comerciominho_16021875_310.xml
- conteúdo
-
3.’
ANNO
1875
FOLHA
COMMERCIAL RELIGIOSA E HOTIC1OSA
NUMERO
3í/0
Assigna-see
vende-se
no escrip'orio
do
editou
e
proprietário
José
Maria
Dias
da
Costa,
rua
Nova
n.# 3
E,
oara
onde
deve
ser
dirigida
toda i
correspondência
franca
deporte.
—
As
a»»i-
gnaturas
são
pagas idiantadas;
assiru
corno
as
correspondên
cias de
interesse
particular.
Folha
avulso
11)
rs.
I
*
U35
ÂS TERÇAS,
QUINTAS E SABBADOS.
P
reços
:
Braga,
anno
1
$600
rs.=Se»iestreSoOrs.=Prot5Ín-
cias,
anno
2&400
rs
e
sendo
duas
4&000
rs.==Semest;'»
!S2oO
rs.
=Brazil,
anno
4^400 rs.
—= Semestre
2&300
rs.
moeda
forte.
ou10$000
reis
e
5S500 reis
moeda
fraca.=Annuncios
por
linha
20
rs.,
repetição
10
rs.
Para
os
assignantes
?0
°/
0
d
’
abaiimeE(o.
BK.W.l
__
16
(occullo
que os
manda,
s.
esc.
’
devia
se«
mais
franco,
r nã®
tentar
eximir
da
res-
FEV1KKE1KO
Um»
p»nt®r»l «So
snr. bÍKpo de
Vizeu.
E
’
coisa
rara
enue
nós
uma
pastoral
dos
nossos prelados
aos
seus
diocesanos.
Quando tonos
os
bispos
do
orbe
ca-
Iholicu
mais
trabalham
pela doutrinação
dos
rebanhos
confiados
á
sua
guarda e
vigilância,
os
prelados
portugueses
einmu-
decem
e
quasi
limitam o
seu
mu
nus
pas
toral ao
mero
expediente
de
secretaiia.
E
comtwdo
o
vendaval
do
erro
não
sopra
com
menos
força
n
’este
pequeno
canto
do
mundo.
Vèem-se por ahi
miseráveis
apostasias
de
padres
indignos,
e
nem
uma
palavra
se
ouve
que
interrompa
o
sepulchral
silen
cio
dos
uossos
paços episcopaes.
A
imprensa
má
invrcliva
de
dia
paia
dia
com
mais
força
contra
a
verdade
eter
na. levando
a
toda
a
parte
a
semente
do
erro,
e
os
prelados,
mudos,
descurai»
os
estragos
qne
o
mal
vae
f-isendo.
Póde
até
diser-se,
que
o
povo
portn-
guez,
crestado
u
’
alma
pelos
ventos
da
im
piedade,
tem
sêde
de
doutrina.
Quantos
males
se
não
lerão
emaisad»
pela falta
d’
estes
ensinamentos
pastoraes,
numa
epoca
cujas descobeitas e
inventos,
se
em
parle
o»
tornam
mais
oecesb»rios,
lambem
mais
facilitam
o
seu
derrama
mento
?
Quantos
prejuisos,
quantas
preoceupa-
ções
anti-religiosas
não
lerão
medrado
no
espiiiio
dos
povos,
e
que
o
gladio
da
pa
lavra
evangélica
devera
ter
cortado
logo
nos
seus
rebentos?
Os
fieis
qúerem ouvir
a
miúdo
a
voz
<
jo
seu
pastor,
como
stu
pae
e
mestre
que
o
é
E
não deve
admirar-se
que
tresmalhem
do
redil,
quando
lhes
falta
quem
de
con
tinuo
os
guie
pelo
caminho
a
seguir.
Auimnciaram-irns
alguns jornaes
uma
pastoral
importante
do
snr.
bispo
de
Vi-
zeu.
E
nó',
a
quem
a
leitura
de
taes
do
cumentos
nunca
enfastia,
corremos
a
de
vorai-
a.
Qual
não
foi
porém o
no
*
so
desgosto,
quando
ao
terminar
a
sua
leilu
a,
senti
mos
algumas
aspeiesas
que
ella
nos dei
xava,
roçando-nos
pelo
espirito!
