comerciominho_29051875_351.xml
- conteúdo
-
3.
’
ANNO 1875
FOLHA
COMMERCIAL RELIGIOSA E
HOTiCIOSA
NUMERO
351
Assigna-see
vende-se
no
escriptorio
do
editor
e
proprietário
José
Maria
Dias da
Costa,
rua Nova
n.’ 3
E,
para
onde
deve
ser
dirigida
Iodas
correspondência franca
de
por'.e.=As
assi-
gnaturas
são
pagas
idiantadas
; assim corno
as
correspondên
cias
de
interesse
particular. Folha
avulso
10
rs.
ULCJL-S
3E
ÁS
TERÇAS,
QUINTAS
E
SAEBADOS
P
reços
:
Braga,
annol$&00 rs.
—
Semestre
850
vs.^Provin-
cias,
anno
2&400
rs
e
sendo
duas
4^000 rs.=Seméstre
1ô2o0
rs.—Brazil,
anno
4&400 rs.=Semcstre
2&300 rs.
moeda
forte,
ou
10&000
reis
e 5^500 reis
moeda
fraca.=Annuncios
por
linha
20
rs.,
repetição
10
rs.
Para
os
assignanles
?0
®/0 d
’
abatimento.
fazer
d’
ella o
que
me
parecer,
vou enviai
a
copia exacta ao
«Commercio
do
Minho»
que
supponho
terá mais
logar
para
a
dila
carta
que
o
«Diário»
mencionado;
eil
a
aqui ipsissimis
verbis :
A’ Redaeção
do
«Diário
Popular».
—
Lon
dres,
21
Notlingham
Street,
Mareylebone.
w, 2
de
Maio.
187o.
—
Um
amigo
me
re-
metteu,
h.i
15
dias, o
n.°
do
«Diário
Po
pular»
deli
de
Abril,
e n
’
elle
deparei com
o
seguinte
paragrafo,
qoe não
deixou
de
me
divertir
:
«Corre,
e
cremos
qoe com
vi-o»
de
ver-
«dade,
que
o
snr.
Ribeiro
Saraiva,
aclual-
<
mente em
Londres,
de
accordo
com
al-
«guns
homens
importantes
do
partido
mi-
«guelista,
entre
elles
um
illustre
poeta,
«tencionam
publicar
um
manifesto
accei
«laudo o
sistema
monarchieo
represeniati-
<vo,
sustentando
porém a
legitimidade
de
«D
Miguel
de
Bragança?
«Se
fosse
cousa
mais
séria,
teria
sua
demora
feito
caso
d’
ella,
e
protestado
con
tra
;
mas
como
vi
logo,
pelo
disparate
que
aqnillo,
se
não
sahiu
de
algum
maganão
qoe
se qtuz divertir com
o
publico,
foi
in
venção de
quem parece
nada
seber
de
mim
senão
o
meu
nome,
puz de parle
o
papel,
occupado
como
eslava
com outras cousas,
e
na
verdade nào tornei
a
pensar
em
tal,
até
agora,
que
o
mesmo
papel
me
veio
a
passar
pela
mão
ao
mexer
em
vários. Pa
rece-me
então,
qoe
não
seria
sup-.rlluo
di
zer
alguma
cousa
sobre
o
caso.
E
’
preciso,
com
tffeilo,
que
a
pessoa
que tal
escreveu
(se
o
fez
de
boa
fé)
pou
co
ou
nada
saibi
de
mim,
e nada
tenha
li
do
de
minhas escrevinhadelias
;
por
quanto,
não creio
havia
de
achar
em
ne
nhuma
d’
elias,
durante
estes
cincoenta
an
nos,
em
que
tenho rabiscado
tanto papel,
uma só
palavra,
ou
ainda
uma
sylLba,
qoe
podesse
fundar
ou
justificar
similhanle
dis
parate
a
meu
respeito.
«Quem
quer
que
tal
disse
entende,
sup
ponho
!
(se
(aliou
de
boa
fé), que eu
po
nho
o
carro
adiante
dos
bois?
Nao
sabe
que
para
mim,
como
para
todo
homem sen
sato,
D.
Miguel
é
Legitimo
Rei
de Portu
gal
e seus
Domínios,
porque
a
só
verda-
dadeira,
a
legitima
Constituição
do
Esta
do
—
a
só
Gon-tHirçào
da
Monarchia
Porlu-
gueza
—o
faz
legitimo.
E
digo
mais:
Como
essa
Constituição,
legitima e verdadeira,
nunca
foi
revogada ou
alterada legal e na-
cionalmenle,
para
mim.
tudo
isso
que
lá
está,
desde
a
Carta plagiaria
e
pedreira
de
D.
Pelrus
in
cnnclis,
nihil
in omnibus
até
os
Inquilinos
da
Ajuda,
e
toda
a
futrica
de
pares
e
pernões
de
S.
Bento
(tudo
lá
meltido
e
conservado
pela
infame
prepo
tência
estrangeira, e
infamissima
servile-
za
nacional),
metie-ine
nojo
e
aversão. E’
por
isso
que
não
quiz,
e
não
quero,
pôr
mais
pé
em
terra
portugueza assim
dese-
crada
e
aviltada
:
nenhuma
íalta
lá
faço,
bem
o
sei,
que
nada
valho mas
poupo-me
—
Mas
livro
me
de
ter
que
sujeitar-me
A
quem
não
lem
direito
de
mandar-me.
«Não
sei
qnen»
é
o
«illustre
poeta»
que
me
davam
por
companheiro
na
tal
borra
cheira
i
é
talvez
algum
que
i.iveja
e
quer
emular
a
ultima
proeza
de
Cabrera?
Se
tal existe,
—o
quo
não creio,—guarde
para
si
toda
a
gloria,
que eo
nem
com
umas
tenazes
lhe
quizera
locar!
4.
Vias
quem
se
rão
os
taes
homens
importantes
do
parti
do
miguelista ?
—Pela
minha parte,
nunca
chamei
á
maioria
nacional (que
ainda
ho
je
talvez 0
seja
numéricamenle), que re
conheceu,
segundo a
Constituição
verda
deira
do
Reino,
por
Monarcha
Legitimo
de
Portugal
0
Filho
Neguodo
d
’
El-Rei
D.
João
VI,
senão a
nação
Portugueza.
—
«Partido
foi
a
diminuta maioria
que aportou
no
Minde-
lo,
os quaes
*
ó
á força
de
intrigas,
dinhei
ro,
apoio,
recrutamento,
e
a
final
viva
for
ça
de
tres
podeiosas
nações
(tudo
estran-
geiio),
opprimiu
os seus
concidadãos,
a
BRAGA
—
SABBADO
«O
MAIO
Uian
e«tratejjia inaçonico-peíro-
leira
descoberta.
N
’uma
das
magnificas correspondências
romanas
para
a
Civiltã
Catholica,
sob
o
titulo:
Historia
de
um
assassinato
maço-
nico-carbonario,
conomeituio
em
Roma,
no
Anno
Santo
da
Via
(rua)
delia
Valle», le
mos
o
seguinte
trecho,
que
se
deve
ar-
chívar
;
«Sdbe-se
porém
que o
governo (apesar
de
ser
quem
é)
os
vigia attenlamenie
(os
inações),
alim
de
que
n
’
um
momento
dado
nào
laçam
alguma
das
suas,
á
muda
de
Buenos-Ayres,
como
já
se
tentou
laser
em
Florença,
em
Bolonha, e
n’outras
par
les,
especialmente
na
mesma
Roma
de
pois dos
famosos
meelings
do
theatro
Pa-
gliano,
do
theatro
Argentina
e
do theatro
Corea.
Esta, de
facto,
é
sempre
a
costumada
estratégia:
—
Antes
de
tudo
um
-meeling
pacifico,
onde
pelos
Veneráveis
Presidentes
e
Oradores
se passa
revista
ao
exercito,
se
aflervoram
os
ânimos
e
se
dão
as
or
dens:
depois
uma
dissolução
pacifica, para
não
compromelter
a Presidência,
que deve
ser
sempre e
em
todo
o
caso
salva,
para
se
poder
recomeçar
se o
golpe
falha; e
para commindar,
dirigir
e tirar
proveito,
se
tem
prospero
evento:
erntiin
o
assalto
improviso,
primeiro
n
’
um
logar
a
que em
verdade
se
não
mira, para
atlrahir
a
’
li
a
allenção
da
vigilante
(?)
policia,
e
de
pois um
outro a
que
se
mira
deveras, e
que,
naluralmente,
está
desprovido de
to
da
a
defesa.
