comerciominho_13031875_321.xml
- conteúdo
-
------------------------------------------------------
■
i
í
Assigna-see vende-se
no
escrip.orio
do
editor
e
proprietário
José Maria
Dias
da
Costa,
rua Nova
n.°
3
E,
para
onde
deve
ser
dirigida
Iodai
correspondência
franca
de
por.e
.
= As assi-
gnaturas
são
pagas
idiantadas
;
assim
como
as
correspondên
cias
de
Interesse
particular.
Folha
avulso 10
rs.
ÁS TERÇAS,
QUINTAS E SABBADOS.
P
reços
:
Braga,
anno rs.=Semeslre
850
rs.=Provin-
cias,
anno
2&490
rs
e
sendo
duas
i^OOO
rs.=Semestre
1S2oO
rs.=fíraztl,
anno
4&400 rs.=Semestre
2&300
rs.
moeda
forte,
ou
10&000
reis
e
5S500
reis
moeda
fraca.=Annuncios
por linha
20
rs.,
repetição 10
rs.
Para
os
assignantes
0
/n
d
’
abatimento.
BRAGA
—
SABBADO
13 DK
MARÇO
A novo
rna d«
*
Sé.
Acha-se
quasi
concluída
a
demolição
das
casas
do
lado
do
sul
da
antiga
rua
de Maximiuos.
e
hoje rua da
Sé.
Coube
á
actual
vereação
a
gloria
de
efleclivar e-ta obra
importante, d
’ha
mui
to
em
projeclo.
A
Sé
Cathedral,
é.
incontrastavelmen-
te,
o
melhor
edilicio
desta
cidade,
e
um
dos
templos
mais
notáveis
do
reino.
Fica
va,
todavia,
de
tal
sorte
colloeado,
que
se
tornava
de
grande
monotonia e
deselegân
cia,
defeitos
que
as
«bras de
que
vimos
fallando
muito
concorrem
pa
r
a
conjmar.
Parece,
porém,
que
os
trabalhos
a
que
se está
procedendo,
não
chegarão
a
atin
gir
todo
o
resultado
que
se
esperava.
Intendemos
que
se deveria
procurar
dar
a
maior
elegancia
aquelle
mag^sioso
templo,
e
para
isso
vamos
apresentar
o
seguinte
alvitre.
Como
o
portico
não
é
muito
elevado,
seria
conveniente
que
se
rebaixasse
o
ter
reiro,
de
forma
que
se
possam
collocar
dois
degraus
de
quinze
centímetros
de
al
tura.
que
dêem
accesso para
o
portico
Ainda
que este rebaixamento
não
fos
se
essencial
á
magestade
e
elegancia
da
fachada,
torna-se
de
necessidade
para
em
certo
modo
amenisar
a
ingreme
subida
da
rua
do
Cabido.
E’
claro
que
quamo
mais
se
rebaixar
a nova
rua,
tanto
mais
suave
se
tomará
o
transito
das
ruas
do
Cabido,
dos Sapateiros, de
S
MLuel-o-Anjo
e
do
largo
do
mesmo
nome.
Submellemos
esta
observação ao
snr.
vereador
do
pelouro das
obras,
ou
a
quem
as
dirige,
e
a
toda
a
camara
que
terá
a
satisf çào
de
ver
no
seu
biennio
concluir
se
uma
obra de
tanta
magnitude.
A
diminuta
despeza
|i>e
demanda
o
de-
sate.ro
ou
miseráveis
interesses
pessoaes,
não
podem
ser
obstáculo
a
que
ella
tique
bem
acabaria,
para
que
mais tarde
se
não
diga d
’
esta
ob»a
o
que
ora
se
diz
d’
outra»
não
ha
muito
concluídas.
Esperamos
ser
aitendido-,
e
no
caso
contrario
não
desampararemos o
nosso
posto.
Achamos
mui
rasoavel a
seguute
per
gunta
que
se
lè
no
«Correio
da
Tarde»;
i»as
não
tenham
medo de
que se realise.
Os
catholicos-hberaes
alionsmos
querem
lá
isso
—essa
velharia
da
edade-media
?
!
Se
se
realisasse,
que belICssimo
exem
plo
«lado
á
Europa e
ao
mundo!
Ouçamos
porém
o «Correio»:
«O
partido
carlista
é
essencialmente
calholico
e
afiectqosissimo para
com
o
Papa
ninguém
o nega
Disem lambem
por
ahi
que
o
partido
aflonsino
está
no
mesmo
caso,
e
até
que
o Santo
Padie
se
inclina
muito
para 1).
Affonso.
Estes
dois
partidos
não
poderiam
dai
um
bcllCsimo e
edificamissimo
exemplo,
submetlen
lo
ao
Pae
commnm dos lieis a
resolução
da questão
<iy<»astica,
afim
de
que
triunfasse
a
rasão
e
a
justiça
pela
força
do
direito,
interpelrado
pela
maior
auctoridade
moral
que
existe
sobre
a
ter
ra,
e
não
pelo
direito
da
força
bruta
in-
lerpeirado
pelos
canhões
e
baionetas
no
meio de um
lago
de
sangue
e
sobre
mon
tões
de
cadaveres?
Cremos
que
da
parte
de
I)
Carlos
e
de
seus
amizos
não
se
opporiam
difficuldades...
Aconteceria
o
mesmo
do outro lado?
Du'
ida
mo
l-o,
—
e
muito...
»
Também
nós.
Diz mn grande escriptor francez,
e
com
rasão:
—
L'E
’
glise n
’est
pas
appellée
en
can-
sulluíion
au/rês
du
ht
du
inalade
(a so
ciedade
moderna):
celui~ce
est arrivé d
un
el
point
de
paroxisme
qu
’il la
repousse..
tel
dans
sa
demence
il
proteste quil
aim
e
imieun
mourir
de leur
mnin
qu
’
aaepter
le
ruía; o
primeiro
que
sustentou
o
co«>-
salul
de
la
m..in
de
Jews
Chrisl
/VEglise Mie
nas
linhas
do
Carrascal,
e
o
segun-
el la
Quesl.
E^aqnolel.
•>»
'lue
'«moo
parle
importante
na
bata-
lha
de
Lorca,
que lhe valeu a
nomeaçao
—
----
Ordena
religiosa
*
na
Bélgica.
A
Bélgica
é
um
dos
paizes mais civi
lizados.
Todos
o
confessam.
Pois
bem,
eis-j
o
que
se
lê
ua
«Propaganda
Catholica»:
«Os
conventos
crescem
e
multiplicam-se
na
Bélgica
de
uma
maneira
verdadeira
mente
prodigiosa.
Em
183'1
não
havia
mais
que
251
communidades
religiosas,
que
con
tavam 3:645
pess< as
entre
freiras
a
fra
des;
desde 1830
a
1846
o
numero
dos
conventos
íoi
mais
que
multiplicado,
e
che
gou
a
779
povoados
por
11:968 pessoas.
Segundo
os dados
estatísticos
recolhidos
e
publicados
pelo
governo,
em
1866
havia
já
na
Bélgica
1:322
conventos,
com
um
pesso-d
de
1-8:098
irnirviduos.
«Como
Jesde
186,6
o
numero
dos
con
ventos
tem
conlinnad
*
a
crescer
rapida
mente,
póde
calcular
que
a
Bélgica
cou
ta
hoje
mais de 1:500
conventos
de
todas
as
Ordens,
que
pelo
menos
contém 25:000
pessoas.
•
No
entr-tanto
em
Portugal escrevem-se
disparates
contra
os
Conselhos
Evangélicos
e ouvem-se
as
coutradicçõps
e
absurdos
do
snr.
Osorio de
Vaseoncellos na
cama
ra
dos
pares.
REVISTA ESTfiANGEIHA
são
do
«Jornal
de
Lisboa»
e
da
«Pa
lavra»
as
tianscripções
que
seguem
:
Na
Guipuzcoa
o
gencal
Loma
<ȋo
tem
conseguido
atravessar
o
rio
Orio,
nem
der
rotar
as
forças carlistas
<|ue
sob o
com
inando
do
brigadeiro
Egafu
o
incommo-
dam
continuamenle.
nos,
e
são
encarregados
da
defeza do
ler-
ritono
de
soa
lespectiva
província,
oão
saind»
d
’ella
senão
em
casos
muito
exce-
pcionaes,
mas estando
«brigados
a
ope
rar
em
toda
a
sua
extensão,
como
aca-
bim
de
fazer
os
de
Guipnzco'»,
já
orga
nizados.
combatendo
satisfacioriamenle pa
ra
seus
chefes
nas
ultimas
acções
dadas
o
’aquella
província
contra
o
corpo
de
exer
cito
do
general
Loma,
que
operava
o
mo
vimenlo
de
que
opportunamenle
fallei.
As
milícias
sedentaria>
constituem-nas
todos
os
homens
uteis que
não
pertençam
ao
exercito
activo
nem
aos
tercios,
e
sua
O
velho
marquez de
Valde^pina
com-
mandando
alguns
batalhões byseainhós
in
vadiu
as
Encartaciones
alcançando
nume
rosos
recursos,
cuja
falta
se ia
sentindo
muito
no
campo
carlista.
Nas
Imas
de
Estella
é
onde
actualmen-
te
se
acham
menos
tropas
porque
quad
todas
foi
oi
reforçar
o
cerco
de
Bilhão,
e
engrossar
a
divisão
qne
se
e-tá
orga-
nfaaodo
sob
as
ordens
de
Mogrovejo,
pa
ra invadir
as
Asiurias
e
Gallha.
Air»
la
a^sim
em
Estella
estão 16
ca
nhões,
e
muitO
’
outros
nas
formidáveis
po
sições
de
Moujirdim,
além
(1
’aquelles
que
foram
entregues
ás
divisões
q<ie
operam
na
Byscaia
em
Guipuzcoa
e
nas Encarta-
ciooes.
