comerciominho_26011875_301.xml
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3.
” ANNO 1875
FOLHA
COMMERCIAL RELIGIOSA E NOTICIOSA
NUMERO 301
■KiaiiiiaaqyuaMMM»»»
—tQMa
—
Assigna-see
vende-se
no
escrip.orio
do
ebitor
e
proprietário
José
Maria
Dias
da
Costa,
rua
Nova
n.°
3
E,
para
onde
deve
ser
dirigida
toda
a
correspondência
franca
d«
porte.
==
As
asei
*
gnaturas
são
pagas
adiantadas
;
assina
corno
as
correspondên
cias
de
Interesse
particular.
Folha
avulso 10
rs.
H9EBHBS8I
FUBUCA-aNS
ÁS TERÇAS,
QUINTAS
E SABBADOS.
P
reços
:
Braga,
annol^íSO
rs.=Semestre
850
rs.=Provín
cias, anno
2&400
rs e
sendo
duas 4&000 rs.=Semestre
1&250
rs.=>Brazil,
anno
4^400
rs.=Sewestre
2&300
rs.
moeda
forte,
ou 10&860
reis e
5S500
reis
moeda
fraca.=Annuncios
por
linha
20
rs.,
repetição
10 rs.
Para
os
assignantes
!0
°/
0
d
’abatimento.
BKWA-TERÇA-FEIRA
DK
JANEIRO
Eneyeliea
do V
ohso
SantisHiano
F
*
dre
O
PAPA
PIO
IX.
A
todos
os
Palriarchas,
Primazes, Ar
cebispos,
Bispos
e
outros
Oídinarios,
em
graça e
communhão
com
a
Sé
Apostólica
e
a
todos
os fieis
do
mundo.
PIO
IX PAPA
Veneráveis
Irmãos
e
caros
filhos,
sande
e
bênção
aposlolica.
Commovidos
pelas
graves
calamidades
da
Egreja d’
este
século e pela
necessidade
de
implorar
o
soccorro
divino,
não
lemos
nunca
deixado,
durante
o
nosso
Pontifica
do,
de
excitar
•
povo
chrislão
a
pacificai
a
Magestade
de
Deus
e
a
empenhar-se
em
meiecer
a
celeste
clemencia
com
os
cos
tumes
santos,
com
as
obras
de
peniten
cia e
com
os
piedosos
exercícios
da ora
ção N’
esle
proposilo
muitas
vezes
temos
aberto
aos
fieis de
Jesus
Chrislo,
com
aposlolica
liberdade,
os
thesouros
espiri-
tuaes
das
indulgências,
para
que depois
de
inflammados
de
um
verdadeiro
espirito
de peoiteocia
e
purificados
das
manchas
do
peccado,
pelo
sacramento
da
reconcilia
ção,
se
approximassem
com
mais
confian
ça
do tbrono
de
graça
e se lorgassem
di
gnos
de
ser
bem
acceites
de Deus
as suas
preces
Assim
lemos
entendido praticar,
entre
outras
circumslancias,
especialmente
p*
r
occasião
do
SS.
Ino
Concilio
Ecuménico
do
Vaticano
afim
de
que
esta
importantíssima
obra,
emprehendida
por
bem
da
Egreja
Universal,
fosse,
junta
de
Deus, lambem
ajudada
pelas
orações
de
toda
a
Egreja :
e,
bem
que
a
celebração
d
’
este
C»ncilio
fosse suspendida
em
razão
das
calamida
des
do
tempo, decretamos e
declaramos
comtuJo,
por
bem
do
povo
fiel,
perniane-
ce?se
em
toda
sua força,
firmeza e
vigor,
como
de
lado
permanece
ainda
em fôrma
de
jubileu
a
indulgência,
que
por
essa
oc
casião
deveria
ganlur-so.
Mas
coutinuando
sempre
os
mesmos
desgraçados
tempes,
eis-nos
chegados
ao
anuo
de
1875,
ao
an-
no
portanto
que
marca
o
sagrado
espaço
de
tempo,
que
os
►antos
costumes
dos
maiores
e
as
regras
dos Nossos
predeces-
soies,
os Romanos
Pontífices,
consagraram
á
celebração
da
solemnidade do Jubileu
Uni
versal.
Os
antigos
e
recentes
monumentos
da
historia
altestam
,
com
qual
veneração
e
religião
era
celebrado
o
anno
do
Jubileu,
sempre
que
a
tranquillidade
dos
tempos
permiltia
a
sua celebração,
segundo
os
ritos.
Esse
anuo
foi
sempre
com
eífeito
olhado,
como
um
anno
de
salutar expia
ção
por
todo
o
povo
fiel;
como
um
anno
de
redempção
e
de
gloria,
de
remissão
e
de
indulgência,
durante
o
qual
corriam
de
todas
as
partes
do
mondo
a
esta
cidade
santa,-
a
esta Cadeira
de
Pedro
e
abun
dantíssimos
foccorros
de
reconciliação
e
de
graça
pela
salvação
das
almas
eram
ofle-
recidos
aos
fieis
de
todo
o
mundo
excita
dos
aos
deveres
de
piedade.
Este mesmo
século
viu
essa
piedosa
e
santa
solemnida
de,
quando
Leão
XII,
Nosso
predecessor
de
feliz
memória,
ordenando
o
Jubileu
do
anno
de
1823,
viu
acolhido
esse
beneficio
com tanto
fervor
pelo povo
cbistão,
que
póde
alegrar-<e,
á
vista
do
concurso con
tinuo
de
peregrinos,
vindos
a
esta
cidade
durante
o
anno
inteiro,
e
do
esplendor
de
religião,
de
piedade,
de
fé,
de
caridade,
e
de
lod.is
as
vinudes ahi
bfilhantemente
desenvolvido.
Prouvera
ao
ceo,
que
as
nossas
circums-
tancias
e
as
das
coisas
temporaes
e
sagra
das
fossem
taes,
que
a
solemnidade do
waximo
Jubileu, cabido
no
anno
de
1850.
e
que
houvemos
de
•mmittir
pela
deplo
rável
condição
dos
tempos
podesse
ser
fe
lizmente
celebrado
agora,
segnnd»
o
anti
go
riio
e
os
costumes
que
Nossos
maio
res usaram conservar !
Mas.
por
permis
são de
Deus,
as
grandes
ditficuldades,
que
eutão
Nos
impediram
a ordenação
do
Ju
bileu,
não
sómente
não
diminuitam,
senão
que até
se
hão augmentado
tod»s
os
dias.
No
entretanto,
pesando em
nosso
espirito
tantos
males
que
afibgem
a
Egreja,
tantos
esforços
da
parte
de
seus
inimigos,
em
penhados
em
arrancar
dos
corações
a
fé
de
Jesus
Christo,
em
corromper
a
sã
dou
trina
e
em
propagar
o
virus
da
impieda
de,
tantos
escândalos
por
toda
pane
offe-
recidos
aos
crentes
em
Jesus
Chrislo,
a
corrupção
dos
costumes
que
se estende
a«
longe,
a vergonhosa
ruina
dos
direitos
divinos
e
humanos,
tão largamente
estea-
dida,
tão
fecunda
em
destruições, e
que
tem por
fim
riscar
do
espirito
dos homens
o
mesmo
seiilimenl»
da
certeza;
conside
rando
lambem
que,
no
meio
de
tal
acer
vo
de
males.
Nós
devemos
ter
muito maior
cuidado,
por
motivo
de
nosso
cargo
apos-
lolico,
em
proceder
de
modo,
que
a
Fé,
a
Beligião,
a
piedade
sejam
sustentadas
e
vivificadas;
que
o
espirito
de
oração
seja
por
toda
parle
inflammado e
augmentado;
que
os peccadores
sejam
excitados
á
pe
nitencia
do
coração e
á emenda
dos
cos
tumes;
que
os
peccad»s
iocitadores
da
có
lera
de
Deus
sejam
remidos
com
boas
obras,
tudo
fructos
a
cuja
obtenção
é di
rigida
a
celebração
do
grande
Jubileu.
Nós
pensamos
não
dever
permittir,
que
o
povo
chrislão
fosse. n’
estas
circumstan-
cias.
privado de tão
saudavel
beneficio,
conservando
fôrma,
que
comporta
a
coadi-
ção
dos
tempos,
afim
de
que
esse
povo,
lortiíicando-se
depois
em
seu
espirito,
avan
ce
todos
os
dias
com
mais
rapidez
nas
vias
da
justiça
e
havendo
expiado
suas
faltas
adquira
com
a maior
facilidade
e
abondancia a propiciação e
perdão divinos.
Acolha
pois toda
a
Egreja
militante
de
Jesus
Chri-lo
as
palavras,
com
que
orde
namos,
annunciarnos e
promulgamos,
para
santificação
do
povo
chrislão
e
gloria
de
Deus
o
máximo
e
universal
jubileu,
que
deverá
durar
durante
todo
o
proximo
an
uo
de
1875.
Por
cansa
e
em
vista
d’es-
te
jubileu, suspendendo
e
declarando
sus
pendermos,
segundo
Nos
apraz e a esta
Sé
aposlolica,
a
indulgência, que
acima
alludi-
mos,
concedida em
fôrma
de
Jubileu
por
occasião
do
Gooeilie-ecumenico
do
Vatica
no,
ahrimos
o
mais
largamente possivel
este
theíouro celeste,
que,
formado
da
reunião
dos
méritos,
dos
soffrimenlos,
das
virtudes
de
N.
S.
Jesus
Christo,
de
Soa
Mãe
Santíssima
Virgem
Maria,
e
dos
San
tos, foi
á
nossa
administração
confiado
pe
la
auctor
da
saHação do homem.