Tudo
se
faz com
regra,
com
melhodo
e
quasi
sempre
da
mesma
ma
neira,
sem
que
seja
licito,
segundo
as
leis,
prevenir
efficazmeule. E
é
grande
mdagre
que
se
chegue
a
impedir
a
ille-
gal
consummaçãu
de
factos legalmenle
pre
parados.
E
por
isso
são
dignas de
com
paixão
as
policias
dos
governos
presentes,
que
se
encontram
pela
força
das
coisas,
muilo
mais
embaraçadas
que
as
dos
go
vernos passados no
vigiar
as seitas
secre
tas,
inimigas
agora
de uns,
assim
como
já
foram
inimigas
dos
outros.
Nem
ha
grande
diflerença
no
credito em
que
para
com
os
homens progressivos
estão
os
go
vernos
acluaes,
—
lambem
elles retrógrados
e
clericaes
e
quasi
jesuítas;
e
se
não
tan
to,
pelo
menos
conciliadoreso
que
para
os
progressistas
significa
arnezes
que se
devem
pôr
de
parle
e
que
para
nada
prestam
:
—
roba
da
meltere da
parte
per
ché
non
piú
buona
a nienle.
Tanto
é
ver
dade,
como
diz
o
provérbio,
que
«quem
as
faz...
as
paga»;
ou
«espeie-lhc
pela
volta».—chi
la fa
l
’
aspella.»
—
Ve\. a
Cí-
villá
do l.°
de
maio,
pag
338.
(Se
até o
snr.
Sampaio
do
ministério
do
reino
e
da
Devolução
já
é
clerical
e
jesuíta,
eo
snr.
Heiculano reaccionarie
!)
Et
nunc...
intelliçile
!
(A
’
redaeção
do
«
Commercio
do
Minho»)
Londres, 18 de maio «le
18
75.
Ao
lêr
agora
a
«Nãção» de li
do
cor
rente, encontro
este
paragrafo
:
«Lê-se
no
«
Dia'io
Popular»
de
homem
:
<
—
Recebemos
uma
carta
do snr.
Ribeiro
«Saraiva,
cavalheiro
do
partido
legitimis-
«la,
e
que
ha
muitos
annos
reside em
«Londres.
N
’
este
documento
allirma
tios
«elle
que
é
inexacta
a
noticia
em
que
$e
«lhe attribuia
a
intenção de
publicar
um
«manifesto
aceitando
o
sistema
monarchi-
«co representativo,
sustentando,
porém,
a
«legitimidade
de
D
Miguel
de
Bragança
?»
O
«
Diário
Popular
»
podia
publicar,
se
quizesse,
a
minha
missiva,
mas,
como
o
não
julgou
a
proposito,
e
como
cila
é muito
minha,
e
posso, por
tanto,
decifrar
as
razões
que
leria
0
«Diário
Po
pular»
para
nào
publicar
a
minha
caria.
A.
R. SARAIVA.
Pairia
!
Tão
pouco chamei
jámais
«Par
lamento»
a
essa
macaquice
de
Inglaterra,
que
se
parece
quasi tanto com 0
parla
mento
indígena
da
Gram-Bretanha
como
se
parece
um
ôvo
com
um
espeto.
«Agora
quanto
ao
sistema
«monarchi-
co
representativo»,
do
qual
até
0
nome,
no
sentido
moderno,
é
uma
asneira,
om
contra
senso,
hade pe'doar-me, snr.
reda-
clor,
que
lhe
diga:
Monarchieo
represen
tativo,
era
e
foi
sempre,
desde
as
Côrles
de
Lamego,
em
1143,
até
ás
de Lisboa
de
!828,
o
d
’esse novso
Portugal.
Mas
isso
era em
lempo
em
qoe.se
fazia
ca<o
da si
guiíicação
das
palavras,
e
do senso
com-
moa)
: boje
não
se
imporia
ninguém
coin
essas
bagatelas,
e
vão
os
grandes homens
da
epoca
papagueando minto conchos
0
que
uão
entendem.
A
lógica
sã
verdadeira
her
menêutica,
dizem-nos,
qne
0
governo
de
Pvrtugal—
ao
menos
até
que 0
Marquez
de
Pombal
trouxe
de
Allemanha
o
seu
re
galismo
—
era
verdadeírameule
monarchieo.
porque
0
Rei
só,
linha
direito
e
poder
de
dizer
sim ou
não,
segundo
entendia (junta
mente
com
seus
ministros
e
conselheiros,
que
consultava),
ás
medidas
e
providencias
que
os
procuradores,
ou
representantes
do
povo,
propunham
e
requeriam.
Isto
era
monarchia
e
representação
ao
mesmo lem
po,
ou
verdadeiro
sistema
monarchieo
re
presentalivo
Isso
que
lá
está,
essa
maca
quice
de
Inglaterra,
que,
como
caldo
re
quentado, veio
do
Brazil
(onde
a
mesma
Inglaterra,
por
s<
u
interesse
d’
ella,
e
pre
juízo
nosso,
0
linha
imitido),
é
simples
mente utna
falsidade,
uma
Lola
mentira. E
’
mna
republica mascarada,
sem
as
qualida
des ou
virtudes da
mesma
quando
verda
deira e
natural
—
como a
Suissa
etn
bom
lempo, ou
Veneza
ou
Génova.
Um
«mo-
íiarcha»
só
para
mandar
aquillo
que
lhe
maudam, é igual a
uin
echo
r
que
não
tem
voz
própria
e
sua,
é
uma
entidade
ridícu
la
e
despresivel.
Argumentarão
com
a
pa
ridade
de
Inglaterra,
onde
as
cousas
vão
bem,
apesar
do
absurdo. E’
porque
aqui
ha
condições
especiais,
únicas
(históricas,
naturaes,
etc.),
que
a
isso
contribuem,
e
que
não
existem
n
’
outras
parles.
Levar-
me-hia
muilo
longe
u
entrar
n
isso
e 0
desenvolvel-o
;
cousa
que
não
cabe
n’
esle
improviso,
em
que
agora
deixei
correr a
penua
quando
só
tencionava
escrever
pou
cas
linhas
para
a
mala
de amanhã.
«Nào
me
falta
vontade
de
ir-me
á
ca
ma,
porém,
já agora,
heide ainda
notar
a
baboseira
ultima
do
«sustentando
porém
a
legitimidade
de
D.
Miguel
de Biagançaj»
Sempre
as
mesmas
confissões,
a
mesma
falta
de
lógica,
0
mesmo carro
adiante
dos
bois,
corno
acima
disse
Pois
não
vêem
que
a
legimidade
politica
(nào
se
trata
da
outra
de
que
ninguém
duvida)
do
Senhor
D.
M
iguel
II,
depende
da
Consluição
Le
gitima
tla
Monarchia
Potlugueza,
e
que
des
truída
essa
011
deixada
de
parle,
a
outra
caduca
ou perde
a
força a
virtude
!
«Lu não
conheço
0
Senhor
D.
Miguel
II,
senão pelo retrato,
nem
elle
precisa
00
quer
os
meus serviços
e
conselhos,
de
letrado sem
pratica,
já
velho
e cllôcho
;
mas,
de
certo, se
acaso
me ouvisse,
nun
ca
lhe
daria
opinião
tal,
de
moral
e
po
liticamente
suicidar-se—
como
acaba de
fa
zer
Cabrera, por
exemplo.
Se
por
lá
se
encontram
«homens
im
portantes
do
partido
miguelista»,
que
te
nham
achado
a
pedra
filosofal
politica,
e
saibam
transformar
a
revolução
em
legiti
midade,
nào
serei
eu
que peítenda
ou
quei
ra
lt-r
quinhão
no
moiropolio, ou
parti
cipar
da
gloria
de tão
fina
invenção.
«Se
0
«Diário
Popular»
quizer
publicar
esses
desconchavos,
tem para
isso
plena
licença
de
A.
R. SARAIVA.»
Talvez
os
leitores
do
«Commercio do
Minho»
não
desgostem
de
se
divertir
em
REVISTA ESTRANGEIRA
O
no^so
presado
collega
0
«Direito»
publicou
em supplemento
as
seguintes
im
portantes
noticas
:
S;
João
da
Luz,
20
<!
p
maio.
—
Os
car
lislas
apoderaram-se
de
Orio
e
de Usur-
bd,
depois
de
terem
perseguido
os
aflon-
sinos
até
as
porias de
S.
Sebastião.
—
Hendaya
20
de
maio.
