comerciominho_18021875_311.xml
- conteúdo
-
3.°
ANNO 1875
FOLHA COMMERCIAL RELIGIOSA E
NOTICIOSA
NUMERO
- - - --------------------
Assigna-see
vende-se
no
escriporio
do
editor
e
proprietário
José
Maria
Dias
da
Costa,
rua Nova n.
*
3
E,
oara onde deve
ser
dirigida
Iodar correspondência
franca
da
por’e.=
As
assi-
gnaturas
são
pagas
idiantadas;
assim
como
as
correspondên
cias
de
interesse
particular.
Folha
avulso
19
rs.
E
*
MJ ESB
ffu H «d
ÁS TERÇAS,
QUINTAS
E SABBADOS.
P
reços
:
Braga,
anno
1$fi00 rs.=Semestre
S50
rs.=Provín
cias, anno
2^400
rs
e
sendo
duas
4000
rs.=Semestr
*
>
1&250
vs.=Rrazil,
anno
4-5.400 rs.
“
-Semestre
2&300
rs.
moeda
forte
ou
10&000
reis
e B&500
reis
moeda
fraca.=Ànnuncios por
linha
20
rs.,
repetição
10
rs.
Para
os
assignantes 40 % d
’
abalircenlo.
BRAGA
—
QIJI!¥TA-FEIKA
is
d
®'
fevehuro
O
Parla»u
*
ntnrimn<»
j«alga«lo
ean
pouenu
palavrnn 8B®n’ 1,m Wrt‘
bio
firntteez
Na
questão
de
reorganizar o
exercito,
o
sor.
Gambetta.
em
sua
qualidade
de
an
tigo
generalíssimo do» exercito» francez.es.
interveio
no debate
sobre
a
lei
dos
qua
dros.
Elle
lem
a
i«ua
opmiào
sobre
o
nu
mero
de
companhias
de
cada
batalhão,
este
general!
Não
quer,
como
o
sn
r
.
Kel-
ler
que
a
Assembleia
n'estas
questões de
cgamsação militar
confie
o
negocio
ao
ministro
da
guerra.
Em
principio,
o
snr.
Gambetta
crê
na
competência
uni
*
er»al
da
Assembleia, ou
ante
*
da
sua.
Direito
nu-
rinha,
exercito,
finanças
commercio,
al
fandegas.
adminisnação,
instrucção
publi
ca,—
não
hi
nada
que
este
homem
pa.»-
moso
nào
saiba,
e
sobre
indo,
em
que
elle i>ão
possa
Miar.
O
ser
uma
pe»soa
advogado
para
alguma
coisa
hade
servir.
O
parlamentarismo
é o
triuafo
do
advoca-
sismo
(de
1
’aiucasserie)
;
elle
perm
ite
a«
snr.
Gambetta
fazer-se
alternadamente
ju
risconsulto,
general,
financeiro,
economis
ta,
professor,
negociante,
e
sempre
legis
lador.
Eis
aqui o
milagre
da
palavra,
o
homem
qne
falia
de
qualibel re,
et
de
qui
busdam
aliis
!
No
fundo
o
snr.
Gambetta
(em
razão
Dada
a
soberania
do
pOV>
r.
da
represen
tação
nacion.il.
é
bem
necessário
que
a
Assembleia
seja
universalmente
competen
te.
E’
o
absurdo
do
regímen
parlamentar
O
sníTragio
universal
escolhe
como
repre
sentante o
primeiro
que
se
lhe
<
fi<-
ece
como
republicano
ou
realista, seplennalis-
la
ou
bonapartista
Ede
torna
se
por
i»s<>
mesmo
tudo
quanto
se
precisa
para
ser
legislador
soberc.no
em
todas
as
coisas:
»e-
cebe
uma
vocação
á
universalidade
da
scien-
cia.
igual
á
t
xteusào
do seu
mandai",
ila
g«rte
que
so
admba
em
volta
do
snr.
Gambetta,
de
o
ouvir
revim
’ic»r
contra
o
snr.
Ivller
a
sua
c*
mpete<icia
e
a da
As
sembleia
(ia
questão
militar
;
o
a
l‘
oga
!o
demostra
facilmente
a
simpleza
d
’
esta»
ad
mirações
lembrando
á Assembleia
que
ellp
discutia
e
legislai
tolo-
os
dias
sob<e
todas
as
outias
mal
rias
que
não
pediam
menos
conhecimentos
especiaês.
E
é
ver
dade.
A
aptidão
para
todas
as
funeções
está
na
llieoua
revolucionaria
(em
toda
a
theo-
ria
do
moderno
liberalismo,
dc»de
o
mai
*
moderado
até
ao
mais
exaltado)
;
a
do
re
presentante
do
povo é
geral.
Elle
é
a
au-
cloridade
e
a
lei.
O
sistema
da
maioria
siib-liteiu
o
da
razão. Paru
que
servem
humee.s
competentes
ou
especiaes
quando
o
numero
é
quem
decide?
A lei hzia-se
outr
’o«a
com o
coucur.»o
ou
conselho
dos
especialistas
;
faz-se
hoje, ou
é
feiiã,
po<
lodo
o
mundo.
Legi.»la-se á
pluralidade
de
votos.
Mau
>erá
que
se
encontrem
quatro
advogados
coiiba
Ires
gener.te.»,
ou
Ire»
negociantes
comra
dons
sábios:
os
advo
gados
decidirão
da
coisa militar,
e
os
ne
gociantes,
da
scteucia.
A»sim
o
quer o
sufiragio
universal
e
a
soberania
do
povo.
E
o
vislema
que
aos
Dancezes
deu
um
Gambetta
para
os
deflender
contra
a
in-
va»ao
prussiaoa
;
é
o
sistema
que
nos con
serva
na
auarchia
mais
ou
menos
mansa,
mais
ou
menos
brava,
mas
sempre
anar-
chia
(vej.
uo
«Univera»
de
14
de janeiro
o
artigo
assignado
por
Arthur
Loth).
Como responder
a
islo?
A
Lógica
é
inalcreada.
Nem
sequer
l<i
bula
um
poucochinho
de
respeito
ás
«con
vicções»
(?)
dos
senhores
liberaes
!
A
reaccionari
i
!.
.
E
quem
sabe »e
Je
suíta,
lazarisla, ou
ullrarnontana, pelo
me
nos
I
?
-........ ----------------------------------------- -
í>s
nvoengoti
Itintoric
**
«i»«
libe-
rwea,
ESTUDOS ÁCERCA DOS
FARISEUS
IV—
Os Fariseus
e
t Messias
[Continiuçào'
(Jrni voz,
cor«t«do,
©usou
elevar-se
do
seio
do
partido
e
formular
um
tirnido
pratusto
:
«N©»sa
lei,
assim (aliou Nico-
demos,
permute
ella
coudemnar um
ho
mem
antes
de
o
haver
ouvido
e
de
haver
examinado
os
seus
actos
?»
Mas,
se
elles
tivessem
querido
conscieaciosamente
cum
prir
e»ta
condição
elementar,
*
ua
opposi
ção
não
teria
encontrado
nem
a
sombra
d
’
um
molivo ser.io.
Nada
prova
melhor
quanto
sua
ceguei
ra
era volunlaria
do
qtie a
kistoria
do
ce
go
de
nascimento
curado
por
Jesus,
e
de
que
S.
João
nos
deixou
nma
«arração
ao
mesmo
tempo
tão
cheia
de
vida e de
sin-
gella
simplicidade
Os
Fariseus
se
tinham
convencido,
pe
la
inquiHçào
mais
escrupulosa,
da
ver
dade
do
facto
e
de
seu
caracler
sobrenatu
ral.
O
milagre e<a
claro,
evidente;
era
for
çoso
r<
conhecer
alguma
coti-a de
divino
n
’
aqu
lie
que
auctonsava sua
missão
por
prmligios tão manifesto
*
.
E’
as»im
que con
cluíam
tanto
o
cego,
oLjecto
da
bondade
de
Jesus,
como
os
propiius
seus
paren
te»,
a
quem
só
o
medo
impediu
d.
*
ma
nifestar
seu
pensamento,
em fim
todos
o^
Judeus
que
tinham
a
coragem
de
allfon-
tar
a
iia
dos Fariseu». Ma
*
estes po
diam
elle»
render-se?
Deviam
elle»
confes
sar
sua
derr®ia?
Home
efiectivamenie
um
momento
de
divisão
no
conselho
do
par
tido.
Aqueles
que
mio
tinhain
podido con
seguir
calar
todos
os
seus
e»<
rupulos. ou
que,
como Nicotlenms,
estavam
n.limameij-
ie
persuadidos da
divina
misȈo de
Jesu-,
uusaiam
ainda
uma
vez
ariiseat
algumas
observações
em
seu
favor. Por outra
par
te,
nào
achavam outra
arguição
a
lO'ino-
lar
contra
Jesus
>euào a
violação
d
’
uma
observância de instituição puramente fari
saica.
Mas
podiam
elles
in
*
istir
sobre
uma
egual
aecusaçâo, de
que
o
simples
Imm
senso lusia
justiça?
U
proprio
Salvador
lhes
havia
leito seinir
muitas
vezes
o
odio
so
d
’
uma
interpretação,
que, no dia de
sabbado,
permitira provei
ás
necessi
iade.
*
d
’
um
animai
e
proliibia
li»rar
dê
seus
males
um
pobre enfeiiuo.
