comerciominho_10041875_331.xml
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-
3." ANNO 1875
FOLHA
COMMERCIAL RELIGIOSA E
NOTICIOSA
NUMERO
331
Assigna-see
vende-se no
escriptorio
do
editor
e
proprietário
José
Maria
Dias
da
Costa,
rua Nova
n."
3
E,
para
onde
deve
ser
dirigida
toda a
correspondência
franca
de
porte.
=
As
assi-
gnaturas
são pagas adiantadas
;
assim
como
as
correspondên
cias
de
Interesse
particular.
Folha
avulso
10
rs.
AS
TERÇAS,
QUINTAS
E
SABBADOS.
PWiBUCAL-SE
P
reços
: Braga,
anno
1^690
rs.=Scmestre
850
rs.=Prown-
cias,
anno
2^4400
rs
e
sendo
duas 4&000 rs.=Semestre 1&250
rs.=Brazil, anno
4&400
rs.=Semestre
2&300
rs.
moeda forte,
ou
10&000
reis
e
5&500
reis
moeda
fraca.
=Annuncios
por
linha
20
rs.,
repetição
1.0rs.
Para
os
assignantes
!0
•/,
d
’
abatimento.
BRAGA
—
SABBADO
IO BE
ABRIL
do
nosso chorado
companheiro,
e
aos
nossos
leitores
pedimos
uma
oração
pa
ra
suffragar
a alma
d
’aquclle
que
passou
íazendo
bem.
Que o Senhor
lhe
dê •
descanço
eterno
O
cadaver
foi hontem
á
noite
condu
zido
para
esta
cidade
e
depositado no
real
templo
de
Santa Cruz,
onde
hoje
lem
officios,
devendo
ser
pelas
H
horas
acom
panhado para
o
cemitério pelas irmanda
des
de
que
era
irmão.
J.
M. D. C.
Honlem de
madrugada
foi
Deus ser
vido
chamar
á
sua presença
o
rev.
rao
snr.
padre Marlinho
Antonio
Pereira
da
Silva.
O
finado
achava-se
em
Villa
do
Con
de,
e foi
encontrado
morto
no
leito,
na
occasião
em
que
um
seu
amigo,
em
cuja
casa
estava
hospedado,
o
ia£
*
chamar
para
seguir
viagem
para
Braga.
Esle
digno
ecclesiaslico, um
dos
mais
esclarecidos
e
prestantes
cavalheiros
d’
esta
cidade,
contava
cerca
de 65
annos,
vivi
dos
sempre
no
seio da virtude
mais
“
en-
ceodrada.
Era
examinador
pro-synodal,
calenda-
risla
d
’esla
archi-diocese,
e
lente substituto
no
seminário
de
S.
Pedro.
Os
innumeros
serviços
prestados
pelo
illostre
finado
á causa de
Deus,
e
espe
cialmente
á
da
egreja
bracarense,
vivem
na
tnemoria
de
lodos,
ainda
que, pode
mos
agora
disel-o
desassombradamenle,
nem
sempre foram
juslamente compensados
por
qnem
deveriam
sel-o.
Uma
das suas
mais
fervorosas
devoções
era
para
com
a SS.
Virgem
:
íoi
o
que
ptimeiro
encetou em Braga
a
devoção
do
Mez
de
maio,
coordenando
para
esse
fim
uin
volume
intitulado Flores
a Maria,
o
qual
já conla
5 edições;
erigiu
a
archi-
confraria
de
N.
Senhora
das
Graças e seu
SS.
Coração,
no
convento
dos
Remedios
;
foi
o
que
tomou
a
iniciativa
da
erecção,
no
monte
do
Sameir®,
do
monumento
consagrado
á
Santíssima
e
Immaculada
Conceição,
para
commemorar
a
sua
defi
nição
dogmática
pelo
nosso
SS. Padre
Pio
IX;
restaurou a devoção
do
Terço de
N.
Senhora
da
Torre
:
além d’isto
era
confrade
de
todas
as
irmandades
e
con
frarias
de N. Senhora,
erectas
n
’
esta
ci
dade.
Foi
um
dos
fundadores
e
constante
colhborador
dos
jornaes
religiosos
Atalaia
Catholica,
Revista
Ecclesiastica,
e
União
Catholica;
além do
já
citado
iivro
Flores
a
Maria,
escreveu
e
coordenou
o
Manual
do
romeiro
ao
Sancluario
do
Bom
Jesus
do
Monte,
Compendio
de
orações
e
devo
ções,
e
varias
obras de
lilhurgia,
em
que
era
muilo
versado,
sendo
a
sua
opinião,
tanto
n
’
esla
matéria
como
em
moral,
tida'
como
incontestável
aulhoridade.
Era
aclualmenle
o
decano
dos
chefes
da
Associação
da
Propagação
da
Fé, n’es-
le
arcebispado,
e
um
dos
seus
mais
ze
losos
colleclores.
O
sancluario
do
Bom
Jesus
do
Monte,
onde era mesario, é-lhe
lambem
devedor
de valiosissimos
serviços.
Votava
entranhado
aflecto
ao
veneran
do Pio
IX,
sendo
constante promotor
dos
festejos
que
u*
esla
cidade
se
lhe
leem
feito,
e
um
dos
poucos que
d
’
aqui
foram
a
Roma
para
gosarem
da
felicidade
de
beijarem
o
pé
ao
granJe
Pontiíice.
Este
tristíssimo
acontecimento
acaba
de
enluclar
toda
uma
cidade,
onde
todas
as
torres
dobram
a
finados,
pois
que
per
deu um
dos
filhos
que
mais
a
tem
eno
brecido,
e
que
lhe era
exlremamenle
que
rido.
Nós
perdemos
um
dos
nossos mais
dedicados
amigos,
que
o era
desde
a
in
fância,
e
a
quem
sempre
fomos
profun-
damente
affeiçoados.
Enviamos
sentidos
pesames
ás irmãs
A’
redaeçfto <lo «Commereio do
Minho».
Meus
caros amigos.
Chegam-me
hoje
ás
mãos cartas
de
dois
amigos
das
províncias de
Gallisa
e
Orense,
nas
quaes
se me
diz
que
agentes
do
governo de Madrid alli
se
occupam
em
espalhar
profusamente
dois
manifestos de
D.
Ramon
Cabrera,
que
me
foram
tam
bém
remetlidos,
nos
quaes
aquelle
ho
mem
singularmente celebre
convida
o
par
tido carlista a
seguil-o
na
indigna
senda,
que
lhe apontou
o
despeito,
e
lhe
acon
selhou
não
sei
que
nefasta
obcecação.
Estes
manifestos
são
acompanhados
de
um
projecto
de
convénio,
firmado
pelo
du
que
de
Sanlona,
marquez
de
Manzanedo,
Rafael
Marry
del
Vai,
e
acceito
por
aquel
le
ex-chefe
do
partido carlista. E
como
que
servindo de cortejo
a
tal
monstruo
sidade
politica, um
acervo
de
doestos
contra
o
augusto
representante da
legi
timidade
hispanhola,
assignado
por
um
parente
de
Cabrera,
J.
I
Cazo
;
e
uma
folha
anónima,
na
qual
se assegura
que
os
principaes
homens
do partido
carlista,
grande
numero
de
oíficiaes
e
voluntários
do
exercito
legilimista. desenganados
da
improficuidade
de
seus
exforços,
seguem
aquelle
transfuga,
e
põem
em
immiuente
ruina
a
causa
carlista.
Permitlam-me,
meus
amigos,
que
fiel
aos
laços
que
contrahi
com o
partido
car
*
-
lista,
e
obediente ao
dever
de
lealdade
e
gratidão
para
com
o
Rei,
a
quem
me
prendem
inflexíveis
sentimentos
d’
amor
e
dedicação,
eu
proteste
em
nome
da
hon
ra,
do
brio e
da
verdade
contra
os
so
fismas,
calumnias
e
injurias,
hediondamen-
te
amontoadas
n
’aquelles
documentos
;
inan-
lendo-me
d’
esle
modo
ao
lado do
partido,
que,
senhor
da
sua
dignidade,
sabe
re-
pellir
com
indignação
propostas
que o
deslustram.
Os
manifestos
de
D.
Ramon
Cabrera
|
rasgam á
face
da
Europa
as
paginas
de
ouro
a
que estava
vinculado o
seu
passa
do
na
historia
do
partido
tradiccional
;
são
um
sarcasmo
frisanle á
coherencia
dos
princípios
e
á
honra
de
todos os
his-
panhoes;
são
um
arremesso
de orgulho
ridiculamente
explosivo,
cujas
consequên
cias
não podem
atlingir
o
alvo
a
que
miraram
insensatos
preconceitos.
As
armas leaes
que
o
réprobo
de ho
je
chama
para
o
abismo
em
qne
se
pre
cipitou,
são
as
mesmas
que
honlem
fi
zeram
de
um homem
um
general,
e
d
’
um
general
um
heróe
;
são
as
que
abriram
com
honrosa
chave
as
portas
dos
gabine
tes
políticos
e
dos
salões aristocráticos
ao
soldado
do Maestrazgo;
são
as
que
lhe
conquistaram o
fausto
e
a
veneração
geral,
um
palacio
principesco
em
Went-
woth
e
um
logar
entre
os
homens
illus-
tres.
—
Deshonradas
e
condemnadas
essas
armas
pela
bocca
do
apóstata,
que
lhe
fica
do
passado?
que
espera
do
futuro?
