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3.° ANNO 1875
FOLHA
COMMERCIAL RELIGIOSA E NOTICIOSA
NUMERO 333
Assigna-see
vende-se
no
escriptorio
do
editor
e
proprietário
José
Maria
Dias
da
Costa,
rua Nova
n.°
3
E, para
onde
deve
ser
dirigida
Ioda
a
correspondência
franca
de
porte.=» As
assi-
gnaturas
são
pagas
adiantadas
; assim
como as correspondên
cias
de
Interesse
particular.
Folha
avulso
10 rs.
ÁS
TERÇAS,
QUINTAS
E
SABBADOS.
P
reços
:
Braga,
anno
l$600
rs.=Semestre
850
rs.
—
Provín
cias,
anno
2&4Õ0
rs
e sendo
duas
4&000
rs.=Semestre
1Ô250
rs.=Braztl,
anno
4&400
rs.=Semestre
2&300
rs.
moeda
forte,
oulO&OOO
reis
e
5$oô0
reis
moeda
fraca.=Annuncios
por
linha
20rs.,
repetição
10
rs.
Para
os
assignanle»
50 3/c d’abalimento.
...
■■■I
TT
I iiin~Tiií~ií
í~ iiin.
BRA-K4-^UINÍT
A-FEIRA 18 15 E
ABRIU
Bismark.
Só
Deus
póde
(irar
de grandes
males
incalculáveis
bens.
Esta
verdade,
comprovada
pela
histo
ria,
eslá-se
evidenciando
hoje
mais
com
o
que
actualmente
se
passa
na Allema
nha.
E’
bem
sabido
de
todos,
que Bisma-k,
cego
de
orgulho,
louco
de
vaidade,
julgou
poder
levar
de
vencida
o
reino
de
Jesu<
Chrisio,
como levado
tem pela
astúcia,
não
menos
qoe
pelas
armas
outros
poten
tados,
na
apparencia mais
fortes,
mas na
realidade
inlinilametiie
mais
fracos.
A
perseguição
religiosa
que primeiro
planeou e
mais
tarde
poz
em
execução
cernira
os catholicos
allemães, ao
mesmo
tempo
que
era um
programma
imposto,
tinha
por
fim
exaltar
mais
o
seu
orgu
lho,
já
embriagado
de
celebridades
e
glo
ria.
Imaginou
passar
triunfante sob a
ca-
pula
de
S. Pedro, como
passado
tinha
viclorioso
junto
da
columna Vendome.
Mas,
pobre
louco!
não
se
lembrou
que
a
Egreja
Calbolica tem
assistido
sempre
aos
fuoeraes
de
quantos
contra
Ella
ou
saram
levantar
mão sacrílega, e
que
se
alguma
vez
se
mostra
abatida, é
só
para
confundir com
um inesperado
triunfo
a
soberba
dos
que
a
perseguem.
Bi-mark
leve
inveja
da
gloria
de
Ju
liano,
sem despresar
a
fama
dos
Neros.
E
como
quem
leva
em
mira vencer, ou
morrer,
poz
em
acção
toda
a
sua
saga
cidade de
mistura
com
o
despotismo
de
que
é
capaz.
Mas se
o
inimigo é
invencível...
Os
krupps
arrasam
muralhas,
mas
não
vencem
a
fé.
As
baionetas
varam
os
corpos,
mas
deixawr
intaclas as
consciências.
Dois
annos
de
raiva
e
constância,
de
furor
e
perseverança
deveriam ter
con
vencido
o
orgulhoso
chaoceller
de
que
contra
a
força
invisível
da'fé
christã
são
impotentes
as
iras
do
poder
terreno.
E
de
feito
Bismark
se
a
pertinácia
do
tnai
lhe não
vendasse
o
espirito,
teria
reconhecido
o
resultado
negativo
de
suas
loucas
tentativas.
Cantem-lhe
embora
hymnos
de
triunfo1
os
seus
assalariados
eocomiastas
que
a»
palmas
colhidas
n
’este
genero
de
lucta,
parecem
louros
de
vencedor
e não
são
mais
que
tristes emblemas
de
vencido.
A
estrella
de
Bismark
começa
a
de
clinar.
Como
todos quantos
n
’
um
momento
se
elevam
sobre
o
commum
dos
homens,
e
que
embriagados
de
gloria,
imaginam
o
impossível,
o
heroe
de
Sadowa e Se
dan
lembrou-se
de
escalar
lambem
o céo
para
obrigar
o
proprio
Deus
a
servir
á
soa
vaidade;
ma
*
não
reparou
qrie
a obra
em
que
consumia
toda
a
sua
actividade
e
intelligencia,
levava
nos alicerces
o
ele
mento
de
sua
própria
mina.
Podem
os
seus esbirros
encarcerar
bis
pos.
deportar
padres,
que triunfo
não é
o
encerrar
n’uma
masmorra, quem para
ella
caminha
alegre
e
com
a consciência
segura
da
causa
santa
que
defende.
Chovam
embora
as
calurnnias,
as
me
didas
de
rigor,
as
muletas
e
os
supplicios,
que
vencide
não é
quem
tem por
armas
a
paciência
e
a
oração.
Não,
o
que
a
ferocidade
do
seu
des
potismo
não
conseguirá
nunca
é
faser
ca
lar
esses
gritos
de
admiração
e
de
viclo
ria, vpie
partindo
unanimes
de
duzentos
milhões
de
fieis,
formam por assim diser
cá na
terra o
triunfo
mais completo
dos
perseguidos
injuslam»nte.
E
não
é
só
cá
fóra,
onde
as
garras
do
abutre
não
chegam
ainda,
que
milhares
de
peitos
generosos
abrigam
um
senti
mento de veneração
e
respeito
pelos
gran
des
mártires
do
despotismo
imperial
;
lá
mesmo
sob
as
vistas
do
tigre,
com
a
per
seguição
qoe
recrudesce,
a
fé
revive,
e
o
sentimento
catholico
se expande.
Que
outra
coisa
segnificam essas
nu
merosíssimas
peregrinações
de
quatro,
e
seis mil
fieis
que
lodos
os
dias
balem
ás
portas
das
prisões,
onde
os
seus
prelado»
expiam
a
feliz
culpa
de
serem fieis
a
Deus
?
Que
outra
coisa
querem
diser
essas
immensas
romarias
«deputações
em
mas
sa»,
como
lhes
chamou
o proprio
procu
rador
geral encarregado da
accusação
de
Mgr.
o
venerável prelado
Martin,
senão
que
dezeseis
milhões
de
catholicos alle
mães
estão
promptos
a derramar
o
seu
sangue,
se
necessário
for
em
defesa
da
sua
religião
?
E
em
quanto
que
este
grande
movi
mento se opera no
seio
dos
catholicos
perseguidos,
para
protestarem o
seu aneor
e
adhesão
aos
seus
pastores
encarcerados,
na
egreja de
uma
paroebia interdicta,
aberta
pelo
unico padre
que
aposlatou,
para
satisfaser
sua
ambição,
apenas cinco
rnulbeies
e
dois
homens
se
reanem,
e
quem
sabe
se
por
curiosidade?
para
ou
virem
o
renegado,
embora
favorecido
pelas
graças
de
Bismark!
Doellioger,
o
admirado
professor
de
historia
em
oufros
tempos,
apenas é
es
cutado
na
sua
cadeira
por
oito
ou
nove
ouvintes.
Na
faculdade
de
theologia
em Bonn,
tres
professores
do
-gosto
de
Bismark
re
partem entre
si o
leccionamento
de
onze
discipOlos,
em
quanio
que
ao
lado
d
’
elles
um
professor
catholico
conta
na
sua
aula
cento
e
viole
alumnos.
Não
será
"pois
tudo
isto
uma
garantia
do
futuro
que
Bismark
preparava
tão
re
voltoso
?
Não,
quando
um
povo,
assim se
mos
tra
uobre
e
digno,
no
meio
de
uma
gran
de
provação, protestando por
tal
fórma
contra
os
tirannos
da
sua
consciência,
não
ha
que temer.
Podem,
é verdade,
redobrar
as iras
do
déspota,
atear-se-lhe
mais
o
desejo de
perseguição,
até
exigir
sangue
para
apagar
a
sede
de
suas iras, tudo
será
em
vão.
E quando
o
tigre,
já sedento
de
san
gue.
se
vir
cançado de
nada
conseguir,
bradará
como
o
outro
déspota
de
quem
herdou
os
odios
e
as
manhas
—
vicisli
Galilece
!
Coi-respoiidesaeia
eetrangeira
PARIS,
4
D
’
ABR1L
(Correspondência
particular
do
iCemmer-
cio
do
Minho»)
[Conclusão
do
n.° antecedente]
Os
deputados realistas,
que
se
acham
pela
maior
parte
ua
província,
não
pas
sam
o
seu
tempo
em
estereis discussões
políticas.
Perferem espalhar
pelos
campos
a
furluoa que
Deus
lhes
concedera,
e
as
sim
passam
as
ferias empregadas
ern
boas
obras
e
no
allivio dos
desprotegidos
da
sorte.
Occupar-se-hão
elles.
ou
não,
das
elei
ções
do Senado,
e
apresentar se-hão
pa
ra
faser parle
da
segunda
camara?
Eis nma
questão
a
que
não
é
facil
responder
e
que
é
mui discutida
Emquanto
que
alguns
pretendem
que
M.
o
conde
de
Chambord
deu
a
seus ami
gos
authorisaçào
para
se
apresentarem
co
mo
candidatos
á
camara
alta,
outros
_
e
os
mais authorisados,
segundo me
parece
—
aflirmarn
que o
chefe
da
casa
de
Bour
bon
não fez
declaração
alguma, e
que
os
seus
sentimentos
ern
nada'
se
modificaram
depois
da
votação
das
leis
coostitucionaes.
