comerciominho_25051875_349.xml
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-
3.’
ANNO 1875
FOLHA
COMMERCIAL RELIGIOSA
E
NOTICIOSA
NUMERO 349
Assigna-see
vende-se
no
escriptorio
do
editor
e
proprietário
José
Maria Dias
da
Costa,
rua
Nova
n.°3E, P
ara on(
|
e
deve
ser
dirigida toda
a
correspondência
franca
de
porte.
= As
assi-
gnaturas
são
pagas
adiantadas
;
assim
como as
correspondên
cias
de
interesse
particular.
Folha
avulso
10
rs.
i
*
ub
mc
A.-SU
AS
TERÇAS,
QUINTAS
E
SABBADOS.
P
reços
:
Braga,
anno
l$600
rs.=Semestre
8:50
vs.=Provin-
cias,
anno
2&4Ó0
rs
e
sendo
duas
4<S000
rs.=Semestre
1&250
rs.=
Brazil,
anno
4S400 rs.=Semestre
2&300 rs.
moeda
forte,
ou
10&000
reis
e
5-S500
reis
moeda
fraca.=Annuncios
por
linha
20
rs., repetição
10
rs. Para
os
assignantes
20
°/
0 d
’abalimento.
BRAGA
—
TERÇA-FEIRA «3
ME
IRA
IO
Se
a
revolução
não
estivesse
já
bem
caracterisa
la
na
historia,
bastariam a
dar-
nos
(Bella unia
ideia
exacla
os
seus
eílei-
tos
na
actualidade.
Quasi
não passa
um
dia
em
que
não
tenha
a
rcgistrar-se
mais
um
alternado,
uma
violência
mais
para
impellir
a socie
dade
até
ao
abismo
da
anarchia,
que
é
a
consequência
precisa
de
suas
doutrinas
e
princípios
deleterios.
Não
é
necessário,
que
um
estudo
mi
nucioso
de
suas
lheorias
dissolventes
nos
ponha
a descoberto
o
alvo
de
seus
inten
tos.
Os
factos
que
uão
mentem,
e
que
são
simplesmente
a
apphcação
pratica das
ruins
ideias
qne
alimenta
em
seu
seio
a
hidra
revolucionaria,
mostram, evideniemente a
todos
os
espíritos,
que
a
revolução
é
nas
palavras
a
mentira,
como
unico
meio
que
póde
leval-a
á
consecução
de
seus
fins
tenebrosos.
Não
é
já
um
paiz
ou
outro,
que
co
mo
lacto
isolado
possa
dizer-se
uma
ex-
cepção
á
regra geral.
Mas
em
lodos
os paizes, porque
em
todos
elles
a
revolução
impera
hoje,
pó
de
ver-se
pela
uniformidade
de
seus
actos,
a
identidade
de
sentimentos
e
princípios
que
a
determinam.
Procure-se
entre
os
escombros
revo
lucionários
uma
só
d’
essas grandes ideias,
com
que
se
decora,
para
fazer
se
accei-
tar,
que
não
se
encontra.
Sangue
e
ruinas
são
os
únicos
monu
mentos
em
que
deixa
insculpida
a
sua his
toria.
E
uão
póde
attribuir-se
ao caracter
de
um
povo,
o
que
pela ine»ma forma
e
com
idêntica
ferocdade
se
tem
repetido
já
em
paizes
differentes.
Ao
sangue
derramado
em Paris,
suc-
cederam-se
as
victimrs
de
Alcoy e
Carta-
gena,
como
agora
mais recentemente
o
assassinato,
a
pilhagem e o
incêndio
que
a
revolução
soprara
em
Buenos-Ayres.
São
sempre
os
mesmos effeilos,
pro-
dusidos
pelas
mesmas causas
que
operam
igualmente
em
toda
a
parle.
Nem
se
attribua
a
mero
desvairamen-
lo
de
alguns
espíritos
o
que é
consequên
cia
iinmediala
de
princípios
estabelecidos
e propalados.
O
mundo lodo
está
pejado
d
’
esles
prin
cípios
revolucionários, que,
se
na
practi-
ca
não
tem podido conseguir
uma
expan
são
analoga
em
toda
a
parte,
é
simples
mente
porque cireumstancias
especiaes
lhe
tem
feito
impedimento.
Quem
pó.le
duvidar,
porém,
que
o
ger-
men
do
mal
está
geralmente
diflundido,
quando
mão
ha
nação
em
que Deus quasi
não
tenha
que occultar-se como
léo
dis
tado?
E se
o
germen
existe,
não
será
ver
dade
qoe os
tempos
correm
favoráveis
ao
seu
desenvolvimento?
A
revolução
escalou
o
poder,
para
me
lhor
applanar
o
caminho
que
a
deve levar
ao
desejado triunfo.
Leis,
escolas,
imprensa,
tudo
se
ha
con
vertido
em
meios
de combate,
qoe
no
momento
dado
se ha
de
travar
decisivo.
Fez-se
déspota,
quando tanta
liberdade
havia
proclamado?
Tornou-se
barbara,
sanguinaria
e
bru
tal,
tendo-nos antes
prégado
fraternidade,
humanilarisino
e
civilisação?
E
’
por
que
estertl
para os grandes
sen
timentos,
o
punhal
e
a
espada
são
os
úni
cos
elementos
de
vida,
que
a
revolução
tem
por si.
O
poder
revolucionário
odeia
a
liber
dade,
porque
no
momento
em
que
não
host11isasse,
morreria
sem remedio.
Tironico
por
naturesa,
não
o
é
menos
por
necessidade
propria.
E
embora
procure
occullar
o
horror
de
suas
feições
moraes
com
enganosas
ap
parencias
de
palavras e vãos
simulacros
de
política,
os
raios
que
de
si
despede,
figu
ram-se
lampejos
brilhantes
de
fulgidas
es-
trellas
e
são
faiscas incendiarias
de
lava-
redas
sinistras.
Assim
o
tem
sido
por
tres
secolos
e
assim
o
é
ainda
hoje.
Correspondência estrangeiro
PARIS,
17 DE
MAIO.
(
Correspondência
particular
do
<
Commer
cio
do
Minho»)
Teve
emíim
logar
a
nova
abertura
da
camara, tão
impacienlemenle
desejada por
uns,
e
tão
temida
por
outras. As
princi-
paes
bases
em
que
as
supposições
se
apoia
ram
são
tão insignificantes
como
nullas.
Nenhum
dos ministro
*
fallou, uão
houve
debate
algum,
assim
como
não
houve
o
menor
incidente.
Com
ludo
um
dia
tornou-
se
mais
importante
que
nenhum
dos ou
tros:
foi
aquelle
em
que
se
discutiu e
adoptou
a
proposição
Courcelle, que
su
prime
todas
as
eleições
parciaes, conside
radas como
inúteis
e de
natureza
a
exercer,
ern alguns
departamentos,
uma
agitação
supérflua
para com
as
eleições
geraes,
ha
vidas
como
inevitáveis.
Todas
os
deputa
dos
da
direita, a
principio
oppostos
á
re
paração
da Assembleia,
parece
terem
mu
dado
de
parecer
durante as
ferias.
Em
*uas
conversaçõs
dizem,
alta
voz,
que
jul
gam
terminados
os
afazeres
da
assembleia,
e portanto,
chegado
o
momento
de
se
re
tirar.
E’
oppiuião
geral
de
que
nada mais
lhe
resta
fazer
do
que
ceder
o
logar a
outra
assembleia
;
de
que
a
dissolução,
é
agora
apenas
uma
questão
de
tempo.
Uma
grande
parte
da
esquerda votou
com
os
da
direita, pela
realisaçào
das
eleições
par
ciaes;
inas
com
a
condição
de
que
o
go
verno
se
pronunciaria
por
uma
destas
por
elles fixada
para
a
dissolução
Porém,
em-
quanlo durou
a
discussão,
os
ministros
con
servaram-se
silenciosos,
deixando
a
Assem
bleia
senhora
de
íixar
a
seu
bel-prazer
es
sa data,
no
caso de
julgar
isso
convenien
te.
Em
consequência
de
tal
procedimento,
os
da
esquerda
estão
bastante
desconten
tes.
e
tratam,
por
tolas
os
meios
ao
sra
alcance,
de
fixar
uma
data para
as
pró
ximas
eleições.
Para
esse
fim
será
dentro
em
ponco,
appresentada
uma proposta
pe
rante
a
camara.
Pelo que diz
respeito ás
diversas
fraeções conservadoras,
sabemos
quts
até
hoj,e
não
teem querido concordai
ácerca
da epoca
em
que
deve
realisar-se
a
dissolução,
para
assim,
lerem
a
liberda
de
do adoplar
qualquer
medida
ou
lei
que
lhes
pareça indispensável, antes de
ser
elei
ta
a
nova
camara.
E
’
pois
de
presumir
que se
trave
grande
lucta,
quando
tiver
de
appresenlar
a
resenha
dos
trabalhos
que
a
Assembleia
ha
de efleituar
antes
da
sua
partida.
Coin
o fim
de
abreviar
a
dissolu
ção,
os
republicanos
tratam
de eliminar to
das
as
discussões que
lhes
não são
preci-
samente
favoráveis,
e
entre
elfas
a
relati
va
ao
ensino superior. Se
desgraçadamen-
te
os
nossos
amigos
forem
em
numero
iuferior,
leremos
de
ver
esquecidas
ou
pe
lo menos
adiadas
não
sabemos
até
quan
do,
algumas
leis
cuja
adopção é de
suin-
uia
e
reconhecida
importância.
N
’
estas
condições
facilmente
se
conhe
ce
a
iutelligencia
e
harmonia
que
é
pre
ciso
haver
entre
os
legitemistas
;
mas
in-
felisineute
somos
forçados
a
confessar que
essa
harmonia
não
existe,
e
que
entre
os
nossos
amigos
não
ha
a
união
que
devia
haver. Nas
fileiras
da
direita
nota-se uma
tal
ou
qual
tendência
para
o
governo.
