comerciominho_20041875_335.xml
- conteúdo
-
3.
’ ANNO
1875
FOLHA
COMMERCIAL
RELIGIOSA
E
NOTICIOSA
NUMERO
335
Assigna-see
vende-se
no
escriptorio
do
editor
e
proprietário
José
Maria
Dias da
Costa, rua
Nova
n.'
3
E, para
onde
deve
ser
dirigida toda
a
correspondência
franca
de
porte.
-= As
assi-
gnaturas
são pagas adiantadas
;
assim
como
as
correspondên
cias de
Interesse
particular.
Folha
avulso
10
rs.
PUBLICA-SE
ÁS
TERÇAS,
QUINTAS E
SABBADOS.
P
reços
:
Braga, anno 10690
rs.=Semestre
850
rs.=Provin-
cias
anno 20400 rs
e
sendo duas
40000
rs.=Semestre
10250
rs
J=Braztl,
anno
40400 rs.=Semestre
20300
rs.
moeda
forte,
ou
100000
reis
e
50500
reis
moeda
fraca.=.\nnuncios
por
linha
20
rs.,
repetição
10
rs.
Para
os
assignantes 20 d
’
abatimento.
As
camaras
fecharam-se; as
portas
do
parlamento
que
se
diz
a
melhor
e
mais
solida
garantia
dos
direitos
públicos,
tran
caram-se
até
ao anno,
e
os pobres
oppri-
midos
continuam soflrendo
as
veleidades
atrabiliarias
do
ministro
delinquente.
Isto
nào
é
novo
e
a
ninguém
surpre-
hende;
mas
é
com
justificado
motivo
uma
rasão
mais
para que
os
partidários
do
parlamentarismo
se
gloriem
do
seu
idolo.
E
ha
ainda
quem
não
mona
d
’
amores
por
um
tal
sistema
1...
BRAGA-TERÇA-FEIRA ®O »E
ABRIL
Não
falta
ainda
quem
quebre
lanças
por
este
sistema.
Apesar
dos
repetidos
desenganos que
todos
os
dias
se succedem,
para
muita
gente
o
parlamentarismo
é
o
non plus
ultra
dos
sistemas,
o
eureka mais
feliz de
todos
o»
inventos
modernos.
Será
isto
boa
fé,
ou
um
proposito
sistemático
de
se
não
darem
por
venci
dos
?
E
’
o
qoe
ignoramos.
O
que porém
todos
conhecem,
ou
pelo
menos
podem
e
devem
conhecer,
é
o re
sultado
pratico
que
o
erro
tão
querido
de
muitos
tem produsido
no
seio dos
povos.
Não
precisamos
ir
lá
fóra,
se
deveras
desejamos
convencer-nos
dos
vantajosos
efleitos,
dos
venturosos
prodígios
de
gran-
desa
nacional que
os povos estranhos tem
colhido
do
parlamentarismo
que
pela
es
pada
lhes
foi
imposto.
Percorrendo
a
historia
do sistema par
lamentar
entre
nós,
são
tantas e
tão
fas-
cinadoras
as
bellesas
com
que deparamos,
tão
grandes
coisas
se nos
ofierecem,
que
é
de
ficar
de
lodo
penhorado
para
com
aquelles
que
nol-o
trouxeram.
Escândalos,
isso
é
matéria
forçada
de
todas
as
sessões,
chamadas
legislativas.
Pugilatos
e
firçadas
lambem
uão tem
faltado
para
desenvolver
os
musculos
aos
conspícuos
paes
da
patria.
Mas
isto
representa
simplesmente
a
parle
coinica
com que
o
parlamentarismo
costuma
entreter o
bom
humor
dos
seus
adeptos
e
admiradores.
O
tragico-serio,
que
é
d’ahi
que
o
povo
aufere
todas
estas
mil
venturas
que
está
gosando, é
de
tudo
o
mais
interes
sante.
Que
seria
de
tantos
vadios,
que
por
ahi
sobram, se
a
generosidade
d»
parla
mentarismo
lhes
não abrisse
todos
os
dias
os lhesduros
públicos?
E
o
povo
que estava
a vergar
tom
o
peso
do
dinheiro,
onde
pararia
elle,
se
nào
lôra
o
põe
cá
do
parlamentarismo,
formula
que
todos
os
annos
se
repete
com
uma
caridade
assombrosa?
E
a
nossa liberdade, tão
candida,
tão
pura
como
é,
não
leria
já
levantado
vôo
d
’
esta
terra abendiçoada,
se
para nol-a
sustentarem,
não
estivessem a
correr
an-
nualmenle
para 5.
Bento
os
atletas
d®
progresso
e
da civilisaçâo?
Verdade
é
que
uma
vez
ou
outra tam
bém
apparecem
entre
estes
guardas
fieis
das
publicas
liberdades
alguns
irreconsi-
liaveis
qoe
se
pejam
de
tanta
dignidade;
mas
os
governos
em
cujas
mãos
está sem
pre
a
espada de Damocles,
inlervem
logo
e
os
arrogantes
ou tem
de
baixar
as
cris
tãs,
ou
então
são
mandados
para
suas
casas.
Sejamos
francos;
nunca
vimos
insti
tuição
tão
inútil
como
o
é
o
decantado
parlamento.
E
senão haja
em
vista
o
que
ultima-
mente
aconteceu
com
a
celebre
questão
do
conflicto com
o cabido
de
Bragança.
Que
fez o
parlamento
a
bem
da justiça
opprimida
por
utn
ministro,
não menos
déspota,
que
leviano ?
Coisa
nenhuma.
Parlamentou-se,
e
honra
seja
por
isso
a
quem
o
fez, para
convencer o
minis
tro
das
suas
illegalidades
e
despotismos.
A
arbitrariedade
ficou
bem
demonstra
da.
O
silencio
do
proprio governo
foi
a
prova
mais
evidente de
que
era
convicto
de
seus
erros.
Mas
o
ministro
que
atropelara
as
leis
e
calcara
aos
pés
a própria
dignidade,
ficou-se
rindo
de
quem
se
persuadia da
anctoridade
do
parlamento
para
o
faser
entrar
nos
seus
deveres.
Carreapondencia da Madeira.
No
dia
4
de
março
abriu-se
na
sala
da
Associação
Catholica
do Funchal
o
curso
de
explicação do
cathecismo
da
dontrina
chrislã
e
historia
sagrada,
feito
pelos
no
vos clérigos
membros
da
mesma
associa
ção.
Prestaram-se
a
fazer
este
importante
e
util
serviço,
sob
a
direcção
e
inspecção
do
rev.
*
padre
Philomeno
Augusto
Gomes,
director
espiritual
da
associação, o rev.
*
padre
João
de
Sancta
Cruz
Ferreira,
ha
poucos
mezes ordenado de
presbítero,
ca-
pellão da
Sé do
Funchal,
e
os
rev.
*
s
minoristas
—
João
Innocencio
Camacho, or
ganista
da
cathedral,
Joaquim
Xavier
Dor-
mando.
thesoureiro
da
capella
da Santa
Casa
da
Miseritordia
e
capellão
da
Sé,
Jacintho
Augusto
Pereira
Brazão,
thesou
reiro
da
egreja
do
convento das
religiosas
Capuchas e
Manuel
Maria
Ribeiro,
capel
lão
da
Sé.
São
admiltidos
a
estas
explicações
os
socios
e
seus
íilhos,
ou
quaesquer
meni
nos
que
seus
paes
desejem mandar á as
sociação,
bem como quaesquer
pessoas
ex-
tranhasá
associaçã®,
apresentadas
pelos
so
cios.
Pouco
depois
das
7
horas
da
tarde
do
referido
dia
4 de
março,
subiu
á
ca
deira
das
prelecções
o
vice-presideote
da
associação
o ex.íno
snr.
dr
João
Baptis-
ta de
Freitas
Leal,
que
pronunciou
a se
guinte
allocução:
senhores
:
Abre
hoje
esta
Associação
aos
seus
membros
uma
nova
fonte
de
progresso
mo
ral
e
ioteIlecIuaI
,
uma
nova
garantia
de
vida
e
de
prosperidade!
Estabelecemos
n
’
esta
casa
um
curso
de
explicação
da
doutrina
chrislã
e
His
toria
Sagrada,
matérias
que
todo
o
chris-
lào
deve
saber.
Não
posso
portanto
eu,
como
membro
da
comrnissão
administrativa
d’
esla
casa e
agora
presidente
d
’ella,
deixar
de
congra-
tular-me
hoje
com
os
meus
car®s
conso-
cios.
por
tão
auspicioso
acontecimento.
E
a
paz
da
alegria
que me
enche
o
coração
como
catholico
e
crente
nas
ver
dades
da
fé,
como
chrislão,
desejoso
de
vêr
propagada e
professada
por
lodos
as
doutrinas
da
Egreja
Catholica,
como
socio
d’esta
corporação
cuja
dignidade
e
au-
gmenlo
tanto
préso,
como
filho
d
’
esta
terra
cujo
progresso
e
prosperidade
tanto
ambiciono,
nào
posso
deixar
de
maniíes-
tar
do
alto
d’
esla
cadeira
a
minha
grati
dão
e
de
dirigir os
mais
sinceros
e
cor-
deaes
louvores
aos
nobres
e
dignos
cléri
gos
que
se
dignaram
acceitar
tão
honrosa
missão,
tão
compatível
com a
sua
illustre
e
digna
carreira
que pretendem
seguir.
São
todos
mancebos
estudiosos,
ap-
plicados
e
inlelligentes,
ledos
clérigos
de
sejosos
de prestar
utilidade
aos
seus
si-
milhantes,
lodos benemeritos
socios d
’
es-
ta casa,
empenhados
em
promover
o
lus
tre
e
prosperidade
d
’
ella.
