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^ft/wr
^s^wadgc^g
rsrasfflraEHKíBaiíâSEaraRH^eeíHasHHBnasBSfflSBEaEES
3^»<C
«£
ÁS TERÇÃS, QUINTAS
E
SABBADOS.
Assigna-see
vende-se
no
escriptorio
do
editor
e
proprietário
José
Maria Dias
da
Costa,
rua
Nova
n.’
3
E,
para
onde
deve
ser
dirigida
Iodai
correspondência
franca
de
porte.=As
assi-
gnaturas
são
pagas
adiantadas;
assim
conao as
correspondci-
cias
de
Interesse
particular.
Folha
avulso
10
rs.
P
reços
:
Braga, anno
1^600
rs.=Semestre
?50
rs.=Prot'ín-
cúts, ann© 2&4Ó0 rs
e
sendo
duas
4&000
rs.=Semestre
1Í250
rs.=/?r«zt/,
anno
Í&4M
rs.=Seniestre
2&300
rs.
moeda
forte,
ou
10^600
reis
e
5&5I0
reis
moeda
fraca.=Annúncios
por
linha
20
rs.,
repetição
10
rs.
Para
os assignantes $0 ®/0 d’
abatinaento.
BRAGA
—
QtTBXTA-FEIRA
JANEIRO
I>.
«S<»t«4» CJ8aryeoroíono» «le Ani»rim
Pessoa,
p®r
mercê cie ©eia» e
«Sa
Saneta
Sé
Aposfcolica,
Arcebis
po
.T2eÉr»poílHa»a®
®8e €»óa, I
’ri-
maz «8® «triciiie,
S^aitoir
bqa
Sa
grada The«l®gia
peia Uaiversi-
d.uie
tíe
Coimbra, »«o CauseJko
de Sua
iflagcatade rfideliasima,
Coes»
a si eia dad ®r <fia
Ordem Jliliíiir
de .íOíiNt» ScnSaaru da Conceição
de Viila Viçou», Par do Reino,
etc.
[CunlintiHçío]
Conhecedor de
qoe
a
justiça
é
não só
uma
virtude
chrislâ,
mas
lambem
a
ba
*
e
mais
segura
em
que
assoma
solidarnente
o
edifício da
sociedade
humana,
e
que,
sem
ella,
não
póde haver
paz,
harmonia
e
fe
licidade verdadeira
e
duradoura (I);
tendo
aprendido
nas
Sagrudas
Escripturas
que
o
sacerdote
de»e
ser
revestido
do
manto
da
justiça
/2)
;
e
recordaodo-No
*
da
promes
sa,
que haviimos
feito
ao tomar
posse
da
Nossa
querida Archijiucese
de
Goa
(3),
procuramos
seguir
invariável
e
constante
mente
as
r
gras
da
justiça
e
os dictames
da
equidade.
Se
alguma
vez
porém
— o
que
ignoramos
—
Nos
desviamos
d
’este ca
minho,
foi
certamepte
por
ê.ro
do
enten
dimento
e
nunca
por
malicia
da
vontade.
E
’
bem
verdade
que,
seguindo
invariá
vel
e
cooslantemenle
a
estrada
direita
da
justiça,
ao
principio
encontramos
n
’
ella
muitos
attritos
e
experimentamos
também
grandes
dissabores
;
porque,
se
em lheoria
lodos
querem
e
amam
a
justiça,
na
pracli-
ca
iofelizmenie
muitos
nem
a
querem
nem
a
desejam
em
seus
interesses
particula
res.
Vós
sabeis,
Meus
Filhos em
Jesus
Chris-
to
—
e
d
’
isto
vos
domamos
por Icstiinti-
nh-is
—
que
a
Nossa
auctoridade
de
Prela
do
da
Archidiocese
de
Goa,
desde
o
pri
meiro
Jta
em
que
fomos
investido
n
’ella
até
este,
em
que
a
entregamos
ao
Nosso
Ex.
,uo
Successor, nem
soflreu
influencia
es
tranha
nem
pre»são
de
pessoa
alguma,
por
mais
elevada
qoe
se
considerasse
a
sua
po
sição
social:
porque
sempre
tivemos
e con
sideramos
acima
de
tudo
a
inteireza
do
Nosso
caracter,
a
grandeza
da
Nossa
Di
gnidade,
o
teslimunhò
da
Nossa
consciên
cia,
os
direitos
,
‘
os
fieis
Nossos
súbditos
e
a
Nossa
imprescrq
tivel
obrigação
de
os
respeitar.
A
Nossa
pewna
nunca
assigneu
um
des
pacho,
que
fosse
contrario
ao
que
enten
díamos ser
de
justiça
;
e
tínhamos
sem
pre
bem
presente
á
Nossa
lembrança
o
que
recommendam
as
Saletas
Escriptuus:
«Não
procures
ser
juiz,
se
acaso
não
tens
valor
pata
romperes
com esforço
por
entre
as
iniquidades;
para
que
não
succeda teme
res
a
face
do
pedero-o
e
dares
escanda-
lo
practicaudo
a
injustiça»
(4).
Fomos
porém
sempre
equitativo
e
in
diligente,
quanto
Nos
era
possível,
lemba-
do
de
que
a
Religião
Clirislã
é
fundada
no
amor
de
Deu»
e
do»
homens,
e
que
em
Direito
crvil
pas a como
axioma
este
aforismo
jurídico
—
Summum
jns
summa
in
juria.
Conhecendo
qoa;
lo
é
grande
a
fraque
za
da
crealura
humana, desculpamos
mui
tas
vezes
no
cumprimento
dos
deveres
do
Nosso
Clero,
ilguns
pequenos
esquecimen
tos,
quando
este
*
provinham
da
causa
que
(
1)
.Insútia
et
pax
osculalae
sunt.
—
Ps.
CLXXXIV,
11.
(2)
Sacerdotes lui
induantur
juâtiliam.
—P
.
CXXX1, 9.
*
(3)
Aliocuçãb
de
<8
de janeiro
de
1863.
^4)
No.li
quterere
fieri
judex, uisi valcas
vitime
irrompera
ioiquitales
:
ne lorle ex-
timescas
faciem
jotentis,
et
ponas
t>canda-
I
ub
)
in
aequitale
tua.
—
Eccles.
VII,
6.
deixamos
]a
pontada
;
quando tinham
prowi-
pla
e
íacil reparação;
e
quando
nem
ha
via
perigo
de
quebra
na
disciplina
da
Nos
sa
Archidiocese,
nem
resultava
verdadei
ro
escandalo
para os
lieis.
E
procedemos
sempre
assina,
porque a
misericórdia
man
da
perdoar
as
fraquezas
do nosso
pro-
sino.
Fizemos
ainda
mais
:
defendemos
sem
pre
o
Nosso
Clero,
e
moito
princi|iilmen-
le
o
Nosso
Clero
parochial.
todas
as
ve
zes
que
a intriga
hipócrita, o
zêlo
fari
saico,
a
vingança mesquinha
oa a
paixão
odioa
o
accusou
perante
Nós,
on
perante
o
Ex
mo
Governador
Geral
da
índia
Por
tugueza.
E
não
dizemos
isto
em
Nosso
louvor
;
porque,
«brando
assim,
não
fize
mos
mais
do
que
cumprir
com
o Nosso
dever.
As aucloridades
superiores
não
fo
ram
só e
unicamente
constituídas
para
con
terem
os
súbditos
na
esfera
dos
seus di
reitos,
ou
cohibirem-lhes
as
invasões
fei
tas
na
esfera juridica
dos
seus
similhan-
tes ; ellas
devem
lambem defendei
os
e
protegel-os
contra
as
accusações
da
calum-
nia
e
os
excessos
da
má
vontade. Não
éramos
nós o
Pae
espiritual
e o Pastor,
colocado
pelo
Espirito
Sancto
no
meio
do
Nosso
rebanho
?
E
com
eíleito,
como
verdadeiro
Pastor
da
Egreja
Catholica,
defendemos
sempre
o
Nosso rebanho espiritual
contra
as
falsas
opiniões
de
homens
pouco
respeitosos
da
auctoridade da
Egreja
Catholica
e
do
Ca
beça
Visi»el
d
’ella,
o
88.
Padre
Pio
IX
;
conduzimol-o
cem
vigilante
cuidado
pelos
campos
da
sà
doutrina
;
e,
se
por
algum
tempo,
em
razão
da
grave
enfermidade
qoe
Nos
obrigou
a
voltar
ao
reino,
lemos
vi
vido
afastado,
nuaca
deixamos de
cuidar
todos
os
dias
em
remediar
as
suas
neces
sidades
religiosas (5}.
(
Continua)
nos
abrir,
ao
passarmos
á
eternidade,
o
i
(besouro
das
misericórdias
infinitas.
D
’
«nde
vem
pois
esta
guerra
encar
niçada
ao
sacerdócio,
senão
porque
é
esta
classe
ventranda,
a
condemnaçã
*
viva
das
doutrinas
deleterias
que corroem o
corp«
social
?
E
é
por
isso
que
se
desrespeita
o
cle
ro
que
&
sociedade
se
desmorena
em
rui-
■as.
Bem
sabemos
que
c«nla esta
classe
em
seu
seio
membros
que
a
deslustram.
Mas
que
podem
as
íahas
de
alguns
para
que
se
olvidem
as
virtides
de
tan
tos
?
E
se
os maus
actos
mancham
o
ho
tnem,
«em
por
isso
maculam o padre
para
que o desconsideremos.