E
licito
suppor
que
poucos
legitimis
las farão
parle
do
Senado,
que
não
será
composto
senão
de
orleanislas
e
de
repu
blicanos.
—
Os
leitores
lem
conhecimento
dos
«co
mités»
catholicos
de França,
e não
ignoram
que
nascidos
no
meio
das desgraças da patria,
teem
por
fim
defender
os interesses
re
ligiosos
e
concorrer
para
a
diflusão
ou
para a
creação
de todas
essas
obras
ad
miráveis
produstdas
pela inexgolavel
cari
dade
da
Egreja.
Todos
os
annos
se
retine
em
Paris
o
congresso
catholico.
Este
encerra
todos
os
«coíoités»,
e
são
alli
enviados das nossas
províncias delegados
para
darem
conta
dos
progressos
da
obra,
dos
melhoramentos
de
que
precisa,
etc.
Na
tarde
de
terça-feira
abriu-se
a
pri
meira
sessão
do
quarto
congresso
(iue
se
tem feito nesta
capital.
Presidiu
Mgr.
Guibert,
cardeal arcebis
po
de
Paris,
acompanhado
de Mgr.
Le-
quetle,
bispo
d
’Arras.
Assistiram á abertura grande
numero
de
deputados,
os
duques
de
Larochefou-
cauld.
Doudeouville.
de
Brisac,
de
Lar,
de
Fitz-James,
outros
nomes
conhecidos
e recomrnendaveis,
padres,
religiosos
de
iodas
as
Ordens,
delegados
de
províncias,
e
numerosos
leigos.
M.
Chesnelong,
presidente
de
tolo
o
congresso
e deputado da extrema-direita
pronunciou
o
discurso
da
abertura.
O
orador
commoven
lodo
o
audilorio
quando
fallou
do
Santo
Padre,
da
sua
força,
da
sua
paciência
e
de
sua
santi
dade.
Depois caracterisou
com
grande
felici-
O
ETIT
HxW
Villa
Aovi
*
de Fas&iaSieãn.
CARTAS
SEM NEXO
AO
MEU AMIGO X.
I
Mon
cher.
Li
algures
que
os
nossos
reis,
tinham
anligameule
bóbos,
que,
em horas
de
mau
humor,
os
entrelinham
com
ditos
e
facé
cias,
para
se
furtarem
a
ataques
bypocon-
driacos.
Lançando
mão
de
ti, influenciado
por
este
lacto,
não
quero,
nem por
sombras,
comparar-me
com
os
primeiros,
nem de
fórma alguma,
apparelhar-le
com
os
se
gundos,
pois
seria, quanto
a
mim,
uma
loucura,
e
para
o
leu caracter sizudo
uma
desconsideração que
não
mereces,
mor-
mente
partida
de
mim.
Aproveitando-me
do
parallelo
não
o
faço
seoão
como
figura,
para
ensejo
de
uma
serie
de cartas
que
tenciono
dirigir
te
nas
minhas horas de
spleen,
e que
não
só
tomarei
como
passatempo,
mas
também
por
utilidade,
porque
segundo
o
nosso Príncipe dos
Poetas:
D
’
est
’arte
se
esclarece
o
entendimento.
Devo,
porém
prevenir-te
que
não
es
peres de mim
fluência
de
eslylo,
vigor
d
’argumentação,
força
de
lógica, nem
ar-
chileclura
rethorica,
porque
não sendo,
como
sabes,
dos prebendados
da
liltera-
lora,
apenas
poderei dizer-te
quatro par-
voiçadas
que
formei» »o
todo
um
aran-
zel,
composto de
palavras
refractarias
aos
dicciooarios.
Dado
esse
caso,
que
desde
já
posso
afiançar-te
se
dará,
não
le
cances
oer»
percas
tempo em
consullal-os,
limitando-
te
a
lel-as
puramenle
por
veinaculas,
pois
que
no
elevado
conceito
do
nosso
Castilho (e que
tile
me
desculpe
a
fran-
qnesa
do
pronome)
—
Ioda
a
palavra
que
não
vier
nt
Diccionario é
verdadeiramen-
le
portuguesa.
E
’
certo,
e
com
franqueza l
’o
digo,
que
não
tomo
o
dito
por
axioma,
por
que a sel-o
de
oada
valeriam os
trabalhos
de
Bluteau,
Moraes,
Constancio,
Fr.
Do
mingos
Vieira
com
seus
ampliadores,
e
muitos
outros
que
queimaram
as
pestanas
em
coordenar
alfabeticamente
a nossa
lín
gua,
tão
variada
quanto
diffusa.
Ainda
assim, acceilo
a
proposição
(a
meu
vêr
espirituosa)
por
partir
de
mestre,
pois
ninguém se
atreverá,
e
pelo
menos
não
serei
eu
que
•
faça,
a
negar
que
Castilho
é
mestre
que
se
deve
respeitar.
Persuadido
estarás
tu n
’
estas
alturas,
que
vou
eslender-me
em
prelecçõe
*
lexi
cográficas
ou
em
apreciações
de
lilteratu-
ra patria
!
Euganas-te.
Não
gosto
de
melier foice
em
seára
alheia.
O
meu
fito,
esceveido-
te,
é
outro.
E
’ chorar,
não
como
Heraclito
de
Ephe-
so,
porque
não
lenho a
veia
lacrimosa
de
filosofo
obscuro, mas
como mulher
trahida pelo abandono
d’
amante
seducl'»r,
sob a impressão
das
pequenas
misérias
d’es-
te
mundo,
e
rir
me,
senão
como Democu-
to,
para
não
soffrer
como o
risonho
fi
losofo,
o
epitheto
de
louco,
ao
menos
co
mo
o
bonacheirão
do
nosso
conterrâneo
padre
Theodosio,
ao ver
cenas
petulân
cias
que por ahi superabundam.
Não
levo
com
isto
ein
mira,
nem
lenho
intento de
tomar
sobre
mim
a
pro
sápia de
endireitar o
mundo.
Torto
eslá
elle
de
sobra,
para
que
hajam
forças
hu
manas que
o
endireitem.
O
mal
é
chro-
nico
de
mais
para
que
possa
ter cura.
Perdoado
seja
quem
no principio do
alei
jão
lhe não
pôz
um
dique.
Vem
a
pêlo,
cilar-te
uma
sentença
latina, que
quando
rapaz vi
estampada
no frontal
de
um
balcão
de
botica,
e
que
se
bem
me
re
cordo dizia—tprincipiis
obsta
sero
medici
na
paralur, cum
mala
per
longa,
inva-
luere
mora.
Nào
garanto
a
ortografia,
porque
sa
bes,
que
sempre fui
rebelde
no
idioma
latino,
apesar
de
me
ter
apoquentado
em
estudar
o
juslus,
justa,
justum.
Porém
o
que
lá
vae, lá
vae.
Deixemos
o
passado
ao
dominio
ria
historia,
a
que»o
pertence
de
facto c
de
direito,
e
voltemos
ao
fim
a
que
me
pro
ponho.
Mas,
ainda
agora
reparo!
Após
uma
estirada
d
esle
feitio,
ainda
me
atreverei
a
cançar
por
mais
tempo
a
lua
paciência
Não.
Não
so
vae
a
Roma
n
’
om dia, e
eu
não
quero
lornar-me
tão
massador
que
te obrigue a
lançar as
minhas cartas
para
t>az
das
costas,
porque n
esse
caso
seria
—
—
Gi
avioi a
queedam
sunt remedia
pericu-
lis.
Isto
não é
meu, isto
é
roubadoJ
lermino,
pois
esta, a
que
chamarei
preambulo,
e
na
seguinte
curarei
de prin
cipiar
a
deseuvolver
o
plano
da
obra,
se
obra
se
pode chamar
o
meu trabalho
epistolar.
Conta-me
sempre,
como
Amigo
dedicado,
Abril
10
de
1875
Y.
cidade
d
’
expressões
o
fim
nobre e
religioso
que,
sem
respeito
humano,
teem
as obras
dos
«comités» catholicos.
Em
seguida M.
Baudon,
presidente
da
Sociedade
de
S.
Vicente de
Paulo,
come
çou a
expor
a
serie
dos
trabalhos
do
congresso,
e
leu
um
notável
trabalho
sobre
a
liberdade
d
’
ensino
superior,
mostrando
o
erro
qoe
haveria
em
tolerar
a
existên
cia
de
universidades
livres,
sem
as
dotar
da
authonoraia que
n’
ontr
’
ora
possuiam
as
universidades francesas
e
que
ainda
hoje
gosam
as
universidades
livres do
estran
geiro.
Mgr. Guibert
encerrou
esta
primeira
sessão
do
congresso
por
alguns
conselhos.
A
sua
palavra
era
repassada
d
’
uma
sim
plicidade tocante.
Depois
de
ter
louvado
a
coragem dos
membros
dos
«comités»,
S.
Em.
a
fez algumas
considerações
sobre
a
imprensa,
aconselhando
os
membros dos
conselhos
a
combater
não
só
a
imprensa
impia,
mas
ainda
a
imprensa
immoral
ou
pouco
moral.
A
segunda
assembleia
geral
do
Con
gresso
foi
presidida
pelo arcebispo
de
Pé-
kin,
e
a
aflluencia
era
não
menos
consi
derável
que na
vespeia.
O
rev.°
padre
Marquigny,
tomando
a
palavra
depois
de
muitos
outros
oradores,
leu
um
estudo
que
tinha
preparado
sobre
esta
questão
:
Ensinamento
do
Syllabus
com
relação
á
imprensa.
