comerciominho_29031875_326.xml
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-
ANNO
1875
FOLHA COMMERCIAL RELIGIOSA E
NOTICIOSA
NUMERO
326
Àssigua-see
vende-se
no
escrip.orio
do
editor
e
proprietário
José
Maria
Dias
da
Costa,
rua
Nova
n.
*
3
E,
para
onde
deve
ser
dirigida
toda»
correspondência
franca
de
porte.
=»
As
assi-
gnaturas
são
pagas
adiantadas;
assim
como
as
correspondên
cias
de
Interesse
particular.
Folha
avulso
10
rs.
ÁS
TERÇAS,
QUINTAS
E
SABBADOS.
P
reços
:
Braga,
anno l$600
rs.=Semestre
850
rs.=Protí
‘
n-
cias,
anno
2&4Ó0
rs
e
sendo
duas
4&000
rs.=Semestrp
1&250
rs.=Brazil,
anno
4&400
rs.=Semestre
2&300
rs.
moeda
forte,
ou
10&000
reis
e
5&500
reis
moeda
fraca.=Annuncios
por
linha
20
rs., repetição
10
rs.
Para
os
assignantes
20
’
/
0
d
’abatimento.
■MBaHMMBfiflHMMMBBaMMOHHUMniSMBMMaHMmMliriliriíli
I
,1 ■u.lAJU.afifc-V
BKAG
i-SEGL VD
l-FEIHA 3» BE
MARÇO
Era
elle
, incrédulos.
Curvae
a
cabeça.
Adorae-0
!
Se
o
não
conheceis,
é
porque
vos ce
ga
o
orgulho.
Era
elle
,
o
humilde
que
prostrou os
soberbos,
o
manso
que
venceu
os
indó
mitos,
o
simples
que
confundiu os
sábios,
o
pobre
que
abateu
gs
poderosos.
Se
o
não
conheceis,
é
porque vos
en
sombra
o
espirito
o
demunio
da
soberba.
Era
elle
,
o
que
soflreu
e
uão
se
queixou,
o
que foi
perseguido
e
perdoou,
o
qne foi morto, e poude triunfar da
morte.
Suzeranos
da
vã
filosofia,
acasiellaes-
vos,
de
balde,
na
cidadella
da
orgulhosa
sciencia
do
século.
A
Cruz
lambem
assoberbou
os caslel-
los
dos ieros
guerreiros scandioavos.
Tam
bém
a
greva
de
ferro
diante
da
Cruz
e
só
diante da
Cuu
se
dobrou e
se
esten
deu
ao
longo
do
pó
!
Aquellas
cabeças dos filhos do
Norte,
altivas
como
o
polo
do
mondo,
curvam-se
ao
jugo
da
Fé.
Ern
vão
erguestes,
pois,
entre
vós
e
os
humildes pela
Fé,
a
ponte
levadiça
das
vaidades
da
sciencia.
Em
vão!
Que
os
humildes
pela
Fé,
os
que
veneram
a
lou
cura
da
Cruz,
afironlarão
vossos
despre-
sos,
recusar-vos-hão
o
feudo
que
lhes
exigíeis.
Batestes
á
porta
dos
grandes,
e
dis
sestes
aos
herdeiros,
dos
valentes
:
<Nós
também
somos
grandes
pela sciencia,
co
mo
vós
o
foste
pelo
valor;
sornos
gran
des
pelas Içllras,
como
vós
o
fustes
pelas
armas.»
E
assim
tentastes
e
ensinastes
a
des
crer
! E assim os enfraquecestes; e lor
nastes
moiles
e
brando.s
aquelles braços,
outr’
ora
tão
inflexíveis como os eixos
so
bre
que
giram
os
globos
celestes.
E
folgastes com
elles
nos
vastos
sa
lões
(faquelles
amigos
palacios,
que
ainda
no
exterior
conservavam
a
fronte
severa
dos
tempos
heroicos;
mas
não
eram
já
senão
como armadura de
ferro,
cobrindo
e
occullaudo
mimosas
carnes
e
membros
frágeis
de
delicada donzelh.
Folgastes
nas
orgias; erguestes
lam
bem
os
vossos
palacios;
e derrubastes
a
'
Cruz
de
sobre
as
ameias
dos
castello».
E
depois
dissestes aos grandes
que
vos
escutaram
:
«Os
servos
sào
aquelles
que
iá
ficaram
em
baixo,
prostrados
ainda
diante
da Cruz
derrubada.»
Pois
são
agora
esses
servos
da
Cruz,
esses
humildes
pela
Fé,
sào
esses,
gran
des
e
pequenos
pelo
nascimento,
mas
ir
mãos
peia crença,
são
esses
que vos
di-
sein: -<Os
servos
sereis
vós,
porque
a
religião triunfa.»
Nào
lemos
senão
uma
cidadella,
mas
os
alicerces
são
indeslrucliveis.
E
’
uma
cidadella
eterna,
fundada
por
braço
Omnipotente,
sobre
aquella
pedra
escolhida
pelo
Ungido
do
Seuhor
em
Ce-
sarea
<le
Pbilippe.
Não
lem
senão
um
baixel
para
afli
on-
tar
a
piucella
;
mas
não
ha vagas
que o
possam
submergir.
E
’
a
barça
de
Pedro.
Vós
vistes
o
Filho
do Homem
qoe
pas
sava
sem
estrondo,
que
uão
íasia
rugir,
sob
seus
passos,
uma
cana
quebrada,
que
uãu apagava
com
a
planta
o
panno
que
fumegava
em
seu
caminho.
Era
assim
que
dois
séculos
antes
da
ruina
de
Babylouia
o
linha
visto
Isaias
;
ruas
o
profeta
era
crente,
e
por
isso
vira
G
tu
bem
sahir do seio
de
uma
Virgem
aquelle
PimpoUio
de
Jessé,
cujas
chagas
seriaoi
a nossa
cura,
aquelle
Deus com-
nosca
escolhido
para
lavar
os
gentios
com
uma
santa
aspersão.
Vislel-o
com os
ossos
assignalados
na
jielle,
seus
vestidos repartidos,
sua
tuoiea
jogada
ás
sortes,
sua
lingua
molhada
em
fel
e vinagre,
seus
inimigos
blasfemando
em
volta
d
’
Elle, e
saciando-se
de seu
sangue.
Vistel-o
assim;
e
não
vistes
senão
a
fraqnesa
do
homem.
E
todavia
o
profeta
rei
assim
o vira
lambem;
mas
não
estivera
cego
para não
ver
os
pobres e atraz
d
’
elles
os
ricos,
ca
minhando
para
a
mesa
do
Senhor
na
gran
de
Egreja, e ahi
anounciando
a
seus
ir
mãos
o
nome de Deus. Nào estivera
cego
para
não
o
ver
no
resplendor dos santos
sahindo
eternamente
do
seio
de seu Pae. a
cuja
direita
se
assentou,
tendo
seus
ini
migos
abatidos
aos
pés,
e
estendendo
so
bre
os
gentios
seu
império
eterno.
Vistes
o
homem
das
dôres,
o
homem
da
verdade
e
da
justiça, como
David
o
vira
lambem;
mas não
vistes mais
que
o
homem;
e
dissestes
em
vosso
orgulho:
«Aquella
sciencia
foi
grande
para
aquelles
tempos;
mas
a
nossa
sciencia
é
ainda
maior.
Nós
dominaremos como elle
do
minou.»
Enganastes-vos,
que
não
dominareis.
Enganastes-vos, que
não
tendes
a
sciencia.
A
sciencia
é a
fé.
E
vós
sois
incrédulos.
Apenas
vos
fingistes
admirados da
fi
losofia
do
Evangelho;
e
não
vistes
alli
senão
as
theorias
aperfeiçoadas
de
Platão
e
Socrates.
Disieis
que veneráveis
a
filosofia
do
homem;
e
não
comprehendieis
o
Verbo
de
Deus.
Os
servos
e
os
humildes comprehendiatn
melhor
que
vós, sábios
do
mundo
e igno
ranles
das
coisas
do
céo.
Ristes
<ia
simplicidade
dos
crentes; e
vós
fostes
os
néscios
e
os
simples,
que
solletrastes
e
não
soubestes
ler
o
livro
de
Deus.
A
soberba
foi
o
primeiro
dos
sele
sellos
que
vo«
occultou
os
oráculos
escri-
pios
n
’
aquelle
giandioso
livro.
Vistes
os
sacrifícios
da
genlilidade
;
e
não
curnprehendesles
que,
alli
mesmo,
entre
as
sombras,
se
amostrava uma vaga
luz
(Paqoélla
crença
universal
no
crime
que
carecia de
expiação.
Vistes
as
esperanças
dos
povos da
an
tiguidade.
Vistes
que
em
seus
livros
se
faltava
de
um
heroe
futuro,
de
um
fu
turo
reparador,
e
não
cornpreheodestes
que esta
crença
era
tradicçào
universal
das
promessas
do
Eden.
Pergunlae
aos
godos
quem
era aquelle
primogénito
de Deus, que,
segundo
as
suas antiquíssimas crenças,
pela
morte
ha
via
de
triunfar
da
grande serpente
Edda.
Pergunlae
ao» chins
quem
era
aquelle
sabio
de
que
fallava
Confucio
;
aquelle
virtuoso
homem das
bandas
do
Occidente,
aquelle
bello
cáracter de
virtuoso e sabio,
que apagaria lodos
os
crimes
por
meio
de
suas
dôres.