Versa
a
pastoial
sobre
dois pontos
piincipaes,
que
leem
por
objeclo
convidai
cs
paiocltos
a
instarem
com
os
paes
de
familia, para
mandarem seus filhos
ás
es
colas,
acoidando
assim
os
patos
d
’
tsse
le
targo
de
ignorância
tradicional
em
que ja
zem
e
empenha-os
ajo
mesmo
tempo
paia
que
se
aproveitem
da
vaccina.
Não
averiguamos
se
serão
esla»
as
maiores
necessidades
t-spiriíuaes
do
povo,
nem
tão
pouco
com
«elação
ao
primeiro
ponto qual a
utilidade, que
do
saber ler
só
por si, qne é
o
que
as
nossas
esco
las
no
estado
em
que
se acham,
produs.rm
apenas,
pó
le
auferir
a
religião
e
a
socie
dade.
Paliaremos
sómente
d
’algumas
dure»as
que
nos pareceu
encontrar
logo
no
Cr>
meço
da
pastoral, filhas
do
desejo
com
que
s.
exc.
3
pretende defender
os
governo»
«lo
estado
da
pobresa
a
que
redusiram
a
Egieja,
ailribuindo
este
mal
não
aos
que
dirigem
os
destinos
da
sociedade,
mas
sim
a
fdalidade
da
epoca.
Fatalidade
d;
epoca
’
!
pois
o
snr.
bis
po
«le
Vizett
é
fatalista?!
•
*
>e
s.
exc.
a
quiz
di&er
que
as. usurpa-,
çòes
e
roubos
feitos
á
Egreja tem
s>
ío
fados
ou
acontecimentos
lào
necessários,
que
supposto
partirem
dos
gove«nos,
nãu
podem
por
estes
ser
evitados
;
s.
exc.
a
sabe
muito
bem
que
é
um
erro.
Mas
se
o
snr.
bispo
apenas
quiz signi
ficar
por
estas
palavra» a
coodesceudencia
dos
governos
para
com
um
certo
poder
ponsabilidade
aquelles a
quem
ella
perten
ce
unicamente.
S.
exc.
a
já
f»i ministro
e
sabe
muito
bem d
’
onde
procede e*
se
mau
influxo
que
impelle
os
governos
contra a
Egreja;
e
lambem não
ignora,
que e»«e
influxo,
por
<er
de
poucos
contra a
vontade de
muitos,
facilmente
poderia
ser repellido.
Felizineule
não
«chegamos
ainda
a
um
estado
tal
de
descrença
«eligiosa.
que
pos
sa
diser-se
desesperado
para
os
q«e
di
rigem
os destinos
da
nação,
quando
os
anime
uma
boa
vontade
cm
favor
da
Egreja.
Mercê
de
Deus,
a
immensa
maioria
do
povo
porluguez
ainda
é
catholica, e
apoiaria
siucerameule
o
governo que
igual
mente
o
fosse.
Mas
se
o
numero
dos
prevenidos
é
já
tão
grande
na
opinião
do
snr.
bispo, que
conslilue
urna
fatalidade para
os
governos
que
querem
e
não
podem,
quem
tem
sido
a
causa
de
que
o
mal haja assumido
proporções
tão
grandes
corno
as
que
s.
exc.
d
lhe
altribue, senão
os
«ie«mos
go
vernos
?
Quem
tem
privado
a
Egreja
dos
seu»
melhores
meios
d
’
acção,
quem a
(em
ma
nietado,
acorrentando-a
ás veileidades
e
caprichos
do
poder
leigo,
entre
nós
de
ha
muito
escravo
da
maçonaria?
Quem
ha
estimulado
os propagadores
do
erro,
galardoando-os
e
até
agracian
do-os
com honras e
empregos?
Se
os
governos
estão
isemptos
de cul
pa,
querz
serão
então
os
culpados?
Os tempos
são
.sempre
os
&nesm««
e
-o
os
homens
os
tomam
differentes «a
hisloáa.
dilal-o
perante
aquelles
que
elle
vinha
sal
var,
em
sublevar
contra
elle
o
furor
da
cega
multidão.
E
’
esle
o peccado
do
fa-
risaismo.
