comerciominho_15051875_346.xml
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-
3?
ANNO 1875
FOLHA
COMMERCIAL RELIGIOSA E NOTICIOSA
NUMERO 346
Assigna-see
vende-se
no
escripmrio
do
emtor
e
proprietário
José
Maria
Dias
du
Costa,
rua
Nova
n.
’
3
E,
para
onde
deve
ser
dirigida Ioda
»
correspondência
franca
de
porte.
=
As assi-
gnaturas
são
pagas
adiantadas
;
assim
como
as
correspondên
cias
de interesse
particular.
Folha
avulso
10
rs.
BEIAG
A—
SAS1B
4SÍ0 13 EÍE
<
j
as
res
ÁS
TERÇAS,
QUINTAS E
SABBADOS.
P
reços
:
Braga,
anno
1^600
rs.=Semestre
850
rs.==Protnn-
cias,
anno
2&400
rs
e
sendo
duas
4&000
rs.=Sémestre
1Ó250
rs.=Brazil,
anno
4&400
rs.=Semestre
2^300
rs.
moeda
forte
ou
10&000
reis
e
5&500
reis
moeda
fraca.=Annnnc!os
nor
linha
20
rs.,
repetição
10 rs.
Para os assignanles 20
°/0
d
’
abatimenlo.
Um
bom
exempla» a seguir.
Publicamos r/nnr
dos
passados
nu
meros
uma
bella
pastoral
do
douto
pre
lado
poduense,
dando
coma aos
seus
diocesano»
da
importantíssima
resolução,
tomada
ultimamenle
pela
nobre
classe dos
ourives
d’a
juella
cidade.
E
’
um documento
importante,
qn“
es
larnus
certos
nào
passaria
desapercebido
aos
nossos
leitores, e
que minto
pura
desejar fóra
que
lodos
o
le
*
sem
e
medi
tassem, puis diz
respeito
a
um
assumpto,
que
peia
sua
transcendência
e
valor,
já
occupou
lambem
as columua»
dfesta fo
lha.
Não
carece
por
certo
de
importância
que
o torne
recominendível o
propósito
que
formara
a
disliacta
classe d
’o«uives3-
ria,
no
Porlo,
com
relação
á
abstinência
do
trabalho em
todos
os
domingos
e
dia?
festivos.
Em
tempos
de
fé
mais
viva,
e
menos
exagerados
.egoísmos,
não
se
tornaria
de
certo
tão .
*
eiBͻel
uma
resolução d
’
eslas,
que
supposlo
diclada
por
um
preceito
di
vino,
bem
podia
ser
lida
também
corno
uma
necessidade
imposta pelas
leis
M
rs
hoje
que
poderes públicos
retira
ram
a
sua
cooperação
pa»a
a
observância
forçada do brceiro
mandamento
do
decá
logo,
h<
je
que
a
ambição
e
iodas
as
pai
xões
terrenas, se
lem
expandido
a
ponto
de crearem
esta
atmosfera,
ioda
impiegna-
da
de
materialismo,
sob
que
estamos
vi
vendo,
a
importância
de
uma tal
resolu
ção
sobe
de
ponto, não
só
pela
espon
taneidade
que
a
caraclerisa, mas
lambem
pelo
salutar
exemplo
que
proporciona
a
todas as demais
classes
laboriosas.
Infelizmente
a
cegueiri
produ-ida
por
surdidos
interesse»,
tem obstado
a
que
muita genle
veja as
vantagens,
não
só
espirituaes,
como lambem
lemporaes
qir
re
*
ullam
sempre
da
sanclificação dox
dias
festivos.
E
disemos
vantagens
lemporaes,
por
que
effectivamenie
nada
ha
mais
certo
do
que
os prejuisos
causados
pelo
trabalho
i>
*
estes
dias
de
repouso.
Se
a experiencia
tem
mostrado
qoe
o
homem
necessita
iodispensa
velmente
de
re-
faser
suas
forças
ti
’um
dia de
descanço,
para
continuar
com
nova
actividade os
seus
trabalhos,
a
constante
ob-ervição
nu»
tem
feito
ver
que sem
esse»
intervalo
*
precisos
na
vida
laboriosa,
longe
de
se
locupletarem
thesouio-,
pelo
contrario, se
desfalcam
fortunas.
Quantas
veses doenças graves,
produ-
sidas
por
uma
coruumpção
de
forças,
obri
gando
a
despesas
enormes, nào
lem
leva
do
a
miséria
e
a
fome,
aonde um braço
laborioso e robusto linha
semeado a
abuu-
daocia
?.
E
se
as
consequências
da
intemperança
i;o
trabalho
não
clngam
por
ventura
alé
oeçasiunarem
a
miséria,
os
gastos
feitos
para
reiraver
a
saude
perdida,
quanto
mais
•>áo
soturna
in
do
que
lodos os
lucos
au
feridos peia
profanação
dos
dias
destina
dos
ao
serviço
excluáivu
do
Senhor?
Mas
outras
classes
ha mais
qne sem
trabalharem
n
’
es?es
dias, como
quasi
nos
-
demais
em
que
o
trabalho
é
dever,
que
rem comludo e
obrigam
até
os
que
estão
dependentes
do
seu
saiario, a
não
inter
romperem
o
pesado
serviço
que
lhes
im
puseram,
só
para
que
a
sua
ambição seja
satisfeita
com
alguns
reaes
a
maior.
E
’
a
liranma
do
dinheiro,
que
es
cravisamlo
as
classes
operarias,
sem
lhes
deixar
utn
momeUo
em
que
cu<em
dos
seus
deveres
moraes, lem
dado
log<.r
a
esta
guerra
terrível que
o
trabalho
move
actuaiinenle
ao
capital.
E
assim
é
que
n
’
um
momento
se
tein
visto
desapparecer,
feridas
pelo
odio
do
proletariado,
fortunas
que
se
julgavam
bem
solidas,
mas
qoe
tinham
contra
si
as
maldições
e
lagrimas
de
tantas
vidas
que
se
lhes
haviam
sacrificado
com
traba
lhos
excessivos.
Estas
verdades
deveriam
ter conven
cido
a todos,
de que
os
preceitos
divinos
não
se
transgridem
sem
graves
prejiiEos
nos
mesmos
interesses terrenos.
Desgiaçadamerrie,
porém,
não
tem
sido
assim,
e
por isso
é
que
a
resolução
d
’
u-
ma classe,
tão
laborimn e
ião
nobre,
co
mo
a
dos ourives
do
Porto,
se
torna
mais
louvável, como
um
exemplo
proposto
a
todas
as
demais
classes.
Oxalá
qoe
e»las
o
sigam,
e
isto não
»ó
par»
evitarem
o
escândalo
qoe
produz
a
transgres-ão
da
lei
eterna,
mas lambem
pelo interesse
e
vantagens,
rnesioo na
or
dem
JiS
temporalidades,
que
de
tal
lhes
hade
resultar.
F«E1
M1MUEU B>A COXCEIÇî
Trouxe-nos o
«Correio
da
Tarde» a
infausta
noticia
do
passamento
d
’
este
gran
dioso
vulto
da
Egreja
Portugueza.
Virtuoso,
sabio,
honestíssimo,
respiran
do
coustanteiueule
os
aromas
embalsama
dos da caridade,
<»a
sua
expressão
mai
*
su-
blimemeote
christã,
emanando
suavíssimos
dilúvios,
transpiração
admiravcl
d
’uma al
ma
grande,
e
d
’
uma
grande
consciência
sempre
tranqnilla,
F-ei
Manuel
da
Con
ceição
loi
um
Apostolo fervorosíssimo
do
Evangelho,
qoe
tradusiu,
quanto
possível,
em
iodos
seus
actos.
Humilde, modesto,
intransigente
com
o
êrro,
cheio
d
’immeoso
aíTiflo
pela ver
dade,
coniempladur
entliiisiasi.i
das
gran-
desas
de
Btus. e
das
suas
n
ar.-
vilhas,
admiiador
consciente
das
esplendida»
pa
ginas
du Christianismo,
verdadeiramente
illuminado
peia
luz
radianto-sima
que
bro
ta
do
Cahario,
Frei
Manuel da
Concei
ção
passou
a
vida
pensando
tm Lo
us
e
f.iz<
n
lo o
bem
em
8<
u
Nome
8anciis
*
im<».
Sullicito
no
cumprimento
dos sens
de
veres ecclesiasticos.
solado
do
coração ao
serviço
de
Deus,
jámais
seus
cuieis pade
cimentos,
que
lhe
amarguravam
a
vida
orgamea,
havii
muitos
annos,
{mr
u
u
mo
do
acerbo,
o
impedham
d
’exerc>
r
•>
mi-
uisleiio
sagrado
com
inexcedriel
caridade,
ensinando,
confessando,
e, pi
incip
rimeme,
Ibzeodu
ouvir
st
>
u
verbo
inspirado
tio
al
to
do
púlpito,
d
’
i>ude
sua
iiojuencia
ver
dadeiramente
christã cahia
cuim»
chuva
d
’
ouro
sobre
o
curtição
dos
ouvintes,
qõe
avigorava na
fé
e no amor
de
Deus.
