comerciominho_20021875_312.xml
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-
3.°
ANNO 1875
FOLHA COMMERCIAL RELIGIOSA E NOTICIOSA
NUMERO
312
Assigna-see vende-se
no
escrip
orio
do
editor
e
proprietário
José
Maria
Dias
da
Costa,
rua Nova
n.°
3
E,
oara
onde
deve
ser
dirigida
Iodai
correspondência franca
de
porie.
=
As
assi-
gnaturas
são
pagas
adiantadas;
assina-corao
as
correspondên
cias
de
Interesse
particular.
Folha
avulso
Hl rs.
iSS
DIC 4L-SHR:
ÁS
TERÇAS,
quintas
e
sabbados
.
P
reços
:
Braga,
anno
l$600
rs.=Seniestre
850
rs.=Prov>in-
cias,
anno 2&4O0
rs
e
sendo
duas
4&000
rs.=Semestre
1&25Ô
rs.^fíraztl,
anno
4&400
rs.=-Semestre
2&300 rs.
moeda
forte,
oul0&090
reis
e
5&500
reis
moeda
fraca.=Annuncios
por
linha
20
rs.,
repetição
10
rs.
Para
os
assignantes
20
<»/0
d
’
abatinjen!o.
BKAGA-SAHBADO
«O
»E
FE1EHKIR®
Missões! miMaões !
O
insuspeito
«Jornal
do
Commercio»,
um
dos
rnai
*
furibundos
inimigos
das
mis
sões calbolicas. conta-nos
o
seguinte,
que
é
edificante
<»a
bocca
de
um
clerofobo
:
«Os
negros
quando
passam para
a
Ame
rica,
conservam
as
suas
monstruosas
su
perstições.
O
nome
da
seita
dos
V^ndoux,
no
Haiti,
lem
adquirido
triste
recordação
em
consequência das atrocidade»
que
ella
pratica.
Mr.
Viclor
Cechioat. etn
um
artigo
muito
interessante
publicado no
«Mosai-
que»,
declara
que o
«Vamloa»
é
uma
es
pécie
de
serpente,
da
qual
os
«egros
f»-
sem
o
seu
deus,
e
que
é
servida
por
pa
dres
conhecido»
apems
dos
iniciados da
seita.
Apesar das predicas
e
das
persegui
ções,
uão
lem
sido
possível
desvLr
os
negros
daquelle
coito.
«Em
certas
•ccasiões,
e
não
obítanie
a
maior
vigilância
da
parle
das
auclori-
dades
hailanas,
nada
lem
podido
impedir
que
elles
vão
secreta
mente,
ao
interior
de
profundas
florestas
celebrar
•
«
ritos
incríveis;
e
depois
de
desregradas
orgias
alimentadas
pela
agua
ardente
e
pelo
san
gue
humano,
dançam
até
se
ler
dado
a
morte
a
alguns
d
’
elles,
em
volta
da
jasla
em que
de
*
cança
a
serpente
sagrada.
«Logo
que
o
sol
apparece,
fogr«
co
mo
se
fossem
sombra»
e
não se
to/oam
mais a
reunir
em
g-upo,
senão quando
algum
novo
appello
do
seu chefe
«s con
vida
para
alguma
ouira
sanguinolenta
festa.
«Em
30
de
dezembro
de
1863,
seriam
10
horas
da
manhã,
Joanua
Pellé,
lia
de
Claircine,
estrangulou
esta
pwbre
criança,
emquanlo
que
Floréal
a
continha
dos
la
dos,
e
Guerrier
a
segurava
pelos
pés.
«Claircine
morreu
com
atroses
convul
sões.
O
seu
cadaver
l»i
depois
lançado
por
leria.
«Joanua
Pellé
apresentou
uma
faca
a
Floréal,
o
qual
cortou
a
cabeça da
victi-
ma
depois
de
moita,
rasgando-lbe
o
corpo
ainda
quente.
«
Em
seguida
distribuiu
pedaços
de
car
ne
aos
seus companheiros,
e
e>tes
ca iram
sobre
os
restos,
devorando-os.
«Depois
d
’
esia
rrfeição monstruosa,
os
convivas
transportaram
a
cabeça ensan
guentada
da
creaoça
para
casa
de
Floréal,
onde
fui
cosida
com legumes.
«O
esqueleto
d’
esla
cabeça,
se
assim
se
póde chamar,
foi
collocado
em
um
al
tar.
Joanua
Pellé
lançou
mão
d
’
uma
cam
painha,
locou-a,
e
dirigiu
em
vadia
d
’
a-
quelle
aliar
uma
procissão,
qoe para esse
iim
se
unha
preparado.
Os
canibaes,
ébrios
de
sangue,
entoaram
uma
canção misle
riosa
;
terminada
a
ccemonia,
a
pelle
e
as
entranhas
Ja
viclima
foram enterradas
proximo
da
casa
de
Floréal.
«O
sangue
e
os
seus
oss»s
foiars
re
colhidos
em
vasos,
e
v
cuidadosamenle
con
servados.
«(.oncluido
o
horrível
banquete,
os
sectário
*
do
Vandou
separaram-se
satis
feitíssimos,
dando-se
rendez-vous
para
o
dm
de
Reis,
em
que
devia
ser
sacrificada
uma
rapariga
chamada
Lozanna,
que
li
nha
sido
roubada
na
estrada
de
Btzolou
a
Purlu-Pr
incipe,
e
que
se
achava
depo
sitada em
casa
de
Flórea
1
.
«A
8
de
fevereiro
de
18ói
todos es
tes
bandidos
foram
condemnados
na
pena
de
morte
pelo
tribunal
de
Porlo-Pr incipe.
«E
esle
um
resumo
do
artigo
do
<M»saique»
a
que nos
referisses,
e.
que
mostra
bem
até
que
ponto
chega
a
su
perstição
d
’
aquelle
povo.»
Apesar
de tudo, fallern
ao
«Jornal
do
Commeicio»
e
á
«Lucta», que o
transcre.
ve,
em
missões,
em
congregações
e
or.
deus
religiosas,
—
as
únicas
que
podem sus.
lentar
missões
fructiferas
e»tre selvagens!primento
era
chegada,
e suspirava
por
seu
e
infiéis
;
e ver-se-ha
como
se
enfurecem
!
Elles
lambem
querem
padres
nas
mis
sões;
mas
padi»s
M
ifamodes
«u
Ma/
ame-
des
;
padres
como
aquelles
de
Timor
—
padres
liberaes,
assoldadados
segundo o
plano
do
snr.
general
Sá
da
Baideira
—
de
quem
disia
ha
tempos
um
correspon
dente
do
dit»
<1.
do
Com.»—
«o
menos
que
são
é
bêbados»;
ou
co«»
»»l
’
otilro
«ie
que
agora
mesmo
no» falia
o
sor.
Urbano
da
< Lucta
>:
«Disem
de
Ambriz
qne
o
padre
qoe
alli
está
ha
6 meses
não
diz. tnissa nem
bapusa
pessoa
alguma,
tratando
unicamen
te
de
negocios
de
café
e
ginguba.»
—
Um
padre
exaclameute
eomo
decla
ram
todos
os
dias
«commercieiros»,
«lucta
dores»
e
vespertinos
que
o
desejam!
E
se
nào,
veja-.$e
os
elogios que tecem
aos
de-
vasíos
e
aos
apóstatas
que
etnbeksam
o
protestantismo.
Depois,
qneixam-se
do»
padres
mis
sionários
e
da
falta
de
zelo
na
Egreja
!
Casem
o
mal
e
a
itaramunãa
estes
esper-
lalhõe»!
Se
a
espertesa lhes
valesse
diante
de
Deus
como
lhes
vale
por
desgraça
diante
doa
homens,
a
quem illudem,
es
tavam
salvos ; mas
como
assim
não
é,
esperem-lhe
pela
volta!
Qua«lo
a
nós,
é
certo
que
lhes
não queríamos estar
na
pelle,
como
se
costuma
diser
na
nossa
terra
Desejamos
*ho
entanto
que
sejam
muito
felises.
que
se convertam
e
vivam
—
não
julgusm
que
lhes
queremos
mal.
—IHI twaiafi llg&tMfae»----------
uvoengoa l»i«torieo« doM
libe-
rac«.
ESTUDOS
ÀGERCA DOS FARISEUS
['ContiaiuçSo^
V
—
Desenlace
A
seu
pesar,
como
o
espirito do
mal
de
que
elles se
tinham
feno os
instrumen
tos.
os
fariseus
tinham
srrvidô
para
os
desígnios da
eterna
mhericotdia.
Era tem
po
ainda,
até para elles,
de
se
aprovei
tarem da
inliiiita boudade
de
soa
victirna
e
de
lavarem
seu
crime uo
sangue
da
mesma.
Elles
não
souberam
senão
renovar
seus
impotentes
furares
contra
a
obra
santa,
que
elle»
haviam
julgado
soflocar
com seu
aticior
c
tpie
renascia,
como
elle, com
um
esplendor
mais
maravilhoso
A
joven
Eg'e
ja
lhes
deveu
os
seus
primeirts
mártires.
Mas
approxima-se
o
lempw
em
que
tan
tos
crimes
receberão
seu
justo
castigo.
A
mediria
da
ira divina está
cculada
;
ella
*ae
derramar-se
sobre
o
povo
deicida por
uma serie
de
calamidades
inauditas, que
acabarão
pela catástrofe
a
mais
horrível
de
que
a
historia
tenha
guardado
a
recor
dação.
Assim
o
fjrisaismo
dava
seus
derra
deiros
Irnclos.
