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-
3.°
ANNO 1875
FOLHA
COMMERCIAL RELIGIOSA E
NOTICIOSA
Assigna-see
vende-se
no
escripiorio
do
editor
e
proprietário
José
Maria
Dias
da
Costa,
rua
Nova
n.
*
3
E, para
onde
deve
ser dirigida
Iodas
correspondência
franca
deporte.-
"
<s"
gnaturas
são
pagas sdiantadas
;
assim
como
as
correspon
e
cias
de Interesse
particular.
Ifolha
avulso
10
rs.
ÁS
TERÇAS, QUINTAS E SABBADOS.
PWBU1C<-S
P
reços
:
Braga,
anno
1^688
rs.=Semestre
850
rs.==Protíft-
cias,
anno
2&400
rs
e
sendo
duas
4^000
rs.=Semestre
1&250
rs.
=Rrazil,
anno 4&400
rs.=SeBaestre
2&300
rs.
moeda'forte,
nu
10&000
reis
e
5&5O0
reis
moeda
fraca.
=4nnúncios
por
linha
20
rs.,
repetição 10
rs.
Para
os
assignantes
?(> %
d’
abatimento.
ram
de
fugir
deante
das
baionetas
liberaes.
Todo
o
paiz
sabe
isto.
Também
não
saquearam,
nem
podiam
saquear
os
seus propriós
conventos.
Dis
persos
em
diflerentes
direcções pela
or
dem
lirannica,
que
os
mandava
para a
rua,
e
cheio#
de
terror
ante
as
barbari
dades e
violências
commeltidas
pelo»
no
vos
hunos, como
podiam esses
infelizes
entreter-se
a
saquear
?
A
não
ser
algum
frade constitucional,
a
quem
o
exemplo
dos
seus
desse
animo,
os
omros
recolheram-se
ás
c»sas das
suas
famílias
com as
mãos
»asi
*
s,
ou
foram
morrer
na
miséria
e
no
abandono.
Além de
que
saquear
significa
roubar,
e
ninguém
rouba
aquillo
qoe
é
seu.
Con
ventos
saqueados
pelos
seus proprio?
senho
res,
é
um
despaulerio,
além
de
uma
ca
lumnia.
O«
verdadeiros
saqueadores
foram
os
li
beraes,
qoe
calcando aos pés
o
sagrado
direito
de
propriedade,
expuharam
o
fra
de
de sua
casa,
e roubaram
ou
deixaram
roubar
o
qoe
era d
’
elle.
Ouçamos
as próprias
palavras
do
ar
ticulista :
«Era
immenso,
era
riquíssimo o
pa
trimónio
accumulado ha
séculos
desde
o
principio
da
monarchia.
pelas
ordens
re
ligiosas,
e
Iodas
essas riquesas
nào
sacia
ram a
cubica
dos
men
*
s
conscienciosos,
nem
chegaram para sal
is
faser
as
despesas
da
lucla
fratricida».
Eis ahi
o
alcance
da
liquidação
dos
bens
dos
conventos.
Foi
um
esvoaçar
de
esfaimadas
har
pias
sobre
a
preza
riquíssima, e
um
con
verter do
patrimonm legitimo
dos
frades
em
proveito
dos
cubçosos
sem consciên
cia
!
Dil-o
o proprio
«Jornal
do
Porto».
Archivemus
a
confis-ão,
e
ponhamos
aqui
ponto ás nos-as reflexões.
M.
S.
BffltAGA—
QUIMTA-FEIKA
«
»E
1HAKÇO
Sob
a
epígrafe
de A
tuppressão
dos
conventos de
freiras
—
publicou
ha
dias o
«Jornal
do
Porto» um artigo,
cuja
leitura
nos
suscitou
as
seguintes
observações.
Diz
o
referido
artigo:
«Esle
acto
da
dicladura
de
D
Pedro foi
um
dos de
mais
elevado
alcance
social,
de
todos
os
pon
tos de
vista,
e
muito principalmenle
do
eeonomico e
polilicc»
Negamos redondamente
similhante
pro
posição,
qoe
o
articulista
avança,
mas
não
prova. Pela
nossa
parte
diremos,
e
provaremos,
so o
quiserem,
que
debaixo
de
todos os
pontos
de
vista
a
suppres
são
das
ordens
mouasticas
foi
um
acto
iniquo,
e
lirannico,
um
perfeito
roubo.
O
alcance de
tal
medida
de
urna
po
lítica
sem
crenças
e
sem consciência
es-
lão-no
sentindo
principalmenle
as nossas
colonias,
que pedem
voz
em
grita
que se
lhes
enviem
missionários,
como
o meio
mais
eílicaz, nào
sómente
da
soa
conser
vação,
mas
até
do seu
desenvolvimento.
E
’
um
facto
innegavel
que
o
império
portuguez
no
ultramar
decresce
a
olhos
vistos
e
ameaça extinguir-se
de
todo
desde
que
lhe
tiraram
a
escora
das
ordens
re
ligiosas,
que
tão
poderosamenle
haviam
concorrido
para
o
estabelecimento
d
’
elle.
Allegam-nos
que
o
paiz
tem
inteuia-
mente
prosperado,
e
quere»»
atlribuir
essa
prosperidade
á exiincção dos
frades.
Ora
quando
essa
prosperidade
fosse
uma
cousa
bem
tangível
;
quando contra
ella
nào
protestasse
a
espantosa
emigração,
que
está
levando
diariamente ás
terras
de
bania
Cruz
orna
grande
porção
da popu
laçào
válida
de
Portugal,
qoe
foge
da
pa-
ti
ia
porque
n
’
ella
não
encontra
os
meios
de
saiisfaser
ás
precisões
da
vida
;
ainda
assim
perguntaríamos
ao
jornal
portuense
porque
é
que
tantos
paizes,
bem
mais
realmeute
prosperos
do
que
o
tio«so,
co
mo
a
Bélgica,
a
Uollamla, a Prussia,
etc.,
consentem
ainda
os
institutos
religiosos,
e
potque
é
que
alli
os
frades
não
são
olhados
como causa da
miséria
publica?
Cantando
a
ladainha
das
nossas ima
ginarias
felicidades
diz
o
«Jornal
do
Por
to»
-qne
a
terra
se acha
dtsonerada.
Desonerada.,
sim,
desonerada
em
par
te;
mas
á
custa
dos
proprietários,
que
para
itmirem
os
fóros
empolgados
pela
fa-eada,
e
por
esta
exigidos,
ou
pelos
es
peculadores
a
quem
ella
os
vendeu,
leem
contrahido
dividas
e feito
sac«ilicios,
cujo
resultado,
para
muitos
d'elles,
será
a
ruí
na
das
suas
casas
em
um futuro
mais
ou
mtnos
proximo.
Quem estas
linhas
escreve
conhece
mais
de
um lavrador,
que
empenhou
metade
dos
seus
bens
para
pagar
fóros
em divida;
e
conhece
outros,
que
se boje
lhes
foiem
exigidos
todos
os
que
déve,
ficarão
com
pletamenle
arruinado.
Eis aqui como
os
liberaes
libertaram
a
terra
1
O
que
fizeram
foi
enganar
o
paiz
com
o
celebre
decreto de 13
de
agosto
de
1832
que
aboliu
os
foraes,
vindo,
pedir
mais
tarde
os
fóros,
que
haviam
declara
do
exr.ncios!
Ladroeira in
*
igoe,
e
pouco
menus
escandalosa do que
o
desplante,
com
que
agora
andnn
por
ahi
a
apregoar
que
libertaram
a
terra
!
«Os
tempos
(diz ainda
o
«Joual
do
Por
to»)
corriam
demasiadamente
revoltos
;
e
por
isso
nao
admira
que,
emquanto
se
combalia
nos
campos
de
batalha,
se
des
pojassem
os
conventos,
já
abandonados
e
meio
saqueados
pelos
seus
proprio
*
senho
res».
E\lé
periodo
revela
uma
completa
igno
rância da
historia contemporânea,
e
ter
mina
por
um
disparate.
Us
frades
conservaram-se
nos
seus
con
ventos,
alé
ao
fim
da
lacta
civil,
á
ex-
cepção
de um
ou
outro
pomo,
onde
tive
Segundo
centenário
do SS. Cora-
çno
de «9eMUw.
Sendo
o
presente
anno
de
1875. para
lodos
os
devotos
e associados
do
Aposto
lado
do
Sagrado
Coração de
Jesus,
anno
de
eterna lembrança
e
de
máximo
fervor,
por
?er
anno
em
que
se
celebra
o
segun
do
centenário
da
instituição
da
festa
da
manifestação
do
Sagrado
Coração de
Je
sus
á
ft.
Margari
la,
julgamos
muito
a pro-
posito
fazer
conhecer
a
tal respeito a cir
cular
do
snr.
Arcebi-po
de
Toulouse.
Circular
do
snr.
Arcebispo
de
Toulouse
re
lativa
ao
segundo
centenário
da
devoção
ao
Sagrado
Coração
de
Jesus.
Communicando
aos
nossos
leitores
es
ta
importante
circular,
não
duvidamos
que,
em
um
grande
numero
de
dioceses,
as
humildes
stipplicas
dos
devotos
do
Sagra
do
Coração
obtenham
facilmente
da
pie
dade
dos
snrs.
Bi-pos iguaes
favores
para
celebr.-çio
d
’esle
anno
jubilario
do
Cora
ção de
Jesus
«
Toulouse
21
de
dezembro
de
1874.
durante
o
mno
de 1875,
julgamos
dever
audorisar
em
nossa
diocese
os
exercícios
religiosos
da
seguinte
maneira
:
.