—
O
inimigo
evacuou
Usurbil
e
retirou-se
sobre
Igoel-
do,
diante
de
S.
Sebastião.
f
Os
carlistas
perseguiraíu-o
na
sua
re
tirada,
e
causaram-lhe
uma
perda
de
200
homens.
O
rei
está
em
Azpeitia.
Os
carlistas
do
centro
entraram
em
Moncede,
villa
importante
perlo
de
Va
lência.
O
chefe
afíonsiMa,
Despujols,
abando
nou 0
seo
commaudo.
— Hendaya
20.—
Ollicial
—A
nossa
divisão
castelhana,
encarregada
de
defender
a
li
nha
de
Valmaseda,
acaba
de
alcançar
nrna
vicloria
incontestável
!
Oito
mil
affonsistas
tendo querido
in
vadir
0
valle
de
Mena,
tiveram
de
reti
rar-se
em
desordem
depois
de
dous
dias
de
combale,
perdendo
setecentos
homens,
mortos
e
feridos,
numerosas
bagagens
e
e
consideráveis
provisões.
Os
nossos
inimigos
abandonaram
a
li
nha
de
Usurbil,
na
Guipúzcoa,
e
algu
mas
de
suas
trincheiras
de
Navarra,
por
causa
da
insalubridade
das
montanhas.
A
verdade
é
que
elles
foram
persegui
dos
de dia
e
de
noite
petos
nossos
vo
luntários
e,
é
por
isso
que elles acham
as
suas
posições instetitaveis.
Verificou-se
0
abandono
de
sua
formi-
midavel
posição de
Orio.
—
Seo
de Urgel
18
de
maio.
—Os
ban
dos
republicanos
das
províncias
de
Barce
lona,
Gerona
e Tarragona
inuliip|icam-se
cada
vez
mais
sob
0
commaudo
de
Moy
de Badaloua,
que
chama
ás
armas
todos
os
cataiaes em
circulares
incendiarias.
O general Saballs,
commandaute
gene
ral
de
Catalunha,
está
em
Ribas, a
tres
léguas
de
Rippol,
e
fez
sitiar
de
no^o
Olol.
O general Lizarraga,
seu
chefe
de
es
tado maior,
lendo ás
suas
ordens
Aliguet
e
Mirei
e
4:500
homens,
avaoça
com
mui
tos
morteiros
e
canhões
de
sitio
para
o
I
do de
Puigcerdá.
Os
famosos
somalens (exercito
territo
rial)
devem
secundar
estes dous ataques.
Por
toda
a
parle
os
no>sos
exercitos
perseguem
as
tropas
liberaes.
—O
general
Meodiry
dirigiu
ao
chefe
do
exercito inimigo
a
seguinte
cornmuni-
cação
:
«Em
vista
da
conducla observada
pelo
exercito
que commandaes, a
qual
se
com
praz
em
canhvuear
sem
moii«o
legitimo
as
viilas
desarmadas
e
iuoílensivas de
Ci-
rauqui,
Arlazu
e
Villaluerta,
e
visto
que
no
nosso sistema
de
guerra,
não
entra
a
defesa
das
viilas,
e
que
as
nossas
linhas
se
não
apoiam
sobre
ellas;
Considerando que
os
sentimentos
de
hu
manidade
que
tendes
expressado em
mui
tos
documentos
oíliciaes
não
são mais
que
palavras
ocas
qoe
só
tem
prrdtisilo
0
ef-
íeito
de
enganar
os imprudentes;
Considerando
também
que
tendes vio
lado
a
promessa
de deixar
circular
livre
mente
os
vinhos,
aguas-ardentes e
azeites,
pois
que
em
muitas
localidades
a
expor
tação
está
rigorosemente
prohibida.
Vejo-me
ni
necessidade de
vos
preve
nir
que
se
a
artilheria
dos fortes
não
sus-
penne
os
seus tiros
sobre
as nessas
viilas
1
noílensivas, tiros
que
não
teem
outro íim
mais
que
o
de
destruir
;
e
se
não
auclorisasse a
livre
circulação
do«
artigos
acima
nomeados,
será coosidarada
como
tiulla e
sem
valor
a
convenção que a
au-
clorisava,
e,
com
meu
grande
pezar,
a
guer
ra
tomará um
caracter
sanguinário,
como
consequência
natural de
similhaotes
atro
cidades.
Deus
vos
guarde por
muitos
annos.
Estella
13
de
maio
de
1875.
—
Torquato
Mendiry.
—
Ó
general
carlista
publicou
este
se
gundo
appello,
dirigido
aos
sargentos,
ca
bos e
soldados
do
exercito
aflonsista
:
O
Deus
das
batalhas,
favorecendo
vi
sivelmente
a santa
causa
que
o
nosso
va
lente
exercito
deíen
ie
com
tanto
heroísmo,
pénniltiu
que
a
revolução
imp
’
a
se
confes
sasse
impotente
para nos
vencer;
ella
foi
«ubstiluida
por
uma
monarchia
elecliva
yue lhe
devia
a
sua
origem,
e
que
de-
sappare.ceu lambem diante
das
nossas
baio
netas. A
mesma
sorte
estava
reservada
ao
governo
despolico
que
então
se
apo
derou
do
poder,
sem
outros
lilulos
que
os de
ler
minado
e demolido
o
throno
de
1).
Isabel,
que
uão podia
sustentar-se por
causa
de
suas fraquezas.
Por
uma
manobra
similhanle,
a
uma
mudança
de
scena, o
lilhu
d
esta
senho
ra,
D.
Aflonso,
foi
elevado
sobre
o
ihro
uo
juntamente por
um partido
ao
qual
todas
as
desgraças
da
patria
sào
atlribui-
das
com rasão,
e esta
desgraçada
monar
chia,
logo
depois
de
enthrooisada
appare-
ce
já
impotente
para
resistir ao
choque
dos
nossos voluntários
e
a
altitude
dos
revolucionários
que
acabam
de
apoderar-
se
de
Ceuta
e
Miíilla,
arrastando
na
sua
sedição
as
forças
do
exercito
que
as
guar
neciam.
Eis
ahi
a
verdadeira
situação
das cou
sas
n’
esta
infeliz nação,
uo
momento
em
que
o
exercito
real
do Norte se desenvol
ve
e
organisa
admiravelmente,
em
que
o
de
Catalunha
acaba
de
bater
os
seus
ini-
migòs
em
rnuilos
cotçbates,
e
quando
o
exercito
do
Centro
se
arma
e
vê
engros
sar
as
suas
fileiras
com
uma
admiravel
rapidez.
0
nosso
triunfo
é
pois
certo,
e
com
dle
a
Hispanha
voltará
á sua
grandesa
fazendo desapparecer
estes
políticos
d’
aven-
lura
e ruína
da
nação,
que
lem
reduzido
á
mendicidade
todos
os
homens probos
e
laboriosos,
a
parle
mais
honesta
da
po
pulação,
aquella que vive
do
trabalho.
Quereis
que a guerra
se
acabe
de
pressa
e
sem
derramamento de sangue?
Vmde
pao
o
nosso campo,
e
sereis
re
cebidos
como
irmãos. Todos
os
oíficiaes
in
feriores
terão
o
seu
grau
reconhecido
des
de
o
instante
da
sua apresentação
;
os
sol
dados
terão
uma
boa
recompensa,
e se
não
quiserem
figurar nas
nossas fileiras,
obte
rão
a
sua
baixa,
para
poderem
conservar-
se
no paiz
que
dominamos,
ou
serão
bem
recebidos
aonde
encontrarem
trabalho
pa
ra
ganharem
honradamenle
a
sua
vida,
qualquer
que
seja o seu
estado.
Estella
12
de
maio
de
1875.
Torquato
Mendiry.
CONVITE
Tendo
fallecido
o
Ex.
mo
Snr.
Duque
de
Loulé,
e
desejando
os
abaixo assigna-
dos
suffragar
a
sua
alma
com
uma
missa,
resada
no
tempio dos Congregados,
con
vidam
a
todas
as
pessoas,
que
queiram
honrar
com
a
sua
presença
aquelle
reli
gioso
acto.
para
que
se
dignem
compa
recer no
indicado
templo,
na
próxima
se
gunda
feira, ás
11
horas
da
manhã.
Francisco
de
Campos
d
’
Azevedo
Soares
Visconde
de
Pindella
José
Borges
Pacheco
Pereira
Francisco
Xavier de
S Torres
e
Almeida
Bento
Miguel
Leite
Pereira
Gonçalo Antão
de
Macedo
Sá e
Abreu
Antonio José
Pimenta
Gouçalves Júnior
José
Alves
de
Moura
José
Joaquim
Soares
Russel
José
Braudão
Pereira
José
Jorge
Soares
Russel
João
Evangelista
de S.
