comerciominho_18031875_323.xml
- conteúdo
-
3.
’
ANNO 1875
FOLHA
COMMERCIAL RELIGIOSA
E
NOTICIOSA
NUMERO
32?
Assigna-see
vende-se
no
escriptorio.do
editor
e
proprietário
José
Maria
Dias
da
Costa,
rua
Nova
n.# 3
E,
para
onde
deve
ser
dirigida
ioda
i
correspondência
franca
de
porie.==
As
assi-
gnaturas
são
pagas
adiantadas
;
assim
como
as
correspondên
cias de
Interesse
particular.
Folha
avulso
10
rs.
ÁS
TERÇAS,
QUINTAS E
SABBADOS.
P
reços
:
Braga,
anno l$600
rs.=Semestre
850
vs.
—
Provin-
cias,
anno
2&4Ó0
rs
e sendo
duas
4^000
rs.=Semestrc
1&250
rs.=Brazil,
anno
4S400
rs.=Semcstre
2&300
rs.
moeda
forte,
ou
10&000
reis
e
5&500
reis
moeda
fraca.=Annuncios
por
linha
20
rs.,
repetição
10
rs.
Para
os
assignantes
S0 ®/
#
d
’
abatimento.
BRAG
A—«JUIAiT A-FEIRA 18
»E
MARÇO
Nada
prejudica tanto
uma
causa,
como
a
desunião
entre
os
que
a
defendem.
Nao
é
muitas
veses
a
força e
o
nu
mero dos
inimigos
que
fasem
arrear
a
bandeira
que
se
lhes
oppõe,
mas a
di
vergência
e a
guerra
intestina
entre
os
que
á
soa
sombra militam, e
que
consu
mindo-lhes
as
forças
os
enfraquece
e
de
bilita,
pa^a
combaterem
os
seus
contrá
rios.
Esta
verdade
que
se
evidenceia
por
si
mesma,
deve estar
sempre
patente
ao
espirito
de
todos
os
verdadeiros catholi-
cos.
E
’ grande
a
Iucta
que,
mercê
de
Deus,
somos
chamados
a
sustentar-
contra
a
im
piedade
; e
maior
ainda,
quem
sabe?
a
que
se
nos
antolha,
para
um futuro
mais
ou
menus
proximo.
N
’estas
circumstaucia
*
,
pois,
que
po
dem
inieressar-nos
questões
secundarias,
que,
sem
nos
fortalecerem
para
a peleja,
escandalisam
os
que
ao
nosso
lado
que
rem combater
?
Somos
catholicos?
pois
bem,
aífirme-
mol-o
bem
alto
não
menos
que
pelas
nos
sas palavras,
pelos
nossos
actos
de
amor
e
caridade
para
com
os
que comnosco
partilham
da
mesma
fé,
e
nutrem
as
mes
mas
crenças.
Não
gastemos
em
pugnas
tão
improfí
cuas,
como
inglórias
as
forças
de
qoe
precisamos
para
repellir
os
ataques de
um
inimigo
formidável
Devemos
não
nos
esquecer
de
que
dian
te
de
nós
temos
um
adversário
potjero-o
que
observa
cuidadosamente
todos
os
nos
sos mais
pequeno
*
movimentos,
e
que
por
certo
ri
e
folga
com
as
nossas
dissensões,
E,
poucos,
como
somos,
que
resulta
do
podemos
esperar
dos nossos
esforços,
se
as
forças
de
que dispomos
são
por
nós
desviadas do
seu
fim
principal—
a
defesa
da
religião e
da Egreja?
Qoe
valor
lem
as
questões
políticas
perante
a grande
questão
religiosa?
Pensa
acaso
alguém,
que
melhorará
o
inundo
e
a
sociedade pela
politica?
Engano.
A
politica
para
ser
profícua,
deve
ser
preparada
pela
religião.
Se
assim não fôr. poderão
satisfaser-se
mesquinhas
ambições,
mas
a
sociedade
continuará enferma,
e
os
mesmos
males
subsistindo.
Todos
desejamos
governos
de
morali
dade e
justiça.
Esle
desejo
é
nobre,
é
justo, é
santo,
mas que
mal
andaremos
se
coníhrmos
unicamente
á
politica
nol-o
satisfaça!
Quando
a
corrente é
forte,
não
admira
que
arraste
comsigo
quem tenta
oppor-se-
Ihe.
Pois
bem,
a
corrente
du
mal
é
fortís
sima;
e se
não
nos
empenharmos
pri
meiro
que
tudo
em
a
diminuir
pela
diíTu-
sâo
do
bem, ella
arrastará
comsigo
as
vontades
ainda
as
>mais
bem dispostas.
Formemos
pois todos
um
só
corpo,
coq
;
o
uma
só é
lambem
a
ideia
que
nos
domina.
Mostremos aos
nossos
adversários,
que
a
verdade
religiosa
pela
qual
combatemos,
nos
dá
a
força
da
união
que
uão
póde
ser
superada.
,
Deix.emos
por agora
todas
as
demais
quesiòe-.
Confiemos
á
religião
o trabalho de
realisar
nossos
desejos
no
campo
polilico.
Não
rareemos
as
nossas fileiras.
Acceilemos
de
bom
grado
todos quan
tos
dominados
dos
mesmos
sentimentos
re
ligiosos
querem
ir
ao
combale a nosso
lado.
Se
um
ou
outro
nos
não
dá
tudo,
dá-
nos
o
essencial,
e tanto
basta
para
que
devamos agradecer-lhe a
sua
cooperação.
A
causa
é
de
Deus e
por
isso
nada
póde
antepor-se-lhe.
E
pois
que
pelejamos
por
Deus,
Elle
tomará
á
sua
conta
todas as
demais pre
tensões
que
justamente
nutrimos.
-
—
miílD
qilfMDtt CTTW
Na
época
actual
é
infeliz
mente
olha
do
como
objecto
de
admiração
e
de
as
sombro
aquelle
que
tem
a
ferça
de
ma
nifestar
publicamenle
ideias
verdadeiramen-
le
catholicas
e
conformes
ao
espirito
da
Egreja.
E
ião
pervertido
se
acha
aclualmenle
o
espirito
da
mocidade,
em
geral,
que
é
frequente
negar-se
rnlelligeticia e
san
ra
zão
áquelles
que
seguem
na
flôr
da
vida
as
maxirnas
salutares
do christianismo e
que
professam
as
doutrinas
da
Egreja Ca-
tholica.
E
a
razão
está
em
que
a
maior
parte
dos
adolescentes
se
deixam
arrastar
pela
im
petuosa
corrente
das
ideias
hoje
geralmen-
te
dominantes,
sem
attender
a
que
ella
conduz irremediavelmente
a
um
abismo
onde
só
reina
anarchia
e
desordem,
onde
se encontra
a
desgraça das
nações
e o
avil
tamento
dos
pu
*
os.
A
educação
verdadeiramente
religiosa e
desa<
nuviada das
sombras
do,
fanatismo,
operou
prodígios
em
épocas remotas, pois
que
os
nossos
antepassados
souberam
inspirar-se
da
abnegação
e
fervor pelo
serviço
de
Deus
e
d-t
paina.
E
estas
virtudes foram sem
duvida devidas
ás
ideias
verdadeiramente
catholicas.
que
eram
bebidas
jnntamente com
o
leite
materno!
Comparemos
o
fervor
e
zelo
pela
fé
e
pelas
glorias
da
paina
qoe
animaram
os
nossos maiores,
com
o
egoísmo
e
indif-
feren;a
por
indo o
qne
não
fôr
de
inte
resse
material
e individual,
que hoje
ca-
racterisa
a
sociedade moderna, e d
’ahi
não
pudemos
deixar
de
deprehender
que es
sas
obias
grandiosas
e
commettimentos
qua^i
iinudiios
que teem merecido
a
ad
miração
geral
airavez
dos
séculos
foram
devidos
ás
funda» crenças
e
á
educação
verdalrifamente
catholica que
receberam
nossos
maiores.
E se
assim
é,
porque
não
sahimos
nó
*
da
imliílerença
,
porque
uão
procuramos
atear
no
coração
da
nova
geração
as ideias
grandiosas
que prouuziram
na
antiguida
de
tantos
e
tão
exceli
ntes
fr
netos! ?
N
’
este
pensamento
lidamos
nós,
e
são
estas
as
nossas
mais
caras
esperanças.
Bem
hajam
aquelles
que,
desprezando
o
espirito
egoista
da
aclualidade,
se
votam
ao
serviço
de
Deus e
dos
seus
similhan-
tes
a despeito
das
contrariedades
e
da
opposiçào
quede
continuo
exercem
os
ad
versários da
verdade.
Julgamos sem
duvida boje
digao
dos
mamrt-s
encomios
e
alé
consideramos
ver-
dadeiramente
furte,
aquelle
que,
despren
dendo-se
da
abjecta
e
aviltante
consideia-
ção
pelos
resp-
ilos
humanos,
se conft-ssa
frança e
aberlamente
verdadeiro
calholico
e
crente
nas verdades sublimes
que a
Egreja
nos ensina;
e
que,
a
par de
acios
meiitorios
e
proprios
do
veidadeiro chris-
tão,
defende
energicamente os
interesses
é
direitos
da
Egreja
Caiholica
da
qual
é
di
gno
filho.
A
esle
concederá
o
Senhor
as
bên
çãos
e
louvoies
da
terra,
e
reservar-lhe-ha
tios
ceos
uma
corôa
immorial.
—
[A
Ver
dade,
do
Funchal).
IdMboa
15 «ie laarço
(
Correspondência]
Coo«ta
que
n
’
esia
semana
vae
começar
na
camata
dos
deputados
a
discussão
do
projecto do
codigo
de
disciplina
militar
e
em
seguida
a
reforma
d
’iuslrucção
pri
maria,
e
que
para
isso
vão
haver
sessões
noturnas.
