comerciominho_01071875_364.xml
- conteúdo
-
S
S
‘S
3
)
E
NOTICIOSA
3."
ANNO 1875
P
reços
:
Braga,
anno
1,0600 rs.=Semestre
850 rs.
^Provin
das,
atino
2&4Ó0 rs e sendo
duas
4&000
rs.=Semestre
1&25Ô
rs
.J=*Brazd,
anno
4&400 rs.
“
Semestre
2&300 rs.
moeda
forte,
oulO&OOO
reis
e
o&500 reis moeda
fraca.=à.nnuncios
por
linha
20
rs.,
repetição
10 rs.
Para
os
assignantes
T0
®|
0
d
’
abatimenlo.
fSsí.
E
FOLHA
COMMERCIAL RELIGIOSA
Assi#na-see
vende-se
no
escripmrio
do
editor
e
proprietário
José
Maria
Dias
da
Costa, rua
Nova
n.*
3
E,
para
onde
deve
ser
dirigida
todas
correspondência
franca
de
porie.==
As
assi-
gnaturas
são
pagas
adiantadas
;
assim
como as
correspondên
cias
de
interesse
particular.
Folha
avulso
10
rs.
ÃS
TERÇAS,
QUINTAS
E
SABBADOS.
BRAG4-
QIBTA-FEIRA 1 »E
JULHO
A
toleranei®.
Publicou
a
«Tribuna»
e
reprodusiu o
<Paiz»
sob
esta
epígrafe
um
arligo
notável
a
lodos
os
respeitos
e
muito
principal
mente
por
deixar
bem
á
vista
qual
o
espiuto
d
’esse
tolerantismo,
tão
apregoa
do
hoje
em
dia
pelos
inimigos
da
Egreja
Catholica.
Toleraucia
!
pois
in«erá
por
ventura
alguém
que
ponha
em duvida
esta
virtude
no
animo
dos
nossos
adversários?
Não
é
possível;
mas
se
alguém
ainda
duvida,
ahi
vae
alguma coisa
que
o
póde
illucidar
:
«O
catholicismo,
canta a
«Tribuna»
e
repete
em
tom
menor
o
«Paiz»,
cabe
den
tro
da
liberdade,
o
ultrarnonlanismo
não.
O
catholicismo
lem
direito
a
receber
toda
a
protecção
do
estado
para
o
seu
libei
ri
mo
desenvolvimento;
o
ultramonlamsmo
deve
ser
perseguido
como
uma seita op-
posta
aos
princípios
fundamentaes
das so
ciedades
modernas.»
Esle
especimen
de
toleraucia
que
man
da
com
tanta
doçura
perseguir
o
tão
im
precado
ullramoutanismo, não
podia
vir
sem
uma
indicação
d
’
aquelles
que
devem
ser
o
alvo d
’
esta
perseguição,
para
que
no
mom<nlo
dado
o
sicário
não erre
o
golpe.
Continuam
pois
os
tolerantes
:
«O
calholico, acreditando
no
mistério
da
Trindade,
na
Transub-laticiação,
na
eíTicacia
do
baplismo
(e
nào
precisa
de
mais
coisa
nenhuma)
em
nada
oflende
a
liberdade e
os
seus
princípios;
porém
nào
já
assim
o
reaccionario
(agora
já
tem
esle
come;)
porque
esse
quer
impor
pela
violência
e
pela
coacção
os
seus
dogmas
a
Iodas
as
consciências.»
E
’
d
’
elernas
luminárias
esla
distinc-
ção,
que
distingue
na
apparencia
para
con
fundir
na
realidade.
Pondo
de parte
a
violência
e
coacção
das
consciências
que o
articulista
foi
pe
dir
emprestadas
a
Bismark
e a
todos
os
inimigos
furiosos
do
catholicismo,
sem
es
quecer
os
irmãosinhos
republicanos
demo
cratas
de
Alcoy,
Buenos-Ayres
etc.,
para
7
JTOBUIETÍM
OS
LAZAlllSTAS
DO
Drama Calumnia
E OS
Luzaristu®
verdadeiro®
III
uns
130
prisioneiros,
entre
elles
10
ou
12
ofliciaes.
—
Hendaya
22.—
E
’ certo ter
avançado
a
nossa
expedição
para
Castella,
depois
de
haver derrotado
os
aílonsislas,
fazeo-
do-lhes
150 prisioneiros.
Trez batalhões
inimigos
foram também
batidos
perlo
de
Montevideu
kGuipuzcoa)
perdendo
uns
100
homens.
Dese»taram 18 soldados
mais
da
guarnição
de
Victoria,
para
as
nossas
filei
ras.
—
Lêem-se
no «Quartel
Real»
as
se
guintes
noticias:
Segundo
a
parte
official
de
Gamundi
ao
general em
chefe
do
centro,
sobre
a
acção
de
Carinena,
cairam
em
poder
dos
carlistas,
o
governador
militar,
com
54
prisioneiros
leitencentes
quasi todos
ao
regimento de
cavallaria
d'Almanza, 71
ca
vallos
perfeitamente
arreiados,
sabres, mui
ta
*
armas
d
’
infanteria
e
outros petre
chos.
Levaram
támbem
umas
cinco
pessoas
em
represálias
das
prisões
que
em
Sara
goça
e outros
pontos
fez
Despujols.
•—
De
Hermani
sairam
forças
para
to
mar
o alto
de
Montevideu,
que
os car-
hslas
estavam fortificando,
mas
foram
re-
pellidas
com
grandes perdas.
—
Ao
commandanle
geoerH
d
’
Alava
apresenlaram-se
17
soldados
e
um
pica
dor,
procedentes
de Vitoria
Em
vista
das
repelirias
deserções,
as
aucloridades
alíon-
sistas
prolubiram,
que
s
ia
algum solda
do
da
cidade
sem
o
competente
passe.
—
Lê-se
oo
«Imparcial»:
Chegou
a
Irun
o clefe
Aguirre,
acom
panhado
d’
algnns
dos
seus
partidários.
—
Segundo
o
«Diário»
de
S.
Sebastião,
os carlistas collocaram
no monte
Burunza
uma
peça de
grosso
calibre,
para
trans
portar
a
qual
empregam
16
juntas
de bois,
e
em
Uzalsquicta 4
peças
de
pequeno
ca
libre.
Crê
se
que
é
para
hostilisarem
g
forte
de
Santa
Barbara
e
Hermani.
acredi
tai
di
e
Tran
que
acreditam,
disem,
(e
se
não
iam,
nem
por
isso
perdem
ainda
reito)
nos
mistérios
da
Trindade
subbtanciação.
E
grilam
contra
os
que
por
na
aucloridade
absoluta
de
um
Deus
que
creou
e
remiu
o
homem,
julgam
do
seu
dever a
obediência
á
Egreja,
divinamente
-
onstituida depositaria d’
essa
aucloridade!
São estes os
ultramontanos.
Contra
elles brada
a
«Tribuna,»
secun
dada
pelo
«Paiz,»—
a
perseguição,
a
guer
ra,
porque
não
sào
catholicos.
Catholicos
são
pelo
contrario,
quem
o
havia
de
diser
?
a
«Tiibuna,.
«Paiz,» e
quejandos
que
não
cessam de
cuspir blas
femas e propalar
heresias.
Calholico
é
o
protestante,
o judeu,
e
até
o
positivista,
e
materialista
ou
alheu,
porque
lodos
estes,
fasendo
guerra
a
Chris
lo
estão
dentro
da
liberdade;
mas
não o
é,
não
o
póde
ser
o
filho
do
calholicis-
mo,
porque,
obediente
á
Egreja, sua
Mãe
espiritual,
e
*
tá
fóra
d’
ella, é
ultramontano,
reaccionario,
e como
tal
nào
lem
direito
á
generosidade
dos
tolerantes.
Qne
hipocrisia
!
lente
Mas
porque
será
que
estes
liberalissi-
falla
de
mos preteniem
faser-se
passar
por catho-
licos,
sem
o
serém
?
E
’
que
a
impiedade
não
tem
nunca a
as
alliibuir
aos
catholicos,
que
afinal de
<
contas,
são
sempre accusados
dos crimes t
de
seus
inimigos,
a
verdade
é
que a
creu- i
ça
no
mistério
da
Trindade,
da
Transub-
stanciação
e
na
eflicacia
do
baplismo of-
fende
tanto
a
liberdade
como
qualquer
dos
outros
dogmas,
misteriosos
e
sacramentos
propostos
pela
Egreja
aos
fieis.
