comerciominho_28011875_302.xml
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-
3.
’ ANNO
1875
FOLHA
COMMERCIAL RELIGIOSA E NOTICIOSA
NUMERO 302
Assigna-see vende-se
no
escripiorio
do
editor
e
proprietário
José
Maria Dias
da
Costa, rua Nova
n.° 3
E,
para
onde
deve
ser
dirigida
Iodai
correspondência
franca
da
porte.
=
As
assi-
gnaturas
são pagas
adiantadas
;
assim
com»
as
correspondên
cias
de
interesse
particular.
Folha
avulso 10
rs.
fi
*
KJ» 55.3
ÁS
TERÇAS, QUINTAS
E SABBADOS.
-^====F^
—jTT^BMíill
11
II
I IIIIIIIIIM
IIIIT
ITTT-nilTIl
P
reços
:
Braga,
anno
1^600
rs.=Semestre
850
rs.=Provín
cias,
anno
2&4Ó0
rs
e sendo
duas
4&00Í)
rs.=Semestre
1&250
rs.=J?r«xt/,
anno
4$i00
rs.=Semestre
2&300
rs.
moeda
forte,
ou 10&000
reis
e
5&500
reis
moeda
fraca.==Annuncios
por
linha
20
rs., repetição
10
rs.
Para
os
assignantes
Í0
°/
0
d
’
abatimento.
BRAGA-QmTA-FElRA IS DK
JAWK1RO
Eneyelieo
do
Ao»so
SaatiMimo
Padre
[ConlinuaçAo]
Quanto aos
que
navegam
e
viajam,
con
cedemos-lhes que
voltados
ao
«eu domici
lio,
ou
chegados
a uma
estação,
cumprin
do
as
prescripçôe
*
sobreditas
,
visitando
igual
numero
de
vezes a
egreja
Calhedral
ou
maior, ou
a
parochial
do
domicilie
ou
estação,
possam
ganhar
a
mesma indul
gência. Segundo
o theor
d
’esias
mesmas
presentes
letras
igualmente
accordamos
e
concedemos
aos
ditos
Ordinários
l»cses
a
faculdade
de dispensar
as
religiosas-
pro
fessas
e
as
outra#
mulheres
jovens
ou
pro-
vectas,
clausuradas
no-»
mosteiros
ou
eia
outras
religiosas
e
pias casas e
communi-
dades
e
lambem
o
poder
de
dispensar
sómente
das
visitas,
os-
anachoretas, os
erimilas
e todas
a# outras pessoas
leigas
ou ecclesiasticas,
regulares
ou
seculares,
delidas
em
prisão,
capliveiro, ou
impedi
das
por qualquer
enfermidade ou
por
to
da
outra
dilliculdade
de
poder
cumprir
as
visitas
ás
egrejas
indicadas.
E pelo
que respeita
ás
creanças
ainda
não
admiitidas
á
primeira Communhão
con
cedemos
ainda
a
faculdade
de
as
dispensar
d
’
e»la
communhão
e
permiltimos-lhes
pres
crevam
a
todas e
a
cada
uma
d’
ellas
em
particular
«ulras
ol»ras
de
piedade,
de
caridade
ou
de
religião,
em
troca
d’
essas
visitas
ou da
communhão
sacramental
res-
peclivamente,
concessões
que devem
ser
feitas
pelos
mesmos
ordinários
directamen-
te
ou
por
meio
dos
prelados
e superiores
regul
ares
d
’
essas pessoas,
ou
por
pruden
tes
confessores.
Accordamos
também e
concedemos
aos
Cabidos
e
congregações,
seculares
ou
regulares,
ás
corporações,
con
frarias,
associações
e
a
quaesquer
colle-
gios,
que
visitarem
procissionalmente
es
tas
egrejas
o
poderem
reduzir
a
menor
numero
essas
visitas,
a
seu
proprio
mas
prudente
arbítrio
Mais
concedemos
a
essas
mesmas
reli
giosas
e
ás
suas
noviças
a
permissão-
e fa
culdade
de
para
este
íim
escolherem
um
confessor
qualquer,
approvado
para
o
ser
de
religiosas
pelo
Ordinário
local.
Quanto
a
todos
outros
lieis
de
Jesus Cbrislo
e
a
cada
utn
em
particular,
leig»s
ou
eccle-
siasticos,
seculares
ou
regulares
toda or
dem
ou
instituto,
mesmo
dos
que
requei
ram
menção
especial,
concedemos-lhes
a
permissão
e
faculdade
de
se
escolherem
um
qualquer
confessor,
secular
ou
regular
de qualquer
ordem
ou
instituto
approva
do igualwente
pelo
O«dinario
actual
das
cidades,
dioceses,
ou
territórios
oude
es
sas
confissões
devem
ser
ouvidas e
a
esses
confessores
concedemos o
p»der
de
absol
ver
as
sobreditas
religiosas,
ou
outras
pes
soa-,
que,
tendo
sincera e
seriamenle
de
cidido ganhar
o
presente
Jubileu
e
pelo
ganhar
e
para
cumprir
as
outras
obras
pa
ra
isso
necessárias
a
esses
se
apresenta
rem,
dentro
do
dito
anno,
para
fazerem
sua
confissão
,
podendo esses absolvelas
por esta vez, e
no
fôro
da
consciência
sómente,
de
excommunhào,
de
suspensão
e
de
outras
sentenças
ecclesiaslicas,
de
censuras
pronunciadas
e
inllingidas
por
di
reito
ou
por
um
superior,
seja qual
lôr
a
causa,
mesmo
das
reservadas
aos
Ordiná
rios
iocaes,
ou
a
Nós
e
á
Sé
Apostólica
mesmo
nos
casos
reservados
soja
a
quem
fôr,
ao
Soberano
Pontífice
e
Sé
Apostóli
ca,
mesmo
por
fórma especial,
e
que
por
outro modo
não
se
julgassem
comprehen-
didos
em
qualquer
mais
ampla
concessão.
E
essa
absolvição
será
para todos
os
pec-
cados
e
excessos
por
graves
e
enormes
que
sejam,
mesmo
para
os reservados,
como
dissemos
aos Ordinanos,
a
Nós
e
á
5é
Apostclica,
impondo-lhes
sempre
umi
penitencia
salutar
e
outras
coisas
ordeia-
das
por direito.
Pela
mesma
auctoridade
e
amplidão
da
benegmdade
apostólica
accordamos
e
con
cedemos
a
esses
mesmos confessores
po
derem
commular
em
outras
obras
pias
e
salutares
quaesquer
votos,
inesm» os
ja-
rados
e
reservados
á
Sé
Apostólica (com
excepção
dos de
castidade,
religião e
obri
gação
recebidos por um
terceiro, ou
em
que
haja
prejuiso
de terceiro,
como lam
bem
os
votos
de
punição, chamados
pre
servativos
do
peccado,
a
menos
que
a
com-
mulação não seja
julgada
menos
eflicaz
para
preservar do
peccado, do
que
a
pri
meira
matéria
do
voto),
concedemos-lhe
lambem
o
dispensarem
esses
mesmos
pe
nitentes,
constituídos
em
ordens
sacras,
re
gulares
que
sejam,
da irregularidade e
cul
pa,
mas
sómente
da
contrahida
no
exer
cício d
’
essas
ordens
e
para
obtenção
das
ordens
superiores
em
seguida
á
violação
das
censuras.
Com
estas
letlras
porém
não
inte«de-
m»s
dispensar
de qualquer
outra
irregulari
dade
publica
ou
occiiita,
sobre
um
defei
to
ou
qualidades,
sobre
toda
outra
inca
pacidade
ou
inhabilidade
por
qualquer mo
do
conlrahidas,
nem
conceder
nenhuma
faculdade
de
dispensar,
ou
de
habilitar
e
de
restituir
ao
primeiro
estado,
mesmo
no
só
foro
da
consciência
;
nem
entendemos
igudlmente derrogar
a
Constituição
dada
com
as
declarações
opportuuas
pelo
Nos
so
predecessor
o
Papa
Bento
XIV
de
fe
liz
memória,
a
qual começa
: Sacramen
tam
Poenilenliae, e
foi
publicada
nas
Ka
lendas
de
junho
de
1B41,
da
Incarnação
de
Nosso
Senhor
e
primeiro
do
seu
Pon
tificado.
Emíim
estas
mesmas letlras não
pode
rão
nem
deverão
de
nenhum modo
favo
recer,
os
que
houverem
sido
nomeadamen-
le
excommungados,
suspensos,
inlerdictos
por
Nós
e
pela
Sé
Aposlolica
ou
por
qualquer
prelado
e
juiz
ecclesiaslico
e
fo
rem
declarados
incursos
em
outras
sen
tenças
e
censuras
ou
forem
denunciados
publicamente,
a
menos
que
não
derem
sa
tisfação
dentro
do
anno
d
’
este
Jubileu,
ou
que
se
não
tenham
composto com
as
par-
tes,
nos
casos
em
que
isso
seja,
necessá
rio.