Se
o
governo
tem
empenho
em
que
passem estas leis,
o
povo
não
o
tem
me
nos, e
este
louvará
aquelle
por
acudir
a
duas necessidades publicas,
ioslrucção
e
a
segurança
dos
cidadãos.
Também
se
espera qne
íique
concluída
a discussão
dos
caminhos
de
ferro
das
Beiras.
• —O
ministro
do
reino
apresentou
uma
proposta
que
altera
o
sistema
aciualmente
seguido para
o
recrutamento
marítimo.
—
Vae fundar-se
n’
e»ia
cidade
mais
um
novo
Banco
com
o
titulo
de
Sociedade de
Credito
Commercial.
—
Honlem teve
logar
na
capella
par
ticular do
snr.
palriarcha
a
ceremonia
da
imposição
do
paleo
do
snr.
arcebispo
de
Goa,
primaz do
Oriente.
Ciliciou
o
snr.
patriarcha,
servindo-lhe
de
assistentes os
snrs.
conegos Cicouro
e
Menezes.
Assis
tiram
além dos
sacerdotes
que o
snr. ar
cebispo
tem
em
sua
companhia, seu ir
mão o
snr
dr.
Ornellas, sua familia
e
a
do snr.
patriarcha.
conde
de
Villa
Nova
de
Goa
e
mais
pessoas
de
sua
amisade.
—Nada
lhe
direi
sobre
o
que
o
<Jo>-
nal
do
Cominercio»
e
«Diário
Popular»
publicaram
ácerca do tal escandalo
cleri
cal,
que
aquelles
jornaes
dizem
ter aconte
cido
na
egreja
parochial
dos
Anjos,
entre
um
sacerdote
e
o
snr.
Kandal,
porque
a
«Nação»
de
honlem
pulverisa essas
ca-
lumuias,
coutando o facto
como
na
ver
dade se
deu.
Limita se
a
isto
:
o
sacerdote
não
se
neguu a
continuar
a dar
a
communhào
em
quanto
o
snr.
Kandal
estivesse
na
egreja, mas
sim
pediu
e
admoestou
para
que
os
que
estavam
de pé
ajoelhassem.
O
snr.
z
Kandal
é
que
não
querendo acce
der
ás
solicitações do sacerdote saiu
do
templo.
Nada digo
sobre
o
zelo
do
sacerdote
e
se
procedeu bem ou
mal;
o
que digo
é,
que
quem
entra
n
’uma
egreja,
ainda
que
uão seja
senão
por
simpies educação
deve
praticar
e
seguir
os
actos
externos
que
se
praticam
quando
se
celebram
mistérios e
ceremooias
;
e
em
toda
a parle
onde
os
templos
são
policiados,
quer
sejam catho
licos
quer
protestantes,
fasem
com
que
estes
actos
sejam
cumpridos,
ou
condusam
para
fóra
do
templo os
incivís
—
Vi
n
’
um
jornal
d
’
ahi
umas noticias
de>
que
não
Unha
obtido approvação
um
empréstimo
qae
pediu a
camara
d’
essa
ci
dade, e que
isso
importava
uma
desconsi
deração
para
o
presidente
da
mesma
ca-
maia,
o
snr.
deputado
Jeroiiymo
Pimen-
lei. Não
só
por curiosidade, mas
princi-
palmeme
para
poder communicar-lhe
al
guma
coisa
com
exaclidão,
respeito a ques
tões
que tem ligação
com
negocio
*
d
’
essa
terra, tratei
de
indagar
o
que
havia
de
verdade
a
este
respeito;
e
pelo
que
subo
—
digo-o
com
franqueza—•que
só por
pai
xão
politica
se
póde
dar
tal
inlerpetração
a
um
acto
do
poder
executivo,
que
en
tendeu
dever
pôr
algumas
duvidas
ao
pe
dido
da
camara
d
’
essã
cidade.
E’
absurdo
ver
uma
desconsideração
no
procedimento
d
’
um
poder
superior que
entendeu
uão
devia
subscrever
cegarrtente
tudo
quanto
é
submetudo
á
sua
appro
vação.
Posso
aífiançar-lhe
que não
podia
ha
ver
n
’
aquella
recusa
ao
pedido
em
ques
tão
a
menor
desconsideração
para
com
o
sr. presidente
da
camara
Jeronymo
Pimentel,
pois
que
pelo
que tenho
observado
aquelle
cavalheiro
é
um
dvs
deputados
mais
con
siderados
d
’
esse disiriclo,
um
dos
que go
sa
do
melhor conceito
e
tem
gtande
in
fluencia junto
do
governo.
Contaram
me
alguns
factos
que
provam
exuberantemenle
esla atlirmativa.
Entre
os
muitos
baste»
apontar-lhe
o
seguinte que tem
relação
com a
questão
presente.
Já
d
’
ha
muitos
annos
que
os
orçamentos
tfessa
camara
nunca
foram ap-
provados
sem grandes
delongas
e
virem á
secretaria
duas e
mais
veses;
outro
taat
0
não
tem
acontecido
desde
que
é
presidente
o
snr. Pimentel, pois
tem
sido
prompta-
mente
approvados,
sem
a
menor
duvida
todos
os
orçamentos
taofo
geraes como
Mipplementares.
Concluo,
por
hoje,
disendo
que nas
aflumaçòes
do
jornal
dessa
localidade,
ao
qual
tenho
alludido.
ha
mais
despeilo
’po-
lilico
do
que
verdade.
BEVISTA ESTmGEIU
Não está
ainda
plenamente
confirma
da
a
noticia
sobre
a
traição
de
Cabcera,
de que
falíamos
em
o
n.°
precedanle.
Passemos
a
resenhar o
que
lemos
nos
jornae
*
(Fhontem:
-Falia-se
na
organisação
de
partidas
republicanas,
especialmente
na
Catalunha,
onde
a
excitação
é
mais
pronunciada.
Em Barcellona foi
preso
Ruban
Dona-
deu,
ex-depuiado
federal
e
secretario
que
foi
de
Figueras.
—O
governo
mandou
reforçar
a
briga
da
Cirlot,
ulumamente
batida,
nas
proxi
midades
de Gerona, pelos
carlistas
que
o
obrigaram a
retirar,
fazendo-lhe
ínais
de
100
baixas.
—
Dorregaray
tem
complelamente
or-
ganisado 20:000
liomen.-,
no Centro-
o
seu
fim
é
orgaoisar
40:000
homens,
com
os quaes
se
dirigirá
sobre
Madrid.
—
Segundo um
lelegramma
enviado
de
S.
João da
Luz,
os carlistas
estavam
bom
bardeando
Orio,
no dia
8.
Loma partiu
com
as
suas
iropa>
a
levar-fhe
soccorro.
—Segundo
informações carlislas.
a
bri
gada
de
Morales
de
los
Rios,
que
àccom-
melleu
as
forças
de
Cucala,
foi
por
este
derrotada
em
RosseL
Depois
de se rderir a esta noticia,
diz
o
correspondente
da
«Palavras:
<0
verdadeiramente
grave
nestas
co
marcas
do
Centro
é
a
tomada
por
sur
presa
da
praça
e
castello de
Mooson,
de
que
se
apode»aram
os
carlistas
na
noite
de 4
para
5
íiean
lo
prisioneira
de
guerra
a
guarnição,
segou
Jo
dizem
de
500
sol
dados
<
e
300
voltinianos,
e
em
poder
dos
'
/
encedoies
armas
e petrechos,
bem
como
sete
peças
d
’
artilheria.
Nada
disse
o
governo
desie
conlratempo, e
isto
bem
se
explica
em
ra-ão
do
sistema
que
ado-
pton,
porque
Monsão
e uma
u
guiar
pra
ça
de
guerra,
situada na
fronteira
de
1‘
rança,
pelo
lado
do
baixo
Aragão,
e
a
posse
d
ella
é de
não
pequena
utilidade
para
os
carlistas.
Também
na
Catalunha
soflreu
um
rc-
vez
de
con
ideração
o
brigadeiro
Cirlot,
que
de
Gerona
se
dirigia
a
Solsona.
Ata
cado
n,is
posições
que
cortam
a
passa
gem
para
esla
praça,
foi-lhe
ião
contra
ria
a
fortuna
que
sua columna
teve
de
dispersar-se
depois
de
quatro
ou cinco
boias
de,
peleja,
deixando
no
campo
cer
ca
de
100
mortos,
nao
muitos
prisionei
ros, mas
coosiieiavel
quantidade
de
ar
mas
e
um
ou
dons canhões.
A
causa
piincipal
d
esle
desastre
attribuem
n
’a
os
militares
entendidos
a
que o
chefe
libe
—
tal
e>queceu,
li du
em maus
espias,
as
precauções
que sempre
se
tomam,
e
so-
bietudo
quando
^e
combale em
terrenos
accideniados,
bem como
ao
facto
de
que
no
meio
da
Iucta
com
as
forças
carlistas
se
encontrou
inupiuádamenie
accommelli-
do
na i
ectaguai iia e
envolvido
por
tres
batalhões
que
conduziu
Sabdls,
de
cuja
aproximação
oão
linha noticia,
descuido
esle
que
dá
a
conhecer nao ler
elle
pen
sado
em
sua provável
retirada.
O
facto
é
que
leve
de
vollar
a
Gerona
com
pou
quíssima
gente,
e
que
o*
soldadus
de
soa
brigada
que
lhe
não
ficaram
no
campo
andam
dispersos
em
grupus
que
vão che
gando
como
podem
aos
ponctos
que
oc-
cupam
tropas
do
gcveino.
Por sua
parte
Tristany
comprehendeu
uma
sene
de
operações
estratégicas no
Priorato,
província
de
Tarragona,
cujo ob-
jectivo
opinam
os
militares
que é apoderar-
se
de
ponto
fortificado
de
Villafranca
ou
Vendrell,
como
pensam,
e
isto,
como se
comprehende,
revela
o
proposilo
de
esta
belecer-se
solidamenle
dominando
•
paiz.»