Peccado
cuj-i
grandeza
faz
espantar,
quando
pendamos
na
massa de
leslimunhos
que
os
asseguravam
da
veidade.
Deus
dis-
pendeu
ihesouros
de luz
para fazer
res
plandecer
aos
olhos o» mais
prevenidos a
divina
figura
do
Redemplor.
Tantas
pro
fecias
presemes
a
lod
*»*
os
espíritos,
que
se
viam claramente
vereficadas,
tantos
pro
digios
de
santidade
e
de
misericórdia,
qse
marcavam
todos
os
passos
do
Hom«m-
Deus
; tres
annos
de
milagres
continuo»,
cuja
realidade
os
pioprios i»imigos
não
ousavam
contestar:
tudo
isto
foi
impoten
te
para
triunfar
da
incredulidade
do
fari-
saismo.
Convém
dizer
p»r
quaes meios
elle
procurou
legitimar
sua
resistência. A
opposiçào
farisaica é
um
dos
mais
tristes
monumentos
do
poder
funest®
que
possue
o
orgulho
humano
para
perverter
o
bom
senso
e
a
reclidão
do espirito.
E»la
opposiçào
procedeu
a
apparição
ptibli&a
do
Salvador.
Ella
se
manifesta com
a
apparição do
Precursor,
encarregado
de
-Hinuiiciar,
e,
por
assim «fizer,
de
apontar
com
o
dedo'o
Messias.
Um
grande
nu
mero
d
’
olles
vie«am
pedir-lhe
o
baptismo.
A
origem
sacerdotal
de
S.
João
Baplista.
seu
genero
«le
vida
«luro
e
mortelicado
ti
nham
podido
interessar
em
seu
favor
a
vaidade
«le
uma seita
que
contava
em suas
fileira»
a
maior
parle
dos sacerdotes
e
que
timbrava
de
austeridade.
Elles deviam
(|uasi
ver
n’elle
um
dos
s«
us.
Quanto
a
seu baptismo,
elle
oão
podia,
segundo
sua<
i
leias,
custar-lhe
muito.
Mas
o
acolhimen
to
de
João lhes
liiou
em
b«eve
snas
il
lusões
A
apostrofe
vehemente
coaiia
<a
raça
de
viboras»
resfriou
todo
o
seu
fer
vor.
Ametçar
com
castigos
divinos
e cha
mar
á
penitencia
htmens
que se
diziam
santos,
qne
faziam
longa»
orações
ao
me
nos
ire»
vezes
por
dia,
que se
impunham
jejun»
iigoro»os,
e
no
tempo
do
sabbado,
apenas
ou»avam
procurai
os
allivios
ne
cessários
á
vida,
ein
kim,
homens
que
se
consideravam
como
os
uuicos
dignas
das
vista»
de.
Deus e
do
respeito
da
Terra
:
era
um
crime
imperdoável,
e
desde então
S.
João
não
foi
mais
para
a
seiia
ofleo
dida
em
seu
amor proprio,
do
que
um
visionário possesso
du
demouio,
um
insen
sato.
Ella
traclou
bem
peior
o
Salvador.
Des
de
o
principio,
os
Fa«iseus nao
o
julga
ram
»enao
segundo
os seus
preconceito»
:
evidentemenle o
Messias
não podia sahii
»enáo
do
meio
d’elle»
e
«le
sua
esch
la
Quando elles vi«am
Jesus
oão
fazer
caso
de
»ua pretendida tradição,
foi
isto
o
bas
tante
:
elle
e-tava cundemnado.
Aquelle
que
omna
curar
enfermos
«>o
dia do
SãbbadG,
até
por
um
simples
toque,
que
gostava
conversar
cum
os
peccadores,
bem
que
fosse
para
os
converter,
que
nao
fazia
uso
de
frequentes
abstenções, n
’nma
pala
vra
aquelle
que
não
se sujeitava
a
todas
essas
observaucias
sobre
as
qu.ie»
repou
sava
lodd
a
santidade
do
farisai»mo,
não
podia
ser
senão
um
peccador,
um
impu
ro,
e,
por
consequência
imeapaz tio
ul
timo
ponto
de
preeiictrr
uma missão
di
vina.