Quem
poude
crer
que o
partido
car
lista,
a
cujos
princípios
se
tem
sacrifica
do
em
meio
século
de
vida,
de
dignidade
e
de provações, se
dobraria
hoje
ante
a
trai
ção
que
ousa
investil-o, e
calcaria
a
pés
uma
bandeira
laureada
e
veneranda,
pa
ra
se esconder
entre
as
dobras
da
conspur
cada
toga
de
um
novo
diclador,
que
lhe
acena
em
um
tratado,
ignóbil
e
infamen-
te
para
lodos,
com
o
preço
da
deshon-
ra
e
da
humilhação?
Maroto entregou
as
hostes
que
com-
mandava
ao
adversário,
que
o
pesava
a
ou
ro: essas
hostes
recusavam nobremente
os
pulsos á força que
lhes
lançava
as
cadeias.
Maroto
deshonrava-se,
porém
dei
xava
de
pé
um
partido,
mártir
mas
he-
roe,
vencido
mas
grande.
Cabrera,
em
no
me
de
um patriotismo
absurdo
e
hipó
crita,
pretende comprar o
partido
que
o
engrandeceu,
e
aviltar
a
nação
que
o
honrou.
Faltava
esla
vergonha
para
a
Hispa
nha
e
para
a Europa,
que
contempla
com
pondonorosa
indignação,
de
todos
os cam
pos políticos,
a
mais
monstrifera
abjec-
ção
de
que
ha
memória
na
historia
dos
povos.
Se
todos
não vissem
a
pró
do
partido
carlista
um
seguro
elemento
do
seu
triun
fo
;
se
esse
elemento
não
fosse
a
perpe
tuidade
de
uma
ideia,
a
fama
de
nume
rosas
victorias,
a
grandeza
das
suas
as
pirações,
e
cem
mil
soldados,
de armas
nas
mãos, acclamando
Carlos
VII.
como
o
mais
digno
representante
e
defensor
do
lemma
de
seus
estandartes;
para
que
esse
partido
se
fizesse respeitável
aos
olhos
da Europa,
a
quem
o
espirito
li
beral
mente
sempre
pela
bocca
dos
seus
orgãos,
e
á
parte
da
Hispanha,
que des
conhece
o
verdadeiro
aspecto
das
coisas,
bastar-lhe-ia
a proposta
baixa, mesquinha,
cobarde e
despresivél,
com
que
o
gover
no
de
Madrid
menos
implora
tregoas ao
inimigo,
do
que
sollicita
um
tratado
de
paz
a
uma potência invencível, e
pafa
cuja
munificência
e
patriotismo
appella
em
nome
dos
interesses
mais
vitaes
da
pa
tria, disfarçando
recônditos
e
sinistros
de
sígnios.
Depois
das
burlas
de
Vergara
e
Amo-
ribieta,
o
tratado
proposto
é,
além
de
uma
infamia,
um dislate
provocador
e
uma
.nentira
arrogante.
O
partido
carlista
recusa-o
com
altiva
indignação,
despresa-o
com
nobre
orgu
lho,
por
honra
do
exercito,
por
honra da
Hispanha.
Tenho
á
vista
cartas recebidas
do
quartel
real
de
S.
M.
El-Rei
D.
Carlos,
e de
conspícuos cavalheiros residentes
em
Bayonna, das quaes se
deprehende
que
são
falsas
as noticias
propaladas
da
apre
sentação
de
muitos oíficiaes
e
chefes
car
lislas
ao
cônsul
hispanhol
n’
aquella
cida
de.
Das
noticias
que
tenho
apenas
posso
inferir
que
nas
poucas
apresentações,
que
effectivamente
houve,
se
contam sómente
alguns
elementos
do
partido
liberal,
que
ambiciosos
de
postos, e despeitados
com
o
governo da
republica,
se
haviam alis
tado no
exercito
carlista.
Os
raros
indi
víduos, que se
chamaram
legitimistas
e
que
acompanharam Cabrera,
são funambulos,
que,
nào
lendo
obtido
no
campo
car
lista
as graças que
desejavam,
ou
repel-
lidos e
processados
por suas traficancias,
aproveitam
com
notável
patriotismo
e
de
sinteresse,
o
salto mortal
d
’
esta
arlequi-
nada
politica.
Conheço-os1
todos.
Os
chefes
carlistas,
os voluntários
car
lislas,
os
verdadeiros
carlistas,
esses,
es
tão
no
seu
posto
de honra,
porque
a
sua
causa
é
a
dos princípios,
que
dão
alen
to á
sua
fidelidade.
Cabrera
(assim
o
acreditei
sempre)
se
ria o
genio
dos
triunfos
da
ligilimidade,
se
em meio
das batalhas
se
houvesse
apre
sentado
o
general
de
Carlos
V, arrebatan
do,
com
o
prestigio
de
seu
nome
legili
mista
e
da
sua
pericia
de
soldado,
aquel
les
povos,
zelosos
da
sua
religião,
dos
seus
direitos e
das
suas
tradicções.
Cabrera
rebelde,
Cabrera
assalariado
de
Affonso
XII,
é
uma
entidade repugnan
te para
o
partido
carlista,
o
objectivo
de
odios
intransigentes
e
inextinguíveis,
um
facho
accendido
em
meio
da
Europa,
recordando
aos heroes
de
Carlos VII
os
seus brios
e
a
sua
fidalguia,
a sua
his
toria
e
a
sua
honra
ultrajadas.
Quarenta
cicatrizes
foram
o
mais
no
bre
distinctivo
no
peito
do
guerreiro
ou
sado
e
vassallo
fiel...
essas
cicatrizes
são
hoje,
aos
olhos
do
grande
partido catho
lico
e
legilimista,
o
ferrete ignominioso,
que
nem
o
roçar dos
séculos
poderá
des
vanecer.
Taes
os
motivos
porque
aos
famosos
manifestos, ás
pretenções
do
governo
de
Madrid
responde o
exercito
carlista,
re
dobrando
a
sua
actividade
e
cnlhusias-
mo,
e
recebendo
em
seu
seio, como
no
vas
manifestações,
a
adhesão
de milhares
de
homens,
que já
sem
temor
nem cs-
crupulo pelas
cabalas,
que
até
hoje
teem
inlorpecido
o
ma
ximo
desenvolvimento
da
causa,
correm
ás armas
e
ao
lado
do seu
Rei,
para
defender
um
direito,
que
é
su
perior
aos
influxos
d’
esse
astro,
que
se
eclipsou
para
sempre
nos
sombrios e
mis
teriosos
bordeis
da
revolução.
O exercito carlista
conhece,
e conhe
ce
o
Rei
a
quem
pertende
confiar
os
des
tinos
da
Hispanha
infeliz, para
que
sal
ve
a
Hispanha
agonisante.
Carlos
VII
não
é
o
tiranno
aventurei
ro,
que
se
arroja
á
vaga
de
fogo
c
san
gue
para
explorar,
na
atrofia
de
um po
vo,
os despojos
da
sua
preterita
grande-
sa
;
nem
é
o
espectro
do
passado,
que
vem
de
gladio
em
punho
ceifar
as
flores
virentes
dos
modernos
progressos.
Dil-o
toda
a
gente,
que
conhece
de
perto
o
joven
monarcha
; aífirmo-o eu,
que tive
a
honra
de
lhe
escutar
muitas
vezes
as
pa
lavras
inspiradas
pela
sua
privilegiada
energia
e
lucidez,
pela sua
muita
illustra-
ção
e patriotismo:
Carlos
VII
é
um ho
mem da
sua
época,
digno
como
poucos
de
uma
corôa,
capaz
como
ninguém
de
amar
e
ser
amado
pelo
nobre
povo
his
panhol.
Responda-lhe
a
calumnia
ao
vomito
estrondoso
e
enthusiaslico
dos
seus
ca
nhões,
apare-lhe
embora
o
golpe
certeiro
e
violento
das
suas
armas,
usurpe-lhe
um
throno
glorioso
:
o
homem
será
da
his
toria
; o
Rei
viverá no
grande
livro
do
coração,
que
abrem,
ao
olhar
de
todas
as
nações,
deseseis
milhões
de
hispanhoes.
Quando
entre
o
povo
das provincias de
Hispanha,
onde
mais
circula
o
«Commer
cio do
Minho», se
lerem
estas
linhas,
es
pero
em
Deus
que
já
haverão
as
armas
de
Carlos
VII
escripto
no
campo
da
hon
ra
e
dos
combates
o seu mais
eloquente
e
solemne
protesto,
aos clamores
de
mais
uma
victoria,
com o
sangue da lealdade
incorruptível.
Lisboa, 7
de
março
de
1875.
Bernardino
J.
de
Senna Freitas.
----------- -------------------------- ------------
Iiiwbot
*
7
de
nbril
(Do
bssso
correspondente).
Os
impios balem as
palmas
com
as
noticias
telegráficas
de
que
Bismark
ten
ciona
apresentar
um
projecto
de
lei
ex
tinguindo
as
ordens religiosas
na Alle-
manha,
e
applicando-lhe
o
principio
da
ex-
tradicção
como
o
applicou
aos
jesuítas.
Grilam
porém
contra
a
tirannia
do chan-
celler
em
faser
processar umas
cinco
mu
lheres,
por
pertencerem
á
«Associação
so
cialista».
Chamam-lhes
mártires
da
ideia
nova
!!
Reuniu
a
commissão
instaladora
da
«Caixa
de
Empréstimos
Lisbonense». O
capital
da
primeira serie
está
subscripto
em
6
contos
pelos fundadores
e
membros
da
commissão
instaladora.
No
domingo
foi
a
distribuição
dos
pré
mios
no
asylo
de
D.