Todos
sabem
que
na
primitiva Egreja
eram encarregados
do
eosino
do
cathecis-
mo
e
da
doutrina
christã,
es
clérigos
que
tivessem
recebido
os
gráos
de ordens
menores,
e
também
é
certo
qu®
nos pai-
zes mais
cultos
da
Europa
é
commettido
aos
novos clérigos
o
encargo
de
fazerem
calhecheses
e
de
explicarem
a
doutrina
christã
ao
povo.
Ninguém
ignora
que
n
’
estas
salutares
praticas
aprendem
muito
os que
as
lêem
e
explicam,
assim
como
os
que
as
ouvem
e
as
entendem.
Rogo-vos
portanto, senhores,
que
vos
digneis
oavir
com
toda
a
attenção
a
ex
plicação
da
dontrina
chrislã
e
Historia
sagrada,
que todas
as
quintas-feiras
se
ha
de
fazer
n
’esta
casa
:
trazei
aqui vos
sos
filhos
e
aquelles
meninos
que
vos
fo
rem encarregados,
pois
lodos
os
membros
d’
esta
associação
podem
aqui trazer
seus
filhos
ou
quaesquer
menores,
porém é
ne
cessário
que
se
encarreguem
d
’
elles
por
que
não
serão
admittidos
a
estas
praticas
creanças
algumas
que
não
tenham
um
socio
que
responda por
ellas.
Attendam
todos
a
estas
uteis lições
para
que
tão
boa
obra
seja
fructuosa,
abençoada
pelo
ceo
e
bemdita na
terra!
Despresemos
todos
o
jugo oppressor
que geram
os
respeitos
humanos,
respei
tos
infundados
e
inconvenientes,
impró
prios
do verdadeiro
chrislão,
cuja
divisa
é
a
profissão e
confissão publica
da
sua
fé,
pela
qaal
se
necessário
fôr,
deve
dar
a
vida.
Vinde
sempre
que
vos
seja possível
a
esta
casa ouvir
a
palavra
de fé
e
de
salvação ; trazei
aqui
voss®s
filhos,
vossas
mais
caras
esperanças,
para
que
cresçam
no
amor
e
temor
de
Deus
!
E
vós,
novos
clérigos,
vós,
prole
di-
lecla
da
Egreja
de
Nosso
Senhor
Jesus
Cliristo,
vós
escolhidos
do
Senhor
para
serdes alistados na tribu sancta, a
vós
in
cumbe mais
que
a
ninguém
despir
lodos
os
receios
e
deixar
t®dos
os
temores.
Não
queiraes
seguir os
Apostolos
do
Salvador
só
até
•
remanso
e
obscurida
de
do
Cenáculo,
mas
acompanhae
os
tam
bém no
zêlo
pela
propagação
da
fé
pela
diffusão
das
luzes,
e
pela
causa
de N. Se
nhor
Jesus
Christo,
levando
o
seu
sancto
nome
até
os
confins
da
terra.
Imilae-os
ainda
afrontando
os
perigos,
as
persegui
ções
e
as
injurias.
A
causa
que aqui
se
defende é
toda
vossa
;
e
qual
será
o
soldado que
na
flor
da
idade, cheio
de
vida
e
de
vigor,
não
pugna pela
defesa
da
sua
bandeira
com
denodo
e
coragem,
levando
a
abnegação
até
o
sacrifício!
Lembrae-vos
que quando
o
Senhor
de
positar
em
vossas mãos
o
poder de diri
girdes
e educardes
uuta parte
do
seu
po
vo,
tendes
eutão
de
combater
todas
as
doutrinas
íalsas
e
perniciosas
e
todas
as
íiús
inclinações
e
más
obras.
Costumae-vos
pois
a
alimentar
desde
já
o
espirito
com
ideias
sãs
e
verdadei-
rameote
catholicas,
costumae-vos
a
illus-
trar
e
doutrinar
aquelles
que não
tiveram
a
ventura
de
adquirir
os
vossos
conhe
cimentos
e
as
vossas
habilitações.
Segui
a
doutrina
do Divino
Mestre
e
lembrae-vos
que
elle
recompensa
a
diligen
cia do
servo
que faz
lucrativos os
talen
tos
recebidos
da
mão"
do
pae
de
famílias
e
reprova
o
procedimento
d
’
aquelle
que
os
esconde
e
que
d
elles
se
não
apro
veita.
Na
parabola
dos
oito
talentos
de
que
vos
falia
S.
Matheus, vêde
que
o
Senhor
tomará severas
contas
áquelle
que nào
empregar
em
honra sua e
proveito
do
pro-
ximo
as
forças
e
os
dons que recebeu do
ceo.
Como bons filhos
da
Egreja,
tende
sempre
em
vista estas Palavras
do
Sal
vador
:
<
Bemaventurados
sereis,
quando
vos
perseguirem
ou
despresarem,
calumnian-
do-vos
por minha causa
:
Alegrae-vos
en
tão
e
exultae,
porque
a vossa
recompen
sa
nos ceos
é
grande».
Firmes
e
inabalaveis
nas
boas
crenças
e
nas
sãs
ideias,
começae
desde
já
essa
gloriosa
carreira
de
soíTrerdes
por
amor
da
verdade
e
das
doutrinas
cuja
propaga
ção
mais larde
vos será
deíinitivamente
confiada.
Preparae-^os
para
essa
lucla
tremenda
que
ameaça
a
Egreja
e
lembrae-vos
d
a-
quelles
versos do
sabio Horacio
:
•
Si
fractus
illibalur
orbis
Impavidum
ferient
ruinae.»
Que
importa
que
o
mundo
se
abala,
que
as
suas ruínas
firam o
homem jnsio,
se
o
temor
lhe
não
perturba
a
consciên
cia
!
Empregae
a
bella
quadra
da
juventude
no
estudo
dos
bons
livros
e
na
acquisi-
ção
das
boas
ideias,
revesti-vos de
zêlo
e
de
ardor pelo
culto
catholico,
pela
pro
pagação da doutrina
chrislã
e
pelas
prati
cas
religiosas,
e
sereis
um
dia
dignos
pre
goeiros
da
palavra
evangélica
e illustres
cooperadores
da
salvação
de
muitas
al
mas
!
Revesli-ves
de
coragem pois
que
N.
Senhor
Jesus
Christo
abençoa as
boas
obras,
chamando grandes
no
reino
dos
ceos
áquelles
que
as
praticam e
que
en
sinam
os
seus
similhanles
a
pralical-as,
e
o
Espirito
Santo
dá
força
e
vigor
aos
que
se
prestam
a instruir
sanctamente
os
pequenos
e
ignorantes.
Possui-vos
pois
do
zêlo
e
enthusiasmo
dos
novos clérigos e
minoristas
das
pri
mitivas
eras da
Egreja,
e
fazei
brilhar
as
vossas luzes e
talentos
como
vos
recorri’
menda
o
Evangelho
«Sic
luceat
lux
reslra
coram
huminibus
'
t
Tende
sempre
presentes
na
memória
as
sabias
lições
e conselhos
que
tantas
ve
zes
ouvistes
da
bocca
do douto e illustre
Pastor
que
ultirnamenle
regeu
a Egreja
Funchaleuse
e
que
vos
admittiu
ao
estado
clerical.
Esta
associação
tão dilecta
d’
esse
illus-
tre
Prelado,
foi
instaliada
no
dia 21
de
junho,
dia
em
que
a
Egreja
a
que
já
pertenceis,
celebra a
festa
de
um
joven
clérigo,
que
íôra coroado
nos
ceos
pelos
anjos
em
virtude
da
sua
ionocencia
e
pie
dade,
o
bemaventurado
S.
Luiz de
Gon-
saga,
patrono
da mocidade
estudiosa
:
pro-
cutae
sempre
imital-o,
e
florecereis
na
Egreja
de
Deus
como
os
lirios
ílorecem
nos
campos
!
Vinde
pois
novo
clérigo
a
quein
com
pete
a
honra
de
abrir
este
curso,
vinde
occupar
este
logar
para
d
’
aqui
lançardes
a
semente
de
sã
doutrina
nos
tenros
co
rações
que
a
esperam.
Queira o
Senhor
abençoaf-vos
para
que
as
vossas
palavras
sejam feõuodas
em
bons
resultados,
como
a
semente de
que
»os
íalla
o
Evangelho, que
cahiu
em
boa
terra
e
deu fructo,
cento
por
um.
Invoquemos
portanto o
auxilio
do
Es
pirito
Sancto
e
da
Sanclissima
Virgem
Maria
ao
começarmos
tão
sancta
obra.
Ein
seguida
pronunciou
o
rev.
0
dire-
rector
espiritual
da
associação
o himno
e
oração
do
Espirito
Sancto,
e
tendo
descido
o
vice-presidenle
da cadeira, subiu
a
ella
o
rev.°
João
Innocencio
Camacho,
que
discorreu
habilmente
sobre
a
importância
do
estudo
da
religião
para
todos
os
chris-
tãos,
fallou
«obre a utilidade
da
explica
ção
do
cathecismo de doutrina christã,
e
mostrou
quaes
os
primei<os
deveres
do
chrislão.
O
rev.
0
João
Innocencio
revel-
lou
conhecimento
d
’eslas
matérias e
co
mo
estudante
que tem
o
curso
triennal
do seminário
diocesano
manifestou
muita
aptidão
e
aproveitamento,
pois
que
as
ma
térias
foram
expostas
com
toda
a
clareza
e
embora
o
novo
explicador revelasse
muita
modéstia
não
deixou
de
dar
a
co
nhecer
aos seus
ouvintes
qua
era
man
cebo
habil
e
estudioso.
Retiraram-se
lodos
os
circumstantes
muilo satisfeitos.
