comerciominho_03061875_353.xml
- conteúdo
-
3." ANNO
1875
FOLHA COMMERCIAL RELIGIOSA E NOTICIOSA
NUMERO 353
Assigna-see
vende-se
no
escripjorio
do
editor
e
proprietário
José
Afaria
Dias da
Costa,
rua
Nova
n.*
3E,
para
onde
deve
ser
dirigida
todas
correspondência franca
de
porte.
=
As
assi-
gnaturas
são’ pagas
adiantadas;
assim
como
as
correspondên
cias
de
interesse
particular.
Folha
avulso
10
rs.
BRAGA-QUINTA-FEIRA
8
»E
JUNHO
O
Ex.rao Snr.
». Chrysostom»
e
«A
Nação».
Sob
a
epígrafe
elegíaca
—
Plorans
plora-
v
i_
,
lêmos
ha
poucos
dias
no
numero
de
25 de
maio
da
«Nação»,
um
violento
artigo
em
fórma
de
diatribe,
por
elh
diri
gido
contra o
venerando Arcebispo
coad
jutor
d
’
esla
Archidiocese
de
Braga,
co
mo
propagador
de
«doutrinas
contrarias
ás
da
Egreja,
re|>eiidameote suscitadas
e con
firmadas
pelo
aciual Soberano
Pontífice.»
Sentimos
profundaraenle
que
o jornal
que publicou
aquelle
artigo
de
todo
o
pon
lo
incongruente
por
qualquer
lado
que
se
encare,
em
que
a
leviandade
corre
pare
lhas
com a
acrimonia
da
linguagem,
seja
pre-
cisamenie
a
«Nação»,
uma
folha
religiosa,
acatadora
da
Egreja
Catholica
e
dos
seus
príncipes,
e
além
d
’
isso
correligionária
nos
sa
polilica,
para
com
quem
professamos
lodo
o respeito
devido
a
uma
existência
gloriosa
de
vinte oito
annos
de
lucia
pe
la
sanctidade
dos
princípios
que
com
ella
defendemos.
Estamos
na
intima
convicção
de
que
se
as
cinzas
de Gomes d’
Abreu,
qoe ha
cinco
annos dormem
no
seio
da
terra,
podessem
animar-se,
viriam
relractar to
da a
solidariedade
que
podessem
ler
na
accusação
tão
impensada
quanto
injusta,
que
a
herdeira
dos
seus
princípios
acaba
de
fazer
a
um
prelado
virtuoso,
e
respei
tável da
Egreja
portugueza.
A
mão
conspícua
d
’aquelle
grande
vul
to
nunca
redigira
similhante
artigo,
nem
sob
sua
direcção
cremos
qoe
fosse
jámais
publicado.
Sentimos,
disemos,
que
fosse-dos
olhos
da
«Naçãy»
que
marejassem
aquellas
lagrimas
de
Jeremias, (dignas
de
mais
nobre
mo
tivo),
porque
as
expungiriamos
com
mais
liberdade
se
porventura
distilassem
da
im
prensa
*
hostil
á
religião,
á
Egreja
Gatho-
lica,
e
aos
seus
ministros.
Como,
porém,
estas
cousas
tão
sagra-
dars
estejam
para
nós acima, e
infinita-
mente
acima
de
tudas
as
considerações
humanas,
pois,
se
somos
«amigos
de
Pla-
lão,
ainda
mais
o
somos
da
verdade
e
da
justiça»;
é-nos
impossível
guardar
a
tal
respeito um
silencio
que
podéia
frisar
a
cooinvencia,
e
pedimos
venia
ao
collega
para
fazermos
ao
seu
artigo
as
reflexões
seguintes.
A
«Nação»
«hesitou»
a
principio se
de
via
ou
não
publical-o. Ella mesuio
o
con
fessa,
e
oxalá
que
tivesse antes optado
pela
ultima
parle
da
disjuuctiva, porque
nos
parece
houvera
procedido
com
mais
aceno
e
cfocunspecção.
.
Ainda
mal
não
o
lez. Uma folha-
ca
tholica
não
havia
de
ser
a
primeira
a
to
Ctr
a
rebate,
a
levantar
alarma,
e
soltar
bando
contra
um
príncipe
da
Egreja,
e
demais
a mais
por
simples
informações
particulares.
Era-lhe
muito
mais proprio
ser suu
a
primeira
a
defendel-o,
e
a
es-
cudal-o
contra os ataques
da imprensa
anti-1eligiosa,
quando esta
o
agredisse, e
só
reconhecer
o
mal,
quando
violentada
pela evidencia,
ou
pela
publicidade
que
el
le revestisse;
e ainda
então, a
pesar seu,
ou
com
a
linguagem
esquiva e sentida
de
utn
filho
que
deplora as
aberrações
de um
pae,
e
não
com
o
intono
estridente
e
"victorioso
de
um
adversário
qne
logra
co
lher
o
seu
adiersario
em
flagrante,
e
sa
boreia
o goso
delicioso
de
abatei-o.
A
«Nação»,
em
vez
de promover
a
harmonia
tão
necessária
entre um
Arce
bispo e
os seus
diocesanos,
no
momento
sobretudo
tão
critico
das'primeiras
rela
ções
d’
aquelle com estes, relações
que
de
cidem ás
vezes
de
um
favoravel
prestigio,
ou
de
um
desprestigio
funesto,
e
defini
tivo,
arvora
o
estandarte
negro
da
dis
córdia,
esparge
no
seio
da
egreja
biaca-
H1
*
SLJSS
HL.MC2
A-S
SE
ÁS
TERÇAS,
QUINTAS
E
SABBADOS.
P
reços
: Braga,
anno
1/600
rs.=Semestre 850
rs.
—
Prown-
cias,
anno
2&400
rs
e
sendo
duas 4&000
rs.
—Semestre U250
ah
nixE
’
—
S
0
rs
-^m
C
stre
2&300
rs.
moeda
forte,
OU10A000
reis
e
opOO
reis
moeda
fraca.=Annuncios
por
linha
20
rs.,
repetição
10
rs.
Para
os assignantes
Í0
o/
d’
abatimento
reose a
semente
sinistra da
dissenção,
e
busca
dividir
o
pastor
recem-chegado
do
rebanho
que
se
acolhe confiante
á
som
bra
do
seu
báculo
protector.
A
’
vista
de
uma similhante
exacerba
ção,
qne
mais
parece provocada
pelo
sis
tema
nervoso,
do
que
pela
consciência
e
por
um
zelo
esclarecido,
perguntamos
nós
a
nós
mesmos
que
dufos
tão poderosos,
ou
que
provas
tão
palpáveis
poderam
dar
ao
collega
a
coragem
de
agredir
*
iosolila-
mente
o
digníssimo
Arcebispo
coadjutor
d
’
esta séde primacial.
Responde-nos
a
«Nação»
que
algumas
«cartas
recebidas
de ecclesiasticos
respei
tabilíssimos»
que
lhes
referiram
as
dou
trinas
«immoraes,
escandalosas,
absurdas»
em
matéria
theologica,
proferidas
pelo
Ex.
m°
Snr.
D. João
em
diálogos
priva
dos.
Não
sabemos
qne
estranhar
mais
aqui,
se
a
«Nação»
que
traz
para
o
domínio
publico
o
que se
passou
completarneote no
fôro
particular,
no recinto
dos
paços
ar-
chiepiscopaes
(o
que
não
depõe
nada
em
fjvor
do
respeito
do
collega
por
uma
das
primeiras
surnmidades ecclesiasticas
do
nos
so
reino),
se
o
proceder d
’esses
ecclesia
*
-
ticos
respeitabilíssimos que,
trahindo
in
dignamente
a
confiança
do
prelado,
vão
denunciar-lhe
as
opiniões
á redacção
de
um
jornal,
para
serem fixadas ao
pelou
rinho da
diffimação publica, sem terem
nem a
coragem
de declinar
o
seu
nome,
nem
de
assumirem
a
si
a
responsabilidade
toda
de
lhe exprobarem
directainenie
os
êrros
de
que
está
imbuido.
A
«Nação»
Jigou
pleno
crédito
ás de-
nunciações
que
por
elles
lhe
foram
feitas,
e
com
uma ingenuidade
assombrosa
repro
duziu-as
texiualmente
, acompanhando-as
das
competentes censuras canónicas.
Nó<,
porém,
qoe
conhecemos
as
cau-
saes
secretas
d
’
essas
denuncias, e talvez
os
nomes
dos
denunciantes,
bem
corno
a integridade
indeclinável
do
Ex.
m0
Snr.
Arcebispo
coadjutor,
não
tememos
asse
verar ao
nosso
presado
collega
que
<aes
accusações foram calumniosas, e
DESA
FIAMOS
os
respeitabilíssimos
accusadores
a
erguerem
a
vizeira,
e a
desíbellarem
a
mascara,
porque
é
a
homens e não
a
sombras,
que
nós
como
homens
gostamos
de
dirigir-nos,
e com
armas
iguaes
âs nos
sas,
é
que gostamos de
bater-nos.
Venham,
pois,
elles
á
imprensa,
que
a
ella
us
convocamos,
saiam
dos
bastido
res,
cessem
de
machinar
oa
sombra,
de
clarem
alto
e
bom
som
os
seus
nomes,
refiram
o
que
se
passou
entre
ss
rev
as
e
o
Ex.
,no
Snr.
D.
João,
e
então
lhes da
remos,
credito,
se a
respeitabilidade
dos
seus
nomes
o
permiltir.
Mas estamos
certos
de
que o
não
fa
rão,
porque
revelarem-se
seria
denunciar-
se.