O calholico acredita em
todos e cada
um
d’
estes
dogmas,
porque
todos
elles
se
recommendam
pelos
mesmos
motivos
de
credibilidade;
e faltaria
a
um
dever
de
caridade
se
deixasse
de
quertr
e
tra
balhar
pela
sua
parte
para
que
ninguém
se
recusasse
a
acredital-os
pela
mesma
fórma.
Aqui
porém
é
que
esiá
a
principal
pe
dra
d’
escandalo
para
os
tolerantes
tnbu
nos, cujas iras
sobem
de
ponto
ao
verem,
que
o
«clericalismo»
(agora
já o
ultramon-
tanismo
se
estende
aos
ministros do
culto
calholico)
nào
concede
seja
a
mancebia
a
«santificação
do
amor»
e
que
negue
ao
homem
o
poder
louvar
o
Creador
por
meios laes,
como
por
exemplo
assassinan
do
o
seu similhante,
especie
<ie
coito
em
vigor
enlre
os
selvagens
onde
o
implan
tara
o
exercício
d-j
rasão
indepen
lente
E
depois
de
lhe exprobrar a
consideração
com
que
recusa
na
morte um
logar
á
sombia
da
cruz
aquelles qne
na
viila
sempre
a
hoslilisaram,
acrescenta
por
coragem
do
mal
que
faz.
fim
o
tolerante
articulista,
com aies de
quem
faz
uma
grande
descoberta:
«Eis
o
qne
é
o
homem
para
o
partido
reac-
cionario.»
E
porque
nào
diria
antes
—eis
o
que
é
o
erro
para
a
Egreja
Catholica?
Pretender
que
sejam
as
e^travagancia
*
do
espirito
quem
dè
personalida
te
ao in
divíduo,
como
se
lhe
fossem um
direito
absoluto,
é
por
sem
duvida
o
maior dos
absurdos.
Pois
consistirá
por
ventura
a
autono
mia
do indivíduo
em
ser materialista,
athea,
socionalista
ou
positivista?
Mas se
a
aucloridade
importa
na
or
dem
moral
um
aiteulado,
camo
diseis,
aos
direitos
individuaes,
como
a
justificareis
,
vós
ua
ordem
civil
e
politica?
Como
punireis
o
assassino
sem
essa
.
lesa-individualidade ?
i
E
querem
pas-ar
por
catholicos,
por-
«Eis
crerem
REVISTA
ESTRANGEIRA
Ultimas
noticias
da
guerra.
Orduõa
20
—
Acaba
de
se
rectber
o
seguinte
despacho:
<0
inimigo rechaçado
em
alguns
pon
tos, que
periendia
occupar.
Nossas tropas
avançam.
0
inimigo
oc-
cupa
Medianas,
Mercadillo
e
Vilbsaoa.
0
general Carasa
está
no campo
de
operações.
Algumas
companhias
do bata
lhão
de
Durango
em
Menamaior repellem
o
inimigo, perseguindo-o
em
sua
deban
dada
»
—
Orduna 21.
—
Na
acção
de
hontem,
desde
as
7
horas
da manhã
até
ás
7
da
noite,
o general
Carasa
fez
ao
inimigo
te
em
chefe,
sir
William
Codrington,
ex-
)
primindo
a
estima,
que
faz de
vossos
ser
viços
em
termos,
que
espero
convenham
aos
vos
os
sentimentos
e
fico
certo,
de
que
ireis
seguias
das bênçãos
de
todos,
que
soccorresles
n
’
eslts dias
críticos.
Que
o
Senhor
vos
tenha
e
8
vossas
companheiras
em
sua
santa
guarda.
John
Ilall.
(Conlinnaçào)
I
Mas
prosigamos
com
os
leslimunhos,
que convencem
o
snr.
Ennes
da
calum-
nia
audacíssima.
Em
1836
o
inspector
geral
do serviço
de
sande
inglez
dirigiu
á
superiora
das
hmàs
da
Caridade do
Oriente a seguinte
carta
:
Senhora
Não
quero
que
Vós
e as
Irmãs que
I
vir.
dirigis,
deixem
a
Crimêa
sem
vos
pres-'
lar
tesiimuuho
do grandíssimo apreço,
que
laço
dos
vossos trabalhos e
do»
impor
tantíssimos
set
viços,
que
haveis
prestado
aos doentes,
que
vos
foram
confiados.
Posso
afiirmar
em copsciencia,
que
me
satisfizestes plenamenle, desde
que tomas
tes
conta
do
hospital
de
Balaclava e
que
muito
sinto a
vossa
partida.
Eu
vio-vos
uma carta
do
commandan-
A
me^ma
escriptora
protestante,
depois
de
lamentar
os
feitos
abomináveis
das
de
pravadas
enfermeiras
do
*
hospitaes
de
Lon
dres
k
de
mostrar
a
incapacidade
d
’
ellaa
no
seu
oflicio,
continúa:
«Esta
missão
só
póde
ser
bem
comprida
por
mulheres
com
longos
annos de
preparação, que
aban
donem
as
coisas
do
mundo
para
se
devo
tar aos afflictos,
promplas
todos os
dias
;.o
sacrificio
da
vida
e
a
n
’
esse
achar
sua
alegria e
sua
consolação,
com
a
só
ambi
ção
de seguir
os
passos
d
’Aquelle,
que
veio
não
para
ser
servido, mas
para
ser-
«,,.o
-----
_
esta
observação
d
’aquelle
grande
homem de
beo
que
fui
Mr.
Ducpetiaux,
posta
depois
d
’
aqoeIlas
palavras:
«Não
esqueçam,
que estas
bellas
pa
lavras
são
de
uma dama
protestante.
Es-|
>as
respondem
vicloriosamente
ás
criticas
de
alguns
obscuros
calumniadores,
que
desconhecem
os
serviços
das
Irmãs,
só
Aqui
dirigimos ao
snr.
Ennes
GAZETILHA
Novo
matadouro.
—
Consta-nos
que
a
ex.ma
camara
d
’
esia
cidade
tracla
de
adquirir
terreno,
além
da
ponte
de
S.
porque
não podem
elevar-»e
á
fonte,
que
os
inspira.»
O
mesmo
escriptor
continúa
narran
do
os
serviços
das Irmãs
da
Caridade
na
Turquia,
Grécia e Bnlgaria
pela invasão
do
cholera,
do
typbo
e
de
febres
pesti-
lenciaes
e
cila
as
cartas
de
despedida
di
rigidas ás
Irmãs
pelo
general
Mayran,
commandanle
do
corpo
de
occupação
da
Grécia,
reoden
io
suas
homenagens
com
demonstração
de
respeito e
reconhecimen
to
—
a
do primeiro
ministro
da
Grécia,
Mavrocordato
significando ás
Irmãs a sua
gratidão
pela
dedicação, com
que
elLs
haviam assistido
os
habitantes
de
Athenas
uo
terrível
ILgello
—
a
dos
cultos,
que
diz
não
haver
ua terra
recompensa
para
a
abnegação
e
dedicação
das
Irmãs,
para
a
caridade
tão
brilhante
e
tão
admirarei
mente exercida em
Athenas
—
a
do
per
feito
de
nltica
e
da
Beócia
e
a
do
dire-
;
ctor
da
policia
dizendo
ás
Irmãs,
que
a
Grécia
nào
esquecerá nunca
a
sua
caiido-
sa
associação,
a
qml
realisando
na
leria
as
virtudes
evangélicas,
excita
a
admira
ção
e
as
simpalhias
do
mundo
inteiro.
Lio
dizem os chelrs do
povo
grego,
o
qual,
sendo scitmatico,
é
testimunha in
suspeita.
A
firma
Ennes
e
C.
a
,
que
não
viu,
não estudou,
nào
sabe,
quer
ser
excepçào
ao
mundo
inteiro
e
calumniar
a
torto
e
a
direito
!
E
’
sabido
o
facto,
mas
cumpre
recen
lal-o em
lace
d
‘
essas
eroctações
de
uma
raiva
satanica
; taes
foram
os
serviços
e
as
virtudes
das
lunãs em
lodo
o
Oriente
mussulmano,
que
o
Sultão
mesmo
lhes
prestou
a
mais
singular
homenagem.
Um
homem
estava
para ser
executado
em
Constantinopla
por
um
crime,
que
nos
paizes
civilisados
seria pouco grave.