O
voto
das leis
constitucionaes de
28
de
fevereiro esiá
já
bem
ionge
do
espiri
to
de certos
deputados
;
a
opposiçâo
em
que
parece
dever
conservarem-se,
em
con
formidade
com
o
voto
que
estabeleceu
a
republica,
esta
prohibida ;
e,
com
receio
dos perigos
exteriores,
ou
com
a
mira
nu
interesse
eleitoral,
os
membros
d
’
esla
fraeção da Assembleia
tendem a
reentrar
na
maioridade
governamental,
reparando-
se
da
estrema
direita.
Tem-se
tratado
va
rias
discussões sobie a
política
geral
em
que
leem
tomado
parte
os
principaes
che
fes
do
partido.
Está
decidido
que
a
reu
nião
apoie
M.
Buffel
em
todas
as
resolu
ções
que
elle tomar
A
esquerda,
da
sua
parle,
parece
ter
renunciado
á
ideia
de
le
var
a
eíleilo uma
crise
ministerial.
Des
te
lado,
por
tanto,
pelo
menos até
ao
pre
sente.
A extrema
direita,
isto
é,
os
legitimis
tas
puros,
nada
resolvem
até
hoje, com
relação
ao
caminho
que
ha
de
seguir.
Sem
fazer
opposiçâo
syslematica
ao
novo
esta
do
de
cousas,
facilmente
se
comprehende
que
ella
se
conservaiá
a distancia
t
m
hon
ra do
príncipe que
representa.
Os
seus
membros
estão
resolvidos
a
absterem-se
completamente
de
toda
a
participação
re
lativa
ás
leis
organicas
da
constituição
de
28 de
fevereiro,
e
a
não
darem
o
seu
con
curso
ao governo,
senão tm
questões
de
ordem
social.
Portanto
opeiar-se-ha,
den
tro
em
pouco,
mais
uma
divisão
no
seio
da
direita.
Em
quanto
que
uma
parte
da
direita
moderada
adhtre
ao
centro
direi
to,
vae
o
resto
absorver--e
na
extrema
;
de
maneira
qne,
com
esla
evolução,
as
cores
polittcis
fundem-se,
e
em
breve
não
haverá
mais
que
uma
direita
mouarchica
mais
ou
menos
republicana.
Assun reduzi
da,
a
direita comprehtnderá
mais
de
100
a
120
membros.
Terá
de
adoptar,
segun
do
as
cireumstancias,
a
atitude
que
lhe
parecer
mais
em harmonia
com
o
interes
se
do príncipe
monarchico
e
da
sociedade;
porém p»rece-nos
diílicil
que
possa
d’ante-
mão
e
por si
mesma,
elaborar
um
pro
gramma
condigno.
(Couelne
no
proximo n.B)
-- ------- ——----
Alfândega
da
Fé
14 de maio
(Correspondência
particular.)
Grandes
bens,
e
de
incontestável
van
tagem
resultam
para
a
religião,
pa^a
a
Egreja
de
Deus
e
para a
sociedade
das
missões,
especie
de
exercícios
espirituaes
feitos
por
quem
de
alma
e
coração
se
ha
devotado
á carreira
espinhosa
e
ardua
de
conduzir
almas
para
Deus e arrancal-as das
garras
do
demonio,
que
havia feito
n
’
ellas
a
sua
presa.
E
ainda
ha
impios
que se
atrevem
nos
nossos
dias
a
negar
a
incontestável
vanta
gem
d’
esias
santas missões,
e
não
atten-
tam
ou
não
querem
attenlar e
olhar
pa
ra
as
muitas
conversões
de
peccadores,
que
n
’ellas
se
operam,
que
são
obra
da
graça
divina,
que
se
manifesta
por inter
médio
d
’estes
santos
e
zelosos
missionados,
qne
com
o
seu
verbo inspirado,
coin
a sua
vida
exemplaríssima,
e
com
os
seus
conse
lhos evangélicos conseguem
aquillo
a
que
se
proposeram
na
sua dedicação sublime
pelo bem
do proximo,
e
na
sua
ardente
caridade
pelos
bem
das almas
!
Todas
es
tas
considerações
foram-me
suscitadas
por
uma
missão
a
que
tive
a
honra de
assis
tir
em
Allandega da
Fé,
aonde
presenciei
os
mnumeiaveis prodigios de zelo
pela
salvação das almas,
praticados
pelos
di
gnos
e
meritíssimos
sacerdotes que
a
dirigiram
e fizeram
com
que
ella
attingis-
se
perfeitamente
o
fim
para que foi
ins
tituída.
Cabe-me aqui dar
um
voto
de
merecido
louvor
ao
digníssimo reitor
da
Alfandega
da
Fé,
por
no
ultimo
quartel
da
sua
vida
gloriosa e
consagrada
sem
pre ao
bem
ua
Egreja,
conseguir
para
a
sua
freguezia, uma torrente
de graças
es-
piiiloaes,
que foi
deuamada
durante
esla
santa
missão.
Oh
!
religião
sublime,
que
tantos
bens
espalhas
a
fluix
sobre
os
teus
filhos
por
quem
deveras
te
comprehende
!
O
reverendo
sacerdote,
que
dirigiu
es
ta
missão,
foi
o
muito insigne
e
conhe
cido
snr.
padre
Como,
nome
de
ninguém
iguorado,
por quem
segue
com
disvelo
o
augrnemo
da
nossa
santa
religião,
da
qual
elle
é
beuemerito.
Foi
coadjuvado
n
’este
sagrado
empenho
com
não
menos
zelo
e
fervor
pelos
muitos
reverendos
missioná
rios
os
Mirs.
padre
Agostinho
de
Sousa
Gonçalves
patbe
Manoel
Dias,
ambos
mui
to
conhecidos
pelos
excellenles
dotes
ora-
lorios
e
sã
doutuna
que
desenvolveram
durante o
tempo
da
missão, da
q
(ja
|
f
0
.
ram extremosos
e
infatigáveis oradores
sa
grados.
No
coníissionario,
que
regorgitava
sem
pre
de
gente,
que
corria
a
procurar
o
remedio e
a
consolação
aos
seus
males
no
santo
Sacramento
da Penitencia, fo
ram
constantes
e assíduos
o
reverendos
snrs.
padre
Vicente,
padre
Joaquim e pa
dre
Manoel
dos
Santos
Cabral,
afóra
al
guns sacerdotes
d
estas
visinhanças
que
lambem
vieram
ajudar
nestes
santos
tra
balhos.
E
assim
eia
preciso:
o
povo
era
im-
menso,
o
templo
d
’
Alíaodega
era
peque-^
no
para
em
si
conter
urna
rnassa
tão
com
pacta
de
gente
;
por
onde
se
prova
aos
impios
que
o
nosso
povo
tem
crenças e
crenças
muito
arreigadas,
e
revivificadas
agora
no
cry>ol
puríssimo
d
’
esles
santos
exercícios
da
missão.
Bem
hajao
aquelles que se
dedicam
a
lao
sublime
carreira
!
A
communhâo
geral
foi
o
acto
mais
so-
lemne
e
edificante
d’
esta
santa
Missão,
bem
como
a
communhâo
dos
meninos
foi
o
mais
commovedôr
até
ao
ponto
de
fazer
chorar
de
alegria
os
corações
mais
duros
A
communhâo
geral te^e
logar
no dià
13
do
corrente
e
é
calculado
o
numero
das pessoas
que
commungaram
só
nesse
dia
solemnissimo
ern
800
approximadamen-
te.
Depois da
communhâo geral
e
como
despedida,
subiu
ao
púlpito
o
revd.
0
snr.
padre
Agostinho,
que tomando
para
the-
ma
do
seu
ultimo
sermão
aquellas
uafavras
de
S.
Paulo,
ao despedir-se
dos
Galathas
—
entrego-vos
a
Deus
e
á
sua
divina
gra
ça
—fez
sentir
«aquellas
gentes
o
quanta
lhes
era
necessária
a
perseverança
para
se
salvarem, mostroti-lhes
os
meios
de
a
alcançarem,
premuniu-as
contra
os
erros
e
insídias
dos
tres
inimigos
da
alma,
e íi-
nalmente
entre
lagrimas
sentidas
despe-
diu-se
do
povo
até
um
dia,
em
que
nos
vejamos
na
eternidade.
Logo
que
echoaram
estas
palavras
nos
coraçoes
dos
assistentes, os
clamores
de
lodos
ergueram-se
unanimes
a
prestar
um
preito
de
sentida
separação
e
vivíssima
saudade
qoe
deixavam
em
Alfandega
estes
zelosos
missionários
apostolicos.
Em
dezoito
dias
que
aqui
estiveram
conseguiram
o
amor,
a
amisade
sincera
de
todas
as
pessoas,
que
os
consideravam
ja
como d’
esta
terra,
e
os
queriam
vèr
sempre
entre
esla
gente.
A
despedida foi
cruel
porque
a
saudade
que
de
si
deixa
ram,
hade
viver
gravada
em
todos os
co
rações
que tiveram
a
dita
de
os
ouvir.
Era
vista
d
’
estes
admiráveis
resultados,
quem
se atreverá
a
negar
a
importância
ias missões?
só
quem
lòr
obcecado,
e
por
esse
mesmo
peçamos
a
Deus
o
converta
á
sua
divina
graça.