O seu caracter
é
tão sublime,
tão
gran
dioso,
está
tão
superior
á
vida humana,
que
para
o
deturparem,
não
lhe chegam,
nem
chegarão
nunca,
por
maiores
que
sejain
o«
maus
actos
dos
que
os
prati
cam.
Mas
não
é
isso
não.
Não
são
as
fragilidades
d
’
alguns
que
tornam
o
clero o
alvo
de taatos odios.
O
motivo d
’
esla
cria
guerra
que por
toda
a
parte
se
move
ao
clero,
está
só
na
ideia
que
elle
personifica,
e
que
o
atheismo
da
epoca
tenta
banir
do
mundo.
E
’
unicamente
porque
se
procura
ma-
lerialisar a
sociedade,
que se
persegue
o
clero.
E
tanto
basta
para
que
da
«ossa
par
te
nos
empenhemos
em
cercal-o
de
todos
os
respeitos
que
lhe
são
devidos.
Não
devemos
esquecer-nos,
que
é
esse
um
dever
nosso;
e
tanto
maior,
quanto
qoe não
póde
diser-se
calholico aquelle
que
em
qualquer
acto da
vida
esquecer
o
respeito
que
deve
ser ser
tribotado
ao
padre.
(5)
Inslaatia
mea quotidiana.—2.a
ad
Gor.
Xi,
28.
De
todas
as
classes
sociaes, aqoella
que
mais
perseguida e
ultrajada
se
sente
hoje
cm
dia, é
a
classe
ecclesiastica.
Cospe-lhe
calumnias
a
imprensa,
vo
tam-lhe
oppreésões os
poderes
públicos,
e
aié
o
vulgo,
não
aquelle
que
se
recom-
menda
pela
honestidade
de
seus
costumes,
mas
um
certo
<ulgo
que
vive
da
athmos-
fera
melitica da
crapula
e
dos
lupanares,
lhe
atira
injurias
e
aíbonlas.
Dir-se-hia
ser
este
um
atiribulo
es
sencial
da
epoca
qoe
vae
correndo,
se a
missão sublime do
sacerdócio
não
tivesse
come
especial condição
o
sacrifício.
Quando
porém
se
considera
n
’
este
odio
tão
geral de
que
uma
sociedade
que
se
ufana
de
civilisada
faz
alvo
a
classe
mais
elevada,
quer
pela
instituição
e
caracter,
quer
pelos
seus fins,
é
forçoso
reconhe
cer
que
a
corrente
do
mal,
transpondo
todos
os
limites,
ha
feito
grandes
estragos
no
espirito
e
coração
dos
povos.
A
decadência
de
um
paiz
qualquer
só
começa
depois
que
o
acatamento
e
o
res
peito
devido
aos
princípios
de ordem,
mo
ralidade
e justiça
acabam.
E
o
clero
representa
o
primeifo,
e
sem
contestação
o
mais
seguro
e
eílicaz
d
’
esaes
princípios, qual e
o
sentimento
religioso.
8e
ha no
munJo auctoridade
perante
a
qual
devam
curvar-se
submissas
ainda
as
mais
elevadas eatliegorias,
essa aucto-
ridade
é
o
padre.
Ministro
de
um
Deus
que
adoramos,
o
padre,
personifica
a
crença
que
nutri
mos
n
’
alma
e
que
nos
suavisa
os
espi
nhos
da
vida com
a
doce
esperança da
eternidade.
E
’
elle, o
padre,
que
com
um
poder
sobre-humano
vem
receber-nos
á
noss?
entrada
no
mundo,
para,
depois
de
nos
ler
salvado
das
mais
l-erriveis
vicissiludes,
Lê
se
na
«Union»;
nosso paiz,
combalel-a-hei,
assim
quando
ella
der
provas
de
barbara
ferocidade
e
de
impiedade
desbragada, como
quando
se
abrigar
e esconder
sob
o
manto
hypocrita
d
’
uma
piedade
fingida.
Hispanhoes:
—
Pelo
nosso
Deus!
pela
nossa
Hispanha
1
eu
vos
juro
que,
fiel á
minha
santa
missão,
conservarei
immaco-
lada nossa
gloriosa
bandeira
!
Ella sym-
bolisa
os
princípios
salvadores
que
são
hoj« nossa
esperança
e
serão
árnaohã
nossa
salvação.
Dada
em
rneo
quartel
real de
Deva,
aos
6
de
janeiro
de
1875.—
CARLOS.
-------------------------------
Ijisbo»
IS de janeiro
/
Correspondência
particular
)
Fallei-lhe
do
relalorio
da
Associação
Commercial,
e
ácerca
d
’
elle
observarei
que
notando a rteeita ella se
tem
elevado
em
20
p.
c.
no
período de
1850
a
1861, su
bindo desde então até
1874
de 12:505
contos
a
22:879,
notando-se
também me
lhoramento
na cobrança
effectiva
que
foi
em
1872-1873 a
22.234
contos,
parecen
do
pois,
que
o
déficit
desaparecerá.
Elo
gia
o
facto do
empreslitno feito pelo snr.
Serpa.
En»
relação
á
divida
publica, diz
que
ella
absorveu
81:000
contos desde
1851,
acreditando
que
a
externa
tem
pos
suidoras,
em
valor
não
menor de 9:800
contos,
só
no
paiz,
além
dos
possuidores
externos
;
diz
que
ha
abundancia
de capi
tães,
a
ponto de que
a
divida publica
his-
panhola
só na
praça
de
Lrsboa,
levantou
12 a
15:000
contos.
Diz
que
em
fundos
brasileiros
ha
quantiosas
sommas,
1:500
conlus
ellectivos em
obrigações
do
cami
nho
de
ferro
<lo
Minho,
85.000
contos o
capilal
corn
que
se instituíram
as
socio-
dades
anónimas
de
credito,
isto
só até
1867,
porque
depois d’
essa
epoca não
se
sabe
bem
a
estatística
pela
liberdade
da
da
ás
associações.
Refere
mais
que
na
exportação
em
vinhos,
em
5
annos,
se
forneceu
366:000
pipas,
no
valor
de
42:000.
Emquaulo
á
situação
bancaria
diz
què
os
deposilos
tiveram
augmento
de
114
p.
c.
e
os
descontos
quasi
73
p.
c.,
e
as
notas
em
circulação
não chega
24
p.
c.
Falia
do
progresso
da
viação-accelera-
da,
declarando que a utilidade
direcla
qoe
d
rllas
recebe
o
paiz,
é
de
12
p. c
dos
sacrilicios
feitos
pelo
estado
para
a
sua
constiucção,
e
calcula
estes
em
18
039
contos
e
aquelles
em
2:153
Lamenta
a
maneira como
estão
estabe
lecidas
as
relações
entre
Lisboa e
as
nos
sas
colonias
d
’
Afiica.
Ainda
lhe
Gllatei
mais
d
’
espaço remet-
tendo-lhe
as
est.
lislicas.
Dizem-me, que
o
relalorio
é
redigido
em
parle
por o
snr.
Pereira
de
Miranda,
deputado por
Lisboa
e
distincto
negociante.
Noticias
internas e
locaes,
não
as
ha.
A
policia
continda
a
dormir
;
e
os
rou
bos
a
faze»em-se,
não
obstante
ha»er
286
praças
de
policia
civil,
900 d
’
iníanteria
da
guarda municipal,
e
150
de
cavallo.
De
Londres,
em
data
de
16,
dizem
que
houve
alli
animação na
bolsa,
baixando
os
fundos
brasileiros,
visto Rolhscild
ler
aber
to
subscripção
para
o
novo empréstimo,
sendo
o
preço
da
emissão
9ó
:
comtudo
em
15
linha
atliogido
o
brasileiro
a
cola
ção
de
100
i|8
e
fizeram transações
a
100 3|8,
obtendo
na
referida
data
de
16,
só
10o
1|8.
Emquanto
aos fundos
estão
a
47
3|8
e 67
5|8; elevou
mais
1(8
e
fi
cou
a
47 6|8
Segundo
uma nota presente
á
camara
em
30 setembro de 1874, a quantia nomi
nal de
inscupções
possuídas pelo
lhesoiro
é
de
12.757:232-5089
reis
e
em
bonds
442
300
libras.
A
caixa
de
credito
industrial
tem
as
suas
acções coladas
em
11:000,
isto
é
o
ITIanifesto
de S. JI. el-rei I>.
Car
io» VII.
«Hispanhoes:
—
A
Revolução,
que
vive
de
mentiras,
procura,
ao
proclamar
agora
rei
de
Hispanha
um
membro
de
miaha
familia,
recooeiliar-se
com
a
monarchia
e
com
a
legitimidade.
Sou
eu
o
represen
tante
da
monarebia em
Hispanha,
e,
por
que
o
sou,
repelli
cem
soberano
despreso
as
propostas
que os revolucionários
de
selembro
se
atreviam
a
faser-me, antes
de
consummar
sua
obra
de
nefasta
desleal
dade.
Em
vista
d
’
ísso,
a
Revolução
bem
sa
be
que
oã©
posso
ser
seu
rei.
Chefe
da
augusta
familia
dos
Bourbons
em
Hispa
nha, contemplo
com
profunda
dôr
a
alti
tude
de
meu
primo
I).
Affooso,
que,
com
a
inexperiência
de sua
idade,
consente
em
ser
o
instrumento
d
’
aquelles
mesmos
que
o
expulsaram
da
sua
patria
com
sua
mãe,
saturando
esta
de
sarcasmos
e
de
ultrages.
Todavia
não proteste.
Minha
dignidade
e
a
dignidade de
meu
exercito
não
per-
miltem outro
protesto
mais
que
aqoelle
que
será
dad®
com
irresistível
eloquência
pela
bocca
de
meus
ca»bòes.