As
Irmãs interessam-se
pelo
desgraçado;
duas são enviadas
em
deputação
ao
Pa-
disebah
e,
depois
de
vencidas
algumas
dif-
íiculiiades,
são
introduzidas;
expõem
sua
supplica
e
ouvem de
guintes
palavras:
«Concedo
a
graça
;
alguma
coisa
ao
zèlo
brotar
em
vosso
coração
taes
pensamen
tos?
Bella
é.
ó
santas
damas,
essa
reli
gião.
qoe
inspira
dedicações,
como
a
vos
sa
Segui
esle
official
(e indicou-o); elle
vos
condusirá
á
prisão.
Tereis
vós
mes
mas
o
prazer de libertar
por
vossas
mãos
o
vosso
protegido para
o
restituirdes
á
sua
familia.»
sua
bocca
e
poderia
sagrado.
as
se-
recusar
que
faz
E
como
as
Irmãs
commovi
las
tentas
sem
agradecer,
continuou
:
«Não
esqueçaes o
caminho
d
’este
pa
lacio
;
sempre
que
tiverdes
que
pedir-me.
não
tunaes
;
as
portas
estão-vos
abertas,
a
vós
anjos
da
misericórdia.»
(Cuntinàa)
ãises«»S»4^ãs^>»
*
<»W4X3Ía6U>sSKÍflíBara«u^sL
*
i^XSx4
João,
para faser
um
novo
matadouro
pro
prio
para
tal
inister.
Achamos
boa
a
medida,
porque
era
de
necessidade
que
a
terceira
cidade
do
reino
po<stiisse
um
estabelecimento
n
’
este genero,
digno
(Fella.
Mão
no
* podemos,
porém,
conformar
com
o
local
mdigelado
para
tal
fim,
e
enire outros
pelos
seguintes
motivos.
Braga
tem alguns
braços
ou
bairros
que
ainda
estão
completamenle
isolados,
e
aos
qoaes
é
preciso
dar
vida, que
não
teem,
fomentando
d
’
algum
modo
o
seu
desenvol
vimento.
Entre
estes
avulta
a
rua
dos
Pelames
e
seu
bairro
além
da
ponte.
N
’
este
sitio
ou
oo
immedialo
d
*Abrào
ha
local
apro
priado para o estabelecimento
de
que
virnos
tallando.
Além
de
com isso
se
dar
animação
áquelle
bairro,
concorrem
mais
as
seguin
tes
circumstancias,
que
não devem
ser
despresadas.
Us
principaes
marchantes ou
contraciadores de carnes
verdes
teem
as
suas
casas
nas
ruas
de
S.
Sebastião
e
Maximinos, e as
suas
propriedades
nas
freguesias
de
Ferreiros
e
Lomar,
próximas
ao
logar
que
indicamos
acima.
Ora
não
é justo
sacrificar
esses
indivíduos,
forçan
do-o
sx
ou
a
abandonar
suas
casas
e
pro
priedades,
ou
vencerem
uma
distancia
con
siderável
como
a
de
S. João.
0
município,
na realisação dos
melho
ramentos
que
intenta
levar
a
efleito,
deve
ter
em
vista
que
elles
se
repartam
equi
tativamente
por
todos
os
bairros
da
cida
de,
dando
animação e
vida
áqoelles
que
não
a
lem,
e
attendendo
sempre ao
bem-
estar
dos
seus
administrados.
Pediinos
á
ex.
ma camara
que
não
des-
prese
esta
observação
relativa
ao
local
do
projeclado
matadouro,
o
qual
nos
parece
menos
acenado.
A'eerea
dos «Lazarista»» do sr.
Enne
*
.
—
0
nosso
presadissimo
amigo
e
esclarecido
escriptor
catholico,
o
ex.
rao
padre
Sentia
Freitas,
vae
brevenle
publicar
uma
obra
com
o
titulo
seguinte
:
Os
La-
zaristas
pelo
lazarisla
snr. Ennes.
Esperamos
anciosamente
esle
trabalho
do
grande
escriptor.
Saiato Antonio
—
A
expensas
do de
voto
o
snr.
Manoel
Baptista
Marques
Dias,
festeja-se
no
proximo
domingo,
no
templo
da Penha,
a
Imagem
de
Santo
Antonio.
E’
orador
o
rev
•
snr.
dr.
Moreira
Guimarães.
InnundaçAo.
—
As
chuvas
inulilisa-
ram
completamenle
as
searas
no
Meiodio
e
no
occidenie
de
França,
e
por
esse
motivo
subiu
o
preço
do
trigo.
Em Grenoble
houve
um
grande
fura
cão
acompanhado
de
violento
graniso.
Foram
destruídas
todas
as
pontes
do
Adour,
além de outros
grandes prejuisos
Só
em
Grenoble
foram
destroçadas 300
casas,
e
houve
mais
de
cem
viclimas.
Uma nohrinlia
de
Sua Santida
de
Pio
IX.—
Falleceu
em
Merau
(Tyrol)
uma
sobrinha de
Sua
Santidade
Pio
IX,
a
snr.
a
condessa
viuva
Nimptsch,
condessa
Marcolini,
por seu
nascimento,
com
66
annos
de
idade.
Deaipaelto»
eeelesiastieo».—Effe -
ctuaram-se
os
seguintes :
O
presbitero
AntonioManoel
Rodrigues,
parocho
collado na egreja
de Sanl’Anua
de
Vimieiro,
arcebispado
de
Braga,
apresen
tado na
egreja parochial de
Santo
Estevão
de
Geraz,
no
concelho
da
Povoa
de
Lanho-
so,
da
mesma
diocese.
O
presbítero
Anlonio
Ribeiro
Pessoa
Cabral,
parocho collado
na
egreja
de
S.
Pedro
da
villa
de
Manteigas,
do
bispado
da
Guarda, apresentado
na
egreja
parochial
de
Nossa
Senhora
(FAssumpção
de
Linha
res,
no
concelho
de
Celorico
da
Beira,
da
mesma
diocese.
Eugênio
Baptista
Fabiào,
ordinando
do
patriarchado,
habilitado
com
a
regia
licen
ça
para
ser
admittido
ao presbilerado
e
provido
na
serventia
vitalícia
do
thesouro
da
egreja
parochial
de
Santa
Iria
de
Azoia,
no
concelho
de
Villa
Franca
de
Xira,
no
patriarchado,
para
com
a
mesma
thesou
raria
constituir
o
seu
património
ecclesias-
tico.
O
presbitero
Francisco Antonio de
Mat
tos
apresentado
na
egreja
parochial
de
San
tiago
de
Cardielos no concelho de
Vian
na
do
Caslello,
arcebispado
de
Braga.
O
presbitero
Francisco
Augusto
Guer
reiro
Branco,
apresentado
na
egreja
paro
chial
de
Nossa
Senhora da
Assumpção de
Tourega,
do
concelho
e
arcebispado
d
’
E-
vora.
O
presbitero
João Bernardo
Barradas,
apresentado
na
egreja
parochial
de
S.
Lou
renço
no
concelho
d’Eslremoz,
arcebispa
do
de
Evora.
O
presbitero
João
Lourenço d’Araujo,
apresentado
na
egreja
parochial
de
Santa
Marinha
de
Moreira
de Geraz, do
conce
lho de
Vianna
do Castello, arcebispado
de
Braga.
O
presbitero
José
Joaquim Alvares,
pa
rocho
collado
na
egreja
de
S.
Miguel
de
Thaide,
arcebispado
de
Braga,
apresenta
do
na
egreja
de
Renduíinho,
concelho
da
Povoa
de
Lanhoso
da
mesma
diocese
O
presbitero
José
Marques Viegas,
apre
sentado
na
egreja parochial
de
S.
Miguel
de
Pinheiro
de
Azere,
no
concelho
de
S
João
d’Areias, bispado
de
Vizeu.
0
presbitero
José Tiburcio
Machado
Fi
gueiras,
apresentado
na
egreja
parochial
de
S.
Mathias,
concelho
e
arcebispado
de
Evora.
0
presbitero
Carlos
Frederico
Duarte
Leitão,
apresentado na
egreja
parochial
de
S.
Marcos
de
Abobada,
mesmo arcebispa
do.
Theatro.
—
Subiu
na
terça-feira
á
sce-
na
o
drama
sacro,
do
snr.
conego
Soares
Franco,
A
Rainha
Santa
Isabel.
0
espectaculo
correu
magniíicamenle,
e
os
acteres
foram
calorosamente
applau-
didos.