Muilo por
alto
esbocei
os miríficos
elfaitos
d
’
esta
missão,
mas
melhor
de
que
eu,
fal
a
geralmente
tedo o
povo d’
Allaldega
da
Fé,
aonde
se
estão
fa
zendo
sentir
as vantagens
d
’e>tes
santo»
exercícios,
e
exalá
que elles
perdurem
stm-
pre
porque
é
um
presagio
seguro da
boa
ndole
reiigiosa
deste
povo,
que
quer
sal
var-se,
que para
isso
persevera
na
lei
do
Senhor,
porque
Elle
ha
dito
:
qui
perse-
veiavent
usque
adfinem,
hie
salvas
eril.
Concluo
esla
longa correspondei
cia
com
Havas
de
15,
mostra
claramente que
o
bombardeamento
foi
terrível,
nào
só
para
a
esquadrilha,
como
para
a
praça,
que
licou redusida
a
cinzas.
Parece-nos
que
ainda
se
não
disse tudo
a
esle respeito.
Segundo
se
lê
no
«Imparcial,»
esta
vam-se
embarcando em
Bayona
15:000
es
pingardas,
para
as
descarregar,
por
al
gum porto,
em
lerritorio tio
domínio dos
carlistas.
O
caslello
de
Collado,
defendido
por
os
carlistas,
foi
delinilivamente anilhado.
Morella continua
e^treilamenle blo
queada.
Os
carlistas
da
província
de Valência
estabeleceram
em
Alpuente
a
caixa dos
quintos.
Bayona
15.
—
Hontem
os
carlistas
não
atiraram
sobre
Guelaria
senão
jntervalla-
damente.
A
esquadrilha
sofireti.
O
«Consuelo»
recebeu uma
bala
que
o
atravessou
de
lado
a
lado;
esteve
a
ponto
de
soçobrar.
A
«África
recebeu
muitas
balas
que
lhe
mataram
ou
feriram
8
marinheiros.
Guelaria
está
redusida
a
minas,
mas
o
forte
está intacto. A
artilheria
da
guar
nição causou
algumas
perdas aos
assaltan
tes,
que,
se
julga
voltarem
ás
margens
do
Orio,
para
bombardearem
Renleria.
San
Sebaslian
16.
—
Os
carlistas
leva
ram
uma
parte
da
artilheria
para
defronte
de
Orio. Preparam
um
ataque
contra
Ron-
leria
Construem
baterias
no cume
do
Monte San
Marcos, onde
puseram
hontem
dois canhões.
Asavaiias do
«Consuelo»
eslão
repa
radas.
Os
carlistas
dizem que
o
bombardea
mento de
Guelaria
teve
logar
em
repre
sálias
do
de
Artazu
e
Ciranqui na
Na
varra.
COLLABORAÇÃO
$o⻣'e
«s»
acontecisuesAtot
*
«3e
Hi«-
panflin.
VII
(.Conclusão}
Oh!
A
Revolução
é
muito
amiga
do
povo,
mostra
sel-o :
com
a
palavra
—po
vo—
enche
as
mais
campantidas
paginas
dos
seus
escriptos,
proclamações,
pro-
grammas,
e
até
as
columnas
dos
seus
jor
naes.
Para
o
povo
e
pelo
povo
diz
com
bater na
humilde vanguarda
dos
obreiros
do
progresso;
aos
deputados que
ella
tazj
eleger
lá
a
seu
modo,
cbama-lnes
em
fra
se
muito
popular
representantes
do
povo
:
quando
se
tracta
de
formar
governo
defi
nitivo,
como
em
França,
pede
voz
em
grita
um
plebiscito,
e
formam-se
juntas
de
ap-
pel
au
peuple
coin
o
intuito
de
restaurar
o
governo,
que
em
França
consentiu
que
um
membro
da
familia
imperial
se
gavas-
se no
Senado
de
comer
carne
em
Sexta-
feira
Saneia,
um
governo que
patrocinou
a
infeliz
ideia
de
erigir
em
Paris
uma
estatua
a
Vollaire,
símbolo
de
todas
as
paixões
ruins!
Oh
I
pobre
povo
!
como
és
Imiribiado
nas
mãos
da
revolução
! és
um
joguete,
em manequim,
que
os
homens
da
revolução
movem a
seu
bel-prazer,
em-
bahndo-te
com
meia
dusia
de
palavras
lisongeiras
em
que le
promettem
grandes
cousas.
Em
lheoria
para o
povo não ha me-
Ibor
-isienra,
do
que
todos
os
que
pro
veem
da
revolução,
como
o
liberalismo,
republica
etc.,
mas
na
practica
que
vêinos
nós,
e
que
vê
o
povo?
vexames
de
toda
a
ordem,
e
insultos
soeses
a
indo
o
que fia
de
mais sagrado, por
meio
d
’
uma
impren
sa
libertina
e
desbragada.
O
povo
é espesinhado com
tributos de
tods
ordem,
e
munas
vezes
mandado
acu-
tilar
nas
ruas
publicas
se
ousa levantar
um
brado
de
indignação
contra
a
torpêsa
d>
esles
rnuderoos
Baltliasares,
que
nos
pa
ços
se banqueteiam,
e
divertem
emquanlo
o
povo
geme,
e
chora.
Ah
!
mas
elles
são
muito
amigos do
povo.
...
Em
virtude
d
’
estas
verdades,
que
aqui consignamos
para
o
povo,
quem
ha
’
hi
que
se
não
insurja
contra
a
revolu
ção
que
é
uma
nossa
madrasta
cruel
em
logar
de
ser
uma
boa
mãe,
como nos que
rem
fazer
vêr
os
seus
adeptos
e
afteiçoa-
dos
?
Na
Hispanha
lá
se
crusam
armas e
se
quebram
lanças entre os
dois princí
pios
diamelralmente oppostos
—
a
revolu
ção
e
a legitimidade.—
Quem
vencerá,
o
futuro
que
não
vem
muito
longe,
nol-o
dirá, sopposlo
que
podemos
já
afloulamer:-
enviar
uma
viva
saudade aos
zelosos
mis
sionários,
que
ião
betn
souberam
desem
penhar
o
elevadíssimo
innnoi
de
conduzir
almas
para
Deus,
de
quem
só hão
de
re
ceber
lodo
o
premio, porque
o
seu
desa
pego ás
temporabilidades
os leva
a
des
pregar
todo
o interesse,
que
lhes
offercçam.
Pela
inserção
d’estas
mal
escriptas
li
nhas
no
seu
acreditado
jornal
lhe
ficará
summamente
grato
o
que
é
De v. etc.
Manoel
d’
Almeida
Barbosa.
REVISTA
ESTRANGEIRA
As
únicas
noticias
de
guerra
são
as
seguintes,
qne passamos
a
transcrever
do
«Correio
da
Tarde»:
Diz
o
«Diário»
de
Zaragosa,
de
segun
da-feira
:
«A
’
ultima
hora
sabemos
a
desagradá
vel
noticia de
que o
general
Despujols
regressou,
hontem,
a
esta
cidade
buscan
do
allivio para
umas
dores
rheumaticas
que
o
atormentam.»
—A
13
chegou
a
Gddácano
o
novo
commandante
general
faccioso da
Byscaia,
o
snr. Carasa, acompanhado
de Berriz
e
seus
ajudantes. No
mesmo
povo
eram es
perados
o
intitulado
brigadeiro
Echevarri
e
outros
ch
j
fes
carlisla-'.
—
N
’
estes
dias
dirigiram-se
ás
Encar-
taciones,
segundo
o
«Irurac-Bal»,
tres
ba
talhões
castelhanos
procedentes
da
Navar
ra,
regressando
a
esta
província,
ou
a
Guipuzcm
dois
batalhões Guipuzcoanos.
Em
Amurrio
achavam-se
ires
esquadrões
facciosos.
No
reducio
carhsta
de
Ansó-
t<
*
gui
ha'via no
sabbado mais
força
do
que
Costuma
haver.
—
Também parece
qne
perto
do
cam
po
de
Asúa
se
tinham
concentrado
algu
mas
forças carlisla
*
.
Gamnadi,
com
quatro
batalhões,
acha
va-se,
na
sexta-feira,
em
Las
Parras.
Em
Vai
de
Luna
continuam
os
car-
listas
a
destruir
as
obras
e
canos
da
es
trada.
—
Foi
nomeado, pelos
carlistas,
gover
nador
militar
de
Durango,
o
intitulado
bri
gadeiro
Mergeliza
de
Vera,
a
«quem
ha
pouco tempo
o
Pretendente
concedeu
a
gran-cruz
de
Isabel
a
Catholica.
—
Segundo
o
«Irurac-bat»,
o capitão
que
commaoda
o
esquadrão
de
cavallaria
carlisla em
Valnmeda.
chama-se
Delgado
e
é
um
sujeito muito
conhecido
em
Bur
gos.
—
Parece
que
os
carlistas
pedem
85:01)0
duros
aos proprietários
da
fundição
do
De-
sierto
(Bdban)
—
Dizem
de
Bilbao
que
as
avançadas
inimigas
teem
grande
abundancia
de
car
tuchos,
a
julgar
pelos
que
consomem
em
diflerentes
horas
do
dia
e
da
noite, cau
sando
algumas desgraças
enlre
pessoas
iijoílensivas.
—
Lê-se n’
um
periodico
bilbaino de sab
bado
:
«Ubser-va-se
certo
movimento
de
tro
pas
carlistas
nas
Eucartaciones,
até á
cosia.
Pessoas,
chegadas
hontem
e
ante-hon-
tem,
disseram
que observaram
grande
reu
nião
de
forças
pela
parte
de Somorrostro
em
direcção
a
Ciervana e
Sanlurce.
Em
Castro
parece
que
tomaram
precauções.»
—Segundo
o
«Noticioso
Bilbaino»
o
ca
becilha
Calulluco
passou
das
Encartacio-
nes
ao
valle
de
Asúa
e
povos
proximos,
d’
onde
cooiinúa
alistando
os
moços para
os
levar
a
Guernica,
onde
os
carlistas
teem
um
deposito
de instrucção.