*
De
resto, se
alguns,
depois
de
começa
do
o
Jubileu,
apesar da intenção
de
cum
prir
todas
as
obras
prescriplas,
suiprehen-
didos
pela morte, não
podessem acabar
o
numero
de
visitas
determinado, Nós,
dese
jando
bondosamente
favorecer
a
sua
pie
dosa
e
bem
disposta
vontade, queremos,
que
taes
lieis,
verdadeiramente
arrependi
dos,
confessados
e
restaurados
pela»
Santa
Communhão
ganhem
a
indulgência
acima
nomeada
e
a
remissão de
seus
peccados
do
mesmo,
que
se
houvesssem
realmente
visitado
as
egrejas
indicadas
e
nos
dias
prescriptos.
Se
*
todavia
alguns,
depois
de
obtida,
em virtude das presentes
letlras.
a
absol
vição
das
censuras,
ou
a
commtiiação de
votos,
ou
as
dispensas supramencionadas,
viesse
a
mudar
do
serio,
sincero
e
aliás
requerido
proposito
de
ganhar este Jubi
leu
e
lambem
do cumprimento das
outras
obras
necessárias
para
o
ganhar,
bem
que
por
isso
diílicilmenle possatn
ser
conside
rados
isemplos de
peccado,
todavia
Nós
decretamos
e
declaramos, que estas absol
vições,
commutações
e
dispensas, obtidas
com
a referida intensão,
subsistam
em
io
da
sua
torça.
Queremos
também
e
decretamos,
que
estas
letlras
sejam
inleiramenle
validas
e
eílicazes
;
que
recebam e obtenham seus
plenos
eíletlos,
onde
quer
que
sejam
pu
blicadas
e
poslas em
execução
pelos
or
dinários
Iocaes;
que
sejam
inteiramente
favoráveis
e uleis
a lodos
os
lieis
chris-
lãos,
que,
vivendo
na
graça e na
obediên
cia
á
Sé
Aposlolica,
habitam esses
toga
res ou
a
elles
voltarão depois
de
suas
na
vegações
e
viagens
isto
não
obstante
qtiaes-
quer
constituições,
como
as
de
se
não
con
cederem
indulgências
e
as
outras
con»li-
luições,
ordenações,
geraes
eu
especiaes,
reserva
de
absolvições e de perdões,
»n
de
dispensas,
tanto
apostólicas,
como
pu
blicadas
em
concílios
tniversaes,
provin-
ciaes
ou
syoodaes
;
não
«bstante
ainda os
estatutos,
leis,
usos
e costumes,
privilé
gios
oo
indultos
de quaesquer
ordens,
mendicantes
ou
militares,
da
congregações
ou
institutos, munidos
mesmo de
juramen
te,
da
coofiimação
aposlolica
ou
de
ioda
outra
auctoridade; não
obstante
ainda
as
letlras
apostólicas
aos
mesmos concedidas,
sobretudo
aquellas,
onde.cuidadosamente
se
expressou,
que
os
professos
de
certa
or
dem,
de
certa
instituição,
de
nenhum
mo
do
podessem
confessar
os
stus
peccados
a
extranbos,
á
propria corporação.
Nós
de-
rogamos inteirarnente
todas e
cada
uma
d
’estas
regras
em
particular,
mesmo quan
do,
para
sua SHlIiciente
derogáção fosse
necessário
fazer
d
’
ellas e
de
todas
as
suas
disposições
menção
especial, especificada,
expressa
e
iodividualisada;
mesmo
quan
do
fosse
para
isso
ordenado
uma
certa
forma
considerando
essas
disposições
co
me
inseridas
n estas
letlras
e
essas
fôr
mas,
como
exaclissimamente
observadas,
por
esta
vez
sómente
e
só
para
obter
o
efleito
acima
enunciado.
Derogamos emíim
todas
outras
regras
contrarias,
quaesquer
que
sejam.
[
Continua)
—
-------
Estão
abertas as
camtras.
Se
as
diflerentes
sessões
legislativas
que
no
longo
periodo
de
quarenta
annos
se
tem
«uccedido.
nos
não
fossem
desengano,
poderiatnos
alimentar
ainda
.
algumas
es
peranças sobre o
futuro
que
os chamados
representantes
do
povo, por
occasião
de
serem
eleitos,
nos
disseram,
que
haviam
de
preparar.
Mas infelizmente
essas
promessas,
tan
tas
veses
repelidas
como
um
expediente
eleitoral,
tem-se
tornado
em
outras
taolas
illusões,
apenas
os
pretendentes
se
encon
tram
de
posse
d
’
uma
cadeira
em
S.
Benio.
Que
sairá
de
bom
da
actual
sessão
legislativa
?
Nada
;
crêmos
poder
afiirmal-o.
As
camara^
são
apenas
como
um
es
pelho
onde
se
reíltciem
as
feições
ruoraes
dos
governos
que
as elegeram.
E
nós
já
sabemos
o
que
temos
a
es
perar
do
actual
ministério,
que
supposto
não
seja
dos
peieres,
está
com
tudo
muito
inferior
ás
verdadeiras
necessidades
do
paiz.
Não
queremos
diser,
que
os
actuaes
ministros da
corôa» careçarn
de
intelligen-
cia
necessana,
para
de
promplo
remedia
rem, se
quiserem,
o
mal
onde
elle
estiver.
Mas
o
que
é certo
e
o
que a
expe
riência nos tem
mostrado
de
sobejo
é
que
os
bedos
d®tes
de
intelligencia
,
quando
desacompanhados
de
uma
verdadeira
força
de
vontade,
de
pouco
aproveitam
para
o
interesse
publico
Pois esta
falta
de
vontade,
filha
sem
pre
de
causas
que
acluain
em
todos
os
governos,
mais
ou
menos
eivados
de
ideias
revolucionarias, será
ainda
o
grande
de
leito
dos novos
eleitos,
cuja acção
lerá
de
ser
por
isso
mesmo
muito limitada.
E’ certo
que
as
camaras
votarão tudo
quanto
o
governo quiser
que
seja
votado.
Mas
é
mais que
duvidoso,
que os
snrs
ministros
pela
sua
parte
tentem
al
guma
coisa
de grande
que
possa
salvar
o
paiz
d’
esse
cahos
e
anarchia,
para on
de
a
dissolução
dos costumes,
sempre
em
augmenlo,
nos
vae
levando.
O paiz
não
tem
só
necessidade
de
ca
minhos
de
ferro.
Outras
precisões de
maior
momento
pedem
para
serem
altendidas;
e
pois
que
a
ellas
estão
ligados
não
só
a
honra,
mas
lambem
o»
interesses
pátrios,
é
por
elhs
que
se
de»ena começar.
O
estado
miserável
das
nossas
pos
sessões
ultramarinas,
desprovidas
de tudo
quanto
as
podia
tornar
grandes
e
flores
centes,
a
decadência
e
abatimento
em
que
se
encontia
o
padroado
portuguez
no
Oriente,
á
falta
de
soldados
da
cruz
que
nos
assegurem
n
’aquellas
longínquas
para
gens,
as
gloriosas
conquistas
dos
nossos
antepassados,
bem
mais
do
que
quaesquer
outras
empresas
deveria
chamar
a
aiteo-
ção
do
governo.
E
se
do
ultramar
viermos para o
continente,
as
cireumstancias
precárias do
nosso
cler»,
manieta.do
aos caprichos
e
velleidades
de
qualquer
ministro,
a falta
de acção
da
Egreja,
ora pela pobresa
em
que
a
tem
deixado
o
liberalismo
atheu,
era
pela
pressão
que
sobre
ella
exerce
o
regalismo
impio, o
completo
abandono
a
<|ue
está
volada
a
ínstrucção,
principal
mente,
religiosa,
e
que
é
a
fonte
e
ori
gem
de
tantos
crimes
e
misérias
que
to
dos
os
dias
enchem
as
parles
de
policia
a
ceolralisação
de
tudo
no
estado,
que
’
paralisa
e
lolhe
ioda
a
iniciativa
boa das
colleelividades
mais
pequenas,
são
outros
tantos
erros
que o
governo
deveria
emen
dar,
bem
antes
dos
projeclos
que
o
preoc-
cupam
Mas
tudo
será
abandonado,
tudo
será
desattendido, embora
as cireumstancias
de
dia
para
dia
mais
o
estejam
reclamando.
E
pois
que
a
vontade
do governo
é
a
das
camaras,
o
paiz
continuara
gemen
do
em
vão,
sem
que
nada consiga
dos
sacrifícios
que
se
lhe
exigem.
Não
seria
po
s
melhor
supprimir-se
por
inútil
este
simulacro de
representação
po
pular,
que apenas
serve
pafa
crear
odios,
promover
desgostos
e
escândalos?
O«
judeias
e
om
chanaadoas
catlaoli-
eos
liberaeta.
O
mosteiro
benedictino
de
Mariaslein
acaba
de
ser
extincto
em
nome
da
liber
dade
que
hoje
se
go-a ná
Suissa.
