
tinha
mar
chado
a
facção
; porém
poude
seguir
o
seu
rastro
e as
avançadas
do
exercilo
chega
ram a alcançar
os carlistas
na
estrada
de
Teruel
entre Barruezo
e
La
Juuquera.
A
’
vista
dos
nossos
soldados,
os
car
listas
postaram-se
nos
altos
de
Santo
Agos
tinho
onde
honve um
sério
tiroteio
fugin
do
os
carlistas
por
aquelles
montes.
Do
-Cuartel Beab
:
—An (Joio
29.
—
As
forças
inimigas
de
Hernani
empenharam-se
hoje
novamente
em
tomar
o
alto
de
Montevideu
e
foram
rechassadas
com
bastantes
perdas.
As
nos
sas
são
poucas.
—
Salinas
de Arhbon
30.
—
Ante-lion-
tem
a
nossa
artilheria
trabalhou
com mui
to
acerto
na
linha
de
Alava
dispersando
as
lortes
guerrilhas
que
o
inimigo
linha
des
tacado.
A
columna
inimiga,
com
força
de
uns
14:000
homens,
está
situada
eotre
Miran-
dez
e
La
Puebla,
e
os
nossos
batalhões
distribuídos
de
frente
e
nos
Bancos,
im
pedindo
a
passagem
para
Vitoria.
—
Zornoza
30.
—As
nossas
tropas
sur-
prehenderam
uma
força
inimiga
del
Pordon
(Navarra),
causando
lhe
um
capitão
e
cin
co
soldados
mortos
e
muitos
feridos.
Continuam
a
passar
se
para
as
nossas
fileiras
muitos
soldados
inimigos.
—
Depois
de
se
referir
aos
successos
d
’
importancia que de
dia
para
dia
se
es
peram
dos
movimentos
militares
no
Cen
tro,
diz o
correspondente
da
«Palavra»:
Para
estorvar
(esses
successos)
cha
mando a
atiençào
de Martinez
Campos
que
se
tinha
dirigido
ao
A»agão, segundo
já
disse,
moveu-se
Saballs
com
tres
ou
quatro
mil
homens
e
alguma
artilheria
sobre
Molins de
Rey,
escassamente
guar
necida,
porém
situada
a
ires
kilometros
apenas de
Barcelona,
e,
ainda
que
se
di
ga
o
contrario,
é
certo
que
entrou na
dita
povoção, tirou recursos
metálicos,
pois é
rica,
e
levou
prisioneira
uma
com
panhia
do exercito
e
alguns
voluntários.
Ao
seu
regresso
alcançararn-no
duas
co-
lumnas
que
sustentaram
com
a
sua
recta-
guarda
uma
ligeira
escaramuça
em
que
houve
poucas
perdas por ambas
as
partes,
apoderando se
as tropas
aflonsinas
de
4
carlistas
qne
tinham
ficado
mais
alraz.
Tem-se
querido
dar
a
isto
muita
impor
tância,
apresentando-o
como
um
combate
dado
dentro
de
Molins
de
Rey
para obri
gar
os
carlistas
a
evaeual-a,
porém
não
passa
de
uma
mentira,
e
o
acontecido
é
nem
mais
nem
menos
do
que
o
que
re
firo.
Onde
a
campanha
toma um
caracter
grave
é
no
Norte.
Uma
operação militar
indicada por
mim
como
possivel
e
conveniente
para os
car
listas
no
diser
de
entendidos
chefes
co
meçou
a
realisar-se.
Forças
consideráveis
separaram-se
da
linha
que
cobre
Estella
deixando-a
guarnecida
com
8
bons
bata
lhões
ás
ordens
de
um
general
a
quem
se
exigiu
juramento
de
morrer
defendendo
o
posto que
se
lhe
confia
e
dirigiram-se
em
direcção a
Valmaseda,
onde
em
uma
extensa
linha
de
16
léguas
hispanholas
(mais
de
80
kilometros)
apparecem
hoje
acantonadas a
maior
parle
das forças
de
que
D.
Carlos
dispõe
no
Norte.
Comman-
da
o
centro
d
’esta
linha
o
antigo
cabre-
rista
Carasa,
que,
como
eu
disse
em
tem
po,
se
apresentou
a
D.
Carlos logo
de
pois
da
deserção
de
Cabrera,
a
esquerda
Mogrovejo, e
a direita Mendiry,
que con
serva
todavia
o
seu
commarrdo em
chefe,
do
qual
não
foi
privado
como
disseram
as
folhas
liberaes.
Para
estorvar a
sua
situação
e
os
seus
movimentos
de
avançada
combateu
dois
dias depois
de
minhas
anteriores informa
ções
o
general Loma
com
adversa
fortu
na,
segundo é
sabido,
apesar
do
silencio
do
governo,
supposto
ainda
não tenhamos
promenores,
e viu-se
na
necessidade
de
retirar-se
e
concentrar
o
seu
exercilo
en
tre
Villasante
o
Villasana,
pediudo
auxilio
ao
general
em
chefe
Quesada
que
leve
de
descer
do
Agra com um
dos
corpos
de
exercilo que
alli
tinha
e
deixar
o
cuidado
d
’
esta
linha
a
Echavarria.
A
sua
primeira
operação
foi
um
reconhecimento
por
Na-
nelares
sobre
Victoria para
observar as
posições
de
seu
inimigo, regressando
a
Miranda
do
Ebro,
onde
lem
hoje
o
seu
quartel
general
em
quanto
que
os
carlistas
pela
parte
de
Valmaseda
estenderam
suas
avançadas
até
á
vista
de
Reinosa.
Os ministeriaes
andam
consternados
com
estas
noticias que
tiram
valor
a
suas
es
peranças
do
Centro,
e
agora
reparam
em
que
ha
um
anno
não
se
fere
uma verda
deira
batalha,
á
excepção
do
combale
de
Laca'
e Lorca, favoravel aos
carlistas,
e
compreheodem
que
é
muito
possivel
a
evacuação
d’
esta
linha
do Arga a
que
tão
iinmerecida importância se
deu,
evacuação
que
hoje
se
diz
começada
a
effecluar
com
o
abandono do
monte
Esquinza,
posto
não
se
saiba com
ceriesa.
Pela
parte de
S.
Sebastião
os
carlistas
hoslilisam
energicamente
toda
a
linha
li
beral,
tendo
situado
baterias
de
um
modo
tão
vantajoso
que lhes
permitlem
dirigir
seus tiros
tanto
sobre
Fuenterrabia como
sobre
Pasajes.