1.
°—
Em
todas
as
egrejas
pirochiaes,
capella e oratorios da
cidade
de
Toulou
se
e
seus
«rrabaldes,
a
bênção
do SS. Sa
cramento
póde
ser
dada, de
manhã
eu
á
noite,
sentindo
a
escolha
dos
snrs. paro
chos
ou
capellães,
na
primeira sexta-feira
de
cada
mez
com
a
Custodia,
e
nas
outras
sextas-feiras
com
o
Santo
Cibori®.
*
Fóra
da
ciJade
de
Toulouse,
a
bênção
do
SS.
Sacramento
só
será
dada
na
pri
meira
sexta-feira
de
cada
mez
com
a
Custodia,
não tendo
os
snrs.
parochos
ou
capellães pedido
licença
para
a
dar
to
das
a*
sextas-feiras.
2.
°
—
A
cada
una
d
’
estas
bênçãos,
de
pois da
exposição do
SS.
Sacramento,
cantar-se-ha
o
himuo
do
Sagrado
Coração,
Auetor
beali.
sceculi
(Manual,
p.
317),
com
as
orações
do
Sagrado
Coração
da
Santa
Virgem,
pela
Egreja e
pelo Papa.
Depois
d
’
e
tas
orações,
lêf-se-
ha
a
publ
ica
con
fissão,
ou
acto
de
consagração
(p.
319
do
mesmo
Manual).
*
3.
°—
Se
os
snrs.
parochos,
ou
capel
lães
desejarem, no interesse
espirilural
da
sua
parocbta ou
commuuidaJc,
fazer
du
rante
o
mez
de
junho
os
exercícios
quo-
tilianos
em
honra
do
Sagrado
Coração
de
Jesus,
nós
lhes
concedemos, por
estes
exercícios
o
mesmus
favores,
as
mesmas
bênçãos que
pelo
mez
de
Maria.
*
4.
°
—
Esfoiçar-se-hão
por
celebrar
com
o
maior
explendor possível
a
primeira
sex
ta-feira
do mez
de
junho
de
1875,
dia
da
festa
do
Sagrado Coração
de
Jesus,
e
se
gundo
aunivtrsario
centenário
da
grande
manifestação
d’
esle
divioo
Coração.
A
oi
tava
do
SS.
Sacramento
coincidindo
com
a
novena
preparatória
a
esta festa
cen
tenária,
permitte
dar-lhe
maior
explen
dor.
5.
°
—
Pedimos
ás
pessoas piedosas,
e
particularmente aos
membros
das
commu-
uidades
religiosas
da
nossa
diocese,
para
oflerecer
em
cada
sexta-feira
d
’
este
anno
a
Santa
Communhào
ao
Sagrado Coração
de
Jesus,
para
triunfo
da
Egreja e
da
Santa Sé,
e
para
a
regeneração
catholica
da
Fiança.
As
pessoas
que
não
poderem commun-
gar
na
sexta-feira
podem
fazel-o
no
do
mingo
com
as
mesmas
iniençõe».
Desejamos
ardentemeote
-que
lodos
os
domingos
d
’esle
anuo
haja
em
todas
as
egrejas,
communhões
oflerecidas
ao
Sagra
do
Coração
de
Jesus,
em
nome
da pa-
rochia,
pelas
intenções acima menciona
das.
,
6.
®—
Concedemos
quarenta
dias
de in
dulgências
a
todos
os
fieis
que
commun-
garem
com
as
mesmas
intenções, ou
as
sistam
aos
exercícios
acima indicados.
Recebei Snrs.
e
caros
Cooperadores
a
certesa
da nossa
aflecluosa
dedicação.
Floriam,
Arcebispo
de
Toulouse.
Itesenliii
da
conferencia recitada
na
Associação Catlaoiica,
pelo
nosijo collecaa, o
snr. llias
Frei
tas.
Senhores
e
caros Cooperadores.
17
em
junho
de
1875 que
chega
o
se
gundo
centenário da
manifestação
do
Sa
grado
Coração
de
Jesus á B.
Margarida
Maria.
Lembiamo-nos
que
na
diocese
on
de
o
Apostolado
da
Oração,
santa
união
do
Coração
de
Jesus,
tem seu
centro
geral,
seria
util
excitar
o^
fieis
a
augmen-
tarem
de
fervor
e
confiança
ne-te
Cora
ção
adoravel,
do qual
a
poderosa prolec-
çào
póde
livrar
a
Egreja
e
a Fiança
dos
perigos
que
os ameaça.
E
’
pois
para al-
trahtr
sobre
ellas,
da
parle
do
Coração
de
Jjesus,
uma
intervenção
excepcional,
que,
Como
promettemos,
vamos
resenhar
a
conferencia.
]ue
no
passado
domingo leve
logar
na
casa da
Associação
Catholica,
d
’
esta
cidade,
o
que
faiemos
começando
pelo
seguinte extraclo
:
Nào
é raro
ouvir-se
dizer
a
alguns
es
píritos
verdadeiramente
retrógrados
—
pus
loque teimem
em
charmar-se
a
si
mes
mos
progressistas
—
que o
chrislianismo
ara
liou
a
sua
missão,
e
que,
ronceiro
e
de
bil, elle
nào
pode
acompanhar
a
civilisa-
çào
d
’esle
século em
seu
caminhar
de
gigante;
que
esta
religião
podia
muito
bem
ser
necessária
na
meia-edade,
mas
que
fiu-
je,
que
a
rasão
lem
iuteirameoie
substi
tuído
a
(i,
ella
se toma
totalmenie
inú
til, e
mesmo anachronica.
A
grande
duvida,
pois,
dos
incrédulos está em nào
poder
conciliar
o
chrislianismo
com
a
civilisa-
ção
actual, a
fé com
a
rasão,
Chrisio
com
os
filosufos.
Quando meditamos
um
pouco
nos
ex-
forço»
titânicos
dos
homens
que
se
leem
dicto
os
reformadores
da
sociedade,
não
sabemos que
aumirar
mais;
se
a
sua
per
versão,
se
a
sua
cegueira.
Onde
estão
rsses
«seres
d
’
um dia»,
que
ousaram
rebellar-se
contra o
«Senhor
dos tempos»
’
Onde,
esses
insensatos
que
quiseram
rasgar
por suas
mãos
a
carta
d
’
ammstia
que Chrisio
outhorgára
aos
ho
mens, lavrada
com
o
seu
p-oprio sangue?
Onde,
emlim,
esse
*
pseudo
sabio
*
quu
ha
viam
de «esmagar o inf.»me»?
Bellos
instrumentos
d
’
uma
infausta
re
volução,
elles
desceram,
ébrios
d’
um
bri
lho
efemero,
ao
po
dos sepulcros,
onde
a
sua
voz
se foi
somir
lambem,
deixando
apenas
um
ecco
debil
qoe a
pouco
e
pouco
vae
fenecendo.-
Sim,
essts
tenebrosos
dias,
em
que,
soílra-se
a
expressão,
exhalações
de
sis
temas
corruptos
pareciam
toldar
a pure-
sa
dos
ceus,
passaram,
e
o
ebristiauismo,
como
sempre,
appareee
em
o
nosso
sécu
lo,
qual
astro
brilhante
a
continuar
em
limpido
estrado
a
sua
magesiosa
carreira.
A
lempevtade
revolucionaria
acalmou,
e
a
cruz
outra
vez
divisada
alli,
d
’
onde
o
furacão,
em
seu
varrer
de>l;
uidor,
parecia
lei a
levado,
recebe
de novo
a
*
orações
referentes
do
ignorante,
<oíno
do
verda
deiro
sabio,
do
miserável
proletário, comi
*
do
opulento
possessor.
Esta
regeneração
christã
dos
nossos
tempos,
bem
que
meontt
astuvel,
não
a
ex
plica
o
que observa
as
coi-as
de
lev.
*,
o
que
não estende o*
olhos
além
do mesqui
nho
horisonte
da
terra, o que, emíi
i.,
so
vê
no
mundo
o
homem
e obras
suas
Comefleito,
não
é
rniracul
»so
este
triun
fo do
chrislianismo exactamente
no tem
po
em
que,
segundo
as
previsões da es-
chola
voltaireana,
elle
linha
de
ser,
d
’
u-
ma
vez
para
sempre,
sentenciado
á
morte
pelas
conclusões
do.
filosotismu
?
E
não
é
uma
victoria
parcial a que
elle
lem
ganho
sobre
us
espíritos
do
nos-
so
século.
As sciencias,
as
próprias
scien-
cias,
essa
formidável alavanca de
que
os
iiuptos
tinham lançado
mão
para
lombar
a
Arca santa,
para
derruir
o
edifício
do
chrislianismo,
essas mesmas,
quaolo mais
hoje
avançam
em
perfeição,
tanto
mais se
acercam
d
elle
para o sustentar
e
defen
der.
Aqui, na
Allemanha,
a
filosofia
abstru
sa dos
discípulo'
de
Kant
parece
disposta
a
perder
as
tendências
pairheisticas,
que
a
carecterisavam,
e
a
retomar
as
auti
>ras
vias
de
demonstração;
alli,
»
França,
a
quem Voltaire
deixara
um
niste
legado
de impiedade,
é
a
primeira
a
entoar
um
fervente
himuo
de
jubilo
pelo
triunfo
da
religião
santa.
Na verdade
a
irreligião
apenas
hoje
conla com
algum sistema
exuenlrico,
que
se
alimenta
de
si
mesmo,
sem
nada
in
fluir
nos destinos
da
humanidade.