0
drama
do
snr. Soares
Franco
é
na
verdade
de
grande
merecimento,
posto
que
não
seja
isento
d
’alguns
leves
defeitos,
que
facilmente
se
esquecem em
face
das
mui
tas
bellesas
qne
lem.
A
concorrência
foi
extraordinária.
Hoje
volta á
scena
o
mesmo
drama.
Chegada.—
Chegou
ha
dias
a
esta
ci
dade
o
snr.
governador
civil
do
Porto,
Bento
de
Freitas
Soares.
Festejo»
do
RnniversariQ da co
roação
de
S.
Santidade. —
Por
inicia
tiva
do
snr.
padre
João José
Pereira
Por-
lella,
encommendado
de
Guisande,
feste
jou-se
também
n
’
aquella
freguezia o
anni-
versario
da coroação de S.
Santidade.
Hou
ve
de
manhã
missa,
a
que
assistiram
quasi
todos
os
parochianos,
e
á
noite
illumin?.-
ção
e
fogo d’arlificio.
Portuguezes
falleeido».
—
Fallece-
ram
no
Bio
de
Janeiro,
desde
3
a
7
de
ju
nho,
os
seguintes
:
Joaquim,
filho
de
José
Dias
de
Paiva,
13
annos;
Manoel
José
Narciso,
38
a.,
sol
teiro;
José
Paes, 39
a.,
s.
;
Antonio
Fer
reira
Faneco,
31
a.,
casado;
José Marques
da
Costa,
63
a.,
s.;
Malhilde
da
Conceição
e
Almeida,
50
a.,
s.;
Maria
Isabel
Soares,
35
a.,
s
;
João
Machado
Fàgundes,
21
a
,
s.; Luiz
Nunes,
50
a.
c.;
Antonio
Fernan
des
Mendes, 29
a., s.;
Caetano
da
Costa,
37
a.,
s.;
José
Soares
de
Carvalho,
35
a.,
s.;
José
Joaquim de
Almeida
Santos,
36
a.,
c.;
Luiz
Cardoso
Pereira
da
Silva,
40
a. s.;
Joaquim
de
Figueiredo,
13
a.; Ma
noel
de
Sousa
Marques,
c.; Francisco
Mi
guel,
45
a
,
c
; Jo>é
dos
Santos.
25
a.,s.;
João
da
Silva,
38
a
, s.;
José
Correia
de
Sousa,
34
a.
c.;
Manoel
da
Costa,
37
a.,
s.;
Francisco
Luiz
Rodrigues
do
Valle,
14
a.,
s.;
Joaquim
José
d
Oliveira, 26
a.,
c
;
Francisco
Rodrigues,
29
a.,
s.;
Manoel
Spindola
de
Mendonça,
66
a.,
c.;
Manoel
Rodrigues
Fontes, 28 a.,
s.;
Joaquim
Pe
reira
da Silva, 23
a.,
s.;
José
Casimiro
Aleixo,
22
a.;
s.;
José
Gomes
da
Cruz,
20
a.,
s.;
José
de
Carvalho
Grillo,
s.;
Jo
sé
Pereira
Bravo,
42
a.,
s.;
Alexandre
de
Almeida, 24
a.,
s.;
André
Priegas
Cam
pos,
48
a.,
c.
A.
Allemanlia perante
a Fran
ça.—
Em Mayença,
(Alsacia-Lorena),
foraiu
presos dois
engenheiros
francezes, que
an
Lavam
tirando
a
planta
das
fortificações,
paioes, etc
As
auctoridades
militares ea-
tregaram-nos á
policia.
A
proposito
vem
dizer que
os
allemães
teem
quasi
concluídas
as
novas
fortifica
ções de
Metz.
A
praça
está provida de
mu
nições,
provisões
e
artilhe?
ia.
As
provisões
que
alli
ha,
chegam
para sustentar um
exercito
de
40:000
homens
durante mui
tos
aonoi,
diz
um
correspondente
do
«Ti
mes».
Da
Manufactura
imperial de
Mayen
ça,
tem
saido
para
Metz
uma
quantidade
enorme
de
legumes
de
conserva.
Eslão
concluídas lambem as
novas
for
tificações
de
Strasburgo, na
margem
es
querda do
Rheno;
as
da
margem
direita
estarão
promptas
em
18
mezes.
Metz
e
Strasburgo,
dizem
os
entendi
dos,
serão
em
breve
as
mais
poderosas
for
talezas
do
mundo;
e
com
Thionville,
Sar-
reloais
e
Brisach
ao
poente, Coblentz,
Mayen
ça,
Germerslieim
e
Rastadt
ao nascente,
formarão
uma
linha
de
defeza,
quasi
inex
pugnável.
Para
maior
segurança,
anda-se
construindo
novas
linhas
ferreas
entre
aquel
las
fortalezas.
Completadas
as
linhas,
as
guarnições de
dilTerentes
fortalezas
poderão
reunir-se
em 24
horas.
—
(<J.
da
Noite»)
O
Chapéu
de cardeal.—
O
chapéu
que
o
Papa
confere
em
pleno
consistorio
aos
príncipes
da
egreja,
distingue-se
do
que
elle
usa
habitualmente.
Ha
quatro
especies
de
chapéus
cardi
nalícios
:
chapéu
pontifical,
chapéu
grande
(
U
parasol,
pequeno chapéu
encarnado,
e
chapéu
negro.
O
chapéu
pontifical é de
panno encar
nado,
abas
largas,
e
copa
pequena.
Da
copa
saem
dois cordões,
cada
um
dos
quaes
termina
em cinco
borlas,
descem
cada
um de
seu
lado,
e
juntam-se
por
baixo
do
queixo.
Hje,
o
chapéu
pontifical já
não
se
usa
para
cubrir
a
cabeça, e
os
cordões
vão
apenas
ornato.
De
ordinário
este
cha
péu
é
uma
decoração
mortuaria,
que
ap-
parece
nas
exequias
do
seu
possuidor.
O
chapéu
grande, ou
parasol,
é
de
sedi
carmezirn,
com
uma
presilha
de
se
da
e
oiro.
Tem
uma
borla
de
cada um
dos
doi«
lados
da
copa,
e
outra
oa
ex
tremidade
de cada
um
dos
cordões
desti
nados
a
alarem-se
por
baixo
do
queixo
Este
chapéu
oão
se
traz
de
ordiuario
na
cabeça.
Serve
commummente para
resguar
dar o
prelado
dos raios do
sol
nas
pro
cissões.
O
pequeno chapéu
encarnado,
é
de
feltro, e
da
mesma
forma
que
os
dos
sim
ples
ecclesiasiicos.
As
abas
são
presas
por
cordões
de
oiro
;
e
a
copa é
abraça
da
por
uma
presilha
vislosameote bordada
também
a
oiro.
Quando
morre
um
Papa,
os
cardeaes
tiram
a
presilha, a
borla,
os
cordões,
os
bordados de
oiro,
e
subsliluem-os
por
lã.
E
’
o
signal do
locto.
O
chapéu negro
é como o
dos
sim
ples
padres,
distinguindo-se
apenas
por
uma
pluma
encarnada,
bordada
a
oiro,
em
volta da
copa.
Foi
no
concilio
geral
de
Lyão,
em
1245,
que
o
Papa Innoceneio
IV
confe
riu
aos
cardeaes
o
chapéu
encarnado,
co
mo
signal
honorifico
da sua
dignidade.—
(Idem).
A
SEMANA
RELIGIOSA BRACARENSE
Publicou-se
o
n.®
5
d
’
esle
semanario
re
ligioso
que
em
parle
vem
substituir
a
União
Catholica
e
Atalaia
Catholica
que
por es
paço
de
19 annos se
publicou
n
’
esta
cida
de,
e
o
qual
conterá
:
As
leis, decretos
e
portarias do
Minis
tério
dos
Negocios Ecclesiasticos.
As
Pastoraes,
Exhorlações,
Editaes
e
outras
medidas
geraes
expedidas
pela
Secre
taria
de
S.
Exc.
a
Rev.
ma
o
Snr.
Arcebispo.
Os
editaes
de
concurso,
os
provimen
tos
das
egrejas,
as
Provisões d
’
Encommen-
dação
e
outros
actos
da
Camara
Ecclesias-
lica
do
Arcebispado.
Os
fados
mais
notáveis
da
Egreja
Catho
lica
com relação
a
Portugal.
Artigos de
doutrina
religiosa,de lilhurgia
de
Historia
Ecclesiaslica
que
digam
respei
to
a
este
Arcebispado
Primaz
das
Hispanhas.