O padre
Marquigny
é
o
reda
clor
dos
Eludes
Religieuses.
Romperam
de
todas as
parles
caloro
sos
applausos quando
o
orador,
depois
de
ler
exposto
claramente
toda
a
doutrina
do
Syllabus,
disse
que este
grande
acto
de Pio
IX
devia
ser
a
regra
de
lodos
os
catholicos,
e
que
para lodos
a
primeira
coisa
a
faser
era
repudiar
as
doutrinas
que
elle
condemna
e
não só
na
vida
pu
blica,
mas
lambem
ria
particular,
confor
mar
os
seus
aclos
com
este
ensino infal-
livel.
O
referido
trabalho
é
mui
extenso,
mas
eu
creio
que não
desagradarei
aos
leitores
comiaunicando-lhes o
texto
das
conclusões,
que
são
as
seguintas:
1.
Os
nossos sentimentos sobre
o
va
lor
intrínseco
das
liberdades
modernas
es
tão
plenamente
de
accordo
com
as
decla
rações
da
Encyclica
de
1864
e
do
Syl
labus.
E
em
particular, no
que
respeita
á
imprensa,
pensamos
que
a
liberdade
igual
mente
arbitrada
ao
erro
e
á
verdade,
ao
mal
e
ao
bem,
constiltie
um
regime
fu
nesto
para
a
liberdade
religiosa e
para
a
sociedade
civil.
2.
Sem derogar
os
princípios,
e
pre
munindo-nos
contra
as
illusôes liberaes,
continuaremos
a
servir-nos
resolutamente
de
tolos
os
meios de
direito
commtim,
e
nomeadamente
da
imprensa,
para
defender
os
direitos
de Deus,
os
direitos
da
Egreja,
e
os
nossos
proprios
direitos.
Visto
que
o
combale
é
necessário,
suslenlal-o-hemos
valorosamente,
com
a
bênção
do
Vigário
de
Jesus
Christo,
sobre
o
terreno
em
que
elle
é
ferido e
pelo
emprego
legitimo
das
armas
de
que
se
faz
uso
contra
nós.
3.
O
principal
dever
dos
publicistas
catholicos é
hoje
restaurar
nas
ideias
o
direito
publico
christão,
e
a imprensa
tem
por
missão
essencial
ser
o
ecco dos
iofal-
liveis
ensinamentos
da
Santa
Sé,
em
to
das
as
suas
applicações
á
vida social.
4.
Conformemente
com
a
doutrina de
finida
pela
Egreja,
professamos
que
os
po
deres
públicos,
que
são
os
m
nislros
de
Deus
para
o
bem,
leetn
deveres
para
com
a verdade,
e
nós
não
deixaremos,
sem
protesto,
applicar
a
lheoria
perniciosa
da
liberdade
em
tudo
e
para
todos,
especial
mente na
próxima
lei
sobre
a
imprensa.
5.
Como
a
eílicacia
da
acção
catholica
exige
a
harmonia
de
todos
na
unidade
dos
mesmos
princípios
e
do
mesmo dm,
os
comités
catholicos
de
modo
algum
favore
cerão
os
jornaes
que
manifestam
tendên
cias contrarias
á
direcção
doutrinal.
As
outras
reuniões
leem sido mais
im
portantes
ainda.
Todas
as
questões
que
interessam
aos
catholicos
são
alli
tracta-
das
e estudadas
com
cuidado.
A
questão
da
cessaçã©
do
trabalho
ao
domingo
tem principalmente
preoccupado
a
attenção
dos
membros
do
Congresso.
Porque
não empregariam
elles a
auclo
ridade
que
podem
ter
sobre
as casas
de
commercio
afim
de
pedir
ao
ministro
competente
a
cessação
do
trabalho
nas
ga
res
e
vias
publicas
?
Se
o
Congresso
conseguir
que
seja
adoptada
esta
tilii
medida, pode-se dizer
que
o
Congresso
de
1875
não
foi
de
me
nor
utilidade
que
os
precedentes, e
lerá
assim
prestado
um importante
serviço
ao
calholicismo
primeiro,
e
em
segundo logar
a
social
inteira.
H.
Lisboa 1® ie
abril
(Do ««sso correipeadeata).
Polilica
ponc®.
Acentua-se
a
separação
do
snr. Vaz
Pre
to,
contra
o
governo.
O
snr.
Pinheiro
Cha
gas
deixou
de ser
redaclor
da
«Revolução
de Setembro»,
e
com
o
snr.
Delfim
de
Almeida
vae
fundar
o
novo
jornal
«A
Dis
cussão»,
que
se
apresentatá hostil ao
ac
tual
gabinete.
Falla-se
já
na
exoneração
dos governa
dores
civis
da
Guarda
e
Castello Branco,
afim
de
combater
a
candidatura,
na
Beira
Baixa,
proposta
pelo
snr.
Vaz
Preto,
que
tem
grande
influencia
n’aquelles
círculos.
Por
alli
é
proposto
pelo
snr.
Vaz
Prelo o
seu
primo
conde
da
Graciosa.
Diz-se
que
a
divisão
commarcã será
le
vada a
efleito
o
mais
breve
que
poder
ser,
afim
de
que os
artistas
se
não
levantem.
Sahiu
hoje
no
paquete
para
Inglater
ra
o
snr.
Carl»s
Testa
que vae
inspeceio-
nar
os trabalhos
da
construcção
dos
navios
de
guerra,
por conta
do
n®sso
governo.
Fez
aqui
efleito
o
meeting
do
Porto
para
se
estudar
a
questão
dos Bancos.
Creio
que
todos
poderão
viver,
se
não
se
limitarem
ás
operações
bancarias, mas
sim
auxiliarem
a
industria,
e
voltarem-se
pa
ra
o
campo
da
exploração
industrial
e
agrícola.
Foi
brilhante
a
procissão
do
Senhor
aos
entrevados,
na
Sé.
Levava
7 anjos,
20 lan-
teraas
de
prata
em
roda
do
pallio, guar
da
de
120
praças
da
municipal e
a
mu
sica de
infanteria
16.
Algumas
das
ruas
estavam
embandeiradas
e
areadas
’
Na do
Sacramento
houve a filarmónica 27 de
ju
lho
que
acompanhou
o
préstito
religioso.
A
rua
da Oliveira
estava
embandeira
e
areada,
com
mastros
e
figuras. No
cen
tro
havia uma
coroa
com
anjos.
Tem
causado
sensação
no
estrangeiro
a
nota
de Bismark
á
Bélgica, sobe
a li
berdade
d
’imprensa.
A
’
cerca
d
’
este
assum-
to
foi
o
go»erno
inglez
interpellado,
e
a
«Gazeta
d
’
Allemaoha
do
Norte»,
periódi
co
semi-oflicial,
procura
allenuar
o
assus
tador
efleito
da
nota
e
do
artigo
do «Post
*
de
Berlim.
Segundo
uma
nota communicada
ao
instituto
archeologico de
Londres
pelo
ca
pitão
Wendres,
prova-se
que o primeiro
navio
couraçado foi
construído
en tXisa.
ena
1530,
sendo
a couraça de
chumbo,
to-
mnndo
parte
na
expedição
de
Carlos
V,
con
tra o
Barba
Roxa,
em
Tunis.
O
snr.
Mendes
Leal
enviou
á
academia
de
Paris
uma
carta
do
governador
portu-
guez
Godinho de Heredia. escripta pouco
tempo
antes
da
morie
de
Vasco
da
Gama,
e
na
qual
se
diz,
que os
portuguezes
já
conheciam a
Australia
com
o
nome
de
Ter
ra
de
ouro.
Continua
gravernente
enfermo
o
snr.
conselheiro
Fradesso
da
Silveira.
Das
notas
do livro da
emigração no
Brar.il
,
vê-se,
que
desde
1 de
janeiro
de
1870
até
31
de dezembro
de
1874,
entra
ram
no
Rio
de
Janeiro
46:828
portugue-
zes.
Foram d'estes
9:157
fugidos
ao
re
crutamento.
Em
relação
aos dislrictos
foram
:
Aveiro,
5
931
—
Beja,
10
—
Braga,
5:814
—Bragança,
131—
Castello Branco,
23—
Coimbra,
1:683—
Faro,
13
-Guarda,
166
—
Leiria,
75
—
Lisboa,
2:295
—
Porto,
14:036
—
Santarém,
15
—
Vianua
doCastello, 3:183
—Villa
Real,
2:937
—
Vizeu,
3:180
—
Angra
3
867
—
Horta
1:141
—
Ponte
Delgada,
1:995
—
Funchal,
53.
No
mesmo
periodo
vieram
do
Brazil
pa
ra Portugal
14:717,
sendo
1:507
por
con
ta
das sociedades
de
beueficencia.
Para
S.
Paulo
era
1870
foram
300
tra
balhadores
—
contratados
por
300
rs.
fracos
e
os
artistas
a
600
rs.
fracos.
Chegaram noticias
de
Moçambique.
Ha
socego.
O
prelado
publica
uma pastoral
or
denando
a
abertura
de um collegio-íemi-
nario
onde
se
ensina
a
doutrina,
francez
e theologia
—o
seminário
recebe
12
alum
nos
pobres
e
conta
com
8000000
rs.
Fal
tarei
d’
este
assumpto
mais
devagar.
Mi«|»«Mlia.
Já
ninguém
espera
nada
da
altitude
tomada
por
Cabrera.
As
illusôes
esvaece
ram-se
como
lumo.