A
proclama
ção
do
príncipe
D.
Aílonso,
bem
longe
de
fechar-me
as
portas
de
Madrid,
me
abre
pelo
contrario
o
caminho da
rege
neração
de
nossa
paina
muito amada.
Esle
novo
aclo
de
pretorianismo
não
fere
debalde
o
orgulho
do
povo
hispanhol.
Não
é em
vão
que
meus
invencíveis vo
luntários estão
armados.
Os
que
souberam
vencer
em
Eraul,
em
Alpens,
em
Monle-
jurra,
em
Castelfollii,
em
Somorrostro,
em
Cardona,
e
em
Urnieta,
saberão
im
pedir
lambem
um
novo
insulto
á
nossa
magnanima Hispanha,
um
outro
escandaio
á
Europa civilisada.
Chamado a
combater
a
Revolução em
premio
de
1-3000
rs.
por
acção
de
103000
:
espera-se
uni
dividendo
de
9
p.
c.
Houve
prelecções
na
academia
Lisbo-
nense,
sociedade
composta de estudantes.
Recitaram
poesias
Sousa
Viterbo.
Leitão,
Lemos
e
Costa.
Houve
grande
enchente,
e
os
poetas
foram
muito
applaudidos.
Naufragou
no
golfo
de
Gasconha
o
va
por
«Corlez».
Morreram
26
pessoas e
sal
varam-se
4
apenas.
Um
jornal
diz
que
no
sabbado,
15,
existiam
na
alfan
lega
os
seguintes
géne
ros
:
Assocar,
47:982
saccas,
873
caixas,
27
feixes
e
2:476
barricas.
Algodão
em
rrma,
8:987
fardos,
688
saccas.
Cacau,
1:965
saccas.
Arroz,
7:473
»
Café,
32:117
»
Canella,
373
caixas.
Ganella
de
cera,
577.
Couros,
66:450.
Couros
atados, 745.
Ginguba,
3:546
saccas
Pim
*
°nia.
903
»
E’
já
official
a
tomada
do
Pamplona,
em
que
pese
ás
agencias otliciaes,
ao ser
viço do
senhor
rei D.
Affonso.
E-te
acontecimento
é importantíssimo.
As
restantes
noticias
da
guerra,
de
que
temos
conhecimento,
são
as
que
seguem
:
O
jornal
«Union»
publica
o
seguinte,
que
transcrevemos
do
«C.
da
Tarde».
(O
fficial
)
Durango 8,
ao
meio
dia.
—
EI Rei
Car
los VII
acaba
de
percorrer
as
principaes
cidades
da
Biscaia.
Acclamações
frenéticas
dos
voluntários
e
das
povoações.
S.
M.
no
seu
manifesto
aos
hi«pa-
nhoes
lastima
que
se-u
sobrinho,
o
joven
D. Affonso,
se
faça
instrumento
dos
revo
lucionários que
expulsaram
soa
mãe,
e
af-
firma
de
novo
a
sua
legitimidade
e
a soa
resolução
de
salvar
a
Hispanha
da
anar-
chia.
Estella
9,
á
tarde.
O
general
Mendiri
ao
general
Elio.
Um
primeiro
pronunciamento
repubica-
no
teve
logar
no
exercito
inimigo
do
Cen
tro,
o
primeiro
que proclamara
D. Aflon-
so.
O
batalhão
de
Alba
de
Tormes
insur
giu-se
em
Sos
(Aragão)
ao
grilo de:
Viva
a
republica
!
Esperam-se outros
movimentos.
A
insubordinação
d
’este
exercito é
tão
grande
que o
filho
de
I)
Isabel
foi
força
do
a
renunciar
ao
sen
primeiro
projecio,
de
lhe
passar
revista.
Balmrseda,
9,
ao
meio
dia.—
Uma
co-
lumna
affonsista
de dois
mil
homens
ten
tou
tomar
as nossas
trincheiras.
Reptllido
vigorosamente,
e
perseguido
até
Medina
de
Pomar,
soílreu
perdas
consideráveis,
dei
xando
em nosso
poder
46
prisioneiros,
um
cento
de
espingardas
e
todas
as
bagagens.
—
Era
a este combate
que
se
referia
um
telegramma,
publicado
ha
ires
ou
quatro
dias pelas folhas
liberaes, que
dizia sim
plesmente: «As
nossas tropas
depois do
combate entraram
em
Balmaseda».
Lio
sem
nos
terem
fallado
em
combale
algum.
Pa
ra
não
deixarem de
mentir
disseram
que
as
tropas
affonsinas Unham entrado
em
Balmaseda
quando
fugiram
d’
alli
até
Me
dina
de
Pomar.
Traz
ainda
a «Union»
os
seguintes
tele-
grammas
:
Olot
(Catalunha)
3 da
manhã.
—
O
ge
neral
Savalls
dirigiu
ás
suas
tropas
nina
circular,
votando
ao
desprezo
publico
os
generaes
republicanos que,
depois
de
te
rem
expulso
D.
Isabel
em
1868,
chamam
hoje o
seu
joven
íilbo.
«Combatamos,
diz
elle,
com mais
ener
va que
nunca
esse
exercito
de
mercena-
rios,
em
nome
da
nossa
Religião,
da
nos
sa
Patria,
do
nosso
Rei,
e de
nossos
fue-
JOS».
Hendaya
10
de
janeiro —
Como
vos dis
Homem
fallava-se
muito
nos
cafés,
ácer-
ca
de
uma
troça
feita
a
um
pobre
homem
que
queria
ser
admittido
a
serviço
n
’
uma
repartição
publica.
A
ser
verdade
o facto,
acho
isto indigno
e
repugnante.
Tratarei
de
saber
ao
ceito
o
que
houve,
a
repar
tição
em
que
se
deu.
e
o
nome
do
he-
roe,
ou
heroes
que
figuraram
nu
acto.
A
camara
dos
snrs.
deputados
conti
nua
com
a
eleição
de
commissões,
de
que
lhe
mandarei
a
lista.
Dizia-se
no
Chiado,
que
seria
apresen
tado
hoje
o
projecio
izempiando
os em
prega
los
públicos
das
deduções. Espera-
se
que
seja
approvado,
sem
opposição. *
S.
REVISTA ESTRANGEIRA
GAZETILHA
se
homem
duas
tentativas
infelizes
foram ■
feitas
por
Loma
e
uma
parte
da
guarnição
de
S.
Sebastião.
Pamplona,
cuja
situação
é
a
mais
cri
tica,
vae
ser
o
objectiv®
do
exercito re
gular.
N
’
esta
espectaliva,
os
carlistas
cada
vez
fortificam mais
o
Carrascal
e
Poente
la
Reina,
pontos
que dominam
complelamen-
le
as
duas
e»tradas
que
conduzem
á
cida
de
sitiada.
Os
numerosos comboies
destinados
a
Pamplona
eslão
entre
Tafalla
e
Olite,
mas
não
pode»
chegar
áqoella
cidade
sem passar
sob
o
fogo
da
temível
artilheria
ao
Car
rascal
e
Puente
la
Reina.
Se a
esta
cidade
nào
chegam
prom-
ptos
e
importantes
soccorros, cairá
em
pe-
der
dos
carlistas.
—
De
uma
correspondência
que
publica
a
«Union»
transcrevemos
o
seguinte:
«Nós
tinhamos
qualificado
de
optimis-
mo,
por
delicadeza,
o
primeiro
telegramma
do
snr.
Canovas
del
Gastillo
a D.
Isabel.
Os
factos
leem
vindo
provar
que
nos
não
enganámos
:
o pronunciamento
de
S.
Sebas
tião
só
teve logar no
dia
3
;
o
de
Bar
celona a
5,
o
de
Saragoça
a
8.
Muitas
capitaes
estão ainda
na
expectativa,
e
as
demissões
de
um
grande
numero
de
ge
neraes
republicanos
são
o
precursor
de
próximas
insurreições.
Teremos
outras
Malaga,
outras
Altas
Carthagena.
E
no
entanto
os nossos
guipuzcoanos
acabam
de
bater
mais
uma
vez
as
tropas
de
Loma. entre
Hermani
e
Andoain ;
qnan-
t,o
aos
nossos
oavarros,
esperam
com
im
paciência
o
ataque
do
Carrascal.
Na
Catalunha
o
ardor
do
nossos
bata
lhões
augmenla
todos
os
dias. Os
despa
chos
olliciaes
do
tenente
general,
D. Ra
fael
Trislany,
que
commanda
este
princi
pado,
assegoram
o progresso
do
seu
exerci
to
e
a
«ua
constante ofensiva.
As
nossas
forças
do Aragão
invadiram
de.
novo
as províncias de
,Murcia
e
C.uenca.
Mendizabel, quando
Carlos
V
entrou
Hispanha,
dizia
:
<E
’
um carlisla
de
mais.»
Nós
agora,
em
relação
a
D.
Affonso,
também
dnemos
:
<E
’
um
affonsista
de
mais.»
—
Não houve
calumnia,
nem
peta
que
se
não
pozesse
em
acção
para
adormecer
os
espíritos e
fazer
que
fosse
recebido
em
Hispanha o
filho
de
D.
Isabel.
Entre
ellas
figura a de
ter
sido
reco
nhecido
pelo general
Cabrera,
o
conde
de
Morella.
Mal
esta
noticia
chegou
ao
conhe
cimento
de
s.
ex.
a
apressou-se
em
lhe
dar
solemne
desmentido
pela
imprensa.
