comerciominho_06041875_329.xml
- conteúdo
-
Assigna-see vende-se
no
escriptorio
do
editor
e
proprietário
José
Maria
Dias
da
Costa,
rua
Nova
n.” 3
E,
para
onde
deve
ser
dirigida
todas
correspondência
franca
de
porte.
=•
As
assi-
gnaturas
são
pagas
adiantadas;
assim
como as
correspondên
cias
de Interesse
particular.
Folha
avulso
10
rs.
PVIBUCAL-S
SE
ÁS
TERÇAS,
QUINTAS
E
SABBADOS.
P
reços
:
Braga,
anno 1^600
rs.=Semeslre 850
rs
^Provín
cias,
anno
20400 rs
e
sendo
duas
4&000
rs =Sempstrp
?°°KXKAa
0
rs=Se
,
m
'
stre 2
*
300
rs.
moeda
forie
oulOSOOO
reis
e
5&>00reis moeda fraca.=ànnuncios nor
linha
20
rs.,
repetição 10
rs.
Para
os
assignantes 20
d
’
abatimenlo.
Alloetação
«So
Xocao Saaattasimo Pa
dre
Pio,
peia
gjivina Provi
dencia Papa IX.
ou
pela
imprensa, ou
por
outro
qualquer
modo
deram
publicidade
ás
palavras
sa-
hidas
de
Nossos
lahios,
e
aos
actos
(Fes
ta
Sé
Apostólica,
todas
as vezes
que,
se
gundo
a
opinião
d
’
aqnellus
que
fazem
es-
us
ameaças,
pareça
haver
alguma
coisa
contra
as
instituições
e
leis
civis.
De
sor
te
que
com
estas
ameaças
fica
patente o
intuito
e
a
força
de
certas
leis,
que com
a
apparencia
simulada
de
veneração
para
enganar
os
fieis
pareciam
destinados
a
proteger
a
Nossa
liberdade
e
dignidade,
e
cada
vez
mais
se
mostra
quanto
necessá
rio é
para Nós
o
supremo
e
pleno
poder
não sujeito
ao
dominio
e
arbítrio
de
nin
guém,
lai
como
a
Divina
Providencia
o
concedeu
aos
Pontífices
Romanos,
afim
de
expedil-a
e
livremente
exercerem
o
mi
nistério
espiritual
em
lodo
o
mundo.
No
entretanto aquelle
ameaço
tende
a
nada
menos
que abafar
e
a
fazer
que
não
possa
espalhar-se
largamente
a
pro
pria voz
do
Mestre
Supremo
da
Verdade,
voz.
qoe
por
direito
divino e
para
o
bem
cornmum
da
sociedade
se
dirige a
todo
o
inundo,
e
que
não
póde
ser
limitada
nem
sustida,
sem
que
sejam
também violados
os
direitos
de
todos
os
lieis
Aquelles
que
sujeitam
a
Egreja
a
esta
tão grande ser
vidão,
lembrem-se
que
provocam
contra
si
proprios a
severidade dos juisos de
Deus
e
que
elles
propnos
a
seu
tempo
experimentarão
tanto
mais
duro
senhorio
e
tanto
mais
pesado
o
jugo
da
lirainia,
quanto mais
benigna
era
a
auctoridade da
sua Mãe,
que
depois
de
a algemarem
re
jeitaram.
E
não
é bastante
para
os
perseguido
res
da
Egreja
a
asperesa
d'islo que
te
mos
relatado,
mas
leem dirigido
os
seus
esforços
lambem
a
preparar
novas
causas
de
discórdias
e
ptrtuibações
nas
próprias
consciências
dos
fieis.
Pois
ha
pouco,
n
’um
paiz
estrangeiro,
por
meio
de
cer
tos
escriplos
dados á
luz
publica
em
que
se
toiciam
á
sua
parle
os
decretos
do
concilio do
Vaticano,
tendia-se
a
violar
a
liberdade
do
vos<o
collegio
na
eleição dos
Nossos
Successores,
com o
fim
de
dar
ao
poder
civil
uma
grande
parie tfesla
ma
téria que toda pertence
á
ordem ecclesias-
lica.
Mas
Deus
misericordioso,
que
preside
e
assiste
á sua
Egreja,
fez providencial
mente
com
que
os
esforçadíssimos
e
exem
plaríssimos Bispos
do
Império
allernão,
pu
blicando
uma
insigne
declaração,
que
será
memorável
nos
factos
da Egteja,
refutas
sem
sapientissimainenle
as
erróneas
dou
trinas
c
cavillações
apresentadas
n
’
essa
oc-
casiã», e
a
Nós
e
a
toda
a
Egreja
alegras
sem
com
o
nobilíssimo
trofeo,
que
em
honra
«ia
verdade
aLvaiilaram. Ao
passo,
pois,
que
perante
Vós
e á
face
do mun
do
catholico
tributamos os
mais amplos
louvores
aos
referidos Bispos
e
a
cada
um
u
’
elles
em
particular,
ratificamos,
e
com
a
plenitude
da
Apostólica
Auctori
dade
confirmamos
essas
esplendidas
de
clarações
e
protestos,
dignos das
suas
vir
tudes,
da
sua
dignidade
e
religião.
Dissipe a
divina
clemência os
planos
dos
inimigos
e
apiedando-se
de
Nós
nos
dias
da
tribulação
lembie-se
da
sua
he
rança e
mostre
que
não
ha
prudência,
uão
ha
sabedoria
nem
conselhos
contra
o
Se
nhor.
Para
que isto
feiizmenle succeda
cuido
desejamos,
oífereçamos sacrifícios
de
justiça
com
humildade,
e
fervorosas
ro
gativas.
«U
Nosso
Deus é
justo
e
piedoso,
e
«como
para com
os
que
se
obstinam
na
«maldade é
severo, assim
é
misericordio-
«so
para com
aquelles
que
se
convertem.
A
«Elle
pois
corramos
com
todas
as
veras
<e
com
o
pranto
de
coração
contriclo
;
«peçamos-lhe o
allivio
do
Nosso
livramen-
<lo,
pois
Elle
que
é
benigno
e
brando,
<se nos
vir
emendados
das
nossas
malda-
«des
abraçar
os
seus
preceitos, é lam-
<bein poderoso
para
dos
defender
do ini-
No
dia
15
de
março
de 1875
aos
Car
deaes da
Sagrada
Egreja
Romana,
pro
nunciada
no
Vaticano.
Veneráveis
Irmãos
Reconhecendo
que
uma
parte
dos nos
sos
cuidados,
especialmente
ifestes
tem
pos miserabilíssimos,
é
augineotar o
Vos
so
nobilíssimo
collegio com
varões
insi
gnes
que
Nos
sirvam de
adjutorio
na
go
vernação
da
Egreja
Universal,
julgamos
dever
dirigir
Nossa
attenção
ao
cumpri
mento
d’
este
encargo.
Quiséramos
na
ver
dade
preenchel-o
com
as
antigas
solernni-
dades
que
a magestade
da
Egreja exigem,
mas
tal
não comporta
a
amargura
dos
tempos,
que
já é tamanha,
que mostra
não
querer
que
tenhamos
faculdade
livre
nem
sequer
para
lamentar
os
males
da
Egreja.
Não
admiramos
que
aquelles que
estão
apartados
da
Egreja
pelo
êrro
e
odio antigo,
presumam
conseguil-o;
mas
que
n
’
esta
desgraçada
Italia
em
que
pela
divina
tiraça
está
estabelecida
a
suprema
Cadeira
da
verdade,
esses
mesmos
que
eram
filhos
da
Egreja,
feitos
agora
seus
inimigos,
já por sua
propria
vontade,
já
movidos
por
instigação d
estranhos
este
jam maquinando
e
preparando
a
ruina
da
mesma
Egreja,
ruiria
que
não
póde
andar
a
par
com
a
da
humana
sociedade,
eis o
que
na
verdade
arranca
dolorosos
suspi
ros
do
mais
intimo
do
Nosso
coração.
D
*
esla
machinação
surdiram
esses
.repe
tidos alternados
que
iniquamente
feriram
os
direitos,
a
liberdade, as
sagradas per
tenças
e
os
ministros
da
Egreja,
e
de
que
somos
ha
já
longo
tempo
forçados a
ser
espectadores,
desiguaes
porém
para
repel-
lir
a sua
violência.
D’esta
mesma
fonte
se
deriva,
e
cada
dia
augmenla
ess
’
outro
mal
de
sobra
gravíssimo,
de que nada
ha
que
mais
funesto
seja a
tantas
almas,
e
á
so
ciedade
civil,
isto
é
a
corFupçào
da
mo
cidade, pois mediante
esta
corrupção
ten
de-se
a
propagar
os
males
presentes
lam
bem
nas
vindouras
gerações.
Porquanto
tirados
á
vigilância
da
Egre
ja,
n’
este
proprio
centro
do
mundo
ca-
tholico,
todas
as
instituições
destinadas
á
educação
da mocidade,
os
mancebos,
des
de
os
primeiros
annos
em
que as
se
mentes da
virtude
ou
do
vicio
lançaram
raizes
profundas,
são
expressamente cons
trangidos a frequentar as
escolas
sujeitas
ao
poder
civil,
onde
as suas
iutelligencias
e
corações,
sopeada
toda
a
ideia
de
fé
e
de
religião,
são formados
segundo
os prin
cípios
e
sabedoria
d
’este
século,
de
que|
o
inteiro
mundo
está
já
experimentando
os fruclos
amargosissimos.
E
como
lambem
a
propria
educação
d
’aquelles
que
se
sentem
com
vocação
para
a
vida
ecclesiastica,
no
que
loca
aos
estudos,
se
acha
embaraçada de
lamas
disposições
arbitrariamente
impostas,
e
ca
da
vez
mais
se
lhes
diíliculta
seguir
es
ta
carreira;
e
por
isso, especialmele
da
infausta lei
do
recrutamento
militar,
pou
quíssimos
são
já
aquelles
que
se
pódem
dedicar
ao
estado
escchsiastico.