Prrgunlae-lhes
se
elle
era
o
annunciado
pelos
dois
religiosos
de
Fó,
se
o
annunciado
e
confessado
nos
martí
rios
pelos
missionários
portugueses,
aquel
le
virtuoso
e
sabio
que,
30
annos
depois
da
morte
de
Jesus Christo
era
procurado
no
Occidente,
porque
se
julgava
que
já
devêra
ler
apparecido.
Pergunlae
aos gregos quero
era
o
justo
annunciado
uo
Alcibiades de
Platão.
Pergunlae
aos
romanos
quem era
aquel
le
rei
que,
segundo
as
sybillas,
nasceria
no
oriente
da
Judeia
para
governar
o
Oibe;
quem
era
o
rei
annunciado
ao
povo
por
uma
profecia
60
annos
antes
de
Jesus
Christo; qual
seria
aquelle grande
successo
de
que
fallava
Virgílio.
Pergunlae
se o filho
de
Pollião,
se
o
de
Maria
era
o
nascente
menino,
que
a
musa
pagã
annunciava
e
não cotupreheu-
dia.
Os
simples
d
’entre
elles,
os
humildes
pela
Fé
responder-nos-hão
que era
o
ho
mem
das
dôres^
vaticinado
pelos
profetas
de
Sião,
o
Redemptor
do genero
huma
no,
em
quem
todas
as
gerações
tinham
posto
sua
esperança.
Era
aquelle,
cuja
sabedoria
havia
de
uffuscar
a
sabedoria
de
Salomão, cuja
lei
era esperada
pelo
mundo
lodo;
era
o
es
colhido
de
Deus;
era
o
objecto
de
suas
complacências;
era
o
rei
pobre,
rei pa
cifico,
íei
salvador.
Ahi
o
tendes,
pois.
Era
elle
.
Não
o
conhecestes
sofirendo
como
vi-
clima
expiatória;
não
o conhecestes
nem
ainda
perdoando
aos que
o
atormentavam
;
conhecei-o então
triunfante
da
morte
Adorae-o:
é
o
Homem Deus
resusci-
tado.
Diante
d’aquelle
sepulchro
vasio,
hade
cahir
por
terra
e humilhar-se o
vosso or
gulho.
Lá
está a
mortalha.
Lá
está
o
lenço,
que
lhe envolvia a
cabeça,
embrulhado e
posto
ao
lado.
Mas
onde
está
o
cadaver?
onde
está
esse
corpo?
onde
está
aquella
augusta
e
sacrosanta
cabeça?
Que
foi
feito
dos
soldados
que
o
guardavam?
Que
di-
sem
elles?
Como contam
o
extranho
suc
cesso
?
O corpo
desappareceu
do
sepulchro
;
ninguém
ousa
negar
o
caso.
Os
soldados
são cemprados
pelos
sa
cerdotes
perversos
para
declararem
que
os
discípulos
de Jesus
foram
roubar
o
cadaver
ao
sepulchro
em
quanto
os
guar
das
dormiam
Oh! como o
falso testimunho
se
con
verteu em
prova
authentica
!
O
odio
ce
gou
os
espíritos
dos profanadores
do
templo.
Não
viram
que significa
a
asserção
de
um facto
por
teslimuiihas
que
dormiam
quando o
piesencearam
! Não
viam
qne
o
somno
dos
guardas
uã» lhes
servia
de
des
culpa
contra o
castigo!
E
quem
foi
esse
que
appareceu
aos
dis
cípulos, qoe
entrava,
quanoo
as
portas
esiavam
fechadas,
que
comeu com elles
e
oflereceu
a
chaga
do lado
á
mão
de
Tho-
mé,
para que
visse
e cresse?
Nãe
e<a Christo,
disse
o
incrédulo Cel
so
;
era
um
fantasma
!
Era
um
espirito
sur
gindo
das
sombras
!
Assim
vemo»
os in
crédulos
de
nossos
dias,
que
preferem
a
superstição
á
verdade
da
crença
!
Mas
lá
está
o
tumulo
vasio.
Que
é
fei
to
do
cadaver?
Que
é
feito
de
Jesus
?
Surrexil
;
non
esl
hic.
Soflrereis
o
martírio
por
sustentar o
contrario,
espíritos
fortes?
Pois
os
discí
pulos
de
Jesus sellaram
com seu
sangue
a
verdade
da
Resurreição.
De
lodos
elles
o
menos crédulo,
poc
essa
verdade
derramou
o
sangue
nas
ter
ras
do
Oriente.
Fareis vós
outro
tanto
em
leslimunho
do
contrario ?
Oh
!
nào tendes
fé
para crer,
nem
ener
gia
d
’
alma
para
negar.
E
chamaes-vos
fortes
e
poderosos pelo
talento !
Chamaes-vos
iIIuininados,
vós
que
apenas
vos
movei»
nas
trevas
e
nas
som
bras
da
inceriesa
!
O
sepulchro
está
vasio.
E’
alli
o
alca-
çar
da
crença
chrislã.
A
crença triunfa.
Era
elle
,
o
Filho do homem,
o
Ho
mem-Deus
que
nos
remiu
do
peccado.
Curvae a
cabeça,
orgulhosos.
Acceitae
a
herança
dos
crentes.
Jesus
resuscitou
1
E
como elle
resusci-
tarão,
para
a
vida,
os
homens
e
as
na
ções
que
poserem
n
’Elle a
sua
esperança
e
a
sua
salvação.
;
c.
v.
Liwboi
*
34
de
março
(Do
nosso correspondente).
A camara
aprovou
hoMleõi
alguns
pro
jeclos
para
a
compra
do
armamento,
e
para
legalisar as
despezas
com
outro
já
comprado.
Assim,
do
soldo das
remissões
que
é de 716:2890796 rs. será
applicado
á
compra
de
material
de
guerra.
Estão
encornmendadas
e
pagas, em me
tade do
custo, 245:7560050
rs
,
mais
36
bocas
de
fogo
de campanha,
10
canhões
de costa
ou
praça,
sendo
6
ditos
de
26
centímetros
e
4
de
15,
todos
sistema
Krupp.
Os
maiores são de-tinados
a
armar
as
torres
blindadas, que
defendem a
barra
de
Lisboa.
Estas peça»
com os
morteiros
raia
dos
e
as
que
se
estão
transformando
de
arlilheria
arliga
de
bronze,
defenderiam
bem
o
porto
de
Lisboa,
isto
acompanha
do
de
am
sy»tema
de
torpedos
e
baterias
de
arremesso.
Hoje
ha
108 bocas
montadas,
ficando
com
as
que
estãoenconmendades,
arlilheria
em
estado de
servir
50:000 homens.
Estão
contratados
em
Inglaterra
10:000
armas
(espingardas)
Snider,
1:200
carabi
nas,
3:000
espadas
para
cavallaria
20:000
correames,
20 000
artigos d’
eqoipament®,
sendo
5.000
para
caçadores. Ambulaneias,
parque
de
engenheria
e
machinas
para
o
arsenal,
e 3:000
arreios
para
cavallaria
quasi
promptos.
À
fabrica
de
Barcarena
tem
um
motor
d
’agua
baratíssimo;
mas
aqui
onde
é
cos
tume
nada
temer
Santa
Barbara
senão
quando
foz t<O'ões,
deixou-se
apossar
quem
quiz
da
ribeira
de
Barcarena,
e.
o
que
é
mais
o
governo cedeu-a á
compa
nhia
das
aguas. Agora querem
um
motor
a
vapor,
que
uão
pode/á
trabalhar
«em
agua.
Espera-se
que
as
duas
machinas
uma
de
40
outra
de 30 cavallos,
poderão
produzir
600:000
kilogramnias
de
polvora.
Mas
uma
administr?ção
economica,
e
que
não
tivesse
cedido,
o
que
não
devia
ter
cedido,
não
poderia
ter
um
motor
barato
e
tão
prodactor
como
este,
atlendendo
á
barateza?As
machinas
custarão
80,
cou
tos.
Até
2
de
janeiro
d
’
jeste anno
gastou-se
etn
material
de guerra 599.2160135,
sen
do
ferias
no
arsenal
do
exercito
92:9000645
reis.
36
canhões
Krupps
87:1880100
rs.
Cavallo»
e
muares,
86:5760500.
Ambulaneias,
30:3060001).
10
canhões
de
praça,
158:2680640
rs.
por
conta.
Mob
lia
e
utensílios,
10:0000,
10
mil
correames,
11:3060250.
Vieram
noticia»
de
Macau, em
2
de
fevereiro.
H»
alh socego.
U
success>rda
coroa
de.
Sião é um primo
do
fallecido
imperador, que
succumbio
viciima das
be
xigas.
Em
Timor
havia socego,
e
era
bom
o
estado
sanilario.
Houve
uuia
explosão
quartel,
promovida
p
ia
queda
d
’uma
faisca
electrica,
perdttido-se
96
mil cartu
xos.
Falleceu alli
a
ultima
religiosa do
convento
de Santa Clara.
Espera-se em breves
dias,
aqui o
va
por
para
Afiica.
Parece
que
será
levado
a eíTeito
a
or-
ganisaçào
de
uma
companhia
de
navega
ção
para
África,
tanto
oriental
como
Oc
cidental.
Hoje
reutre
a comrnissão
instaladora
da
Caixa de
Empréstimos,
de
que
lhe
fat
iei
na
carta
antecedente.
Está
já
em
Lisboa
o
snr.
visconde <!e
S
Januario,
ex-goveruador
da
índia
e
Ma
cau
Hontem
o
general
Tavares
d
’
Almeidar
prestou
juramento
como
governador
da
ín
dia,
e
deve
partir
por
estes
dias.
j
O
sor. arcebispo
de
G®«
não
parte
em
tão
breve tempo, porque
deseja
ir
ar
mado
com
certas
providencias.