—
De
Badajoz dizem-nos
em
15:
«São
grandes
as
noticias
que
por
aqui
correm
a
favor
dos
carlistas.
Affirma-se
que
Pamplona caíra em
po
der
dos
carlistas, sabendo-se
aqui esta
no
ticia
por
mais
de
uma
via
e
dizem
que
é
oflicial.
Acredito
que
se
não
está
ainda
em
poder
de
D.
Carlos
aquella
praça de
guerra,
não
tardará
que
esteja,
pois tem
que
se
render
á
fome,
vista
a
quasi im
possibilidade
em que
eslão os republica
nos
(agora chamam-lhes
affonsistas)
de
lhe
levarem
soccorros.
Mas
não
se
diz
só
isto,
diz-se
qne
Bilbao
se
entregou
e
que
®m
importante
general
republicano
passára
para
os
car
listas.
Estas
duas
noticias
devem ficar de
remissa, ou
pelo
menos
não
as
acredito.
Também
se falia de
importantes
feitos
de armas
na
Catalunha,
o
que
me
não
ad
mirará
;
porque
Savalls
hade querer
fes
tejar
a
entrada
del
nino em
Hispanha.
Veremos;
para
mim
é
de
fé
que
antes
de
muito
teremos
em
Hispanha
extraordi
nárias
noticias.»
Do
correspondente
da
«Palavra»:
No
Norte
esperam o movimento
que
devia
ter-se
empreheadido
anle-hontem
para
stccorrer
a
praça
de
Pamplona,
e
que
f«i
suspenso
por
não
se
saber
se
o
rei
astistirá
eu não ás operações. No
mesmo
dia
foi
rude
e
desapiedadamente
maltractado o
general
Moriones,
que
em-
prehendeu
um
reconhecimento
sobre
o
Car
rascal
e
que
foi
obrigado a
retirar-se
ás
suas
linhas
com
grandes
perdas
e
em
não
muito
boa
ordem.
Consoada
para o SS.
Padre Pio IX
Transporte
recebido..........................
343860
Um
anonimo
de
Canedo
(Celorico)
610
Um
dito.................................. 5nO
353970
Estes
Geis
imploram
a
bênção
de
Sua
Santidade.
Villa
Novo
de Famalicão «le
janeiro.—
(Do
nosso
correspondente
].—
Teve
logar
aqui,
nos
paços
do concelho, a
reunião
dos
40 maiores
contribuintes, pa
ra
o
hm de
elegerem
a
commissâo
recen
seadora
que
tem
de
funccionar
no correu
le
anno.
O
snr.
barão
da
Trovi«queira,
presiden
te
da
camara,
não
quiz,
d
’
esla
vez,
entrar
em
lula com a
opposição
;
e
por
isso,
dei
xou
correr
a
eleição
á
revelia,
dizend®,
como a
raposa
quando
andava
ás u
*
as
—
não
vos
quero:
estaes verdes.
A
razão
porque
0
sor. barão
da
Tro-
visqueira
não
quiz
entrar
na
luta
com
a
opposição,
já
de
lodos
é
bem
conhecida
—é
estar
fallido de
força
moral —
mas
a
de não
querer
presidir
ao
acto,
0
que
em
tempo
era
a
sua
favorita,
essa
é
que
é
porora
a
incoguila.
Mas
se
0
snr.
barão
não
tinha
tenção
de
presidir,
para
que
foi
á
sala
da
camara
pouco
antes
da
e'eição
?
Naluralmente
foi
despedir-se
d
’alguns
companheiras
que
et«
tempo
0
ajudaram
a
levar
ao
poder,,
mas
hoje
já
0
ȋo
co
nhecem.
Tudo tem a
sua
queda.
Chegada
a
hora
do
meio dia
appare-
ceu
0
snr.
dr.
Moura, vice-presideule
da
camara,
0
qual,
depois
de
tornar
a
pre
sidência,
procedeu á
eleição, sendo appro-
vada
por
unanimidade
a
lista
da
opposi
ção,
ficando a
commissâo
composta
dos
aeguintes snrs:
Presidente
—
Dr.
Manoel
José
da
Cunha
Cirue
—
Augusto
Cezar
Corrêa —
Antonio
José Cerrêa
de
Sonsa
—
Salvador
Gonçalves
d
’
Araojo—
Leonardo
José
Rodrigues
de
Carvalho
—
Anlonio
da
Costa
Araújo
—
José
EILio
Gonçalves Cerejeira.
Substitutos
José
Bernardino da
Cesta
e
Sá—
Joa
quim
José
Dias
Fernandes
—
Francisco Jo
sé
Gonçalves
de
Sousa
—
Firmino
José
Ferreira
Guimarães
—Anlonio
Francisco
dos
Reis
—
José
Augusto
Carvalho
de
Sá
—
João
Alves
Corrêa
d
’Araujo.
—
O
snr.
Julio
Augusto
Rainho,
ex-
escrivão
de
fazenda d
’
este
concelho,
já
partiu
para
a
cidade
do
Porto,
para
on
de tioha
sido
despachado.
Foi
substituído
pelo
snr.
Telles.
es
crivão
supplenle
da
repartição
de
fazenda
d
’
essa
cidade.
Causou
grande admiração
que
fosse
preferido
ao
snr.
Pacheco
que ha
12
an«os
exerce
aqui
egual
cargo,
c»m
piobidade,
e tem
merecido
a
confiança
de
lodos
os
escrivães
de
fazenda
que
para
es
ta
tem
vindo.
—
K
Para
«jue
«terve o «liMiieiro? —
Serve
para s«r
bom
moço
;
Para
ser
bem
recebido
;
Para
ser
cavalheiro
;
Para
ser acceito
em
presença
d
’uma
mamã
melindrosa
;
Para
ser
homem
de
bem
:
Para
ter
farto
e
bonito cabello,
ainda
que
seja
calvo
;
Para
ler prestigio
local.
Para
ser
louro,
ler olfios
negros, ser
elegante,
homem
da
moda,
bem
fallante,
e
sempre
galauleador
e
gracioso.
Só
se
necessita
ter
muito
dinheiro,
muiio
dinheiro
1
!
Homem
t,ue
não
tem
dinheiro
é
uo»
homem
perdido.
Com
dinheiro ascende-se
ao
templo
da
gloria
;
mas
d«
gloria
terrena,
se
entende.
Sem
dinheiro
cae-se
no
muladar,
no
olvido, no
despreso.
Quantos
poderoso
*
pelo dinheiro,
já
se
vê,
pensarão
até
em
escaiar a
bem-
aventurança,
deslumbrados pelo incenso
e
adulações
que
lhes tributa
0
infeliz
gene-
ro
humano
!
Miseiia
do
homem ! O
saber
é
só
0
que
alcança a
i«m<»rlalidade, e
a
virtade
que
abre
as
portas
do céo.
—(«O
Domingo»)
Falleeimento.
—
Deu-se
hontem
á
sepultura 0
cadaver
da
snr.a
D.
Maria
José
da
Conceição,
filha
do
acreditado
ne
gociante
da
rua
Nova,
0 snr.
João
de
Sousa
Guimarães.
A
finada deixou
0
mundo na
primavera
da
vida,
pois
contava
apenas
27
annos
de
idade.
Era
adornada
de
excellenles
quali
dades,
que
a
faziam
respeitada
de
quantos
lograram
conhecer
a
pureza
d
’aquella
alma.
Depois de
pomposos
officios,
na
egreja
dos
Terceiros,
foi
0
seu
cadaver
dado
á
sepultura
no
cemiterio
publico.
Damos
os
nossos
pesamos
ao
seu
pae
e
demais
familia.
Feira «le S. Sebastião.
—
Teve
hon-
tem
logar,
na
freguezia
de
S.
Miguel
de
Prado,
a
feira
de S. Sebastião,
que
an-
nualmente
alli
se
costuma fazer.
Foi
muito
concorrida.
PcMegniçiío.
—
-Lê-se
na
«Ataíaia»,
de
Vizeu,
aciualmente
redigida
pelo
ex.
rao
snr.
conego
J.
J.
Pereira
:
Consta-nos
por via
fidedigna
que
0
go
verno
vae
dar
ao
paiz
uma
segunda
edi
ção
correclior auclior da
Pavorosa,
só
coin
a differença que
a aclual
é
contra
0
par
tido
legilimista
e a
primeira foi
contra
os
republicanos
!
Empregam-se
para isto
os
meios
da
maior
indignidade
e
infamia,
como
foi
cor
romper para
espiões
dois
miseráveis
Judas
hespanhoes
que
vagueiam
impunes
e
(quem
sabe
?)
talvez
protegidos
e
recommendados
pelo
governo.
Intitulam-se
elles
um,
barão
da Pala-
gonia,
e
outro,
coronel
carlisla,
aVillar^.
Estes
snrs.
que
já
comprometleram 0
honrado
e
digno
redactor
do
«Direito»,
0
snr. Azevedo,
passearam
também
cá
por
a
Beira,
desde
a
Baixa
até
Trancoso,
dei
xando por
toda
a
parte
0
mesmo
rasto
de
traições
e
denuncias
que
no
Porto
e
Al
iena,
pois
se
acham
já
prezos,
pelas
gen
tilezas
d
’
elles
e outros
socios,
o
exm/
sr.
Francisco
de Pina
Ferraz,
de
Penamacôr,
grande
propielario
e um
dos
mais
des-
linclos
ligitimislas
da
Beira
Baixa, o
revd.°
padre
Ricardo,
vigário
do
Marmeleiro,
an
cião respeitável
e
inoffensivo,
que
já
nem
sahia,
e
outros
clérigos
sisudos
e
exempla
res
contra
quem
principal
mente
é
dirigida
a
perseguição.