Um
padre
conspícuo,
serio,
respeitável,
que
geme
sinceramente
sobre os devaneios
do
seu
superior
ecclesiastico,
se
em
con
sciência
entende
qoe
deve
delatal-o,
v»e
fasel-o
á
auctoridade
competente,
e
’no
fòro
secreto,
como
o
pede
a
caridade
evangélica,
como
o
exige
esse
livro
im-
morlal,
do
qual
elle
deve
ser
a
estante
viva, mas
não vae
prolahir o
seu
prelado
á...
redacção
d
’
um
jornal
!!
1
terçando
com
ella
para
diflamal-o,
para
despresligial-o,
e
atirar
o
seu
nome
como
um
pasto de
licioso
ás
verrinas
da
imprensa impia.
E
de
mais a
mais,
>erá
uma
folha
redigida
por
homens
seculares o
tribunal
competente
para
estigmatisar os
actos
pri
vados
de
um
chefe
da
Egreja,
e
dar-lhe
lições
de
iheologia, e
d«
direito
canunico?
Já
prolongamos
estas
reflexões mais
do que
pen
*
avamos.
O
que
podemos
em
ultima
analise
aflirmar
á
«Nação»,
é
que
ellas
não
sào
exclusivamente
nossas, são
as
do
publico
bracarense,
a
quem
escan-
dalisou
o
seu
mal
inspirado
artigo
de 27
de
maio.
O
«escândalo»
tão
apregoado
pelo
collega
não
existia.
Elle
julga de.
longe,
e
por
informações,
nós
julgamos
de
perto,
e
como
testirnunhas
presenciaes.
O
escandalo publico
nào
existia,
porque
não
daremos
e.«
*
e
nome á
impressão
desfavo-
iavel
que
certas
palavras
do
prelado tives
sem
produsido
n
’
um
ou
outro indivíduo
de
certa classe,
mas
sentimos
amargamente
qoe
a
«Nação»,
que lamenta
esse
escan
dalo
em
tom
jeremiai,
quisesse
lornai-o
ainda
mais
ostensivo,
e
geral,
transmit-
lindo
pelo
orgão da
sua
folha o conheci
mento
das
doutrinas
falsaiiieuie
assacadas
ao
prelado,
a
tantos e
tantos
cidadãos
d
’tísla
terra,
que o
ignoravam.
Com
mais
ra-ào,
pois,
poderemos
car
pir
sobre
a
malfadada
diatribe
do
presado
collega
o
plorans ploravi
dos
threnos
do
pr:
feia, prefetimos
porém
repelir
o
es
tribilho
com
que
elle
os
concluía—
icon-
vertere,
converlere...»
ad
judiciam.
Queremos
pensar
que
o
collega
terá
já
a
estas
horas
reconhecido
o
mal
qoe
fez,
e
saberá
advogar
melhor
par
*
o
futuro
os interesses
da
religião,
e
da
Egreja
da
nossa
cara patria.
E
ha «le triunfar
!...
Segundo
lodos
os
prenúncios
e
todas
as
probabilidades o
mundo civilis-ado ca
minha
a
passos
de
gigante
para
um
grande
cataclismo.
O
que
bem
pode ser
é
que a
Provi
dencia,
do
excesso
do
mal
tire
algum
bem.
Ha
dias
liamos,
por exemplo, na hipócrita
e coniradicioria
«Correspondência
<ie
Coim
bra»
que ás
vezes
ainda se
diz
catholica
apostólica...
e que
pretende
combater
as
ideias
anti-chrislàs do seu
correligionário
Tempestade
(vulgo,
«Bonança»):
«Mas
o
que
resultará de
tudo
isto?
Resulta
que
Bysmark
vem
dar novas for
ças
ao
partido
ullramoolano
(que
pena
I...
E
porque
uão
dobra
a
lingua,
dizendo
catholico
em
vez
de ullramoutano,
snr.
correspondente?),
e
em
vez
de
diininiur o
poder
do
Vaticano,
vem-lhe
crear
adhe-
sões, porque
sempre
é
abraçado
o
partido
dos
opprimidos
que se
ciêem
innoceules.
E
assim,
esse
poder
enorme,
terrível,
que
governa
as
consciências,
que
as
mata
nos
seus
dictames (?
—
sic!),
que
limita
a
ra
são
humana,
e
a
vence no
seu
exercí
cio
(sic—
sic!)
irá crescendo,
crescendo
fontamente,
na
sombra
e
com
o
silencio
do
assassino
que
espreita
a
victima
(mui
to
bem,
moderados
e catholicos liberaes!. .
Mas
não
vos
admireis
se
acharmos
menos
mau
o
cinismo
dos
Bonanças e dos
Feli-
sanfos que
o
vosso
espirito
de
calumnia,
que
a
vossa
infame hipocrisia).
«Porque,
conheça-se
a verdade, as
cir-
cumstancias
actv.aes
são
lastimosas,
terrí
veis.
Por
um
lado
o
mundo
catholico
avis
ta
»na
Allemanha o
seu
inimigo
terrível
(aqui
já poz
«catholico» em
vez
de
ul-
tramontano
:
aiuda bem!),
que
o
.perse
gue
sem
tréguas;
a
lialia
não
pode
sa
tisfazer
aos desejos do
chanceller;
a
Fran
ça
rumina-ine no
cotação
a
vingança,
aquel
le
odio
sedento
do
homem
a
quem
despe
daçaram
a
alma,
a
quem
encheram
o
curpo
de
feridas,
a
quem
arrancaram pedaços
do
proprio
corpo,
e
o partido
ullramoutano
(sic!
—
E
a
dar-lhe!
Em
que
ficamos?
E
’
ullramoutano ou
é
catholico?)
encontra-se
no
seu
elemento,
incitando
esse
odio,
acli-
vando
essa
vingança,
guiado
pela
eloquên
cia
terrível
do
grande
Veuillol
(sic
—
«gran
de»!
Muito
bem
!);
a
Bélgica
espera,
e
of-
íénde-se
(?)
com
a
Allemanha
; a
Áustria
celebra
conferencias
com
a
Italia
;
a
His
panha
assiste
prostrada, como
as
ba-
chames
antigas,
no
circo
a
ver matar
touros
e
a
ver
malar
seus
irmãos !
Ao
menor
pietexlo,
á
menor
faulha activa-
ce
o
incêndio,
e a eterna
questão
das
ra
ças,
que
não
é
uma
utopia,
mas
um
fa
cto
que
só
não
\ê
quem
não
quer,
re
bentará
com
toda
a
potência
das
soas
forças
e
com
lodo
o
poderio
dos
seus
elementos.»
Não
será
a
questão
das
raças
mas
sim
a
questão
religiosa
que
se
ha
de
levantar.
Se
em
vez
d’
esla
fosse
aquella,
vós lati
nos
correspondentes
declavaes-vos
desde
já
pelos
germânicos!...
Não é
mau
isso,
in
génuos!...
N
uma
coisa
porém tendes rasão.
Sim,
sim
;
se
não for
d'esta será
dou
tra
maneira;
mas
a
Egreja ha
de triun
far:
e
o
que mais
é,
muitos
de
seus
proprios inimigos, e
dos
mais íigadaes,
hão
de combater em
seu
favor
e
moner
em
soa
defezs, quer o queiram
quer
não.
Como
é
admiravel
a
Providencia em
seus profundos
arcanos
!
O'
allitudo
!
Nun
ca
nos
esquecerá
um
dito
da
«Civilià
Cn-
tolica»
a
quem
lhe
negava,
ha
*
eiá
meia
dusia
de
annos,
que
qualquer
governo
da
Europa
fosse
capaz
de
mover sequer
oin
dedo
em
favor
do
Papa
e
da
Egreja,
ata
cada
por
lodos
os
lados
ao
mesmo
tem
po.
«Pois bem,
respondeu
a
sabia
revis
ta,
não
se
levantará
em
favor
do
Cilhc-
lici
mo
e
do
Vigário
de
Chi
isto
Fulano
nem
Cicrano
;
nào
virá
em
seu auxilio
algum
novo
Carlos
Magoo
ou nova
Ma-
thiIJe,
como
dizeis
;
mas
o
que
vos po
demos
aflirmar
com
toda a segurança,
é,
que,
sendo
preciso, virá
o
Diabo, constran
gido
por
Deus,
e
valerá
por lodos,
e a
Egreja
e
o
Papado
serão
salvos
com
au
xilio
foiçado,
involuntário,
de Belzabut.»
O
mesmo
nos
atrevemos
a
dizer
á
«Cor
respondência
de
Coimbra»;
ou
antes
é
ella,
em
certo
modo,
que já
nol-o
diz,
temendo
e
raivando,
(Credunt
el
conlre-
miscunl,
por
que
já
lhe
parece
que
o
li
beralismo
europeu,
o
maior
inimigo de
Deus
e
da
sua
Egreja.
se
verá forçado
a
guerrear
o
seu
proprio
chefe
aciual, o
heroe
Bismark
n
’
uma supposta
«guerra
de
raças»,
que
não
será
senão
uma
guerra
de
religião,
por
mais
que
se
diga.
E--sa
gueira
será
honivel, mas providencial;
e
a lodos
parece
inevitável,
—
desde
os
com-
mercieiros
e
lucladores vespertinos,
até
aos
correspondentes
academ
icos.)
E
haver
ainda
quem
não
abra
os olhos
!
quem
titubeie
sobre
o
partido
que
ha
de
escolher
!
Pela
nossa parte,
lambem
estamos
con
vencidos
que
a
tremenda
lucta
entie
o
bem
e
o
mal,
entre
a
Religião
e
a
impie
dade,
enire
o
Calholicismo
e
g
liberalis
mo ha
de travar-se
no
campo da
força
e
ser discutida
com
o
argumento
das
es
pingardas
e
dos canhões.