Esta
util
e
proveitosa
practica
conti
nuará
todas
as
quintas-feiras
á
mesma hora,
fazenlo-se
a
explicação
da
doutrina
chris-
tã,
por turnos
segundo
o
que
conveucina-
ram
os
novos
clérigos.
E
*
digno dos
maiores
encomios
o
ex.m°
snr.
dr.
João Baplisla de
Freitas Leal,
dislinclo e
illuslrado
cavalheiro,
a
quem
esta
associação
deve
tís
mais
relevantes
serviços.
P.
C.
REVISTA ESTRANGEIBA
lliapastlm.
Não
ha
noticias
da
gueria.
Publicamos
era seguida
as
proclama
ções
d
*
alguns
cheles
carlistas,
referentes
á
traição
do
ex-generai
Cabrera.
Voluntários
!
Grande
é
a
minha
aíflicção
por
ter
de
vos
annuociar
qjje
D.
ííamon
Cabrera
se
fez
traidor
para
com
a
santa
causa
que
nós
defendemos,
para
com
a
nossa
queri
da
patria
e
o
nosso
muito
amado
Rei
D.
Carlos
VIL
Esle
acto
fez-me
uma
penosa
impres
são.
Nunca
acreditaria,
se
nao
tivesse
as
provas á
vista, que
áquelle
que
foi
o
cam
peão
da
nossa
causa, fosse
capaz
de
desertar
d
’
ella
como
uma
simples
re
cruta,
sem
honra,
e
Je
se encarregar
do
triste
papel
de
chefe
de confidentes,
que
lhe
loi
confiado
pelo governo
revolucioná
rio
de
Madrid.
Este
homem,
que
tanto
se gabava
do
seu
amor
pela
patria,
não
hesitou
em
ar
rojar, ao
meio
da
lucla
que
oós
sustenta
mos,
um
novo tacho
de
discórdia,
afim
de
a
enfraquecer
mais.
E
áquelle
que
ôi.Ja
ha
pouco
tempo
fazia
votos,
pelo
triunfo
das
nossas
ar
mas,
este
homem
não
se
soube esconder
a
um
canto
do
mundo,
antes
de publicar
que
deseja
o
triunfo
dos
nossos
inimi
gos
!...
Escravo
do
meu
dever,
como
por tan
tas
vezes
o
lenho
mostrado,
decidido
a
sustentar
a
minha
bandeira
até
á
ultima
gota
do
meu sangue,
serei
inexorável
a
respeito
d^aquelles
que,
vil
e
cobardemen
te,
tentarem
seduzir-vos.
Uma
paz duradoura
e
sustentável
não
seria
possível
se,
uma
vez
o triunfo
obti
do,
conservamos
entre
nós
elementos
Ião
corrompidos
como aq.ueiles
de
que
aca
bamos
de
nos
separar.
Em
sua
infinita
sabedoria,
Deus
deu-
nos
provas numerosas
da
sua
assistência.
Mas
a
maior
e
a
mais
palpave!
d
’estas
provas,
é
certamenle
aquella
que
Elle
uos
administra
n
’
esle
m;menlo.
Confiemos
pois
em
Deus. Com a
sua
ajuda,
a vossa
abnegação
e
o
vosso
valor,
chegaremos a
conseguir
a paz
e
a
tran-
quillida
le
de
que
tanto
carece a
nossa
pa
tria.
Nós
a
livraremos
d
’
eslas
convulsões
deshonro<as
a
que
a
arrasta o
liberalismo.
Voluntários:
Viva
a
Religião
1
Viva
a
Hispanha
!
Viva
o
Rei
Carlos
VII
!
Canlavieja,
31 de
março.
Vosso
general
em
chefe
Borregara
y.
Voluntários.
Publica
é
a
espantosa
traição
levada a
cabo pelo ex-general carlisla
D.
Ramon
Cabrera.
Bem
claro
se
vê
no
seu
manifesto,
que
só a
ambição
de
mandar, o
gtande
orgulho,
a
pouca firmeza
nas suas
cren
ças
religiosas e um completo
esquecimen
to
da
triste
historia
do
passado,
o
impel-
Jirarn a
collocar-se
á
altura
d’um crimino
so
de
baixa
esfera.
Uoanimemente
o
condemnam
lodos
os
periódicos
da
Europa,
e
os mesmos
do
governo de
Madrid
pelo
seu
vergonhoso
proceder.
Porém,
posto
já
na
senda
da
deshon-
ra,
não
póde
já
recuar
e
o
governo
re
volucionário,
que
o
recebeu
emprega-o ago
ra
como
agente
de
policia
na
fronteira
do
Norte.
Triste
papel
para áquelle
que
foi
a
esperança
do
partido
carlisla
!
Porém, Deus
ros
seus altos
desígnios
lhe reservou
o
tremendo
castigo
de
que
a
sua
negra ingratidão e
seu
infame
proce
dimento
o
fizeram
çrédor.
Leia
esse homem
o
que
d’
elle
dizem
os
amigos
do
seu
novo
governo, e pen
se
a
sorte
que
a
elle e
a
quantos
seguem
seu
vil
exemplo,
tem
reservado
para
bre
ve.
O
mais profundo
despreso!
Na
sua
insensata
loucura
recebeu
di
nheiro do
governo
para
pagar
a
emissá
rios
que
recrutam
infelizes
q,ue
o
sigam
na
triste
empresa,
em
que
se
vê
só.
Todos
teem
obrigação
de
apresentar
me
esses
infames
agentes
dó
mais
odio
so
dos
crimes,
porque
irremissivelmente
serão
passados
pelas
armas
duas
horas
depois
de
presos.
Nosso
dever de
calholicos,
aposlolicts
romanos,
o
de
verdadeiros
hispanhoes,
o
juramento
que
prestamos
ao nosso
Rei,
e
a
honra
de
nossas
famílias,
que é
a
nossa,
nos
exige que
defendamos
até
per
der
a
ultima
gota
de sangue
ao
nosso
muito
amado
Rei D.
Carlos
VIL
Decidido
a
não
cessar
por
nenhuma
razão no
caminho
que
me
traçaram,
es
tou
disposto
a
ser
inflexível
com
lodos
os
que se sepaiararem
d
’elle.
Voluntário^
:
Viva
a Religião!
Viva
a
Hispanha !
Viva
el-rei
D.
Carlos
VII!
O
vosso
commandante-general
Rafael
Alvarez.
Voluntários.
O
Deus
dos
exercites
acaba
de con
ceder
uma
grande
vicloria
ao
partido
carlisla
em
geral,
não
pela
força
das ar
mas,
senão
fazendo
descobrir
a
mais ne
gra,
insensata
eginconcebivel
das
traições,
a
de
D.
Rampa
Cabrera.
Esle
homem
que
tinha
logrado
fama,
grandesa
e
tantos
favores
nas
fileiras da
lealdade, renegou
dp
si
mesmo
como
qualquer
miserável,
desertando
de
uma
maneira vulgar, para
o
campo
inimigo,
reconhecendo
D. Aflonso.
Julgava
que
o
exercito
real
o
seguiria
na sua
pobre
perfídia;
porém,
Deus,
cujas
mercês
nos
oão
fallecém,
destruiu
seus
aleivosos pla
nes,
e
o
traidor
só
conseguiu
entrar, ain
da
que
sempre
como
um
adventício
e
inconsequente,
para
o
numero
d
’essa mul
tidão
çonfusa
de
lautos
outros
revolucio
nários,
trislemenle
celebres.
Esta repugnante
apostasia
deve
unir-
nos
mais
aos
princípios
venerandos
que
simbolisa
a
nossa
causa,
fóia
dos
quaes
não
se vê
senão
aberrações
e
deshonra.
Decidido,
como
vós,
a
luctar
sem
tré
gua
para obter
o
triunfo
ao
nosso
muito
amado
Rei
e
Senhor
D
.
Carlos
VII,
sus
tentaremos
com
fervorosa
fé,
até
deiramar
a ultima
gota
do
nosso
sangue,
a
ban
deira
sagrada
da
legitimidade,
em
cojo
lema
a
palavra
«Deus
*
é
a santidade
ver
dadeira
d
’
um
principio
e
a
palavra
«Pa
tria
*
não
é
um
mercado
de
aventureiros
políticos
c
de
asquerosos
apóstatas.
Voluntários:
Viva
a
Religião!
Viva
a
Hispanha!
Viva
El-Rci
D.
Carlos
MI!
28
de
março
de
1873.
O
vosso
commaodante-general
?
o
'
■ u
,
np
í
.
idin
Pascual
Gamundi.
COLLABORáÇÃO
Sobre
os acontecimentos
de
Hia-
panhn.
II
(Continuação
de
n.° 325)
Resoam
a
esta
hora
em
toda
a
Hispa
nha
catholica
e
carlisla,
e
leem
resoado
os
brados
de
indignação e
justa
ira
pela
mais negra e vergonhosa
apostasia
de
que
foi
alvo
o
nobre
partido
cat
lista.
Um
homem,
que
pela
sua
perícia
na
arte
militar
e
deitreza
na
guerra,
havia
subido
ao
acume
das
grandezas, graças
á
generosidade
dos
nobres
reis
que
o
en
grandeceram,
porque
julgavam
vêc
o’elle
um
firme esteio do
seu
benefic»
governo,
e
uma
espada
leal,
esle
homem,
digo,
pre
cipitou-se
agora
no
fundo
d
’
um
negro
abys-
mo,
porque
chamou
sobre
.
si
a
ira
de
Deus
e
a
de todos
os caracteres
honrados
aonde
quer
que
se
encontrem,
e
a
de
to
da
a
posteridade
que
o
hade
julgar.
Es
te
homem
que
tão
vilmente
calcou aos pés
os
mais
sagrados
deveres, chamou-se
outr’
o-
ra
D.