A
ruina
da
oaçao
se
com
pletava em
virtude
«los
principies
que el
le
lhe havia
innocuhdo.
A
graideza
po
lítica
dc
Israel
foi
sempre
em
prwporção
de
sua
dedicaçã»
aos
desígnios de Deus.
Repellindo
o
Messias,
elle
renunciava
á
missão
para
a
qual
uma posição privile
giada
lhe
hava
sido
feita
emre
todas
as
nações
da
terra ; elle renunciava
simulta
neamente
ao
único
espl<
ndor que
podesse
diguamenle
subsiiloir
aquelle
que
elle
pos
suía
no
teMipo
dos
seus
reis. Nào
era
já
aclualmeole
mais
do
qoe
uma
miserá
vel
populaça,
incapaz
de
manter
um dia
sua
independencia,
quando as
raças
mi
migas,
que
a
cercavam de
Iodas
as par
tes,
invadissem seu
pequeno
lerrilorio.
Comtudo
esle
desgraçado
povo aà»
linha inieiramenie
perdido
o
sentimento
de
seu
alio
de-lino.
Não
se
tinha
esque
cido
das
magnificas
promessas
de
seus
profeias
;
elle
semia
que
a-hera de seu
cum-
Salvador
com
um
ardor
de
desejo que
a
tiranoia
dos
procuradores
romanos
tornou
de
dia
em
dia
mais
ancioso
e
mais
pun
gente.
Mas
seus
doutores
haviam
talsid
cad»
o
Bewlido
dos
oracul»s
de qoe
de
pendia
»ua
vida e
»ua
felicidade
:
engana
do
por
Cllrs, esperava
um
libenader
em
harmonia
com
as
ideias
grosseira» e
car-
•aes
com
que
•
alimentavam.
Assim
não
havia
reconhecido
seu
Redemptor,
muito
manso e
muito
humilde;
e quando
os
fal-o« Chnstos
se
apresentaram, aventurei
ros
seaa
nome, verdadeiros
chefes
dos
sal
teadores,
mas
que
promettiam a
liberda
de,
acharam
uauitos
adeptos.
Viu-se enião
os
homens sinistrpu,
que
haviam
attribuí-
do
ao
demonio
os
milagres
de
Jesus e
infligido
o
supplicio
dos
assassinos
ao
di
vino
bemíeilor
da
humanidade,
apoiar
mais
d
’
uma
vez
com
seu
valimento
as
cbarla-
táoerias
d’
alguns
salteadores. De
resto
os
demagogos
sanguinários
da
Judea
descen
diam
pela
maior
parle
da
eschola farisai
ca
:
o
propriu
Josapho
o
comprova
quan
to
a
Judas o
Galeleu, que foi
o
primeiro
a
fundar
uma
seita
Irancamente revolucio
naria.
Houveram,
é verdade,
auitos de
entre
os
Fariseus
que
procuraram
escon
jurar
o
inevitável desfecho.
Parlamentan
do
com
a rebelião,
elles
procuravam
tra
zer
a
lermos
mais
pacíficos
enses
espíri
tos
desvairados, ou
ao
wenos
ganhar
tem
po,
esperando
que
os
Romauos
pode-sem
comprimir
a
insurreição
pela força.
Os
exforços
de
soa
eloquência
malograram-se,
assim
como
suas
habilidades
diplomáticas.
Não lhes
restou
mais
do que
a
seguir
com
a
resignação
da
desespeiação
o
movi
mento irresistível que
arrastava
toda
a
nação
para
a
sua
ruina.
CONCLUSÃO
Viu-se
o
que
o
farisaismo
fez do
povo,
cuja
direeção
espiritual,
e
em
grande
par-
le
o
governo político,
elle
havia
assumi
do. O
liberalismo
nào
piepara
uma
me
lhor
sorie
ás
sociedades
que
elle
do
mina.
tXós
o
havemos
já
dito,
o
peccado
do
liberalismo
é
da
mesma
matéria
que o
do
farisaismo.
Consisie
em
subtrahir
as
nações
chrislàs
á
lei de
Je-ns
Cbristo,
em
que
rer
governar
os
povos,
que
o
Redemplor
adquiriu
por
soa
morte,
sem
cogitarem
de
seus
direitos
sobre
elles.
Deus
não
poderia
deixar
impune este peccado,
e
el
le
o
castiga
abandonando
as
sociedades
que
»e
deixam
illudir
pelo
liberalismo,
a
Iodas
as
cooseqtencias
de
seu
principio.
E
’
necessário
ser singubrmenie
cego pelo
atlerro
a
uma lheoria
para
não
ver
os
castigos
que por
toda
a
parle
a
ferem.
Para
uào
(aliar
senão
de
no§so
paiz,
nào
é
um
castigo
do
liberalismo
esse
mal
revolucionário,
cujas
convulsões
veem
pe
riódica
mente
sibverier entre
oós
as
ins
tituições, as fortunas
e
iodas
as
condi
ções
sociaes ?
A
diminuição
crescente de
nossa
inllueucia
no
estrangeire
é
um
ou
tro
castigo
que
nào
é
menos visivel. No
interior,
qual
de
Iodas
as
nossas
causas
de
fraqueza,
de
decadência,
a
mais triste
e
mais
assustadora?
Podo
o
mundo
a
no
meia,
é
o
abatimento
geral
dos
caracte
res,
a
falta ú’
homens,
como
algumas
ve
zes
se
diz
:
nó-
o
devemos
ainda ao
li
beralismo.
Purque
não
ha
caracteres,
não
ha
htmens,
onde
nào
ha
convicções,
e
o
li
beralismo
mala
as
convicções,
tirando-lhe
a
*
ua
mais
lirme base,
a
augtoridade
divina,
para
as
entregar
-á
corrente
das
opiniões
e
dos sistemas.
Oxalá
tinalmeole
qne
aquelles
que se
leem
imposto
a
tarefa
de
governar a Fran
ça
abram
os
olhos
sobre
o
vicio
radicai
de
suas
combinações,
de
seus
expedientes
políticos!
O
qoe
é
necessário
a nossa
pa-
tria,
não
somente
para
recuperar
o
seu
logar
á
frente
das
nações,
mas
para
vi-
ver.
é
o
principio
christào
tornando
a
entrar
aberta
e
completamente
em
nossas
instituições,
em
nossas
leis,
em
nosso
go
verno
e
em
nossa
diplomacia.
Ao menos
aquelles
de
nossos
homens
de
Estado
que
se
dizem
chrislãos
e catbolicos
deveriam
comprehendel-o. Mas,
na verdade,
quem
não
vê
quanto
é
precário
e
fictício o prin
cipio,
se principio
aqm
ha,
graças ao
qual
nossa
sociedade
liher.il
arrasta
ainda
soa
vida
sempre
ameaçada
?
Chama-se
o
o
principio
da
conservação:
que
virá
a
ser
elle
no
dia
em
que
aquelles
que
nada
leem
a
conservar
forem mais fortes?
Dt
ns
queira
qoe
nào venhamos a repetir
a
ex-
periewcia
já
feita
receniemente
.'
Sem
do-
vida,
nossos
honestos
conservadores
libe
raes
esperam
que se
achará
sempre
uma
espada
que,
mediante
o
sacrifício <le
soas
liberdades, quererá srival-os
no
momento
de
grande
perigo.
Honrosa
e
consoladora
esperança! Attracliva
aheroativa
aquella
da
revolução
social
ou
da
volta
do
despotis
mo !
A
situação,
claríssima,
da
França
libe
ral
é
esla
hoje;
com
iodas
as
formulas
do
liberalismo
e
armados
de
lodos
os
re
cursos
creados
pelo
progresso
da civilisa-
ção,
nós permanecemos
absolulamente
im-
petenles
em
face
d’
e-se
medonho
proble
ma,
a saber,
>e
viveremos
amanhã. A
con
clusão
lógica
é
que
devemos
(ioalmente
renunciar
aos
salvadores
sem
missão
e.
sem
garantias
e
referir
todas
as
nossa-
espe
ranças,
com
a
homenagem franca
e
intei
ra de
nossa
sujeição,
ao
único Salvador,
Nosso
,
Senhor
Jesus
Christo.
«/.
Brucker.
Sjiwbou
1? «le
fevereivo
/
Correspondência
particular)
Estão
exlindas
as deduções
nos
orde
nados
dos fuiiccionarios
públicos:
assim
w
votou
hontem
a
camara
dos
dignos
pa-
res
do
reino.
Se
fez
um
acto de ju.riiça,
creio
que
se
deve
beguir
a
este
outro:
é
acabar
o
addicional
extraordinário so
bre
a
industria,
e
propriedade que
teve
a
mesma
origem,
que as
deduções.
O
sui. ministiu
da
guerra
apresentou
diversas
prepostas,
laes
como
lixando
â
lo-ça
do
exercito
em
30:0’00,
pedindo
10:000
recrutas
e
delerminaudu
que
o
ie-
cruiamenio
em
divida de um
anuo
seja
repartido
por
ò annos;
estabelecendo
o
codigo
penal
militar
para
vigorar
em
1
de
setembro
d
’
esie
anno
e
determinando, que
seja
revisto o regulamento
dc disciplina
dos
corpos;
estabelecendo
uma
lei'que
cria
as
graduações
em
generaes,
aos
co
ronéis
que lotem
mais antigos
que
seus
camaradas,
que
furem
promovidos
ao
ge-
ueralato
;
regulando
as
promoções
e
admis
sões
dos
empregados
da
admmistraçào mi
litar;
dando cavallo aos ajudantes
dos
corpos,
joe
o não
tenham
pela
lei
da
organisação
da
administração
militar
Em
seguida
ao
snr.
ministro
da
guer
ra,
o
snr
ministro
da marinha
apresen
tou
um
projecto
para
a
creaçáo
de
uma
escola
de
aprendises marinheiros,
como
no
Biasil.