Se
será
hoje
ou
ámanhà,
dentro
de poucos
annos
ou
de
poucos mezes, uão
o
sabemos.
Quem
ha
de
defender
a
verdadeira
Religião,
a
da
Egreia
Catholica,
ignoramol-o.
Do
que
íir-
memeute
estamos
persuadidos,
é
de
que
ha
de triunfar.
E
hade!...
Porlce
inferi
non
prcevalebunt.
---
—------
Depois
de
composto o
nosso
artigo
di-
reclivo,
recebemos
outro
do
rev.
m
°
snr.
padre
João
Rebello
Cardoso
de Menezes,
sobre
o
mesmo
assumpto,
e
que,
gosto-
samenle,
em
seguida
publicamos
:
Plorn&ig ploravi
Com
esta
epígrafe
a
«Nação» trazia um
artigo,
que
na
verdade
faz chorar
os
bons
catholicos
bracarenses
tão
amargamente,
quanto
o
hebraismo=p/or«ns
ploravi—
si-
gnifica.
Respeitei
sempre os
seus
colabo
radoras
e
julguei
a
«Nação» um periódico
serio,
que, sendo,
como
se
dizia,
catholico,
seguiria
á
rfoca
as
maximas
do
Evangelho.
Estou
persuadido
de
suas
boas
intenções,
e
n’
isto
lhes
faço
justiça,
mas
(perdoem-
me)
nào
posso
deixar
de os
julgar
menos
prudentes
e
circumspeclos.
Não
é
nm
seu
I
inimigo que
escreve estas
linhas,
é
um seu
amigo
que
está
a
seu
lado
no
campo
reli
gioso,
e
que de maneira
alguma
póde
ser
taxado
de
anti-catholico, pois
dedicando-
me,
como
me
dediquei, ás
missões
por
mui
tos
annos,
parece-me poder
fallar
com
cer
ta
aucloridade á
cerca
do
artigo<=/>Zorans
ploravi.
Ahi
n
’
esse
artigo
digno
de
lagri
mas, e
que
melhor
fora
nunca
haver-se
escripto,
é
accusado
d
exc.
m
°
e
rev
m
°
snr.
D.
João
Chrysostomo
d
’
Amoritn Pessoa,
arcebispo
coadjuctor
e
futuro
successor
de
Braga
de
ter
propalado
certas doutrinas
menos
favoráveis
á
causa
catholica.
Ou
o
faclo=é
verdadeiro=-=ou
é
falso
—
e
em
ambos
os
casos (perdoe-me
a
«Nação»
que
muito respeito)
andou
muito
mal
com
o seu
artigo.—
Será
verdade^
julgo
que
se
gundo
os
principies
da
sã
moral
do
Evan
gelho,
e
doutrina
dos
Santos
Padres,
em
<]ue
a «Nação»
crê
e
respeita,
não
era
esle
o
meio
de
remediar
os
mal. Eu
nào
posso
suppor
na
«Nação»
senão
a
ideia da
caridade
e
do
zelo
da
gloria
de
Deus,
e
então como se
esqueceu
d
’
esse
coligo lo
do
de
caridade
—o
Evangelho
onde
se diz
como
se
deve
fazer
a
correcção
? Si
pec
cavil
in
te, etc.
(S
Math.
18).
Ahi
se
diz
que
primuiraiuenle
em
par
ticular
se
avise
o
culpado,
e
se
não
apro
ve.lar
se
chame
uma
ou
duas
testemunhas,
e
em
sua
presença se admoeste,
e
se
ain
da
assim
nào
aproveitar então
se
diga
á
Egreja.
Ora
que a
«Nação»
não
quizesse
fazer
o
aviso
em
particular
ao
Prelado,
e
ainda
não
chama-se
uma
ou
duas
teste
munha»,
como
diz
o
Evangelho, e
o
fos
se
logo
dizer
á
aucloridade
superior
da
Egreja,
isto
é,
ao
Snr.
Núncio
Apostolico
ou
á
Santa
Sé, ainda
assim
podei
ia
ler
alguma
desculpa;
mas
que
sem
o
mais
mí
nimo
escrupulo
venha
a
publico
espaihar
o
que
aqui
era
ignorado mesmo
por
aquel
les
qoe
mais
privam
com
o
Prelado,
e as
sim
denigaram
a
fama
d’um
Arcebispo
sem
proveito
algum
para
o
Prelado nem
tão
pouco
para
os
fieis,
que
se
escandalisam
com
tal murmuração,
nem
mesmo
para
a
Egreja
abatendo
d
’
esta
sorte
um
de
seus
principaes
ministros!
Perdoe-me
a
«Na
ção»,
digo-!h’o
com
as
lagrimas
nos
olhos,
isto
nào se
faz.
isto
é
um
crime,
islo é
«m
peccado
gravíssimo.
Se
porém
o
fado
é
falso
então
mil
vezes
mais
criminosa
é
a
murmuração
;
então
é
uma
formal
detracçào
com
lodo
o
seu
cortejo
d
’
horiores, pois
tracla-se
aqui
d
’
um
Prelado
d
’
uma
vastíssima
diocese
e
ua
occasião em que
ia
a
querer
meller
na
ordem
muita
coisa,
fasendo
entrar
o
clero
no
seu
dever,
e
chamar
ao
caminho
da
siivação muitos
que
d’
elle
andavam
errantes;
quando
elle
necessitava
de
toda
a
força
e
de
tolo
o
auxilio;
e
é
jura
mente
n
’
esta
occasião
que
apparece
esle
artigo
menoscabando,
deprimindo,
aviltan
do
a
aucloridade
do
Prelado!!
Deus
lhe
perdoe
o
mal
que
fez
!
Que
certeza
tem
a
«Nação» d’isso
qne
aífirrua? Gomo
soube em
Lisboa
o
que
aqui
era
ignorado?
Como
poz tão pouco
reparo
em
publicar
isto,
esquecendo
se
da
caridade
e
da
jusiiça?
Porque
não
con
sultou
pessoas
sérias
e
prudentes
ácerca
do
facto, e
depois
nào
tomou
conselho do
que
deveria
faser
em
caso
de
tanta
pon
deração
e
responsabilidade
?
Porque
andou
tão
de leve
em
coisa
de
lauto
momento
?
Eu
posso
asseverar
á
«Nação»
que
é falso
o
que
lhe
disseram
ácerca do
Prelado,
e
desafio
os
taes
respeitabilíssimos
ecclesias-
ticos
para
que venham
a
publico
tomar
a
responsabilidade
do
que
tanto
sem
escrú
pulo
allirmaram,
e
assignar o
seu
nome
como
eu
assigoo
o
meu.
Padre João
Rebello
Cardoso
de
Menezes.
Instrucções
Bol»re
as
faeulclndcs
coneeà«os
cowfeswore» d«-
rante
o JwbiXçii
e soSsre o nnnd»
practiet»
de Surrar aa
imluhjen
*
cím
.»
n’elle c«»ncedida».
Os sacerdotes,
devidamente
approva-
dos
para confessores,
poderão
dentro
do
anno
do Jubileu
e
por
urna
só
vez
:
1.
°
Absolver,
no
foro
da
consciência,
da
excommunbão,
suspensão
e
outras
senten
ças
e
censuras
ecclesiasticas,
por
qualquer
causa
impostas
e
fulminadas
a
jure vel
ab
homine,
e
das reservadas ao Summo
Pontí
fice,
á
Sé Aposlolica
e
aos
Ordinários
dos
Jogares
;
2.
°
Absolver de
todos
os casos
reser
vados
ao
Summo
Pontífice,
á
Sé
Apos
tólica
•'
aos Ordinários
dos
logares,
im
pondo aos
penitentes
uma
penitencia
salu
tar,
e
o
mais
que
por
direito
lhes houverem
de
impôr.
Nào poderão, porém,
usar
das
faculdades
concedidas
pelo
Jubileu,
nos
ca
sos
mencionados
na
Bulia
—
Sacramentam
poenitenliae
—
do Santíssimo
Padre Bento
XIV,
publicada
no 1.°
de
Junho
de 1741,
i
assim
como nãopoderão
absolver
das
cen
suras
aquelles,
que pelo
Summo
Pontilice,
pela
Sé
Aposlolica
ou
por
qualquer
Pre
lado ou
Juiz Ecclesiaslico,
tiverem
sido
norninalmente
excommungados
;
3.
° Dispensar
os
penitentes
d
’
Ordens
Sacras
das
irregularidades
occultas
—
conlra-
hidas
sómenle
pela
violação
das
censuras—
para o
exercício
das
mesmas
Ordens
e
para
conseguirem
a
promoção
ás
Ordens
superior
es
;
4.
°
Commntar
em
obras
pias,
a
seu
arbi-
trio,
quaesquer
votos,
inda
que
feitos
com
juramento
e
reservados
á
Sé
Apostólica,
exceptuando
porém
os
votos
de
castidade
religião
e
obrigação
acceita
por
terceiro
—
ou
em
que
haja
prejuízo d
y
èlle
—
e
bem
assim
os
votos
penaes
ou
preserAativos
do
pecca
do
—
salvo
se
a
commutação
não
fôr
me
nos
própria
para satisfazer
ao
fim
louvável
do
voto.