Debalde
o
bom senso
do
povo
pro
testou
contra
a incredulidade dos
seus
rnes-
ires.
Elle»
ficaram
insensíveis á
beleza
divina
da
doutrina
qne
arrancava
g
ilos
•
ie admiração
á
multidão, que
seu»
dou
tores
nãe
haviam
aco»toma<lo
a
e»ta lin
guagem
;
insensíveis ao
esplendor das
ma
ravilhas,
<
uja
vista
trazia
naturalmente
sobie
os
lábios dos
homen»
de
boa
fé
es
ta
pergunta
tão
embaraçadma para
os
in
terpretes
.acreditado»
da
E»criptura :
«O
Clirislo,
quando
vier,
dará
elle
maiores
provas de
»ua
missão.
Numquid
plura
si
gna
faciel
(piam
gua
hic
fácil?»
O»
pro
prios
Fariseus
não
eram
elles
forçados
a
confessar
entre »i
:
<
Esle
homem
fez
ver-
BoU'
ou
mau»
dependem sempre
«Fa
di
recção
dada
á
sociedade
pelos
que
estão
ao
leme
das
naçõrs.
E
o
snr.
bispo
de
Viz.ru
sabe
muito
bem,
que
essa fatalidade, (se
fatalidade
póde
chamar.-sr
o
mal
feito
livrcmentej
invocada
por
s.
rxc.a
pau
ju'lificai
os
governo',
só
aos
g<>veiuoa
póde »er
im
putada.
Nem
se
diga
que
1
’o-tugal
tem
de
seguir
a
corrt-iite das
naçõe»
estranha',
a
cuja
força
impulsiva
nâo pó
le
cuniry-
por-se,
pois
não
queremos
governar
o
inumlo,
que
nada
irm
com »>s
nossos
act»>
de
justiça.
Concluímos
repelindo:
que
a
tal
pas
loral
importante
nã<>
nos
pareceu
muito
no
gdio a
saiisfaser
á'
ueces'idades
dos
lieis.
embor<>
seja ut»a desculpa
d»-
quem
fui
ministro
sem
se
ieinloar
pie
era
lam
bem
bispo
calholico.
<
á
9
í
» avoengos
lata to
ricos dos libe-
rues.
ESTUDOS
ÁCERCA DOS FARISEUS
IV
—
Os
Fariseus
e
o
Messias
[ContinwaçSo]
Mas
a aigaição
capital
contra o
farisais-
mo
é aquella
que
se
compteheode oo ter
rível
analhema
p«onunciãdo
coima
elle
pe
lo
Filho
de
Deus,
quando havia
já
esgu
iado
lodos
o»
recursos
de
soa
paciência
e de
sua mis
ricordia.
«
De.-graçadus de
vós.
Esciibas
e
Faiiseus
hipócrita»,
que
havei»
L-chado
aos
homens
o
reino
dos
ceus
!
\
ós
que,
em
virtude de
vossa
mis
sáo
ou
uuutores,
unheis
o
cargo
de
os
m-
lioduzu,
não
entrastes
vós
mesmos e ten
des
impedido
que
os
otilios
entrassem.»
E
’
bem
averiguado
que
os Fariseus
es
peravam o
Messias,
que
elles
e»la
v
am ao
corrente,
das
prmcipaes
cireumstancias
de
sua
viu
la.
Comludo, elle»
o
leem
desco
nhecido,
combali io.
elles
trabalharam
com
um
cucai
iiiçaineulo obstinado
em
desacre-
dadeiramenle
muitos
prodígios,
nós
não
podemos
negal-o
?*
Per
muito
tempo
elles
contaram
que
sua
auctoridade
tão
bem
otabelecida
bas
laria
para contrabalançar
s
influencia das
palavra-
e
das
«liras de
Jesu
*
,
que
sua
negação,
ahamente
proclamada, sullocaria
no
berço
a
obra
do
nove
pronta.
Um dia,
comludo,
em
um
excesso
de
cólera,
elles
haviam
enviado
soldados
para
o
prender.
Estes,
subjugados pelo
encanto
d
’
essa
elo
quência
divina,
não
oi)-a«am
executar
sua
missão
«Nunca
homem
algum falloo
com
este homem,
diziam
no
seu
regresso e —
tes
mtrecenarios,
que
não haviam
ainda
aprendido
a
recalear em
seu cinação
o
gri
lo
natural
da
verdade.