E para
que
mais
manifeslamente
fiquem
descobertos
os
planos
dos
nossos
inimigos,
vieram
á
luz
ha
pouco
lambem alguns
documentos,
com
que
se
animam
os
sa
cerdotes
e
clérigos
inferiores
a
resistirem
e
desobedecerem
aos
seus
Bispos
e
outros
Prelados,
e
se
lhes
propõe
a
esperança
de
apoio
e
defensa
contra
as sentenças
e
decretos,
que a
auctoridade
ecclesiastica
tenha
talvez
de
fulminar
contra
elles.
Mas
ainda
ha
mais
! A
propria
pré-
gação
da
palavra divina ?
a
publicação
das
Nossas
palavras
é
ferida
por
esta
hos
tilidade do poder
civil,
e
por
isso
se
pu
blicam
leis penaes
contra
aquelles que
<migo,
e
para
nos preparar
no
porvir os
«gozos
sempiternos.»
(1).
Assim
pois,
no
meio
de
tamanhas tri
bulações,
como, quanto
é
mais
rija
a lu
cta,
tanto
maior
cooperação
e valor
se
re
quer
íjos
capitães
e
soldados
do
exercilo,
resolvemos,
Veneráveis
Irmãos,
para
glo
ria
de
Deus
e
utilidade
da
Egreja
eleger
boje,
para
o
Nosso Senado
e
da
Santa
Egreja
Romana
seis
distinctissimes
varões,
isto
é,
os
Veneráveis
Irmãos
Pedro
Gian-
nélli,
Arcebispo
de
Sardia,
Secretario
da
Congregação
do Concilio,
MiecisUo Le-
dôchowski.
Arcebispo de Genesia e de
Posen; João
Mac-Closkey, Arcebispo
de
Nova-York;
Henrique
Eduardo
Manning,
Arcebispo de
Westminster
;
Viclor
Augus
to
Dechamp.%
Arcebispo
de
Malinnes,
e
o
amado
filho
Domingos
Barloline,
Proto-
notario
Apostolico,
Secretario
da Congre
gação
dos
Sagrados
Ritos,
os
quaes todos
de
certo se tornaram
dignos
d’
esta
gran
díssima
honra,
já
pelo
exercício
do
car
go Episcopal,
com grande
louvor
de
ze
lo,
fortaleza,
prudência
e
saber,
já
pelas
perseguições
grandíssimas
soflndas
em
de
fensão
da
causa da
Egreja com acriso
lada
virtude
e
provas
de
animo
invicto;
já
pelos
longos
e
optirnos
serviços
presta
dos
á
Sé
Apostólica.
N
isto
ha
para Nós
a grandíssima
sa-
satisfação
de
podermos
dar
lambem
ás
no
bilíssimas
Egrejas,
cujos
Prelados
elege
mos e
condecoramos,
um
lestimunho
cer
to
e sincero
de
affecto
e
de
solicitude.
Demais ,
além
d’
estes
seis
Cardeaes
mencionados, em
honra de Deus
Omni
potente,
intendemos
crear
outros
cinco
Cardeaes,
os
quaes
porém,
por
justos
mo
tivos,
reservamos
in
peclore,
para serem
publicados
a
nosso
arbítrio
quando
houver
de
ser;
e
se
acontecer
vagar
esta
Santa
Sé,
dispondo-o
as<irn
Deus,
serão elles
declarados
em
apenso
ao
Nosso
testamen
to,
e queremos, estabelecemos
e
decreta
mos,
pela
plenitude
da
Nossa
Auctoridade
Apostólica,
que
tenham
com
Vosco o
di
reito
de
eleição
acnva
e
passiva
na
elei
ção
do
Nosso
Suceessor.
O
que
vos
parece?
Pela
Auctoridade do
Omnipotente
Deus,
dos
Seus Aposlolos
S.
Pedro
e
S
Paulo
e
.Nossa,
creamos
Cardeaes
Presbíteros,
Pedro
Giannelli,
Miecislao
Ledochowski,
João
Mac-Clo-key, Henrique Manniag,
Vi-
ctor Decharnps
;
e
Diácono, Domingos
Bar-
lolini, com
as
dispensas,
derogações
e
clausula
necessárias
e
opportunas.
E
reservamos
os
outros
cinco
in
peclo
re
para
se
publicarem
como acima
disse
mos, e
a
esses
ordenamos
e
confirmamos
para
que
gozem
do
direito
supra-mencio-
nado.
Em
nome
do
Padre
e
do
Filho
gg e
do
Espirito
Santo gg
Assim
Seja.
(1) S.
Greg.
Abagno.
D.
JOÃO
CHIUSOSTOMO
D
’AMOR1M
PESSOA,
por
Mercê de
Deus
Santa
Sé
Apostólica,
Arcebispo Coadjutor
e
Futuro
Suceessor
de Braga, Doutor na
Sagrada T/ieologia
pela
Universidade
de
Coimbra,
do
Conselho
de
Sua
Magesla-
de
Fidelíssima,
Commendador da Ordem
de
Nossa
Senhora
da
Conceição de
Villa
Viçosa,
Grão
Cruz
da
0>deni
Militar
de
Nosso
Senhor
Jesus
Christo, Par do
Beino
etc.
A
todos
quantos
o
presente
Edital
virem
ou
d
’
elle
noticia
liveretn saude
paz
e
bên
ção
em
Jesus
Christo
Nosso
Salvador.
t
Fazemos saber que
o
Excellentissimo
Senhor
D.
José
Joaquim
d
’
Azevedo
e
Mou
ra
Nos
deu
e
Nós
acceitamos
a
Provisão
do
lheor
seguinte:
D.
José
Joaquim
d
’
Azevedo
e
Moura
por
mercê
de
Deus e
da Santa Sé
Apos
tólica
Arcebispo
e Senhor
de
Braga
Pri
maz
das
Hispanhas,
do
Conselho
de
Soa
Magestade Fidelíssima, Seu
Ministro
e
Se
cretario
d
’
Éstado
Honorário.
Commenda-
dor
da
Ordem
de
Christo,
Grão-Cruz
da
<le
SanClago da
Espada e
Par
do
Reino.
A
lodos
quantos
esta
Nossa
Provisão
virem
saude,
paz
e
bênção
em
Jesus-Chris-
to
nosso
Redemptor
e
Salvador.
Nã» consentindo
o
eslado
de
Nossa
deteriorada
saude,
que
possamos
continuar
a
pastorear
esta
Nossa
muito
amada
Ar-
chidiocese
de
Braga,
P<imaz
das
Ilispa-
uhas, e dirigir
sua
laboriosa e
complica
da administração
qne ,
demanda
trabalho
muito
superior
Aquelle,
que
Nossa
edade
e estado
valetudinário
Nos
permitte
;
e
teh-
do-se
a
Divina
Providencia
amerceado
d
’
esla
vastíssima
Melropole
e
de Nós,
con-
cedendo-Nos a
indispensável
substituição
na
Pessoa do
Excellentissimo
e
Reveren
díssimo
Senhor
D. João
Chrysostomo de
Amorim
Pessoa,
o
qual
sendo
apresenta
do
por
Sua
Magestade
Fidelíssima
foi
con
firmado
por
Sua
Santidade
Prelado
Ordi
nário
d
’este
Arcebispado Primaz
na
qua
lidade
de
Coadjuclor
c
Nosso
futuro Sue-
cessor.
Pela
presente
de
Nossa
livre
e
espon
tânea vontade,
Havemos
por bem
resi
gnar,
como
resignamos
no sobredito
Ex
cellentissimo
e
Reverendíssimo
Coadjuclor
e
Nosso
futuro
S«ccessor,
ioda
a
Nossa Ju-
risdicção
ordinaria,
tanto
em relação ao
Arcebispado
Primaz
de
Braga
como
eco
relação
ás
Dioceses
suflraganeas,
e
O
en
carregamos
de
goveruar
e
pastorear
es
ta
Archidiocese
como
seu
Prelado
Ordiná
rio
sem reserva
para
Nós
da jurisdicção
que
inteira
lhe
transmiitimos
como
em
direito
Nos é
permitudo.
E
para
que esta
Nossa
Resolução
pro-
dusa
seus
canumc
s
e
legaes
eíleilos
Re-
commendamos
e
Ordenamos
a
todos
os
Muito
Reverendos
Vigários
Geraes
e
Ar
ciprestes,
Reverendos
Parochos
e
Clero
d
’
este
Arcebispado
Primaz
e
a
todos
os
Nossos
amados
Diocesanos
que
reconheçam
o
Excellentissimo
e
Revereudissirno
Snr.
D.
João
Chrysostomo
d Amorim
Pessoa,
feiizmenle
já
residente
n
’esta
Cidade,
co
mo
seu
Prelado
Ordinário,
recotrendo
a
Elle
em loJos
os
negocios
e
preterições
dependentes
da
Auctoridade
Ordinaria
e
obedecendo
a
suas
determinações.
Dada
em o
Nosso
Paço
Archiepiscopal
de
Braga
sob
o
Nosso
Signal
e
Sello
das
Nossas
Armas
aos
24
de
março
de 1875.
—
José, Arcebispo
Primaz.
E para
constar
Mandamos que
o
pre
sente
Edital
seja
publicado pela
imprensa
e
que
aos
Muito
Rev.08
Vigarjos
Geraes
e
Arciprestes e
bem
assim
a
lodos
os
Rev.
08
Parochos
e
Confessores
de
Reli
giosas
(Feste
Arcebispado
seja
remeilido
um
exemplar
para
ser lido
ao povo
na
Estação
da
Missa
conventual
e
registrado
na
forma
do
estilo.
Residência
no
Semi
nário
de
S.
Pedro
em
Br?ga
30
de
mat-
ço
de
1875.
João, Arcebispo
Coadjúctor.
BKAGA-XFRÇA-FEItaA
6
BE
ABK1L
Cerraram-se
as
portas
do parlameulo,
e
em
verdade,
que
oão
deparamos com
obra
util e grandemenie
aproveitável
ao
desenvolvimento
e
credito
da
nação,
como
tanto
se
faz
mister
n
’
esta
quadra
tão
abundante
de
necessidades
e
tão safaras
de
satisfação
e
preenchimento
d
’
ellas!