Telegrammas
da
Agencia
Havas
Constantinopla
12.
—■
Será
promulgado
ámanhã
o
decreto
reconhecendo
o
governo
de Hispanha.
Logo
que
chegue
o
minis
tro
de
Hispanha ficará
terminado
o
inci
dente
com
a
Boumania.
Versalhes
13
—
A
Assembleia
votou
a
terceira
deliberação
sobre
a
lei
dos
qua
dros
do
exercito.
Foi
fixada
para
segun
da-feira
a eleição
do
presidente
da
Assem
bleia.
A esquerda
votará em
Audifhei-
Pasquier se
o centro
direito
acceitar
Du-
clerc,
da
esquerda,
para
vice-presidente.
Berlim.
—Os
jornaes
ailemães
desmen
tem
o
boato
de
qne
Bismark
enviará
uma
nota
ao
governo
de
Roma
coo
o
fim de
restringir
a
liberdade
do
poder
espiritual
do
Papa.
Roma
13.—Simeoni
será
sagrado
bispo
«>a
próxima
Paschoa,
partindo
depois
pa
ra
Madrid
a
encarregar-se
da
nuncia-
tura.
Idem
14.
—
No
proximo
consistorio
se
rão
nomeados
cardeaes
Manning, Deschamps.
Lodochwski,
Maclorcey
e
o
arcebispo
de
New-Yoik.
Paris
15.
—
As
mezas
da
esquerda ado-
ptaram
unanimemente
a
candidatura
de
Audifret
Pasquier
para
presidente
da
as
sembleia
sem
exigirem
do
centro
direito
a
promessa
para
que
este
votasse
em
Duclerc
para
vicepresidente.
Causou sensação
a
noticia
da
entre
vista
do
rei
de
Italia
com
o
imperador
de
Áustria,
a
qual
se
realisará
em
Vene
za
no
dia 6
do
proximo mez.
Londres
13.—Frederick
Ellon
foi
no
meado
cônsul
inglez
nas
possessões portu
guezas
da
costa
oriental
d
’
Africa.
Madrid
15.
—
A
«Gaceta» publica
o de
creto
reintegrando
Montpeosier para
o
pos
to
de
capitão-general
do
exercito, resti
tuindo-lhe
as
honras
e
condt-coração.
Publica
também varias
promoções
mili
tares
Não
ha
nenhuma
noticia dos
carlis-
tas.
GAZETILHA
Lausperenne.
—
Expõe-se
hoje
oo
templo
dos
Congregados,
oo
sabbado
na
capella
de
S.
Vicente, e
segunda-feira
na
parochial
egreja
de
S.
Lasaro.
JV.
Senhora
das
Rores.—E’ ama
nhã
a
festividade de
N.
Senhora
das
Do
res,
no
magesloso
lemple
dos
Congrega
dos.
Esta
solemnidade
costuma
ser
uma
das
mais
pomposas,
senão
a mais
pomposa, das
que
se fazem
n’
esla cidade. •
E
’
orador
o
rev.
,no
abbade
de
S.
Pedro
de
Maximinos.
Aviso
do Ceu.—
Refere
«EI
Católico
Argentino»:
A
13
de
maio
ultimo
a
auctoridade
civil
de
Milão (Italia)
não
consentiu
que
se
fizesse
nma
solemoe
procissão
em
honra
de
Santo
Ambrozio,
e
a 13
de
junho
se
guinte
desencadeou-se
um
furioso
furacão
sobre
aquella
cidade
e
seus
arredores,
que
causou
enormes
damnos
a
lodos
os
esta
belecimentos
de
dissipação
e
mundanos
pas
satempos,
isto
é
aos
jardins
públicos
e
tbeatros.
Não
transluz n
’
isto a mão
justiceira
de
Deus
?—(
Aposlelo],
Desgraça.—
Na
manhã d’
ante-honiem
um
operário
caiador
que
andava
a
traba
lhar
n
’
um
piedio
da
rua
da
Boa-Visla,
caiu
juntamente
com
a
escada
sobre
a
qual
se
achava,
ficando
com
a
cabeça
e
um
bra
ço
bastante
maltraclados.
Atribue-se
esta
occorrencia
á
imprevi
dência
ou
malvadez
d
’
uma
mulher
que
por
alli
condusia
uma
cavalgadura,
e
sendo
avisada
para
que a
desviasse
de
junto
da
escada,
fez
juslameole
o contrario.
Exemplo edificante. —
O
presiden
te
da
republica
do
Equador
não
cessa
de
dar
ao
seu
povo
e
ao
mundo
os mais
admiráveis
exemplos
da ié
e
piedade.
Cercado
dos representantes
da
aristo
cracia
do
paiz
e
acompanhado
sempre
de
seu
filhinho
que,
apenas
tem quatro an
nos,
elle
assistiu
a
todos
os
exercícios
da
missão
que
acaba
de ler logar
em
Quilo,
capital
do paiz.
No
dia
do
encerramento
da
missão se
guiu-se
a
procissão
do
Cruzeiro, que
foi
levado
pelo
proprio
Garcia
Moreno,
e
pe
los
mais
nobres da
côrle.
Uma
hora
gastou
o
trajecto,
e
o
pre
sidente
nunca
accedeu
ao
pedido
de
se
deixar
substituir
por
outro.
Findo
o
acto, elle
ainda
ajudou
a
col-
locar o
Cruzeiro
no
Calvario,
que
fez eri
gir
com
os missionários
como lembrança
e
monumeeto
da
missão.
— (Tribuna Catho
lica].
N
ColumnK romana.
—
Nas
escavações
a
que se
está
procedendo
para
a
conslruc-
ção
da
nova
rua
da
Sé,
appareceu,
nas
proximidadas
da
torre
denominada
da
Aju
da,
que
ha
annos
se
demoliu,
uma
co-
lumna,
cuja
inscripção,
não
obstante
estar
algo
carcomida,
mostra
»er
dos
marcos
miliarios
da
via-romana.
Os
jardins.—
Cada
povo
tem
as
suas
preferencias
na
arte
da
jardinagem.
Os
jardins
italianos
são
obras
de
luxo,
em
que
a
esculplura
e a
archileclura
osten
tam
as
suas
maravilhas
e
até
obrigam
as
arvores
a
representar
de
paizagens
c
de
monumentos.
Os
jardins
francezcs
com
põem-se
principalmente
de
alamedas
ma-
gestosas,
de
bosques
elegantes,
de
lagos
espaçosos,
e
de massiços
de
verdura
e
de
flores,
fundindo e
combinando
artisticamen
te as
suas cores e
formas'.
A
feição do jardim
inglez
é
exclusiva
mente
campestre,
e
revela
um
povo
prin-
cipalmente
pastor,
agrícola
e
caçador,
que
depois
se
tornou
marítimo.
Poucos
arvo
redos
seguidos;
algumas
arvores
copando-
se
sobre
grandes
espaços
de
relva
;
cami
nhos sinuosos
em
vez
de
alamedas;
em
fim,
verdadeiras
scenas
campestres, em
qoe realçam
a
frescura
dos
prados, a
bei-
leza
d»s
arvores,
a
vista
alegre dos re
banhos,
as
aguas serpeando
caprichosas,
o
util
e
agradavel,
a
arte
corrigindo
as
formas
rudes
e
asperas
da
natureza,
mas
sem
lhe
roubar
as
graças e
bellezas
da
sua
fecundidade
natural.
Os
inglezes
gos
tam
de
ver
na
terra a
imagem
do
oceano,
e
preferem
as
formas ondeadas
e
prespe-
ctivas
caprichosas dos
seus jardins.
Em
Portugal
vae
progredindo
muito
o
gosto
pelas
flores
e
pela
cultura
dos
jar
dins.
Felizmente o
nosso
paiz, em
muitos
pontos
de
suas
províncias,
apresenta as
mais
risonhas
e
amenas
imagens da
for
mosura
campestre.
Podemos
ler
verda
deiro
orgulho,
ao
contemplar
esses
qua
dros
admiráveis
de nossas
montanhas
e
valles,
dos
nossos
rios
de
prata, dos
nos
sos
prados
viçosos,
de
nossas
veigas
e
campinas
mimosas,
de
nossos
pomares
e
cearas
floctarido
como
vagas
de
oiro.
Os
poéticos
e
formosos-
arrabaldes de
Coim
bra
podem
servir
de
exemplo,
principal
mente
na
primavera
e
estio.
Companhia
edificadora e indus
trial bracarense. —
Na
segunda-feira,
á
noite,
houve
a
reunião
geral
dos
socios
installadores
da
Companhia
edificadora,
pa
ra
nomear
a sua
gerencia.
Foram
eleitos
gerentes
os snrs.:
Fer
nando
Castiço,
José Alves
de
Moura
e
Francisco
da
Silva
Araújo,
os
quaes
se
prestaram
a
servir,
gratoitamente,
duran
te
o
primeiro
anno
da
instailação
.
O
snr.
viscende
de
S.
Lasaro
também
generosamente
se
òflereceu
para
Caixa
da
companhia,
garantindo
o
juro
de
4
0/0
dos
capitaes
que
estejam
paralisados
em
co
fre.
Para
supplentes
foram
nomeados
os
snrs.
: João
Carlos
Pereira Lobato
d’
Aze-
vedo,
Joaquim
Firmino
da
Cunha Reis e
José
Joaquim
Lopes Cardoso. Para
presi
dente
da
Assembleia
geral
o
snr.
dr.
Jo
sé
Maria
Rodrigues de
Carvalho, e
vice
presidente
o
snr.
visconde
de
S.
Lasaro:
secretários,
os
snrs.
João
de
Mello
Fal
cão
e
João
Augusto
d
’
Oliveira
Braga.