Torres
e
Almeida
João
Anlonio
da
Silva
Pereira
Manoel
Joaquim
Penha
Fortuna.
GAZETILHA
Coroação.-
Tem
hoje logar
a
coroa
ção
de
N.
Senhora
das
Graças,
que
se ve
nera
no
templo
das
Convertidas.
No
fim
d
’esta
solemnidade,
que
será
precedida
«ie
sertnão
pelo rev.°
padre
Mel-
ii, cantar-se-ha
Te-D
eu
m,
e
Tanlum
ergo.
A
coroação
será
feita
peio
snr.
conego
Figueiredo.
PublieaçõoH.—
Recebemos as
seguin
tes,
que
agradecemos.
—
Questões
do
Pará.
Por
D.
A.
Comes
Perchei.ro
.
Precedido
d'uma
carta
do
dis-
tincto
escriptor Ferreira
Lobo.
—Felicitação aos
seus
compatrícios
e
á
prtria,
no dia
da
inauguração
do cami
nho
de
ferro
do
Porto
a
Braga
a
20
de
maio de
1875. Por Joaquim
Pinto de Sou
sa
Macario.
C«»ncluirôo
«lo
Mez
de Maria.—
Na
segunda
feira
festeja-se
a
conclusão
do
Mez
de
Maria,
no
templo
dos
Remedios, ha
vendo
communhão
geral
pela manhã,
e
depois de
Tercia
cantada, missa
solemne a
grande
instrumental,
com
exposição.
De
tarde
haverá
sermão,
prégado
pelo
ex.
in
*
padre
Senna
Freiias,
findo
o
qual
cantar-
se-ha
Te
Deum,
terminando
com
a
bênção
do
SS.
Procisstlo do
Corpus Chriati.—
Saiu
anle-honlem
a
procissão do
Corpus
Christi.
la
imponente.
Este
anno
accres-
ceram
ao
préstito
*
as
cruzes parochiaes e
os
parochos
de
todas
as
freguezias cir-
cumvisiohas.
A
Custodia
era
coudusida
pelo
ex.“
*
“
e
rev.
,uo
snr.
Arcebispo
coad
jutor.
Sem
receiar
desmentido,
asseveramos
que
desde 1833
alé
hoje,
ainda
esta pro
cissão
se
não
fez
com
tanto
apparato
e
esplendor.
Preces,
—
por portaria
do
ex.m° e
rev.
,n
°
snr.
D.
João,
Arcebispo coadjutor
foi
mandado
fazer
um
triduo
de
preces
publicas
ad
petendam
pluviam.
Actor
Trindade. —
Eslá
entre
nós
este
distmctissimo
acior,
a
quem
toda
a
imprensa
de
Lisboa,
Porto
e
Coimbra tem
tecido
os
maiores
elogios.
Dá-nos
ámanhà
uma
recita no theatro
de
S.
Geraldo.
Consta-nos
que
haverá
concorrência
ex
traordinária.
Festividade
e
proeissAo. —
Con-
clue
ámanhà
o
triduo
do SS.
Sacramento
da
Sé,
com
uma
solemne
festividade
da
con
fraria.
Depois
do
sermão,
prégado
pelo snr.
padre
Senna Freitas,
sairá
a
procissão,
per
correndo
o
itinerário
da
do
Corpu?
Chris
li.
Segundo
nos relerem, os
actuaes
me-
sarios
se
exforçam
afim de
que
elh
seja
esplendida, levando
uma porção
d’
anginhos,
os
vestuários
da
maior
parte
dos
quaes
são
novos,
e
lodos
do
guarda-roupa
do
snr.
João
Baptista
Ribeiro.
Conjuração,—
A
«Epoca»
de
Ma
drid diz
que
consta
por
noticia
vinda
de
Berlim
que
se
descobriu uma
conspiração
para
assassinar
Bismark
e o
ministro
dos
cultos.
Os jornaes
propalam
que
um
dos
con
spiradores,
que já
eslá
preso,
é
irmão
do
arcebispo
de
Posen.
E<n
breve
veremos
que
a
noticia é
borla,
como todas as
espalhadas pelos
ini
migos
do calholicismo.
Se
a
sua
sina
é
calumniar
!
—
(Atalaia)
Emigração.—
Disem
de Ponte do
Lima:
Excede
os
limites
do
ordinário
a emi
gração
de
mancebos
d
’
este
concelho
para
o
Brazil,
sendo
com muita
difliculdade
que
se
encontra
um
homem para
o
ser
viço
agrícola
e
ainda
assim pelo
dobro
do
salano
que
venciam
em
outias
épocas
os
trabalhadores
ruraes.
Ha
silios
aonde
se
não
encontra
um
só
homem
valido ; lodo
abandona
a
patria
e
a
família
para
se
em
brenhar
nas terras
de Santa
Cruz.
Coníiiava
bastante
no
seu
me
dico.
—
Entre
dois sogeitos
houve
ha
pou
co
o
seguinte
dialogo
:
—
Como!
és
tu!
não
morreste?
—
Qual historia!
—
E
’
que
tu
estavas
tão
doente
a
ulti
ma
vez
que
le vi!
—
E
’
verdade,
mas
escapei.
—
Como
é
que
íiseste
?
— Devo-o ao
acaso...
o
meu
medico
caiu
doente
lambem.
A
SEMANA
RELIGIOSA
BRACARENSE
Em
breves
dias
sairá
a
publico
este
semanario
religioso
que
em
parte
vem
su
bstituir
a
União
Catholica
e
Atalaia
Ca-
lholica
que
por
espaço
de
19
annos
se
pu
blicou
n
’
esta
cidade.
Esperamos,
pois,
que
aquelles
snrs. que
eram
assignantes
d
’
estes
jornaes
o
serão
d’
este,
o
qual conterá
:
As
leis,
decretos
e
portarias
do
Minis
tério
dos Negocios
Ecclesiasticos.
As
Pastoraes,
Exhortaçôes,
Editaes
c
outras
medidas
geraes expedidas
pela
Secre
taria
de S.
Exc.
J
Rev.
ma
o
Snr.
Arcebispo.
Os
editaes
de concurso,
os
provimen
tos
das
egrejas,
as
Provisões
d
Encornmen-
dação
e
outros
actos
da
Camara
Ecclcsias-
tica
do Arcebispado.
Os factos
mais
notáveis
da
Egreja
Catho
lica
com
relação
a
Portugal.
Artigos
de doutrina religiosa.de
lithurgia
e
de
Historia
Ecclesiaslica
que
digam
respei
to
a
este
Arcebispado
Primaz
das
Hispanhas.
Apotegmas
ou ditos
sentenciosos
que
tenham
alguma
moralidade.
Biographias
de
varões
illustres
por
sua
sciencia,
virtude
e
serviços
feitos
á
Egreja.
Preço
d
’
assignalura:
por anno l$200
—
seis
mezes
600
reis.
—
Com
estampilha por
anno
l$500
semestre
750.
Assigna-se em
Braga, na
rua
Nova
de
Sousa
n.°
3.
para
onde
deve ser
remetti-
da
toda
a
correspondência
ao
editor
José
Maria
Dias
da Costa.
COMMERCIO
B
olsa
de
B
iiaga
26
de
maio de
1S75
EfTectuado
Banco
do
Alemtejo 10^150.
Dito
dito
10$50Ó
Companhia
Carris
de Ferro
de
Braga
2$250.
Obrigações
do
caminho
de
ferro
do
Minho
e Douro
(3.
a
emissão)
12$300
0
director
/
Anlonio
Teixeira
Barbosa,
ESPECTAGQLaS
THEATRO DE S. GERALDO
Domingo
30
de
maio
Recita extraordinária
dada
pelo
distin-
cto
acior
da capital
O
SNR.
TRINDADE.
Principiará
ás
8
horas
e
3
quartos.
SiHDE A TODOS
sem
medicina,
pur
gantes
nem
despezas
com
o
uso
da
delicio
sa
farinha
de
saúde,
revalesciere
DU
BARRY
de Loujres.