Interroga
o
paiz:
para
que
serve o
parlamento?
para
que
se
gastam
desenas
de
contos
de
reis
com
o
subsidio
aos
lrepresentantes
da
nação?
para
qoe
está
sempre
alimentada
e
sempre
illudida
a
esperança
publica?
O
corpo
legislativo
apenas
demonstra
a
sua exislencia
pela
degladiação
de
uma
eloquência duvidosa
e
desbotada,
mais
a
geito
entre
classes pouco cultivadas em
educação
de
toda
a
especie,
do
que
enye
pessoas
que
pretendem'
pairar nas
regiões
elevadas
do
poder
governando
nações,
ad
ministrando
a
fasenda
publica,
e
regendo
os
povos,
de
quem se
apregoam
tribunos
altaneiros
e
amigos
desinteressados.
Este o
symptoma
de
vida
externa
que
o
avulta
;
porque
no
interior
dos
basti
dores,
as
zumbaias
ao
poder
substituem
a
hombridade
de
caracteres
nobres
e
in
dependentes;
a
chancella
machinal
e
cega
substitue
a investigação
e
o
exame
con
sciencioso
das
medidas
ministeriaes
;
a
sollicitação
impertinente
do
campanario
subuilue
a
exigencia
vigorosa
de
um
re
gímen nacional, justo
e
peculiar
ás
neces
sidades
e
índole
do
paiz.
A
maioria
sul»-
stilue
a
rasão
;
a
vontade
do
ministro
substituo
os
dictames
da
consciência
pu
blica
; a
lei economica
cuja
rigorosa appli-
cação
é
requerida
instantemente
pela
mi
séria
e definhamento
das
verdadeiras
fi
nanças,
é
substituída
por
artes
próprias
a
encobrir
a
todos
os
esbanjamentos
es
candalosos
dos perdulários
que
repartem
á
farta entre
si
e
seus afiios
os
rédditos
amargurados
da
nação.
Duvidam
do
quadro?
Negam
a
veraci
dade
do
drama?
Não
acreditam
na
expo
sição do
dramaturgo?
Estudem
qualquer sessão
do
corpo
le
gislativo;
c depois
fallem
conscienciosa
mente.
catholicos-liberaes © os fran©-
mações.
[Conli»n«çí«J
Como
se
define
o
liberalismo
e
o
libe
ral
?
Uma
definição
antiga
e
acceita
des
tes
palavras
maçónicas creio
que
até
ã
da
ta
d’
esta
não
appareceu. Em
geral
sabem
todos
(áquelles
que
o sabem,
já
se
entende)
que
o
liberalismo
e
os
liberaes
são
coisa
péssima,
donde
preveem
lodos os
males
presentes
políticos e reiigios.
Mas acerca
da
definição
exacta
d
’
esta
péssima coisa
ha
muita
confusão, senão
de
ideias,
cer
tamente
de
palavras.
Quem diz,
ou
ao
me
nos
dá
a
entender,
que
liberal é
o
mesmo
que
parlamentar
ou
constitucional;
mas
depois
exceptuam-se
as
nações
onde
são
legítimos
o
parlamento e
a
constituição.
Quem
cuida
salvar
a bolsa e a
vida,
limi
tando
o
liberalismo
do
sistema parlamen
tar
ou
constitucional
ás
constituições
e
parlamentos
modernos;
mas
em se
viudo
a
definir
o
moderno
renasce
a
confusão
:
e
sempre
se
deseja
saber
e
comprehender
bem
qual
é
o
moderno
mau,
qual
o
bom,
ou
sequer
tolerável.
Assim que
tornamos
sempre
á
vacca
fria, buscando
que
coisa
será
propriamente
o
liberal
e
o
seu
espi
rito,
quer
moderno
quer
antigo.
Dizem
outros
que
liberalismo
é
synonimo de
re
volução
;
porém
como
nenhum
d
’
eiles
sus
tenta
que todas as
revoluções
sejam
ille-
gilimas,
isto
é
liberalengas,
fica
de novo
a
mesma
difiículdade
de
saber
em
que
con
siste
o
espirito
revolucionário,
ou liberal,
que torna
mas
somente
as
revoluções que
são
por
elle
inspiradas.
Outros
sustentam
que
o
liberalismo não
é
nada
mais
que o
espirito
da
reforma
protestante:
o
que
é
bem
verdade
no
sentido em
que
os
dois
espíritos
são
espíritos
malignos
de
rebel-
lião, licenciosidade
e
iudependencia
de
qual
quer
auctoridade.
Mas,
por serem dois
malignos
espíritos,
não
são
um
e
o mes
mo
espirito
maligno
;
pois
entre
protestan
tes encontram-se
conservadores,
e
entre
catholicos
muitos
liberaes;
e
é
mesmo
en
tre
estes
que se
vêem
os
catbolicos-libe-
raes.
Em
summa,
até
o
bom
censo
com
mum
diz
que
a
definição do
protestantis
mo
não
é
a
do
liberalismo.
Espirito satauico,
revolucionário,
proles-
tantico;
naturalismo, raccionalismo,
atheis-
ino, latrocínio, insubordinação,
orgulho,
luxuria,
crueldade,
e
o
que
de
peior se
póde
dizer,
tudo perpassa
confusameote
pela
cabeça
de cada qual em ouvindo no
mear
o
liberalismo, que de
todas
estas
fa
zendas
leva
fado
quinhão;
e,
se
quize-
rem,
elle
mesmo
é
todas
essas
coisas: ei-
las,
porém,
não lhe
constituem
sua
ver
dadeira
e
scientifica
definição. Quando mui
to,
serão a
descripção
d
elle.
Também
cumpre
observar
atlentamen-
te que
a
palavra
liberalismo
é
moderna.
Em
diccionarios
de
linguagem
classica
não
vem
registrada.
O
proprio adjeclivo
libe
ral,
se
lá
vem, não
traz o
sentido
que
os
liberaes
lhe
dão.
Se
agora
jornaes,
livros,
cadeiras
e
púlpitos
resoam
com
as
vozes
liberalismo
e
liberaes,
de
balde
se
procu
rará
quem
as haja
usado
antes
de
181o.
Como
se
chamavam
ha sessenta
annos
os
que
se
chamara
agora
liberaes?
Tedos
sabem
que fdosofos
De
filosofos
eram
al
cunhados
nos livros,
nas
cadeiras
das
au
las e
especialmente
nos
púlpitos
esses
que
hoje
se
chamara
liberaes.
E
ainda
por
estes
tempos algum velho
prégador
ha
ahi
que,
recitando
sermões
escriptos
na
sua
mocidade, brada
contra
fdostfos e
filosofia,
querendo
dizer
liberalismo
e
liberaes.
Ora
vamos,
este
mesmo
nome
de
fi-
losofos
e
filosofisma,
empregado
para signi
ficar
o
que
hoje
dizemos
liberaes
e
libe
ralismo,
quando
se
c«n»eçou
a usar
?
Por
mais
que
se
busque,
não ha en
contrar
oo
secnio
de
XIV,
nem na
Fran
ça,
nem
na
Italia,
nem i/outra
parte
um
polemico, nem
um
theologo,
nem um
pré-
gador,
que
fallasse
jámais
contra
os
filo
sofos,
como
depois
aconteceu
no
século
seguinte.
Acaso
no século
seiscentos
não
havia
no
mundo a
raça
de
homem
que
no
século
de setecentos
se
disseram
fdosofos
e
agora
se
dizem liberaes
?
Folheiem
e
tornem
a
folhear,
em
ne
nhum
dos
numerosos
escriplores sexcen-
listas
hào-de
apanhar uma
palavra
com
mum
e
sabida
com
que
se
denominassem
os
que
ao depois
foram
chamados
filoso
fes
e
liberaes,
Eolão Lllava-se
e
escrevia-
se
contra
os incrédulos,
os
hereges,
osjao-
senislas
;
mas
ninguém
tinha
a
ideia
(ho
je
commum
até
ao
ignorantes)
de
que to
dos
formassem
como uma
seita
e
um
corpo
organisado,
•
qual
devesse ou podesse
ser
mtulado com
nome
commum,
o
que de
pois
succedeu
e agora está succedendo.
Já
vêem vv.
aonde
von
a
parar. A
maçonaria
nasceu
propriamente
e
se
for
mou
no
principio
do século
XVIII.
Assim
como
de
lodos
os
malfeitores
desgregados
e
dispersos
d
’uma
terra
um
capitão
bando
leiro
forma
e
organisa
uma quadrilha
;
as
sim
também
de
todos
os
atheus,
incré
dulos,
jansenistas
e outras
similhantes
re
zes,
houve quem
soubesse
formar
um corpo
ou
sociedade
e
uma como
companhia
de
Salanaz.
ímpios
e
anti-chrislãos
sempre
os
houve no inundo.
Mas
a
que
se
chama
ac-
tuaímente
seita
anli-christã,
ou
maçonaria,
formou-se
e
organisou-se
n
’um
praso
sa
bido e,
relativamente,
proximo
a
nossos
tempos,
como
já
provamos
(nas
cartas
an
teriores)
e
lodos
sabem.
Eis
aqui
donde,
e
só
donde,
deve
partir
qualquer
ideia
e
definição d’
isso
que
se chama
liberalismo.
f Continua]
----------------------------------------
Lisboa 3
de abril
(Do
«osso correspondei te).
Está
encerrado
o
parlamento,
com
o
que
o
paiz
nada
perdeu.
Pelo
menos
cessaram
os
esbanjamentos
promovidos
por
áquelles
que
os
deviam
aáo
promover.
Fechou
o
parlamento,
e
nada
deixou
de
digne,
nem
de
ulil.
Codigo
de
processo
civil
e
criminal,
codigo
criminal,
as
alterações
devidas
ao
codigo
commercial,
os caminhos
de
ferro
da
Beira,
ou
pelo
rnenos um estudo
cons
ciencioso de
uma
rede
ger
i
de
caminhos
de ferro
em
todo
o
paiz
nada
fez;
mas
em
compensação,
legou
escândalos,
e
absoheu
o
poder
dos
compadres Santos
e
‘
quejan
dos.