O
gíoss»
do
exercito
carlista
está
con
centrado
entre
Guiz.la,
Valle
de
Yarrí,
e
Salinas
del
Oro.
Tudo
nos
leva
a
crer
que
os
poste
riores combates
serão
ainda
mais
renhi
dos
que
os
anteriores,
e
que o exercito
lileial
lerá
de
operar um
movimento
enér
gico
M>bre
a
Byscaia, pam
salvar
Bilbao
que,
segundo
cremo» é
actuahnenle
o
oh-
jectivo
dos
generaes do
pretendente.
As
forças
carlistas
que
operam
na
pro
víncia
:le
Navana
estão
distribuídas
do
se
guinte
modo
—
um
batalhão
navairo
em
Vifldtue ta, em
Santa Barbara,
Ciranqui
e
Minem,
Ires batalhões
navarro»
e
dois
Jalavezes,
em
Aitiiza um
batalhão
Navar
ro;
na
Solana
os batalhões caotabros
;
em E»tella
dois
batalhões
alavezes,
e
um
batalhão
uavarro
de
engenharia, e
nos
pon
tos
que anlvriormente
mencionámos
o
gros
so
do
exmcilo.
As
forças
carlistas
cm
operação
no
nor
te
podem cooSidetar-se
em
50
000
homens,
1:000
cavalios,
e
50
canhões.
t)
commaudo
em chefe
do
exercito
es
tá
entregue
ainda
ao tenente
general
Elio,
que
leui
por
substitutos
Mendiri,
e
Pu
obrigação
se reduz
a
defender
as
povoa
ções em
que
habitam.
Dous
d
’
estes
bata
lhões
receberam já as
armas
em
Tolosa
E
’
pois
esta
organisação
a
da
gueira
fo
ral
em
todas
as
suas
manifestações,
e
que
isto
dizer
o armamento
do paiz
e
n
mas
sa,
reputando
o
exercno do
governo
co
mo
seu
invasor,
o
que,
se
os carlistas
puderam
de
lodo
levar
a
cíleito,
pois
pa
ra
isso necessitam
de
muito
^armamento e
de
maiores
meios
do
que
leem,
dará
á
guerra
propoçõ^s
consideráveis,
maiores
do
que
nunca
teve
oa
campanha
idêntica
dos sele
annos
Fiados sem
duvida
n’
estes
meio»
e
na
altitude
adoptada
pelo
exeteilo
na
linha
:lo
Arga.
os
generaes
carlistas
dispozeram
da
diviȋo
guipuzeoana,
inandandu-a hos-
lilisar Loma.
siiuado
em
8.
Sebastião,
Hermauy
e
outros
ponctos
immedialos, e
íizeiam
subir
a
treze
baialhões
as
tropas
que cercam
Bilbao,
aonde pelos modos
procuram
ailrahir
de
novo
todas
ou
uma
parte
das
forças
liberaes.
Aqui,
como
disse,
se
deu um
comba
le
no
dia
26,
cujas
consequências,
segun
do
as
noticias
já
conhecidas,
foram
mais
graves
do
que
aniiunciei
em
tempo
competen
te.
O
movimento feito
desde
a
praça
pelo
general
Salamanca
que
a
governa
se
com
binava' com
uma
ameaça para os
lados
de
Valmaseda feita
pela
columna
que
alli
tem
o
capitão
general
de
Caslella
a
Velha.
Villegas,
com
o
quasi
exclusivo
objecto
de
impedir
as
saídas das
foiças
cadisras,
6'-
tenlendu-se
pela
província de
Smtander;
potéin
o
general
carlista Bevriz
que
diri
ge
o
assedio
comprehendera
a
manobra
projeciada
e
destacando
alguns
batalhões
ique
observassem
e contivessem no
caso
|de
necessidade e a
todo
o
transe
a
Ville-
de
commandante
general
da
Navarra.
As
operações
na
Byscaia são
dirigidas
pelo
brigadeiro
Berris,
na
Guipuzcoa
pelo
brigadeiro
Egaãa, e
nas
Eucartaciones
pe
lo
marquez
de
Valdèspitia.
—
Tão
cotnpromeltido
se
considera
o
exercito
em
suas
actuaes
posições,
e
tão
longa
se
espera
que
seja
a
occupação
d
’
el-
las, que
o
corpo
d
’engenheiros
tracta
acli-
vamente
de
pol-as
em
estado
de
defesa
com
mais
que
ligeiras
fortificações de
campanha,
e
ha
tres
dias
se enviaram
d
’aqui
canhões de
grosso
calibre
e
gran
de
alcance
para
collbcal
os
i/aquellas
obras,
fazendo
tudo crer
que
para
mover
de
no
vo
o exercito
ha
de
esperar-se
que
se
or-
ganisem
os
70:009 homens
que,
para as
segurar
as
victorias
obtidas,
como
diz
com
imcomparavel
ingenuidade
um
jornal
mui
addicto
ao
governo,
se
acabam
de
pedir
á
nação.
Não
se
descuidam
os
carlistas
quanto
a
seus
preparativos,
e,
para
responderem
á
invasão
que
parece
projecta
o
governo,
começaram
a
orgauisar o
que
no
foro
vas-
co-navairo
se
conhece
pelo
nome de
ler-
cios,
bem
como as
milícias sedentárias
Formam
os
tercios os homens casados
ou
viúvos
sem
filhes,
menores
de
40
an
gas,
simulou
uma
retirada,
para
desviar
quanto
pudesse
Salamanca
da
linha
de
Arbolaucha,
uma
das
que cobre Bilbao,
onde
se
apoiava,
e
depois
que
o
viu
em
terreno
a
proposilo,
fez
cair
sobre
elle for
ças
mui superiores carregando-o
com
gran
de
impeto,
e
derrotando
d
’um
modo
hor
rível
a
columna
expedicionária.
Não
em
300,
como dizia
na
minha
precedente,
mas sim
em
700
se
estimam
as
baixas
soflrdas
pelo
exercilo
liberal,
e
não
pare
cerá
esle
numero
exagerado
a quem
como
eu
souber
pela
familia de
um dos
olliciaes
feridos
n
’este
combate
que
da
*
doas
com
panhias
de
foraes
(lorça
do
paiz)
que iam
na
vanguarda
como
mais conhecedores
do
terreno,
só
um
homem
ficou
ille»o.
A
gravidade
do
swcce»«o
póde bem
jul-
gal-a quem
souber
que
o
general
Sala
manca
foi
chamado
pelo governo
para
dar
explicações,
apesar
de
*=e
cohonestar
sua
vinda com
o
pretexto
de
que o tra
zem
negocios
de
familia,
pelos
quaes
nin
guém
ignora
que nunca abandona
um sol
dado brioso
o
seu
posio
d
honra
á
frente
do
inimixo.
Entretanto a
organisação
do exercilo
carlista
do Centro prosegue
rapidamente,
prometlendo
chegar
a
bom
termo,
pois
Dorregaray
emprehendcu
para conseguil-a,
e
com
exito
até
agora,
o
sistema de rigor
com seus
pr«prios
voluntários,
muito
da
dos,
como
iodos os
vulunurios,
á
insu
bordinação
e
aos
excessos, e
se
conse
guir,
como
julga,
dominal-os,
fará
do«
ele
mentos de
que
dispõe
um
bom
exercilo.
pois
o
aragonez
é
muito
valoroso,
e
o
valenciano,
lambem
valente,
é
o
soldado
mais
sobrio e
mais ligeiro
de
Hispanha.
A
(trova
d
’essa
ligeiieza
se
tem
em
que
ha
qualro
dias
se
encontrava
com o
grosso
de
suas
forças
nos
arredores
de
Chelva
no
centro
do
Mae-irazgo,
e
no
momento em
que
escrevo
»ei
por
hoa
via
que
se
estão
preparando
para
sair
hoje
mesmo
de Madrid
íorças de infauteria
e.
de arlilheriu,
porque
quasi
á
vista
de
Guadalajara
(hoia
e meia
d
’
a<(ui pelo
ca
minho de ferro)
se
apresentaram
qualro
batalhões e quinhentos
carlistas
sob
o
com
inando
de
Villalaiíí,
que
julgam
ser
a
vanguarda
do grosso,
das
forças
do
Centr->
que
commanda
Dorregaray.
Em
todo
o
caso
é
certo
que
e.-les
carlistas
e'tavam
em
Chel
va
ha
quairo
dias,
e
que
o
’
e»ie
curto
es
paço
de
tempo
pccorreram,
para
apre
sentar-se
onde
agora
se
acham,
mais
de
200
kilomelros
A
recruta
dos moços,
emprehendjda
n
’
esta
comarca,
produz
aos caihstas
mui
bons resultados,
e
talvez
seja
este
o
oh-
jecio
da
expedição
de
que
acabo
de f»l-
lar.
Só
em
Ciànlavitqa,
que
lorn.ram
a
tomar
e
estão
fortificando leem
mais
de
2:000
recrutas,
orgat>i$ando-os
e
instruin
do-os
nos
trabalhos
militares,
sendo
que
organisam
e instruem
outros
em
mais
pon
tos
do
Mahstrazgo.
A
isto
deve
aecresceotar-se
a
grave
derruía
soflrida pelo
general
Despujols
no
dia
I
do
corrente
Dirigia-se
a
Calaceile
á
fiente
de
3:000 homens
com
8
canhões,
quando
lhe
tolheu
a
passagem uma
L
rça
de
2:000
carli»ias
com
doas
peç?.'. de
artilheria,
commamiadis
pelo
b-igadeir
>
Vallés
e <iu-
da
que
esperavam o
combale,
dizem
que
lic.ou
bastante
surprebendido
pelo
atrevi-
mento
e
pela
confiança
que
revelava
a
dita
força carlista
e
principalmente
de
fa
cto
de
oão
apodrece
em,
como
deviam,
outras
colomna.s
<lo
exerc
lo
liberal,
pois
aílirmam
que
operava um
movimento com
binado
com
o
general
cm
ch<fe.