O
orador
refere-se em
seguida
ao
des
vanecimento
estulto
com
que
uma
certa
eschola
preconi-a
a
marcha
das
chamadas
«ideias
modernas»;
e
visto
que
os
nossos
adversários
não
cessam
d>’
clamar
pelo
desappareçimento
do
Christiaiiismo
como
barreira
interposta
á
felicida
le
social,
cha
ma
á
barra
os
semi-sabios
dircclamente
illummados
pela
meia-luz do
filoselismo,
esses que nos prometlem um
verdadeiro
reinado
de
A^.ieia,
sobre
os
escombros
da
religião.
Procura
ver
se
os
agentes
destinados
a
operar
tão
assombrosas
maravilha
*
leem
os
elementos
indispensáveis
e
a
virtude
aclúosa de
as
realisar,
e
escolhe
para
lhe-
<na
do
seu
discurso
—
o
triunfo
da
econo-
mia
social
pela
acção
da
familia
cbristã-
mente
constituída—
,
lhema,
que desenvolve
segundo
os
ensinamentos
de auctoridades
competentíssimas,
os
quaes pretende
apre
sentar
com
a
brevidade
possível.
Examina
os
elementos
necessários
á
prosperidade
domestica,
que
é a
base da
fortuna
publica,
e
as
salutares
influencias
do
Christianismo
na
producção,
conserva
ção
e
augmenlo
d
’
essa
prosperidade;
e
termina
disendo
que
por
maiores
e
mais
successivas
que sejam
as
conspirações,
quer
no
estádio
de
pretendidas
*
ciencias,
qner
escoradas
na
armipotencia mundana,
contra
a
divina
instituição,
que
teve
o
seu
inicio
nas
fragosidades
do
Cahario,
não
passarão
de
vãos
exfurços
do
miserável
orgulho
do
verme
que
pretende
arcar com
a
immensidaie.
Sentimos
que
a
pequenez
d’
esle
jornal
não
nos
permitia
dar
integralmente
o
dis
curso
do
nosso
presado collega.
Do
nosso
correligionário o
«Direito»
transcrevemos a
seguinte
caris
:
Campo
Grande
27
de
fevereiro
de
1875.
Meu
caro redador
:
E
’
preciso
que oppo ihamos
insistência
a
insistência.
Os
revolucionários
são tenazes
na
ca-
lumuia,
tenhamos
igual
tenacidade
em
lha
destruir
com
a
verdade.
Elles
repetem
centos de
veses
a mes
ma
falsidade,
embora
já
rectificada.
Reprodusamos
nós,
do
mesmo
modo, a
rectilicação,
embora
já
feita.
Contam
ePes
com
os
leitores a
quem
não
chegou
o
desmentido,
tenhamos
lam
bem
nós
em
conta
os
leitores,
que só
houveram
conhecimento
da
mentira.
Póde parecer
fastidioso,
mas
é
ulil,
em
serviço das
boas
ideias.
Bem
sabe,
amigo
redador,
como
os
revolucionários
se
esfalfavam
em
ati<ar
aos
quatro
ventos
da terra,
e
em
todas
as
linguas,
o
nome dos
carlistas
como
syno-
mmo
de
selvagens,
faseodo-os passar por
uma
horda barbara e
sangoinaria,
que
não
respeitava
nem
a
fazenda
nem
a
vida
de
ninguém.
Apuraram-se
os
engenhos
mais
inven
tivos
n’
esla
tarefa de falsidade,
e
os
ro
mances
tétricos
ferviam com
uma
fecun
didade
digna de
melhor
empenho.
Mas
a
verdade, foi,
lentamente
e
com
difficuldade,
apparecendo,
sem
que elles
lograssem
criar
na
Europa
uma
opinião
tão
desfavorável
aos
carlislas
como
dese
javam,
excepto
n
’aquelles mesmos
que já
lhes
eram
adversos.
A
revolução,
toda-via,
não
cança e
apro
veita
tudo; tudo,
até
os
successos
mais
fortuitos
e
naluraes.
Lembra-se,
de
certo,
meu
caro
amigo,
(Paquella
abominável
historia
que
ahi nos
contaram
d
’
uma
embarcação
allemã, que
nas
praias de
Zarauz
fóra
objeclo da
sel-
vageria
carlista,
acrescentando-lhe
a an
gustia da
sua
posição
com o
roubo com
pleto
do
navio,
maus
tratamentos
á
tri
pulação,
o
capitão
em
refens,
e
outras
gentilesas
similbantes.
Pois
o
capitão,
esta
interessante victi-
ma,
sobre
cuja
infeliz sorte
os
revolu
cionários
de
toda
a
parle
derramavam
tan
tas
lagrimas,
em pura,
ou
antes
impura,
bajulação do
Júpiter de
Berlim,
esta
vicli-
ma,
digo,
acaba
de
dirigir
uma carta
á
«Gazeta de
Voss»,
que
desfaz
absolutameo-
ie
a
invenção sentimental
de
que
o
fise-
ram
desditoso
heroe, com
a
sua
embar
cação.
Eis
ahi
a
carta
:
«Logo
que
chegamos
a
Zarauz,
man
dei os
meus
marinheiros
ao
consulado
al-
lemão, que
havia
mais
proximo,
com uns
50
escudos para os
primeiros
gastos
da
viagem ;
eu
fiquei
em
Zarauz
com o
meu
piloto
Fritz
Gales.
Passei
quarenta
dias
n
’esla
cidade
sem
poder
obter
dinheiro
de
um
corredor
de
uegocios
ou
d
’
urn
repre
sentante
d
’
uma
companhia
de seguros.
Resolvi
então
dirigir-me
direclamente
a
D.
Carlos. Poucos
dias
depois,
o
go
vernador
de
Gmpuzcoa chegou
a
Azpeitia
e
participou-me
que o Rei
(der
koenigj
atlendia
todas
as
minhas
reclamações.
En
tregou-me
ao
mesmo tempo,
em
nome
do
Rei,
a
quantia
de
50
escudos,
assim
co
mo
a
permissão
de
vender
a
carga
do
meu
navio.
Parti,
em
seguida
para
S. Sebastião,
onde
tive
uma
entrevista
com o
cônsul
allemão e
o
capitão
Zembsch,
comman
dante
do
«Nautilus».
Não
obtendo,
porém,
alli
nenhum
resultado pratico,
decedi-me
a
voltar
a Zarauz.
0
meu
piloto e
eu
não
lemos
senão
a
reconhecer a»
atten-
ções
inteiramente
amigáveis
(durchaus
freundliche
Behandlung)
dos
carlislas
pa
ra
comnocco.
A no
*
sa
liberdade
individual
não
soffreu nenhuma
restricção.
(
Keiner-
lei
Beschraenkung]
.
Como
o
governo
de
Madrid
prometleu
reparar
todo
o
prejuiso
eventual,
não
tenho nenhuma
ra«ão
para
e
*
tar
m«is
tempo
em
Zarauz,
e
disponho-
me
a
partir
para
Bayonna, onde
conto
fa
zer lavrar
auto
do
que
tenho
aqui
a hon
ra
de vss dizer.
Recebei, etc.
Zeplien.
S.
Sebastião 13 de fevereiro.»
Ora
aqui te»
a
victima da ferocidade
dos
carlistas
!
Achou
em
D. Carlos
o
que
não
achou
no
representante
da
sua
pró
pria
nação! E
o
navio
foi
tão
roubado
que
até
lhe
deram
licença para vender
>
carga !
Pobre
capitão
Zeplien
!
Ferocíssimos
carlislas!
Faz-me
lembrar
o
lamentado
Galileu,
que
«e
regalava
em
Roma e
escrevia
car
tas
muito
similhantes
a esta
do
capitão
germânico,
mas
que
era. e
é
apesar
d
’
is-
so,
chorado
por
esse
«undo
em
prosa,
em
verso,
em
pinturas, como
triste
vi-
ctiou
da
tirannia papal !
Santa gente
são
os
revolucionários
!
Teimemos,
portanto,
nós
como
elles
teimam.
Teimemos
a
desmentil-os,
como
elles
leimvtn
a
mentir.
Elles
não
cançam
em
sua
guerra
tan
to
na
Religião
como
na
politica
;
não
can-
cemos
nós
na
defeza,
tanto
n
’
uma
como
n
’
outra.
Adeus,
por
hoje.
Seu
do
cor.
J. de
Lemos.
REVISTA
ESTRANGEIRA
Veem
complelamente
destituídos
de
in
teresse, no
tocante
á
guerra
carlista,
os
jornaes
que
hoje recebemos.
N
’
esta
carência
de
noticias
aproveita
mos
as
seguintes linhas
do
insuspeito
cor
respondente
de
Madrid
para
o
<J
da
Ma
nhã».
A
proclamação
do
actual
rei
de
His
panha
D.
Affonso
XII,
está
longe
de
ter
proporcionado
a
paz
e
o
bem
estar
que
an-
nunciaram
os
arautos
do
filho
de
D.
Jza-
bel.
Nem
terminou
a
guerra
civil,
sem me-
lhou
o
lhesouf
*
publico,
além
do
descré
dito
em
que vão
estando
os fundos
que
promeliem
descer
novamente
a
12
por
cen
to.
Cada
dia
se
determina
mais
e
mais,
a
divisa
*
que
mina
e
corroe
o
poder
actual.
Disputam-se
a supremacia as duas ten
dências
que
existem
no
soberano.
Liberes
que
desejam
a
conciliação
com
Senano,
Sagasla
e
alguns
radicaes
como
Mouiero
Rios,
e
R<
jo
Aiias,
e
moderados que
ape
tecem
conduzir
a
restauração
até setem
bro de
1868.