Pedro
V,
no
Cam
po.
Assistiu áquelle
acto o
sur.
minis
tro
do
reino,
o
administrador
do
concelho
dos
Oiivaes,
dr.
Arouca,
e
o
presidente
da
camara,
Lucas
Castello.
No
dia
1
de
maio
começam
os
exames
de inslrucção
primaria no
liceu
nacional
de
Lisboa.
Ha
grande
concorrência
de
examinandos.
Está já nomeado
o
pessoal
da
escola
municipal.
E'
composto
de
4
professores,
1
direclor,
1
secretario
e 2
continos,
sendo
os
professores
a
3OG0')OO, o
dire-
ctor
4800009,
o
secretario
3000900
e
os
contínuos
a
1800000
reis,
o
que prefaz
um
total
de 2:3400000.
Segundo
me informam
crê-se
que
a
camara
organisará,
além
d’
esta
escoh cen
tral,
mais
2,
uma
para
o
bairro oriental,
outra
para
o
Occidental,
cada
uma
com
1 professor
e
1
ajudante.
Continuam os
trabalhos
para
a
orga
nização
da
«Companhia edificadora».
Julgo
que
o
capital
será
de
5:000
contos.
Con-
U-se
ja
com
o
apoio
de
casas
respeitá
veis,
e
de
firmas
cominerciaes
importan
tes.
Dar-lhe-bei
conta
minuciosa do
que
se
passar na
sua
organisação.
Um
lelegramma de
hoje
refere
que
os
bispos
allemãos
reunidos
em
Fulda
fizeram
uma representação
collectiva,
decidindo
a
resistência.
O
Santo
Padre
abençoou-os.
Espera-se
perseguições
contra
os prelados.
Hoje
<?
«Diário
de Noticias»
conla o
facto de
um
enfermeiro
da
expedição
da
Zambezia ter
encontrado
duas
crianças
brancas
entre
o
gentio
de
Monssoril,
e
troxe-as
collocando-as
a
servir
em
casas
capases
de
Lisboa,
provas
evidente^ de
que
esle
governo
nada
faz
em
bem
dos
de
graçados,
de
cuja
sorte
nào
cuida.
REVISTA ESTRANGEIRA
Kitipnnhu.
Não
ha noticias
de
importância.
Cabrera.
Gomo
na
actualidade
tudo
o
que te
nha
relação
com
Cabrera,
é
lido
com
in
teresse.
julgamos
conveniente
levar
ao
co
nhecimento
dos
nossos
leitores o
que
so
bre
o
antigo
caudilho
legilimisla
escreve
o
snr.
C.
de
A
,
correspondente
de
Ma
drid
para
a
«Palavra». Os
seguintes
apon
tamentos estão
escriptos com
a
incontes
tável
imparcialidade
e
critério
que
tanto
distinguem
o
esclarecido
escriptor
a
que
oos
referimos,
e
são
em
tudo
dignos
de
ser
archivados.
O
acto
de
reconhecimento
do
rei
Af-
fonso
Xll
pelo
antigo
chefe
carlista
D.
Ramon
Ctbrera
é
assumpto
principal
das
conversações
do
dia,
causa
das
esperanças
d
’
uns,
da
ira d
’
outros
c
da
Censura
da
maior
parte.
Como
alguns
se
obstinam
em
conceder
grande
transcendência ao
suc-
cesso,
vou
occupar-me
d
’elle
detidamen-
le,
apesar
de correr o
risco
de
ser
diffu-
so
e
de
dar
demasiada
extensão
a
esta
correspondência.
Antes
de
tudo, e
para
que
as
minhas
informações e o meu
juiso
sejam
consi
derados
complelaioeote
imparciaes,
lenho
de
consignar,
não
que sou complelamen-
le
alheio
a
todo
este
assumpto,
mas
que
pertenci ao
numero
dos admiradores
de
Cabrera,
cujas
grandes
qualidades
sobre
pujavam
suas
não
pequenas
faltas,
que
talvez
tenha
o
direito de
chamar-me
seu
amigo
pessoal,
que
conheço
a
sua
histo
ria
publica
e
a
sua
historia
particular,
e
que,
apesar
de
o
obscurecerem
manchas
indeleveis,
reputo o
seu
vulto
um
dos
mais
salientes
de
nossa época, e
se
isto
consigno,
porque
é
exacto,
entendo
que
ninguém ha
de
considerar
me
apaixonado
quando
relate
factos
e
censure o seu
pro
ceder.
D.
Ramon
Cabrera
y
Grinó,
filho
de
uma
modesta
farnilia
de
Tortosa,
era
era
1833,
ao
começar
a
primeira
guerra
civil,
ura
estudante
atrasado
de
theologia,
a
quem
o
bispo
da
diocese
negára
as
sa
gradas
Ordens
por
seu
caracter
discolo e
aventureiro,
mais
proprios dos
asares
dos
campos
de
batalha
do que
dos
pacíficos
e
tranquillos
do
sacerdecio.
Seu
caracter
e
inslinclos
lançaram-no
á
lucta
que
di
vidia
em
dous grupos
os
hispanhoes,
e
den
tro
em
pouco
o
seu
valor,
a
sua
audacia
e
a sua
energia
lhe
abriram
passo,
col-
locando-o era
primeira
plana
entre
os
de
fensores
de Carlos.
O
theatro
de
suas
façanhas foi
o
Maes-
trazho
e,
mortos,
feridos
ou
prisioneiros
os
chefes
superiores da
insurreição, hou
ve
um
momento em
que
Cabrem,
capitão
d
’
elles,
ficou
com
17 companheiros,
aos
quaes
não
sei
se
a
historia
qualificará
de
heroes
ou
de
loucos
ou
de
ambas
a
cou
sas,
nos celebres
portos
de Beceile;
po
rém
a
sua
perseverança,
energia
e
for
tuna
venceram
os
obstáculos,
e
o
atre
vido
guerrilheiro
encontrou-se
em
breve
á
frente
de
respeitáveis
forças
e
nomeado
por
seu rei
comraandante
general
do Maes-
trazgo.
Os
seus
detractores
accusaratn-no
de
sanguinário,
cruel
e
sensual
e
os
seus
apaixonados
defenderam
obslioadamenie
suas
qualidades;
porém
a
historia,
mais
imparcial,
deve
dizer
qoe
fusilou
dura
mente,
talvez
por
se
vêr obrigado
a
isso,
pois
tal
era
a
triste
lei
da guerra
que
se
lhe
fazia
;
qoe
o
acto de
passar pelas
armas
em
Burjasot
97
sargentos
foi
uma
d’
essas
terríveis
medidas
que
se
adoptam
para
incutir
espanto
no
animo
do
contra
rio
e
obrigal-o
a
portar-se
huinanamen-
te;
que
o
seu
caracter
estava
exasperado
por grandes dores
físicas
e
moraes,
e
que
o
facto
inconcebível
e
inqualificável
de
fusikr-lhe
sua
mãe,
velha e
quasi
cega,
pelo
unico
delido
Je
lhe
havvr
dado
o
ser,
explica
o
seu
duro
proceder.
Dirá
isto
a
historia,
porque
é
um
fa
cto
provado que elle primeiro
que
seus
contrários
e
antes que
a
lucta
assumisse
no território
era
que
pelejava
o
feroz
ca
racter
que
depois
leve,
pediu
por
oflicio
que
se
trocassem
os
prisioneiros,
pedido
de
que
não
se fez caso
por darem pou
ca
importância
ao que o
fazia,
lamentá
vel
êrro
que
foi
causa
da
morte
dalgu
mas
centenas
de
infelizes.
Quando
mais
ao
deante
quiz
fazer-se
o
tractado
que
fôra
o
primeiro
a
propor,
negaram-lhe
o
direito
de
assignar
com
o
titulo
de
no-
bresa
que já
linha
e
igualinenle
que
se
considerasse
como
general,
e
altivo
rom
peu
as
negociações,
jurando
qne
o
pro
ximo
convénio
o
assignaria
por
cima
dos
generaes
izabelioos,
juramento
que
cum
priu,
firmando
antes
de
Van-hàleo que
commanJava
então
o
exercito do
Centro,
e
assignando-se como
general
e
conde,
o
tractado de
Lacera.
Os
melhores
generaes
do
exercito
li
beral
foram
esbarrar
contra
a
audacia
e
fortuna
d
’
um
homem
<jne
costumava
di
zer
que
a
arte
de
fazer
a
guerra
não
es
ta
nos
livros
e
que
ella
linha
os
seus
segredos
que
se
reservavam
para
os
esco
lhidos,
entre
os
quaes
se
contava,
e
na
-verdade,
se
a
sorte
póde
justificar
tama
nhas
arrogancias,
seus
constantes
triunfos
parecem
provar
a-
estranha
theoria
do
ce
lebre caudilho
lorlosino.
A
sua
transcen
dental
vicloria
de
Maella deu-lhe
a
ban
da
de
general,
e
a sua defesa
da
praça
de
Morella,
que
um
d'ess.es
apaixonados
que
sempre
rodeiam
os
grandes
homens
leve
de
conquistar-lhe
d
’
um
in©do
quasi
homérico,
elevou-o
á
cathegoria
de
tenen
te
general
e
ás
dislincçóes nobiliárias
com
o
titulo de
conde
de
Morella.