Hontem
na
camara
dos
Pares
o
snr.
Miguel
Ozono
perguntou ao
governo
se
o
novo
bispo dc
Bragança, linha
dado
juris-
dicção
ao
vigário capitular.
O
snr.
Mar-
leos
Ferrão,
irmão
do
bispo,
declarou
que
uão
era exacta
a
noticia
;
que
o
vigário
gera!
do fallecido
bispo é que
tinha
sido
•
nvestido
no
governo
da
diocese, indo-se
assim
de accordo
com
o governo.
Isto
tem
sua
graça.
Fallar-lhe-hei
na
correspondência
de
sabbado
da
Semana Santa
em
Lisboa.
REVISTA
ESTRANGEIRA
COLLABORAÇÃO
Sobre
os
acontecimentos de His
panha.
I
Continuam os
jornaes
a
occupar-se
do
manifesto
de
Cabrera,
que
apreciam
de
var
os modos, como
era
de esperar.
Como
em
nada
interessa
aos
leitores
o« commentarios
mais
ou
menos
arrasoa-
dos,
passamos
a
resenhar o
pouquíssimo
que
podemos colher
posteriorraente
á
pu
blicação
do
nosso
ultimo
n
0
(Jm
telegramma de Hendaya
diz
que
no dia
13
os
carlistas
inflingiram
uma
nova
derrota
aos
affonsinos,
em
Orio. As
perdas
do
inimigo
são
de
36 mortos
e
12
prisioneiros.
A
proclamação de
Cabrera
não
pro-
dusiu o eíleito que
elle
esperava.
Os
seus
proprios
partidários
desapprovam-o
ener
gicamente.
Loma
não
podendo
fas^r
frente aos
carlislas,
quer
abandonar
Orio.
Elle
diri
giu-se
n
’
esie sentido ao
governo de
Ma
drid.
—
0
general affonsista
Despujols,
que
tinha
jurado
exterminar o
exercito
do
centro,
abandonou
o
seu
commaudo.
(Jm
outro
da
mesma
procedência
as
severa
que
os
jornaes
de
Madrid
confirmam
o
augmento
do
exercito
carlista
do centro,
do
qual
saiu
uma
expedição
para
a
Man
cha.
e
que em Madrid
ha
grande
desapon
tamento
pelo
transtorno
do
convénio.
Do
«Jornal
da
Manhã»:
A
nova
que mais
salta aos olhos, ape
titosa
eguaria
devorada no
banquete
dos
sonhadores
do
proximo
termo
da guerra
cailisla,
foi,
nada
mais e
nada
menos,
a
apresentação
do
general
Mendiri,
comman-
dante
em
chefe
das
tropas
carlistas
do
Norte,
ao cônsul
de
Aííonso
XII
em
Bayc-
na.
Uma
noticia
d
’estas
era das
que
ía-
sem
vir a
lagrima
ao
olho.
Mendiri
não
é
nenhum
truca-tintas,
é
o
trinta
diabos
do
Norte
de
Hispanha,
que
vale mais
actualinente
do
que
os
dois Morellas,
e
em
vista
da
importância
do
general
car-
lisla,
o
boato
da
sua
apresentação
animou
os
alcislas
da Bolsa de Madrid,
como
cha
mam
os
hispanhoes
aos
jogadores
de
fun
dos que
inventam
um
successo
de
sensa
ção para
darem
causa
á
alta
dos
valores.
0
boato da
apresentação
de
Mendiri
foi
uma
necessidade
dos
alcistas,
e
mais
nada. 0 general
em
chefe
das
tropas
carlistas
do
Norte
continúa
ao
lado
do
pretendente.
Alguns
jornaes
ainda
se
ía-
sem
ecco
do
boato,
mas
temos
particu
lares
informações
de
origem
íi
iedigna
re
cebidas
honlem
pelo correio, que
nos
aíliaoçam
que
o
governo
de
Madrid
não
rectb-u
nenhuma
communicação
do
cônsul
em
Bayona
a
similhante respeito.
Telegrammas da
Agencia
liavas
Londres
23.—
0
capitão
Zembach
foi
nornealo
commissario
allemão
para
fazer
parte
da
commissão
inixta
que
hade
re
gular a
questão
do
brigue
Gustavo. 0
príncipe
de
Galles
íoi
a
Nice.
Belgrado
25.
—
Foram
dissolvidas
as
cortes.
Paris
23.
—
Morreu
Guiter,
deputado
republicano
liberal
pelo
departamento
dos
Pyreneus
orientaes.
Os
bonaparlistas
pre
param
a
candidatura
de Roucher
ao
se
nado.
Falla-se
em uma commissão
que
será
dada
ao
duque
de
Broglie.
0
minis
tro
da
justiça
vae
nomear
uma
commis
são
para preparar
a
lei
de
imprensa.
Berlim
24.
—0
imperador
recebeu
Mer-
ry,
que
lhe
apresentou
as suas
creden-
ciaes
como representante do
governo
his-
panhol.
Também íoi
recebido
Rascon,
afim
de
apresentar
ao
imperador
as
suas
cre-
denciaes.
Bruxellas
25,-0
governo
allemão
en
viou
á
Bélgica
reclamações
contra
os
jor
naes
catholicos.
Paris
24.—
Rancés,
novo
ministro
de
Hispanha
em
Londres
chegou
a
Paris.
Londres
24.—0
deputado
Oclery an-
nunciou
hoje
na
camara
dos
communs
para
depois
das
ferias
uma
interpellação
ao
governo,
na
qual
proporá
o
reconhe
cimento
dos
carlistas
como
belligerantes.
As
sessões
foram
addiadas
até
o
dia 5
de
abril.
-------------—1 ‘ 1
--
Vae
triunfando
progressiva
e
lentamen
te
a
causa
saneia
em Hispanha.
Um
mesmo
fervor,
os mesmos
senti
mentos
acrisolados
d’
amor
da
patria
e li
berdade d
’
aquelles
povos,
simbolisada
nos
seus
antigos
foros,
e
de
defender
ainda
mais a
religião
saneia
dos
seus
maiores,
qoe
nos
últimos tempos lem sido
tão
pos
tergada,
e
até
vilipendiada
nos
templos,
todas
estas
causas,
digo,
tem
unido sob
uma
unica bandeita e
com
um só
liame
povos
e
corações,
que
nunca
esperariam
de
se
reunir,
senão os
an
;
masse
o
zêlo
saneio
de
darem
a
sua
vida para
sacudi
rem
do
solo
da
sua
patria
e
extermina
rem
a
terrível hidra
da
Revolução,
qoe
ultimamente
fèz
collocar no
throno
de
S.
Fernando o
filho
d’
uma
mulher
que
elles,
os
revolucionários,
haviam
feito
expatriar,
apodando-a
de
Messalina
Coroada,
arran
cando-lhe
com as
suas espadas
as
flôres
de
liz
de
seu
brasão,
que
não
era o
da
nobre
Hispanha
Carlos
VII
caminha,
o
dedo
de
Deus
o
guia
;
não
desanima,
porque
confia na
Pro
videncia
divina,
que
nunca
deixa
sem
pu
nição aquelles
que a
offendem.
Em
Estella,
amiga
côrte
dos
Reis
de
Hispanha,
está
agora
o
palladio
das liber
dades
civicas,
conforme
o entende
o
legi
timo
successor
dos
Reis
catholicos,
que,
creio
eu,
reserva
e
inspira
para
salvação
da
sua
Patria
—
e
não
só d
’ella.
Os
revolucionários
de Hispanha, pla
neando restaurações efemeras,
acclamaram
por surpresa
D.
Affonso; mas
contra
o
go
verno
da
chamada
republica lá
estão cla
mando
os
desacatos
e
profanações
das
egre-
jas
de
Barcelona
e
de
Palencia, e
a
febre
i
n t
er nacion
a
lista
manifestada
em
Alcoy
e
Carlhagéoa.
São
produclos
desvairadas
da
febre
incendiaria.
Contra
estes
é
qoe
D.
Carlos,
é
que
todo
o
hispanhol
de
crenças
catholicas
teem
luctado,
e
hão
de
luctar
sempre
até
ven
cer
São
o&
eternos
carrascos
dos
povos,
incarnação
monstruosa
de
paixões
ruins,
apostolos
sanguinários
da
dissolução
social,
porque
planeiam
nos
seus
criminosos
ar-
rojos
a
aniquilação
dos
fundamentos,
so
bre
que
a
sociedade
assenta
:
o
nivelamento
da
propriedade,
a
destruição
da familia, a
sup-
pressão
da
ideia
religiosa, o cahos,
a con
fusão,
a
barbarie.
Effectuou
se
a
restauração
em
favor
de
D.
Affonso,
qoe
deixou
os
seus
estudos
incompletos
para assumir
as
redeas
d
’
um
go
verno,
que
os
inimigos
de
sua mãe
lhe
offereceram,
para
a
revolução
ler
de mais
uma
fase
em Hispanha, e
uma
cabeça de
menos.
Muito
nobremente
disse D. Carlos no
seu
manifesto, que
á
rovolução
nunca
mais
fallaria
senão pela
bocca
dos
seus
canhões.
A
revolução
é
impia,
é
athea, sem
pre
o foi,
embora
afivele a si
a
marcara
da
hipocrisia,
fazendo
aos
catholicos
algu
mas
concessões
mentirosas,
mas
no
fundo
negando-se
a
restabelecer
a
unidade
reli
giosa
em
Hispanha,
como por
ella
cla
mam
os
orgãos
verdadeiramente
catholicos
e
carlislas.