O»
respeitáveis
f’ad<es
de
Mariastein
dirigiam o
unico
collegio
de
Soleure
que
a
mocidade
calholica
podesse
Irequenlar
sem
ouvir
insultar
a
propria
lé,
e
era
es
te
o
principal
ct
ime
que
tinham aos
olhos
do
liberalismo,
o
qual,
reduzindo
á
nada
lodo
o
easino
religioso,
espeia
poder
che
gai
a
ciear
uma
geração
athea,
e
assim
sempre
disposta
a
submetler-se
ao
seu
jogo.,
E
de
notar
que,
fazendo-se
sobre
esta
suppressão
uma
especie
de
plebscito,
foi
approvada
por
8:356
votos
contra
5:896,
sendo
porém
admittidos
lambem
a
votar
3:500
protestantes
!
E
por
essa
occa-ião
o
jornal
governalivo
«Jagblatt»
não
se
en
vergonhou
de
escrever
as
seguintes
inno-
cenies
palavras,
as
quaes
manifestam
bem
clarameiiie a
liberdade
que
presidira
n’
a-
quelle
plebscito
:
<Se
fossemos
vencidos,
e se
os
ultramonlanos
devessem
prevalecer
tiós
saberíamos
valer-nos
dos-punhaes»
!
I
!
Mas
passemos
á
circnmslancia
que
sug-
geiiti
a
epígrafe
d’esie
artigo. Havendo
de
arrematar-se
os
objectos
peilencentes ao
sobredito
mosteiro,
o
Rabbino
de
Nieder-
hagenlhal
prohibiu
aos
judeus,
ameaçan-
do-os
com
o
castigo
celeste,
de
comprar
o
quer
que
fosse
d’aquelle
espolio,
e
foi
liehnente
obedecido.
Os
taes
porém
que
se
dizem
calholicos
e
que são
liberaes
não dei
xaram
de honrar
o
leilão,
o
qual
teve
lo
gar no
meio
d’uma
verdadeira orgia,
e
Ituou
até
á
noite,
acompanhado
de
cla
mores
injuriosos
contra as
victimas
de
es
poliação.
Estes
bons
religiosos
tiveram
a conso
lação
de
receberem
do
presidente
da
Re
publica
do
Equador
um
honroso
convite
para
que
fossem
alli
estabelecer-se
e
of-
ferecendo-lhe
um
fértil
valle
perto
de Qui
lo
Elles porém,
nas
vistas
de continua-
ie(n a
ser uteis
á
sua palria,
que
mais
do que
nunca necessita
de
quem
a
ampa
re nas
boas
doutrinas,
resolveram
eslabe-
íecer-se
em
França,
junto
das
fronteiras
helvéticas'.
—--- -«<.■;»
*
-
---
C»rresp»n«le9ieia
estrangeira
PARIS,
16 DE
JANEIRO
/
Correspondendo.,
particular
do
iCommer-
cie
do
Minho
*
)
[Conclusão
<lo n.°
antecedente]
Não
podem
os
leitores imaginar
o
que
os
nossos
deputados
hão feito
para
ganhar
tempo antes
de
chegar
a
estas
questões
que
nos
interessam
com lào
justo
titulo.
Elles
teem
espaçado
tanto
quftnlo
pos
sível
a
discussão
sobre
a
lei
dos quadros;
leem
feito
muitos
discursos
sem conse
guirem
mu
lar
o
estado
de
coisas
existen
te
no
exercito,
e
assim
teem
passado
uma
semana.
Supporeis
qual
é
a
combinação que
de
preferencia
agrada a
um
crescido nunero
de
deputados
?
E
’
voitr,
depois
d
’oma
primeira dis
cussão
totalmenle
inútil
sobre
as
leis
cons-
litucionaes,
a passagem
a
uma
segunda
leitura,
e
intercalar
no
intervalio
o
orça
mento,
para entreterem
mais
alguns
me-
zes
e
chegarem
por
este
modo,
sem
na
da
lerem
feito,
ás
ferias
d<
Pasclioã.
Eis ao que
somos chegados.
Todo
o
mundo
está
fatigado
do
slalu
quo,
e
deseja
ar
Jentemcnle
sair
do
pro-
vrorio
sob
o
qual
vegetam»
*
.
Temos
espe
rança em
que
todas
as
intrigas serão
des
pregadas, e
que
Henrique
V
será
chama
do
pela
uação a
occupar
o
throno
que lhe
pertence.
Se
se
não
apres-a
esta
solução,
os
bo-
napartistas
aproveitar-se-hão
d’
esta
incer
teza
e
procuiarão
derrubar
o
governo
pa
ra
tomarem
o
seu
logar.
A
ninguém sur-
prehenderia
este
novo
golpe
datado
bo
napartista.
Elles
fazem
uma
propaganda
descontinuada.
M.
Rouher
e
seus
amigos teem
or-
ganisado
«comités»
que,
segundo
as
infor
mações
ba
dois
dias
fornecidas
á
cama
ra,
se
espalham
por
toda
a
França
e
oc-
cupain 66
departamentos.
Estes
«comités»
distribuem
ha
dois
ân
uos
milhares
de
brochuras
pelas aldeias,
e
grande
quantidade
de
fotografias
do
prín
cipe
imperial.
Os
agentes
bonapartistas
procuraram
convencer
os
sirnplices
de
}iie,
com
o
re
torno
do
império,
o
commercio
recobrai
iá
toda
a
acliviJade
d
’
odtrora.
Estas
palavras
teem
conseguido imbair
alguns
campone-
zes,
e
até
alguns militares.
Estes recor
dam
que,
sob
o
reinado
Je
Napoleão
III,
o exercito
trabalhava
menos
do
que
ho
je,
os
regimentos
*
oão
faziam
manobras,
e
os
oflicaes
passavam
o
>eu
tempo
nos
ca
fés. Tudo
isto
lisongeia
os
instincios
ma
terialistas
d
’um
grande
numero
de
france-
zes,
que
desejam
a
volta
do
império
afim
de
satisfazer
suas
commodidades
;
os
func-
cionarios
imperialistas
não
choram
o
im
perador,
mas
sim
os
seus
proventos
per
didos;
a
soa
afleição
pelo
regime caido
é
guiado
pelo
interesse
mais
sordido.
Ha
dois
dias
está a
Camara occupada
com
estas
machinações.
Foi
nomeada
uma
commissào
encarregada
de fazer
um
in
quérito sobre
todos
estes
factos ; elh es
tá
na
firme
resolução
de
proseguir
activa-
mente
n
’
esle
n
gocio
com
o
fim
de
mos
irar
ao
paiz
a
propaganda
bunaparlista.
Ha,
porém,
a
receiar
que
um
golpe
dis
tado
venha
inlei
romper
bruscamente
estes
trabalhos,
e
eis porque eu
lhes
dizia
mais
acima
que
d’um
para
outro
momento
nós
podemos
recair sobe o jugo
booapartisla,
o
que
seria
para
a
França
o
cumulo
da
deshonra.
A
proposito
de
bonapartistas, dir-lhes-
hei
que
no
ultimo
domingo
elles
mandaram
celebrar
em
toda
a
França
missas por
al
ma
de
Napoleão
III;
em
Paris assistiu to
da
a
flor
da
sociedade
imperialista,
exce-
pto
alguns
dos
membros
mais
influentes,
que
tinham
ido
a
Chislehurst
para
celebrar
corn
o
seu
proprio soberano
o
anniversario
da
morte
do
ex-imperador.
Todos estes
stiílragios
foram
celebrados
ante
uma
gran
de
aflluencia
a quem
tinham
provavelmen
te
pagos
de
aule-mão.
Realisa
se
ámanhã
ainda
um
combate
eleitoral
no
departamenle
dos Allos-Pyre-
uens
entre
um
candilato booapartisla
e
um
candidato
septennaliçta.
Os leitores
de
vem
saber
que
a
primeira
votação
teve lo
gar
ha
quinze
dias, sendo então
quatro
os
candidatos
;
dois d
’
elles, porém,
M
de
Puységur,
legitimista,
e
M.
de
Brauhanban,
republicano,
tiveram
a
generosidade
de
de
sistir
em
favor
de
M.
Alicol,
contra
o
candidato
booapartisla.
Pos^a
esta
boa
vomade produsir
os
desejados
frucios!
Para terminar
eis algumas
cifras
elo
quentes
que
mostrarão
melhor
que todas
as
frases
do
mundo
o
bem
produsido
pe
las
Sociedades
de
S.
Vicente
de
Paula,
tão
estranhamento
calumniadas. Esta
sociedade
distribuiu
ao
*
pobres
no
ana® preterito
3:487:754
francos.
A
França
deu
2:233:994
fr.
;
a
Bélgica
666:000;
a
Irlanda
330
000;
a
America
300:000;
a
’
halia
300:000;
a
Allemanha
e
Áustria
360:000.
Que
responderão
o«
radicaes de lodos
os
paizes
em
face d'esta
magnilica
mani
festação
de
caridade
christã?
H.
KEVISTA
ESTWíGEIBl
São
do
«Correio
da
Tardt»
e
do
«Di
reito»
as
noticias
que
aproveitamos
para
esta
secção.
Não
publicamos
os
lelegrammas
por
que
são loialmeoie
destitui
les
de
interesse.
Os
inti iocheirainenlos
das
linhas de
Andoáin
e
Velabieta,
devidos
á
activida-
de
do
valoroso
brigadeiro
£ga
na,
do in
cansável coronel
Lasa,
e
do
zelosissimo
Snr.