Os
lieis,
d
’
um
e
d’
outro sexo,
para
iganharem
o
Jubileu
deverão
cumprir
as
seguintes prescripções
:
1.
a
Confessarem-se
e receberem
a
Sagra
da
Communhão
com a intenção
de
ganhar
o
Jubileu,
não
lhes
aproveitando
a
confis
são
e
a
recepção da
Santa
Encharislia,
que
tenham
feito
para
se
desobrigarem
do
preceito
quaresmal
;
2.
a
Visitarem
em
quinze
dias
naturaes
ou
ecclesiaslicos
a
Egreja Cathedral
emais
tres
que
o Ordinário
do logar
determinar
por
si,
ou
pelos
sacerdotes
seus
delegados
para
este
fim,
dirigindo
a
Deus
piedosas
orações
pela
prosperidade
e
exaltação
da
Egreja
Catholica
e da
Sé Aposlolica,
pela
extirpação
das
heresias,
pela conversão dos
peccadores,
pela
paz
e
união de
lodo
o
povo
chrislão,
e
conformando-se
com a
inten
ção
de Sua
Santidade.
0
III.11)0
e
Rev.
mo
Cabido,
as
Irman
dades,
Confrarias
e
outras
piedosas Corpo
rações
poderão
lucrar
o
Jubileu
visitando
processionalmente
por
tres
vezes
a
Sé Ca
lhedral
de Braga e
as
egrejas
do
Real
Colle
gio
Ursulino,
de
St.a
Cruz
e
do extincto
convento
do
Carmo.
Nas
cidades
de
Vianna
e
Guimarães,
villas
e
freguezias
d
’este Arcebispado,
as
Egrejas,
que
devem
ser
visitadas,
serão
designadas
em
cada
comarca
ou
dislricto
pelos
seus
muito
Rev.
08
Vigários
Geraes e
Arcyprestes,
segundo
as
circumslancias
dos
logares.
Os
Rev.
08
Parochos
poderão
lambem
ordenar
estas
visitas
em
procissão com os
seus
freguezes,
visitando
as
egrejas
que
pela
aucloridade
lhe
sejtyn assignadas,
não
podendo
ganhar
o
Jubileu
aqucllas
pessoas,
que
se
não
conformarem
com
o
modo
pres-
criplo
n’
estas
Instrucções.
Os
encarcerados
e
aquelles
que
por
motivo
de
doença
não
possam fazer
estas
visitas,
ficam
dispensados
delias,
e
ordena
mos
que
as
Religiosas
e
pessoas
que vivem
na
clausura
as
façam
nocôrode
suas
egrejas,
por
espaço
de
quinze
dias
e
uma
vez
por
dia, conformando-se
com
o
já
disposto em
quanto
ás
orações,
que devem
fazer a
Deus
Nosso
Senhor.
Os
meninos,
que
ainda
não
teemeda-
de
própria
para
receberem
a
Sagrada
Eucha-
ristia,
poderão
ganhar
o
Jubileu
confessan
do-se
e
fazendo as
visitas
determinadas;
e
do
mesmo
modo
os
navegantes e
viajantes,
que
se
recolherem
aos
seus
domicílios,
poderão
ganhar
o
mesmo
Jubileu,
se
no
pra
so
de
trinta
dias,
que
lhes
concedemos,
satisfizerem as
condições
já
prescriptas.
Finalmente
estas
indulgências
pódem
ser
applicadas
e
valer
como
suflragio
ás
almas,
que
unidas
ao amor
de
Deus
fal-
leceram
da
vida
presente.
Residência
no
Seminário
de
S.
Pedro
em
Braga
13
de
Maio de
1875.
A.
Coadjutor.
SEfISTA
ESTàMlM
Noticias
da
guerra
As
noticias
mais
importantes
da
guerra
são
as
seguintes:
Do
correspondente
da
«Palavra»:
E
’
um
facio já
fóra
de
duvida
que
os
carlistas
fiseram
em
Lequeilio um consi
derarei
desembarque que
nào é
inferior
a
15:00u
carabinas
e
20
peças
d
’
artilhe-
ria,
o
que
dá
muito que pensar
aos
ami
gos
da
situação,
porque
tão
crescida
des
pesa,
á
}ual
se
junta
o
facto
de
que
D.
Carlos
recebeu
estes
dias
algumas
quan
tias
procedentes
do
estrangeiro,
revela
que
não
está
tão
isolada
corno quer
diser-se
a
cansa
que
representa.
Como
annunciei
na
minha
ultima
car
ta,
não
porque
espontaneamente se
reti
rassem,
mas
porque
foram
desalojados
pe
les
carlistas,
abandonaram os
fiberaes
as
posições
de
Ursubill
nas
margens
do
Orue,
apoderando-se
os
vencedores
d
*
alguns
pri
sioneiros,
não
muitos,
armas
e
20
carros
de
viveres
e
munições, e como
a
cilada
posição
domina
a
esquerda
do
Orio,
onde
estavam
as
linhas
liberaes,
o
exercito
teve
que
abandonal-as,
retirando se
para
S.
Sebastião,
com
o
que
ficaram
os
carlistas
dispondo de uma
pane
da
sua
divisão
de
Guipuzeoa
que
podem
coudusir
aonde
lhes
approuver.
A
noticia
mais
grave
n
’
este
momento
é
a
que
o
governo
sabe,
ainda
que
não
pôie
confirmar
os
-eus pormenores,
rela
tiva
a
que,
conhecedores
os
carlistas
de
suas
disposições
de
enviar ao
Centro
o
ministro
da
guerra
com
um
corpo
de
15
mil
homens
para dar
impulso á guerra
n
’
estas
comarcas
e
obter
alguns
resulta
dos que,
se
bem
que
de
pouca
monia
para
a
questão
em geral,
deslumbrariam
os
incautos,
orgamsam
uma
expedição de
12:000
infantes,
800
cavallos e
24
peças
d
’
artilheiia que, escoltando 10
ou 12
mil
espingardas
e
commandada
por
D.
Carlos
eui
pessoa,
deve
sair
de
Navarra
e,
atra
vessando
o
Alto
Aragão, vir
em
auxilio
de
seus
partidários em
perigo.
Outro
facto
de
transcendência acaba
de
acontecer.
Os
carlistas
tinham
permii-
tido,
mediante
convénio
coin
as
empresas,
que
se
explorassem
as
minas
de
ferro
qoe
existem
oo
valle
do
Somorrostro
e
todas
as
cordilheiras que
rodeiam
Bilbao,
e
ao
apresentarem-se
seus
empregados
a
cobrar
o imposto
convencionado,
os
representan
tes
das empresas,
na
maior
parle
estran
geiras,
sedusidos
para
islo
pelas
auclori-
dades
do
governo,
responderam
que
fos
sem
buscar
o
dinheiro
a
Bilbao.
Sabedo
res d’esta resposta
os operários,
abando
naram
o
trabalho
em
numero de
5:000,
e
apresentaram-se
em
grandes
grupos
aos
chefes
carlistas
pedindo
espingardas
para
responder,
disiam,
áquelle insulto,
e
em
seguida
foram
alistados
nas milicia»
seden
tárias
por
serem
casados.
Veja-se
como
o
mesmo
governo
por
suas
leviandades
se
encarrega
de
angmentar
as
hostes
de D.
Carlos.
—
O
contra-almirante D.
Victoriano
Sanchez
e Barcaiztegui
ao
faser
um
reco
nhecimento
a
bordo
do
vapor
«Colon»
foi
morto
por
uma
granada
d
’
uma
posição
fortificada
dos
carlistas
na
costa
cantabricr
entre
Motrico e
Deva.
—
Hendaya
24.
—A
victoria
do
dia 16
em
Bouch (Barcelona),
é
confirmada.
O
combate
durou 6
horas.
O
inimigo
fui
balido
e disperso,
aban
donando
60
mortos
e
156
feridos,
prisio
neiros, bagagens,
machos, cavallos
e armas.
—
O
«Quartel Real»
de
25
publica
um
decreto
real
por
causa
do
codigo
penal,
approvado por
Sua Magestade, e
que
deve
ser
posto
em
vigor
á
«lata
do
decreto.
A
agencia
oílicial
publica
as
ultimas
palavras
de
mister
Berke
na
camara
io-
gle>a,
nas
quaes se
rende
homenagem
á
orgauisaçào,
a
bravura
e
a
constância
do
exercito
carlisla,
e
diz
que
os
carlistas
são
talvez
os
guerreiros
mais
valentes do
nosso século.
Uma
carta
de
Ordena
(Biscaia) asse
vera
que
a
divisão
castelhana se
portou
com
grande animo
nos últimos
combales.
A
realidade,
diz
a
carta,
esiá acima de
lodo o
elogio.
O
general
Ca
vero,
com
um
a
tenacidade
e confiança
admiravel,
lez
frente
a
forças
mais
numerosas
e
obrigou-as
a
retirar-se
cotn
grandes
perdas.
'Reina
o
maior
enlhusiasmo
no
paiz
carlista
desde a
retirada
de
Orio.
Os
despachos
do
«Quartel
Real»
sobre
a
retirada de
Orio
são
assim
concebidos
;
Andoain
23.—
Um
estorço
vigoroso
dos
nossos
batalhões
repelliu
o
inimigo
de
suas
fortes
posições
de
Amasco,
Echever-
n,
Mendi-Brilza
e
a
Mota.
O inimigo
aban
donou
rapidamente
Orio,
e
as
nossas
for
ças
perseguem-no
causando-lhe
grandes
perdas
Ilandaya
25
de
maio.
—
(Oílicial)—Uin
despacho
de
Tolosa, diz
que
o
inimigo
fóra
expulso
de
todas
as
posições
que
ti
nha
fortificado sobre as
duas
margens
do
Orio e
lançado, com
a
espada
nos
rins,
até
S.
Sebastião.