Aífirma-se
que
já
estão
pronunciados,
por
as
infames
e
calúmniosas
denuncias
d
’
estes
espiões,
mais
de
quarenta
cavalhei
ros
da
Beira
Alta,
todos
membros
do par
tido
legilimista
! !
!
Quos
Deus
vult
perdere,
prius
demenlat.
S9o»»bas
viajante
*
.
—
No
dia
3
pela
manhã
foram
soltas
em
uma
das alturas
de
Paris
51)0
pombas
viajantes
levadas
dois
dias
antes
por
Ires
membros
da
sociedade
Colombopihla
de
Vieona,
para
disputarem
o
premio
de
mil florins que
será
adjudicado
ao
dono
que
receber
maior
numero
dos
ditos
viajantes,
em
mais
curto
espaço
de
tempo.
À
distancia,
a
voo de
passaro, entre
as
capitaes
franceza
e
a
austriaca
é
de
106
myriametros, isto
é,
de
umas
206
léguas,
e
as
pombas
lerão
precisado
<le
18
horas
para
a
percorrerem
;
necessitando,
porém,
de
pernoitar
em
algum
ponto, e
estando
nós em
a
epoca
em
que
os
dias
são mais
pequenos,
não
são
esperadas
em
menos
de
trinta
horas
a
contar
desde
que
foram
soltos.
A
affeição
pelas pombas
viajantes
con
tinuava a
ser
uma
especialidade
dos belgas,
que
tem
fundadas
muitas
sociedades
para
estimulo d’esta innocente
e
util
diversão;
mas
ha
pcucos
annos
desenvolveu-se
mui
to
poderosamenle na
Áustria,
sobre
tudo
depois
da
guerra
de
1870.
Appelc»
ú caridade.
—
Uma
familia
distincta
e
cntr
’
ora
rica
de
bens
de
fortu
na,
composta
de
cinco
pessoas
sendo
pae,
mãe
e
Ires
innocentes creancias,
encon
tra-se
hoje
a
braços
com
a
mais
completa
miséria. A
favor
d
’
esta
infeliz
familia,
tão
duramente
provada pela Providencia,
vi
mos
hoje
implorar
a
caridade
de
nossos
assignantes
e
leitores,
ficando
desde
e>te
momento
aberta
uma
subscripção
n
’esta
redacção
e
em
ca
*
a
do
snr.
Manoel
José
Vieira
da
Rocba,
rua
do
Souto.
láinbeiro
rec<:bi«i«>
Transporte...................................... 183500
Em
casa
do
snr.
M.
José
Vieira
da
Rocha
:
Um
anonimo
J.
C
............................
400
>
»
J.
A.
P........................
53000
»
»
A.V.
A............................
I3GOO
•
24-3900
A’
caridade.—
Na
rua
do
Charqueiro
n.°
12
existe,
em
grande
necessidade,
uma
snr.a
por
nome
D. Anna
Augasta
do
Sa
cramento,
viuva,
velha,
doente
e
alienada.
Pede-se
em
nome
da
caridade
ás
pessoas
bemfazejas
a soccorram
eow
uma esmoía,
pelo
amor
de
Deus.
Agradecimento
Anlonio Martins
Jacome,
lhesoureiro
da
meza
de S.
Vicente
I?
errer,
que
se
ve
nera
na
egreja
da
Ordem
Terceira
d
’
esla
cidade, em
nome
de todos os
mais mesa-
rios,
agradece
por
este
meio
ao
exc.
mo
e
revcl."
10
snr.
dr.
Anlonio
Lopes
de
Figuei
redo,
a
bondade
e
generosidade
com que
na
qualidade
de
orador,
so
dignou
pro
ceder
para
com
elles,
acceilando
uma
of-
ferta
iosignificanlissiraa
em
comparação
ao
merecimento
do
bem elaborado e eloquen
tíssimo discurso, que
pronunciou
e
et»
que
mais
uma
vez
manifestou
a
sua vasta
eru
dição
e
talento
pouco
vulgar
:
assim
co
mo
ao snr.
Oliveira,
digníssimo
regente
da
orchestra,
o bom
desempenho
com
que
se
houve.
Igualmente
agradece á
exc.
ma
mesa
da
Ordem
Terceira,
os
relevantes
serviços
e
auxílios,
que
de
tão
boa
vontade lhes
pres
tou
e fmalmeote
a
todos os
ill.
mos
e
exc."
os
snrs.
que
contribuíram
com
as
«uas
es
molas para
esta
festividade,
sem
o
que
seria
muito diflicil efíectuar-se
com lanta
pompa
e espleedor.
(2261)
Anlonio
Marlins
Jacome.
Carta tio
Tio Simplieio
a «eu so
brinho Kicolau.
Tarde
sim.
Vou
responder
A’ carta
dè
meu
sobrinho
:
Pois
hoje
só,
poss»
ter
De
vagar
um
bocadinho.
Vivam
pois
as
quintas-feiras
Que
deixam
hvrar
as
leiras
E
mandar
um
bilhetinho
A
’
Braga
das
frigideiras.
Pelo que dizes
na
tua
Vou
ralhar
á Carlolinka
Sella
apparece
na
rua
De chapellete
e
botinha,
Ai
tempos
em
que
as
meninas
Com
tamanhas barretinas
Davam
garbo
de
rainha
A
’
s
beilezas
femininas.
Hoje,
n
’
este anno
de
Christo
Não
ha Dzenda, ha
feitio
N
’
ura
chapéu,
para
ser
visto
De
lente
precisa
o
tio.
Indo
assim
cedo
a
modista
Apresenta
a
couta
á
vista
Do
chapéu
e
sem
dares
pio
Por
chapéu
tens
uma cristã.
Depois
que
tomou assento
N
’
este
reino
a
liberdade
Também deitou
o
fermento
A
’
s meninas da
cidade
E
julgou
que
era
preciso
Revirar-lhes
o
joiso
E
tirou
lhes
por
caridade
Cabeça,
chapéu e
sizo.
Vou
sobrinho
hoje
contar
Do
tempo
do
Roussillon
;
Deus
te
livre
de
passar
Por
aquella
intallação,
Eu
comente
então
vivia
;
Mas
chegou
infausto
dia
E
p’ra
defeza da
nação
Toda a
nação
se
prendia
!
Fui
soldado;
a vez primeira
Em
que
no
quartel
entrei
Jurei
defender
bandeira
De Deus,
da
patria,
do
rei
E
sempre
com
grande
ardor,
Tive
um
so,
um
só amor
Ai,
amei,
amei,
amei
Bellico
som
do
tambor
!
Tive
um só,
um
só
castigo
E
conlcsso
ser
culpado
:
Fui
a
casa
d
’
um
amigo
Vim
de
lá
embriagado
;
E,
por
coisas
que
dizia
Zigues
zagties
que
fazia
O tenenie
endiabrado
Prendeu-me
na
companhia.
O
meu
nobre
capitão
Como
nenhum hoje
o
é
Atirou-me
um
safanão
Com
um
rijo
pontapé,
Que
Júpiter
a
Vulcano
Por
seu
genro,
íiltio
ou
mano
Tal
não deu
n’outra
maré
Como
levou
cá
o
vefrano.
Desde
então
não
mais
cahi
Em
fizer
tão
grande
asneira
;
Mas
quantas
vezes eu
vi
A
banda
com
a
piteira
!
Quantas vezes
encostada
Mesmo
nos
copos
da
espada
Arrotando
a
trincadeira
De
frangos
ou
de
pescada!
Hoje,
sobrinho
querido.
Estou
veterano
reformado ;
Já
muito
tenho
vivido
N
’este
reinb
malfadado.
Como
vamos
de
carlistas?
Onde estão
os serranislas ?
Está
Aííonso
proclamado
Ou
entram
os
petrolistas
?
Dizem que
o
frio
a
Serrano
Lhe
arrebenlára
as
frieiras
Outros
dizem
que
foi
plano
P’
r’
aquentar
as
algibeiras.
Não
diz
isto
a
Agencia
Haves
Que
só
vae
contando
lavas
Com
noticias
frioleiras,
Que
tu nunca
me contavas.
Estão
as
cambras
reunidas
Em
forma
de
cata-vento,
Veremos
se
são renhidas
As
palestras
de
S.
Bento.
E’
fama
velha
e
noloria
Que
a elegante
oratoria
Tem
alli ura
velho
assento
Na
tal
casa
palratoria.
Quanto
a
mim
sobrinho
querido
Tenho
um
emprego
n
’
alfandega
Não
estava
<i
’elle
carecido;
Mas
acceilei-o por
pandega
E’
na
grande
de
Lisboa
Sou
fiscal
(a
coisa
é
boa)
Mas
isto a
ninguém
se
diga
Se
queres
partilhar da
broa.
Foi
da
patria
um
pae
sisudo
Que
p’
ra
lá
me
despachou
Aquelle
mais
barrigudo
Q'ie
nunca
em
S.
Bento
entrou.
Ora
antes
da
partida
A
visita
prometlida
Não
falte
que eu
cá
'estou,
Na
minha aldeia
querida.
Mil
abraços
nas
sobrinhas
Por
lua
conta
lhe
dá,
Saudades
ás
priminhas
Quinze
d
’
ellas
á
Sinhá. (a)
O
mano
sabe
o
que é
isto
N<-m é
seg<edo, está
visto
Segredos
em
nós
aão
ha
Desculpa
por
Jesus Christo.
Tio
Simplicio.
P.
s.