Acceitou todavia
o
combate
qne
se
pro-,
longou
indeciso
por
mais
de
4
horas,
e
quando
-
já
começava
a
obter
vantagens
sensíveis, viu-se
de repente
ac.Commetiido
rudemenle
ua
rectaguaida
pelos
brigadeiros
carlistas
Gamundi
e
Boet
qne
chagaram
depois
das
quatro
horas
da
tarde
ao
cam
po
da
batalha
e
que
o aUcuram
sem
to
mar
o
menor descanso
não
Obstante
aca
barem
de
fazer
rara
apresentar-se
a tem-
po
uma
marcha
de
mais
de
quarenta
ki-
mmeiros.
O
resultado
deste
ataque
exactamen-
te
na
occasiào
em
que
as
celumnas
do
chefe
aflonsino
não
guardavam posições,
porque
este
as
dirigia contra
o
antago
nista
qne
tinha
em
freme,
foi-lhe,
como
era
natural,
funestissimo.
A
*
forças
de
seu
cominando
quasi
se
dispersaram
e
bem
a
custo
logrou
refugiar-se
em
Calaceite,
deixando
em
poder
dos
vencedores
mais
503
prisiigjeiros,
dous
canhões
e
tendo
ti
do
cerca de
300
fóra
de
combate.
Furioso
Despujols
por
esle
revés
que
atiribue
a culpa do general em
chefe
que
lhe
ordenou
a
operaçao
e
nem
chegou
ao
logar
do
combale,
nem soube
comer
na
marcha
Gamundi
e
Boet,
pediu
ao
gover
no
que
lhe
permiitisse
vir
dar
conla
de
seu
proceder,
e
de^e
chegar ámanhâ
ou
depois,
apo<iado, segundo
dizem, a
exigir
qoe
seja
submetlido
a
um
conselho
«le
guerra,
ante
o
qual
quer
ver
accnsado
seu
superior,
o
general
Echague. Expli
ca-se
muito
bem
esta
irritação, porque
Despujols
é
geralme-te
considerado
um
militar
valente
e
entendido.
O
joven orador
conseguiu satisfaser
j
plenamente
o
auditorio, que
applaudio
o
seu
bem
trabalhado
discurso.
ProeiMaão
de Pasarns.—
Se
o
lem
po
o
permittir
lem
ámauhã
logar
a
pro
cissão
de
Passos
em
Via
Crucis,
e
cujo
itinerário
é
o
dos
annos
anteriores.
Consorcio.—
No
dia
8
do
corrente
uniu-se,
pelos
sagrados
laços
do
Matrimo
nio,
o
ex.1
"0
snr.
Joaquim
Augiisio
de
Carvalho
Braga
com
uma
filha
do
ex.mo
commendador
João Antonio
d'Oliveira
Braga.
Os
irmiios
Daveuport,
—
Tivemos
dois
especlaculos
dados
pelos
celebres
cor-
domanos,
cujo trabalho é, na
verdade,
ad
mirável.
Em
ambas
as
noites
foram
muito
ap-
plaudidos,
brm
como o actor
Samuel
e
a
aciriz
Josefa
d’
Oliveira
que
tomaram
par
te
no
espectaculo.
Melhora».—
Teu»
experimentado
sen
síveis
melhoras
o
nosso
distincto
correli
gionário,
D.
Jorge
Eugênio
de
Locio,
re-
dactor
da
«Nação».
Felicitamos
o
nosso
presadissimo
col-
leg«.
Senhor dos
l
’a»sos.
—
E’
hoje
á
noite
condusido
procissionalmenle,
do
tem
plo
de
Santa
Cruz
para
o
do
Collegio,
a
devota
imagem
do
Senhor
dos
Passos.
E
’
acompanhada
peia
irmandade e
por
uma
guarda
d’
honra,
precedida
da
respecti
va
banda
de
musica.
Portugal antigo
c moderno.—
Distribuiu-se
o
67.®
fascículo
do
«Portu
gal
antigo
e
moderno»,
cuja
publicação
conliniía
a
ser
feita
com toda a
regula
ridade.
Este
fascículo
comprehende
as
pa
ginas
de
117
a
148, «lo
volume 5.°
Entre
os
artigos
importantes
e
curiosas
noticias
biográficas e
archeologicas
que
en
cerra,
traeta
das
seguintes
terras
:
Marvão,
iMarvilha,
Massarellus,
Malheus
e
Matho-
sinhos.
Reino
il’
Ann
*
ni.
—
E’
com
satisfa
ção
que
publicamos
o
seguinte:
Na sessão
de
4
d’agosto
de
1874,
a
Assembleia
nacional
approvoo
o
tratado
concluído
em
Saigon, a 15
de
março
pre
cedente
entre
a
França e
o
reino
d’
An-
na<D.
Garantiu
aos
missionários
a
plena
liberdade
do
apostolado,
e
aos
annamilas
a
plena
liberdade
de
professarem a
reli
gião christã. Fielmente executado,
esle
tratado
inaugurou
uma
nova
era para
as
missões d
’
Annam.
Eis
o
artigo
do
tratado
relativo
á
li
berdade
religiosa
:
Art.
9.°
—<S.
M.
o
rei
d
’
Annam,
re
conhecendo
que
a
Religião Catholica
en
sina
os
homens
a-praticar
o
bem,
revoga
e
annula todas
as
prohibições
lançadas con
tra esta religião, e concede
a
Iodes
os
seus
súbditos
a
permissão
de
a
abraçarem
e
praticarem livremenle.
«Por
este
motivo,
os
chrisiãos
do
rei
no
d
’
Annam pederão
reunir-se
nas
egre-
jas
em
numero
illimitado pua
os
exercí
cios
de
seu
culto.
Não
serão
mais
obri
gados,
sob
pretexto
algum, a
actos
con
trários
á sua
religião,
nem
submeilidos
a
recenseamentos
paniculates.
Serão
ad-
miitidos
a
lodos
os
concursos
e
aos
em
pregos públicos,
sem serem
por
isso obri
gados a
acto
algum
prohibido
pela
reli
gião.
«Sua
Magestade
obriga-se a
fazer
des
truir
os
registros
de
recenseamento
dos
chrisiãos
íeilos
ha quinze
awnos,
e
tra-
tal-os
emquanlo
aos
recenseamentos
e
im
postos,
exaclamenle
como todos
os ou
tros
seus súbditos.
Obriga-se,
além d
’
isso,
a
renovar
a
prohibição.
Ião
sabiamente
lançada
por
elle,
de
empregar
na
lingua
gem
ou
nos
escripios,
lermos
injuriosos
para
a
religião,
e
lazer
corrigir os
artigos
do
Thâp
Deus, nes
quaes
estes
termos
são
empregados.
«Os
bispos
e
missionários
poderão en
trar
livremente
no
reino
e
circular
nas
suas
dioceses
com
um
passaporte
do go
vernador
da
Cochinchina,
referendado
pelo
ministro
dos
ritos ou
pelo governador da
província.
Poderão
prégar
em
todos
os
logares a
doutrina catholica.
Não
serão
submettidos
a
vigilância
alguma
particu
lar, e
aldeias
não serão
mais
obrigadas
a
declarar aos
mandarins
a
sua
chegada,
nem
a
sua
presença,
uem
a
sua
partida.
«Os
padres
aonamitas
exercerão
livre
mente,
como
os
missionários, o
seu
mi
nistério.
Se
a
sua conducla
fôr
repre-
hensivel,
e
se,
nos
lermos
da
lei,
a
falta
commeliida
por
elles
estiver
sujeita
á
pe
na
de
bastão"
ou
de
chibata,
este
castigo
será
commutado n’
oulro
equivalente.
«Os
bispos,
os
missionários
e
os
pa
dres annamitas
terão
o
direito
de
com
prar
e
alugar
terras
e
casas,
construir
egrejas,
hospilaes,
escolas,
asilos
e
quaei-
GAZETILHA
4
A»$
assignanles
(Teste
jornal, e
áquelles
que
o
eram do
Futuro,
os
quaes
são
con
siderados
lambem
como
nossos assignanles
,
rojamos o
favor
de
mandarem
salisfazer
o
seu
debilo,
o
que podem realisar
enviando-o
em
valles
do
correio,
ou ordens pelos
agen
tes
dos
Bancos
d'esla
cidade,
ou
enlregun-
do-o
aos
nossos
corresponderdes.
Esperamos
lambem, nos
avisem quando
verifiquem
qual
quer
entrega e se continuam
ou
não a
coad
juvar
esta
empresa.
Para
obviar
a
reiteradas
queixas
que
se
nos
teem
feito
quer
de terem
pago,
ou
mandddo
suspender
a
remessa,
o
que
mui
tas
vezes
não
chega
ao
nosso
conhecimen
to.
resolvemos
publicar,
em
secção
especial,
os
nomes
dos
snrs.,
que
remelterem
cartas
a administração
ddesle
jornal,
pospondo
aos
nomes
a
palavra
—recebemos—
,
quando
se
ja
remessa
de
dinheiro,
e
esVoulra
—scieu-
tes
—,
quando
sejam
avisos,
ele.
Lausperenne.—
Expõe-se
ámanhã
na
egreja
do
Hospital
de
S. Marcos.
Conferencia.
—
Da
conferencia
recita
da
na
Associação
Catholica
pelo estudioso
diácono, o
snr.