Eslava
uo
apogeu
de
gloria e
de
for
tuna,
quando
Carlos V
fez
a
sua
celebre
expedição
sobre
Madrid. O exercito
real,
como
chamavam
áquelle,
nome
que hoje
se
dá
lambem
ao
de
Carlos
VII,
tinha
sido
derrotado
nos campos
de
Grá,
e
bus
cava
as
ferieis
comarcas
do reino
de
Va
lência
para
ressarcir-se
de
suas
privações
e
restabelecer-se da derrota.
Era
neces
sário
íranquear-se
a
passagem
do
Ebro
e
Cabrera
dá
audazmente
a
feliz
batalha
de
la
Certa,
derrota
Borso
di
Carminati,
atravessa
o
rio que
o
separava
do
seu
rei
e,
chegando
junto
d
’elle,
coberto
de
pó,
suor
e
sangue,
diz-lhe com certa
arrogancia
:
Passae,
Senhor;
V.
M.
lem
abertas
por
mim
as
purtas
de
seu
reino
de
Valência.
Segue
com
alguns
batalhões,
incorpo
rado
áquella
expedição
e aqui
começou
a
ootar-se
que
o
seu
caracter discolo
e
so
berbo a
ninguém
respeitava.
A
’
s
portas
de
Madrid
opina
contra
seus
companhei
ros
que
deve resolutamente
atacar-se
a
capital
do
reino,
e,
como o
seu
conselho
não
é
seguido,
abandona
com
as
forças
de
seu
commando
aquelle
que considerava
seu
rei e
volta
para
o
theatro de seus
triunfos e
talvez
de
suas
dores
para
pro-
seguir
a
guerra
por
sua
conla e
risco,
pois
«eu
só,
disia elle, sou
de
sobra,
sem
attender
essas auligualhas de
generaes,
para
dar
o triunfo
ao monarcha
a
quem
defendo e abrir-lhe
as
portas
de
sua côrle».
No
meio
de seus planos,
surprehen-
de-o
o
convénio
de
Vergara
que
se
nega
a
reconhecer,
accusando
«perante
Deus
e
a
historia
(palavras
suas)
os
que
tinham
vendido
o
melhor
dos
reis
e
o
mais
hon
rado
dos
homens»,
e
decide-se
a prose-
guir só
tão
gigantesca
lucta ;
porém
©
estado
de sua saude,
quebrantada
pela
fadiga
e
por
suas
numerosas e mal
cura
das
feridas,
e
os
grandes
elementos
que
para
dominal-o
se
agglomeraram,
torna
ram
impossível
o
seu
proposito
e
viu-se
obrigado
a
passar
á
Catalunha
e
d’
alli
a
França,
por
isso
que
estava
quasi
termi
nada
a
guerra
no
antigo
principado.
A
sua
chegada
ao
paiz
visinho, ven
cido
mas
nào
humilhado,
com
a
aureola
do valor,
do
sofirimeoto
pela
cruel
morte
de
sua
mãe, e do
heroísmo
por
suas
gran
des
façanhas,
produsiu
verdadeira
sensa
ção,
até
ao
ponto
de
que
sua assistência
a
um
theatro
ou
a
outro
logar publico
se
annunciava
como
utn
acontecimento
que
devia attrahir
a
multidão.
Poucos
homens
terão
desfruclado,
du
rante
uma
vida
agitada e
cheia
de
peri
gos,
maiores
satisfações
do
que as
que
n
’
aquella
epoca
experimentou
no
territó
rio
que
dominava
como
monarcha
absoluto,
nem
terão
obtido
tão
pronunciadas
sim-
palhias
como
as
que
lhe
fo<am
dispensa
das
pela
mais
escolhida
sociedade
de
Fran
ça,
nem
sendo mooarcbicos
lerão
recebi
do
de
seu
rei
tão
notáveis
prosas
de
ca
rinho
e consideração
como
as
obteve
de
Carlos
V.
que,
apegar
do
acontecimento
de
Madrid,
o
linha
como o
primeíro, o
mais
valoroso
e
mais
leal
de
seus gene
raes.
( Continua)
GAZETILHA
A
quem compete,—
A
venda
de
pol-
vora
em
diflerenle»
estabelecimentos
no
interior
d’
esta
cidade,
é
um
abuso
intole
rável e
que
deve chamar
a
allenção
dos
poderes
públicos.
Ainda
recentemente,
n
’
urn
d
’esles es
tabelecimentos,
se
deu
uma
explosão, e,
por
fortuna,
de
pouca
monta,
mas
que
pode
ria
trazer
apoz
si
funestas
consequências.
Se
a
liberdade
de
commercio
é
uma
coisa
apreciável,
mais
apreciável
é
a
fazen
da
e
a vida
do
cidadão.
Pedimos
providencias.
Defecções
earlistAfl.—
Da correspon
dência
de
Madrid
para
a
«Palavra»
:
Para
explicar
o
mau
exito
dos
proje-
clos
e
trabalhos
de
D.
Ramon
Cabrera,
diz-se
que
é
muito difficil
abandonar
o
campo
carlista
porque
se observa
grande
vigilância,
e
que
n'aquelle
exercito
não
são
conhecidas
as
concessões
que
faz
o
go
verno
aos
que
queiram desertar.
A
respei
to
de
vigilância
creio
que
ambos
teem a
mesma, e
é
logico
que
assim
succeda
:
mas
quanto a nào
ser
conhecido
o
pro
jecto
de
convénio,
é
falso
por
quanto
veiu
publicado
uo
«Cuartel
real» que circula
coin
Ioda a
liberdade
no
exercito
carlis-
ta.
A
tal
ponto
chegam
as
patranhas
que
ha
tres
dios
se apresentou
em
Madrid
um
cadete
passado
do
exercito carlista
de
Aragão, e
como
estas
auctoridades
estio
láo
Bem
inteiradas
do
que succede
entre
os
contrários
que
a qualquer consultam
a
este
respeito,
o
capitão
general
do
dislri-
clo
esteve
interrogando
aqueUe
rapaz e de
suas
respostas
deduziu
que o
caibstno
ar
mado
era
lodo
decomposição
e
que
aquel
le
exercito
deseja depor
as
armas,
e
que
por
ultimo com
elle
tinham
fugido
mais
de 300
homens
que renunciavam
a
servir
por
serem
cabrenstas, desde
que
Marco
de
Bello,
seu
querido
chefe,
não
commao-
da
as
forças do Aragão.
O
informador
e
o
informado
ignoram
o
que lodos
sabemos
que
Marco
Je
Bello
é
inimigo
irreconciliá
vel
e
antigo de
Cabrera.
E’
desnecessário
dizer
que
os
passados uão
appareceram
em
parle
alguma.
Novo drama.—
O
nosso
amigo
snr.
José
Reynaldo Rangel
de
Quadros
Oudi-
not,
escreveu
um
drama
em
5
actos,
inti
tulado
Princeza
Santa
Joanna,
o
qual
vae
ser
repreesntado
no
theatro
dos
Artistas
em
Aveiro.
O
Senhor D. Nliguel de Bragan
ça.—
O
nosso
estimovel
collega
do
«C.
da
Tarde»,
copiando
lambem
a
noticia
que
ácerca
do
Senhor
D.
Miguel
de
Bragança
demos
no
passado
□.•,
ajunta o
seguinte
:
Podemos acrescentar a
esta
noticia,
que
o
Augusto
Personagem,
de
que
se
trata,
depois
de
ler
feito,
cora
satisfação
de seus
professoras,
os cursos
de
direito,
filosofia
e
malhemalicas
puras na universidade de
luspruck, no
paiz
catholico e
tradicional
do
Tyrol,
prosegiu
©s
seus
estudos
pre
paratórios
para
os
exames
acima
alludidos
com
grande
applicação
e
aproveitamento.
Diremos
mais,
que
já
aqui
era
anterior
*
mente
conhecido
e
approvado o
passo
re
*
talado
em
a
referida
noticia,
sendo
que
as
sim
da
theoria obtida
pelo
estudo,
se
ti
raria lodo
o
proveito
em um
curso
pratico.
O
novo
alumno
da
arte
da
guerra
é
ocom-
panhado por
um
antigo
ofiiciaI
austríaco, não
menos
distincto
por seu
saber
e
pratica
mi.
litar,
como
por
eminentes
qualidades
e
virtudes.
Fe«ta
a S. Eentono Porto.—
Na
fórma do costume dos
mais
annos,
festejou-
se
no
dia
6
na
sua
egreja
da
Victoria,
o
p«triarcha
S.
Bento,
festividade
que
é
fei
ta
a
expensas
dos
extinctos
religiosos
d*es-
la
ordem,
que
ainda existem.
Prégou
•
revd.0
frei Francisco
do
La
go
de
Chrisio,
do
Rio
de
Janeiro
;
cele
brou
a
raissa
o
revd.
*
frei
João
de
Santa
Rosa,
de
S.
Pedro
da
Torre;
foram
aco-
lytos
o
revd.
*
Francisc©
de
Carapinos,
da
Travanca,
e Francisco
Carlos
Peixoto
de
Braga
;
serviu
de
mestre
de
cerimonias o
revd.
0
frei
Carlos
de
Jesus
Magalhães,
deS.
Martinho
de
Durne.
Assisliram á
festa
15
egressos
semi
naristas,
grande
numero
de
ecclesiasticos
e
a
meza
do Coração de
Maria.
Entre os egressos
assistiu
lambem
o
revd.0
frei
João
de
Santa
Gerirudes,
do
Rio
de
Janeiro.
ISelleans
«las
eorridas
«le touros.
—
Lê-se
na
correspondência
de
Lisboa
para
a
«Palavra»:
Mais
um fado
a
clamar
contra
o
bar-
baro
e
estúpido
divertimento
das
corridas
de louros.