Apotegmas
ou
ditos
sentencionarios
que
tenham
alguma
moralidade.
Biographias
de
varões
illustres por sua
sciencia,
virtude
e
serviços feitos
á
Egreja.
Preço
dfassignalura:
por
anno
l$200
—
seis
mezes
600 réis.
—
Com
estampilha
por
anno
i$500
semestre
750.
Assigna-se
em
Braga,
na
rua
Nova
de
Sousa
n.°
3,
para
onde
deve
ser
remelti-
da
toda
a
correspondência
ao
editor
José
Maria
Dias
da
Costa.
Matérias
contidas
no
presente
numero :
Portaria
de
s.
ex.
a
revdm.a
o
snr.
Ar
cebispo
Coadjutor
annunciando
a
ordena
ção
geral
nos
dias
12
e
18
de
setembro.
Instrucções
a
respeito
dos
exames
da
ordenação.
Expediente
ecclesiastico
do
arcebis
pado.
Parte
oílicial.
Secção
religios. — O
nascimento
do
Baptista.
A
Educação.
Secção
litlerari.
—Segur
e
os
seus es-
criplos,
(Conclusão.)
Condido
religioso
na
Allemanha.
Noticias
e
fados
diversos.
--------------------------------------
MRTÊ
OFFICiaii
HIN1STEUIO
DOS NEGOCIOS DO REINO
Direcção
geral
de administração
polilica
e
civil
3?
Repartição
CIRCULAR
Tendo
os
governos
de Portugal
e
de
Hespanha
concordado
sob a
necessidade da
adopçãode
medidas
repressivas
para
obstará
saída
clandestina,
pelos
portos
dos
dois
paizes,
de
grande
numero
de
súbditos
por-
tuguezes e hespanhoes
que, por este mo
do,
se
subtrahem
á obrigação
do
serviço
militar
ou
ao
cumprimento
de
penas
em
que
tenham
incorrido,
e
estando
eslipu|
a
.
do
que,
a
começar no
!.•
do
proximof
u
*
luro
mez
de
julho,
as
auctoridades
admií
nistralivas
não
concedam passaportes
a
queíl
^
não
apresentar,
previmenle, certificado
ou
declaração
do
respectivo
agente
consular
para
mostrar
que
não
ha
impedimento
na
sua
concessão :
determina
Sua
Mageslade
El-Rei,
que
os
governadores
civis
dos
dis-
triclos
do
continente
do
reino c das
ili)as
adjacentes
observem
rigorosamenle
o
se
guinte
:
Que
a
começar no
1.°
de
julho
proxi.
mo
futuro,
a
nenhum
súbdito
hespanhol
se
conceda
passaporte
para
embarcar
nos
portos
d
’
esle
reino,
sem
a
apresentação
pre
via
do
certificado
ou
declaração
de
qu
e
se
(rata :
Que
no
caso
dos
agentos consulares
de
Hespanha
se
recusarem
a
passar
este
docu
mento,
aos
mesmos
governadores
civis
fica
o
direito
de
convidarem
aquelles
agen-
les
a
justificarem
o
supposlo
impedimento,
ou
a
mostrarem, dentro do
praso
dc
vinte
dias,
que
o
impetrante
do
passaporte
es
lá
eífectivamenle
sujeito
ao
serviço
militar
ou
incurso
em
algum
dos
crimes,
pelos
quaes
se
concede
a
extradição;
e
que
se
os
referidos
agentes
deixarem
de
satisfazer
a
esle
convite,
justificando
a
recusa,
po
derá
ter
logar
a
concessão
do
passaporte,
independentemenle
do
mencionado certifica
do
:
Que
devendo
os
súbditos
portuguezes,
que
se
propõem
embarcar
nos
portos
de
Hespanha,
apresentar
aos
agentes
consu-
lares
portuguezes,
para
obterem
o
certifi
cado ou
declaração
de
que
se
trata,
atém
da
certidão
de
registo
criminal,
certidão
con
ferida
pelos administradores
dos
concelhos,
dos
respectivos
domicílios, para
mostrarem
que
não
estão
obrigados
ao
serviço militar
ou
que
já
o
cumpriram:
Quer
Sua
Magestade
El-Rei,
que
na
concessão
d
’
estes
documentos se
empregue
o
maior
escrupulo
para
constar
dos
mes
mos,
não
só
a
idade
e
lodos os
signaes
caracleristicos
dos
interessados,
o
anno
do
recenseamento
e
sorteamento,
e
as
causas
porque
se
consideram
desonerados
da
obri
gação
do
serviço, mas ainda
a
circumslan-
cia
essencial
de
ser ou
não
o
domicilio
legal
d
’
elles,
nos
lermos do artigo
13.° da lei
de
27
de
julho de
1855,
nas
freguezias
e
concelhos
em
que
foram
recenseados e sor
teados.
Paço,
em
16
de
junho
de
1875.=i4n-
tonio
Rodrigues
Sampaio.
EXPEDIENTE D4
ADMINISTRA
ÇÃO.
Cartas recebidas
na administração d'esle
jornal:
Madeira.
—João
Anlonio
da
Costa
So
bral.
Manoel
Pinto
d’
Almeida.
Anadia.
—Joaquim Pedro
Nolasco.
Arranho.—O
parocho
Joaquim
Martins
Pinto.
Coimbra —
José
Diniz
Simões.
Safara
(Moura).—
Rev.0
Adriano
Fer
reira
Nello.
ESWAÇDIÔS
THEATRO
DE
S.
GERALDO
Quinta
feira
1
de
julho.
Conipanhia
«Ho tiaratro Daquet d®
Porto
O
drama
racro:
A
RAINHA SANTA IZABFX.
F1ESTAS
DEL
APOSTOL
(Ano
Santo)
Con
motivo de
las
fieslas
proyectada
5
el
Aposlol
eu
Santiago,
se
ofrece
una
ca
*
sa
particular
muy
bien
situada
y
con
n>3-
gnificas
habitaciones
atnuebladas
para 6°
8
camas
independientes
de
las salas
y
Pie
'
ras
con
buenos
lavabos
de
tocador.
ran
el
servicio
una
cocinera
con
ayoda
D
‘
ta,
doncella
y
criado
con
coche para
ir
«
los
toros
y
teatro.
I
a
farnilia
ó
personas
que
guslem
ocupar
esta
casa,
podran
co-
3
mer
por
su
cucnta
si
les
conviene,
en
la
que
hallarán
todo
el
servieio
de
cocina
y
de
mesa.
.
.
Para enterarse
de
las condiciones, pue-
den
dirigirse
antes
del
15
de
Julio,
á
D.
Manuel
Cabral,
en
Santiago.
(2532)
AO PUBLICO
No
dia
l.°
de
julho
principia a venda
de
bilhetes para
os
comboios
mixtose
des
pacho
de
bagagens
em
grande
velocidade
na
Estação
Central
do
Caminho
de
Ferro
do
Minho,
sita
no
largo
de
S.
Francisco
n.®
2,
e
breve
terá
logar
os
despachos
em
pequena
velocidade.
Braga
28
de
junho
de
1875.
O
gerente
da
Nova
Empresa
de
trens
{2533)
É.
P.
da
S.
Pacheco.
Estação
de
transportes
Largo
da
Lapa
No edifício
do
theatro
Recebem-se
na mesma
estação
ou
nas
casas
dos
snrs. expedidores,
mercadorias,
etc.
promptiíicando-se
a
respectiva
Empre
sa
a
entregal-as
aos
seus^lestiuos,
nu
Por
to
e
Famalicão.
(2530)
Banco
Agrícola e
Industrial
da
Exlremadura
(Sociedade
auouynia
de respoMMabilidade limitada)
São
convidados
os
snrs.
accionistas
a
entrarem
com
a
2.
a
prestação
de
20
por
cento
ou
100900
reis
por
acção, na
the-
sonraria do
mesmo, desde o
dia
1
a
8
do
proximo
mez
de
julho
na
Praça
de
Carlos
Alberto
n.®
92,
em
Lisboa
em
casa do
snr.
David
Gonçahes
Chaves,
rua
dos
Bacalhoei
ros
51
'e
em
Braga
em
casa
do
snr.
João
Baplista Lopes.
Porto
19
de
junho
de
1875.
Os
directores,
Felis
Plácido
de
Sande
Eduardo
Ribeiro
Ilendes
Eduardo Lyon.