0
rei
tem
perdido
muito
na
opinião
do
commercio
da
banca e
classe
media,
por
ter consentido
que,
em
uma
pequena
se
rie
de
decretos
se
annnlem
todas
as
leis
democráticas,
que constituíam,
entre
nós,
as
conquistas
revolucionarias. A
verdade
no
seu
logar,
é
que
os
ministros
que
tal
damno
causaram
ao
rei,
foram
precisa
mente
Castro,
Cardenas
e
Orosio,
os
tres
umeos
ministros modeiados.
Despopularisaram
de
tal
modo
a
situa
ção
actual,
em
dois
mezes escassos
de do
mínio,
que
já
está gasta
e
pôdre.
0
snr.
Cánovas,
presidente
do
gabinete,
lucta
pa
ra
livrar-se dos
moderados ; e
obteve
já
alguma
vantagem
sobre
elles,
toda
a
vez
que em vez
de
nomear
para
o
importan
te
cargo
de guardias
alabardeiros
(cirquei-
ros) ao
generaes
Novaliches
e Cheste
fez
com
que
o
rei
assignasse
o
decreto
a
fa
vor
do
general
Hoyos,
antigo
progressis
ta
e
unionista
hoje.
Além
d’
islo
continúa
celebrando
confe
rencias
com
os
conslituciooaes
Ulloa, Sa
gasla,
etc.,
que
não
se
prestára
a
aproxi
mar-se
e
reconhecer
officialmente
a
legali
dade
existente,
sem
garantias
que o
snr.
Cánovas não pó le
dar
porque
não é rei.
—Do «Jornal
de
Lisboa»:
0
brigadeiro
Mogrovejo,
que
linha
sido
ferido
ne
combate
de Urniela,
apresentou-
se
a
D.
Carlos,
complelarnente
restabe
lecido.
—
Corre
o
boato
de
que
o
cabecilha
Vallés
con«eguiu
apoderar-se
por surpre-
za
de
Miranda
do
Ebro
;
e
que
a
guarni-
çã
*
de
Orense
passou
toda para
as
filei
ras
de
D.
Carlos.
—
0
«Cuarlel
Real», folha
official
car
lista,
falia
n
’
umas
propostas
de
convénio
qua
foram
apresentadas
a
D.
Carlos,
e
as
quaes
elle rejeitou,
por
não
ser
proprio
do
seu
cavalheirismo
nem
da
sua
*
dignida
de
acceital-as.
—
De«tro
em
pouco
tempo o
exercito
carlista
do
node
disporá de
60
canhões.
Telegrammas
da
Agencia
liavas
Pariz
25.—0
relalorio
de
Savary
ac-
cusa
«s
bunapsrtistns
de formarem
um
go-
vern
*
»•
Esndo,
e
de
terem
estabelecido
relações
com
os
municípios.
Conclue
pe
dindo
á
Assembleia
que
convide
o
minis
Uo
da
justiça
a
enviar-lhe
e
processo
da
junta
de
«Appel
au people». A Assem
bleia
adiou
para
segunda
feira
a discus
são
do
relalorio.
Idem
26.
—
Official 0
presidente da
Republica
imeumbin
Buflfel
de
formar
mi
nistério.
0
presidente
da
Republica
está
firme
mente
resolvido
a
sustentar os
principio
*
conservadores
que
até
ao
presente
tem
si
do
a
base
da
sua
politiea.
0
novo
gabinete
deverá
inspirar-se
nes
tes
principio»,
e
verá
assim
apoiado
pelos
homens
moderados
de
todos
os partidos.
—
Assegura
o
«Joraal
des Débats»
que
Buffet
declinou
a
missão
de
formar gabine
te.
Diz
o
mesmo
joroal
que
a
politica
Jo
novo
governo deve
ser
vigorosamente
anti-
bonapartista.
Os
republicanos
farão
ainda
maiores
sacrilcios
contra
•
bonapartismo.
Mac-Mahoo
receberá
ámauhã
solemne-
mente
o
marquez
de
Molins,
representan
te
de
Hispanha.
A
Assembleia
elegerá
segunda-feira
o
presidente
e vice-presiJenles.
0
candidato
da direita
á
presidência
da
Assembleia
é
Kerdrel.
Idem
27.
—Rt
*
alisou-se
no
Elyseu
a
so-
lemne
recepção
do
representante
de His
panha
Molins disse
que
está
encarregado
de
estreitar
se
mais
é
possivtI
as
ami
gáveis
relações
rntre
a
Frauça
e
Hispanha,
i-eparad
is
pelos
Pyreneo»
que
as tornam
in
dependentes.
mas
unidas
pela
conformi
dade
da
raça,
do
clima
e
da
lingua que
as
fazem
irmãs.
Molins
exprimiu
a
grati
dão
pessoal
de-
D.
Affonso
pela
hospitali
dade
franceza,
e
recordou
que
foram
os
canhões de
Marselha
que
primeiro
sauda
ram o
estandarte
real.
Mac-Mahon
respondeu
cordealmente,
fazendo
ardentes
votes
pela
pacificação
e
prosperidade
da
Hispanha.
Hernandez,
encarregado
dos
negocios
de
Hispanha,
despediu
se
de
Mac-Mahon,
e brevemènte
partirá
para
Madrid.
A
condessa
de
Girgenti
lambem
hoje
a
visita
de
despedida
a
Mac-Mahon.
A
con
dessa parte
»sta
noite
para
Maiselha, onde
embarcará para
Hispanha.
Idem
28.
—
BufTet
thegará
segunda
ou
terça
feira.
E
’
incerto
se
acceita
o
encargo
de for
mar
gabinete.
E
provável
que
não
seja adiada
a
elei
ção da mesa
presidencial.
Todos
os
gru
pos, excepl
*
a
extrema
direita
e
os
bona-
parlistas,
votarão
ámanliã
em
Buffet para
presidente.
Londres 26.
—Foi
colocado
o
cabo
tele
gráfico entre
as ilhas
da
Trindade,
de
San
ta
Cruz
e
de
S.
Thomaz.
Madiiri
1.—
A
«Gaceta»
publica
os
de
cretos
seguintes
;
Admittindo
a
demiasão
do
general
Mo-
rionos
;
nomeando
Bassols
commandante
em
chefe
do
1.
’
corpo
do
exercito do
nor
te,
e
vários
outros do
ministério
do fo
mento.
GAZETILHA
zxpediente
:
Aos
assignanles d'esle
jornal,
e
áquelles
que
o
eram
do
Futuro,
os
quaes
são
con
siderados
lambem
como
nossos
assignanles,
regamos
o
favor de
mandarem
satisfazer
o
seu
debilo,
•
que
podem
realisar
enviando-o
em
valles
do
correio,
ou
ordens
pelos
agen
tes
dos
Bancos
d’
esla
cidade,
ou
enlregan-
do-o
aos
nossos
correspondentes.
Esperamos
lambem,
nos
avisem quando
verifiquem
qual
quer
entrega e se continuam ou
não
a
coad
juvar esta
empresa.
Para obviar a reiteradas
queixas que
se
nos
teem
feito
quer
de
terem
pago,
ou
mandado suspender
a
remessa,
o
que
mui
tas
vezes
não
chega
ao
nosso
conhecimen
to,
resolvemos
publicar,
em
secção
especial,
•s
nomes
dos
snrs.,
que
remellerem
carias
á
administração
d’
esle
jornal,
pospondo
aos
nomes
a
palavra—
recebemos
—
,
quando se
ja
remessa
de
dinheiro,
e
esCoulra—
scien-
les
—
.
quando sejam
avisos,
etc.
Os
correspondentes
auclorisados
para
receber
as
assignaluras
são
os
seguintes
ill.
moa
snrs.
:
Em
Lisboa,
Jgnacio
Francisco
de
Mo-
raes,
rua
de S. Lazaro
n.°
38
—
No
Porto,
José
Carlos
das
Neves,
rua das
Flores.
—
Na
Covilhão,
Luiz
Anlonio
de
Carvalho.
—
Em
Vianna,
Francisco
José
d
’
Araujo
Jumor.
—
Em
Ponte
do
Lima,
Anlonio
Ferreira
Salça,
redacção
do
«Ecco
do
Lima ».—
Em
Guimarães,
J.
A.
Teixeira
de
Freitas
Guimarães,
S.
Damaso
17.
-—
Penafiel, Victorino José
de
Carvalho.
—
Barcellos,
Francisco
José Leite.
Lausperenne. —
Expõe-se
hoje
ia
egreja
do
Carmo.
Regresso.
—
Já
regressou
a
esta
ci
dade
o
ex.
mo snr.
delegado
do procurador
regio
dr.
Augusto
Jssé
Pereira
Leite.
Blsmark.—
0
boato
que
circulou
de
que
Bismark
seria
demitlido, quando
ti
vesse
logar
a
votação
do
Beichstag
ácer
ca
da
prisão
do
deputado
Majunke,
tomou
vulto
agora,
por
occasião de
se
votar
um
projecto
de
lei
á
administração
provincial.
A harbi»,—A
b»rba
cresce
uma
linha
por
semana
e
quatorze
pollegadas
por
an
ui.
Se
esia
proporção
continuas&e
sempre,
um
homem
que
não
se
fizesse
barbear
durante
vinte
annos
deveria
ler
uma
bar
ba
de onze
pés
de
comprido,
diz
o
«Pro
gressista»
Hesaçãtt
de Sua Santidade.—
Diz
o
correspondente
de
Lisboa
para
o
«C.
do
Porto»
que
o
snr.