«Vós
estacs lambem
seduzidos?
exclamavam
os
mestre»
com
furor.
Ha
um
só
d«»s
grande»
ou
dos
Fa-
ri-eus
que tenha
acreditado
n
’
elle?
Só
es
sa
chusma
que não »abe
a
lei
:
ella
é
maldita.»
[
Continua)
Relntori® e‘
conta» <!a Santí®
«la
Miser
icoril ia <lo Ho
*
pi ta
8
«le S.
Ho
iccon
.
Recebemos
e
agradecemos
um
exem
plar
do
Relalorio
concernente
ao
anno de
1873-1874.
Deste
documento
se
vê
que
a despe-
za
do
Hospital
.-obiu
á
edra
de
19.487^055
reis,
e
que
o
seu
rendimento
certo
não
é
supenor
a
10.3155427.
Se
não
fosse,
pois,
a
receita
extraor
dinária,
proveniente
de
legados
pios
não
cumpridos,
tractamento.
de
doentes
paili-
culares,
rendimento
da
pharmacia e
va-rias
esmolas,
que
no
referido
anno
perfez
a
quan
tia
de
9.542$
’
164
rs.,
é
evidente
que
o
Hospi
tal
teria
a
luctar
com
gravíssimas
diflí-
culda
des.
Lembramos
por
isso
aos
snrs.
adminis
tradores
dos
concelhos
de
todo
o
arce
bispado.
os
quaes
são obrigados
a
fazer
entrar
no
cofre
d'aquelle
estabelecimento
todas
as
verbas
dos
legados
não
cumpri
dos,
a
responsabilidade
que
sobre
elles
pesa,
se
não aproveitarem
lodos
os
meios
para
assim
o
eftectuarem.
Igualmente
incumbe
aos
revd
os
-
pa-
rochos e
confessores
admoestar
e
acon
selhar
devidamente
para
que
o
produclo
dos legados,
que se
não possam
cumprir
nos
limites da
sua
jurisdicçào,
deem
en
trada no
cofre
do
referido
Hospital,
na
conformidade
das
concessões
e graças
a
elle
feitas
pela
Santa S«L
Como
ninguém
ignora,
o Hospital
de
S.
Marcos,
além
dos
doentes pobres
do
dislricto,
e
«los
qne
por
aqui
transita
rem,
recebe
voluntariamente
lodos
os con
taminados
de
moléstias
siphliticas
que
se
lhe
apresentam,
e
os
qne trazem
guia
de
lodos
os
hospilaes
estabelecidos
no
arce
bispado.
Como
a
pequenez
do
nosso
jornal
não
permitte
copiar
integralmente
o
Relalorio
a
que alludimos,
julgamos
de
vantagem
para o
Hospital
a transcripção
do
seguin
te
bem
elaborado
artigo
«pie
o
nosso
col-
lega
da
Degeneração
acaba
de
publicar
:
De
todos
os
estabelecimentos
de
cari
dade
e
beneíicencia,
que
conlá
a
capital
do
Minho,
não
ha
seguramenle
nenhum
mais
digno
do
favor
publico,
do
que é
o
hospital
de
S. Marcos de
Braga
;
e
com
ludo,
triste é
dize!
o.
não
é
o
que
mais
tem
sido
contemplado,
nem
pela
genero
sidade
dos
particulares,
nem
peia sollicitu-
de
dos
governos
d
’
esla
terra.
E’
preciso
vèr
de
perto
os serviços,
que
aquella
casa
presta
a
esta
cidade,
a
esta
província,
ás
províncias
do
nurle
que
de todos
estes
pontos
vem doentes
a
este
hospital procurar allivio
a seus
males),
para
bem
ava
!
iar o
preiuiso
incalculável,
(jue
resultaria para
o publico,
se
a
sua
administração
se
visse
na
necessidade
de
lhe restringir
e
limitar
a
hospitalidade
E
não
queremos
com
isto
significar,
que
deva
haver
receio de
se
fechar
o
hos
pital
á
mingua
de
recursos,
ou que o
ser-
\
iço
não
corra
alli
com
a
regularidade,
in
dispensável
para
cura
e
allivio
dos
doentes:
mas
temos só em
vista
provocar
'
a
cari
dade
de
todos
os
homens
de coração
para
copflDrr^qLpara os
melhoramentos
impor-
tarifek
de
que elle
instantemente
precisa.