(2531)
Asphalto Nacional da
Mina de
Aseche
A
Companhia
de
Lisboa
com escripto-
rio
no
Porto
na
Rua
do
Bomjardim
n.°
365,
previne
os
seus
freguezes
e
o
publi
co
em
gerai
que
continha
a
encarregar-
se
de
qualquer
obra
a
que
seja
applicavel
o
asphalto,
assim
como
terraços,
impenas,
passeios em
jardins e
nas ruas publicas,
ca-
vallieriçes,
eiras,
etc.
A
mesma
Companhia
presla-se
a
ga
rantir
o
bom
resultado
do
seu
trabalho,
sendo
suiricienle
para
recomrnendar
o
sen
asphalto,
a
perferencia
que
lhe lem
si
do
dada
pela
administração
das obras
pu
blicas
e
o
repelido
chamamento
pa
a
subs
tituir
asphalto
que
se
por
ahi
pregoa,
co
mo
vindo
do
estrangeiro.
Todos
os
snrs.
qne
precisem
qualquer
encommenda
d’
este
genero,
podem
fazel-a
no
Porto
Rua
do
Bomjardim
n.
’
365,
e
em Braga,
na
Fabrica
da
Fundição
do
Minho.
(2535)
ÃRRÊNDÃT
s
Ê
No
logar
da
Fonte
proximo á
estação
do
caminho
de
ferro,
d
’esta
cidade,
arrenda-se
com
terreno
para
quintal,
ou
sem
elle,
a
casa
denominada da
Fonte. Tem
commodos
para
numerosa
familia. Quem a
pretender
arrendar póde
dirigir-se
á
mesma
que
acha
rá
com
quem
tratar.
(2528)
GRANDE
DICCIONARIO
pmw
ou
TIICSOURO
DA
LÍNGUA
PORTUGUEZA
PELO
Dr. Frei Cíossiinigo» Vieira
Publicação
feita
sobre
o
manuscripto
original,
inleiramente revisto
e
considera
velmente
augmenlado.
A’ venda
a
caderneta
127 (Ter-Todo).
A
obra
estará
concluída
em
Março.
AVISO
AO PUBLICO
Pela
direcção
do
correio
de
Braga
se
faz
publico,
que
em
virtude
d,o
srviço
postal
pela
linha ferrea
do
Minho,
se
acha
em
vigor
desde
u
dia
21
do
corrente
o>
seguinte
horário
de
recepção
e distribui
ção
de
correspondências
nesta
repartição
:
Distribuição
das correspondências
ANTES
DAS HORAS ACIMA, SÓ
SE ENTREGAM AS CORRESPONDÊNCIAS OFFICIAES E AS
DOS
JORNAES
COMBOYOS
COMEÇO DA
DISTRI
BUIÇÃO
LOCAL DA DISTRIBUIÇÃO
(
a
)
11,
40
da
m.
(
b
)
7,
35
da
t.
30
m.
da
t.
8</
s
da t.
Nos
domicilio?
unicamente.
Nas
repartições,
unicamente,
até
ás
10
horas,
concluindo
no
dia
seguintes
de
manhã
nos
domicílios.
(
a
)
Este
comboyo
traz
a
correspondência
dos
Arcos,
Barcellos,
Caminha,
Cerveira,
Coimbra,
Esposende. Famalicão, Leiria,
Lisboa,
Ponte
do
Lima,
Porto,
Po
voa
do
Varzim,
Santarém,
Valença,
Vianna,
Villa
do
Conde
e
dependencias.
(
b
)
Traz
esle
comboyo
a
correspondência
de
Famalicão,
Porto,
terras
d
’
além
Douro
e dependencias.
N.
B. Desde
a
hora
da
chegada
das
malas
até se
começarem
as
distribuições
das
correspondências
dos dois
combios, acha-se
fechada
a
repartição
por
conveniên
cia
do
serviço.
Recepção
das correspondências
Caminho de Ferro
COMBOYOS
PARTIDA DA DI
RECÇÃO
HORAS
DA RECEPÇÃO
NAS
CAIXAS
NA
REPARTIÇÃO
(
a
)
1,
40
da
t.
1,
15
da
t.
Até
10
i
l
i
da
m.
até
15 m.
da
t.
(
b
)
4,
35
da
m.
3,
45
da
m.
i
alé
ás
5
h. no
inverno
1
até
ás
7.
» »
verão.
»
11
h. da
l.
A
correspondência
oflicial
para
o
comboyo da
1,
40
recebe-se na
repartição
até
11
horas
da
manhã
e
para
°das
4,
35
da
manhã,
até
ao
pôr do
sol do
dia
anterior.
(
a
)
Esle
comboyo
leva
as
correspondências de Aveiro, Barcellos, Caminha, Cerveira,
Coura,
Coimbra,
Esposende,
Famalição,
Leiria,
Lisboa,
Ponte
do
Lima,
Porto,
Povoa
do
Varzim, Santarém, Valença,
Vianna,
Villa
do
Conde
e
dependencias'.
(
b
)
Leva
esle
comboyo
a
correspondência
para
Famalição,
Purlo,
e
terras
d’
Além Dou
ro e
dependencias.
Serviço
das malas-postas
CORREIOS
PARTIDA
DA DI
RECÇÃO
HORAS
DA RECEPÇÃO
NAS
CAIXAS
NA
REPARTIÇÃO
(
a
)
Guimarães
30
m.
da
t.
10^2
h.
da
m.
11
^2
da
m.
(
b
)
Arcos
8,
15
»
>
5
h.
no
inverno
(
7
»
»
verão
mesma
hora
das
caixas
A
correspondência oíiicial para
o
correio
de
Guimarães,
recebe-se
na
repartição
até
ás
11
horas da
manhã,
e
para
o
dos
Arcos
alé
ás
7
da
tarde.
Os
demais
correios
continuam
com
o
mesmo
horário
até hoje
estabelecido.
(
a
)
Ede
correio
conduz
também
as
malas para
Basto,
Cabeceiras,
Fafe,
Mondim
de
Basto, Taipas, e
dependencias.
(
b
)
Conduz lambem
esle
correio
as
malas para
Barca,
Monção,
Melgaço,
Villa-Ver-
de
e
dependencias.
N.
B.
Depois
d’estas
horas
ainda
se
recebem correspondências
na
repartição
até
meia
hora
antes
da
expedição
das
malas,
pagando-se
a
taxa
da
lei
de
20
reis
por
cada
correspondência ou
expedição,
exceplo
para
os
correios
da
noite
e
para
o
com
boyo
das
3,
45
da
manhã,
para
os quaes não
póde
ser
recebida
correspondência além
da
hora
ordinaria
da
recepção,
marcada
nas tabellas
acima.
O
DIRECTOR
João
Antonio d
’
Oliveira
Braga.
GUARDA-CHUVA
A
pessoa
que
levou de
casa
do
snr.
Santos Coelho,
talvez
por
eogano, uta
guarda-chuva,
tenha
a
bondade
de
o
en
tregar
na
mesma.
(2526)
Antonio
José
Ribeiro,
Manoel
José Tei
xeira
e
Joaquim Alves
Vinagreiro,
partici
pam
ao publico que
além
das
carreiras
que
(em
d
’
esla
cidade
para
a
Povoa
de
Lanhoso
e
vice-versa, lambem
tomam
desde
o
dia 1.® do
futuro
Julho,
passageiros
nos
mesmos carros
em
direiluta
á
Egreja
Nova
e
Cruz
de
Real,
sahindo
de
Braga
ás
6
horas
da
manhã,
chega
ao
Pinheiro
ás
8
e
segue
em
ouiro
carro
e
chega
á
Egreja
Nova,
ás
9
e
á
Cruz
de
Real
ás
11,
sae
da
Cruz
dc
Real
ás
2
horas, chega
ao
Pi
nheiro
ás 4
e
a
Braga
ás
6
da
tarde.
Preços
De
Braga
á
Cruz
de
Real
e
vice-versa»
fóra
440,
dentro
500
rs.
De
Braga
á
Egreja
Nova
e vice-versa
fóra 360,
dentro
400
rs.
Escriptorios d’
esta
cidade,
são
os
mes
mos
de
Lanhoso
;
e
na
Egreja
Nova
ene
casa
do
snr.
José
Joaquim
Pereira.
(2523)
Aviso
importante
ao
publico
Acaba
de
chegar
um
negociante
ilalian
*
com
uma
collecção
de
objectos de
arte
de mármore
de
Florença,
(Italia)
copiados
dos
melhores
origioaes
dos
museus
italia
nos.