D.
Jorge
de
Locio,
re-
dactor
da
«Nação»,
e
que
se
acha
grave
mente
enfermo,
recebeu
de
Sua
Santidade
um
telegramma
enviando-lhe
a
sua
bênção
e
fazendo
votos pelo
seu
restabeleci
mento.
Portuguezes
fallecidos. —
Fallece-
ram
no
Rio
de
Janeiro
desde 1
a 7
de
fevereiro'
os
seguintes
:
Manoel
Silveira da
Costa, 67
annos,
casado;
Anlonio
José
Pmto,
38,
solteiro;
Augusto
Gomes,
17,
s.
;
Jtsé
Ribeiro de
Freitas
Gueimarães.
14;
Anlonio
Moraes
das
Neves,
22,
s.
;
Pedro
Facundes
<fe
Lima,
56,
c.
;
Rosa
Maria,
38,
s.;
Fran
cisco
Leite da
Silva,
44,
s.
;
Paulo da
Ro
cha,
39. c.; Anlonio José
Soares,
70,
c.
;
Maiia
Caodida
de
Almeida,
39.
s.
;
Victorino Augusto
Carneiro
de
Vascon-
cellos,
32,
s.
;
Anlonio dos
Sanlos,
31. s.
;
Anlonio
Correia,
35,
s.;
Antonio
Joaquim
Braga,
20,
s.
;
João
de
Medeiros
e
Silva,
30,
c.
;
Marianna
Loisa,
60,
viuva
;
Cus
todia
Cordeiro,
43.
c.
;
Luiz
Jacimho
Pon
tes,
44,
c
;
Manoel
Alves Henriques,
34,
s.
Anlonio
de
Sousa,
16,
s. ;
José
Joaquim
de
Araújo,
13;
Alexandre
Valerio
Pereira,
28,
s.
;
Albina
Rodrigues Ferreira,
20,
s.;
Albino
Ferreira
dos
Santos,
38,
s.
;
Luiz
Nunes
Pereira
de
Barros,
36,
José
de
Sousa,
71,
v.
;
José
Custodio
da Silva,
11;
Domingos
Moreira,
14;
José
Joaquim
da
Costa,
39,
s.
;
Ricardo
de Azevedo
Costa, 31,
s.
;
José
Rodrigues
Alves,
56,
s.
;
João
José de
Mattos, 45,
».
;
João
José
Leite, 39,
c.
;
Verissim®
Carneiro
Calçado, 39,
c.
:
Jacimho
Benlo
de
Mou
ra,
74.
v.
Neve
em
Leon. —
Dizem
de
Leon,
Hispanha,
que
a
neve
não
cessa
ha
dias,
e
que
este
anno,
como
em
nenhum
ou
tro,
cobre
cila
toialmente
algumas
peque
nas
povoações
miseráveis
da
província
de
Oviedo.
Os
empregados
na
construcção e
ex
ploração da
linha
de
nordeste
trabalham
de
dia
e
de
noite
sem
descanço
a
fim
de
fazeiem
circular
quatro
machinas
que
se
acham
detidas
e
enterradas
na
neve.
Mais
de
dois
mil
operários trabalham
á
pá
no
porto
de
Pajares para
darem
pas
sagem
livre
á
diligencia
que
faz
o
serviço
do correi®.
Os
postes
que
indicam
a
linha da
es
trada
estão cobertos,
lornando-se
de
lodo
o
ponto
impos«ivel
em
algums
momentos
saber
em
que
sitio se
acham
os
trabalha
dores.
Como
de
dia
neva
e
de
noite
gela,
formam-se
capas de
tal dureza,
que só
pó-
dem
ser
desfeitas
com
o
auxilio
da
polvo-
ra.
Os
frios são
inlensissimos e
alguns
operários
retiraram-se
doentes,
negando-se
outros
a
continuar nos
trabalhos.
A
ven
tania
é
tão
forte
em
occasiões,
que
não
é
possível
distinguir
uma
pessoa
a
dois
passos.
Os alimentos
são
escassos,
maus
e
excessivamente
caros.
Os
aldeões
mais
velhos
d’
aquellas
localidades
affirmam
nã»
haverem
conhecido outro
temperai
tão
ri
goroso.
Enfermidade. —
O
nosso
particular
ami
0o
e illustrado
moço
Manoel
Vieira
Reis
Júnior,
estudante
de
curse
theologi-
co, tem estado
gravemente
enferme
com
uma
febre
typhoide
acompanhada
d
’
<iu»a
pneumonia.
N’
esies
últimos
dias
lem
sentido al
gumas
melhoras
o
nosso
amigo, a
quem
do
coração
desejamos
prompto
restabele
cimento.
Naufragio.
—
Dizem
de
Cannes,
que
no
dia 17,
por
volta
das enze horas.
«e
perdeu
nos
recifes da
ilha
de
Santo
Ho-
norato
o
navio
<
Normandie»
,
que conduzia
a
bordo
250
passageiros.
Estes
feratn
sal
vos
na
soa
totalidade.
A
municipalidade
de
Caanes
recelbeu-
os
e
prodigalisou-lheí toda
a
especie
de
cuidados,
graças
á liberalidade
da
colonia
estrangeira.
O capitão
suieidou-se
com
um
tiro
na
cabeça e
a
elle
se attribue
a
res
ponsabilidade
do
sinistro.
Paaao
*
em Cabreiraz.
—A
procis
são
de
Passos
da
freguezia de
Cabreiros
que
costuma
ler
logar
no
3.B
domingo
da
Quaresma,
e
que
este awno
se
não
ítz
n
’
a-
quelle
dia
por
causa
do
mau
tenapo,
te
rá
logar
no
proximo
domingo.
Fente natavel.—
Entre
as coisas
no
táveis
que
se
hão
de
ver
no
parque
de
Fairmount,
em
Philadelphia,
daranie
a
exposição,
figurará a
íonte
que
se
está
construindo
a expensas
das
sociedades
ca-
iholicas
de
temperança,
dirigidas
pelo
ar
cebispo Carrol.
o
fornoso
padre
Malheus
e
Moisés Barry.
O
projecto
é
do
archite-
cto
Ãern
e empregar-se-hào
na
obra 6:584
pés
cúbicos de
mármore
tirolez.
Das
cin
co
estatuas
que
adornam
a
fonte,
quatro
leem
9
pés
de
altura
e
<5
a
central.
A
lonte
terá
um
diâmetro
de 100
pés
e
uma
altura de 35.
Nomeação.
—
Foi
nomeado adminis
trador
do
concelho
de Braga
o
exc.
m0
snr.
João
de
Paiva
de Faria Leite
Bran
dão,
que
estava
exercendo aquelle
logar
como
substituto.
Hodas
de
cartão.—
As
rodas
de
car
tão para
as
carruagens de
caminho
de
fer
ro,
estão
sendo
empregadas
cada
vez
mais
na
America
;
são
preferidas
ás
de
ferro,
posto que
sejam
mais
caras,
porque
du
ram
mais.
Para
a
sua
fabricação
emprega-se
o
pa
pel
de
palha,
que
se
sujeita
a
uma
pres
são
de
350
toneladas
e
que
depois
se
tra
balha ao torno.
O
cubo
da
roda
faz-se
de
ferro
ou
de
aço,
e
applica-se
a
ella
me
diante
uma pressão
de
25.
Uma lamina
de
aço,
com
uma
inclinação
de
7
milímetros
para
o
interior,
rodeia a
roda
;
colloca-se
esta
lamina
por
meio de
uma
pressão
de
250 toneladas,
e
com
o
fim
de
que não
possa
sair a
roda,
aperta-se
com duas cer
caduras
de
ferro
uma
de
cada
lado da
roda.
(«Paiz»)
Falleeimentos.
—
Falleceu,
no
dia
1
do
cós
rente,
da
moléstia
de
que
ha
mui
to
padecia,
o
snr.
José
Pereira
Henriques
de
Carvalho,
capitão
d
’
n>lantena
8,
em
disponibilidade,
e
natural
d'esta
cidade.
Teve
honlem no
B.
templo
de
Santa
Cruz
pomposos
oflicios
fúnebres,
sendo
de
pois conduzido
ao
cemiterio
publico,
onde
leve
as
honras
militares
que
lhe
compe
tiam.
Tinha
feito
testamento
pelo
seu proprio
punho,
deixando varias disposições,
entre
«lias
a
nomeaçao
de
seu
monte-pio
a
sua
irmã
mais
nova.
Nomeou
herdeiros
as
ou
tras
irmãs
e
irmãos.
A
toda
a
sua
família damos
os
nossos
pesames
de
verdadeira
amisade.
,
—
Na sexta
feira
passada
falleceu
o
snr.
major
reformado Julio
José
da
Fonseca.
—
Também
falleceu o
snr.
Antonio
José
d
Oliveira,
pae
do
sor.
Mauoel Ignacio
de
Oliveira
Braga,
abastado
capitalista
d
’esta
cidade.
Instrueção
primaria. —
Estão
a
concurso
por
espaço
de 30
dias,
a
con
tar
de 2
do
corrente, 234
cadeiras
d
’
ins-
trucção
primaria
para
o
sexo
masculino
e
17
pa<a
o
feminino
no
continente,
e
32
para
o
sexo
masculino
e
1
para
o
femi
nino
nas
ilhas
Triunfo dos
eatholieofl no Tes-
sino.
—
Nas
eleições
que
para
a
renovação
do
grande-conselho
se
celebraram
no
can
tão
do
lessino
(Suissa)
obtiveram
o
triun
fo
os
catholicos.