Ramon
Cabrera,
conde
de Morella,
mas
hoje
deve rasgar
o
titulo
honroso
de
conde,
bem
como
rasgou
e
dilacerou
as
dobras
da
bandeira,
onde
se
lê
lema
sa
grado
de
Deus,
Patria
e Rei.
Este
homem
foi
enfileirar-se
na
ignó
bil
lista
dos
traidores, mas
como
recom
pensa,
aconselharíamos
a
D.
Afon»o,
a
quem foi
vfferecer
os
seus
serviços
na
em
baixada
de
Paria,
que lh’
a
desse qual
a
deu
Jnarez
ao
vil
traidor,
que
entregou o
infeliz
imperador
do
México.
Maximiliano,
oas
mãos
dos
seus
inimigos,
qae o
man
daram
fusilar.
Cona
eíTeito,
é
do
dominio
da
actualidade
esle
facto
da
historia
con
temporânea,
pois
se
refere
que o
presidente
da
Republicado
México,
Juarez,
convidando
para um banquete os
seus
mais distinelos
generaes
e
chamando-se
enlre
estes
o
traidor,
não
pôde
com a
sua
presença conter
a
irá
des
tes em
se verem
assentados
junto a um
homem
que
tinha
o
labeo
de
ter
atraiçwa-
do
o
seu
rei.
A
oílicialiade
do
exercito
da
repablica,
e
*
ssociai)do-se
a
esta
os
clamores
do
po
vo,
pediram
a Juarez
fizesse
punir
o
trai
dor
para
evitar
que elle Juarez
não
viesse
a
ser
atraiçoado
pelo
mesmo,
que
acaba
va
de
commeller
tão
enorme
delicio. As
sim
«uccedeu
; foi
fuzilado,
para
confirma
ção
do
nosso
adagio
popular,
que
tem
muita
applicação
n’
eata
tuateria
subjeita ;
«ama-se
a
traição,
mas
aborrece-se
o
trai
dor».
Com
a
diflerença
que
na
Hispanha
os
revolucionários
tratam
agora de
elevar
ás
nuvens
o
seu
idolo, aquem
por
sarcas
mo
antes
de
traidar
chamavam
o
tigre
do
Maestrazgo
•Os
revolucionários
hispanhoes
amam
a
traição., e
abraçam
em
fraternal
ample
xo
o
traidor.^pois
julgam
ler
elle
descar
regado
golpe
certeiro
e
mtrial
«obre
o
car
tismo
triunfante
em
toda
a
parte, onde
os
nobres
sentimentos
reinam
nos
cora
ções
dos
hispanhoes.
O casamento
de
Cabrera
com
uma
in-
gleza,
filiada
na
egreja
protestante,
e
a
sua
sua
abstenção
em
tomar parle
na
lucla
que
se
feria ha
Ires
annos
ou
mais
na
sua
pa
tria,
presa
de
verdugos
e
de
carrascos
d
’
aquelles
povos
dignos
de
melhor
sorte,
e
o
despeito
de
não
ver
adoplados
em
par
te os
seus conselhos,
tudo
isto
fazia
pre-
vêr
que.a
sua
queda
seria
certa.
E
foi-o:
mas
com
ella
não
ficou
mais
forte
o
af-
fousismo
agonisanle,
nem
mais
fraco
o car
tismo
triunfante,
que conta de
menos em
suas
fileiras
um
traidor,
embora
elle
ve
nha
acobei
lar-se
com
razões
especiosas de
paz
para
a
sua
querida
paliia,
como
diz
uo seu
manifesto,
o
qual
bem
analisado
esvae-se
cbmo
fumo,
e mostra
a
fundo
o
cavalheirismo
e
lealdade,
que
elle
tanto
aprcgôa,
mas
que
se
não
alliam
com
o
passo
que
acaba de
dar.
O
recurso, de
que
lança
mão
o
aífon-
sismo
para vencer
solapadamente
o
car
tismo,
e
minar-lhe
os
alicerces,
já
não
é
no
‘
o,
já
ha
siío ensaiado
por
mais
vezes
com
infeliz
successo.
Já
ne
principio
d
’
es-
la
guerra o
general
Serrano
quiz
disper
sar
as
hostes
carlistas
por
meio
da
con
vénio de
Moroviela,
que
custou a vida
aos
seus
signatários
por
parle
das
juntas
de
deputação
carlisla
:
tal
é
o
fervor,
com
que
eslão
arreigadas
uo
animo
d
’
aquel|es
povos
as
ideias
de
guerra,
e exteiejinio
a
tudo
que
é
.revoluçàe,
e
tende
a
pros
crever os
fóros
d
?
aquellas
províncias
1
Portanto
esl’
oulro
convénio,
ern
que
figura
Cabrera para
o
fazer
acceilar
aos
carlistas,
ficou
mallogrado,
e
a
guerra
ha
de
continuar
para
punição d’aquelles ver
dugos
do
nobre
povo
hispaahol,
que
se
hão sentado
nos
conselhos
da
corôa ou
do
poder
executivo
da
decantada
republica,
desde a usurpação
do
throno
de
S.
Fer
nando,
por
Isabel
11.
(Cinlinua)
LITTERATURA
(hiand
1
’
ame
est
pleine elle
a
besoin
de se
repandre
autour
d'elle.
(
lamàíitini
)
-
.
i.í;
’U‘. . H/lJv'.;-1
;
Se
Deus
de
luzes
le
dotou
tão
provido,
fulgida
estrella
que
dás
brilho
ao
céu,
seita
nas trevas
tuas
ondas
vividas,
meus
pasmos
guia
c
’
um
reflexo
leu.
Batel
sem
bussóla,
a
buscar-te
em
ancias
soluça
esta
alma
sem
amor... sem ti...
dos
lábios
puros
que
destillam
balsamo,
desça a
ventura
que
em
teus
olhos
vi.
Por
ti,
se
ostenta
a
natureza
esplendida,
sublime
o
côro
que
do
bosque
sae:
sem
ti,
de nuvens
o
porvir
envolve-se,
é
funda
a
magua
que
no
seio vae.
A
chamma
ardente
deste
amor puríssimo,
por
ti despende
mais
vivaz
fulgor...
por
ti
..
a
prece que
murmura
o
labio
ao
céu se
eleva
com
mais
puro
ardor.
A
vida,
é
brilho
que
se
apaga
súbito,
fugaz
estrella a
prepassar
no
céu...
dá-tne
hoje
o
aroma
de tua
alma
candida,
—
manhã,
quem
sabe do
destino
meu!...
Onde
tu
reines
com
potente
império,
erguido
um
throno
no
meu
seio
tens
;
era
mim,
escravo
a
suavisar
com osculos
os
duros
ferros
que
lançar-me
vens.
Foi espontâneo,
como
o
junco
n
’
agua,
ou
como
cresce
na
montanha
a
flor,
que
de
teus
olhos
ao
poder magnético
brolou-mu
n’alma
perfumado
amor.
Que importa, virgem, meu viver
em
maguas,
ou turva dôr
que
lacerar-me
vem
;
se
de
meu
peito
embalsamasse
as
ulceras
o
néctar
doce
que
leu
labio
lem?
Se
a
fronte,
orlada de
divina
auréola,
tu
me
ostentasses
no
gentil
fulgor;
se
desprendesses,
namorada
e languida,
dos
olhos meigos
um
vclver
de amor;
Se
a
trança
d
’
ebat>0
em
que
brinca
o
zé
firo,
qual
a
hera
o
tronco,
me
envolvesse
a
mim;
se,
d
’
innocencia
no
teu
manto
alvíssimo,
minha
aluía
asilo
fusse
achar
alfim...
Como
te
eu
dera,
inebriado
em
jubilo,
a
vida,
e
crença
que meu seio
lem...
Do
mar
da
vida vadeando
os
pélagos,
seguira o
rastro
que de
li
me
vem
!...
E,
de
joelhos,
exorando o
Altíssimo,
levada
a
prece
n
’
um
dos
raios
ieu»r
do
grato
seio
nos vehementes
extasis,
por
li,
tnil
bymnos
ergueria
aos
céus.
□li,
dá-me,
virgem,
leu
amor
que
é
bal
samo,
é
paz, é
vida,
perennal
fulgor...
Banha-me
na
onda d’essa
luz
benefica,
—
serei
o
espelho
de
leu
puro
alvor.
Abril
de
1875.
M.
M.
t
GAZETILHA
EDITAL
Manoel
da
Conceição
da
Cosia
e Silva,
Vigário
Geral
do
Arcebispado
ele.
Faço
saber
que
tendo
S.
Ex.
a
Rev.ma o
Snr.
Arcebispo
Coadjutor
determinado
fa
zer
uma
Ordenação
geral, que lerá
logar
nos
dias
que
posteriormente
forem
mar
cados
previne
pelo presente Edital
que
os
Ordinandos
se
devem
preparar
para
seus
exames
nas
seguintes
matérias
:
Os
alumnos
que
requerem
para
rece
ber
Prima
Tonsura
deverão
sêr
examina
dos
em
lêr
e
escrever
a
lingua
porlugueza,
contar
por
numeros
inteiros nas
quatro
operações,
nas
formulas
da
Doutrina
Chris-
tã,
em
ajudar á
Missa segundo
o
rito ro
mano
e
bracarense,
e em
lêr
correntemen
te
a
lingua
latina.
Os ordinandos
que requererem para
Ordens Menores
serão
examinados na ver
são
do
latim
para
portuguez
vocalmente,
em cathecismo da
Doutrina
Chrislã
e
no
Tratado
do
Sacramento
da
Ordem
em
ge
ral
e
dos
graus
que
receberem.
Os
Ordinandos que
requererem
para
a
Ordem
de Subdiacono
serão
examinados
na
versão
do latim
para
portuguez
vocal
mente
e
vice
versa
por
escripto e
nos
tra
tados
dos
Actos-humanos,
Consciência,
e
Lei
em
geral,
de
Voto, Jejum,
Censu
ras,
Irregularidades
e
Horas
Canónicas.