Macaraga,
já
estão
terminados,
es
tando
em
tal estado
de defesa,
que
um
punhado
d
’
h©m«n$
póde
de
*
aíiar
um
exer
cito
formidável.
—
O
general
Mendiri
dirigiu
ás
soas
tropas
a
seguinte
ordem
do
dia
:
Exercito
real
do
Norte,
estado
moi»r
general
Voluntários.
—
O
exercito
inimigo
acaba
de commeiler
urna
nova
perfídia;
mais
uma
vez
trahiu
os
seus
juramentos,
mais
uma
vez
trahin
os
srus
compromissos,
rasgou
es
*
e
codigo
sagrado
com
o
qual
a
sua
existeocia
é
impossivèl.
Se
n’
esse
exercito
ha
ainda
algaem
que
tenha
uma
somb<a
de
dignidade, deve
cobrir-se
de
vergonha.
Com
a
proclamação
do
filho
de
D.
Iza-
bel,
.feita
por
um
partido
que
já
gover
nou
o
nosso
paiz,
e
não
soube
evitar
as
desgraças
que o
desolam,
sendo
elle
pro
prio
o
que
mais
contribuiu
para
abater a
fé,
destruir
a
dignidade
e
os
lhesouros
nacionaes,
o
inimigo não
augmenta
a
sua
força;
pelo
contrario
enfraquece-se,
pçrque
sob
a
bandeara
da
republica,
se
mostrou
unido;
com
a
que
acaba
de
arvorar,
logo
que
os
partidos
extremos
saiam
da
espe-
cie
de slupor
que
lhes
causou
este
acon
tecimento,
que
conheçam
que foram
der
rubados,
e
que
os
seus
eternos
inimigos
são
os
únicos
que
se
sentam a me
*a
do
festim,
a
gueria
que
hão de
declarar
ao
governo
será
uma
guerra
de
morte.
Hoje
o
exercito, revolucionário
póde,
como
vós,
gritai
:
Viva
El-Rei!
mas
elle
não
defenderá
a
instituição
m^narchica
pura,
nem
o
rei
legitimo;
mas uma
menarchia
bastaida,
filha
do
liberalismo,
e um
rei
fraco
que
com
o
seu
titulo
servirá
apenas
de
capa
aos
governantes
para
commetterem
toda
a
especie
de
crimes.
Esse
exercito
poderá,
como
vós,
gri
lar
:
Viva
a Religião!
mas
não
defenderá
a Religião
de
seus
paes.
defenderá
a
seita
catholica
liberal,
que
o
nosso
Santíssimo
Padre
o
Papa
Pio
IX
declarou
muito
peior
que
a
demagogia
a
mais
desenfreada
e
a
mais ímpia.
Poderá
talvez
grilar,
como
vós:
Viva
a
Hispanha
!
Mas
elle
não
quer
essa
His-
panha
que
causava
inveja
ao
mundo
in
teiro,
que
a
Hispanha
abatida
e
despoja
da
do
manto
da
sua
antiga
gloria.
Talvez
o
governo a
quem
aquelle
exercito
offere-
ceu os
seus
serviços,
vos
oflereça garan
tir
os
vossos
lueros,
garantias
que
nos
dão
as
veneráveis
tradições d
’
este
nobre
paiz
;
será
uma
promessa
hypocrila,
que
jámais
cumprirão,
oão
acrediteis
nos
seus
vivas, nas suas offertas
e
promessas;
são
homens
sem
dignidade
e
sem
consciência
que vol-as
dirigem,
é
que
não
leem
ou
tros
fins
senão
pela ruma
da
patria
sa-
lisfaserem as
suas
ambições.
Aqueiles
que
ha
mais de 50
a
unos
prégam a
paz,
sem
deixarem
passar
um
anno
sem
faser um
pronunciamento,
uma
semana
sem
uma
rebellião;
são
os
mes
mos
que
pregando
moralidade
e
econo
mias,
roubaram
os
bens
da
Egreja
devi
dos
á
piedade
dos
poves,
e
sobrecarrega
ram
a
nação
com
uma
divida
enorme,
que
lhes
é
impossível
pagar.
Para
vencer
o
inimigo,
sob
esta
nova
fase,
não
necessilaes
grandes
esforços,
basta-vos
conservar a fé
que
vos
inspira
a
santa
causa
que
defendemos,
conservar
a
doçura
de
vossos
costumes, 9
obediên
cia
a
vo
*ssos
superiores,
e
esse
valor
que
faz
a admiração
de
toda
a
Europa.
Com
taes
virtudes, estae
seguros
que
destruiremos,
os
nossos
inimigos,
e eollo-
caremos
no
throno
de
seus
avós
o
rei
legitimo de Hispanha,
o
rei
cavalheiro,
nos
so
inuiio amado
soberano,
o
snr.
D.
Cer-
los
VII.
Voluntários,
Viva
El-Bci
!
Torqualo
Mendiri.
Pueote
la
Reina, 8 de
janeiro
de
1875.
—
Escrevem
de Poente
la
Reina ao
«Courrier
de
Bayonne»:
Uma
columna
liberal,
querendo
faser
no
dia
6
um
rêcenhecimento
até
Balmase-
da,
foi
surprehendida
pelo
batalhão
das
Aslurias
e
quatro
companhias
do
batalhão
de
Marquina
;
ainda
qne
inferiores
em
numero,
os
carlistas
não
hesitaram em
dar
batalha
aos
liberaes,
que,
postos logo
em
derrota
por
uma
vsgorosa
carga
de
bayonela,
deixaram era nosso poder
44
soldados
e
um
oílicial
prisioneiros,
e uma
grande
quantidade de
armas
e
munições.
Do
correspondente
da
«Palavras:
«Quanto ás
tão
apregoadas
dissidências
entre
os
carlistas
do
Norte,
nada
ha de
importante,
e
apenas
algum
desgosto
en
tre
o*
biscainhos
qne
desconfiam de
alguns
de
seus chefes
procedentes
do
exercilo.
aos
quaes
consideram
affonsinos,
e
este
mesmo facto
revela
qual
a
disposição
d
’animo
em
que
se
encontram
as
forças
que
combatem Este
sistema
de
propalar
que
existem
dissidências
é
já
muito
an
tigo
e a
ninguém
prejudica
tanto
como
a
quem
se
serve d
‘
elle
quando
se
reco
nhece
serem
falsas.
No
centro
a
presença
de
Dorregaray
deu
nova
face
á guerra
e
crê-se
que
sa
berá
orgamsal-a e
impor-se
aos
chefes
ás
suas
ordens
para
que
não
operem
isola-
<ia«aente
e
cada
um
por
sua
conta,
que
é
o
defeito da
insurreição
n
’
e4e
territó
rio.
Receia-se
que
a
lucta
venha
a tomar
n
’
este
ponto um
aspecto
gravíssimo
em
consepiencia
das
ultimas
ordens
que
de
ram
os
belligerantes
e
que
já
são
conhe
cidas
dos
leilores.
Dos
combatei
dados
na
Catalu»ha
e
no
Centro
só
me
occupo
para
diser,
con
tra
o
que
allirmou
a
«Gaceia».
que
não
teem
importância
alguma,
havendo
entre
elles
algum,
como
o
que se
diz
ter
sido
dado
contra
Savalls,
que
é
uma
pura
in
venção».
Comaoada
para «» 83. Padre Pão 33K.
Transporte
recebido
.........................
34$860
Um
anonimo
de Ganedw
(Cclorico)
610
Um
dito.
.
.
.
.
.
.
5it0
35^)70
Estes
fieis
imploram
a
bênção
de
Sua
Santidade.
GAZETILHA
A Egreja c o Estado. —
A «Palavra»
copiando
o
artigo
que
ha
dias
inserimos,
com
este
titulo,
acompanha-o
das
seguin
tes
linhas
:
O
artigo
que
com
este
titulo
hoje
pu
blicamos
é
transcripto do
«Commercio
do
Minho»,
onde
saiu
ba
dias.
Escreve-nos
de
Lisboa
um nosso
amigo
e
collaborador,
«lizendo-nos-
:
«Por Deus
transcrevam na
«Palavra»
esse
artigo
A
Egieja
e
o
Estado,
pois
já
d
’
ba
muito
que
não appareceu
escripto
tão
notável
e
substancial na
imprensa
periódi
ca.
Nào
exagero.
Dêem
parabéns
da mi
nha
parle
ao
snr.
D.
Miguel
Sotlo-Mayor.»
Já
tínhamos
lido
o
artigo,
e
logo
as
sentamos
publical-o,
apesar
de
nos
não
chegar o
espaço
do
jornal
para
tanta
coi
sa
boa
que
reclama a
publicidade
em
nos
sas
columnas.
Em
vista
do
pedido
que
nos
dirige
aquelle
nosso
amigo,
damo-nos
pres
sa em
publical-o.
Grandes
serviços
ha
feito
á
causa da
Egreja
com
seus
escriptos
o snr.
D.
Mi
guel
Sotto-Mayor,
que
lodos
qualificam
um
dos
primeiros
escriptores
religiosos d
’
esle
paiz,
na
aclualidade.