Assim
pois,
apoiados
na
misericórdia
de
Deus
e
na
auctoridade dos
bemaventu-
dos
Apostuhs
Pedro
e
Paulo,
em
virtude
do
Nosso
poder
supremo
de
ligar
e
des
ligar,
que
o
Senhor
nos
concedera,
bem
que
in
lignos d
’
isso,
concedemos
e
faculta
mos
misericordiqsamente no
Senhor
o
po
der
de
ganhar
uma
vez,
durante o
espaço
de tempo acima
iudidado,
a
pleníssima
indulgência
do
anno do jubileu,
a
remis
são
e
o
perdão de
seus peccados,
conce
dendo
mais
que
esta
indulgência possa ser
applicada,
por
modo
de
soflragio,
ás
almas
sahidas
ifesie
mundo
a
unir-se
com
Deus
pela
caridade:
e
esta
concessão
é
feita mi-
sericordiosamenle no
Senhor
a
todos e
a
cada
um
dos
fieis, tanto
habitantes
d
’
esta
Santa
Cidade
ou a
ella
vindos,
como
aos
de
fóra, de qualquer
pane
do
mundo,
vi
ventes na
^raça
e
obediência
da
Sé
Apos
tólica,
os
quaes
todos,
verdadeiramente
ar
rependidos
e
havendo
recebido
a
Santa
Commtinbão,
visitarem
devolamente,
os
pri
meiros
as
basílicas
de
S.
Pedro
de
S. Pau
lo,
de
Su
João
de
Latrão
e
de
Santa
Ma
ria
Maior,
successiva
ou
inlerromptdamen-
Até
que, flnalmunte...
De
tempos
a
tempos
os
joroaes
impios
renovam
a
velha
caluinaia
de
que
o
nos
so
Santo
Padre
foi
maçou
alliliado
na
loja
da
Philadelfia.
Desde
o
anno
de
1868
John
Fhinson,
Grão
xMestre
dos maçons
de
Pbi-
ladelphia,
deu
a
esta
invenção»
mais
sêcco
desmentido.
Mas
depois de
certo
tempo
de mutismo,
a
calurnoia renasceu
com
mais
força
Ainda
ha
pouco
ella
reappa-
receu
em
muitos
jorna»s;
e
o
orgão
ofli-
cial
da
seita
maçónica
em
Paris
(honra
lhe
seja
por
isto), o
«Monde
Maçonique».
julgou
dever intervir
e
acabar
de
uma
vez
com
a
questão.
Declarou
pois que
«aqoille não
passava
de
uma
impostura»
(Vej.
o
«Umvers»,
do
1
.• de
janeiro, p.
2.
a
,
col.
4.
’
).
Esta
declaração,
que
re-
commendamos
ao
«J. d» Commercio»
,
ao
«D.
Popular»,
e
de
«Noticias»,
aos
ves
pertinos
portuenses
e
aos de lodo
o
remo,
para
que
desilludam
seus
leitores se
ainda
conservam
algum
resto
de
pudor, fui feita
no
n.
*
correspondeste
a
12
de
novembro;
e
»
’
esse
mesmo
a
9
o
orgão
maçonico
accusa
os
franc-maçõns
de
Palermo
de
lerem
formade
bolla e de
a
haverem
feito
rolar.
Accrescenia
que
se
«envergonha
de
ver
tomar
a
sério
um
tal assumpo».
Ainda
bem!
Acabamos de
publicar
a
bella
e
sau
dosa
despedida
que
o
ex.ID
® e rev.
,Ha
snr.
arcebispo
de
Goa
dirige
ao
clero
e
fieis
da
sua
querida
Egreja
metrepoiitana
do
Oriente,
ao
ser transferido para coadjutor
e
successor
d’
esta santa
Egreja Primacial
das
Hispanhas.
E
,
na
verdade,
um
formoso e
notá
vel
documento
episcopal. Sobra-lhe
a
unc-
ção,
«
vigor,
a
sciencia
profunda,
e
não
lhe
fallece erudição
e esmero
na
littera-
tura.
Tem
o
cunho
das
pastoraes
do
sem
pre lembrado
Cenáculo.
Co»hece-se alli
a
suavidade
do
Pae
e a
coragem
do
refor
mador zeloso.
Sabíamos,
ha
muito,
pela importantís
sima
collecção das
suas
pastoraes
e
ou
tras
providencias
de governo,
impressa
em
Goa,
em
1871,
(que
já
nos
serviu de
base,
para
justos
encomios
a
s. exc.
a
rev.
ina
,
n’
esle
mesmo
jornal,)
quão
tledi-
cadamente
o
benemento
prelado
traba-
Ihára,
o
’
aquella$
longínquas
paragens,—
on
de
em
cada
ecco
revôa
o
nome
e
a
gloria
da
nossa
patria,
e
cada trado
de
terra
sirnbolisa
o
esforço
e
a
dedicação
dos
pregoeiros
do
Evangelho,
—
por
sustentar,
com
zelo
e coragem,
digna
dos
antigos
tempos,
o
nesso
renome,
o
prestigio
da
corôa
portuguesa
e
a
sa»ta
influencia
da
Egreja
Catholica.
Mas,
n’
eue
documento
que
lemos
á
te
a»
menos
por quinze
dias,
ordinários
ou
ecclesiasticos, isto
é
desde
as
primei
ras
vesperas
de
um dia até
o
crepu'culo
da
tarde
immediala;
e
os
outros
a
egre
ja
calhedral
ou
maior
e
tres
outras
egre
jas
da
me«wa
cidade
eu
logar,
ou
das
cer
canias,
designadas pelo
Ordinário local,
•
u
por
seus
Vigários
ou
seus
commissio-
nados
depois de
haverem
conhecimento
d
’
estas
nossas
lettras,
lambem igualtnenle
uma
vez
por
dia
em
quiuze
successivos
ou
interrompidos,
como
acima
dissemos,
os
quaes
todos
visitando
estas egrejas
ahi
ro
garem
pela
presperidade
e
exaltação
da
Egreja
Catholica.
d
’esla Sé Apost»lica,
pe
la
extirpação
das
heresias,
pela
conversão
dos
tresmalhados,
pela
paz
e
união
de
lodo povo chrislão,
e
segundo
nossas in
tenções.
/
Continua)
A
pastoral «Io ex.mo arcebispo «le
€>oa,
eondjuetor
d’esta arelii-
dioeese.
vista,
revela-se
o
pastor
e
o
pae. que,
studoso,
se despede de
seus
filhos
em
Jesus
Chrislo.
E
’
alli.
onde
resaltam
em
relevo
as
bellas
qualidades do seu
cora
ção,
que s.
exc
a
rev.
ma
,
com
u»
des
prendimento
e
humildade,
raros
em
nos
sos
dia»,
sobretudo
entre
os
que
occupam
altas
posições, pede
a
lodos
que ||
le
per
_
doem
;
—
é alli,
onde
narra
siugelamente
as contradicções
que
soflreu
por
amor
da
verdade
e
da
justiça,
para
cumprir
fiel
mente
os
seus
deveres
;
—é
alli,
íinalmeu-
te,
onde
Ih-s
da
o
ultimo
adens
e
a
ul
tima
bênção
e
lhes
pede
que
orem
a
Deus
por elle!...
Venha,
pois,
s.
exc.a
rev.
ma
,
Pm
boa
hora,
para
o
seio da
archidiocese
braca-
lense,
coberto
das
bênçãos,
das orações
e
supplicas
dessas
christandades,
funda
das pelos
suores
e
fadigas de
tantos apos
tolo»
que as
tem
evaogelisado,
—
e
venha
animado
do
mesmo
espirito reformador,
que
nunca o
desacompanhou
no
sea tra
balhoso
episcopado
de
Goa,
—que
muito
aqui
é
preciso
faser!
Principiando
pela
educação do clero,
dando-lhe
vida própria
—
não
vida secular, como
até
aqui,
—
roas
vi
da ecclesiastica, vida
de
seminário, que
o
torne,
desde
gs
primeiros
equJos
ver
dadeiramente
segregado
do
século,"
não
tendo
outra
familia,
senão
a
familia
chri-
stã,—
muito
tem
s.
exc.a
rev.
,na (Iue
re-
f»rmar
!
1
Depois—sem
querermos
incriminar
nin
guém
—
é preciso
cortar
fundo
por
muito
abuso
que
por
ahi
germina
á
luz do
dia
como
quem
já
se
arroga
fóros de
cidal
de;
—
é
preciso
que
o
clero d’
esta
archi
diocese
se
eleve á
altura
da
sua missão
;
—é
preciso,
sobretudo,
que
o
clero
se
deixe da
política,
para
só
se
convencer
de
que
o
caminho
por
onde
tem
que
se
gui»,
é
tornar-se
verdadeiro
ministro
da
religião,
pela
dupla
realesa
da
virtude
e
do
talento;
—
e
para
isio.—
digarnol-o
fran-
camenle,—
exige-se
braço
robusto e
von
tade
dedicada.
E
nenhum
d’
esles
predicados
fallece
no
digníssimo
prelado
chamado
a
dirigir
os
de»liuos
d’
esta
importantíssima
porção
do
rebanho de
Jesus
Christo.
Temos
d’
is-
so
a
mais
formal
convicção
O publico,
e,
sobretudo, o
clero,
ha
de
ter
lido
esse
notável
documento,
e
por
elle
avaliado
o elevado
caracler
do
nobre
e
virtuoso prelado
e
feito
inteira
justiça
aos
merecimentes
d’
alto
quilate
que
o
adornam.