Esla
cidade aonde o
pânico
é
geral
já
não
é
protegida
senão
pelo
forte
de
Igueldo.
As
perdas
do
inimigo
são
considerá
veis
e
o
seu
exercito
está desmoralisado,
porque
nó
*
nos
lemos
apoderado
alterna,
•lamente
dos
fortes
Mota,
d
’
Amasco,
Ecbe-
verri,
Mendi-Belza,
e
finalmente da villa
de
Orio.
O
enlhusiasmo
dos
nossos
voluntários
e
das
nossas
populações
é
indiscriptivel.
Últimos
telegrammas
da
Agencia
Havas.
New-York
31.—
Grani
recusa
a
canni.
datura
á
eleição
presidencial.
Paris
31.
—
A
Assembleia
approvou p
Or
unanimidade
o
projecto da
conver-ào
do
empréstimo
Morgan
e decidiu lançar
u
<
q
decimo addicional sobre
o
sal.
A'manhã
é
a
eleição
da
mesa da
pre
sidência.
Berne
31.—O
Conselho
Federal
convi
dou
o
governo
de
Berne
a retirar
o
de
creto
da
expulsáo
dos
padres
de
Jura.
Londres
31.
—
Derby,
respondendo
na
camara
a
uma
interpellação,
explicou
no
vamente
o accordo
enlre
a Inglaterra e
a
Ru>sia
para
prevenir
a
complicação
en
lre
a
França
e
Allemanha.
Repeliu
que
a
Inglaterra não
é
indiflerenle
á
manuten
ção
da paz
da
Europa.
GAZETILHA
do SS.
Coração de Jesus,
E
’ ámanhã
a
festa
do
SS.
Coração de Je
sus.
De
tarde
sae
a
procissão
do
Jubileu,
na
qual
irá
o
ex.
n,e
e
rev.m
*
snr.
Arcebispo
coadjutor.
Reunião dos
contrâbuiBites.
—
Vae
no logar
proprio
um
annuncio
con
vocando
uma
reunião
dos contribuintes
d’este
concelho
afim
de
ser
ouvida
a
com-
missão
nomeada
na
ultima
sessão
para
entregar
aos
poderes
públicos a
represen
tação
dirigida
ao
chefe d'estado.
Coneiarsos.—
Foi
aberto
concurso
pa
ra
provimento das seguintes
egrejas:
Na
diocese
do
Porto: Santa
Maria
de
Arrifana,
Santo
Adrião
de
Cerez,
S
Sal
vador
de
Medrões,
Santa
Maria
de
Pen-
dello.
Na
de
Biaga
:
S.
Martinho
do Cam
po,
S
Martinho
da
Gandra,
S.
João
Ba-
ptista
de
Gatão,
S.
Miguel de Gandufe,
S.
Paio
Mozelos, Tolafia
de
Palmeira,
Nossa
Senhora
d
’
Assumpção
da
Torre
de
Mon-
corvo.
Na
de
Coimbra:
S. João
Baplisla
de Gatões.
Senhor «Sa Agos»ia. —
Festeja-se
no
domingo,
na
Sé
a
devota Imagem
do Se
nhor
da
Agonia.
®
h
ceSihatarios.—
Da «Revolução
de
Setembro»
transcreve
um
outro jornal o
seguinte
:
Em
um
dos
estados
da
America
do
Norie,
o
Teoessee, acaba
de
ser
adoptada
uma
medida
bastante
violenta
cojjtra
os
solteiros
:
é
oadi
menos
do
que
iwn
forte
imposto.
O
bill
contécu
apenas
tres
arti
gos
que
dizem
assim’:
l.°
A
assembleia
geral
do
Tenessee
considera
a
*
vida
«de
solteiro
corno
um
privilegio,
e
por isso
lodo o
indivíduo que
tiver
completado
30
annos
e que fôr
são
de
corpo
e
alma,
pagaiá um
imposto
de
10
dollars
(150
francos)
se
não
quiser
casar
a
datar
do
l.°
de
maio de
1876.
2.°
E’ ornado
aos
agentes do
fisco
que
façam
relações
mi
nuciosas, inscreverão
com
o
nome
de
ca
da
celibatorio
a
sua
edade,
estatura,
côr
dos
cabellos e
olhos.
3.°
As
sommas
do
imposto
creado
por
esla
lei
serão
con
sagradas,
em
parle á
sustentação
das
es
colas publicas
nos
districtos
onde
ellas
tiverem
sido levantadas.
Quasi
que
íamos
apostar
em
que
as
senhoras
residentes
n
’
aquelie
estado
ap-
provavam
a
medida
I
Os
celibatários
es
ses
é que
não
hão
de
gostar
d’ella
por
que teem
de
escolher
uma
das
tres
coi
sas
:
casar,
pagar,
ou
fugir
para
onde
possam
continuar a estar
á
sua
von
tade.
Muitos
pref-rirão
esle
ultimo
meio.
Trovoadas.—
No
dia
25
e
26
pelas
5
horas
da
tarde,
pairaram
pelo
zeuith
de
Villa
Real
duas
fortíssimas
trovoadas.
A
atmosfera,
pezada
e
densa,
entreabria-
se
em
rápidos
fulgores
e
o
estampido
do
trovão
succedia-se
interroptivameule.
Os
agricultores,
sequiosos
d
’
um
orva
lho
do
ceo
refugentaram
os
seus
terrores
perante
o
manancial
de
chuva
que
a
ele-
ctricidade
lhes
promettia.
Felizmente
que
se
realisaram
os
seus
desejos,
porque
o
precioso nianá
cahiu
co
pioso e
sereno
sobre
o
solo
reseqordo
e
arido.
—(Do
«Commercio
de
Villa
Real»
)
Treinar
«£e
terra.
—Houve
um
gran
de
tremor
de
terra
na
Asia
Menor;
loram
destruídas
muitas
povoações e morreram
2:000
pessoas.
3
Mez de Maria.—
Fiseramse
do
real
antuario
<le
Nossa
Senhora
do
Porto
d
’
Ave
os
santos
exercícios era
honra
e
louvor
do
clementíssimo
coração de
Maria.
Nao
obstante
o
aperto dos
serviços,
houve
todos
os
dias
bastante concorrência
de
povo,
muito principalmenle
nos
do
mingos
e
dias
santificados,
em
alguns
dos
quaes
prégou
com
muita
unção
o
joven
levita
padre
Bento
José
da
Cruz
Barros.
Na
segunda
feira,
ultimo
dia
do
mez,
em
que
terminaram
os
exercícios,
houve
missa
solemne
a
grande
instrumental,
Se
nhor
exposto,
cotnmnnliào
geral,
procissão,
em
volta
do
templo,
e,
emfitn,
a
bênção
do
SS.
Sacramento.
Depois
de
cantado
o
Evangelho pré
gou
o
referido
padre
Bento,
bem
como
do
acto
da
communhão, captando'as
at-
tençõe®
d
’um
lusido e
numeroso
audilorio
pelo
bom desenvolvimento
dos assumptos
que se propoz
tratar.
A
p
b
*
i
»
u
<
i
ímo».—
D
’alguns
negocian
tes
de
ourivesaria, d’
esta cidade,
recebe
mos
as seguintes
linhas
que
com
muilo
praser
publicamos.
São
dignos dos
maiores
louvores
os
honrados
negociantes
que as
subscrevera
:
Os
abaixo
assignados,
ourives
da
cidade
de
Braga,
participam aos seus
freguezes
que
resolveram uão
vender,
e
fechar
os
seus
estabelecimentos,
aos domingos
e
dias
san
tificados:
principiando
a
vigorar
esta
re
solução
desde
o
primeiro domingo
de
ju
nho.
Bra^a
2
de
junho
de
1875.
Caetano
Barbosa
da
Costa.
Joaquim
José de
Mattos.
Antonio
José da Silva
Mello.
João
José
da
Fonseca.
José
Maria
da
Silva.
Joaquim
Marques
Oliveira
Guimarães.
Francisco
José
Vieira
da
Silva
Car
valho.
Silverio
Fernandes
Passos.
José
Francisco
da
Silva.
Monsenhor Plantier. —
Acaba
de
fallecer
monsenhor
Planlier
bispo
de
Ni-
mes.
O
íinado,
que
tinha
creado
uma
grande
reputação
como
prégador,
nascera
no
deporlamento
do
Ain
a
2
de
maio de
1813.
Aoticias earlintas de origem li
beral.
—
Do
correspondente
de
Madrid
para o «Commercio
do
Porto»
copiamos
o
seguinte:
«Os rumores
abundam
de
graves
desas
tres
na
Catalunha.
Parece
que
um
bata
lhão
liberal
foi
aniquillado,
ficando
mais
de
metade
prisioneiro,
diz-se
que
a
ca
vallaria
de
uma
brigada
foi
cortada
pelo
ousado
cabecilha
Saballs,
tendo
o
general
Martinez
Campos retirado
de
La
Seo
de
Urgel,
e desistido
dos
seus
projectos
com
relação
a
esta
cidade, cora graves
perdas.
Também
se
diz
que uma
brigada
foi
ba
lida
em
Burgos.
«Os
carlislas
teem
bloqueada
Morella,
e
Teruel
lambem.»
São dignos de
louvor.—
Os quin
tanistas
da
Universidade
de Coimbra
re
solveram este
anno,
em
vez
de
dar
um
jantar
commemorando
a
terminação
dos
seus
estudos,
distribuir
a
importância
em
esmolas
aos
pobres.
Exjiosição.