—
A
brigada
de
Martinez
Campos,
na
sua
retirada
de
Olot
para
Ripoll,
soffreu
uma
espantosa derrota,
tendo
mil
baixas
e
outros
tantos
prisioneiras da sua
re-
ctaguarda.
REVISTA ESTRANGEIRA
—
Saballs
e
Lizarraga
escreveram
a
D.
Carlos
o
seguinte
:
«O
exercito
da
Catalunha,
indignado
pela traição
de
Cabrera,
nunca porá
o
estandarte
da
legitimidade
aos
pés
do
rei
da
revolução.
Vós
prometteste
matar
a
revolução;
vós
a
matareis;
contae
com os catalães,
que
receberão
sempre
a
lir®
de
espingar
da
aquelles que
se
atreverem
a
fallar-lhes
de
paz
com
a
Revolução».
—
O
conflicto
universitário continua
as
sumindo
grandes
proporções.
Já
foram
desterrados
vários
professores
das
univer
sidades
das
províncias. Da
de
Madrid
fo
ram
uo
dia
7
desterrados
Figuerola e
Morayta.
—
Vallés
entrou
em Mora
do
Ebro,
onde
cobrou
impostos.
—A
«Gacela»
diz qoe
os
carlistas sur-
prehenderam
o
pequeno
forte
d
’
Aspe
—
Um
telegramina
de Londres,
em
12,
é
assim concebido
:
Assegura
um
despacho
carlista
que em
Bayonna
foi
recusada
a
Cabrera
a
permis
são
de
visitar
Madrid.
Cabrera.
[Continuaçilo]
O
reconhecimento
do
reino
de Italia
rompeu
a
especie
de
pacto
tácito
que
houve
entre
os elementos
mais
catholicos
de
Hespanha
e
a
rainha
Isabel,
que
foi
abandonada
por aquelles
que
não
a com
bateram
mas
lhe
negaram
o
seu
apoio,
deixando-a
entregue,
com
os
escassos
ele
mentos
conservadores
que
a
rodeavam,
aos
embales revolucionários. A
abortada
tenta
tiva
do general
Prim
em janeiro
de
18(56.
e
a
rebellião
militar
de
junho
do
mes
mo
anno,
factos
estes
de
caracler
anli-
dynastico,
reanimaram
as
esperanças
dos
emigrados
carlistas
que então
começaram
a
agitar-se,
procurando
rodear
o
que
os
seus
amigos
chamam
hoje
Carlos
VII,
ainda
que a
circumstancia
de
seu
pae
conservar
ainda
o
logar de
chefe do
ramo
a
que
pertence,
não
lhe
dava o
caracler
de
chefe
dos
seus
partidários
;
estes
po
rém
não
quenam
seguir
D.
João
de
Bour
bon,
que
não
representava
os
princípios
que
elles
haviam sempre
defendido,
pois
se
havia
declarado
parlidario
de
nào
poucas
concessões
em
sentido
liberal.
Cabrera
foi
um dos
chefes
que
se
apressaram
a
visitar
aquelle
que,
visto
seguir
os
princípios
que
elle
toda
a
sua
vida
professara
publicamente,
devia
con
siderar
como
seu
futuro
rei,
e
ácerca
d
’esta
visita
conia-se
uma
anedocla
que
tem todos os
visos d’
uma
fabula
ridícula,
porém
que
revela
a
índole
coulelosa
d’
esle
personagem
e
até
um
pouco
as
tendênci
as
anti-carlislas
de sua esposa.
Contam
os intimos
do
general,
e
contam-no sem
nos
dizer
se
houve
primeiro
alguma
dis
sidência entre
o
caudilho
e
o
príncipe,
que
depois
da
conferencia
que teve
lo
gar
no
parque
do segundo,
emquanto
o
príncipe
se
divertia
no
jogo
do
balouço,
jurava s.tlo
roce
ao
velho
general
que
o
havia
de
lusilar
algum
dia.
quando
pou
co
depois
se
quebrou
o
rarno
de
uma
das
arvores
que
sustentava
o
balanço,
caindo
D.
Carlos ao
chão. N
’
esta
occa
sião
a
condessa
de
Morelia arrancou
uma
lasca
do
ramo
para
o
guardar
como uma
recordação
indelevel
da
ameaça que
ella
só
linha
ouvido,
e
da
immediata adver
tência
providencial
que
o
príncipe
rece
beu
por
havel-a
pronunciado,
relação
esta
que
não
resiste
ao
mais
ligeiro exame.
O
que
porém é
certo
é
que
sobre a
secretária do caudilho
ex-carlisla,
na
sua
explendida
quinta
de
Wenworlh,
distante
de
Londres
treze
milhas,
pode-se
ver
uma
pequena
chapa
de
prata
de
segurar
pa
peis
que
lem incrustado
um
pedacinho
de
madeira
em bruto,
no
qual
se veem
gravadas
as
seguintes
palavras
:
«Guar-
dae,
Senhor,
o
meu querido, do
lobo
que
o
espreita».
Este
objeclo foi
dado
a
Cabrera
por
sua
esposa.
Por
occasião
da
revolução de
seplembro
de
1868, reuniram-se
alguns
chefes
car-
lislas
em
Londres
com
D.
Carlos, já
possuidor
da
abdicação de
seu
pae,
afim
de
traclarem
de
negocios
com
relação á
causa
que
representava,
não
podendo
Cabrera
assistir
a estas
conferencidS
por
estar gravemente
enfermo
em
consequência
de
se lhe
ter
aberto
uma
das
suas
an
tigas
feridas
;
D.
Carlos
porém
apressou-
se
a
visital-o
na sua
quinta,
onde se
diz
que
o
velho
caudilho
conservou
uma al
titude
assaz
reservada,
obstinando-se
em
negar
a
sua
cooperação,
sob
pretexto
dos
seus incommodos,
até
que
o
prín
cipe
já
cansado
de
discutir,
levantou-
se
com
certa
altivez,
pronunciando
as
seguintes
palavras
:
«Ou
seja comligo
ou
sem
ti,
serei
rei.
Adeus!»
Referem
que
ao
sair
do
salão onde
o
haviam
recebi-
do
e
quando
se
voltava
para
saud?r
a
esposa
do
general,
viu
por
acaso
que
esta
lhe
fazia
um
d
’
esses
pequenos
signaes,
que
a
boa
educação
reprova,
acci-
dente
este que
ao
que
parece
o
prínci
pe
nunca
esqueceu.
O
partido
carlista, ignorando,,
como
é
natural,
estas
e
outras
particularida
des,
continuava
a
considerar
Cabrera
co
mo
o
primeiro
dos
seus
caudilhos, e
a
esta consideração obdeceram as conferen
cias
que
produziram
o
resultado
de
que
se
encarregasse
de
dirigir
os
negocios
de
D. Carlos
para
abandonal-os
d’
ahi
a
tres
mezes,
em julho
de
1869,
tornando
a
encarregar-se
d’
elles
em
outubro
do
mes
mo
anno
para
os
deixar
em
março de
1870,
epocha
desde
a
qual
se
apartou de
toda
a
ingerência
activa
no
partido.
Sobre
este
periodo
ha
curiosos
e
quasi
desconhecidos pormenores
qoe
não
devem
perder-se
para
a
historia
e
dos
quaes
pos
suo
muitos
de boa
origem. Investido de
grandes
faculdades,
Cabrera
reservava
em
absoluto
a
D.
Carlos
quando
preparava
para um
movimento
em que
sem
duvi
da
pensou,
ainda
que
hoje
diga
o
contra
rio,
para
o qual
lhe
serviam
de
base a
organ
*
sação
do
partido,
as
eleições
e
ou
tros
aclos
puramente
legaes
podendo
aílir-
mar-se
que
são
não poucos
os
hespa-
nhoes
que
teem dudos
sobre
a
projectada
conspiração,
que
ha
mais
de
um
eleva
do
militar
que
póde
dizer
se
sim
ou
não
foi
compromeltido
a
obrar
em
dia
pró
prio,
e
que
sào lambem
alguns
os
ho
mens
civis
participantes
do
segredo,
só
com
a
diflerença de
que
nenhum
d
’
esles
linha
talvez
mais
de
um
dos
fios
da
meada, e
que
no
geral
(coisa
surprihen-
denle em
quem
falia
de
seu
amor
á dou
trina
carlista!/
não
se
tractava
com anti
gos
filiados
d’
esle partido,
mas
mil
lares
e
homens
civis
de procedência
liberal,
buscando-se
como
base do
movimento
uma
insurreição
militar
que
é
precisamente
a
tendência
contraria
á
que
sempre
leve
o
carlismo.
Suas
cartas
a
D.
Carlos
revelam-no
a
miudo
desalentado,
mas
um
d
’
esses
desa
lentos
que
parecem
pedir
garantias
e
não
duvidar
do
exilo
se se concederem estas;
porém
entre
ellas
destaca-se
uma
Instan
te
grave
e
que merece ser
conheciia,
ainda
que
seja
só
em
exlracto.
A
situa
ção
economica
do príncipe
era
por
então
assás
afflictiva,
e
como lhe
tivesse filiado
d
’ella
e
da necessidade
de
adquirir
re
cursos
para
altender
ás
despezas
que
occa-
sionaria
o
que
se
intentasse
sobre
Hes
panha,
Cabrera
respondeu-lhe
que
<só
encontrára
um
prestamista
que
lhe
ofie-
recia
dez
milhões
de
francos
com
a
con
dição
de
que
D.
Carlos e sua
esposa
as-
signariam.
deixando
um
espaço
em
ban
co
para
uma condição,
o
contracto
que
sobre
o
empréstimo
se
havia
de celebrar,
coisa
que
não julgára
dever
admittir
sem
ordens
precisas,
apesar
de
lhe
constar
o
angustioso
da
situação.»