José
Maria
da
Costa
Dias,
apenas
daremos
o
seguinte
ligeiro
resumo,
porque a
isso
nos
obriga
a
exiguidade
do
espaço
de
que
podemos dispor;
O orador
soccorrendo
se
das
palavras
do Evangelho da
dominga
precedente
:
fíeati
qui
audiunl
verbum
Dei
et
cuslo-
diunt
illud,
escolhe-as para
thema das
re
flexões
religiosas
com
que
se
propõe en
treter
a
atlenção
do
aoditorio
Essas
reflexões são
feitas
sobre
os
tres
caracteres
que
provam
a divindade da
Egre
ja
Catholica:—
força
soberana, luz sobe
rana, amor
soberano:
Os
apostolos e
seus
successores
pré-
garam e
ensinaram
á
humanidade a
pala
vra
de
Jesus Christo
;
e
assim
formaram
essa
sociedade do homem
com
Deus, cha
mada
Egreja
Catholica.
Esta
divina
socie
dade
que
Jesus
adquiriu
pelo
seu proprio
sangue,
depositaria
da
palavra
omnipoten
te,
tem
continuado a
obra
da
salvação
da
humanidade,
triunfando
das
paixões
dos
homens, bem
como
do
espaço e
do
tem
po,
porque
é
o
mais
alto
poder
que
tem
apparecido
sobre
a
terra;
Mas
não basta
que
a
verdadeira
so
ciedade
do
homem
com
Deus
seja sómente
dotada d’
uma
força
soberana,
porisso
que
a
Egreja
Catholica
illuminada
por
uma
loz
celeste,
é
a
soberana
rasão
doutrinal,
moral
e
social, porque
é
a
mais
alta
in-
lelligeocia
que
tem
apparecido
sobre
a
terra
;
Demais;
sendo
necessário
que
a
ca
beça
e
os
membros
d’esia
sociedade
esie-
jam
ligados
pelos
laços
mais
íntimos
e
frateuiaes;
que
tenham uma
só
alma,
um
só espirito
e
urn
só
coração
para
o
conseguimento
do
seu
tira
divino,
a
Egreja
Catholica
apresenta
o
duplo
fenomeno
da
união
mais
intima,
e
da
caridade
mais
expansiva,
porque é
o
maior
amor
que
lem apparecido
sobre
a
terra.
Com
a
desenvoluçào
d
’
estes
tres
asser
tos
o
orador
quer
chegar ao
seu
seguinte
corollario
: a
Egreja
Catholica,
depositaria
da
palavra
do
Deus-Humanado,
é
a
Egreja
do
Deus
vivo;
por
isso
são
bemaventu-
rados
os
que ouvem
e
guardam
a
sua
palavra.
quer
edifícios
destinados ao
serviço
do
seu
culio.
«Os
bens
confiscados
aos
christãos
por
motivo
de
religião,
que
se
achem
ainda
relidos, ser-lhes-hão
restituídos.
«Todas
as
disposições
precedentes,
sem
excepção,
applica<n-se
lauio
aos
missioná
rios
hispanhoes
como
aos
francezes.
«Um
edito
real,
publicado
logo
depois
da
troca das
ratificações,
proclamará
em
iodas
as
Ireguetias
a
liberdade
concedida
por
Sua
Magestade
aos
chrisiãos
do
seu
reino.»
Restabelecimento.—
O
ex.
ni#
con
selheiro
Marques
Murta
está quasi
resta
belecido
do incommodo
que ultimamenle
tem
soffrido.
Pusaea.—
Não
obstante
a
inverneir»
que
não
quer
deixar-nos,
já
estão
a
ador
nar-se
os
Passos,
que
todos o<
annos
cos
tumam
ser
vistosamente
decorados.
fVaufragio.
—
O
vapor
«Hong-Kong-.
que
ia
de
Londres
para
o
Japão,
despe
daçou-se
de encontro
aos rochedos
de
So-
cotra,
proximo
de
Aden. Poderam
salvar-
se
18
tripulantes,
porém morreram
12 pas
sageiro^
entre
os
quaes
1
senhora
e
5
crianças.
Não
ha
noticia
de um
escaler
no
qual
ia
o
capitão
com
17
marinheiros.
Conta «lis receita e «lesfpeza «la
Associação da Prcpngação da Fé
em
Fort cagai,
IH
imm
e SBrazil no
anno
«le
1854.
—
(Receita) —
Angra,
659$595—Aveiro,
276^900
—Beja,
9$960
—
Braga
(I),
3:04X5865
—
Bragança,
405820
—
Castello
Branco.
7-15”
00
—
Coimbra,
1695945
—
Eivas.
32#200-Evora, 9^600-
Faro, 5475250—
Funchal, 985905
—Guar
da,
4475400
—
Larnego, 145280
—
Leiria,
4345140
—
Lisboa, 1:4505655
—
Pinhel,
105580
—
Podo,
5055
-90
—Vizeu, 1755630
—Bahia,
142-5860 —Riode
Janeiro,
5165480
—S.
Paulo,
1615960.
Somma
total.
.
.
.
8:8225815.
(Despeza).
Papel
p»ra
os
Annaes, tra-
ducção,
impressão,
brochura,
distribuição,
expedição
deniro
e fóra
do
reino,
4635310.
Gastos d
’
Adminislração. 1085000.
Remettido
ao
snr.
Certes
parle
d
’
oma
letra
á
conla
da
gerencia dé
1874,
455740
Ao mesmo snr.
duas
letras remetlidas
de
Braga
no
valor
de
2:6435300.
Ao
mesmo
snr.
uma
letra
de
2:3275000.
Ao
mesmo
snr.
remettido
direclarnen-
te
do
Brazil,
6785440.
Juros
dos
fundos em
França,
1365755.
Posto
á disposição
do
snr.
Certes
por
saldo das
contas
de
1874,
2:4205270.
Somma
total.
... 8 8225815.
(1)
Do
mappa
demonstrativo aiinexo
a
esla
couta,
publicada no
n.° 278
dos
«Annaes da
Propagação
da
Fé»
do
mez de
janeiro
ultimo,
estralamos
0
que
diz
res
peito
ao
arcebispado de Braga 0
seguinte:
O
snr.
José
Maria
Dias
da
Costa,
coa
djuvado
pelos
revd.
08
snrs.
conego
José
d
’Aquino Velioso
de
Sequeira
;
Joaquim
J. da Silva
Baceilar,
de Cervães
;
Manoel
José
Dias,
de
Vianna,
Sebastião
de
S.
Luiz,
da
Pevoa
do
Varzim
:
Simão
Anlonio
Bar
bosa.
Abbade de
Insalde,
Coura
;
e
D.
Joa-
quina
Ignacia
de
Macedo,
dos
Arcos,
e ou
tras
pessoas,
remeteu
a
quantia
lotai
de
6705800
em
que
eniram
os
seguintes
do-
nalivos
com fim
especial.
Da
snr.
’
Francisca
Pinheiro,
para
quin
ze
missas,
155600,
Do
snr.
José
Soares
Machado,
de
Guimarães,
dara
dez missas
445000,
D
’um
auonyrno,
idem,
para
Mgr.
Gaulhier
pedindo
seis missas, 275000,
de
P. F. M
M.
para
as
missões
da
Asia
pe
dindo
tres
missas,
135500,
De
F. M.
da
Povoa
do
Varzim,
para
os
Logares
Sau-
los
205000
rs.,
e
sem
applicação
205000,
De
P.
I.
idem, para
as
maiores necessida
des
da
Associação,
245000,
Do
mesmo
para
os logares
Sanlos,
65000,
De
varias
esmolas avulsas,
385775.
O
snr.
padre Francisco
Martins
Fari
nha, coadjuvado
pelos
revd.°
s
snrs.
José
Rodrigues
Reis,
que
só
á
sua
parle
enviou
cerca
de
4005000
rs. ;
do
capellào
mór
de
Vairão,
Aíanoel
Gençalves,
de
Forjaes;
Manoel
Fernandes
Rego,
deNavaes;
Ber
nardo
Gomes Pimenta
de
Fonte
Boa; e
João
Pimo
Borges,
remeteu
1:3145885
rs.
na
qual eniram
os
seguintes
donativos
:
D
’um
anonymo
de
Braga,
3505000,
D
’oulro
de
S
Maria
Forjaes,
1005000, D
’
ouiro
de
Vil
la
Nova
de Famalicão
185000,
D’
ouiro de
Navaes,
para uma
missa
pelo
augmenio
da
Associaçã»
e
por
lodos os Associados, 45500,
D’
ooiro
de
Vairão,
750,
D
’
outro da
Maia,
15500.
D‘ouiro
de
Villa Nova
de
Famali
cão,
para
baptismos,
45500,
Do
snr. José
Barreto
de
villa
de Punhe,
para uma
mis
sa
nos
Logares
Sanlos
15200,
Da s«r.
a
Anna M.
de J.
Maia,
de
Tougues, verba
testa-
menlaria, 135500,
Do
snr,
Manoel
R.
Tor
res,
de
Forjaes;
verba
testamenlaria
455H0.
O
snr. padre
Marlinho
A.
P. da
Silva,
remelleu
6455325,
no
que
entram
os
se
guintes
donativos: Do
snr.
José Gomes
Nete,
1005,
Do
snr.
fr.
José
de S.
Paio,
verba
lestarneMai
ia,
505,
Do
abbade
de
Sant
’
fago
da
Gimieira,
idem, 1465475.
es.-
molas
obtidas
pelo snr.
padre
Manoel
José
Couto,
485,
para baptismos e
duas
missas
por
alma
do
snr.
Anlonio M. M.
45500,
Do
snr.
João
Anlonio d
’
Oliveira
Braga,
para
baptismos,
e
subscrição
165740.
O
snr. padre
Manoel
Teixeira
da
Cos
ta
remelleu.
3975005
rs.
Conimbríeenae.-
D
’
estejornal
trans
crevemos 0
seguinte
:
Os
filhos.