O
problema
era
urgente:
a
solução
nào
se
fez
por
muno
lemp«
esperar.
O
.orgu
lho,
a
imeja
e
os
ruins
inslinclos
do
fi-
lisaismo
tomaram
o
ascendente.
A
immcu-
sa
maior
a
da
seita
era,
já
o
vimos,
de
terminada
desde
muito
trmp
*»
a
condemnar
Je-o
*
sem
até
o
ou
*
ir.
fornam
a iiiter-
i?>gar
o
cexo
cutadu,
não já
para
se
e*
-
ciar
*
ceiem,
inas
para
pilharem
suas
jalavras
uma
circumstancia,
uma
palavra,
a
qual
abra
um
caminho
por onde
possam
esqui
var-se
á
evidencia.
Entretanto
a
clareza
íiugella
e
desrsperadora
das
resposias,
a
coragem
e
nobre
segurança
com
que este
homem
do
povo
conlcssu a
verdade
qiíe
os
Fariseus
nào
querem
ouvir,
fazem
de
satinar
os
interrogadores. Ao
cabo >e
ex
pedienles,
elles
«ompem
em
maldições c.oti
tra
esta
testimunha
muito
sincera
e ter
minam por
expulsal-a da
syuagoga.
«Tu
nào
eras
senão
peccado
desde
o
instante
do
teu
nascimento,
exclamavam
elles
com
furor,
e mctles-le a eusiuar-uos
!
>
Com
effeílo,
estes
cegos
voluntários
nào
tinham
necessidade
de
seiem instruído.': elles se
debatiam
cm
vãos
exlurços para
esca
par
á
luz
que
brilhava
a
seus
olhos. As
sim,
quando
elles
perguntaram
pouco
de-
pois ao
Salvador
se
elle
os
contava
lam
bem
a
elles
uo
numero
d
’esses
cegos
qne
queria
allumiar,
Jesus
II
hs
respondeu
:
«Se
íusseis
cego»,
nào
serieis
culpados:
mas
agora
vós
mesmos
dizeis
que vêdes
Eis
a
razão
pela qual vosso
peccado
sub
siste.»
Nã«»
sómenle
este peccado subsistiu,
elle
foi crescendo para ser
em
breve
le
vado
até ao deicidio.
No
entanto,
os
Fa
riseus
seguiam
cada
um
dos
pas>os
do
Homem-Deus,
espreitando
a
occasiào
de
o
perderem
e
procurando em
vão
colher
em
*eus
actos um
momento
de
fraqueza, uma
irregulaiidad-,
que
pudesse
fornecer-lhes
um
ponto de accosaçào embora
pouco
plausível.
Ao
me
*
mo
tempo elles
falmi-
uavam
contra
seus adherenles
públicos
a
pena
mais
temida
pelos
Julaus,
a
excom-
mouhào,
que os
punha
litleralinenle
se
parado»
da
so<
tedade.
Se
por
estas
perseguições
elles nào
conseguiram
reter o eulbusiasmo
da
mul
tidão, ao
menos
impediram
ijun
os chefes
da
nação
se
pronunciassem
abertameute
por
Jesus.
Elle
*
eram
numerosos,
segunde
o
testelica
S.
João,
aquelles
que,
crendo
na
verdade de
sua doutrina,
nào
se
atreve
ram
a
confessar
sua
fé. e
preferiram,
se
gundo
a
expressão do
evaiue,lista, a
hon
ra
humana
á
gloria
de
Deus.
Sua
covar
dia
peuniilio
ao
farisaisino
continuar
sua
obra de
odio
e
(iualmeule
consummal-a
pelo
suppliciu
do
Filho
de
Deus.
[
Continua)
Kiiwboa 15 ile fevei
eirt»
(
Correspondência particular)
Está
discutido
na
camara
dos
depula-
tados
o
orç.iUQento
da
despeza
ordinaria,
e
exuaordinaria, e parle
da
icceita, isto
em
duas
ou
ires
se-soes.
E
’ uma
mara
vilha.
Hermauu,
ou
us
irmãos
Daveupotl
nào
v
faziam
melho'.
Quoin lem sido
a
victima
é
o
pobre
do
secretario,
que
se
a-sim
conuiiúa
terá
uma
plitisica.
U caso
é
d.guo
de
lasitma,
e
mostra
o
que
é
o
.sistema
constitucional
entre
nós.
Huje
cuuliuuaiá
a
discussão
do
orça
mento
da
leceila,
cum
a
mesma bre
*
i
dane.
Parece
que
ainda esta
semana entrará
rm
disCU»sau
o
piujecto
do
caminho
de
fei ro
da
beira
.
Espera-.»e
o
relalono
do
sur.
ministro
da
gueira,
ainda que
ha
alguém
que
as-
sevei t'
que
nàu
ha
vera
rclalorio,
mas
sim
proposta.
*
temieiiles
a
apeiíciçoar
certos
ser
viço».
A
imprensa
começa
a
uccupar-se
dos
trabalhos
dos
irmãos
Dívenpoit,
os
quaes
*ao
hoje luoccioiiar
ao
GymnaMu,
onde
da-
rao,
dizem
elle>. ires rcpieseolações.
Houlern
fuiau»
muito
concorrido
*
os
>ermõts
de
Quaiesma;
cm
algumas
egte-
jds
havia
povo
até
a poila.
N
j
egreja
do
Saciameoio
vae ser
collo
cadu
ho
aliar-mór
um
magnifico
ciuciii-
óto
de
ebauo,
que tem
Santo Christo
de
'rnaihm,
os emblemas
da
paixao
de
prata,
e
us ciavos
de
brilhantes.
Eslava
aban
donado
<>
’
um
dos
depósitos
da
irmandade
do
í>auli.»simo.
O
concerto
é
feito
á
custa
do
rev.
0
prior.
E.
’
uma
peça
monumental.
Ha
noticias
de
Macau,
que
referem
o
qne
ja
lhe
dis»e
:
ter tomado
posse
do
governo
o
snr.
Lobo
dLwila,
e
ter sahi»
•lo para
a
Lurupa
o
sur.
visconde
de
S.
Januaúo,
sendo
uiíficil
a
existência eco
nómica da
Colou
a,
por
causa
das
muitas
obras
a
executar
para reparar
os
estragos
do
lufao.
Em
S.
Tbomé
ba
socego, continuando,
porém,
os
arbilrios
do
governador da pro-
vincia,
embora
alli
reine a
iniriga
em
grande
escala.
Está
acabada
a
guerra dos
Denibos
em
Angula, mas
ba
queixas
contra
o
che
fe
do
concelho,
ás
quaes
o
governador
deve
pô
cobro.
Havia
accmsações
séiias
na
correspoudeucb
que
no
«Cruzeiro»
pu
blica
um
negociante,
e
se
o
governador
geral
se
rnosira inJolgenle,
não
•
deve
ser
o governo.
lambem
se
fazem
sérias
accusações
a<»
chefe
do
hospital
militar em
Loanda,
pe
lo
estado
immumlo
em
que
o
tem.
Em
Bolama
(Guiné
portugueza), a
ca
mara
municipal
deu
nome
ás
ruas
da
povoação,
e
a
uma
d
’
ellas poz-lhe
o
no
me
do
snr.
marquez
d’Avila
e Bolam», e
a
outra
o
do
governador
Barreto,
que
não
obstante
»tr
do
paiz
foi
um
ho
mem
intelligente
e
activo.
Dos
trabalhos
dos bispos
de
Angola
e
Cibo
Verde
nada
vos
posso
dizer,
por
que
nada
sei.
SS.
exc.
as
rev.
rni,s
julg
0
que
entendem
se<
ntd
a
st
e
á
Egreja
nào
publicarem
nenhum
de
seus
actos.
Parece-me
que
não
Liem
bem.
Julgo
que
o
actual
snr.
Arcebispo
de
Goa na conversa
que teve
com
alguém
lhe
mostrou
que
achava mesquinha
a
côn
grua
do
alto
cargo
qne
vae
exercer.
Não
entro
na
questão
se conviria
ou
não
a
el-
le
fazer
sentir ao
governo
a
conveniên
cia
de
hsver
al
t
orrlen
*
religiosas
para
serviço (Ja
missão,
mas
o
que
é
certo,
é
que
elle
com
algum
trab
lho
poderia
es
tabelecer um
>emin;rrio
proprio pa<a
a
missão
do
Oriente,
pois
que
tendo
ou-
Irora
a
diocese
de
Goa
dois
seminários.
Chorão
e
Rachul,
e
sendo
h<>je
reunidos
ri
um
»ó
poder
se-hia
levantar um
com
o
fim
de ordenar
saceidutes
par» as
missões
do
padroado
ao.»
quaes
se
lhe <
’
e*
se
um
cu.so
que
nào
devia
exceder
a
4
aimos
entiando
os
prep.n
alons.
Só
com
o
actual
Si.mmaiio
de
Rachol
nada
fará.
Já
estão
dadas
as
ordens
para
se
c>-
meçar
o
reducio
no
Alto
do Duque,
ex
trema
esquerda
da
linha
de
Li»boa ju
Ho
ao
rio
de
Algés,
o
reducio
Jo
Monte
Cin-
l
»
em
Sacavem..
Ainda
nào
eslão
prom-
ptos
os
estudo»..
'Para
o
reducio
do
Mon
te
do
Duque rstâo
já
auctorisados
32
con
tos
de rei»;
crem
porém
que
n
’este
mes
mo
a»
obra»
*ó
começarão
depm.» de
n.ar-
ço,
para
evitar
menor
trabalho
nos
desa-v
lerros.
