comerciominho_30011875_303.xml
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-
3.“
ANNO 1875
FOLHA
COMMERCIAL RELIGIOSA E
NOTICIOSA
NUMERO
303
Assigna-see
vende-se
no
escriptorio
do
editor
e
proprietário
José
Maria
Dias
da
Costa,
rua
Nova
n.
*
3
E,
para
onde
deve
ser
dirigida
toda
a
correspondência
franca
da
perle. = As
assi-
gnaturas
são
pagas
adiantadas
; assina
como
as
correspondên
cias
de
interesse
particular.
Folha
avulso
10
rs.
3
*
<J»B
HJ
><3 ^%.-SMS£
ÁS
TERÇAS, QUINTAS E
SABBADQS.
-------------------------------------------------------
.y. )-
P
reços
: Braga,
annol^íôO
rs.=Semestre
850
rs.=Provin-
cias,
anno 2^400
rs e sendo
duas
4&000 rs.=Seinesire
IÔ250
rs.=/?razU,
anno
4&400
rs.==Semcstre
2&300 rs.
moedaJorte,
ou
10&Ô00
reis
e
o£;>0O
reis
moeda
fraca.=Annuncios
por
linha
20
rs.,
repetição 10
rs.
Para
os
assignantes
10
»/
0
d
’
abatimen!o.
BKIAOA
— StBBAB® DX
JAVUR»
EiicycEiex
*
do
Mooso SwwtiBSiiMO
Padre
(Conclusão)
Mas
emquanto,
por
motivo
de
nosso
cargo
apostolico e
da
sollicitude
com
que
devemos
guardar
todo
o
rebanho
de
Chris
to,
Nós
oflerecemos
esta
salutar
opportu-
nidade de
obter
a
remissão
e
a
graça, não
podemos
deixar
«le
rogar
ardentemenle
e
de
supplicar,
em
nome
de
Jesus
Chrislo,
Nosso
Senhor
e
Príncipe de
todos os
pas
tores,
a
iodos
os
Palriarchas,
Primazes,
Arcebispos,
Bispos, e
outros
Ordinários
locaes,
e
Prelados
ou
encarregados
legiti-
ma
mente
da jnrisdioção ordinaria
local,
na
falia
dos
Bispos
ou
d
’esses
Prelados,
an-
nunciem
uma
tamanha
felicidade aos
povos confiados
á
sua
fé,
e
velem accu-
radameute,
porque
lodos
os
fieis,
recon
ciliados
com
Deus
pela
penitencia,
con
vertam
esta g
*
aça
do
Jubileu
em
proveito
e
utilidade
de
suas
almas.
Por
onde, Ve
neráveis
Irmãos,
depois
de
haverdes
im
plorado
com
preces
publicas
a
Divina Cle
mencia,
afim
de
encher
de
sua
luz
e
de
sua
graçi
os
espíritos
e
os
corações
de
lodos,
seja
vusso
primeiro cuidado
levar
o-
povo
chi
islão,
por
meio
de
opporiun-s
inslrucções
e
admoestações,
.
a
recolher
os
fructos
do
Jubileu
e
a lhe .fazer
compre-
hender
cuidadosamente,
qual
seja
a
força
e
natureza
do
Jubileu chrislão
para
utili
dade e
vantagem
das
almas,
do
Jubileu,
em
que
sob
o
ponto de
vista
espiritual,
se
rcalisam
accrescentadamenle
pelos
me
recimentos
de
Nosso
Senhor
Jesus
Chris
lo,
todos
os
ben»,
que a
Lei
antiga,
men-
sageira
do
porvir,
concedia
todos os
cin-
coenta
ânuos
ao
povo
judaico
—e
lambem
conjunclamente
convenienlemente instrui
reis
o
povo
christão
sobre
a força
da
*
in
dulgências
e
sobre
lodos
os
requisitos
de
uma
fructuosa
confissão dos
peccados e
do
sacramento
da
Commuohão
sauiamenie
re
cebida.
Como porém
não
só
o
exemplo,
mas
o
concurso
do.
ministério
ecclesiastico seja
indispensável
para
consecução dos
fructos
da
Santificação
desejada
no povo
christão,
não
deveis, Irmãos
Veneráveis,
ommiliir
e
iutlammar o
zèlo
dos
vossos
sacerdotes
pa
ra
animadamente
exercerem
o
ministério
de
salvação,
principalmente
n’este
tempo,
e
elles
contribuiriam
poderosamerite
para
o
bem
commum, se
onde
isso
ser
possa,
dando
elles
mesmos ao
povo
chrislão o
exemplo
da
piedade
e
da
religião,
reno
varem
o
espirito
de
sua
santa
vocação
com
exercícios
espirituaes,
para
se
entregarem
depois
tnais
util
e
saudavelmente
ao
cum
primento de
seus
deveres e
á
prégação
das
sacras
Missões,
segundo
a
ordem
e
plano por vós estabelecidos.
Todavia,
havendo
n
’este
século
tantos
males
a
reparar,
tantos
bens a promover,
empunhae a
espada
do
espirito,
isto
é
a
palavra
de
Deus
e
ponde
todo
cuidado,
em
que
o
vosso
povo
chegue
ao
pomo de
de-
leslar
o
terrível
crime
de
blasfémia,
com
que
n
’esta
época
é
violado,
quanto ha
de
mais
santo, e
de
conhecer
e
cumprir
os
seus
deveres
sobre a
santificação
dos
dias
festivos,
sobre
a
observância
das
leis
do
jejum
e
abstinência,
prescriptas pela
Egre
ja de
Deus,
para que
assim
possa
evitar
os
castigos,
chamados
á
terra
pelo
des
prego
das
coisas
santas.
Velae
igualmeu-
le
com
um
cuidado
e
zêlo
constantes
pe
la
conservação
da
disciplina
do
Clero,
pe
la
boa educação
dos
clérigos,
e
accuui,
por
quantos
meios
poderdes,
em
auxilio
da
mocidade,
de
iodos
os
lados
seduzida,
pois
que
não
ignoraes
os
perigos, em
que
se
acha
e
a
qual
terrível
ruina
está ex
posta.
Foi
este
genero
de
mal
tão
dolo-
rosp
paia
o
coração
do
mesmo
Divino
Re-
demptor,
que
proferia
contra
os
seus
au-
clores
estas
terríveis
palavras
:
«Quem
es-
candalisar
a
um
d
’esies
pequeninos,
cren-
les
em
mim,
melhor
lhe
fóra
pôr
ao
pes
coço
uma
mó
e
deitar se
ao
mar».
(Marc.
IX,
41).
Nada
ha
mais
digno
do
tempo
sagrado
do
Jubdeu,
do
qoe
um
mais
generoso
exercício
de
todas
as
obras de
caridade;
será
pois
lambem
objecio
de
vosso
zèlo,
V'en.
Irmãos,
excitar
e
estimular os fieis
a
soccorrer
os
pobrei, a
resgatar
os
pec
cados
com
a
esmola.
fonte
de
tantos
bens
enumerados
nas
Santas
Escripturas.
E pa
ra
que
o
fructo
da
caridade
se
estenda
mais
largamente
e
se torne
mais
firme,
será
exiremamente
opporiuno,
que
os
sob-
sidios
de
caridade vão
favorecer
e
susten
tar
essas
piedosas
instituições
que
se
jul
ga
mais
contribuem
«‘
esta
época
para
o
bem
das
almas e dos
corpos.
Se
os
es
píritos
e
os
cuidados
de
todos
vós
se
ac-
cordam no
empenho
de
obter
estes
bens,
sem
duvida o
reino
de
Christo
e
sua jus
tiça
receberão
grandes
acrescentamentos
e
a
celeste
Clemencia,
durante
este
tempo
de
açceilação,
tfesles dias
de salvação en
tornará
maior
abundancia
de
favores
divi
nos
sobre
os
seu-;
filhos
predileclos.
A
vós
lodos
emíim,
talhos
da
Egreja
Catholica,
dirigimos
Nosso
discurso,
ex-
horiando-vos
com paternal
affeição,
a
lo
dos
e
a
cadi um
em
particular, ao
appro-
veitamenlo
d'esla
occasião
de
obter
o
per
dão
do
jubileu,
quanto
de
vós
o
exige
o
zêlo
sincero
de
vossa
salvação.
E
’
decerto
muito
necessário,
filhos meus caríssimos,
agora tanto
como
o
haja
mais
sido no
passado,
purificar
de
obras
mortas
a cons
ciência,
offerecer os sacrifícios
da
justiça,
produzir
fructos
dignos
de
penitencia,
se
mear
com'
lagrima»
para
colher
com
ale
gria.
A
Mageslade
DiJna
mostra-nos
as-
sás, o
que de
nós
requer,
pois
que
des
de
longo
tempo,
por
nossa
perversidade,
nos
encontramos sob
as suas
objurgáções
e
sob
a
inspiração
da
espirito
de sua
có
lera.
Em
verdade tos homens costumam,
todas
as
vezes,
que
os
excita
uma
neces
sidade,
dura
em
demazia,
enviar
embai
xadores
ás
nações
visinhas a pedir-lhes
soccorro.
Enviemos
nós
lambem uma
em
baixada a Deus,
o
que
é
melhor».
Implo
remos-Lhe
soccorros
reçorramos
a Elle
pelo
coração,
orações,
jejuns
e
esmolas
;
porque
«os
nos-os adversários
serão
lanto
mais
repellidos
para
longe
de
nós,
quanto
de
Deus
estivermos
mais
visinhos»
(S.
Max.
Taur.
Ilom.
XGI).