Portugwezes
falleeido
*
.
—
Desde
14
a
21
do
mez
findo
falleceram
no
Rio
de
Janeiro
os seguintes
:
Anlonio
de
Magalhães Grilo, 23
annos,
solteiro;
José
Duarte
Raphael,
40,
s.
;
Se
rafim
Pinto 16; Manuel
Pereira.
34,
ca
sado;
José
Joaquim
dos Santos Júnior,
22;
Anlonio
Moreira dos
Santos,
50,
s.
;
Joaquim
Anlonio
de Lima,
30,
s.
; João
Joaquim
Godinho
Júnior,
22.
s.
;
Antonio
Martins
Laginba
Júnior, 24;
Maria
da
Gloria
Jesus
Pimenta,
22,
viuva;
José
Mar
tins
de
Campos,
53,
v.
;
Antonio Pinhei
ro
da
Fonseca,
40,
s.
;
Manoel
José
Luiz
Tosta,
55,
v.;
Angelina
Malhilde
Macha
do
Dias,
45, c.
;
Joãe
Isaac
Bittencourt
de
Mello,
26,
s.
; Jacinlho J.
de Carvalho,
25,
s.
;
A.
Gil
da Silveira,
15;
Anlonio
Rodrigues,
48
;
Geraldo
Ferreira
de Abreu,
50,
c.
;
José
Monteiro
Adão,
35,
c.
;
Hy-
polito
Alves
de
Magalhães,
13;
José
Go
mes, 32,
c.
;
Francisco
Baptista
de
Mi
randa,
20;
Antonio
Pereira
da
Silva,
13;
Francisco
Mendes da
Silva, 22,
c.
;
Er
nesto
Exposto.
25,
s.
;
João
Mendes
Pi-
zão,
45,
s.
; Joaquim
José
da
Cunha,
29,
s. ;
Fernando
de
Briío Bittencourt,
70,
v.
;
Anlonio
Joaquim
Pereira,
37, c.
;
Au
gusto
José
Fernandes, 60,
c.
;
Vicente de
Sousa,
60,
c.
;
Antonio
Teixeira,
29,
c.
;
José Antunes,
22;
Francisco
Carvalho
Bastos, II;
João
Belchin,
18;
Augusto
da
Silva, 21;
Delfina
Tavares
Lobo.
19;
Manuel
Gonçalves
Maia,
35,
s.
;
Bento
Cardoso
Contente,
44,
v.
;
Joaquim
Fans-
tino,
28,
s.
;
Francisco
dos
Saotos
Costa,
19;
Antonio
Rodrigues,
24,
s.;
Antonio
José
Martins tinoco,
48,
s.
;
José
Alves
da
Costa,
36, s.
;
José
Antonio
da
Cu
nha
Oliveira,
50,
c.
;
Maria
do
Amparo.
28, c.;
José
Pacheco
de
Lima,
12;
Joa
quim
dos
Santos
Palvinhas,
30,
s.
;
An
lonio
do
Couto,
57,
c.
;
José André dos
Santos,
40,
c.
;
José
da
Costa,
42,
c.
;
Anlonio
José
Domingues
Braga,
56,
v.;
João
da
Silva
Ferreira
38.
s.;
Anlonio
Ignacio Lourenço, 15;
José da
Silva,
42,
c.
; José
Coelho
Cotia,
22;
João
Perei
ra
dos
San.tos,
40.
s.
;
Eduardo
Augus
to
Mascarenhas,
42.
c.
Jury.
—
Eis
os
individues
nomeados
pa
ra comporem
o
jury dos exames
dos
can
didatos
ao
magistério
primário,
neste
dis
tricto
:
Presidente
—
Bacharel
Luiz
da
Costa Pe
reira,
commissario
dos
estudos, Vice pre-
sidente
—
Manoel
Pinheiro
d
’Almei>Ja
Aze
vedo. professor
do lyceu,
Bacharel
Domin
gos
Moreira Guimarães,
bacharel
João
de
Paiva
Faria
Leite Brandão,
bacharel
Gon-
çalo
zAnião
de
Macedo
Sá
e
Abreu,
João
Luiz
Corrêa
Júnior,
professor
de
ensino
primário
em
B^aga,
Francisco
José d’
A-
raujo
e
Sá,
idem,
Maria
Carlota
de Freitas
Lima,
Anna Maria
de
Sousa,
professora
em
Brag».
fitestabvleeimcnto.
—
Acha-se
já
quasi
restabelecido da
grave
enfermidade
que
ultimamente
soffren,
o
nosso
presado
amigo Manoel
Vieira
Reis Júnior,
nolavcl
estudante
do curso lheologico, e moço
de
excellentes qualidades pessoaes.
Felicitamos o
nosso
amigo,
e sua
ex
tremosa
familia.
Batalhões earligtas.—
A
província
de
Biscaya
que
tanlos
e
ião
honrosos
sa
crifícios
lem
feito
pela
causa
carlista,
es
tá
agorà
organisando
á
pressa 8
novos
batalhões
que
se
denominarão
de
«Santo
Anlonio
de
Urquiola»,
de
Arbol
de
Guer-
nica», de
«Nossa Senhora do Carmo»,
de
«S.
Miguel
de
Arrendioaga», de
<S.
João
de
Gasteludagre»,
de
«Nossa
de
Bogogna»,
de
«No-sa
Senhora
da
Antigua»,
e de
«S.
Pedro
Abanto».
Estes
batalhões
devem
dar
um
contingente
não
inferior a
12:000
ho
mens,
não
comprefiendendo
senão
os
bis-
cayuhos
de 18 a
40
annos.
O
sub-ins-
peelor
geral
dos
mesmos,
D.
José
Urqnieru,
trabalha
sem
descanço
na
sua
organisa-
ção.
Transfereneia. —
Por
motivo
de
cair
na Semana
Santa
o
dia
em que
se
costu
mava
fazer
a
festividade
de
S.
Bento
no
convento
do
Salvador,
fica
esta transferida
para
dia
11
de
julho,
anniversario
da
trasladação
do
mesmo
Santo.
Constará
de
missa
cantada,
sermão
de larde
e
exposi
ção todo
o
dia.
Na terça-feira
depois
da
Paschoa, dia
em
que
se
resa
de
S.
Bento,
haverá
no
mesmo templo missa
cantada,
e
exposição
de
manhã.
Consoreio.
—
No
sabbado
proximo
pas
sado,
13
do
corrente,
reuniram-se
pelos
sagrados
vínculos
do
matrimonio,
na
egre
ja
parochial da
terra da
sua
naturalidade,
o
snr.
Duarte
Pereira
Dias
Ribeiro,
phar-
maceuiico,
com
a
snr.
a
D
Deolinda
Rosa
da
Silva
Pereira, filha
do
honrado
proprie
tário
o
snr.
Bernardo
José
da
Silva Pe
reira,
do
concelho
da
Povoa de
Lanfioso.
A
avaliarmos
pelas
nobres qualidades da
snr.
a
D.
Deolinda
e
delicados
sentimen
tos
do
nosso
simpathico amigo
o
snr.
D.
Ribeiro,
agouramos
aos noivos
om
futuro
de
prosperos
dias
ds venturas,
que
am
bos
se
tornam
credores,
e
que
do
coração
lhe
desejamos.
*
* *
----- -
i
-rf
ia
aí
i
rS
Ka
nftCx
aB
riM»-----------------------
COKRESPO.VDEACIA
Pedem-nos
a
publicação
do seguinte
:
Rápido volver
d'ollao« «obre
o es
tado
aetual da «oeiedade.
Civilisação e progreso,
sàoos
vocábulos
que
continuamente
se
ouvem
proferir
aos
atheletas
da
filosofia
moderna,
pretendendo
persuadir
que
a
epoca
aclual
é
realmente
a
mais
aprazível
que
os
mortaes
leem
pre-
senceado.
Ao
século
XIX
deu-se
oepilheto
de
«$e.
colo
das
luzes»,
e, em certo
modo,
um
tal
raciocínio
não
é
pneril.
São
raras
as
invenções
qoe o homem
tem
imaginado,
que
não
tenha
posto
por
obra :
navegai
ção
a
vapor,
illuminação
a
goz,
caminhos
de
ferro
por
diverso
*
sistemas,
telegrafia
electrica,
cabo
submarino,
etc.,
tudo
nos
obriga
a
confessar
o
progresso
artistico
e
intellectual
da
humanidade.
No
mundo
social,
porém,
noia-se
não
a
necessária
reforma
de costumes,
mas
sim
completa
ctrrupção
; e,
comtudo,
a
socie
dade
admitie com
agrado
tudo
quanto
é
novo, embora
tal mutabilidade
seja per
cursora
d
’um
porvir
funesto.
E
na
verda
de,
quem
fixa
suas
vistas
em
tudo
quao-
to
é
transitório,
e
julga qoe
o
homem
fóra creado
para gozar
unicamente
as bei-
lezas
d’
este
mundo,
abraça
facilmente
to-
das
as ideias
conducentes
áquelle
fim.
A
filosofia
moderna,
ao
mesmo
tempo
que
aconselha
o
homem que
goze,
prega
o
reinado
da
razão;
e, os
indivíduos
a
quem
a
fortuna
nunca
foi
adversa,
sem
se
lembrarem
que
muitos
existem
cerca
dos de
privações,
vivem
por
tal fórma
embriagados
nas suas
presumpções
que
só
á
sua
própria
rasão
é
que
obedecera.
Mas
a
razão
póde
enganar
;
logo,
quem
prega
o
seu
reinado
é
apostolo
do
erro.