A
nós,
—
pequena,
mas sincera
home
nagem
a
ver da
de,—
só
nos
resta
antever
dias
felicíssimos
a
esta
archidiocese,
des
de
o
momento
em
que
o
leme
do governo
d’
eila
seja
entregue
a
mão-
tão
babeis,
dirigido
por
um
entendimento
claro,
ani
mado
das
mais
rectas
intenções,
das vis
tas
mais
puras
e
elevadas.
São
estas,
—
e
nào nos
enganamos.
—
as
esperanças
e
os
votos
de
todos.
Oxalá
as
vejamos
breve
realisadas.
-- ___________ _____
Unas
palavras ao
correspondente
de Braga
para a
«Palavra»
A
«Palavra
»> publica
uma
correspondên
cia
enviada
d
esta
cidade,
na
cjual
o
si
gnatário,
enumerando
o-
jornaes
que
se
publicam
na
capital
do
Minho,
escreve :
«Com
o
«Commercio do
Minho»
lemos
por
conseguinte
quatro
periódicos .
mas
desgraçadamente
todos
elles
só (o
itálico
é
nosso)
occupados
com
a
política».
Ficamos
surprehendidos
ao
deparar
com
estas
linhas,
escnplas
d
’
uma
cidade, tão
afastada
d
’
aquella
em
que
vê
a luz
publi
ca
este
humilde
jornal.
Sempre
supposemos
que
a
nossa
existên
cia
no
jornalismo,
era
lolaltutnte
ignorada
na
longiqua
Biaga
O
snr.
M.
S.
veio,
porém,
varrer-nos
esta suspeita, o que
muito
nos
lisongeia.
Attingimos
a
intenção
altamenle
lonva-
vel
do correspondente,
e
porisso
vamos
fazer
política,
d
ir
igi
ndo-lhe
duas palavras
:
Saberá
*
.
s.
a
dizer-no
*
a
razão
porque,
sendo
Braga
uma
das
terras
que
maior
numero
de
ecclesiasticos
conta dentro
das
suas barreiras, os
jornaes
religiosos
leem
sido
quasi
exclusivamente
sustentados
por
leigos
?
Saberá
dizer-nos
a razão
porque,
ha
vendo
n’
esta
cidade
um
seminário religio
so, e
contando
esta
archidiocese
1200
pa-
rochias,
apenas
subscreviam para
a
publi
cação
d
’
elle
uus
vinte
parochos;
emquan-
to
que
mais de
duzentos
assignam
jornaes
noticiosos
entre os
quaes
alguns que
ad
vogam
doclrinas
pouco
orlhodoxas?
A
proposito : como o
snr.
M.
S.
n-s
dá
tão
boas
noticias
de
Braga,
a
ponto
de
nos
ver
só
occupados
com
a
política,
por
ventura
ignorará
s.
s.
a
que
o
alludido
se
minário
religioso
deveu os seus 19
annos
de
existência
jornalística
aos
exforços
e sa
crifícios
d'om
leigo? E
................................
O
«Commercio do
Minho»
—
ique-o
sa-
beudo o
correspondente—
tem,
desde o seu
primeiro
n.°,
advogado
os interesses
da Re
ligião,
e
defendido
corajosamente
os
seus
ministros,
e
se
do
desempenho
d
’
essa
mis
são,
que
se
impoz,
lhe
não
cabe gloria,
é
isso
devido
ás
poucas
força
*
dos
seus re-
daclores.
Nunca
deixamos,
nem
jánaais
deixare
mos,
de
publicar
quaesquer
escriptos
que
não
destoem
da
indole d
’
este
jornal,
e
es-
pecialmente
quando
respeitem á
Religião,
que,
por
graça
de
Deus,
professamos.
Quando,
porém, nos
enviam
frioleiras,
pedimos
ao varredor da
imprensa
que
pou
pe
os
nos
*
os
leitores
ao
incommode
que
ellas
nos veem
causar.
Ficaremos
por aqui.
CorrespoMtleneia estrangeira
PARIS, 16
DE
JANEIRO
■ Correspondência
particular
do
<
Commer
cio
do
Minho»]
Os
leitores já
conhecem,
por
certo,
a
crise
em
que ha
dez
dias
nos debatemos,
e as-
diversas
peripécias
que se leem
succedido
n’
esle
tempo.
Em
seguida
á
recusa,
dada
pela
As
sembleia, de
votar
os
poderes
do
marechal
presidente,
os
ministros
deram
a
sua
de
missão,
e
todas
as
combinações
feitas
não
conseguiram constituir
um
novo
gabinete.
Como
estamos,
pois,
hoje
respeito
á
crise
e
ás
leis
constitucionaes
?-pergun-
tar-me-hão.
Ninguém
o
póde
diser
ao
certo.
Cir
culam
de
manhã
até
á
noite as
mais
con-
tradictorias
informações.
Havia
atégora lodos
os
motivos
para
acreditar na
organisação
d
’
nm
ministério
de
reserva
presidido
pelo
duque
de
Bro-
glie;
este ministério correspondia
a
utn
plano traçado
d’
anle-mão;
via-se
claramente
o
efieito
da
polilica
do homem que
mais
in
fluencia
tem
sobre o
espirito d»
marechal
e sobre
as
resoluções
do
centro
direito
;
via-se
alli
igualmente
o
homem
mais
hos
til
aos
legi
ti
mistas
que
elle
já
tem
illu-
dido
com
bellas promessas
nunca
reali-
sadas.
Mas
eis
que
pura
lego,
como
que
obe
decendo
a
uma
palavra
d’
ordem, lodos
«s
jornaes do
centro direito,
inspirados
por
M
de
Broglie, annunciam
que
não
ha
de
maneira
alguma
questão
d
’
este minis
tério.
Por minha
parle,
fundado
nas
melho
res
rasões,
convido
o
leitor a
não
dar
credito
e
este
desmentido.
O
duque
de
Broglie
achou
porventura
conveniente
re
frear
o
zelo
dos
seus
ofliciosos
que
pro
clamavam
já
o
seu
fuluro
ministério
por
lodos
os
eccos
da
publicidade.
Convinha
sobre
tudo
apparentar,
na
vespera
da
dis
cussão
das
leis
constitucionaes,
que elle
nao
subiria
ao
poder.
E
’ pura
laclica
praticada
pelo
mais
habil
dos
nossos
políticos
ter-se
dado
como
desmentido
por
lodos
«s
jornaes
ofticiosos.
A
combinação
ministerial
„que
deve le
var
o
duque
de
Broglie ao
poder
existe
realmenle,
não
sendo
isto
mistério
para
os
iniciados
nos
bastidores
de
Ver
salhes;
elle quer sómente
não
apparecer
á
hora
da posse
ou
quando
tiver
tudo
bem
preparado.
Ainda
que
assim
não
pareça,
o
duque
de
Broglie
prepara-se
para
retomar
a
di-
recção
dos
negocios com
um
programma
inconcebível
para
ura
homem
que
tem alguma
ideia
da
situação
parla-
Ijiwfooa
80
de janeiro
/
Correspondência
particular)
Os
trabalhos
parlamentares
leem-se
li
mitado
a
eleger
commissões,
trabalho
que
já
findou
hontem.
A
eleição
de
Chaves
deve
entrar
em
discussão
hoje.
0
projec
to
para acabar
as
deduções
nos ordena
dos
dos funceionarios
publico
*
,
creio
pas
sará
hoje
na
carnara
des
snrs.
deputado
*
.
A
commissão
de
fazenda
andou
c«m
a
maxima celeridade
n’
este assumpto.
Nalu-
ralmenle
hade balar
os
mais
assumptos
com
o
mesmo
empenho;
apesar
de
que
nos
corredores
da
camara já
se
diz,
que
o
imposto
sobre
o
arroz
licará
a
dormir
in
perpeluum,
0
Mi
nistro
do
Rtino
apresentou
a
pro
posta para
a
reorgar.isação
da
guarda
civil
em
Lisboa.
Os
guardas são
elevados
a
600;
au-
gmentam-se
os
ordenados
ao
commissario
geral,
que
passa
a
ter
um
1:000^000
rs.
commissarios
de
dislrictos
800^000;
escri
vães
400^000;
chefes
de
esquadra
288$;
e
cria-se
um
logar
de
aju
Jante com 500$,
que
dizem
ser
para
um
ciliciai
do
exercito.
O
snr.
Abes Passos,
apresentou
na
camara
um
projecto ácerca
de
remissões
de
fóros,
censos
e
pensões.
Foi
declara
do
urgente.
Também o
snr.
Barros a
Cu
nha apresentou
uma
nota
de
interpelação
sobre
o
estado
das
negociações encetadas
pelo
governo
para
melhorar
as
condições
dos
nossos
vinhos
nos
Mercados
de
Ingla
terra,
variando a
escala
alcoolica
sobre
o
resultado
obtido pelos
nossos
vinhos
na
exposição
de
Londres, sobre direitos
dos
vinhos
nas
barreiras
de
Lisboa.
O
Minis
tro
das
Obras
Publicas
apresentou
uma
proposta
para
crear
os
meios
melhoran
do
a
barra
de
Aveiro.
Já
está presente
para
a
discussão
o
respeclivo
parecer
so
bre
a
fixação
do
contingente
predial
para
o
futuro
anno economico,
bem
como
o
do
giro
da
moeda.
Espera-se
que
para
a
semana
seja
pre
sente o
relalorio
do
ministro
da
guerra,
no
qual
serão
consignados
alguns projec-
tos,
de
que eu ja
fatiei. Também
se
es
pera
a
apresentação do
livro
branco
peio
ministro
dos estrangeiros.