Os
Ordinandos
que
requererem
para
a
Ordem
de
Diácono
deverão
ser
exami
nados
na versão
de latim
para
portuguez
e
vice
versa por
escripto
e
nos
tratados
dos
Sacramentos
em geral e
em
particu
lar
dos
Sacramentos
do
Baplismo
e
da
Eucharistia
como
Sacramento
e
nos
de
Peccados
e
Virtudes.
Os
ordinandos que
requererena
para
a
Ordem
de
Presbytero
serão
examinados
na
composição
d
’
uma
Homilia
sobre
um
texto
do
Evangelho
tirado
á
sorte
e
nos
tra
tados dos
Preceitos
do
Decálogo, dos
Contra
ctos,
Restituição,
da
Eucharislia
como
sa
crifício,
da
Penitencia
como
Sacramento
e
como
virtude,
das
Indulgências e
casos
reservados.
E para
constar
mandei
passar o
pre
sente
Edital
que
será
aílixado
nas
portas
da
Camara
Ecclesiaslica
e
publicado ein<
um
dos
jornaes
que
se
imprimem
n’
esta
cidade.
,
Bragâ
14 d
’
Abril
de
1&75.
Manoel
da Conceição
da
Costa
e Silva.
Fe»tivid«de.—
Festejou-se no
domin
go,
18,
na
egreja
do
Carmo a Imagem
de
S. Luiz
Gonzaga,
a
expensas
dos
es
tudantes,
(Festa
cidade,
havendo
exposição
e
sermão
de tarde.
Foi
orador
o
alumno
do
3.°
anno
ilieologico
o
snr.
Matheus,
Evangelista
da
Silva,
Villas-Boas.
Fallecimento
—No
dia
17
por
Volta
<lo
meio
dia,
falleceu, qoasi
repentinamen-
te,
pois
que
apenas só
poude receber
•
Sacramento da
Extrema-Unção,
o snr.
João
Pereira
Henriques
de
Carvalho.
Este
cavalheiro
tinha
cèrca
de
48
an
nos
d
’edade, e
era
proprietário
e
direclor
d
’
um
collegio
d’instrucção
primaria,
si
tuado
na
sua
casa
da
rua
do
Anjo.
Era
irmão do
snr.
capitão Carvalho,
ha
pouco
lambem
fallecido.
O finado
era
mui
considerado
pela
sua
integridade
de
caracter,
e
demais quali
dades
qoe
o
dotavam.
Teve
hontem
ofiicios
fúnebres
no
real
templo
de
Santa
Cruz, e
d
’
alli
foi
con-
dusido
para
o
cemileri».
A
suas
bondosas
irmãs,
feridas
com
dois
golpes
suceessivos,
damos
os
nosso»
sentulos
pesames.
Senhor aos entrevado».—
Teve
logar
no
domingo, 18, este
religioso acto,
na
freguesia de
S.
Victor. feito
com
toda
a
pompa,
sendo
extraordinariamente
con
corrido
de
irrnãos e
muitos
ecclesiaslicos.
Levava
grande
numero
de
anginhos.
Para
o
explendor
d
’
este
acto muilo
concorreu
o aetual
juiz da confraria
do
SS.
o
snr.
dr.
Moreira
Guimarães.
Cnminho
de
ferro.—
Por
volta
do
meio
dia
de
domingo
chegou
a
estação
do
caminho
de
ferro
d
’
esla
cidade
a
ma-
chma locomoiora,
que
veio
em
experien-
cia
da
cidade
do
Porto.
Condusiu
d
’
alli
vários
cavalheiros e
grande
numero
de
pessoas
que
deveria
exceder
a
200
Ao
chegar
ao
recinto
da
estação
foi
a
sua
entrada
saudada
por
•
numerosas
girandolas
de
fogueies,
e
pelos
sons
festivos
de
duas
bandas
de
musica.
Não
obstante
ler
havido,
ha
poucos
mo
mentos,
um
fortíssimo
pé
d
’
agua
a aífluen-
cia
de
espectadores
era
grande.
Alguns
dos cavalheiros
vindos
do
Por
to,
seguiram
para
o
Bom
Jesus do
iMonle,
onde aos
snrs. engenheiros
foi
servido
um
lunc/i,
dado pelo
snr.
Cunha
Reis.
Por 2
horas
da
tarde
tornou
o
cornboyo
á
estação
de
Tadim,
voltando com
outra
machina
maior e
mais
wagonetes.
A
’
s
6
da
tarde
seguiu
para
o
Porto,
condusindo
as
pessoas
que
d
’alli
tinham
vindo e va
rias
desta cidade,
as
quaes foram
algumas
até
Tadim,
outras
até
Nine.
A
estação,
avenidas
e
estrada-roa
até
á
Praça
da
Alegria
achavam-se adornadas
com
bandeiras.
A
concorrência
de
t^rde tanto no
lo
cal
da
estação
como
peias
margens
da
estrada
era immensa.
Não
damos
noticia
mais
desenvolvida,
porque
um
incommodo pertinacíssimo
nos
impossibilitou
de
presencear
este
especla-
culo,
que
nos
asseguram ter
sido impo
nente.
w
Mala»
do sul.—
Consta,
que
se
re
solveu
que
as
malas
do
sul seguirão
para
esta
cidade
pelo
comboio
das
9
horas
e
meia.
A nova rna
da
Sé.—
Principiou
se
ha
dias
a assentar
os
passeios
de
esqua
dria,
do
lado
do
norte,
em
a
nova
rua
da Sé.
Agradecemos
ao
digno
vereador
do
pelouro
das
obras,
o
ex.“°
snr.
Cunha
Reis o
haver
atleudido
ás
nossas
obser
vações
a
respeito
do
rebaixamento
do nivel
da
mesma.
Agora
fica
o
frontéspicio
da
Cathedral
mais
desãfirontado,
e
a
subida
da
rua
do
Cabido
tornar-se-ha
mais
com-
meda.
Pedimos
a s.
exc.
8
que
continue
o
seu
melhoramento encetado,
fasendo rebaixar
também
até
ao
local da
capella de
S.
Miguel-
o-Anjo,
para
igualmente
suavisar
a
subida
das
ruas
qae para
alli
condusem.
Chegada.
—
Chegou
ante-hontem a
esta
cidade
o
ex.
m#
«nr.
dr.
Jeronymo
Pimentel.
digno
deputado
pelo
circulo
de
Barcellos.
Despacho» eeele»ia»tieo».—
Eis
os
despachos
ecclesiaslicos
efiectuados nos
me
zes
de
fevereiro e
março:
O presbytero
José
Albino Pereira
Sam
paio,
parocho
collado
(ia
egreja
do
Sal
vador
de
Fonte
Arcada,
do
arcebispado
primaz
de
Braga
—
apresentado,
precedendo
concurso documental,
na
egreja
parochial
de Sabia
Maria
de
Melres,
no
concelho
de
Gendomar,
do
bispado
do
Porto.
O presbytero
João
da Costa
Pereira
da
Motta—
apresentado,
precedendo
concurso
por
provaa
publicas,
na
egreja
parochial
de
S.
Salvador
de
Villa
Nova
do
Souto
d
’
El-
Rei,
do
concelho
e
bispado
de
Lamego.
O presbytero
João
Francisco Pereira,
Parocho collocado na
egreja
de
Santa
Ma
rinha
de
Covide,
do
arcebispado
primaz
de
Braga
—
apresentado,
precedendo
concur
so
documental, na
egreja
parochial de
San
ta
Marinha
de
Valdozende,
no
concelho
de
Terras
de
Bouro,
da mesma
diocese.
O
presbytero
José
Francisco Antunes
—
apresentado,
precedendo
concurso
docu
mental,
na
egreja
parochial
de
S.
Marli-
nho
do
Catai
po,
no
concelho
dé
Vallongo,
do
bispado
do
1'0110.
0
presbytero Manoel
Agostinho
da
Cu
nha,
parocho
collocado
na
egreja
de S.
Martinho
do
Outeiro,
do
arcebispado
pri
maz
de
Braga—apresentado, precedendo
concurso
documental,
na
egreja
parochial
de
S.
Thiago de
Oliveira;
no
concelho da
Povoa
de
Laohoso,
da
mesma
diocese.
0
presbytero
Albino José
Lopes
de
Car
valho,
parocho
collado
oa
egreja
de
S.
Bar-
tbolomeu
do
Rego,
do
arcebispado
primaz
de
Braga—precedendo
concurso
documen
tal,
na
egreja
parochial
do
Salvador
de
Villa Cova
da
Lixa,
no
concelho
de
Fel-
gueiras,
da
mesma
diecese.
0
presbytero
Anlonio
Carneiro
Pinto,
parocho
collado
na
egreja
de
S.
Pedro
de
Gozende,
do
bispado
de
Lamego—
apresen
tado,
precedendo
cancurso
documental,
na
egreja parochial
de Santa
Maria
Maior
de
Almacave,
do
concelho e
diocese de La
mego.
,
0
presbjuero
João
Carlos
de
Miranda
e
Paiva—
apresentado, precedendo concur
so
decumental,
na
egreja parochial
de
San
to
André
de
Macinhata
de
Seiça,
no
con
celho
de
Oliveira
de
Azemeis, do
bispado
de
Aveiro
0
presbytero
Luiz
Antonio
dos
Reis
Leitão
—
apresentado,
precedendo
concurso
documental,
na
egreja
patochial
de
S.
Tia
go
de
Passô,
no
concelho
de
Moimeota
da
Beira, do
bispado
de
Lamego.
0
presbytero
Rodrigo
José
Teixeira,
parocho
collado
na
egreja
de
Santa
Leoca-
dia
da
Macieira,
do
arcebispado
primaz
de
Braga
—
apresentado,
precedendo
concurso
documental,
na
egreja
parochial
de
S.