Ferido,
como
tantos ouuos
varões
il-
lusires,
em
1834,
peio
tufão
revolucioná
rio,
Frei
Manoel
da
Conceição
leve
de
abandonar
o
seu
querido
couve;
lo
de
Va-
ralojo,
essa
casa,
par.»
elle,
de
recorda
ções
saudosissimas,
para
ir
mendigar
no
seio
da
bmilia
nà<>,
qoe
a
não
linha,
mas
'nalgum
cauto
isoladu
do
mundo,
á
si-
miilunça
dos
antigos
Eremitas,
a
paz
que
perdera com
o
convento, o
socègo
d'al-
ma
que
lhe liciCa no silencio do
claustro
varatojano
;
mas
a
perseguição
levantava-
■
js
?
o
2L/
m
es
ir
&
A C. <2e
Ei. lá.
Era
oo
decair
d’
uma
tarde,
serena
e
agradável.
As
auras
repletas
rios
perfu
mes
dos
campos
da
Gaiile.i.
exhalavam
um
suavíssimo
aroma
embalsamando
o
am
biente
rpie
ião
puiu
»e
respira n’
aquel-
las paragens.
As avesiuhas
pipilavam
do
cemeiile,
e
eia
tão terno
o
seu
gorgeio
que
o
hotnem
pensador,
enlevava-se
em
sublimes
arroubam'ntus,
admirando
a
eler
na
sabedoria
do
Creador.
Límpidos
airoios
de
cbiistaliaas
aguas
sussurravam,
doce-
mente,
iafillando-se
nas
vhejauies
planí
cies
que
se
desdubiavim
junto
d*
eile.
4)
sol
dardejava
os
seus
últimos
raios,
e.
coaudo-se
por entre
a
compacta
rami-
va
das
arvores,
projectava no
solo
um
clarão,
leuue, frouxo.
Era
o
cieptisculo
da
tarde,
preludio
do
desenvolvimento
da
noi
te,
que
appafecia
do
occidenle a invoi-
ver
o
mundo
no seu
minto
de
sombras.
Approximava-se
a
occarião
soletnne
dos
místicos
devaneios
em
que
a
humanidade
se CGncentia para
pensar na sua peque
nez,
e
admirar
a
sabedoria
de
Dms,
que
do
cahos
tirara
o
mumJo
u
do
birro
crea-
ra
o
rei
do
umvt
rso,
o
hcinem
;
occasião
em
que
o cerpo
descança
das
lides
do
trabalho,
e
se
prepara
para
a
labutação
do
dia seguinte.
A
noite
tem
lambem
os
seus
encan
tos
e
a
sua
poesia.
O
silencio
que
lodo
rodeia
o
magico temer
das sombras
pro-
dusiudo formas fmtaslicas,
a
magesta.ic
da
lua, esse
arg
-uteo
candelabro'
»uspen
su
ua
almbada
azulada
para
ilfumiuar
o
inundo nas
treyas,
a
scinlillação
das
e's-
treilas,
umas
que
se
mostram
i\:'guiaii!is
e
beilas,
outras
que se
escondem
limi-
das
e
modestas,
tudo
isto
tem
o
podero
so
condão de transformar
o
homem
li
bertino
e
a
rebjiudo
em
pensador
e
soce-
gado.
E
’
então
que
se
pensa,
qne
se
es
tuda,
que
se
ama. Em
cada uma
d
’
estas
bellesas
se
encontram
apontamentos
para
grandes
livros,
assumpto
para
soberbas
epopeias,
inspiração
e
luz
para
magníficos
poema».
Sente-se
um
não
sei
que de
com-
UiOVente,
e
a
alma levada
de
justo
en-
ihusiasmo
transporta se
até
ás
regiões
do
idealismo nas
azas do
semimeto,
e
então
na
harpa
santa
dos
nossos
alheios
desfe
rimos
um
himno
d’
agradecimeot'j,
admi
ração e respeito
ao
Deus
que
nos
fiz
participantes
d
’est;»s
sublimes
impressões.
Eia,
como
disse,
no
decair
d
’
urna
tar
de
serena
e
agiadavel.
iN
’
uma
vasta
cam
pina
onde
desabrochava o
casto
iirio,
a
rimida
violeta,
a
açucena
puríssima
e
ou
tras
beilas
flores
que
fazem
a
delicia do
olfato,
estavam
reunidas
uma
quantidade
i.e
pessoas
etn profundo
silencio. Só
uma
voz
se
ouvi»;
voz
harmoniosa,
eloquente,
persuariva
;
era Jesus
que
duutiimiva
aquel
las
gentes,
ijue
lhes
mioisirava
o
pão
do
[espirito. A
muli;
lào
escutava
aquelas
pa
lavras
tão
cheias
d
’
uncçâo
e
suavidade,
e
cada
uma vinha
refrescar
aquelles
co
laçõus áridos
de
verdade,
curar as
doen
ças do
espirito.
A.»
palavras
do Chrisio
mais
remedio
para
lodos
os
males, cau-
ieriu para
todas
as
chagas.
—
Avisinhava-
se
a
noite,
e
Jesus
partiu;
us
ouvintes'
lic.í!a.n
iuco
.soláveis
com
a
sua
retiraria,
e
alguns
pertnaeecefam
no
mesmo
sírio,
còmó
para ouvirem
ainda
o
ecco
de
sua
*
palavras.
Partiu
Jesus
;
na
sua
passagem
dei-
xara
sempre
vestígios
da
sua
divindade,
e
do seu
amor para
com a
humanidade
soflredori.
Era
grande
a
httfa
das
virtu
des
do
meiço
gdileu,
e
todos
o
iam
es
cutar
;
no
regresso
virihcn
outro.;
se
peccadore?, justos,
se
incrédulos,
crentes,
se
libertinos
socegados;
emfim
era
rapida
a
mudança em
lodos
aquelles
que escuta
vam
o
divino
Mestre.
Um
dia
f>i
elle pré^ar
nas
imme.lia-
ções
do
castello
de
Magdalo, habitado
por
a
libertina
Maria,
irmã
de Lázaro
e
de
Martha. Conhecida
por
tolos
era
a
su,a
desregradissima
vida;
de
crime em
<:i
ime,
d’
eigia em
orgia,
a
habitadora
do
Magda
lo
era
o
escândalo
personificado.
Rodea
da
de
seus
amantes,
Maria,
luxurio»amen-
le recostada
etn
moles
cochms, despentea
da,
com os
seios
nus,
provocava
a
lasci
via
de
seus
admiradores,
tão culpados
co
mo
ella. Opiparos
banquetes,
loucos
fes
tins
e
depravadas
festas,
eram
a
sua
oc-
Cupação
habitual.
No
delirar da
dança, no
veiliginoso
da
le»ta,
Maria
sobresahia
sem
pre
pelas
impudicas
posições
que tomava
;
e
no
redemoinho
duidijatiie
das
waísas.
quanto»
osculos
impuros
recebeu
na
face,
crestada
já
pelo
pestífero hálito
da
impu-
resa
!
?
Uma
corte
de
aduladores
a seguia
por
toda
a
parte, e
ella
orgulhosa
com
a
pre
ponderância
que
sobre
iodos
exercia,
loi-
nava-se
mais
e
mais
escandalosa.
N
esta quadra
é
que
Jesu»
a,
parece»
a
prégar
tus cercanias
tio
castello
de
Mag-,
dalo.
Como
disse
um
òisuuctissimo
tscri-
i pior
nosso,
«era
lucta entre
dois
prioci-
piús».
Prégiva
Jesus
a
primeira
vez,
e
ao
cas
tello
chegava
essa
nova
precedida
das
virtudes
que
adornavam o
Nazartoo.
Ma
ria,
resolveu ouvil-O,
e
foi.
Agtadou-lhe
a
novidadedo
passatempo e continuou.
No
entanto
a
sua
vida
era
a
mesma,
dentr"
de
suas
salas os
mesmos
I
stitis,
a
mr
ma
orgia.
Nenhuma altefaçao
luz
na
su.
conducta
;
ás
suas
paixões dava
ajuda
lo
do
o
ímpeto
c
foge
que
possui».
Quvia
Jesus
cum
a
mesma
‘
aileaçào
com
qm
ouvia
as
adulações
de
seus
amantes,
e
a
Lensura
dos
que
o
não
eram;
queio
eu
crer que
com
o»
primeiros
ainda
seria
mais
allenciosa.
Olhava
para
;»
multidão
que
escutava
a
Je-us,
com
toda
a
indif-
ferença,
e
coirespondia
a
suas
I
grimas
*
com
um
sorriso
perverso e
cinico.
—
Não
es
tava
longe,
porém,
o
momento
em
que
aquella
mulher
fechasse para
sempre
as
portas
do
seu
palacio.
e
mudasse
com-
plulamtmte
de
viv.er,
se
continuasse
a ir
ouvir
Jesus.
No
<lia
seguinte
Maria
torn
u
á
pȎ-
gação
;
sentou
se
u
’
uma
pedia
qm;
na
cam
pina
eslava,
<•
ahi
permaneceu
silenciosa
e
pensativa.
1'mlo
a»sim
estava.
Nem
o
pio
das
aves,
nem
o
passai
da»
auia»
por
entre
as
felbas
d.s
arvoies,
qm-bravap»
o
silencio
d
’
aqoelle
logar
<md^
Jesus
desdo
brava
mistérios
<i
’
amor
e
de
paz.
Começou
Jesus
a
pregação
;
as suas
pa
lavra-
doces,
ierío»s.
{iersua
*
ivas
e
insi
nuantes,
obrigavam
M.i.a á
(..(dilação;
esta,
ouvi
as
com
interesse,
e se
algum
dos
presentes
a
olhasse
ver-lhe-ia
correr
pelas
suas
hees
um
lio
de
lagrimas.