E
o
mioisierio,
que
estava
na
maré
das
propostas, lindou
por o
snr.
ministro
da
ía-euda
apresentai
uma
ein
que
pede
que
a
camara
conceda
300:000$
reis
em
inscripções
á
familia
Farrobo.
E
’
isto a
paga
do
dinheiro,
que
o
snr.
con
de emprestou ao
geverno
liberal
paia
sus
tentar
a
guerra
denominada
da
successào.
Quantas
famílias
não
leriam
direito
a
a jguaes
indemnizações,
e
das quaes
se
não
falia.
E
os
cabidos
e
mitras
a
quem
o
go
verno
de 1834
arrebatou
seus
bens,
nào
leem
iguaes
direitos?
E
os
frades
expulsos
dos seus ceno-
,bios,
não
terão
ainda
igual
direito,
bem
como
áquelles
que
tenham
adquirido
a
propiedade
de
empregos
qoe
compraram?
'
Justiça de
funil.
Está hienudo
processo
de
perdas
e
damoos
contra
o
vapor
«City
of
Meca»
peías
diversas
companhias
de
seguros,
Atlantique
Sphere,
Eole,
Manche,
Lyon-
nahe,
Fortune,
Reonion,
llaviaise.
Gau-
loise,
Loir
et
Sui-se,
contra
o
capellão
Apideston
e
George
Smith
&
Sons, e«
Giasgow
donos
de
navios,
e
os
«oiiMgna-
tarsos Graban
k
C.a de
Lisboa,
afim
(Les
tes
pagarem
ás
companhias
49:500-^000 rs.
que
ellas
pagaram
á empresa
Insulana
pela
perda do
«Insulano»,
e
respeetivos
juros.
Os
representantes
das
companhia?,
em
Lisboa
é
st»r.
Litni
May»r
&
Filhos,
o
advogado
é
o
snr.
dr.
Pinto
Goel8o.
escrivão
Jiiiião.
E
a
empresa
ituulana
apresentou
hon
tem
acção
contra
os
donos
da
«City
of
Meca»
pediu
lo
52
125^000 reis
pela
perda
do navio. E
’
advogado
o
dr.
Paulo Alido
si.
Escrivã
*
Bolto,
os
carregadores
do
«Insula<>o
>
Beosaude
<fc
C,
9
e diversos.
Pedem
3:3065882
reis
p
da
carregação
que
ta
a
bordo.
E
’
advogado
o
dr.
Vaieriano
Pires,
c
escrivão Julião.
O
advogado
dus
donos
do
«City»
é
o
dr.
Dias
Ferreira.
Chegou
o
vapor
d
’Africa, e
do
«Cru
zeiro»
vemos
que
o
governador
geral
sus
pendeu
o
snr.
Lmo
de
Sousa
Araújo
do
exercício
de
verificador
da
alfândega
de
Loamla,
aceusado
em
portaria
de que
sof-
firia
esta
pena
por
elle
diflamar
a aucto-
ridade
disendo
que
ella
deportava
gente
sem
processo
pao
S.
Thomé,
e
prendia
e conservava
presos
na
fortalesa
de
S
Mi
guel.
O
snr.
Liao
diz
ser
falso, e
que
tuia
era
por
elle
ser redaclor
do
«Cin
zeiro»
Ha paz
nos
concelhos
do
interior.
Continuam
as
queixas
das
extorsões
e
roubos
praticados
por
funccionario»,
e
por
diversos ofliciaes
contra
e
gentio.
Da
Índia
veio
a
noticia
de
que
a
força
do
alferes
Rego
leve
tiroteio
com
os
sal
teadores,
que
apanharam
ao
barão
Dempó
1:0005600
reis,
afim
d’
elle
se
ver
livre
d'eiles.
Belle-a
da
administração
do snr.
Jaime
Moniz
com
a
extineção
do
exercito
d
’
aqueila
possessão.
O
prelado
de
Moçambique
diz
na
sua
ultima
pastoral
qoe
irá
visitar
a
prelasia.
Começa
a
haver concorrência
a
Sé
onde
ha
missa
cantada
lodos
o?
domingos,
e
sermão
pelo
proprio
prelado,
que
é
alli
muno
respeitado.
REVISTA
ESTRANGEIRA
KtiAg»»nIat»
.
Dos
jornaes
hispanhoes
ullimamenle
recebidos vê-se que
se
multiplicam
em
lo-
»o>
os
pontos
as forças
carlistas. sem
du-
-vi.la,
oceasionado isto
pela
força
moral,
que
lhes
deram
as
victonas
do
norte. As
sim
é
que nas immediaçôes
de
Tudes
se
apresentaram
200
homens de
cavallatia
carlista,
em
Cifuentes
(Guadalajara)
entrou
ntu.»
partida
de
200
homens,
levando mui
tos
generos
e
dinheiro.
—
Segundo
o
que
se
lê
nas
«Circums-
tancias»
de Reus
de
H, um
lelegramma
de
Bourg-Mtdame,
que
publicam vários
jornaes
fraacezes, diz que
Savalls,
com
grande
parte
das
forças
carlistas da
Catalunha,
projetam novamente
o
assedio
da
praça
de
Puigcerdá.
—
A
tomada
de
Daroca,
no Aragão,
fi
cando toda
a
guarnição
apresionada,
está
plenamente
confirmada.
A
este
respeito
diz
a
«Espana Catholica» que
as
forças
de
Gamundi
e
Pallés que
fmam
as
que en
traram
na
dita
povoação, sairam
de
Oli-
le
tomando
a
direcção
de
Villaluenga e
Cantavieja,
levando
os
prisioneiro
*
,
entre
estes o
coronel
Sancho,
que
comman-
dava
a« praças
de
guarnição.
—
A
’
cerca
do
modo porque
Dorregaray
foi
recebido pelo
exercito
do
centro,
es
crevem
de
Valência
ao
«Quartel
Real»:
«As
primeiras disposições
do
general
Do: regaray
leem sido
o
applauso
de
quan
tos
desejam
que
triunfe a
legitimidade ;
o
exercito
fez-lhe
uma
recepção
ênthusias-
lica,
e
o
paiz
mostra-se
decidido
a
ajudai
o
na
sua
empresa.
E
’ já grandíssimo
o
nu
me
o
de
recrutas
da
ultima
quinta
decre
tada,
que se
acham
nos
deposilos,
ins-
truiiid
-se
na
manobra
militar,
e
em
bre
ve
se
fo
marão novos
batalhões.
«O
e:
mentos não
faltam,
e
nós
muito
espeis
da
pericia
e bua
fortuna
do
cap.
aeral
de
Valência
e
Aragão.»
E
n
o
se
enganavam,
pois, que o
va-
1
,lv
general
vae
assigtialando
com
rasgos
de
valor
o
seu
commando no
exercil»
do
centro.
—
N
’
ama
carta
dirigida
ao
«Univers» o
general
Velasco
desmente o
que
a
Agen
cia Havas
disse
em
rehçào
a
haver
o
di
to
general
reconhecido
como
rei de
His-
paníu
o
intitulado
D.
Aflonso XII.
—
Do
«Joraal de
Lisboa»:
O
vapor
estrangeiro
a qoe
honlein
nos
referimos
na
nos>a
revista, desembarcou
n
’um
dos
peotos
<la
costa
canlabrica,
14
canhões.
4:000
espingardas,
muitos
milhões
de
cartuchos,
e uma
machioa
para
os
fa
bricar,
sendo
tudo
recebido
pelas forças
carlistas
e
remettido
para
Estella.
Na
batalha
de
Laçar
e
Lorca
foram
horrivelmente
disimados
os
regimentos de
Aslurias
e
Valência, e o de Alcolea
foi
complelamenle
desfeito.
Os
cadislas
apo
deraram-se
de
quatro
canhões,
sendo
deis
do
«isterna
Crupp,
e
dois
Placencia,
2:000
espingardas
qoe
foram distribuída»
aos ba
talhões
navarre
*
que
ainda
nã» tinham
armamento,
e
300
prisioneiros.
As
briga
das
Bargés
e
Viergnl
perderam
entre
mor
tos,
feridos
e
contusos
1:200
homens.
—
Do
«Quartel
Real»:
ORDEM DO
DIA
Voluntários!
O
vosso
heroísmo
acaba de
preencher
as
minhas
eaperanças.
Os
campo
*
,
hoje
sangrentos
de
Lacar
e
Lorca
lem
sido
o
lhealro
de
uma das
nossas
mais
brilhantes victorias
!—
Assisti
a
ella
com
o
c&ração
opprimido
mas
com
a
confiança
qoe me
inspirou
sempre
u
vosso
tradicional
vaiar.
O
exercito
inimigo,
impotente,
não
obstante
o
seu
grande numer#, de
inves
tir
de
frente
as
nossas
posições,
cortou
•
ataque
torneando
os
nossos
flancos.
—
Jul
gava
já
o
seu
tri«i»l
’
o
certo
quando
ten
des
vindo, «'esta
«llima
hatalha,
provar-
lhes
que
nada
resiste á impetuosidade de
vosso impulso;
que
ninguém
pode
pizar
impunemente
este
solo
regado
com
os vos
sas
suores
e
com
o
vosso sangue.