O
prelado
de
Moçambique
declarou :ms
seus
lieis
que
vae
administrar
o
Chrisma
emquanto
nào
Víl
e
lazer
a
visita
da
dio
cese.
I
arece
que
sempre
será
nomeada uma
commissão
pa»a
de
aceordo
com
governe,
camara,
e
companhia
tlas
aguas,
se
obviar
a
escasxez
qu-
possa
haver
em
Li»boa
por
c.uisa da estiagem
que
é
l<
mida
no
ve
rão.
vi.»io
não
ter havilo
chu
*
a.
U
tempo
hoje
lem
e»lado
frio e
húmi
do
.
chuvGcuu
de
noite
e
pela
manhã,
mas
pouco.
Do
«Univeib»;
S.
João
da
Luz
í
de
fevereiro, ás
7
b.
e
2)
m.
da
ta<de.~Hontem,
desembar
caram-se
sobre
as
costas
de
Biscaia
para
os
c."li>l.». 14
canhões,
4:000 armas
e
òOO.OOO cartuxo»
e
objectus
de
guerra
Do
«Quartel
Beah:
Eslella
4. ás
1
>
h.
e
13
m.
da
noite.
—
S. M. o rei
entrou n’
esta
cidade
esta
urde,
e
pouco depois
lui ter
ao
parqn&
de
artilhena, aonde
por
b
staMe
ten
po
examinou
os ires
canhões
Placeiicia
(Krtipp
refoimados)
tomadas
ao
inimigo na
bata
lha
de
hontvtn.
Mais
tarde
visitou
o»
fe
udos
du
hospital
das
Mercês,
correndo
Iodas
as
sala>.
O
inioaig > deixou
em
Lerca
um
gran
de
numero de
cadateres
sem
os
enterrar,
e
muitos
feridos,
ao.»
quaes
o
primeiro
tratamento
não
ttiiha
ainda sido
feito.
O
rei
dignou-se
receber
ás
8
horas
a
visita
dos
chefes
inimigos
que
cairam
pri
sioneiros
no
sanguinolento
combate d
lion-
■
em.
E
’ por
elles
que
soubemos que
o
cor
po
de
exercito
derrotado
nos
campos
de
Laçar
e
Lorca
contava mais
de 20:000
homeus.
A
presa
foi
mui
considerável.
Mi
lhai
es
de
cartuxos,
caixas
cheias
de
pro
jéciis
d’
artilhena.
3
canhões,
22
machos,
muitos
uniformes,
uma
musica
completa,
muitas
carretas,
e
reparos
de
artilheria.
^^c..,
etc.
Handaya
8
de
fevereiro
de
1875.—
Os
carlisías
ganharam
uma
nova vicloria
na
Guipuzcoa.
Loma,
repellido
ante-hontem
diante
de
Andoam
e
Zarauz, operou
a
sua
retirada
sobre
S.
Sebastião.
Na
bataíha
le
Licar,
os
carlistas le-
mataru
1.500
armas.
Lemos
na
«Democracia»:
<À
denota das
tropas
chamadas
allon-
sioas
foi
monumental.
Segundo
uma
carta
particular
de Madrid,
que
nos foi
dada
a
ler, entre
os
aflonsiuos
reina
o
maior
terror.
As
tropas
de
Moriones
quando fo
ram
a
combater
gritavam—
«viva
a
repu
blica.»
—
Diz se que
algu>»s
oíliciaes
foram
depois
fusilados p<»r >e
lerem
associado
a
estas
manifestaçõe.'.
«A
vinda
do
nino
para
Madrid,
depois
da
sua
gloiiosa campanha
é
indicio
que
dá
que schmar».
Lêmos na «Republica»:
íUm
amigo
nosso, da
mais
plena
con
fiança,
cotnmunica-nos
hoje
laconicamente,
em
carta de
Madrid,
as
seguintes
e
im
portantes
noticias:
«As
noticias
da»
guerra
dão
por
morto»
os geuerae
*
affonsiuos: conde
de
Mira
*
so,
Bargés
e
Fajardo.
«O
rei
foi
saogrado
pelo
dr.
Corral.
«Perderam-se 6
canhões
de
Kfup
e
fi
cou
prisioneiro o
regimento
das
Asturias,
da
divisão
Rivera
«Loma
foi
desbaratado.
«A
divisão
de
Moriones
complelamenle
desimada.
«A guarnição
de
Madrid
partiu
para
o
Norte.
U
brigadeiro
Sanches
surprehendido
foi
fusilado
por Lizaraga
em
Daroca.
O
general Hidalgo
foi
desterrado.
O
povo
ao
despedir-se
de Zorrilla,
na
estação
do
ca
minho
de ferro
deu
alguns vivas
á
repu
blica
federal.
O
correspondente
da
«Palavra» dá-nos
uma
descripçào minuciosa
das
operações
ulli
mamente
effectuadas
no
Norte.
Não
nos
sendo
possível
transcrevel-a
na
integra,
copiamos
apenas
«s
seguintes
paragrafos
:
Os
mesmos
carlistas
confessam
fran-
camente
nas
lacónicas
partes
que
conhe
cemos,
que
não
podem apreciar
nem se
quer
aproximadamente,
as
perdas
dos con
trários, limilaudo-se
a
dizer
que
são
gran
des
em
homens e
material.
Por
outras
vias,
sabe-se
lambem
que é
respeitável o
numero
de
mortos,
de
grande considera
ção
o de
pristoneiios e
notabilíssimas
as
perdas
de
material
que
se
elevam
a
qua
no
canhões
Krupp tomados
pelos
carlis
las
em
Lacar,
e
milhares
de
espingardas
abandonadas
em
lodos
os
logares
do com
bale,
com
outros
petrechos,
sendo
de
pe
quena
monta as perdas
dos
carlistas
aos
quaes
tudo
dava
vantagem.
O
que
todos
confessam
é
que
o
corpo
de
exercito
de
Primo
de
Rivera
uão
exis
te
como
tal,
havendo
regimentos
como
os de
Asludas. Caslella
e
caçadores
d
’
Al-
colea,
de
que apenas resta
o
nome,
pois
0'
que
os
compunham
estão
mortos,
fe
ridos ou
prisioneiros,
sendo
portanto
ne-
essario
proceder
a
uma
completa
reor-
ganisação
do
indicado
corpo.
Do augmento
da guerra no
Centro
fal
iam
as
columnas
carlistas
que desafogada
mente
se
movem
e
a
inqualificável
surpre-
za
de
Daroca,
sobre
a
qual
as
mentiras
oíliciaes
chegaram
a
um
extremo
inconce
bível. Seguodo
a
«Gaceta»,
n
’
esta
povoa-
voação, que
só
lem
duas
entradas, foram
surprehendidos,
por
3:000
carlistas,
160
homens
de
infanteria e 50
de cavalhria
commandados pelo
coronel
Sancho,
conse
guindo
evadir-se
alguns e
ficando
os
res
tantes
mortos
ou
prisioneiros com
seu
chefe,
porém
depois conta-nos
que
só
de
cavallaria
se
salvaram
87
homens,
isto
é
mais
37
do
que
os
que
se
disse
existi
rem.
Isto é
que
se
chama
faltar
á
verda
de
com
desassombro.
Foi
o
c^so
que
o
coronel
Sancho
per-
noilava
no
ponto
citado com uma
colum-
na
de
1:000
infantes
e
150
cavallos
e
que»
o
brigadeiro
carlista
Gonzalez
Boel,
sabedor
d
’isso
e
por meio
d
’uma
longa
marcha,
cercou-o
pelo meio
da
noite,
in
troduzindo
na
povoação
apenas
duas
com-
panipas
pois
para
uma
surpresa
basta
pouca
gente,
as
quaes
foram
encontfar
o
íu.migu
adormecido,
e
no
meio
da
cenfu-
são
que
sempre
produz
este
facto
e
do
entorpecimento
filho
do
somno,
apodera
ram-se
de
toda
a
força,
que não
lhe«
re
sistiu,
e
perecea
quasi
toda,
conseguin
do
apenas
evadir-se
uns
cem
infantes
e
quasi
metade
da cavallaria.
Da
Catalunha
não
ha
*
»da
de
novo,
a
não
serem
alguns
prowenores
do
revés
sofirido
por
Martinez
Campos
nos
arre
dores
de
Gerona,
de
que já
fallei,
sendo
verdadeiramente
notável
que as
forças
ven
cedoras
erarn
inferiores
ás
vencidas,
o
que
irritou sobremaneira
aquelle
pundunoroso
e
bravo militar
que
atlribue
este
e
lodos
os
contratempo»
que
na
guerra
soflrem
a
*
arma
*
liberaes ao
facto
de
ler
augmenta-
du
o enthusiasm
*
dos
carlistas
ante
o
co
nhecimento
de
que
a situação
continúa
sendo
na
sua essencia
revolucionaria,
e
diminuindo
o do
exercito
que
não vê
pos
sibilidade
de
terminar
denlio
em
pouco
esta
guerra,
como
esperava.
Do
«Correio
da
Tarde»
:
Madrid
11
de fevereiro. —
As
tropas
liberaes
acabam
de
soffrer
a mais
desas
trosa
derrota
de
que
ha
memória
—
no
dia
3.
perderam 4 canhões
Krupp.
e
avaliam-se
os
prisioneiros
em
perto
de
3:000—O nu
mero
de
feridos
e
mortos
n
’
esle
dia,
cal
cula-se
de
6
a
7
mil—
ao
impeto
dos
ba
talhões
navarros
e
.alavezes
a
cuja
frente
e
em
primeira
linha
se
achava
Carlos
VII,
nada
poude
resistir,
D.