Depois
de
in
struídos
no
manejo
das
armas
são
incor
porados
na
batalhão
a
que
pertence
o
seu
respeclivo
dislricto.
Emquanlo
se
conslrue
a
muralha,
que
ha
de
cerrar
o
recinto
de
OtiGl.
diz
um
peiiodico
Valenciauo
que
se
determinou
fortificar a torre
e
a egreja,
as
escholas
pias
e
as
casas
da
camara.
—Lê-se
no
«Imparcial»:
Os generaes
Ceballos,
Quesada
e
Ma-
kenoa
cooferenciarajn
hontem
com
o
mi
nistro
da
guerra.
Hontem
chegaram
a
esta côrte,
proce
demos de Zaragosa
devidamente
custodia
dos,
um
capitão,
um
alferes
e
dois
indi
víduas
càrlistas
prisioneiros.
—
A
«Union»
publica
a
circular
do
ministro
da
guerra,
de
Carlos
VII,
diri
gida
aos
gabinetes
da
Europa sobre
os
acontecimentos
de
Gratz.
E’
um
documento
bem
escripto,
e
de
um certo
alcance
político.
Por
demasiado longo,
que
é, não o
podemos
dar
hoje.
O
despacho
da
Agencia
te
dizer
que
a
causa
da
legitimidade
ex-
huberante
de
seiva
virificadora,
e
repleta
de
enthusiasmo
palriolico
ha
de
levar
de
vencida
a
causa
da
revolução,
morta mo-
raltneule, e
gangrenada
pelo
vrrus
da
anar-
chia
e
da
divisão e
subdivisão
dos
multí
plices
partidos,
que
se
degladiam
em
cam
po
raso.
Tão depressa
sôe
a
hora
em
que
a
Hispanha
sacudir
o
jugo
oppressor da
revolução,
que
logo
se
ha
de
repercutir
o
grito
de
alarme
pelos
quatro
cantos
do
orbe,
e
as
corôas
e
os thronos
revolu
cionários
se
hão
de
desmoronar
e
baqueia»"
por
si
mesmos,
e
as
algemas
sacrílegas
hão
de
cair
feitas
pedaços
dos
pulsos
do
Grande
Pio
IX para
tornar
a
ser
livre
den
tro
dos
seus
Estados, seu
património
ex
clusivo,
que
uma
invasão
sacrílega
lhe
arreb
*
ion,
quando
uma grande
desgraça
despedaçava
o
interior
d
’
uma
grande
na
ção,
que
tem sido
sempre
grande,
quer
oa
hora
da
mór
desventura
e
amargura,
quer
no
apogeu
das
grandesas humanes,
tocando
o
zeiiilh
da
gloria.
Tal
é
a fé
viva,
e
a
esperança
de
to
do
o
catholico.
Não
precipitemos
os
suc-
cessos, mas
por
elles
esperemos
anciosa-
mente
como quem
espera pela
nossa
re-
dempção,
que ha
de
traser
comsigo
o
trinnlo
da
Saneia
Egreja Catholica,
Apos
tólica
Romana.
Almeida
Barbosa.
GAZETILHA
IBe©5uriíçijo.
—
Sua
ex.
a
rev.
ma
o
snr.
Arcebispo
coadjutor
de
Braga manda
de
clarar
ao
Clero
que tem
de
assistir
á
pro
cissão
do
Corpo
de
Deus,
que ella sairá
da
Sé Primacial
ás
5
e
meia
horas
da
tarde
no
dia
27
do
corrente.
Unta
obra <le cnerito ou o <?a-
tSieeismo
«Se €Jíai!!oiM
—
Está Comple
ta
a
traducção
da
obra
de
Guillois
ácer
ca
da
explicação histórica,
dogmatica,
mo
ral,
lilorgica
e
canónica
do
Calhecisrno,
feita
em
linguagem
vernacnla
pelo
illuslra-
do
parocho
de
Gacia,
e
diligente
e primo-
rosamente
editadas
pelo
snr.
Ernesto
Char-
dron,
incançavel
propagador
de
livros
re
pletos de
instrucção religiosa.
O quarto e ultimo
volume
d’
esta
obra
impotlanlissima
versão
sobre
as
ceremonias
e
ritos
que a
Egreja prescreve para
a
ce
lebração
dos
oflicios
divinos, e
particu-
larmente
da
missa.
E
um
tratado
perfeitíssimo
de
litur
gia,
onde
teem
que
aprender
muito
o
cle
ro
e
os
fieis
: áquelle para
exercer
digna
mente
as
funeções
do
seu
ministério,
es
tes
para
saberem
qual
a
significação
das
ceremonias
de
que
a
Egreja
reveste
o
cul
to
externo,
e
as
graças
e
indulgências
que
prodigalisa
áquelle
*
que a
ellas assistem.
Nào
ha
de
certo
sciencia,
de
cujo
es
tudo
se
possam
auferir
maiores
vantagens
em
relação
á
ordem
sobrenatural,
como a
que
tem por
objecto
o
conhecimento
dos
ritos
e
ceremonias
religiosas,
visto
que
é
por
esse
meio que mais nos
approxima-
mos
de
Deus
e
nos
unimos ás
cousas
di
vinas
Todos sabem
o
quanto
edifica
em
bons
costumes
pelos
fructos
<le
verdadeira
pie
dade
chrislã que
produz,
o
culto
externo
devidamente
empregado,
peifeitameoteexer
cido
e
escrupulosamenle
observado.
No
inlaiilo,
até
hoje,
não
tínhamos
nrn
livro qne
fosse
duas
vezes
recommen-
davel
pela
instrucção
d
’
esle
genero
e pela
claresa
e
iutelbgencia
perfeita
da
doulnna.
O
snr.
Ernesto
Chardron
conseguiu
snpprir
esta
lacuna
com
a
publicação
com
pleta
da
explicação
do
Calhecisrno
de
Guil
lois, vertido
em
linguagem
correcia
e
pura.
A
melhor
recommendação d
’
esta
obra,
tão
util e
necessária
é,
além
d’ontras, a
sua
reiterada
leitura.
A’
vista
da
puresa
da
doutrina,
da
cla
resa
do
methodo,
ninguém
achará
dema
siados
os
encomios
tributados
a
uma
obra
a
mais
perfeita
que
lem
apparecido
n
’
es-1
te
genero,
ames confessará
que
as
nossas
apreciações
são
bem
fracas
e
até
indignas
do
subido
mérito
que tetp,
e
das
home
nagens
que merece.
Sem receio
de sermos
desmentidos,
po
demos
assegurar,
áqnelles
que
manusearem
o
Calhecisrno
de
Guillois,
não só uma io-
strucção
religiosa,
bastanlemente
profícua,
como
lambem
uma
edificação
verdadeira
mente
chrislã,
íilba
do
conhecimento
dos
dogmas
da
religião,
dos
altribulos
de
Deus,
das
verdades e meios
necessários
para
a
consecução
do
nosso
destino.
A
approvação
unanime
de
todos
os
homens
eminentes
na
cultura
das
scieu-
cias
religiosas, de
miritissimos
prelados,
á
frente
dos
quaes
figura
o
Doutor
dos
Dou
*
tores,
o
immortal
Pio
IX,
são
uma
re
commendação
obrigada
para
todos
os
fieis
qne
pertencem
ao
grémio da Egteja Ca-
tholica, afim
de
que
escolham,
de
prefe-
ferencia a
outros
esle
cathecismo,
que
faz
a
glorii
d
’
uma
nação
em
cuja
lingua
fei
escripto,
a
honra
d
’
um
paiz
em
cuja
linguagem
foi
vertido
e
a
melhor
recom-
mendaçào
d’um
editor
qne
se
desvela pe
la
diílusão
da
instrucção religiosa.
AmhialanciaM
earlifitas.—O «Di
reito»,
de
18
do corrente
diz
o
seguinte:
Recebemos
do
ill.m°
snr.
Manoel
José
Vieira
da
Rocha,
da
cidade
de
Braga
a
quantia
de 890700
reis,
para
as
ambulao.
cias
carlistas,
prouucto
da
subscripção
que
o
mesmo
snr.
promove,
e
pertencente
aos
meses
de
janeiro
do corrente
anno.
Acçiío
louvável.—
O
snr.
conde
da
Redinh
i
no
dia
do
anniversario
do
seu
ca
samento
e
do
anniversario
de
sua
e
*
posa,
abriu uma
capella qne mandou construir na
sua quinta
dos
Olivaes, e
na
qual se
venera
Nossa
Senhora
da
Conceição
de
Lourdes.
E!«ta»apáI9aa
<S«s jwe«3wes.
—
A
no
va
estampilha de
2
1
[2
reis
para os
jor
naes,
já
votada pela
camara
dos
deputa
dos,
representa
um quadrado
tendo
ao
ceuiro
um
oval e
as
seguintes
inscripções:
uo
alto
do
quadrado,
Portugal;
em
baixo
Jornaes.
Na
volla
do
oval.
Bois
reis e
meio
;
correio,
e
ao
centro,
em letlras
gran
des 2
1|2.
Ciktavt»
«Se
8RD»ga:e.
—
Do
«Cearen
se»:
•
Em
Baturilé,
segundo
nos
informam,
deu-se
em
dias
da
semana
passada, um
fe-
uomeno,
digno
de
estudo
dos
homens da
sciencia.
Eil-o
:
Quasi
todos
os
annos
cabem
alli
chu
vas
côr
de
rosa,
que
muitas
vezes
atter-
ram
a
população,
ignorante
d’
esses
fenó
menos
da natureza, e
a
que
chamam
—
chuva
de
sangue
—
.
Já
tivemos
occasião
de observal-o
e
possuir
mesmo
uma
pouca
d
’esla
agua,
que
depois
de
dous
ou
tres
dias
de
repou
so,
torna-se
perfeilameute
limpida,
apre
sentando
no
fundo
do
vaso, um
deposito
de matéria
pulverulenta
e
côr
de
tijolo,
que nos
pareceu
ferro
oxidado.