O
numero de
seui
de
putados
foi de
50,
e
menos de
10
o
dos
deputados
liberaes.
Diz-se
que
houve
algumas
desordens.
E
’
provável
que
se
lancem
as
culpas
aos
catholicos;
mas
por
emquanto
só
se
an
nuncia
o
resultado
da
eleição.
Noticias do Campo. —
Terminou o
mez
de
fevereiro,
que
felizmenle
correu
muito favoravel
para
a
nossa
agricultura,
diz
o
«Noticioso»
:
Quando
o
nos«o
lavrador
do
alto-Mi-
nho
parecia
queixar-se
da
amenidade
e
alta
temperatura do
mez
de
janeiro, qoe
fez
reverdecer
extraordinariamente
os
nes-
sos
campos
e
veigas,
eis
que
lhe
succede
o
mez
findo, que
foi
abundante
de
geadas,
neves, frio
rigoroso
que
atrasou a
vegeta
ção
extemporânea,
e
ainda
bastantes
chu
vas,
de»pedindo-se com
grossa
agua-neve
e
alguns
montes
branquejando
nts
seus
cumes.
Trabalhou-se
muito
no
campo
nos
dias
seccos,
que
se
intercalaram, e
nos
traba
lhos
proprios
da
estação,
n
’
esta
provín
cia
em que
a
terra
é
amanhada
para
mais
de
um
fructo.
Se
as
fontes
e
ribeiros
não
transbor
dam
ainda,
a
terra
tem
sumido
e
infiltra
do
em
si
toda
a
chuva
branda
e
serena
que
tem
cahido.
O
frio
de
fevereiro foi glacial,
e, sen
do
húmido,
tem
sido
util para
o
campo,
como
ouvimos dizer
aos velhos
lavrado
res.
A
arrebentação
do
arvoredo,
dos
po
mares
e
das
vinhas que
em
janeiro
amea
çava
aproximar-se,
relardou-se
com
as
gea
das
e
neves
do mez
seguinte, e
será
o
março
e
qoe
virá despontar e
flotjr
toda
a
vegetação e
em
sasão
e
occasião
propi
cia
e
favoravel
a
toda
florescência, espe
rando
o
lavrador temperatura
mais
benig
na,
que
o
ceo lhe
dará.
Cresce
entre
nós a
cultura
da
vinha,
que
se planta
em
grande
escala
ao
redor
dos
campos,
e
não
se
poupam despezas
a
melhorar
as
antigas latadas e
parreiras
com
madeiras
de
castanho
sobre
esteios
de
pedra,
e
não
se
falta aos
amanhos
pre
cisos
a
esta
proveitosa
cultura,
sendo
qua
si
geral
o
enxoframento,
e
melhor
um
pouco
o
fabrico
do
vinho.
Inzpeeção
escolas. —
Foram
nomeados
inspectores
ás
escolas
d
’
este
districto
os
snrs
doutor
Luiz
da
Costa
Pereira,
Miguel
Augusto
Pereira d’ Araú
jo,
Antonio
Maria
da
Fonseca,
Joaquim
Ignacio d’Abreu
Vieira, e
padre
Carlos
Pi
nheiro
d
’
Almeida.
Ao
primeiro
incumbe
inspeccionar
as
escolas dos
concelhos
de Braga
e
de
Villa
Verde
;
ao
segundo
as
de
Guimarães
e
Vil
la
Nova
de
Famalicão
;
ao terceiro
as
de
Barcellos
e
de Esposende
;
ao
quarto
as
de
Fafe,
Cabeceiras,
Cellorico de
Basto
e
Povoa
de
Lanhoso
;
e
ao
quinto
as
d
’Ama-
res,
Terras
de Bouro e Vieira.
A’
«aridade.—
Na
rua
do
Charqueiro
n.
*
12
existe,
em
grande
necessidade,
uma
snr.
8
por nome
D. Anoa
Augusta
do
Sa
cramento,
viuva,
velha, doente e
alienada.
Pede-se em
nome
da
caridade
ás
pessoas
bemfazejas
a
soccorram
c»m
uma
esmola,
pelo
amor
de
Deus.
-
■» ......... —
CONFERENCIAS
NA
ASSOCIA
ÇÃO
CATHOLICA.
Continuam
todos
os
domin
gos
conferencias
aos
socios
da
Associação
Catholica,
na
casa
da
mesma.
Principiam
ás
7
horas da
tarde.
ASSOCIAÇÃO
CATHOLICA.
Por
parle
da
Junta
Directora da
As
sociação
Catholica
d’
esta
cidade
se
faz
pu
blico qoe
serão
admiltidos
graluilamenle
na
Escola
da
Associação
até
vinte alum-
nos,
filhos
de
paes
pobres,
embora
não
sejam
socios.
Os que
qtiizerem este beneficio
para
seus
filhos requeiram
quanto
antes
com
altestado
do
resyeclivo
parocho.
O
secretario,
João Antonio
Velloso.
COniIERCIO
B
olsa
de
B
raga
í
de
março
de
1875
EíTectuado
Banco
Commercial
de
Vianna 119$000.
Banco
da Covilhã
60$600.
Banco Mercantil
de
Braga 2$400.
Dito dito
2$450.
Banco
de
Bragança
2$400.
Banco
de
Guimarães
3^300.
Dito
dito
3^500.
Companhia
Geral
Bracarense
15^000.
2
de março
de
1875
Fffectiiado
Banco Commercial de
Braga (da
2.
a emis
são)
19$000.
Banco
Mercantil
<^e
Braga,
2$400.
O
director
Anlonio
Teixeira
Barbosa.
SAUDE A TODOS
sem
medicina,
pur
gantes
nem despezas
com
o
uso
da
delicio
sa
farinha
de
saúde,
BEVALESCIERE
DU
BARRY
de Londres.
97
anno
*
d
’invariavel
aucceszo
3
Depois
da»
adessiões
de
muitos mé
dicos e de
vários
hospitaes,
ninguém
po
derá
duvidar
da
eflicacia
d’
esta deliciosa
farinha
de saude
que
cura
as
indigestões
(despepzias)
gaslrica,
gastralgia
,
ílegma,
arroios,
ventos,
flatos,
amargôr
na
bocca,
pituitas,
nauseas,
vomitos,
irritação
intes
tinal
;
diarrea ,
dizenleria
,
cólicas,
tosse,
alhsma,
falta
de
respiração,
oppressão.
con
gestões,
mal
aos
nervos,
diabelhe,
debili
dade,
todas
as
desordens
no peito, na gar
ganta,
do
alito,
das
bronchites, da
bexi
ga, do
íigado,
dos
rins, dos
intestinos,
da
mucosa,
do
cerebro e
do
sangue. 75.000
curas
entre
as
quaes
contam-se
a
de
S.
S.
o
Papa,
do
duque
de
Pluskow,
da
ex
ma
shr.
a
marqueza
de
Brehan,
dos
doutores
Manoel
Saenz
de
Jejada,
da
Universidade
de
Cordova,
etc.
etc.
Cura
72.448.
Cadiz
3
de
junho de
1868
Não posso
fazer
menos
de
manifestar
a
vv.
s.
as
os
bellos
resultados
que
obtive,
administrando
o
seu
chocolate
de
Revales
ciére
á
minha
senhora.
Havia
muitos
an
nos que
padecia
iutensissimas
dores
in
testinas, e insomnias pertinazes ;
graças
a
este
surprehendente
especifico
ficou
com-
4)letameole
restabelecida.
Ficando
reconhe
cidos,
aproveito
esta
occasião
para
demon
strar a
consideração
com a
qual
o
distin
gue
o
seu
atiento
venerador
—
V
icente
M
oyano
.
Cura
69.718.
Ticheville
(Orne)
20
de março
de 1867.
Achando-me
perfeitamenle
com
o uso
que
fiz
durante
certo
lapso
de
tempo
da
Revalesciére,
tenho-a
administrado
a
varias
pessoas,
ás
quaes
produziu
inestimáveis
efleilos,
em
particular
modo
n
’
aquelles
que
padeciam
de
hydropesia.
Tres
d
’
estes
cu
raram
complelamenle.
—A
tosse
produzida
por
uma
constipação
desappareceu
instan
taneamente
e
lambem
produziu
os
mesmos
resultados
nas
moléstias
da
retenção
de
orina
e
das
moléstias
de
estomago,
afas
tando de
qualquer
indivíduo a
hypocon-
dria
P
adre
L
angevin
.
Seis
vezes
mais nutritiva
do
que
a
car
ne
sem
esquentar,
economisa
cincoenla
vezes
o
seu preço em
remedios.—
Preços
fixos
da
venda
por
miudo
em
toda
a
pe-
ninsula
:
Em
caixas
de
folha
de lata, de
i
/
i
kilo,
500
;
de
*
/,
kilo
800
rs
;
de
um
kilo,
l$400
reis;
de 2
l/2
kilos,
3$200
reis;
de 6 ki
los,
6$100
reis,
e de
12
kilos,
12$000
reis.
Os
biscoitos
da Revalesciére
que
se
po
dem
comer
a
qualquer
hora,
vendem-se
em
caixas
a
800
e
1$400 reis.
O
melhor
chocolate
para
a
saúde
é
a
Revalesciére
ehoeolatada;
ella
res-
titue
o
appettile,
digestão,
somoo,
energia
as
carnes
duras
ás
pessoas,
e
ás
creanças
e
mais
fracas,
e
sustenta
dez
vezes
mais
que
a
carne, e que
o
chocolate ordinário,
sem
esquentar.