Affonso
leve
que
fugir,
por
pouco
que
não
cahe prisioneiro
;
oíliciaes
do
seu
estado
maior
estão
feridos
de
baioneta—
foi
um
completo
desastre
O
brigadeiro
Navascués
foi
prezo
com
todo
o
seu
estado
maior.
Agora corre auctorisada
a
noticia
de
ter
havido
combale
decisivo
no monte
San
ta
Barbara
ficando complelamenle
derrota
do
todo
o
exercito
liberal,
ferido
o
gene
ral em
chefe
Laserna,
e
que
muitos
ca
nhões cahiram em
poder
dos carlistas.
Esta
segunda
parle
não
é
ainda
oíli-
cial
;
mas
lem
probabilidades
de ser
exac-
la,
porque
vem
por
conductos
fidedignos.
Pobre
D.
Affonso,
tanta
b
ravata
ao
ir
ao
norte
para
soffrer
tal
ridículo.
Aqui
lodos
os
liberaes
estão
desorien
tados ; não
sabem
como
encobrir
tal
de
sastre,
nem
como remedial-o.
Loma
foi
repellido
em
Gnipuzcoa
len
do
que
retirar-se
a
S
Sebastião.
Póde
alloutamenle
publicar
estas
noti
cias, embora
os
jornaes
liberaes
d
’
ahi di
gam
o
que
quizerem.
Pamplona
acaso
terá
tempo
de rece
ber
viveres
para
oito
dias, e
depois?
vol
tem
lá
a
soccorrel-a.
Ninguém
póde
hoje
duvidar
do triunfo
de
Carlos
VII.
—
O
enthusiasmo
n
’
aquellas
pravincias
e
ern
Valência,
Aragão,
Maes-
trazgo,
e
Catalunha,
raia em
delirio.
'
Dorregaray,
em quanto
acaba
a
organi-
sação
dos
seus
80
batalhões,
já
se
fará
sentir.
Catalunha está
dominada
completamen-
te
pelo
heroico
e
nunca
bem
elogiado
Sa-
valls.
GAZETILHA
Villa Mova <le Famaliefto 15 de
fevereiro.
—
(Correspondência
d'esta
sec
ção).—
Nao
gosto
de
fazer
accusações,
e
uté
sou de
opmião
que nem
tudo
se deve
levar
a
rigor
;
mas
quando
vejo
os
abu
sos
pa
*
sarem
além
dos limites,
julgo
do
meu
dever
não
ficar
silencioso,
porque
é
de
utilidade
publica
o
lembrar
á
camara
municipal
qoal
é
o codigo
de
posturas
e
qual
a
sua
execução que
lem
tido até
hoje.
De
que
serve
á
camara legislar
um
co
digo
de
posturas
para
depois
uão
olhar
mais
para elle,
nem
fazei
o
cumprir
pe
los
seus
zeladores
?
De
que
serve
estar
o
município
a
pa
gar
80
mil
reis
a
dous
zeladores
para es
tes
estarem, mais das
vezes,
occupados
em
serviços
particulares ?
Vejamos
alguns
artigos
do
codigo
de
posturas,
e
em
seguida
perguntaremos
qual
lem sido
a
sua
execução.
Diz-nos
o
artigo
115:
«Ninguém
poderá
occupar
terreno
pu
blico,
seja
qual
for
o
hm
da
occupaçào,
sem previa
licença
da
camara:
lodo
aquel
le
que
pertender
occupar
o
mesmo
terre
no
assim
o
requererá
á
camara,
declaran
do
o
tempo
porque
o
pretende
occupar,
pagando
po
acto es
metros
quadrados de
terreno
publico
que
pretender, a
razão
de
100 reis
mensaes
por
melto,
durante
todo
o
tempo que tiver
a
rua,
praça,
traves
sa
ou
viella
obstiuida.
§
unico.
Se
a
occupaçào
do
terreno
for
dentro da
viria
ou
suas
immediações,
será
este resguardado
por
um
tapamento,
que
terá
de
altura
1
m
,50
em
toda
a
ex
tensão
occupada,
sob
pena
de
2^000
rs.
de
multa.»
Quando
o
snr.
barão
da
Trovisqueira
mandou
edificar
o
prédio
na
rua de
Santo
Anlonio,
leria
licença da
camara?
Pagaria,
o
dito
snr.
barão,
os
100 rs.
por cada
metro
de
lerreno
que
occupoo
durante a
edificação
do
dito
prédio?
Resguardaria
o
lenem»
occupado,
por
um
tapamento
de
l™,50 de
altura
?
A
’
primeira
e
segunda
interrogação
es
pero
obter
respo'ta,
ou
sabel-o com
cer
teza
;
em
quanto
á
terceira posso
já
di
zer
que
nunca
existiu
tapamento
durante
a
edificação
do
prédio!
Havia
essa
tolerância,
porque
o
snr
barãe da Trovisqueira
era
presidente
da
camara
?!
A
lei
deve
ser
egual
p«ra
todos.
E que
fizeram
os
taes
zeladores
da
camara,
vendo
assim
a
rua
qu^si
toda
occupada com o
material
para
a
dita ca
sa
?
Nada.
Muilo
bem,
snrs.
zeladores, muito
bem.
O
povo
que
pague
os
80
mil
rei»,
e
vv.
fecham
os
olhos.
Diz-nos
também
o
art.
109.
n.°
2:
«Ficam
sujeitos
a
pagar a
multa
de
500 reis
os indivíduos
que
costumam
col-
locar
paos ao
alto
no
campo da feira
<]
lian
do.
depoi
*
de
retirados,
não
taparem
con-
venienlemente
os
orifícios
onde
os
tinham
introduzido.»
Poderá
alguém
dizer
que
esses orificios
ficam
tapados?
Não,
porque
estão
bem
á
vista de
lodos quanto
*
<li
passam
E
não
póde
acontecer
passar
alguctn
por
aquel
le
logar
em
uma
noite
de escuro e
metter
uma perna
n
’
um
d
’
aquelles
orificios
?
E.
se
assim
acontecer,
de
quem
é
a
culpa?
Da
camara,
porque
não
fez
cumprir
as
obrigações
aos
zeladores.
Muitus
mai
*
artigos
Unhamos
para
apon
tar,
e
que
leem sido
transgredidos, mas
não
quero, tfesia
occasião.
tomar
mais
es
paço
ao
«Commercio
do
Minho».
Por
ultimo,
ainda
direi
:
se
assim
leu»
de continuar
a
observância
do codigo
de
posturas,
então
é
melhor
rasgal-o
ou
quei
ma
l-o.
Vou
hoje
communicar
aos
leitores
uma
excelleute acção
praticada
por
uma senho
ra respeitável.
Refiro-me
á
exc.
ma
snr?
D. Maria
Ri
ta
da
Costa e
Sousa,
esposa
do
ill.
mo
snr.
Frawcisco Ignacio Je
Sousa
Tinoco.
Esta
virtuosa
snr a
não
só
tem
prestado
todo
o
auxilio
á pobreza, como
manda
a
Caridade
Lhristã,
mas
acaba
de
legar á
confraria
do
Sacramento,
d
’
esla
villa, a
quantia
de
2
contos
e
300
mil
reis em
inscripções
do
valor
nominal,
para
com
o
seu
rendimento
haver
Lauspereune
nos
terceiros
domingos
de
cada
mez
na
egre
ja
matriz
d
esta
villa
•
Não
me
pruponho
elogiar
a
exc.ina
snr.
a
D.
Maria
Rita
da
Costa
e
Sousa,
porque
acções
d
’esla natureza
dispensam
elogios.
Com
as
ultimas
noticias
de
Hispanha
já
ninguém
ouve
as
impertinências
dos
republicanos
d
’
aqui.
Por hoje nada
mais.
—K.
Lauaperenue.—
Expõe-se
na
sabba
do
no
convento
das
Tfieresinhas.
Grande
lueta.—
Por
causa
da
elei
ção
do
alcaide e
do defensor de
meno
res
de
Montevideo
uavou-se
alli no
adro
de
uma grande luta, resultando
morrerem
15
pessoas
e
ficarem
feridas 30
e
tantas,
refere a
«Ju>tiça».
Julgando
os
colorados
que
perderiam
a
eleição,
atliraram
se
de
rewoheres
e
facos
em
punho
sobre
os
blancos
e
os principistas,
occasionando
uma
carnificina
horrível.
Log»
á
primeira
des-
carga
um
dos
primeiros
que
caiu
morto
foi o
Dr.
Lavandtiro,
redaclor
da
«Demo
cracia»,
orgão
do
partido
blanco.
O
go
verno
fez
por
não
confiar
nas
tropas. O
pânico
na
cidade
era
atterrador.
O
tunel
de S. Gottardo.—
No
fim
de
novembro
do
anno passado,
no
tunel
de
S.
Gotlardo,
havia
1.55L
melros
per
furados,
do
lado
de
Goscheoem,
e
1:257
pelo lado
de
Airolo.
O
revestimento
da
galeria
achava-se
porém
só
leito
na
ex-
lenção
de
80
metros
do
primeiro
extre
mo
e
292
do
outro.