Mas, porque
Nós
vos
falíamos
em
no
me
de
Jesus
Christo,
ouvi
a
Nossa
voz
aposlolica, vós
principalmente,
que
andaes
em
trabalho
e
carregados
e
que,
havendo
perdido a vereda
da
salvação
succumbis
sob o
jugo
das
más
paixões
e
da
servidão
do
diabo. Não
despreseis
as
riquezas
da
bondade,
da
paciência
e
da
longanimidade
de
Deus
e quando
tão
facil, lão»ampla
abundancia
de
perdão
vos
é
oíTerecida,
não
vos
torneis imperdoáveis
ante
o
Divino
Juiz
e
não
façaes
reseiva
de
cólera
para
o
dia da
cólera
e
da
revelação
d»
justo
.juiso
de
Deus.
Enlrae
pois,
ó
prevaricadores em vos
so
coiação;
reconciliae-vos
com
Deus;
o
mundo
e’
a
sua
concupiscência
passam
;
desviae
de
vós
as
obras
de
trevas
;
re
vesti-vos
com
as
armas
da
luz;
cessae
de
ser
inimigos de
vossas
almas,
para
emfim
lhes
obter
a
paz n
’
este
mundo
e
as
re
compensas
eternas
dos
ju-tos no
outro.
Taes
são
os
votos,
que
formamos»;
eis
o
que
não
cessaremos
de
pedir
ao
Senhoi
clementissiiiio
e
temos
confiança
que
lodos
estes
beos
com
abundancia obteremos
do
Pae
da
Misericórdia para
todos
os
filhos
da
Egreja
Catholica,
e Nós unidos
por
esta
associação
de
orações.
No
entretanto, pelo
feliz
e
salutar
fru
cto
d
’
esta
santa
obra,
que
a
bênção
apos
lolica
seja
o
anuuncio
de
iodas
as
graças,
de
todos
favores
celesles,
bênção,
que Nó«,
com
o
amor
mais
profundo
do
coração,
concedemos
a vós
lodos
Ven.
Irmãos,
e
a vós
todos,
caros
filhos,
que
sois
conta
dos
na
Egrej» Catholica.
Dada
em
Roma,
junto
<le S.
Pedro,
a
24
de
dezembro
do
anno de
1874,
do
Nos
so
Ponliticado
vigésimo
anno.
,
Pio
IX,
P
apa
.
«A
união
faz
a
força».
E
’
este
o
axio
ma
mil
vezes
repelido
e
mil
vezes
verda
deiro
»
Pelo
contrario
a
desunião
enfraquece,
mala
e
anniqoila. «Todo
o
reino
dividido
conira
si
mesmo,
disse
Jesus
Christo, se
rá
deslroido».
E
a
experiencia
dos
sécu
los,
a
experiencia
de
cada
dia, assim
nas
maiores
como nas
mais
pequenas
cousas,
não
lem cessado
de demonstrar
a
exacli-
dão
do epifonema
proferido
ha
mil
e
oito
centos
anno»
pelos
divinos
lábios
da
Sciencia
Summa.
A
revolução
impia
e
anli-calholica
dos
nossos
dias teria
já
avassalado tudo, se
providencialmeme
se
lhe
nào
eslivesse
rea-
lisaodo
no
seio,
a
cada
passo, o
bem
co
nhecido
milho dos filhos
de Caleno.
Ar
mados
uns contra
os
eulros
por invejas
e
od:os
profundos,
os
revolucionários
leem-
se
gladiado
qtiaM
constaulemenle,
e
por
>uas próprias
mãos
teem
inflingido
uns
aos
outros
o
castigo,
que
t»dos
merecem
A
sua
obra
tenebrosa
teria
topelado
já
com
as
nuvens
se
lhe
não
obstára
a
confusão
e
desordem,
que
outr
’
ora
inuiilisou
a
ten
tativa
louca
dos fundadores
de
Babel.
Bemdita
seja
a
Providencia
divina,
que
assim
vela
pelos
destinos
da
humanidade,
fazendo
que
os
seus
inimigos
se
destruam
inutuamente
como
os animaes
ferozes
nas
hélvas
vugens
do
Novo-Mundo
!
Mas
não
queiramos
nós, os calholicos,
imitar
também
essas
dessidencias,
essa
çon-
fusão,
que
lavra
no
campo
dos
nossos
irn
placaveis
adversários.
Não
queiramos,
em
lucta
eslulla
e
criminosa
ue
irmãos,
estan
car as
forças,
de
que tanto
carecemos
pa
ra
debellar
os
inimigos.
Deixeinos-lbes a
elles
a
desunião,
que
é
a
caraclerislica
do
érro,
e
marchemos
unidos
ao
combale
sob
a
bandeira
da
Religião,
que
liga
os
espíritos,
e
da
verdade,
que «mfica
os
pensamentos.
Somos
poucos,
infelizmeole
poucos,
os
que
em
Portugal defen lemos
a
causa calho-
liça,
a
causa
do
verdadeiro
progresso
da
humanidade.
Poucos, siiu, e
nao
raras
ve
zes
tomados
de
desalento,
por
não vermos
sempiè
á
nossa
frenie
os
que
deviam
ca-
pilanear-nos u
’
estes
rudes
combales.
Che
gamos
a
ter
inveja
aos
nossos
iirnãos
de
além-mar! Lá
avultam
oa
primeira
linha
aquelles,
que
o
Espirito
Santu
fez Doutores
e
Mestres
do povo
fiel.
Aqui!.
.
Que
diremos
nós?...
O
governo
porluguez
calca
aos
pés
as
leis
da
Egreja,
persegue
atrozmenle
os
que
as
observam,
salta por
sobre
os
câ
nones
empunhando
uma
bandeira,
que
nem
mesmo
é
a da
lei
civil,
mas sim
a
da
mais
escandalosa
arbitrariedade.
E...
o
nos
so
episcopado
fica
impassível,
mudo;
e
uão
solta um brado
de
reprovação
;
e
não
la
vra
sequer -um
protesto
conto
os
actos
abusivos
de
um
ministro,
que
pretenle
imi
tar
em
Portugal
o
Nero
da
Allemanha;
embora
o
imite
como
o
sendeiro'
lazarento
arremeda
o
irote
do
corcel
soberbo,
islo
é,
escouceando.
Tudo
islo
é
desconsolador,
realmenle
desconsolador
!
Mas
peior
será.ainda
se
os
poucos,
mas
fortes
pi
la
lé
e
pela
união,
começarem
a
voltar
contra
si
proprios
as
armas,
e
a
quebrar
a
harmonia,
que
devê-
ra
sempre
reinar
entre
os
defensores
da
bua
causa,
sacrificando
o
seu
dever
a
ri
dículas suscetibilidades,
ou
a
mal
cabidos
caprichos.
em
estas
nossas
reflexões
a
proposilo
de uma
polemica,
que
surgiu
nas columúas
do
jornal—A
Palavra—entre dous
dos
seus
mais illuslres collaboradures ;
polemica
que
os
nossos
adversados
terão
acolhido
com
malign»
sorriso,
que alguns
—
mesmo no
arraial
caiholico—
poderão ter
visto
com
in
teresse,
mas
que nós
lamentamos
profun
damente,
porque
a
consideramos
inopor
tuna,
esteril
para
os
bons,
e
sobretudo
prejudicial
á
causa,
que
lodos
nos
empe
nhamos
em
sustentar.
Não
crimimmos
todavia
o
snr.
P.
Cruz,
com
cuja
doutrina
nos conformamos,
na
esse.ncia,
áeerca
do
liberalismo.
A’
parte
certos accessorios,
que
poderiam offerecer-
nos
motivo para
algum
reparo,
no
fundo
a
opinião do snr.
P. Cruz é
a
nossa
opi
nião.
Estranhamos
porém
que
quem por
dif-
ferentes vezes
tem
profligado na
imprensa
o
liberalismo
como
um
sistema
ímpio,
absurdo
e
reprovado
pela
Santa
Sé, venha
agora,
comradictar
o
snr.
P.
Cruz
por
que
aflirma,
que
se
não
pode ser
catholico
e liberal
ao
mesmo
tempo.
Aqui
houve
de certo, da
parte
de
um
dos contendores,
má
mielligencia
da
sen
tido
das
palavras
do
outro.
Explicado
po
rém
esse sentido,
Como
agora
o
está
fa
zendo
o
sir. P.
Cruz,
a
questão
deve ne
cessariamente
terminar
por um
acordo
so
bre
os
verdadeiros
p
incipios,
que
os
dous
illuslres
e>cnptores
abraçam
ambos,
e
por
mais
de
uma
vez
teem
sustentado
em
pu
blico.
Nenhum
catholico
du‘íla
hoje de que
existe
uma
politica
auti-christà,
com
seus
princípios
calculados
de
propo-ito
para
bos-
lilisar
a
Religião,
e
opprimir
a
Egreja,
es-
cravjsaudo-a
ao
Estado.
Palpam-se
ahi
na
Europa,
e
fóra
da
Europa, os
damnosos
efleitos
d
essa
politica
infernal,
procedida
do
protestantismo,
filha
do
íilosclismo ím
pio
do
século
18.°;
politica
de
que
se
inspiram,
lia
qua-i
um
século,
tudos
os
homens
d
Estado,
lodos
os
publicistas,
lo
dos
os
governos
disfarçada
oh
manifesta
mente
hostis
á
Religião Catholica.
Essa
politica
ejisie.
Não
é
um
fantas
ma
imaginado por
nós;
é
uma
realidade
mfelizmenie
comprovada
por
tantos
annos
de
guerra
crueL
traiçoeira
e
implacável
feita
a
todas
as
instituições
calholicas
eiu
nome
da
chamada
civilisação
moderna.
Es
sa
politica
é
o
liberalismo.