O
«Apostolo»
do
Rio
de
Janeiro,
ainda ha
pouco
publicou
lodo
o
seu
recente
e
notabilíssimo
trabalho
so
bre
os Velhos
Catholicos,
trabalho
que pe
na
foi
nào
se
vulgarisar
mais
entre
nós,
pois
ou
não
se
annunciou
ou
annnnciou-
se
pouco
o
se« preço
e
o
local
da
veada.
Eis
uma
prova
de
que,
assim
como
em
Portugal,
lambem
no
Braz.il
se
apreciam
cmidignamente
os
escriptos
d
’
este
nosso
dign»
collaborador.
O
«Apostolo»
egnalmenle
tem
publi
cado
lodos ou
quasi
lodos
os
Quadros bí
blicos
do
rev4.
in
°
sor.
Padre
Castro
da
Cruz.
Achado
euriome.—
Na
Foz
do
Sena,
não
longe
do
Havre,
acaba
de
fazer-se
um
achado
bastante
curioso.
E’
um
cubo de
um
pé
por
lado
pouco
mais
ou
menos,
com
um
buraco no
qual
se
achava
um
frasco de
vidro
muito gros
so.
Tralaiam
de
o
abrir
e
viram
que
con
tinha
um
bilhelesinho
perfeitamenle
prote
gido
da
agsa do
m»r por
meio
de
uma
rolha. No
bilhete
estavam
escriptas estas
pa
lavras, em
letra
tão
fresca
como
se
datas
se
da
vespera
:
I
«Expedição
do
príncipe
Napoleão
ao
polo
norte
;
procura
correntes,
25
de
ju
nho
de
1860,
por 73
graus
de
latitude
norte,
12 graus longitude
leste.»
Tcd
»s
os
dias, a
expedição
lançava
por
cima
da
borda
cubos
de
madeira
assim
preparados,
cujo achado
posterior,
em
lodos
os
pontos
do
globo, devia deter
minar
a
direcção
das
correntes
que sul
cam os
mares.
Ha 15
annos,
é
este o
primeiro
dos
taes cubos
que se
encontra.
Parece
pois
resultar
d
’
eUa descoberta
que
uma
corren
te,
parl>ndo
dos
mares
polares,
vem
en
trar
u
’
elle
o
mar
norte
e
contornar
a
Fran
ça
pelo
Pas
de
Caiais
e
pela
Mancha..
(O
Popular)
Quando?
—
A
ex-rainha
D.
Izabel de
clarou que
não
visitaria
«eu
filho
sem
que
houvesse
paz
no
paiz.
Quando
então?
repelimos a
pergunta;
eslão
as
coisas
tão
feias,
tudo tão
«mal
parado»
e os
carlistas
a
crescerem
em
forças e
a
alargarem o seu
dominio...
Depois
da
pacificação
dTlispanha
virá
D.
izabel
ver
su
hijo
ou
irá
elle
visitar
su madre?
Ahi
fica
uma pergunta
e
um
prémio
para
quem
nos
souber
responder.-
—
(Ata
laia.)
Cego laahit.
—
Um jornal
de
Sevilha
f<ílla
de
um
cego
de
nascimento,
organis
ta
instruído e
qne
decidiu
uma
questão
de
segundos
com
o
seu
rclogio
na
mão,
de
clarando
que
tinha n’
elle
mais
confiança
porque
elle
propri»
o
tinha
«desmontado
e
consertado».
Além
d
’este
fado,
de
per
si
maravilhoso,
joga
as
cartas,
o
dominó
e
dá
outras
prosas
surprehendenles,
con
centrando
toda
a
sua
aclividade
iniellec-
tual
em
imenções
mecanicas.
Diz se
que
onze annos
empregou
cm
construir
uma
pequena
machina
que
levanta tresenlas
libras com
o
peso de
uma
onça.
•Bornal
«las
Samag,—
Publicou-se
o
n.°
97 (fe-ia interessante
revista de
iit-
leratura
e
modas,
uuico
jornal
dedicado
ás
senhoras
que
em
Portugal
existe;
conten
do
uma
bem
detalhada revista de modas,
com
a
clara
descripção
das
modas
toiletles
que
Se
usam
em
Paris,
para p
sseio,
reu
nião,
baile,
noiva
jantares,
viagem, meni
nas,
clc., eosinande
a
ultima
moda
dos
casacos,
polonezas.
túnicas,
corpetes, man-
teleles.
chapéus,
fichus,
etc.,
etc.
Acom
panha
este
numero
ires
beílos
e
elegan
tes
íigurinhos
gravados
e
illuminados
ern
Paris.
Pubhca
alternadamente
debuxos
e
mol
des
paca
fazer
fato
de
senhora,
executados
em
França,
e
ufferece aontialm
nte
seis
valiosos
© findoM briaades,
bem
Como
se
dá
grátis,
a
quem
fizer
a
assignalura
pelo presente
anuo,
um
exemplar
do
No
vo
manual
d«»
florinta,
methodo
pura
aprender
a
fazer
flores
de
papei e
de ca
ra,
augmentado
com
um bello
tratado
de
jardinagem,
a
linguagem
e
o
embiema
das
flores, e
muitas
receiias
necessárias
pa
ra
a
conservação
das
toiletles
das damas,
ornado
de
estampas
explicativas.
A
empreza
oflerece
mais
aos
seus
as-
signaoles uma
obra
de receohecido inte
resse
familiar,
a
qual se
dislribue
mensal
mente
ás
folhas
e
grátis.
Assigna-se
por
anno
2^0
’10
réis para
Lisboa,
ou
2$í00
para
as
pruv
ncias,
franco
de
porte,
na
li-
vraii>
do
editor Joaquim José
Bordalo,
rua
Augusta n.°
24 e
26.
A
importância da
assignalura
para
as
províncias
póde
ser
remetida
por
meio
de
um
vale,
ou
em
estampilhas
do
correio.
Rtaufragio.
—
Do
«C.
do
Porto»
de
26:
—
Auie-hontem,
ás 9 horas da
noute,
encalhou
rft
praia
do
Senhor da Areia
pro-
ximo
de
Mathusinhos
o
hiate
«Assombro
dos
Fajardos»,
que
com
outros
esperava
occasião
de
entrar.
O
hiate
«Assombro
dos Fajardos» vinha
de
Setúbal
com
3
dias
de
viagem,
e
per
tence
aos
snrs.
Gomes
&
C.
a
,
d
esta
ci
dade.
A
cerca d
’
este
naufragio,
eis
*
s
prome-
nores
que fornecem
os
telegrammaí
dirigi
dos
á
Associação
Commercial
:
Foz
21 de
janeiro á
1
h.
e
30
m.
da
lacde-Uin
dos hiates
á
vista
cliama-se
<
Assombro
dos Fajardos
*
.
2
h.
e 20
m.
—
O
hiale
«Assombro dos
Fajardos»
tem
bandeira
içada
a
pedir
soc-
corro.
4
li.
e 30
m.
—Vae
utna
lancha
do
bu
le
«Assombro dos
Fajardos»
em
direcção
ao
vapor
ing.'«Oporlo»
cona nove
homens,
julga-se
lèrem
abandonado
o biate.
25,
ás
7
h.
da
manhã
—
Os 9
homens
tripulantes
do
biate
foram
recebidos
a
bor
do
do
vapor
ing.
«Oporto».
O
navio
ficou
completa'menie sem
governo
e
seguiu
vol
tado
com
prôa
a
S.
0.
Ignora-se
qaal
reja
a
a
varia.
Legado a um
medico.—
Acaba
de
morrer
em
Fontainebleau, em
edade
mui-
.
to
avançada—noventa
annts—
uma mulher
muito
rica
e
de
muilo
espirito.
O
seu
tes
tamento,
aberto
mesmo
no
dia da
sua
morte,
continha a
seguinte clausula
:
<
Deixo
ao meu
medico cujos
cuidados
esclarecidos
e
sabias
prescripçóes
me
pro
longaram
a
vida,
tudo
o
que está
no
baliu
de
carvalho
do
meu
gabinete
de
loilelle.
Encontrarão
a
chave
do
dito
bahu
debai
xo
do
travesseiro
elástico
da
minha
cama
>
Grande
sobresalto
dos
herdeiros
que
veem
escapar-lhes
os
thesouros
da
defunçta.
Fi
nalmente,
cbega
o
medico
a
quem
tinham
ido
prevenir.
O
tabellião entrega-lhe
a
cha
ve
do
bahu...
Abrem-no...
O’
surpresa
I
Continha
intaclas
e
até
por
desarrolhar,
todas
as
drogas
e
poções
que
o
doutor
re
ceitava
á
sua
cliente ha
vinte
aunos.
Horrorosa
morte.—
O
«Correio
Me
dico»
narra
o
seguinte
caso
:
E’
prohibido aos
judeus,
pelos
seus
preceitos
religiosos,
guardarem
sem
sepul
tura
um
cadaver
por mais
de
24
ho
ras.
Em
Brody,
na
Gallicia,
adoeceu
ulii-
mamente
uma
dama
israelita,
esposa
de um
opulento
negociante,
e, julgando-a
morta,
sepultaram-a
no
dia
immedialo
ao
do
sup-
posto
fallecimento.