Ante-hontem
á
noite
amea
çaram
a
posição
de
Igualdo,
com
o
fim
de
cortar
a
linha
liberal
e
para
que
seja
completo
o isolamento
de S.
Sebastião
e
hoje
sabe-se
qoe
principiaram
a
situar-se
em
frente
de
Irun,
parece
que com
animo
de
atacal-a outra
vez.
GAZETILHA
Novena.—
Começa
amanhã
a
novena
de
Nossa
Senhora do
Carmo,
ua
egreja
d
’
es-
ta
invocação.
Ineendio,—
Pela
1
hora
da
noite
de
anle-honiem
deram
as
torres
signal
d’
in-
ceodio,
manifestado
no
prédio n.°
2
da
rua
Nova
de
Sousa,
contigua
a
esta
lypo-
graphia.
é
onde
mora
o
snr.
João
Casimiro
da
Costa,
ourives.
Em
virtude
da
promptidão
de
soccor-
ros,
o
incêndio,
que
foi
nacosinha,
não
che
gou
a
ailingir
grandes
proporções,
sendo
extinclo
dentro
de
pouco.
Os
damnos
são
calculados
em
cerca
de
2005000
rs.
No
local
do
sinistro
compareceram
as
auctoridades
e
varios cavalheiros,
que
pres
taram
os seus serviços.
9ub
*
eripçft«.
—
Alguns artistas d’esta
cidade
promoveram
ha
dias
uma subscrip
ção,
que
e
*
teve
aberta
em
casa
do
snr.
Francisco
José
d
’Araujo Guimarães,
e
na
do
snr.
José da
Cunha
Alves
de
Sousa,
em
favor
do snr.
Jusé
Joaquim
Fernan
des
Braga,
que
ha
perlo
de
cinco
anoos
está
inteiramente
privado
da vista.
Com
o
produclo
d
’
esta
subscripção
partiu
este
snr.
para
Lisboa,
onde
vae
consultar
um
especialista
Louvamos
os
honrados artistas
que
to
maram
a
iniciativa
d
’esta
acção de
caridade.
Seeea.—
Lê-se
na
«Atalaia
de
Vizeu»
:
—
Consideram-se
perdidas
as
colheitas
no
Algarve.
Pelos
nossos
sitios
lambem
se
receia
um
anno de
fome
;
os
lavradores
queixam-
se
da
falta
de
chuvas
e
lamentam
que
os
milhos
sequem
á
força de calor.
Choveu já,
a
mas agua
quecahiu,
com
quanto
melhorasse
um
pouco as
condições
dos
campos,
não
bastou
para
saciar
a
sêde
da terra.
Deus
se
amerecie
de
nós.
A.
obra do diabo.—
Os
seguintes
ver
sos
sahiram
publicados
no
«Apostolo»
:
[
Parodia
)
Um
dia...
poz-se
o
diabo
A meditar
sobre
o
abysmo,
E
coçando
o
ígneo
rabo
Ideou
o
maçonismo.
—«Eureka!»
bradou
contente
:
Achei o
mal
:
de
repente
Estourou.
O
fogo em
chamma
Illuminou-lhe a figura...
E
bordava cada
flamma
Sinistra
caricatura.
Xaufragio.—
Voltou-se
uma
lancha
ao
entrar o
rio Minho,
perecendo
dois pesca
dores.
O
ineendio do
theotro da
'Trin
dade, no
Porto. —
Refere
o
«Primei
ro
de
Janeiro»
:
—
O
lheatro
da
Trinda
de
foi
na
madrugada
de
hontern (o) pasto
das chatnmas.
Tinha-se
fechado
pouco
de
pois da
meia noile,
tendo
dado
a
Pala
de
Cabra,
e
quando eram
cerca
de duas
ho
ras
e
meia,
o
ineendio
declarava-se
d
’
um
modo pavoroso no
segundo
andar,
para
o
leito
da
frente.
D
’
ali
passara
ao
primeiro
andar
e
ganhara
o
resto
do
edifício,
por
fórma
qoe
em
rápidos
instantes
não
era
mais
que
uma
lavareda immensa.
A
cocheira
do
snr.
Anionio
Bernardo
Ferreira,
contigua
ás
trazeiras do
thea
lro,
esteve
em
risco
de
ser
devorada;
e
á
ca
*
a
fronteira,
em que
o
snr.
José
de
Mello
Abreu tem
o
seu
deposito
de
pianos,
com
a
approxiunação
do
terrível
elemento,
partiram-se
lhe
as
vidraças
das janellas
e
clarabóias.
Antes de terem
chegado
as
bombas,
já
grande
parle
da rnobilia e
utensílios
do
restaurante
estavam salvos,
graças
aos
esforços
d
’
alguns
municipaes,
guardas
civis
e
paisanos
que
tinham accudido
ao
local
aos primeiros
indicios
do
ineendio.
Do
lheatro
nada
póde
salvar-se
incluin
do
o
guarda
roupa
e
alguns
objectos
qu
e
os artistas
haviam
deixado
nos camarins.
Ao
snr.
Rente
ardeu
urna rebeca
avaliada
n
’
uns
2005000 reis.
—
Durante
0
dia
de
hontern foi
cons-
tante
a
concorrência
de
pessoas
a
ver
q
local
do
sinistro,
onde
a
comprohia de bom-
beiros tem trabalhado com uma
dedicação
e
denodo superiores
a
todo 0
elogio.
A
’
s
duas
horas
e
meia da
tarde,
em
resultado
do
desabamento
d
um muro
inte
rior,
vieram
a
terra
uns
peitoris
da
fren
te
e
indo
a
fugir
0
soldado
da
homba
n.
0
135,
da 3.
“
secção, cahiu,
ficando
bastan
te
maltratado.
Quando
os
camaradas
0
levavam
em
em
braços
pela
roa do
Boinjardim,
passa
va
0
sur. Guilherme Fernandes com
tua
esposa
e
mandou chamar
um
carro
que
0
conduzisse
aos
postos
médicos
e d
’
alli
a
casa,
ordenando
que
0
carro
estivesse
ho
je
ás
10
horas
á
porta
do
doente
para
0
conduzir
ao algebrista.
Actos
d
’
estes
registam-se
com
0 louvor
que
merecem.
—
Apresentaram-se
logo no local do
si
nistro
e
prestaram
relevantes
serviços
os
administradores
dos
dois
bairros,
0
com
missario
geral
de policia, snr. Lencastre,
e
a
ollicialidade da guarda
municipal.
—
As
paredes
da frente
ameaçam
rui-
na
imminente,
e
conta-se
apeal-as
hoje.