Esta carta,
que
é
pelo
menos
uma
grande
inépcia,
des
pertou
no
príncipe
certos
receios
de
que
não se
curou
e que
hoje os successos
parecem
justificar.
Um
dia o
general
Cabrera
annunciou
a
D.
Carlos
que
era
chegada
a
hora
de
operar;
mas qne,
para
que
em
tudo
se
guardasse
o
maior
segredo,
era
preci
so
que
conferisse
o
cargo
de
seu
secre
tario
a
D.
José
Ros
de
los
Ur>inos,
an
tigo
oílicial
carlista, que
não
pôde obtel-o,
porque
ao
chegar
á
Suissa
eslava
já
na
posse
do dicto logar
o
conde
de
Semitier,
também
veterano
oílicial
do
exercito
de
Car
los
V
e primogénito
do barão
dellervés,
pri
meiro
personagem
íusilado
em
Hespanha
pela causa
d
’
este príncipe:
porém
não
obstante,
associou-se
ao
despacho
dos
ne
gocios
como
segundo
secretario.
N
’
este
meio tempo
apresenlava-se
na
residência
de D. Carlos
um
D.
Miguel
Losada,
a
quem
ninguém conhecia
entre
os
carlistas,
portador de
uma
carta
de
Cabrera
que
o
fazia,
digamol
o
assim, seu
embaixador
juncto
do
príncipe
e
as
suas
prelenções, claramenle
expressadas, redu
ziam-se
a
exigir
que
saissem
immediala-
menle
da
casa
de D.
Carlos
quantos
servidores o
rodeavam,
incluindo
os
colo
cados
na
mais
modesta
esphera,
preten
são
repellida
dignamente
por D.
Carlos
que
protestou
julgar-se
com
o
mesmo
di
reito
que
o
ultimo
dos
homens
para
ter
ao seu
serviço
os criados
que
consideras
se
convenientes,
mas
accrescenlando
que,
se
qualquer
d’
elles
se
lhe
tornava suspei
to
ou
lhe
tinha
faltado
em
alguma
cousa,
3
Carliimo.
— A
revista
política
do
«Jornal
do
Commercio»,
de Lisboa,
diz
o
seguinte
ácerca
do
carlismo
:
«Nos
periódicos
hispanhoes
dão-se as
mais
falsas
noticias,
com
relação
ao
car
lismo,
noticias
que
são
felizmente des
mentidas
pelas
correspondências
enviadas
aos
periódicos
francezes.
Aqui
temos
diante
de
nós
uma
carta
de
Santander,
na
qual
se
diz
o
seguinte:
«Esta
província
de Byscaia,
de
que
Bilbao
é capital,
é
das tres
províncias
vascongadas
aquella
onde
o
carlismo
tem
conquistado
mais
terreno. Desde
o
prin
cipio
do
levantamento, os aldeãos e
as
pequenas
villas
levantaram-se
por
D.
Car
los.
Os
exercitos
alfonsistas
só
conservam
Bilbao
e
a
sua
linha
de
fortes
nas
duas
margens
do
Nervion
até Porlugalete,
na
embocadura do
rio.
Teem
ainda
Castro
Urdiales e
Ramales,
duas
pequenas
aldeias
meio
fortificadas
e
com fraca
guarnação.
Todo
o
resto
d
’
e$la rica
província
obe
dece a
D.
Carlos,
e já
lhe
forneceu
um
contingente
continuamente
renovado
de
dez
batalhões
e
muitos
corpos
de
tercios,
especie
de guarda
movei.
São
raríssimos
na
Byscaia
os
vascon-
gados
que
se
atrevem
a
confessar
opiniões
liberaes
fóra
das
linhas
de
Bilbao.
As
forças
que
o
general
Sandoval
com-
rnanda
n
’esta
praça,
bastam
á
justa
para
o
serviço
dos
fortes
e
dos
reductos.
As
avançadas
carlistas
estão nas
duas
margens
do Nervion,
defronte
dos
fortes de Bil
bao,
e
não se
póde chegar
até
2:500
me
lros
da
praça,
sem
se
cair
no
meio
de
uma
guerrilha
inimiga.
Os
carlistas
reuniram
as suas
forças
em
Balmaseda,
e
D.
Carlos
foi
alli
ter
com
muitos
dos
seus
cabecilhas.
Diz-se
que
tentaram
resistir
nas
posi
ções
entre
a
fronteira
de Santander e
Somorrostro
A
opinião
publica principia
a
ageitar-
se
á
ideia
do
mau
exilo,
pelo
menos par
cial,
da
questão
Cabrera,
e
o
governo pa
rece
decidir-se
por
uma
política
menos
conciliadora,
para
com
os
exercilos
car-
lisias.
Não
quer
que
os
carlistas
avancem
para
fóra
das
províncias
onde
a insur
reição
principiou.
O ministério
encontra-se
n
’
uma
posi
ção
mui
diflicil
porque
vê
que
Cabrera
não tem sobre
os
carlistas
a influencia
que
se
esperava,
e
por outro
lado
raceia
recomeçar
as
hostilidades,
em
quanto
res
tar
alguma
esperança
de rancor
dos
che
fes
carlistas.
Os
grandes
financeiros
Manzanedo,
Sa
lamanca
e
outros, que
se
interpozeram
para
se
ultimar
um
accordo
com
Cabre
ra,
paralisam
o
governo
annunciando
se
em
Madrid
resultados
muito proximes
e
muito importantes.
Nào
comprehendem que a
submissão
dos
chefes e especialmente
dos antigos
ofliciaes
que
veem
a
Bayona
não serve
seoão
para
irritar
e exasperar
as
massas
fanaticas e
eolhusiasla»
que
existem
ao
paiz
carlista.
E
mesmo
singular
o vêr-se
como
em
Madrid
se
forjam
illusões,
por
que
até
muitos
dos
correspondentes
es
trangeiros
se
deixaram
enganar
por esses
boatos
de
submissão.»
O
ineidente no
Monte-pio
de S
*
«loaé.
—
Damos
hoje
publicidade
ás
cartas
referentes
ao
incidente
que no dia 4
do
coircote
mez
se
deu
no
Monte-pio
de
S.
José,
e
ás
quaes
allud'mos
n
’
um
dos
pas
sados
n.°s
d
’
este
jornal:
Exra
0
Snr.
Tendo
concorrido
no dia 4 do corren
te
mez
á
reunião
«FAsseziblea
Geral do
Monte-pio
de
S.
José
d
’
esta
cidade,
fun
dado
no
direito
que confere
o
art. 59
°
dos
nossos
estatutos,
e
tendo
pedido
a
pala
vra
sobre
a acta
e
pouco
depois
para
um
requerimento,
v.
ex.
a
,
contra
toda
a
jus
tiça,
não
m
’
a concedeu,
dizendo
«que pas
sava
a
consultar a
Assemblea para se
re
solver se
eu
podia
estar
n
’
aquella
reunião».
Em
virtude
de
tão
injusta
e
perigosa pro
vação
declarei
a
v.
ex.
a
que
lhe
prohibia
expressamente,
que
fizesse
tal
proposta
e
que
não
reconhecia
na
Assemblee
o
direi
to
de
deliberar
sobre
tal
assumpto,
pro
testando
n
’
essa
occasiãb, como ainda
ago
ra
protesto
pelo
perigoso insulto
que
v.
ex.
a
me
dirigia.
Graves
e
serias
poderiam
ser
as
consequências d
’esta
injusta
e
in
sólita
provocação.
E,
se
as
não
houve,
nem
por isso o facto
deixou
para mim
de
ter
a
maxima
gravidade.
Nào
sei
nem
posso
adivinhar
o
fim
que
v.
ex.
a
tinha
em
vista,
mas
sei
que me
offendeu
grave
mente
provocando
contra
mim
insultos
e
violências
que
eu
repeMi
e
saberei
repellir,
quaido me
forem
dirigidas.
Não
é
só v.
lh’o
indicasse
com
a
causa
de
sua
sus
peita ou
falta,
para
removel-o
immediala-
mente.
Foi
esta,
ainda
que
se quiz
dizer
ou
tra
cousa,
a
causa
determinante
da
de
missão
do
general
Cabrera,
demissão
que
no
primeiro
momento
não
quiz
acceitar
D.
Carlos
pedindo
ao
seu caudilho
que
lhe
designasse o
poncto
onde
havia
de
ir
celebrar
a sós
com
elle uma confe
rencia,
da
qual
estava
seguro
que
resul
taria
um
perfeit-o accordo,
conferencia a
que
se
negou
o
solitário
de
Londres,
pro
testando
que
o
accordo
era
impossível,
e
insistindo
na
sua
demissão
com
data
de
19
de
março
de
1870.
|Ha
na historia
d
’estes
successos
uma,
particularidade
que
quasi
.todos
ignoram
de
que por
acaso tenho
exacto
conheci
mento
que
merece
publicar-se,
porque, junc-
ta
a
outras
que
talvez eu
desconheça
e
a
factos
posteriores,
acclara
muitas
duvidas
e
póde
em
parte
explicar
o
recente
pro
ceder
de
Cabrera.
Os
trabalhos
que
este
proseguiu
junto
de
alguns
importantes
li
beraes
começaram
por então a
dar
seu
fructo,
e
a
isso
sem
duvida releria quan
do
annunciava
estar
próxima
a
hora
de
operar,
e
vou
relatar
esse
particular,
tal
como
veio
ao
meu
conhecimento
por via
fidedigna.