A
despeza foi
augmentada.
Na
camara
dos
pares
a
presidência
linha
recemmen-
dações de não
fazer
caso
das
leis
que a
augmenlassem.
Assim
a camara
não lem
senão um
bem
em
ser
fechada,
e
é
não
praticar
mais
escândalos.
Felizmente
a
camara
dos
pa
res obstou a
que
elles
seguissem.
Nos
úl
timos
dias
o
ministério passou vida
muilo
agoniada,
e alguns
indivíduos
que
lhe
eram
afeiçoados
lornarain-se-lhe
hostis.
Entre estes lornou-se
notável
o
snr.
conde de
Rio
Maior,
aetual
provedor da
Misericórdia
por
nomeação do
governo,
cargo
que
eu
entendo
elle
não
poder
con
tinuar
a
exercer
por
entender ser
de
con
fiança
do
governo.
Alguns
jornaes
lastimam
não
se
ler
vo
tado a lei
stbre
a
instrucção primaria.
Nós
achamos
n
’
isso
uma
vantagem.
E
’
uma
felicidade
haver
mais
um
anno
de
espera
n
’
este
derramamento
da
escola
primaria
em
Portugal.
Hontem
ao
desembarcar
material
na
ponte
do
caminho
de
ferro de
Leste e
Norte
e
com
destino
para
a companhia
do
caminho
de
ferro
do
Douro,
foi
en
contrado
dentro
de
uma
locomolora, o
ca
daver
de
ura
indivíduo, dando
d
este
facto
parte
na
alfandega
o
respectivo
guarda
0
cadaver
vinha
perfeilamente
vestido,
fa
to
completo,
azul-anil,
lendo
na
gola
do
casaco
o
nome
Jo
alfaiate,
João
Graham,
Do
circumspecto
correspondente
da
«Pa
lavra»:
<A
marcha
das
coisas
da
guerra
no
Centro
é
o
que
mais
preoccopa o gover
no,
segundo eu
soube
por
muilo
boa via,
pois
comprehende
que
a
organisaçào
d
’
um
exercito
n
’
eslas
províncias
é
até amea
çadora
para
Madrid, e
que
a
necessidade
de
pôr
a
coberto a
corte
póde
obrigai
o
a
prescindir
de enviar
imporianles
refor
ços
ao
exercito
que
opera
no
Norte,
e
n
’
este
caso a
guerra
é
provável
tomar
al
li
o
humilhante
aspecto
de
que
sejam
os
carlistas
os
que t»mem
resohilaniente a
oflensiva.
...Omitliu o
governo
a participação dos
últimos
combates
dados
nos
dias
21
e 24
deaute
de
S.
Matheus
e
das Coevas
de
Vinromi,
o
que
equivale a uma
implícita
confissão
do
mau
exilo
de
que
já
nin
guém
duvida,
havendo
só
discordância
so
bre a
extensão
da
derrota
e
sobre
os
ac-
cidenles
da lucta.
Do
averiguado
por di
versas
vias
póde deduzir-se
que
o
plano
de
Dorregaray,
reduzido
attrahir
ao
terre
no
qoe lhe coavioha
as
íorças
do
gover
no,
para
balel-as a seu
gosto,
se realt-
sou
como
elle
projeclou,
apresentando
só
ao
principio
tres
batalhões
que combate
ram
com
toda a
bravura
todo o
dia 21
contra
os
inimigos
mui
superiores,
refor
çando-os
á
medida
que
seus
contrários
eram
também
reforçados
nos dias
22
e
com
estabellecimento
em
Piccadelly
alfaia
te do príncipe
de
Galles.
Está
desfigura
do,
mas
ve-se
ser
moço
gentil.
Tem
relo-
gio da
fabrica
Wiliam Rey,
e
brazào de
Mac-Gregors
da
Escócia.
Qual
seria
a
cau
sa
do crime
?
0
snr.
ministro
dos
negocios
estran
geiros
telegrafou
para
Inglaterra.
Está já
em
Lisboa
a
companhia
japo
nesa
que foi
contratada
para
o
circo
Price.
0
snr.
Eduardo
Moser
fez uma
propos
ta
ao
gaverno
para
construir
um
posto
ar
tificial
no
Douro.
Sahirão
homem
para
a
Mcalhada
os
snrs.
Sousa
Brandão,
Maia
Borges e
Bap-
tisla
Ferreira
para
alli
estabelecerem
a
Companhia
commercial
de
vinhos
da
Bair-
rada.
Domingo
sae
a
corveta
«Duque da
Ter
ceira»,
que
vae
conduzir
a
Gibraltar
o
ge
neral
Tavares
de
Almeida,
governador
da
índia
seguindo
d
’
aquelle porto
no
paquete.
A corveta segue
para
S.
Thomé
onde
vae,
dizem,
dar
força ao
prepotente
governa
dor
Gregorio
Ribeiro.
Um jornal
dizia
que
o
barão
de
Agoa
Izé,
dera
uma ceia
ao
provigario
capitular
de
S.
Thomé na
sexta
feira
da
Paixão,
e
que
a
ceia
fora
no
café
Montanha.
Não
nos admira
;
nós
vimos
s. exc.a
a
fumar
no
passeio
public»,
e correspondências
da
ilha
dão-o
em
idênticas
circumstancias na
própria
diocese.
Ha
quem
peça
ao
«or.
Patriarcba
qoe
olhe para
isto?
Nós
acre
ditamos
que
o
snr.
conego
Fernandes
que
é
sacerdote
índio portuguez,
continuará
a
ser
governador
ecclesiastico
de
S.
Thomé,
emquanto
o
papa
do
ministério
da
Marinha
quizer.
Hontem
venderam-se as
inscripções a
49,69,
a
49,70,
títulos
de
divida
externa
a
49,40,
que
ao
fechar estavam
em
69,75,
69,98
e
69,99.
Fundos hispanhoes,
internos,
transac-
ção
a
dinheiro
a
17,10,
17,11,
17,12 e
a
praso
17,15,
17,21.
As
acções
do
banco
Luzitano vende
ram-se
a 127$900,
e
as
obrigações
do ca
minho
dw
ferro do Minho,
e
Douro
89$
reis.
A
companhia
de
Credito
Commercial
estabelece
a
sua
séde na
rua
da Prata,
esquina
da
tiavessa
da
Vicloria.
Já
publi
cou
os
estatutos no
«Diário
do
Governo».
No
de hoje
vem o
relatorio
da
Companhia
de
carris
de
ferro
do Porto.
Hontem
houve
tumulto
no
theatro
de
S.
Carlos.
São
os
janotas
que
alli
querem
governar, e
que
não
consentem
que
aci
ma
d
’
elles
haja
lei
e
auctori.Jade.
Agora
a
policia
não
permille
ninguém
parado
nos
passeios.
Exceptua
se
d
’isso, os
habi-
luaes
da
casa
havaneza
no
Chiado
e
vadios
dc
fraque
do
café
Central.
Das
5
horas
da
tarde
em
diante ninguém
póde por
alli
passar sem
que
tenha
de
sair
fóra
do
lei
to da
roa,
em
quanto
que
os
vadios
con
versam
oo
passeio.
Não
posso
ser
mais
extenso
porque
vou
para as
festas
de
N. Senhara de Lourdes
ein
Santa
Murlha.
Remelto
um
prospecto
da Caixa
de
empréstimos
Lisbonense.
REVISTA ESTRANGEIRA
23,
e
dando
por
ultimo
no
dia 24 a ba'
talha
contra
tudo
o
que
poude
reunir
Echague,
chefe
superior
do
exercito
do
governo
o
Centro,
que
le»e
de
retirar,
se
a
Castellon
na
tarde
do
mesmo
dia
*
24,
depois de
soflrer
perdas
mui
sensí
veis,
mas
não
sendo
muilo
hostilisado
etn
sua
retirada
pela
vantagem
que
lhe
pro.
proporcionava
sua
superioridade
em
arti.
Iheria.
Os carlistas
avaliam
as
perdas
dos
liberaes
em
1:000
mortos
e feridos,
e
600
prisioneiros,
e
as
suas
em
menos
de 200
baixas
;
os
liberaes,
começando
por con-
ceder
que
levaram
a
peior e
que
tiveram
de
retroceder,
querem
que
se
equilibrem
as
perdas
dos
combatentes
avaliando
em
500
as
baixas
de
cada
um
dos
comba»
tentes
e
concedendo
aos
carlistas
as
van-
tagens
de
conservar
suas
posições
e
de
ler
feito
mais
de
100
prisioneiros.
Entre
estes
dois
lermos
ha
um
meio
que
deixo
ao
bom
juiso
dos
leitores
; mas
adeanto
a
ideia
de
que
a
vantagem
obti
da pelos carlistas
que
se
apresentaram
em
numero
muilo
respeitável
a
ctwnbater,
o
que
até
agora
não
haviam feito
no Cen
tro,
serve
de
muito
para dar-lhes
força
moral
e
confiança
em si mesmos.
Ao
mesmo
tempo
negaram os
orgãos
do
governo a noticia,
circulada
em
Ma
drid,
de uma
derrota
sefifida
deante
de
Caspe
(Aragão),
pelo
brigadeiro
Delatre,
mas
o
facto
de
que
esle
cobria
com
as
forças
de
seu
commando
a referida
povoa»
ção, e
o
saber-se desde
ante-hontem
que
tranqaillamente
a occupam
Gamundi e
Boel
com
cinco
batalhões
carlistas
prova
pelo
menos
que o
chefe
liberal
teve
de
retirar-
se
abandonando
a
cidade
cuja defeza
pa
recia
estar-lhe
commellida,
se
bem
que
não
lenho
dados dos
accidentes,
que ha
jam produzido
este resultado.»
—
Um
telegramma,
oflicial.
enviado
de
Hendaya
em
26
de
março,
refere
o
se
guinte
:
Apesar
das
asserções
contrarias
de
M.