Passada
uma
semana,
o
viuvo
mandou
abrir
a
sepultura
da
mulher,
com
a
per
missão
do
Rabino,
para
contemplar
ainda
uma
vez
a
que
fora
sua
consorte;
mas.
com
grande
assombro
«eu
viu
que
a
mor
talha
estava
manchada
de
sangue
e
havia
lodos
os signaes de
lucta
sustentada
pela
mulher
para
se
desembaraçar
do
encerro
:
era então
verdadeiro
cadaver.
Appelo
ú caridade.—
Uma
família
dislincta
e
cutr’
ora
rica
de bens de
forni
na,
composta
de
cinco
pessoas
sendo
pae,
mãe
e
Ires
innoceules
creancias,
encon
Ira-se hoje
a
braços
com
a
mais
completa
miséria.
A
favor
d
‘
esta infeliz
familia,
tão
duramenle
provada pela
Providencia,
vi
mos
hoje
implorar a
caridade
de nossos
assignantes
e
leitores,
ficando
desde
e>te
momento
aberta
uma
subscripçao n’
esla
redacçãn
e
em
ca-a
do
snr.
M>.uoel
José
Vieira
da
Rocha,
rua do
Souto.
Dinheiro
recebida
Transporte..........................................
180300
Em
casa do
snr
M.
José
Vieira
da
Rocha:
Um
anonimo J.
C
......................
400
>
»
J.
A.
P.........................
50000
»
»
A.
V.
A..........................
10000
240900
SECÇÃO
DE COMMUNICADOS
Snr.
redaclor
Pedimos
a
v. a
publicação da
seguin
te
carta,
que
enviamos ao
Jornal
do
Mi
nho,
e a
resposta que
do
seu
proprietário
e
editor
obtivemos.
De
v.
Almeida
Pereira.
lll.
nin
Snr.
Vendo
no
noticiário
do
seu
acreditado
jornal
o
«Jornal
do
Minho»
de
hoje, sob
a
epigraphe
=
Banco
Commercial
de
Gui
marães
—
«Com
esla
denominação
funda-
se
na cidade
de
Guimarães,
um novo ban
co,
com
o
capital
de
2:000 contos em
duas
series
de
1:000 contos
cada
uma,
e sendo
as
acções
de
rs.
1:0000000»,
va
mos
por
isso
rogar
a
V.
S.
a
o
particular
obséquio
de
nos
declarar
n’esta
mesma
car
ta,
quem
foi
o
auctor
ou
d’
onde
extrahi-
do
uma tal noticia,
que
não
passa
d’
uma
falsidade
sem
qualificação
.
.
.
d
’
uma
ca
iu mnia
!
O
banco
a
que esla
noticia
se
refere
terá
de
ser
de
500
contos
dividido
em
10:000
acções
de 50:000
rs.
cada
uma
Admira-nos
porém
que
um
jornal
co
mo
o
de que V.
S.
a
é
digno
proprietário
se
preste
a
publicar
noticias
d
’
esta
ordem!
Desculpe-nos
V.
S.a
esta nossa
imper
tinência
;
e
esperando
que
V.
S.
*
se
não
negará
a
prestar-nos
o
esclarecimento
pe
dido,
nos antecipamos
a
tributar-lhe
os
nossos cordeaes
agradecimentos,
assignan-
do-nos
com a mais dislincta
consideração.
De
V.
S.a
am.
os
,
cr.
03
e
obr.
0S
Almeida
&
Pereira.
C.
a
de
V.
S.
a
26
—
1.°
—
75
Braga.
III.
mo Snr.
No
proximo
«Jornal
do Minho»,
verá
V.
S.a
uma
local,
em
que
fazemos
solemne
declaração,
de
que
foi
um equivoco
tipo
gráfico,
o
que
deu
causa
ao
reparo de
V.
S.a
; certificando
por
esta
occasião
a
V.
S,
’
que
é
esta
a
pura
verdade.
De
V.
S.
a
Mt.° alt.° ven.°
r e
am.°
João
Anlonio
da
Silva
Pereira.
S.
G.
27
de
Janeiro.
NECROLOGIA
Videanl
opera
vestra
bona.
A
’
s
nove
horas
e
meia da
noite
de
23
do
corrente,
deu
ao
Creador,
sua
bella
alma
o
snr.
Anlonio
do
Espirito
Santo,
acrediladissimo
negociante
da
cidade de
Guimarães.
Deixou
profundas
saudades a todos
os
seus
amigos, e
póde
dizer-se
que
o
eram
lodos
os
habitantes
da
dita
cidade,
reco
nhecendo
e
admirando
lodos
n
’
elle
um
caracier
homadissimo,
porque
era
emitien-
lemente
catholico.
Com
quanto
tivesse
já
bastantes
annes
de
edade (75
ou
76)
ainda
mostrava
esperançosa
robustez, quando a
ultima
enfermidade, precursora
da
morte,
u
acommeltcu.
Aproveitou
os
poucos
dias
que
esta enfermidade
durou,
preparando-
se
para
a
grande
e
tremenda
viagem,
pe
dindo
lodos
os
sacramentos
da
Sarna
Egre
ja,
e
prevendo
o
seu bem premeditado
testamento.
Entre
outros
legados
pios,
deixou
1200
reis
para
a
Obia
da
Prapagação
da
Fé,
de
que
era
fervoroso e
generoso
bemfeilor.
Já
podemos
revelar
o
segredo
que
elle
lauto,
por
modéstia,
recommendava
: era
elle
o anonymo
de
Guimarães
que
todos
os
ann»s,
aléru
da
subscripçao
da
sua
de-
curia,
dava
ires
libras,
pedindo por
cari
dade
aos
revd
°s
missionários
celebrassem
tres
missas
por
sua lenção ;
e
no
atino
p.
p,
em
vez
de Ires,
deu
seis
libras, pedindo
seis
missas.
Sendo
quem
escreve
estas linhas
um
dos
respeitadores e
admiradores
das
vir
tudes do
illusire
tioado,
tem cspecialmen-
te
em vista
recomftiemíar
sua
alma
ás
ora
ções
das pessoas
piedosas.
£
vem
aqui
a
proposito
declarar
para
conhecimento
dos
snr».
ecclesiaslicos,
que
todas
as
missas
que por
sua
alma
se
dis
serem,
em
qualquer
altar
que
seja,
teem,
como
associado
que
era
da
Propagação
da
Fé,
a
indulgência
de
altar privilegiado;
e
assim,
devem
applicar-lh
’
a.
J.
A.
COmiEKCIO
B
olsa
de
B
raga
25
de
janeiro
de 1875
ICíTectuailo
Ba
tico
de
Villa
Real
360000.
Dito
dito
360200.
Dito
dito
360100.
Banco
do
Douro
720000.
Banco
Commercial
de
Braga
630600.
Dito
dito
630500.
26
de
janeiro
de 1875
EíTeetuadi»
Banco
de
Guimarães 980100.
Banco
de
Villa
Real
350600.
Dito
duo
360000.
Dito
dito
360500
Banco
Commercial
de
Braga
630800.
«
»
(ex-dividendo)
610300.
Dito
dito
610400.
Dito
dito
610450.
Banco
da Covilhã
650300.
Banco
Commercial
de
Vianna
1290700
O
director
Anlonio Teixeira Barbosa.
SAÚDE
A TODOS
sem
medicina,
pur
gantes
nem
despezas
com
o
uso da
delicio
sa
farinha
de
saúde,
iUíVÂLESClEBB
DU
BARRY
de
Londres.
annos
d’invariavel oueeesao
5
Toda
a
moléstia
acaba
com o uso
da
deliciosa
Revalesciére
du
Barry
que
tor
na
a
dar
a
saude,
a
energia,
a
boa
di
gestão
e
o somno.
Cora
as
indigestões
(dispepsia)
gastrica,
gastralgia,
flegmas,
arroios,
Patos,
amargor
na bocca,
piiui-
tas,
nauscas,
vomilos,
irritações
mtesti-
naes,
diarrhea,
dizeriteria,
cólicas,
tosse,
asthma,
lalta de
respiração,
oppressào,
con
gestões,
mal
aos
nervos,
diabethe,
debi
lidade,
todas
as desordens
no
peito,
na
garganta,
do
alilo,
das
broochiles,
da
be
xiga,
do ligado,
dos
rins,
dos intestinos,
da
mucosa,
do
cerebro
e
do
sangue.
75 000
curas
entre
as
quaes
contam-se
a
do
du
que
de
Pluskow
da
exc.
ma
snr.
a
marqueza
de
Brehan,
dos
doutores
Manoel
Saens
de
Jejada
da
Universidade
de
Cordova etc.
etc.
vezes
mais nutritiva
do
que
a
car-
esquentar,
economisa cincoenla
seu
preço
e:n
remedios.—
Preços
venda
por
miudo
em
toda
a
pe-
Seis
ne
sem
vezes
o
fixos
da
ninsula
:
Em
caixas
de
folha
de lata,
de
kilo,
500
;
de
*/
*
kilo
800 rs
;
de
um
kilo,
10400
reis;
de
2^
kilos,
30200
reis;
de
6 ki-
los,
60100
reis,
e
de
12
kilos,
120000 reis.