Quarta
feira é a
romaria
Do
Santo Sebastião
Anda
ver
na
correria
O
deputado,
o
barão.
(a)
D.
Amélia.
SECÇÃO
DE COMMUIICADOS
Necrologia
Un
cri religieox,
le cri <Je la nature,
Vous
dil: «
Pleurez, priez aiir
celte sépulture •
Vosparents,
vos amis dorment dansce séjonr,
Monumenl
vénérable
et de deuil et d amotir.»
OKLILLB.
C.
VII.
O
dia
acaba,
as
horas
voam,
e
presen
temente
estão
perante o Juiz
Supremo a
dar uma
conta
fiel
das
acções
dos
hoaiens.
Uma
celeste
u>ão
as
escreve com
caracte
res
d
’
oiro
no
livro
da
vida,
que
se
abri
rá
para as
publicar
tio
ultimo
dia do
uni
verso.
Quanto
é rápido
o
curso do tempo!
F«ge
mais
velozmente
do
que corre
no
campo
de
Marte
o
fogoso
cavãllo
estimu
lado
pela espora,
ou
nas
ondas
o
navio, a
que
um
vento favorável enche
as
vellas.
Ah
!
quanto
i curto
o
tempo
!
Gomo
se
estreitou para
aquelle
a
quem
eu
hoje
pretendo
imraorlalisar
o
caracler
e
o
me
recimento
de
sua
vida.
Fallo do exc.mo snr.
José
Cardoso
Pereira
Pinto
de
Menezes,
fallecido
ha
pouco
na
sua
casa
de
Villa-
Flor,
em
Traz-os-M«ules.
O
secul»
em que
elle
viveu
é
o
nosso,
o
qual
achou
mais
illuslrado
p«las
muitas
virtudes,
e
paciti-
cações
de
um
homem,
do
que pelo
estron
do
feito por
algum
conquistador.
Este
elo
gio,
que lhe faço,
é
simples
mas
verdadei
ro, e
superior
aos titulos
fausluosos,
qae
a
fama,
almas
vezes,
junta
imprudente
mente
ao
nome
dos
grandes,
e
que emba
raçam
depois
os
juízos
da
posteridade.
Nas
ceu
o
illustre
finado
na
villa
de
Vouzella
aos 9 de
agosto
de
1793:
seu
pae
era
o
exc.ino
snr. Luiz
Cardoso
Pereira
Pinto
de
Menezes
Moço
fidalgo
da casa
real,
e
capitão
mór de S.
Marlinho
de
Mouros, e
de
D.
Maria
Rita
de
Mello
Almeida
Bar-
ros Sousa
Girào
Seixas
Cardoso.
A
caridade
jámais
foi
n
’elfe
um
mo
vimento
transitório
de
uma
cegueira
pie
dade,
nem
um
puro
effeito
de
compaixão
da
alma,
que
commovida,
e
raortificada
pela
vista
dos
males
de
seu
proximo,
dá
promptamente ao
infeliz
o
bem,
que
n’es-
te
instante
não
pódem
reler
as
suas mãos
abertas
pela
força
da
compaixão, e
se
con
sola
tanto
como
o
pobre
a
quem
soccor-
re ;
mas
um
sentimento
racionavel
e
per
manente
;
uma virtude habitual,
cheia de
reflexão,
e
uma
especie
de
industria
na
distribuição
das
suas acções
preciosas.
Se
os
desejos
do
seu
coração
po-
dessem
executar-se,
e
se
cumprissem,
to
do
o
bem
possível
se
faria
no
Universo
:
jámais
deixou
de
ler
occupado
o
pensamen
to com alguma d
’
aquellas
ideias
utei
*
,
a
que
chamamos
sonhos
sublimes
dos
ho
mens.
Empregava
eonlinuamente
toda
a
força
dos
seus
taleatos
em animar
a
reli
gião
e
a
virtude:
dirigia
para
este
fim
todos
os
seus
estudos,
e
todas
as
suas
fadigas.
Fez
sempre bem
aos
homens,
sem
lhes
pedir
jámais
cousa
alguma,
nem
ainda
o
reconhecimento
dos
benefícios.
Esta al-
ma-tão
terna,
e
tão
sensível,
que
devia
naturalmenle
ser
fraca
para
resistir
á
for
ça
dos
males,
soube cornudo
habitar
e
viver
em
paz
em um
corpo
enfermo,
e
sempre
afílicto.
O
illustre
finado
sentia-se
proximo
ao
seu
fim,
o
mal
duplicando
os seus impul
sos, acaba
*
.»
de destruir
as
ruinas
de
seu
corpo
de^fallecido,
não
dormia
nem
podia
já
stipportar
a
cama
:
a fraqueza e
debili
dade
d»
corpo
tinham
já
chegado
ao
ulti
mo
ponto.
Debalde
pretenderam
moderar
por algumas
horas estas
cruéis
dores com
os
remedios
que
a
piedosa
e
compadecida
natureza
offerece
ao
homem
afílicto. Com
efleito
a
doença
atigmentou,
e
elle
deu
a
alma
ao
Creadvr,
no
dia
24
de
dezembro
de
4874.
Assim
se
extinguiu no fim
de
82
annos
d
’idade
a
luz
de
uma
vida,
que
consumiram
egualmente
a
dôr e a
virtude.
Ao
excm.0
snr.
padre
João
Rebello
Car
doso
de
Menezes
bem como
á
demais
illus-
tre
familia
do
finado
os nossos
sinceros
pezames
de
profunda
magoa.
José
de
Moraes
Neves.
BANCO
DA GOViLHÂ,
Sociedade
anonyma
de
responsa
bilidade
limitada.
Balanço
em
31
de dezembro de
1874.
Capital
9.000:0000000.
I.
3
emissão
750 contos
—7:500
acções
de
100&000
reis.
Aetivo
Accionistas................................
4a0:000$0(X)
Lettras
descontadas
e
a
rece
ber..........................................
238:29^362
Papeis
de
credito. .
.
.
12:000^000
Agencias
no
paiz.
.
.
.
9:a20$2S0
Ditas
no
estrangeiro.
.
.
2 250^104
Caixa
.........................................
3:9(53$647
Empréstimos
com caução.
36:210^000
Ditos
em
c/c
com caução.
12:134^099
Moveis e
ntensilios
. . .
1:006^890
Despezas
d
’
inslalação.
.
.
1:391^733
Gastos
geraes..........................
4:768^233
791:5030648
Paasivo
Capital..................................
750:0000000
Depositantes
..........................
5:4600832
Obrigações
a
pagar.
.
.
.
5:3910627
Devedores
e
credores.
.
.
15:9240260
Ganhos e
perdas ....
14:7260929
791:5030648
Covilhã
31
de
desembro
de
1874.
Os
Directores
Antonio
Baptista
Alves
Leilão
José
d’
Anwrim
Vaz
de
Carvalho.
José
Thomaz
Mendes
Megre
Ileslier.
CGHLTOEKCIO
B
olsa
de
B
raga
18
de
janeiro
de
1875
KíTectuntlo
Banco
Comtnercial
de Braga
630500.
Dito
dito
630550
Dito
dito
630600.
Dito
dito
640000.
Banco
de
Villa
Real
360600.
Dito
dito
360700.
Dito
dito
360800.
Dito
dite
360900.
Banco
da
Regoa
—
360300.
Dito dito
360250.
Banco
do
Douro
—720000.
Banco
da
Covilhã
640300.
Banco
da
Povoa
do
Varzim
210500.
Banco
Commercial
de
Coimbra
110300.
Obrigações
do
caminho
de
ferro
do
Minho
e
Douro
860100
19
de
janeiro
de
1875
EíTeetuado
Banco
Commercial
de
Braga
630600.
Idem
630700.
Banco
de
Villa
Real
360800.
Dito
dito
360900.
Dito
dito
370000.
Banco
do
Douro
720000.
Dito
dito
720100.
Banco
da
Regoa
360500.
Banco
da
Covilhã
610600.
O
director
Anlonio
Teixeira
Barbosa.
SAÚDE
Ã
TODOS
sem
medicina,
pur
gantes
nem
despezas
com
o
uso
da delicio
sa
farinha
de
saúde
,
KEVALESCIERE
DU
BÀRRY
de
Londres.
8
9
annos <l’invariavel svBcresso
2
Saude
a
todos
pela deliciosa Beva-
(esciére
Du
B
arry
,
que
cura
as
indiges
tões
(dispepzia)
gastrica,
gaslralgia,
fleg-
ma,
arroios,
amargor
na
bocca,
piluitas,
nauseas,
vomilos,
irritações
inlestioaes,
diarréa,
desenteiia,
cólicas, tosse,
asthma,
falta
de
respiração,
opressão,
congestões,
mal
aos
nervos,
diabethe,
debilidade,
to
das
as
desordens
no
peito,
na garganta,
do
alito,
das
bonchiles,
da
bexiga,
do
fí
gado,
dos rins, dos
intestinos,
da
muco
sas,
do
cerebro
e
do
sangue.
75.000
cu
ra,
entre
as
quaes
contam-se a
de
de
S.
S.
o
Papa, do
duque
de Pluskow, da
ex.
ma
snr.
a
marqueza de
Breban,
dos
dos
dou
tores
Manoel
Saenz
de
Cejada
da
Univer
sidade
de
Cordova,
etc.
etc.
Certificado do
celebre
dr.
Budolph
Wur-
zer
:
Bonn,
19
de
Julho
de 1854.
Esta
ligeira
e
agradavel
farinha
é
o
melhor
absorvente
;
ao mesmo
tempo nu
tritiva
e
restaurante
substituo admiravel
mente
toda a medicação em
muitas
doen
ças.