A
casa
do
Hospital de
S.
Marcos é
in
contestavelmente
pequena
para o
grande
numero de
doentes,
que
recebe
: d’
onde
uma
accumulação,
cujos
resultados
anti-
hygienicos
são
geralmenle
conhecidos
c
indicados,
pelos
que tem
noções,
mesmo
-superíiciaes
de
hygiene
hospitalar.
E
’ demais o
editicio improprio
para
hospital,
e
apenas
os
melhoramentos
ini
ciados
ha
poucos
annos
pela
administra
ção
tem
conseguido
dar
ar
e
luz
a
algu
mas
enfermarias
de
medicina,
que
abso-
iutamente
careciam
d
’
estes
elementos
in
dispensáveis
em
toda
a
casa,
mas
sobre
tudo
n
’
uma
casa
d
’esla
ordem.
Urge
portanto
construir
novas
enfer
marias,
que
evitem
o
mal
da
accumulação,
a
que
alludimos,
e
que
substituam
algu
mas
das
antigas
enfermarias,
de
todo im
próprias
para
o
seu
lira, de
melhorar
e
curar
doentes.
A
administração do
hospital
de
S. Mar
cos
tem
feito
n
’esle
sentido, tudo
o
que
os
seus
meios
lhe
leem
permitlido,
e
con
tinua
melhorando, e
melhorando
muito
:
mas
é
inquestionável,
que
o
seu
orçamen
to
lhe
não
permitte
tomar
medidas
rasga
das,
abrir
novas
enfermarias,
augmenlar
e
melhorar
o
seu
pessoal,
de modo
a
tor
nar
o
hospital
digno
da terceira
cidade do
reine.
Com
um
rendimento
que
mal
lhe
che
ga
para occorrer
á despeza
ordinaria
da
casa,
como
intentar melhoramentos,
aliás
indispensáveis
,
que
demandam
despeza
considerável, e
feita
em
pouco
tempo
?
O
expediente
de
limitar
o
numero
dos
doentes,
quer
dizer,
de
não
acceitar
um
grande
numero
de
desgraçados,
que
teriam
talvez
de
morrer
ao
desamparo,
quando
mesmo
não
fosse contrariado pela dispo
sição expressa
da
lei,
era
inevitavelmente
repugnante
e
mal acceilo,
e
era
um ex
pediente
financeiro
de
pequeno alcance.
O
que
é
preciso,
é
que
as auclorida-
des,
e
o publico cooperem para
este
gran
de
fim
de
dotar
o
hospital,
a
sua
primeira
casa
de
benelicencia
com
os
melhoramen
tos
que
ella
indispensavelmente
está
exi
gindo.
E’
preciso
qne
o
governo,
logo
que os
seus
recursos
lh
’o
permitiam,
pague
ao
hospital
esses
contos
d
•
reis
divida de data
já antiga,
e
que
lhe
seriam hoje um
valioso
subsidio
:
o
que
é
preciso
é
que
o
publi
co se
lembre
nas
suas
obras
de
caridade,
nos
seus
legados,
do estabelecimento,
que
não
abriga só
creanças,
ou velhos,
que
não
cultiva este
ou
aquelle
ramo
espe
cial
de
caridade,
mas
que
recebe
e
aca
lenta,
e
consola lodos
os
doentes,
ve
lhos
e
novos
,
adultos
,
affectados de
qualquer
padecimento,
e
que
só exige
d’
elles,
que
sejam
pobres
e
desvalidos.
Dignos
do
lodo
o
favor
e sympalhia
são
sem
duvida
todos
os
asylos de ve
lhos
e
creanças,
todas
as
casas
de
educa
ção
de
infancia,
as
creches,
todos
esses
va
riadíssimos
meios
de
occorrer
ás
multipli
cadas fôrmas d
’
infortúnio, que
aprezenta
a humanidade;
mas
é
certo,«que
nenhum
d
’
esses estabelecimentos tem uma
utilida
de
tão
geral
e
uma esphera de benefícios
tão
larga,
como
o é
a
de um
hospital,
sobre
tudo
n
’
uma terra,
que
não
conta
senão
um.