O
conselho
federal
suisso
declara
que, no
caso
das
obras
não
tomarem
as
proporções
para
terminarem
no
praso convencionado,
reserva-se
fazer
u«o
dos
direitos,
que,
em
similhanle
ca
so,
estão
postos
á
disposição
da
auclorida
de
superior
da
republica
helveiica.
EnMtriigiientoH agrícolas.
—
Lê-se
no
«Cultivador»:
Mr.
Le
ief
&
C.
a
não ha
muilo
inventa
ram
uma ihesoora de
pedal ou
mota,
por
cujo
meio,
applicando-se
o
instrumento
a
um
ramo
fóra
do
alcance
do
podador,
cor-
tava-o
com
facilidade
carregando
no
pedal
ou
mola
;
e
agora
apresenta
um
novo
ins
trumento
de
grande
utilidade
para
colher,
sem
os molestar
nem- de
leve,
os
Iruclos
dos
ramos
superiores
das
arvores,
e
que
lodo
o
horticultor
deve
possuir.
E’
á
similhança
do
primeiro,
divergin
do d
’esie
em
ler dous
arcos
de feno
de
forma
oval
servindo
He
tambor
a
dous
bo
cados
de
caoutchou
formando
d’
estas
pe
ça
*
depois
de
unidas
um
bolso.
O
pro
cesso
é
simples.
Carregando-se
na
mola
na
extremidade
inferior
da
haste,
as
duas
peças
abrem,
recebem
o
Iructo
e
por
meio
da
mesma
mola
tornam
a
fechar
cortan
do
o
pé.
D
’
esle
modo
vem-nos
á
mão
o
mais
delicado
sem
o
menor
defeito,,
por
que
a
unica
presão
que
soflre
é
a
do
caoutchou
ou
borracha
que
pela
sua
gran
de
elasticidade não
o
póde
prejudicar.
Acha-se
á venda
no
estabelecimento
de
—
Lanief
y
C.
a
,
rue
fíamey,
impasse
Per-
se,
3
el
4
Paris
—
Montmartre
—
pelo
preço
de 8 francos.
O
commercio
fazia
um
bom
serviço
im
portando alguns
'nslriímenlos
d
’
estes
tan
to
dos
que
vimos
de
fallar, como
dos
que
se
empregam
para
a
poda
dos
ramos
su
periores
d’
arvores
fóra
do alcance da
mão.
Cautella.
—
Prevenimos
todos
os
nos
sos
amigos de
que
transitam
n’esta
cida-
dade
e
immediações
um
ou
mais
indiví
duos
hispanhoes,
que
se
dizem
emigrados
carlistas. e
com
este
pretexto,
ou
com
fins
occultos,
tem-se
dirigido
a
algumas
pessoas
com cartas
e
relações
de
subsenp
ções
em
que
figuram
nomes
e
assignalu
ras
fictícias.
E
’
precisa
toda
a
cautella
com
estes
cavalheiros,
provavelmente
segundo
io
no
do
barão
da
Patagonia
e
do
tal
coronel
Villar.
Aviso.
—
No
escriptorio
.ias
diligencias
na
rua
nova n
®.
3,
achum-se alguns objec-
tos
deixados
dentro
dos
carros
e
a
guar
dar,
que
não
lem
sido
procurados.
Avisa-se
d’islo
as
pessoas
a
quem
per
tencem.
ISeueíleio.
—
Realisa
se
no
domingo,
no Iheatro
de
S.
Geraldo,
o
espectacoh
em
beneficio
d
’
um
estudante
pobre, c
qu
e
ha
tempos
annunciamos. Consta
do
dra
ma
do
chorado
poeta
e
prosador
Altnerda
Braga,
intitulado
Carlos,
e
da
comedia
do
snr.
Arislides Abrauches,
Mariquinhas,
a
leiteira.
Espera-se
grande
enchente.
Appelo sí earidade.
—
Uma
família
díStincta
e cutr
’
ora rica
de
bens
de
foi
tu
na,
composta
de
cinco
pessoas
sendo
pae,
mãe
e
ires innocentes
creancias,
encon
tra-se
hoje
a
braços
com
a
mais
completa
miséria.
A
favor
d’
esta
infeliz
familia,
tão
dipauiente
provada
pela
Providencia,
vi
mos hoje
implorar
a
caridade
de
nossos
assignantes
e
leitores,
ficando
desde
este
momento
aberta uma
subscripção
n
’
esta
redacção
e
em
ca^a
do snr.
Manoel
José
Vieira
da
Rocha,
rua
do
Souto.
Dinheiro
reeebido
Transporte . .
27^100
Ein
casa
do
snr.
M. José
Vieira
da
Rocha
:
Um
anonimo
Á.
do
B.
.
.
.
10000
p
»
M.
.
500
»
»
Padre
capellão
.
.
10000
290600
A
’ caridade.
—
Na
rua
do
Charqueiro
n.°
12
existe,
em
grande
necessidade, uma
snr.a
por
nome
1).
Anua
Augusta
do
Sa
cramento,
viuva, velha,
doente
e
alienada.
Pede-se
em
nome
da
caridade
ás
pessoas
bemfazejas
a
soccorram
com
uma
esmola,
pelo
amor
de Deus.
COMFEKENCIAS
MA
ASSDCIA-
ÇÃO
CAT1KDLICA.
Continuam
todos
os
domin
gos
conferencias
aos
socios
da
O
Associação
Catholica,
na
casa
da
mesma.
Principiam
ás
7
horas
da
tarde.
ASSOCIAÇÃO
CATMOI«fCA.
Por
parte
da
Junta Directora
da
As
sociação Catholica
d’
esta
cidade
se
faz
pu
blico
que
serão
admittidos
graluilanienle
na
Escola
da
Associação
aié
vinte
alum-
nos,
filhos
de
paes
pobres,
embora
não
sejam
socios.
Os
q<»e
quizerem
este
beneficio
para
seus
filhos
requeiram
quanto
antes com
attestado
do
respeclivo
parocho.
O
secretario,
João
Anlonio
Velloso.
«C.
S>
Jk ■> ES
Carta
de fticulau
Simplieio
a seu
tio.
Cá
recebi
a
cartinha
Que
me
fez
favor
mandar:
Estavamos
a
trincar,
0
jantar
já
quasi
em
meio
Quando
chegou o
correio.
Pouco
lhe
posso
diser
Porque
vou
compor
a
mala
E estudar
uma
falia
Que
tenho
de
recitar
Quando
Affonso
se cToar
:
E
quero
andar depressa
Porque
tenho
meu
roceio
Que
demorando
o
passeio
Perca
o
tempo
;
e
tarde
vá,
Por
não
o
en«o«lrar
lá.
Pois
sabe
que
foi
remedio
Que
na
sua
aflliçãt»
Procurou
a revolução.
Em
ancias,
em
agonias
Para
dilatar seus dias
:
Pois
como
o
velho
Saturno.
Outr
’
ora
senhor do»
céos,
Devorava
o» filhos
seus;
Seguirá
D. Affonsinho
D
’
Amadeu
igual
caminho.
Conhece
que o<
liberaes
Mão
se
importam
com
os reis;
Só
á
seita
são
fieis
E
a
seu
pae
Saianaz,
Com
o
qual
vivem
em
paz.
Voltemos
á vacca
fria.
No
Norte
grande
victoria
!
Cobriram-se
de gloria
Os
descendentes do Cid
!
Breve estarão
em
Madrid.
No
pico
de
Santa
Barbara
Houve grande
trovoada
:
Levou
tremenda
pancada
O
exercito
aflonaine
;
Até
trerreo
o
menino!..
Disern
que
desmaiára
Por
se
ver
quasi
agarrado
!
Qtie
fôra
logo
lavado!
Qoe
fugira aié
sem
tino!
Coitadinho
do
menino
!...
Também em
Lorca-Lacar
Levaram para o tabaco
Os
descendentes
de
Caco
!
‘
E
lambem
ua
Guipuscôa
Levaram
uma
sova
boa.
Meu
lio.
invejo
a
sorte
D
’
aquelles
bons
hispanhoes.
São
um
punhado d’
heroes,
Um
rochedo
inquebrantável,
De valor
insuperável.
Contra
os
soldados
de
Carlos
Não
ha
valor
que resista!
Contra
a
tropa realista
Nem
Affonsos
nem
Serranos
Nem
Bismaiks
nem
Margalos.
Bem
depressa
verá
Carlos
Na
cidade
de Madrid,
Qual
outro
joven
David,
Prostrar
de
vez,
n
’um
instante
O
impio
'feroz
gigante.
Por
ludo
islo
já vê
Que
muito
devo
correr;
Está
ar
feira
a desfazer.
Quero
ver
se
arranjo
luvas
—
—
Se
pesco
nas
aguas
turvas.
Logo
que
venha
dTIispanha,
Feito
visconde
ou
barão,
Vou
mudar
d
’habitação;
Pois
esta
minha
morada
E
’
pequena —
éacanhada.
Ci
p
’
ra
mim bem
me
servia,
Mas
por
causa
das
melênas
Das
miiih
ís
pobres
pequênas
;
Pois
num
quarto
ninguém
mette
Arranjes
de
toilelte.
Tome
sentido,
meu
lio:
Pendurados
nos
estuques
Ha
aqui
desoito
buques
Tres
lerrinhos
de
frisar
Nove
pentes
d
’
alizar
:
*
Uma
bojuda
canastra
Com
cuias,
t»
ranças
e
crinas,
hlo
só
para
as
meninas,
—
Afora
sobre
dous
lotes
De
pomadas
qualro
potes.