Presume-se
que,
sendo
a
cidade
situa
da
no
pé
da
serra,
onde
existem
grandes
jazigas d’
aquelle
metal,
e
passando
as
nu
vens
mui
proximo
a
ella,
o
accorrenlaca
em
estado
de oxidação.»
Febre amarella.
—
Foram declara
dos
suspeitos
de
febre
amarella
os
portos
da
província
de
Pernambuco,
a
datar
de
11
de
março
proximo passado,
continuan
do
o
Porto
rio
Pará
com
a
qualificação
de
inleccionado
que lhe
foi
dada
por
avi&o de
9
de
abril
ultimo.
<
Tma
conversslf».—
Eis aqui
o
qne
um grande peccador
convertido
acaba
de
escrever
ao
snr.
cura de Nossa
Senhora
das
Victorias
de
Paris:
«Snr.
cura,
lenho
5í
annos;
desde
a
minha
primeira
communhão,
nunca
mais
pratiquei
os
meus deveres
religiosos.
Da
idade de 22
annos,
entrei para
uma
so
ciedade de
livres-pensadores.
Deus
casti
gou-me
d
’um
modo
terrível.
Quatro de
meus
filhos
morreram,
o
quinto,
uma
me
nina,
estava
doente
desde
dois
annos.
Minha
irmã
disse-me: «Se
to
tivesses
confiança
na
Santíssima
Virgem,
ella
po
deria
obter
a
cura de
toa
filha.» Eu
res
pondi: «Se
assim
é,
eu
acreditaria
em
todas
essas
loucuras.»
Fez-se
uma
nove
na
a
Nossa
Senhora
das
Victorias;
no
ultimo
dia, rninha
filha
estava
curada.
Fui instado
para
me
render;
abaixava
a
cabeça.
«No
mez
de
junho
de
1871,
perdi
nma
<Je
minhas sobrinhas. Antes
de
morrer
esta
menina
disse-me:
«Meu
tio,
eu
vou
apparecer
na presença
de Deus;
eu
lhe
pedirei
que
vos
dê
a
fé.
E
visto
que
no
céo
ha
Nossa
Senhora
da
*
Victorias,
que
converte
aquelles
mesmos
que
não
pensam
n
’isso...
Meu
tio,
ajoelhai-vos
e
resai
comigo
um
Padre
Nosso
e
uma
Ave
Ma-
ria,
e
vereis
qne
o
bom
Deus vos
tocará.»
«Desde
então,
eu
não
linha
tranquil-
lidade
nem
de
dia
nem
de noite.
Por
mais
de vinte
veses entrei
em
Nossa
Se
nhora
das
Victorias
;
mas
de
todas
ellas
salii
sem
ter
o
animo
de
me confessar.
Eu
lhe obedeci.
«Um
dia, finalmente,
um
amigo
levou-
me
pela
mão,
e
me
condusiu
até
ao
com
fissiooario;
recebi
a
absolvição de
meos
peccados, e fui
depois commongar
ao
pé
do tumulo
do
rev.
0 padre Olivaint,
jesuíta»
um dos
marlyres da coinmuna.
«Não
posso
exprimir
a
minha
alegria
e
o
meu
reconhecimento.
Eu
queria
po
der
diser
a
lodos
aquelles
que
se
cu»'
3
sua
lucta
com
este
adversário. A
vinha
tem
íinalmenle o
tão
desejado
remedio,
e
<eve-se
elle
ao
snr.
Dumas.
Ha
dois
ou
tres dias
dizia-se
que
na
reepção
do
duque
de AudifTrel-Pasquier,
o
ilustre
sabio
havia
declarado
ao
mare-
chl
de
Mac-Mahon,
que
haviam sido
cooados
de
bom
resultado
os
estudos
a
qie
se
havia
dedicado
desde
algum
tetn-
pç
ácerca
d
’
esta
questão.
O
marechal,
teido
repetido
o
que
o
snr.
Dumas aca-
btva
de
lhe dizer,
esle
sendo
logo
mui
to
procurado,
respondeu
com
a
melhor
vintade
a
todas
as
perguntas
que
lhe
drigiram
ácerca
d’
este
interessante
assump
ta
Eu
teria
faltado
a
todos
os
meus
deveres
si,
sabendo
estes
factos, não
tivesse
lo
go
procurado
o
snr.
Dumas.
O
celebre
ciimico é
o
mais
bondoso
e
o
mais
anria-
vj
I
dos
mortaes,
e
é
seguramente
uma
glande
fortuna
o
encontrar um
pretexto
pira
lhe
pedir
um
momento
de
audien-
ca.
Eis,
pois
o
resumo
do que
elle
leve
a bondade
de me
dizer,
com
algumas
cor-
iccções
todavia,
porque
o
snr.
Dumas é
(em.asiadamente
modesto,
e
foi
sómenle
pela
leitura
dos documentos
ofliciaes
que
eu
pude saber
que
a
elle
pertence
toda
a
homa
da
descoberta.
Os
remedios
descobertos
alé
1874
ti
nham
o enconvenienle
de
destruir
a
vi
nha
ao
mesmo
tempo
que
deslruiam a
phyloxera
Na sua
memória,
lida
no
dia 8
de
junho
na
academia,
o
snr.
Dumas expoz
que
poderia
empregar-se
sem
perigo
para
a
vinha
o
solfo-carbunato
de
potassa. Se
a
preparação
d
’
esta
substancia
não
fosse
uma
operação
de
laboralorio,
poderia
facil
mente
fazer-se
d
’
ella
uma industria
:
bas
taria
fabricar
urna
mistura
em
certa
do
se
de
carvão,
de
enxofre e
de
potassa.
Em
sessões
snccessivas
da
academia
das
sciencias,
o
snr.
Dumas pediu ener
gicamente
que
a
auctoridade
adoptasse
a
favor
da
vinha
medidas
analogas
ás
que
emprega
contra a
epizoolia.
Declarou
elle
que
era preciso
ordenar
o arranque
das
cepas
doentes,
a
sua destruição
e
a
in-
fecção
do
solo
por
meio
de produclos
chimicos.
A
commissão
da
phyloxera,
de
que
o
snr.
Dumas
é
o
presidente,
e
cujos
mem
bros são
snrs.
Milne-Edwards,
Duchartre,
Blanchard,
Pasleur, Thénard
e
Bouley,
tratou
de
fazer
executar,
nos paizes
em
que
o
flagello
produz
estragos,
experiên
cias
em
grande
escala.
Foram
enviados
delegados
a
differenles
pontos.
As
compa
nhias dos caminhos de
ferro
de
Lyão
de
Ordeanes,
do
Meio-dia
e
de
Charenles
for
neceram-lhes
os
meios
de
fazer
muito
eco
nomicamente
as
suas
viagens.
O
snr.
Du
mas
mandou
fabricar
em
diversas
manu
facturas
3:000
kilogrammas
de
sulfo-car-
bonalos
alcalinos,
que
foram
empregados
por estes missionários
da sciencia.
Sào hoje
conhecidos
os resultados d
’
estes
trabalhos.
A
vinha
não
soffre
cousa
alguma,
antes
aproveita
com
o
contacto
d
’estes
saes
soli-
dos
ou dissolvidos,
mas
qualquer
animal
co'locado
na
sua
vizinhança
não
poderá
deixar
dc
perecer.
Foi
em
Cognac,
nas
proximidades
de
Avignon,
em Génova
e
Menlpelier
que
o
snr.
Dumas
mandou fazer
estas
experiên
cias em
ponto
grande.
Os
sulfo-carbonatos
alcalinos
são
dei
tados
sobre
o
solo.
As
chuvas
favo
recem
a
sua
penetração,
dissolvendo
os;
e
logo
que
as
raizes
phyloxeradas
são
toca
das
pela
dissolução,
desapparece
lodo
o
vestígio do
flagello.
O
preço
d’
estes
saes
é
ainda
bastan
te
elevado,
mas
a
sua
grande
fabricação
deve
produzir
uma
dim.nuição
sensível;
e
ainda
assim
não
devem
elles
scr
empre
gados
senão em quantidade
diminuta.
Em
um
paiz
em
que
a phyloxera aca
ba
de
lazer
a
sua
primeira
appariçáo,
bastarão
109
francos
pouco
mais ou
me
nos de sulfato-carbonato para
applicar
a
algumas
centenas
de
cepas
e
ás
suas
proxi
midades;
a
mão
de
obra
é
absolulamente
insignificante.
Se
se
trata
de
renovar
uma
plantação
de
vinhas em uma
região
atacada
da
pby-
loxera,
será
ab-olulamenle
necessário fazer
pelo
menos
duas
applicações
de
sulfo-car-
bonato
por anuo,
uma
na
primavera,
ou
tra no outono;
mas a
fraca extensão
das
raizes durante os
tres
primeiros
annos
torna
tão
fraca
a
quantidade
de sulfo-carbonato
necessária
para
as
locar
todas,
que
a
des-
peza
chegaria
apenas
a
50
ou
d
O
francos
por
hectare para
o
primeiro
anuo,
e
ele
var-se-ia,
quando
muito, ao
dobro
para
o
segundo,
e
ao
triplo
para o
terceiro,
dan
do
uma media
de 100
a
120
francos
por
servam
apartados
de
Deus:
«Dirigi-vos
a
.Nossa
Senhora
das
Victorias^»
Umt»
bandeira.—
D.
Carlos
VI!
re
cebeu
das
mãos
do
commandanle
de
ca-
vallaria
Albalat
uma
bandeira
de
seda,
coufeccionada
em
Paris,
sobre a
qual
es
tá
bordada a
imagem veneranda
da
Vir
gem
de
Lourdes,
com
estas
palavras:
Protegei-nos!