Imentar.
A
assembleia
mostra-se
de
tal
modo
contraria
a
qualquer
projecto de
dissolução,
que
o
marechal
presidente
en
tendeu
dever
renunciar
a
um
tal
projecto,
cuja
realisaçã»
tentava.
Estando
na
esfera das suas attribuiçÕe
*
um
golpe
de
estado,
elle
imaginara
qoe
chegaria
aos
mesmos
resultados
desemba
raçando-se
da
carnara
actual
e
que
teria
então
toda
a
liberdade 4
’acçã». Reconhe
cendo
impraticável
este plano,
o
duque
de
Broglie
cuja
imaginação
é
das
mais
ferieis
concebeu
um
outro.
O
incidente
das leis
constitucionaes
fez
lhe
suppor
que
a
re
novação
parcial
da
Assembleia
seria
o
ver
dadeiro
meio de
sahir
da
situação
em
que
nos
achamos
e
de
dar
ao
mesmo
tempo
satisfação
ao
paiz,
que lodos
o*
dias
es
pera
alguma coisa
dos
seus
representan
tes.
E
’
pois
sobre
este
programma
que
de
ve
assentar
toda
a
política do
futuro
ga
binete.
M
de
Broglie
confia
plenamente
na sua
ideia, e crê
achar
n
’
ella
os
ele
mentos
d
’uma maioria
formada
dos
dois
centros
e
dos
bonaparlislas,
com a
qual
se
escudaria nas
questões
políticas.
O
duque
e
alguns
dos
seus
amigos
são
o«
únicos
a
nã«
perceberem
a
inani-
dade
d’
este
projecto
roas
não tardarão,
eu
o
creio,
a
reconhecer
a
sua
illusã
*
.
A
renovação
parcial
será
para
M.
de
Broglie
o
que
as
leis
constitucionaes
hão
sido
já;
elle
cairá,
e
nós
teremos o
pra-
ser
de
ver
o
chefe
do
parlamentarismo
cair
pelas
suas
próprias habilidades.
Quando
começara
o
grande
debate
de
que
não
ce
*
so
de
faflar-lhes
e
qae
está
encarregado
de fixar
decididamente
o
nos
so
futuro,
fesendo nos
reconhecer
o
re
gime
sob
o
qual
temos
de
viver?
No
começo
da
semana
próxima
terão
logar as primeiras
discussões,
para
o
que
todos
os partidos se
prep.ram
activamente.
Diz-se
n’
este
momento
que
alguns
or-
leanistas,
taes eomo
MM.
o
duque
Audif-
fre-Pasquier,
Haunonvelie
Savany,
etc.
estão prestes
a passar
para o campo
re
publicano.
Mas
o
caracter
dos
deputados
que
venho
de
nomear-lhes
é
de
tal
ma
neira
veriatil
que
a
sua
mudança não é
certa
ainda.
Algum voto
apenas
bastará
para
faser
pender
a
balança
ou seja
para
o
lado
da
Republica,
ou
seja para
o
fado
da
Monarchi».
QCoHclue em o
n."
de
qnihta-feira)
H.
Foram
passadas ordens
para
qee
um
certo
numero
de
sargentos
quartéis
mes
tres
passassem
a
coadjuvar
os
íiscaes
da
administração
militar.
Esta
hospedado
no
Hotel
Alliança,
no
Chiado, o
snr.
arcebispo
coadjuctor
d
’
es-
sa
diocese.
Vem assistir
aos
trabalhos
par
lamentares.
A
*
medalhas
d» exposição
austríaca
de
signadas
p^ra
os
nossos
expositores
leem
d
’um
lado
a
efigie
do
imperador
com
a
legenda
respectiva,
e
<1o
oatro
lado—«ex
posição
Universal
de
Vienna
1874».
A
canhoneira
«Quanza» vae
ser
cons
truída de madeira,
e
não
pelo
sistema
Camposite, prova
de
competência do
snr.
conde
Linhares,
que
ha
muito
tempo
de
via ter
sido
exonerado
da
*
commissões
de
construeção
naval.
O
juiz
de
direil®
do
I
o
dislricto
crimi
nal,
não
achot
motivo
para
a
pronuncia
contra
o
artista
Toumiaire,
de
que tanto
se fallou,
por
cau
*
a
do pequenino
artista
Juanito
do
Circo Pr
ice.
N
’
um
d
’
estes dias
houve
10
descarri-
Ihimentos
no
caminho
ferro
Larman/at.
Não
houve
perigo;
só
chegou
uma
*
3 ho
ras
depois
das designadas
na
labe
la.
A
nevoa,
que
não tem
deixado
Lisboa
ha
3
para
4
dias,
já
causou
avarias no
rio.
Htolem
naufragou
em
Paço
d
’
Arcos
uina
canoa
de
pesca
denominada
«Alber-
tina».
A
carga
era
sardinha que
tem havi
do
immensa,
iodo
grande parte para
o
norte.
Salvou-se
a
tripulação
A
nebrina
tem
feito
estar
parada a
navegação
nr>
rio
;
porém
hoje
levantou;
comtudo
nas
mon
tanhas
do
sul
do
Tejo
ve-se
a
nevoa que
talvez
á noute
desça
até á
cidade.
O
snr.
visconde
de
Gxndarioha
deu
ua
sua
casa
á
Lapa
um
magnifico
baile
onde
esteve
a
flor
da sociedade
lisbooen-
se.
Hontem houve reunião ou soiré
no
Club
do
largo
do
Carmo,
onde
houve grande
concorrência.
Está subjeito
no
ministério
d’
obras
pu
blicas,
á
approvação,
o
lanço
de
estrada
de
Villa
Nova
de
Famalicão
a
Barcellos.
O
custo
do
lanço
orça
por 4:680$0Ò0
rs.
Ha
um
pedido ao governo
por
parle
de
João
José
Bastos e
outros,
para
construí
rem
uma muralha
na
margeui
do
Tejo,
lado
norte de
Santa
Appolonia
á
bocca
do
rio
Saccavem,
construindo
no
intermédio
dokas de abrigo
paru
os
barcos
que
nave
gam
no
Riba
Tejo.
Vae sair
utna
folha critica,
denomina-
se
«Plateia»,
qoe
tratará
do theatro e
lit-
teratura.
E
’
hoje dberlo
á
noite
o
«bolsim»
na
roa
do
Alecrim
E
’
mais
um
foco
onde
muitas
fortunas
se
poderão
perder,
não
tendo
o
devido
lacto.
Na «Bolsa»
os fun
dos estão
pelos
seguintes
preços:
portu-
guezes
internos
-16,99
e a
praso 47 ;
his-
panhoes
fizeram
transaeções
entre
16
30
a
16,39,
coupon
corrente, 16,80
a
16,86,
o
coupon
do
2
0
semestre
findo
ficando
ao
fe
char
a praça
dos
primeiros
16,80
a
16,39;
dos
segundos de 16,86
a
17;
e
acções
do
Banco
de
Portugal
588$000
reis;
socie
dade
geral
agrícola
e
financeiras
28$i00
reis
; obrigações do
Caminho
de ferro
do
Minho
e
Douro
86$200
a
86$I00
reis
;
Obrigações
perdiaes
para
pagar
a 31
do
cor
rente
9
1$200
reis;
Companhia
das
Lesirias
673$000
reis.
Camara
dos
deputados
Commissões —diplomática
—
Teixeira
de
Vasconcellos, Pinheiro
Chagas,
Visconde
de
Villa
Nova
de
Rainha,
Barão
Ferreira
dos
Santos,
Pedro
Jacome,
Barros
e
Cunha,
Falcão
da
Fonseca.
Jnfracções
Sieuve
de
Menezes,
Visconde
de Arriagi,
Mexia,
José
Guilherme,
Zeferino
Rodrigues,
Mattos
Correia,
Eivar.
CAMARA DOS PARES
Commissão de
redacção,
Correia
Caldei
ra,
Martens
Ferrão,
Visconde
de Algés.
REVISTA
ESTRANGEIRA
Do
«C.
da
Tarde»:
Temos
noticias
oíliciaes da
Catalunha;
no mez
de
dezembro
tiveram
logar
mui
tos
combales
no
Principado.
A
7, o
coronel
Baro,
saindo de
Pobla
de Segur,
penetrava
no
Aragão,
e
ataca
va
as
forças
do
brigadeiro
Delattre,
perlo
de
Beocharre,
a
uma
hora
d
’esla
villa.
Violentamenle
carregados
á
baioneta,
os
liberaes
surprehendidos,
depois
d
’
alguns
mo
mentos
d
’
uraa
lucla
encarniçada,
buscam
um
ultimo
refugio nas
muralhas
de
Ben-
charre,
deixando
sobre
o
campo do
comba
le
trinta
mortos,
entrando
no
numero
d
’
estes o
seu
segundo
commandante.
Os
carlistas
apoderaram-se de
38
remingtons
e
algumas
caixas de
munições.
Tiveram
dois
mortos
e
quatro
feridos.
Quatro
dias
depois, a
guarnição
de
Ber-
ga
tentou uma
sortida
sobre
os
po
*
los
avançados
do brigadeiro
Mirei.
Esta
ten
tativa
infructiiosa
euslou
aos
sitiados
10
mortos
e
em
bom
numero
de
ferido
*
.
A
17,
o
coronel
Moxi
conseguiu
sur-
prehender
o
posto
fortificado
de
Santa
Per
petua
de
Mogtida,
a
duas
léguas
e
meia
de Barcelona,
sem
atirar
um
tiro
de
fu
zil.