—
No
Palacio
Alexandra,
de
Londres,
vae
eflecluar-se
uma
exposi
ção
internacional de
batatas,
havendo
pa
ra
os melhores
expositores
prémios
pecu
niários
Assassinato
horrivel.—
No
dia
25.
diz
o
correspondente
de
Beuaventa para
o
«D.
de
Noticias»,
procedeu-se
na
co
marca
de
Idanha
a
Nova
á
autopsia cada
vérica do desgraçado
Antonio
Proeoça, hon
rado lavrador
de
Oledo,
assassinado
ha
dias
a
golpes
de
machado.
Está preso
um
indivíduo
sobre
quem
recaem
as suspeitas
de
haver
praticado tão
horroroso
crime.
Chama-se Manoel Robal-
•o.
E
’
alto, trigueiro,
de
olhar
sombrio
e
de
cabellos
ptetos
e
crespos.
Mostra se im-
passitei
petaole
a»
instancias
das
aucto-
ridades.
Gure
fama
que
amava a
íilha
do
desgraçado
Proença,
e
qoe
esle
lh
’
a
ne-
gára
por
elle
ser
pobre.
(Jm
dia,
allu-
cioado
talvez
peia
recusa
á
satisfação
dos
^eus
desejos,
entrou
em
casa
da
victi-
uia
e
abriu-lhe
o
craneo
com
um
macha
do,
não
obstante
a
mulher
e
a
íilha
do
Proença
luclarem
com
o
assassino.
fi»erdeu-se
-Perdeu-se
ante-hontern.
da
Cruz
de
Pedra
até ao
Arco da
Porta
Nova,
uma
pequena medalha com
um
re
trato.
Quem
a
achasse,
e
queira
resti
tuir,
pode
fazel-o
no
escriptorio
da
redac-
Çào
d
’este
jornal.
A
SEMANA
RELIGIOSA
BRACARENSE
Publicou-se
o
n.° 1
d
’este
semanario
re
ligioso
que
em
parte
vem
substituir
a
União
Catholica
e
Atalaia
Catholica
que por
os-
paço
de
19
annos
se
publicou n
’
esta
cida
de,
e
o
qual conterá
:
As
leis,
decretos
e
portarias
do
Minis
tério
dos
Negocios
Ecclesiasticos.
As
Pastoraes,
Exhorlações,
Editaes
e
outras
medidas
geraes
expedidas
pela Secre
taria
de S.
Exc.a
Rev.
raa
o
Snr.
Arcebispo.
Os
editaes
de
concurso, os provimen
tos das
egrejas,
as
Provisões
d
Encommen-
dação
e
outros
actos
da
Camara
Ecclesias-
ticado
Arcebispado.
Os
factos
mais
notáveis
da
Egreja
Catho
lica
com relação
a
Portugal.
Artigos
de
doutrina
religiosa.de
lithurgia
e
de Historia Ecclesiastica
que digam
respei
to
a
este
Arcebispado
Primaz
das
Hispanhas.
Apotegmas
ou
ditos
sentenciosos
que
tenham
alguma
moralidade.
Biographias de
varões
illustres
por
sua
sciencia,
virtude
e
serviços
feitos
á
Egreja.
Preço
d
’assignatura:
por
anno
l$200
—
seis
meies
600
réis.
— Com
estampilha
por
anno
l$500
semestre
750
Assigna-se
em Braga, na
rua
Nova
de
Sousa n.° 3.
para
onde
deve
ser
remetti-
da
toda
a
correspondência
ao
editor
José
Maria
Dias
da Costa.
Matérias contidas no
presente numero
:
Exhorlação
pastoral
do exc."°
revd.m0
snr.
D
João
Cprysostomo
d
’
Amorim
Pes
soa,
arcebispo
coadjutor
e
futuro
succes-
sor
de
Braga,
sobre
o
jubileu
do
Anno
Santo.
InstrucçÕes
sobre
as
faculdades
conce
didas
aos confessores
durante
o
jubileu,
e
sobre
o
modo
pratico
de
lucrar
as
indulgên
cias n
’
elle
concedidas.
Circular
de
s.
ex.
a rvd.
raa
ordenando
se
façam
tres
dias
de
preces
ad
petendam
pluviam.
Concursos
mandados abrir
pelo
minis
tério
dos negocios ecclesiasticos
c
de
jus
tiça.
Artigo
directivo.
A
Lucharistia.
Noticias
e
factos
diversos.
ANNUNCIOS
CONVOCAÇÃO
DE
CREDORES
Pelo
Juiz
Commissario da
massa hllida
de
Bernardino
de Araújo
Carvalho
Reis,
negociante
que
foi
n
’
esla
cidade, foi
mar
cado o
dia
11
do
corrente
pelas
9
horas
da
manhã
para
a
convocação
ou
reunião
de
credores
do
dito
fallido,
que
ha de
ter
logar
ria casa
do tribunal
d
’
esla
cidade,
silo no
largo
de
Santo
Agostinho,
a
íim
de se
proceder
á
verificação
dos créditos,
conforme
o
disposto
no
artigo
1184 do
Cod
Com.
Previne-se
os
mesmos
credo
res
para
que,
se houverem de
mandar
pes
soa
que
os
represente
com
procuração,
deverá
esta
satisfazer
as
condições
pres-
criptas
e
exigidas
pelo
artigo
1204
do
citado
Cod.
Corno
procurador
dos
curadores
fiscaes
pro-
visorios
Paulino
Evaristo
da
Rocha.
(1474)
MUITA
A
I
TENÇÃO
Por
ordem
do
snr.
presidente da
as
sembleia
geral
dos
contribuintes
d’este
con
celho,
é
convocada
uma
reunião
dos
mes
mos
para
o
dia
5 do
corrente,
pelas
7
horas
da
tarde,
na
casa
da
associação
com-
mcrcial,
na
Rua
do
Souto
a
fim
de
ser
ouvida
a
commissão
nomeada
na
ultima
sessão,
para
fazer
entrega
aos
poderes
competentes
da
representação
dirigida
a
Sua
Magestade
El-Rei.
Outro
sim
se
faz
publico
que
estando
aberto o prazo
para
as
reclamações,
até
ao
dia
10
do
corrente,
e
dezejando-se
fa
cilitar
aos
contribuintes
o
modo
de
faze
rem as
declarações
de
suas
queixas
de
qualquer
nat9BB
*
eza
que ellas se
jam,
póde
dirigir-se
á
pharmacia LIMA,
Senhora
a
Branca,
á
casa
do
Snr.
João
da
Silva
Moura,
rua
de S.
Marcos,
e
ádos
Snrs.
Almeida
k Pereira
Praça do
Barão
de S.
Marlinho, onde
lhes
serão
dadas
to
das
as
explicações precisas.
Braga
l.°
de
Junho
de
1875.
O
Secretario
Francisco
Xavier
Gonçalves
Lima.
(C,
2475
—
R,
80)
No domingo,
6
do
corrente,
pelo
meio
dia,
effectiiar-se-ha
nos
Paços
do
concelho
a
arre
matação
dos
tapetes,
cortinas,
reposteiros,
e
outros
objectos
que
a
li
serviram
por
occasião
da
vinda
de
SS.
MM.
a
esta
ci
dade.
•
fC.
2476—R.
8t;
MWj
Quem
perdesse
uma
caixa
de
rapé,
quei
ra dirigir-se á rua
dos
Capellistas
n.°
19,
ao
snr
José
Joaquim Dias
Pereira, que,
dando
os
signaes
exactos e
pagando
o
pre
sente
annuncio,
lhe
será
entregue.
(2468)
DE
GUIMARÃES
Sociedade anonyma
Responsabilidade limitada
São
convidados
os
snrs.
accionistas
d’es-
le
Banco a
fazerem
entrada
da
segunda
prestação
de 20
p.
c.
ou
105000
rs.
por
acção
desde
25
a
30
de junho.
OUTRO
SIM
O acciooista
que
adiantar
algumas
ou
todas
as
entradas
se
lhe
abonará
on
paga
rá
nas
épocas
marcadas
o
juro
de
5
p.
c.
assim
como
os
que
deixarem
de
satisfazer
ficam
sujeitos
ao
que
determina o
para
grafo
2
0
do
artigo
12.
Recebe-se
em
Guimarães
na
casa
do
Banco,
campo
da
Misericórdia.
No Porto,
na
Caixa
Filial,
rua
de
Fer
reira
Borges,
48
Em
Braga,
nos
agentes
Almeida
k
Pe
reira.
Guimarães
28
de
maio
de
1875.
Os
directores,
(2460)
José
Luiz
Ferreira.
Fortunalo
Jorge Guimarães
liarateiro
Joaquim José
de
Azevedo
Machado
José
Chrysostomo da Silva
Basto. (2469)
Nova
empreza
de
Bens.
Faz
publico
que
continua
com
a
sua
carreira
de
diligencias
entre
esta
cidade
e
Monsão.
Sae de
Braga
á
I
hora
da
tar
de,
.chega aos
Arcos
ás
6
e
a
Monsão
ás
11.
Sae
de Monsão
ás
3 horas
da
manhã,
chega
aos
Arcos
ás
8
e
a
Braga
ás
12.
Preços
de
Braga
a
Monsão
e vice-
versa,
dentro
15000
reis, fóra
800.
De
Braga
á
Barca,
dentro
400
reis,
fóra
360.
De
Braga
aos
Arcos,
dentro
500
reis,
fóra
400.
De Monsão
aos
Arcos,
deniro
500
reis,
fóra
400.
De
Munsão
a
Barca,
deniro
600
reis,
fóra
500.
Preços
eniermodiarios
a
15
reis
0
ki-
lometro.
Braga
26
de maio
de
1875.
O
gerente
(2467)
Eduardo
Pacheco.