Cy-
priaoo
de
Refontoura,
no
concelho
de
Fel-
gueiras,
da
mesma
diocese.
O
presbytero
Francisco
Anlonio
Alva
res
dos
Reis
—
apresentado,
precedendo
concurso
documental,
na egreja
parochial
de
8.
Thiago
de
Saunpriz,
no
concelho
de
Ponte da Barca,
do
aicebispado
primaz
de
Braga.
0
presbytero
Antonio
José
Pereira
de
A
morim—
apresentado,
precedendo
concur
so documental
na
egreja
parochial
de
Sal
vador de
Estorãos, no
concelho
de
Ponte
do
Lima,
do
arcebispado
primaz
de
Braga.
0
presbytero
Antonio
Gomes,
parocho
collado
na
egreja
de Santa
Eulalta
de
Gai-
faz,
do
arcebispado
primaz
de
Braga—apre
sentado,
precedendo
concurso
documental
na
egreja
parochial
de
Santo
Estevão
de
Villar
das Almas,
no
concelho
de
Ponte
de
Lima,
da
mesma
diocese.
0
presbytero Bernardino
de
Sousa
Pon
tes—
apresentado,
precedendo
concurso do
cumental,
na
egreja
parochial
de
S. Thia
go
de Poiares,
uo
concelho
de
Ponte
de
Lima,
arcebispado
primaaz
de
Braga.
SUB9CRIPÇÃO
A
subscripção
para o
jasigo
que se ten
ciona
erigir no
cemiterio
ao
fallecido
pa
dre
Martinho
A.
Pereira
da Silva,
e
pa
ra uma
memória que
se pretende
levan
tar-lhe
no
Sameiro, junto
do
monumento
da
Immaculada
Conceição a elle
devido,
acha-se
aberta
na
livraria
Cathoiiea,
rua
do
Souto,
em
casa do
snr.
Domingos
Jo
sé
Vieira
Machado,
na Praça
municipal,
n.°
17,
e
no
escriplorio
(Testa
redacção.
couhehcio
B
olsa
de
B
raga
16
de
abril
de
1875
EÍTectuado
Banco
de
Bragança 30000.
Banco
de
Ponte
do
Lima
10100.
BOLSIM
Banco
de
Villa
Real
440500.
Banco
de
Ponte do
Lima 10100.
Companhia
Carris
de
Ferro
de
Braga 20700
Idem idem
20630.
Inscripções
d’
assentamento
49,40.
17
de
abril
de
1875
.ciH
«
’
•
liids
sb
31
EÍTeetuado
Obrigações
do
caminho de
ferro
do Minho
e
Douro
(3?
emissão)
100530.
Banco
de
Villa Real
440300.
BOLSIM
I
/
>
*
I
I
Banco
de
Villa Real
440500.
Banco
da
Regoa
490350.
Banco
da
Covilhã
600500.
Banco de Ponte
do
Lima
10200.
Obrigações
do
caininho
de
ferro
do
Minho
e
Douro
(3.®
emissão)
110600
O
director
Anlonio
Teixeira Barbosa.
.
. .........................
—
mu...... .
GRfltiDE
GfiLERIA
TWBMMWjlâE.
Continua
aberto
ao
publico,
no campo
de
Sant
’
Af>'ja
um
grande panoramma
que
além
de
variadas
vistas
de monumentos,
paisagens,
etc.,
apresentará
uma
vista
re
presentando
D.
Carlos
passando
revista
ás
suas
tropas,
nos
arredores
de
Estella,
cotn
os
generaes
Dorregaray, Elio,
Tristany
e
Saballs.
Entrada
.......
40
reis.
SAÚDE
A TODOS
sem
medicina,
pur
gantes
nem
despezas
com
o
uso
da
delicio
sa
farinha
de
saúde,
REVALESCIERE
DU BARRY
de
Londres.
SÇ aunos
d
’iuvaràaveS
siieoesaó
4
Qualquer
doente
acha
por
meio
da
deliciosa
Revalesciére,
saude,
energia,
ap
petile,
boa
digestão
e
bom
somno.
Cura
as
iodegestÕes
(dispepsia)
gastricas,
gas-
tralgias,
fiegmas,
arrotos, ventos,
flatos,
amargôr
na
bocca,
piluitas.
nauscas,
vo-
mitos,
irritação
intestinal,
diarrea,
disente
ria,
collicas,
asthma,
falta
de
respiração,
oppressão,
congestões, mal
aos
nervos,
diabethe,
debilidades,
todas
as
desordens
no
peito,
na
garganta,
do alito,
das
bron-
chites,
da
bexiga, do fígado,
dos
rins,
dos
nlestinos,
da
mucosa,
do
cerebro
e
do
sangue
:
75:000
curas
entre
as
quaes
con
tam-se
a
do duque
de
Pluskow
e
da
ex.
ma
snr.
a
marqueza
de Bréhan,
dos
doutores
Manuel
Saens de
Jejada
da
universidade
de
Cordova,
etc. etc.
Adra,
província
de
Almeria,
(Hispanha),
10
de outubro de 1867.
Meus senhores:—Tenho
a
satisfação
em
fazer-lhe
sciente
que
minha
filha
com
o
uso d’esla
deliciosa
farinha
chamada
Re-
valeseière clioeolatada,
curou
radi-
calmente
de
uma
erupção
cutanea,
que
lhe
impedia
dormir
por
causa da
comixão
insuportável
que
padecia.
—
De
V.
S.
a
at-
teuto
venerador,
P
errin
de
la
H
ittoles
,
ao
Visconsulado de
França.
Cura
78:421.
•
(Herpes)
—
Valença
14
de
setembro
de
1873.
Uma
minha
amiga
que
padecia
havia
muitos
annos
de
Herpes,
foi
curada
com-
plelamente
com
a
Revalesciére.
—
J.
B
atl
-
lori
,
fabrica
de
massa, Praça
de
S.
Ca-
lharina,
9.
Cura 56:936.
Barr
(Baixo
Reno)
4 de
junho
de 1862.
Senhor:—
A
Revalesciére
tem
feito
na
minha pessoa
uma
mudança
maravilhosa»
tendo readquirido
não
sómente
as
minhas
forças,
mas
também parecendo-me
que
es
tou
complelamente
remoçado,
tornou-me
0
appetile,
que
desde
muilo
tempo
tinha per
dido,
e
a oppressão
e
o
pezo
que
padecia
haviam
já
40
annos,
já
não
me
atormen
tam.
D
avid
R
uff
,
proprietário.
Seis
vezes
mars
nutritiva
do que
açafr
oe sem
esquentar,
economisa
cincoenla
vezes
o
seu
preço
em
remedios.
— Preços
fixos
da
venda
por
miudo
ém
toda a
pe
nínsula
:
Ern
caixas
de
folha
de
lata,
de
i
l
l kilo,
500
;
de
*
/
s
kile
800
rs
;
de
um
kilo,
10406
reis;
de
2
kilos, 30200
reis;
de
6
ki
los,.
60400
reis,
e
de
12
kilos,'
120000
freis.
Os
biscoitos
da
Revalesciérè que
se
po
dem
comer
a
qualquer
hora,
vendem-se
eto
caixas
a
800
e
10400
reis.
O
melhor chocolate
para
a
saúde
é
a
Revalesciére
chocolatada;
ella res-
litue
o
appettile,
digestão,
somno,
energia
as
carnes
dúras
ás
pessoas,
e
ás
creanças
e
mais
fracas,
e
sustenta
dez
vezes
mais
qbe a
carnè,
equéo
chocolate
ordinário,
sem
;ésqrientar.
Em
paos,
ou
em
pó
em
caixas
de
folha
de
laia
de
10
chavenas,
500
reis; ds 24 ckave>-
nas,
820
reis; de
48
chavenas,
10400 ;
de
120
chavenas,
30200
reis,
ou 25
reis
cada
chavena.
BARHY DU KARRY
C.
a —
Pla-
ce
Venddine,
26,
Pariz;
77
Regent-Streat
Londres;
Vàlverde,
1,
Madrid.
Os
pharmac;?uticos, drogui«tas,
mer-
cieiros,
etc.,
das
províncias
dévem diri
gir
os
seus
pedidos
ao
deposito
Central
;
snr.
Serzedeflo
&
C.
’ Largo
do
Corpo
Santo
16,
Uisbea,
(por
grosso
e
miudo)^
Carlos
Barreto,
rua
do
Lo:eto,
28;
B«
f
-
ral
& Irmãos,
rua
Aurea,
12.
Porto,
J.
de Sousa Ferreira & Irmão,
rua
da
Ba-
irharia
77;
de
Sequeira ;
J.
Pimo
;
Desl-
ré
Bahir;
Coimbra,
V.
Botelho
de
Vas-
concellos
;
Aveia-o,
F.
E.
da
Luz
e
Cosia,
pharm.; BarèeSIo»,
Ramos,
‘
pharm.f;
Braga,
Pbarflnacia
Maia, rua
dos
Chãos,
Pipa
<fc
Irmão,
rna
do
Souto,
Domingos
J.
V.
Machado,
praça
Municipal.
Figueira,
Antonio
Vieira,
pharsa.
;
Ciwimarãrs,
A.
J.
Pereira
Martins,
pharm.
;
Pena-
ftel,
Miranda,
pharm.
;
Ponte <!«•
Lima,
A. J. Rodrigues
Barbosa,
pharm.
;
I»o-
v®«
do
Varzine,
P.
Machado
de
Oli
veira,
phtrrma.
; Viámna
do
Caatello,
Aflonso
e
Barros,
droguislas;
Villa
do
fiorde,
A.
L.
Maia
Torrrs
pharm.