Os
biscoitos
da
Revalesciére
que se
po
dem
comer
a
qualquer
hera,
vendem-se
em
caixas
a
800
e
10400
reis.
O melhor
chocolate
para
a
saúde
é
a
KevnleBcièire cSíocwlaíasfa
ç
ella res-
tiiue
o
appetliie,
digestão,
sotnno,
energia
as
carnes
duras
ás
pessoas,
e ás
creanças
e
mais fracas,
e sustenta
dez vezes mais
que a carne,
e
que
o
chocolate
ordinário,
sem
•esquentar.
Em
paus,
ou em
pó
em caixas
de
folha
de
lata
de
10
chavenas,
500
reis;
de
24
cháve
nas,
820
reis; de
48
chavenas, 10400
;
de
120
chavenas, 30200
reis,
ou 25
reis
cada
çhavena.
BAHRY
»U
BARKY
«fc
C.a
--Pla-
ce
Vendòme,
26,
Pariz
;
77
Regenl-Streel
Londres;
Valverde, 1, Madrid.
Os
pharmaceuticos,
drogui«tas,
mer-
cieiros,
etc.,
das
piovincias
devem
diri
gir
os seus pedidos
ao
deposito
Central
;
snr.
Serzedeilo
&
C.
a
Largo
do
Corpo
Santo
16,
Ibisbo»,
(por
grosso
e
miudo);
Carlos
Barreio,
rua
do
Loreto,
28;
Bar
rai
Óc Irmãos,
rua
Aurea,
12.
J.
de
Sousa
Ferreira
á
Irmão,
rua
da
Ba
nharia
77
;
de
bequeira
; J.
Pinto
;
Desí-
ré
Rahir;
Coimbra,
V.
Botelho
de
Vas>-
concellos
;
Aveiro
F.
E
da
Luz
e
Costa,
pliarra.
;
Ramos,
pharm.;
Braga,
Pharmacia
*
Maia, rua
dos
Chãos,
Pipa
&
Irmão, rua
do Souto,
Domingos
J.
V.
Machado,
praça Municipal.
Figueira,
Anlonio
Vieira,
pharni.;
Guimarfteti,
A. J.
Pereira
Martius,
pharm.
;
Pena-
fllel,
Miranda,
pharm.
;
Ponte do Lima.
A.
J.
Rodrigues
Barbosa,
pharm.
;
Po
voa
«lo
Varzim,
P.
Machado de
Oli
veira,
pharma.
;
Vianna do
Caotello,
Allonso
e Barros,
droguistas;
Villa do
Conde,
A.
L. Maia
Torres
pharm.
.ESPECTACULOS
THLATRO
DE
S.
GERALDO
Domingo
31
de Janeiro
CÍRANUE
BAICE 1>E NI ARCARAS
Principia
ás
8
horas
e
acaba
á
meia
noite.
AGRADECIMENTOS
Anua Maria
de
Sousa,
não
podendo
fazel-o
pessoalmente,
vem
por
este
meio
agrade
cer
a
Iodas
as
pessoas
que
a
obsrquiaratn
e
cumprimentaram
por
occasião
do
falle-
cimenlo
de
seu
querido
e
chorado
pae,
protestando-lhe
o
seu
indelevel
reconhe
cimento.
âNNUNCIOS
BANCO
DE
GUIMARÃES
O dividendo
de
30200
reis,
ou
4
p.
c.
por
acção,
relativo ao
2
°semeslre
de
1874,
será
pago
u
’este
Bmco,
desde
o
dia
26
do corrente, lodos
os dias
não santificados,
desde
as
10
horas
da
manhã
até
ao
meio
dia,
e
no
Porto
e
em
Braga
nas respecti-
vas agencias.
Guimarães,
25
de
janeiro
de
1875.
Os
gerentes,
Francisco Ribeiro Martins
da
Costa
(2269)
Francisco
José
da
Costa
Guimarães.
BRAGA.
ANTONIO
JOSE
’
PEREIRA
Ageute
do
Bancu
Commerciitl de
Vianna
n’eHta cidade,
Aonuncia
que
por
ordem da
exc.ina
Direcção do
mesmo
Banco,
principia
hoje
a
pagar
o
dividendo de
suas
acções
a
ra
zão de
6
p.
c.
ou
60000
reis
por
acção,
correspondente
ao
segundo
semestre de
1874.
Braga,
27
de
janeiro
de
1875.
(2270)
CORIOAFIA IWHMEZA
E
UFSCRIPÇÃO TOPOCtRAFICA
Do
famoso
reino
de
Portugal,
com
as noti
cias
das
fundações
das
cidades,
villas
e to
gares
que
contém, varões
illuslres,
Genea
logias
das
familias nobres,
fundações
de
convénios,
calhalogos
dos
bispos,
antigui
dades,
maravilhas
da
natureza,
edifícios,
e
outras
curiosas
observações
A
«ator
o
l*
.
e
Aaitonio Carvalho da
Costa
Nova
edição
copiada fielmente da
anti
ga,
mas
ampliada com um
iodex alfabético
de
todas
as
freguezias
com
a
declaração
dos
nomes
e
Oragos,
que
aclualmeni.e
tem,
nu
mero
de
fogos,
dioceses
e
concelhos
a
que
pertencem,
e
correios
respectivos,
o
que a
torna
mais
preferível.
Vende-se
em
Braga,
na
rua
Nova
n.°
5.
em
casa
de
Manoel
Joaquim
de Castro
Loureiro.
Preço
(tres
volumes)
1-0500
reis.
Para
os
snrs. livreiros,
(em
abatimento.
(2263)
lica.1
Irmandade
de
Santa. Cruz
de
Braga
No
dia
29
do
corrente,
pelas 3 horas
da
tarde,
lerá
logar
na
ante-sala
das
ses
sões
da
Mesa
da
mesma
Irmandade a
ar
rematação
da
condocçào
ao
cemtterio
pu
blico
de
cada
um
dos Confrades
que
falle-
cerem
aié
30
de junho
do
presente
anno;
cuja
arremalição
comprehende
um carro
fúnebre
decente
e um
coupé,
com
as
com
petentes
parelhas
de
cavabos.
Braga
23
de
Janeiro
de
1875.
O secretario.
P.
b
Paido
Lopes
Martins
Ferreira.
(2265)
ALUGÀM-SE
Os
altos da
casa
n
0
22,
na
rua
do
Campo,
em
Braga,
cora
exceílentes
com-
modos
para
uma
numerosa
familia.
Quem
a pertender, dirija-se
á
mesma.
(2237)
PORTO
NA
QUINTA DE RORIZ
1,
3-RUA DAS FLORES-1,3
PORTO
(JUNTO
À
EGREJA DA MISERICÓRDIA)
COUPRA
E
VEMBE
JOSE
’
I.
FERREIRA
RORIZ
Exlr acção
a
25
dt
Jane ir»
Inseripçõe» de assentamento
Ditas de eoupons
FORNECEDOR
DA CASA
REAL
1
-
RUA
DAS
FLORES
-
3
PRIMEIRA
E
ANTIGA
J
ROReZ T
®ASA
RLIZ
(
junta
á
egraja
da
misericórdia
)
SORTE GRANDE
»
èi
»
5.000S000
Loteria
úa Santa Casa
«la Hiserieordia
de 5
Lisboa
í
DEPOSITO
CENTRAL, RUA DAS FLORES, 35
37 E 39
Ditas
de divida externa
Titulos
hispanhoes
internos
0
proprietário
anouncia
aos
seus
freguezes, e
ao
publico,
que
em
todo o
sabão
fabricado
na
sua
fabri
ca,
e
que
na
mesma
se
vender,
ou no
Deposito Cen
tral,
se
fará o
desconto
de
6
por
cento
sobre
os
pre
ços
estabelecidos,
de.
uma caixa
para
cima.
Satisfaz-se
com
promptidão
qualquer pedido
que seja feilo
do di
to
genero,
tanto
d
’
esta
cidade
eomo
das
províncias
e
se
garante
a
sua
boa qualidade.
Ditos externos
Coupons
dos ditos já vencidos.
so-
©CT
*
Sacca,
toma
letras
e
dá
cartas
de
credito
bre
Lisboa e
diversas
praças
estrangeiras,
e
se
encar
rega
de
compra
e
venda
de
titulos
de
divida
publica
nas
mesmas
praças.
JOSÊ
IGNACIO
FERREIRA
RORIZ
|
AFIANÇADO
NO GOVERNO CIVIL DO PORTO, NA CONFOR-
MIDADE DO EDITAL
DE 28
DE JULHO
DE 1860
*
Tem
á
venda
no
seu et>lab«lecine»io bilhetes intei-
V
roa
a
54000
rs.