Em paus,
ou
em
pó
em caixas
de
folha
de
latadelO
chavenas, 500
reis;
de
24
chave
nas, 820
reis;
de
48
chavenas,
1^400;
de
120 chavenas,
3$200
reis,
ou 25
reis
cada
chavena.
BARRY
RU
BARRY A
C.a —
Pla-
ce
Vendòme,
26,
Pariz;
77
Regent-Slreel
Londres
; Valverde,
1,
Madrid.
Os
pharmaceulicos,
droguistas,
mer-
cieiros,
etc.,
das
províncias
devem
diri
gir os
seus
pedidos
ao
deposito
Central
;
snr.
Serzedello
&
C.
a
.
Largo do Corpo
Santo
16, fLísbea,
(por
grosso
e
miudo);
Carlos
Barreto,
rua
do Loreto, 28;
Bar
rai
&
Irmãos,
rua
Aurea,
12.
Perto,
J.
de
Sousa Ferreira
&
Irmão,
rua
da
Ba
nharia 77;
de
Sequeira
;
J. Pinto
;
Desí-
ré
Rahir;
Coimbra,
V.
Botelho de
Vas-
concellos ;
Aveiro,
F.
E.
da
Luz
e
Costa,
pharm.;
Bereelloe,
Ramos,
pharm.~
Braga,
Pharmacia
Maia,
rua dos
Chãos,
Pipa
Irmão,
rua
do
Souto,
Domingos
J.
V.
Machado,
praça
Municipal.
Figueira,
Antonio
Vieira,
pharm.
;
Guimarães,
A.
J.
Pereira
Martins,
pharm.
;
Pena-
fiel,
Miranda,
pharm.
;
Ponte
do Lima,
A.
J.
Rodrigues
Barbosa,
pharm.;
Po
voa do Varzim,
P.
Machado
de
Oli
veira,
pharma.
;
Vianna do Caetellç,
Affonso
e
Barros,
droguistas;
Villa
do
Conde,
A.
L.
Maia
Torres,
pharm.
Antonio
Joaquim
Pereira
de
Moraes,
tendo
de
se
retirar para
o
estrangeiro,
serve-se
d
este
meio
para
se
despedir
d«
todos
os
seus
amigos
e
da
companhia
de
incêndios,
pedinJo
desculpa
de
o
uão
fazer
pessoalmente.
AGRADECIMENTOS
D. Anna Casimira
da Cunha
e
Silva,
D.
Anua
Julia
d
’
Almeida
e
Serra,
e
seu
marido Augusto
Eduardo
d
Araújo
Cerveira
e
Serra,
agradecem
penhoradissimos,
a
lodos os
ill.11108
e
ex.
mos
snrs.
e
snr.
as
que
se
dignaram
cumprimenlal-os
por
oc
casião
do
fallecimento
de
seu
muito
que
rido
e
chorado
neto
e
filho
Francisco,
bem
como a
todas
as
pessoas que
assistiram
aos responsos
de
gloria,
qoe
na
capella
do
cemiterio
publico
tiveram
logar
por
alma do
mesmo
seu neto
e
filho.
Pedem
desculpa
de
cumprimentos.
(2308)
Na
impossibilidade
de
podermos
agra
decer
pessoalmente
a
todos
os
ill.
ni
°
s
e
exc.ra<)S
snrs.
que fizeram
o
distincto
ob
séquio
de assistirem
ao
respondo
de
se
pultura,
que
se
resou
no
dia 22
<fe
feve
reiro
proximo
(iodo
na
capella
do ‘cemiterio
publico,
por
alma
de
nossa
muito
presa
da
e
querida
filha,
irmã
e
sobrinha,
D.
Engracia
Augusta
Arantes
d
’
Azevetlo, e
se
dignaram
cumprimentar-nos
por tão
dolo
rosa
occasião;
o
fazemos
por
este
meio,
protestando a
todos
nosso
eterno
reconhe
cimento
;
e bem
assim
a
todas
as
exc.,nas
snr.
as
que por
igual
motivo
lambem
nos
cumprimentaram
antes e
depois
do
seu
fallecimeuto.
Jo'é
Joaquim
de
Sousa
Azevedo
Júnior
Josefa
Maria
Arantes
d
’Azevedo
Guilhermína
das DoresArantes
d
’Azevedo
Pedro
Viclor
Arantes
d’Azevedo
Engracia
Luisa
Arantes
Maiia
da
G>aça
Arantes
Braga
Rosa
Candida
Arantes
de
Mello
José
da
Rocha
Veiga.
(2310)
ÁNNUNCIOíá
ATTENCÃO
Precisa-se
d
’
um
homem para
substituir
um
recruta.
Preço
convencionado
Carta
a
esta
redacção
com
as
iniciaes
J.
M.
S.
(2312)
Vende-se
uma
casa
feita de
novo,
com
grande
loja
para armazém,
sita
na
rua
dis
Agoas,
com n.#
91. Vê-se
das
9
horas
da
manhã
até ao
meio
dia.
Trata-se
com
Anlonio
Silverio
de
Pai
va,
da
Ponte.
(2314)
METAES VELHOS
Na
travessa
de
S.
João
n.e
5,
com
pra-se toda a
qualidade
de
metaes,
e
ferro
velho
até
mesmo fundido.
(860)
Ama
de
leite
Precisa-se
d’uma
ama de
leite
que te
nha
bom
comportamento.
A
que
estiver
n
’
estas
circumstancias,
dirija-se
a
esta
re
dacção,
que se
lhe
indicará
com
quem
deve
tratar.
(2307)
í
ff
PRIMEIRA
£
AMIGA
X
RORIZ
GASA
FELIZ
PORTO
1 -
RUA
DAS FLORES
- 3
NA
QUINTA DE RORIZ
PORTO
1,
3-
RUA
DAS FL0RES-1,
(JUNTO
À EGREJA DA MISERICÓRDIA)
3
(
junta
á
egraja
da
misericórdia
)
SORTE GRANDE
«
èis
5.000S000
ç?
JOSE
’
I.
FERREIRA
RORIZ
COHPR4
K VENÍDE
InBeripções
de assentamento
Eoteria da Santa Casa
da
Miserieordia de
Idsboa
Exlracção
a
6
de
Março
w
FORNECEDOR DA
CASA REAL
DEPOSITO
CENTRAL, BUA DAS
FLORES, 35
37 E 39
0
proprietário
annuncia aos
seu»
freguezes,
e
ao
&
publico, que
em
todo
o
sabão
fabricado
na
sua
fabri-
X
ca,
e
que
na mesma
se
vender, ou
no
Deposito Cen-
trai,
se
fará o
desconto
de
6
por
cento sobre o»
pre-
F?
ços estabelecidos,
de
uma
caixa
para
cima.
Salisfaz-se
com
promptidão
qualquer
pedido
que
seja
feito
do
di-
^5
to
genero,
lauto
d
’esta
cidade
como
das
províncias e
se garante a sua
boa
qualidade.
Ditas
de eoupons
Ditas
de
divida externa
Titulos
hispanhoes internos
Ditos
externos
Coupons
dos ditos já
vencidos.
so-
©O
*
Sacca,
loma
leiras
e
dá
cartas
de
credito
bre
Lisboa e
diversas
praças
estrangeiras,
e se encar
rega
de
compra
e
venda
de
titulos
de
divida publica
nas
mesmas
praças.
JOSÊ
1GNACIO FERREIRA
RORIZ
g
AFIANÇADO
NO
GOVERNO
CIVIL DO PORTO, NA
C0NF0R-
MIDADE
DO
EDITAL
DE 28
DE JULHO DE 1860
Tem
á
venda
no
seu
estabelecimento
bilhetes
imei-
ros a 54000
rs.-Meios
ditos,
a
24600
—
Quartos,
a
ÇÇ
14300
—
Oitavos,
a
680
—
Cauleilas
de
500,
250
e
130 rs.
&&
O
mesmo
satisfaz com
promptidão
todas
e
quaesquer
&L'
encomroeqdas
que
lhe sejam
feitas
das
províncias,
aio-
da
que
sejam ern
grande quantidade,
e
vindo
acompa-
nhadas
do
seu
importe
em
vales
dos
correio
;
e
no
fim
da
exlracção
remelte
a
lista
dos
prémios
aos seus
freguezes,
mas quando
a
não
recebam
em
tempo
com-
peteote
terão
a bondade
de
a
requisitar.
(G
*
)
èA
OBRAS PUBLICADAS
PELA
EMPREZA
HORAS ROHAMTICAS
Julio
Verne
Versão
portugueza
e
illustrada
<Da
Terra
á
Lua»,
(2.
a edição)
1
vo
lume
com
43
gravuras,
brochado,
9u0
‘
rs.
Encadernado
em
percaíina
e
dourado,
14200
rs.
«A
’
roda
da
Lua»,
(2.
a
edição)
1
vo
lume com 44
gravuras,
brochado,
900
rs.
Encadernado
em
percaíina
e
dourado,
14200
rs.
<A’
volta
do
mundo
em 80
dias»,
1
volume
com
58
gravuras,
brochado,
14000
Encadernado
em
percaíina
e
dourado,
14300
rs.
«Os
tnglezes no Polo
Norte», 1
volume
com
135
gravuras,
brochado,
141
00
rs.
Encadernado
em percaíina,
14400 rs.
<0
deserto
degelo»,
1
vulume
cotn 135
gravuras,
brochado,
14100 rs.
Encadernado
em
percaíina,
14400 rs.
Ponson
du
Terrail
«Os
Cavaileiros
da Noite», 3
volumes
(edição
esgotada),
14500
rs
«Os
Herdeiros
falsos»,
1
volume
400
rs.