Pendurado
no
espelho
Duas
gramas
de
retroz,
Um
sacco
com
poz
d
’
arroz;
De
ganchos
desoilo
maços
E
de
mil
cores
muitos
laços.
Caixinhas
cheias
de
filas
Fivellas
d’
aço
de
cores;
E
sobre
dous
bastidores,
(Santo
Nome
de
Jesus!)
Dez
ou
doze
lornius...
Faltava-me numerar
Seis
botões
feitos
de
rede,
Enforcados
na
parede;
Por
agora
aposentados,
Para
mais
tarde
guardados.
Veja
lá
o
caro
tio
Se
tenho
ou
não
rasão
De
mudar
d
’
habitação..
Ou
d
’
alugar
a
alguém
Um
extenso
armasem.
Se
estivesse
nos
meus
trinta
Não
dava
o
corpo
ao
martírio:
Isto
passa
de
dclino.
Tanto
luxo
laz
tremer
E
muita
casa
perder.
Não
sei
que
faça,
meu lio...
Se
as
filhas
como
as
mais
Se
vestem,
meus
cabedaes
Lá
se
vão.
Se
não
se
ventem
Todos
comigo
investem.
Disern
que
tenho
vintém
E
que
não vivo
com
gosto;
Que
dou
ás filhas
desgosto,
Que
podia
figurar
E
respeitos
grangear.
Eu
entendo
estes
meninos
Na
aparência
cavalheiros,
Mas velhacos
e
matreiros.
Eslá
por
nascer
o
bisnau
Para
enganar
Nicolau.
lg_2
—75.
SECÇÃO
DE COMMnSIICADOS
Tolice
ou
gracejo?
fede-te
a um
parocho de
Vieira,
que
es
creveu um
artigo
no
«Commerciodo
Minho»,
publicado
em
2
do corrente, que nos
faça
o
favor
de dizer se
algum
dos
epithelos,
que
pozemos
por
epígrafe
d’
cste
pedido,
se
ajusta
ao
seu
escripto,
je
qual
d
’
elles?
E, se
n
’
esle
pedido
não
formos attentidos,
pedimos-lhe
então
o
favor
de
ler
o
v.
23
do
cap. 18
de S.
João,
e
lazer
a
applica-
ção
na
parle
relativa á
representação
do
clero
de
Villa Verde.
E'
que
desejamos
aprender
de
quem
tanto
tem
lido,
e
não
achamos,
por
emquanto,
coisa capaz
d'a-
proveilar.
Sempre
ha
cada
mania
por esse mun
do, que faz
pasmar
!
!
!
Villa
Verde
7
de
fevereiro
de 1875.
U
m
ignorante
d’
historia
contemporânea.
Amares 13
de
fevereiro de
187&.
Snr.
redaclor
Para
rebater
falsas
asserções,
propala
das
adrede
pelo
snr.
Henrique
José
Fer
nandos
de
Jesus Bizarro,
em
o
seu
jornal
o.°
307 de 9
do
corrente,
vimos
pedir
a
v.
algum
espaço
no mesmo
jornal,
e
côns
cios
de
que
a
tal
accederá,
desde
já
lhe
agradecemos.
Quando
o
senhor
Bizarro
pretendeu
comprar
as
propriedades
alludidas
em
sua
desordenada
e
immelhodica
correspondên
cia,
veio
a
esla
casa
informar-se
se
de
futuro
haveria
questão
sobre
as
mesmas.
Foi-lhe
respondido
que
sim,
por
isso
que,
louvados
menos
conscienciosos,
não
trac-
laram
de separar
o
que
era
praso
e
bens
livres
!
Cego
por
deiornada
ambição,
o
sor.
Bizarro,
apezar
de previameote
dezillodi-
do,
verificou
a
dita
compra,
e
agora
a
pezar
de
haver
herdeiro
nomeado
aos
bens
livres, tenta
o
snr.
Bizarro
envolvel-os com
menos escrupiilo,
e
chamar a
tudo
seu
!
Keceioso.
porem,
de,
pelos
«eios
ju-
diciaes,
não
poder
levar
a
agua
ao
seu
moinho,
veio
em
pés
de
lã
ofierecer
ave
riguação
amigavel,
mas
no
intuito
de na
da
cumprir;
e
é
por
isso,
que
aprovei
tando-se
da
boa
fé
da
familia
d
’
esla
casa,
que
bem
o
recebeu e
a
seus
filhos,
tra
tou
de
a
invadir
com
13
indivíduos,
na
maior
parte
ímprobos,
e
de
ma
catadura
;
olvidando
assim
sua
palavra
e
promessa,
e
tudo
o disposto
nas
leis.
A'vista,
pois,
de
uma tão
grave
agres
são, o
regedor
da
freguesia,
sciente
do
occurrido,
e
que
os
assalariados
vinham
repletos
de
armas
defezas,
em
virtude
de
soa attribuição, appareceu-lhes
perguntan
do-lhes
pela ordem
que
traziam
para
tal.
A
esta
pergunta,
da
attribuição
da
aucloridade,
os filhos
do snr.
Bizarro,
api
taram
para
reunir-se a
falange,
vagueian-
te
pela
casa
;
mas
todos
como
maos
sol
dados,
e
feridos
pelo
remorso, pozeram-se
em
debandada,
sem
fazerem
uso
das
fa
ças que
traziam
á
cinta,
nas faixas,
e
das cia
binas
que os
gabões
incobriam
!
!
!
Esie
facto
inaudito
indignou
toda
a
gente
d
’
estes
sítios,
stigmatisando
á
por
fia um
tão
negro bandalismo,
só
proprio
da
commuua
de
Pariz !!
Fica, pois,
o publico
evidentemente
orientado
da
verdade
dos
factos,
e
do
modo
e
forma
como
o
snr.
Bizarro
queria
to
mar
posse
d
’
aquillo
a
que
chama
seu, e
que não
é,
na
intelligencia
de
que
não res
pondemos
ás
mais
parvoíces
inserias
na
sua correspondência, por
nos
não
mover
senão
despreso
;
advertimos
porém
ao
snr.
Bizarro,
que
a
imprensa
não
é
maninho,
aonde
possa
pastar
qualquer
pateta.
Antonio
Ljnacio
de Macedo
Portugal.
COIIIIERCIO
B
olsa
de
B
raga
d5
de
fevereiro de \875
ElTeetuado
Barco
Mercantil de
Braga, 3-5200.
Banco
de Chaves
8^300.
Banco
de
Guimarães
4$300.
Em
d6 de
fevereiro
de
1875
F.ffeetuatlo
Banco
Mercantil
de
Braga
3-^000.
Banco
Mercantil
de
Vianna 6^01)0.
Banco
de
Guimaries
4$300.
Escudos
hispanhoes
com
o
coupon
do 2.°
semestre
de
74
16,30.
O
director
Anlonio
Teixeira
Barbosa.
SAÍDE
A TODOS
sem medicina,
pur
gantes
nem
despezSs
com
o
uso
da
delicio
sa
farinha
de
saúde,
kevalescuíhe
DU
BAHKY de
Londres.
3?
annoM d
’
invariavel «ueeegso
4
Qualquer doente
acha
por
meio
da
deliciosa
Revalesciére,
saude,
energia,
ap-
pelite,
boa
digestão
e
bom somno.
Cura
as
iudegestões
(dispepsia)
gastricas,
gas-
tralgías,
flegmas,
arrotos,
ventos,
flatos,
amargôr
na
bocca,
piluitas.
nauscas,
vo-
milos,
irritação
intestinal,
diarre.i,
disente
ria,
collicas, asthma,
falta
de respiração,
oppressão,
congestões,
mal
aos
nervos,
diabethe,
debilidades,
todas
as
desordens
no
peito,
na
garganta,
do
ahlo,
das bron-
chites,
da
bexiga,
do
íigado,
dos
rins,
dos
Intestinos,
da mucosa, do
cerebro
e
do
sangue
:
75:000
curas
entre
as
quaes
con
tam-se
a do
duque
de Pluskow e da
ex.ma
snr.
a
marqueza
de
Biéhan,
dos
doutores
Manuel Saens
de
Jejada da
uuiver.-idade
de
Cordova,
etc.
etc.
Adra,
província
de
Almeria,
(Hispanha),
10
de ouiuhro
de
1867.
Meus
senhores:
—
Tenho
a
satisfação
em
fazer-lhe
sciente
que
minha
filha
com
o
uso
d
’
esla
deliciosa
farinha
chamada
Re-
valeaeière ehocolatada,
curou
radi
calmente
de
uma
erupção
cutanea,
que
lhe
impedia
dormir
por
causa
da
comixão
insuportável
que
padecia.—
De
V.
S.a
at-
tenlo
venerador,
P
errin
de
la
H
ittoles
,
ao
Visconsiilado
de França.
Cura
78:421.
(Herpes)
—
Valença
14
de
setembro
de 1873.
Uma
minha
amiga
que
padecia
havia
muitos
annos
de Herpes, foi
curada
com
pletamente
com
a
fíevalesciére.
—J.
B
atl
-
lori
,
fabrica de massa,
Praça de
S.
Ca-
tharina,
9.
Cura
36:936.
Barr
(Baixo
Reno)
4 de
junho
de 1862.