N
’esta
planície,
a
peito
deseuberio, ten
des
rechassado
o
inimigo
com
a
impetuo
sidade
de
uma
torrente.
—
Em
breve
nós
o
impelliremos
para
as
planícies
da
Gas-
tilla,
e
lá.
como
aqui,
o
venceremos,
por
que
Deus
e
as
bênçãos
de
Hispanha
estão
ctmnosco.
Agradeço-vos,
valentes
voluntários, a
v«ssa
brilhante
condocta
na
batalha
do
dia
3-
Agradeço
aos
gearraes,
chefes
e
offi-
ciaes
que ’os tem conduzido
á
vicloria
A
minha
ventura
é
tanto
maior
que
no
meio
de
vós
combatia
eorajosamente
um
príncipe
da
minha
familia,
a
irmão
afle-
ctuo-m
da
vossa
querida
Rainha
Um
dos
primeiros,
S.
A.
li.
o
du<ne
de
Parma
entron
em
Lacar,
no
meio
do
fogo
do
ini
migo.
Voluntários
!
com
a
ajuda
de
Deus
e
vossos
energicos
esforços, nós rechaçare
mos
os
nossos
inimigos
até
Madrid, e
quando
retirados
no
seio
das
vossas
fa
mílias
ctnlardes
as
vossas
campanhas a
vossos
filhos,
podereis
dizer-lhes
com
or
gulho
:
«Eu
sou
um dos
vencedores
de
La
car
!!»
Rendamos
graças
a
Deus
por
esta
no
va
vicloria
que
se
digwou conceder-nos,
e roguemos
com
fervor
p«r
áquelles
que
ahi
te«a
gloriosamente
cahido.
Voluntários
!
tende
sempre confiança
nos
vossos chefes;
elles
são
dignos d
’
ella.
Os
nossos inimigos os calamniam quando
faliam de
convénios
e
traições.
Nunca
tran
sigirei
com
a
revolução,
e,
no
campo da
lealdade,
as
traições
são
impossíveis.
A
’
vanle
voluntários
!
O
vosso
Rei
e
vosso
general
vigia
sem
pre
sobre
vós.
CARLOS.
A
Eslella
5
de
fevereiro
de 1875.
GAZETILHA
Lauiperennr.—
Expõe-se
na
segun
da-feira,
na
parochial
egreja
de S. Juão
do
Souto.
Exploração á Afriea.—
Um
joven
ofTicial
de
maunha
francez,
propõe-se
con
tiouar
a
obra
deixada de
acabar
por
cau
sa
da
morte
do
celebre
Liwingston,
tentan
do
fazer
lambem uma viagem
de
explo
ração
atravez
da
África
central.
Crè-se
que
o
referido
oflicial
será
sub-idiado
por di
versas corporações ^cientificas, e
que
o
ministério
da
«arinha
de
França
concor
rerá
com
10:000
francos.
Quatro dignos
eeelesiaatieos.—
Por
«ccasiã
*
da
sua
vahida
da
Madeira,
receberam
dos
«eus
numerosos
amigos
moi
tas
provas
de
verdadeira
simpalhia os
ec-
clesiasticos
que,
deixando
a
familia
e
pa-
tria,
seguem
o
seu
digno
prelado,
que
sempre
lhe»
fòra verdadeiro
amigo e so
licito
mestre,
até
ás
plagas
do
Oriente
;
e
por
certo
são
todos
dignos de
muita esti
ma e
de
muita consideração.
O revd.
*
padre
Antonio
José
de
Mace
do,
é
um
clérigo
zeloso,
sempre
empe
nhado
em
pr»mover
o bem
dos
fieis
e
a
decencia
do
culto
divino.
Como
capellão
e
««christão
tnór
interino
da
Sé Cathedral,
prestou
s.
rev
n1
’
relevantes
serviços,
não
«e
poupando nunca
a
incoinmodos
e
tra
balhos
para
bím
de
*
empenhar
as suas
obri
gações.
Coadjuvou
como
bom
sacerdote, da
melhor
vontade, sempre e em
tudo
quan
to
lhe
foi
possível,
os
revd.®
8
curas
da
Cathedral.
O
revd.0
padre
Macedo
é verdadeira
mente
digno
da
confiança
do
seu
virtuo
so
prelado,
a
quem dedica utna alleição
(Ilimitada.
Egualmenle
merecedor
de
muilo
res
peito
e sirnpathia
é
o
revd.
*
padre
Anlo
nio
José Vieira,
que corno
capellão
e em
pregado
da
Sé Cathedral e
como
ecclesias-
tico
d
’
esta
diocese,
foi
sempre
digno
da
amisade
e
confiança
dos
seus
superiores.
O
revd.0
padre
Carlos
Accialoly,
uovo
e
intelligeute
sacerdote,
prestou
n’esla
diocese bons
e
importantes
serviços
como
parocho
de
duas freguezias ruraes,
Arco
de
S.
Jorge
e
8. Jo'ge,
onie
f®i
verda
deiro
amigo dos pobres
e
«nde,
com
a
mais
evangelic»
caridade,
suavisou
muitas
vezos
as
dores
e
os
males
dos
«eus pa-
rochianos
enfermes,
especial/acnte por
oc
casião
de
duas
epidemias
que
grassaram
n'e«ta ultima
parochia.
O
r«vd.°
João
Luiz
Montebo,
é
um
moço
i»lelligenle
e
que
gosou
sempre
(Cesta
terr»
da
sirnpathia
e
amisade
de
todos
qnantos
o
conheciam
e
lhe
sabiam
apreciar
as
virtudes
e
os
dotes
moraes.
A
lodos
desej«mos
sinceramente
moi
tas
venturas,
esperando
ainda
tornal-os
a
ver
n
’
esta
terra
onde
são
estimados
como
merecem.
—(«A
Verdade»
do
Funchal)
Crise
mm
Hungria.
—
Segundo
uma
carta
de Peslh,
que
lemos
á
visl».
julga
va-se
ali
prevavel
que
o
ministério
hún
garo
pedisse
a
sua
demissãe. Diz
a
mesma
carta
qoe
esta resoluçã®
do
ministério
trazia
grave»
complicações nas actuaes
cir-
cumalancias,
pela
difliciildade
na
forma
ção
do
novo
ministério,
porque
nenhum
dos
partidário»
em
que
se
aeba
fraccio-
nada
a
opposição
pode
obter
maioria
na
camara,
diz o
«Diário
de
Noticias».
E
* notável
e muito. —
Os
nossos
leitores
sabem
o
qwe acontece»,
ha pou
cas
semanas, em
Guetaria e
o
mais
que
esteve
para
acontecer
(e
talvez acontece
ria.
a
não serem
cerl»s
disposições dos
carlistas
e
da
Inglaterra a
respeito dos
senhores
allemães
bismarkislas).
Pois
bem,
lêmos
agora
na
«Sicilia
Cahtolica»
de
13
de
setembro
do
anno
passado
o
seguinte,
extrahido
d®
«Univers»
:
«
Bayoiina, 4.
•
Senhor
r«daetor.
«Peço vos,
no interesse
da
causa
que
defendemos
que
queiraes
inserir
em
vosso
jomdl
estas
poucas
linhas.
«Tenho a honra
de
ser,
etc.
<0
general
De
Caslilla
<Ex
coronel
pontifício.
«Conversação
entre
aflonsistas
hispa
nhoes,
ouvida
n’um
café de
Bayona.
—
Sabeis
que
leremos
bem
depressa
alguma novidade
interessante
da
parte
de
Bilbao
?
—
O
que
?
—Um
bello
tiro
que
faremos
aos
car
listas,
de
concerto
com
os
nossos
amigos
os
prussianos,
e
do
qual
esperamos
os
me
lhores
resultados.
—
M
is
como
?
—Eil-o.
Os
navios
de
guerra
prussia
nos
vão navegando
devagar
ao
largo
da
cosia,
dirigindo-se
a
um
certo
pomo
já
determinado
que
ainda
não
está
occupa-
do. Nós
mandaremos
ahi
alguns
soldados
vestidos
de
carlistas
que
farão
fogo
sobre
os
prussianos.
Então
estes
desembarca-
ião
com
o
pretexto
de
repellir
o
atajue.
Far-se-ha
vir
reforço, e...
comprehendeis
o
resto.
—
Sim;
é
muito
engenhoso.
Mas
se
os
prussianos
se estabelecerem
deveras
no
ter
ritório
hispanhol?
—
Oh!
lamo
peior
para
a França,
e
para
os
carlistas.
«Esta
conversação
a
.
seu
tempo
servi
rá
para
explicar
certos
acontecimentos
pos
síveis, que
talvez,
sem
ella,
pareceriam
in
verosímeis.»
E
serve,
eom
efleito.
O
snr.
general
Castillo fez
um
grande
serviço
á
boa
causa.
A quem
tiver
duvida
sobre
a
data
da
noticia,
podemos-lhe
mostrar o
jornal
si-
ciliami
de
13
de
setembro
em
que
se
lê.
No
«Univers» deve
ter
apparecido
n
’
nm
dos
primeiros
dias
d
’
aquelle
mez.
Bismark
não
contava
com esta
!
«C.
da
Tarde»
Suuni
ei»i«iue... —
Consta-nos
que
um
*
indivíduo
que
faz
versos
se
abespi
nhou
ferozmente
ao
ler
uma
local
que opi-
grafamos
—
Poesia,
encaixando
até
ás
ore
lhas
umas
carapuças
aíli
talhadas
para
uns
sujeiloles, que
não
conversem
a
lua
nem
andam
pelas
fontes
a
cala
das naiades.