Eiii<e
este
e
o
Catholicismo
é
que
se
dá,
como
não
po
dia
deixar
de
dar-se,
o
mais
pronunciado anta
gonismo.
Mr.
-de
Segur,
o
snr. P.
C
uz,
o
snr.
conde
de
Samodãt-s
mesmo;
não
pen
am
de
certo
de
outro
modo.
Mas
o
liberalismo
nào
é,
na
accepção
commum
da
palavra,
uma
fórma
de
go
verno
lem-se introdusido
em
todas,
vi-
ciando-á
*
,
e
convertendo-as
em
meios
de
destruição
contra
a -Egreja;
descoilinam-
se
mesmo
os
seus
falsos
princípios
em
qua-
si
todas
as
constituições modernas. Toda
via
o
governo mouarchico
representativo,
o
absoluto,
o
aristocrático,
a
republica
não
são
o
liberalismo
;
e
não
ha
duvida
que
se
póde
ser
muito bom
catbciico, e
pre
ferir
qualquer
dWis
fôrmas
de
governo,
porque
ellas,
na
sua
essência,
nada
leem
que
repugne ao
Catholicismo.
Não
se
intromette
a
Egreja
em
nossas
questões
politica»
emquanto
não descobre
n
ellas
algum
pensamento,
algum
princi
pio
hostil á
Religião.
Que
o
fiel
seja
ab
solutista
ou constitucional,
monarquista
ou
republicano;
que
julgue
legitima
esta
ou
aquella
dinastia,
são
mudos
de
vêr
as
cou
sas,
que
a
Egreja não
tomará
jámais
co.-
mo
quebra
dos princípios
religiosos.
Mas
desde
que
ha
um
sistema
político,
que
se
alevanta
contra a
doutrina
catholica
;
desde
que
em
nome
dos
chamados
direi
tos
dos
povos se
desprezam
e
calcam aos
pés
os
direitos
da
Egreja
;
desde
que
nos
codigos
das
nações
se
introduzem princí
pios,
cuja
consequência
lógica
é
a
ornui-
potência
do
Estado, o coufficlo
perpetuo
entre os
dons
poderes
—
espiritual
e
tem
poral
—
e
o
predomínio
da
liberdade
do
mal sobre a
liberdade
do
bem,
como
se
está
observando
actoalmente
em
quasi
to
dos
os
paizes,
onde
impéra
o
liberalismo;
em
tal caso
já
a
Egreja
não
póde
perma
necer
indifferente
em
face de tal poiiláca.
Hade
combatel-a e
fulminal-a
;
e
ao
ver
dadeiro
catholico não
é
licito
abraçal-a
sem
comprometter
gravemrnle
a
sua
fé e
en
carregar
a sua
con-ciência
.
E^ta
é,
cremos
nós,
a
verdadeira
dou
trina;
e
temos
a
convicção
de
que
sobre
ella
estamos
todos
de
accôrdo,
os
que
so
mos
verdadeiramente
catholicos
Questionar
porém sobre
equívocos, so
bre
accessprios
sem
importância,
e por
méra «usceplibilidade
ou
capricho é
um
proced'«oeiHo
injustificável
e
prejudicialissi-
mo.
Deixemos
pois estas
questões
entre
irmãos
na
mesma
crença,
e
marchemos
todos
unidos
ao
combale
contra
o
inimigo
commum,
que nos
provoca,
e
que acolhe
com
um
riso
de
esperança
diabólica estas
nossas
mal pensadas
dessidéncias,
por
que
bem
sabe
por
expeiiencia
própria
que
a
desunião
é
a
morte.
D.
MIGUEL SOFTO-MAYOR.
Justiça
liberanga
ou a maçonaria
e
o rei
<la I
*
ruM«ia.
•
Era
ha quatro
annos.
Os
excrcilos
alle-
mães,
sob
o
commando
supremo
do
rei
da
Prussia, vencedores
desde
Weisseinburgo
até
Sedan,
apertavam
a
capital
de
França
n
’um circulo
de
ferro
e
fogo.
N
’
essa
occa-
sião
terrível, quando
a
nação
de
Luiz
XIV
linha
o
pescoço
quasi
esmagado
pela
bota
do
successor
de
Frederico
Guilherme, o
grande
eleitor,
um
periodico
francez
pu
blicou
o
seguinte
curiosissimo
documento,
que
foi
largamente reproduzido:
«Citação.
—
Em nome
da humanidade
ultrajada
:
em nome
da
liberdade
de
cons
ciência
violada
: em nome
do
direito
e
da
justiça
desconhecidos
:
«Os
II.
•.
Guilherme,
rei da Prussia,
c
Frederico
Guilherme
Nicolau
Carlos,da Prus
sia,
príncipe real
herdeiro.
«São
citados
para
cpmparecer
em
pes
soa,
ou
por
meio
d
’outro
que
seja
maçou,
sabbado
29
de
outubro
de
1870,
no
lo
cal
maçonico
da
rua
de
Jean
Jacques
Rous-
seau, n.
35,
ás
7
horas
da
noite,
para
responderem
á
accusação
de
perjúrio
que
existe
contra
elles pela
franc-maçonaria
parisiense.
«Se
não
acudirem
á
dita
citação,
nem
se
fizerem
representar
por
outra
pessoa,
se
lhes
nomeará
um defensor
de
oflicio,
e
se
procederá
em
conformidade
com
o
que
mandam
as leis maçónicas.
«0.'.
de Paris,
2Í
de
outubro
de
1870.»
(Segueth-se
as
assignaturas
dos
venerá
veis
e
delegados
das
lojas.)
A
gente do
compasso
e
do
esquado
to
mou
a
cousa
a
serio,
e
assim
é
que
o
fíappel,
diário
de
Victor
Hugo e
orgão
de
Luiz Blanc, disse
faltando da
sentença
fulminada contra
o
rei da
Prussia:
«0
irmão
Guilherme está
fóra
da lei.
Os
franc-maçons
estão
lodos
auctorisados
a
cahir sobre elle,
e
a
casligal-o
com
o
ultimo
supplicio.»
E
a
Cot
respondance de
Tours,
fallando
d
’estc curioso assumpto,
contou
que
um
membro
da
irmandade dissera
:
«A
sentença
do
tribunal
maçonico
é
tão
horrível,
que Bonaparle emprehendeu
a
guerra
d’
italia
unicamente
para
ser
ab
solvido
da
excommunhão fulminada
con
tra
elle
pelas
lojas
de Nápoles e Milão.
Pianori
e
Orsini
eram
maçons!»
Nole-se
que
em
1870
ainda
o
rei
da
Prussia
não se
havia manifestado
tenaz
perseguidor
da
Egreja
catholica;
e
que
combalia
n
’
aquella
época,
primeiro
con
tra
Luiz
Napoleão
que
legabsára
a
franc-
maçonaria,
ao
mesmo
tempo
que dissolvia
as
conferencias
de
S.
Vicente
de Paulo,
e
depois
contra
o
governo
da
defesa
nacio
nal
sabido
no
todo,
ou
na
maior
parte,
das
lojas maçónicas.
Algum
tempo depois
as
cousas muda
ram.
Guilherme
concedera
á
França
ago-
nisanle
uma
paz
caríssima
e
ominosa.
A
confederação
germanica,
para
galardoar-
lhe
as
pasmosas
victorias
que
alcançara,
nomeara-o
imperador da
Allemanha.
A
es-
li
ella da casa
de
Brandeburgo
subira
ao
seu
apogeu.
Então
o
piedoso
Guilherme
lembrou-se
das
tradições
protestantes
da
Prussia,
e
começou
a perseguir
cruel
mente
a
Egreja
catholica,
fazendo
leis
in
justas,
expulsando
corporações
religiosas,
multando
e
encarcerando
Prelados,
pren
dendo
e
desterrando
sacerdotes,
e
n
’
uma
palavra
fazendo reviver
os
odiosos tem
pos da Reforma.
E
a
franc-maçonaria, longe
de erguer
a
voz
em
nome
da
humanidade ultrajada,
DO
DIREITO E DA JUSTIÇA
DESCONHECIDOS,
DA
LIBERDADE
DE
CONSCIÊNCIA
VIO
LADA, applaude
estrepitosamente
cada
aclo
de
hostilidade
do
governo
prussiano
para
com
o
calholicismo,
e
eleva
ás
nu
vens
o
grã-chanceller
Bismark,
não
só
bra
ço direito, senão
lambejn
cabeça do impe
rador
Guilherme.
E
não
quer
a
franc-ma
çonaria qúé
a
consideremos
essencialmen
te
anti-catholica
? !...
Mas
occorre
uma
pergunta
:
seria
em
consequência
d’
aquella
sentença
da
franc-
.maçonaria
franceza,
que
o
rei
Guilherme
se
fez
perseguidor da
Egreja
de
Roma;
como
foi
em
consequência da
excommu-
nhão
das
lojas
napolitanas
e
milanezas
que
Napoleão III
fez
a
guerra
de
Ilalia,
que
deu em
resultado
o
despojo
e
encarcera-
ção
do
Papa
?
Como
quer
que
seja,
fica
sempre
bem
evidente
este
facto :
que
a
maçonaria,
que
invoca
quando
lhe cenvém a humanidade,
o
direito,
a justiça ea
liberdade de
cons
ciência,
tudo
isso
esquece
quando
a
vic-
tima..
da
violência,
da
iniquidade,
da
injus
tiça e da
oppressão
é
a
Egreja catholica.
Se
qualquer
governo
catholico
fizesse
a
súbditos
seus
de
outro
culto
a
centesima
parte do
que
tem
feito e está fazendo aos
seus
súbditos
catholicos o
governo
protes
tante
da Prussia,
a
imprensa
mais ou
me
nos
maçónica
de
lodo
o
mundo
nos
atroa
ria
os
ouvidos
com
âs
palavras
—
intole
rância,
despotismo,
tirannia,
reacção,
obs
curantismo,
e
outros
mil
que
lhe servem
de
armas
para
ferir
os
seus adversários.