(Continua)
SUBSCRIPÇÃO
A
subscripção
para
o
jasigo que
se
ten
ciona
erigir
no
cemiterio
ao
fallecido
pa
dre
Martinho
A.
Pereira
da
Silva,
e
pa
ra
urna memória
que
se
pretende
levan
tar-lhe
no
Sameiro, junto
do
monumento
da
Immacolada Conceição
a
elle
devido,
acha-se
aberta
na
livraria
Catholica,
rua
do
Souto,
em
casa
do
snr.
Domingos
Jo
sé
Vieiia
Machado,
na
Praça
municipal,
n.°
17,
e
no
escriplorio
d’
esta
redacção.
GAZETILHA
Exéquias.
—
A
mesa
dí
archiconfra-
ria
do
SS.
Immaculado Coração
de
Maria,
erecla na
egreja
do
Convento dos
Reme
dios,
deliberou
fazer
celebrar
na
mesma
egreja solemnes
exequias,
por
alma
do
sem
pre
chorado,
revd.
0
padre
Martinho
Anto-
nio
Pereira
da
Silva, instituidor da
mesma
archiconfraria.
Terão
logar
no
dia
17
do
corrente,
pelas
10
horas
da
manhã.
Roga-se
a
assistência
dos
numerosos
amigos
do
finado.
HiMma
fúnebre.—
No
mesmo
dia
17
do
corrente,
peias
8
horas
e
meia
da ma
nhã
haverá
na
R.
Capella
da Misericordia
uma
misssa
solemne
de
Requiem e
responso
cantado,
que
os
capellães
da
mesma
resol
veram fazei
celebrar,
para suflragar a
al
ma do
seu
nunca
assaz
chorado,
e
jámais
esquecido
companheiro, o
revd.®
padre
Mar-
tinho
Antonio
Pereira
da
Silva.
Igualmenlese
convidam
as
pessoas
ami
gas
do
finado a
assistir
a
este
solvmne
e
piedoso
acto.
Maia.
—
As
religiosas
do
Salvador cele
brarão
amanhã
missa
cantada
e
oflicio
pa
ra
sufhagar
o
alma
do
mesmo
fallecido
padre
Martinho,
que
foi
um
dos
fundadores
da
devoção
da
exposição
do
SS.,
em
todos
os
domingos
anno,
a
qual
dura
ha
10
an
nos, uo
mesmo
convento.
Falleeimento.—
Nos
fins
do
mez
pas
sado,
falleceu
na sua
casa
em
Coura
a
ir
mã
dos exc.
11108
sors.
dr.
Antonio
Bernar-
dino
de
Menezes,
lente da
Universidade,
e
D.
Teimo
de
Menezes.
Soubemos muito
tarde
d
’
cste
infausto
acontecimento,
e
é
por
isso
.que
só
hoje
podemos
transmiltil-o
aos leitores.
A
’
illustre
farnilia
da
finada
enviamos
os
nossos
pesames.
Batoteirou.
—
Deu-se
aote-houtem,
de
tarde,
caça
aos
jogadores
que
se
divertiam
em
casa
d
’
um
tal Carseiro,
dos
Chãos.
Foram
presos
7
indivíduos,
incluindo
«
dono
da
casa.
Beneficio.—
O
espectaculo
que
breve
mente
alguns
curiosos
vao
dar,
no theatro
de
S.
Geraldo,
em
beneficio
d
’
uma casa
de
religiosas,
consta
do
drama
em
dois
aclos
Os
homens
do
povo
e
das
comedias
Atribulações
d
’uvt
tutor
e A criada
impa
gável.
Epidemia.
—
Consta
ao
«Districto
de
Aveiro»
que
a epizootia
tem
feito sensí
veis
estragos
no
gado
bovino,
na
povoa
ção
da
Gafanha
de
Baixo.
Asseveram-nos
que
só
oa
semana
que
terminou
em
28
do
mez findo morreram
alli 18 bois, ex-
halando
tal cheiro
depois de
mertos,
que
era
preciso
enterral-os
immediamente.
ex.a
que
preza
a
sua
honra
e
dignida
de,
também
eu,
e
tanto
que
exijo
a
v.
ex.
a
uma
explicação a
mais
cathegorica
possível
do
insolito
procedimento
de
▼.
ex.
a
para
comigo.
Se
v.
ex.
a
me
der
explica
ções
satisfatórias e
que
lavem
completa
mente
o
insulto
que
v.
ex.
a
me
dirigiu,
dar-me-hei
por
satisfeito,
sendo
a
minha
carta
e a
de
*
.
ex.a
publicadas
nos jornaes
da
terra;
porque
quando a offensa
é
publi
ca
é
necessário
que
a
reparação
seja
tam
bém
publica.
A
resposta
de
▼.
ex.
a
deter
minará
o
meu
ulterior
procedimento.
De
v.
ex.
a
Antonio
Maria
Pinheiro
Ferro.
Braga
5
d
’
Abril
de 1875.
Ex.m
®
Snr.
Aflianço
a
v. ex.
a
que
não
tive
o
pen
samento
de
o
offender
na
duvida
que
tive
em
conceder
a
palavra
a
v.
ex.
a
na
ses
são
de
Assemblea do Monle-Pio
do
dia 4
do
corrente, e
agradeço a
occasiào
que
me
•flerece
para
o
declarar
tão
notoriamente
como
eu desejava.
Estando
certo
de
que
alguns
socios
me
disseram
que
v.
ex.a
dissera
que
não
queria
mais
saber
do
Monte-Pio,
e ven
do
confirmado
isto
com
o
facto
da
ausên
cia
«ie v. ex.a
nas
precedentes
Assembleas,
eu,
desejando que se procedesse
regular
mente,
quando
v.
ex.a
pediu
a
palavra,
disse
que
hia
consultar
a
Assembleia
so
bre
ie
v. ex.
a
era
ainda
socio
para lhe
conceder
n
’
esse
caso
a
palavra.
Isto no
desempenho
do meu
dever,
e
se«
inten
ção
de desconsiderar a
pessoa
de v.
ex.
a
Creia-me
v.
ex.
a
a sinceridade
d
’
esta
segurança
:
e
de
que
tenho
hoje
o
maior
pesar
de
não
ter
feito
esta
pergunta
par
ticularmente
aos
snrs. secretários que
tal
vez
me
poupassem
ao
desgosto
que tive,
e
que
cessa
se
esta
ingénua
declaração
sa
tisfizer
a
v.
ex.
a
quanto
desejo.
De
v.
ex.a
mt.®
att.°
venerador
Henrique
Freire
d
’
Andrade.
Braga 5
d’
Abril
de
1875.
COMMERCIO
B
olsa
de
B
raga
12
de abril
de
1875
EflTect
nado
Janco Mercantil
de
Braga,
1210000.
BOLSIM
Banco
Commercial
de
Guimarães
40050.
Banco
Mercantil
de
Braga
30000.
Banco
Portuguez
(2 a
emissão;
para
liqui
dar
em 20
de
maio
210500.
Compauhia
Geral
Bracarense
110700.
13
de
abril
de
1875
Effectuado
3anco
de
Guimarães 40100.
3anco
da Covilhã
610000.
BOLSIM
Banco Portuguez
para 2
de
maio
210100.
3anco
Mercantil
de
Braga
30000.
3anco
Commercial
de
Guimarães
40150.
Dito
dito
40200.
Banco
de
Villa
Real
440100.
Sanco
do
Minho 1200600.
O
director
Antonio
Teixeira
Barbosa.
BANCO DO MINHO
Resumo
do
activo
e
passivo
em 31
de
março
de
1875.
Activo
Dinheiro
em
caixa
:
metal.
.
171:8920690
Letras
descontadas e
a
re
ceber..................................
1.073:0910898
Inscripções e
mais
papeis
de
credito............................
75:6660872
Devedores
no
paiz
.
.
.
512:3630292
Ditos
no
estrangeiro.
. .
08:5370213
Empréstimo
sobre
penhores.
106:9230933
Contas
correntes.
.
.
.
504:2810099
Acções
de
c.
própria.
.
64:8000000
Edifício
do
Banco.
.
.
.
13:0740263
Letras
em
liquidação
.
.
7:2360303
2.597:8670563
Passivo
Capital........................
Depositos
a
praso
Depositos
á
ordem
.
Letras
a pagar. .
.
Credores
no
paiz. .
Fundo
de reserva.
.
Dito
para
prejuízos
luaes...................
Notas
em
circulação
Dividendo
a
pagar. .
Ganhos
e
perdas.
.
.
600:0000000
.
.1.336:2980851
.
. 146
3590412
.
.
101:5180231
.
.
256:7750845
.
.
30.0000000
even-
.
.
17:4690905
.
.
93:3770500
.
.
1:6760616
.
.
14:3910203
2.597:8670563
Braga
7
de
abril
de
1875.
Os GERENTES.
Francisco
Casimiro
da
Cruz
Teixeira.
Manoel
Luiz
Ferreira
Braga.
BANCO
COMMERCIAL DE
BKAGA.
Resumo
do
balanço
do
Banco
Commercial
de Braga
em 31
de
março
de
1875.
Activo
Acções, prestações
a
receber
308:5520500
Dinheiro
em
caixa.
. .
.
129:4340209
Leiras
descontadas e
a
receber
874:4340006
Empreslimo
sobre
penhores.
134:2140167
Contas
correntes
com
garan
tia
........................................
785:0410435
Agentes no
paiz
e
estrangeiro. 715:3650461
Titulos
e
papeis
de
credite.
63:7560675
Diversos
devedores.
.
.
.
32.28701)47
Despezas
de
installaçào.
.
5:5350000
Moveis
e
utensílios.
.
.
.
1:3180734
3.049:9690834
Passivo
Capital.................................