Benavides,
embaixador de
I).
Affonso
em
Roma,
o
general Vinalet,
ministro
de
Es
tado
de
D.
Carlos,
affirma
de
novo
que,
o
Santo Padre
tendo
recebido
o
conego
Manterola em audiência
particular,
no
dia
7
de
março,
ás
7
horas da
tarde,
enviou
de
todo o
seu coração
a
sua
bênção
apos
tólica ao
rei
Carlos
VII
e
ao
seu exer
cito.
Espera
se no
quartel
real
uma
TTepu-
tação
da
mocidade de
Madrid
que
vem
felicitar
8. M. pelos
últimos acontecimen
tos.
A
opinião
publica
accusa
o
ministério
de
I).
AOonso
de
ligeiresa
c
de
falta
de
dignidade
no
projecto
de
convénio
Ca-
brera.
Muitos
destacamentos
carlistas
percor
rem
a
província
de
Madrid,
tirando
aos
liberaes
os
co.ascriptos da
recente
leva
de
70:000
homens.
O
general
Saballs
telegrafou ter
alcan
çado
uma
grande
vicloria.
em
Ridaura
(seis
legoas
de
Gerona
e
perto
de
Olol);
Martinez
Campos
foi repellido
com
gran
des
perdas
em
prisioneiros,
armas
e
mu
nições.
—
Um
outro
de
Perpinham em
27
é
assim
concebido:
Saballs
alcançou
quarta-feira
uma no
va
vicloria.
O
comcnandanle
afiousista
do
regimento
de
Navarra
loi
morto
e
o
seu
regimento
aniquillaiio. O
numero dos mor
tos
e
«los
feridos
é
considerável.
Corre a
noticia
que
Marlinez Campos mandara
um
parlamenlario a
Sabdlls. O
geoetal
afiou-
sista
não
póde
sair de
Olot.
Os
soma-
tens
correram
de
todas
as
parles.
Se
os
carlistas
alcançam
nova
vicloria
as
conse
quências
serão
incalculáveis.
GAZETILHA
Circular. —
O Ex.
mo Rev.mo
Snr.
D.
João,
Arcebispo
coadjutor
de
Braga,
acaba,
com
data
de
29
de
Março,
de
expe
dir
ao
clero
de
arcebispado
a
seguinte
circular
:
«Tendo
Nós
em
virtude
da
Provisão
do
Excellentissimo
e
Reverendíssimo
Se
nhor
Arcebispo Metropolitano
de
Braga
Primaz
das Hespanhas
D.
José
Joaquim
d
’
Àzevedo
e Moura
tomado
posse
e
en
trado
no
exercício da
Jurisdicção
Ordinaria
d
’
esle
Arcebispado
;
e sendo
necessário
regular a
Nosso
modo
a
sua administra
ção
ecclesiastica
e
tomar
conhecimento,
tanto
quanio
Nos fôr
possível,
do
Clero
e
suas
habilitações
;
Havemos
por
bem
Or
denar :
1.
®
Que
na
chamada
Collecta
da
Missa
não
haja
alteração
alguma.
bou
por
se
lançar
o
fogo ao
ediíicio de
S.
Salvador.
Consta terem morrido
tres padres, e
estarem
feridos
mais
cinco.
As irmãs
do
arcebispo
escaparam
á
furia
popuhr
refugiando-se
na
Cathedral,
e
o
proprio arcebispo
não
foi
victima,
por
estar
n’
aquella
occasião
ausente
do
paço
episcopal.
Diremos ma
’
s alguma
coisa
quan
do
tivermos
outros
pormenores.
Declaração.—
O
artigo
sobre
fóros,
publicado
em
o
n.°
327
d
’este jornal,
não
é,
como
se
deprehende
das
linhas
com
que
o
precedemos.
d
’
esla redacçào,
nem
ella
está
de
accordo
com
todas
as
asser
ções alli
expendidas.
Por
esta
occasião
lem
bramos
ás
pessoas,
a
quem
convenha
re
mir
fóros
que sejam
da
Egreja,
que
devem
munir-se
de
autborisação
ou
sanação da
Santa
Sé
Aviso.
—
Sua
Ex.
a Rev.
ina
o
Snr.
Ar
cebispo
coadjuctor
de
Braga,
despachará
no
mesmo
dia
os requerimentos
que
forem
lançados
na
caixa
até
ao
meio
dia
e
dará
audiência
depois do despacho.
Espera
o
mesmo
ex.m|
e
rev.™
9
snr.
que
as
pessoas
que
desejem
fallar-lhe sobre
objectos
que
não
sejam
do
serviço
d’
este
arcebispado,
escolham
para
este
fim
ou
os
dias
sanclifi-
cados
do
meio
dia
ás
3
horas
da
tarde
ou
os
outros
dias
depois
das
5
horas.
Mudança
«le temperatura,
—
Um
jornal
estrangeiro diz
que
se
tirou
o
me
lhor
resultado
de
observações,
feitas
n’
um
theatro
de
S.
Petersburgo,
sobre
a
mu
dança
de
temperatura.
Viu-se
que a
temperatura
se
elevava
de
quarto
em
quarto
d
’hora.
Assim,
quando
se
levantou
o
panno
o
thermometro
marcava
18
graus
centígra
dos
;
no
fim
do
primeiro
acto
marcava
24
graus
e
ao
principio
do
segundo
25
graus.
A
humidade
não
seguia
uma
proporção
tão
rap
da;
comludo
havia
augmenlado
mais
de
30
por
100
em
doas
horas:
al
gumas
horas
depois,
o
ar
estava
mais
carregado
d
’
humidade
que
o
ar exterior.
Continha
86
por
100, ou
tanto
como
nas
habitações
mais insalubres.
Havia
no pal
co
seis
veses
mais
acido
carbonico
que
no
ar
respirável
normal
Ao
cabo
da
repre
sentação,
o
acido
carbonico
tinha
augmen-
tido
dois
terços.
2.
°
Que
continuem
em
seus
cargos
todas
as
auctoridades
ecclesiaslicas
cons
tituídas
por
Sua
Excellencia
Reverendís
sima,
e
que
lhe
sejam
conservadas
todas
as
regalias e
proventos
que
até
agora
gosa-
vam
e
usofruiam.
3. °
Que
os
Revd.os
Sacerdotes,
quan
do
tenham
de Nos
requerer
a
continuação
das
suas
licenças
ou pedil-as
de novo,
instruam
os
seus
requerimentos
com
at-
testado
do
Revd.0 Parocho
da freguezia
da
sua
residência,
sobre
a
sua
conducta
e
serviço
prestado
á
Egreja, e
com
um
mappa,
que
contenha
os
seguintes
dize
res
—
Nome,
Edade,
Naturalidade,
Resi
dência,
Habilitações
Lilterarias,
e
Cargos
Ecclesiasticos
que
têm
exercido
—
O
map
pa
será
junto
ao
requerimento
por
uma
só
vez
e
ficará
em a Nossa
Secretaria.
4.
°
Que sejam cassadas
desde
o
fim
do
presente
anno de
1875
em
diante
to
das
as
licenças
concedidas
sem
limita
ção
de
tempo
; exceptuando
as que ti
verem
sido
concedidas aos
Mt.°
Revd.
0
Conegos
da
Sé
Caihedral
e
Dignida
des
do
III
mo
e
Rev.
in0
Cabido
d’este
Arce
bispado,
Desembargadores
da Relação
Metropolitana,
Vigários
Geraes
e Arcypres-
-tes,
e
a
todos
os
Revd.08 '
Sacerdotes
que
tiverem mais
de
sessenta
annos
de
edade
*
5.
°
Que
continuem sem
alteração
algu
ma
os
costumes e
usos
louváveis
d
’este
Arcebispado,
em
quanto
Nós
o
contrario
não
mandarmos.
»
Coneurvos eeelesinstieo». —
Está
aberto
concurso
documental
para
o
provi
mento
das
seguintes
egrejas
parochi-
aes
:
Abobada
(S
Marcos),
concelho
de
Évo
ra,
diocese
de
Evora.
Aldeia
Nova
do Cabo (Santa
Cruz),
concelho
do
Fundão,
diocese da Guar
da.
Alães
(S.
João
Evangelista),
concelho
de Villa
Verde, diocese
de
Braga.
Conceição
(Nossa
Senhora da),
con
celho
de
Faro,
diocese do
Algarve.
Espariz
(Nossa
Senhora
da
Annuncia-
ção),
concelho
de
Tábua,
diocese
de
Coimbra.
Lisboa
(S.
Maméde), bairro
Occidental,
diocese
de Lisboa.
Lisboa
(S.
Vicente
de
Fóra
e S.
Tho-
mé
e
Salvador),
bairro
oriental,
diocese
de Lisboa.
S.
Malhias
(S.
Malhias),
concelho
de
Evora,
diocese
de
Evora.
Monte
Redondo
(Nossa
Senhora
da
Piedade),
concelho
de
Leiria,
diocese
de
Leiria.
Paradella
(Espirito
Santo),
cencelhode
Taboaço,
diocese
de
Lamego.
Quinlella (S.
João
Baptista),
concelho
de
Mangualde,
diocese
de Vizeu.
Villa Nova
da
Baronia
(Nossa
Senhora
da Assumpção),
concelho
de
Alvito,
diocese
de
Beja.
Sublevação
popular em
Buenos-
Ayres.—
A
perseguição
á
Egreja
e
seus
ministros vae
lavrando por
toda
a
parte
onde
impera
a
maçonaria. Em
Buenos
Ay-
res
lá
appareceu
ella
caracterisadamente
vandalica e
brutal,
como
sempre.
Chama
mos a
alteução
dos
leitores
para
o.
que
segue:
A
«Tribuna»
jornal
da
Republica
de
Buenos
Ayres,
dá
conta
de
uma
su
blevação popular
que
alli
houve, promovi
da
pela
gentalha
por
occasião
de
uma
pas
toral
publicada
por
Monsenhor
Arneiros.