Não,
snr.
litteralo.
não
se
referem
a
v.
que
para
nula
nos
lembra,
as
palavras
alli
exaradas;
se,
porém,
entende
dever
aprcprial-as
á
sua
intemerata
pessoa,
fjça-o,
á
«ontade.
Em
quanto
a sustos
e
receios
e
me
dos
e
temores
e
pavores
e
terrores
e
hor
rores...
boa
noite.
Portugnl
nntigo
e
morlem
*
».
—
Distribuiu
se
o
fascículo 65.°
J'esta
obra.
Os
nossos
jornalistas
mais
competentes
teem
acolhido de
modo
mui
lisongeiro
es
la
publicação,
a
lodos
os respeitos
im
portantíssima.’
ÍFaSIeeisnento.—
Falleceu
no
dia
17
do eorrenie,
pelas
nove
e
meia
horas
da
noite,
a
exc.'11
’
snr.
a
D.
M.ria
Casimira
de
Meirelles
Romeo,
viclima
de
uma
lesão
no
coração.
Esla
virtuosa
senhora
tinha
vindo,
coimo
de
costume
em
lodos
os
an
nos,
visitar
seu
filho
o
snr.
José
Elias
Soa
res
Romeo
Júnior,
gnarda-livros
do
Ban
co
Commercial
d
’esta
eidade,
quan
'o
dois
dias
depois
da
sua
chegada,
a
terrível
mo
léstia
começo» a
desenvolver-se
até
ao
ponto
que
a arrebatou
dos
braços
de seu
extremoso
filho, e
dos
de
seu
marido,
que
linha sido
chamado
por
um
lelegram
ma.
Foi
senhora
das
mais
ellevada-
virtu
des
christãs.
Rogamos
a
Deus,
que
rece
ba
a
sua alma
entre
os
resplendores
da
luz eleina.
Outro.
—Também
f»lleceo
o
snr.
Do
mingos
José
da
Costa
Gomes,
proprietário
de
S.
J
ronirno
de
Real,
freguezia
convi-
sinha
d’
esla
cidade,
na
egreja
da
qual teve
hontem
pomposos
oflicios.
O
oadaver
do
finado
foi
em
seguida
conduzido
com
gran
de préstito,
par» ser
depositado
n
’
uma
ca
tacumba
no
cemiterio
publico,
em
quanto
não
se
erigir
o jazigo
de
sua
fan»ilia.
A
lodos
os
parentes
do
finado
damos
os
nosso
pesdoies.
TraDiMferenoàn.—
Consta
que
vae
ser
transferido
do dislricto
de
Vianna
do
Cis-
tello
o
snr.
Joaquim
Albano
Corte
Real,
delegado
do
lhesouro
do
mesmo
dislricto.
Fatal coineídencie !—
Lê-se
na
«De
mocracia»
de Lisboa
:
Hontem, no leilão
que
se
offectuou
no
palacio da
embaixada
ingleza,
succedeu um
caso
lastimável.
Assistia
um
cavalheiro
que
ia fazer
varias
compras, porque estava
em
vespe-
ra
de
se
casar
e
precisava
por
i^so
de
mobilar
a
casa.
Foi
exaclamente
quando
acabava
de
lançar n
’
um
objecto,
que
recebeu
um
le-
legrarnma,
em
que
se
lhe
annunciava
que
a
noiva
acabava
de
fallecer
repentina
mente.
E’
inútil
dizer
que
o
cavalheiro
em
questão
saiu
logo
n
um
estado
de deses
pero
que é
facil
imaginar.
Helatoric.
—
Recebemos
o
Relatorio
da
Direcção
do
Asilo
de
S.
José,
d
’esta
cidade,
no
anuo
ecoaomico
de
1873-1874.
Agradecemos.
Noticias
agricolais.
—
Das
Parles
agrícolas
do
«Arehivo
Rural» transcreve
mos
o
que
segue
:
Braga,
19 de
janeiro.
— O tempo
lem
corrido
muilo
favorável
ás
terras
e
em
harmonia
com a
presente
quadra,
não pre
judicando
os diversos
trabalhos, porque
a dias
de
grandes
chuvas
leem
succedido
outros
de
pouca
humidade, e
até
muilo
seccas
e de
sol. Não teem
faltado
ven
tanias,
lemporaes,
nem mesmo
geadas
tfeste
mez,
como
as
que
houve
em
de
zembro
proximo findo.
—
As
trovuadas
é
que
Leem
sido raríssimas
—
Os
deposil#»
de
aguas
e
poços
acham-se
muito
cheios,
e
o
anuo
promette
já,
per
esta
circnmstan-
cia, ser
mai
*
abundoso
do
que
o
próxi
mo
passado. —
As
hervas, cevadas,
trigos
e
centeios
estão inuilo
esperançosos.
As pó
las
estão
muito
adiantada
*
,
e
tem-se
feito
grandes plantações
de vid
*
s
e
arvores que lhes
sirvam
de
apoio.
—
Tem
havido
grande
procura
de
laranjas para
embarque
e
tem-se
plantado
grande
quan
tidade
de
laranjeira». —
Os
trabalhos
do
fabrico
do
azeite
estão
qua»i
terminados
:
a
producção
d’
esle
importanthsirno
gene
ro
é,
como
já
tive
occasião de
partici
par, maior
que
a
de
ura
anno
de coe
tra-safra
e menor
que
a
de
em
aaíra.
A
’s
feiras leem
coucerrida
muitas
re
zes
bovinas
e
em
muito
b»m
catado dr
carnes.
O
mercado
dos
perco» também
tem
estado
muito
animado,
apparecendo
muito
hoas
cevas:
por
fins
de
dezembro
vendeu-se
um
cevado
pelo
preçc
de
reis
915200
ou
i9
moedas;
não
pude
saber
o
peso
que
accusára,
ma#
calculando
a
reis
35200,
preço
regular,
cada
lo
kilogram-
mas
deveria pezar,
»e
o
comprador
não
foi
prrjodicado,
28
1/2
arrobas
métricas
*u
427k,5.
—
Continuam
o»
contratadores,
vul-
gò
regatões,
a
comprar
grande numere
de
cabeças
de
porcos,
tanto
de
bácoros, co
mo
de
rezes
criadas.
Ha
6
dias
que a
temperatura
*
e
ele
vou
a
12°
centígrados,
e
muita»
arvores,
mesmo
das
fructiferas,
como
pecegueiros,
já
a
rebentar,
o
que
é
indicio
quasi
in
fallivel
de
escassez
de
fructas
lemperãs.
A
feira
annual
de
gado
bovino, cha
mada
de
Santo
Amaro,
por
»er
n«
dia
15
do corrente mez,
e
que
tem
logar
perto
da
cidade
de
Guimarães,
fui muito
pouco
concorrida, pelo
dia
estar
excescivamente
chuvoso.
Nos
gados
bovino
e
«uino
teern-»«
dado
alguns
casos
de
febre
aphtos», mas
muito
benignos, e
a
tempo
curados,
porque
já
é
geralmente
sabido,
por
ter
sido
frequen
te»
vezes
publicado,
o
tratamenle
acon
selhado
para
esta
moléstia
epizootica. Tam
bém
leem
grassado
nas
diflerentes
espe-
cies
pecuarias
as
anginas
com
muita
be
nigoidade.
<>
nniifrngie do Soudcn.—
Noti
ciamos
ha
dias,
diz
o
«Diário
dc
Noti
cias»,
que
havia
naufragado
no
Funchal
o
vapor
«Soudan»,
da
carreira
d
’
Africa,
e
pelo
correio
soubemos
honte»
que
aquel-
le
barco se
perdera
completamente por
ter
encalhado
etn
frente
da
praça da
Bai
nha.
Este
desastre
succedeu
pelas
no»e
ho
ras
da
noite
do
dia
2
d’
este
mez.
e
cin
co
horas
depois
o
casco
despedaç«ra-se
quasi
todo
sobre
os
rochedos
A
perda
é
avaliada
em
cerca
de
500
cornos
de
reis.
O
casco e
a
ca^ga
foram
vendidos
em
praça por 22
contos
de
reis.
O
vapor
havia saido
de
Liverpool com
importante
carga e
alguns
passageiro»
pa
ra a
África
ingieza e
poriugueza.
Emigração.
-
Do
Campeão das
Por-
vincias,
d
’
Aveiro
transcrevemos o
seguinte:
Continua
a
emigração
em
grande
es
cala.
D
’
este
dislriclo
saem
mensalmente
centenares
de
indivíduos,
quasi
todos
moços
de
8
a
20
annos
de
idade.
E
não são
só
os
lucros
prováveis
da
Ame
rica,
ou
a avidez
d
elles
quem
os
ar
ranca
á
familia e
ao
paiz.
E’
a
repugnân
cia
á
vida
militar,
é
a
aversão
á
farda
quem
os
arrasta
aos
azares
e
aos
peri
gos
certos
da
emigração.
E
os
governos
não
veem
o
mal
para
o
prevenir.
Dormem
sem
cessar
o
somno
do
justo, prendendo-se
pouco
com
estas
bagatelas.
A
caridade.
—Diz
um dos
primei
ros
mestres
da
lingua
portugueza,
o
pa
dre
Manoel
Beniardes,
no
seu
livro
—
Luz
e calar
:
—
«Dá
a tua
vontade
ao
pro
ximo,
e
dar-te-ha
o
seu
entendimento.
Quando
se
inteirar
de
que
o
amas,
«então
lhe
persuadirás
o
que
quizeres.
0
anzol
da
razão
hade
ir coberto
com
a
isca
da
caridade.