Por esse
motivo
está
prohibido
0
transi
to
publico
e
a
um
indivíduo
que hontern
á
noile
quiz
forçar a passagem,
foi dada
a
voz
de
prisão
e
conduzido
á
estação
com
petente.
—
Quando
se
manifestou
0
ineendio,
os
visinhos
tomaram-se
de
tamanho
pavor,
que
uma
senhora
quiz
precipitar-se
da
ja-
oella para a
rua.
—
O
thealro eslava
seguro
em
tres
com
panhias,
a
saber
:
na
Indemnisadora
,
em
2:0005000,
rs.
na
Union Espanola,
em
10:0005000
rs.
e
na
Gxrantia,
em
5:0005
reis.
A
*
inundações em França. —•
Eis
os
telegrammas
relativos
ás
ultimas
inundações em
França:
Tolosa
25
de
junho.
—
O
quarteirão
de
S.
Cypriano
é
uma
verdadeira
nécropole.
Não
se
caminha
senão
sobre
ruinas.
E
r
é
um
especiacolo
desoiador.
A agua
subiu
no
arrabalde
8
melros.
O
deposito
de
men
dicidade
está
em
parte
perdido.
Por
toda
a
parle
se
mostra
0
maior
animo.
Des
de
esla
manhã
acharam-se
115
cadaveresr,
0
que
leva
0
numero
de
mortos
alé
ago
ra conhecidos
a
215.
Tolosa
25.
—
Continua-se
a trabalhar
activameote
na
salvação
dos
objectos
mo-
viliares
que
se
acham
nas
casas
não
es-
bcrralhadas,
mas
arrombadas.
O trabalho
é
perigoso e
diflicil.
No
quarteirão
S.
Miguel,
no porto
Ga-
raud, na ilha
Tonny,
foram
destruídas
20
casas
;
as
perdas
materíaes
são
consi
deráveis
principalmente
no
hospício
La-
grave.
Os
cadaveres
são fotografados
antes
de
ser
enterrados.
Tolosa
25.
—
A
cada
instante
sabemos
de
novas desgraças.
O
convento
das
car
melitas
foi
demolido;
uma
religiosa
ficou
sepultada
debaixo
das
ruinas
Uma
parle
do
convento
das
freiras
bernardas
foi
le
vado
pela
corrente.
As religiosas e
as
pen
sionistas
foram salvas.
O
Holel-Diet)
e
0
hospício
da
Grave
foram evacuados.
As
lojas
principiam
e enchcr
se
d’
agoa.
Montrejeau,
Valenliua,
Mirament,
Ca-
zeres,
.Murei foram
envadidos
pelas
aguas.
Em
Boussens, os habitantes,
desespera
dos,
lamentam-se,
refugiados
sobre
os
te
lhados.
Um grando
numero de
pontes
fo
ram
levadas.
A
Giirone,
vae
cheia
de
moveis,
tra
ves,
pipas,
e, cousa
horrível,
berços
!
Na communa de
Fenouillet,
sobre
qua
trocentas
casas,
só
existem
em pé
cinco
e
a
torre da
egreja.
Na
extremidade
de
uma
pequena
al
deia, cujo
nome
ignoro
existia
um
c-isal,
occupado
por
uma
familia, que
constava
d
homem,
mulher
e
tres
filhos.
Toda a aldeia
tinha
sido
advertida
a
tempo
do
augmenlo
das
aguas
e
conse
guiu
salvar-se.
Só
0
desgraçado
caseiro e sua fami
lia
foram
surpreheudidos
pela
inundação.
Acordados
pela
agua,
subiram
meio
nus
para
cima
do telhado
da
casa.
A
mãe,
gelada
pelo
frio,
tinha-se
ata
do
com
uma
corda
á
chaminé;
a
pobre
linha
convulsivamente sobre
os
braços
utn
menino
de
peito.
O pae
com
os
seus
dous
pequenos
filhos
sobre
os
hombros
susten
tava-se
sobre uma
beira
do
telhado.
Os
desgraçados lívidos
nem
força
ti-
nham
para
gritar,
sentiam
as
paredes
abanar
e
esperavam
a morte.
Finalmenle dous heroicos
soldados,
dous
gendarmes dentro de uma barca e
levando
archotes
acesos aproximaram
se
da
casa.
No momente
em
que
elles
chegavam
as
paredes
cahiram
formando
uma
especie
d
’
abismo
que
engoliu
os
desgraçados,
a
barca
e
os
salvadores.
Moissac 25 de
junho. —
A
inundação
occasionou
perdas
incalculáveis
no
Lot
e
Garonna.
Aqui
destruiu
170
casas.
Na
Magis-
tera,
destruiu
50.
A
aldeia
de
Golfech
está
quasi
inteiramente
destruída.
Sómen-
mente
se
poderão
conservar
4
casas.
Falla-se
n
’uns
quarenta afogados.
Tarbes
25
—
O
arsenal
foi
invadido
pe
las
aguas
;
felizmente
o
numero
dos afo
gados
é
pequeno, mas os
estragos
mate-
riaes
são
enormes.
—
O
«Messager
de
Toulouse»
diz
:
Demos
um
passeio
depois
do
meio
dia
alravez
das
ruínas
do arrabalde S.
Cypria-
no.
A
agua
tinba-se
retirado
completa
mente,
e
podia-se
andar
pelas
ruas,
só
com
o
incommodo
de
a
cada
passo
ser
delido
pelos
montões
Je
enthulho.
A
nossa
penna
é
impotente
para
des
crever
o
que lemos
visto.
O
quarteirão
t-m outro
tempo
populoso
e
tão
animado
do
arrebalde
oflerece
hoje
o
aspecto
d
’uma
cidade
triste e bombardeada
pelo inimigo.
Na
rua
de
Biyonna
mostram-nos
a
casa
onde
o doutor
Brun
e
sua familia
ficou
sepultado.
Mais
adiante
a
casa
onde
M.
WolLr
co.-n
missa
ri
o
do
governo
mor
reu.
Mais
adiante
no
convento
dos
carme
litas,
se
nos
assegura
que rnadame Gar-
rigues
e
o
R.
P.
da
ordem dos carmelitas,
Manuel,
encontraram
a
morte.
Um
grande numero
de
cadaveres
fo
ram
tirados
de
debaixo
dos entulhos.
As
/
horas
da tarde
82
cadaveres
ti
nham
sido
levados
para
uma sala do
hos
pício
de
S.
Thiago.