Knaigração.—
Duranie
o
primeiro se
mestre
do
corrente
anno
entraram no
porto
do
Rio
de
Janeiro
7:128 estrangei
ros,
sendo 1:091
portugueses,
439
italia
nos,
335
franceses,
156
ingleses, 165
his
panhoes,
114
allemães, 64
norte-america
nos,
56
austríacos,
45
africanos,
28
suis-
sos
17
belgas,
10
dinamarqueses,
8
sue
cos,
6
russos,
5
hollaodeses,
3
argenti
nos, 2 noruegueses, 2 polacos,
1
turco,
1
grego,
1
oriental,
1
chileno,
1
cubano,
1
chim
e
4:563 cuja nacionalidade
se
ignorava.
Quem
deu
o
maior
contingente
foi
Portugal.
Desses
1:094
quantos
não
per
tencerão
já
ao
numero
dos
vivos?
Quan
tos
seriam
victimados
pela febre amarella,
por esse
terrível
inimigo
que
mal
os emi
grantes
alli
chegam se
apodera
d
’
ell-
s
e
os
prostra no
leito
do
tumulo?
E
desgraçadamenle
a
emigração
parece
um
mal
que
nào
tem remedio,
por
isso
que
ella
continua
sempre
apesar
da
im
prensa
estar lodos
os
dias
mostrando
a
sorte
desgraçada,
as
privações
e
a
misé
ria
que
os
nossos
irmãos
soffrern
no
Bra-
zil.
Sftgraçíío.
—A
festa
solemne
da
sa-
gração
do
respeitável
e
venerando
hisp»
de Bragança,
o
snr.
conego
Márteos
Fer
rão, parece
que
se
realisará
na
egreja
do
convento
«ia
Esltella
no
ultimo
domingo
d
’
este
mez.
Pelo
menos foi isto
o
qte
nós
ouvimos, diz
a «Revolução de
Seteo-
bro».
Corpus
Cbristí. -
Celebra-se
na 5.
a
feira
esta
augusta
solemnidades,
havendo
de
tarde procissão
na
forma
dos
annos
antecedentes
e
na conformidade
das
or
dens
de S.
Ex.
a
R.
ma
o senhor
Arcebis
po
coadjutor
D.
João
o
qual
vae
na
pro
cissão,
seguindo
o
transito do
custume.
Triíluo «So SS. Ssacrt»met:to
cm
Sé.
—
Começa
na
quinta
feira,
na
Cathedral,
esta pomposa
festividade,
havendo
sermões
nas
quatro
tardes
sendo
pregadores
o
Revd.
0
snr.
João
Rehcllo
na
quinta
feira
e
sabba-
do, sexta
feira
e
domingo
o
Revd.
”
snr.
José
Joaquim
de
Senna
Freitas.
Ha
missas
todos
os
dias
e
agrande instrumental.
Segundo eentenario
«lo ctslto
puMíeo ao SS. Coração «le -Jessis.
—A
Commissão
da
Devoção
ao
C
oração
A
gonisante
de
J
esus
n’
esta
cidade,
consi
derando
o
augmento
do
fervor
com
que
os
fieis
de
todo
o
mundo
catholico,
especial
mente
da
França,
se empenham
em
cele
brar
com
a maior
pompa
c
enlhusiastica
devoção
n
’
este
anno
duas
vezes
secular, a
festividade
ao
mesmo
D
ivino
C
oraçío
;
resolveu
por
em
pratica
o seguinte
pro
gramma
:
1.
°
Haverá urn triduo de praticas
('in
cluindo
o
sermão da
festa)
oos
dias
27
e
30
do
mez
de
maio
pelas
10
horas
da
manhã.
2.
°
No
dia
3
junho
pelas
5 horas da
tarde
canlar-se-hão
vesperas solemnes
a
instru
mental.
3.
°
Peias
7
horas
da
manhã
do
dia
4
terá
logar
a
Communhão
geral
á
qual
se
espera
concorrerão
iodos os
aggrega-
dos
e
mais
pessoas
devotas.
Para
facilitar
a
approximação
da
Sa
grada
Meza
aos nossos
Agregados,
foram
encarregados
os zeladores
de chamar con
fessores
para
os devotos
de
sua
circuns-
cripção
;
tendo
de
ouvir
as
confissões
nos
dias
2 e
3
nos
logares
determinados
pelos
zeladores, e no dia
4,
alé
ao
acto
da
Com-
munbão,
na
Egreja
do
Collegio.
4.
°
A
’
hora
do
custume
haverá
a
Mis
sa
da
festividade,
precedida
dc
Terlia
can
tada.
5.
°
Findo
o sermão
canlar-se-ha um
solemne=Te-Dcum=»em
acção
dc
graças
pela
celebração
do Segundo
Centenário.
NOTA.=Annunciando
o
presente
Pro-
gramma, temos
em
vista
o
promover
a
concorrência
dos
lieis
d’
esta
Augusta
e
Religiosa
Cidade
a
esta
pomposa
e
edifi
cante
festividade,
e afervorai-os no
amor
e devoção
para
com
o
mesmo
D
ivino
C
o
ração
,
de quem esperamos todas as
gra
ças
e
bênçãos
celesiiaes.
Roga-se a
todas
as
pessoas
o
favor de
mandarem
algumas
flores
para
o
adorno
da Egreja.
A
destruição «8a pisySoxera.—
Passaram
já
os
bellos
dias
d
’
este terrível
insecto.
A
sciencia
acaba
de
sair victoriosa
de
hectare até
ao
momento
em
que
a vinha
começa
a
produzir.
Para
as
vinhas
velhas, geralmenle
ata
cadas
e collocadas
em
um
paiz
inlectado,
é
preciso
combinar
o
emprego
do
estru
me
e
do
sulfo-carbonato
Bastarão
150
francos
por
hectare.
Far-se-ha
uma
cova
ao
pé
de
cada
cepa,
e
collocar-se-ha ahi
uma
pequena
quantidade
de
sulfo-carbona
to,
que
se
cobrirá
de estrume
quando o
solo o tiver absolvido.
Tal
é
no
seu
conjncto
e
nas
suas
ap-
plições
a
descoberta
que
salva
as
nossas
vinhas
do
maior
perigo
que
as tenha
amea
çado.
Ha
dois
annos
que
o snr.
Dumas
faz
experimentar
esle
processo
tão
sim
ples,
tão
eeonomico,
tão
pratico,
de
que
hoje
não
é
já
permillido
duvidar.
O
governo
tem
agora
um
grande
dever
a
cumprir.
È
preciso
tornar
obrigalorio
este
tratamento
da
vinha;
é
preciso
impedir
o
transporte
das
cepas
atacadas.
Quando
se examinam
as
cartas
levantadas
por
mr.
Duclaux.
pasma-se
de ver
a
maneira
com
que
o
flagello
se
espalhou.
Em
1855
não
existia
senão
um
ponto
sobre
a
carta,
é
a planície
de
Pujau.
perto
de
Roquemaur
entre
Avignon
e
Carpentras.
Em
1866
o
ponto
torna-se
uma man
cha
mdeada
de
outros pequenos
pontos.
Em
1867
os
districlos
de Avignon,
de
Orange e
de
Arles,
achavam-se
já
cober
tos
d
’
elles.
Depois
a
mancha
engrandece,
envolve
os departamentos
inteiros.
Hoje
ella
estende-se
de
Valença
a
Toulon,
e
de
Draguignan
a Montpellier.
Vê
se
que
é
pre
ciso
não perder
tempo, porque
o
mal
pro
paga-se
lambem a
outras
regiões
da
Fran
ça.
O
snr.
Dumas
acaba
de
prestar
ao
pa
iz
um
serviço
immens
,
mas
torno a
repe
lir,
é
preciso
completar
a sua obra.
Não
seria
diflicil provar
que
se
o
estado
tomasse
mesmo
a seu cargo a
despeza
do
sulfo-
carbonato,
faria
elle
um
bom
negocio.
Mas
uma
energica
propaganda
precedida
de
um
bom
decreto
póde
bastar
a
convencer
os
viticultores,
e
parece-nos que
não
será
necessário
fallar
n
’
islo muitas
vezes
para
determinarem
o
governo
a
providenciar.
=
Alfred de Aunay
(Exlrahido
de
um jor
nal
francez.)
GRÂHDE
GÃLERIA
Continua aberto
ao publico,
no
campo
de
Sant’
Anna
um
grande
panoramma
que
além
de
variadas
vistas
de
monumentos,
paisagens,
etc.,
apresentará
á
apreciação
do
publico, mais
4
vistas
de
grande
mé
rito,
representando
:
1.
a
A
batalha
de
S-irnorrostro,
que
começou
no
dia
25,
qrolongando-se
até
27
de Março de
de
1874.
2/Combate
naval
em frente
de
Carlha-
gena.
3.
a
Fugida
dos
insurgentes
de
Carlha-
gena,
por
entre
a
frota
hespanhula,
com-
mandada
pelo
almirante
Chicarro.
4.
°
Cerco
de
Carlhagena,
e
o
bombar
deamento.
Estas
vistas
estarão
á
exposição hoje,
25
de
Maio,
pela primeira
vez,
desde
as
10
horas
da
manhã
ás 11 da
noite.
Entrada geral . .
.
,
40
reis.
Amuramos
Bernardo
Joaquim
Fernandes
da
Cruz,
Rita
da
Conceição Cruz,
Antonio
Joaquim
da
Cruz,
e
o
padre
João
José
Vaz
da Cos
ia
Amorirn,
penhorados
para
com
todas
as
pessoas
que
os
visitaram
e
obsequia
ram
por
occasiào
do
lallecimento
de
sua
muito
presada
filha,
nela e afilhada,
Ma
ria
da
Conceição
Cruz;
e
bem
assim
para
com
lodos
os
ill.
mos
snrs.
qne
lhe deram
a
sua
maior
prova
de
estima,
assistindo
ao
responso
de
gloria
na
real
capella
de San
ta
Cruz,
e
no cemiterio
publico
no
dia
14 do
corrente,
e
em
particular
aos
dignos
membros
da
capella
do
ill.in°
snr.