Sobeja
exparencia
nos
mostra
que
as
doutrinas
da
filosofia
moderna
assentam
sobre
princípios
completamente
mundanos
;
mas,
infelizmente,
o
homem persuadido
d
’
aque!las verdades
novas
chega
a excla
mar
oo
meio
das
suas
questões:
—
epoca
Ião feliz
como a
aclual jámais
o
mun
do
presenceou
! 4
civilisação
moderna
la
vrou
sentença
de
extermínio
’
ao
servilismo
e
despotismo;
desterrou
os
frades,
prin
cipiando
pelos
jesuilas,
e
aniquilou
os
con
ventos ;
exiingue
as
freiras
o
faz crua
guerra
ás
irmãs
da
caridade;
ordena
a
venda
dos
paçaes,
e
os padres
assim
lesa
dos
nos
seus interesses
materiaes
serão
em
menor
numero;
íinalmente,
a
civili
sação
moderna
faz
crua
guerra
á
Egreja
e...
assim
lhe cumpre,
porque
a
religião
é
um
empecilho á
civilisação
e
ao
pro
gresso!
Que
mais
feliz desejará
ser
o
ho
mem
?
As
artes
chegaram
a
um
estado
de
per
feição nunca
esperado
;
a
Europa
e
a
Ame
rica
são
um tecido de cominunicações
;
a
Afia,
a
África, e
Oceania,
ainda
que a
passos
mais
lentos,
seguem
na
estrada
do
progresso
;
as
grandes
nações
do
mundo,
especialmente
na
Europa
e
America,
sus
tentam
grandes
forças
de mar
e
terra,
opiimamenie
mobilisadas
;
finalmenle, o I
mundo tornou-se
um
paraíso.
Quem
o
não
quer
gozar
é
insensato
t
ou
reacciontrio
!
E,
na
verdade, quaesquer
indivíduos
qoe
se ufanam
de
prégadores
da
civilisa
ção
moderna,
leem
em
abono
das
suas
doutrinas
tudo
quanto
acima
fica
expos
to.
Mas
deixemos
a
filosoíi» moderna
com
a
sua
mentirosa
civilisação
..
Cumpre
pois
a
nós, reaccionarios in- í
transigentes,
reprovadores
dos
arremaian-
I
tes
dos paçaes
e
de
lodos
espoliadores
dos
bens
da
Egreja
;
nós
que
appehdamos
de
fals?
a
civilisação
moderna
em
pleno
|
século
XIX
;
nós,
finalmenle,
que nos
ufa
namos
de
crer
e
dizer
que
os
primeiros
prégadores
da verdadeira
civilisação,
foram
doze
pescadores da
Galilêa,
ousamos
dizer:
Emquanlo
uns
assistem
a
uma
toura
da,
onde
tudo é
vozeria
e
loucura,
e
deitam
prendas
e
dinheiro
ao
meio
do
cir
co
em
remuneração
d'uma
boa
«sorte»
que
fez
o loureiro
;
sofrè
um
entrevado,
um
pae
de
familia, uma
viuva, um
sen
tenciado
que
está
expiando
seu
crime
ab
soluta
carência
de
meios.
Se
os
protegidos
de
fortuna
assistem
;
cheios
de
delirio
ao
baile
de mascaras
e
!
ao
«soirée» argumentando-se
aqui
fortunas
|
e
famílias
e
alli se cochicham
talvez pa-
hvras
obcenas
e
se
gastam
cabedaes
que
existem
unicamente
na
esperança,
choram
outros,
cujo
pae,
irmão,
esposa
ou
filho
geme
no
leito
da dôr,
e
para
os
quaes
não
ha
uma
parca
refeição ou
os
medi
camentos
que
exige
e
curaiivo!
Onde
re
sidem os
resultados
beneficos da
civilisação
moderna?
Não
as
produz;
substilue-as
a
í
caridade
christã.
Em
quanto
uns
vestem
no
rigor d>
moda,
andam
outros
cobertos
de andra
jos,
ou
em
completa
nudez.
Uns
finalmente,
habitam
sumptuosos
palacios
e
fazem-se
servir
lauios
jantares,
outros
não
teem
com
que
satisfazer
o
alu
guer
d
’«ma
enfrestada
e
immunda chou
pana
e
experimentam
os
horrores
da fo
me
!...
3
0
chamado servilismo
teve
sentença de
extermínio.
E
’ conveniente
que
o
homem
conheça
que
só
Deus
é grande;
mas
é
absoluta
mente
necessário
a
respeito
do
inferior
para
com
a
superior,
do
contrario
nãs ha
sociedade
possível.
E
onde
existe
o
res
peito e
submissão?
A
revolução,
filha
de Satanaz,
menti
rosa
como
este,
chama
á
submissão
de
nossos
antepassados
servilismo...
Confessamos
que ou aqui
ou
alli sem
pre
houve
quem commette-se
prepotências
;
mas submissão
em
toda
a
sua extensão
onde
existe?
N
’
aqueiles
que
dizem
não
haver
rei
nem
papa,
ministro nem
padre
que
lhes seja
superior?
Nos
filhos
da
«Internacional»
formando «greves» e pe
dindo
diminuição
de
trabalho
e
augmen
to
de
salarios
?
N
’
aquelles
que declaram
guerra
á
propriedade,
guerra
á
familia
e
guerra
a
Deus?!
Mentirosa
civilisação
!
!
!
Prégadores
da
filosofia
moderna,
en
con
fesso
o
vosso
progresso
no
suicídio,
no
infanticídio,
praticado
todos os
dias
por
modo
que
causa
horror,
e...
na
sensua
lidade;
confesso
finalmente
a
vossa
civili-
sação
com
a
qual
preparaes dias
dolorosos
á
Egreja
de
Jesus
Christo.
Nego
a
vossa
civilisaçãoe
progresso
de
cantado: sem
religião
não
ha
civilisação
possível
;
e
é
no
Christianismo,
só
n’
elle,
que
reside
a
força
vital
do
progresso!
Penella
—março
de 1875.
João
Manoel
d
’
Abreu.
SECÇÃO DE COMMÚNICADOS
Amares 15 de
março de 1875
Snr.
redactor.
Li
no
seu
acreditado
jornal
dous
com-
municados do
snr. Henrique
Bizarro,
nos
quaes, queixando-se
amargamente
da
justi
ça d
’
esle
julgado,
pediu
providencias
ao
snr.
ministro das
justiças.
Procurei
descobrir
o
motivo
de
tal
quei
xa,
e pude,
sem
grande
custo,
conhecer
que
era
infundado e
não
passava
d
’uma
farçada
ou
chula
burlesca
com
que
se
di
vertem ordinariamente os
apaixonados
por
ella.
O
snr.
Bizaarro
uo
seu
libello
infama-
torio
coolra
as
auctoridades
d
’
Amares.
com
posto, na
maior
parte,
de
palavras
ôcas
e
sandices,
limita
a
sua
accusaçãt
á
demo
ra
d
’
uma
citação
que
o
juiso
ordenára,
e
um
oflicial
de
diligencias
não fizera
com
grande
brevidade,
justificando
a
demora,
e
a
incobrir
o
attentado
que
elle
proprio
queixoso
commttera,
depois
de
ter
com
binado
com
o
snr.
José
Cândido
de
.Maga-
Ihàts,
a
distrinço
amigavel
dos prazos
e
bens
livres
da
casa
da
Kibeira,
posto
que
fiogidamehle, pois
que
fazia
entrar
ao
mes
mo
tempo,
na
referida
casa
os
famigerados
podadores armados de
grandes
facas, rewol-
vere-,
roqueiros,
etc.,
com
que
procurava
enriquecer
a
cultura
das vinhas, 'introdu
zindo
em
Figueiredo
esse
novo
sistema
!
E
’
este
um
facto
incontestável,
narra
do
por
pessoas fidedignas
que
o
presen
tearam em Braga
e
Ponte
do
Porto,
ias
estações
dos carros
do
Carneiro,
e
na
di
ta
freguezia
de
Figueiredo,
e
do
qual
nin
guém
de
boa
fé
poderá
duvidar,
attenta
a qudidade
d
’
aquelles
podadores
quasi lo
dos
homens incompetentes
e
inhabeis
pa
ra
tal serviço
!
E’
puis,
em
nome
da
justiça
que
o
snr.
Bizarro
invoca,
a
qual manda dar
a
cada
um
o
que
é
seu, e
em
desafron
ta
das
pessoas
que
governam
e
adminis
tram
este
concelho
a
que
pertenço,
que
venho
hoje
á
imprensa para
mostrar
ao
publica com
imparcialidade,
e
sem
ani
mo
d
’
offensa
ou
aggressão, que
o
Bizarro
não tem
justificado
motivo
de
queixa,
e
deixa
apparecer,
alravez
do
seu aranzel,
um
resentimeulo
pouco
honroso
para
si,
attenta-a
sem
rasão
d
’
elle.
s
As
auctoridades
d
*
Amares
não se
pres
tam
a
caprichos, t.em
respeitam
interesses
individuaes,
quando
a
justiça
e
a
equida
de os
repellem.
As
auctoridades
d
’Amares
administram
justiça
d
’
um
modo
inexcedivel,
e
usam
lambem d’equidade,
como
acontece
em
toda
a
parle,
onde
existem
empregados
probos,
honestos
e
honrados
como
o
juiz
e
administrador
d
’
esle
concelho.
0
snr.
Bizarro
tem encootrado
n'este
julgado
justiça
e
equidade.
Justiça
;
porque
os
seus
requerimen
tos, dentro
da
orbita
legal,
teem
tido
sem
pre
deferimento ;
e
equidade
também
;
pois
que, se
a
não
houvesse,
teria
recebido
o
justo
castigo
do
seu atlenlado despotico e
imprudente,
aggravado
pela
premeditação
e
aleivesia,
e
estaria
hoje, talvez,
encer
rado
n
uma
prisão,
pagando com a
falta
de
liberdade
o
errado
passo
que
dera,
com-
prometlendo a
ordem publica, e
antepon
do
á
conservação
de
muitas
vidas
®s
seus
sinistros interesses.