Cessou
Jesus
du
prégar,
«
pa
riu,
en-
vianlo
ainda
a
seus
discípulos um
olhar
de
ternura
e
arnisade.
Com
eile
partiu
tam-
bem
a
mul.idão.
Maria
ficmi,
p
usativa,
pallida
e
mergulhada
em
profundo
(.
editar.
De
repente
iõvaijtou-se,
e
camioha
pira
ca»a.
Com
os
ulbus fitos
oo
chã.»
jm
«
se-
gue
o
seu
caminho.
Dentro
em
ri
fiaria
uma
lucta
ciuel
e i.i.Ttiuuz.
Eram
dois
principies
a
guerrearem,
</
bem
e
o mal
;
idui, parlidt
s
que disputavam
a
posse
d
’
a-
qyelb
alma.
CI
íí
,.
o
;>
finalmen
ê a
casa,
e
iepois
de preveni!
-
os
cieadus
de que
nào
rucvbiá
niuguem,
<
iiveriou-s<
i.
seti
quar
to.
Chorou,
c
!••;;.
im
'
C
tan
to!
As
que
ella
<íeiia<-
l
av
nào
cum
bi-
pocritas
nem
fingidas,
eram
vei
.id.iias
e
ualtr^es;
era
o
pronuncio
da
rcl
.-ma
que
ia
ter,
do
ariepcndimeplo
da
s.ua
vida
que
se
lhe
começava
a
manifestar.
i
çCouclue
no proximo
n.°)
se
temerosa
em
todo
o
reino,
o
soldado
cedera
o
passo
ao
assassino,
o
campo
de
batalha
trocára-se
pela
enerusilhada,
a
es-
jiada
e
a
espingarda
eram agora
substi
tuídas
pelo
punhal,
que
armava
a
n-ão
criminosa
do
sicário,
»em
partido
uem
crenças,
sem
outro
lim
mais
do
que
o
saque,
ou
a
vingança
brutal e
indistincla,
que
era
(/aquelle
lempo
a
occupaçào
pre-
diíecta
de
muito
*
espíritos
prsvertilos
pe
io
fogo
das
paixÕe» políticas
e
particula
res.
Todos
sabem
o
qoe
é
orna
lucta
ci-
vií
:
esta
não-foi
melhor
do
que
as
ou
tras,
e
teve
os
excessos
de
todas.
Durante
e»sa
quadra luciuosa, Frei
Ma
nuel
da
Conceição
suflreu
muito, soffrcu
por
si,
pois
se
vsa
obrigado
a
esconder-
se.
para
evitar
o
punhal homicida,
e
a
perseguição d
um
governo
militar
e
des
pótico,
e soflreti
mais
ainda
pelos
males
da
patria,
que
elle
lamentava
com
toda
a
sinceridade
do
seu coração portuguez e
chrislão.
Esta
época
foi
para
elle
uma
nova
provação
de
que
suas
virtudes
acri-
j
soíadas
louraiam
triunfar.
Ao
lim
d
’
alguns
annos
os. espíritos
fo-i
ram-se
tranquilizando,
pouco a pouco, ej
Frei
Manoel
da
Conceição
entendeu
que!
sua
-pessoa
já
não
corria risco:
foi
por:
este
temno
que
dirigiu
seus passos
para
a
Serra
de
Santo
Antonio,
onde
vivia
seu
ex
1110
collega,
o
snr. Frei
José
da
Con
ceição,
que
d
’
alli
era
natural,
e
onde
F<ei
Manuel
da
Conceição
lieou
vjveorlo
alé
á
morte
no
seio da
amizade
mais
delicada
e
fraternal.
Na
Serra
de
Santo
Antonio os
dois
vir
tuosos
vamlojanos
nau
olvidaram
a
sua
missão civilisadôra
:
cumpriram
sempre
re-
ligiosamenle
os seus
devères
d
*
urdem,
e
mais
do
que
isso
dedicaram-se
ao
ensino
gratuito
da
nçocidade.
assossiando-se
para
a
teccionação
d
humanidades,
e
ate
mestno
da
Sagrada
Theologia.
Cheios
d
’
abi>egação
e
de
caridade,
des-
presando
todas as
commodidades
pessoaes,
e
corando
só
de
fazer
o
bem
mas
sem
interesse,
sem
ambição,
som
outra
mira
mais
do
que
illustrar
intelligeociás
e
chris-
tianisar
corações,
os
nossos
dois
veneran
dos Mestres,
porque
lambem'nós
tivemos
a
honra
e
a
foriuna
de
ir
estudar
a
San
to
Antonio,
oram
admiráveis
de
bonda
de no
ensino
das
creanças,
como
dos adul
tos,
que
todos tinham
por
seus
precepto-
res
profundo
respeito,
e
amor
filial.
Era
de vèr-se
como
os
povos
da
Ser
ra
e os estudantes
se
juntavam,
bastas
vezes
ao
cair
da
tarde,
nos
dias
em
que
se
não
trabalhava, para
contar
as
virtu
des
d’
aquelles heroicos
servos
de
Deus, e
que
não
só
as
virtudes
mas
lambem os
benefícios
de
qoe
elles
eram
créJores
a
todos
que
os iractavam
A
cieança
e
o
velho,
o
pastor
e o
es
tudante
todos respeitavam
e
amavam
igual
mente
os
dois
virtuosos
varalojanos. E
co
mo
não
havia
de
ser assim se
elles para
todos
eram
paes
e
mestres
bondosíssimos?
*
Publicistas
e
todos
vós
que
fallaes
in-
cessanlemente
em
civilisar
e
instruir os
proletários
e
trabalhadores,
quereis
saber
como
se
consegue
esse lim
para
a
rea-
lisação
fio qual tendes formulado
as
theo-
rias
mais vãs? lie á Serra
de
Santo An-
tonio
e
vereis
o
que
é
um
povo
civilisa-
do .
to
los
alli
sabem
lêr e escrevêr,
lodos
faliam
com correcção: a
pastorinha
do
xaile,
como
o
mais
rude
trabalhador
poderse-hão
corresponder
comvosco.
por
escripto,
e
não
vos
podereis rir
da
sua
ortografia
:
se
conversardes
com
elles notareis como
vos
com
prebendem facilmente
e como
vos
respondem
com
inlelligencta
e
precisão;
e.
lodavia,
na
Serra
não
ha
os
vossos
professores
régios. Mas
não
é
só
isto
:
ha
lavradores
que
tradusem
Virgílio
e
Horacio
e
os
comprehendem:
não
poucas
vezes
me
foi
ensiada
a
licção
por
um
des
tes.
Em
religião
e
morai
os
povos
da
Ser
ra são exemplaríssimos
:
alli
não
se
co
nhece
a
palavra
escandalo,
porque
não
ha
facto
a
que possa applicar-se : alli
não
ha
vicios,
não
ha
prejuisos,
não
ba
su-
persticções.
E
tudo
isto
é
devido unica
mente,
nào
hesitamos
em
dizel-o,
á pa
lavra
e ao
exemplo
de
nossos
queridos
Mestres.
*
Não
podemos
fugir
á
commoção
que
nos
colhe
ao
escrever
estas
linhas
:
foi
na
Serra
qne passamos
o
tempo
mais
feliz da
nossa
juventude, e
se
ainda
hoje nos é
muito
grata a
lembrança
de
todas
as
pes
soas
com
quem
alli tractamos fimiliarmen-
te, a
recordação
de
nossos
Mestres é
pa-
ia
nós
exiremamente querida.
Ha
pouco
ainda
faltava
eu
em
x
Coim-
bra
com
meus
companheiros
da
Seira,
Luiz
Anacoréta. hoje
formado
em Direito,
Luiz
Ferreira
Uriofre,
presbítero, e outros,
e
combinamos uma
visita
juntos,
á
Ser
ra,
vermos e
admirarmos,
mais
uma
vez,
agora
qne
eslavamos
no
lim
de
nossa
car
reira luterana,
aquelles
que nos
guiaram
os
primeiros
passos n’essa
estrada
;
não
realisamos
logo
o
nosso projecto,
e
hoje
oão
podemos
mai»
beijar
a
mão
do nosso
saulo
preceptor, o
ex.‘n°
snr.
Frei
Manuel
da
Conceição.
A
lousa
sepulchal,
porém,
não
é
obstáculo
á
manifestação
de
nos
sos sentimentos
gratíssimos, e
por
i»s-.
aqui
levantamos
a
nossa voz
como
siuge
lo
tributo
de
respeito,
veneração e
extre
mado
afiecto
á
memória
d
aquelle
virtuo
so
sábio,
por
quem
sempre
livemos
o
mais
dedicado
amor,
e
cuja
morte
deplora
mos
do
fundo
(Palma
Significando
no-sos
sentidos
pesames
ao
ex.
m
" snr.
Frei
José da
Conceição
e
a
todos
os
habitantes
da
Serra
de
Santo
An
lonio, devêmos dizer-lhes
que
temos
vivo
desejo
<!e
nos
associar a
qualquer
pensa
mento,
que
tenha
por
fim
perpetuar
a
memória
do
Justo
que
honrou
a
Egreja
Portugueza
e
o
seu
paiz
com
<uas
ac»i-
soladas
virtudes.
Soure, 1! de
maio
de
1875.
EVAKISTO
MARIA DAS NEVES
FERREIRA DE
carvalho
.
Advogado.
Em
homenagem ás virtudes
de
Frei
Ma
nuel
da
Conceição,
pede
o
signatário
(Pes
te
escripto
a
sua
iranscripção
ás
redae-
ções
dos
jornaes catholicos
do
paiz,
agra
decendo desde
já
tão
subida
finesa.