Vimos
quadros
que
nos
impressiona
ram
muito
:
aqui
uma
mãe
apertava
so
bre
o
seu
peito
um menino;
mais
adian
te, um
infeliz
pae de
familia
apertava
em
seus
braços
dous
filhos,
um
de
oito
e ou
tro
de
seis
annos.
Na
rua
Velha
de
S.
Nicolao
a
queda
de
uma
casa
causou
onze victimas.
De
outra
casa
retiraram-se oito
pessoas
que
nào davam
signaes
de
vida.
A
aldeia
de
Roques
ficou
destruída em
parte.
Em
Portei
coutam-se
umas
trinta
casas
destruídas.
Duas
famílias
inteiras
fo
ram
afogadas
perto de
Braqueville.
Gran
des
desastres
em
Guiestous
e
Greoade.
Em
Moissac,
a
Garonna
e
o
Tarn
não
formam
mais
que
um
lago
d
’
agoa.
E
a
chuva
não
cessa.
Por
toda
a
parte
se
organisam
soccor
ros
com
a
maior aclividade e
o
mais
lou
vável
dedicamento.
Continuam
a
chegar
promenores
das
inun
dações
em França,
que
tomam
o
ca
racter
de
uma
verdadeira calamidade
pu-
publica.
Só
em
Tolosa
ha
mais
de
novecentas
vicias.
Receia
se
muito
uma
epidemia.
Nu
departamento
da Garonne
boiam
á
tona
d
’
agua
innumeraveis
cadaveres.
E'
horrível
aquelle
espectaculo.
Mais
de
tres
mil
casas
estão
destruí
das
:
só
em
Tolosa
se
contam
seiscentas.
Os prejuisos causados
n
’
esta
cidade
pe
la
cheia sobem
a cem
milhões de
francos,
e
outro
tanto
se
calcula
ser
o
prejuiso
nos
campos.
O
jornal
oflicial
diz
:
«O
marechal
presidente
da
Republica
ouviu
a
missa
esta
manhã ás
seis horas
c
meia
na
cathedral
de
Tolosa.
A
’
s
sete
horas
foi
a
distancia
de
oito
kilometros
visitar de
Fenoaillet,
aldeia
de
iiovecentes
habitantes.
Prestou
aos
habi
tantes
os
socorros
mais
urgentes
de
que
necessitavam.
Depois
de
atravessar
uma
povoação
horrivelmente
destrui-la
,
na
volta
para
Tolosa,
visitou
o
bairro
dos
Amilonniers
e
o
de
Port-Garand que teem
muitas
ca
sas e
galerias
arruinadas. A
força
militar
recebeu
de
suas
mãos
algumas
cruzes
e
Medalhas
pelo
modo
como
acudiram
ao
sinistro.
A
’
uma
hora
partiu
o
marechal
para
Montauban
e
Moissac
visitando
na
passa
gem os
logares
que
mais
soflreram
distri
buindo
os
soccorros
mais
necessários.
Tornou á
noite
para
Tolosa
e
d'ahi
sa-
mti
par
a
Tarbes.»
A
Assembleia
nacional
abriu
uma subs-
cnpção
para
soccorrer
os
que soflreram
°m
as
inundações,
eo
governo
auclorisou
a
lodos os
recebedores
geraes, para
abri
rem
subscripções
para
o
mesmo
íim O
tribunal
do
coinmercio
de
Paris
também
abriu
uma subscripção
para
o
mesmo
fim.
Estão-se
organisaudo
outras muitas
em
vários
pontos
da
França.
Reprodusimos
os
seguintes telegram-
mas
:
Pau
26
de
junho.—
O
Bidouse
trasbor
dou
alagando
a
planície
de
Bidoúbe
até
Conue
departamento
de
Bayonne
As
communas
de
Bardos, Gttiche
e
Same
soflreram
bastante.
Perderam-se
as
colheitas.
As
aguas
vào
descendo.
Não
houve
desgraças
sérias.
Dax
26
de
junho.--A
cheia
de
Adour,
cheg<-u
alé
ás
alturas
de
Aire,
Cazéres,
Greoade, S. Seves,
Mongron
e
Ponloux
e
ameaça
Dax.
A
’s
quatro
horas
as aguas
estavam
a
5m
e
5.
Empregaram
se
grandes
esforços
para
obstar
a que
se
rompessem
os
diques.
A
* earídaile.
—
Imploramos
ás
almas
caridosas
se
lembrem,
com
uma
esmola,
do
infeliz José
Avelino
Ferreira
dos
San
tos,
que,
vae
em
dous annos, se
acha
impossibilitado
de
trabalhar,
vivendo
na
maior
miséria
em
companhia
de
sua
mu
lher
e
5
filhos
de
menor
edade.
Reside
na
rua da Ponte, n.° 5
BANCO
DO MINHO
Resumo
do
activo
e
passivo
em
30
de
junho
de
1875.
Activo
Dinheiro
em
«aixa
:
metal.
. 80:4730566
Notas........................................
17:1670500
Inscripções
e
mais
papeis
de
credito............................. 85:0580163
Acções
de
c.
própria.
.
64:8000000
dypothecas
de
raiz .
.
.
90:8480430
Letras
protestadas
e
em
litígio
.............................
8:3700703
Remessas......................................
28:513^026
Empréstimo
sobre
penhores.
20:7270120
Leiras
descontadas.
.
.
874:6IQ0798
Leiras
a
receber
.
.
.
33:4400744
Saques
e
remessas
de
n. c. 126
9980736
Saques
e
remessas
das
agencias
............................
73:6870195
Agencias
no
paiz.
.
.
.
204:7100598
Agencias
no estrangeiro.
.
131:1010780
Contas
correntes.
.
.
.
1037:0390495
Edifício
do
Banco.
.
.
.
14:3760965
2.891:9250119
Passivo
Capital
....................................
600:0000000
Fundo
de
reserva.
.
.
.
30.0000000
Dito
para
prejuízos even-
luaes..................................
50:0000000
Reserva
para
decima.
.
.
30
0000000
Notas
em
circulação
.
.
93:5150000
Depositos
á
ordem
.
.
.
218
9360870
Dividendo a
pagar.
.
.
.
9920616
Depositos
a
praso
.
.
«1.397:8355521
Credores
no
paiz.
. .
.
241.0520102
Credores
no
estrangeiro.
.
9:3960429
Saques
e
remessas das
agencias
..................................
181:7140186
Ganhos
e
perdas.
.
.
.
38:4820395
2.891:9250119
Braga
5
de
julho
de 1875.
OS
GERENTES.
Francisco
Casimiro
da
Cruz
Teixeira.