AGBADECIMENTOS
Os abaixô
assignados
agradecem
por
esle
meio
a
todos
os
III.mos
e
Ex.
mos
Srs.
que
os cumprimentaram,
e
pregaram
seus
serviços,
poi occasião do
fallecimento
de
seu
irmão
José
Cerqueíra,
e
particular
mente
ao Bevd,
0
Francisco
Gomes
Bar
reiro,
José
Francisco
da
Silva
Guimarães,
alferes
José Rodrigues
Bibeiro
Cezar,
Ma
noel Gomes
Barreiro e
Antonio
José
Gon
çalves;
a
todos
os
Revd.
08
Snrs.
Ecclesias-
ticos,
que
Se
dignaram,
não
só
assistir
to
dos
grátis,
ao
Oflicio
'do
corpo
presen
te,
que
teve logar
na
egreja
Matriz
da
villa
de
Monsão.
mas
acompanhar
além
disso
o
cadaver,
com
sobreplizes, desde
a
egreja até
ás
portas
da
v-lla;
bem
como
aos
músicos,
que
lambem
grátis
assistiram
ao dito
oflicio,
protestando
a
todos
seu
indelevel
reconhecimento
e
gratidão.
P.e
Antonio
José
Cerqueira.
P.
e
João Luiz Cerqueira.
(2371)
José
Cândido
Perçira
Pinheiro e
seu
irmão
João
Henrique
Pereira
Pinheiro
agra-
dessem
por
esle
meio a
lodos
os
ill.
m
°
8
e
exc.
mos
snrs.
que
lhes fiseram a
honra
de
os
cumprimentar
por
occasião
do
fal-
lecmenlo
de
seu
muito presado
thio,
o
ill.
mo
sor.
Jose
Joaquim Pereira
Pinhei
ro,
e
a
lodos
protestam
a
sua
eterua
gra
tidão.
(2367)
Maria
Carqlina
da
Silva
Ramos
Montei
ro,
Antonio
José
Monleir», suas
filhas
c
Antonio
Joaquim
Manso,
agradecem,
em
extremo,
reconhecidos,
a
todas
as
pessoas
que
os
cpmprimeoiaram
pela
occasião do
fallecimento
de
seu
presado filho, irmão
e
sobrinho Anlonio
José
Monteiro
da
Silva
Ramos e
especialmenle
a
lodos
os
ili.
mos
e
exc.mo9
snrs.
que
se
dignaram
assistir
aos
responsos de
sepultura
que
pelo
mesmo se
resaram
no
dia
9
de
março
p.
p.
no
cemi
tério
publico,
a
todos
protestam
o
seu
re
conhecimento
e
viva
gratidão.
ANNUNCIOS
Quem quizer
comprar
um
porção
de
semente
de
bichos
da
sêda,
falle
na
rua
dos
Pellames
n.°
10.
Vende-se
barata.
(2372)
ALVIÇAHAS
Dão-se
no
escriptorio
desta
redaeção
a
quem
achasse
no
Domingo
18
do
cor
rente
duas
abainhadeiras
de
machina
des
de
a
esquina
da
Carreira
até
a
nova
esta
ção
do Caminho
de
ferro.
(2374)
Ao
Novo
Estabelecimento
de
Modas
DE
PIMTO
«fc
TELLES
Rua
dos
Capellistas
n.os
20, 20
A
e
20
B
Acaba
de
chegar
um
grande e
variado
sortido
de
fazendas de
lã.
linhos
e
alpacas
para
vestidos,(de|todas
as
qualidades
e
côres;
bordados
e
fechur de lindíssimos
gostos
e
alta
novidade
;
guardasolinhos
para
senhora de
gosto
moderno;
gravatas
e
meias
de
seda
de
bonitas
côres
e
padrões;
chambres,
camizas
e
tiras
bordadas
em
França
e
na
Ilha;
grande
collecção
de
ndespensaveis,
leques
e
cintos
para
se
nhora,
babeiros bordados,
chapelinhos,
lou
cas
de
seda
e
vestidos
de
fustão
para
crianças;
merinos
de
superior
qualidade
e
bretanhas
de
finíssimo
linho;
pannos
velludos,
failes
e
selins
e
torquases
de
todas
as
côres
; magnifico
sortido
de
flo
res francezas
e
plumas
para
chapéus;
grande
collecção de
lenços
de
malha, de
seda
e
de
linho
em aprimoradas
caixas;
capas
e saias
guarda-lamas e
saias
bran
cas bordadas;
cretones
para cobertas e
reposteiros,
precales
para
camisas,
tapetes
e
alcatifas;
cobertas
para
cama e
mesa
de
magníficos padrões;
lem
sempre
um
bom
sortido
de morins, pannos
famosos,
pan
nos
familia
e
pannos
crús.
Um
grande
sortido
de
casimiras
mo
dernas,
francezas,
inglezas
e
allemães
em
cortes
e
facto
complecto;
pannos
fran-
cezes
e
inglezes
de
todas
as
cores
e
qualidades
;
lem
também
guarnições
para
vestido,
chá
e
grande
sortimento
de
per
fumarias
e
tudo
o
mais
que
é
proprio
do
mesmo
estabelecimento,
que
seus
proprie
tários
vendem
por
os
preços
mais
redu
zidos,
esperando
por
isse
os
seus
fregue-
zes
e
amigos
continuem
a
honral-os
com
a
sua
confiança e
o
publico
em
geral
a
visitar
o
seu
estabelecimento aonde será
tratado
com
a
maxima
franqueza
e
con-
cideração.
______________________________
(2370)
DINHEIRO
A
JURO
Na
irmandade
das
Almas
de
S.
Thia-
go
da
Cividade,
d
’esta
cidade,
ha
a
quan
tia
de
4005000
reis,
para
mutuar
oiuro
legal.
O
Secretario
João
Ferreira
Torres.
(2373)
Compram-se
para
edificar,
nos
extremos
da
cidade.
Propostas á
rua de
S. Marcos
n
-°
5.
(2354)
BORRACHAS
DE ENXOFRAR
Manoel
Lourenço d’
Araujo Braga
Rua do
Campo n.°
22.
Acaba de
receber
una
porção
d
*
este
genero,
de
boa
qualidade, que
vende
por
preços
muilo
baratos,
assim
como
enxo
fre
de superior
qualidade.
(2360)
mí
SFI
í
T
m
ISS
O professor
em
artes,
leiras
e
sciencias,
membros
do
clero
e
magistrados;
todo
0
medico,
cirurgião,
dentista
e
artista,
que
desejem
obter
0
titulo e
diploma
de
dou
tor
ou
bacharel
henorario,
pódem dirigir-
se
a
Medicus,
rua do
Rei,
40
em
Jersey
(Inglaterra).
(2107)
TABACOS
XÀIIREGAS
Lonimissão aos inrs. estanqueiros
Fumos
15
por
cento,
Rapé
30.
Vende-se
na
TrabacaBacarriaense,
rua
do
Souto
n.° 27.
(2353)
Companhia
Edificadora Indus
trial
Bracarense
De
harmonia
com
0
artigo
6?
dos
Estatutos,
são
convidados os
accionistas
d
’
esta
Companhia a
fazerem a
2.a
entra
da
(sendo considerada
a
ratificação
como
1.
’
)
de
5
p.
c. ou
15250
por
acção,
desde
o
dia
20
a
25
do
correute
mez d
’abril,
no
Banco
do
Minho,
das
10
horas
da
manhã
ás
2
da
tarde.
Braga
15
de
abril
de
1875.
Os
directores
Fernando
Castiço
José
Alves de
Moura
(2366)
Francisco
da Silva
Araújo.
BANCO
BE
VIANNA
Sociedade
anonyma
de
responsa
bilidade
limitada.
São
convidados
os
snrs.
accionistas
d'es-
te
banco
a
fazererem
entrada
da
primeira
prestação
das
suas
acções,
nos
dias
19
e
20
do
corrente,
na
rasão
de
5
por
cento
ou
réis 55000
por
acção.
Em
Vianna, em
casa
do
Banco,
rua
8
de
Maio.
114.
No
Porto,
na
Caixa
Filial
do
Banco,
rua
de S.
João
97,
escriptorio dos
snrs.
Antonio Domingos d
’
01iveira
Gama
k
C.
a
Em
Lisboa,
na
casa
do
snr.
Luiz
Ma
noel
da
Costa.
Em
Braga,
no
Banco do
Minho.
Vianna
8
d’Abril
de
1875.
Os
directores,
Antonio
Maria
Baptista
Camacho.
José
Martins
Barboza.
João
Abel
d
’
Otiveira.
(2358)
15
—
Rua
de
S.
Marcos
—
15
Queijo
Londrino. Papel
e
Flamengo
de
superior
qualidade.
(2356)
•
BANCO
DA POVOA DE VAHZiM
Sociedade
anonyma — responsabi
lidade
limitada.
São
convidados
os
snrs. accionistas
pa
ra
uma
reunião
extraordinária
da
assembleia
geral
que
terá
logar
no
dia
30
do
corrente
ás
11
horas
da
manhã,
afim
de
resolverem
sobre o
estabelecimento,
do
seguro
contra
incêndios,
e
outra
proposta,
ambas
com-
prehendidas
nos
numeros
12 e
15
do
art.
11
dos Estatutos.
Povoa
de
Varzim, 7
(fabril
de
1873.
Por
ordem
do ill.
mo
snr.
Presidente
da
Assembleia
Geral,
O
secretario,
(2362)
Jusé
Francisco
da Silva.
METAES
VELHOS
Na
travessa de
S. João
n.°
5,
com
pra-se
toda
a
qualidade
de
metaes,
e
ferro
velho
até
mesmo
fundido.
(860)
IIKIilCl
Balsamico-Prophilalico
Esta
injecção
é
a
unica
e
efficaz
que
cura
em
seis ou
oito
dias
toda
a
quali
dade
de
purgações, tanto
antigas
como
mo
dernas,
ainda
as
mais
rebeldes.