E.
DE
CARVALHO.
REVISTA
ESTRANGEIRA
BSispa
Kílaa.
Em
Balmaseda
houve
uma
escaramu
ça
entre
os
carlistas
e as
tropas
com-
maodadas
por
Loma.
—
Os
carlistas
estão
cobrando
nos
po
vos
do
Maestrazgo
a contribuição
territo
rial e
obrigam-se
nos
recibos
que
recebem
aos
13
por
cento
da
renda.
—
Os
refens
que
os
carlistas
levaram
de
Bétera
estào
encerrados
na
fortaleza
del
Collado.
—
O
ultimo
successo que
acaba
de
con
seguir
o
bravo
Ca»lells
na
província de
Huesca.
diz.
o
«Direito»,
é
mais
conside
rável
do
qne
tínhamos
pensado. Escre
vem
á
«Cruzada
Hispanhola»,
do
mesmo
logar da
acção.
que
depois
d
’tuna
marcha
forçada
de
vinte a
vinte
e
cinco
horas,
o
chefe realista
surprehendeu
a
columna
Delattre,
e.
depois
(Puma
lucta
obstinada,
lhe
tomou
2
canhões,
110
cavallos,
um
certo
numero
de
machos,
500
a
600
ar
mas,
uma
grande
quantidade
de
caixões
de
munições qoe
lhe
fizera, 400
prisio
neiros,
e
lhe
matára
de
250 a
300 ho
mens
.
—
Espera-se
um
grande
ataque
no
valle
(1’Ecbanri
(Navarra).
—
Um
lelegramma
de
Bourg-Madame
de
prccedeocia
l'beral, diz
que
no
dia
4
teve
logar um f)go nutri
lo
entre
os
carlistas
e
a
guarnição
de
Puygceidá.
Tres
sahidas
foram
repellidas.
Corre
a
noticia
de
que
Saballs
chega
para atacar
de
novo
esta cidade.
Telegranimas
da Agencia
Havas
Paris
11. —
A
assembleia
voltou boje
aos
seus
trabalhos.
A
sessão foi
curta,
e
mo
uccorreu
nenhum
incidente. Provavel
mente
amanhã
será
approvada a propos
la
que suprime
as
eleições
parciaes.
Con
sidera-se
como
certa
a
dissolução
da
as
sembleia no proximo outono.
As
disposi
ções
dos
diversos
grupos
da
esquerda
são
conciliadoras.
Madrid
12.
—
Os
constitucionaes
dissi
dentes
redigvam
nova
forma
analoga
á
formula
de
Alonso
Marlinez.
Admiilem
em
principio
a
dinastia
de
D.
AíTonso,
mas
querem
constituição
tal
qoe
lodos
os
par
tidos
dinásticos
liberaes
tenham
completa
liberdade
de
acção
para
sustentar
o
seu
programma.
Londres
11.
—
Bourke
mandou
para
a
mesa
da
camara
dos
deputados
copia
de
toda
a
correspondência
trocada
entre
a
Allemanha e
a
Bélgica.
A
camara
dos
deputados
approvon as
leis
excep&ionaes
da
Irlanda
por
287
vo-
lo-»
contra
70.
Berlio»
1.
—
Houve
revista militar.
O
imperador
e
o
czar
lesliinuuham
grande
ainisade
reciproca.
C
’OK
a&E§
E’O.¥M E
IA
VigeSSa
fi
3
de tsaaào.
Acha-se
entre
nós,
a
uso
<le
banhos,
giande
numero
de familias illustres,
nào
:-ó
pelo
seu
nascimento,
mas
lambem
pe
las
inestimáveis
qualidades que
as
ador
nam.
Tem,
entre
ellas,
o
logar d’
hunra o
in
signe
prelado
que
foi
da
diocese
de
An
gela,
e
aciualmente
cornmissario
geral da
Bulia,
o
ex.
“
10
c rel.rn
°
D.
Joaquim.
S.
exc.
a
red.
lí,a
lem
a
saude
bastante
deteriorada
pelos
padecimentos
alcançados
(/aquellas
plagas
iohospitas,
onde
residiu
por
espaço
de
quatro
annos,
empregados
n
’
um
trabalho
assíduo
e
ímprobo,
pois
n
’
aqnella vasta diocese só
linha
sele
coope-
rudores
O
illuslre
prelado
tenciona
celebrar
ifiissa,
u« parochial
egreja «ie
S.
João,
na
próxima
festa
do
Espirito
Santo,
len
do
se
alé
oílerecido
ao
parodio
(Faquella
freguesia,
para o
substituir
na
mis
*
a
pa
rochial, pela
digtessão
que o
mesmo
ec-
clesiaslico
fará
á
capital
do
Minho.
E
’
que
o
fligoissimo
prelado
comprehende
sabiamciile a
doutrina
do Divino
Mestre:
Qui
se
humilial exallabilur.
S.
exc.
a
red.
,1,a
acha-se
hospedado
no
excellente
ILtel
Visellense.
Acham-se
lambem
n’esta
ílorescentissi-
ma
c
pitloresca
terra,
entre
outras pes-
soasde
d'Slincção,
cujos
nomesqué
*
por
bre
vidade
oinittimos,
as
seguintes
:
o
snr.
Pedro
Bernardiuo,
constante
zelador
da
Associação
Catholica
Portuense;
a
sor.
a
D.
Jeronyma
Julia
do
Valle
Cabral
Ribeiro,
viuva
do
conselheiio Joaquim
Torquato
Alvares Ri
beiro,
seus
filhos
e
noras,
bem
como
seu
genro,
o
snr. Henrique
Ribeiro
de
Fana.
—Continuam
a
fazer-seos
piedosos exer
cícios
do
Mez
de Maria,
na
egreja
de
S.
João.
Teem
sido
mui
consorndos.
U
en
cerramento
eílectua-se
uo
dia
do
Coração
de
Jesus, com
lesta
solemne,
na
qual
pre
gará,
de
tarde,
o
red.
,no
Anlonio Joaquim
Feijó,
abbade
de
Villa
Fria.
A
missa
será
a
grande
instrumental
(fuma
das
melho
res capellas
de
Guimarães.
No
lim
do
ser
mão
haverá
um brilhante
basar
de
pren
das.
Para
tornar
mais
explendida
esta
fes
tividade,
<»s
seus
promotores
tencionam
dirigir
convite ao nobre
bispo
commissa-
rio
geral
da
Bulia,
no
caso
d
’
elle
ainda
permanecer
aqui.
Esta
edificante solemnidade
é
feita
a
expensas
dos
fieis
e
devotos do
Sagrado
Coração
de
Maiia.
F.
G.
GAZETILHA
Expediente.—
Em
virtude
da
festivi
dade do
Espirito
Santo
não podemos
dar
ua terça-feira a folha
correspondente
a
esse
dia,
a
qual
sairá
ua
quarta-leira,
e
a
de
quiuta-feira na
sexta,
por
moi«vo
dos
festejos
da
inauguração do
caminho
de
feiro
A
aniversario
natalício de Sitn
Santidade.
—
Estiveram
explendidcs
os
festejos
promovidos
pelos
aluuinos do
curso
iheologico d'esta
cidade,
commemoraudo
o
83
°
anniversario
de
Pio
IX.
Para
nos
furtarmos
a
repetições
escu
sadas, diremos apenas
que se
Cumpriu
iulegralmente
o
programma
que
publica
mos
n
’
um
dos
n.°
s
precedentes.
Sua
exc.a
red.
ma
o
snr.
Arcebispo
Coadjutor,
conhecendo
os
sentimentos
de
amor,
veneração
e
respeito, de
que
seus
filhos,
os
estudantes do
corso
theologico
do
seu
seminário,
se
achavam dominados
para
com
o
Pae Commum
dos
lieis, pos
suído
dos
mesmos
sentimentos,
não
duvidou
tomar
parie
nos
festejos,
prestando-se
a
of-
liciar
no
Te-Deum,
não
obstante
o
insop-
poriavel
calor
que
n
’
aquelle
dia
esteve.
Es
le
facto,
que
muito
honra
o
virtuoso
e
be-
uemerito
Prelado,
augmenlou
excessivamen-
le
o
enthusiasmo
da
briosa mocidade
es-
cholaslica
bracarense
e
contribuiu sobre
maneira
para
que
aquella
solemnidade
ex
cedesse
muitíssimo
e<n
pompa,
biilhu
e
es
plendor
ás
dos
annos
anteriores.
O
orador,
que foi
o
talentoso estu-
dame
João
Gomes
«1’
Oliveira
Guimarães,
conseguiu
satisfaser
o
lusido
auditorio
que
o
escutava,
e a
sua
oração
pode
cha
mar-se
uma
estreia
auspiciosa.
A
’
noite
illuminaram se
quasi
todas
as
casas
da
cidade,
e
alguns
estabelecimentos
públicos.
Novena.—
Começou
hontem,
ás
6
ho-
ras
da
tarde,
a
novena de
Nossa Senhora
de
Guadalupe,
que
se
venera
na
sua
ca.
pella,
siia no
munie de
Santa
Margarida,
d
’
esta
cidade.
E’
miaâío ratnog-
aon ares
livres,
—O
criminoso
que
ha
dias noticiamos ter
fugido
na
occasiào
em
que
saía
do
tribu
nal,
onde acabava
de
ser
julgado
e
con-
demnado, foi
de
novo
preso
e
recolhido
á
cadeia
Alli,
quando
era
condusido
para
o
caslello,
teve
o
mau
gosto
de se
pre
cipitar
do
pateo
da
escada,
que
é
solto,
ao
lagedo
do
terreiro.