Manoel
Luiz
Ferreira
Braga.
BANCO
MERCANTIL JDE
BB AG A
SOCIEDADE ANONYMA DE
RESPONSABI
LIDADE
LIMITADA
Resumo
do
Activo
e
Passivo
d
’
esle Banco,
em
30
de
junho
de
1875.
Capital
social
....
1.200:0000000
Capital
aclual
(l.
a
serie
imiltida)
...........................
600:0000000
Capital
realisado.
.
.
.
112:0750000
ACTIVO
Accionistas, prestações
a
receber
.............................
488:0310000
Caixa,
existência
em
cofre
em metal
.......................
4:0790850
Leiras
descontadas.
. .
23:1890220
Empréstimos
sob
penhor
18:8100545
Empréstimos
com hipoteca.
6:0000000
Créditos
cou.i
caução
,
.
63:239019$
Devedores
no
paiz
, .. .
8:3$
Devedores no
estrangeiro
2:0800940
Valores fluctuantes
.
. .
32:5430920
Despezas
de
installação,
Moveis
e
utensílios.
.
.
3:1490965
Despezas
geraes
....
6570569
650:1530670
PASSIVO
Capitai
actual
do banco
.
600:0000000
Credores
no
paiz.
.
.
.
1:3330602
Depositos
á
ordem.
.
.
28:6860285
Deposito a
praso
lixo
.
.
17:9165484
Lucros
e
perdas. .
.
.
2.2170299
650:1530670
Banco
Mercantil
de
Braga
30
de junho
de
1875.
Os
directores,
José
Joaquim
Lopes
Cardoso.
José
Anlonio
Rebello
da
Silva.
João
da
Costa
Palmeira.
(2351)
BANCO
T
c
OMMERCIAL
DE
GUIMARÃES.
Resumo
do
activo
e ja^sivo
em
30
de
junho
de 1875.
Aetivo
Caixa,
existência
em
metal.
21:6910754
Letras
descontadas
.
.
.
75:9370095
Idem
a
receber
....
115:0420455
Contas
correntes
com
garan
tia.
..................................
3:9230085
Papeis de
credito.
.
.
.
3
5110000
Empreslimo
sobre penhores 13:6520500
Devedores e
credores geraes 23:7390619
Moveis,
casa
forte
e
uten
sílios
...................................
1:0020840
Despezas
da
instalação.
.
2:3810687
Accionistas
............................
430:4270500
691:3120535
Pa««ivo
Capital
........
600:0000000
Depositos
a
praso.
.
.
.
49:1960414
Idem
á
ordem
...
18:7130534
Leiras
a
pagar
....
4.6940220
Diversos
credores.
. .
.
13
6830712
Lucros
e
perdas.
. .
.
5:0210655
691:3
120535
Os
directores
José
Chrysostomo
da Silva
Basto.
Forlunalo
Jorge
Guimarães Baraleiro.
Joaquim
José
d'Azevedo
Machodo.
(2552)
AGRAD5CIIONTOS
D.
Maria
Theodóra
d
’Almeida
Mello,
D.
Maria
Angelina
de
Mello
e
Almeida,
José
Manoel
d
Almeida
Mello,
Bernardino
José
da
Cruz,
e
mais
familia,
penhorados
para
cora
todas
as
pessoas,
qoe
as
visita
ram
por occasião do
fallecimento
de
seu
inoocente filho,
neto
e
sobrinho
Tbeodosio
d
’
Almeida
Mello, bem
como
áquellas ex.was
pessoas
qoe
o
acompanharam
á
soa
ulti
ma
morada;
lançao
mão
d
’este meio para
manifestarem
o
qae
n
’alma
se
lhe
p'jssa,
posto
que
em
linguagem humilde
e
de^spre-
tenciosa
seria
abafar
com
mão de
fer ro
os
gritus
do
coração,
seria
involver
nr
gelo
do
indiflereotismo,
que
mala
o
ma
is
ele
vado
sentimento,
que no
coração
humano
póde
vegetar
—
o
reconhecimento
—
deixando
assim
sepultado
no barathro
insondável
de
vergonhoso
olvido
este
protesto
de
infinda
gratidão.
A familia do innoccole
fwafio
manifes
ta,
portanto,
a
todos,
seu
itJ
elevei
reco
nhecimento.
(2547)
João
Antonio
de
O
liveira Braga,
director
do
correio
Testa
cida
de.
Faz
saber, que por
espaço
de
15
dias,
e
d
’
ordem
da
Administração
Central, s<j
acha
aberto
con
curso
para
provimento
de
quatro
carteiros,
supranumerários
d
’
estz
t
Di-
recção
;
deven
do
os
pretendentes
apresentar
no
dito
pra
so
seus requerimentos
f
docu-
lmeqtadçç
t
o certidão ç)e
idade
er(í
que
se
mostre
nào
terem
menos
de
18, nem
mais
de
35
annos,
certidão
de
haverem sido
recenciados
para
o
serviço
militar,
bem
como
de
saude
e
bom
comportamento;
comparecerem
os
mesmos
no
dia
23
do
corrente
pelas
8
horas
da
manhã
n
’
esU
direeção,
para,
na
conformidade
do
art.
30
do
regulamento
postal
de
4
de
maio
de
1853,
ser-lhe
passado
exame
de
ler,
escrever e contar.
Direeção
do
correio
de
Braga,
8
de
julho
de
1875.
O
director,
(2553)
João
Anlonio
d’
Oliveira
Braga.
MffiW A
TOM
Quem
pretender tomar a
juro a quan
tia
de
2380000
reis
por
escriptura
publica»
requeira
aos
mesarios
da
irmandade
de
San
ta
Justa, d
’
esta cidade
de
Braga.
(2546)
bííõíoõ
E
m
S
s
Na
séde d
’
este
Banco
e
nas agencias
de
Lisboa,
Porto
e
Braga,
paga-se
ás
se
gundas,
quartas
e
sextas
feiras, desde
as
10
horas
da
manhã
até
á uma
da
tarde,
o
dividendo do
l.°
semestre d
’
este
anno na
rasão
de
4
p. c.
ou
30200
por
acção.
Banco
de
Guimarães,
6
de
julho
de
1875.
Os
gerenlts,
F.
Ribeiro
Martins
da Costa
Francisco
P.
da
Costa
Guimarães.
Agencia
em
Braga,
Campo
ue
D.
Luiz
I
n.°
29.