—
Entre
muitas
nações
bar
baras
0
dia
do nascimento
de
um
filho
era
um
dia
de
luclo
para
a
familia.
Alguns
sábios
da
antiguidade
justificavam
este cos
tume,
porque
refleclindo
bem
nos traba
lhos,
perigos
e
miserias
que
0
homem
tem
de
sofber
duranie
a
vida,
justo é
regar-
lhe
0
berço
de
lagrimas.
Em
Alhenas
0
nascimento
dos
filhos
era
festejado
com grande
alegria
por
lodos
os
pareuies,
be
era
menino,
adornava-se
a
poria
da
casa
com
uma
corôa
de
oliveira,
como simbolo
da
agricultura,
a
que
0
ho
mem
é
destinado.
Se
era
menina,
uma li
ra
de
lá
substituía
a
corôa
d
’oliveira,
pa
ra designar
a
especie
de
trabalhos
em
que
as
mulheres
devem
occupar-se.
Em
quasi
toda
a
Grécia se
auciorisava
ou
antes to
lerava
0
direiio
de
vida
e
de morte
que
os
paes
tinham
sobre
os
filhos.
Os
romanos
festejavam
com
grande
alegria
0
nascimento
dos
filhos,
receben-
do-o
como
uma
dadiva
do
céo.
Inspira
dos
pela religiàe
e pelo amor saudavam
com
louvor
os
recemuascidos,
e
invocan
do
os
deuses
tutelares,
todos
os
annos re
novavam
estas
saudações no
anniversario
natalício.
A
lesta
era
celebrada
com
um
banquete;
sobre
um
altar
de
relva
immo-
lava-se
um
cordeiro,
e
com
0
sangue
da
viclima
se
faziam
numerosas
libações.
As
portas
da
casa
ornadas
de
grinaldas
de
flores
estavam
patentes
a
todos
os
paren
tes, amigos
e
conhecidos.
Se
0
filho
nas
cia morto,
era
esse
dia
considerado
como
nefasto
e
de
mau
agouro.
O riso.
—O
riso
é
um
dos
mais
bellos
airibuios que
caraclerisa
a
especie huma
na.
E
’
a
expressão
de
prazer,
da
alegria,
e
da
felicidade.
As
pessoas
frias,
or^íT-
Ihosas
e
taciturnas
riem
pouco ;
e
quando
0
sorriso
lhes
assoma
aos
lábios, é
anies
um
so/riso
amargo
de
desdem,
de
despre-
so
e
de
ironia.
Está
piovado
que
vivem
mais
tempo
as
pessoas risonhas,
alegres e
joviaes,
do
que
as
tristes
e
sombrias.
O
riso
nào
é
só
0
movimento
alegre
e
engraçado
dos
lábios;
é
lambem
a
ex
pressão
geral do
rosto
e
dos olhos,
é
a
feição
mais simpalica
da
formosura,
e
0
indicio
mais seguro de um
caracter
franco
e
bondoso. Que
doces perfumes
no
iuuo-
ceuie
sorriso
das
crianças,
no
meigo
sor
riso
dos
paes,
e
no
cândido e
amoroso
sor
riso
da mulher
formosa
1
Até
o
ceo
lím
pido
e
sereno,
os
campos
matísados de
flores,
e
as
cidades
poéticas
e
formosas,
tudo
tem
cores
risonhas
e
alegres
para
0
homem.
Ua
*
ia
bonita
earta.—
Quando
che
gou
ao
conhecimento
do
pae
do
duque
de
Broglie
que este
desejava
tomar
parte
na
politica
republicana
de
França,
escreveu-
lhe
aquelle
uma
caria do
theor
seguinte:
«Meu
filho.
Se
se
podessem
escrever
bengaladas,
lerias
esla
minha
carta
sobre
as
tuas
costas.
,
Teu
pae
Marechal
de Broglie.)
Pura
os carlistas.—
Um
jornal
fran-
cez
diz
que
os
agentes
carlislas
em
Fran
ça
e Inglaterra
leem
já
comprados
4:000
cavallos destinados para
0
exercito
de D.
Carlos,
e
1:000
já
desembarcaram
na
cos
ia
cantabrica.
Os
assassinatos no Piará. —
Do
«Diário
de
Noticias:»
—
Os
artigos
sedicio
sos
do
repugnante
pasquim «A
Tribuna»,
que por
vergonha do
jornalismo brasileiro
se
publica na
província
do Pará,
não
se
limitam
unicamente
a
levantar
odios
con
tra
os
portuguezes,
mas
também
a
inci
tar
os furores
dos
malvados
contra
quasi
todos
os
estrangeiros,
que,
como
os
nos
sos
ctmpairiolas,
vão
ah
para com a sua
aclividade
e
energia
no
trabalho,
adquirir
meios
de
fortuna,
uuico motivo
que
os
tor
nam
odiados
pelos
indolentes
da terra.
Ultimamente
foram
lambem
assassinados
e
roubados
na
villa
de
Cintra, d’
aquella
província,
dois
commerciantes
hispanhoes,
0
que
produziu
grande
pânico na
povoa
ção
e
priDcipalmente
entre
todos
os
oíf
trangeiros,
que
não
cessam
de
pedir
pro
videncias
ás
aucloridades
locaes.
Portuau®®®
*
fsllecídos.
—
Fallece-
ram
no
Rio
de
Janeiro
desde
8
a 12
do
mez
passado os seguintes
:
José
Antonio
Terra,
.33
annos,
soltei
ro;
Antonio
de
Sousa
Pereira
18;
Anto
nio
Pinto
de
Almeida,
55,
casado;
Manoel
Leite
Ribeiro,
28,
s.;
Anlonia
Rita
Feli-
sarda,
100,
viuva;
iManoel Caetano
23. s;
José
da
Costa
Machado,
46,
s.
; José Ma
ria
de
Castro
Montenegro,
38,
s.;
Rosa
de Andrade
Caetano,
25,
c.;
João
Rodri
gues
dos
Reis,
30, s.;
Victorina
Constan-
ça
de
Jesus;
21,
c.;
José
Maria
Pereira
Fontes, 28, v.; Antonio
da Silva Santos,
29.
s.;
João
dos
Santos
Brandão,
22.
s.;
Manoel
Fernandes da
Costa
Braga,
28,
s.;
Manoel
Francisco,
49,
s.;
Augusto
Go
mes
Martins,
18; Antonio
Marques,
24,
s;
José
Gomes,
22,
c.;
Manoel
Borges,
38,
c.;
Anlonio
José
Mendes,
30,
s.;
Marianna
Augusta
Braga,
76,
s.,
Manoel
Gonçalves
<le
Faria,
55, c.; Francisco
Correia
de
Araújo,
26,
c.;
Francisco José Rego,
13;
Alfredo
da
Veiga
Machado, 23,
s.;
Manoel
Francisco
Conegal,
32,
s
;
Francisco
José
Dias Braga, 60,
s
;
Agostinho José
Lis
boa,
56,
v
;
Manoel
Daarle
da
Silva,
80,
c.;
Luiz
Dias
d’
Oiiveira,
30;
Anlonio
da
Fonseca,
46,
s.
--------
gWMMP
O
w
—
COVFEREMCIAS
VA ASSOCIA
ÇÃO
CATHOLICA.
No
proximo
domingo
4
nào
ha conferencia,
fica
esta trans
ferida
para
o
dia
de
S.
José
i 9,
o
que
se participa
aos socios
para
comparecerem
na
casa
da
Associação.
Principia
ás
7
horas
da
tarde.
NECROLOGIA
Ainda
com
os olhos
mal
enxutos das
sentidas
lagrimas derramadas sobre
a
se
pultura d
’
um
amigo
querido, lanço mão
da
penna
para
desafogar a
justa
dôr
que
ainda
me
punge
a
alma e
mitigar
a
in-
delevel
saudade
que
por
elle
sinto.
Fallo do rev.°
Francisco
Joaquim
de
Moraas,
mancebo
que
ás
boas
qualidades
de
que
era
dotado,
ajuntava uma
inlelli-
ge.icia
cultivada
por
um
estudo
assiduo.
Cursou
o
(lyceu
e
seminário
em
Braga,
sempre como
estudante
mui
distiucto;
e
pelo
seu
bom proceder
mereceu a
estima
de
pessoas
illuslres,
e
muito
mais
d’a-
quelles
de
quem recebia
a
instrucção.
Depois que
regressou
á
terra
da
sua
naturalidade,
para
disfructar
no
seio
da
sua
familia
o
premio
dos
seus trabalhos,
foi varias
veses
accomiuettido
por
uma
fe-
bre-gastrica,
e,
ainda
que
depois de
longos
soflrimentos,
ponde
algumas
veses
recupe
rar
a
saude;
todavia
pouco tempo ha
succumbiu
victima da
antiga moléstia,
dei-
,
xando
a
familia
entregue
ao
pranto
e
á
mais
viva
saodade.
Deus
dè
o
descanço
eterno
á
sua
alma.
Meirinhas
11 de
março
de
1875
José
Maria Remardes
Mendes.
SECÇÃO
DE
COMMUNICADOS
Cabeceiras
11
de marçe
de ISIS
Snr.
redactor.
Não
posso
deixar
de
vir,
por
este
meio,
censurar
alguns
janotas
cá
da
terra, os
quaes porque o rev.°
abbade
da
freguesia
de
Refojos
não
lhes
consentiu
que
fossem
para
o
côro
praticar
acções
impróprias
da
santidade
e
devoção
devida á
casa
de
Deus,
tratam
de
o
deprimir
na
imprensa,
escrevendo
para
os
jornaes ua« celebres
cotnmuuicados
destituídos
de
fundamentos,
e
que
só
servem
para
provar
a
animosi
dade e
despeito
insano
do
seu
auctor
;
e
isto
é
bem
palparei,
porque
sem
descer
a
mais minuciosidades
bastaria
atlender-
mos
ao facto
de
faserem grande
alarde
d
’
uma
certidão
d
’
obilo
passada
por
aquelle
exemplar
sacerdote,
na
qual
por
um
la
*pso
muito
desculpável,
não
declarou
a
profiis-
são
do
fallecido
!!