Luiz
Baptista,
que
gratuilamenle
se
dignaram
prestar-lhes
seus
serviços
no
dito
responso
de
gloria
: a
lodos
agradecem
por
esie
meio
na
impossibilidade
de
o
faierem
pessoal
mente,protestando-lhes
seu
sincero
reconhe
cimento
e
elerna
gratidão.
(2451)
Os
abaixo assignados
testamenteiros
do
fallecido bacharel
Anlonio
Manoel
Al
vares,
professor
jubilado
de
relhorica no
liceu
d
’
esta
cidade,
não
o podendo faser
pessoalmente
como
era
seu
dever,
do
que
pedem
desculpa,
servem-se
d
’
este
meia
para agradecer
a
todas
as
pessoas
que
os
obsequiaram
e
honraram
o
cadaver
do seu
fioado
amigo,
assistindo
aos oflicios
fúne
bres
na
egreja
de
S.
João
do
Sonto,
e
o
acompanharam
ao
cemiterio
publico.
Especialmeute
agradecem
ao
ex
rn
®
rei
tor
e
corpo docente
do liceu
e á
illuslra-
da
classe
escholastica
os
seus
valiosos
serviços,
e
a
todas
testimunham
a
sua
eterna
gratidão.
Braga
21
de maio de 1875.
José
Cardoso
da
Silva
Guimarães.
Jacinlho
Fernando Sequeira
Villaça,
(2453)
Manoel
Baptista
Marques
Dias, D. Ma
ria
da
Conceição
Soares
Freitas
Marques
Dias
e
João da
Costa
Palmeira, agrade
cem a
todas
as
pessoas
que
lhes
deram
provas
de
dedicação durante
a
fatal
doença
a
que
succumbiu
sua
chorada
mãe,
sogra
e
prima
D.
Francisca
Amalia Marques
Dias,
bem
como Aquellas
que
assistiram
aos
oflicios
na egreja
dos
Congregados, e
a
acompanharam
ao
cemiterio;
de
todas
conservarão
perpetua
lembrança
e
profun
do
reconhecimento,
assim
como
das
que
iguaes
demonstrações
d
’amisade
lhes
de
ram
por
occasiào do
duplo
golpe
que
sof-
freram
com a
perda
de seu presadissim-
irmão,
cunhado e
primo,
Antonio
Baplisa
ta
Marques
Dias.
(2154)
Plácido
José
dos
Santos Braga,
suas
irmãs,
thias
e
cunhudo,
summamenle
pe
nhorados, agradecem
aos
ill.
ínos snrs. e
exc.mas
snr.
as
que
por
occasiào
do falle-
cimento
de
sua
extremosa mãe,
irmã
e.
sogra,
lhe
deram
«erdãdeiias
demonstra
ções
d
’
amisade,
e
a
todos
testemunhara
profunda
gratidão.
(2419)
ANNUNCIoi
Pela
repartição
de
fazenda
do
districto
de
Braga
se annuncia
que
o
praso
fixado
pelo
edital
de 15 do
corrente
mez,
para
a
recepção
das
declarações
que
os
con
tribuintes
do
concelho
de
Braga quizerent
apresentar
ao
Visilador
nomeado
pelo
go
verno,
para
conhecer
das
reclamações
dos
mesmos
contribuintes
sobre
as
contribui
ções
industrial
e
de renda de
casas
e
sumptuaria,
é
prorogada
pelo
mesmo
Visi
lador
até
ao
dia
10
de
Junho
proximo
futuro.
Repartição
de
fazenda do districto
de
Braga,
21
de
Maio
de
1875.
O
delegado
do
thesouro,
Henrique
Francisco
Bizarro.
(C.
2457)
A
camara
municipal «lo
concelho
de
Braga faz
publico, que
ficam espaçadas
para o
dia
31
do
corrente
as
arremata
ções
dos
rendimentos
:
Dos
logares
da
casa
da
Alfandega.
Da
limpeza
da
cidade.
<r casa
da
Praça Municipal.
•
<r
«
do
mercado
do Salvador.
Do quintal do
matadouro.
E
do
resto dos
terrenos
do
cemiterio.
Braga
24
de
Maio
de 1873.
O
Presidente,
Jeronymo
da
Cunha
Pimenlel.
(C. 2458)
VENDA
DE
CASAS
Quem quizer comprar urna
mo-
rada
de
casas
cila
na
rua
dos Sa-
pateiros
n.°
9
póde dirigir-se a
Rosa
Maria
de Oliveira,
moradora
na
mes
ma
casa.
(2456)
‘
Por escriptura
lavrada
na
nota do
ta-
bellião
Ribeiro,
foi
dissolvida de commum
accordo,
no
dia
13
de
fevereiro,
a
socie
dade
que n’
es'a
praça girava
com
a
firma
de
Joaquim
José
Gonçalves
Loureiro
&
C.a
,
no
commercio
de
pregagem
e
Mercearia,
ficando
todo
o
activo
e
passivo
a
cargo
do
segundo
socio
abaixo assignado.
Braga
18
de
maio
de 187o.
(2144)
José
Anlonio
Ferreira
Gomes.
PORTO
NA
QUINTA DE RORIZ
PORTO
(JUNTO
À EGREJA DA MISERICÓRDIA)
CO1IPRA
E VENDE
JOSE
’
I. FERREIRA RORIZ
Inscripções de assentamento
Diias
de coupons
FORNECEDOR
DA 6ASA REAL
3-KUA
DAS FLORES-1,
DEPOSITO CENTRAL,
RUA DAS FLORES,
35 37 E 39
O
proprietário
anouncia
aos
seus
freguezes,
e ao
publico,
que
em
todo
o
sabão
fabricado na
sua
fabri
ca,
e
que
na
mesma se
vender,
ou
no
Deposito
Cen
tral,
se
fará
o
desconto
de 6
por
cento
sobre
os
pre
ços
estabelecidos,
de
uma
caixa
para
cima.
Satisfaz-se
com
promptidão
qualquer
pedido
que
seja
feito
do di
to
genero,
tanto
d’
esta cidade
como
das
províncias
e
se
garante
a
sua boa qualidade.
3
Ditas
de divida externa
Titulos IiispauSioes
internos
Ditos
externos
Coupons dos ditos
já
vencidos.
so-
©3
*
Sacca,
toma
letras
e
dá
cartas
de
credito
bre
Lisboa e
diversas
praças
estrangeiras,
e se
encar
rega
de compra e
venda
de
titulos
de
divida
publica
nas
mesmas praças.
PRIMEIRA
E
ATIGA
I
RORIZ
1
CASA
FELIZ
A
1>4> 11'3'0
■
- RUA
DAS
FLORES -
3
(
junta
ã
egraja
da
misericórdia
)
SORTE GRANDE
«
è
«
5.000$000
Eoleria
da
Santa
Casa da JliserieordiM de
Lisboa
rs
Exlracção a
31
de Maio
JOSÈ IGNACIO
FERREIRA RORIZ g
AFIANÇADO NO GOVERNO CIVIL DO
PORTO, NA
C0NF0R-
MIDADE
D)
EDITAL
DE 28 DE JULHO DE
1860
Tem
á
verda no
seu estabelecimento bilhetes intei-
ros
a
55000
rs.
—
Meios
ditos,
a
25600
—
Quartos,
a
15300
—
Oitavo»,
a
680
—
Cautellas
de
500,
250
e
130
rs.
O
mesmo
satisfaz
com promptidão
todas
e
quaesquer
Fl'
encommendas rue
lhe
sejam
feitas
das
províncias,
ain-
da
qne
sejam
em
grande
quantidade,
e
vindo
acompa-
ohadas do
seu
importe
em
vales
dos
correio
;
e
no
fim
da
exlracção
reniette
a
lista dos
prémios
aos
seus
freguezes, mas quando
a
não
recebam
em
tempo
com-
pelente
lerão
a
bondade
de
a
requisitar.
(G
*
)
FÃ
NOVO
HORÁRIO.
José
Antonio
Duarte
Pregueiro
&
Ir
mão,
fasem
publico,
que
desde
o
dia
27
do
corrente inclusive,
mudam
a
carreira
diaria
que teem estabelecida entre
Braga
e
a
Povoa
do Varzim
das
6
horas
da
ma
nhã
para
as
4,
devendo
chegar
á
Povoa
ás
10
da
manhã.
Sae
da
Povoa
ás
4 ho
ras
da
manhã
e
chega
a
esta
cidade
ás
10,
lendo
demora
em
Barcellos
meia
hora
tanto
ua
ida
como
na
volta.
Braga
21
de
maio
de
1875.
0
gerente
A. Lourevo.
(2455)
MUITA ÃTTÊNÇÃÕ
Ao
Barateiro
de
Braga,
da
rua
de S.
Vicente
n.°
92
Chegaram
as
íasendas próprias
da
esta
ção
de
verão,
os
mais
bonitos
gostos,
e
a
mais
alta
novidade
que
vae
vender,
por
preços
inleiramente baratos, sem
compe
tidor.
Fatos
de
casimira
para
homem
a 15500
reis
0
fato
completo.
Lãs
para
vestidos,
bonitas,
a
100
e
120
reis, chitas
modernas
a
100
reis.
5:000
lenços
brancos
com
bonitas
barras,
para
vender
a
20,
30
e
40 rs.
e já
abai
nhados,
de
bretanha,
em
bonitas
caixas
a
50,
60
e
70
rs.