Um
pobre
homem
de
forcado,
a
quem
o
publico
incitou
a
fazer
uma
pe
ga
na
corrida
de
domingo
ficou
estendi
do
sem
sentidos
na
arena,
e
falleceu
ao
chegar
ao
hospital: o
desgraça
lo
tinha
partida
a espinha
dorsal 1
Outros
does
tam
bém
levaram
signaes
indeleveis
da docilida
de
dos
costumes
porluguezes:
um
saiu
ferido
no
nariz
e
n
’um
olho, e
ouiro
ficou
com
um
braço
desloca
Jo
e
um
olho
qua
si
vasado.
O
gado
era
possante e
improprio
pa
ra ser
pegado:
os
capinhas
receia'am-no;
mas
apezar
d
’
isso
o
publico
intelligente e
enlhusiasta
obrigou com
seus
grilos
os
pobres
moços
de
forçado
a
irem
ao
encon
tro
dum
desastre
certo
e
esperado:
foi
o
que
succedeu.
Mas
isso
que importa?
Não
é o
povo
soberano
?
Não
é
o
pub/íco
o
Ce>ar d’e>tes especlaculos
barbarei
Pa
rece-me
que
se
os pobres
homens
não
fossem
Ião
prosaicamente
ignorantes
podiam
bem
saudar
os
espectadores
com
esta sinistra
exclamação
dos
circenses d’
outros
tempos
:
Ave
Coesar,
moriluti
le
salulant
!
Agora pergunto eu
:
a
quem
se
hade
ir tomar
a
responsabilidade
do Peto? A
’
aacloridade
? ao
chamado intelligente?
ao
publico?
Parece-me
que
é
este
o
unico
culpado, uão só
porque
fulmina
os
seus
ace
rados
sarc»sinos
sobre
algum
homem
de
bom
senso
que
se
atreve
levantar
a
voz
contra
tão
estúpido espectaculo,
fazendo
assim
com
que
nem
a
imprensa
nem
as
camara
se
atrevam
a
profligâl-o com©
me
rece,
mas
porque,
quando
se
trata
de
sa
tisfazer
os
seus
gostos
sanguinários,
atro-
pella
por
todas
as
considerações
e
não at-
tende
á
auctoridade.
Porém
no fim de tudo, um
homem
foi
arrebatado
á
farnilia
de
quem
era
tal
vez
o
unico
amparo,
dous
estão
prostados
no
leito
da dor e
talvez
contralvsseni
defeitos
physicos
que
os
impossibilitem de
ganhar o pão
;
e
os
verdadeiros
andores
(festas
desgraças
referem
se
hoje
mutua-
mente
as
impressões d
’aquella
tarde azia-
gada
e
contam
com
inpaciencia
os
dias
(pie
separam
d
’
ouiro
espectaculo semelhan
te.
E'
assim
o
nosso
bom
povo. Ave,
Cce-
sar.
Itinerário.—
O itinerário da
procissão
d©
Senhor
aos entrevados,
que ámanhã
sae
da
egreja
de
S.
Lazaro é
o
seguinte:
rua
éa Ponte,
rua
das
Agoas,
campo
de
Santa
Anna,
largo
da
Lapa,
rua
de
S.
Marcos
e
Graoginhos.
Fstado polieo
da
monareliia
nf-
fonsina.
—
Na.
sua
revista extrangeira
aprecia
o
«Paiz»
o
estado
político
da
mo-
uarchia
affonsina, da
seguinte
maneira
:
«Não
correm
de
melhor
feição
os
ne
gocios do paiz
visinho.
Se
por
urn
lado
a
nova
monarchia
vae
alienando
cada
vez
mais
as
poucas
sympathias,
que
a
prin
cipio
alcançára
sob
a
promessa
de
sirvir
de
padrão
de
alliança
a
todas as
fraeções
do
partido
liberal,
a submissão
de
Cabrera
não
produziu
até
hoje
importan
tes
defecções
no
campo
carlista,
e
os
me
nos
pessimistas
lêem
já
c©mo
certo,
que
a
guerra
civil
não
ficará
extincta
com
a
defecção
do
velho
guerrilheiro.
«As
restaurações
são
incorrigíveis.
D.
Aflonso
não
sabe
fugir
aos
erros,
que
fi
zeram
baquear o
throno
de
sua
raãe,
se
é
que as leis
da
hisioria nào
leem
(al
im
pério,
qoe não
valem
contra
ellas
os
me
lhores
propositos
de
emenda.
Por
uma
ou
por
outra
causa,
é certo
que
a
intolerân
cia
polilica
e
religiosa
da nova
realeza
se
vae
accentuaodo
por
um
modo
cada
vez
mais
lamenlavel,
e produzindo
a
mesma
reacção,
que,
depois
de
varias tentativas
infrucúferas,
arremessou
ao
auxilio
a
rai
nha
D.
Isabel.»
O
<C
da
Tarde»
acrescenta
:
Aos
que ainda
se extasiam
diante
das
mentirosas
promessas
de paz
feitas
por
Ca-
brera, e
que
imaginam
radiante
de
força
e
prosperidade
a
monarchia aflbosioa,
não
deixarão
de
produzir
algum
abalo
as
pa
lavras
da
folha
progressista
histórica.
Sentido
do
gesto.—
Os
orgãos
di
gestivos e
o
sentido
do
gosto
habituam-se
com
o
uso
de
toda
a
casta
de
alimen
tos,
ainda
os
mais
nausealivos
e
repugnan
tes.
Para
os
esquimós
é
um
manjar
de
licado
e
saboroso
a
gordura
de
balea e
de
outros
cetáceos.
O
azeite
de
peixe é
para
estes
povos
um
regalo
delicioso.
Na
Rús
sia
devora-se
muito
sabio, espermacete
e
cebo. A
carne de
cão
é
muito
estimada
nas
ilhas
do
mar
do
sul,
na
China
e em
muitas
regiões da
America. O
gato
é
uma
eguaria
saborosa
entre
os negros da Jamai
ca.
Os ratos,
cobras,
lagartos e
insectos
lambem
são
devorados
por
muitos
povos.
Os
ninhos de
andorinhas
são um
manjar
exquesito
e
de
grande
apreço
na
China,
escreve
o
«Conimbricense».
SECÇÃO DE COMMDNICADOS
Vieira
80 de março de 1S9&
Snr.
redaclor.
Quando
respondi
ao
incognilo
de
Villa
Verde,
pensei
ser
elle
algum
leigo,
dese
joso
dos
bens
da
Egreja,
porque
a
sua
loqoella
assim
o
indicava.
Porém
apparece
agora no
seu
acreditado
jornal
o
snr.
ab-
bade
Narciso Manoel
Ferreira
da
Silva
queixando-se de ler sido
por
mim
pro
vocado
primeira
e
segunda
vez,
sendo
que
nem
por
sonho me
veio
á
lembrança,
que
o
iucognito
fosse
o
snr.
Ferreira;
pois
nào
era de
esperar,
que
um
eccle-
siastico
descendente
d
’
uma
familia honesta,
e
condecorado
na
Universidade
de
Coim
bra
viesse
á
imprensa
com tolices e
gra
cejos
contra
outro
sacerdote,
tratando-se
d
’
um objecto
tào importante.
Respeito
o
nome
do
snr.
Ferreira,
mas despreso algumas
expressões
de
s.
s.a de
uovo
empregadas
contra
mim, por
serem
impróprias d’uma
these
entre
dois
ecclesiaslicos.
e como
se
quer
divertir
com
o
parocho
de
Vieira,
peço
a
v.
o
favor
de
me
permittir uma
resposta
á
sua
cor
respondência
d
’elle,
sem
offender
a
edu
cação,
que
recebi
de
meus
paes,
as li
ções
de
meus
sábios
e
virtuosos
profes
sores, e
o
decoro que merece
uma
pes
soa sagrada.
Quando
li
no seu
acreditado
jornal,
que o
clero
de
Villa
Verde fisera
a
re
presentação
cm
questão,
lembrei-me
das
palavras do
Nosso
Divino
Salvador:
nes-
ciebalis
quia
in
his,
quce
Pairis
mii
sunt,
oporlet
me
esse?
Por
esle
motivo,
e
por
saber
o
que a
Santa Sé lem
passado com
o
governo de
Lisboa,
vim
á
imprensa
reprehender
o
dito
clero,
por
faser
uma
supplica
contrai
ia
aos
sentimentos
do
San
to
Padie,
e
de seu
antecessor,
segundo
se
vê
de
tantos
protestos.
Reprehendi
o
clero
de
Villa
Verde
sem
ser petulante,
nem
me
arvorar
em
au-
clorilade
superior
a
elle;
mas
emiiando
alguns
santos,
que
varias
veses
reprehen-
deram
reis
e
imperadores,
por
estes
se
guirem
o
caminho
errado.
Disse
na
minha
primeira correspon
dência,
que
quem
fazia d
’
estas
supplicas,
não
sabia
a
historia
portugueza
d
’
ha
qua
renta
aunos
a
esta parle; com
isto
não
ofleudi
o
clero
de
Villa
Verde,
porque
um
homem
por
mais sabio
que seja,
não
sabe
tudo.
Assim
aconteceu
ao
padre
An
tonio
Vieira,
que
sendo
ao
estrangeiro
rogado
para
fazer
um
sermão
na presen
ça
do
rei,
Iranqueando-lhe
uma
livraria
para
compor
o sermão,
achou
ler
já lido
todas
as
obras,
menos uma
novella,
que
estava
na
mesma livraria.