Vende-se
em
Braga na
pharmacia de
Antonio
D.
Alvim,
á
Porta
Nova
n.° 14,
em
Coimbra,
pharmacia
Barata
Diniz,
rua
de
S.
Bartholomeu.
Deposito
principal
no
Porto
na
pharmacia
Madureira, rua
do
Triumpho,
n.
’
142,
proximo
ao
Palacio
de
Crystal.
Preço
de
cada
frasco.
.
.
400
rs.
(O
*
)
ALTA
NOVIDADE
96, Rua do Souto, 96
Junto
á
rua
de
Jano.
CHAPELARIA ALMEIDA
Acaba
de
receber
das
melhores
fabricas do
Porto,
na
ultima
moda,
grande
e
variado
sor
tido
de chapeos,
de
se
da
e
de
feltro,
para
homem,
menino,
e
senhora.
Bonita
collecção
de bonets,
que
tudo
vende
mais
barato
qoe
em outro
es
tabelecimento.
Fabrica,
concerta
e
põe na
moda,
cora
perfeição
qualquer
chapeo
que
esteja
nas
circumstancias.
(2350)
ATTE^ÇÃO
José
Luiz
Ferreira,
hoje
morador
na
ruas
d>s
Aguas
n.°
9,
leva
ao
conheci
mento
do
publico
que
toma
conla
em
sua
casa
de
toda
e
qualquer
encommenda
pa
ra
a
Barca
ou
Arcos, assim
como
nos
Ar
cos na
sua
estação á
entrada da
Ponte,
para Braga e Porto,
pelas
quaes
se
res-
ponsabilisa.
Assim com»
também
em
sua
casa
freta
trens
grandes
ou
pequenos,
co
bertos
ou
descobertos
para
o
Bom
Jesus,
ou
outra
qualquer
porte
do
reino por
preços
muito
rezumidos.
Braga
31
de março de
1874.
(2334)
José Luiz
Ferreira.
LTHuslration
de
la
mode. O
mais
elegante,
iicamente
illustrado
e
barato
dos
jornaes da
moda.
Publica-se
em
Pariz
uma
vez
por mez,
no
formato do»
grandes
jornaes
illustrados.
Cada
numer»
contém
dez
a
quinze
mo
delos
de
toilelle,
uma
grande
folha
de
mo
delos de
tamanho
natural
e
uma
magni
fica
gravura
clorida.
Quem
quizer
assignar
esla
publicação,
dirija-se
á
livraria
de
Eugênio
Chardron,
largo
de
S. Francisco.—
Braga.
A
empreza
offerece
aos
seus
assignan
les
um
magnifico
cofresinho
comendo
tu
do
o
que
é
necessário
para
um
toucador
e
cujos
objectos
valem
para
cima
de 20
fran
cos.
Preços d
’assignatura
—
Portugal
:
sem
o
referido
brinde
—
9
fr.
Com
o
brinde
—
13
fr.
fâKte si nm
POR
J
DE LEMOS
Com
este
titulo
vae
publicar-se
breve
mente
mais
um
volume
de
versos
do
au-
clor
do
Cancioneiro.
De
duas
parles
contará
esle
livro
:—
1.°
Últimos
isefle-
xos |
2.°
Horas Vaga»
de Buarco».
Receiando
o andor
de
que,
por seu
silencio
de
muitos
annos,
o
favor
publico
se
tenha
esquecido
do
seu
nome,
jfez-se
acompanhar,
n
’este
volume,
por
dois
dis-
tinctos
e
estimados
nomes
lillerarios,
o
Visconde
de
Jerumenha
e
.4. X
R.
Cor
deiro.
A
benevolencia,
que
não
poderá
obter
por si,
lh
’
a
grangearão, de
certo,
esies
dois
nomes,
de
cuja
boa
sombra
se
serve
para
desvanecer
o
esquecimento
de
antigos
leitores,
e
alcançar
outros novos.
Preço
do
volume:
600
reis.
Quem
quizer
assignar
esta
publicação,
dirija-se
a
Dias
Frenas,
na
redaeção
do
«Commercio
do
Minho».
João
Manoel
da
Silva
Guima
rães.
—Rua do
Souto
n.°
43.
Compra e
vende
Acções de
todos
os
Bancos
e
Companhias,
Inscripções
de
As
sentamento e
coupons.
(581)
NOVA FUNDIÇÃO DE FERRO
DE
Antonio Germano Ferreirinha
NA
Travessa
de
S.
João
Aonde
faz
toda
a obra,
assim
como
bombas,
conçollas,
columnas
para
gaz,
pe-
zos
novos,
panellas
á
ingleza
de
todos
os
tamanhos,
canos
para
agoas
e
gaz,
e
toda
a
obra
de
fundição,
como
grades
para
sacadas,
obra
de
metal,
sinos
e
outros
ob
jectos
de
igual teor
etc.,
pelos
preços
do
Porto.
Catalogo
d
’
alguns
livros
que
se
vendem
na
Livraria
Catholica,
rua
do
Souto,
Braga.
P.
Antonio Pereira.
Biblia
(ediç.
de
1794,
etc.)
7
vol.
em
foi.
Preço
95000.
Sarmento.
Historia
Bíblica,
155000.
Antoine.
Theologia,
15
(|
00.
Sigill».
sacramental,
3
vol.
em
4?
900.
M.
Martinho Hracarenie.
Vida,
Opusculos,
Regras e
Cânones.
3
vol.
etn
foi.,
55000.
Vida
de
S.
Francisca
Chantal,
em
12?
240.
Searfantoni.
Lucubrationes
CanonU
cales.
2
vol.
em
foi.
55000.
Fleury.
Histoire
Ecclesiastique.
40
vol.
em 8.°
125000.
Duereux.
Historia
Ecclesiastica. 11
vol. em
8.°
35300
Moreri.
Diccionario
histérico
(Em
es
panhol)
10
vol.
em
foi. 205000.
La
Cled.
Historia
de
Porlngal.
15
vol.
em
8.»
3^600.
Memórias
para
a vida de
D. Fr.
Caeta
no
Brandão
(1.
’
ediç.)
15200.
Breviário
Bracarense,
em
2
vol.
35600
Missale
Romanum
(edição
de 1573)
45000.
Breviarium
Romanum,
n
’
um
vol. só,
em
4.°
800
Marlyrologium
Romanum (1584)
25250.
Idem,
cem notas
(1620)
15200.
Method»
da
Liturgia
Bracarense.
400.
Sobrino.
Diccionari»
Espanai
Fran-
cez,
156(
)0.
Macedo,
Viagem
extalislica,
400.
Elpinu Duriense.
Obras.
3
vol.
em
4.°,
I5OOO.
Verdadeiro melhodo
de
estudar.
3
vol.
em
4.°
15500.
Feijó.
Theatro
critico,
cartas,
etc.
14
vol.
em
4
0
65OOO.
Queveda.
Obras.
5 vol.
em
4
o
(Em
hispanhol),
35OOO.
Tratado
historico
das
Ordens
Monásticas
de
S.
Jeronymo.
2
vol.
em
foi.
35000.
RiTeriun.
De
perfeclo
canonico.
2
vol.
em
foi.
25400.
El
Quijole
del
siglo
XVIH.
4
vol.
em
12
\
800.
Moraen.
Diccionario (edição de
1813),
35000.
Massllon.
Sermões,
traduzidos em
portuguez
12
vol.
em
8.°,
55000.
Estes
preços
são
os
da
avaluação.
Existem
muitas
mais
obras scientificas
e
religiosas
em
muito
bom
uso,
que se
vendem
por
preços rasoaveis.
MEDALHA DE
HONRA
FERRUGINOSO,
CLARO
E
TRIGUEIRO
IMS
CHEVRIER
Cavalleiro
de Legião de Honra. OJflciai
do
Medjidiè e
Commendador da ordem
•'.'Izabel
a Catholica.
O
oleo de
Chevrier
deve
0 seu aroma
i
subtancias balsamicas que ain<i?
iiigmenlâo
as
sua»
propriedades ther
*
pHUtica»
ao
mesino tempo que o tornâ<
.gradavel ae tomar
se.
O
senhor
Chavrier
completou a sua
■ie>cuberta associando
o lodureto de ferro
to
8<-u oleo ds
flgado de
Bacalhau. Este
<»>eo
de
flgado
de
bacalhau ferru
ginoso
possue todas
as propriedades
do
>ieo
e do terro, é de fácil digestão
■unca
causa prisão do ventre
Todas
as celebridades medicas o
pre
ferem
às
outras
preparações ferrugino
sas.
Convém em
todos os casos em que
•
■ emprega
o ferro :
Tislca pulmonar.
Uronchitea, Rachitismo,
Escrofuia^,
Enipigens,
Gota,
Rh» umatismo, Dys-
pepsia,
Cenvaleeencias demoradas <•
Fraqueza de constituição.
uepositoím
paris
:
Pharm.
CHEVRIER
21,
Faubourg
Afontmartre.
No
Porto
: pharmacia
Albano praça de
D.
Pedlo, 90 em
Lisboa : phaimacia Oli
veira,
rua dos Retrozeiro»,40
(L
.)
NOVIDADE
44, Rua do Souto, 44
Campos
k Almeida,
acabam
de rece
ber
grande
sortido
de
chapéus de
feltro
e
seda,
«ultima
moda».
da
acreditada
fa
brica
dos
snrs. Maia
e
Silva, do
Porto,
que
vendem
pelos
preços
da
fabrica.
Também
se
fabricam
e
consertam
cha
**
peus
de
todas as
qualidades.
(2330) - É o formato de
-
comerciominho_20041875_335.pdf
Parte de Comércio do Minho (O)