Reuniu-se
grande
multidão
de
povo
ao
qual
fallou
um
mancebo
membro
da
com
missão
dos
estudantes,
protestando
contra
a
dila
pastoral
e
de
alguns
outros
discur
sos
lodos
radicaes, deram
d
’
enlre
o povo
o
grito
«A’
praça
da
Vicloria, ao
palacio
do
Arcebispo»
e
logo
um magote
de ho
mens
desenfreados
correu para
aquelle
pon
to,
onde
já
estava mais
gente
reunida. Os
gritos
de
«abaixo
os
jesuítas!
A
Egreja
livre! o
Estado
livre
etc.»
soavam
sobre
aquelle
tumulto,
e
depois
invadiram
o
pa
lacio
do arcebispo
sendo
inútil a interven
ção
da
policia
que leve
de
se
retirar.
D
’
alli
passaram
ao
collegio
do
jesuítas
onde
cresceu
o
furor
da
chusma,
chegan
do
a
arremeçar
pedras
para
as
janellas.
Arrombaram
em seguida
as
portas
da
sacristia da
Egreja
por onde
entraram.
Dentro
do
collegio
foi
ferido
pelos se
diciosos
um
jesuíta
e
alguns
negros,
sen
do
feridos
ainda
alguns
outros
que
a
prin
cipio
procuraram
resistir.
Moveis,
alfaias
e
insignias religiosas
tudo
foi
desunido,
não
ficando,
em pouco
lempo,
um
só
ob
jeclo
inteiro.
Não
temos ainda
grandes
pormenores
do
facto;
consta
porém
que
o
assassinato
e
o
roubo campearam
desenfreadamente
durante
aquelle barbaro
tumulto,
que
aca
A’
caridade.
—
Pelo divino amor de
Deus
pede-se ás
altms
caridosas
e bem-
fazejas
uma
esmola
para
o
infeliz José Ave
lino
Ferreira, que,
ha
quasi
um
anno,
se
acha
entrevado
com
moléstia
da
espinha.
Tem
em
sua
companhia
sua
mulher,
e
5
filhos
de
menor
edade,
vivendo
todos
na
maior
miséria.
Residem
na
rua
da
Ponte
n.°
5.
SB H 3C
A
CABRA
6E.VERAÍ,
Houve
oulr’
ora
entre
animaes
Guerra
crua
e
sem
quartel;
Muitos
foram generaes,
Quando
menos
—coronel.
Uma
cabra destemida
Arvorou-se
era
guerrilheira
;
Foi
commandando
a
partida
Por
mui
dura
cordilheira ;
Fez
proezas
nos
combates,
Foi
mui
valente
na
guerra,
Resistiu
a
mil
embates,
Deu
com
muilo
bicho
em
terra.
Seu
merecimento
foi
tal,-
Que
teve
por
fim
de
contas
Penacho
de general
Nas corneas,
revoltas
pontas.
Era
dos
seus
iam
querido
A
cabra
tigre
chatnada
Que
por ella
a
própria
vida
Daria
toda
a
brigada
;
Mas
na
occasião
de p
’
rigo
Negra
cabra
se
vendeu
Ao
batido
do
inimigo!
Cabr
’
era
e
tudo
perdeu.
A causa
não,
hoora
sua;
Mas
cedo
íoi
apontada,
Quer
na praça,
quer na
rua
Como
bicha
renegada.
Aos
contrários foi
pedir
O
prémio
d
’
alia
traição
E
de desprezo um
sorrir
Deu-lhe
o
chefe da nação.
E,
a
cabra general,
Cabr’era,
por fim
de
contas,
Fugiu p
’ra
um
matagal.
Ninguém
lhe viu
mais
as
pontas!
1
—
4—
75.
João Azevedo.
Carta de Hieolau
Simplieio a
eeu
tio.
Tio
meu,
o
seu
silencio
Tem-me
dado que pensar:
Por
preguiça?
não
o
creio.
Será
então
por
poupar
Algum
sello
do
correio?
Ora
adeus!
não
póde
ser:
Sempre
franco
o
lio
foi.
Está
c
’
o
sarampo
o Menino?
Morreu-lhe
lá
algum
boi
?
Nada,
nada,
não
atino.
As
pequenas
explicam
Desta
fórraa
o
seu
mutismo,
E
nenhuma
crê
que
erra;
Disem,
soffrer
d
’
hysterismo
Desde
a
traição
de Cabrera.
E
a
fallar
a
verdade
A
cousa
tem
fundamento;
E penso
cá
para
mim,
Que,
com
o
seu temperamento,
A
cousa
seria
assim.
Pois
vendo
o
tio
tal
nova
(Qu
’
á
gente
honrada
contrista)
Revirara,
côr
da
cal,
A
sua
tam
rubra
cristã,
E
que
se
achara
mal.
Animo,
lio
querido:
Tal
acção
só
causou
asco,
Conseguindo
por
inteiro
Faser
um
triste
fiasco
E
d
’
um
heroe um
sendeiro.
Cabrera,
por
mais
qoe
digam,
Também
na
seita
entrou;
E,
como
se
fez
protestante,
Deus
e
patria
renegou
De
Tortosa
o
estudante.
Quando
um
homem
deixa
Deus
Perde
a
consciência,
a
rasão,
A
honra
e
o
pundonor
;
E
neste
estado
então
E’
natural
ser
traidor.
Pobre Cabrera !
não
ouves
De
lua
mãe
tristes
voses,
Pedindo
clemencia
em
vão,
A esses
cruéis
algoses
A
quem
hoje
dás
a
mão?!
Não
lh
’
as
vês
inda
tingidas
Do
sangue
que
te
gérou
?
Não
lhes
vez
a
arma
ao
hombro
Que
tua
mãe fusilou
Espalhando
horror,
assombro?!!
•
Não
ouves
nào,
que
mais alto
Grita
o
despeito o
orgulho
!
E
nessa febril
detnencia
Procuras com
seu
barulho
Abafa'-
lua
consciência
!
Quando
leu
grito de
guerra
Era
—
Deus,
Patria
e
Bei,
Ganhou
teu
nome
gloria ;
Pois
nas
batalhas
notei
Te
coroou
sempre
a
vicloria.
Agora
que
le
espera
?
Verás
teu
nome
odiado
Causando
asco
e
horror,
Por
teus
filhos repulsado
Por
ser
nome
d’
um
traidor.
Não
pense mais,
caro
lio,
No
homem de
lama
fama;
Ha
pouco
tam
respeitado
Hoje
coberto
de
lama,
Sem
prestigio
e
deshonrado.
Não
pense que
a
santa
causa
Em
Cabrera desfalcou :
Só um
traidor
perdeu
mais,
E
muito
muito lucrou:
Não
lhe
faltam
generaes.
Jam
foelet.
De-me
noticias
Dessa sua bizarria
:
Dê
um
abraço á
pequena
E
a
minha
cara
lia.
Vou assistir á
novena
Em
Guadelupe
2
de
abril
de
1875.
Nicolau,
COMMERCIO
B
olsa
de
B
raga
2
de
abril
de
1875
EITeetuado
Banco
de
Villa
Real
455000.
Banco
de
Bragança
35400.
BOLSIM
Banco
de
Villa
Real
455000.
Banco
Nacional
65200.
Banco
Commercial
de
Braga
(2.
a
emis
são)
195000.
Dito
dito
195200
Banco
Mercantil
de
Braga
35400.
Banco
do
Minho
1205650.
Banco
Commercial
de
Vianna
1225500.
Banco
Commercial
de
Guimarães
45250.
Dito dilo
45300.
Banco
de
Vianna
55300.
Banco
de
Barcellos
258OO.
Dilo
dilo
25900.
3
de
abril
de
1875
EíTeetuado
Banco
de
Villa
Real
455000.
Banco
de
Bragança
35400.
Banco de
Guimarães
45300.
Companhia
Commercial
e
Industrial
Por
tuense
105400.
BOLSIM
Banco
de Villa Real 45^000.
Dilo
dilo
455200.
Dilo
dilo
455250.
Banpo
da Covilhã
625800.
Inscripções
d’
assentamenlo 49,54.
idem
com
0
2.°
semestre
de
1874
51,00.
O
director
Anlonio
Teixeira
Barbosa.
SAUDE
A TODOS
sem
medicina, pur
gantes
nem
despezas
com
0
uso
da delicio
sa
farinha
de
saúde,
REVALESCIERE
DU BARRY
de
Londres.
97
annas
«Tinvariavel
succchho
1
Nenhuma
enfermidade
resiste
á
de
liciosa
Revalesciére
que
cura as
indiges
tões
(despepzias)
gastnca,
gastralgia,
fie,
gma,
arroios,
amargor
na
bocca,
piluitas-
nauseas,
vomitos,
irritação
intestinal,
diar-
rhea,
dizenteria,
cólicas,
tosse,
athsma,
fal
ta de
respiração, oppressão,
congestões,
mal
aos
nervos,
diabethe,
debilidade,
todas
as
desordens
no
peito,
na
garganta,
do
alilo,
das
bronchites,
da
bexiga,
do
fíga
do,
dos rins, dos
intestinos,
da
mucosa
e
do
sangue.
Mr.
Liviogslone,
celebre
explorador
da
África
central,
no
seu
relatorio que
fez
á
Sociedade
Real
Geográfica
de
Londres
so
bre
a
sua
viagem
diz
:
«Os
habitantes
da
província d’
Angola
«parecem
gozar
uma grande
fellicidade, el-
«les não precisam
nem
médicos
nem
pur-
«ganles,
0
seu
principal
alimento sendo
a
«
Revalesciére que
Du
Barry
trouxe
em
«Europa,
veem-se
isentos
das
moléstias,
<e
a
lisica
pulmonar,
escrophulas,
empin-
«gens,
câncer,
febres,
diíliculdade
de
eva-
■<cuar,
diarrhea,
etc.,
etc.,
são
moléstias
«complelamente
desconhecidas,
como
tam-
«bem
desconhecem
as
bexigas,
0
saram-
«po,
etc.»
Certificado do
Dr.