Nào
oflendi
o
clere
de
Villa
Verde, por
que
o snr. Ferreira
viudo
á
imprensa
co
mo
procurador
do
dito
clero,
assignou-se,
como
anonimo, ignorante
da
historia
con
temporânea,
e
a
confissão
do
reo
não pre
cisa
de
provas.
0
snr.
Ferreira
pensou
que
o
seu
no
me
causava
medo
a
toda a
gente;
po
rém
enganou-se,
assim
como
se
enganou
quando
me
imputou
ler
eu dito,
que
o
clero de
Villa
Verde
pedira
a venda
dos
paçaes
com
auctorisação
da
Santa
Sé
;
po
is
faz
um
sentido
mui diverso,
pedir,
que
a
venda
dos
paçaes
seja
feita
com
au-
clorisação
da
Santa
Sé,
de
pedir
a
ven
da
I
!
!
0
clero
de
Vieira
não
representa
con
tra
a
venda
dos
paçaes, por
que
julgue
im
mu
laveis
as
leis
vigentes,
mas
sim
por
ver
desonide
o
clero
portugoez,
e
algum
de
tal
consciência,
que comprou,
e arre
matou
foros
ecclesiaslicos
sem
temer
as
penas
canónicas,
nem
pedir sanatoria,
co
mo
posso
apontar
alguns
padres
da
co
marca
de
Villa
Verde.
Parte do
clero
de Vieira
já
protestou
contra
a
venda
dos
foros
ecclesiaslicos,
e
o
mesmo
vae
fazer contra a
venda
dos
paçae%
para
seguir
o
exemplo
do
Santo
Padre,
e
de
futuro
constar,
qoe
não
foi
por
vontade
do
clero
de
Vieira,
que
a
Egreja
fora
privada de
seus
bens.
Temo
as
penas da
Egreja,
mas
sei
o
que
hei
de
fazer
no
tribunal
da peniten
cia,
e
pode
o
snr.
Ferreira
estar
certo,
que
os
compradores
dos
bens
ecclesias
licos
já
estão desenganados;
se
elles
que
rem ir para o
inferno,
não
tenha
dó
d’
elles,
porque
vão
por
sua
livre
vonta
de...
0
snr.
Ferreira
sabe
muilo
bem,
que
a indulgência para
com
os
amigos
do
alheio
é facilital-os
a
novos
crimes.
Fi
nalmente
a
nossa
questão
é,
se
foi
ou
não
acertada,
a representação
do
clero
de Vil
la
Verde. Espere
d’
ella o
resultado o
snr.
Ferreira,
que
o
mesmo faz
Um
parocho
de
Vieira.
COmiERCIO
B
olsa
de
B
raga
7
de
abril
de 1875
EíTectuado
Banco Commercial
de
Vianna 1220500.
Banco
de
Villa
Real
440850.
Banco
de
Bragança
30300.
Banco
do
Alemtejo
100850.
Obrigações do
caminho
de
ferro
do Minho
e
Douro
880900
Idem
idem
880900.
BOLSIM
Banco
Commercial de Braga 580800.
Banco
do
Minho
1200300.
Dito
dito
12U04OO.
Dito dito
1200500.
Banco
Mercantil de
Braga
20950.
Dito
dito
30000.
Banco
de
Villa Real
440600.
Ranco
da
Regoa
440900.
Banco
de
Bragança
30200.
Banco
da
Covilhã
620500.
Companhia
Commercial
e Industrial
Por
tuense
100050.
Idem
idem
100150.
8 de
abril
de
Í875
EÍTectuado
Banco
de
Bragança
30300.
Banco
do
Alemtejo
100860.
Obrigações
do
caminho
de
ferro
do Minho
e
Douro.
880300.
Idem
idem
830800.
Banco
Commercial
de
Vianna
1220500
Banco
de
Villa
Real
para
30 d’
abril
440550
BOLSIM
Banco do
Minho 1200400.
Dito
dito
1200200.
Dito
dito
1200150.
Banco
Commercial de
Braga
(!.
’
emissão)
590000.
Dito
dito
580900
Dito
dito
580750.
Dito
dito
(2
a
emissão)
180900.
Banco
Mercantil
de
Braga,
30000.
Dito
dito
20950.
Banco
de
Villa
Real
440500.
Banco
da
Regoa
440600.
Dito
dito
440550.
Dito
dito
440500.
Dito
dito
440450.
Dito dito
440400.
Dito
dito
440350.
Dito
dito
440300.
Dito
dito
44025O.J
Dito
dito
440200.
O
director
Anlonio
Teixeira Barbosa.
Resumo do
aetivo
e
passivo
do
Banco
Commercial,
Agrícola
e
Industrial
de
Villa
Real,
em
31
de março
de
1875.
Aetivo
Caixa,
dinheiro
existente
.
14:1920324
Letras
descontadas
e
a
rece
ber ..................................
464:7290888
Letras
caucionadas
.
.
.
25:4290000
Obrigações
a
receber.
.
.
8:1440356
Empréstimos sobre
penhores
5:5180635
Operações
a
longo
prazo
.
14:5200000
Papeis de credito
.
.
.
10:6150650
Contas correntes.
.
.
.
7:9210273
Devedores
no
paiz
. .
.
77:4250814
Devedores
no
estrangeiro
.
96:5910390
Efleitos
depositados.
.
.
.
5:4790225
Moveis
e
utensílios
.
.
.
5640800
Despezas
de
installação .
1:9000000
Acções, prestações
a
receber
199:1600000
932:1920355
Passivo
Capital
do
Banco.
.
. . 800:0000000
Deposito
á
ordem
14:1350195
Deposito
a
prazo
56:2750405
70:4100600
Leiras
a
pagar
....
30:7960346
Diversos credores
.
. .
.
•
7:6500000
Credores
d
’
effeilos
depositados
5:4790225
Fundo
de
reserva
....
1:5000000
Dividendos
a
pagar.
.
.
.
:61305OO
Ganhos
e perdas.
.
. .
15:7420684
932:1920355
Banco
de
Villa
Real,
3
de
abril
de
1875.
Os
gerentes,
Joaquim
José
d'Oliveira
Guimarães
Agostinho
José
da
Cosia.
SAÚDE A TODOS
sem medicina,
pur
gantes
nem despezas com
o
uso
da
delicio
sa
farinha
de
saúde,
ilEVALliSCliJll-
DU
BARRY
de
Londres.
139
annos (Uinvariavel sueeesso
2
Saude
a
lodos pela deliciosa
Reva
lesciére
Du
B
arry
,
que
cura
as
indiges
tões
(dispepzia)
gastrica,
gastralgia,
fleg-
ma,
arroios,
amargor
na
bocea, piluilas,
nauseas,
vomitos, irritações
iuteslinaes,
diarréa,
desenteiia,
cólicas,
tosse,
asthma,
falta
de
respiração,
opressão,
congestões,
mal
aos
nervos,
diabelhe,
debilidade,
to
das
as
desordens no
peito,
na
garganta,
do
alito,
das
bonchiles,
da
bexiga,
do
fí
gado,
dos
rins,
dos
intestinos,
da
muco
sas,
do
cerebro
e
do
sangue. 75.000 cu
ra,
eulre
as
quaes contara-se
a
de
de
S.
S.
o
Papa, do
duque
de
Pluskow,
da
ex.
ma
snr.
a
marqueza de
Breban,
dos
dos
dou
tores
Manoel
Saenz
de
Cejada
da
Univer
sidade
de
Cordova,
etc.
etc.
Certificado do
celebre
dr. Rudolph
Wur-
zer
:
Bonn,
19
de
Julho
de
1854.
Esta ligeira
e
agradavel
farinha
é
o
melhor
absorvenle;
ao
mpsmo
tempo
nu
tritiva
e
restaurante
subslitue
admiravel
mente
toda
a
medicação
em
muitas
doen
ças.
E
’
de
grande
utilidade,
sobre
tudo
nas
renitências
habituaes
do
ventre,
liem
como
nas
diarrheas,
aífecções
nos
rins,
e
na
bexiga,
na
pedra,
irritações,
inflam-
mações,
e
caimbras
da
uretra,
dos rins
e
bexiga,
nos
aperlos
e
bemorroides
bem
co
mo
nas
enfermidades pulmonares,
branchi-
tes,
na
tosse
e
consumpção.
Tenho
a
con
vicção
que
a
Revalesciére
du
Barry
lem
a
propriedade preciosa
de
curar
as
mo
léstias
hecticas.
Dr.
Rud.
Wurzer
membro
de
muitas sociedades
scientificas.
Seis vezes
mais
nutritiva
do
que
a
car
ne sem
esquentar,
economisa
cincoenla
vezes o
seu
preço
em
remedios.
— Preços
fixos
da
venda
por
miudo em
toda a
pe
nínsula
:
Era
caixas
de
folha
de lata,
de
lh
kilo,
500
; de
1
/,
kile
800
rs
;
de
una
kilo,
10409
reis;
de
2
</, kilos,
30200
reis;
de
6
ki-
los,
60400
reis,
e
de
12
kilos,
120000 reis.
Os
biscoitos
da
Revalesciére
que se po
dem
comer
a
qualquer
hora,
vendem-se
em
caixas
a
800
e 10400
reis.
O
melhor
chocolate
para
a saúde
é
a
Revalesciére
clioeolatuda;
ella
res-
litue
o
appetlile,
digestão,
somno,
energia
as
carnes
duras
ás
pessoas,
e
ás
creanças
e
mais fracas,
« sustenta
dez
vezes
mais
que
a
carne,
e
que
o
chocolate
ordinário,
sem
esquentar.