Ficou
mui
mal-
tractado,
sendo
porisso
recolhido
ao
Hos
pital
de
S.
Marcos.
Autliencias
geraes. —
No
dia
12
foram
julgados
o> seguintes
reus
:
Paulo
Francisco,
de
Mire de
Tibães,
accusado
pelo
crime
de
f>go
posto;
Car-
loia
Joaquina,
do
Porto,
pelo
crime
de
roubo:
ficaram absolvidos.
EíiatB-ãSjsaição
«Ie
prémios. —
Co
mo aoouriciamos, teve anle-hoolem
logar,
no
templo
do
Populo,
a
distribuição
dos
prémios
aos
meninos
que
fiequentaram a
catequese
mandada estabelecer
pela
Asso
ciação
Catholica,
(Festa
cidade.
O interrogatório, foi
feito
pelos
seguin
tes
snrs
:
abbade
de
S.
João
do
S
>oto,
podre
João
Rebello,
dr.
Moreira
Guimarães
e
padre
João
Antonio
Velloso
Além
de
vários
prémios
em
medalhas,
emb
emas,
caixilhos,
etc.,
foram
dados
20
latos
completos,
sendo 12
a
meninas
e
8
a
meninos.
Todos
deverão
apresentar-
>e
com
elles vesudos
no
dia
da
pri.neiia
commuohão,
que
se
eífecluará
no
dia
23.
Precedeu
esle
acto
uma
missa
por
in
tenção
do
Santo
padre, que
foi celebra
da
pelo
ex.
mo
Director
Espiritual
da
As
sociação
Catholica,
e
a
que
assistiu
toda
a
Mesa
directora
da
mesma.
N.
SenSaora
doti Dcsaiaiparados.
E amanhã
a
festividade
de
Nossa
Se
nhora
dos
Desamparados, na
egreja
dos
lerceiros.
Costuma
ser feita com a
maior
pompa e
esplendor.
Coaatpaaalaía «le Hegiarog
de
gados.
—
Alguns
cavalheiros d’
csla
cidade
tencio
nam
organisar
uma
companhia
de
segu
ro
de
gados.
AllocHçâo.—
Deparamos
no «Brado
Liberal»
com
a
seguinte
allocução pronun
ciada
peio exc.
n1
’
dr.
Luiz
da Costa
Pe
reira,
reitor
do
l^yceu.
junto
do
cadaver
da
irmã
do
exc.mo
Alves
Passos.
E'
a
seguinte
:
A
sciencia,
de
mãos
dadas
com
o
mais
acrisolado
amor
fraterno,
antes aíTecto
e
solicitude
paternaes,
nào
poderam
prolon
gar-te
a
vida,
ó
pomba
irnmaculada
!
Remonta
ás
regiões
divinas,
inurlta
n
’
um
raio
de
luz
suavíssima,
ó
meiga
llor
d
’
um
dia,
que
após
ti
deixaste
o
melanco
ico
atoma
da
saudade
!
Virgem!
supplíca
a
Deus
Eterno,
pe
de
a
toas
irmãs
celeste»,
que
chovam
a
resignação
no
peito
dos
dignos
parentes
que
te
adoram
sobre
a terra.
Nós,
os
que
lambem
somos
paes
e
ir
mãos,
choraremos
a
desajipa
t
ição da
pal-
lida
e
simpalhica
imagem da
poesia
da
tris
teza,
qne
se apagou jura
sempre,
mas
cu
ja
memória
lica
indelevelmente
gravada
em
nossos
coraçõe
*
.
Naufragio.—
O
vapor
«Cadiz»
naufra
gou
nas
alturas
de
Ucliant n’
uma
altura
de
11
braças
d’
agua.
Dos
passageiros
apenas se
salvaram
tres
portuguezes
e
um
inglez, morrendo 56 pes
soas.
Era
propriedade
da
companhia
Penin
sular,
de
que
são
agentes
em
Lisboa
os
snrs.
Eduardo
Pinto Bastos
&
C.
a
z^stgisaiio.
—
Hontem foi dado
á
sepul
*
tura
no
cemiterio
publico,
ás
6 horas
da
tarde,
depois
do
oflicio
de
Gloria
a grande
instrumental,
no
real templo de
Santa
Cruz,
o
cadaver
da
liihinba
do
snr.
Bernardo
Joaquim
Fernandes da
Cruz,
negociante
de
pannos
na rua
do.
Souto.
Tanto
no
templo
como
no
cemiterio
leve
grande
assisten
*
cia
dos
seus
amigos.
EJespsídsoH
ecclesitleos.—
Fizeram
*
se
pelo
ministério
da
justiça,
os
seguintes-
José
Alves
Moreira,
apresentado
n
a
egreja parochial
de
S.
Faustmo
de
Guei
*
faes
;
Manoel da
Silva
Laranjeira,
ua Ire
*
guezia
da Transfiguração
do
Monte
Gordo
*
va, ambas
do
bispado
do
1
’orlo.
Anlonio
José
Ferreira
Duarte,
aprese®
*
lado
na freguezia
de
S.
Thiago
de
Sequi
*
'
das matérias,
e
pela
linguagem
que
em
prega
na
narração
dos
factos,
pelo
estilo
que
usa
ids
drscripções
topográficas
N
es
ta
obra,
dando-se
as
mãos a severidade
dos
factos e
a
amenidade
do
estilo,
o
lei
tor
percorre,
insensivelmente
e
sem
té
dio,
todas
as
suas
paginas
como
se
esti
vera presenciando
os
acontecimentos
nar
rados,
e
visitando
com
os
olhos
os
lugares
descriplos.
Haja
vista o
lindo trecho e
a
formo
síssima
poesia
com
que
o
snr. Pinho
Leal
remata
o
arligo
ácerca
da
província
do
Mi
nho,
o
primeiro
extrahido
ifom
arligo
es-
cripto pelo
illuslrado
ecclesiastico
Manoel
José Martins
Capella.
nosso
contemporâ
neo
e
amigo,
e
a
segunda
escripta
pelo
snr.
Sebastião Pereira
da Cunha,
nosso
especial
amigo, filho
do
nosso elegante
prosador e mavioso
poeta, o sur.
Anlonio
Pereira
da
Cunha,
e
neto
do
snr.
conde
da
Figueira.
Nào
transcrevemos
a
poesia,
porque
já foi
publicada
ha
tempos,
nas
columuas
do
nosso
jornal
;
.transcrevemos, sim,
o
trecho
a
que
alludimos,
e
que
segue
:
«Que formosa,
que
poética
não
é
a
pro-
«vipcia
do
Mmho
!
Com
justíssimos
titu-
«los
se lhe
chama
o
jardim
de
Portugal,
«e
com minta razão
collocarain
os
amigos
«n
’
e>ta
bella
região,
os
Campos
Elysios.
«Que
outro paiz
do
mundo
apresenta-
«rá
simollauemenle.
á
vista
do
viajante
«encantado,
campos
mais
ferieis,
piados
«mais
verdes,
montanhas,
rochedos e
pe-
«nedias
mais pillorescas; villas,
cidades
«e
aldeias,
mais
bonitas
e suadaveis,
e
«rios
mais
poeticamente
formosos?!
«Quem
não
viu
o
rio
Minho,
deslisan-
«do-se plácido e
sereno,
por
enlre
campos
«de
eterna
verdura,
encaixilhados
em
ser-
«ras
e
montes,
já cobertos
de
frondosas
«arvores,
já eiriçados
d’
alcantiladas
pene-
«dias,
tendo
ao
sopé lindas
aldeias e
villas.
«Beijundo
com
suas
aguas
d
’anil, já
forla-
«lezas
outr’
ora
formidáveis, como
as
de
«Monção,
Valença,
Villa Nova
de
Cervei-
«ra
e
Caminha;
já
pequenos
reductos
e
«fortins,
como
os de
Lapella, S. Pedro da
«Torre,
Lovelhe
e
Lanhellas.
«Quem não
viu
o
formosisimo Lima,
com
«suas
pontes
torreadas,
suas
margens
sem-
«pre
cobertas
de
esmeralda,
seus
arvore
«dos
frondosos,
seus
campos feracissimos,
«suas
villas deliciosas,
seus
castellos
me-
«
moráveis,
seus
paços aristocráticos, suas
«egrejas
gothicas,
com
seus
esguios cam-
«panarios a
surdirem
por
enlre a
folha-
«gem;
suas aldeias,
já
estendendo-se
pre-
«guiçosas,
na
planície,
já
ostentando-se
«sobre
os
alcantis,
como
ninhos
d
’aguias.
«Quem
não
viu
a
extensa veiga,
sem-
«pre coberta
de
cearas ou
milharaes,
que
«se
estende
de
Vianna
a
Caminha, lermi-
«nando
ao
O.
pelo
Oceano
Atlântico,
e
ao
«E. por
seiras
e
outeiros.
«Quem
não
viu
a
augusta
Braga,
com
«os
seus
monumentos
romanos, golhicos
«arabes ; com
as
suas
tradicçÔes
antiquis-
«simas;
com
o
seu
magestosissimo
Sanc-
«luario;
com
a
sua estatua collossal
do
«monte
Sameiro;
com
os seus
formosos
arrabaldes.