BMC®
José
Narcizo d
*
Ar»ujo,
<la
freguezia
de
Ferreiros,
do
concelho
d
’
Amares,
laz
cons-
lar
qoe
no
dia 28
do
corrente
mez de
maio,
perdeu
uma letra
com
0
sello de
qnatio centos
reis,
desde a cidade de Bra
ga
até
ao
silio da
Feira
Nova,
seguindo
a
estrada nova
do
Bico, a
qual se
acha
em
branco,
contendo
só
0
acceite que
di
zia
:
—
>
Acceito
— Braga...
de
maio
de 1875
—
José
Narciso d
’
Araujo
—
O
que
assim
laz
publico
para
que
ninguém
possa
d
’
ella
fa
zer uzo.
(2471)
Vende-se
a
propriedade
que
fica
além
da
Ponte
dos
Pelames
que
se
compoem
de
casas,
pomar
e
leiras
de
lavradio
e
arvores
avidadas
con
tíguas
e
circuitadas.
Trata-se
no escriptorio
d
’
esla
redaeção.
NOVO
HORÁRIO
A
antiga
sociedade
Viação
Bracarense
qne
tinha
e
tem a
carreira
estabelecida
d'esta
cidade
aos
Arco»,
e
dos
Arcos
a
Monção,
e
que
partiam
d
’esta
cidade
ás
6
e
7
horas
da
manhã
e
1
da
larde,
de
claram
que desde
o
dia
26
do
corrente
ficam
partindo os
seus carros
de Braga
para
os
Arcos
e
Monção,
o
primeiro car
ro
partirá
ás 5
horas
da
manhã
e chega
aos
Arcos
ás
10,
e
segue dos
Arcos
para
Mon
ção
á
1
hora
da
tarde
e
chega
a
Monção
ás
5.
O
segundo
carro
sahirá
de
Braga
as
3
horas
da tarde e
chegará
aos
Arcos
ás
8, e
o
terceiro
carro
sahirá de
Braga
ás
5
horas
da
tarde
e chega
aos
Arcos
ás
9,
e
seguem
os
passageiros
d
’
aquelle
segun
do
carro
e
d
’este
terceiro
para
Monção
ás
10
horas
da
noite
chegando
a
Monção
ás
3
da
manhã.
Ficam
voltando
aquelles
carros
dos
Ar
cos
para
Braga
o
primeiro
ás
5
horas
da
manhã,
chegando
a
Braga
ás
11,
o
segun
do
fica
saindo
de
Monção
ás
4
horas
da
manhã
e
chega
aos
Arcos
ás
8
e
segue
para
Braga
á
1
hora da
tarde
e
chega
a
Braga
ás
7; o
terceiro carro
fica
saindo
de
Monção
para
os Arcos
ás 5
da
tarde
e
chega
aos
Arcos
ás
9,
segue
para
Bra
ga
ás
10
e
chega
ás
3
Iraras
da manhã
Preços
s
De
’
Braga
a
Monção
e
vice-versa,
den
tro,
15000
reis,
e
fóra 800.
De
Braga
aos
Arcos
ou
Barça,
dentro
500,
e fóra
400.
A
’
ultima
hora
para
0
caminho
Portella,
dentro
360,
fóra
320
rs.
Pico,
dentro
300
rs.,
fóra 240.
Villa
Verde, dentro
200
rs.,
fóra
160»
Esla
sociedade
declara
que
em
tudo
e
por
tudo
se
comprometie
a
dár
fiel
cum
primento
ao
serviço
que
se
acha
combina
do
com
o
sor. Sebastião
da
Silva
Neves e
irmão
Manoel,
desde
Monção
a
Lisboa.
Braga
23
de
Maio
de
1875.
A
diligencia
que
conduz
0
correio
de
Famalicão
para
a
Povoa
de
Varzim e
vice-versa,
está
em contacto
com
0
com
boio
que
parte
de
Braga
á
1
hora
e
40
m.
da
tarde
e
que
chega
a
Famalicão
ás
2-
e
28
rn.,
bem
corno
com
0
comboio
que
sae do
Porto
ás 9
horas
e
30
m.
da
ma
nhã.
Preço
de
Famalicão
á
Povoa
e
vice-
versa
400
reis.
(2470)
Vende-se uma
morada
de casas
ter-
reas
designadas
com os
n.
os
27
e
28,
com
quintal,
sitas
em
Santa
Tecla,
snburbios
de Braga.
Quem
as
per
lender
dirija-se
ao
snr.
Antonio José
Pe
reira,
morador
na
Piaça
do
Barão
de
S.
Marlinho o.
08
18 e
19.
(79
R.
2466
G.)
DE
Convidam-se
os
snrs.
accionistas
d
’
este
Banco
a
entrarem
com a
2.a prestação
de
25
p.
c.
ou 125500
reis
por
acção,
relativa
á
2.
a
emissão,
desde
0
dia
15
a
25
de
junhu
proximo.
Os
snrs.
accionistas
residentes
no
Por
lo,
pódem
effeclual-a
na
Caixa
Filial
do
mesmo Banco
tfaqutdla
cidade.
Braga
13
de
maio
de
1875.
Os
directores,
Luiz
Anlonio
da
Cosia
Praga
Manoel
José
da
Costa
Guimarães.
(2439
C.
63 R.)
Commigaão
aos
bbifh
. estanqueiro*
Fumos
15
por
cento,
Rapé
30.
Vende-se
na
Tabacaria
Bracarense,
rua
do
Souto n.° 27,
Esquina da
rua
do
Jauo.
(2353
G. 34.R)
PRIMEIRA
E
ANTIGA
I
RORIZ
CASA
FELIZ
NA
QUINTA DE RORIZ
PORTO
PORTO
3-EUA
DAS FL0RES-1,
(
junto
à
egreja
da
misericórdia
)
poiito
1
-
RUA
DAS
FLORES
-
3
3
3
(
junta
á
egraja
da
misericórdia
)
SORTE
GRANDE 5.000$000
a
JOSE’
I.
FERREIRA
RORIZ
CO.TIPRA E VENDE
Inaeripçõe
*
de
assentamento
Loteria da Santa Ca
*
a
da
RIi
*
erieordia
de
Li
*
boa
Exlracção
a
10
de
Junho
FORNECEDOR
DA
GASA
REAL
DEPOSITO CENTRAL,
RIA
DAS FLORES, 35 37 E 39
fc
O
proprietário annuncia
aos seus
freguezes, e
ao
?
publico,
que
em
todo o
sabão
fabricado na sua
fabri-
t
ca,
e
que
na
me»ma
se
vender,
ou no
Deposito
Cen-
£
trai,
se
fará
o desconto
de
6
por
cento sobre
os
pre-
?
ços
estabelecidos,
de
uma
caixa para
cima.
Satisfaz-se
$
com
promptidão qualquer
pedido
que seja feito do di-
i
to
genero, tanto mesta
cidade
como
das
províncias
e
se
garante
a
sua
boa
qualidade.
Dita
*
de
coupon
*
Dita
*
de divida externa
Titulo
*
l
*
i*
panlioe
*
interno
*
Dito
*
externo
*
Coupon
*
do
*
dito
*
já
vencidos.
so-
sgO
*
Sacca,
toma
letras
e
dá cartas
de
credito
bre
Lisboa e
diversas
praças
estrangeiras,
e
se
encar
rega
de
compra
e
venda
de
titulos
de
divida
publica
nas
mesmas
praças.
JOSÊ
IGNACIO
FERREIRA RORIZ g
AFIANÇADO
NO GOVERNO CIVIL DO PORTO, NA CONFOR-
M1DADE DO EDITAL
DE 28 DE JULHO D® 1860
$
•tf
Tem
á
venda
no
seu
estabelecimento
bilhetes
intei-
Va
ros a
56000
rs.-Meios
ditos,
a
20600
—
Quartos,
a
10300
—
Oitavos,
a 680
—
Cautellas
de
500,
250
e
130 rs.
O
mesmo
satisfaz
com
promptidão
todas e quaesquer
&
encommendas
que
lhe
sejam
feitas
das
províncias,
ain-
da
que
sejam
em
grande
quantidade,
e
vindo
acompa-
nhadas
do
seu
importe
em
vales
dos
correio
; e no
W
fim
da
exlracção
remelte
a
lista
dos
prémios
aos
seus
$
freguezes,
mas quando
a
não
recebam
em
tempo
com-
|
pelente
terão a
bondade de
a
requisitar.
(G
*
)
X
Catalogo
d
’
alguns
livros
que
se
vendem
na
Livraria
Catholica,
rua
do
Souto,
n.°
10.
Braga.
Elucidário
das
palavras,
termos
e
frases,
que
em
Portugal anligamenle
se
usáratn.
Liboa
1799.
2
vol.
foi.
enc.
30600.
Cuaiílido
Lu
*
itano.
Diccionario
poé
tico.
1
m
»|.
em
4.°
enc.,
900.
Aiiiolne.
Theologia Moralis. 4
vol.
em
8
0
enc.,
10000.
Dicti«>naire
liiatorique.
4
vol.
em
8.°gr.
enc.,
20400.
•
NInrtyroloyiuna
Domanuia
(1584,
20250
Idem,
com
notas
(1620),
10200.
NXelbtodo da
Liturgia Braearen-
«e.
Bi
.
ga
1837.
1
vol.
em
4
°,
400.
Verdadeiro
naethodo de
estudar
[Verney)
3
vol.
etn
4.°
enc., 10500.
Quevedo.
Obias.
5
vol.
em
4.°
enc.
30000.
Nlirabilia
Ilonaae.
1575.