•
1 ann<»M d’invariiave!
suece»»»
2
Saude
a
todos
pela
deliciosa Beva
lesciére
Du
B
arry
,
que
cura
as
indiges
tões
(dispepzia)
gastfica,
gaslralgia,
fleg-
ma,
arroios, amargor
na
bocca, pituilas,
nauseas,
votnitos,
irritações
inleslinaes,
diarréa,
desenteiia,
cólicas,
tosse,
aslhma,
falta «Je
respiração,
opressão,
congestões,
mal
aos
nervos,
diabelhe,
debilidade,
to
das
as
desordens
no
peito,
na garganta,
do
alito,
das
bonchites,
da
bexiga,
do
fi-
gado,
dos rins, dos
intestinos,
da
muco
sas,
do cerebro e
do.
sangue.
75.000
cu
ra,
entre
as
quaes
contam-se
a
de
de
S.
S.
o
Papa,
do
duque
de
Pluskow,
da
ex.
ma
snr.
a
marqueza
de
Breban,
dos
dos
dou
tores
Manoel
Saenz
de Cejada
da
Univer
sidade
de
Cordova, etc.
etc.
Certificado
do
celebre
dr.
Rudolph
Wur-
zer :
Bonn,
19
de
Julho
de
1854.
Esta
ligeira
e
agradavel
farinha
é
o
melhor
absorvente
;
ao
mesmo
tempo
nu
tritiva
e
restaurante
substitue
admiravel
mente
toda
a
medicação
em
muitas
doen
ças.
E
’
de
grande
utilidade,
sobre
tudo
nas
renitências
habituaes
do
ventre,
bem
como nas
diarrheas,
alfecções
nos
tins,
e
na
bexiga,
na
pedra,
irritações,
inflam-
mações,
e
caimbras
da
uretra,
dos
rins
e
bexiga,
nos
apertos
e
bemorroides
bem
co
mo
nas
enfermidades
pulmonares, branchi-
tes,
na tosse e
consumpção.
Tenho
a
con
vicção
que
a
Bevalesciére
du
Barry
tem
a
propriedade
preciosa
de
curar
as
urj
.
Lestias
hectic?s.
Dr.
Rud.
Wurzer
membro
de
muitas
sociedades
scientificas
Seis
vezes
mais
nutritiva
do
que
acar-
ne
sem
esquentar,
ecunomisa cincoenij
vezes o seu
preço
em
remedios.
— Preço8
lixos
da venda
por
miudo
em
toda
a
pe.
niosula
:
Ern
caixas
de
folha de lata,
de
1
/
4
kj|
0
500 ; de </2
kilo
800
rs
;
de
urn
kilo,
1^400
reis;
de
2
*/
2
kilos,
3$200
reis;
de
6
ki-
los,
6$100
reis,
e
de 12
kilos,
12^000
reis.
Os
biscoitos
da Bevalesciére
que
se
pol
dem
comer
a
qualquer
hora,
vendem-se
em
caixas
a
800
e
1$400
rei?.
O
melhor
chocolate
para
a
saúde
é
a
Revalescière chueolntada;
ella
res-
tilue
o
appeitite,
digestão,
somno,
energia
as
carnes
duras ás
pessoas,
e ás creanças
e
mais fracas,
e sustenta
dez
vezes
mais
que
a
carne,
e
que
o
chocolate
ordinário,
sem
esquentar.
Em
paus, ou
em
pó
em
caixas
de
folha
de
lata
de
10
chavenas,
500
reis;
de
24
chave
nas,
820
reis;
de 48
chavenas,
1$40!>;
de
120
chavenas,
3^200
reis,
ou 25
reis
cada
chavena.
BARRY DU
BARRY
de
C.
a-Pla.
ce
Vendòme,
26,
Pariz;
77 Regenl-Slreet
Londres
;
Valverde,
1, Madrid.
Os
pharmaceulicos,
droguistas,
mer-
cieiros,
etc.,
das
províncias
devem
diri
gir
os
seus
pedidos
ao
deposito
Central;
snr.
Serzedeilo
à
C.a
Largo do
Corpo
Santo
16,
(por
grosso
e
miudo);
Carlos
Barreio,
rua
do
Lorelo, 28; Bar
rai ác hrnãos,
rua Aurea,
12.
JP®rto,
J.
de
Sousa
Ferreira á
Irmão,
rua
da
Ba
nharia
77
;
de
Sequeira
;
J.
Pinto
;
Desí-
ré
Rahir;
Coimbra,
V.
Botelho de
Vas
concellos
;
Aveiro,
F.
E. da
Luz e
Costa,
pbarm.
;
Bareellos,
Ramos,
pharm.;
Bruga,
Pharmacia
Maia,
rua
dos
Chãos,
Pipa
&
Irmão,
rua
do
Souto,
Domingos
J.
V.
Machado,
praça
Municipal.
Figueira,
Antonio Vieira,
pharm.
;
Guimarin,
A.
J.
Pereira
Martins,
pharm.
;
Pena-
flel,
Miranda,
pharm.
;
P«>nte
do
Dima,
A. J.
Rodrigues
Barbosa,
piiann.
;
Pa-
voo do
Varzisn,
p.
Machado
de
Oli
veira,
pharma.
;
Vianna
do Caatello,
Aflonso
e
Barros,
droguistas;
Villa
do
Conde,
A. L.
Maia
Torres,
pharm.
GRANDE
GALERIA
Continua
aberto
ao
publico, no
campo
de
Sant
’
Anna
um
grande
panoramma
que
além
de variadas
vistas
de
monumentos,
paisagens,
etc.,
apresentará á apreciação
do
publico,
mais
4
vistas
de
grande
mé
rito,
representando
:
1.
a
A
batalha
de
Somorrostro,
que
começou
no
dia
25,
prolongando-se
até
27
de
Março
de
de
1874.
2/
Combate
naval
em
frente
de Carlha-
gena.
3.
a Fugida
dos
insurgenles
de
Cartha-
gena,
por
entre
a
froia
hespanhola,
com-
mandada
pelo
almirante
Chicarro.
4.
a Cerco de
Carthagena,
e
o
bombar
deamento.
Estas
vistas
eslarão
á
exposição
hoje,
25
de
Maio,
pela
primeira
vez, desde
as
10
horas
da
manhã
ás 11
da
noite.
Enirada
geral
...
40
reis.
Manoel
Ignacio
Amorim
Novaes, D.
Rosa
Barbara do Valle
Amorim Novaes,
D.
Jo>efa
Rosa
do
Valle
Amorim
Novaes,
D.
FrancLca
Emilia
Abreu e
Couto e
Fran
cisco
Xavier
Leite,
agradecem,
por
esle
meio,
a
todas
as
pessoas
que
se
dignaram
obseqiral-os,
por occasiào
do
falleeimento
e funeral
de
sua
presada irmã
e
cunhada
D.
Emilia
Rosa
do
Valle
Amorim
Novaes,
sepultada
no
dia
7
do
corrente
mez
de
maio
no
templo
de Nossa Senhora
Apparecida,
desla
freguezia
de
Balugães,
protestando
a
todos
indistinctameute
o
seu
eterno
reco
nhecimento
e
indelevel
gratidão.
(2459)
Antonio
José Pinto
da
Costa
Rebello,
e
sua mulher
D.
Adelaide
Julia
Pinto
de
Sousa
Rebello,
Visconde
de
Montariol,
conego
Manoel
Antonio
da
Costa
e
Telles
Gomes
d
’
Araojo
A
!
vares,
aquelles
primos
e
estes
testamenteiros
do
fallecido
o
ex.
m
®
snr.
Barão
da
Gramosa, nào
lhes
sendo
possível
agradecer
pessoalmeute
a
todos
os
ill.
mos
e
ex.
mos snrs. e
mais
pessoas
que
os
honraram
com a
assistência
aos
oflicios
fúnebres
que
se celebraram
na
egreja
dos
Congregados d
’
esta
cidade
no
dia 12
do
cor
rente
mez
de
maio,
e
aos
responsos
de
sepultura
pela
alma do
mesmo,
lançam
mão
d
’
este
meio
para
lhes
testemunhar
seu
eter
no
reconhecimento
e
gratidão.
(2462)
0 padre Francisco
José
Pereira,
e
seu
irmão,
José
Maria
Pereira,
crêem
terem
agradecido a
ladas
as
pessoas que
os
vi
sitaram
e
lhes
prestaram
serviços
por
oc
casião
do
fallecimento
de
seu
muito
pre-
sado
pae;
porém
como
possa
haver
alguém
a
quem
por
esquecimento
o
não tenham lei
to,
servem-se
d’eiie
meio, protestando
a
todos
a
sua
gratidão
e reconhecimento.