Manuel
Saens
de
De-
jada,
doutor
da
faculdade
Medica Cirúr
gica,
lente
da
Universidade
livre
de
Cor-
dova,
medico em proprio e
do
caminho
de
ferro
de
Merida
a
Sevilha,
etc.
Certifico:
Que
com 0 uso da
Reva
lesciére,
obtive
na
minha
clinica
varias
cu
ras
em
moléstias
gravíssimas
em
alguns
clientes
residentes n’
esta
cidade,
lembran-
do-me
0
de D.
Filippe
Zappina
emprega
do
publico,
hoje
administrador
da
alfan-
dega
de
Manila nas
ilhas
Filippinas,
a
de
D.
Amélia
Gomes,
casada
com
um
chefe
do
exercito,
a
qnal
continua
a
melhorar
com
0
seu
uso
;
de
D.
Ramon
Alonzo,
rapaz
de
vinte
annos
que
soífria
havia al
guns
mezes
de
uma
moléstia
de
peito de
muita
gravidade.
E
para
fazer
constar
em
toda a
parte,
a assigno
em
Cordova
em
13
de
outubro
de 1873.
Doutor
Manuel Saens de
Jejada.
Seis
vezes
mais nutritiva
do que a
car
ne
sem
esquentar,
economisa cincoenla
vezes
o
seu
preço em
remedios.
—
Preços
fixos
da
venda por miudo
em
toda
a
pe
nínsula
:
Em
caixas
de folha
de
lata,
de
i/i
kilo,
500
;
de
*
/
2
kilo
800
rs
;
de
um
kilo,
10400
reis;
de
2
*
/,
kilos,
30200
reis; de
6
ki
los,
60400
reis,
e
de
12
kilos, 120000
reis.
Os
biscoitos
da
fíevalesciére
que
se po
dem
comer
a
qualquer
hora,
vendem-se
em caixas
a
800
e
10400 reis.
O
melhor
chocolate
para
a
saúde
é
a
Revaleacière
ehoeolatada;
ella
res-
titue
o
appettite,
digestão,
somno,
energia
as
carnes
duras
ás
pessoas,
e ás
creanças
e
mais fracas,
e
sustenta
dez
vezes
mais
que
a
carne,
e
que
o
chocolate
ordinário,
sem
esquentar.
Em paus,
ou
em
pó
em
caixas
de
folha
de
latadelO
chavenas, 500 reis;
d«
24
chave
nas, 820
reis;
de
48
chavenas,
10400
;
de
120
chavenas, 30200
reis,
ou 25
reis
cada
chavena.
BARRY BU H1RKY
C.a
-Pla-
ce
Vendòme,
26,
Pariz;
77 Regenl-Streét
Londres
;
Valverde,
1,
Madrid^
Os
pbarmaceuticos,
droguistas,
mer-
cieiros,
etc.,
das províncias
devem diri
gir
os
seus
pedidos
ao
deposito
Central
;
snr.
Serzedello
&
C.
a
Largo
do
Corpo
Santo
16,
Lisboa,
(por
grosse
e
miudo);
Carlos
Barreto,
rua
do
Lorelo,
28;
Bar
rai
&
Irmãos,
rua
Aurea,
12.
Perto,
J.
de
Sousa
Ferreira
á
Irmão,
rua
da
Ba
nharia
77;
de
Sequeira
; J. Pinto ;
Desí-
ré
Bahir;
Coimbra,
V.
Botelho de Vas
concellos
;
Aveiro,
F.
E.
da
Luz e Costa,
pharm.;
Bareellos,
Ramos,
pharm.
;
Braga,
Pharmacia
Maia,
rua
dos
Chãos,
Pipa
<fc
Irmão,
rua
do
Souto,
Domingos
J.
V.
Machado, praça
Municipal.
Figueira,
Antonio
Vieira,
pharm.;
Guimarães,
A.
J.
Pereira Martins,
pharm.
;
Pena-
flel,
Miranda,
pharm.
;
Ponte
do Lima.
A.
J.
Rodrigues
Barbosa,
pharm.
;
Po
voa do
Varzim,
P. Machado
de
Oli
veira,
phartna.
;
Vianna do Caatello,
Aflonso
e Barros,
droguistas;
Villa
do
Cende,
A. L.
Maia
Torres,
pharm.
ANNUNCIOS
Henrique
Francisco
Bizarro,
delegado
do
thesouro
no
districto
de
Braga, por
mer
cê
de
S.
Mageslade
El-fíei a quem
Deus
guarde
Faz
publico,
para
que chegue
ao
co
nhecimento
de
lodos
os
interessados,
que
pelo art.
5.
da
lei de
18 do
corrente
mez
de
março,
publicaria
no
«Diário
do
Go
verno»
n.°
62,
foi
concedido
o
praso
de
3
mezes,
a
contar
do dia
23
do mesmo
mez,
para
no
continente
do reino
poder
requerer-se
a
remissão
dos
foros,
censos
e
pensões
na
posse e
admmistração
da
fa
zenda
nacional,
ou
de
donatários
vitalícios,
ou
na
das corporações
e
estabelecimenv
los
de
que
tratam
as
leis
de
desamurtisa-
ção,
sendo
a
remissão
regulada,
quando
se
refira
a
direitos
na
posse
da
fazenda
ou
na
de
donatários
vitalícios,
pelas
dis
posições
da
lei
de
13
de
julho
e
seu
re
gulamento
de
12
de
dezembro de
1863,
e
quando
a
direitos
na
posse
das corpo
rações
e
estabelecimentos
comprehendidos
uas leis
de
desamorlisação,
pelas dispo
sições
da
lei
de
28
de
agosto
e
regula
mento
Je
25
de
novembio
de
1869,
e
devendo
o
preço
ser
pago,
ou
por
uma
só
vez,
no
acto da
remissão,
ou em
4
prestações
iguaes,
a
primeira
no
praso
de
30
dias,
contados
da
data
da
remissão,
e
as
tres
restantes
em
leiras
a
um,
dois,
e
lies
annos,
com
o
juro
animal
de
5
por
ceoio
;
portanto
todos os emphyleutas
censuarios
ou
pensionistas,
que quizerem
aproveitar-se
do
beneficio da
«eferida
lei,
deverão
dirigir
os seus
requerimentos
a
S.
Mageslade
El-Rei,
dentro
do
referido
praso,
ou
directamenle
pela
Direcção
Ge
ral
dos Proprios
Nacionaes
do
Ministério
da
Fazenda, ou por
intervenção
do
admi
nistrador
do
concelho
onde
as
proprieda
des
forem
situadas.
Os
requerimentos quan
do se
refiram a
direitos
na posse da
fa.-
zenda
ou de
donatários
vitalícios
devem
declarar
:
l.°
O
quantitativo
do
foro,
censo
ou
pensão
;
2°
Qual
elle
era
antes
de reduzido
em
execução
da
lei
de 22 de
junho
de
1846.
3.°
As
propriedades
em
que
é
imposto;
os
concelhos
e
freguezias
em
que
forem
situados
;
a
que
indivíduos,
corporações,
commendas
ou
capellas
pertencia
;
e
quan
do
e
porque
titulo
a
fazenda nacional
neL
le
succedeu
;
NOVA
KIPREZÂ
DE TRENS
Largo
dos
Terceiros
Braga.
Faz
publico
que
desde
o dia
8
d
’
abril
estabelece
tnais
uma
diligencia
diaria
en
tre
esta
cidade
e a
Villa
do»
Arcos. Sae
de
Braga
á
1
hora
da
tarde
e
chega
aos
Arcos
ás
6,
sae
dos
Arcos
ás
6
da
manhã,
e
chega
a
Braga
ás
11.
Tem
demora no
Pico
de
quarto
d
’
hora
na
ida
e
outro
na volta.
Preços
de Braga
e vice-versa:
Villa
Verde,
dentro
200
reis,
fóra
180.
Pico, dentro 280,
fóra 240.
Porlelia,
dentro
360.
fóra
300.
Barca,
dentro
440,
fóra
360.
Arcos,
dentro
500,
fóra
400.
Braga
30
d’
abril
de
1875.
O
gerente,
(2349)
Eduardo
Pacheco.
~
ALTA loVÍDÃDÊ~~
2G,
Ru» do Souto,
2G
Junto á
rua
de
Jano.
4.
°
Se
a
remissão
pedida
é
em
todo
ou
em
parte,
e
onde
se
hade verificar
;
5. °
Se
o
pagamento do
seu
preço
se
hade
fazer
em
prestações
ou
por inteiro,
e
onde
se
hade
eflecluar.
Quando
tratarem de
direitos na pos
se
das
corporações
comprehendidas
na
lei
de
28
de
agosto
de
1869,
declararão:
1.
®
O
quantitativo
do
foro,
censo,
pen
são
ou
quinhão,
de que se
tratar;
2.
®
As
propriedades
obrigadas ao pa
gamento
de
qualquer
d’
estes
encargos
e
os
concelhos
e
freguezias
em
que
forem
situadas ;
3. ® Os
estabelecimentos
ou corpora
ções
a
quem
se
pagarem
os
mesmos
en
cargos
;
4.
°
A
importância do
laudemio;
5.
°
Se
a
remissão
requerida
é
total
ou
parcial
;
Estes
requerimentos
devem
ser
acom
panhados
dos
documentos
de que
tratam
os
§§
1.®
a
8.®
do
art.
l.°
das
inslrucções
de
25
de
novembro
de
1869.
Repartição
de
Fazenda do
districto
de
Braga,
em 29
de março
de
1875.
(2346)
Henrique
Francisco
Bizarro.
BANCO
MERCANTIL
DE
BBAGA
Sociedade
anonyma de responsa
bilidade
limitada
Em
harmonia
com
o
disposto
no
art.
7.°
dos Estatutos, são
convidados
os snrs.
accionistas
a
fazerem
a
l.
a
entrada
das
soas
acções na
rasão
de
20
p.
c. desde
o
dia
20
de
abril
alé
o
l.°
de
maio
:
em
Bra
ga
na casa
do
Banco
e
no
Porto
na
do
seu agente
o
snr.