Senhor:
—A
Revalesciére
tem
feito
na
minha
pessoa
uma mudança
maravilhosa,
lendo
readquirido
não
sómente
as
minhas
forças,
mas
também
parecendo-ine
que
es
tou
completamenle
remoçado,
lornou-me
o
appetile,
que
desde
muito
tempo
tinha
per
dido,
e
a
oppressão
e
o
pezo
que
padecia
haviam
já
40
annos,
já
não me
atormen
tam.
D
avid
R
uff
,
proprietário.
Seis vezes
mais
nutritiva
do
que
a car
ne sem
esquentar,
economisa
cincoenla
vezes
o
seu preço e;n remedios.—
Preços
fixos
da
venda
por
miudo em toda
a
pe
nínsula
:
Em
caixas
de
folha
de lata,
de
4
/
4
kilo,
300
;
de
kilo
800 rs
;
de
um
kilo,
1^400
reis;
de
2
kilos,
3$200
reis;
de 6
ki-
los,
6$4OO reis,
e
de
12
kilo»,
12^000
reis.
Os
biscoitos
da
Revalesciére
que
se
po
dem
comer
a
qualquer
hora,
vendem-se
em
caixas
a 800
e
l$400
reis.
O
melhor chocolate
para
a
saúde
é
a
Revaleseière
cffioeolA»<s?«lí
*
$
ella res-
titue
o
appettite, digestão,
somno,
energia
as
carnes
duras
ás
pessoas,
e ás creanças
e
mais
fracas,
e
sustenta
dez
vezes
mais
que
a
carne,
e
que
o
chocolate
ordinário,
sem
esquentar.
Em
paus,
ou
em
pó
em caixas
de
folha de
latadeiO
chavenas,
500
reis;
de2í
chave
nas,
820
reis;
de
48
chavenas,
l#400
;
de
120
chavenas,
3#200
reis,
ou 25
reis
cada
chavena.
BAKRY
HU BARRY
C.
a-Pla-
ce
Vendòme,
26,
Pariz;
77
Regent-Slreet
Londres;
Valverde,
1,
Madrid.
Os
pharmacetilicos,
droguislas,
mer-
cieiros,
etc.,
das
piovincias
devem
diri
gir os seus
pedidos ao
deposito
Central
;
snr.
Serzedello
à
C.
a
Largo
do
Corpo
Santo
16,
(por grosso
e
miudo)»;
Carlos
Barreto,
rua
do
Lorelo, 28;
Bar
rai
&
Irmãos,
rua
Aurea,
12.
Porto,
J.
de
Sousa
Ferreira
A
Irmão,
rua
da
Ba
nharia
77;
de
beqtieira
;
J.
Pinto;
Desí-
ré Bahir;
Coimbra,
V.
Botelho de
Vas-
concellos
;
Aveire,
F.
E
da
Luz
e Costa,
pharm.
;
Ramos,
pharm.^
Braga,
Pharmacia
Maia,
rua
dos
Chãos,
Pipa
&
Irmão,
rua
do
Souto,
Domingos
J.
V.
Machado,
praça
Monicipd.
Figueira^
Antonio
Vieira,
pliarm.
;
Guimorfteo,
A.
J.
Pereira
Martins,
pharm.
;
í
*
e«in
flei,
Miranda,
pharm
;
Ponte
do Lima,
A.
J.
Rodrigues Barbosa, pharm.
;
Po
voa do
Vorzicn,
P.
Machado
de
Oli
veira,
pharma.
;
Vianna
do
A'astell<«^
A
fio
uso
e
Barros,
droguislas;
Villa d»
Conde,
A.
L.
Maia
Torres
pharm.
ESPECrACULOS
THEATRO
DE
S.
GERALDO
Domingo
21 de
fevereiro
Em
beneficio
d’um estudante
pobre
O drama
em
4
actos,
original
do
falle-
eido escriptor
Almeida
Braga
CARLOS.
A
comedia
em
1
acto
Mariquinhas,
a
leiteira
Piincipia
ás
8
horas.
METAES VELHOS
Na
travessa de
S.
João
n.°
5,
com-
pra-se toda
a
qualidade
de
metaes,
e
ferro
velho
até
mesmo
fundido.
(860)
$
te
&
PRIMEIRA
E
ANTIGA
I
RORIZ
CASA
FkLIZ
1
«Já
PORTO
NA
QUINTA
DE RORIZ
1,
3-RUA DAS
FLORES-1,3
1
-
RUA
DAS
FLORES
- 3
£
PORTO
(JUNTO
À
EGREJA DA MISERICÓRDIA)
(JBNTA Á
EGRAJA DA MISERICÓRDIA)
SOBTE
GRANDE
«
è
..
5.QOOSOOO
JOSE
’
I.
FERREIRA RORIZ
COjtPKl K
visni:
InseripçõeM
«le
assentamento
FORNECEDOrt
DA
CASA REAL
Ditns de coupons
Foteria da
Santa Cata da
Misericórdia de
Ijisboa
Exlracção a
23
de
Fetweiri
JOSÊ
IGNACIO FERRMRA
RORIZ
DEPOSITO
CENTRAL, RUA
DAS FLORES, 35 37 E 39
gi
0
proprietário
anauncia
aos
seus
freguezes, e
ao
K
publico,
que
em
lodo
o
sabão
fabricado
na
soa
fabri-
ca,
e
que
na mesma
se
vender,
ou
no
Deposito
Cen-
trai,
se fará
o
desconto
de
6
por
cento
sobre
o» pre-
ços
estabelecidos, de
uma
caixa
para
cima.
Satisfaz-se
W
com
promptidão
qualquer
pedido
que
seja
feito
do di-
$
to
genero,
tanto d’esta
cidade
como
das
províncias
e
a
se
garante
a
sua
boa
qualidade.
’
Ditas
de divida externa
Titulos liigpanlioeg internos
Ditos
externos
Coupons dos ditos já
vencidos.
so-
©□r
*
Sacca,
toma
leiras
e
dá
cartas
de
credito
bre Lisboa
e
diversas
praça
*
estrangeiras,
e
se
encar
rega
de
compra
e venda
de
titulos
de
divida
publica na
*
mesmas
praças.
AFIANÇADO NO
GOVERNO CIVIL DO
PORTO, NA CONFOR
MIDADE
DO
EDITAL DE
28 DE JILHO DE 1860
Tem
á
venda
no
»eu estabelecineata
bilhetes
intei
ros a 55000
rs.-Meios
dil
**
,
a
25600
—Quartos,
a
1$300
—
Oitavoa.
a
680
—
Cautellas
«la
500,
230
e
130
rs.
0
me
*
mo
satisfaz com
prornptidãa
todas
e
quaesquer
encommendas
que lha sejam
feitas
das
províncias, ain
da
que sejam em grande
quamidad», «
vindo
acompa
nhadas
do
seu
importe
em
vale»
dos
correio
;
e
no
fim
da
exlracção
remelte
a
lista
dos
prémios
aos
seus
freguezes,
<«us
quando
a
não receba
«•
em
tempo
com
petente
terão a
bondade
de
a
requisitar.
(G
*
)
Obra
de
pedreiro
Quem
quizer
comprar
oito
portadas
de pedra
de
esquadria,
sendo,
Ires
por
tas
e
cinco
janellas
todas apilaradas
com
cimalhas,
póde
dirigir-se
a
Antonio
Fer-
nandes da
Cunha,
morador
no largo
de
S.
Paulo,
n.°
3,
d’e
*
la
cidade.
(2293)
AVISO-
Belchior Pinto
dos
Santos,
viuvo
e
suas
irmãs
Margarida
Pinto
dos
Santos,
soltei
ra,
de
maior edade,
e
Joaquina
Pinto
dos
Santos,
viuva,
todos
moradores no
Paul
da
Senhora
a
Branca,
da
cidade
de
Braga,
fizeram
procuração
publica
a
José
Fernan-
des,
proprietário
e
mestre
carpinteiro,
mo
rador
no mesmo
Paul
da
Senhora a B-an-
ca,
da dila
cidade
de Braga, com
poderes
de
vender uma
morada
de
casas
e
per
tenças,
sitas
na
rua
do
sol
da
cidade
do
Porto
e
além
d
’
nutros
lambem
o
de
su
bstabelecer;
porém
a
dila
procuração
acha-
se
revogada e
cassada
por
outra
que fize
ram
a
Maria
Pinto
dos
Santos,
da
dila
ci
dade
de
Braga,
e
para que
ninguém
con
trate
com
o
referido procurador
ou
seus
subslalecidos
fazem
a
presente
declaração,
ficando
assim
nullo
e de
nenhum
efleito
todo
e
qualquer
contraio,
que
porventura
se
faça
com
o
mesmo procurador.
(2294)
Lditos
de
10
dias
Pelo
juizo
de
direito
d’
esta
comarca
e
carlorio
de
Fortuna,
a
requerimento
de
D.
Carolina
da
Silveira
Loureiro
Malhei-
ro,
auclorisada
por
seu
marido Joaquim
José
Malheiroda
Silva,
d’
esta
cidade,
cor
rem
éditos
<le
dez
dias
a
contarem
do
dia
II
do
corrente
mez
citando
e
cha
mando
todas
as
pessoas
incertas
que
se
julgarem
com
algum
direito,
jus
e
acção,
á
herança
de
sua
lallecida
avó
paterna
D.