(2461)
ANNUNOIOS
Pelo
juiso de
direito d’esta
comarca
de
Braga
e
carlorio
do
escrivão
Pessa,
corre
seus termos uma
acção de
interdicção,
mo
vida
por
Joaquina Fernaodes e
seu
filho
Francisco José
Lopes Teixeira Júnior,
do
logar da
Vedasca,
da freguezia de
Palmei
ra
d’
esta comarca,
contra
seu
marido
e
pae,
Francisco
José
Lopes
Teixeira
do
di
to
logar
e
freguezia,
como
demasiadamen
te predigo
e
dissipador
do
casal,
afim
de
ser
completamente
privado de
toda a
admi
nistração
do
mesmo
casal.
E por
senten
ça
proferida
na
dita
acção
pelo
Mer.
m°
dr.
Juiz
de
Direito
d
’
esla
comarca
de
Braga
em
22
do
corrente
mez
de
maio,
foi
jul
gada
a
mesma
procedente
e
provada,
e em
•conseqnencia
privado
o
arguido
Francis
co
José
Lopes
Teixeira
da
administração
geral
dos
bens
do
casal,
nos
lermos
do
disposto
no
artigo
314
do
Codigo
Civil.
0
que
assim
se laz
publico
para qoe
nin
guém
contracle
com
o
sobredito
prodigo
sem
a
competente
auctorisação, pena
de
nullidade,
na
fórma
que a
lei
ordena.
(2465)
Vende-se
uma
morada
de
casas
ter-
reas
designadas
com
os
n.
os
27 e
28,
C0(U
quintal,
sitas
em
Santa
Tecla,
subúrbios
de
Braga. Quem as
per-
tender
dirija-se
ao
snr.
Antonio José
Pe
reira,
morador
na
Piaça
do
Barão de
S.
Maninho
o.
08
18
e
19.
(2466)
Nova
empreza
de
trens.
Faz
publico
que
contimía
com a
sua
carreira
de
diligencias
entre
esta
cidade
e
Monsão.
Sae
de
Braga ã
1
hora
da
tar
de,
chega aos
Arcos
ás
6
e
a
Monsão
ás
II.
Sae
de
Monsão
ás
3
horas
da
manhã,
chega
aos
Arcos
ás
8
e
a
Braga
ás
12.
Cassarola*
de vario* feitios,
etc.
PORTO
NA
QUINTA DE RORIZ
3
(
junto
à
egreja
da
misericórdia
)
Ç'
COJIPSU
E
VES0E
JOSE
’
I.
FERREIRA
BORIZ
Inscripções «le
assentamento
Exlracção
a
31
de
Maio
Dita*
de
eoupons
FORNECEDOR DA
CASA REAL
Dita* de
divida externa
B
9
3-RUA
DAS FL0SES-],
pnntEnu
e
áwica
X
RORIZ
í
casa
feliz
tg
DEPOSITO CENTRAI,
RIA
DAS FLORKS, 3o 37 E 39
Titulos
hispanhoes interno
*
O
proprietário
annuncia
aos
seus
freguezes,
e
ao
publico,
que
em todo o
sabão
fabricado
na
sua
fabri
ca, e que na
mesma se
vender,
ou
no
Deposito Cen
tral,
se
fará o
desconto
de
6
por
cento
sobre
os
pre
ços
estabelecidos,
de uma caixa
para cima.
Satisfaz-se
com
promptidão qualquer pedido
que
seja feito do di
to
genero,
tanto
d’
esta
cidade
como das
províncias
e
se
garante
a
sua
boa
qualidade.
Dito
*
externos
Coupon»
dos dito
*
já vencidos.
Sacca,
toma
letras
e
dá
cartas
de
credito
bre
Lisboa
e
diversas praças
estrangeiras,
e
se
encar
rega
de compra
e
venda
de
titulos
de
divida
publica
nas
mesmas
praças.
so-
ppffvr©
1
-
RUA DAS
FLORES
-
3
(
junta
á
egraja
da
misericórdia
)
SORTE GRANDE 5.0ô0$000
Loteria
da Santa
Casa da Misericórdia
de
Li
*
boa
JOSÊ
IGNACIO
FERREIRA RORIZ S
AFIANÇADO
NO
GOVERNO
CIVIL DO PORTO, NA CONFOR-
M1DADE
DO EDITAL
DE 28 DE JULHO DE
1860
Tem
á
venda
no
seu estabelecimento
bilhetes intei-
ros
a 5^000
rs.-Meios
ditos,
a
2^600
—Quartos,
a
1$300—
Oitavos, a 680—Cautellasde
5(X),
250
e
130
rs.
O
mesmo satisfaz com
promptidão
todas
e
qnaesquer
encommendas
que
lhe
sejam
feitas
das
pioviucias,
ain-
da
que
sejam em grande
quantidade,
e
vindo
acompa-
nhadas
do
seu
importe
em
vales
dos
correio
;
e
no
fim
da
exlracção
remette a
lista
dos
prémios
aos
seus
freguezes,
mas
quando
a
não
recebam
em
tempo
com-
á
petente
terão
a bondade
de
a
requisitar.
(G
*
)
Preços
de
Braga
a
Monsão
e
vice-
versa,
dentro
1$0<)0
reis,
fóra 800. De
Braga
á
Barca,
dentro
400
reis, fóra
360.
De
Braga
aos
Arcos,
dentro
500
reis,
fóra
400.
De Monsão
aos
Arcos,
dentro
500
reis,
fóra
400.
De Monsão
á
Barca,
dentro
600
reis, fóra
500.
Preços
entermediarios
a
15
reis
o ki-
lometro.
Braga
26
de maio de
1875.
O
gerente
(2467)
Eduardo
Pacheco.
DE
Convidam-se os
snrs.
accionistas
d
’
este
Banco
a
entrarem
com
a
2.
’ prestação de
25 p. c.
ou
12^500
reis por
acção,
relativa
á
2.
a
emissão,
desde
o
dia
15
a
25 de
junho
proximo.
Os
sors.
accionistas
residentes
no
Por
to,
pódem
effectual-a
na
Caixa Filial
do
mesmo Banco
n
’
aquella
cidade.
Braga
13
de
maio de 1875.
Os
directores,
Luiz
Anlonio
da
Costa
Braga
Manoel
José
da
Costa
Guimarães.
(2439
C. 63
R.)
-............... .....................
................
(2396)
miiid
m: miiiM
DE
EM
CHARLEVILLE.
(FRANÇA)
A
*
Loja
Caehapuz—
acaba
de
chegar,
directamente,
d
’
aquella
fabrica,
um varia
do
sortimentod’
objeclos
de
fe<
ro
fundido,
os quaes.
pela
sua
perfeição
de obra
e
modicida
de
de
preço,
se tornam preferíveis
aos
de
outra
qualquer.
Abaixo
vae
um Catalogo
da
maior
parte
dos
que
agora chegaram e
se
acham patentes
na
dita
loja.
Cruze
*
de lindo
*
feitio
*
para sepul
tura
*
.
Coroa
*
idem
idem.
Imagens do Crucificado, diversos
tamanhos.
Bombas
d’a
*
piraçfto
continua,
no
vos
ystema.
Cosinha
*
de feitios diverso
*
.
Capachos para
escada
*
ou
eorredo-
•
res.
.Cercaduras
para jardins.
NOVO HORÁRIO
A
antiga sociedade
Viação Bracarense
que
linha e
tem
a carreira
estabelecida
d
’esta
cidade
aos
Arcos,
e
dos
Arcos
a
Monção,
e
que partiam
d
’esla
cidade
ás
6
e
7
horas
da
manhã
e
1
da
tarde,
de
claram
qoe
desde
o
dia
26
do
corrente
ficam
partindo
os seus
carros
de
Braga
para
os
Atcos
e
Monção,
ó
primeiro
car
ro
partirá ás
5
horas
da
manhã
e
chega
aos
Arcos
ás 10, e segue
dos
Arcos
para Mon
ção
á 1
hora
da
tarde
e
chega a
Monção
ás
5.
O segundo
ct>rro
sahirá
de
Braga
as
3
horas
da
tarde
e
chegará
aos
Arcos
ás
8,
e
o
terceiro
carro
sahirá
de
Braga
ás
5
horas
da
tarde
e
chega
aos Arcos
ás
9,
e
seguem
os passageiros
d’
aquelle
segun
do
carro
e
d
’este
terceiro
para
Monção
ás
10
horas da
noite
chegando
a
Monção
ás
3
da
manhã.