(2548)
O
provedor
da
Sinta
Casa
da Miseri
córdia,
d
’
esta
cidade,
convida
por
esle
tneitr
os
irmãos
da
mesma
irmandade
a
reuni
rem-se
no
dia 14 do corrente,
pelas 6 ho
ras
da tarde, na real
capella
da
Misericór
dia,
a
fim
de
se
proceder
á
eleição da
Mesa
gerente
doanno
economico
de
1875-
1876,
na
fórma
do
cap.
4.°
do
respectivo
Compromisso,
visto
não
se
verificar no dia
designado
no
§ 1.®
do
mesmo
cap.
A
Mesa
da
Santa Casa
da
Misericór
dia,
d
esta
cidada,
faz saber,
que
lendo
expirado
o
praso
de
60
dias,
annanciado
para
a
demolição
das
catacumbas
tempo
rárias
do
ceaoiterio
dos
Despresos,
convida
por isso
os
parentes
oo
herdeiros
dos
fal-
lecidos
alli
depositados,
para
no
improro-
gavel praso-d-e 10
dias
virem ou
mandarem
remover
a
respectiva
osoada,
fiudos
os
quaes
se
procederá immedialaur
nte â trans
ferencia
de
todo
o
material
para
o
cemi
tério
privativo
da
mesma
irmandade.
Braga-
7
de
julho
de
1875.
O
provedor,
(2550)
Manoel
Juslino
Marques
Murta.
ARRENDA-SE
No
logar
da
Fonta
proximo
â
estação
do
caminho
de
ferro,
d
’
esta
cidade,
arrenda-se
com
terreno
para
quintal,
ou
sem
elle,
a
casa
denominada
da
Fonto.
Tem
commodos
para
numerosa
familia, e agua de
poço
e
bica.
Quem
a pretender
arrendar
[póde di
rigir-se
á
mesma
qae
achará
com
quemu
tratar.
(2528j
Agencia do
Banco de
Vianna^
•
CAmiiiOS&c."
Rua
d&
Souto
n.°
30
Esta
agencia
faz
as
seguintes operações:
Desconta, leiras
da
terra
e
de
cambio.
Eucarre^a-se
da
compra
e
veada
de
pa
peis
de
credito.
Recebe
dinheiro
á
ordem
e
a
praso
abo
nando
j\nos.
Em
presta
sobre
penhores
d
’
ouro, pra
ta,
inàcripções,
acções
de
bancos
e
com
panb.ias.
Saca
sobre
praças
do
reino
e
estran
geiras,
onde
o
Banco
lc-m
agencias.
Braga,
3
de
junho
de
1875.
Os
agentes,
(R«)
Carvalhos
&
CF
DO
nzcxrvrx-xo
AVISO
Para
conhecimento do
publico
se
trans
creve
o
artigo
102.° da tarifa
de
transpor
tes por
este
caminho
de
ferro,
approvada
por
Portaria
de
15
de abril
do
corrente
anno.
Artigo
102.°
—
As
estações
de
mercado
rias
abrem
nos
mezes
de
novembro
a
abril,
ás
8
horas da
manhã
e
fecham
ás
5
da
tarde,
e
nos
mezes
de
maio
a
outubro
abrem
ás
7
da
manhã
e
fecham
as
6
da
tarde.
Ficam
por este
modo
avisados
os
ex
pedidores
e
consignatários
de
que
no
ac-
lual
periodo
só
se
recebem
e
entregam
mercadorias
desde as
7
horas
da
manhã
alé
ás
6
da
tarde
e
que
toda
a
remessa
apre
sentada para ser
expedida
depois
das
6
ho
ras
da
tarde
nào
será
recebida
na
estação.
O
chefe
da
exploração
(2541)
Anlonio
M.
K.
de Carvalho
Estação
Central
do
Caminho
de
Ferro
do
Minho
No
largo de St. Franeiaeo n
0 9, na
Nova
Empresa
de Trena
Vendem-se
bilhetes,
facluram-se
baga
gens
e
recobageo
*
para
todas
as
estações
4o
caminho
de
lerro
do
Minho.
BRAGA :
TYPOGRAPHIA LUSITANA — 1875
Di
mesma
estação parlem
carros
para
c
caminho
de
ferro e
vice-versa.
Horário
Parlem
da
Central
para
o
caminho
de
ferro
ás
3
e
45
minutos
da
manhã
e
á
1
da
tarde.
Partem
da
estação
do
caminho
de
fer
ro
para
a
central,
ás
1
1
e
30
minutos
da
manhã e
ás
7
e 30
da
tarde.
Braga
5
de
Julho
de
1875.
O
gerente
(25
45)
E.
Pacheco.
Pelo
juiso
de
direito
d
’
esta
comarca
e
cartorio
de
Esmeriz,
a
requerimento
de
D.
Anua
Augusta
de
Sousa
Gomes.
d
’
es-
ta
cidade, corre
e
pende
seus devidos
ter
mos
um
processo
para
arrematação
volun
tária
de
duas
quintas e
moinhos, muito
bem
situadas;
produzem
pão
e
vinho,
com
orna
boa
casa apalaçada, que tudo
consti-
tue
nm
praso
denominado
de
Torneiros,
sito
no
logar
do
mesmo
nome,
da
fregue
zia
de
S.
Victor,
d’esta
mesma,
as
quaes
são
de
natureza
de
praso
com
laudemio
da
quarentena
e
pagam
de
foro
annual-
mente
1020500
reis
;
serve
de
base
para
a
licitação
a
quantia
de
11:0000000
reis,
reservando-se
para
em
acto
de
praça
al-
teiar
para
menos
se
assim
convier
á
re
querente
;
cuja
arrematação
hade
ter
logar
no
dia
11
do
corrente, pelas
9
horas
da
manhã
no
tribunal
d
’
esta dita cidade.
O
solicitador,
(2538)
Paulino
Evarislo
da
Rocha.
BANCO DO MINHO
A
gerencia
do
Banco
do
Minho,
annun
cia
que
o
dividendo
do
l.° semestre
do
corrente
anno
e
na
razão
de
4
p.
c.
oo
40000
reis
por
acção,
e
que
principiará
a
pagar-se
oo
dia
7
do
corrente,
continuan
do
em
todas
as
sextas, segundas
e
quar
tas
feiras,
desde
as
10
horas
da
manhã
ate
á
1
hora
da
tarde.
Braga 5
de
Julho
de
1875.
Os gerentes
Francisco
Casimira
da
Cruz Teixeira
Domingos
José
Soares.
Vende-se
uma
morada
de
casas
com
quintal,
no
campo
de
Nossa
Senhora
A
Branca,
com
frente
para
o
nascente, designada
pelo
n.