1
000:0000000
Obrigações
a
praso.
.
.
1.196:5670821
Depositos
á
ordem. .
.
.
271:0060560
Agentes
no
paiz e
estrangeiro
24ti:
1000057
Diversos
credores.
.
.
.
34:4170864
Leiras
em
deposito. .
. .
36:7440500
Letras a
pagar...........................
9O:6320i>64
Notas em
circulação .
.
.
113:1950000
Fundo
de
reserva. .
.
.
45:2.320500
Dividendos
a
pagar.
.
.
.
:4560400
Ganhos
e
perdas.
.
.
.
15:5960568
3.049:9690834
Braga
5
de
abril
de
1875.
Os Direclores
João
Evangelista
de
S.
Torres e
Almeida.
Luiz
Antonio
da
Costa
Braga.
AGRADECIMENTOS
Manoel
Fernandes
Duarte,
agradece
por
este
meio a
todas
as pessoas
que
o
cum-
primeniaram,
e
lhe
prestaram
seus
servi
ços
tanto na
enfermidade
como
por
occa-
sião
do
fallecimenlo
de
sua
chorada
es
posa
D.
Maria
Basilia
Sallasar
Duarte,
e
assistiram aos
oflicios
de sepultura
que
ti
veram
logar
uo
dia
6
do
corrente,
na
ca
pella
do
cemiterio
publico,
d
’esta
cidade,
peLs
10
horas
da
manha,
a
todos
protes
ta
seu
eterno
reconhecimento e
gratidão.
•
'
(2352)
Maria
Carolina
da
Silva
Ramos Montei
ro,
Antonio
José
Monteiro,
suas
filhas
e
Antonio
Joaquim
Manso, agradecem,
em
extremo,
reconhecidos,
a
ledas
as
pessoas
que
os
cumprimentaram
pela
occasiào do
fallecimenlo
de
seu
presado
filho, irmão
e
sobrinho
Antonio
José
Monteiro
da
Silva
Ramos
e
especialmenle
a
todos
os
ill.
mos
e
exc.raos
sors.
que
se
dignaram
assibtir
aos
responses
de sepultura
que
pelo mesmo
se
resaram
no
dia
9
de
março
p.
p.
no cemi
terio
publico,
a
todos protestam o seu re
conhecimento
e
viva
gratidão.
ANNUNCIOS
MINISTÉRIO
DA
FAZENDA
Direcção
Geral
da
Thesourana
l.a Repartição
Por ordem superior
se
annuncia
que
nos dias
14
e
15
do
corrente
desde
as
11 horas
da
manhã
até
ás 4 da
tarde
es
tará
aberta
a
subscripção
publica
para a
collocação
da
terceira
serie
das
obrigações
dos
caminhos
de
ferro
do
Minho
e
Dou
ro,
cuja
emissão
foi
auctorisada
pela
car
ta
de
lei
de
2
de
julho
de
1867.
Em
conformidade
do
decreto
de
8 do
corrente
esta
terceira
serie
é
do
capital
nominal
de
2:097:0000000
reis
em
obri
gações
nominativas
ou
ao
portador de
200000
reis
cada
uma,
que
vencerão
o
ju
ro
de
seis
por
cenlo
ao
anno desde
o
pri
meiro
de
Julho
do corrente
anno
pagavel
serneslralmenle
no
primeiro
dia
depois
de
decorrido
o
semestre
vencido,
em
Lisboa
na
Direcção
Geral
da
Thesouraria, e
nas
capitaes
dos
districlos
do
continente
do
reino
nos cofres
cenlraes.
Em
cada
semestre
serão
amortisadas
as obrigações que a sorte
designar
appli-
cando-se
snccessivamente
a
esta
amorlisa-
ção
um
quarto por
cento
do
capital
em
cada
anno
mais
o
juro
correspondente
ás
obrigações
anleriormente
amortisadas,
de
modo
que a
amortisação
total
se
deve
achar
conclnida
demro
do
praso
de
cincoenta
e
seis
annos.
O
preço
da
emissão
é
de
860000
reis
(oitenta
e
seis
mil
reis)
por
cada
obrigação
de 900000
reis
neira
seguinte
:
50000
50000
200000
SOíOOO
200000
160000
nominaes
pagos
da
José
da
Silva
Fundão
Campo
de Sant Auna (lado de bai
xo)
n.°
68.
Participa
aos
seus
amigos
e
freguezes,
tanto
d’
esta
cidade
como
das províncias
que
lem
um
bonito
e
variado sortimento
de
fato
feito,
casimiras
para
falo inteiro a
40500,
50000
e 60000
reis;
capotes
á
lispanhola
de
4
libras
para
cima, córtes
de
calça
a
10500,
20000
e 20500
reis;
tu
do
fazendas
modernas.
Guarda
pós
de
casimira
e
d
’
oulras
fa
zendas
leves;
casimiras a
600,
700
e
800
reis
cada
uma,
ceroulas
a
400
reis
para
cima,
e outras
mais fazendas
que
vende
por
preços
muito
commodos.
N.
B. o
aonunciante
faz
publico, que
toda
a
fazenda
que
lhe
comprarem,
a
dá
mais
barata
200
reis
do
que
em
outra
qualquer
loja
;
assina
como
se
encarrega
de
fazer
qualquer
obra
que
lhe
seja
en
commendada,
e
promptifica-se
a
ficar com
ella
quando
oã» fique
á
vontade
do
fre-
guez.
(783)
NOVO
HORÁRIO.
ma-
Compram-se
para
edificar, nos
Compram-se
para
edificar,
nos extremos
da
cidade.
Propostas
á rua
de
S.
Marcos
n.°
5.
(2354)
BANCO
DE
VIANNA
Sociedade
anonyma
de responsa
bilidade
limitada.
São
convidados
os snrs. accionistas
d'es-
te
banco
a
fazererem
entrada
da
primeira
prestação
das suas
acções,
nos
dias
19 e
do
corrente,
na
rasão
de
5
por cenlo
réis
50000
por
acção.
Em
Vianna, em
casa
do
Banco,
rua
8
Maio,
114.
No
Porto, na
Caixa
Filial
do
Banco,
rua
de
S.
João
97,
escriptorio
dos
snrs.
Anlonio
Domingos
d’
01iveira Gama
&
C.a
Em
Lisboa, na
casa
do
snr.
Luiz
Ma
noel
da Costa.
Em
Braga,
no
Banco
do
Minho.
Vianna
8
20
ou
de
d-Abril
de
1875.
Os
directores,
Anlonio
Maria
Baplisla
Camacho.
José
Martins
Barboza.
João
Abel d’
Oliveira.
(2358)
Narciso
José
Marques, faz publico
que
sua diligencia
que
sae
d
’
esta
cidade
Commisnão aoa
»nrs. estanqueiro»
Fumos
15
por
cenlo,
Rapé
30.
Vende-se
na
Tabacaria
Bracarense,
rua
do
Souto
n.°
27.
(2353)
METAES
VELHOS
Na
travessa
de
S.
João
n.®
5, com
pra-se toda
a
qualidade
de
metaes,
e
ferro
velho
até
mesmo fundido.
(860)
O
professor em
artes,
letras
e
sciencias,
membros
do
clero
e
magistrados;
todo o
medico,
cirurgião, dentista
e
artista,
que
desejem
obter
o
titulo
e
diploma de dou
tor
ou
bacharel
honorário,
póden»
dirigir-
se
a
Medicus,
rua
do
Rei,
46
era
Jersey
(Inglaterra).
(2107)
João
Manoel
da Silva
Guima
rães.
—
Rua do Souto
n.°
43.
Compra
e
vende
Acções de
todos
os
Bancos
e
Companhias,
Inscripções
de
As
sentamento
e
coupons.
(581)
NOVA
FUNDIÇÃO
DE
FERRO
DE
Antonio
Germano
Ferreirinlia
NA
Travessa
de
S.
João
Aonde
faz
toda a
obra,
assim
como
jombas, conçollas, columnas
para
gaz, pe-
zos
novos,
panellas
á
ingleza
de
todos
os
tamanhos,
canos para
agoas
e
gaz, e
toda
a
obra
de
fundição,
como grades para
sacadas, obra
de
metal,
sinos
e
outros
ob
jectos
de
igual teor etc.,
pelos preços
do
Porto.
rei»
reis
reis
reis
reis
reis
no
no
no
no
no
no
acto
da
subscripção.
acto
da
distribuição.
dia
15
de
junho de
1875.
dia
16
de
agosto
de
1875
dia
15
de
outub.
de
1875.
dia
15
de
dezbr.
#
de
1875.
a
sua diligencia
que
sae d esta
cioaue
para
a
de
Guimarães
ás
6
horas
da
ma
nhã
e
vice-versa,
fica
sahindo
desde o
dia
14
em diante
ás
5
da
manhã
e
chega
a
Guimarães
ás
8,
e
de
Guimarães
para
Braga
ás
Irada.
BANCO
MERCANTIL
DE
BRAGA
Llduslralion
de
la
mode.
O
mais
elegante,
rwámente
illuslrado
e
barato
dos
jornaes
da
moda.
mesmas
horas
de
saida e en
Preço
240
reis.
860600
A subscripção
total
quando
exceda
a
somma
nenuioal
de 2:097:0000000
reis se
rá
rateada
pelos
subscriplores
na
propor
ção das quantias
com
que
respectivamente
subscreverem.
O rateio
far-se-ha de
modo
que
a
ne
nhum
subscriptor
caiba menos
de
uma
obrigação de
900000
reis.
A
nenhum
subscriptor
é
permittido
sub
screver
por
maior
somma
do
que
o
capi
tal
d
’esta
emissão
*
u
23:300 obrigações.