Trata-se,
porém,de
vexar
e
oprimir a
Egreja
verdadeira
?
Essa
imprensa
julga
poucos
todos
os elogios
para o
governo oppres-
sor,
seja
o
da
Prussia
ou
o da
Súissa,
o
da
Ilalia
ou o
da Hispanha,
o
do
Brasil,
ou
o
do
México.
.
E
’
isto
o
que
se
vê
;
não
sonhamos
nem
inventamos.
Mas
é
isto
justo,
é isto
digno,
é
isto rasoavel?
Pelo
menos
não
abusem
tanto
das
palavras
os
inimigos
do
calholicismo
:
não
digam
que
são amantes
da
liberdade,
quando
a
arrebatam
á
Egre
ja de
Jesus Christo.
Um
Catholico
Brasileiro.
&isboa
97 de jnsaeiro
►
/
Correspondência
particular)
-
A
falta
de
saude
fez
com
que
não
podesse
escrever,
nem
sabbado
nem
se
gunda
feira
;
com
isto
nada
perderam os
leitojes
do
<
Commercio
do
Minho,»
por
que
os
assumptos
políticos
escasseiam
de
tal
modo, que
a
própria
camara
dos
de-
)«lados
fecha
a
ses-ão
ás
3
e
meia
ho
ra
*
da
tarde.
H«ntem
votou
ella
o
proje-
cto
da
contribuição
predial
e
regeitou a
urgência
do
projecto que
elimine
as
de
duções
dos
ordenados
dos
empregados
pú
blicos
: assim
ainda
no
mez
de
janeiro
terão
deduções,
e
os
estabelecimentos pios
continuarão
a lel-as, e
maiores,
porque
sào
taxados
pela
contribuição
industrial.
Todo
coherencias
d
’
esla
igualdade
tão
preclamada.
0
ministro
do
reino
apresentou
no
sabbado
o
projecto da
reforma
da
instru-
cção
primaria.
Dá
aos
professores de l.°
grau
80$000
reis
annuaes,
aos
das
fre
guesias
ruraes
120^000
reis,
aos
urbanos
la0$00'3
reis
aos
de
Lisboa
e
Porto,
e
mais
50
reis
por
cada alumno:
cria
duas
escolas
normaes
de I
a
classe,
uma
no
Porto
e outra em
Lisboa, com 4
profes
sores
a
400-5000 reis,
e concede
que
as
juntas
geraes
criem
escolas
normaes
nos
seus di-lriclos
com
2
professores e
I
aju
dante.
Nas
de
l.
a
clas
*
e
poderá
haver
40
alutnnos
com
o
subsidio
de
7$000
reis
mensaes,
sendo as
cotas dos
alumnos
pa
gas
pelas
juntas
geraes.
Nas
de
2.
’
classe
os
professores
lerão
3OO$OO0
reis e
o
ajudante
240^000
reis,
e
as
do
sexo fe
minino
280$000
reis
para
as professoras,
e
as
ajudanlas
120$000
reis.
Devendo
ha
ver
20
pensionistas
a
6$000.
Os
alumnos
devem
exercer
o
magistério
6
annos
res
tituindo
as
pensões quando não
sigam
a
carreira.
A
cada
escola
normal
bavetá
an-
oexa
uma
escola
elementar
e complemen
tar
para
exercícios
dos
alumnos
meslres.
Além
das
escolas
de
l.°
grau
(elementar),
haverá
em cada
cabeça de
comarca
uma
e»cola
de
2.°
grau
[complementar).
Ha
inspeclores
districtaes
:
Lisboa
e
Porto'com
500$
iOO reis, e
nos
mais
districlos
400$
reis
com
2
o do
ordenado
quando
em
vi
sita.
Besidem nos
districlos
por
3
annos,
e
no fim
d
’elles
mudam.
Aqui
leem
os lopicos
príncipaes,
põem
a
maior parle
da
despesa
escolar a
cargo
dos
concelhos,
e
cria coinmissoes
locaes
para
dar
livros, prémios e
auxilios
aos
alumnos
pobres.
Fallou-se
homem
na
campanha
do
Sa-
bugal
e
Penamacor,
em
que
se
tornou
celebre
o
coronel
Salgado,
que
já
celebte
-e tornára
insubordinando
o corpo
em
Exlremoz.
O
snr.
V»z
Prelo nairou
os
factos, respondendo-lhe
o
snr.
ministro
da
guerra.
Também
Glloti
o
snr.
conde
de
Cavalleiros,
e
visconde
de
S
Jeronymo,
querendo este
ultimo
que
se inserissem
uns
períodos
de
resposta
contra
os
iberices,
socialistas
e
miguelistas.
Hoje
está
dado
para
a
ordem
do
dia
na
camara
dos depalados
a
conce
*
são
de
um
edifício
á
Ordem
Terceira
de
8
Fran
cisco
de
Guimarães;
o
que dá
hoje
mo
tivo
de troça
na «Demecracia», e no
pim
pão
do
«Diário Popular».
C
’
emos
qne
a
camara
terá
outros
assumptos
a
tratar;
mas
quando
fosse
só
esse
era
um
serviço
feit«
á
caridade,
visto
<iue
para taes
con
cessões
é
necessário
incommodar
a
camara.
Estabeleceu-se
um
novo
Banco
em
Lis
boa.
Tomou o
titulo
de Banco Commer-
cial.
O
fundo
é
de
4:000
centos,
e
a
sub-
cripção
nem
chegou
a
vir
á
praça,
foi
feita
entre
os
fundadores.
A
’
manhà
ha
uma
festa no
salãe
da
Trindade
em
favor
da
Sociedade
Protecto-
ra da
Infuncia
pobre.
Companhia edificadora,
acaba de
le
vantar
o
prédio
n?
3
na alameda
do
Lumiar.
E
’ elegante.
Chegaram
no
«Maria
Pia»
o
novo
ar
cebispo
de
Goa
que
se
foi
hospedar
no
Hotel
Central,
onde
uma commissão
de
índios
o
cumprimentou.
Aífiançam-me estarem
promptas as ba
se- da
concordata
com
a
Santa
Sé,
não
só
ácerca
da
reducção
das
dioceses,
como
sobre
a
exisiencia
dos
conventos.
Disern
que
permanecerá
um
de
cada
ordemem
ca
da
districlo
que
»e
concederá
licença pa
ra
profissões
ás
pessoas
n
’
ellas
recolhidas
que
tenham
31 annos.
e
que seja
neces
sário
para
prefaser
•
n.°
do
13
quando
de
pois
da
reunião
as freiras
profes^s
não
cheguei»
a
tal
n
que
os
votos
não
se
rão
perpétuos,
mas
por
um certo
período
de
annos
Veremos
o
que
ha.
O
jornal
religioso
que
aqui
se
publica
declarcu-se agora
liberal
catholico!
■
.
.............................................
.. ........
.. r
i
.
ww
yi
BEVISTA
ESTfiAlf&EiaA
Do
correspondente de
Madrid
para
a
«Palavra»
copiamos os
seguintes
paragra-
fos»
que
recotnmendamos
aos diaristas
de
lodos
os
matises
que
não
cessam
de
apre
goar
atoardas
ácerca
do
desalento e
dis
sensões
que
lavram
no
campo
carlista
:
«Não
se
deve dar credito
algum
aos
boatos
de
desantmação
e
dissidências
en
tre
os
defensores de
D.
Carlos.
Estes
eom-
prehendem
bem
que
«té para
transigir
lhes
convém
manifestar-se
unidos
e
muito
dispostos
<•
pelejar.
Onde
ha
verdadeiro
desgosto
é
n»
exer
cito,
que julgava
de boa
fé
que
a
pro
clamação
de D.
Affonso
era
o
termo
da
guerra
e
sabe
hoje
que
isto
não
succéde.
Duas
circulares
teve
que
expedir o
mi
nistro
respectivo
;
uma
contra
os
oíficiaes
que,
estando
em
campanha, pedem
para
sair
das
fileiras,
e
outra
contra
os sol
dados que’
se
julga
inulilisarão
as
suas
espingardas
no
momento
do
combale
para
não
se baterem, pois
se
tem advertido
que
é
excessivo
o
numero dos
que se
encontram
n
este
caso.
Acabo
de
saber
de
boa fonte
que
D.
Carlos
recebeu
ha
pouco
uma
somma
bas
tante
avultada
para sustentar
a
guerra,
enviada
pelas
juntas
que
existem na
Al-
leman
ha».
Du
nosso
presade
collega
do
«Correio
da
Tarde»:
De
Madrid
diz-nos um
amigo
que
quan
do
aqui
chegue
a
sua
carta
lerá
talvez
já
começado
a
gr-ande
acção.
«N
’
esla
acção,
continúa
ebe,
a
vanta
gem
está
do
lad»
dos carlislas, porque
se
a
perdem
concentram-se um
po«co,
con
tinuam
a
não
ser
donos
de
Pamplooa,
e
em
breves
dias
tornam
para
as
mesmas
posições,
onJe o
exercito
liberal
se
não
pó
ie
conservar;
ao
passo
que
se
este
per
de
a
acção, são incalculáveis
os
resulta
dos;
ha até
quem
aposte
que
n
’esse
caso
cl
nino
se
não
atreveria
a
voltar
a Ma
drid.
Esperemos.
«Quando
se espera
que
os
affonsistas,
depois
dos
desmentidos
que
leem
lido,
se
nao
atreveriam
mais
a
fallar
em
defecções
d»
campo
carlista,
não
leem
pejo
de
nos
vir
diser que
em
Bayonna
se
apresenta
ram
40
e
tantos
officiaes
!