Estes objectos
são
destinados
a
guar
necer
salas,
casas
de
jantar,
quartos,
ga
binetes,
jardins,
compoem-se
de
vasos
e
conchas
para
ílores,
vasos
antigos do
esly-
lo
da
epoca
de
Pompei,
Medieis,
e
Hercu-
lano;
candelabros,
casliçaes,
caixas,
pesos
papeis,
frutas
e
uma multidão de
objec-
los
para
elagéres,
etc.
etc.
À
exposição
e
a
venda d’estes
objectos
de
arte,
começou no dia 27
de
junho
con
tinuando
durante 10
dias
consecutivos.
Os
preços
são
muito
moderados
e
van
tajosos.
Rua
de
S.
Marcos
n.
9
2
—
Loja
Braga.
DINHEIRO
ACHADO
Quem
perdesse
ceria
quantia
de
dinhei
ro,
em
Braga,
no
dia de
S.
João, (alie
com
Joaquim
Antonio
Gonçalves
Vieira,
rua
Nova
de
Sousa
n.°
9.
(2524)
BRAGA
Vende-se
uma
morada de casas
de
3
andares
no largo do Paço
n.°
9,
trata-se
na
rua
do
Souto
n.°
28
com
o
snr.
Jo
sé
Antonio
da
Silva
Lomar.
(2522)
Dividendo
do
fl.°
semestre
de 1S9&
São
convidados
os
snr.
accionistas
d’es-
te
Banco
residentes
n
’esta
cidade,
a
vir re
ceber
o
dividendo
de
suas
acções
na
rasão
de
3
p.
c.
ou
rs.
150000
por
titulo
de
5
acções,
desde
o
dia
1
0
do
proximo
mez
Julho
em
diante,
na
thesouraria
do Ban
co
do
Minho,
das 9
horas
da
manhã
ás
2 e
meia
da tarde.
Braga
28
de
Julho
de
1875.
Os geienlesdo
Banco
do
Minho.
Francisco
Casimiro
da
Cruz
Teixeira
Manoel
Luiz
Ferreira
Braga.
(2525)
METAES
VELHOS
Na
travessa
de
S.
João
n.®
5,
com
pra-se
toda
a
qualidade
de
metaes,
e
ferro
velho
até
mesmo fundido.
-
(860)
João
Manoel
da
Silva
Guima
rães.
—
Rua do
Souto
n.°
43.
Compra
e vende
Acções
de
todos
os
Bancos
e
Companhias,
Inscripções
de
As
sentamento
e
coupons.
(581)
Quem
achasse
uma
gargantilha
de
ou
ro,
que
póde
servir
de
pulseira também,
desde
a
rua das
Aguas,
rua
de
S.
Marcos,
Senhora
do
Leite, rua
do
Souto,
na
tarde
do
dia
24
d’
este
mez
de
Junho,
e
a
quei
ra
entregar,
pode
fazel-o
na
rua
das
Aguas
n.°
lo,
que
receberá
alviçaras. (2529)
T
r
ÃÍA
DÊ
Ê
s
PÍNÍIÕ
Antonio
de
Pinho
Pinhal,
banheiro
na
praia
de
Espinho,
prompliíica-se
a
esco-
her
casa
para
qualquer
familia,
que
quei
ra
ir
para
aquella
praia,
indicando-lhe
o
tempo
porque
a
querem
e
os
commodos
que
precisam, regulando
os
preços
de
300
a
10200
reis.
E
para
maior
commodidade
podem
os
pretendentes
deixar
por
escri-
pto
n
’
esta
cidade
de
Braga
em
casa
do
sr
Antonio
Joaquim
Loureiro,
rua
Nova
n.°3,
seus
pedidos,
e
procure resposta dentro
de
6 ou 8
dias.
(2517)
Obras
de
mármore
Joaquim Almeida
da
Costa
participa
aos
seus
amigos
e
freguezes
que
abriu
o
seu
n
’
esta
cidade de
Braga,
campo
de
Santa
Anna
n.°
44,
uma
oíficina
de
obras
de
«narmore,
filiai
da
que
tem
no
Porto,
na
rua
dos
Marlyres
da Liberdade
118.
(2519)
Rua de
S.
Vicente
em
Braga
Vende-se
n
*
esla
rua
a
casa
n.°
6;
tem
bom
quintal
e
agoa.
Traia-se
na mesma
casa.
(2512)
Venda
de
casas
Vendem-se juntas ou
separadamcn-
te
dez
moradas
de
casas
com
grao-
£
m
I
de
quintal,
lendo os
n.®
8
72 a
82,
próprias
para
edificação
d
’
um
grande
pré
dio
e
sitas na
rua
da Cruz
de
Pedra
em
frente
á nova
rua
que
se
vae
abrir
para
a
estação do
caminho
de
ferro.
Trala-se
na
mesma
rua n.°
100
com
o
snr.
Ma
noel
Anlonio
Pacheco.
(2511)
BANCO
DE
VIANNA
Sociedade
aiioiiyina
de responsa
bilidade
limitada
São
convidados
os
snrs.
accionistas
d’es-
le
Banco
a
entrarem
com
a
3.
*
prestação
de 20 p.
c.
ou
200000
reis por
acção, nos
dias 1
a
5
do
proximo
mez
de
julho.
Em
Vianna,
na
casa
do
Banco.
No
Porto, na
caixa
filial
do
Banco.
Em
Lisboa,
em
casa
do
snr.
José
Anlo
nio,
rua de
S.
João
dos
Reis.
Em
Braga,
em
casa
dos snrs.
Carva
lhos
&
C.a
Vianna
do
Castello,
12
de
junho
de
1875.
Os
Directores,
Antonio
Maria
Baptista
Camacho
José
Martins
Barbosa
(2505)
João
Abel d'Oliveira.
1
b
UBL1C<»
A
diligencia
que
conduz
o
correio
de
Famalicão
para
a
Povoa
de
Varzim
e
vice-versa,
está
em
contacto
com
o
com
boio
que
parle
de
Braga
á
1
hora
e
40
in.
da
tarde
e
que
chega
a
Famalicão
ás
2
•
28
m.,
bem
como
com
o
comboio
que
sae
do
Porto
ás
9
horas
e
30
m.
da ma
nhã.
Preço
de
Famalicão
á
Povca
e
vice-
versa
400
reis.
(2470)
Balsamico-
Prophilatico
Esta
injecção
é
a
unica
e
efficaz que
cora
em
seis
ou
oito
dias
toda
a
quali
dade
de purgações,
tanto
antigas como mo
dernas,
aioda
as
mais
rebeldes.
Vende-se
em Braga
na pharmacia
de
Antonio
D.
Alvini,
á
Porta
Nova
n.°
14,
em
Coimbra,
pharmacia Barata
Diniz,
rua
de
S.
Bartholomeu.
Deposito
principal
no
Porto
na
pharmacia
Madnreira,
rua do
Triumpho,
n.®
142,
proximo
ao
Palacio
de
Crystal.
Preço
de
cada
frasco.
.
.
400
rs.
(O
*
)
Vende-se a
propriedade
que fica
a^
<n
d
*
Ponte
dos
Pelarnes
que
se
compoem de
casas,
pomar
e
Jeiras
de lavradio
e
arvores
avidadas con
tíguas
e
circuitadas.
Trata-se
no
escriptorio
d'esta
redacção.
Paquetes
a sair
de
Lisboa:
TJBER
•
•
29
de
Junho
NÈVA
.
.
13
de
Agosto
DOURO
.
.
13
de
Julho
MINHO
.
.
29
de
»
MONDEGO
.
29
de
»
BOYNE
.
.
13
de
Setembro
O
paquete
de
13
toca em
S.
Vicente,
Pernambuco,
Bahia,
Rio
de
Janeiro,
Montevideu e
Buenos-Ayres.
O
paquete de
29
toca
em S. Vicente,
Rio de Janeiro,
Montevideu
e
Bue
nos-Ayres.
O« preços
são muito rasoaveis
Esta
companhia
para
maior
vantagem,
resolveu
ter
a
bordo
de
lodos
os
seus
vapores,
criados
e
cosinheiros
portuguezes
para
servirem os
passageiros
de
todas
as
classes,
cujo tratamento
se
torna
hoje
o
melhor
possível.
Cada passageiro de
3.a
classe
tem
grátis,
belixe com colchão
e
roupa
de
cama, vinho
e
comida
á
portu-
gueza,
tudo
em
abundancia.
O
transporte
do
caminho
de
ferro
até Lisboa
é
por
conta
da companhia
bem
como
outras
despezas.