I
Na
verdade, snr.
^edactor,
é
esta
uma
falta
muita
grave,
e
que
merece
ser
levada
ao conhecimento
de
snr.
arcebispo!!!
O
auctor
d
’
aquelle
communicado,
pro
vavelmente
nunca
leu
o
Manual
de
Direito
Administrativo
Parochial,
do
snr.
Sousa
Monteiro, no qual
se
vê
a
folhas
16o
a
maneira
como
devem
ser
lavrados
aquel-
les
termos, e
cujo
formulário
o snr.
ab
bade
seguiu
á
risca,
não
mencionando
tãosómeute
a
profissão.
Gomo
não
posso
perder
muito
tempo
com
inutilidades,
em
virtude
de
afaseres
mais
sérios,
ficarei
hoje
por
aqui,
na
cer-
lesa que
direi
mais
algumas
verdades
que
talvez
não
agradem
aos
laes
meninos,
ca
so
elles
persistam
nos
mesmos desígnios.
Sou,
snr.
redactor
De
v.
etc.
B.
CO.U7IERCIO
B
olsa
de
B
raga
10
de
março
de
1875
EíTectuado
Banco
Commercial
de Braga
(nova
emis
são)
20$000.
Banco
Commercial
de
Guimarães
4$a00.
Banco
do
Minho
119$100.
Dito
dito
1t9$50O.
Banco
de
Villa
Real 45$500.
Dito dito 45$400
Dito
dito
42$250.
Banco de
Bragança 2$550.
Banco
Luzitano
128$000
11
de
março de
1875
FíTee
íuatio
Banco
da
Covilhã
64$200.
Dito
dito
64$350.
Dito
dito
6i$500.
Banco
Mercantil
de Braga,
3$8il0.
Banco de
Bragança 2$600.
Dito dito
2$700.
Dito dito
2$750.
Dito
dito
2$800.
Banco
do
Alemlejo
6$I50.
Banco
Commercial
de Braga
61$000.
Dito
dito (nova
emissão)
20$000.
Banco
Commercio
e
Industria
12&300.
Dito
dito
12$400.
Banco de Guimarães
4$500.
Inscripções
d
’
assentameiilo
49,15.
O
director
Anlonio
Teixeira
Barbosa.
SAÚDE
Á TODOS
sem
medicina,
pur
gantes
nem
despezas
com
o
uso
da
delicio
sa
farinha
de
sttúde,
REVALESCIERE
DU
BARRY
de
Londres.
‘
8*
1
annos <!’invariável sueeesso
1
Nenhuma
enfermidade
resiste
á
de
liciosa
Revalesciére
que
cura
as
indiges
tões
(despepzias)
gastrica,
gastralgia,
íle,
gma,
arrotos,
amargor
na
bocca, piluitas-
uauseas,
vomitos, irritação
intestinal, d
ia r-
rhea,
dizenteria,
cólicas,
tosse,
alhsma,
fal
ta de
respiração,
oppressão,
congestões,
mal
aos
nervos,
diabeihe,
debilidade,
todas
as
desordens
no
peito, na
garganta, do
alilo,
das
bronchiles,
da
bexiga,
do
liga
do,
dos
rins,
dos intestinos,
da
mucosa e
do
sangue.
Mr.
Liviogstone,
celebre
explorador
da
África
central,
no
seu
relatorio
que
íez
á
Sociedade
Real
Geográfica
de
Londres
so
bre a sua viagem
diz
:
«Os
habitantes da província
d’Angola
«parecem
gozar
uma
grande
fellicidade,
el-
«les não
precisam nem
médicos
nem
pur-
«ganles,
o
seu
principal
alimento
sendo
a
«
Revalesciére
que
Du
Barry
trouxe
em
«Europa,
veem-se
isentos das
moléstias,
«e
a
tisica pulmonar,
escrophulas,
empin-
«gens,
cancér,
febres,
difiiculdade
de
eva-
■<cuar, diarrhea,
etc.,
etc.,
são
moléstias
«completamente
desconhecidas,
como tam-
«bem desconhecem
as
bexigas,
o
saram-
*po,
etc.»
Certificado
do
Dr.
Manuel
Saens
de De-
jada,
doutor
da
faculdade Medica
Cirúr
gica,
lente
da
Universidade livre
de Cor-
dova,
medico
em
proprio
e
do
caminho
de
ferro
de
Merida a
Sevilha,
etc.
Certifico:
Que com
o
uso
da
Reva
lesciére,
obtive
na
minha
clinica
varias
cu
ras
em
moléstias
gravíssimas
em
alguns
clientes
residentes n’
esta
cidade,
lembran
do-me
o
de
D. Filippe
Zappina
emprega
do
publico,
hoje administrador
da
alfan-
dega de
Manila
nas
ilhas
Filippinas, a
de
D.
Amélia
Gomes,
casada
com um
chefe
do
exercito,
a
qual
continua
a
melhorar
cum o
seu
uso;
de
D.
Ramon Alonzo,
rapaz
de
vinte annos que soffria
havia
al
guns
mezes
de uma
moléstia de
peito
de
muita
gravidade.
E
para
fazer
constar
em
toda
a
parte,
a assigno
em
Cordova
em
13
de
outubro de
1873.
Doutor
Manuel Saens
de
Jejada.
Seis
vezes
mais
nutritiva
do que a
car
ne
sem
esquentar,
econornisa
cincoenla
vezes
o
seu
preço
em
remedios.
—
Preços
fixos
da
venda por miudo
em
toda
a
pe
nínsula
:
Em
caixas
de
folha
de
lata,
de
kilo,
500
;
de
1
/í
kilo 800
rs
;
de
um
kilo,
l$400
reis;
de
2
*
/,
kilos,
3$200
reis;
de 6 ki
los,
6$400
reis,
e
de
12
kilos,
12$000 reis.
Os biscoitos da Revalesciére
que
se
po
dem
comer
a
qualquer
hora,
vendem-se
em
caixas
a
800
e
l$400
reis.
O
melhor
chocolate
para
a
saúde
é
a
Revalesciére
cbecolatada
;
ella
res-
litue
o
appetlite,
digestão,
somno,
energia
as
carnes
duras
ás
pessoas,
e ás
creanças
e
mais
fracas,
e
sustenta
dez
vezes
mais
que
a
carne,
e
que
o
chocolate
ordinário,
sem
esquentar.
Em
paus,
ou
em
pó
em
caixas
de
folha de
latadelO
chavenas,
500
reis;
d®
24
chave
nas,
820
reis; de
48 chavenas,
1$400
; de
120
chavenas, 3$200
reis,
ou 25
reis
cada
chavena.
BAHR¥
BU
BARRY «fe
C.
a
-Pla-
ce
Vendòme,
26,
Pariz;
77
Regent-Slreet
Londres;
Valverde, 1,
Madrid.
Os
pharmacsulicos,
droguistas,
tner-
cieiros,
etc.,
das
províncias
devem
diri
gir
os
seus pedidos
ao
deposito
Central
;
snr.
Serzedello
&
G.
a
Largo do Corpo
Santo 16,
ZLisboa,
(por
grosso
e
miudo)
;
Carlos
Barreio,
rua
do
Lorelo,
28;
Bar
rai
&
Irmãos,
rua Aurea,
12.
Porto,
J.
de
Sousa
Ferreira
á
Irrnão, rua
da Ba
nharia 77 ; de
bequeira
;
J.
Pinto
;
Desí-
ré
Rahir;
Coianbra,
V.
Botelho de
Vas-
concellos
;
Aveiro,
F.
E.
da
Luz e
Costa,
pharm.;
Barcellos,
Ramos,
pharm.;
Braga,
Pharmacia
Maia,
rua dos Chãos,
Pipa
&
Irmão,
rua
do
Souto,
Domingos
J.
V.
Machado,
praça
Municipal.
Figueira,
Anlonio
Vieira,
pharm.
;
Cduimarftes,
A
J.
Pereira
Martins,
pharm.
;
Pena-
fiel,
Miranda,
pharm.
;
Ponte
do Lima,
A.
J.
Rodrigues
Barbosa,
pharm.
;
Po
voa do
Varzim,
P.
Machado
de
Oli
veira,
pharma.
;
Vianna
do
Castello,
Aflooso
e
Barros,
droguistas;
Villa
do
Conde,
A.
L.
Maia
Torres
pharm.
AGRADECIMENTOS
João
Pereira
Henrriques de
Carvalho,
Maria
dos
Remedios
Pereira
Hennques
de
Carvalho,
Mequelina
Pereira Henriques
de
Carvalho,
Guilhermina
Pereira
Henriques
de
Carvalho,
Adelaide
Pereira
Henriques
de
Carvalho, e
Domingos Anlonio
Pinto
dos
Reis
Barreio,
irmãos
e
cunhado
do
faHecido
Jo^é
Pereira
Henriques
de
Carva
lho,
capitão que
foi d
’infaniena
na
dispo
nibilidade;
summamente
penhorados
para
com
os iíl.™
os
e
exc."
103
snrs.,
entraudo
n’
este
numero
a
dislincta
corporação do
regimento
d’iofaoteria
8,
oíliciaes
refor
mados,
e
respeitável clero,
que,
além
de
o
terem
visitado
durante
a
sua
enfermi
dade,
honraram
assi«tir
ao
seu funeral
no
real
templo
de
Santa
Cruz,
e descer
á
sepultura no
eemiterio
publico
no
dia
3
do
corrente.