E
’
provável
que
o
telegrafo
vos
tenha já
tran<millido
essa
noticia;
pois
podeis
affoutamenle ne-
gal-a
no
vosso
jornal.
«O
exercito
do centro
lorna
uma alti
tude brilhante,
e
Dorregaray,
que
é
in
questionavelmente um
grande
organisador
e
um
grande
disciplinador,
viu-se
obriga
do
a
faser
algumas
mudanças
no
pessoal
;
mas
logrou com
isso
dar
unidade
ás
difle-
renles
forças
carlislas
que
operavam
n
’
a-
quella zona,
forças
que
leem
aogmenlado
rnuite,
em
consequência
de terem
vindo
com
aquelle
general
alguns
oíficiaes muito
simpathicos
ao paiz.
<Aereditae-me, ao
exercito
do centro
está
reservado
um grande papel,
e
os
realistas,
quando
escrevererh a
historia
da
ullima
guerra,
não
poderão
negar
um
dos
primeiros
logares
a
Derrogaray.
•
Mas
não
se
póde
fallar dos
primeiros
generaes
da
presente
guerra,
sem occorrer
á
memória
o grande
vnlto
de
Savalls.
«Ha
poucos dias
obteve elle
uma
nova
victoria,
e
o
famoso
Esteban,
nm
dos
primeiros
cabecilhas
do
affonsismo
n
’aquel-
las provincias
recebeu
nma
lição
de
que
diíficilmcnte
se
poderá
esquecer.
«Eis
a
parle
fidedigna que
d’
aqnella
acção
podeis
transmittir
aos
vossos
leito
res
:
«No
dia
13
de
janeir®,
pouco depois
do
meio
dia,
Savalls
á
frente
de aíguns
dos seus
batalhões offereceu
batalha
a
Es-
teban.
que
lh
’a
não
p^ude
tecusar^
e
que
demais
devia contar
com
a
superioridade
de
suas
forças, pois eslava
á
frente
de
3:500
infantes,
120
cavallos
e
6
peças
de
artilheria.
«O
campo do combate
foram
as
imme-
diações
de
Santa
Coloma
de
Farnés.
«Por
cinco
horas
nos
disputaram
os
inimigos
a
gloria,
sendo
o
fngo
de
fu
zilaria
e
de
canhão
—
acompanhado
por
car-
gas
de
cavallaria
e
de
baioneta.
Mas
a
vi
ctoria
foi
nossa,
e
uma
ultima
carga
de
baioneta obrigou os affonsinos
a
fugirem
para dentro
da
povoação,
procurando
sal-
var-se ao
abrigo
de
seus
muros.
«Os
nossos
voluntários
batalharam
co
mo sempre, e ião aterrado
ficou
Esteban,
que temeu
ser
atacado dentro
da
povoação,
e
por
isso
aproveitando
a
noite
saiu
a
marchas
forçadas para Gerona
;
mas
não
o
poude
fazer
impunemenle.
porque
o
ge
neral,
prevendo
a
hipothese,
tinha
collo-
cado
forças
que
o
molestaram
em
todo o
caminho.
«No
cemitério
de
.Santa
Celoina
dei
xou
Esteban
enterrados
cincoenta
e
tan
tos
dos seus,
e
levou
comsigò
mais
de
qua
renta
carros
com
ferides.
Os
affonsistas
contam
entre
os
seus mortos
um
coronel
e
tres
chefes. Perderam
além
d’
isso al
gum
armamento
e
bastantes munições.
«As
nossas
perdas
também
não
foram
pequenas,
perto, de
200
voluntários
entre
mortos
e
feridos, contando-se
entre
os
pri
meiros
dois
capitães.
«Os
nossos
voluntários estão
animadís
simos,
e Perico
Esteban,
o
proclamador
de
D.
Affonso,
não
se animará
tão depressa
a
sahir da
forte
cidade de Gerona,
por
que
está
observado
de
perlo
pelus
nos
sos».
Eis
o
que
nos
diz
o
nosso
correspon
dente,
e
que
vemos confirmado
na
«Voix
de
la
Patrie»;
este
jornal
acrescenta
que
a
artilheria
de
Esteban
esteve
a.
perigo
de
cair
em
poder
dos
carlislas. E faz
grandes elogios
ao
valor
que
desenvolve
ram
n’esta
acção
o
brigadeiro
Augnet
e
os
coreneis
Aymamir
e
Vila e
o
chefe
de
estado
maior
o
snr.
Morera.
LITTEBATURA
stpri.in
Tu,
que
diademas a
frente
da meiga e
loura
creança,
que
és
o
fanal
da
bonança
'numa
procella
imminenle:
não
lhe
risques
não,
da
mente
essa
risonha
esperança,
que
ao
seu
espirito
lança
lauto
clarão
providente,
Já
que fatal
convivência
quer
roubar
ao
seu
carinho
a
maga
luz
dos
amores
protege-a,
doce Innocencia,
sè-lhe
guia
no
caminho,
que conduz
a
am
ceu
de
flores.
Braga-
—1875.
Martins
Tavares.
GAZETILHA
Associação eatholica.—
No
dia
2
do
proximo
fevereiro,
haverá
pa
casa
d«
Associação, pelas
6 horas da
larde,
con
ferencia
mensal
na
fôrma dos
Estatutos.
Será
conferente
o
«nr. dr.
Moreira
Gui
marães
secretario
da
Associação.
São
prevenidos
os
associados
e
snr.
*
’
associadas
para
comparecerem a este
acto.
Noticia importante.—
Consta
qoe
brevemenle
teremos
entre
nós
o
exc.'"
4
e
revd.
ia° snr.
arcebispo
coadjctor de
Braga
S.
exc."
revd
ma
fará
a
sua
aposentadoria
no seminário archidiocesano,
no
que mor-
tra a maior
prudência
e
tioo
governativo,
porque
assim
com
muita
mais
facilidade
se
tornará conhecedor
do
seu
clero,
isto
é,
d’aquelies
que
devem
ser
os
seu»
coopera-
doies
no
governo
<i
’nrxaa
das
mais
vastas
e
populosa
*
dioceses
do
mundo
c-tholico.
E
’
pois
digno
de todo
o
elogia
e
ao
me>
mo
terapo
esperançoso
o
primeiro p»s>o
que
s.
exc."
dá
no
principio
do
seu
governo.
Festividade. —
Festeja-se
no
dia
2
de
fevereiro
proximo, a Imagem de
Nossa Se
nhora
da
Luz,
que
se
venera
n»
capella
de
Nossa
Senhora
de
Gaadalupe,
com
missa
soleinne
de
manhã:
Assembleia frasiceza, —
A
«Frao-
ce»
refere
que
a
actual
assembleia,
eleita
em
8
de
fevereiro
de
1871,
completara
dentro
de
duas
^emanas,
o
seu
quarto
an
no
e
mostra
o
quadro
seguinte
de
todas
as
assembleias,
nomeadas
como
aquella,
cm
circurestancias
excépéiooâes.Primeira
cons
tituinte,
1
iie
maio
de
1789,
terminou em
21
d«
setembro
de
1791,
durando
dons
annos,
trcs
mezes
e
vinte
e
seis «lias.
—
Primeira
legislativa,
principiou no
1.°
de
outubro
de
1791
e
terminou
em
21
de
»e-
lembro
de
1792,
datando
onze
mezes
e
vinte
um
dias
—
Convenção:
principiou
em
21
de
setembro
de
1792 e
terminou
a
4
brumário
do anno
IV
^27
de
outubro
de
1795),
durante
trcs
annos,
um
mez
e
cin
co
dias
—
Segunda
constituinte
;
principiou
a
4
de
maio
de 1848
e terminou
a
28
de maio
de
1819,
durando
um
anno e
vin
te
quatro
dias.
—
Segunda
legislativa
prin
cipiou
a
28
de
maio
de
1849
e
terminou
a
2
de
dezembro
de 1851,
durando
dous
annos.
seis
mezes
e
cinco dias.
^ortuguezes
fullecidos.—
Fallece-
ram no
Rio
de
Janer^
desde
28
de de
zembro
do
anuo
lindo
até
1
do
corrente
mez
os
s-guintes
súbditos
portuguezs.s
João
da
Silva,
16
annos
;
Joaquim
José
Pereira,
45
a.,
casado;
José
Manoel
Fer
reira,
40
a.,
sohebo;
Julio
Cçsar
de
Sam
paio
38
a.,
s.;
João <ie
Azevedo, 35
a
,
c.;
Simplicio
Anluoio
Moura, 60 a., c.; Sera-
phim
Antonio ia
Cruz, 29 a.,
Maria Ro
sa
Ferreira,
28
a.,
c.;
José
Pereira,
41
a.,
s.;
Luiz
Gonçalves
Gorreia
da
Silva,
53
a.,
c.;
Manoel
da
Cosli Simões,
29
a., s.;
Francisco
de
Paula
Borges,
37 a., s.;
Ma
noel
Anlonio,
2ía.,
s.;
Mana
da
Conceição
47
a.,
s.;
Antonio
Martins,
26 a.,
s.;
Ma
noel
Fernandes
de
Carvalho
30
a.,
s.;
Ma
noel
Tavares,
21
a.,
c.;
Carlos
Pereira,. 40
a.,
s.;
Anlonio
da
Cosia
Amorim, 40
a.,
s.
<Collegio
dag missões.—
Sua
San
tidade
íuodou
com os
seus
proprios
re
cursos
um
novo
collegio
de
missões
na
Piazza Moslak,
em
frente ao
castello
de
Santo
Angelo,
que
se
denominará
-
Colle
gio
de
S-
Pedro
e S.