Para mais
esclarecimentos
prestam-se
em
casa
do agente
n
’
esta
cidade,
rua
do
Souto
n.°
43.
—
Em
Braga.
João
Manoel
da
Silva
Guimarães.
(581)
COMPANHIA
DE
MEAÇÃO
A
VAPOR
DO
PACIFICO
Rio de Janeiro, Montevideu, Buenos-Ayres, Valparaiso, A rica
Islay e Callao
CARREIRA QUINZENAL
PARA PIRNAJIBICO E BAHIA
A
Companhia
reduziu
os
preços,
conservando
as
mesmas
vantagens
como
até aqui
tem
oflerecido
aos
snrs.
passageiros:
excellentes
commoctas, bom tra
tamento, bastante espaeo
para
bagagens e viagens rapidas,
pois
que
OS
Paquetes
«lo Paeifieo
tem
gasto
sómente
13
«lias
de Lisboa ao Rio de
Janeiro.
Preços
das passagens
incluindo
o
caminho
de
ferro
do
Porto para
Lisboa
G
a r
r e
ir a
semanal
A
’s
quartas
feiras
Crianças
dos
passageiros
3.’
CLASSE
2.
*
CAMARA
1.
*
CAMARA
Pernambuco
...................................................
40&000
81&000
108000
Bahia.............................................................
40&000
90^000
117000
Rio
de
Janeiro....................................
45^000
90^000
121000
Montevideo e
Buenos-Ayres.........................
54&000
90000
157000
Valparaiso, Arica,
Islay
e
Callao
....
126&000
189000
308000
Até
aos
12
annos meia
passagem. A!é
aos
8
annos
a
quarta
parte.
Alé
aos
3
annos
grátis,
uma
só
de
cada
familia.
Todas
as
terças
feiras
sahirá
de
Lisboa
um
paquete,
os
passageiros
de
3.
*
classe teem
beliche
com
colchão
e
roupa,
comida
a
portugueza
em
abundancia
e
vinho
duas
vezes
por
dia
AGENTES
EM
BRAGA
—
Almeida & Pereria.
Trata
a
passagem
a
pagar
â vista
e
a
prazo
com
fiança.
(K
★)
III
IRIIOS
DO ALTO DOURO
DA
CASA DE VILLA
POUCA
RUA
DO
SOUTO
N.°
15
BRAGA.
Acaba
de
ser
sortido
este
armazém
com
as
seguintes
qualidades de vinhos
engarrafados
e
aquai
lilhados :
ENGARRAFADOS
Vinho
tinto de meza.............................
150
>
>
>............................ 190
»
Lagrima
........................................
200
» Branco
de
meza
.............................
210
»
tinto
de
meza
fino.
.
.
.
270
>
de
prova
secca
.............................
300
«
Malvasia de
2.a............................... 360
>
>
velho
...................................
400
>
Bastardo
........................................
500
*
Moscatel......................................... 500
»
Malvasia
.........................................
500
»
Roncão........................................
700
»
Alvaralhão...................................
560
»
Velho
de
1854..........................
600
A
RETALHADO
Vinho para
meza
50
e
80,
o
quar
tilho
tinto
e
120 o
branco.
Responde-se
e
garante-se
a
pureza
e
boa qualidade
de
todos
estes
vinhos,
po
dendo
todo e
qualquer
consumidor
man-
dal-o experimentar
por
meio
de
qualquer
processo
cbymico.
N
’
estes
preços
nãa
fica
incluído
o
valor
da
garrafa
que
o
comprador
apre
sentará
ou
pagará
50
reis
por
cada
uma.
______________________________
(N.J
NOVIDADE
44, Rua «lo Souto, 44
Campos
&
Almeida,
acabam
de
rece
ber
grande sortido
de
chapéus
de
feltro
e
seda,
«ultima
moda»,
da
acreditada
fa
brica dos
snrs.
Maia
e
Silva,
do
Porto,
que
vendem
pelos
preços
da
fabrica.
Também
se
fabricam
e
consertam
cha
péus
de
iodes
as
qualidades.
(2330)
NOVA
FUNDIÇÃO DE
FERRO
DE
Antonio
Germano Ferreirinha
NA
Travessa de
S.
João
Aonde
faz
toda
a
obra,
assim
como
bombas,
conçollas,
columnas
para
gaz,
pe-
zos
novos,
panellas á
ingleza
de
todos
os
tamanhos,
canos para
agoas
e
gaz, e
toda
a
obra
de
fundição,
como
grades
para
sacadas,
obra
de
metal,
sinos
e
outros
ob
jectos
de
igual
teor
etc.,
pelos
preços
do
Porto.
AGOAS
MENERÃES
Na
pharmacia
de
Antonio
Domingues
Alvim, ha
deposito
de
agoas
naturaes
das
Pedias
Salgadas:
Alcalina
de
Moura,
En-
tre-Rios.
das
Caídas
da
Rainha,
Sedlitz,
Verim,
Vidago
e
Vichy.
iQ
*
)
Rua
de S.
Marcos n.°
14
Brilhantes
ou
esmaltados,
12
20000
Sobre
papel albumina
12
10006
Perfeição
e
nitidez garantidos.
—
Photo-
grapho
do
Porto.
(2491)
L
’
Ulusiration
de
la
mode. O
mais
elegante, ricámente illustrado
e
barato
dos
jornaes
da
moda.
Publica-se em
Pariz
uma
vez
por
mez,
no
formato
dos
grandes
jornaes
illustrados.
Cada
numero contém
dez
a
quinze
mo
delos de
toiletle,
uma
grande folha
de
mo
delos
de
tamanho
natural e
uma
magni
fica
gravura
clorida.
Quem
quizer
assignar
esta
publicação,
dirija-se
á
livraria
de
Eugênio
Chardron,
largo
de
S. Francisco.—
Braga.
A
empreza
offerece aos seus
assigoan-
tes
um
magnifico
cofresinho
contendo
tu
do
o
que
é
necessário
para
um
toucador
e
cujos
objectos
valem
para
citua de
20
fran
cos.
Preços
d’
as«ign8tura
—
Portugal:
sem o
referido brinde
—
9 fr.
Com
o
brinde —
13
fr.
MEDALR4
I»K
HONRA
FERRUGINOSO,
CLARO
E
TRIGUEIRO
DE CHEVRIER
Cavalleiro
de Legião de
Honra, O-fflcial
do
Medjidiê e
Commendador da
ordem
d'lzabel a
Catholica.
O
oleo de Cbevrier
deve
o seu aroma
a
subtancias balsamicas que ainda
wgtnentfto
as suas propriedades thera
peuticas ao mesino
tempo que o tornâc
igradavel ao tomar-se.
O
senhor Chevrier completou a sua
iescuberta
associando o
lodureto de ferro
ao
seu
oleo de fígado de
Bacalhau. Este
oleo de
flgado de
bacalhau
ferru
ginoso
possue
todas as propriedades do
oleo
e do ferro, é de íacil digestão e
mnea
causa prisfto do ventre
Todas
as celebridades medicas o pre
ferem
às outras preparações ferrugino
sas.
Convém
em
todos os casos em que
-o emprega o ferro :
Tislea pulmonar.
Rronehltes, RachRismo, Escrófulas,
Euipigens, Gota,
Rh^umatismo,
Dys-
pepsia, Convaleeencias
demoradas e
Fraqueza de
censtituiçAo.
oKPOSiTO
xm
páris
:
Pharm.
CHEVRIER
£1,
Faubourg
Montmartre.
No
Porto
: pharmacia Albano praça de
D.
Pedro, 96 em Lisboa : phaimacia Oli
veira,
rua dos Retrozeiro»,40
(L
*
)
SâSlttO
Precisa-se de
um
caseiro
que
tome de
arrendamento
uma
quinta
distante d’esta
cidade
uma legua,
sendo
os
cereaes
de
meias
e
os fruclos
de
terço.
Quem
preten
der
dirija-se a
Anlonio
Joaquim
Loureiro,
rua
Nova
n.°
3—Braga.
(2435)
ALMEIDA
& PEREIRA
Largo
do
Barão
de
S.
Martinho
n.°
Compram
e
vendem
acções
de
todos
os
bancos
e
companhias, e
inscripções
d’
assenlamento
e
coupons.
(I)
BRAGA
:
TYPOGRAPHIA LUSITANA — 18"» - É o formato de
-
comerciominho_01071875_364.pdf
Parte de Comércio do Minho (O)