*
19.
Trata-
se
na
casa
o?
20,
do
mesmo
campo.
(2544)
O/ficiaes
de
sapateiro
Contrata-se
um
ou
dous
oíliciaes
a
fa
zer
solados
com
limpeza
na
morada
dos
mesmos, abonando-se boa
paga.
28,
Rua
dos
Chãos,
28
Loja
<le
sola.
CAIXEIRO
Precisa-se
d’um
rapaz,
proximo
a
ga
nhar
dinheiro,
ou
mesmo
dum
caixeiro
de
qualquer
negocio,
que
usem
de
bons
cos
tumes.
28,
Rua
dos
Chãos,
28
(2543)
Loja
de sola.
Companhia
Geral
de
Seguros
LA UNIÃO, DE
MADRID
Segura
nas
condições
mais
vantajosas
contra
o
risco
de
fogo,
e
lambetn
contra
os
prejuízos
causados
pela
explosão de
gaz,
ou
pelo raio.
Verificam-se
os seguros
n
’
esta
cidade
de
Braga
uo
escriptorio
de
Ferreira
Bor
ges
4c
C.
a
,
Praça
do
Barão
de
S. Martinho
n.°
26-1.°
andar.
(2537)
João
Manoel
da
Silva
Guima
rães.—
Rua
do
Souto
n.°
43.
Compra
e vende
Acções
de
todos
os
Bancos
e
Companhias,
Inscripções
de
As
sentamento
e
coupons.
(581)
A viso ao commercio
Na Praça
d
’Alegria, d’
esta
cidade,
o.®
16, (antigo Campo
das
Hortas)
aeba-se
es
tabelecida
uma
casa
de
commissõe».
Seu
proprietário
loma
conta
de
despachos
de
mercadorias
de
qualquer
natureza
que
se
jam,
tanto
d
’esta
cidade para
a
do
Porto,
como do Porto
a
esta.
Prompliíica-se
a
tomar
conta
de
todas
as
fazendas em
casa
dos
snrs. negociantes, e
a
entregal-as
na
do
destinatário,
(em
que
só
n’
isto
vae
uma
grande
vantagem)
tudo
por
uma
módica
comrnissão
sem
competidor.
Quem
precisar
esclarecimentos póde
dirigir-se
á
casa
supra mencionada
ao
commissario
Anlonio
Zacharias
da
Silva
Coelho.
(2536)
ALMEIDA
& PEREIRA
Largo
do
Barão
de
S.
Martinho
n.°
18
Compram e vendem
acções de
todos
os
bancos
e
companhias,
e
inscripções
d
’
assentamento
e
coupons.
(I)
(
Sociedade
anonyma
de
responsabilidade
limitada]
São
convidados
os
snrs.
accionidas
d
’
es-
le Banco
a
entrarem
com
a
2 a
prestação
de
20 p. c.
ou
100006
rs.
per
cada
acção
des
de
o
dia
25
do
corrente
até
10
do
cor
rente
Julho,
em
B
aga
na
casa
do
Banco,
e
no
Porto
na
do
seu
agente
os
snrs
João
Evangelista da
Silva
Mattos
4c
C.
a na
Praça
de
D.
Pedro.
Os
snr.
accionistas
qne
não
satisfize
rem
as
suas
entradas i/e&te
praso,
ficam
sujeitos
ao
juro de
3|4
p.
c.
ao
mez
ou
9
p.
c.
ao
anno, e
ao mais
disposto
no
art.
17
e
seus
§§
dos estatutos.
Braga
2
de
Junho
de
1875.
Os
directores,
José Joaquim
Lopes
Cardoso
João
da
Costa Palmeira
(2534)
José
Antunio
Rebello
da
Silva.
NOVA
FUNDIÇÃO DE FERRO
DE
Antonio Germano
Ferreirinhii
NA
Travessa
de S.
João
Aonde
faz
toda
a
obra,
assim como
bombas,
conçollas,
columnas
para
gaz, pe-
zos
novos,
panellas á
ingleza
de
todos
os
tamanhos,
canos
para
agoas
e
gaz,
e
toda
a
obra
de
fundição,
como
grades
para
sacadas,
obra
de
metal, sinos
e outros
ob
jectos
de
igual
teor
etc.,
pelos
preços
do
Porto.
AGOAS
MINERAES
Na
pharmacia
de Antonio
Domingues
Alvim,
ha
deposito
de
agoas
naturaes
das
Pedras
Salgadas: Alcalina
de Moura,
En-
tre-Rios. das
Caídas
da
Rainha,
Sedlitz,
Verim, Vidago
e
Vichy.
(Q
*
)
FIESTAS
DEL
APOSTOL
(Ano
Santo]
Con
motivo
de
las
fiestas
proyectadas
el
Apostol
en
Santiago,
se
ofrece
una
ca
sa
particular
rnuy
bien
situada
y con
ma
gnificas
babilaciones
amuebladas
para
6
u
8
camas
independientes
de
las
salas
y
pie-
ras
con
buenos
lavabos de
locador.
Ha-
ran
el
servicio
una
cocinera
con
ayudan-
la,
doncella
y
criado
con
coche
para
ir
á
lo»
toros
y
teatro.
I
a
familia
ó
personas
que
gostem
ocupar
esta
casa,
podran
co
mer
por
su
cueola
si
les
conviene,
en
la
que
hallarán
lodo
el
servicio
de
coctna
y
de
mesa.
Para
enterarse
de la»
condiciones,
pue-
den
dirigirse
antes
del
15
de
Julio,
á
D.
Manuel
Cabral,
en
Santiago. (2532)
Asphalto
Nacional da Min
t de
Aseche
A
Companhia
de
Lisboa
com
escriplo-
rio
no Porto
na Rua
do
Bomjardim n.°
365,
previne
os
seus
freguezes
e
o
publi
co
em
geral
que
continua a
encarregar-
se
de
qualquer
obra
a
que
seja
applicavel
o
asphalto,
assim
coino
terraços,
impenas,
passeios
em
jardins e
nas
ruas
publicas,
ca-
valheriçes,
eiras, etc.
A
mesma
Companhia
presla-se a
ga
rantir
o
bom
resultado do
seu
trabalho,
sendo sufficiente
para
recommendar
o
seu
asphalto,
a
perferencia
que
lhe
tem
si
do
dada
pela
administração
das
obras
pu
blicas
e
o
repelido
chamamento
pa
r
a
subs
tituir
asphalto
qne
se
por
ahi pregoa,
co
mo
vindo
do
estrangeiro.