Catholicos
e
carlistas, sim
se
nhores,
porque
hoje
em
dia
o
nosso
San
to
Padre
condemnou
os
que
falsamente
se
diziam
catholieos-liberaes,
e
portanto,
ou
se
ha
de ser
catholico
com
o
Papa, e
reco
nhecer
na
ordem temporal
os
reis legíti
mos,
ou
impio
com
a
revolução,
e prestar
preito
ás
cabeças
por
ella
coroadas,
e
até
a
uma
prostituta,
que ella
mande
pôr
no
altar
sob
o
titulo
de
Deusa
da
Rasão.
En
tre
este
dilema
não
ha
meio
termo.
(
Continua)
GAZETILHA
Aviso.—
Soa
Ex.
*
Rev.,na
o
Snr.
Ar
cebispo
coadjuclor
de
Braga,
despachará
no
mesmo
dia
os requerimentos
que
forem
lançados
na
caixa
até
ao
meio
dia
e
dará
audiência
depois
do
despacho.
Espera
o
mesmo
ex.™
*
e rev.
“
’
snr.
que
as
pessoas
que desejem
fallar-lhe
sobre
objecios
qoe
nào
sejam
do serviço
d’
este
arcebispado,
escolham
para
este fim
ou os
dias
sanctifi-
cados do
meio
dia
ás
3
horas
da
tarde
ou
os
outros
dias
depois
das
5
horas.
Villa
Nova
de Fammlieão *
9 de
março. —
(
Correspondência
d'esta secção).
—
Domingo
passado fde
Ramos) teve logar
|
«festa
villa a
procissão de
Passos,
a qual,
percorrendo
as
ruas
do
costume,
recolheu
á
egreja
Matriz,
d
’
oode
linha
sahido.
A
procissão levava
vinte
e
quatro
an
jos,
todos ricamente vestidos,
Verónica,
Magdalena
e
S.
João.
Aos
cordões
do
estandarte
grande
pe
garam
os
ex.™
’
8
snrs.
doutores
Conieva-
dor,
Moura, Novaes e
Medeiros.
A
’s
bor
las
do
mesmo pegaram
os
rev.
mos
snrs.
co-
negos
Campos e
de
S.
Thiago
Dantas.
Aos
cordões do
estandarte
dos
Martí
rios
pegaram
os
ex.
m08
snrs.
barão
de
Joanne,
Gaspar
Borba,
Bento
Simões
e
Moreira
Pinto.
Toda
a
procissão ia
com
muita
ordem,
devido,
talvez,
á
actividade
de
alguns
sol
dados
que se
destacaram
pela procissão.
0
resto da
força,
que seriam
vinte
e
tan
tas
praças
commandadas
por
um tenente,
fez
a
guarda
de honra atraz
do
palio.
A
força
militar de
que
lhes
fallo,
veio
d
’
essa
cidade,
porque
era do
regimento
de
infanteria
o.°
8.
Foi
causa de alguma
admiração,
para
alguma
gente,
vir
a
força militar
a con
vite
e
destinada
para
aquelle fim,
e apre-
sentar-se
d
’
uma
maneira
como
se
viesse
para
fazer
alguma
diligencia.
No
dizer d
’
essa
gente
que
faz
os
com-
mentarios,
é
que
os
militares,
visto
serem
convidados
para
a
procissão
de
Passos,
de
veriam
apresentar-se
na
procissão como
seu
melhor
fardamento.
Eu é
que
não
quero
entrar
n’
essa
apre
ciação,
e
porisso,
deixo
a
cada um o
di
reito
de apreciar
como
melhor
entender.
0
qoe
a
mim
me
admirou
foi
—
não
com
parecer
á
procissão
o
snr. juiz
de
Direito,
e
delegado do
procurado
régio.
Seria
por
não
terem
sido
convidados?
Espero
saber
a
rasão; porque
se
a
falta
foi
de
nào
se
rem
convidados,
permiltam-me
então
os
promotores
da
solemnidade
o
dizer-lhes que
não
andaram
como deviam; porém se
aquelles
foram
convidados,
cahiram
n
’
uma
indesculpável
falta,
visto
não
ser
por
in-
commodo
de
saude,
porque
os
vi
eu
na
occasião da
procissão
ir
na
rua,—
o
pri
meiro
em
casa
do
snr.
barão
de
Joanne,
e
o
segundo,
se
bem
me
recordo,
na
loja
do snr.
Mattos!
Mas
quem
me
dirá
se
aquelles dous
snrs.
teriam
vergonha
de
ir
na
procissão
de
Passos?!!
Já
disse
que,
por
enquanto,
não
sei
quem commetteu
o
êrro;
—
se
uns
por
uão
convidar,
se
outros
por não
ceder.
Eu
entendo
que
não
deve
haver
ver
gonha
de
comparecer
nos
actos
religiosos,
seja a
pessoa
que
fôr. porque,
além
de
ser
um
dever nosso,
torna-se
honroso
pa
ra
as
pessoas
que
se
presam
de ser
ver
dadeiros
chrisiãos
Devo
dizer
que
o
andor
do
Senhor
ia
como
nunca
o
vi
tão
bem
arranjado.
Le
vava
quatro
ciprestes
novos
que
oflereceu
o
snr. José
Luiz
do
Rego;
e
além
de ou
tras
ricas
alfaias,
levava
mais
uma
rica
sil
va
que
a
commissão
que
fez
a
procissão
comprou
pela
quantia
de
135500.
Parece-me,
a
meu
ver,
que
a
procis
são
não
ia
inferior
á
que
se
tem
feito
nos
annos
anteriores;
não
obstante
alguém
ler
dito
que não
poderia ser
cousa
em
ler
mos
em
rasão
de
ser
feita por
uns
poucos
de
rapazes.
Mas
eu
direi:
tomara-me
ver
com
rapazes,
como
estes
porque
se
despi
cam
mais
do
que
aquelles
que
se
querem
ler
por
grandes
homens
e
a final
saem-me
peiores
do
que
creanças.
Agora
lambem direi
alguma
cousa
a
respeito
da
armação
da
egreja.
A
egreja estava
armada
com
primor.
Honra
seja
feita ao snr.
Antonio
Joaquim
Dias
Guimarães, que, graiuilamente,
se
prestou,
cão
só
a
armar
a
egreja,
mas
lambem
os passos que
fossem
precisos.
Também
me
dizem
que
os reverendos
ecclesiasticos que
acompanharam a procis
são
não
quiseram
receber
dinheiro;
se
as
sim
foi, como
creio,
não
lhes
cabe
menos
louvores
porque
equivale
a
uma
boa
esmola
que
cada
um
deu
para
ajuda.
—
Na
quinta-feira,
seriam
8
horas
e
meia,
pouco mais ou
menos,
sentiu-se
aqui
um
grande
tremor
de
terra.
As
ca
sas
abalavam
todas
que
pareciam
cair.
To
da
a
gente
ficou
muito horrorisada,
e só
passada
meia
hora
é
que
se
animou a
en
trar em
casa.
—
Hoje,
ao tocar á
alleluia,
queima
ram-se
alguns
judas
; mas julgo que
ainda
havia
de
ficar
algum
para o
anno. Se o
conhecessemos
bem lhe
fugiríamos.
Está
o
correio
a
partir, e
porisso,
na
da
mais
por
hoje.
—
K.
Confirmação.—
Foi
confirmado
bispo
de
Bragança
o
snr.
D.
José
Maria
Ferrão
de
Carvalho
Martens.
Publicação
importante.—
'Acha-se
concluída
a
publicação
do
Grande
diccio.
nario
portugxiez
ou
Thesouro
da
lingua
porlugueza, de
fr. Domingos Vieira.
Es
la
obra
importantíssima consta
de
cinco
volumes,
e
foi
editada
pelo
snr.
Chardron.
do
Porto.
O
annuncio
respectivo
vae
inserto
na
secção
própria.
Festividade.
—
Tem
hoje logar
no
templo
da
Misericórdia
a
festa de
N.
Se
nhor
<Ecce
Homo».
Vida da
Virgem
Maria. —
Recebe
mos
e
muilo
«
agradecemos
um exemplar
d
’um
formoso
livrinh»
de
Mgr. Darboy,
arcebispo
de
Pariz
e
um
dos
mártires
da
Communa.
Intitula-se
Vida
da
Virgem
Maria.
O
seu
traduclor
é o
snr.
João de
Deus,
poeta distinctissimo,
que
precedeu
o
ex-
cellente
trabalho
do
finado arcebispo
com
alguns artigos
em
prnsa
e
verso
consa
grados
á
Virgem
Santíssima.
A
edição
é da
Livraria
Catholica de
Lis
boa,
na
rua
dos
Capellistas,
82,
l.°,
on
de
se
acha
á
venda
pelo
preço
de
100
reis.
Terremoto.—
Pelas 8 hoéus da
tarde
de
quinta-feira
passada
sentiu-se
rfesta
ci
dade
um ligeiro
abalo de
terra,
cuja
du
ração foi
diminuta.
Judas.—
Foram
muitos
os
judas,
que,
segundo
o
costume
de
todos
os
annos,
se
queimaram
depois do loque
de
Alelluia.
Esle
facto
é
significativo da
repugnân
cia
que
nos
inspiram
as
traições
e
os trai
dores.
Religiosos suissos.—
Os
religiosos
suissos
expulsos
pelos
liberaes
do
seu
con
vento
de
Nossa
Senhora
da
Pedra,
foram
procurar
refugio
na
America.