Em
paus,
ou
em
pó
em
caixas de
folha
de
latadelO
chavenas,
500 reis;
do
24
chave
nas,
820
reis;
de 48 chavenas,
10400
; de
120
chavenas,
30200
reis,
ou 25
reis
cada
chavena.
BARRY DU
BARRY<6
C.
*
—
Pla-
ce
Vendòme,
26,
Pariz;
77
Regent-Slreet
Londres;
Valverde,
1,
Madrid.
Os
pharmaceuticos,
droguislas,
mer-
cieiros,
etc.,
das
províncias
devem
diri
gir
os
seus
pedidos
ao
deposito
Central
;
snr.
Serzedello &
C.
a Largo do
Corpo
Santo
16,
Lisboa,
(por
grosso e
miudo);
Carlos
Barreto, rua
do
Lorelo,
28;
Bar
rai
&
Irmãos,
rua
Aurea,
12.
Porto,
J.
de
Sousa
Ferreira
&
Irmão,
rua
da
Ba
nharia 77;
de
Sequeira
;
J.
Pinto;
Desí-
ré
Rahir;
Coimbra,
V.
Botelho
de
Vas-
concellos;
Aveiro,
F.
E.
da
Luz
e
Costa,
pharm.;
Barcellos,
Ramos,
pharm/;
Braga,
Pharmacia
Maia,
rua
dos
Chãos,
Pipa
&
Irmãos
rua
do
Souto,
Domingos
J.
V.
Machado,
praça
Municipal.
Figueira,
Anlonio
Vieira,
pharm.
;
Guimar&es,
A. J.
Pereira
Martins,
pharm.
;
Pena-
llel,
Miranda,
pharm.
;
Ponte
do Lima,
A. J.
Rodrigues Barbosa, pharm. ;
Po
voa
do
Varzim,
P.
Machado
de
Oli
veira,
pharma.
;
Vianna
do
Castello,
Aflonso
e
Barros,
drognistas;
ViBla
do
Conde,
A.
L.
Maia
Torres
pharm.
AGRADECIMENTOS
Manoel
Fernandes
Duarte,
agradece
por
este
meio a
todas
as
pessoas
que o
cum
primentaram,
e
lhe
prestaram
seus
servi
ços
tanto
na
enfermidade
como
por
occa
sião
do
fallecimento
de
sua
chorada
es
posa
D.
Maria
Basilia
Sallasar
Doarie,
e
assistiram
aos
ofiicios
de
sepultura
que
ti
veram
logar
no
dia
6
do
corrente,
na
ca-
pella
do
cemiterio
publico, d
’esta
cidade,
pelas
10
horas
da
manha, a lodos
protes
ta
seu
eterno
reconhecimento
e
gratidão.
(2352)
Comoaiissão aos
snrs.
estanqueiros
Fumos
15
por
cento,
Rapé
30.
Vende-se
na
Tabacaria
Bracarense,
rua
do
Souto
n.°
27.
(2353)
Compram-se
para
edificar,
nos
extremos
da
cidade. Propostas á
rua
de
S.
Marcos
o.°
5.
(2354)
15
—
Rua de
S. Marcos
—
15
Queijo
Londrino, Papel
e
Flamengo
de
superior
qualidade.
(2356)
AilIfflATA.
C
A mesa
da
irmandade
de S.
Torqualo,
erecta
uas
proximidades
de Guimarães,
pre
vine
os mestres
pedreios
e
empreiteiros,
que
no
dia
18
de
abril
prlas
11
horas
da
manhã
na
casa
do
despacho
ein S. Tor
qualo,
hade
ter
logar
a
arrematação
de
uma
empreitada,
de
fornecimento
de
ma-
teriaes,
e
mão
d
’obra
para
a
construcção
da
parede
lateral da nave
até
á
altura
do
embasamento,
e
da
conslrucção
da
torre
com
suas
escadas,
e
patamares
até
á
al
tura
indicada ou
corte
k, I,
m,
n,
o, p,
cu
ja
empreitada
será
entregue
a
quem
por
menos
se
offerecer
a
fazel-a.
Preço
por
metro
cubico
:
De
cantaria
.......................
150000
reis
De
alvenaria.....................
20500
>
Condições
para
a
arrematação
:
1.
a
Para
poder
ser
admiltido
a
licitante,
é
necessário appresentar
sobre
a
mesa
a
quantia
de
1500000
reis
para
depo
sito
;
2.
a
Finda a
arrematação
poderão
os licitan
tes
a
quem
a
obra
não fôr
adjudica
da,
levantar
a
quantia depositada
;
3. a
O
deposito do
arrematante
dará
entra
da
no
cofre
da
irmandade
;
4. a As
propostas
serão
feitas
em
cartas
fe
chadas,
contendo
o
nome e
residên
cia
do
licitante,
e
qual
a
quantia
(por
extenso)
porque
se
oflerece
a
fazer
o
metro
cubico
;
5. a
A
licitação
deve
versar unicamente
so
bre
o
preço
do metro cubico
de can
taria.
O
projecto
e
as
condições
estão paten
tes todos
os
dias
na
sacristia
da
capella
da
irmandade
de S.
Torquato.
Casa
do
despacho
da
irmandande
de
S. Torquato 1 d’
abril
de
1875.
O
secretario,
Sebastião
Ribeiro
da
Silva
Guimarães.
(2354)
BANCO
MERCANTIL
DE
BRAGA
Sociedade
Rnonyma
de responsa
bilidade limitada
Em
harmonia
com
o
disposto
no
art.
7.°
dos
Estatutos,
são convidados os
snrs.
accionistas
a
fazerem
a
l.
a
entrada
das
suas
acções
na
rasão
de
20
p.
c.
desde
o
dia
20
de
abril
até
o
1.
*
de
maio
:
era
Bra
ga
na
casa
do
Banco
e
no
Porto na
do
seu
agente o
snr.
João
Evangelista
da
Silva
Mattos <fc C.
a
—
Praça de
D. Pedro n.°
22.
Braga
24
de
Março
de
1,875.
Os
directores,
Jo
9è
Joaquim
Lopes
Cardoso
João
da
Costa
Palmeira
(2344)
José
Antonio
Rebello
da
Silva.
ALTA
NOVIDADE
20,
Rua
do
Souto, 20
Junto
á
rua
de
Jano.
CHAPELARIA
ALMEIDA
Acaba
de
receber
das
melhores
fabricas
do
Porto, na
ultima
moda,
grande
e
variado
sor
tido
de
cbapeos,
de
se
da
e
de
feltro,
para
homem,
menino,
e
senhora.
Bonita collecção
de
bonets,
que
tudo
vende
mais barato
que em
outro
es
tabelecimento.
Fabrica,
concerta
e
põe
na
moda,
com
perfeição
qualquer
chapeo
que
esteja
nas
circumstancias.
(23L0)
WWW
111 MMTB
O
professor em artes, letras e
sciencias,
membros
do
clero
e
magistrados;
todo
o
medico,
cirurgião,
dentista
e artista,
que
desejem obter
o
titulo
e
diploma
de
dou
tor
ou
bacharel
honorário,
pódem
dirigir-
se
a
Medicus,
rua
d®
Rei,
46
em
Jersey
(Inglaterra).
(2107)
ATTENÇÃO
José
Luiz
Ferreira,
hoje
morador
na
ruas
d^s
Agoas
n.°
9,
leva ao
conheci
mento
do
publico que
toma conta em
sua
casa de
toda
e
qualquer
encommenda
pa
ra
a
Barca
ou
Arcos,
assim
como
nos
Ar
cos
na
sua
estação á
entrada
da
Ponte,
para
Braga e
Porto,
pelas
quaes
se
res-
ponsahilisa.
Assim
com®
também em
sua
casa
freta
trens
grandes
ou
pequenos,
co
bertos
ou
descobertos
para
o
Bom
Jesus,
ou
outra
qualquer
porte
do
reino
por
preços
muito
rezumidos.
Braga
31
de
março
de
1874.
(2334)
José Luiz Ferreira.
ALMEIDA
& PEREIRA
Largo
do
Barão
de
S.
Martinho n.°
18
Compram
e
vendem
acções
de
todos
os
bancos
e
companhias,
e
inscripções
«Fassentamento e
coupons.
(I)
BANCO
AGRÍCOLA
COMMERCIAL
E
INDUSTRIAL
DE
P
0
N
T
E
D
0
LIM
A
Sociedade anonyma
—
Responsabilidade
limitada
CAPITAL
1.200:0000000
REIS
Em
duas ou
tres series.—Cada acção, 50^000 reis.
SÉDE EM
PONTE
DO
LIMA
A
subscripção
para
a l.a serie abre-se no dia 15 do corrente, desde
as 9
li. da manhã até ás 3 da tarde. Subscreve-se nas seguintes casas :
PONTE DO LIMA
As
operações a
que
se
destina
são:
— auxilio
á
criação
e
engorda
de gados,
por
parceria;
irregaçâo
de
terrenos
dessecação
de
pantanos
;
compra
e venda
de
generos
;
seguro de
gados e
mais objeclos
;
desconto de
letras;
e
as
demais
que
são
próprias
de
estabelecimentos d
’
esta
natureza.
Com
os
vencimentos
do pessoal
luverá
a maior economia
possível,—
importando
tal
despeza
um
terço
menos
do
que
a
dos
mais
Bancos
das
provincias,
em
eguaes
cir
cumstancias.
Os
gerentes
só
serão
gratificados,
quando
fiquem
salvos para
os
accionis
tas
7
por
cento
líquidos.