«Quem
não
viu
o
Gerez,
com
o
seu
»môrro
do
Bugarreiro;
Soajo.
com
o
seu
«monte da
Gavirra
;
as serras
de
Santa
«Lozia
e
da
Agra,
com
seus
bosques
agres-
«tes
e suas
penhas inaccessiveis.
«Quem
não
viu
outras
muitas
e
muitas
«maravilhas
desta
formosíssima
província,
«não póde
fazer
uma
ideia
do
que
é o
Mi-
anho,
eic.»
Reservamos,
para
os
seguintes
numeros
a
analise
minuciosa dos fascículos que
vão
apparecendo,
afim
jde
que
não seja destoen-
liilo
o
juízo
que
fazemos
de
tão
util
publi
cação.
Os
leitores
avaliarão
a
veracidade
de
nos
sas
informações
litteranas
se
as
cotejarem
com
a
apreciação
da
obra indicada, reconi-
mendada e
elogiada por
quasi toda
a
im
prensa.
de;
Antonio José Gonçalves
Pereira,
na
de
S.
Pedro de Alvilo ;
Bernardo
José
Ro
drigues
na
de
Santa Eulalia
de
Godioha-
ços°;
Carlos
Augusto
Pinheiro
de
Almeida,
na
de
Santa
Eulalia
de
Vallões;
Gaspar
Viclor
de
Sousa
e
Castro,
na
de
S.
Thia-
go
de
Sabariz;
João
Atines
df
Souza,
na
de
S.
João
Baplisla
de
Cavez;
Jo^é
Joa
quim
Gonçalves
de
Oliveira, na de S.
1’
hia-
go
de
Athiães;
Manoel
José
Martins
Ca
pella,
na
de
S.
Payo da Carvalhei»a;
Do
mingos
Dias
Correia
Fauha,
na de
Santa
Christina
de
Meadclla
;
Manoel
Joaquim
de
Castro, na
de S. Salvador
de
Arào;
Jo
sé
Antonio de Oliveira
Barbosa, na
de
S.
Miguel
de
Carreiras,
todas do
arcebispado
de
Braga.
Joaquim Duarte
Rosa,
apresentado
na
freguezia
de
Santo
Adrião
de
Oies
da
Ri
beira
;
Joaquim
Gomes
dos
Santos
Júnior,
na
de
Santo
André de
Barrô;
Onofre
Fer
reira
dos
Santos,
na
dc
S.
Pedro
de
Be-
lasaima,
lodos
do
bispado
de
Aveiro.
Antonio
Simões
Antunes,
apresentado
na
freguezia
de
S.
Sebastião
do
Espinhal
;
Jo
sé
Maria de
Carvalho,
na
de
S.
Pedro de
Farinha Podre;
José
Maria
Correia
de
No
ronha, na de
Santa
Chrislioa
de Condeixa,
todos
do
Bispado de
Coimbra.
João
Baplisla
Lobo,
apresentado na
egreja
parochial de No-sa Senhora
da
As
sumpção
de
Curaudó;
Joaquim
Cardoso
de
Brito,
na
de
Santa
Maria
do
Porco,
todas do
bipado
da
Guarda.
João
Teixeira
de
Vasconcellos. apresen
tado
na
parochial
egreja
de
S.
João
Bap-
tista
de
Sinfàes,
no
bispado
de
Lamego.
Macario
Pinto de Souza Cominho,
apre
sentado
na
parochial
egreja
de
S.
Pedro
de
Manhouces,
no
bispado
de
Vizeu
Foi
declarado
sem
eíleito
o
decreto
de
16
de
julho
ultimo pelo
qual
o
presbíte
ro
Augusto
da
Costa,
parocho
da
egreja
óe
S. Malheus
do
Botão, bispado
de
Coim
bra, fora
apresentado
na
egreja
parochial
de
S.
João
Baplisla
de
Seixo
de
Gatões
na
mesma
diocese.
Lougevàdatle.
-—
O
«Constituciooel»
de
Pariz
apresenta
um
calculo
curioso
ácerca
da
longevidade nas
diíleremes
pro
víncias
de
Fiança.
Ha
em
França,
termo
medio,
«um»
centenário
por 316:000
almas.
Lto
porém
depende
das
latitudes. Os arredores
de
Garone
são
muito
macrobiticos.
O depar
tamento
de
Gers
tem
chegado
a
produzir
um
centenário
por 29:000
almas
;
o
depar
tamento
da
Gironoe,
um
por
83:000
al
mas.
Segue-se
apoz
a
Borgonha.
Uasiimento egfigrwçiiíBí».—
Uma
fo
lha
de
Pariz
narra
o
seguinte
cuhoso
epi
sódio
:
«Na mairie
da
undécima circunscripção
deu-se
hontem um
caso
engraçado
e
des
graçado
para
o noivo.
Acabavam de
chegar
alli
dois
burgue-
zes
nubentes.
Todas
as
formalidades
esta
vam
já
compridas
e
nada
mais
faltava
do
que
pedrir
aos
esposos
o
seu
consentimen
to
reciproco
e
solemne.
O maire
volta-se
para
o
futuro
mari
do
e
diz
:
—Snr.
Theodoro,
consente
em
tomar
por
esposa
a
menina Adelia
aqui
presente
?
O
futuro
cônjuge
toma um
ar
de gra
vidade,
reune
o
sons mais
maviosos
e
abre
a
bocca
para
responder um
sim,
accen-
luado
como
convém.
Mas oh !
os
queixos
escancaram-se-lhe,
e
em
logar
de
pronun
ciarem
o
sim esperado,
ouve-se
um
rui-
do
secco,
um
estalido
clic,
e
o
pobre
fi
ca
com
a
bocca
aberta
dando
sign.ies
da
mais
violenta
indignação 1
Approximam-se
os ciicumslanles,
infor-
man-se da causa,
e
oh
!
desgraça !
o
su
jeito
usava
de
dentadura
artificial,
e foi
esta que
soltando-se
dos
encaixes,
poz
o
homem
n
’
aquellas talas!
A
islo
grita
a
noiva
—
que
a
sacrifica
vam
!
A
familia
toda
retira-se,
e
o
infe
liz
tratou
de
ir procurar
quem
lhe
poses-
se a
dentadura.
Portiag
íb
E
antigo e
asaotlersxo.
—
E
’
este o
titulo
d
’nma obra
importantíssi
ma,
tantas
vezes annunciada, e
nunca
as-
sás
elogiada,
escripta
pelo
snr.
Pinho
Leal,
babil e distinclo
lillerato,
e
incan-
çavel
propugnador das
nossas
glorias
pa-
Irias
Publicou-se
o
73.°
fascículo
d’
esta
obra,
verdadeiramente
monumental;
e
n
’esle,
co
mo
em
lodos
os
folhetos
precedentes,
tem
o
homem
de
letras a
recolher
valiosos
co
nhecimentos,
até
hoje
ignorados,
incertos
e
contestados,
ou
pelo
menos
nào
vulga-
risados,
sobre
matéria
geogralica,
estatís
tica,
cliorogralica, heraldica,
archeologica,
histórica,
biográfica, elymolog»ca,
etc.
Fiel
na
Irstoria,
judiciosa e
imparcial
na
critica,
esta
obra
é
recommendavel
ain
da
pelo
methodo
que segoe na
exposição
COMMERCIO
B
olsa
de
B
raga
12
de
maio
de 1875
EFFe
et ciado
Banco
de
Villa
Real
455000.
Banco
da
Regoa
490950.
Banco
do
Alemlejo
110600.
Banco
de
Chaves
110600.
Banco
Portuguez
(2.
a
emissãoj
210950.
Dito
dito
220000.
Banco
Nacional
Ultramarino
(2.
a
emissão)
260250.
Dito
dito
260300.
Companhia
Carris de
Ferro de
Braga
20300.
Obrigações
do caminho
de
ferro do
Minho
e
Douro
(3.
a
emissão)
120100
13
de
maio
de
1875
EíTectuado
Banco
do
Minho 1210039.
Banco
Mercantil
de
Braga
110103.
BOLSIM
Banco
Portuguez (2.3 emissão)
210830.
OOlKffiÀL
DE
Convidam-se
os snrs. accionistas
d
’
este
Banco
a
entrarem
com
a
2.
a
prestação
de
25
p.
c.
ou
120500
reis
por
acção,
relativa
á
2.
a
emissão,
desde
o
dia
15
a
25
de
junho
proximo.
Os
snrs.
accionistas
residentes
no
Por
to,
pódem
efíeclual-a
na
Caixa
Filial
do
mesmo
Banco n
’
aquella
cidade.
Braga
13
de
maio de
1873.
Os
directores,
Luiz
Anlonio
da
Coda
Braga
(2439)
Manoel José
da
Cosia
Guimarães.
Banco
Ultramarino
110300.
Dito
dito
110230.
Banco
Mercantil
de
Braga, 110430.
Banco
do
Alemlejo
100930.
Banco
Commercial
de
Guimarães
140400.
O
director
Anlonio
Teixeira
Barbosa.
BANCO
DA COVILHÃ.
Sociedade anonyma
de
responsa
bilidade
lunilaia.
Balanço
em
30
de
abril
de
1875.
Capita!
1
*
emissão
750
coo
los
—
7:500
acções
de
10
J
$000
reis.
Aetivo
Accionistas............................
170:1200000
Leltras
descontadas
e
a rece
ber
......................................
381:6010783
EÍIeilos
depositados.
. .
.
12:0000000
Papeis
de
credito.
.
.
.
3:3200700
Agencias
no
paiz.
.
.
.
72:9570293
Ditas
no estrangeiro.
.
.