Todos
os
snrs.
que
precisem
qualquer
encommenda
d
’
esle
genero,
podem
fazel-a
no
Porto
Rua do
Bomjardim
n.“
365, e
em
Braga,
na
Fabrica
da
Fundição
do
Minho.
(2535)
Venda
de
casas
Vendem-se juntas
ou
separadamen-
le
dez
moradas
de
casas
com
gran
de
quintal,
tendo
os n.°
8
72
a 82,
próprias
paia
edificação
d’
um
grande
pré
dio e
sitas na
rua da
Cruz
de
Pedra
em
frente
á
nova
rua
que
se
vae
abrir
para
a
estação
do
caminho de
fe<ro.
Trata-se
na
mesma
rua
n.°
100
com
o
snr.
Ma
noel
Anlonio
Pacheco.
(2511)
ItliTIlATOS
Rua de S. Marcos n.° 14
Brilhantes
ou
esmaltados,
12
20000
Sobre
papel albumina
12
10000
Perfeição e nitidez
garantidos.—Photo-
grapho
do
Porto.
(2491)
Obras
de
mármore
Joaquim
Almeida
da
Costa
participa
aos
seus
amigos
e
freguezes
que
abriu
o
seu
n
’
esta cidade
de
Braga,
campo
de
Santa
Anna
n.°
44,
uma
oificina
de
obras
de
mármore,
filial
da
que
tem
no
Porto,
na
rua
dos
Marlyres da
Liberdade
118.
(2519)
BRAGA
Vende-se uma
morada
de
casas
de
3
andares
no
largo do
Paço n.°
9, trata-se
na rua
do
Souto n.°
28
com
o
sor.
Jo
sé
Anlonio da
Silva
Lomar.
(2522)
ÍAJE
í
IÍO
ÍÍÍGitMCA
Balsamico-
Proph
Hat
ico
Esta
injecçãn
é
a
unica
e efiicaz
que
cora
em
seis
ou
oito
dias
toda
a
quali
dade de
purgações, tanto
antigas
como
mo
dernas,
ainda
as
mais rebeldes.
Vende-se
em Braga
na
pharmacia de
Antonio
1).
Alvim, á 1
‘
orta
Nova
n.°
14,
em
Coimbra,
pharmacia
Barata
Diniz,
rua
de
S.
Ba»tholomeu.
Deposito
principal
uo
Porto
na
pharmacia
Madureira,
rua
do
Triumpho,
n.°
142, proximo ao
Palacio
de
Crystal.
Preço
de
cada
frasco.
.
.
400
rs.
(O)<
Jílll.fflU
11!
MM
DO
ALTO
DOURO
DA
CASA
DE VILLA POUCA
RUA
DO
SOUTO
N.°
15
BRAGA.
Acaba
de
ser
sortido
este
armazém
com
as
seguintes
qualidades de vinhos
engarrafados
e
aquartilhados
:
ENGARRAFADOS
Vinho
tinto de
meza
...................
150
»
»
»
.......................
190
>
Lagrima...................................
200
>
Branco
de
meza.......................
210
»
tinto
de
meza fino.
.
.
.
270
»
de
prova
secca........................
300
o
Malvasia
de
2.4........................
360
»
»
velho..............................
400
>
Bastardo...................................
500
»
Moscatel...................................
500
»
Malvasia...................................
500
»
Roncão..................
700
»
Alvaralhào
.............................
560
»
Velho
de
1854.........................
A
RETALHADO
600
Vinho
part
meza
50
e
80,
o
cilho
unto
e
120
o
branco.
quar-
Responde-se
e
garante-se
a
pureza
e
boa
qualidade
de
lodos
estes
vinhos,
po
dendo
todo
e qualquer
consumidor
man-
dal-o
experimentar
por
meio
de
qualquer
processo
chytnico.
N
’
esles
preços
nãa
fica
incluído
o
valor da
garrafa que
o
comprador
apre
sentará
ou
pagará
50
reis
por
cada
uma.
______________________________
(N«)
LTUuslration
de
la
mode.
O
mais
elegante,
'iicamente
illustrado
e
barato
dos
jornaes
da moda.
Publica-se
em
Pariz
uma
vez
por
mez,
no
formato
dos
grandes
jornaes
illustrados.
Cada
numero
contém
dez
a
quinze
mo
delos
de
toilelte,
uma
grande
folha
de
mo
delos
de
tamanho
naluial
e
uma
magni
fica
gravura clorida.
Quem
quizer
assignar
esta
publicação,
dirija-»e
á
livraria
de
Eugênio
Chardron,
largo
de
S.
Francisco.
—
Braga.
A
empreza
oITerece
aos
seus
assiguan-
tes
um
magnifico
cofresinho
contendo
tu
do o
que é necessário
para
um
toucador
e
cujos
objectos
valem
para
cima
de
20
fran
cos.
Preços
d
’asMgiiaiura—
Portugal:
sem
o
referido
brinde
—
9
fr.
Com
o
brinde —
13
fr.
METAES VELHOS
Na travessa
de
S.
João
n.®
5, com
pra-se toda
a
qualidade
de
metaes,
e
ferro
velho
até mesmo fundido.
(860)
Vende-se
ou
aluga-se
as casas n.®
jíjjlt
21
e
22,
na
ma
dos
Pelarnes,
a
primeira
casa
torre
e
a
segunda
terrea;
ambas
teem
quintal
e
poço
rmeiro.
Para
tratar
na
pharmacia
Alvim,
Praça
da
Alegria,
n.°
14.
Pedra
d"alvenaria
Qoetn
quizer
comprar
uma
porção
de
pedra d’alvenaria,
dirija-se ao snr.
José
Antonio
da
Fonseca,
no
largo
da
Sé.
(2542)
Vende-se
a
propriedade
que
fica
a^
,n
d
‘
Ponte
dos
Pelarnes
que
se
compoem de casas,
pomar
e
leiras
de
lavradio
e
arvores
avidadas
con-
tiguas e circuitadas.
Trata-se
no
escriptorio
d’
esta
redacção
*
NOVIDADE
44,
Rua «lo
Sonto, 44
Campos
4c
Almeida,
acabam
de rece
ber
grande sortido
de chapéus
de
fehro
e
seda,
«ultima
moda»,
da
acreditada
fa
brica
dos
snrs.
Maia
e
Silva,
do
Porto,
que
vendem
pelos
preços
da fabrica.
Também se
fabricam
e
consertam cha
péus
de
todas
as
qualidades.
(2330)- - É o formato de
-
comerciominho_08071875_367.pdf
Parte de Comércio do Minho (O)