0
snr. Bizarro não
póde
queixar-se
com
rasão
das
auctoridades
e
empregados
d
’este
julgado,
amados
e
respeitados
por
seus administrados,
porque
suas
virtudes
o
recommendam
;
e
se
o
snr.
Bizarro
fosse
homem
sensato
e
oão
se
deixasse
illudir
por
homens ambiciosos,
que,
em
logar
de
o
elucidarem
e
lhe
tirarem
as
cataratas,
miram
sómente
aos
vinténs
que
lhe
pó-
dem
auferir,
saberia
fazer
justiça
ás
auc
toridades
de
quem
tanto
se
queixa.
En
tre
pois
no
campo
da
honra
e
da
legalidade
;
procure
sómente
o
que
de
direito
lhe
per
tence,
e
não
passará
por
mais
decepções
que
só
servem para lhe
pungir
a
alma,
e
evitará desgostos como
os
que
tem
experi
mentado.
As
queixas,
lamúrias
e
verrinas,
como
as
que
tem
apresentado, longe
de
desa
creditarem
as
pessoas
contra
quem
se
ar-
remeçam,
enodoam
seus
auctores.
Seja
pois
mais
cordato; faça
justiça a
quem
a
merece;
e
mais
tarde
conhecerá
que
nem o seu
contendor
deseja
conservar
mais
do
que é
seu,
nem
a
justiça
d
’
Ama-
res
sabe
apartar-se
do
cumprimento
dos
seus
deveres.
0
que
fica
dito
deve
ser
bastante
pa
ra
levantar
o
credito
d
’
este
julgado
que o
snr.
Bizarro
procurou abater,
queixando-
se
injustamente
dos seus
empregados.
Se
porém for
teimoso
e
oão
se
reconsi
derar,
serei
mais
severo
para
consigo.
(2331)
S.
V.
Snr.
redactor.
Provocado no
seu
jornal
em
2
de
fe
vereiro,
e
novamente
em 2
de
março
por um
parocho
de
Vieira,
corre-me
a
obrigação
de responder
á
provocação,
sem
pedir
auxilio exlranho,
contra
as
indica
ções
do
collega,
salvo
a
v.
o
favor
de
dar
publicidade
a
esta
resposta.
Diz
o
collega
de
Vieira
que
«o
clero
de
Villa
Verde
pedira
a
venda
dos
pas-
saes
com
auctorisação
da
Santa
Sé, e
que
isto
era
querer
ver
a
Egreja luctar
com
diíliculdades
.
etc.,
etc.
Creio que
o
collega
não
leu
com
al-
tenção
a
representação
que
censurou,
pois
que
se a
tivera
lido,
não escreveria
um
dislate
d
’este
jaez.
A
venda
dos
bens
em
questão
não
foi
requerida,
nem
tão
pouco
bem acei
ta
pelo
clero
de
Villa
Verde,
pois
que
to
dos
sabem as
disposições
canónicas a
es
te
respeito,
e
creio
ser
prova
bastante
a
completa
negação,
que
lodos
os
signatá
rios da
representação
observaram
com
a
nomeação
do
louvado e
assignatura das
louvações,
não
obstante
ser-lhes
ordenada
pela auclaridade.
A
venda
dos
paçaes era
negocio
decidido
pelos poderes do
Estado,
e,
á
qual
infelizmente
se
não
podia
obs
tar,
em
face da
altitude
com que o
po
der executivo
se
apresentava
em
reali-
zal-a.
Qualquer
representação
contra
a
exe
cução da
lei
seria
trabalho
perdido,
e
de
nenhum efleito.
Assim
o
intendeu
o
cle
ro
de Villa
Verde,
e
assim
o
acredita
o
clero
de
Vieira,
citando-nos
uma
tirada
d
’
historia
contemporânea,
que deixou
tudo
do
bocca
aberta
!
Foi,
pois,
n’
estes termos,
que
o
cle
ro
de
Villa
Verde
julgou
acertado solici
tar a
intervenção
do
poder
ecclesiaslico,
para
que
a
um
grande
mal
não
adviesse
oulros
maiores
ainda.
E,
que
esle
foi o
pensamenlo
dominante
da
representação,
só
o
não
viu
quem
o
não
quiz
ver
;
e
n
’
esle
caso
está
a collega
de
Vieira.
Pois
qual seria
melhor,
vender os
bens
da
Egreja com auctorisação
da San
ta
Sé,
ou
sem
ella?
Acha
o
collega,
que é
negocio de
pou
ca monta
a
pena
canónica
;
e
que
não
con
trista
o
coração
do
parocho
o
desprezo
que
se
vota áquella
pena?
Responda
o
collega.
E
creio
que
bas
ta
o
que
fica
dito
para
se
ficar
sabendo
de
que
lado
está
a
razão,
e
a
injustiça
com
que
fomos
agredidos.
Agora
duas
palavras
entre nós
os
dous.
Assevera
o
collega
«que
eu
fóra
á
im
prensa
para insultar
uns
ministros
do
Se
nhor,
por
ter
dito
verdades
puras,
etc.
Sinto
do coração, que
o
collega
se
.ulgasse
oflendido
por
mim, quando
nun
ca
foi
minha tenção
ferir
o
meu illuslre
corredor.
Fica,
pois,
retirada d
’esde
já
qualquer
expressão,
com
que
o
collega
se
julgou
oflendido.
Ficará
satisfeito?!
Mas
agora
peço
licença
para
observar
a
s.
revdm.
a
,
que maior
offensa
recebera
o
clero
d’
este
concelho,
vendo
sobre
si
a
nota
d
’
ignoranle e
estúpido, que
d
’
esse
presbyterio
lhe
fóra
tão
indelicadamente
atirada
!
Ainda
mais;
diz
o
collega «que
é
um
dever
parochial,
ser
a
correcção
publica
dada
em
geral,
e
por
isso
tomára
o
to
do
pela
parte.»
D
’
este
período
parece
sal
tarem
peremptoriamente duas
illações
:
1.a
que
s.
revdm.
a
escrevendo
a
sua
corres
pondência
de
2
de
fevereiro, tivera por
fim dar
uma
correcção
publica
a
sessenta
e
tantos
eccletiasticos
de
Villa
Verde
; 2.’
que
essa
correcção
está
encabeçada nos
seus
deveres
como
parocho
!
E
será
isto
cousa
seria?
!
Aqui chama-se
petulância,
atrevimento,
despejo,
et
réliqua...
Ainda
mais;
diz
o
collega
«que a
sua
corres
pondência
me
causará
tal
impressão
que
me
obrigará
a
declarar
o
meu
affecto
ao
pradiçado
pelos
judeos,
etc.
Aqui
apenas
ha
um
engano, jogando
as
marradas
com
a
modéstia
do
revd.0
padre
mestre.
Creia,
pois,
que
a
sua
cor
respondência
apenas
me causou
lastima
e
nada
mais,
nem ella
é
digna
(Foutra sorte.
Reslava-me
ainda tocar
em
alguns
pontos
negros,
com
que o
collega
pare
ceu
querer ferir-me
no
seu
escripto
de
25
de
fevereiro;
mas
devolvo-lh
’
os
inta-
ctos,
porque
não
sinto
a
sua mancha,
e
quero
que,
como
bons
filhos
a
casa
de
seu
pae
tornem.
E
como ninguém
pediu
ao
collega
lições
d
’
historia
contemporânea,
tenha pa
ciência,
se
no
que
levo
dito,
achar
algu
ma coisa
mal
sonante.
Foi
o
que
pe
diu
ao
seu
collega
de
Doçãos
4—
3
—
75.
Narcizo
Manoel
Ferreira
da
Silva.
EXPEDIENTE
DA
ADMINISTRA
ÇÃO.
Cartas e avisos
recebidos
em
16
e
17
de
março:
Cabeceiras.—
Pedro
Machado
Pereira
Falcão
—
Recebido.
José
Máximo
de
Carvalho
e
Sousa
—
Ide
u>.
Merlola.
—
Francisco
Antonio
Passos
—
Idem.
Vianna
do
Caslello.
—
Padre
Manoel
Jo
sé
Fernandes
Costa
Caravada—
Sciente.
Fr.
Manoel
da
Resurreição
Sobreira
—
Idem
Lisboa.
—
D.
Antonio
d’
Ahneida Correia
de
Sá
—
Idem.
S.
Miguel.
—
Albino
Augusto
Pessoa
—
idem.
COMMERCIO
B
olsa
de
B
raga
15
de
março
de
1875
EíTeetuado
Banco
de
Villa
Real
45$000.
Dito dito
45$200
Dito
dito
45$250.
Dito
dito
para
30
d
’
abril
45$500.
Banco
Mercantil
de
Braga
3$600.
Dito
dito 3$800.
Banco
do
Douro 88$700.
Banco de
Guimarães 13$500.
Banco
de
Bragança 2$850.
Dito dito
2$950.
Dito
dito
3$000.
Dito
ppra
31
do
corrente
3$000.
Dito
duo
para
liquidar
em
3!
de
maio
3$200.
Banco
Commercial
de
Braga
(2.a
emis
são)
19$500.
Dito
dito
Í9$700.
Companhia
dos
Bonhos
de
Visella
5$000.
Inscripções
d
’assentamenlo
49,47.
16
de
março de
1875
EíTeetuado
Banco
da
Covilhã
6I$000.
Dito
dito
63$000.
Banco
de
Bragança
3$000.
Dito
dito
3$100.
Banco
de
Coimbra
15$800.
Banco
de
Villa
Real
45£030.
Dito
dito
45$000.
Dito
dito
44$950.
Dito dito
45$000.
Banco
do
Alemtejo
5$950.
Banco Commercial
de
Braga 61$000.
Dito dito
61$500.
Banco
Commercial
de Guimarães 4$300.
Inscripções
d
’
assentamenlo 49,81.
O
director
Antonio
Teixeira
Barbosa.