Condições
da
subscripção
:
No
acto
da
subscripção
pagarão »s
subscriptores
10000
reis
por
cada
uma
das
acções
que tomarem.
O
estatuto, elaborado em harmonia
com a
lei
de
22
de
junho
de
1867,
designará
os
indivíduos
que
devem
compor
a
Gerencia,
Conselho
Fiscal
e
Mesa
da
Assembleia
Geral.
O
capital
da
l.
a
serie
poderá
ser
realisado
no
praso
de
um anno,
por chama
das
não
superiores
a
20
por
cento.
Ponte
do
Lima
6
de
abril
de
1875.
OS
INSTALADORES
João
da
Cunha
Nogueira,
e
Manoel
Gomes
Cardoso
PORTO
José
Julio
da
Costa,
e Pedro
Ferreira
de
Macedo
Basto.
BRAGA
Banco
Hereantil de Braga,
e
Almeida
tf
Pereira.
Anlonio
Pereira
da
Silva
de Sousa
de Menezes
Antonio
José
da
Silva Machado
Anlonie
de
Magalhães Barros
de
Araújo
Queiroz
Anlonio Manoel
Gonçalves
João
de Abreu
Maya
Joãt de
Barros
Mimoso
João
Bernardo
Gomes
da Cunha
J<‘ão
da
Cunha
Nogueira
João
Pereira d
’
Araújo
Coelho
Jtão
Roberto
d
’Araújo
Queiroz
Joaquim
Gerardo
Alvares
Vieira
Lisboa
Joaquim
Pereslrello
Marinho
Pereira
d’
Araújo
José
Maria
Torres
Machado
Manoel
Jotquim
Rodrigues
dos
Santos
Narciso
Alves
da Cunha.
Thomaz
Mendes Norton.
(2355)
POR
J DE
LEMOS
Com
este
titulo
vae
publicar-se
breve
mente
mais um
volume
de
versos
do
au-
clor
do
Cancioneiro.
De
duas partes
contará
este
livro
:
—
1.°
Fitímos
Refle
xos 2.° Horas Vagas de Buarcos.
Receiando
o
auctor
de
que,
por
seu
silencio
de
muitos
annos, o
favor
publico
se
tenha
esquecido
do seu nome,
tfez-se
acompanhar,
n
’
este
volume,
por
dois
dis-
tinctos
e
estimados
nomes
liiterarios,
o
Visconde
de
Jerumenha
e
A.
X.
R.
Cor
deiro.
A
benevolencia,
que
não
poderá
obter
por
si,
lh’
a
grangearão,
de
certo,
estes
dois
nomes,
de
cuja
boa
sombra
se
serve
para desvanecer o
esquecimento
de
antigos
leitores, e
alcançar
outros
novos.
Preço
do
volume:
600
reis.
Quem
quizer
assignar
esta
publicação,
dirija-se
a
Dias
Freitas,
na
redacção
do
«Commercio
do
Minho».
NOVIDADE
44,
Rua
do Souto, 44
Campos
&
Almeida,
acabam
de
rece
ber
grande
sortido
de
chapéus de feltro
e
seda, «ultima
moda»,
da
acreditada
fa
brica
dos
snrs.
Maia
e Silva,
do
Porto,
que
vendem
pelos
preços
da
fabrica.
Também
se
fabricam
e
consertam
cha
péus
de
todas
as
qualidades.
(2330)
Catalogo
Talguns
livros
que
s^
vendem
na
Livraria
Catholica,
rua do
Souto,
Braga.
P.
Antonio
Pereira.
Biblia
(ediç.
de
1794,
etc
)
7
vol. em
foi.
Preço
90000.
Sarmento.
Historia
Biblica,
150000.
Antoine.
Theologia,
10GOO.
Sigillo.
sacramenlal,
3 vol.
em
4.°
900.
S. Martinlao Hraoarenge.
Vida,
Opusculos,
Regras
e
Cânones.
3
vol.
em
foi.,
50000.
Vida
de
S.
Francisca
Chantal,
em 12.°
240.
Scarfantoni.
Lucubrationes Canoni-
cales.
2
>ol.
em
foi.
50000.
Fleury.
Hisloire Ecclesiastique. 40
vol.
em
8.°
120000.
Dncrenx.
Ilisloriu
Ecclesiastica. 11
vol. em
8.°
30300.
jHtorerí.
Diccionario
historico
(Em
es
panhol)
10
vol.
em
foi.
200000.
La
Cled.
Historia
de
Porlngal. 15
vol.
em
8.°
30600.
Memórias
para
a vida
de
D. Fr.
Caeta
no
Brandão
(1.
’
ediç.)
10200.
Breviário
Bracarense,
em
2
vol.
30600
Missale
Bomanum
(edição
de
1573)
40000.
Breviarium
Bomanum,
n
’
um
vol.
só,
em
4.°
800.
Marlyrologium
Romanum
(1584) 20250.
Idem,
com
notas
(1620)
10200.
Method»
da
Liturgia
Bracarense,
400.
Sobrino.
Diccionari»
Espanol
Fran-
cez, 10600.
Macedo.
Viagem
exlalistica,
400.
Elpino
Duriense.
Obras.
3
vol.
em
4.°, 10000.
Verdadeiro melhodo
de
estudar.
3
vol.
em
4.»
10500.
Feijó.
Theatro
critico,
cartas,
etc.
14
vol.
em
4
0
60000.
Quevedo.
Obras.
5 vol.
em
4
°
(Em
hispanhol). 30000.
Tratado
historico
das
Ordens
Monásticas
de S.
Jeronymo.
2
vol.
em
foi.
30000.
Riverius.
De
perfecto
canonico.
2
vol.
em
foi.
20400.
El
Quijole del
siglo
XVIII.
4
vol.
em
12
•,
800.
Moraes.
Diccionario
(edição
de
1813)».
30000.
iVIassilon.
Sermões,
traduzidos
era
porloguez
12
vol.
em
8.°,
50000.
Estes
preços
são
os
da avaluação.
Existem
muitas
mais
obras
scientificas
e
religiosas
em
muilo
bom
uso,
que
se
vendem
por
preços rasoaveis.
«H———
MEDALHA
IME
IIONÍIXA.
FÍGADO
de
BACALHAU
FERRUGINOSO,
CLARO
E
TRIGUEIRO
DE CHEVHIER
Cavalleiro
de Legião de
Honra,O/ftcia>
do
Medjidiê e Commendador da
ordem |
tCIzabel
a Catholica.
—
I
O
oleo de Chevrier
deve 0
sen
aroma
H
a
subtancias
balsamieas
que
aindh ■
iiiginentâo
as suas
propriedades th^-r»
■
(Míticas
ao mesino
tempo que o tornai
gradavel
ao
tomar se.
O
senhor Chevrier completou a sm
|<
j'Cuberta
associando
o lodureto de ferro
to
seu oleo de figado
de Bacalhau.
Este
:>leo de figadtt
de bacalhau ferru
i('4ino>o
possue todas as propriedades do
!
>>eo e do lerro, é de tacil digestão
e
5 niica causa prisão
do ventre
!
Todas as celebridades medicas o
pre
■prt m
às outras preparações ferrugino
sa.-. Convém em todos os
casos em
qtn
|
r mprega o
ferro :
Tísica
pulmonar,
í
KronchiteN,
Rachitismo,
Escrófula-.
« í'.mpÍK«-ns, Gota,
Rh--uniatismo,
Dys-g
g
;K‘psia, Convalecenciaa demoradas <
I
ilFraqueza
dc
constituiçAo
g|i
kposito
em
EAR13:
Pharm. CHEVRIEK]g
£], Faubourg
Montmarlre.
No
Porto
: pharmacia Albano
praça de
D.
Pedro, 96 em Lisboa : pharmacia OIL<
veira,
rua dos Relrozerro»,40
(L .)
ylB
iví
Mis
D0
ALTO
DOURO
DÀ
CASA
BE VILLA POUCA
RUA
DO
SOUTO N.°
15
BRÀGÀ.
Acaba
de
ser
sortido
este
armazém
com
as
seguintes
qualidades
de vinhos
engarrafados e
aquartilhados
:
ENGARRAFADOS
Vinho
tinto de
meza
..............................
150
>
>
»...............................
190
>
Lagrima
.......................................
200
>
Branco
de meza.............................
210
>
tinto
de meza
fino.
.
.
.
270
»
de
prova
secca............................. 300
Malvasia de
2.
a
.............................
360
>
>
velho
....................................
400
»
Bastardo........................................ 500
)
Moscatel
........................................
500
»
Malvasia
.........................................
500
»
Roncão
........................................
700
>
Alvaralhão..................................
560
»
Velho
de
1854
..............................
600
‘
A
RETALHADO
Vinho
para
meza
50
e
80,
o
quar
tilho
tinto
e
120
o
branco.
Responde-se
e
garante-se
a
pureza
e
boa
qualidade
de
lodos
estes
vinhos,
po
dendo
todo e
qualquer
consumidor man-
dal-o
experimentar
por
meio
de
qualquer
processo
chymico.
N
’
estes
preços
nãa
fica
incluído o
valor
da
garrafa que o
comprador
apre
sentará
ou
pagará 50 rets
por
cada
uma.
(N»J
_
__________
METAES
VELHOS
Na
travessa
de
S.
João
n.
*
5,
com
pra-se
toda a
qualidade
de
metaes,
e
ferro
velho
até
mesmo
fundido.
(860)
BRAGA
: TYPOGRAPHIA
LUSITANA — 1875. - É o formato de
-
comerciominho_10041875_331.pdf
Parte de Comércio do Minho (O)