Apoderou-se
ahi
de
60
espingarda»
e
de todas
as
munições
que
n
’
aquelle
posto
havia.
Duas
horas
antes
d’
esta snrpreza Lo-
pez
Domioguez
estava
alli
com
2
aOO ho
mens.
Emfltn
é
de
maior interesse
o
relalo
rio
«flicial
de
Tristany
sobre
a
derrota
dos
liberaes
em
Cardona.
Wiyler
linha
4:000
homens,
200
ca-
vallos
e
8
peças;
acabava
de
abastecer
Ber-
ga
e
retirava
sobre Cardona
c«m
tanta
pressa que
os
carlistas,
apezar
da
sua
di
ligencia,
não
p®deram
atacal-o
senão
a
curta
distancia
dos
muros
d
’esta
praça.
Vendo-se
forçado a
combater,
a
uma
e
meia
hora
de
Cardona,
Weyler
tentou
suslen-
tar-se
em
uma
altura;
mas os
carlistas
chegaram
ahi
antes
d
elle
e
atacaram-no
pelo
flanco
direito.
O
fug® cerrado
de
tres
batalhões
únicos
que
com o
seu
commandante
Mirei,
ti
nham
podido
eotrar
em
linha,
obrigou
os
republicanos
e
retiraram-se
em
desordem.
Weyler
tinha
posto
a
sua
arlilheria
em
bateria
para
proteger a
sua
retirada
;
mas
os
carlistas,
animados
pela
primeira
van
tagem
que
tinham obtido,
hnçaram
se
á
Baioneta
iuopinadamenle
sobre
as
peças,
conseguindo
apoderar-se
d
’
uma.
Foram
inú
teis
todos
os esforços
do Weyler
para
a
retomar.
Os
resultados
(Testa
acção
foram
apos
sarmo-nos
de
200
espingardas,
1
peça,
mui
tas
munições
e
10
prisioneiros.
Tristany
avalia
as
perdas
do
inimigo
em
mais
de
200
mortos
ou
feridos.
A
acção fei
tão
prompta,
e
a
derrota
tão
rapida
que
de
todas
as
forças
carlistas,
só
tres
batalhões
poderam
entrar
em
fogo.
As perdas
car-
listas
não
passaram
de
cinco
baixas.
—
Da
«Voix
de
la
Patrie»
do
dia
17:
Galdacano
12.
—
Sua
Mageslade visitou
esta linha
acompanhado
por
Suas Altezas
Reaes es
Príncipes
de
Parma e
Nápoles.
a
’
sua
passagem
por
Zornosa
foi
Hc
oria-
do
pelo
povo
e
pela
guarnição
calorosa
mente.
O
brigadeiro
Berriz
marchou para
as
Encartaciones em
busca
de
Villegas,
que
commanda
as
forças
inimigas.
O
general
Benevjdes
encarregou-se
inleiinainenle
do
commàndo
da
linha
do
bloqueio
de
Bd-
bao.
Durango
13.
—
Pronunciado
em
retira
da
hontem,
á
chegada
dos
nossos
bata
lhões.
o
corpo
de
exercito
de
Villegas,
o
general Berriz
emprehendeu
pt-rseguil-o
di
vidindo
para
ist»
a
sua
força
em
duas
brigadas.
Nas
mais
províncias
não ha
novidade.
Curanga
14.
—
Villegas
suspendeu
a
sua
retirada,
e
escalonou
as
suas
forças
desde
Trambasagnes
até
Villasano,
ficando
os
nossos batalhões
dando-lhes
a
frente,
en
tre
Orrandeia
e
Santa
Mana.
Durango
13.
—
(Oflicial)
—
O
general
Ber-
ris
e
o
cotde
Galowski
e
Bourbon,
aju
dante
de
ordens
de
Soa
Magesiade
ao
»nr. Lazarl
(correspondente
da
«Union»:)
Muito
vos
agradecemos
terdes
desmen
tido
a
«ossa
pretendida
defecção.
Não
é
per
odio
á
republica,
mas
por
adio
ao
liberalismo
que
viemos,
com
mui
tos outros
camaradas,
defender
El-Rei
Car
los
Vil.
Cavalheiros,
dedicados
ao
mesmo
tem
po
ao
Catholicismo
e
ao
principio da
au-
cioridade,
iós
combateremos
sempre
pela
divisa
:
Deus,
Patria
e
R'ei.
—
Um
telegramma
datado
de
15,
di
rigido
á
«Crusada
Hispanhola»
aflirma
te
rem
rebentado
contra-revoluções
no
exer
cito
aflonsista.
Em
Reuteria,
algumas
tre
pas,
julga-se
ser
o
batalhão
de
Luchana,
sublevaram-se
ao
grito:
Viva
a
republica!
Loma
com
um
batalhão
de
miqueletes
e
outras
tropas,
sustentadas
por
alguma
arlilheria,
marchou
contra
os
revoltosos.
—
E’
notável
que
o jornal
oflicial
de
D.
Aflonso,a «Gaceta»,
não
publicasse
no
ticia
alguma
da
guerra no
dia
21,
quan
do
é
c«rto,
pela
confissão
dos
outros
jor
naes
aflonsinos,
que
os
carlistas
desenvol
vera
uma
aclividade
como
nunca,
de
cer
to porque
nuoca tiveram
tantas
forças
corso
hoje,
e
nunca
a
situação
lhe
foi
mais propicia.
O
«Tiempo»
diz
que
Lizarraga
estava
no dia
20
em
Sacedon
(Cuenca).
Da
Catalunha,
Msesirazgo e Valência
todas
as
noticias
confirmam
aiumenlo
de
forças
e
de
actividade
nas
fileiras
carlistas.
GAZETILHA
EXPEDIENTE
Rogamos
aos
nossos
illustres
a^signan-
tes
que
estão
em
debito,
tanto
do
Futuro
como
do
Commercio
do
Minho, de
manda
rem satisfazer
o importe
de
suas
assigna-
turas,
quer
seja enlreqando-o
aos
corres
pondenles
do
gomai
abaixo declarados,
quer
enviando-o
;
os
do
Futuro
ao
snr.
Francis
co
Marques
Soares
d’
Azevedo,
rua
de
San
to
Antonio,
n.°
2,
e os
do
Commercio do
Minho,
ao
propriel&rio
d'esle
jornal,
J
M.
Dias
da
Costa, rua
Nova,
n.° 3.
Qualquer
quantia
deverá
ser
remellida
em
vales
do
correio,
podendo
descontar,
querendo,
na re
messa
o
prémio
do
seguro.
Repelimos
por
esta
occasião
que
são
considerados
como
as-
signa
tiles
do
Commercio os
que
o
eram
do
Futuro
e
que
não
leem
até
hoje devolvido
este
jornal,
como
signal
de
recusa. Espe
ramos
portanto,
se
dignarão
satisfazer
o
quanto
antes
os
seus
débitos,
com
cuja
de
mora
estão
causando grandes
prejuisos
a
esta
empresa,
a
qual,
muito
contra
sua
vontade,
se
vê
forçada a
suspender
a
re
messa
aos
que
estejam
em
atraso de
mais
de
um
anno.
Os
correspondentes
auclorisados
para
receber
as
assignaluras são
os
seguintes
ill.
mos
snrs
:
Em Lisboa,
Ignacio
Francisco
de
Mo-
raes,
rua
de
S.
Lazaro
n.°
38
—
No
Porto,
José
Carlos
das
Neves,
rua
das
Flores.
—
Na
Covilhão,
Luiz
Anlonio
de
Carvalho.
—
Em
Vianna,
Francisco
José
d
’
Araujo
Jumor.
—
Em
Ponte
do
Lima,
Antonio
Ferreira
Salça,
redacção
do «Ecco
do
Lima
Em
Guimarães, J.
A.
Teixeira
de Freitas
Guimarães,
8.
Damaso 17.
—
Povoa
de
Varzim,
José Joaquim
de
Fa
ria
Machado,
Largo
de S. Roque n.
7
a
12
—
Penafiel,
Victorino
José
de
Carva
lho.
—
Barcellos,
Francisco
José
Leite.
Rogamos
aos
snrs.
correspondentes,
que
além
de
não
demorarem
a
remessa das
quantias
que tiverem
recebido,
tenham
a
bondade
de enviar
as
relações
dos
que
tiverem
pago
e
não
declarem
que deixam
de
ser
assignantes,
para
que
a
suspensão
do
jornal
não
venha,
por
acaso,
a
recair
sobre
estes
nossos
obsequiosos
cooperado-
res.
Policia
eosTecriona!.
—
Te»e
ho«-
tem
logar
o
juLamento,
em
policia cor-
reccional,
do
snr.
Albuano
Teixeira,
do Pi
co,
pela
aggressão
na
pessoa
do
snr.
Jo
sé
João
da
Silva Oliveira,
na
tarde
do
dia
18
dopassado
dezembro,
em
o
templo da
V.
Ordem
Terceira,
como
noticiamos.
Foi
apenas
parte
o
ministério
publico,
e
advogado do
reu
o
snr. dr.
Penha
For
tuna.
O
meretissimo juiz
condemnnu
o
reu
em
30
dias de prisão,
sendo
25
rewiveis
a
dinheiro.
O
tribunal
eslava
repleto
de
especta
dores.
Faileeimento.
—
Acaba
de
Lllecer,
com
cerca
de 80
annos
de
edade,
o
ex.
n)
"
Antonio da
Rocha
Coulto,
um
dos
mais
distinctos
cavalheiros
d’
esta cidade,
e
pro
fesso
na
Ordem
de
C.hrislo.