—
Meios ditos,
a
24600
—Quartos,
a y
1^300
—
Oitavos,
a
680—
Caulellae
de
500,
250 e
130
rs. £
0
mesmo
satisfaz
com
promptidão
todas
e
quaesquer
y
encommendas
que lhe
sejam feitas das
províncias,
ain- J
da
que
sejam
em
grande
quantidade,
e
vindo
acompa-
5
nhadas
do
seu
importe
em
vales
dos
correio
;
e
no
V
fim
da
extracção
remelte
a
lista
do»
prémios
aos
seus 4
freguezes,
mas
quando
a
são
recebais
em
tempo com- &
petente
terão
a
bondade
ds a requisitar. (G
*
)
S
Pelo
juiso
de
direito
d’esta
cidade
de
Braga e cartorio
do
escrivão
Moita,
se
tem
d
’arrematar
no
dia
31
do
corrente
mez,
pelas
10
da
manbã á
porta
do
tri
bunal
judicial
da
mesma
cidade,
em
praça
voluntária
duas
propriedades
chamadas
do
Privilegio,
situadas
na
freguezia de S.
Viclor
da
mesma
cidade,
que
comprehen-
dem
um
praso
da
Real
Collegiada
de
N.
Senhora
d
’
Oliveira,
feito pelo revd.
0
cabi
do
da
cidade
Guimarães,
com
o
foro
de
560
rs.
em
dinheiro e
2
gallinhas,
em
cuja
praça
se
declararão
as
condições com
que
lai
arrematação das dilas
proprieda
des
é
feita, as quae»
propriedades
são
per
tencentes
aos menores
filhos
que
ficaram
dos
exc.“os João
Pereira
Coutinho
de
Vi-
Ihena
e
Menezes,
e
sua
esposa
D.
Maria
Joanna
de
Castro,
da
casa
das Brolhas,
da
cidade
de
Lamego.
(2258)
ACHADO
Quem
perdesse
uma
quantia
em
dinheiro,
pagando
a
despe-
za
dos
aniiuncios,
se
lhe
entre
gará
na
rua do Souto
n.
p
16
(2266)
LOJA
CWIIAPUZ
Armas
de
caça
vindas
direc-
tamente
da Bélgica.
(2236J
Recibos
o
as
inscripções
Acham-se
á
venda
na
tipografia
Lusi
tana,
rua Nova
n.®
3,
os
novos
recibos
alterados,
e
conforme
os
annuncios
do
snr.
Delegado
do
Thesouro.
NOVA LOJA AFOKTUNADA
DE
wmo
M
JMOM
112
—
Rua das
Flores
— 114
PORTO
N
’
este
estabelecimento
que,
como
é
sabido,
é,
no
seu
genero,
um
dos
roais felizes
do
Porto,
encontra-se
á
venda
um
grande
e
variadíssimo
sortimento
de
bilhetes
de
todos
os sorteios das
loterias,
cujas
exlracções geralmente
teem
logar
mais
de tres
xezes
por mez.
Salisfaz-se
com
promptidão todas
as
encommendas
que
sejam
feitas
das
províncias
(em
pequena
ou grande
quantidade)
vindo
acompanhadas do seu
respectivo
importe
em
vales
do
correio,
ou
mesmo
estampilhas
sendo pequena
quantia.
Recebem-se
em
pagamento
ou
desconto,
os
bilhetes
que
em
outros
sorteios
hajam
saido
premiados,
nieumo que sejam d’outro« estabelecimento#, E
final
—
mente
remettem-se
«grátis»,
findas
as
exlracções,
as
respectivas
listas
geraes
de
todos
os
numeros
premiados.
Para
que
este
licito
e
vantajoso
jogo
se ache
ao
alcance
de todas
as
pessoas,
mes
mo
as
menos
abastadas,
se
encontra
no mesmo
estabelecimento
:
além
de bilhetes
in
teiros,
meios
bilhetes,
quartos,
oitavos, décimos
e caulellas
de 600,
500,
300,
250,
130,
100
e
40
reis;
dezenas
de
dez numeros
seguidos,
de
64000,
3$000,
l$000
e
400
reis;
e
finalmente,
collecções
de 50
numeros
diíferenies,
pelos
preços de 2^000,
55000,
15$000 e
30$000
reis.
A
QUEM
CONVIER
Este
estabelecimento
fornece
convenientemente
todas
as pessoas que, em
qualquer
ponto
das
províncias,
queiram
vender
este
genero
á commissão.
Offerece
para
isso
vantajosas
commissões
;
e
dispensa
as
mais
apreciáveis vanta
gens
que
em
tal
ramo
de negocio
se
podem
gosar,
as
quaes
se podem
comprehender
assim
:
Negociar sem risco ;
porque
se
acceita
de novo,
em
conta,
a
fazenda
que
até
ás vesperas
das
exlracções
os pretendentes
não
hajam
podido vender.
Kemettem-se as
listas,
partes
telegraphicas
em
caso
de
conveniência, e
planos;
e
atlende-se
a
toda e
qualquer
reclamação
justa
que
seja feita.
O
pagamento,
porém,
tem
que
ser
adiantado
ou
afiiançado
por
qualquer
nego
ciante
d’
esta
cidade,
em
cujo caso póde
ser
feito
no
fim
das
exlracções.
Ao
me^mo
estabelecimento
se
encontram
já
os
bilhetes
e
fraeções
para
a
loteria
ex
traordinária
de
Dezembro.
(947
C.)
(235
F.)
NOVA
FUNDIÇÃO
DE
FERRO
D»
Intuniu
Germano Ferreirinha
NA
Travessa
de
S.
João
Aonde
faz
toda a
obra,
assim como
bombas,
conçollas,
columnas
para
gaz,
pe-
zos
novos,
panellas
á
ingleza
de
todos
os
tamanhos,
canos
para
agoa
*
s
e
gaz,
e
toda
a
obra
de
fundição,
como
grades
para
sacadas,
obra
de metal,
sinos
e
outros
ob-
jectos
de
igual
teor
etc.,
pelos
preços
do
Porto.
METAES VELHOS
Na
travessa
de
S.
João
n.°
5,
com-
pra-se
toda a
qualidade
de melaes,
e
ferro
velho
até
mesmo
fundido.
(860)
Folhinha
de
resa
Rracarense
Para 1895
Acliam-se
á
venda
nas
livrarias
do
cos
tume.
Preço com a
resa
de
8.
Bonifácio,
220
rs.
AJTENÇAO
A
Nova
Empreza
de
Trens, annuncia
ao
publico
que
desde
o
dia
30
de
No
vembro
proximo
passado,
o
snr.
Manoel
José Ribeiro
Braga,
do largo
do
Barão
de
S.
Marlinho,
deixou
de
ser
agente
das
suas
carreiras
do
Porto,
Arcos,
Monsào
e Egreja
Nova,
sahindo
todas
da
sua
casa no
largo
de
S.
Francisco
n.
’ 2,
jun-
clo
aos
Terceiros.
Braga
1
de
Dezembro de
1874.
O
gerente,
(2174)
Eduardo
Pacheco.
Venda
de
ca^a
Vende-se
uma
na
rua
dos
Pelames,
de
um
andar
n.
°
45,
próxima
á
capella
de
Santa
Justa.
Quem
a
pertender
falle
com
Ignacia
Rosa,
moradora
na
mesma
rua
n.
°
55.
(2202)
TAbACAHIA
BHACAHENSE
Rua
do Souto n.°
87, 87
A,
87 B.
Esquina
da
rua
de
Jano.
Grande
deposito
de
tabacos
Os
acreditados tabacos da Companhia
Lisbonense em
Santa
Apolonia
continuam
á
venda n’esle estabelecimento, assim
como tabacos
das primeiras fabricas
na-
cionaes
e
estrangeiras,
especialmenle
Cha
ruto
Bahiano.
•
•
Grande
reducção
nos preços
dos
Rapés.
Aos
snrs. consumidores
das
seguintes
fabricas
:
Companhia
Nacional
de
tabacos
em
Xabregas
—Companhia
Lisbonense
em San-
le
Apolonia
—
Real
fabrica
Lealdade
e
Fa
brica
Portuense.
Grandes
descontos
aos
Snrs.
Es
tanqueiros
da
cidade
e
pro
víncia.
_______
Procurações,
sellos
e
estampilhas
Vendem-se
na
Tabacaria
Rracarense,
aonde
se
continua a
receber
letras
inu-
lilisadas.
(2144)
José
Cardose
de
Carvalho,
vende
ou ri
me
l<>dos os
foros,
sensos, e
pensões
que
recebe
nas
comarcas
de Villa
Verde,
Bar-
cellos, e
Braga.
Tra(a-se
em
Pooie do
Lima
com
o
snr.
Manoel
Gomes
Cardoso e
em
Braga
com
o
snr.
Anlonio
José
Gonçalves
Nogueira,
rua
do
Souto.
(2226)
ACÇÕ1S
João
Manoel
da
Silva
Guima
rães.
—Rua do
Soído
n.°
43.
Compra e
vende
Acções
de todos
os
Bancos
e
Companhias,
Inscripções
de
As
sentamento
e
eoupons.
(581)
ALMEIDA
&
PEREIRA
Largo
do
Barão
de
S.
Martinho
n.°
d
8
Compram
e
vendem
acções
de
todos
os
bancos
e
companhias,
e
inscripções
(fassentamento
e
eoupons.
(í)
braga
:
typographia
lusitana
—
187B. - É o formato de
-
comerciominho_28011875_302.pdf
Parte de Comércio do Minho (O)