Ficam
voltando
aquelles
carros
dos
Ar
cos
para
Braga
o
primeiro
ás
5
horas
da
manhã,
chegando
a
Braga
ás
11,
o
segun
do
fica
saindo
de
Monção
ás
4
horas
da
manhã
e
chega
aos
Arcos ás
8
e segue
para
Braga
á
1
hora
da
tarde e
chega
a
Braga
ás 7; o
terceiro
carro
fica
saindo
de
Monção
para
os
Arcos
ás
5
da
tarde
e
chega
aos Arcos
ás
9,
segue
para
Bra-
Esearradore
*
para
salas.
Deseanços
para guarda-chuva
*
.
Caixas
para phosphoro
*
.
Vaso
*
para suspender
flores.
Pirâmide
*
para escadas ou va
randas.
Raspadores
de calçado.
ga
ás
10
e
chega
ás
3
horas
da
manlã.
Preço
*
:
De
Braga
a
Monção
e
vice-versa, den
tro,
1£000
reis,
e
fóra
800.
De
Braga
aos
Arcos
ou
Barca,
dentro
500,
e
fóra
400.
A
’ ultima
hora
para
o
caminho
Portella,
dentro
360,
fóra
320
r«.
Pico,
dentro
300 rs.,
fóra
240.
Villa
Verde,
dentro
200
rs., fóra
160.
Esta sociedade
declara
que em
tudo
e
por
tudo se
compromette
a
dár
fiel cum
primento ao
serviço
qoe
se
acha
combina
do
com
o
snr.
Sebastião
da
Silva
Neves
e
irmão
Manoel,
desde
Monção
a
Lisboa.
Braga
23
de
Maio
de
1875.
(2460)
José
Luiz Ferreira.
Dlí
OS
DO ALTO DOURO
DÁ
CASA DE
VILLA
POUCA
RUA DO SOUTO
N.° 15
BRAGA.
'
Acaba
de ser
sortido
este
armazém
com as
seguintes
qualidades
de
vinhos
engarrafados
e
aquartilhados
:
ENGARRAFADOS
Vinho
tinto
de meza.
. .
.
.
150
>
> *
. . . .
.
190
>
Lagrima.............................
.
200
>
Branco
de
meza.
.
210
>
tinto
de
meza
fino.
.
.
.
270
>
de
prova
secca.
.
.
.
.
300
o
Malvasia de
2/.
.
360
>
>
velho
........................
.
400
»
Bastardo
....
.
500
»
Moscatel.......................
.
500
>
Malvasia..............................
.
500
>
Roncão
.
700
»
Alvaralhão.......................
.
560
»
Velho
de 1854.
. .
.
.
600
A
RETALHADO
Vinho
para
meza
50
e
80,
o
quar
tilho tinto
e
120
o
branco.
Responde-se
e
garanie-se a
pureza
e
boa
qualidade
de
lodos
estes
vinhos,
po
dendo
todo
e
qualquer
consumidor
man-
dal-o
experimentar
por
meio de
qualquer
processo
chymico.
N
’
estes
preços
nãa
fica
incluido o
valor
da
garrafa
qne o
comprador
apre
sentará
ou pagará
50 reis
por
cada
uma.
(N
*
>
A
camara
municipal
do
concelho
de
Braga
faz
publico,
que
íicam
espaçadas
para
o
dia
31
do
corrente
as
arremata
ções
dos rendimentos :
Dos
logares
da
casa
da
Alfandega.
Da
limpeza
da
cidade.
<
casa
da
Praça Municipal.
«
«
do
mercado
do
Salvador.
Do
quintal
do
matadouro.
E
do
resto
dos
terrenos
do
eemiterio
Braga
24
de
Maio
de
1875.
O
Presidenle,
Jeronymo
da
Cunha
Pimentel.
(C.
2458)
VENDA DE
CASAS
Quero
quizer
comprar
uma
mo-
flíip
rada
de
casas
cita
na
rua
dos
Sa-
papiros
n.°
9
póde
di'rigir-se
a
Rosa
Maria
de Oliveira,
moradora
na
mes
ma
casa.
(2456)
NOVO
HORÁRIO.
José
Antonio
Duarte
Pregueiro
&
Ir
mão,
fasem
publico,
que
desde
o
dia 27
do
corrente
inclusive, mudam a
carreira
diaria
que
leem
estabelecida
entre
Braga
e
a
Povoa
do Varzim
das 6 horas
da
ma
nhã
para
as
4,
devendo
chegar
á Povoa
ás 10
da
manhã.
Sae
da
Povoa
ás
4
ho
ras
da
manhã
e
chega
a
esta
cidade
ás
10,
lendo demora
em
Barcellos
meia
hora
lanto ua
ida como na
volta.
Braga
24 de maio
de
1875.
0
gerente
A.
Loureiro.
(2455)
Santa
Casa
da
Misericórdia
da
cidade
de Braga.
A
Meza
administradora
da
Santa
Casa
da
Misericórdia,
d
’
esta cidade,
faz
saber,
que
lem deliberado
remover
para
o
cemi-
lerio
publico
as catacumbas
e
ossadas que
se acham
no
antigo
cemilerio
dos
Des-
presos
;
convida,
portanto,
os
herdeiros
ou
parentes
dos
fallecidos
que
temporariamen
te
íoram
depositados nas
mesmas
cata
cumbas
a
virem
no
praso
de 60
dias,
contados da
data
d
’este annuncio,
tomar,
quando
queiram,
conta
da
respectiva
os
sada,
sob
pena
de
lindo
o
referido
praso,
se
proceder á
competente
demolição
e
se
rem
esses
restos morlaes
envolvidos
na
ossada geral.
Braga
e
secretaria
da
Misericórdia
5
de Maio
de
1875.
O
Provedor,
,-{2422) Manoel
Juslino
Marques
Murta.
APBOVEITAK
Na
rua
de
S.
Vicente
n.°
22
A,
se
diz
onde
ha
dois
homens
habilitados
para
lec-
cionar
fraucez
e
instrucção
primaria
e
pri
meiras
leiras
a preços
reduzidos,
podendo
os
alumnos
aproveitar
mais em
seis
me
xes,
do
que
em
outra
parle
um anno.
Também
se
recebem
alumnos
internos
com
todas
as
comodidades
precisas e
bons
tratamentos.
CASA
80
Rua
de
S.
Vicente
—Braga
N
’
esta
casa
recebem-se
hospedes
a
pre
ços
reduzidos
e
com
moilo
bom
trata
mento.
(2382)
Coiunii^ão
ao»
snrs,
estanqueiro»
Fumos 15
por
cenlo,
Rapé
30.
Vende-se
na
Tabacaria
Bracarense,
rua
dn
Souto
n.°
27,
Esquina
da rua
do
Jano.
(2353
C. 34
.R)
Rapaz
para
negocio
Precisa-se
de
um
de
12
a
14 annos
para
o
Porto.
Falla-se
na
rua
de
D.
Pedro
*>.°
n.°
24
em
Braga.
(2450)
€
A K
H
te
I
KA
0
UI
£
5®
KJb
A
Paquetes
a
sair
de
Lisboa:
MINHO
.
.
29
de
Maio
1
DOURO
.
.
43
de Julho
BOYNE
.
.
13 de
Junho
|
MONDEGO
.
29
de
>
TIBER
•
•
29
de
>
|
NÈVA
.
.
13
de
Agosto
0
paquete
de
13
toca
em
S.
Vicente,
Pernambuco, Bahia,
Rio
de
Janeiro,
Montevideu
e
Buenos-Ayres.
0
paquete
de
29
toca
em
S.
Vicente,
Rio
de
Janeiro,
Montevideu e
Bue
nos-Ayres.
O»
preço» sito
muito rasoaveis
Esta
companhia
para
maior
vantagem,
resolveu
ter
a
bordo
de
todos os seus
vapores,
criados
e
cosinbeiros
porluguezes
para
servirem
os
passageiros
de
todas
as
classes,
cujo
tratamento
se
torna
hoje
o
melhor
possível.
Cada
passageiro
de
3.
a
classe
tem grátis,
belixe com
colchão
e
roupa
de
cama,
vinho
e
comida
á portu-
gueza,
tudo
em
abundancia.
0
transporte
do
caminho
de ferro
até
Lisboa
é
por
conta
da
companhia
bem
como
outras
despezas.
Para
mais
esclarecimentos
prestam-se
em
casa
do
agente
n
’
esta
cidade,
rua
do
Souto
n.°
43.
—
Em
Braga.