«Amores
de
Luiz
XV», 2
volumes com
2
gravuras, 8U0
rs.
•
Os
Mascaras
Vermelhas»,
3
volumes
com
11 gravura
,
14500 rs.
*
Fernandez
y Gonzalez
«0
Rei
Maldito»,
5
vol.
com
44
gra
vuras,
34100
rs.
«Os
Sete
Morcegos».
1
volume
carto
nado
com 4
gravuras,
600
rs.
«A
Ptinceza dos
Ursinos»,
2
volumes
com
12
gravuras, I4IOO
rs.
Guslave
Aimard
«As
Guerrilhas
de
Juarez»,
1
vol.
400
rs.
(Jrteya
y
Frias
«0
Diabo na
Corte»,
3
volumes
com
27
gravuras,
24100
rs.
Cunha
e
Sá
«Da
Parte
de
El-Rei», 1
vol.
400
rs.
«Da
Parle
da
Rainha»,
1
vol.
400
rs.
João
Pedroso
«A
Gravura
de
Madeira
em
Portugal»,
album
composto
de
25
gravmas
(formato
gratide),
24500
rs.
Turcualo
Tarrago y
Maleos
•
Odio
de
Bourbons, 3
volumes
com
34
gravuras,
24200
fs.
«Ciúmes
de
uma
Rainha
*
,
4
volumes
com
26
gravuras,
24100
rs.
Julio
Cezar Machado
«Lisboa
ua
Rua»,
1
vol.
com
23
gravu
ras,
600
rs.
Encadernado,
900 rs.
NO
PRELO
>5
Semanas
em
Balão», 1
volume
il
lustrado
com 60 gravuras
executadas
pe
los
primeiros
artistas
francezes.
Rua
dos
Calafates,
102,
1.®
Lftabea
Monte-pio
dos
artistas
de
S.
José.
Convido a
todos
os
artistas
do
Monte-
Pio,
que
estão
no
goso
de
seus
direitos,
a
reunirem-se
em Assembleia
Geral
no dia
7
do
corrente
mez,
na
casa
n.°
1
da
rua
de
8.
João,
pelas
II
horas
da
manhã,
para
se
dar
cumprimento
ao dispost
»
no
art.
0
41
§
2.°
dos
Estatutos,
e
bem
assiirf
para
se
marcar
ahi d'« para a discussão
do
projecio
da
reforma
dos
Estatutos,
se
n
’
esse
acto não houver tempo
para
se
ve
rificar
ou começar.
e
*
te
importante
serviço.
Braga
i
de Março
de
1875.
O
presidente,
(2311)
Henrique
Freire
d
’
Andrade.
NOVA
FUNDIÇÃO
DE
FERRO
DE
Antonio
Germano
Ferreirinha
NA
Travessa
de S.
João
Aonde
faz
toda a obra,
assim como
bombas,
conçollas,
columnas
para gaz, pe-
zos novos,
panellas
á
ingleza
de
todos
os
tamanhos,
canos
para
agoas
e
gaz,
e
toda
a
obra
de fundição,
como
grades
para
sacadas,
obra
de
metal,
sinos
e
outros
ob-
jectos
de igual
teor
etc.,
pelos preços
do
Porto.
A
Nova Empreza
de
Trens,
annuncia
ao
publico
que
desde
0
dia
30
de No
vembro
proximo
passado,
0
snr.
Manoel
José Ribeiro
Braga,
do
largo
do
Barão
de
S.
Marlinlio,
deixou
de
ser agente
das
suas
carreiras
do
Porto,
Arcos,
Monsão
e
Egreja
Nova, sahindo todas
da
sua
casa
no
largo
de
S.
Francisco
n.°
2,
jun-
cto
aos
Terceiros.
Braga
1
de
Dezembro
de
1874.
O
gerente,
(2174)
Eduardo
Pacheco.
ALUGAM-SE
Os
altos
da
casa
n.
22,
na
rua
do
Campo,
em
Braga,
com
excellenles
com-
modos
para
uma numerosa
famalia.
Quem
a
pertender,
dirija
se
á
mesma.
(2286)
BANCO
COMMERCIAL
DE
BK
A
GA
Em
virtude
da
deliberação
d
’
assembleia
geral
de
15
do
corrente,
que
approvou a
ptoposla
da
direcção
para
a
elevação do
capital
inicial
de
600
a
1:000
conlos, fa
zendo-se
para
este
fim
uma
2.
a
emissão
de
400
contos em
8:000
acções
de
504000
reis
com
0
premio
de
44500
reis
por ca
da
uma,
a
direcção
no
seulido
e
em
con
formidade
com
o
disposto
nos
§
2.°
e
3.®
do
artigu
4.°
dos
estatutos
convida
os
snrs.
accionistas
a
declararem
na
thesou-
raria
do Banco,
ou
na
sua
caixa
filial do
Pmto,
desde 15
até
25
de
Março
proximo
futuro,
se
acceilam
as
acções
da
2
a
emis
são
que
lhes
couberem
em
proporção
das
que
aciuaímenle
possuem devendo
no
acto
não
só aprezenur
as
acções que
possuírem
para
se
eílectu^r
0
rateio,
se
não
também
verificar
o
pagamento
do
pre
mio
correspondente
ás
acções
que
accei-
larem.
e
a
1.
a
eotiada de
25
p.
c
,
ou
12-4500
reis
por
acção.
A falta da dita declaração e pagamento
no
mesmo acto
será
considerada
como
re
nuncia
das
acções
correspondentes,
as
qoaes
licam
de
conta
do
Banco para
as
col-
locar
(nunca
por
premio
inferior)
quando
e
pela
íórma
que
a
direcção
julgar
con
veniente,
d
’accurdo
cotn
o
conseltio
fiscal,
conforme
foi
resolvido
pela
mesma assem
bleia
geral.
Braga
18
de
fereiro
de
1875.
Pelo
Banco Commeicial <le
Braga
Os
directores,
João
Evangelista
de
S
jus
-
i
Turres
e
Almeida
Manoel
José da
Costa
G^iimarâes
Luiz
Antonio
da
Costa
Uraga.
(2298)
Deposito
de
vinil
s,
vindos
de
i\lon
*
ão
Rua
cuaa
n.°
40
BRAG
a
Quem
quizer
comprar
vinho
da
colhei
ta
passada,
vindo
de
Monsão e armazenado
n
’
aquella roa
e
casa
acima
mencionada,
queira
dirigir-se
ao
propiietario
do estabe
lecimento
do
Castello,
junto
á
capella de
Nossa Senhora
de
Guadalupe,
onde lam
bem
os
consumidores
o
acharão
a
reta
lho.
A
sua
qualidade
é
garantida
por
mui
tos
particulares
d
’
esia cidade,
que
tfalli,
0
tem mandado
vii
pata
consumo
de
sua
casa.
(2285)
ALMEIDA
&
PEREIRA
Largo
do
Barão
de S. Martinho
n.°
18
Compram
e
vendem acções
de
todos
os
bancos
e
companhias,
e
inscripções
d
’
assentamento
e
coupons.
(1)
José
Cardes»
de
Carvalho,
vende
ou
ri
me
todos
os
foros,
sensos,
e
pensões
que
recebe
nas
comarcas
de
Villa Verde,
Bar-
celios,
e Braga.
Trala-se
em
Ponte
do
Lima
com
0
snr.
Manoel
Gome
*
Cardoso e em
Braga
com
0
snr.
Antonio
José
Gonçalves Nogueira,
rua
do
Souto.
(2226)
Bclratista
e
pintor
Caetano
de
Brito,
mudou
a
sua resi
dência
para
a
rua
da
Ponte,
n.°
96,
on
de continua
a
exercer
a
sua profissão
de
retratista
e
pintor,
que
d
’
ha
muito
lem
exercido
ifesta
cidade.
Espera
dos
seus
amigos e patrícios
continuem
a
procural-o,
que
serão
servi
dos commodamenie.
(2304)
DO
ALTO
DOUSO
DA
CASA
DE
TI&LA. POUCA
RUA
DO
SOUTO
N.°
15
BRAGA.
Acaba
de
ser
sortido
esle
armazém
com
as
seguintes
qualidades
de
vinhos
engarrafados
e
aquat
tiihados
:
ENGARRAFADOS
Vinho tinto
de
meza.
. .
150
» » »
. .
190
»
Lagrima
....
.
.
200
»
Branco
de
meza.
.
.
210
»
limo
de meza fino.
.
.
270
»
de
prova
secca.
. .
.
.
300
»
Malvasia
de
2.a
.
.
.
.
.
360
»
»
velho.
. .
400
»
Bastardo.......................
. .
500
»
Moscatel.......................
.
.
500
»
Malvasia
.......................
.
.
500
»
Roncão
.......................
.
.
700
» Alvaralhão
....
. .
560
»
Velho
de
1854.
.
. 600
A
RETALHADO
Vinho
pare,
meza
50
e
80,
0
quar
tilho
unto
e 120
0
branco.
Responde-se
e
garante-se
a
pureza
e
boa
qualidade de
lodos
estes
vinhos,
po
dendo todo
e
qualquer consumidor man-
dal-o
experimentar
por
meio
de
qualquer
processo
chymico.
N
’
estes
preços
nãa
fica
incluído
0
valor da garrafa
que 0
comprador
apre
sentará
011
pagará
50
reis
por
cada
uma.
braga
:
typograpiiia
lusitana
—
1875. - É o formato de
-
comerciominho_04031875_317.pdf
Parte de Comércio do Minho (O)