Paulo
para
as
mis
sões
estrangeiras,
e
offereceu-lhe
a
biblio
teca
do
iállecido
Cardeal
Barnabó,
que
comprára
dos
seus
herdeiros
O
estabele
cimento
com
doze discípulos, sob
a
direc
ção
do
abbrfde
Pennachi,
será
aberto bre
vemenle.—
k
D
o
«Apostolo,
do
Bio
de
Ja
neiro» )
Banco
Commercial »le
Guima
rães.
—
Os
subscriptores
de
Braga
que
fo
ram
á
casa
dos snrs.
Almeida
Óc Pereira,
reteíicaras
assignaluras
para
o
Banco
Com
mercial
de
Guimarães,
foram
cerca
de
mil,
e
1()0:000
as
acções
que
foram
ralefica-
das,
entregando
até á
tarde
do
dia 28,
250:000^100
rs.
n
Invenção
,util. —
Um
sabio
peruano.,
diz
o
«Monde»,
o
snr. C.
Wilson,
acaba
de inventar
um
aparelho,
por
meio
do
qual
se
exlrae
da
agua salgada
pela ac
ção
directa
do
sol
agua
potável
e
de
agra-
davel
gosto.
Este
apparelho
é
muito
sim
ples.
Compõe-se
de
uma
especie
de
tina
de
madeira
e
coberta
com
um
vidro.
A
tina
ou
caixa
tem o
comprimento
de
14
pés
pouco
mais
ou menos,
dous
de
largura,
e
seis
polegadas
de
altura.
As
pa
redes tem
uma
pollegada de
espessura.
A
parte
superior é
fechada
por
um
vidro
or
dinário
de
1
pollegada
de
inclinação.
A
’
beira
inferior
do
vidro
corre um cano
semi-circular,
para
receber a
agua
puta-
vel
que
se
condensar
na
superfície
interna
do
vidro.
Lança-se na
caixa
a
agua
salgada
até
á
altura
de
1
pollegada
pouco
mais
ou
menos e
expõe-se
ao
sol,
que
elevará
im-
mediatamente o
calor
de
67
a
70°.
Prin
cipia
logo
uma
evaporaçáo aclivíssima. Um
vidro
de
um
metro
quadrado
póde
forne
cer
diariamente
dous
galões
d’
agua
pura.
Este
invento
seria
muito
util para
tan
tos
logares,
onde falta a
agua potável
e
onde
os
raios
solares
tem
força
basiante
para
provocarem
uma abundante
evapora
ção.
(Idem).
Aos
nossos
amigos. —
Lè-se
no
«Direito»:
I'?
1
/.
Consta-nos
que
de
Lisboa,
partiram
ou
iam
purlir
para
as
províncias,
e
com
espe
cialidade
para
a
raia
de
Hispanha
e
para
esta
cidade
do
Porto,
mais
Barões dn
Patagonfn,
fingidos carlistas, e
qoe
são
verdadeiros
espiões
ao
serviço
aflonsino
e
protegidos
pelo
governo
regenerador,
para
fins
que
elles lá
sabem,
e
que
não
são
outros
senão
comprometter
e
roubar os
le-
gilimistas
Tenham
todos
cuidado,
pois
bem
alto
os
avisamos.
,
Os
verdadeiros
carlistas
diíTerençam-se
bem
dos
falsos
e
não
convivem
com
a
po
licia.
Noticias
«la índia.—
Muitas
povoa
ções
indígenas
estão
atlcrradas
por
causa
dos
roubos
praticados
pelos
salteadores,
vendo-se
os
povos
obiigados
a
armarem-
se
para
se
defenderem. Os
bandidos
leva
ram
presos
ullimamenle
17
indbiduos
de
Alson»,
Veim e
Concolm
e
só
lhes
deram
liberdade
depois
dc
os
maltratarem
e
re
ceberem
de
cada
um,de
resgate
375
ru
pias.
(Jornal
da
Noite).
Appele
:
j
earidade.—
Uma
família
dislincta
e
cotr
’
ora
rica
de
bens
de
fortu
na,
composta
de
cinco
pessoas
sendo
pae,
mãe
e
Ires
innocenles
creancias,
encon
tra-se
hoje
a
braços
com
a
mais completa
miséria.
A
favor
d
’
esta infeliz
familia,
tão
diiramenle
provada pela
Providencia,
vi
mos
hoje
implorar
a caridade
de
nossos
assignantes
e
leitores,
ficando
desde este
momento aberta
uma
subscripçào
n
’
esla
redacção
e
em
ca
*a
do
snr.
Manoel
José
Vieira
da
Bocha,
rua
de
Souto.
Dinheiro
reeebido
Transporte..........................................
244900
Em
casa
do
snr.
M.
José
Vieira
da
Bocha
:
Um
anoniino
J.
S.
C.............................. 200
»
»
..................................
14000
»
»
..................................
14000
274100
A’
caridade.—
Na
rua
do
('.barqueiro
n.°
12
existe,
em
grande
necessidade,
uma
snr.a
por
nome
D.
Atina
Augusta do
Sa
cramento,
viuva,
velha, doente e
alienada.
Pede-se
em
nome
da
caridade
ás
pessoas
bemfazejas
a
soccorram
•oca uma
esmola,
pelo
amor de
Deus.
SECÇÃO DE COMMUHICADOS
Na
noite de
19
do
corrente
janeiro,
deu-se
na
villa
dos
Arcos de Val-de-Vez,
um
Lcto
que
pedia
ter
consequências
fu
nestas.
Seriam
11
horas
da
noule,
segundo
nos
informam, estando
Joaquim
Manoel
da
Paz,
alfaiate,
cidadão
pacifico
e
dado
ao
trabalho,
em
um
botequim
da
villa
a
jogar
a
bisca
a
biscoutos
com
outros
artistas, viu-
se
de
súbito
agredido
por
Antonio
Martins,
pregoeiro
da
mesma
villa,
o
qual apagan
do
as
luzes
se
arremessou
sobre
o
infeliz
com
o
intuito
de
o
estrangular,
queren
do
,d
’
e«ta
íórma
trocar
o
seu
oíficio
de
pregoeiro
pelo
de cai
rasco.
Aos
gsitos
de
José Esleves,
moço
de
reconhecida
coragem,
acudiu
a
visiohan-
ça
ainda a
tempo de
poder
salvar
das gar
ras
do
abutre a
sua
victima,
que
ficou
com
os
sigoaes patenles das unhas
do
agressor
descnptas
na
garganta.
Tornaratn-se salientes
n
’este
conflicto
os
donos
do
botequim,
pela
parcialidade
que
mostraram
a
lavar
do
agressor,
cen
surando
os
visinhos
que
vieram
acudir.
E
’
de esperar
que
as
auctoridades
com-,
petentes,
punam
e«te
escandaloso
etlenla-
do
contra
a
vida
de
um
cidadão
pacifico,
e
applicando
a
devida justiça,
façam
re-
cahir
sobre
os culpados
o
rigor
da
lei.
«
* •
CDMnEKCIO
B
olsa
dk
B
raga
27
de
janeiro
de
iS75
FÍTeetuailo
Banco de
Villa
ReaJ
35^450.
Dito
dito
354500.
Banco
Commercial
de
Vianna
1294500
Banco Commercial
de
Braga
614300.
28
de
janeiro
de
1875
.
.
j
’
<•>■
#
t
FíTectuado
Banco
Commercral
de
Braga
614200.
Banco
de
Villa
Real 354500.
Companhia
Geral Bracarense
154000.
Obrigações
do
caminho
de
ferro
do
Minho
e
Douro
884')00.
O
direclor
Antonio
Teixeira
Barbosa.
li
1
1'1.
■M.S
B
LJLJ ...1U.
■
■
SAHDE
à TODOS
sem
medicina,
pur
gantes
nem
despezas
com
0
uso
da delicio
sa
farinha
de
saúde
,
HEVALESCIERE
DU
BARRY
de
Londres.
9
9 ann<»«
dPinvariavel euceesso
♦
1
Nenhuma enfermidade resiste á
de
liciosa [{evalescière
que
cura
ss
indiges
tões
(despepzias)
gastrica,
gastralgia,
fle,
g<na,
arrotos,
amargor
oa
bocca,
piluiías-
nauseas,
vomitos,
irritação
intestinal,
diar-
rbea,
dizemeria,
cólicas,
tosse,
athsma,
fal
ta de
respiração,
oppressão, congestões,
mal
aos
nervos,
diabethe,
debilidade,
todas
as
desordens
no
peito,
na garganta,
do
alito,
das
bronchiles,
da
bexiga,
do
liga
do,
dos
rins,
dos
intestinos,
da
mucosa
e
do
sangue.
Mr.
Livmgstone,
celebre
explorador
da
África
ceotrai,
no
seu
relalorio
que
fez
á
Sociedade
Real
Geográfica
de
Londres so
bre a
sua
viagem
diz
:
«Os
habitantes
da
província
d
’
Angola
«parecem gozar uma
grande
fellicidade, el-
«les
não
precisam
nem
médicos
nem
pur-
«ganles,
o
seu
principal alimento
sendo
a
«
Revalesciére
que
Du
Barry
trouxe em
«Europa,
veem-se
i
*
eutos
das
moléstias,
«e
a
tisica
pulmonar,
e^crophulas,
empin-
«gens,
câncer,
febres, difliculdade
de
eva-
'Cuar, diarrhea, etc.,
etc.,
são
moléstias
«complelamente
desconhecidas,
como
tam-
«bem
desconhecem
as
bexigas,
0
saram-
«po,
etc.»
Certificado
do
Dr.