E’ de grande
utilidade,
sobie
tudo
nas
renitências
habituaes
do
ventre,
bem
como
nas
diarrheas,
alfecções
nos
rins,
e
na
bexiga,
na
pedra,
irritações,
inflarn-
mações,
e
caimbras
da
uretra,
dos rins
e
bexiga,
nos apertos
e
bemorroides
bem
co
mo
nas enfermidades pulmonares,
branchi-
tes,
na tosse e consumpção. Tenho a
con
vicção
(jue
a
Revalesciére
du
Barry
tem
a
propriedade
preciosa
de
curar
as
mo-
keslias hecticjs.
Dr.
Rud.
Wurzer
membro
de
muitas
sociedades
scientiíicas.
Seis
vezes
mais
nutritiva
do
que
a
car
ne
sem esquentar,
economisa
cincoenja
vezes
o
seu
preço em
remedios.
—
Preços
fixos
da
venda
por
miúdo em toda
a
pe
nínsula
:
Em
caixas
de
folha
de
lata,
de
kilo.
500
;
de
l/
2
kilo
800
rs
;
de
um
kilo.
10400
reis;
de 2
i/i
kilos,
30200
reis;
de
6 ki-
los, 60400
reis, e de 12 kilo», 120000
reis.
Os
biscoitos
da
Revalesciére
que
se
po
dem
comer
a
qualquer
hora,
vendem-se
em
caixas
a
800
e
10400
reis.
O
melhor
chocolate
para
a
saúde
é
a
Revalesciére
chocolatada
;
ella
res-
titue o appettite, digestão,
soraoo, energia
as
carnes
duras
ás
pessoas,
e
ás creanças
e mais
fracas,
e
sustenta
dez
vezes
mais
que a carne,
e que
o
chocolate
ordinário,
sem
esquentar.
Em
paus,
ou
em
pó
em
caixas
de
folha
de
latadelO
cjiavenas,
500
reis;
de
21
cháve
nas,
820
reis;
de
48
chaveuas,
10400 ;
de
120
chavenas,
30200
reis,
ou
25
reis
cada
chavena.
BARRY 1>U BARRY A C.a
—
Pla-
ce
Vendòme,
26,
Pariz
;
77 Regenl-Streefc
Londres;
Valverde,
1,
Madrid.
Os
pharmaceuPcos,
droguislas,
mer-
cieiros,
etc.,
«das
províncias
devem
diri
gir
os
seus
pedidos
ao
deposito
Central
;
snr.
Serzedello &
C.
a
Largo
do
Corpo
Santo
16,
Lísfe®»,
(por grosso
e
miudo)
;
Carlos
Barreto,
rua
do
Loreto,
28;
Bar
rai
&
irmãos,
rua
Aurea,
12.
fi
’®rto,
J.
de
Sousa
Ferreira
Irmão,
rua
da
Ba
nharia
77
;
de
Sequeira
;
J.
Pinto
;
Desí-
ré
Rahir
;
Coimbra,
V.
Botelho
de Vas-
concellos
;
Aweiro,
F.
E.
da
Luz e Costa,
pharm.;
HarcelFog,
Ramos,
pharm.;
Braga,
Pharmacia
Maia,
rua
dos
Chãos,
Pipa
&
Irmão,
rua do
Souto,
Domingos
J.
V.
Machado,
praça
Municipal.
Figueira,
Antonio Vieira,
pharm.;
Guimarãea,
A.
J. Pereira
Martins,
pharm.
;
Pena-
®el,
Miranda,
pharm.
;
Fonte
do Lima,
A.
J.
Rodrigues
Barbosa,
pharm.
;
Po
voa do
Varzim,
P.
Machado
de
Oli
veira,
pharma.
;
Vianna do
Castello,
Affonso
e
Barros,
droguistas;
Villa
do
Conde,
A.
L.
Maia
Torres
pharm.
ESPECT
á
CULOS
THEATRO DE S. GERALDO
Quinta
21
de
Janeiro
«RA9TDE
BAILE BE MASCARAS
Principia ás
8
horas
e
acaba
á
meia
noite.
Preços
: —Camarotes
800 rs.
—
plateia
120
rs.
AGKABECIMEHTOS
Os abaixo
assiguados
agradecem
a
to
dos
os
cavalheiros
de
Cabeceiras de
Bas
to
que
os
coadjuvaram
e
prest
*
rai»
valio
sos
serviços
nas
ires
recitas que
alli
fo
ram
dar
nos
princípios
do
anno
corrente.
A
todos
a
soa
gratidão
e
reconhecimento
indelevel.
José
Antonio
Nunes
Ferreira
—
Anlonio
José
de
Sousa Ribeira
—
Henrique
Augus
to
Routfe
—João
de
Deus
da
Silva
Ferraz.
José
da
Silva
Metelim,
negociante
d
’
esta
cidade,
summameute penhorado
pe
los
obséquios que
recebeu de
todas
as pes
soas
de
suas
relações
e
amisade
lauto
n
’
esta cidade
como
em S.
Paio
de
Merelim,
(d
’
onde
é
natural)
por
occasião
do falle-
cimento
de
sua presada
mãe,
o
qual
leve
logar
no
dia
14
do
corrente,
serve-se
d’esle
meio
agradecendo
a
lodos
especialmente
ao
revd.0
parocho
da
referida
freguezia.
Prolesta
a
lodos
a
sua
gratidão
indelevel.
(2255)
Os
obaixo
assignados
agradecem
por
esta
fórma.
não
o
podendo
fazer
pessoal-
menie,
a
todas
as
pessoas
que lhes
pres
taram
obséquios e
assistiram
aos
respon
sos
de
sepultura
de
seu
chorado filho,
sobrinho
e
primo, João
Joaquim da
Silva
Júnior.
Emilia
Candida
Guimarães
da
Silva
José
Francisco
Guimarães da
Silva
P.
*
José
Francisco
da
Silva.
(2256)
Anlonio
Polycarpo
Cardoso
Cruz,
Fran-
cisca Amélia
de
Magalhães
Cruz,
e
seus
fi
lhos,
agradecem
a lodos os
Exc.
mos surs.
e
exc.Iuas
snr.as
que
os
cumprimentaram
por
occasião
do
fallecimenlo
de
sua
mui
to
presada
irmã,
cunhada
e
thia
Emilia
Candida
Cardoso
Cruz.
Pelo
juiso de
direito
d’esta
cidade
de
Braga
e
cartorio
do
escrivão
Moita,
se
tem
d’
arremátar no
dia
31
do
corrente
mez,
peias
10 da
manhã á
poria
do
tri
bunal
judicial
da
mesma
cidade,
em
praça
voluntária
doas
propriedades
chamadas
do
Privilegio,
situadas
na
freguezia
de
S.
Viclor
da
mesma
cidade, que couuprehen-
dem
um
praso
da
Real Collegiada
de
N.
Senhora
d
’
Uliveira, feito
pelo
revd.0
cabi
do
da
cidade
Guimarães,
com
o
foro
de
560
rs.
em
dinheiro
w
2
gallinhas,
em
cuja
praça
se
declararão
as
condições
com
que
tal
arrematação
das
ditas
proprieda
des
é
feita,
as
quaes
propriedades são
per
tencentes
aos
menores
lilhos
que
ficaram
dos
exc.
mos
João
Pereira
Coutinho
de
Vi-
Ihena
e
Menezes,
e
sua
esposa
D.
Maria
Joanna
de
Castro,
da casa
das
Brolhas,
da
cidade
de
Lamego.
(2258)
Banco
Commercial,
Agrícola
e
In
dustrial de
Villa Real
Sociedade
anónima de responsabi
lidade
limitada
Por
ordem do
exm.° presidente
da
as
sembleia
geral,
são
convidados os
snrs.
accionistas
a reunirem-se
no
dia
27
do
corrente,
por 10 horas
da
manhã,
no
edi-
ficio
do
Banco,
para
a
discussão
do
rela
lorio
da
Gerencia
e parecer
do conselho
fiscal.
Villa
Real,
16
de
janeiro
de
1875.
O secretario
da
assembleia
geral,
(2259)
Dr.
José
Ayres
Lopes.
Perdeu-se
uma
cadelinha
da
raça
pequena,
de
cor
amareJIa-
da
e
com o
focinho negro
Quem
a
encontrasse
e
a
queira entregar
no
botequim da
Aguia
d
’
Oiro, á bocca da
rua
da»
Agoas,
receberá
alviçaras.
(2262)
MTWâO
Quem
quizer
comprar
uma
rica
cmz
de
metal
que
serve
para
qualquer
confraria
e
por
preço
muito
rasoavel, falle na
Praça
d
’
Alegria em
casa
do
negociante
Manoel
Ignacio
da
Silva
Braga,
onde a
referida
cruz
se
acha para
ser
vista
por
quem
a
pertender.
(2253)
BANCO
ALLIANÇA
Dividendo
do ?,° semestre
de 1S74
Na
lhesouraria
do
Banco
do
Minho
pa
ga-se,
desde
o
dia
20
do
corrente
em
diante,
o
dividendo
do
2.®
semestre
de
1874,
das
acções
do Banco
Alliança,
na
razão de
4
p. c. ou 2^100
reis
por
acção.
Braga
18
de janeiro de
1874.
(2257)
Banco
da Povoa
de
Varzim
Por
ordem
do
snr.
presidente
da
as-
seBíb'eia
geral
e
para fins
designados
no
artigo
19.°
5
I.