1
Vol.
CUC
10200.
Couduite de
*
confe
**
eur
*
1
vol.
400.
Tratado
de da confiança
na mi-
«cricordia de Deu»,
1
vol.
enc.,
300.
Direeteur
spiritucl.
1
vol. 240.
Elemento
*
,
dTIigyene,
por Franciaco
de Mello
Franco.
1
vol.
400.
Garção.
Obras poéticas.
1
vol.
em
12 °
enc.
300.
f“.e Nlontreuil.
Estabelecimento de
la
Iglesiá.
5
vol. etn
4.°
26500.
Azevedo.
Chronologia
dos
Summos
Pontilices
1
vol
enc.
200.
NHonarcliia Lusitana,
parte I,
II,
111,
IV
cada
volume.
30000.
NlyHtica Ciudad
de Dio
*
.
3
vol.
em
foi.
enc. 40500.
Guevara.
Oralorio
de
Religiosos.
1
vol.
enc.
200.
JiiMta ncelamação
de
D.
João
IV.
1
vol.
em
foi.
enc.
20250.
Caramuru.
Poema
epico.
1
vol. enc.
240.
Nforeri.
Diccionario
hislorico
(Em
es
panhol)
10
vol.
em
foi.
100000.
Kiveriu
*
.
De
perfeclo
canonico.
2
vol.
em
foi.
20100.
Scarfantoni.
Lucubrationes
Cancni-
cales.
2
vol.
em
foi. 50000.
Fleury.
llisloire
Ecclesiaslique. 40
vol.
em
8.° 120000.
Além
(1'estes
ha
outros
livros,
que se
vendem
por
preços commodos.
METAES VELHOS
Na
travessa
de
S.
João
n.°
5,
com
pra-se
toda
a
qualidade
do
metaes,
e
ferro
velho
até
mesmo fundido.
(860)
João Manoel
da
Silva
Guima
rães.-—
Rua
do
Souto
n.°
43.
Compra
e
vende
Acções
de
todos
os
Bancos
e
Companhias,
Inscripções
de
As
sentamento
e
eoupons.
(581)
FERRUGINOSO,
CLARO
E
TRIGUEIRO
DE
CHEVHIEIl
Cavalleiro
de Legião de Honra, O-fflciai
do
Medjidié e
Commendador da ordem
dlzabel a
Catholica.
O
oleo
de Chevrler
deve
o seu aroma
a
subtancia» balsamicas que ain<i>
augmeni&o
as
suas pro-priedades th^rj
peuticaa ao mesiuo
tempo que
o tornâ
qyradavel ao
tomar-se.
(.) senhor
Chevrier
completou a su.
leícuberta
associando o
lodureto de
ferro
io
seu
oleo de
fígado de Bacalhau. Este
oleo de
fígado de
bacalhau ferro
ginoso
possue
todas as
propriedades do
>ieo
e do terro. e de tacil digestão e
ur.ca
causa prisão do ventre
Todas
as
celebridades medicas o
pre,
G-rem ás outras preparações
ferrugino
sas.
Convém em todos os casos em qut
emprega
0 ferro :
Tislca
pulmonar.
ItronchiteM, Rachilismo,
Escrófula».
Empigenu, Gota,
llb<umallsmo, Dys-
pepNia,
Convaleceticias demoradas <•
Fraqueza de
conatituiçào.
i/KPOSiTO
km
paris
:
Pbarm.
CHEVRIEH
2i,
faubourg
Montmartre.
No
Porto
; pharmacia .dlbano praça de
D.
Pedro, 96 em Lisboa
phaimacia Oli
veira,
roa dos Retrozeiro»,40
(L
<)
ALTA
NOVIDADE
26,
Kua do
Souto, 2®
Junto
áJrua
de
Jano.
CHAPELARIA ALNIEIDA
Acaba
de
receber
das
melhores
fabricas
do
Porto,
na ultima
moda,
grande
e
variado
sor
tido de chapeos,
de
se
da
e
de
feltro, para
homem,
menino, e
senhora.
Bonita eolleeção
de
bonets, que
tudo vende
mais
barato
que
em
outro
es
tabelecimento.
Fabrica,
concerta
e
põe na
moda,
com
perfeição
qualquer
chapeo
que
esteja
nas
circumstancias.
(23L0)
NOVA
FUNDIÇÃO
DE FERRO
DE
Autouí»
Germana Eerrcirinlau
NA
Travessa
de
S.
João
Aonde
faz
toda
à
obra,
assim
como
bombas,
conçollas,
columnas
para
gaz,
pe-
zos
novos,
panellas
á
ingleza
de
todos os
tamanhos,
canos
para
agoas
e
gaz,
e
toda
a
obra
de
fundição,
como
grades para
sacadas,
obra
de
metal,
sinos
e
outros
ob
jectos
de
igual
teor etc.,
pelos preços
do
Porto.
i
vimios
D0
ALTO
DOURO
DA
CASA
DE VILLA
POUCA
RUA
DO
SOUTO N.° 15
BRAGA.
Acaba
de
ser
sortido
esle
armazém
com as
seguintes
qualidades
de
vinhos
engarrafados e
aquat tilhados
:
ENGARRAFADOS
Vinho
tinto
de
meza.............................
150
>
*
>
............................
190
>
Lagrima.......................................
200
»
Branco
de meza........................... 210
»
tinto
de
meza
fino.
.
.
.
270
»
de
prova
secca
............................
300
*>
Malvasia
de
2.
a
............................
360
»
»
velho...................................400
»
Bastardo.......................................
500
»
iMoscatel.......................................
500
»
Malvasia............................
.
500
»
Roncão.......................................
700
»
Alvaralhão
.................................
560
>
Velho
de 1854.........................
600
A
RETALHADO
Vinho para meza
50
e
80,
o
quar
tilho
tinto
e
120
o
branco.
Responde-se
e
garante-se
a
pureza
e
boa
qualidade
de
lodos
estes
vinhos,
po
dendo
lodo
e
qualquer
consumidor
man-
dal-o
experimentar
por
meio
de
qualquer
processo
chymico.
N
’
esles
preços
nãa
fica
incluído
o
valor da
garrafa
que
o
comprador
apre
sentará
ou
pagará 50
reis
por
cada
uma.
(N
*
)
ALMEIDA
& PEREIRA
Largo
do
Barão
de S.
Marlinho
n.°
18
Compram
e
vendem acções
de
todos
os bancos
e companhias,
e
inscripções
d
’
assenlament,o
e
eoupons.
(I)
Precisa-se
de
um caseiro
que
tome de
arrendamento
uma
quinta
distante
d’esta
cidade uma legua,
sendo
os
cereaes
de
meias
e
os
fruclos
de
terço.
Quem
preten
der
dirija-se
a
Antonio
Joaquim
Loureiro,
rua
Nova
n.°
3
—
Braga.
(2435)
VENDA DE CASAS
Quem
quizer
comprar uma
mo-
JliíáL
rada
de
casas
cita
na
rua
dos
Sa-
pateiros
n.°
9
póde
dirigir-se
a
Rosa
Maria
de
Oliveira,
moradora na
mes
ma
casa.
(2456;
L’
Illuslralion
de
la
mode.
O
mais
elegante,
rzeamente
illustrado
e
barato
dos
jornaes da
moda.
Publica-se
em
Pariz
uma vez
por
mez,
no
formato
dos grandes
jornaes
illustrados.
Cada
numero
contém
dez
a
quinze
mo
delos de
loiletle,
uma grande
folha
de mo
delos de
tamanho
naluial
e
uma
magni
fica
gravura
clorida.
Quem
quizer
assignar
esta
publicação,
dirija-se
á
livraria
de Eugênio
Chardroo.
largo
de
S.
Francisco.
—
Braga.
A
empreza
offerece aos
seus
assignan-
les
um
magnifico
cofresiuho
comendo
tu
do
o
que
é
necessário
para um
toucador
e
cujos
objectos
valem
para
cima
de
20
fran
cos.
Preços
d
’
asMgoatura—Portugal:
sem
o
referido
brinde
—
9
fr.
Com
o
brinde
—
13 fr.
NOVIDADE
414) Ku»
do
Souto, 4 S
Campos
&
Almeida,
acabam de
rece
ber
grande
sortido de
chapéus
de
fehro
e
seda,
«ultima
moda>,
<la
acreditada
fa
brica
dos
snrs.
Maia
e
Silva,
do
Potw,
que
vendem
pelos
preços
da
fabrica.
Também
se fabricam e consertam
cha
péus
de
todas
as
qualidades.
(2330)
Balsamico-
Prophilatico
Esta
injecção
é
a
unica
e
efficaz
que
cora
em seis
ou
oito
dias
toda
a
qoaii
*
(Jade
de
purgações,
tanto
antigas
corno
mo
*
dernas,
ainda
as
mais
rebeldes.
Veude-se
em
Braga
n
pharmacia
de
Antonio
D.
Alvim,
á
Porta Nova
n.°
U,
em
Coimbra,
pharmacia
Barata
Diniz,
rua
de S.
Bartholomeu.
Deposito
principal
ou
Porlo
na
pharmacia
Madureira, rua
do
Triumpho,
n.°
142, proximo
ao
Palacio
de
Crystal.
Preço
de
cada
frasco.
.
.
400
rs.
(O.)
VENDE-SE
Um
Phaelon
novo de
7
Jogares.
Traja
*
se
na
rua
de
S.
Sebastião
n.°
4.
(2Í
”
2)
BRAGA
:
TYPOGRAPHIA LUSITANA — 1875. - É o formato de
-
comerciominho_03061875_353.pdf
Parte de Comércio do Minho (O)