SAÚDE
A TODOS
sem
medicina,
pur
gantes
nem
despezas
com
o
uso
da delicio
sa
farinha
de
saúde,
REVALESCIERE
DU
BARRY
de Londres.
37 anno» d’invariavel «ueeeaao
3
Depois
das adessiões
de
muitos
mé
dicos
e
de
vários
hospilaes,
ninguém
po
derá
duvidar da
eflicacia
d
’
esta
deliciosa
farinha
de saude
que
cura
as
indigestões
(despepzias)
gaslrica, gastralgia,
flegma,
arroios,
ventos,
flatos, amargôr
na
bocca,
pituitas,
nauseas,
vomitos,
irritação intes
tinal,
diarrea
,
dizenteria
,
cólicas,
tosse,
alhsma,
falta de respiração,
oppressão,
con
gestões,
mal
aos
nervos,
diabelhe,
debili
dade,
todas
as
desordens
no
peito,
na
gar
ganta,
do
alito,
das
bronchites,
da
bexi
ga,
do
figado,
dos
rins,
dos
intestinos,
da
mucosa,
do cerebro
e do
sangue.
75.000
curas
entre as
quaes
contam-se
a
de
S.
S.
o
Papa,
do
duque
de Pluskow, da
ex
1144
snr.
a
rnarqueza
de
Brehan,
dos
doutores
Manoel
Saeuz
de
Jejada,
da
Universidade
de Cordova,
etc.
etc.
Cura
72.448.
Cadiz
3
de
junho
de
1808
Não
posso
fazer menos
de
manifestar a
vv.
s.as
os
bellos
resultados
que
obtive,
administrando o
seu chocolate de
Revales
ciére
á
minha
senhora.
Havia
muitos
an
nos
que
padecia
intensissimas
dores
in
testinas,
e
insomnias
pertinazes
;
graças
a
esle surprehendente
especifico ficou
com-
pletamenle
restabelecida. Ficando
reconhe
cidos,
aproveito
esta
occasião
para
demon
strar a consideração
com
a
qual
o
distin
gue
o
seu
altenio
venerador
—
V
icente
M
oyano
.
Cura
69.718.
Ticheville
(Orne) 20
de março
de 1867.
Achando-me
perfeitamenle
com o
uso
que fiz
durante
certo
lapso
de tempo
da
Revalesciére,
lenho-a
administrado
a
varias
pessuas,
ás
quaes
produziu
inestimáveis
effeilos,
em
particular
modo
ifaqueiles
que
padeciam
de
hydropesia.
Tres
d
’estes
cu
raram
completamente.—A tosse
produzida
por
uma
constipação
desappareceu
instan
taneamente
e
lambem
produziu
os
mesmos
resultados
nas
moléstias
da
retenção
de
urina
e
das
moléstias
de
estomago,
afas
tando
de
qualquer'
indivíduo
a bypocon-
dria.
P
adre
L
angevin
.
Seis
vezes
mais
nutritiva
do
que
a
car
ne
sem
esquentar,
economisa
cincoenla
vezes
o
seu
preço
em
remedios.
—
Preços
fixos
da
venda
por
miudo
em
toda
a
pe^
ninsula
:
Ein
caixas
de
folha
de lata,
de */
4
kilo,
500
;
de
*
/ 2
kilo
800
rs
;
de
um kilo,
l$400
reis;
de
2
*
/*
kiios, 3$200 reis;
de
6
ki-
los,
6$400
reis,
e
de
12
kiios, 12$00Ó
reis.
Os
biscoitos
da Revalesciére
que
se
po
dem
comer
a
qualquer
hora,
vendem-se
em
caixas
a
800
e
l$400
reis.
O
melhor
chocolate
para
a
saúde
é
a
Revalesciére
chocalutada;
ella
res-
tilue
o
appettite,
digestão,
somno,
energia
as carnes
duras
ás
pessoas,
e
ás
creanças
e
mais
fracas,
e
sustenta
dez
vezes mais
que
a
caroe,
e
que
o
chocolate
ordinário,
sem
esquentar.
Em paus,
ou em pó
em caixas
de
folha
de
lata
delO
chavenas,
500
reis;
de
24
chave
nas,
820
reis;
de 48
chavenas,
l$400
; de
120
chavenas,
3$200
reis,
ou 25 reis
cada
chavena.
BARRY
DU
BARRY C.a —
Pla-
ce
Vendòme,
26,
Pariz;
77
Regenl-Street
Londres
;
Valverde,
1,
Madrid.
Os
pharmaceuticos,
droguistas,
mer-
cieiros, etc.,
das
províncias devem
diri
gir
os
seus
pedidos
ao
deposito
Central;
snr.
Serzedello
à C.
a
Largo
do
Corpo
Santo
16,
ILisboa,
(por
grosso
e
miudo);
Carlos
Barreio,
rua
do
Loreto,
28;
Bar
rai
&
Irmãos,
rua
Aurea,
12.
Porto,
J.
de Sousa
Ferreira
&
Irmão,
rua
da
Ba
nharia
77; de
Sequeira ;
J.
Pinto
;
DesS-
ré
Rahir;
Coimbra,
V.
Botelho
de
Vas-
concellos
;
Aveiro,
F. E.
da
Luz
e
Costa,
pharm.;
Barcellos,
Ramos,
pharm.;
Braga,
Pharmacia
Maia,
rua
dos
Chãos,
Pipa
&
Irmão,
rua
do
Souto, Domingos
J.
V.
Machado, praça Municipal.
Figueira,
Antonio Vieira,
pharm.;
Guimarães,
A.
J.
Pereira
Martins,
pharm.
;
Pena-
flel,
Miranda,
pharm. ;
Ponte do
Ei
ma,
A.
J.
Rodrigues
Barbosa,
pharm.
;
Po
voa do
Varzim,
P.
Machado de
Oli
veira,
pharma.
;
Vianna do Castello,
Affonso
e
Barros, droguistas;
Villa
do
Conde,
A.
L. Maia
Torres
pharm.
AGRADECIMENTOS
Na
impossibilidade de
podermos
agra
decer
pessoalmente a todos os
ill,mos
e
exc.
mos snrs.
que
fizeram
o
dislincto
ob
séquio
de
assistirem
ao
responso
de
se
pultura,
que
se
resou
no
dia
22
de
feve
reiro
proximo
findo
na capella
do
cemiterio
publico,
por
alma de
nossa
muito
presada
e
querida
filha,
irmã
e
sobrinha,
D.
En
gracia
Augusta Arantes
d’
Azevedo,
e
se
dignaram
cumprimentar-nos
por
tão
dolo
rosa
occasião;
o
fazemos
por
este
meio,
protestando
a
todos
nosso
eterno
reconhe
cimento;
e
bem assim a
todas
as
exc.
raas
snr.
as
que
por
igual
motivo
lambem
nos
cumprimentaram
antes
e
depois
do
seu
fallecimento.
José Joaquim
de
Souza
Azevedo
Júnior
Josefa
Maria
Arantes
de
Azevedo
Guilhermina
das
Dores
Arantes
d’Azevedo
Pedro
Victor
Arantes
d
’
Azevedo
Engracia
Luiza
Arantes
Maria
da
Graça
Arante
9
Braga
Bosa
Candida Arantes
Mello
José
da
Bocha
Veiga.
(2326)
Vende-se
uma
casa
feita
de
novo,
'3;.G
com
grande
loja
para
armazém.
sita
na
rua
das
Agoas,
com
n.°
91.
Vê-se
das
9
horas
da
manhã
até ao
meio
dia.
Trala-se
cora
Anlonio
Silverio
de Pai
va,
da
Ponte.
(2314)
AL
VIÇARAS
O
Dão-se
em
casa
dos
snrs.
Almeida
&
Pereira
á
pessoa que
achasse
uma
corren
te de
relogio
de
ouro,
que
se
perdeu
des
de
Jo
Largo
do
Barão
de
S.
Martinho,
até
á
rua
de
S.
Vicente,
e
a
queira
en
tregar
em
casa dos
mesmos snrs.
(2332)
Banco
Commercial, Agrícola
e
Industrial
de
Villa
Real
Sociedade
anonyma
de responsa
bilidade
limitada
Havendo
de
ser
substituídos
os
títu
los
provisorios
das
acções
d
’esle
Banco
por
títulos
definitivos
de
uma,
de 5
ou
de
mais
de
5
acções. como
faculta-o
arl.
6.°
dos
Estatutos,
são
convidados
os snrs.
accio-
nislas
a
entregarem
até
ao
dia
15
d
’
abril
proximo
futuro,
impreterivelmente, na sé-
de
do
Banco
e
suas
agencias
no
Porto
e
Braga,
declarações
em
que
indiquem a
fórma
porque
quiserem
lhes
sejam
passa
dos
os
títulos
definitivos.
Na
sé le
do
Banco
e
nas
agencias
do
Porto
e
Braga
fornecem-se
os impressos
para
as
declarações.
Villa
Real
10
de
março
de
1875.
Os
gerentes
Francisco
Ferreira
da Costa
Agarez
Agostinho
José
da
Costa.
[2328]
PAPE!
J
De
livros
velho» para
embrulhos,
a
peso,
e
barato.
Vende-se
na
roa
Nova
o
0
5.
Grande
sortimento
de
chapéus,
alta
no
vidade
para
senhora
e
criança,
cascos
etc.
Recebem-se
encommendas.
Rua
du
Sou
to—
32.
(2327)
*
91
Paquetes a
29
de
Março
13
de Abril
29
de
<
sair
de
Lisboa
:
1
NÈVA
.
.
13
de Maio
| MINHO
.
.
29
de
>
|
BOYNE
.
.
13
de
Junho
TIBER.
.
DOURO .
MONDEGO
O paquete
de 13
toca
em
S. Vicente,
Pernambuco,
Bahia, Rio
de
Janeiro,
Montevideu
e
Buenos-Ayres.