Eis
aqui
a
carta
que seu
Superior
dirige
da
Repu
blica
do
Equador
áquelles dos
seus
irmãos,
que
ainda se
acham
na
Suissa.
«Rio
Bamba (Equador),
5
de
setem
bro
de
1874
Mui reverendo
e
illuslre
Pa
dre.
«Acabamos
de
receber
do
presidente
da
Republica
do
Equador
uma
carta,
em
que
nos
annuncia
que
nossa
chegada
aqui
muilo
o
alegra
e
lhe
inspira
grandes
es
peranças.
Accrescenta
que nos
offerece
um
lindo valle,
situado
a 14
léguas
de
Quito,
que
póde
servir
perlêitamenle
para a
fun
dação
e
ao
mesmo
tempo
para
estabele
cer
uma
colonia
de
suissos
ou
allemãw.
Deseja
que
parlam
para Quito
no
próxi
mo
mez
de
novembro,
dez
religiosos e com
elles
um
architecto.
«Deu
já a
Mr.
Tourquet,
cônsul em
Paris,
ordem de
pagar
os
gastos de
via
gem
a
esses
dez
religiosos.
Cederá
para
a
colonisação,
isto
é.
dará
o
valle
com
to
do
o
seu
terreno.
Este valle
está
situado
sobre
a
nova
estrada
que
sae
de
Quito
para
o
porto
mais
proximo.
Diz-se
que
o
terreno
é
muilo
fértil,
que
tem
muita
madeira
e agua sofficienle
para
a
rega
e
para
as
machinas,
etc.
O valle está
entre
tanto
deshabitado
e por
consequência in
culto.
«O
presidente
nos
convida
a
passar
nos
quanto antes
para
alli
afim
de
examinar
o
terreno
e
offerece-nos
os
meios
necessá
rios
para
viagem
Iremos pois brevemente,
e vos
enviaremos
deulhes
minuciosos.
«Mil
saudações a
todos.
Gosamos
saú
de
e
vos
enviamos
a
segurança
da
nossa
filial
submissão, (assignado)
—P...
Vicente.
(«Apostolo»,
<io
Rio
de
Janeiro).
Sentimos.
—
Referem-nos
que
em
a
noite
de
sabbado
indo
o
snr.
Parada,
ze
loso
chefe
de
policia d
’
esta
cidade,
n
’uma
diligencia
ahi
para
os
lados de
Ferreiros,
onde consta que
se
acoitavam
os
batotei
ros,
deu
uma
queda
e
com
tanta
infelici
dade
qoe
ficou
mui
maltratado
n
*
uma
perna.
Sentimos
immensamente
este
aconteci
mento
e
fazemos
votos
pelas
promptas
me
lhoras
de
s. s.
a
Digitiis Oeí est hie !—
Referem
al
guns
jornaes
um
caso
acontecido
em
Ro
ma,
e
que
os
romanos dizem
ser
um
cas
tigo.
E
’
bom
que
elle chegue
também ao
conhecimento
dos
nossos
leitores.
Um
religioso
Passiooista
passava
por
diante
d
’
um
armazém
de
antiguidades
no
fim
do
«Forum».
O
mercador, joven
ain
da,
sectário
bem
conhecido
e
dos
mais
violentos,
principiou a
enchel-o
de
inju
rias
e
entre
outras
lindezas
o
apostrafou
«puzzone» (cadaver).
O
passtonisla
parou
um
instante,
e
res
pondeu-lhe
com a
maior
calma:
«Ah!
sim,
tendes
rasão,
lodos
cheiramos mal
;
certamente
sou
um
cadaver,
porém
vós
lambem o
sois,
e
a
morte
não
vem longe
a
qual
vos
deve
converter
em
um foco de
infecção!»
Diffícil
é
explicar
a cólera
d’
a-
quelle
sectário
ao
ouvir
estas
palavras
do
religioso,
que
continuou
o
seu
caminho
sem
inquietar-se.
No
dia
seguinte,
estando
o mercador
sentado
á
porta
da
sua
loja,
de
novo
se
embaraçou
com
outro
religioso
d
’
outra or
dem,
mas
de repente
cara
de
costas
feri
do de
apoplexia
;
ao
levantal-o
eslava
mor
te.
Immediatamente
deelarou-se no
seu
cor
po
a
decomposição,
e
foi
necessário
en-
terral-o
antes
do
tempo
do
costume.
Verificou-se
assim
o
que
o
Passionista
tinha
predicto.
—(«Atalaia»).
Romaria.
—
Tem hoje
logar
a
roma
ria
de
Santo
Adrião
na
sua
capella,
nos
aros
d
’
esta
cidade.
Te Deum.-
Na
quinta-feira
da
presen
te
semana
tem
de
celebrar-se
na
egreja
do
Hospital
de
S.
Marcos, pelas
5 horas da
tarde,
um
solemne
«Te-Deum»
a
musica
instrumental,
em
acção
de
grafas
pelo
res
tabelecimento
da
saude do
Provedor
da
Santa
Casa da
Misericórdia,
o
exc.
mo Con
selheiro
Manoel Justino Marques
Murta.
Esta
eJicante
ceremonia
é
feita
a
ex-
pensas
dos
empregados e
capellães
d
’
a-
quella
Casa
e
do
Hospital
de
S.
Marcos,
os
quaes
pedem
assistência de todos
os
fieis.
Semana
Santa.—
Os
oflicios da
Se-
man>
Santa
fizeratn-se
n
’
esta
cidade
na
fórma
dos
annos
anteriores,
sendo
gran
de a affiuencia
de fieis,
que
a elles
assis
tiam,
tanto
da
cidade como
de
fóra.
Os
oflicios
de
Trevas
foram
feitos
a
grande
instrumental,
nas
tres
noites
de
quarta, quinta
e sexta-feira.
O
snr.
arcebispo
coadjuctor
benzeu
na
manhã
de
quinta-feira,
os
Santos
Oleos,
na
capella
do
Seminário
de S.
Pedro,
d
’
onde
foram
procissionalmente
conduzidos
para
a
Sé.
De tarde
verificou-se
a
ceremonia
do
Lavapedes,
feita
pdo
exc.
mo
deão,
e
em
seguida
houve
o
sermão
do
Mandato.
A
’
noite
saiu
da Misericórdia a apa
ratosa
procissão
de
Endoènças,
na
qual
ia
o
Senhor
«Ecce Homo»
n
’
um
riquíssi
mo
andor,
e muitos
anginhos
com
os
em
blemas
da
Paixão.
Na
sexta-feira
fizeram-se
•$
Sagrados
Officios,
sendo
celebrante
o
mesmo
snr.
deão.
A
procissão
do
Enterro
acabou
cer
ca
de
hora
e
meia
da
tarde.
A
’
noite
houve
o
sermã»
da
Soledade,
prégado
pelo
snr.
padre
Martinho Antonio
Pereira
da
Silva.
No
sabbado
celebr©u-se a
Alelluia,
ha
vendo
em
seguida
a
Coroação de
N.
Se
nhora,
nos
Congregados,
onde
concorreu
innumero
povo.
A
procissõo da Resurreição e
missa
de
domingo
foi
lambem
feita
pelo
snr. deão.
Improviso. —
Lê-se
no
«Correio da
Tarde»:
Um
amigo nosso,
que já
não
faz versos,
improvisou
os
quatro
seguintes
alexandri
nos
depois
de
ler
o
celebre
manifesto
de
Cabrera
:
Do
velbo pedestal
caiste,
emfim,
Cabrera
!
Murchos
os
loiros
tens
e
o
teu
prestigio rôto.
Da
vez
primeira,
heróe,
mas
com
visos
de
fera,
Agora, d’
esta
vez, transformas-te era
Maroto
.'
Piramidal!
—
Um sábio
da
«Liberda
de»,
de
Viseu,
fez
a seguinte
descoberta,
que
vemos
mencionada no excellente
jornal
catholico
«A
Atalaia»:
<
Progredir
parece
(sic)
que
vem
de
progredior,
caminhar,
ir
ávante;
assim
co
mo
reacção parece
compor-se
de
duas
pa
lavras re
(do
latim retró,
atraz)
e
acção,
(movimento).
»
Home’
essa
!
I>.
Ramon
Cabrera, —
O
«Conim-
bricense»,
referindo-se
ao
reconhecimento
de
D.
Aflonso,
feito
por
Cabrera
escreve
o
seáuinte
:
N
’
esta
occasiào
vem
a
proposito
publi
car
um
documento
do
mesmo
Cabrera.
Depois
que
em
31
de agosto
de 1839
se fez
o
convénio
de
Vergara,
entrega
ram-se
ao
general
Espartero
as íorças
car
listas,
commandadas
por
D. Rafael
Ma
roto.
Cabrera,
indignado por
este procedi
mento
de
Maroto,
que
elle
attribuia
a
trai
ção
á
causa
de
D.
Carlos,
manteve-se
fir
me
com
as
suas
forças,
e
sustentou
ain
da a
guerra
perto
de
um
anno.
Em data
de
12
de
setembro
de
1839, publicava
Cabrera
a
seguinte
ORDEM
DO
DIA
:
«Uma
traição
premeditada
das
mais
horríveis acaba
de
se
consummar
no
paiz
que
deu
o
primeiro
grito
de
fidelidade pe
lo
nosso legitimo
Soberano.