Caridade
é
lingua
uaiversal
que
entendem
até
os
barbaros,
e
os
mesmos
brutos:
falia
n’esta
lingua,
e
logo
serás
bem
ouvido.»
(Conimbricense)
Grande
crime. —
0
Tribuno
Popu
lar,
de
17
noticia
o
seguinte crime,
que
se
deu
em
Coimbra,
no
passado
domin
go,
á chegada
do
comboio
da
tarde.
Apenas
se
abriu
a
porta
da
casa
das
bagagens,
que,communica
com
a
gare, es
tabeleceu-se
na
porta
opposla
da
sabida
o
costumado-
apertão,
vozeria,
e
desen
freadas
gesticulações
dos
moços de car
ros.
Um
^passageiro
chamou
o
Quarlorze,
carregador
do
caminho
americano,
para
comduzir
a
sua
bagagem.
Miguel
Cavaca,
moço
de
carros,
rapaz
de
má
indole
e
maus
precedentes, apesar
de novo,
deu
um
murro
no Quatorze
a
que
este
res
pondeu
com
outro,
agarrando
se
mutua-
mente.
Algumas pes<oas,
entre elles
o
snr.
Costa
Pereira,
regedor
da
freguezia
de
S.
Barlholomeu,
meteram
se
de
permeio
e
os apartaram.
O Quatorze entrou
pa
cifico
para
a
estação:
mas
o
Cavaca con
tliauou
a
provocai
o,
e
a
dirigir-lhe
amea
ças,
não deixando
a
porta
da estação,
apesar
de advertido pelo
dito
regedor
e
por
outras
pessoas.
—
Ou
me
ha-des pregar e^te
botão,
ou
eu te
prégo
um em
ti
—
dizia
o
as
sassino,
que
por esta
insistcncis
devera
ter
sido
logo
preso.
Passado
bom
quarto
de
hora,
o
Quator
ze
poz
uma
mala
ás
costas
e
dirigia-s-
carregado
para
a
portada
estação;
quana
do
se
aproximou d
’
esta,
o
Cavaca puche
de uma
navalha,
abaixa-se.
espeta-lh
’a
na
barriga,
e,
voltando-se
para
fóra,
arre
messa-a
pelo ar, bradando
—
deixa morrer
quem
morre.
Isto
passou-se
na
presença
e
a ires
pas
sos
de
distancia
de
mais
de
50
pessoas
que
enchiam
o
atrio
da
estação.
Muitas
pessoas
se
acercaram,
dando-
lhe
a
voz
de
preso,
do
descarado
assassi
no,
que
não
fugiu
porque
não
quiz.
O
pobre
Quatorze
cahiu
ferido
ainda
dentro
da
estação.
Appelo
rí
earidade,—
Uma
familia
d'stincia
e
cntr’
ora
rica
de
bens
de
fortu
na,
composta
de
cinco
pessoas
sendo
pae,
mãe
e
tres
innocentes
creancias,
encon
tra-se
hoje
a
braços
com
a
mais
completa
miséria. A favor
d
’esta
infeliz
familia,
tão
duramenle
provada pela
Providencia,
vi
mos
hoje
implorar
a caridade
de
nossos
assignantes
e
leitores,
ficando desde este
momento
aberta
uma subscripção
n'esia
redacção
e
em
ca»a
do
snr. Manoel
José
Vieira
da
Rocha,
roa
do
Souto.
Uinheiro recebido
Transporte
..........................................
275100
Em
casa
do
snr.
M.
José
Vieira da
Rocha
:
Um anonimo A.
do
B.
.
.
.
15000
»
>
M.................................. 500
>
»
Padre
capellão
.
.
15000
295600
A’ caridade.—
Na
rua
do
Charqueiro
n.°
12
existe,
em
grande
necessidade,
uma
snr.
a
por
nome
D.
Anna
Augusta
do
Sa
cramento,
viiJva,
velha,
doente
e
alienada.
Pede-se
em
nome
d»
caridade ás pessoas
bemfazejas
a
soccorram
c«m
uma
esmola,
pelo
amor
de
Deus.
COXFETKMCHM JtfA
ASSOCIA
ÇÃO
CATHOLICA.
.
Continuam
todos
os
domin
gos
conferencias
aos
socios
da
Xssociaçào
Catholica,
na
casa
da
mesma.
Principiam
ás
7
horas da
tarde.
ASSOCIAÇÃO CATSIOLilCA.
Por
parte
da
Junta
Directora da
As
sociação Catholica
d’esta
cidade
se
faz
pu
blico
que
serão
admiltidos
gratuitamente
na
Escola
da
Associação
»té
vinte
alum-
nos, filhos
de
paes
pobres,
embora
não
sejam
socios.
Os
que
qoizerem e»te
beneficio
para
seus
filhos
requeiram
quanto
antes
com
atieslado
do
respectivo
parocho.
0
secretario,
João Antonio
Velloso.
COMwIEfóCIO
B
olsa
dk
B
raga
47
de
fevereiro
de
1575
Banco
Mercantil de
Braga,
3$000.
Banco
de
Guimarães
4$300.
Dito
dito
4$400.
Banco
da
Covilhã
60$500.
Dito
dito
60^650
Dito
dito
60'5759.
Banco
da Povoa
do
Varzim
19^000.
Fundos
hispanhoes,
coupons
vencidos
35
p.
c.
Em
IS de
fevereiro de 4875
EíTeetuado
Banco
Mercantil
de
Braga 2$900.
Banco
Commercial
de
Braga 585100.
846
escudos
de
coupons
vencidos 35$000.
O
director
Antonio
Teixeira Barbosa.
SÂtfSE
A TODOS
sem
medicina, pur
gantes
nem despezas
com o
uso da delicio
sa
farinha
de.
saúde,
REVALESC1ERE
DU
BARRY
de
Londres.
noinou»
d’«KMvarÉaveí «uccesso
5
Tola
a
moléstia
acaba
com
o
uso
da
deliciosa
Revalesciére du
Barry
que
tor
na a
dar
a
saude,
a
energia,
a
boa
di
gestão
e
o
somno.
Cora
as
indigestões
(dispepsia)
gastrica,
gastralgia,
flegmas,
arrotos,
fialos,
amargor
na
bocca,
pitui-
tas,
nau-eas,
vomilos, irritações intesti-
uaes,
diarrhea,
dizenteria,
cólicas,
tosse,
asthma,
hlta
de
respiração,
oppressão,
con
gestões,
mal
aos nervos,
diabelhe,
debi
lidade,
todas
as
desordens no
peito,
na
garganta, do aiito,
das
broochites,
da
be
xiga, do
figado,
dos
rins,
dos
intestinos,
da
mucosa,
do
cerebro
e
do sangue.
75:000
curas
entre
as
quaes
contam-se
a
do
du
que
de
Pluskovv da
exc.
,na
snr.
a
marqueza
de
Brehan,
dos doutores
Manoel
Saens
de
Jejada da
Universidade
de
Cordova
etc.
etc.
Seis vezes
mais
nutritiva
do
que
a
car
ne
sem
esquentar,
economisa
cincoenta
vezes
o
seu
preço
e:n
remedios.
—
Preços
fixos da
venda por
miúdo
em
toda a
pe
nínsula
:
Em
caixas
de
folha
de lata,
de
*
/ 4
kilo,
500
;
de
4/2
kilo
800
rs
;
de
um
kilo.
l$40è
reis;
de
2
1
/
í
kiios,
3$200
reis;
de
6
ki-
los,
65100
reis,
e
de
12
kiios,
125000 reis.
Os
biscoitos
da Revalesciére que se po
dem
comer
a
qualquer
hora,
vendem-se
em
caixas a
800
e
15400
reis.
O
melhor chocolate
para
a
saúde é
a
?^®-yaReMevèn«<B
elaoeolaitada
|
ella
res-
titue
0
appettite,
digestão,
somno,
energia
as
carnes
duras
ás
pessoas,
e
ás
creanças
e-
mais fraca$, e
sustenta
dez
vezes
mais
que
a
carne,
e que
o
chocolate
ordinário,
sem
esquentar.
Em paus,
ou
em
pó
em
caixas
de
folha
de
lata
delO
chavenas,
500
reis; de
21
chave
nas,
820
reis;
de
48
chavenas,
15409
;
de
120
chavenas, 35200
reis,
ou
25
reis cada
chavena.
»ARKA »«J iBARRY
«fc C.a
-Pla-
ce
Vendòme.
26,
Pariz;
77
Regent-Slreel
Londres;
Valverde,
1,
Madrid.
Os
pharmaceulicos,
droguista»,
mer-
cieiros,
etc.,
das
províncias
devem
diri
gir
os
seus pedidos ao
deposito
Central
;
snr.
Serzedello
k
C.
a
Largo do
Corpo
Santo
16,
(por
grosso
e
miudo);
Carlos
Barreio,
rua
do
Loreto, 28;
Bar
rai
&
Irmãos,
rua
Áurea,
12.
Port»,
J.
de
Sousa
Ferreira
A
Irmão,
rua
da
Ba
nharia
77
;
de
Sequeira
;
J.
Pinto
;
Desí-
ré
Rahir;
Coisnbr»,
V.
Botelho de
Va»-
concellos
;
Aveiro.
F.
E
da
Luz
e
Costa,
pharm.
;
SBareelSo»,
Ramos, pharm.
q
ílraga,
Pharmacia
Maia,
rua
dos
Chãos,
Pipa
óc
Irmão,
rua
d<^
Souto.
Domingos
J.
V.