Concluiu
a
sua
formaiura
em
Leis na
Universidade
de
Coimbra,
em
1822;
foi
otficial
de
voluntários
realistas,
e
ultimo
capitão-mór
de
Pedralva.
Tinha
a proprie
dade de escrivão
da
camara
ecclesiastica
da
comarca
de
Valença,
ioga:
de que
pouco
*
proventos
auferiu
prosteriormente
a
1834.
Por
disposição
leslamentaria
foi
honlem
condosido
de
sua casa,
pela
real
Irman
dade
da
Misericórdia, para o
templo dos
Congregados,
onde tem
hoje
oílicios.
Gomo
amigo
do
finado
e
da
sua
fa
mília,
damos
a
esta
os
nossos pesames,
e
pedimos
para
aquelle
as orações
dos
lei
tores.
Coisas
(1’
Hispanlit».—
Corriam
hon
lem
(2)
até
alias horas
da
noite,
rumores
graves
com
respeito
á
situação
polilica
de
Hispanha.
Dizia-se
que
logo que
chegára
a
esta
feta
de
Mtdrid,
ás
9
horas
da
noite,
se
reunina o
conselho
de
ministros,
a íim
<le receber
as
noticias
importantes
que
d
’
alli
chegaram.
Dizia-se
que
D.
Aflonso
suspendera
a
sua
chegada
ao
norte,
em
consequência
da insubordinação
do exerci
to
do
norte,
onde
os
ofliciaes
aflonsinos
eram
mal vistos
e
corriam riscos de
vida,
e
tanto
que
nenhum
general
aflonsino
convicto,
ousava tomar
a
direcção
do
com-
mando
por
o
facto
de
saberem
o
actual
espirito
dos
soldados e a
sorte
Concha
estar
bem presente
na
memória
dos
seus
camaradas.
O
proprio
[
‘
avia
convidado
para com-
mandar
um
dos
corpos
d
aquelle
exercito,
havia
por
temor,
reitado.
O exercito
do
centro,
a
brigada Daban,
a
primeira
sur-
prehendida,
constava
que
estava
por
com
pleto
sublevada.
Os
aflbnsiwos,
em
Ma
drid,
estavam
divididos
em
dois
grupos;
um
commawdado
por
Valma«eda,
com
os
elementos
monarchicos
conservadores
pu
ros,
e
o
outro
por
Gauovas
del
Castilho
appoiado
pelos elementos monarchicos li-
beiaes.
taes
como
Primo
de
Rivera,
Aya-
la,
Robledo,
M.
de
Campos,
Jovellar,
etc.
etc.
Valmaseda
ia
publicar
um jornal,
or-
gão
do
grupo
conservador,
hostil governo
actual.
Serrano
era esperado
honlem
á
noite
em
Madrid,
chamado
a
toda
a
pressa
e
a
occultas,
afim
de
resolver,
com
a
sua
pou
ca ou muita
influencia, esta
situação
ar
riscada.
O
exercito carlista
sshido
de
Eslella,
com
ioda
a
artdheria,
dirigia-se
a
Pam-
plona.
E
por
final
a
Prussia,
no
conceito da
imprensa
europea
mais
acreditada,
dizia-
se
que ia
reconhecer
a
D.
Carlos,
como
rei
da
Navarra
e das
Províncias
Vascon-
gadas.
A
imprensa
ministerial
de
Madrid,
esta»a
já alarmada
com
este
imprevisto,
e
tão
inverosímil
boato
Nós,
por
fim,
re
petimos
o
que
dissemos
ha
dias
:
que
Deus
traga
a
republica,
que
Deus resuscile
a
liberdade
1
—
«
Republica»
IVotieiaa
«TAveiro.—
Do
«Campeão
das
Províncias»
traiiscreveaos
o
seguinte:
—
O
sal^não
tem
soflrido
alteração.
Os
preços
que
regulavam
ba
dois
mezes
são
os
que
ainda
regulam
—9$509
a
i0$000
reis
o
barco.
—
O
mar
não
permilte
a
navegação,
o
caminho
de
ferro
não
fornece
wagons,
pur
conseguinte
não ha
exportação,
resen-
ttndo-se
o
mercado
d
’
essa lamentável
cir-
cumslancia.
—A
batata
chegou
a
vender-se
no dia
21,
na
feira
da
Oliveirioha
por
160
o
al
queire.
Da
Bairrada
concorreram alli
mui
tos
carros
d’
ella
—
lama
que
produziu
a
baraleza
do
genero.
No
principio
ainda
se
vendeu
alguma
a
220,
mais
tarde
chegou
a
160
o
alqu«ire
e
muita
gente
que foi
alli
com
tenções
de
não
comprar,
comprou
pur
achar o
preço
muito
razoavel.
—
íla
bastantes
prejuízos,
occasionados
pelo
tempo
no
negocio de
fructas. Como
ha
mais
de
20
dias
não saem
navios
do Porto,
os
carregadores
leem-se
visto na
necessi
dade
de
a
tirar
de
bordo
para
a
porem
em
condições
de
poder
partir
na
primei
ra
occasião,
fazendo
com
isso
muitas
des
pezas,
e
havendo
por
conseguinte
prejuí
zos
bastantantes.
CO1U1EBCIO
B
olsa
de
B
raga
22
de
janeiro
de
{875
FíTeetuado
Banco
do
Douro
—
73$700.
Dito
dito
73^500.
Banco
Commercial
de
Vianna
129$700
Dito
dito
129Ô500.
Banco do
Minho
125^500.
Banco
da Covilhã
66$600.
Dito
dito
66^700.
Banco
da
Regoa
—
3C»$800.
Fundos
hispanhoes
a
dinheiro
17,75.
23
de
janeiro
de
1875
EITeetuado
Banco
Portuguez
111$8OO.
Banco do
Douro 73$400.
Banco
de
Villa Real
36-5850.
Banco
do
Porto
44^800
Dito
dito 44$900.
Banco
da Covilhã
665500.
Dito
dito
665600
Companhia Geral
Bracarense
155250.
Obrigações
do
caminho
de
ferro
do
Minho
e
Douro
885000,
O
direclor
Anlonio
Teixeira
Barbosa.
SAÚDE
A
TODOS
sem
medicina,
pur
gantes
nem
despezas
com
0
uso
da
delicio
sa
farinha
de
saúde,
BEVAUESCIERE
BU BARRY
de
Londres.
3
9
aunou d’invariavel
miicccmbo
4
Qualquer
doente
acha
por
meio da
deliciosa
Revalesciére,
saude,
energia,
ap-
pelile,
boa digestão e
bom
somno.
Cura
as
indegestões
(dispepsia)
gastricas,
gas-
tralgias,
flegmas,
arrotos,
ventos,
flatos,
amargôr
na
bocca,
piluitas,
nauscas,
vo-
mitos,
irritação
intestinal,
diarrea,
disente
ria,
eollicas,
asthma,
falta
de
respiração,
oppressão,
congestões,
mal
aos
nervos,
diabethe,
debilidades,
todas
as
desordens
no peito,
na
garganta,
do
alito,
das
bron-
chites, da
bexiga,
do
íigado, dos
rins,
dos
Intestinos,
da mucosa,
do
cerebro
e
do
sangue: 75:000
curas
entre
as
quaes
con
tam-se
a
do
duque
de
Pluskow
e
da ex.ma
snr.a
marqueza
de
Bréhan,
dus
doutores
Manuel
Saens
de
Jejada
da universidade
de
Cordova,
etc. etc.
Adra,
província
de
Ahneria,
(Hispanha),
10
de outubro de
1867.
Meus
senhores:—
Tenho
a
satisfação em
fazer-lhe scienle
que
minha filha
com
0
uso
d
’
esta
deliciosa
farinha
chamada
Re-
valescière choeolatada,
curou
radi-
caltneote
de
uma
erupção
cuianta,
que
lhe
impedia
dormir
por
causa
da comixão
insuportável que
padecia. —
De
V.
S.a
at-
tento
venerador,
P
errin
de
lá
II
ittoles
,
ao
Vísconsulado
de
França.
Cura
78:421.
(Herpes)—Valença
14
de
setembro
de
1873.
Uma
minha
amiga
que
padecia
havia
muitos
annos
de
Herpes,
foi
curada
com-
plelamente
com
a
Revalesciére.
—
J.
B
atl
-
lori
,
fabrica de
massa,
Praça
de
8.
Ca-
tharina,
9.
Cura
56:936.
Barr
(Baixo
Reno)
4
de
junho
de
1862.
Senhor
:
—
A
Revalesciére
tem
feito
na
minha pessoa
uma
mudança
maravilhosa,
lendo
readquirido
não
sómenle
as
minhas
forças,
mas
lambem
parecendo-me
que
es
tou completamenle
remoçado, lornou-me
0
appelile,
que
desde
muilo
tempo
linha
per
dido,
e
a
oppressão
e
0
pezo
que
padecia
haviam
já 40
annos,
já
não
me atormen
tam.
D
avid
R
uff
,
proprietário.
Seis vezes
mais
nutritiva
do que
a
car
ne
sem
esquentar,
economisa cincoeula
vezes
0
seu
preço
em
remedios.—
Preços
fixos
da
venda por
miudo
em
toda
a
pe
nínsula
:
Em caixas
de
folha
de
lata,
de *
/
*
kilo,
500
; de
*/
2
kilo 800
rs
;
de
um
kilo,
15400
reis;
de
2^5
kilos,
35200 reis;
de
6 ki-
os,
65400
reis, e de
12
kilos,
125000 reis.
Os
biscoitos
da
Revalesciére
que
se
po
dem
comer
a
qualquer hora,
vendem-se
em
caixas
a
800 e
15400 reis.