Manuel
Saens
de
De-
jada,
doutor
da
faculdade
Medica
Cirúr
gica,
lente
da
Universidade
livre
-de
Cor-
dova, medico
em
proprio
e
do
caminho
de
ferro
de
Merida
a
Sevilhá,
etc.
Certifico:
Que
com
o
uso
da
Reva
lesciére,
obtive
na
minha
clinica
varias
cu
ras em
moléstias
gravíssimas
em
alguns
clientes
residentes
n
’
esta
cidade,
lembran
do-me 0
de
D. Filippe Zappina
emprega
do
publico,
hoje
administrador
da
alfan-
dega de Manila
nas ilhas
Filippinas,
a de
D.
Amélia
Gomes,
casada
com
um
chefe
do
exercito,
a qual
continua a
melhorar
cum 0
seu
uso;
de
D.
Ramon
Alonzo,
rapaz
de
viole
annos
que
soffria
havia
al
guns
mezes
de
uma
moléstia de
peito
de
muita
gravidade.
E
para
fazer
constar em
toda
a
parle, a
assigno
em Cordova em
13
de
outubro
de
1873.
Doutor
Manuel
Saens
de
Jejada.
Seis vezes
mais
nutritiva
do
que
a
car
ne sem
esquentar,
economisa
cincoenla
vezes
0
seu
preço
em
remedios.—
Preços
fixos
da
venda
por
miudo
em
toda
a
pe
nínsula
:
Em
caixas
de
folha
de
lata,
de
kilo,
500
;
de
1|<
l
kilo
800
rs
;
de
um
kilo,
14406
reis;
de
2
4
/
2
kilos,
34200
reis;
de
6
ki
los,
64IOO
reis,
e
de
12
kilos,
124000
reis.
Os
biscoitos
da
Revalesciére
que
se
po
dem
comer
a qualquer
hora,
vendem-se
em
caixas
a
800
e
14100
reis.
O
melhor chocolate
para
a
saúde
é
a
•
Hevalcsckère
ehocolatada |
ella
res-
tilue
0
appettite,
digestão,
somuo,
energia
as carnes
duras
ás
pessoas,
e
ás
creanças
e
mais
fracas,
e
sustenta
dez
vezes
mais
que a carne, e
que
0
chocolate
ordinário,
sem
esquentar.
Em
paus, ou
em
pó
em
caixas
de
folha
de
lata
de
10
chavenas,
500
reis;
de 24
chave
nas,
820
reis;
de 48
chavenas,
1410O
;
de
120
chavenas,
34200
reis,
ou
23,
reis
cada
chavena.
BAHRY
DU
BARRY
«fc
C."
~
Pia
-
ce
Vendòme,
26, Pariz;
77
Regenl-Slfeet
Londres
; Valverde,
1,
Madrid.
Os
pharmaceulicos,
drogiibias,
mer-
cieiros,
etc.,
das
províncias
devem
diri
gir
os
seus
pedidos
ao
deposito
Central
;
snr.
Serzedello &
C.
a
Largo
do
Corpo
Santo
16,
ILisboa,
(fior
grosso
e
miudo)
;
Carlos
Barreio,
rua
do
Loreto,
28;
Bar
rai
&
Irmãos,
rua
Aurea,
12.
1’
orto,
J.
de
Sousa
Ferreira
&
Irmão,
rua
da
Ba
nharia
77
; de
bequeira
;
J.
Pinto
;
Desí-
ré
Raliir;
Coimbra,
V.
Botelho
de
Vas-
concellos
;
Aveiro,
F.
E.
da
Luz e
Costa,
pharm.;
Barcelloa,
Ramos,
pharm.;
Braga,
Pharmacia
Maia,
rua
dos
Chãos,
Pipa
<fc
Irmão,
rua
do
Souto,
Domingos
J.
V. Machado,
praça
MunicipJ.
Figueira,
Anlonio
Vieira,
pharm.;
Guimarães,
A.
J.
Pereira
Martins,
pharm.
;
Pena-
fiel,
Miranda,
pharm?;
Ponte
«1®
Lima,
A.
J.
Rodrigues
Barbosa,
w
phaim. ;
Po
vo»
d»
Varzim,
P.
*
Machado
de
Oli-
veira/pharma.
;
Vianna
<lo>
Cantello,
Aflonso
e
Barros,
droguistas;
Villa
do
Conde,
A. L.
Maia
Torras
pharm.
ESPECTACULOS
TIJEATRÒ
DE
S. GERALDO
.
Domingo
3
1
de
Janeiro
e
Terça
feira
2
de Fevereiro
6RAXDE
BAILE Dl)
TIASI
ARAS
Principia
ás
8
horas
e
acaba
á
meia
noite.
agradecimentos
Henrique
Guilherme
Thnmaz
^Bianco,
summamenle
penhorado
para
com
todas
as
pessoas
que
de
qualquer
modo
ihe
dis
pensaram
honrosas
èisiíncções
e provas
de
consideração
e
estima,
por
occasião
da
perda
irreparável
de
sua
muito
presada
e
sempre
chorada mãe,
diligenciou
agrade
cer
pessoalmente
tão
drslinctos
obzeqoios,
mas
podendo
involuntariamente
ter
olvida
do
alguma
pessoa,
por
este rneío
pede
des
culpa e
tributa
os
seus
agradecimentos
a
quem
tenha
deixado de
o
fazer,
testemu
nhando
a
lodos
a
sua
perenne
gratidão.
Braga,
27 de
janeiro
de
1875.
(2271)
Francisco
Antenio
da
Rocha Couto, D.
Leopoldina
Aurelea Jacnme
da
Rocha
Pe
reira
de
Lago, D.
Carolina
Julia
da
Ro
cha
Jaceme Pereira de
L:ago,
D.
Candida
Carmelina
da
Rocha
Couto, Joaquim
da
Rocha
Cnuto
e
sua
mulher, em
extremo
penhorados
para
com
todas
as exc.
*
1” snr.”
e
snrs.
qne
se
dignarau»
cumpiim»
mal-os
por
occasião
do
fallecimenlo
de
seu
muito
presado
pae,
irmão,
e
cunhado,
o
snr.
An
tonio
da
Rocha
Couto
Ribeiro, aproveitam
este
roeio
para desde
já
lestimunhar
a
sua
gratidão
e
reconhecimento.
NOVIDADE
44, Rua do Souto, 44
Campos
&
Almeida,
acabam
de
rece
ber
grande
sortido de
chapéus
de feltro
e
seda,
«ultima
moda».
da
acreditada
fa
brica
dos
snrs.
Maia
e
Silva,
do
Porto,
que
vendem
pelos
preços
da
fabrica.
Também
se
fabricam
e
consertam
cha
péus
de
todas
as
qualidade
*
.
(2272)
METAES
VEL11US
Na
travessa
de
S.
João
n.°
5,
com-
pra-se
toda a
qualidade
de
metaes,
e
ferro
|
velho
até
mesmo
fundido.
(860)
BANCO
DE
GUIMARÃES
O dividendo
de 3^200
reis,
ou
4
p.
c.
por
acção,
relativo
ao
2.®
semestre de
1874,
será
pago
n
’
esle
Banco,
desde
o
dia
26
do corrente,
lodos
os
dias
não santificados,
desde
as
10
horas
da
rnanhã
até
ao
meio
dia,
e
no
Porto e
em
Braga
nas respecti-
vas
agencias.
Guimarães,
25
de
janeiro
de
1875.
*
Os
gtrentes,
Francisco
Ribeiro
Martins
da
Costa
(2269)
Francisco
José
da
Costa
Guimarães.
BRAGA.
ANTONIO
JOSE
’ PEREIRA
Agente
do
Banco
Commercial de
Vianna n’
eata cidade,
Annuncia
que por
ordern Ja
exc.
111
*
Direcção
do
mesmo
Banco,
principia
hoje
a
pagar
o
dividendo
de
suas
acções
a
ra
zão
de
6
p.
c.
ou
6^000
reis
por
acção,
correspondente
ao
segundo semestre
de
1874.
Braga,
27
de
janeiro
de
1875. (2270)
COROGRAFIA
PORTUGUEZA
’
♦ E
descripção
T
opográfica
Do
famoso
reino
de Portugal,
com
as noti
cias
das
fundações das
cidades,
villas
e
to
gares
que contem,
varões
illustres, Genea
logias das /amilias
nobres,
fundações \le
conventos,
cathalogos
dos
bispos,
antigui
dades.
maravilhas
da natureza,
edifícios,
e
outras
curiosas
observações'
Autor o IP.® Antonio Carvalho da
Costa
Nova
edição
copiada
fielmente
da
anti
ga,
mas
ampliada
com um
index
alfabético
de
todas
as
íregoezias
com
a
declaração dos
nomes
e
Oragos,
que
aclualmente
tem, nu
mero
de
fogos,
dioceses
e
concelhos
a
que
pertencem,
e
correios
respectivos,
o
que
a
torna
mais
preferível.
Vende-se
em
Braga,
na
rua
Nova
n.°
5,
em
casa
de
Manoel
Joaquim
de
Castro
Loureiro.
Preço
(Ires
volumes)
l$500
reis.
Para
os
snrs.
livreiros,
tem
abatimento.
■
■
(2263)
Pelo
juiso
de
direto
d
’
esta
cidade
de
Braga
e
cartorio
do
escrivão
Moita,
se
tem
d’
arrematar no
dia
31 do
corrente
mez,
pelas 10
da
manhã á
porta
do
Iri
liunal
judicial da mesma
cidade,
em
praça
voluntária
duas
propriedades
chamadas
tio
Privilegio,,
situadas na
freguezia
de
S.
Victor
da
mesma
cidade,
que
comprehen-
dem
um
praso
da
Real
Collegiada
de
N.