Machado,
praça
Municipal.-
Figueira,
Antonio
Vieira,
pharm.
;
G
uimarâes,
A.
J.
Pereira
Martins,
pharm.
;
6’ena-
flel,
Miranda,
pharm.
;
Pente
de
Uma
A.
J.
Rodrigues
Barbosa,
pharm.
;
Po-
vê»
d»
Varzian,
P.
Machado
de
Oli
veira,
pharma.
;
Vianna
do
(JuMtelio,
Aílonso
e
Barros,
droguislas;
Villa
do
Conde,
A.
L. Maia
Torres
pharm.
AGRADECIMENTOS
Padre
João
Rebdlo
Cardoso de
Mene
zes,
summamente
penhorado pelos
obsé
quios
qne
recebeu
por
occasião
do falle-
cimento
de
seu
muito presado
thio
0
snr.
José
Cardo-o
Pereira
Pinto
de.
Menezes
e
não
podendo
pessoalmente
agradecer
a
10-
dos
os
exc.
m#s
snrs.
e exc.mas snr.a
*
cujos
cumprimentos
e
obséquios
recebeu por
es
ta
occasião,
o
faz
por
este
meio
José
Elias
Soares
Romeo,
José
Elias
Soares
Romeo
Júnior,
Elisa
das
Dores
Mendes
Romeo
e
Emilia
Georgioa
Mendes
Romeo,
marido,
filho e
neta«,
agrdecem
cordealmente
a
todos
os
esc
m#s
snrs.,
que
se
dignaram visital-os
na
occasião
do
pas
samento
de
sua
querida
mulher,
mãe
e
avó.
D. Maria
Casimira
de
Meirelles
Ro
meo,
e
bem
assim
a
lodos
os
cavalheiros
que
os
honraram assistindo
no
cemitério
publico
aos responsos
por
sua
alma,
pro
testando
a
todos
o
seu
muito
reconheci
mento.
Braga
<9 de
fevereiro
de
<875.
José
Elias
Soares Romeo
José
Elias
Soares
Romeo
Júnior
Elisa
das
Dores
Mendes
Romeo
Emilia
Georgina
Mendes
Romeo.
(2297;
ESPECTACULOS
THEATRO
DE
S.
GERALDO
Domingo 21
de
fevereiro
Em beneílcio
eatudante
pobre
O drama
em
4
aclos,
original
do
falle-
eido
escriptor
Almeida
Braga
CARLOS.
A
comedia
em 1
aclo
Mariquinhas,
a leiteira.
Principia
ás
8
horas.
ANNUNCIOS
-------------------------------------------
—
■
■
.
.
..
.
.
■■
BANCO
COMMERCIAL
DE
BRAGA
Em
virtude da
deliberação
d
’
assembleia
geral
de
15
do
corrente,
que approvou
a
proposta
da direcção
para
a
elevação
do
capital
inicial
de
600
a
1:000
contos,
fa-
zendo-se
para
este
fim
uma
2.
a
emissão
de
400
contos
em
8:000
acções
de 505000
reis
com
0
prémio da
45500
reis
por ca
da
uma,
a
direcção
no
sentido
e
em
con
formidade
com
0 disposto
nos
£
§
2.°
e
3.®
do artigo
4.®
do»
estatutos
convida os
snrs.
accionistas a
declararem
na
thesou-
raria
do
Banco,
ou
na
sua
caixa filial
do
Porto,
desde
20
até
31
de
Maiço
proximo
futuro,
se
acceilatn
as
acções
da
2
a
emis
são
que
lhes
couberem
em
proporção
das
que
actualmente
possuem
para
se
eflec-
luar
0
rateio,
senão
lambem
verificar o
pagamento
do
prémio
correspondente
ás
acções
que
acceitarem,
e
a
1.
”
entiada
de
25
p. c
,
ou
125500
reis por
acção.
A
falta da
dita
declaração
e
pagamen
to
até
áquella
data
no
mesmo
acto
será
considerada
como
renuncia
das
acções
cor
respondentes,
as quaes
lição
de
conta
do
Banco
para
as collocar (nunca
por
pré
mio
inferior)
quando
e
pela
fórma
que a
direcção
julgar
conveniente,
d
’accordo
com
0
conselho
fiscal,
conforme
foi
resolvido
pela
mesma
assembleia
geral.
Braga
18
de
fereiro
de
1875.
Pelo
Banco
Commercial
de Braga
Os
directores,
João
Evangelista
de
Sousa
Torres
e
Almeida
Manoel
José
da
Costa Guimaràes
Luiz
Antonio
da Costa Braga.
(2298)
Bi»
Bi MiOLttS
Sociedade
anonymn, r«-»;>on
*
nbi-
lidnde
limitada
Capital 6G0 contos,
divididos
em
ires
se
ries de
200
contos
cada
uma.
SÉDE EM
BARCELLOS
Subscreve-se
para a
pi
joeira
serie,
composta
de
4:000
acções
<le
5
'
mil
reis,
na
segunda
feira 22
do
ceru"!
1
".
d-sde as
9
horas da
manha
até
á»
3
da
(-'
le.
tflRH
No
Porio,
em
casa
d
’
Antonio
José
Go
mes,
roa das
Flores.
Em
Braga,
em
casa
d
’
Almeida
&
Pe
reira.
Em
Barcellos,
em
casa
de
Francisco
José
Ferreira
de
Faria.
Os
instaladores,
Fernando
Simões Villaça
Joaquim de
Faria
Machado
Manoel
Lopes
de
Sousa
Francisco José
Ferreira
de
Faria
Figueiredo
tf
Sobrinho.
(2299)
POR
J
DE
LEMOS
Com
este titulo
vae
publicar-se
breve-
meiile
mais
um
volume
de
versos
do
au-
cior
do
Cancioneiro.
De duas
partes
contará
este
livro
:—l.°
Ultimo» Refle-
xoa
»
2.®
líoras
Vaga»
de BuareoN.
Rvceiando
o
auctor de que,
por
seu
silencio
£de
muitos
arwios,
o favor
publico
se
tenha
esquecido
do
seu
nome,
fez-se
acompanhar,
n
’este
volume, por
dois
dis
linclos
e
estimados nomes
litterarios, o
Visconde
de
Jerumenha
e
A.
À.
R.
Cor
deiro.
A
benevolencia,
que não
poderá
obter
por si,
lh’a
grangearão,
de
certo,
estes
dois
nomes,
de
cuja
boa
sombra
se
serve
para
desvanecer o
esquecimento
de
antigos
leitores,
e
alcançar
outros
novos.
Preço
do
volume:
600
reis.
Quem
quizer
assignar esta
publicação,
dirija-se
a
Dias
Freitas,
na
redacção do
«Commercio
do
Minho».
METAES
VELHOS
Na
travessa
de
S.
João
n.°
5,
com
pra-se
toda a
qualidade
do metaes, e ferro
velho
até
mesmo
fundido.
(860)
Obra
de
pedreiro
Quem
quizer
comprar
oito
portadas
de
pedra
de
esquadria,
sendo,
tres
por
tas
e cinco
janellas
todas
apilaradas
com
cimalhas,
póde
dirigir-se
a
Antonio Fer
nandes
da
Cunha,
morador no
largo
de
S.
Paulo,
n.°
3,
d’esta
cidade. (2293)
Belchior
Pinto
dos
Santos,
viuvo
e
suas
irmãs
Margarida
Pinto
dos
Santos,
soltei
ra,
de
maior
edade,
e
Joaquina
Pinto
dos
Saotos,
viuva,
todos
moiadores
no
Paul
da Senhora
a
Branca,
da
cidade de
Braga,
fizeram
procuração
publica a
José
Fernan
des,
proprietário
e
mestre
carpinteiro,
mo
rador
no mesmo
Paul
da
Senhora
a
fran
ca,
da
dita
cidade
de
Braga,
com
poderes
de
vender
uma
morada
de
casas e
per
tenças,
sitas
na
rua
do
sol
da
cidade
do
Porto
e
além
d’
ouiros
também
o
de
su
bstabelecer;
porém
a
diia
procuração
acha-
se
revogada
e
cassada
por
outra
que
fize
ram
a
Maria
Pinto
dos
Santos, da
dita
ci
dade
de
Braga,
e
para que
ninguém
con
trate
com
o
referido
procurador
ou
seus
«ubstalecidos
fazem
a
premente
declaração,
ficando
assim nullo e
de nenhum
effeilo
lodo
e
qualquer
contrato,
que
porveniura
se
faça
com
o
mesmo
procurador.
(2294)
THEATRO
DE S .GERALDO
Por
ordem
do
exc.,na preside: te
da
assembleia
geral
do
Theatro
de
S.
Geraldo,
são
convidados
os
snr.
aecionista
a
reu
nirem-se
no
dia
2l
do
coerente
pelo
meio
dia
no
salão do mesmo
iheaurn,
para
dar
cumprimento
ao
arl.
8
0
do
Estatuto
(2296)
Livra
ria
Cathoiica de
Pacheco
& B
rbosa
de
Lisboa,
e
nas
livraria
catholicas
do
Porto
e
Braga,
assim
como
na
do
snr.
Ch
udrcn
do Porto
e
em
to
das as mais livrarias
se
ven
dem.
«Mez
de
S.
José»,
200
reis
—«Mez do
Coração
de Jesus»,
200 reis—
«Mez
Maria-
jio
»,
acrescentado,
lindo
e portátil
vol.
or
nado d’oma
estampa,
da
Virgem, 12
>
reis
---
Novena
de
S.