Maria
Thereza
da
Silva
Loureiro,
mo
radora
que
foi
na rua
da
Magdalena
n.°
2'25,
3"
andar,
na
cidade
de
Lisboa,
a
qual
citação
edital
lem
de
ser
accusada
na
audieneia
do dia 25
do
corrente
mez,
por
10
boras
da
manhã,
no tribunal
d
’
ellas,
silo
no
largo de
Santo
Agostinho,
d’es-
ta
cidade,
to
las
ns
segundas
e
quintas
fei
ras
de
cada
semana,
não
sendo
dia
santo
ou
feriado,
porque
o
sendo
se
fazem
nos
dias
immedialos,
audiência
em
que
se
lem
de
olferecer
o> competentes
artigos
de
ha
bilitação,
assignando-se
o
praso
de
duas
audiências
p<»ra
os contrariar
debaixo
da
pena
de
revelia
e
lançamento.
(2295)
THEATRO
1)E
S.
GERA
LI
>0
Por
ordem do exc.
n
‘
°
preside; le dj
assembleia
geral do Theatro
de
S.
Geraldo,
são
convidados
«s
snr.
accionista
a
reu
nirem-se
no
dia
21
do
coerente
pelo
meio
dia no
salão
do
mesmo
theatro,
para dar
cumprimento
ao
art. 8
o
do
Estatuto
(2296)
Livraria
Catholica
de
Pacheco
&
Barbosa de
Lisboa,
e
nas
livraria
calholicas
do
Porto
e
Braga,
assim
como
na
do
snr.
Chardron
do
Porto
e
em
to
das
as
mais
livrarias se
ven
dem.
<Mez
de
S.
José», 200
reis
—
«Mez
do
Coração
de
Jesus»,
200
reis
—
«Mez
Maria-
no»,
acrescentado,
lindo
e
portátil
vol.
or
nado
d
’uma
estampa,
da
Virgem,
12 1 reis
—
"Novena
de
S.
José»,
60
reis
—
«Prati
ca
do
anno
para
com
Jesu»
Chri-lo»,
300
reis—
«Sermões
de
quaresma,
ou
5
sermões
sobre
a
caridade,
cartonado-,
500
reis.
Deposito
de vinlv
s,
vindos
de
Monsão
K«aa
«1’EnílaN eaati aa.° JO
BRAGA
Quem
quizer comprar
vinho da
colhei-
passada,
vindo
de
Monsão
e armazenado
e
casa
acima mencionada.
lam-
rela-
ta
n
’
aquella rua
queira
dirigir-se
ao proprietário
do
estabe
lecimento do
Castello,
junto
á
capella
de
Nossa
Senhora
de
Guadalupe.
onde
bem
os
consumidores
o
acharão
a
lho.
A
sua
qualidade
é garantida
por
los particulares
d
’
esta
cidade, que
o
lem
mandado
vir
para comumo de
casa.
a
(2285)
mui-
<i
’
alli,
sua
NOVIDADE
rece-
feltro
44,
Run «lo Sosato, 44
Campos
&
Almeida,
acabam
de
ber
grande
sortido
de
chapéus
de
e
seda,
«ultima
moda»,
da
acreditada
fa
brica
dos
snrs.
Maia
e
Silva,
do
Porto,
que vendem
pelos
pteços
da
fabrica.
lambem
se
fabricam
e
consertam
cha
péus
de tod
s
as
qualidades.
(2272)
Venle-se
uma
morada de
casas
-
de
dois
andores,
na
rua
de
Sa-
plenos, proximo
á
rua
Nova,
de
signadas
pelo n.°
12,
com frente
para
o
largo
da
Porta
Nova,
para
omle tem
o
n
0
9,
com
uma
sacada
rasgada no
segun
do
andar,
muito
svalhosa
;
«ende-se
jun-
tamente
uma
outra
no
largo
da
Poda
No
va,
com
o
le
n.°
8.
Quem
as
perlender
fal
ua
primeira.
(2290)
ACCÕ2S
João
Manoel
da
Silva
Guima
rães.—
Rua
do
Souto
n.°
43.
Compra
e
vende
Acções
de
todos
os
Bancos
e
Companhias,
Inscripções
de
As
sentamento
e
coupons.
(581)
AMJGAM-SB
PKELO
Os
altos
da
casa
n.
22,
na roa
do
Campo, em
Braga,
com
excellentes
com-
modos
para
um» numerosa
fjmalia.
Quem
a
perlender,
dirija
se á
mesma.
(2286)
José
Cardoso
de
Carvalho, ven
le
ou ri
me
lodos
os
foros,
sensos,
e
pensões
que
recebe
nas
comarcas de
Villa
Verde,
Bar-
cellos,
e
Braga.
Trata-se
em
Ponte
do
Lima
com
o
snr.
Manoel
Gome
*
Cardoso
e
em
Braga
com
o
snr.
Anlonio
José
Gonçalves
Nogueira,
rua
do
Souto.
(2226)
(WliKM
IWIIW
a
E
D
KSCKfi PÇÃO
TC HA FU
€’.l
Do
famoso
reino
de
Porlu/jal,
com
noti
cias
das
fundações
das
cidades, i
illas
e
io-
gares
que
canl
rn.
varões
UIusires,
Gcuea-
logius
das /amilias
nubres.
fundações de
conventos,
cathalogos
dos bispos,
'
nligui-
dades.
maravilhas
da
natureza,
edifícios,
e
outras
curiosas
observações
Asatos
*
«» S".e Aiaiosaio Curvullao
«la
Nova
edição
co^i^da
fielmente
da
anti
ga,
mas
3'npliada
com
um
índex
alfabético
de
todas
as
fregiiezias
c-
n»
a
di
claoçáo
do
*
nome
*
e Oragos,
qm-
actualmente
tem,
nu
mero
de
fogos,
diõCtse
*
e
concelhos
a
qtir
peilencem,
e
correios
i
espcct
ivos,
o
que
a
torna
mais
prelo»
i-el.
Vende-se
em
Braga,
na
ma
Nova
n.^
5,
em
casa
de
.Manoel
Joaquim
de
Castro
Loureiro.
Preço
(Ires
vutnmc')
LJ500 reis.
Para
os
snrs.
livreiros,
lem
abatimento.
.NOVA
FUNDIÇÃO
DU
FERRO
DE
Antctmio
Gt«s
*
naata«»
Ferrciriwl#»
NA
Travessa
de
S.
João
Aonde
faz
toda
a
obra,
assim
como
bombas, conçollas,
columnas
para
gaz,
pe-
zos
novos,
panelias
á
ingleza
de
lodos
os
tamanhos,
canos
para
agoas
e
gaz,
e toda
a
obra
de fundição, como grades
para
sacadas,
obra
de
metal,
sinos
e
outros
ob-
jectos
de igual
teor
etc.,
pelos
preços do
Porto.
Recibos
uas
inscripções
Acham-se
á
venda
na
tjpograíia
Lusi
tana,
rua Nova
u.°
3,
os
novos
recibos
alterados,
e
conforme
os
annuncios
do snr.
Delegado do
Thesouro.
Vende-se
um magnifico Prélo
pequeno
com
pouco
uzo.
do
sistema
mais
moder
no
até
hoje
conhecido.
Imprime
todas
as
obras
em
formato
não
inferior
a
36
centí
metros
de
largura
e
a
46
ditos
de
com
primento,
garantindo-se
a
perfeição
do
trabalho.
O
seu
custo
é
de
110-5601)
mas
vende-se
por
80$000.
Quem
o
perlender
póde dirigir-se
á
typographia
do
«Campeão
das
Províncias»
em
Aveiro
a
Augusto Pinto
dos
Reis
Cane-
do,
com
quem
se
póde
tratar.
■
arhazku
-
D0
ALTO DOUu.3
DA
CASA DF
VaJLSj.4 FDUCA
BUA
DO
SOUTO
N.°
15
BllUA.
Acaba
de
ser
sortido
esle
armazém
com
as
seguintes
qualidades
de
vinhos
engarrafados
e
aquai
tiihados
:
ENGARRAFADOS
Vinho
tinto
de
meza.
.
. .
150
»
»
»
-
-
.
190
»
%
Lagrima
.
.
. . 200
»
Branco
'de meza.
-
-
.
210
»
tinto
de
meza
fino.
-
.
.
270
»
<le
prova
secca.
.
-
.
300
v
Malvasia
de
2.
d.
...
360
»
»
velho.
.
. .
400
»
Bastardo
....
»
Moscatel . .
.
.
.
.
. 500
i> Malvasia
.
.
.
.
•
.
500
»
Roncão
....
-
.
.
700
o
AI
varal
hão
-
. . 560
»
Velho
de
1854.
-
.
.
600
A
RETALHADO
Vinho part
meza 50
e
80,
o
quar
tilho
tinto
e 120
o branco.
Responde-se
e
garante-se
a
pureza
e
boa
qualidade
de
lodos
estes vinhos,
po
dendo lodo
e qualquer
consumidor
man-
dal-o
experimentar
por
meio de
qualquer
processo
chymico. *
N estes
preços
nãa
fica incluído
o
valor da
garrafa que o
comprador
apre
sentará
ou
pagará
50
reis
por
cada uma.
ALMEIDA
&
PEREIRA
Largo
do
Barão
de
S.
Martinho
n.°
18
Compram
e
vendem
acções
de todos
os
bancos
e
companhias,
e
inscripções
d
’
assenlamento
e coupons.
(I)
BRAGA:
TYPOGRAPHIA LUSITANA — 1875. - É o formato de
-
comerciominho_18021875_311.pdf
Parte de Comércio do Minho (O)