João
Evangelista
da
Silva
Mattos
3c
C.
a
—
Praça
de
D.
Pedro
n.° 22.
Braga
24
de
Março
de 1875.
Os
directores,
Jo
*
è
Joaquim Lopes Cardoso
João
da
Costa
Palmeira
(2344)
José
Antonio
Bebello
da
Silva.
CHAPELARIA
ALYIEIBA
Vendem-se
os
bens
que
ficaram
por
morte
de
Antonio
José
da
Silva e
Maria
Josefa
da
Silva
Ribeiro,
situados
na Iregue
zia
de
Dornellas, do
julgado
d
’
Amares,
fi
cando
o comprador obrigado
a
pagar
a
Manoel
Antonio
Vieira,
da
freguezia
de
Verim,
a
quantia
de
1000000
réis,
fortes,
metade
sem
juro
e
metade
a juro
de
seis
e
meio
por
cento
ao
anno
(30250)
da
hypolheca
que
lhe
fez
dos ditos bens,
Mana
Josefa
da
Silva
Ribeiro,
viuva,
por
escriptura
de
10
de
Agosto
de
1873, la
vrada nas
notas
do
tabellião
Luiz
Avelino
Plácido,
do
julgado de Amares,
e registada
na
Conservatória
a
14 de
março
de
1874;
os
bens hypothecados
são:
campo
de
Pu-
gide,
campo
do
Bairro
e
leiras
da Eira.
A
casa
e
leiras
da
Batoca
não
estão
su
jeitas
a
hypolheca,
como
consta
da
Cer
tidão
o.°
1,
passada
a
requerimento
de
Francisco
de
Sousa Carneiro,
na
con
servatória
da
comarca
de Villa
Verde
a
29
de
julho
de,
1874.
Estes
bens foram avaliados
em
4810100
reis,
valor
real,
moeda forte,
livre
de
pen
sões
:
trata-se
com
os
herdeiros
na
cidade
do
Rio
de
Janeiro.
Os
senhores
pretendentes
pódem
man
dar
suas
propostas
ao
abaixo
a^signado,
moraJor
á
rua
dos Barbonos
n.°
33
(an
tigo),
com
a
declaração
de
ser
em
moeda
forte ou
fraca, e
indicação
do nouie
da
pessoa
com quem
se
póde
tratar na
dita
cidade.
Rio
de
Janeiro,
20
de
dezembro de
1874.
(2348)
José
Antonio
da Silva.
METAES
velhos
Na
travessa
de
S.
João
n.0
5,
com-
pra-se
toda
a
qualidade
de
metaes,
e
ferro
velho
até
mesmo fundido.
(860)
O
professor
em
artes,
letras
e
sciencias,
membros
do
clero
e
magistrados;
todo
o
medico,
cirurgião,
dentista
e
artista,
que
desejem
obter
o
titulo
e
diploma
de
dou
tor
ou
bacharel
honorário,
pódem dirigir-
se
a
Medicus,
rua do
Rei,
46
em
Jersey
(Inglaterra).
(2107)
Acaba
de
receber
das
melhores
fabricas
do
Porto, na
ultima
moda,
grande
e
variado sor
tido
de
chapeos, de
se
da
e
de
feltro,
para
homem,
menino,
e
senhora.
Bonita
collecção
de
bonets,
que
tudo
vende mais barato que em
outro
es
tabelecimento.
Fabrica,
concerta
e
põe
na
moda,
com
perfeição
qualquer
chapeo
que
esteja
nas
circurnstancias.
(2350)
João
Duarte
Pregoeiro, morador no
largo
da
Praça,
d
*
esta
cidade,
participa
ao
respeitável
publico que já pos?ue
um
ca-
lexe e
uma vitoria.
Espera pois
dos
seus
amigos
e
fteguezts,
novos
favores,,
em
o
preferirem,
no
que
com satisfação,
os
pó
de
muno
bem
servir modicameote.
(2347)
Catalogo
d
’
alguns
livros
que se
vendem
na
Livraria
Catholica,
rua
do
Souto,
Braga.
ff". Antonio
Pereira.
Biblia
(ediç.
de
1794,
etc
)
7
vol. em
foi.
Preço
90000.
Sarmento.
Historia
Biblica,
150000.
Antoine.
Theologia,
10<>6O.
Sigillo.
sacramental,
3
vol.
em
4.°
900.
M.
Ylartínlio
Uracarense.
Vida,
Opusculos,
Begras
e
Cânones.
3
vol.
em
foi.,
50000.
Vida
de
S. Francisca
Chantal,
era 12."
240.
Scarfantoni.
Lucubraliones
Canoni-
cales.
2
vol.
em
foi.
50000.
Fleury.
Hisloire
Ecclesiastique. 40
vol.
em
8.°
120000.
Buereux.
Historia
Ecclesiaslica. 11
vol.
em
8.°
30300
inoreri.
Diccionario
histérico (Em
es
panhol)
10
vol.
em
foi.
200000.
La
Cled.
Historia
de
Porlngal.
15
vol.
em
8.®
30600.
Memórias
para
a
vida
de
D.
Fr.
Caeta
no
Brandão
(1.
’
ediç.)
10200.
Breviário
Bracarense,
em
2
vol.
30600
Missale
Bomanum
(edição
de 1573)
40000.
Breviarium
Bomanum,
n’
um
vol.
só,
em
4.° 800
Marlyrologium
Bomanum (1584)
20250.
Idem,
com notas (1620)
10200.
Melhode
da
Liturgia
Bracarense.
400.
Sobríno,
Diccionari»
Espanol
Fran
cez,
10600.
Maeedo.
Viagem
extatislica,
400.
Elpino
Buriense.
Obras.
3
vol.
em
4.°,
10000.
Verdadeiro
melhodo
de
estudar.
3
vol.
em
4.°
10500.
Feijó.
Thealro critico, cartas,
etc.
14
vol. em
4
o
60000.
Quevedo.
Obras.
5
vol. em
4
0
(Em
hispanhol),
30000.
Tratado
historico
das
Ordens
Monásticas
de
S.
Jeronymo.
2
vol.
em
foi.
30000.
Kiwerius.
De
perfeclo
canonico.
2
vol.
em
foi.
20400.
El
Quiiole del
siqlo
XVI11.
4 vol.
em
12 •,
800.
Moraes.
Diccionario (edição de
1813),
30000.
Masailon.
Sermões,
traduzidos;
era
portuguez
12
vol.
em
8.°,
50000.
Estes
preços
são
os
da
avaluação.
Existem
muitas
mais
obras scientificas
e
religiosas em
muito
bom
uso,
que
se
vendem
por
preços
rasoaveis.
José
Luiz Ferreira,
hoje
morador
na
ruas
das Aguas
o.°
9, leva ao
conheci
mento
do
publico
que toma
conta
em
sua
casa toda
e qualquer
eoconimenda
pa
ra
a
B^rca
ou
A'cos,
assim
como
nos
Ar
cos
na
sua estação
á
entrada
da
Ponte,
para
Braga
e
Porto,
pelas
quaes
se
res-
ponsabilisa.
Assim
como
também
em
sua
casa
fieta
trens grandes
ou
pequenos, co
bertos
ou
descobertos
para o Bom
Jesus,
ou
outra
qualquer
porte
do
reino
por
preços
muito
rezumidos.
Braga
31
de
março de
1874.
(2334)
José Luiz
Ferreira.
NOVA FUNDIÇÃO
DE
FERRO
DE
Antwnào
FerreiritaVia
NA
Travessa
de
S.
João
Aonde
faz
toda
a
obra, assim
como
bombas, conçollas,
columnas
para
gaz,
pe-
zos
novos,
panellas
á
ingleza de todos
os
tamanhos,
canos para
agoas
e
gaz,
e toda
a
obra
de
fundição,
como
grades
para
sacadas,
obra
de metal,
sinos
e outros ob-
jectos
de
igual
teor
etc.,
pelos
preços
do
•Porto.
D0 ALTO
DOURO
DA
,
CASA.
BE VILLA
POLCA
RUA
DO
SOUTO
N.°
15
BRAGA.
Acaba
de
ser
sortido
este
armazém
com
as
seguintes
qualidades
de vinhos
engarrafados
e
aquartilhados :
ENGARRAFADOS
Vinho
tinto
de
meza
........................
150
»
»
»....................
190
»
Lagrima
...................................
200
>
Branco
de
meza
.......................
210
»
tinto
de
meza
fino.
. .
.
270
»
de
prova
secca........................
300
Malvasia de
2.
a
........................
360
>
>
velho
.................
400
»
Bastardo...................................
500
>
Moscatel...................................
500
»
Malvasia
........
500
>
Roncão...................................
700
>
Alvaralhão
.............................
560
»
Velho
de
1854.........................
a
600
AL7ICAHAS
«J
Dão-se
em
casa
dos
snrs.
Almeida
&
Pereira á
pessoa
que
achasse
uma
corren
te
de
relogio
de ouro, que
se
perdeu
des
de :,o
Largo
do
Barão
de
S.
Martinho,
até á rua
de
S. Vicente,
e
a
queira
en
tregar
em casa dos mesmos
snrs.
(2332)
A
pessoa
que
no
sabbado d’
Alleluia le
vou
da
Sé,
por
engano, um guardasoli-
nho
de
seda
e
o
queira entregar,
póde
dirigir-se
ao
esciiptorio da
administração
d
’
esle
jornal.
A
RETALHADO.
Vinho
pari
meza
50
e
80,
o
quar
tilho
tinto
e
120 o
branco.
Responde-se
e
garante-se
a
pureza e
boa
qualidade
de
lodos
estes
vinhos,
po
dendo todo
e
qualquer
consumidor
man-
dal-o
experimentar por
meio
de
qualquer
processo
chymico.
N
’
estes
preços
nãa
fica
incluído
o
valor
da garrafa
que
o
comprador
apre
sentará
ou
pagará 50
reis
por
cada
uma.
BRAGA: TYPOGRAPHIA LUSITANA —
1875. - É o formato de
-
comerciominho_06041875_329.pdf
Parte de Comércio do Minho (O)