E
’
permittido em
qualquer
epoca
de
pois
da
distribuição
e
antecipação
do
pa
gamento
de
quaesquer
prestações
com
o
beneficio
do
desconto
na
razão
de 5
p.
c.
ao
anno.
A
falta
do
pagamento
de
quaesquer
prestações
faz
perder
aos interessados
as
que
já
tiverem
sido
pagas.
Os
subscriplores
receberão
pelo
depo
sito
eflectuado
no
acto da
subscripção
re
cibos
que feito
o
rateio,
serão o
mais
bre
ve
possível
trocados
por
titulos
provisorios.
O
segundo pagamento
de
50000
reis por
obrigação
realisar-se-ha
no
acto
da
obriga
ção
dos
titulos
provisorios.
Logo
que as
prestações
acima
mencio
nadas cujos
recibos
são
passados nos
ti
tulos
provisorios
estiverem
pagas
setão os
mesmos
titulos trocados
pelas
obrigações
com
pcevia
declaração
dos
portadores,
de
as
quererem
nominativas
ou
de
coupons.
a
subscripção
estará
aberta
em
Lisboa
na Direcção
Geral da
Thesouraria
do
Mi
nistério
da
Fazenda.
No
Porto,
em
Braga
e
em
Vianna,
nos
cofres cenlraes.
Direcção
Geral da
Thesouraria
10
de
abril
de
1875.
(Assignado) José
Antonio
Gomes
Lages.
Repartição
de
Fazenda
do Dislricto
Braga
14
de
abril
de
1875.
O
delegado do
lhesouro
(2371) Henrique
Francisco
Bizarro.
de
BORRACHAS
DE
ENXOFRAR
Braga
(2359J
11
d
’
abril
de
1875.
Narciso
José
Marques.
Henrique
Francisco Bizarro,
De
legado
do
Thesouro
no
Distri-
cto
de
Braga.
Faço
saber,
para
que
chegue
ao
conhe
cimento dos
interessados,
que
pelo art.
3.®
da
lei
de
18
de março
ultimo, foram
reduzidos
a
metade
ou
50
por
cento
os
foros,
sensos
e
pensões
em
divida,
ven
cidos
ao
tempo
da
promulgação
do
codigo
civil,
e
permittido
pelo
art.
4.°
aos
deve
dores
a
Fazenda Nacional, satisfazerem
as
suas
dividas
da
referida
proveniência
em
prestações
annuaes,
que
não
excedam
ao
fôro
d
’
um
aono
já
reduzido
a 50
por
cen
lo ;
por
tanto
todos
os
devedores
que
quizerern aproveitar-se do
referido
benefi
cio
de
pagarem
em
prestações, deverão
n
’
esse
sentido fazer
as
suas
declarações
pe
rante
os
competentes
Escrivães
de
Fazenda
no
praso
de
30
dias,
pela
fôrma
que
pe
los
mesmos
vae
ser
annunciado ; na
ligencia
de
que
todos
os
que
se
não
veitarem
do
alludido beneficio,
ficam
gados a
solver
os
seus
débitos
por
só
vez,
e
sujeitos
á
competente
execução.
Repartição
de
Fazenda
do
Dislricto de
Braga
10 d
’
abiil
de
1875.
(2357)
Henrique
Francisco
Bizarro.
intel-
apro-
obri-
uma
BANCO DA POVOA DE VABZI5I
Manoel
Leurenço
d’
Araujo Braga
Rua
do
Campo
n.°
22.
Acaba
de
receber
una
porção
d
*
este
genero,
de
boa
qualidade,
que
vende por
preços muito
baratos,
assim
corno
enxo
fre
de
superior
qualidade. (2360)
Sttcàetfiade
an«»nyma «le responsa
bilidade limitada
Em
harmonia com
o disposto
no art.
7.°
dos
Estatutos,
são
convidados
os snrs.
accionistas
a
fazerem a
l.
a
entrada
da
suas
acções na
rasão
de 20
p. c.
desde
<
dia
20
de
abril
até
o
1.’
de
maio
:
em Bra
ga
na
casa
do Banco
e
uo
Porto
na
do
seu
agente o
snr. João Evangelista
da
Silva
Mattos
&c
C.
a
—
Praça
de
D.
Pedro
n.°
Braga
24
de
Março de
1875.
Os
directores,
Jo
v
è
Joaquim
Lopes
Cardoso
João
da
Costa
Palmeira
José
Anlonio
Rebello
da
Silva.
(2344)
ALTA
NOVIDADE
Bua cio Souto, 3®
Junto
á
rua
de
Jano.
U1IAPFLAB1A
ALMK1BA
Acaba
de
receber
melhores fabricas
Porto, na
ultima
moda,
grande
e
variado
sor
tido
de chapeos,
de
se
iS
0
22.
Publica-se
em
Pariz
uma
vez
por
mez,
no
formato
do»
grandes
jornaes
illosirados.
Cada
numere
contém
dez
a
quinze mo
delos
de
toilelle,
uma
grande
folha
de
mo
delos de
tamanho
natural
e
uma
magni
fica
gravura
clorida.
Quem
qtiizer
assignar
esta
publicação,
dirija-se
á
livraria
de
Eugênio
Chardron,
largo
dè
S.
Francisco.
—
Braga.
A
empreza
offerece
aos
seus
assigoan-
les um
magnifico
cofresinho
contendo
tu
do
o
que
é
necessário
para
um
toucador
e
cujos
objectos
valem
para
cima
de 20
fran
cos.
Preços
d’
asMgt)atura
—
Portugal
:
sem
o
referido
brinde
—
9
fr.
Com
o
brinde
—
13
fr.
Sociedade
anonyma — responsabi
lidade limitada.
São
convidados
os snrs.
accionistas pa
ra
uma
reunião
exliaordinaria
da
assembleia
geral
que
terá
logar
no
dia
30
do corrente
ás
11 horas
da
manhã,
afim
de
resolverem
sobre
o
estabelecimento,
do
seguro
contra
incêndios,
e outra
proposta,
ambas com-
prehendidas
nos numeros
12
e
15
do
arl.
11
dos
Estatutos.
Povoa
de
Varzim,
7
d’
abril
de 1873.
Por
ordem
do
ill.
mo
snr.
Presidente
da Assembleia
Geral,
O
secretario,
(2362)
José
Francisco
da Silva.
das
do
da
e
de
feltro,
para
homem,
menino,
e
senhora.
Bonita
cullccção de
bonets,
que
tudo
vende mais
barato
que
em
outro
es
tabelecimento.
Fabrica,
conceda
e
põe
ua
moda,
com
perfeição
qualquer
chapeo
que
esteja
nas
circumslancias.
(23ú0)
ATírwAÇÀo
José
Luiz
Ferreira,
hoje
morador na
ruas
<Ls
Aguas
o.°
9,
leva
ao
conheci
mento
do
publico
que loma
conta
em
sua
casa
de
toda
e qualquer
encommenda
pa
ra
a
Barca ou
Arcos,
assim
como
nos
Ar
cos
na
sua
estação
á
entrada
da
Ponte,
para
Braga
e
Porto,
pelas
quaes
se
res-
ponsahilisa. Assim
com©
também em
sua
ca^a
freta
trens
grandes ou pequenos, co
bertos
ou
descobertos
para
o
Bom
Jesus,
ou
outra
qualquer
porte
do
reino
por
preços
muito
rezumidos.
Braga
31
de
março
de
1874.
(2334)
José
Luiz
Ferreira.
Bi
POR
J
0E
LEMOS
Com esle titulo
vae
publicar-se
mente
tnais
um
volume
de
versos
clor
do
Caneioneiro.
De
duas
contará
este
livro
:
—
l.°
Últimos
Refle
xo»
;
2.°
llorae Vagas
de Buarco».
Receiando
o
auclor
de
que,
por
seu
silencio de
rnuites annos, o
favor
publico
se
tenha
esquecido
do
seu
nome,
fez-se
acompanhar,
n
’este
volume,
por
dois
dis-
linctos
e
estimados
nomes
lilterarios,
o
Visconde
de
Jerumenha
e
.4.
X.
R.
Cor
*
deiro.
A
benevolência,
que
não
poderá
obier
por
si,
lh
’
a
grangearão,
de
certo,
estes
dois
nomes,
de
cuja
boa
sombra
se
serve
para
desvanecer
o
esquecimento
de
amigos
leitores,
e
alcançar
outros
novos.
Preço do volume: 600
reis.
Quem
quizer
assignar
esta
publicação,
dirija-se
a
Dias
Freitas,
na
redacção
do
«Commercio do
Minho».
breve-
do
au-
partes
NOVIDADE
44,
Rua «lo Souto, 44
Campos
&
Almeida,
acabam de rece
ber
grande
sortido
de
chapéus
de feltro
e
seda,
«ultima
moda»,
da
acreditada
fa
brica
dos snrs.
Maia
e
Silva,
do
Porto,
que
vendem
pelos
preços
da
fabrica.
Também
se
fabricam
e
consertam
cha
péus
de
io(ks
as
qualidades.
(2330)
ALMEIDA
&
PEREIRA
Largo do
Barão
de
S.
Martinho
n.°
18
Compram e
vendem
acções
de
todos
os
bancos
e
companhias,
e
inscripções
d’
assentamento e
coupons.
(I)
15
—
Rua
de S.
Marcos
—15
Queijo
Londrino,
Papel
e
Flamengo
de
superior
qualidade.
(2356)
bragá
:
typographia
lusitana
— 1875. - É o formato de
-
comerciominho_15041875_333.pdf
Parte de Comércio do Minho (O)