O
melhor
chocolate
para
a
saúde
é
a
KeyseBeacièrc
choeolatada;
ella
res-
titue
0
appetlite,
digestão,
somoo,
energia
as
carnes
duras
ás
pesseas, e
ás
creanças
e
mais
fracas, e
sustenta
dez
vezes
mais
que a
carne,
e que
0
chocolate
ordinário,
sem
esquentar.
Em paus,
ou
em
pó
em
caixas de
folha
de
lata
de
10
chavenas, 500
reis
;
de
24 chave
nas,
820 reis;
de
48
chavenas,
15400
;
de
120
chavenas,
35200
reis,
ou 25
reis
cada
chavena.
BARRY
«U ISAllKir «fc
C.a
-Pia-
ce
Vendòme,
26, Pariz;
77
Regent-Slreel
Londres;
Valverde, 1,
Madrid.
Os
pharmaceulicos,
droguistas,
mer-
cieiros, etc.,
das províncias
devem
diri
gir os
seus
pedidos
ao
deposito Central
;
snr.
Serzedello
&c
C.
a
Largo do
Corpo
Santo 16, ELisboa,
(por grosso
e
miudo);
Carlos
Barreto,
rua
do Loreto,
28;
Bar
rai
&
Irmãos,
rua Aurea,
12.
Porte,
J.
de
Sousa
Ferreira
á
Irmão,
rua
da Ba
nharia
77
;
de
Sequeira ;
J.
Pinto
;
Desí-
ré
Bahir;
Coianbra,
V.
Botelho
de
Vas-
eoncellos
;
Aveiro,
F.
E.
da
Luz e
Costa,
pharm.;
Marcellos,
Ramos,
pharm.;
Braga,
Pharmacia
Maia,
rua
dos
Chãos,
Pipa
óc
Irmão,
rua
do
Souto,
Domingos
J.
V.
Machado,
praça
Municipal.
Figueira,
Anlonio
Vieira,
pharm.
;
GuimarAes,
A.
J.
Pereira
Martins,
pharm.
;
Pena
fiel,
Miranda,
pharrn.
;
Ponte do Lima
A. J.
Rodrigues
Barbosa,
pharm.
;
Po-
voa do Varzim,
P.
Machado
de
Oli
veira,
pharma.
;
Vianna
do Castello,
Aflonso
e
Barros,
droguistas;
Villa
do
Conde, A.
L.
Maia
Torres
pharm.
agradecimentos
Manoel
José
de
Faria,
e
sua
mulher
Maria
Joaquioa
de
Araújo
e
Sá
Faria,
em
extremo
penhorados
para
com
todos
os
exc.
n,os
e
revd.mos
snrs.
que
lauto
nos
obsequiaram
por accasião
do
fallecimen-
to
de
nesse pae
e
sogro
o snr.
Domingos
José
de
Faria,
morador que
fui
na
fre
guezia
de
Gualtar,
vimos por
este
meio
testemunhar-lhes
nossa
gratidão
a
todos
em
geral,
e
muito
particularmente
aos
revd
rnos
snrs.
nossos
amiges,
que
nos
fi
zeram
a
honra
de
irem
assistir
aos
ofli-
cios
de
sepultura
qoe
se
celebraram na
egreja
da
dita
freguezia
de
Gualtar.
Recebam,
pois,
as
pessoas que
tanto
nos penhoraram,
este
publico
reconheci
mento.
Braga
19
de
Janeiro de
1875.
Manoel
José
de
Faria.
Maria Joaquina
de
Araújo
de
Sá
Faria
(2267)
José
da
Silva
Merelim,
negociante
d
’
esla
cidade,
summameute
penhorado
pe
los
obséquios que
recebeu
de
todas
as
pes
soas
de
suas relações
e
amisade
tanto
n’
<sla
cidade
como
em S.
Paio
de
Merelim,
(d
’
onde
é
natural)
por
occasião do
falle-
cimento
de
sua
presada
mãe,
o
qual
teve
logar
no
dia
14
d©
corrente,
serve-se
d
’
esle
meio
agradecendo
a
todos
especialmente
ao
revd.
0
parocho
da
referida
freguezia.
Protesta a
todos
a
sua
gratidão
indelevel.
(2255)
Os
obaixo
assigoados
agradecem
por
esta
fôrma,
não
o
podendo Lzcr
pessoal
mente,
a
todas
as
pessoas
que
lhes
pres
taram
obséquios
e
assistiram
aos
respon
sos
de
sepultura
de
seu
chorado
filho,
sobrinho
e
primo,
João
Joaquim
da
Silva
Lobo Júnior.
Emitia
Candida
Guimarães
da Silva
José
Francisco Guimarães da
Silva
PJ
José
Francisco da
Silva.
(2256)
BANCO
COMMERCIAL
DE
GUIMARAES
Achando-se
fechada
a
subscripçào,
para
este
Banco,
são
convidados
os
snrs.
sub-
scriplores
a
ratificarem
provisoriamente
as
suas
subscíipções
nos
dias 27 e 28
do
cor
rente
das
9
liotdS
da
manhã
ás
3
<la
tar
de,
com
5
p. c.
ou
25500
por
acçao,
em
Guimarães,
em casa
do
stir.
Domingos
Fer
nandes
Guimarães,
no
Porto
em
casa
do
snr.
Joaquim
Ferreira
Monteiro
Guimarães,
em
Braga, em
casa
dos
snrs.
Almeida
&
Pereira.
Previne-se
aos
snrs.
sabscriplores
de
que pódem
ractificar
sómente 0 numero
de
acções
que
lhes
convierem,
ficando
ainda
sngeilos
<»o
rateio
dcfiiiitivo,
que
lerá
lo
gar
depois da
ractificação
provbona.
Toda
a
ratificação
feita
em
nome
dos
mdividuos
que
se
não
achem
inscriplos
nas
listas das
subscripções,
não 'é valida.
Guimarães
23
de
janeiro
de
1875.
Os
instaladores,
Domingos
Ferreira
Guimarães
Joaquim
José
d'Azevedo
Machado
Anlonio
Cândido
Augusto
Martins
José
Chrysostome da
Silva
Basto
(2264)
José
Ferreira
Mendes
da
Paz.
NOVA
FUNDIÇÃO
DE
FERRO
DE
Antonio Germano Ferreirinha
NA
Travessa
de
S.
João
Aonde
faz
Ioda
a
obra,
assim
como
bombas,
conçollas,
columnas
para
gaz, pe-
zos
novos,
panellas
á
ingleza
de
todos
os
tamanhos,
canos
para
agoas
e
gaz, e toda
a
obra
de
fundição,
como
grades para
sacadas,
obra
de
metal,
sinos
e
outros
ob-
jectos
de igual
teor
etc.,
pelos preços do
Porto.
Real Irmandade
de
Santa
Cruz
de
Braga
No
dia
29
do
corrente,
pelas
3
hora»
da
tarde.,
lerá
logar
na
ante-sala
das
ses
sões
da
Mesa
da
mesma
Irmandade
a
ar
rematação
da
condicção
ao
cemiterio
pu
blico
de
cada
um
dos
Confrades que falle-
cerem
até
30
de junho
do
presente
anno;
cuja
arremat-ção
comprehende
um
carro
fúnebre
decente
e
um
coupé,
com
as
com
petentes
parelhas
de
cavali»s.
Braga
23
de
Janeiro
de 1875.
O
secretario.
P.
e
Paulo Lopes
Martins
Ferreira.
SS
m
ISS
õ
No
dia
31
do
corrente
tem de
voltar
á
praça,
na
rua
dos
Capellistas
casa
n.°
12,
para
serem
arrematados
com
o
aba
timento
da
4.
a
parte,
o
resto
dos
mo
veis
pertencentes
á massa
fallida de
Anto-
nio
José
Pimenta
Gonçalves
d
’
esta
cidade.
O
administrador
da
massa,
(2268)
Manoel
A.
da S. Pereira Guimarães.
ACHADO
Quem
perdesse
uma
quantia
em
dinheiro,
pagando
a
despe-
za
dos
annuncios,
se
lhe
entre
gará na rua
do Souto
n.
*
16
(2266)
COROGRAFIA
1’ORITGIEZA
E
BESCKIPÇÃO
TOPOGRAFIC1
Do
famoso
reino
de
Portugal,
com as
noti
cias
das
fundações das
cidades,
villas
e
to
gares
que
contem,
varões illustres,
Genea
logias
das
/amilias
nobres,
fundações
de
conventos,
cathalogos
dos
bispos, antigui
dades, maravilhas
da
natureza,
edifícios,
e
outras
curiosas
observações
Autor o
P.
e
Anlonio
Cnrvalho
du
C
om
tu
Nova
edição
copiada
fielmente
da anti
ga,
mas
ampliada
com
um
index
alfabético
de todas
as
fregnezias com
a
declaração
dos
nomes
e
Oragos,
que actualmente tem, nu
mero
de
fogos,
dioceses
e
concelhos
a
que
pertencem,
e
correios respeclivos,
o
que a
torna
mais
preferível.
Vende-se
em
Braga,
na
rua
Nova
n.°
5,
em
casa
de
Manoel
Joaquim
de
Castro
Loureiro.
Preço
(ires
volumes)
l$500
reis.
Para
os
snrs.
livreiros,
tem
abatimento.
(2263)
Pelo
juiso
de
direito
d’
esta
cidade
<le
Braga
e
cartorio
do
escrivão
Motta,
se
tem
d
’arrematar
no
dia
31
do corrente
mez,
pelas
10
da
manhã á
porta
do
tri
bunal
judicial
da
mesma
cidade,
em
praça
voluntária
duas
propriedades
chamadas
do
Privilegio,
situadas
na
freguezia
de S.