Começada
por
assassinatos,
que
encheram
de
dôr
os
co
rações
realistas,
e
terminada
pelo
sacrificio
da
nobre
causa
que
sustentamos, seb
o
pretexto
d
’uma
paz
impossível,
ella
entre
ga
as
pessoas de nossos augustos
prín
cipes
á
escravidão
estrangeira
;
ella
imroo-
la
lambem
o
exercito
real,
que deu
á
pa
tria
tantos
dias
de
gloria,
e
que era
a
admiração
de
toda
a
Europa
I
Vergonha
ao
vil
soldado,
que
vende
a
sua
honra
a
preço d'ouro!
Vergonha
eter
na
áquelles
que
se
ataviam com
titulos
de
vicloria,
obtidos
por meios tão
baixos
e
deshonrosos
!
A
Navarra
e
as
províncias
Vascongada
*
foram
seduzidas
pelas
promessas
fallazes
do
reconhecimento
dos
fóros
I
Ellas
cho
rarão
brevemente
a
sua
ionocente
con
fiança.
O
reino
de
Valência,
e
Catalunha,
to
da
a
coronilha
de
Aragão
podem
lambem
reivindicar os
fóros
de
que
foram
despo
jados
oa
antiga
guerra
de
successão....
Â
minha
espada não
entrará
na
bainha sem
os
assegurar,
e
sem
ter
obtido
para a
minha
patria
uma
verdadeira felicidade,
um
governo
protector,
e
uma
paz
honrosa e
digna
dos
filhos
de
Cid
e
de
Pelayo
São
estes
os
invariáveis sentimentos
do
vosso
general,
pelo«
quaes
derramará
até
á
ultima gota
do
seu
sangue.
Viva Carlos
V!
Viva
a
religião
!
Vivam
©s
nossos
fo
ros
locaes!
—
Q.
G.
de
Chulilla
12
de
se
tembro
de
1839.
—
-Conde
de
Morella.o
A
’
caridade.
— Pelo diviuo
amor
de
Deus
pede-se
ás
almas
caridosas
e
bem-
fazejas
uma
esmola para
o
infeliz
José
Ave
lino
Ferreira,
que,
ha
quasi
um
anno,
se
acha
entrevado
com
moléstia
da
espinha.
Tem
em
sua
companhia
sua
mulher,
e
5
filhos
de
menor
edade,
vivendo
lodos
na
maior miséria. Residem
na
rua
da
Ponte
n.° 5.
EXPEDIENTE DA
ADMINISTRA
ÇÃO.
Carlas
e
avisos
recebidos
em
26 e
28
de
março:
Agueda.—
José
d’Almeida
Vedai—Rece
bido.
Almeida.
—
Alexandre
José d’
Andrade
—
Idem.
Bragança.—
Antonio
José
Rodrigues
—
Idem.
S.
Pedro
do Sul.
—
Rev.°
José
Antonio
d
’
-Almeida—
Idem.
Penafiel.
—
José
Luiz
de
Magalhães—
Sciente.
Porto.
—
Jeronymo
Ferreira
Gonçalves—
Idem.
Villa
Real.
—
Rodrigo
Carvalho.—Idem.
SECÇÃO
DE
GO MMU NI GADOS
Snr.
redaclor.
Já
por mais
d
’uroa
vez
os celebres cor
respondentes
de
Villa-Flôr
para
diversos
jornaes do
paiz,
tem
propalado
babuseiras,
pretendendo
fazer
conhecer
aos
espíritos
inexpertos
que Villa-Flôr
tem
todas
as
con
dições
íavoraveis
para
n
’
ella
ser
creada
uma
comarca.
Se
não fôra
ver
expender
ideias
por
certo
improvisadas,
tão
mani
festa
e
evidenlemenle
oppostas
á
justiça
e á rasão.
bem
como
offendidos
caracteres
respeitáveis
e
independentes,
de
certo
fica
ria silencioso,
porquanto, bem
quisera
ab
ster-me
de
vir
á
imprensa
;
porque
apesar
de
conhecer
as
profícuas vantagens
de
sua
nobre e salutar
instituição,
não
é
com
el
la,
priocipalmente
por
meio
de
correspon
dências
sem
seriedade,
allusivas,
e
infun
dadas
que
lem de fazer-se as novas
co
marcas
!
Todos os
homens
cordatos,
e
com
especialidade alguns
magistrados
illustrados
e
inlegerrimos,
conhecedores
a
fundo da
situação
topográfica
d’
estes
dois
concelhos
—
Carrazeda d
’
Anciães
e Villa-Flôr
—
teem
dado a intender
que
aquelle
julgado
pela
sua
extincção,
deve
ficar
incorporado
no
de
Carrazeda: assim
o
reclama
a
justiça
e
o
interesse
dos
povos
que—
pode
affoita-
meme
dizer-se
o
pedem
e reclamam por
sua
maioria.
A
creação
d
’
uma
comarca
em
Villa-Flôr
não
tem
rasão
de
ser,
nem
a lei
de
forma
alguma
p«derá
auctorisar
similhanle
absurdo!!!
Etn
Villa-Flôr,
onde
tudo
é
cahos
e
desordem!!
O
ex.
rao
vis
conde
d
’
Arnaga, digníssimo deputado
por
este
circulo,
como
homem
sensato,
não
ha
de
por
certo
deixar
de pugnar
pelo
bem d’este grande
concelho,
porque
este
sabe
comprehender o
seu
dever
e
reco
nhecer
a
verdade.
O
ex.
mo
ministro
das
justiças em
vista
das
informações colhidas,
e
tendo
em
toda
a
consideração
o
bem
estar
dos
povos,
ha
de
pugnar pela crea-
ção d’uma comarca n’
esta
villa,
pois
além
de
ser
um
acto
de
justiça,
é
alén»
d’
isso
de
grande
utilidade
e
vantagem
reciproca
para
todos
os
povos
dos
dois
julgados
:
o
que
muito
em
conta
se
deve
ter
na actual
conjuoctura.
Pela publicação
d
’
estas
linhas muito
obrigado
ficará
o
que
é
De
v.
etc.
Carrazeda
d
’
Anciães
20
—
3
—75.
Um
imparcial.
SAÚDE
a
todos
sem
medicina,
pur
gantes
nem
despezas
com
o
uso
da delicio
sa
farinha
de
saúde,
REVALESGIERE
DU
BARRY de Londres.
99
annos
d
’invariavel
suceesso
4
Qualquer
doente
acha
por
meio
da
deliciosa
Bevalesciére,
saude,
energia,
ap-
petite,
boa
digestão
e
bom
somno.
Cura
as
indegestões
(dispepsia) gastricas,
gas-
tralgias,
flegmas,
arroios,
ventos,
flatos,
amargor na
bocca, piluitas,
nauscas,
vo-
milos,
irritação
intestinal,
diarrea,
disente
ria,
collicas,
aslhma,
falta
de
respiração,
oppressão,
congestões,
mal
aos
nervos,
diabethe,
debilidades,
todas
as
desordens
no
peito, na
garganta,
do alito,
das
bron-
chites,
da
bexiga,
do
íigado,
dos
rins,
dos
Intestinos,
da
mucosa, do
cerebro
e
do
sangue:
75:000
curas
entre as
quaes
con
tam-se
a
do
duque
de
Pluskow
e
da
ex.
ma
snr.
a
marqueza
de
Bréhan,
dos
doutores
Manuel
Saens
de
Jejada
da
universidade
de
Cordova,
etc. etc.
Adra,
província
de
Ahneria,
(Hispanha),
10
de
outubro de
1867.
Meus
senhores:
—
Tenho
a
satisfação
em
fazer-lhe sciente
que
minha
filha
com
o
uso d’esta
deliciosa
farinha
chamada
Re-
valescière
claocolatada,
curou
radi-
calmeute
de
uma
erupção
cutanea,
que
lhe
impedia
dormir
por causa da
comixão
insuportável
que
padecia.
—
De
V.
S.a
at-
tenlo
venerador,
P
errin
de
la
H
ittoles
,
ao
Visconsulado
de
França.
Cura
78:421.
(Herpes)-
—
Valença
14
de
setembro
de
1873.
Uma
minha
amiga
que
padecia
havia
muitos
annos de Herpes,
foi
curada
com-
pletamente
com
a
Bevalesciére.
—
J.
B
atl
-
lori
,
fabrica de
massa,
Praça
de
S. Ca-
lharina,
9.
Cura 56:936.
Barr
(Baixo
Reno)
4
de
junho
de
1862.
Senhor
:
—A
Bevalesciére
lem
feito
na
minha
pessoa
uma
mudança
maravilhosa,
litndo readquirido
não
sómente
as
minhas
íorças,
mas
também
parecendo-me
que
es
tou completamente
remoçado,
lornou-me
o
appetite,
que
desde
muito
tempo
linha
per
dido,
e
a
oppressão
e
o
pezo
que
padecia
haviam já
40
annos,
já
não
me
atormen
tam.
D
avid
R
uff
,
proprietário.
Seis
vezes
mais
nutritiva
do
que
a
car
ne
sem
esquentar,
economisa
cincoenla
vezes
o
seu
preço em
remedios.
—
Preços
fixos
da
venda por miudo
em
toda
a
pe
nínsula
:
Em
caixas
de
folha
de lata,
de
kilo,
300 ;
de
*
/
2
kilo
800
rs
;
de
um
kilo,
10400
reis; de
2
kilos,
30200
reis;
de
6
ki
los,
60400
reis,
e de
12
kilos,
120000
reis.
Os biscoitos
da
Bevalesciére
que
se
po
dem
comer
a
qualquer
hora,
vendem-se
em
caixas
a
800
e
10400
reis.
O
melhor chocolate
para
a saúde
é
a
Hevaleseière
elkoeolatada $
ella
res-
titue o
appeltile, digestão,
sotnoo,
energia
as carnes
duras
ás pessoas,
e ás creanças
e
mais
fracas,
e
sustenta
dez
vezes mais
que a carne,
e
que
o
chocolate
ordinário,
sem
esquentar.