Ao
ill.
mo
e exc.mo sor.
com-
missaiio
dos
estudos
e
illustre
professora
do
em
geral,
assim
como
os
nobres
aca
démicos
do
lyceu
bracareose.
A’s
ill.
mas
e
exc.
,nas
snr.38
que
nos
honraram
com
os
seus
cumprimentos
de
pesames,
e
ao
meu
particular
amigo
o ill.
1M0
e
revd.
mo
Luiz
Gomes
da
Silva,
sempre
iucaosavel,
muito principalmeote
uas aproximações dos
últimos
momentos
do
finado,
nunca
de
samparando
o
leito
da
dor,
e conservan
do-se
varias
noites n
’
esta
casa;
vão
por
este
meio
agradecer
e
protestar
seu pro
fundo
reconhecimento,
em
quanto
não
po
dem
fazer
pessoalmenle.
(2317)
João
Baptista
Ribeiro,
summamente
gra
to
a
todas
as
pessoas,
que
lhe
prestaram
serviços
por
occasião do
fallecimento
de
sua
presada
mãe,
agradece-lhe
por
esta
fórma
na
impossibilidade
de
o
fazer
po
outra.
(2322)
Na impossibilidade
de
podermos
agra
decer
pessoalmente a
todos
os
ill.raos
e
exc.nios
snrs.
que
fizeram
o
distincto
ob
séquio
de
assistirem
ao
responso
de
se
pultura,
que
se
resou
no
dia
22
de
feve
reiro
proximo findo na
capella
do
eemiterio
publico,
por
alma
de
nossa
muito
presada
e
querida
filha,
irmã
e
sobrinha,
D
En-
gracia
Augusta Arantes
d
’Azevedo,
e
se
dignaram
cumprimentar-nos
por
tão dolo
rosa
occasião; o
fazemos
por
este
meio,
protestando
a
todos nosso
eterno reconhe
cimento;
e
bem
assim
a
todas
as
exc.mas
snr.
as
que
por
igual
motivo
lambem
nos
cumprimentaram
antes
e
depois do
seu
fallecimento.
José
Jtaquim
de
Souza Azevedo Júnior
Josefa
Maria
Arantes
de
Azevedo
Guilhermina
das
Dores
Arantes
d'Azevèda
Pedro
Viclor
Arantes
d'Azevedo
Engracia
Luiza
Arantes
Maria
da
Graça
Avante
*
Braga
Resa
Candida
Arantes
Mello
José
da
Rocha
Veiga.
(2326)
ANNUNCIOS
Grande
sortimento
de
chapéus,
alta no
vidade para
senhora
e
criança,
cascos
etc.
Recebem-se
encommendas.
Rua
do
Sou
to
—
32.
(2327)
díitista
HEVRIQAE A.
KOUFFE
32,
Rua
do
Souto,
32
Continúa
aberto
o
estabelecimento
des
de
as 9 horas
da
manhã
ás
4
da
tarde.
âTKlÕO
Caetano Brito
da
Cunha,
pintor, natu
ral
da
cidade
de
Lisboa,
residente
em
Bra
ga,
como
o
melhor
retratista,
pinta
retra
tos
a
oleo,
de
tamanho
natural,
pelo
preço
de
6$000
rs., como
outra qualquer pin
tura
por
preço
comodo.
Mulou
o
seu
es
tabelecimento para
a
rua da
Ponte
n.°
96.
(2323)
Precisa-se
no
Porto, d
’
um
caixeiro que
saiba
de
retalho
de
fazendas
brancas,
dá-
se-lhe bom
ordenado,
e
quer-se que
tenha
de dezenove
annos
de
edade
para
cima.
Dirigir-se
em
carta
fechada
em
Bra^a
oa
snr.
F.
J.
Fernandes
de
Azevedo e no
Porto
a
L.
C.
R.
Praça de
D.
Pedro
n.
’
40.
(2324)
A.
RIBEIRO
Campo
«le
D.
Yuiz I n.° 1, entrada
da
rua dos Capellistas
Recebeu
bons
failles
prelos
de
seda
pa
ra
vestidos,
merinos
pretos,
ditos
de
lã
pu
ra,
alpacas
pretas,
véos
de
seda,
ditos
de
algodão,
2
000
metros
de
fazendas
de lã,
que
eram
de
400
rs.,
vende
por
240,
cem
guarda chuvas
de
seda,
para
homem,
du
1$800
rs.
até
4$5OO, e
muiles
outros
ar
tigos
que
vende muito
barato.
(2320)
Deposito
de
vinhos, vindos
de
Monsão
Rua d’Infiaa casa n.°
40
BRAGA
Quem
quizer
comprar
vinho da
colhei
ta
passada,
vindo
de
Monsão
e
armazenado
n
’
aquella
rua
e
casa
acima mencionada,
queira
dirigir-se
ao
proprietário
do
estabe
lecimento
do
Castello,
junto
á
capella
de
Nossa
Senhora
de
Guadalupe,
onde lam
bem
os
consumidores
o
acharão
a
reta
lho.
A
sua
qualidade
é
garantida
por
mui
tos
particulares
d’esta
cidade, que
d
’
allí»
o
tem
mandado
vir
para
consumo
de
súa
cata.
(2285)
POKTO
1
- RUA
DAS
FLORES
-
3
NA
QUINTA DE RORIZ
3-RUA
DAS FLORES-
3
PORTO
(JUNTO
À EGREJA DA MISERICÓRDIA)
CONIPRA K VENDE
JOSE
’
I.
FERREIRA
RORIZ
Inscripções
de
assentamento
Ritas
de eoupons
FORNECEDOR DA €ASA
REAL
(
junta
á
egraja
da
misericórdia
)
SORTE
GRANDE
h
™
5.000$000
Loteria da Santa Casa da Nliserieordia de
Lisboa
PRIMEIRA
E
ANTIGA
RORIZ
I
CASA
FELIZ
Exlracção
a
18
de
Março
DEPOSITO CENTRAL,
RUA AS FLORES, 35
37 E 39
s»OWW3Hsss
O
proprietário
annuncia
aos
seus
freguezes,
e
ao
publico,
que
em todo
o
sabã»
fabricado
na
sua
fabri
ca,
e
que
na
mesma se
vender, ou no
Reposito
Cen
tral,
se
fará
o
desconto
de 6 por
cento
sobre
os
pre-í
ços
estabelecidos,
de
uma
caixa
para
cima.
Satisfaz-se
com
promptidão
qualquer
pedido
que
seja
feito
do
di-
Ritas
de divida externa
Titulos
Ikispanhoes internos
Ritos
externos
Eoupons dos ditos
já
vencidos.
©Cf
*
Sacca,
toma
letras
e
dá
cartas
de
credito
so
bre
Lisboa e
diversas
praças
estrangeiras,
e
se
encar-
H
lo
genero,
tanto
d’
esia
cidade
como
das
províncias e
rega de
compra
e venda
de
titulos
de
divida
publica
nas
l'
Cíh
rroronto n nnn
L
aa
nuvlirlnzln
_
y se
garante
a
sua
boa
qualidade.
mesmas
praças.
JOSÊ
IGNACIO
FERREIRA
RORIZ
AFIANÇADO NO
GOVERNO CIVIL DO
PORTO, NA CONFOR
MIDADE DO EDITAL
DE 28 DE JULHO DE 1860
Tem á
venda no
seu estabelecimento
bilhetes
intei
ros
a
5$000 rs.-Meios
ditos,
a
2$600—
Quartos,
a
l$300
—
Oitavos,
a
680—
Cautellas
de
500,
250
e
130
rs.
O
me^mo
satisfaz
com
promptidão
todas
e
quaesquer
encommendas
que lhe
sejam
feitas
das
províncias,
ain
da
que
sejam
em
grande quantidade,
a
vindo
acompa
nhadas
do
seu
importe
em
vales
dos
correio
;
e
no
fim
da exlracção
remelte
a
lista
dos
prémios
aos
seus
freguezes,
mas
quando a
não recebam
em
tempo com
petente
terão a
bondade
de
a
requisitar.
(G
*
)
S)
ja
1
t
Sociedade
anonyma
de
responsa
bilidade
limitada
BANCO
COMMERCIAL
DE
COIMBRA
São avisados
os snrs.
accionistas
d
’
es-
te
Banco
a
satisfazerem
a
5
a
prestão
de
10
p.
c.
ou
5$000
reis
por
acção
desde
o
dia
11
até 20
do
corrente
e
das
11
ho
ras
da
manhã
ás
3
da
tarde,
em
Coim
bra,
na
séde
do
Banco,
no
Porto,
Lis
boa,
e
em
Braga,
nas
egencias
do
mes
mo Banco.
As disposições
dos
artigos 21, e
22,
dos
estatutos,
vigoram
desde
já
para aquel
le
dos
accionistas
que
esteja
em
atrazo nas
suas
prestações;
as
regalias
concedidas
pelo
artigo
12
continuam
a
subsistir.
Os
accionistas
que
não
tiverem
os
esta
tutos
do
Banco
servir-se-hão
pedil-os
aos
agentes
nas
diversas
localidades.
Coimbra,
5 de
março
de
1875.
Os
gerentes,
Manoel
dos Santos
Júnior
José
Barbosa
Lima.
(2316)
J.
Melchiades
Ferreira
Santos.
ATTEiNÇÃO
Precisa-se
d’
uni
homem para substituir
um
recruta.
Preço
convencionado.
Caria
a
esta
redacçào
com
as iniciaes
J. M.
8.
(2312)
*■ ■
-
-
Vende-se
uma
casa
feita
de
novo,
com
grande
loja
para
armazém,
sita na
rua
das
Agoas, com
n.°
91.
Vê-se
das
9
horas
da manhã
até ao
meio dia.
Trata
se
com
Anlonio Silveiio de
Pai
va, da
Ponte.
(2314)
METAES
VELHOS
Na travessa
de
S.