14:4070174
Devedores
e
credores.
.
.
4160499
Caixa
.......................................
21:9400227
Empréstimos
com
caução.
108:8560306
Ditos
em
c/c com caução.
54:8430058
Moveis
e
utensílios
.
.
.
1:0060890
Despezas
d
’
instalação.
. .
1:2550260
842:7^80290
Passivo
Capital
...................
750:0010000
Fundo
de
reserva.
.
.
.
4900961
Dividendo.............. 2410600
Depositantes............ 38:4400171
Obrigações
a
pagar.
.
.
.
32:0850787
Credores de
eHeitos
deposi
tados
.......................................
12.0000000
Ganhos e perdas
....
9:4670871
842:7280390
Os
Directores
EXPEDIENTE
ADMINISTRA
ÇÃO.
Carlas
e
avisos
recebidos
desde
13
do
cor
rente
até
hoje.
Lapa.
—
José
Damião
da
Fonseca
e
Sá,
parocho
de
Granjal—Recebido.
Chaves (Agrella).
—
Padre
Anlonio
Gon
çalves
Amaro
—
Idem.
Antonio
Baplisla
Alves Leilão
José
d
’
Amorim
Vaz
de
Carvalho.
--- ---------
—--------------------------------------
DESPEDIDA
O
padre
Manoel
Marinho
Alves
da
Sil
va,
retirando-se
rapidamente
para Tentugal,
não lhe
foi
possível
de<pedir-se
de
todos
os
seus
amigos
que lhe
faziam
a fineza
de
o
procurar e
prestar-lhe seus
serviços,
du
rante
a
sua
estada
n
’
esta
cidade, pelo
mo
tivo
do
fallecimento
de
seu
presado
amigo
Padre
Martinho
Anlonio
Pereira
da
Silva,
a
todos
agradece
cordealmenle
e
pede
des
culpa
de
o
não
fazer
pessoalmente.
------------------ ^aauasa^-------------------
Segunda-feira 17 do
corrente
pelas
9
e
meia
horas
da
manhã,
se
hade resar
uipa
missa,
na
real
capella
de
Santa
Ctuz,
ne
la
alma
do fallecido
capitão
José
Amaro
Pereira
Pinto.
L
T
m
amigo
do
finado
pede
assistência
dos
amigos
e
collegas
do
fallecido.
e
por
este
acto
de
caridade
e
religião
desde
já
se
confessa
grato.
AGRADECIMENTOS
Angélica
Rosa
Pereira
da
Silva e
An-
tonia Narcisa
Pereira da Silva,
tendo
re
cebido
as mais
inequívocas provas de dedi
cação
e
amisade
com
que
por
occa>ião
do
fallecimento
e
enterro
<ie
seu
saudoso
ir
mão
padre
Martinho Anlonio
Pereira
da
Silva,
as
enobreceram
varias corporações
e
crescido numero
de
pessoas
tanto
d
’es-
ta
cidade
como
de
fóra
d’
ella,
das
quaes
tem
continuado
a
receber demonstrações,
de
verdadeira
amisade
que
consagram
ao
fallecido, e não
lhes
sendo
possível
agra
decer
a
lodos
pessoalmente
como
desejavam,
servem-se
d
*
esle
meio
para
lhes
testemu
nhar
o
seu
profundo
reconhecimento.
Narciso
José
Lourenço
Correia,
na
im
possibilidade
de
o
poder
fazer
pessoalmen-
te
a
todos
os ill.
,uos e
exc.mos
snrs.
que
lhe
fizeram o
distinclo obséquio
de
o
cum
primentar
por
occasião
da
morte
de sua
chorada
esposa
D.
Maria José
Augusta
Cor
reia,
e
bem
assim
aos
que assistiram
ao
oílicio
de
corpo
presente
que
teve
logar
na
egreja
dos Congregados,
no
dia
13
do cor
rente,
e
em
particular
aos
que
acompa-
ram
o
corpo da
finada
até
ao
eemiterio
publico
até
se
dar
á sepultura
;
não
esque
cendo-
os
ill.
inos
e
revd.
mos
snrs.
sacerdo
tes
que
gratuilarnente
assistiram
ao
ofli
cio, e a
lodos
protesta
o
seu
eterno
re
conhecimento.
(2138)
D.
Rita
de
Cassia
de
Azevedo
Continha
e Moura,
penhoradissima
para
com todas
as
pessoas
que
lhe
deram a immerecida
consideração
de
a
visitar
por occasião
do
fallecimento
de
seu
presadissimo
primo,
o
reverendo
conego
João
José
de
Azevedo
Cominho;
e
bem
assim para com
todos
os cavalheiros,
que
lhe
deram
a
maior
pro
va
de
estima,
assistindo
ao oílicio
fúnebre
que
por
alma do
dito
seu
primo
foi
cele
brado
ua
Sé, acompanhando
depois
ao ce
mitério
o
cadaver
do
(ina
lo,
vem
por
es
le
meio,
agradecer-lhes
e
significar-lhes
o
seu
infinito
reconhecimento,
protestan
do
a todos
a sua
eterna
gratidão.
Braga 8
de
maio
de
1875.
(2431)
w
thu
mii
«■ .«Traa.TrrMBMtMwwgnewmmMMMMWBeM——
AHNUNCIOS
N.
ULTRAMARINO
Nos
dias
14
e
15
do
corren
te,
recebe-se
no Banco
d
)
Minho
a 1/
prestação
de
15$l)00
reis
por
acção,das
ractificadas para
a
nova
emissão.
Braga
13 de Maio
de
1875.
(2437)
íHwiõ
Na
rua
dos
Chãos
de Cima,
n.°
69,
compra.m-se
acções
do
Banco
Agrícola
In
dustrial
da
Extremadura.
*
25
•^■.^w.^
fâSHW
Precisa-se
de
uni
ca-eito
qne
tome
de
arrendamento
uma
quinta
distante
d
’
esta
cidade
uma legua, sendo os cereaes
de
meias
e
os
fruclos de
terço.
Quem
preten
der
dirija-se
a Antonio
Joaquim
Loureiro,
rua
Nova
n.°
3—
Braga.
(2433)
MUITA
ÃTTÊNÇ
â
Õ
Ao
Ba
rate iro
de Braga, da
rua
de
S.
Vicente
n
0
92
Chegaram
as
íasendas
próprias
da
esta
ção
de verão, os
mais
bonitos
gostos,
e
a
tnais
alta
novidade
que
vae
vender,
por
preços
inleiramenle
baratos,
sem
compe
tidor.
Fatos
de
casimira para
homem
a 10500
reis o
fato
completo.
Lãs
para
vestidos,
bonitas,
a
100 e
120
reis,
chitas modernas
a
100 reis.
5:000
lenços brancos com
bonitas
barras,
para
vender
a
20, 30 e
40
rs.
e
já
abai
nhados. de
bretanha,
em
bonitas
caixas
a
56,
60
e
70
rs.
Sombrinhas
para
senhora, bonitos
gos
tos, a
280
e
500
rs.
e
de
seda,
muilo
mo
dernas
a
900
e
10200
rs.
Chapéus
de
sol. Irancezes,
de
cores,
a
600
e
700
rs.
e
de
seda
o
mais
supe
rior
e mais
moderno
a
10600,
10800,
20000,
20600
e
30000
rs.
Pannos
patentes superiores,
panno
fa
moso,
pannos
crus
e
morins
a
50
reis o
melro,
sargelins.
panninhos
fianceses
pa
ra
forros,
crinolinas
a
140
e
luO
reis
o
metro,
sapatos
de
trança e
de
pellica,
sintos
modernos
para
senhora,
lenços
de
seda e
diversas
quinquilherias
;
e
finalmente foo-
cinbas
inglezas
todas
de
aço,
para
120
e
140
reis,
e
muitas
diversas
fazendas que
vende
por
preços
hileirâmente
barstos.
Pede-sc
ao
respeitável
publico,
para
que
visite
este
novo
estabelecimento
e
que
aproveitem
a
occasião de se
vestirem
ba
rato
antes
que
se
acabe.
(2436)
BOLACHA
Redução
de preços
O
Café
Vianna
acaba de
receber um
grande soitimento
de
bolachas,
que
vende
por preços
exlremamente
commodos. por
esse
genero
lhe
vir
direclamente
da
fabrica.
No
mesmo
estabelecirneto
estão
á
ven
da
:
vinhos
do
Porto,
Charnpagne,
Madei
ra, Xerez,
Bordeaux
e
Collares,
todos de
superior
qualidade.
(2420J
O
juiz
e
mais mezarios
da
confraria
de
S.
João
Baptista
d’esta
cidade,
an-
nunciam
a
venda d
’
um
frontal
d
’
allar, dous
anjos
de
madeira
e
dons andores
doura
dos, lambem
de
madeira,
tudo
por
preços
rasoaveis
e
em
sufrivel estado
para
poder
servirem
qualquer
egreja.
Quem pretender
comprar
estes
objeclos,
póde
dirigir-se
ao
thesoureiro
da coofraiia
Manoel
Ignacio
da
Silva
Braga,
negociante
estabelecido
na
Praça
d
’
Alegria,
casa
n
0
17,
o
qual
para
isso
se
acha
competenlemente
auctorisado
O
secretario
'la
confraria
M>noel
Bernardino
da
Cunha
e
Silva
’
(2129)
Sarda
Casa
da
Misericórdia
da
cidade
de Braga.