Senhora d
’
()liveira,
feito pelo revd.
0
cabi
do
da
cidade
Guimarães,
com
o
foro
de
560
rs.
em
dinheiro
e
2
gallinhas,
em
cuja praça
se
declararão
as
condições
com
que
tal
arrematação
das
ditas
proprieda
des
é
feita,
as
quaes
propriedades
são
per
tencentes
aos menores
filhos
que
íicaiam
dos exc.mos
João
Pereira
Coutinho
de
Vi-
Ihena
e
Menezes, e
sua esposa D. Maria
Joanua
de
Castro, da
casa
das
Brolhas,
da
cidade
de
Lamego.
(2238)
A
’ LOJA
C
«LHAPUZ
Armas
de
caça
vindas-direç-
tamente
da
Bélgica.
(2236)
ACUADO
Quem
perdesse
uma
quaptia
em
dinheiro, pagando
a
despe-
za
dos
aniiuncios;
se lhe
entre
gará na
rua
do
Souto
n/
16
(2266)
I
enda
de
ca>a
Vende-se
uma
na
rua dos
Pelames,
de
um
andar
n.
®
45,
próxima
á
capella
de
Santa
Ju>la.
Quem
a
peitender
falle
com Ignacia
Rosa,
murauora
na
mesma
rua
n.
°
55.
(2202)
M0TO2S
A TOOB
CA WlU O
C E V &
.
A &
Paquetes
a
NÈVA
.
.
13
de
Fevereiro
MINHO
.
.
29
de
>
BOYNE
.
.
13
de
Março
sair
de
Lisboa
:
|
TIBER.
.
.
29 de
Março
|
DOURO
.
.
13
de Abril
| MONDEGO
.
29
de
»
Recibos
das
inscripções
O
paquete
de
13
toca
em
S.
Vicente,
Pernambuco,
Bahia,
Rio
de
Janeiro,
Montevideu
e
Buenos-Ayres.
O
paquete
de
29
toca
em
S.
Vicente,
Rio
de
Janeiro, Montevideu
e
Bne-
nos-Ayrcs.
O«
preços
sfto
muito rasoavei
*
Esta
companhia
para maior
vantagem, resolveu
ter a
bordo
de
todos
os seus
vapores,
criados
e
cosinheiros
’
portuguezes
para
servirem os
passageiros
de
todas as
classes,
cujo
tratamento se
torna
hoje o
melhor
possível.
Cada
passageiro
de 3.a
classe
tem
grátis,
belixe com
colchão
e
roupa
de
cama,
vinho
e
comida
á
portu-
gueza, tudo
em
abundancia.
O
transporte
do
caminho
de
t
ferro
até
Lisboa
é
por
conta
da companhia
bem
como
outras
despezas.
Para
mais
esclarecimentos
prestam-se
em
casa
do
agente n’esta
cidade,
rua
do
Souto
n.®
43.
—
Em
Braga.
João
Manoel
da
Silva
Guimarães.
Carreira
semanal
A’s
quartas
feiras
COMPANHIA
DE
NOVBfiACÃOA VAPOR
DO
PACIFICO
Rio
de
Janeiro,
Montevideu,
Buenos-Ayres,
Valparaiso,
A
rica,
Islay
e
Callao
CARREIRA
QVIVZEXAE
PARA PERA AMBIIO E BAHIA
A Companhia
reduziu
os
preços,
conservando
as
mesmas
vantagem
*
como
até
aqui
tem
offerecido
aos
snrs.
passageiros
:
excellentes
eommod«»M, bom tra
tamento,'bastante espaço para bagagens e viagens rapidas,
pois
que
OS Paquetes
do Pacifico
tem
gasto sómente
13
dias
de Ijisboa
ao Hio de
Janeiro,
Preços
das
passagens
incluindo
0
caminho
de
ferro
do Porto
para
Lisboa
Crianças
dos
passageiros
Até
aos
12
annos
meia
passagem.
A'é
aos
8
annos
a
quarta parte.
Até
aos
3
annos
grátis,
uma
só
de
cada
familia.
3.
*
CLASSE
2.’
CAMARA
1.
*
CAMARA
Pernambuco
...................................................
40&000
81&000
108Õ000
Bahia
.............................................................
40&000
90&000
117S000
Bio
de
Janeiro..............................................
45&000
90&000
121&S00
Montevideo e
Buénos-Avres
.........................
54-S000
90^000
137&500
Valparaiso,
Arica,
Islay
e
Callao
....
126&000
189P00
308^500
Todas
as
terças
feiras
sahirá
de
Lisboa
um
paquete,
os
passageiros
de
3.
*
classe
teem
beliche
com
colchão e
roupa,
comida
a
portugueza
em
abundancia
e
vinho
duas
vezes
por
dia
AGENTES EM
BRAGA—
&
Pererií.
Trata
a
passagem
a
pagará vista,
e
a
prazo
oom
fiança.
Conlinúa
aberta a
subscrip-
ção
por mais
alguns
dias,
em
casa
do
visconde
de
S.
Lazaro,
para
a Companhia
de
Reboques
e
Transportes
Fkiviaes
no
Rio
Amazonas.
Quem
quizer
tomar
acções
póde
fazei-o
das
9
horas
oa
manhã
ás õ
da tarde.
Braga
29
de
Janeiro de
1875.
(2273)
ATHNUO
José
Cardoso
de
Carvalho,
vende
ou ri
me
iodos
os
foros,
sensos,
e
pensões
que
recebe
nas
comarcas
de
Villa
Verde,
Bar-
cellos, e
Braga.
Tiata-se
em
Ponte do
Lima
com
o
snr.
Manoel
Gomes
Cardoso e
em
Braga
com o
snr.
Antonio
José
Gonçalves
Nogueira,
rua
do Souto.
(2226)
A
ttfxc
•
A
Nova
Empreza
de
Trens,
annuncia
ao
publico que
desde
o
dia 30
de
No
vembro
proximo passado,
o
snr.
Manoel
José
Ribeiro
Braga,
do
largo
do
Barão
de S.
Márlinhõ,
deixou
de
ser agente
das
suas
carreiras
do
Porto,
Arcos,
Monsão
e
Egreja
Nova,
sahindo
todas
da
sua
casa no
largo
de
S.
Francisco
n."
2,
jun-
clo
aos
Terceiros.
Braga
1
de
Dezembro
de
1874.
O
gerente,
(2174)
Eduardo
Pacheco.
ALMEIDA
&
PEREIRA
Largo
do
Barão
de
S.
Martinho n.°
i8
Compram e
vendem
acções
de
lodos
os
bancos
e
companhias,
e tnscripções
d
’
assentamento
e
coupons.
(I)
Acham-se
á
venda
na
typograíia
Lusi
tana,
rua
Nova
n.®
3,
os
novos recibos
alterados,
e
conforme
os annuncios do
snr.
Delegado do
Thesouro.
NOVA
FUNDIÇÃO
DE
FERRO
DE
Asatonio
Germano FerreirãBiha
NA
Travessa
de
S.
João
Aonde
faz
toda
a
obra,
assim
como
bombas,
conçollas,
colutnnas
para
gaz,
pe-
zos
novos,
panellas á
ingleza
de
todos
os
tamanhos,
canos
para
agoas
e
gaz,
e
toda
a
obra
de
fundição,
como grades
para
sacadas,
obra
de
metal,
sinos
e
outros
ob-
jectos
de
igual
teor etc.,
pelos
preços
do
Porto.
Folhinha
de
resa
Bracarense
Para 1
*
1»
Acham-se
á
venda nas
livrarias do
cos
tume.
Preço
com
a
resa
de
S.
Bonifácio,
220
rs.
EGGLESIASTICO
E
CIVIL
PARA
DO
Arcebispado
de
Braga
Publicou-se
este
almanak o
unico
au-
clorisado
por
S.
Ex.
a
Rev.
ma
e
que
se
pode
seguir
com segurança
n
’
este
arce
bispado emquanto
a
jejuus
e
dias
Santos
etc.,
etc.
Acha-se
á
venda
em
Braga,
rua
do
Souto
casa dos
snrs.
Rocha e
Germano,
rua
Nova
casa
do
snr.
Bernardino
José
da
Cruz defronte
da
Mizericordia
;
cm
Gui
marães,
Vianna,
Villa do
Conde,
Arcos
de
Val-de-Vez,
etc.
Preço
.... 40
réis.
'Paramentos
para
egreja
Acham se
para vender na
rua
do
Sou
to,
d
’
esla
cidade,
casa
n.°
41
de
Manoel
José
Vieira
da
Rocha,
os paramentos se
guimos
:
Paramento
quasi
novo, de
seda
de
ma
tizes de
ouro,
com
galões
e
franjas
do
mesmo constando
de
casula
doas
dalma-
ticas. com
suas estolas
e manipulos,
véo
de
hombio,
bolsa
dos
corporaes,
véo
de
calix
e
dons
panos
d'estante,
louvados em
130^000 reis.
E
ARUAZEM
DE
E*IAN«S
Casa
de
confiança
—
Filial
de
Joseph,
Delereu
93,
Bua de Santo André,
93
BRAGA.
N
’
esta
casa
se
vendem
musicas,
melho-
dos,
etc.
tanto
nacionaes
como estrangei
ros,
e pianos
dos
melhores
fabricantes,
ofierecendo
mais
vantagens
que
em
outro
qualquer
estabelecimento
n
’
este
genero.
Afiança-se
toJa e
qualquer
compra.
O agente,
(2225)
M.
A.
8.
Ramos.
BRAGÀ
: TYPOGRAPHIA LUSITANA —
1875. - É o formato de
-
comerciominho_30011875_303.pdf
Parte de Comércio do Minho (O)