Em
paus,
ou
em
pó
cm
caixas
de
folha
de
latadelO
chavenas,
500
reis;
de
24
chave
nas,
820
reis
;
de
48 chavenas,
10400
;
de
120
chavenas,
30200
reis,
ou 25
reis
cada
chavena.
BARRY RU BARRY «f
*
C.a
— Pia-
ce
Vendòme, 26,
Pariz
; 77
Regenl-Slreet
Londres
;
Valverde,
1,
Madrid.
Os
pharmaceulicos,
droguistas, mer-
cieiros,
etc., das
provincias
devem diri
gir os
seus
pedidos
ao
deposito
Central
;
snr.
Serzedello à
C.
a
Largo
do
Corpo
Santo
16,
Lisboa,
(por
grosso
e
miudo);
Carlos
Barreto,
rua
do
Lorelo,
28;
Bar
rai
&
Irmãos,
rua
Aurea,
12.
Porte,
J.
de
Sousa Ferreira
á
Irmão, rua
da
Ba
nharia
77;
de
Sequeira
;
J.
Pinto
;
Desí-
ré Rahir;
Coimbra,
V.
Botelho
de
Vas
concellos
;
Aveiro,
F.
E.
da
Luz
e
Costa,
pharm.;
Bareellos,
Ramos,
pharm.;
Braga,
Pharmacia
Maia, rua
dos
Chãos,
Pipa <fc
Irmão,
rua
do
Souto,
Domingos
J.
V.Machado,
praça Municipal.
Figueira.,
Antonio
Vieira,
pharm.
;
Guimarães,
A.
J.
Pereira
Martins, pharm.
;
Pena-
flel,
Miranda,
pharm.
;
Ponte do
Lima,
A.
J.
Rodrigues
Barbosa,
pharm.
;
Po
voa
do
Varzim,
P.
Machado
de
Oli
veira,
pharma.
;
Vianna
do
Cantello,
Aflonso
e
Barros,
droguistas;
Villa
do
Conde,
A. L. Maia
Torres,
pharm.
Convalescente
da
grave
enfermidade
que
ultimamente
soílri,
sirvo-me
d
’este
meio
para
lavrar
um
testimunho
de
gratidão
a
todas
as
pessoas
que
se
interessaram
pelo
meu restabelecimento.
Manoel
Vieira
Beis
Júnior.
O
Cotnmendador
Antonio
Albino
da
Costa
Macedo, juiz
de direito
na
comarca
dos
Arcos
de
Val-de-Vez, não
podendo
pes
soalmente
agradecer
a
todas as
pessoas,
que
o
cumprimentaram
por
occasião
do
fallecimento
de
seu
irmão
José
da
Costa
Macedo,
vem
por
este
meio patentear-lhes
o
seu
reconhecimento.
Arcos
de
Val-de-Vez 23
de
Março
de
1875.
(2341)
Antonio
Albino da
Costa
Macedo.
ANNUNCIOS
A
pessoa
que
no
sabbado d
’
Alleluia le
vou
da
Sé,
por
engano,
um
guardasoli-
nho
de
seda
e
o queira
entregar, póde
dirigir-se
ao
escriptorio
da
administração
d
’este
jornal.
Praticante
de
pharmacia
Na
Pharmacia
de
R.
S.
Carvalho,
em
Villa do
Conde, precisa-se
d
’
um
pratican
te
que
esteja
habilitado
a
aviar
formulas,
independente
da presença
do
proprietário,
e
que
seja
de bons
costumes.
A
quem
convier
póde
dirigir-se
á
re
ferida
Parmacia.
PHARMACIA
Vende-se
ou arrenda-se
uma
Pharma
cia,
em
Villa
do
Conde,
em
bom
local
e
acreditada.
Quem
a
pertender
póde
dirigir-se
á
administração d
’
este
jornal
onde
recebe
ra informações.
(2342)
BANCO
MERCANTIL
DE BRAGA
Sociedade
anonyma
de responsa
bilidade
limitada
Em harmonia
com
o
disposto
no
art.
7.
°
dus
Estatutos,
são
coinidados
os snrs.
accionistas
a
fazerem
a
l.
a
entrada
das
suas
acções na
rasão
de
20
p.
c. desde
o
dia 20
de
abril
até
o
1/
de maio
: em Bra
ga
na
casa
do Banco
e
no
Porto
na
do
seu
agente
o
snr.
João
Evangelista
da
Silva
Mattos à
C.
a
—
Praça
de
D.
Pedro
n.°
22.
Braga
24
de
Março de
1875.
Os directores,
Jo
*
è
Joaquim
Lopes
Cardoso
João
da
Costa
Palmeira
(2344)
José
Antonio
Bebello
da
Silva.
wm
us
Msnwa
O professor em
artes,
letras
e
sciencias,
membros
do
clero e
magistrados; todo
o
medico,
cirurgião,
dentista
e
artista,
que
desejem
obter
o
titulo
e
diploma de
dou
tor
ou
bacharel
honorário,
pódem dirigir-
se
a
Medicus,
rua
do
Rei,
46
em
Jersey
(Inglaterra).
(2107)
•h
tâ.
PRIMEIRA
E
ANTIGA
CÀ6A
KLIZ
sd
>
16'1
NA
QUINTA DE RORIZ
POKTOáfSj'
'•
o
eo/iad
oÊJ
8OÍ9ÍD-
ioq
1,3-RUA
DAS FLORES-1,3
PORTO
JOSE
’
I.
FERREIRA
RORIZ
FORNECEDOR
DA 6ASA REAL
DEPOSITO CENTRAL, RU DAS FLORES, 33
37 E 39
O
proprietário
annuncia
aos
seus
freguezes,
e
ao
publico,
que
em
lodo o
sabão
fabricado na
soa
fabri
ca,
e
que
na
mesma'
se
vender,
ou no
RepoȒto
Cen
tral,
se
fará
o
desconto
de
6
por
ceoto
sobre
os
pre
ços estabelecidos,
de
uma
caixa
para
cima.
Salisfaz-se
com
promptidão
qualquer
pedido
qoe
seja
feito
do
di
to
genero,
tanlo
d
’
esta cidade
coroo das
províncias
e
se garante
a
soa
boa
qualidade.
(JUNTO
À
EGREJA DA MISERICÓRDIA)
COMPRA E VENDE
Inseripçõe» de
aMsentament
Rita»
de eoupong
Dita»
de divida externa
Titulo»
liispanlioe»
interno»
Dito»
externo»
Coupon»
do»
dito» já
vencidos.
Sacca,
toma
leiras
e
dá cartas
de credito
so
bre
Lisboa
e
diversas
praças
estrangeiras,
e
se
encar
rega
de
compra
e
venda
de
tilulos
de
divida publica
nas
mesmas
praças.
I
«
fiiftod -i<
IMMMM
wbomau
.1
-
RUA
DAS
FLORES
-
3
(JUNTA Á EGRAJA DA
MISERICÓRDIA)
SORTE GRANDE 5.000$
Loteria
«ia Santa
Caaa
da Miserieoi
Lisboa
Extracção
a
30
de
Março
a
JOSÉ IGNACIO
FERREIRA RORIZ g
AFIANÇADO NO GOVERNO
CIVIL DO
PORTO, NA
CONFOR-
S
MIDADE
DO
EDITAL DE 28
DE JULUO DE
1860
Tem
á
venda
no seu estabelecimento
bilhetes
iniei-
ros a
55000
rs.
—Meios ditos,
a
25600—
Quartos,
a
15300
—
Oitavo», a
680
—
Cautellas
de
500,
250
e
130
rs.
0
mesmo
satisfaz
com
promptidão
todas
e
quaesquer
encommendas
que
lhe sejam feitas das províncias, ain-
jh
da
que
sejam
em
grande
quantidade,
e
vindo
acompa-
$
ohadas do
seu
importe
em
vales
dos
correio
;
e
no
zg
fim
da
extracção remette
a
lista
dos
prémios
aos
seus
freguezes,
mas
quando
a
oão recebam
em
tempo
com-
peleote
terão
a bondade
de a
requisitar.
(G
*
)
TABVUIHA miirnw
Rua
do Souto,
(esquina da rua de
Jano)
N
’
esta
casa
encontram
os snrs.
estan
queiros
da
cidade e
província,
tabacos das
seguintes
fabricas
:
Companhia
Nacional
em
Xabregas.
>
Lisbonense
em
Santa
Apo-
lonia.
Real
fabri.ca
Lealdade.
Fabrica
Portuense
de
Miguel
Augusto.
>
Boa-Fé,
>
Liberdade.
>
Fidelidade
Portuense.
Commissões
aos
snrs.
estanqueiros
as
mais
vantajosas,
inclusive
Xabregas,
fumos
15 p.
c.
e
rapés
30
p.
c.
(2340)
Acha-se
concluído
O
grande
diccionario
porluguez
ou
tkesou-
re
da
lingua
porluyuezu,
pelo
dr.
fr.
Domingos
Vieira.
Publicação
feita sobre
o
manuscriplo
original,
inleiramente
revisto
e
considera
velmente
augmenlado
e
enriquecido com
numerosas citações
dos
clássicos
portugue
zes
de-
todas
as
épocas
Contendo
I
—
Quanto á
nomenclatura
—
Todas
as
paiavras já collecciorudas
nos
mais
apro
veitáveis diccionarios
da
lingua,
reclifica-
da
a
significação
de
cada
uma,
e
além
d
’
isso
a
phraseologia do
Direito.