José»,
60
reis
— «Prati-
ca
do anno
para
com
Jesus
Chri
*
to»,
3U0
reis
—
«Sermões
de
quaresma,
ou
5
sermões
sobre a caridade,
cartonado-,
500 reis.
NOVIDADE
44,
Run <1«» Souto, 44
Campo»
&
Almeida, acabam de
rece
ber
grande
sortido
de
chapéus
de
leliro
e seria,
«ultima
moda».
da
acredilada
fa
brica
dos
sors.
Maia
e Silva,
do
Porio,
que
vender»
pelo# preços
da
fabrica.
Também
se
fabricam
b
consertam
cha
péus
de
tod»s
as
qualidades.
(2272)
•
CA^R
Paquetes
MINHO
.
.
28
de
Fevereiro
BOYNE .
.
13
de
Março
TIBER.
.
.
29
de
»
O paquete
de
13
toca
em S.
Montevideu e
Buenos-Ayres.
O
paquete
de 29
toca
em
S.
nos-Ayres.
,'à
a
sair
de
Lisboa:
|
DOURO
.
.
13
de
Abril
| MONDEGO
.
29
de
»
|
NE
VA
.
.
13
de
Maio
Vicente,
Pernambuco,
Bahia,
Rio
de
Janeiro,
Vicente, Rio
de Janeiro, Montevideu
e
Bue-
ACCÔES
«•
João
Manoel
da
Silva
Guima
rães.
—
Rua
do
Soído n.° 43.
Compra
e
vende
Acções
de
todos
os
Bancos
e
Companhias,
Inscripções
de As
sentamento
e
coupons.
(581)
<>» preços
são muito
razoáveis
Esta
companhia
para
maior
vantagem,
resolveu
ter
a
bordo
de todos
os seus
vapores,
criados
e
cosinheiros
portuguezes
para
servirem
os
passageiros
de
todas
as
classes,
cujo
tratamento
se
torna
hoje
o
melhor
possível.
Cada
passageiro
de
3.
a
classe
tem
grátis,
belixe
com
colchão
e
roupa
de
cama,
vinho
e
comida
á
portu-
gueza,
tudo
em abundancia. O
transporte
do caminho
de
ferro
até
Lisboa
é
por
conta
da
companhia
bem como
outras despezas.
Para
mais
esclarecimentos
prestam-se
em
casa
do agente
n
’
esta cidade,
rua
do
Souto
n.°
43.
—
Em Braga.
João
Manoel
da
Silva
Guimarães.
No
largo
de
S Migue!
o-Anjo,
n.°
7,
lecciooam-se
as
seguintes
disciplinas
:
Desenho
(ctirs»
completo).
Arithmetica
e
Geometria.
Philosophia
(curso completo).
Preço
de cada
disciplina.
8nO
reis.
Para traelar das
8
ás
10
horas
da
manhã.
A
Nova
Empreza
de
Trens,
annuncia
ao
publico
que
desde
o
dia
30
de
No
vembro
proximo passado,
o
snr.
Manoel
José
Ribeiro
Braga,
do
largo
do
Barão
de S. Martinho,
deixou
de
ser
agente
das
suas
•
carreiras
do
Porto,
Arcos,
Monsão
e Egreja
•
Nova,
sahindo todas
da
sua
casa
no
largo de
S.
Francisco
n.°
2,
jun-
cto aos
Terceiros.
Braga
1
de
Dezembro
de
1874.
O
gerente,
(2174)
Eduardo
Pacheco.
Rio
de
Janeiro,
Montevideu,
Buenos-Ayres,
Valparaiso,
A
rica,
Islay
e
Gallao
CARREIRA QllAZEAAL
PARA
PURNAJOICO
E BAKIA
A Companhia
reduziu
os preços,
conservando
as
mesmas
vantagens
como
até
aqui
tem
ofíerecido
aos
snrs.
passageiros:
esceilentes emnmmioM,
b<»m
tra
tamento, bastante
espaço para
bagagens
e viagens rkpitZas,
pois
que
OS
Paquetes
«lo
Pacifico
lem
gasto
somente
13
dias
de Uisboa
no
Rio de
Janeiro.
Preços
das
passagens
incluindo
o
caminho
de
ferro
do
P
rto
para
Lisboa
CrinaQças
dos
passageiros
Alé
aos
12
annos
meia
passagem.
A'é
aos
8
annos a
quarta
parle.
Até
aos
3
annos
grátis,
uma
só
de
cada
família.
3/
CLASSE
2.«
CAMARA
1.
* CAMARA
Pernambuco
...................................................
Bahia
.............................................................
Rio
de
Janeiro
..............................................
Montevideo
e
Buenos-Ayres
.........................
Valparaiso,
Arica,
Islay"e
Callao
....
40^000
40&000
45Ò000
54&Q00
126§O1)O
81&000
90&000
90&000
90&000
189&000
108&00H
117&000
121&500
157^5.00
308&OÍI0
Todas
as
terças
feiras
sahirá
de
Lisboa
um
paquete,
os passageiros de 3.’
classe
teem
beliche
com
colchão
e
roupa,
comida
a
portugueza
em
abundancia
e
vinho
duas vezes por
dia
AGENTES
EM BRAGA
—
Almeida
&
1'ereri
t.
■
Traia
a
passagem
a
pagará
vista e
a
prazo
com
/lança.
COROGRAFIA PORTiJGUEZA
E
IIESCRIPÇÃO
TÒPOfSRAFICA
Do
famoso
reino
de Çorlugal,
com
as
noti
cias
das
fundações
das
cidades,
villas
e
to
gares
que
conbm,
varões illustres,
Genea
logias
das
famílias
nobres,
fundações
de
conventos,
calhalogos
dos
bispos,
antigui
dades,
maravilhas
da
natureza,
edifícios,
e
outras
curiosas
observações
Autor
o
P.e
Antonio Carvalho da
Costa
Nova
edição
copiada
íielmenie
da
anti
ga,
mas ampliada
com
um
iodex
alfabético
de iodas
as
freguezias
com
a
declaração
dos
nomes e Oragos,
que
aclualmenie lem,
nu
mero
de
fogos,
dioceses
e
concelhos
a
que
pertencem,
e
correios
respeclivos,
o
que
a
lorna
mais
preferível.
Vende-se
em
Braga,
na
rua
Nova
n.°
5,
em
casa
de
Manoel
Joaquim
de
Castro
Loureiro.
Preço
(tres
volumes)
1^500
reis.
Para
os
snrs.
livreiros,
lem
abatimento.
Deposito
de
i'itih s,
vindos
de
hooisão
Bua
d’ãi>xííbiM ens» s».° 40
BRAG
a
Quem
quizer
comprar
vinbo da
colhei
ta
passada.
*
indo
de Monsão e armazenado
u
’
iiqutdla
roa
e
casa
acima
mencionada,
queira
<iirigir-st
ao
prqpfieiauo
do
estabe
lecimento
d<>
Casiedo,
junto
á
capella
de
Nossa
Senhora
de
Guadalope,
onde
lam
bem os
consumidores o
acharão
a
reta
lho.
A
sua
qualidade
é
garantida
por
mui
tos
particulares d
’e>ia cidade,
que
d
’
alli,
o
lem mandado
vir
para
consumo de
sua
casa.
(2285)
Recibos
das
inscripções
Acham-se
á
venda
ria
typograíia
Lusi
tana,
rua
Nova
n.°
3,
os
novos
recibos
alterados,
e
conforme
os
annuncios
do
snr.
Delegado
do
Thesouro.
ALUGAM-SE
Os
altos
da
casa u.
22,
na
rua
do
Campo,
em
Braga,
cpm
excellenles com-
raodos
para
uma
numerosa
famalia.
x
Quem
a
petlender,
dirija
se
á
mesma.
(2286)
José
Cardos»
de
Carvalho,
ven
ie
ou
ri
me
i<>dos
os
foros,
sensos,
e
pensões
qoe
rrcebe
nax
comarca»
de
Villa
Verde,
Bar-
cellov
e
Braga.
Trala-se
em Ponie
do
Lima
com
o
snr.
Manoel Gomes
Cardoso e
em
Braga
com
o
snr.
Anlonio
José
Gonçalves Nogueira,
rua
do
Souto.
(2226)
NOVA
FUNDIÇÃO
DE
FERRO
DE
Antonio Germano Ferreiríishc
*
.
NA
Travessa
de
S.
João
Aonde
faz
toda
a
obra,
assim como
bombas, conçollas,
columnas para
gaz,
pe-
zos
novos, panellas
á
ingleza
de
todos os
tamanhos,
canos
para
agoas
e
gaz,
e
toda
a
obra
de fundição,
como
grades
para
sacadas,
obra
de
metal,
sinos
e
outros
ob-
jeclos
de
igual
teor
etc.,
pelos
preços
do
Porto.
B «
a
tfíC O
Vende-se
um
magnifico
Prélo
pequeno
com
pouco
uzo.
do
sistema
mais
moder
no
até
hoje
conhecido.
Imprime
todas
as
obras
em
formato
não
inferior
a
36
centí
metros
de
largura
e
a 46
ditos
de
com
primento,
garantindo-se a
perfeição do
trabalho.
0
seu
custo
é
de
U0$(i00
mas
vende-se
por
8D$D00.
Quem o
pertender póde
dirigir-se
á
typographia
do
«Campeão
das
Provincias»
em
Aveiro
a
Augusto
Pinto
dos
Reis
Cane-
do,
com quem
se
póde
iralar.
braga
:
typographia
lusitana
—
1875. - É o formato de
-
comerciominho_20021875_312.pdf
Parte de Comércio do Minho (O)