Victor
da
mesma
cidade,
que
comprehen-
dem
um
praso
da
Real
Collegiada
de
N.
Senhora
d
’
Oliveira,
feito
pelo
revd.®
cabi
do
da
cidade
Guimarães,
corn
o
foro de
560
rs.
em
dinheiro
e
2
gallinhas, em
cuja
praça
se
declararão
as
condições
com
que
tal
arrematação
das
ditas proprieda
des é
feita,
as
quaes
propriedade^
são
per
tencentes
aos
menores
filhos
que
ficaram
dos
exc.
IU0S
João
Pereira
Cootiuho de
Vi-
Ihena
e
Menezes,
e
sua
esposa
D.
Maria
Joanna
de
Castio,
da
casa
das
Brolhas,
da
cidade
de
Lamego.
(2258)
Banco
Commercial,
Agrícola
e
In
dustrial
de
Villa Real
Sociedade anoninin de
responsabi
lidade
limitada
Por
ordem
do exm.° presidente
da
as
sembleia
geral,
são
convidados
os
snrs
accionistas
a
reunirem-se
no
dia 27
do
corrente,
por
10
horas
da
manhã,
no edi
fício
do
Barco,
para
a
discussão
do
rela
tório
da
Gerencia
e parecer
do
conselho
fiscal.
Villa
Real,
16
de
janeiro de
1875.
O secretario da assembleia
geral,
(2259)
Dr.
José Agres
Lopes.
EB
SC
a
ram
ca
&
sr
s
r
a
o u
s
s
z
&
.%
&
Paquetes a
sair
de
Lisboa
:
MONDEGO
.
29
de
Janeiro
NÈVA .
.
13
de
Fevereiro
MINHO
.
. 29
de
>
O paquete
de
13
toca
em
S.
Vicente,
Pernambuco,
Bahia,
Rio
de
Montevideu
e
Buenos-Ayres.
O paquete
de
29
toca
em S.
Vicente,
Rio
de
Janeiro,
Montevideu
nos-Ayres.
O«
preços
muo
muito ramoaveis
Janeiro,
e
Bue-
Esta companhia
para maior
vantagem, resolveu
ter
a
bordo
de todos
os
seu
s
vapores,
criados
e
cosinheiros
portuguezes para
servirem
os
passageiros
de
todas
a
s
classes, cujo
tratamento
se
torna
hoje
o
melhor
possível.
Cada
passageiro
de
3.a
classe
tem
grátis,
belixe
com
colchão e
roupa
de
cama,
vinho
e
comida
á
portu"
gueza,
tudo
em
abundancia.
O
transporte
do
caminho
de
ferro
até
Lisboa
é
por
conta
da
companhia
hem como
outras
despezas.
Para
mais
esclarecimentos prestam-se em
casa
do
agente
n
’
esta
cidade,
rua
do
Souto
n.°
43.
—
Em
Braga.
João
Manoel da
Silva
Guimarães.
.
Carreira
semanal
A
’
s
quartas
feiras
COMPANHIA
DE
NAVEGAÇÃO
A
YAPOB
DO
PACIFICO
Rio
de
Janeiro,
Montevideu,
Buenos-Ayres,
Valparaiso,
Arica,
Islay
e
Callao
CARREIRA
PARA PF.RYAlVEBUCO E
BA1S1A
A
Companhia
reduziu
os
preços,
conservando
as
mesmas
vantagens
como
até
aqui
tem
oíTerecido
aos
snrs.
passageiros:
exeellentes
cominodos, hons
tra
tamento, bastante espaeo para bagagens e
viagen» rapiuas,
pois
que
OS
Paquetes do Pacifico
tem
gasto
SÓmenle
1 3
dias
de lãsboa ao Rio de
Janeiro.
Preços
das
passagens
incluindo
o
caminho
de ferro
do
P<>rto
para
Lisboa
Pernambuco...................................................
Bahia
.............................................................
Rio
de
Janeiro..............................................
Montevideo
e
Buenos-Ayres.........................
Valparaiso,
Arica,
Islay“e
Callao
....
3.a
CLASSE
2/
CAMARA
1/
CAMARA
40^000
40^000
45^00(1
54&000
126^000
81^000
90&000
90&000
90&000
189P00
108&000
117&000
mfeoo
157&500
308^500
Crianças dos
passageiros
Até
aos
12
annos
meia
passagem.
A'é aos 8
annos
a
quarta
parle.
Até
aos
3
annos
grátis,
uma
só
de
cada
familia.
Todas
as
terças
feiras
sahirá
de
Lisboa
um
paquete,
os
passageiros
de
3.
* classe
teem
beliche
com
colchão
e
roupa,
comida
a
portugueza
em
abundancia
e
vinho
duas
vezes
por
dia
AGENTES
EM
BRAGA
—
4imeida
&
beieria.
Trata
a
passagem
a
pagará
vista
e
a
prazo
com fiança.
ALUGAM-SE
Os
altos
da
casa
n.°
22,
na
rua do
Campo,
em
Braga,
com
excedentes
com-
modos
para
uma
numerosa
familia.
Quem
a
perlender,
dirija-se
ã
mesma.
v2237)
METAES
VELHOS
Na travessa
de
S.
João
n.°
5,
com
pra-se
toda a
qualidade
de
metaes,
e ferro
velho
até
mesmo
fundido.
(860)
José
Cardos®
de
Carvalho,
vende
ou
ri
me
todos os
foros,
sensos,
e
pensões
que
recebe
nas comarcas
de
Villa
Verde,
Bar-
cellos,
e
Braga.
Trata-se
em
Poute do
Lima
com
o
snr.
Manoel
Gomes
Cardoso e
em
Braga
com
o
snr.
Anlonio
José
Gonçalves
Nogueira,
rua
do
Souto.
(2226)
|
BOYNE .
.
13
de
Março
|
TIBER.
.
.
29
de
>
I
DOURO
.
.
13
de
Abril
TABACARIA
BRACARENSE
A
Nova
Empreza de
Trens,
annuncia
ao
publico
que
desde
o
dia
30
de
No
vembro
proximo passadp,
o
snr. Manoel
José
Ribeiro
Braga,
do
largo
do
Barão
de
S.
Marlinho,
deixou
de
ser agente
das
suas
carreiras do
Porto, Arcos, Monsão
e
Egreja
Nova,
sahindo
todas
da
sua
casa
no
largo
de
S.
Francisco
n.°
2,
jun-
cto
aos
Terceiros.
Braga
1
de
Dezembro
de
1874.
O
gerente,
(2174)
Eduardo
Pacheco.
LOJA.
CACHAPUZ
Armas
de
caça
vindas
direc-
tarnente da
Bélgica.
f2236J
Bua do Souto n.°
99, 9? A, 99 B.
Esquina
da
rua
de
Jano.
Grande deposito
de
tabacos
Os acreditados
tabacos
da
Companhia
Lisbonense
em
Santa
Apolonia
continuam
á
venda
n’
este
estabelecimento,
assim
como
tabacos
das
primeiras
fabricas
na-
cionaes
e estrangeiras,
especialmente
Cha
ruto
Bahiano.
Grande
reducção
nos
preços
dos
Rapés.
Aos snrs.
consumidores
das
seguintes
fabricas
:
Companhia
Nacional
de
tabacos
em
Xabregas
—
Companhia
Lisbonense
em
San-
le Apolonia
—
Real
fabrica
Lealdade
e
Fa
brica
Portuense.
Grandes
descontos
aos
Snrs. Es
tanqueiros
da
cidade
e
pro
víncia.
Procurações,
sellos
e
estampilhas
Vendem-se
na
Tabacaria
Bracarense,
aonde se continua
a
receber
leiras
inu-
lilisadas.
(2144)
LibMIilA
iili.dli.Mj
(LÓ&U
E
ABUAZEM
I>E PI A
AOS
Cttsa
de
confiança
—
Filial
de
Joseph
Delereu
93, Bua de Santo
André, 93
BRAGA.
N’esta casa
se
vendem musicas,
metbo-
dos,
etc. (auto
nacionaes
como
estrangei
ros,
e
pianos dos
melhores
fabricantes,
oflerecendo
mais
vantagens
que
em oulro
qualquer
estabelecimento
o
’
esle
genero.
Aíiarrça-se toda
e
qualquer
compra.
O
agente,
M.
A.
8.
Bamos.
Venda
de
ca-a
Vende-se
uma
na
rua
dos
Pelames,
de
um
andar
n.
°
45,
próxima
á
capella
de
Santa
Justa.
Quem
a
perlender falle
com
Ignacia
Rosa,
moradora
na
mesma
rua
n.
° 55.
(2202)
ALMEIDA
X
PEREIRA
Largo
do
Barão
de
S.
Martinho
n.°
18
Compram
e
vendem
acções
de todos
os bancos
e
companhias,
e
inscripções
d
’assenlamento
e
coupons.
(I)
Recibos das
inscripções
Acham-se
á
venda
na
typograíia
Lusi
tana,
rua
Nova
n.°
3,
os
novos
recibos
alterados,
e
conforme
os
annuncios
do
snr.
Delegado
do
Thesouro.
Folhinha
de
resa
Bracarense
Para 1895
Acham-se
á
venda
nas
livrarias
do
cos
tume.
Preço
com a
resa
de
S.
Bonifácio,
220
rs.
BRAGA
:
TYPOGRAPHIA
LUSITANA —
1875. - É o formato de
-
comerciominho_26011875_301.pdf
Parte de Comércio do Minho (O)