9
dos
estatutos
são
con
vidados
os
snrs.
accionistas
a
formar
as
sembleia
geral
ordinaria
na
sede
d’este.
banco,
no
dia
20
do
corrente
mez,
ás
10
horas
da manhã.
Povoa
de
Varzim,
2
de
janeiro
de
1875.
O
secretario,
(2251)
José
Francisco
da
Silva.
BANCO
COMMERCIAL
DE
BRAGA
São
convidados
os
snrs.
accionistas
d
’
es-
le
Banco
a
reunirem-se em
assembleia
geral
extraordinária,
no dia 15
de
feverei
ro
proximo
futuro,
pelas
10
horas
da
manhã,
na
casa
do
mesmo
Banco,
afim
de
discutir
a
proposta
da
Direcção,
para
ser
alterado
o
§
8
do
arl.
2.°
dos
Esta
tutos
bem
como
a
elevação do
capital
do
Banco.
Braga
14 de
Janeiro
de
1875.
O
presidente
da
assembleia
geral,
Francisco
de
Campos d
’
Azevedo
Soares.
BANCO
DO
MINHO
A
gerencia
do
Banco
do
Minho
annun"
cia
que
o
deviuendo
do
2.°
semestre
do
anno
1874,
é
na
rasão
de
4
0
/°,
ou
4$000
reis
por
acção,
e
que
principiará
a
pagar-
se na
próxima
segunda
feita
18 do
corrente,
continuando
em
todas
as
quartas,
sextas
e
segundas
feiras,
desde
as
10
horas
da
manhã
até
á
1
da
larde.
Os
snrs.
accionistas
do
Porto,
pódem
receber
o
dividendo na
Caixa
Filial
do mes
mo
Banco.
Braga
15 de
Janeiro
de 1875.
Folhinha
Benedíclina
para
1875
Acham-se
á
venda no
escriptorio
d
’
es-
ta
Typographia.
—
Rua
Nova
n.° 3.
Preço......................
240
rs.
BANCO
COMMERCIAL
DE
BRAGA
A
Direcção
annuncia
qne
o
dividendo
do
2.°
semestre
de 1874
é
de
4
*/<|
por
cento
ou
de
2^259
por
acção,
pagando-se
na
lhesouraria
ás
segundas,
quartas
sex
tas
feiras,
das
10 á
1
horas
da
larde.
O»
snrs.
accionistas
rezidentes
no
Por
to,
pódem
receber
na
Caixa
Filial do
mes
mo
Banco
n
’aquella
cidade.
Braga
18
de
janeiro
de
1875.
ÃTTaMAâ
Jeronimo
Joaquim
Carneiro, da
fregue
zia
de
S.
Martinho de
Durue,
d
’este
con
celho,
faz
scienle
a
tedos
os
snrs.
ourives,
ou
pessoas
que dão
dinheiro
sobre
penho
res, que
lendo
conhecimento
de
dois
cor
dões
d
’
ouro,
um
que
terá 31 a
32
oitavas
de peso, e
outro
terá o
valor
de
cem
mil
reis
pouco
mais
ou
menos,
queiram
ter
a
bondade
de
dar
parte
ao
abaixo
assignado,
que
lhe
foram
roubados
desde
o
dia 10
do
corrente
por
diante.
S.
Martinho
de
Dume,
17
de janeiro
de
1875.
(2250)
Jeronimo
Joaquim
Carneiro.
SíilSE
Previne-se
a
lodos os snrs.
que
com
pram
cobre,
e
aos
snrs.
guardas
barrei
ras,
que
vindo-lhe
a
rogar
uma
bicha
de
um
lambique, inteira
ou partida,
ler
a
bondade
de prevenir o
snr.
Antonio
Mo
reira
Coelho, morador
na
rua
de
D.
Pe
dro
V,
que
sendo
a
mesma
que
se
quer,
dará
a
gratificação
de
9^000
rs.
(2247)
Anlonio
Moreira Coelho.
João Manoel
da
Silva
Guima
rães.
—
Rua
do
Souto
n.°
43.
Compra
e
vende
Acções
de
todos
os
Bancos
e
Companhias,
Inscripções
de
As
sentamento
e
coupons.
(581)
José
Cardoso
de Carvalho,
vende
ou
ri
me
lodos
os
foros,
sensos,
e
pensões
que
recebe
nas comarcas
de
Villa
Verde,
Bar-
cellos,
e
Braga.
Trala-se
em
Ponie
do
Lima
com
o
snr.
Manoel
Gomes
Cardoso e
em
Braga com
o
snr.
Anlonio
José
Gonçalves
Nogueira,
rua
do
Souto.
(2226)
Aluga-se
ou
vende-se
Uma
morada
de casas de
dons
andares
na
roa
de
Santo Anlonio
das
Travessas
n.°
16.
Trata-se
na
rua
do Souto
n.°
59.
zík
.1.
1
âitò
.
A
Nova
Empreza
de
Trens,
annuncia
ao
publico
que
desde
o
dia 30
de No
vembro
proximo
passado,
o
snr.
Manoel
José
Ribeiro
Braga,
do
largo
do
Barão
de
S.
Martinho,
deixou
de
ser
agente
das
suas
carreiras
do
Porto,
Arcos,
Monsão
e
Egreja
Nxiva,
sahindo
todas
da
sua
casa no
largo
de
S.
Francisco
n.°
2, jun-
cto
aos
Terceiros.
Braga
1
de
Dezembro
de 1874.
O
gerente,
(2174)
Eduardo
Pacheco.
a.’
wja
fiACHA
ÍZ
Armas
de caça vindas
direc-
tamente
da
Bélgica.
f2236J
AMJGAH-S0
Os
altos da
casa
n.°
22,
na
rua
do
Campo,
em
Braga, cor® excedentes
com-
modos
para uma
numerosa
familia.
Quem
a
pertender,
dirija-se
á
mesma.
<2237)
Retrato
do
S.
Padre
Pio
IX
A
Sociedade
Oleograíica de Bolonha
(Italia)
grata
ao
seu
magnanimo bemfeitor
o
Summo
Pontífice
Pio
IX,
que
lhe fez
a
honra
de
mandar
um
breve
de
benignissi-
mo
eucomio,
deliberou reproduzir
um
re
trato
de
Sua
Santidade
; e
náo
poupando
fadigas
nem
despezas
para
que
saisse di
gno
d
’Aquelle
qoe lepresentava,
encarre
gou
a
vários
dos
mais
acreditados
pintores
italianos
a
execução
do
quadro
em
meio
corpo
e
tamanho
natural.
O
Conselho
direclor
da
referida
Socie
dade
escolheu entre
os
diversos retratos
o
que
lhe
pareceu
mais
artístico
e parecido,
de
sorte
que
pode ser
tido
como
obra
prima.
Já
ha
mais
de
dois
mezes que
se
tra
balha
assiduamente
no
grandioso
estabele
cimento
da
mesma
Sociedade,
e
antes
das
próximas
festas
de
Natal
estará
concluído
o
trabalho
de
reproducção,
e
promplo
o
quadro
para
>er remellido
áquelles
que
o
pedirem.
O
rosto
do
S. Padre
é representado
ao
vivo
com
arte
eslupeada.
Nelle
se
ad
mira
aquella
suave
magestade,
aquella
ama
bilidade
toda
prepria
de
Pio
IX
que so
bre
maneira
commove
e
encanta
a
quem
o vê
Seus
olhos
fixam
paternalmente,
e
sua
dextra
se eleva
em
açlo
de
abençoar.
Este
retrato,
sebre
léla.
pintado ma-
chaDicamente
a
oleo
se
envia
franco
pelo
correio,
enrelado
em um
cylindro
de ma
deira
pelo
preço
de
4^500
reis
fortes (22
francos).
Esta
quantia
se
deve
enviarem
carta
registrada
contendo
letras de cam
bio
sobre
Paris, Berlim,
Londres
etc.
;
ou
então
em
sellos
de
correio: e
em
qual
quer d’
esles
casos
eis
qual deve ser o
endereço
:
ALLA
SOCIETA
’
OLEOGRAFICA
Slrada
Maggiore
208-209
(llalia)
BOLOGNA
11
Vu
1
í
:
?
1
1
HL
;
•
I
f
Li WH’1
i
•
bLuiiAuiii
iiili.
íd
.L
j
tLíVujhhi
E
ARMAZÉM
DE FIADOS
Casa
de
confiança—
Filial
de
Joseph
Delereu
93,
Rua <le Santo Andx
*
é,
"3
BRAGA.
N
’
e'ta casa se
vendem
musicas,
metho-
dos,
eic.
tanto
uacionaes
como estrangei
ros,
e
pianos
dos
melhores
fabricantes,
offerecendo
mais
vantagens que
em outro
qualquer
estabelecimento n
’
esle
genero.
Aíiança-se
to«la
e
qualquer compra.
U
agente,
(2225)
M. A.
S.
Damos.
NOVA
FUNDIÇÃO DE
FERRO
DE
Antonio Germano
«A
Travessa
de
S.
João
Aonde
faz
toda
a
obra,
assim
como
bombas, conçollas,
columnas
para
gaz,
pe-
zos
novos,
panellas
á
ingleza
de
todos
os
tamanhos,
canos para agoas
e
gaz,
e
toda
a
obra
de
fundição,
como
grades
para
sacadas,
obra
de metal,
sinos
e
outros
ob-
jectos
de
igual
teor
etc.,
pelos
preços
do
Porto.
BRAGA :
TYPOGRAPHIA LUSITANA
— 1875. - É o formato de
-
comerciominho_21011875_299.pdf
Parte de Comércio do Minho (O)