O
paquete de
29
toca
em
S. Vicente,
Rio
de
Janeiro,
Montevideu
e
Bue
nos-Ayres.
O
h
preçoH são muito
ragoaveis
Esta companhia
para
maior
vantagem,
resolveu
ter
a
bordo
de
todos
os
seu
s
vapores,
criados
e
cosinheiros
portuguezes
para
servirem
os
passageiros
de
todas
a
s
classes,
cujo tratamento se
torna
hoje
o
melhor
possível.
Cada passageiro
de
3.a
classe
tem
grátis,
belixe
com
colchão e roupa
de cama,
vinho e comida
á
portu-
gueza,
tudo
em
abundancia. O
transporte
do caminho
de
ferro
até
Lisboa
é
por
conta
da
companhia
bem como
outras
despezas.
Para
mais
esclarecimentos
prestam-se
em
casa
do'
agente
n
’esta
cidade,
rua
do
Souto
n.°
43.
—
Em
Braga.
João
Manoel da
Silva
Guimarães.
Rio
’
de
Janeiro,
Montevideu,
Buenos-Ayres,
Valparaiso,
A
rica,
Islay
e
Callao
CARREIRA QU1VKEXAE PARA PEKNAMBICO E BA1Z1A
A Companlxia
reduziu
os
preços,
conservando
as mesmas
vakktagenn
como
até
aqui
tem
offerecido
aos
snrs.
passageiros:
exceiiekates eommodoM, bom
tra
tamento, bastante
espaço
para
bagagens e viagem rapinas,
pois
que
OS
Paquetes do Pacifico
tem
gasto
sómente
13
dias
de Usboa ao Rio de
Janeiro.
Preços
das
passagens
incluindo o
caminho
de
ferro
do
Pr
lo
para
Lisboa
3.
a CLASSE
2.
a CAMARA
l.
a
CAMARA
Pernambuco...................................................
40&000
81&000
108^000
Bahia
..............................................................
40^000
90&000
117^000
Rio
de
Janeiro..............................................
45^000
90&000
121&500
Montevideo
e
Buenos-Avres
.........................
54&000
90^000
157^500
Valparaiso,
Arica,
Islay
A
Callao
....
126&000
189^000
308&500
Criança» dos
passageiros
Até
aos
12
annos
meia
passagem.
A
’é
aos
8
annos
a quarta
parte.
Até
aos
3
annos
grátis,
urna
só
de
cada
familia.
Todas
as
terças
feiras
sahirá
de
Lisboa
um
paquete,
os
passageiros
dc
3.a classe
teem
beliche
com
colchão e
roupa,
comida
a
portugueza
em
abundancia
e
vinho
duas
vezes
por
dia
AGENTES
EM
BRAGA—
Almeida
& l/ereria.
Trata
a
passagem a
pagará
vista
c
a
prazo com
fiança.
BANCO
COMMERCIAL DE
BR
A
GA
Em
virtude
da deliberação
d
’
assembleia
geral
de
15
do
corrente,
que
approvou a
proposta
da
direcção
para
a
elevação
do
capital inicial
de
600
a
1:000 coutos,
fa
zendo-se
para
este
fim
uma
2.a
emissão
fie
400
contos
em
8:000
acções
de
500000
reis
com
o
prémio
de 40500
reis
por ca
da uma,
a
direcção
no
sentido
e
em
con
formidade
com
o
disposto
nos
§
§
2.°
e
3.°
do
artigo
4.° dos
estatutos
convida
os
surs.
accionistas
a
declararem
na
lhesou
raria do
Banco,
ou
na
sua
caixa
filial
do
Porto,
desde 15
até
25
de
Março
proximo
futuro,
se
acceilam
as
acções
da
2
a
emis
são
que lhes
couberem
em
proporçàox
das
que
aciualmente
possuem
devendo
no
acto
não
só
aprezenlar
as
acções que
possuírem para
se
effecluar
o
rateio, se
não
lambem
verificar
o
pagamento
do
pré
mio
correspondente
ás
acções
que
aceei-
tarem,
e
a
1.a
entrada de
25
p.
c ,
ou
120500
reis
pur
acção.
A
falta
da
dita
declaração
e
pagamento
no
mesmo
acto
^erá
considerada
como
re-
nnocia
das
acções
correspondentes,
as
quaes
ficam
de
conta
do
Banco para
as
col-
locar
(nunca
por
premiu inferior) quando
e
pela
fórma que
a
direcção
julgar con
veniente,
d
’accordo
com
o
conselho
fiscal,
conforme foi resolvido
pela
mesma
assem
bleia
geral.
Braga 18
de
fereiro
de
1875.
Pelo
Banco
Commercial
de
Braga
Os
directores,
João
Evangelista
de
Sousa
Torres
e
Almeida
Manoel
José
da
Costa
Guimarães
Luiz
Anlonio da Costa
Braga.
(2298)
DENTISTA
BBE
l
VRHÇUE A.
ROUFFE
32,
Bua
do
Souto,
32
Conlinúa
aberto
o
estabelecimento des
de
as
9 horas
da
manhã
ás
4
da
tarde.
PKEVENÇÃ.O
Francisco
Plácido
da
Graça
de
Sousa
Lima,
da
villa
de
Barcellos,
para
os
ef-
feitos
do a't.
1033
do
cod.
civ.,
previae a
todas as
pessoas
para
que não contratem
com
D.
Maria
da
Conceição
Paiva Leite
Brandão,
João
Nepomuceno
da
Rocha
e
mu
lher.
D. Joaqoina
Arnalia,
José
Emílio,
D.
Florinda
de Jesus,
D.
Adelaide
Sofia,
Augusto
Justioo,
Justino
Augusto,
e
Ma
noel
Anlonio,
todos
da
freguezia
de
Go-
dinhaços.
D.
Luisa
e marido
o
dr.
Al
berto
Borges,
da
freguezia de
Villa
Verde,
Francisco
Anlonio
da
Rocha e mulher,
da
freguezia
de Penascaes,
e
D.
Emilia
da
Graça e
marido,
da
freguezia
de
Barbwde,
viuva,
filh«s,
genros
e noras
do
fallecido
Se-
cundino
Antonio
da Rocha,
da dita
freguezia
de Godinhaços,
sobre
os
bens
da
hirança
I
do
mesmo,
sem
que
se
mostre
paga
ao.
I
annunciante
a
divida,
juros
e
custas
(cêr-
$
ca
de
9000000 rs.)
em que
se
acham
con-
demnados
por
sentença,
já
transitada
*
,
pro-
|
ferida
pelo
juiz de
direito da
comarca de
Villa
Verde,
em
acção
promovida
pelo
an-
nuncianle no cartorio
do
escrivão
Brito,
e execução
pendente
no
escrivão
Machado,
sob
pena de
nulidade e
de
tudo
lhe
paga
rem
pelos
seus proprios bens.
Barcellos 10
de
Março
de
1875.
Francisco
Plácido
da
Graça
de
Souza
Lima
(2329)
NOVIDADE
44,
Rua «lo Sokito, 44
Campos
&
Almeida,
acabam de
rece-
ber
grande
sortido
de
chapéus
de
feltro
e
seda,
«ultima
moda>.
da
acreditada
fa
brica
dos snrs.
Maia
e
Silva,
do
Porio,
qne
vendem
pelos
preços
da
fabrica.
Também
se
fabricam
e
consertam
cha-
|
peus de todas as
qualidades.
(2330)
AUCÓES
João
Manoel
da
Silva
Guima-
1
rães.—
Rua
do
Souto n.°
43.
Compra
e vende
Acções
de
todos
os
Bancos
e
Companhias,
Inscripções
de
&
&
sentamento
e
coupons.
(581)
*
NOVA
FLNDIÇ
àg
T
d
E
FERRO
;
DE
Aratunio
Germano
Ferreirinlm
NA
Travessa de
S.
João
Aonde
faz
toda a
obra,
assim
como
|
bombas,
conçollas,
columnas
para
gaz,
pe-
f
zos
novos,
panellas
á
ingleza
de
todos
os
|
tamanhos,
canos
para
agoas
e
gaz,
e
toda
a
obra
de
fundição,
como
grades
para
sacadas,
obra
de
metal,
sinos
e
outros
ob-
jectos de igual
teor
etc.,
pelos
preços
do
Porto.
breve-
í
POR
J
DE
LEMOS
Com
este
titulo
vae
publicar-se
mente
mais
um
volume
de
versos
do
au-
clor
do
Cakkcíoneíro.
De
duas
partes
i
coutará
este
livro
:
—
1.°
Últimos
í^efle-
xo» ;
2.°
Horas Vagas
de liuarcos.
RfCeiando
o
auclor
de
que,
por
seu
silencio
de
muiles
annos,
o
favor
publico
'
se
tenha
esquecido
do
seu
nome,
fez-se
acompanhar,
n’es(e
volume,
por
dois
dis-
í
tinctos
e
estimados
nomes
lilterarios,
o|
Visconde
de
Jerumenha
e
.4.
X.
B.
CorA
deiro.
A
benevolencia, que
não
poderá
\
obter
por
si,
lh
’
a
grangearão,
de
certo,
|
estes
dois nomes,
de
cuja
boa
sombra
se
’
serve
para
desvanecer
o
esquecimento
de
antigos leilores,
e
alcançar outros
novos.|
Preço
do
volume:
600
reis.
Quem
quizer
assignar
esta
publicação,
’
dirija-se
a
Dias
Freitas,
na
redacção
do
«Commercio
do
Minho».
METAES VELHOS
Na travessa de
S.
João
n.°
5,
com-1
pra-se
toda a
qualidade
de metaes,
e
ferro
velho
até
mesmo
fundido.
(860)
braga
:
typographia
lusitana
—
1875. - É o formato de
-
comerciominho_18031875_323.pdf
Parte de Comércio do Minho (O)