João
Manoel
da
Silva
Guimarães. (581)
Garre ir a
semanal
A’s quartas
feiras
comsnil
DB
MVJiGAÇÃO
A
VAPOR
DO
PACIFICO
Rio
de Janeiro, Montevideu, Buenos-A yres, Valparaiso, A
rica,
Islay
e Callao
CARREIRA QIJ1NZEXAL PARA PERNABIBDCO E
BAHIA
A
Companhia
reduziu
os preços, conservando
as
mesmas
vantagens
como
até
aqui
tem
oíferecido
aos
snrs.
passageiros:
excellente» eomimodo», bom tra
tamento, bastante espaéb para bagagens e viagens rnpiitas,
pois
que
OS
Paquetes do Paeifleo
tem
gasto
SÓmcnte
13
dias de Lisboa ao Hio «Se
Janeiro.
Preços
das
passagens
incluindo o
caminho
de ferro
do
Porto
para Lisboa
Criança»
dos
passageiro»
3.
*
CLASSE
2/
CAMARA
1?
CAMARA
Pernambuco..............................................
40^000
81^000
108^000
Bahia
..............................................
40^000
90&000
117&000
Rio
de
Janeiro......................... ....
45^000
90&000
121&500
Montevideo
e
Buenos-Avres.........................
54§000
90&000
157&500
Valparaiso,
Arica,
Islay
e
Callao
....
126&000
189&000
308^500
Até
aos
12
annos meia
passagem.
Até
aos
8
annos
a
quarta
parle.
Até
aos
3
annos
grátis,
uma
só
de
cada familia.
Todas
as
terças
feiras
sahirá
de
Lisboa
um
paquete,
os
passageiros
de
3.
1
classe
teem
beliche
com
colchão e
roupa,
comida a
portugueza
em
abundancia
e
vinho duas vezes por dia
AGENTES
EM
BRAGA
—
AJmeida
&
rereria.
Trata
a
passagem
a
pagar
â
vista
e
a
prazo com
fiança.
fK
*
)
ALTA
NOViOADE
20, I
*
ua
do
Souto,
Junto
à
*
rua
de
Jano.
CHAPELARIA ALMEIDA
Acaba
de
receber
das
melhores
fabricas
do
Porto,
oa
ultima moda,
gtande e
variado
sor
tido de
cbapeos,
de
se
da
e
de
feltro,
para
homem,
menino,
e
senhora.
Bonita
collecção
de bonets,
que
tudo
vende
mais
barato
que
em
outro
es
tabelecimento.
Fabrica,
concerta
e
põe na
moda, com
perfeição
qualquer
chapeo
que
esteja nas
circumslancias.
(23L0)
METAES VELHOS
Na
travessa
de
S.
João
n.°
5,
com
pra-se
toda
a
qualidade
de
metaes,
e
ferro
velho
até
mesmo fundido.
(860)
Catalogo
d
’
alguns
Urros
que
se
vendem na Livraria
Catlwlica,
rua do
Souto,
n.°
i
0.
Braga.
Flueidario
das palavras, termos
e
frases,
que
em Portugal
aoligamente
se
usáiam.
Liboa
1799. 2 vol.
foi.
ene. 80600.
Cândido
Lusitano.
Diccionario
poe-
úco.
1
vol.
em
4.°
enc..
900.
Aiitoine.
Theologia
Moralis.
4
vol.
em
8
0
enc.,
10000.
Dictionaire
liistorique.
4
vol.
em
8.°
gr.
enc.,
20400.°
’
°
Ifiartyroloyium
Komanun
(1584)
20250
Idem,
com
notas
(1620),
10200.
Hethodo da Liturgia Braearen-
«e.
Braga
1837.
1
vol.
em
4
°,
400.
Verdadeiro
methodo de estudar
(Verney)
3
vol.
em
4.°
enc.,
10500.
Quevedo,
Obras.
5 vol.
em
4.°
enc.
30000.
Hirabilia Komae.
1575. 1 vol. enc.
10200.
Conduite de»
eonfesseurs
1
vol.
400.
Tratado
de da
eonílnnça na mi.
sericordia
de
Deus,
1
vol.
enc..
300.
Bireeteur spirituel.
1
vol.
240.
Elemento».
dHigyene,
por
Franciaco
de
Mello
Franco.
1
vol.
400.
Garção.
Obras
poéticas. 1
vol.
em
12
0
enc.
300.
P.
e
Nlontreuil.
Estabelecimento
de
la
Iglesia.
5
vol.
em
4.°
20500.
Azevedo.
Chronologia
dos
Summos
Pontilices
1
vol
enc.
200.
Monarehia
Lusitana,
pirle
I,
II,
III,
IV cada
volume.
30000.
Ifffyatica
Ciudad de B)io».
3
vol.
em
foi.
enc.
40500.
Guevara.
Oralorio
de
Religiosos.
1
vol.
enc.
200.
Justa
aeeSamaçfto
de
D.
João
IV.
1
vol.
em
foi.
enc.
20250.
Carainuru.
Puema
epico. 1
vol.
enc.
240.
Nloreri.
Diccionario
historico
(Em
es
panhol)
10
vol. em
foi.
100000.
Biveriu».
De
perfecto
canonico. 2
vol.
em
foi.
20400.
Searfantoni.
Lucubrationes
Cancni-
cales. 2 vol.
em
foi.
50000.
Eleury.
Hisloire
Ecclesiaslique.
40
vol.
em
8.°
120000.
Além
d
’
esles
ha
outros
livros,
que
«e
vendem
por
preços conimodos.
NOVA
FUNDIÇÃO DE FERRO
DE
Antonio
Germano
Ferreirinha
NA
Travessa
de
S.
João
NOVIDADE
44, Rua do Souto, 44
Campos
&
Almeida,
acabam de rece
ber
grande
sortido
de
chapéus
de
feltro
e
seda,
«ultima
moda»,
da
acreditada
fa-
!
brica
do;-
snrs.
Maia
e
Silva,
do
Porto,
que
ndem
pelos
preços
da
fabrica.
Também
se
fabricam
e
consertam
cha
péus
de
todas
as
qualidades.
(2330)
João
Manoel
da
Silva
Guima
rães.
—Rua
do
Souto
n.°
43.
Compra
e
vende
Acções
de
todos
os
Bancos
e
Companhias,
Inscripções
de
As
sentamento.
e coupons.
(581)
■""
ãuihdã
TT
êrêírã
-
Largo
do
Barão
de
S.
Martinho n.°
18
Compram
e
vendem
acções
de
lodos
os
bancos e
companhias,
e
inscripções
d’
assenlamento e ccupons.
(I)
Aonde
faz
toda
a
obra,
assim
como
bombas,
conçollas, columnas
para
gaz,
pe-
zos
novos,
panellas
á
ingleza
de
todos
os
tamanhos,
canos
para
agoas
e
gaz,
e
toda
a
obra
de
fundição,
como
grades
para
sacadas,
obra
de
metal,
sinos
e
outros
ob-
jectos
de
igual teor
etc.,
pelos
preços
do
Porto.
L
’
Uluslration
de
la
mode.
O
mais
elegante, Ticamente
illustrado
e
barato
dos
jornaes
da moda.
Publica-se
em
Pariz
nma
vez
por
mez,
no
formato
dos
grandes
jornaes
illusirados..
Cada
numero
contém
dez
a
quinze
mo
delos
de
toilelle,
uma
grande
folha
de mo
delos
de
tamanho
natural
e
uma
magni
fica
gravura clorida.
Quem
quizer
assignar
esta
publicação,
dirija-se
á
livraria
de
Eugênio
Chardron,
largo de
8. Francisco.
—Braga.
A
empreza
oíferece
aos
seus assignan-
tes
um
magnifico coiresinho
contendo tu
do
o
que
é
necessário
para
um
toucador
e
cujos
objectos valem
para
cima
de 20
fran
cos.
Preços
0’
assignatura
—
Portugal: sem
o
referido
brinde
—
9
fr.
Com
o
brinde
—
13
fr.
Precisa-se
de
um
caseiro
que
tome
de
arrendamento
uma
quinta
distante
d’
e?ta
cidade
uma
legua,
sendo
os
cereaes
de
meias
e
os
fructos
de
terço.
Quem preten
der
dirija-se
a
Antonio
Joaquim
Loureiro,
rua
Nova
n.°
3—
Braga.
(2435)
-LT~irrjiiTrjMriii]iiiifjínn
i«iiwHiiHiiiir-iiT-.7Ti u -“-•'."•--.•nrrr—n-iL"ir-T
f
braga
:
typographia
lusitana
—
187a» - É o formato de
-
comerciominho_29051875_351.pdf
Parte de Comércio do Minho (O)