João
n.°
5,
com
pra-se
toda a
qualidade
de
metaes,
e
ferro
velho
até
mesmo fundido.
(860)
BAN
O
COMMERCIAL
DE
BRAGA
Em
virtude da
deliberação
d
’
assembleia
geral
de
15 do
corrente,
que
approvou
a
proposta
da
dbecção
para
a
elevação do
capital
inicial
de
600
a
1:000
coutos,
fa
zendo-se
para
este
fim
uma
2.
a
emissão
de
400 contos
tm
8.000
acções
de
50^000
reis
com
o
prémio
de 4$500
reis
por
ca
da
uma,
a
direeção
no
sentido
e
em
con
formidade
com
o
disposto
nos
2.°
e
3.°
do artigo
4.°
dos
estatutos
convida
os
snrs.
accionistas
a
declararem na thesou-
raria
do
Banco,
ou
na
sua
caixa
filial
do
Poilo,
desde
15
até
25
de
Março
proximo
futuro,
se
acceilam
as
acções
da
2
a
emis
são
que lhes couberem
em proporção
das
que
actualmente
possuem
devendo
no
acto
não
só
aprezenlar as
acções
que
possuírem
para
se
eílectuar
o
raleio,
se
não
lambem
verificar o
pagamento
do
pré
mio correspondente
ás
acções
que
accei-
tarem,
e
a
1.
a
entrada
de
25
p. c
,
ou
12$500
reis
por
acção.
A
falta da
dita declaração e
pagamento
no
mesmo acto será
considerada
como
re
nuncia
das
acções
correspondentes,
as
quaes
ficam
de conta
do
Banco
para
as
col-
locar
(nunca
por
prémio inferior)
quando
e
pela
fôrma
que
a
direeção julgar
con
veniente,
d
’
accordo
com
o
conselho
fiscal,
conforme
foi
resolvido
pela
mesma
assem
bleia
geral.
Braga
18
de
fereir©
de
1875.
Pelo
Banco
Commercial
de
Braga
Os
directores,
João
Evangelista
de
Sousa
Torres
e
Almeida
Manoel
José
da
Costa
Guimarães
Luiz
Anlonio
da Costa Braga.
(2298)
COMPANHIA EDIFICADORA
E
INDUSTRIAL
RRACARENSE
Acha-se
definilivamente
organisada
n
’
es-
ta cidade
a companhia
denominada
—
ER1-
FÍCADORA
E 1NUUSTK1AL Bl&A-
CAREXSE.
O fundo
social
da
companhia
é
de
1:000:000^000
réis em 10
series
de
réis
100:000^01)0 cada uma, sendo
por
emquan
lo
emillida
apenas
a
l.
a
em
4:0u0 acções
de
25^000
réis.
Os
fins
da
companhia
são
:
1°
Adquirir
terrenos,
e
n
’
elles
edificar
prédios
urbanos
modestos, dilferenles
typos
e
tamanhos, e
alugai
os
ás
classes
pobres,
operarias
e
remediadas
:
2.
°
Comprar,
alugar
e
vender
prédios,
quer
no
estado
em
que
forem adquiridos,
quer
depois
de
reparados;
3. °
Negociarem
maleriaes
de
cooslru-
cção, principalmente
madeiras, e
adquirir
por
compra
ou
arrendamento
jazigos de
maleriaes proprios dos
intuitos
da
presen
te
companhia
;
4.
°
Montar
machinas
de
serragem,
moagem,
carpinleria
e
fundição
movidas
por
vapor
ou
por
agua
;
5.
° Construir edifícios
públicos
ou par
ticulares
em
qualquer
ponto
do districto ;
6.
°
Administrar
e
fiscalisar,
mediante
convenção
prévia,
os
que
por
conta
alheia
forem
feitos
n
esta
cidade
ou
nas
suas
immediações,
assim
como
mediante
a mes
ma
convenção,
dar
consultas,
elaborar
pla
nos
projectos,
praticar
e tomar
a seu
cargo
lodos
os trabalhos
da
engenharia
e
archi-
lelura
;
7/
Proporcionar
ás
classes
laboriosas
um
meio fácil,
moral e
suave,
de
adqui
rirem,
segundo
suas
necessidades
e
aptidões,
uma
casa própria
de
habitação,
mediante
maiores
ou
menores
entradas
no
acto
do
con
tracto,
e
mensalidades, annuidades
ou
pres
tações
á vontade
da
parte,
até
preencher
a somma
estipulada
;
8.
°
Iniciar
ou
desenvolver
qualquer
me
lhoramento
publico,
como
exploração
e
abas
tecimento de
aguas,
saneamento
da cidade,
abertura
de
talhos
de
carnes
verdes
e
qual
quer
outro
ramo de
industria
convenien
te
aos
interesses
da
companhia
;
9.
°
Crear
e
sustentar,
quando
as
cir
cunstancias o
permitiam, uma
escola
noctur-
na
de
aprendisagem
de
operários.
A
abertura
para
inscripção
de
acções
da
presente
companhia
terá
logar
no
dia
12,
e
nào
no
dia
8
do corrente,
como
anterior-
mente
se tinha
convencionado,
por
se
nào
acharem
promplos
os
impressos,
em
Braga
nos
escreploiios
do Banco do
Minho e
Banco
Commercial,
e
em
casa do
snr.
João
Augusto
da
Cunha,
no largo do
Ba
rão
de
S. Marlinho.
As
acções
são
transferíveis
alé
á
rea-
lisação
de 50
p.
c.
de
seu
valor
nominal
e
a
ratificação
do
acto
da
inscripção
é
de 5
p.
c.
ou
1ç»250
réis
por
acção.'
D
’
enlre
os abaixo assignados,
socios
instaladores,
será
constituído o
corpo
di
rector
da
companhia
Braga
2
de
Março
de
1875.
Os
INSTALADORES
José
Mxria
Rodrigues
de
Carvalho.
Visconde
de
S.
Lazaro.
Jeronimo
da
Cunha
Pimenld.
Henrique
Guilherme
Thomaz
Branco.
Francisco
de
Campos
Azevedo
Soares.
Henrique Freire
d
’
Andrade.
João
Carlos Pereira
Lobato
Francisco
Casimiro
da Cruz
Teixeira.
Anlonio
Jusé
Gonçalves
Braga.
Frederico Augusto
Pimenlel.
Francisco
da
Silva
Araújo.
João
de
Mello
Falcão.
José
Alves de Moura.
Gonçalo
Anlão
de
Macedo
Sá
e
Abreu.
João
Anlonio
d'Oliveira
Braga.
Joaquim
Pereira
da
Cruz.
Fernando
Castiço.
(2325)
Icçtò
João
Manoel
da
Silva
Guima
rães.
—
Rua do
Souto
n.°
43.
Compra
e vende
Acções
de
todos
os
Bancos
e
Companhias, Inscripções
de As
sentamento
e
eoupons.
(58.)
NOVIDADE
Jl-S, 11
tm do Soulo, 44
Campos
&
Almeida, acabam
de
rece
ber
grande
sortido
de
chapéus de
feltro
e
seda,
«ultima
moda»,
da
acreditada
fa
brica
dos
snrs.
Maia
e
Silva,
do
Porto,
que
vendera
pelos
preços
da
fabrica.
Também
se
fabricam
e
consertam
cha
péus
de
todas
as
qualidades. (2272)
NOVA
FUNDIÇÃO
DE
FERRO
DE
Antonio
Germano
Ferreirinho
NA
Travessa
de
S.
João
Aonde
faz
toda a
obra,
assim
como
bombas,
conçollas,
columnas
para
gaz,
pe-
zos
novos,
panellas
á
ingleza
de
todos
os
tamanhos,
canos
para
agoas
e
gaz,
e
toda
a
obra
de
fundição, corno
grades
para
sacadas,
obra
de metal,
sinos
e
outros
ob-
jectos
de
igual
teor etc.,
pelos preços do
Porto.
à
H
uâ
Z
lb
a
.
UBn
DO
ALTO D0U30
DA
CA8A
RE
VILLA.
PÔUCA
RUA
DO
SOUTO N.°
15
BRAGA.
Acaba
de ser
sortido
este
armazém
com
as
seguintes
qualidades
de vinhos
engarrafados
e
aquartilhados
:
ENGARRAFADOS
Vinho
tinto
de
meza
..............................
150
>
’
*............................
190
»
Lagrima
.............................
20()
i>
Branco
de
meza
..........................
210
»
tinto
de
meza
fino.
.
.
.
270
»
de
prova
secca. ....
3(J0
*
Malvasia
de
2.d................................. 3ft0
‘
»
».
velho
...................................
400
j>
Bastardo.............................
;;00
»
xMoscatel
.............................
500
»
Malvasia...................... .....
.
500
»
Roncão
.............................
700
»
AI
varal hão
........................
500
»
Velho
de 1854.
.
.
.
.
600
A
RETALHADO
Vinho
part
meza
50
e
80,
0
quar
tilho
Unto
e
120
0
branco.
Responde-se e
garante-se
a
pureza
e
boa
qualidade
de
lodos
esles vinhos,
po
dendo
todo
e
qualquer
consumidor
man-
dal-o
experimentar
por
meio
de qualquer
processo
cbymico.
N’
estes
preços
nãa
fica
incluído
0
valor
da
garrafa
que
0
comprador
apre
sentará
ou
pagará
50
reis
por
cada
uma.
ALMEIDA
&
PEREIRA
Largo
do
Barão
de
S.
Marlinho
n.
Q
i8
Compram
e
vendem
acções
de
todos
os
bancos
e
companhias, e
inscripções
d
’
<rssenlamento
e
eoupons.
(J)
braga
:
typographia
lusitana
—
1875. - É o formato de
-
comerciominho_13031875_321.pdf
Parte de Comércio do Minho (O)