Sombrinhas
para
senhora,
bonitos
gos
tos, a
280
e
500
rs.
e de
seda,
muilo
mo
dernas
a
900
e
15200
rs.
Chapéus de sol,
írancezes,
de
cores,
a
600
e
700
rs.
e
de
seda
0
mais
supe
rior
e
mais
moderno
a
15600,
15800,
25000,
25600
e
35000
rs.
Pannos
patentes
superiores,
panno fa
moso,
pannos
crus
e morins
a
50
reis 0
metro,
sargelins,
panninhos
franceses
pa
ra
forros,
crinolinas
a
140
e
160
reis 0
metro,
sapatos
de trança
e
de pellica, sinlos
modernos
para
senhora,
lenços
de
seda
e
diversas
quioquilherias
;
e
íioalmente
fou-
cinhas
inglezas
todas de
aço.
para
120 e
140
reis,
e
muitas
diversas
fazendas
que
vende por
preços
inleiramente
baratos.
Pede-se
ao
respeitável
publico,
para
que
visite
este
novo
estabelecimento e que
aproveitem
a
occasião de
se
vestirem ba
rato antes
que
se
acabe.
(2436)
João Manoel
da
Silva
Guima
rães.
—
Rua
do Souto
n.°
43.
Compra
e
vende
Acções
de
todos
os
Bancos
e Companhias,
Inscripções
de
As
sentamento
e
coupons.
(581)
DE
Convidam-se
os
snrs.
accionistas d
’
este
Banco
a
entrarem
com
a
2.
a
prestação
de
25
p.
c.
ou
125500
reis por
acção, relativa
á
2.
a
emissão,
desde
0
dia
15 a
25
de
junho
proximo.
Os
snrs.
accionistas
residentes
no
Por
lo, pódem
efiectual-a na
Caixa
Filial
do
mesmo Banco
n
’
aquella
cidade.
Braga
13
de
maio
de
1875.
Os
directores,
Luiz
Anlonio
da
Costa
Braga
Manoel José
da
Cosia
Guimarães.
(2439 C.
63
R.)
Santa
Casa
da
Misericórdia da
cidade
de
Braga.
A
Meza
administradora
da
Santa
Casa
da
Misericórdia,
d’
esta cidade,
faz
saber,
que
lem
deliberado
remover
para
0
cemi
tério
publico
as
catacumbas
e ossadas
que
se
acham
no antigo cemitério
dos
Des-
presos
;
convida,
portanto,
os herdeiros
ou
parentes
dos
fallecidos
que
temporariamen
te
foram
depositados
nas
mesmas
cata
cumbas
a virem
no
praso
de 60 dias,
contados da
data
d’
este
annuncio,
tomar,
quando queiram,
conta
da
respecliva os
sada,
sob
pena
de findo
0
referido
praso,
se proceder á competente demolição
e
se
rem
esses
restos
morlaes
envolvidos
na
ossada
geral.
Braga
e
secretaria
da
Misericórdia
5
de
Maio
de
1875.
O
Provedor,
(2422)
Manoel
Juslino
Marques
Murta.
APROVEITAR
Na
rua
de
S.
Vicente
n.°
22
A, se
diz
onde ha dois
homens
habilitados
paia
lec-
cionar
fraocez
e
iustrucção
primaria
e
pri
meiras
letras
a
preços
reduzidos,
podendo
os
alumnos
aproveitar
mais
em
seis me
tes,
do
que
em
outra parle um
anno.
Também
se recebem
alumnos internos
com
todas
as
comodidades
precisas
e
bons
tratamentos.
CASA
N.° SO
Bua
de
S.
Vicente
—
Braga
N
esta
casa
recebern-se
hospedes a
pre
ços
reduzidos
e com
muilo bom
trata
mento.
(2382)
ALMEIDA
& PEREIRA
Largo
do
Barão de
S.
Martinho
n.°
18
Compram
e
vendem
acções
de lodos
os
bancos
e
companhias,
e
inscripções
d’
assentamenlo
e
coupons.
(I)
VfiiVHO
O
visconde
de
Monlariol
tem
expoHo
á
venda
0
seu
vinho geuuino
e
puro
da
sua
quinta
de
Monlariol, da
colheita de
1874,
na
rua
de
D.
Gualdim
na
loja
n.°
19.
(2142)
MIW BMW
Commissão
aos
snrs,
estanqueiros
Fumos
15
por
cento,
Rapé
30.
Vende-se
na
Tabacaria
Bracarense,
rua
do
Souto n.°
27,
Esquina
da
rua
do
Jano.
(2353
C. 34
.R)
Ba paz
para negocio
Precisa-se
de
uin
de
12 a 14
annos
para
0
Porto.
Falla-se
na
rua
de
D.
Pedro
5.°
n.°
24
em
Braga.
(2450)
NOVA FUNDIÇÃO DE FERRO
DE
Antonio
Germano Ferreirinlaa
NA
Travessa
de
S.
João
Aonde
faz
toda
a obra,
assim
como
aombas,
conçollas,
columnas
para
gaz,
pe-
zos
novos,
panellas
á
ingleza
de
todos
os
tamanhos,
canos
para
agoas
e
gaz,
e
toda
a
obra
de
fundição,
como
grades
para
sacadas,
obra
de
metal,
sinos
e
outros
ob-
jectos
de
igual teor etc., pelos preços
do
Porto.
LJUuslration
de
la
mode.
O
mais
elegante,
vicamente illustrado
e
barato
dos
jornaes da
moda.
Publica-se
em
Pariz uma vez
por
mez,
no
formato
dos
grandes jornaes illustrados.
Cada nnmero
contém
dez
a
quinze
mo
delos de
loiltlle,
uma grande folha
de
mo
delos
de
tamanho
naiuial
e
uma magni
fica
gravura
clorida.
Quem
quizer assignar
esla
publicação,
dirija-se
á
livraria
de Eugênio
Chardron,
largo
de S.
Francisco.—
Braga.
A empreza
offerece
aos
seus
assigoan-
les
um
magnifico
coíresinho
contendo
tu
do
0
que
é
necessário
para
um
toucador
e
enjos
objeclos
valem
para
cima de
20
fran
cos.
Preços
d
’assignatura
—
Portugal
:
sem
0
referido
brinde
—
9
fr.
Com
0
brinde
—
13
fr.
METAES
VELHOS
Na
travessa
de
S.
João
n.° 5,
com-
pra-se
toda
a
qualidade
de
metaes,
e
ferro
velho
até
mesmo
fundido.
(860)
Catalogo
d"alguns livros
que
se
vendem na Livraria
Catholica,
rua
do
Souto,
n.°
1
0.
Braga.
Elucidário
das
palavras,
termos e
frases,
qoe
em Portugal
aoligamenle
s&
usáram.
Liboa
1799. 2
vol.
foi. enc.
35600.
Cândido
l.usitaioo.
Diccionario
poé
tico. 1
vol.
em
4.° enc., 900.
Antoine.
Theologia
Moralis.
4
vol.
em 8
0
eoc., 15600.
Diclionaire
Itisíorique.
4
vol.
etD
8.
°
gr.
enc.,
25400.
Nlartyrologium Momanun
(1584)
25250
Idem,
com
notas
(1620), 15-00.
Melliodo
da
I.iturgia Xlracaren-
se.
Bnga
1837.
1
vol.
em
4
°,
400.
Verdadeiro
meíEaodo de eslutlar
(Verney)
3
vol.
em
4.°
enc.,
15500.
Quevedo.
Obras.
5
vol.
em
4.°
enc.
350U0.
Niirabiiia Ilomae.
1575.
1
vol. enc.
15200.
Couduite
des confegBeurg 1
vol.
400.
Tratado de da eoníiança na mi
sericórdia de Deus,
1
vol.
enc.,
300.
Directeur spirituel.
1
vol.
240.
Eleanentos.
d
Higyene, por Franciaco
de
Mello
Franco.
1
vol. 400.
Garção.
Obras poéticas.
1
vol.
em
12.
”
enc.
300.
l
*
.
e
Nlontreuil.
Estabelecimento de
la
Iglesia.
5
vol. em 4.°
25500.
Azevedo.
Chronologia
dos
Summos
Pontilices
1
vol enc.
200.
.VConarcIiía
Lusitana,
parle
I,
H>
III,
IV
cada
volume.
36000.
JSystica
Ciudad de Dius.
3
vol.
em
foi.
eoc.
45500.
Guevara.
Oralorio
de
Religiosos.
1
vol. enc. 200.
Justa acclamação
de
D.
João
IV.
1
vol.
em
foi.
enc.
25250.
Caraniurii.
Poema
epico.
1
vol.
enc.
240.
Aloreri.
Diccionario
historico
(Em
es
panhol)
10 vol.
cm
foi.
105000.
Kiverius.
De
per
fedo
canonico. 2
vol.
em
lol.
2-5100.
Scarfantoni.
Lucubraliones
Canoni
*
cales.
2
vol. em
foi.
55000.
Fieury.
llistoire
Ecclesiaslique.
40
vol.
em
8.° 125000.
Além
d’
estes ha
outros
livros,
que
s®
vendem
por
preços
commodos.
1
.!i«i
n-TiirTrr--:?-rn--?-.
—
L-nTrwi"r-i-T-nriTrDnTiMr-rnrfirw-w»twrBH-n»rni
ct
1
i!"iji| w
—
i—
Precisa-se de
um
caseiro
que
tome
de
arrendamento
uma
quinta
distante
d’
esta
cidade
uma legua,
sendo
os
cereaes
de
meias
e
os
fruclos
de
terço.
Quem
preten
der
dirija-se
a
Anlonio
Joaquim Loureiro,
rua
Nova
n.°
3
—Braga.
(2435)
braga
:
typographia
lusitana
—
1875. - É o formato de
-
comerciominho_25051875_349.pdf
Parte de Comércio do Minho (O)