K
Meza
administradora
da
Santa
Casa
da
Misericórdia,
d’
esta
cidade,
faz
saber,
que
lem
deliberado remover
para o
cemi
tério
publico as
catacumbas
e
ossadas
que
se
acham
no
antigo
cemiterio
dos
Des-
presos
;
convida, portanto,
os
herdeiros
ou
parentes
dos
fallecidos
que
temporariamen
te
foram
depositados
nas
nie-mas
cata
cumbas a
virem no
praso
de
60
dias,
contados
da
data
d
’
esle annuncio,
tomar,
quando
queiram,
conta
da
respecliva
os
sada.
sob
pena
de
findo
o
referido
praso,
se
proceder
á
competente
demolição
e se
rem
esses
restos
mortaes
envolvidos
na
ossada geral.
Braga
e
secretaria
da
Misericórdia
5
de
Maio
de
1875.
O
Provedor,
(2422)
Manoel
Justino
Marques
Murta.
FÕÕÀÕ
~DÊ
c
Õ
s
Í
n
ÍIÃ
Vende-se
nrn,
no campo
de S.
Sebas
tião
n.°
3, de leno
balido,
obra
do
Por-
lo.
(2416)
te
a
Í5|
M
UI
Esta
empreza
faz
publico
que
desde
o
I.°
de
Agosto
até
31
d
’
Oulnbro,
estabelecerá
carreiras
diarias
para
o
seu
estabelecimen
to de
banhos
no
sitio
de
Suavemar, arrabalde d
’
esta
villa,
pelo
preço
de 60
reis,
cada
banhista.
Convida
portanto
o
publico a
visitar
aquella
praia
e
estabe
lecimento
de
preferencia
a
qualquer outra,
certa
de
que
a
sua
vidade
da
praia,
a
modicidade
nos preços, tanto
das
casas
de ha
bitação, corno
de
transporte
e
banho,
permiltirá
a
empreza
asse
verar que
soube
conciliar os
seus
interesses
com
os
dos
banhis
tas.
A
direcção
incumbe-se
igualmente
de
promover
os alugue
res
de
casas de
habitação
a
quem
assim
lh
’o
solicitar.
>»
(2421)
uvií
oa
soHNva
vuvd
vzaudwn
EM
CHSM
l
LE.
FRANCA;
A’ Dojn
Caeliapuz—
acaba
de
chegar,
direclamente,
d
’
?quella
fabrica, um
varia
do
sortimento
d
’
objectos
de
feiro
fundido,
os
quaes,pela
sua
perfeição
de
obra e
modicida
de de preço,
se
tornam
preferíveis
aos
de
outra
qualquer.
Abaixo
vae
um
catalogo
da
maior
parte
dos
que
agora
chegaram
e
se
acham
patentes na
dita
loja.
Cruzes
de lindos feitios para sepul
turas.
Coroas idem
idem.
Imagens do
CrucúHeado, diversos
tamanHos.
I i n l
rx *■ j
i i t
< continua, no
vos
ystema.
Cosinlias
de
feitios
diversos.
Capaclaos para
escadas ou corredo
res.
Cercaduras
para jardins.
Sociedade
anonyma
de
responsabilidade
limitada
São convidados os
snrs.
accionistas deste
Banco
a
enira
rem
com
a
2.
’
prestação
de
1U p.
c.
ou
reis
por
acção.
nos
dias
2
e
21
do corienle
mez.
Em
Vianna,
na
casa
do
Banco.
No
Porto,
na Caixa Filial
do
Banco.
Em
Lisboa,
em
casa
do
agente
o
snr.
José
Antonio
dos
Reis.
Em
Braga,
ém
casi
dos
agentes
os
snrs. Carvalhos
&
CA
Vianna,
7
de
maio
de
1875.
OS
DIRECTORES,
METAES
VELHOS
Na
travessa
de
S.
João n.°
5,
com
pra-se
toda
a
qualidade
de
metaes,
e
ferro
velho
até
mesmo fundido.
(860)
BORRACHAS
DE
ENXOFRAR
Manoel
JLoureKÇís
<VArawjo 12rcga
Rua
do
Campo
n.°
22.
Acaba
de
receber
uma
porção d’este
genero,
de
Lca
qualidade»
que
vende
por
preços
muito
baratos,
acsuu
como
enxo-
Ire
de
superior
qualidade.
(2360)
s
Sk
&
0
ía
g
O
Director,
João
José ILopes.
Escarradores
para salas.
ISeseanços
para gvanrda-cEauvas.
Caixas
para pltospEioros.
Vasos para
suspender
flores.
FiramiiSes
para escadas
ou
va
randas
ECaspadores de calçado.
Cassarolas
de varies feitios, etc
Anlonio
Maria
Baptista
Camacho
José
Martins
Barbosa
João
Abel
de
Oliveira.
(2131)
VENMMSE
Tres
motadas
de
casas
na
roa
No-
va
de
Santa
Cruz, com
os
n.os
6,
'
-^-^7
e
8..
Para
o seu ajuste
falla-se
na
rua
de
D.
Pedro
V, n.°
72.
(2430)
João
Manoel
da
Silva
Guima
rães.
—Rua
do
Souto
n.°
43.
Compra e
vende
Acções
de
todos os
Bancos
e
Companhias,
Inscripções
de
As
sentamento
e
coupons.
(581)
Sociedade
anonyma
de
responsa
bilidade
limitada
Banco
Commercíttl de Coimbra
São
convidados
os snrs.
accionistas
<l
’
es-
te
Bauco
a
entrarem
com
a
6.a prestação
de
10
p.
c.
ou
50000 reis
por
acção
oa
con
formidade
dos
artigos
10
e
11
dos
esta
tutos,
nos
locaes
abaixo
designados,
des
de
o
dia
11
até
ao
dia 20
do
corrente
e
das
11
da
manhã
ás 3
horas
da
larde.
Os
agentes
do
Banco
:
no
Porto
o
snr.
José
Júlio
da
Cosia, em
Braga
os
snrs.
Je-
rooymo
José
Pereira
Pinheiro
A
F.os
,
em
Vianna
o
sur.
Elias
Augusto Vieira d’
A-
ranjo,
e em
Lisboa
os
snrs.
Correia
&
C.a
,
105,
rua
dos Fanqueiros,
estão
auclorisa-
dos
a
receberem
a
importância
d
’
esta
pres
tação
e
a
rubricarem o
recibo
nas
acções.
Em
Coimbra,
o
pagamento
f.r-se-ha
no
edifício
do
Banco.
Banco
Commercial
de
Coimbra,
4
de
maio
de
1875.
Os
gerentes
Manoel
dos
Santos
Júnior
José
Barbosa
Lima
(2419)
J.
Melchiades
Ferreira
Santos.
Joaquim
José
Pereira
Guimarães,
rua
de
S.
Marcos
n.°
29,
participa
a
todos
os
seus
freguezes
e
amigos,
que faz toda
e
qualquer
<>bra
por
medida,
cada
um
fac
to inteiro
a
30OtiO
reis
e
d’ahi
para bai
xo
o
menos
que
poder,
tudo
bem
feito
e
na
moda. Besponsabilisa-se por
lodo
o
prejuiso
que
possa
haver
em
qualquer
obra.
Braga
11
de
maio de
1875.
(2433)
Nova empreza
de
trens
Faz
publico que
desde
o
dia
13
de
Maio
a
sua
carreira
de diligencias
diaria
que lem
enlre
esta
cidade e
a
Egreja
Nova segue á
Cruz
de
Real.
Sae
de
Braga
ás
3
da
tarde,
chega á
Cruz
de
Real
ás
7.
Sae da
Cruz
de
Real
ás
6
da
manhã,
chega
a
Braga ás 10.
Tem
demora
no
Pinheiro 1
quarto
úe
hora
na
ida,
outro
na
volta.
Pinheiro
dentro
Fóra
Egreja
Nova
dentro
Fóra
Cruz
de
Real
dentro
Fóra
Oulrosim
240
200
400
360
500
440
Faz
publico
que
desde
o
dia
15
sus
pende
provisoriamente
a
sua
carreira
de
diligencia
diaria
entre
esta
cidade
e
a
vil
la
dos
Arcos.
Braga
10
de
Maio
de
1873.
O
Gerente,
(2426)
Eduardo
Pacheco.
o-acTos
a
osuxmâ
O
professor
em
artes,
leiras
e sciencias,
membros
do
clero
e
magistrados;
todo
o
medico,
cirurgião,
dentista
e
artista,
que
desejem obter
o
titulo
e
diploma
de
dou
tor
cu
bacharel
honorário, pódem
dirigir
*
se
a
Medicus,
rua
do
Rei.
46
em
Jersty
(Inglaterra).
(2107)
APROVEITAR
Na
rua
dc
S.
Vicente
n.°
22
A,
se
diz
onde
ha
dois
homens
habilitados
pa«a
kc-
cionar fraocez
e instrucção
primaria
e
pri
meiras
leiras
a
preços
tedozidos,
podendo
os
alumnos
aproveitar
mais
em
seis
me-
zes,
do
que
em
outra
parte
um
anno.
Também
se
recebem
alumnos
internos
com
todas
as
comodidades
precisas
c
bons
tratamentos.
CASA
AT.° 80
Rua
de
S.
Vicente
—
Braga
N
esta
casa
recebeno-se
hospedes
a
pre
*
ços
reduzidos
e
com
muilo
bom
trata
mento.
(2382)
BRAGA
t
TYPOGRAPHIA LUSITANA
— 1875. - É o formato de
-
comerciominho_15051875_346.pdf
Parte de Comércio do Minho (O)