Philoso-
pbia,
Sciencias
Naluraes,
e
idiotismos
ar-
chaismos.
II
—
Na
parle
gramncalical
—
Designação
da
natureza
de cada
palavra,
sua
pronun
cia,
auclorisada
pela
accentuação
poética
;
decomposição
das
locuções advcrbiaes;
ca-
cographia,
segundo
os
monumentos
das
primeiras
idades
da
lingua;
as
formas
ir
regulares
dos
verbos. ,
III
-
Sobre
a
significação
da
palavra
—
Uma
definição breve
e
clara,
por
meio
de
uma
descripção
ou
approximacão
dos
ler
mos
equivalentes
;
sentidos
divèrsos
que
ex
prime
nas
locuções,
oa bnguag^p
popular
ou
gíria, ou
em
a
nomenclatura
scienlríica,
ít|-
do
auctonsado
pelos
mais respeitáveis
es-
&
(7
ri
I
4
V
1
}
fi
íH
IV
--Sobre
o
ponto de
vista
historico—
Os
arçhaismos
e
termos
obsal^os^
tanto
da
lingua
galleziana
dos
Cancioneiros
Pro-
vençaes
portuguezes,
como
dos
prineipaes
documentos
jurídicos
em
prosa,
anterio
res
ás
Ordenações
AffoBsinas,
caracterisan-
do
a
época
a
que
pertence
cada
palavra.
V—
Quanto
á
elymologia—
A
investiga
ção
das
radicaes
d
’
onde
se
formaram
as
palavras
portuguezas,
aproveitando
es tra
balhos
realisados no
campo
das Linguas
Romanas, dando
sempre
a
explicação
da
origem e descrevendo
as
transformações
que
soffreram
até
se
fixarem na
fórma
actual.
Preço
da
obra
alé ao
fim
de
março de 1875
:
1.
°
volume
A-B.
.
.
.
45-00
réis
2.
°
volume
C-D.
.
.
.
4$500
>
3.
°
volume
E-L.
.
.
.
55500
>
4
0
volume
M-P.
.
.
.
4$000
>
5.°
volume
Q
Z.
...
4$000 >
Preço
da
assignalura.
.
.
225500
>
Os
5
volumes
encadernados,
275500.
Em
abril
o
preço
será
elevado.
Na
livraria
do
editor
Ernesto
Chardron
—no
Porto.
As
pessoas
a
quem
faltar
cadernetas
queiram
reclamal-as
na
dita livraria.
Banco
Commercial,
Agrícola
e
Industrial
de
Villa
Real
Sociedade anonyma de re»pon»u-
bilidttde Bímitada *
Havendo
de
ser
substituídos
os
títu
los
provisórios
das
acções
d
’
este
Banco
por
litulos
definitivos
de
uma,
de 5
ou
de
mais
de
5
acções,
como
faculta
o art.
6.®
dos
Estatutos,
são
convidados
os
snrs.
accio-
nislas
a
entregarem
até
ao
dia
15
d
’
abril
proximo futuro,
impreterivelmente,
na
sé-
de
do
Banco
e
suas
agencias
no
Porto
e
Braga,
declarações em
que
indiquem
a
fórma
porque
quiserem
lhes
sejam
passa
dos
os
títulos
definitivos.
Na
séde
do
Banco
e
nas
agencias do
Porto
e
Braga
fornecem-se
os
impressos
para
as
declarações.
Villa
Real
10
de
março
de
1875.
Os
gerentes
Francisco
Ferreira
da
Costa
Agarez
Agostinho
José
da Costa. (2328)
NOVA
FUNDIÇÃO DE
FERRO
DE
Antonio Germano Ferreirinlia
NA
Travessa
de
S.
João
Aonde
faz
toda
a
obra,
assim
como
bombas,
conçollas,
columnas
para
gaz,
pe-
zos
novos,
panei
las
á
ingleza
de
todos
os
tamanliQs,
canos
para
agoas
e
gaz,
e
toda
a
obra de
fundição,
como
grades
para
sacadas,
obra
de
metal,
sinos
e outros
ob-
jectos
de
igual teor
etc.,
pelos preços do
Porto.
Catalogo
dalguns
livros
que
se
vendem
na
Livraria
Catholica,
rna do
Souto
n.°
,
Braga.
P. Antonio Pereira.
Biblia
(ediç.
de
1794,
etc
)
7
vol.
em
foi.
Preço
9$000.
Sarmento.
Historia
Bíblica,
15$0U0.
Antoine.
Theologia, 1$‘
*UO.
Sigille.
sacramental,
3
vol.
em
4.°
900.
S.
Martinho 9?r»earen»c.
Vida,
Opusculos, Begras
e
Cânones
3
vol.
em
foi., 5^000.
Vida
de
S.
Francisca Chanlal.
em
12.
’
240.
Scarfantoni.
Lucubraliones
Canoni-
cales.
2 vol.
em
foi.
5$000.
Fleury.
Hisloire
Ecclesiastiqiie. 40
vol.
em
8.°
12$000.
Ruerrux.
Historia
Ecclesiaslica.
11
vol.
em
8.°
3$300
Itloreri,
Diccionario
histérico
(Em
es
panhol)
10
vol.
em
foi.
20$000.
lua
C’ied.
Historia
de Porlngul.
15
vol.
em
8.°
3i£600.
Memórias
para
a
vida
de
D.
Fr
Caeta
no
Brandão
(I.’ ediç.)
l$200.
Breviário
Bracarense.
em
2 vol.
3$600
Missale
Bomanum
(edição de
1573)
4-5000.
íireviarium
Bomanum,
u
’um
vol.
só,
em
4.° 800
Martyrologium
Bomanum
(1584) 2$250.
Idem,
com
notas
,(1620)
i$200.
Melhodt
da Liturgia Bracarense.
400.
Sobríno.
Diccionario
Espanol
Fran-
cez, 1$õ(/0.
Macedo,
Viagem
extatistica,
400.
Klpino R«ai
*
ieu»e.
Obras.
3
vol.
em
4.°,
l^OOO.
Verdadeiro
melhodo
de
estudar.
3
vol.
em
4.°
15506.
Feíj«í.
Thealro
critico,
cartas,
etc.
14
vol.
em
4
0
65000.
Quevedo.
Obras. 5
*
oí.
em
4
0
(Em
hispanhol),
350OO.
Tratado
historico das
Ordens
Monásticas
de
S.
Jeronymõ.
2
vol.
em foi.
35000.
Wveriu».
De
per
fedo
cano
nico.
2
vol.
em
foi.
25WO.
El Quijole del
siqlo
XVI11.
4
vol. em
12
»,
800.
Maraee.
Diccionario (edição
de
1813),
35000.
Ma»»ilon.
Sermões,
traduzidos
era
porluguez
12
vol.
em
8.°,
55000.
_
Estes
preços
são
os da
avaluação.
Existem
muitas
mais
obras
scientiíicas
e
religiosas
em
muito
bom
uso,
que
se
vendem
por
preços
rasoaveis.
ACÇÕES
João
Manoel
da
Silva
Guima
rães.—
Rua
do Souto
n.°
43.
Compra
e
vende
Acções
de
todos
os
Bancos
e
Companhias,
Inscripções
de
As
sentamento
e
coupons. (58
í)
COMPANHIA
GERAL BRA-
■
CARENSE
Abre-se
no
dia
5
do
prox»mo
Abril
o
pagamento
do
dividendo de
15000
rs. por
acção, votado
na
assembleia
geral
de
18
de
janeiro, e
conlinúi
em
todas
as
segun
das,
quartas
e
sextas
feiras
não
santifi
cadas,
desde as 10
horas
da
manhã
até
1 da
tarde.
Braga,
23
de
março
de
1875.
Os directores,
Henrigue
Freire
d
’
Andrade
(2338)
José
Ferreira
de
Magalhães.
Vende-se uma casa
feita demovo,
ju
Ê.
COín
grande
loja
para
armazém,
-
sita
na
rua
das
Agoas, com
n?
91.
Vê-se
das
9
horas
da
manhã
até
ao
meio
dia.
Trata-se
com
Antonio
Silverio
de
Pai
va,
da Ponte.
(2314)
METAES
VELHOS
Na
travessa
de
S.
João
n.°
5,
com
pra-se
toda
a
qualidade
de
metaes,
e ferro
velho
até
mesmo fundido.
(860)
NOVIDADE
41,
Rua
«lo Souto, 14
Campos
&
Almeida,
acabam de'
rece
ber
grande sortido
de
chapéus
de
feltro
e
seda,
«ultima
moda>,
da
acreditada
fa
brica
dos
snrs.
Maia
e Silva,
do
Porto,
que
vendem
pelos
preços
da
fabrica.
Também
se
fabricam
e
consertam
cha
péus de
todís
as
qualidades. (2330)
■ PAPEL
De
livros
velhos
para
embrulhos,
a
peso,
e
barato.
Vende-se
na
rua
Nova
n.°o.
.
DENTISTA
IIENIIIQLE
A
í
ROVFFE
32,
Bua
do
Souto, 32
Cootinúa aberto
o
estabelecimento
des
de
as 9
horas
da
manhã
ás 4
da
tarde.
ALMEIDA & PEREIRA
Largo
do Barão
de
S.
Martinho
n.°
Compram e
vendem acções
de
todos
os
bancos
e
companhias,
e
inscripções
d’
assentamento e
coupons.
(I)
BRAGA:
TYPOGRAPHIA LUSITANA —
1875. - É o formato de
-
comerciominho_29031875_326.pdf
Parte de Comércio do Minho (O)