Por
supérfluo
lemos
insistir
na
de
monstração
d
’
esla
verdade;
o
que
sobre
tudo
levamos
em
vista, escrevendo sobre
este
assumpto,
foi
fazer
conhecida
a
ne
cessidade,
qne o
hospital de
S
Marcos
tem
de melhoramentos
para
o
tornar
ver
dadeiramente
util,
e
a
falta
de
recursos
para os
emprehender
e
levar a
cabo.
E
’
possível
que
a
ignorância
d
’eslas
cousas tenha
coucorrido
para
que
o
hos
pital
de
S.
Marcos
tenha
sido talvez
pro
porcionalmente
o
menos favorecido
nos
le
gados e
disposições
leslamentarias de
mui
tos
homens
caridosos e
philantropos,
e
por isso
escrevemos
e
continuaremos
mos
trando
a
justiça
do
nosso
pedido
e
a
ver
dade
das
nossas informações,
apresentando
ifoutra
occasião
a
cifra
do
orçamento
da
casa do
Hospital
e
o
seu
rendimento, que
comprovam
plenamenle,
o
que
fica
dito.
Insistindo
sobre
este
assumpto,
esta
mos
certos
de
traclar
d
’
uma
das
causas
que
mais
devem
interessar
todos
os
filhos
d'esla lerra,
justamente
lida
por
uma das
mais
compadecidas
do infortúnio,
e
das
mais promptas
em
remedial-o.
REVISTA
ESTRANGEIRA
Parece
incrível
a
impudência
com
que
o
telegrafo
e
quasi todas
as
folhas
libe
raes
coolinuara a
meulir
tão
descarada
mente
á«erca
dos successos
da
guerra car-
lista.
Os
factos,
porém, são inexoráveis
em
condemnar
esta
tactica,
por
demais
sabida
e
demais
odiada.
E
’
verdade
que o
comboio
ponde
en
trar
em
Pamplona e soccorrel-a por
mais
algum
tempo,
operação que
custou
aos
li-
beraes,
segundo
os
melhores
cálculos,
5
a
6:000
homens.
Mas
não
foi
isto
o
que nos
disseram.
Atiraram-nos
com
quatro
bochechadas
de
postiço enthusiasmo,
que
fazia
suspeitar
o
exicio
de
todo
o
carlismo,
e
contentaram-
se
em
palmear
de
contentes.
Felizmente
nem
todos
os
que
lêern
gazetas são
pa
palvos,
ou
engolem
atoardas.
E
que
nos dizeis
da
tal apresentação
do general
Dorregaray?
E
dos
boatos
que
fizestes
propalar
a
respeito
de
D.
João,
pae
de
D.
Carlos?
E
dos
palões
referen-
les a
D.
Affonso
e á
nossa
princeza
D.
Maria
das
Neves?
Emquanlo
ao
primeiro
já
deveis
saber,
ingeuuos,
que
o
esforçado
general
se
apre
sentou
no
exercito
do
Centro,
de
que
to
mou
o
commando
;
emquanlo
aos
restan
tes
íicae sabendo,
pois
estamos
aulhorisa-
dos
a
asseverar-vol-o
por uma carta
de
Lon
dres
que
temos
á
vista,
que 1).
João,
seu
filho
D.
Affonso e
a
Snr.a D
Maria
das
Neves,
estiveram
de
perfeita saude,
n
’
aquel-
la
cidade,
no
dia
H
de janeiro,
traclan-
do
de
negocios
que
dizem
respeite
á
cau
sa
carlista.
Acerca
de
Cabrera,
também
vos
dire
mos alguma
coisa,
reportando-nos
á
carta
a que
acima
alludimos:
O
celebre
caudilho
da
causa
legitimisla
de
Hispanha,
não
es
creveu,
não escreve,
não
escreverá
cartas
de
adbesão
á
causa
del
nino,
com»
qui-
zestes
fazer
acreditar;
censervou-se,
con
serva-se
e
conservar-se-ha
fiel
aos
prin
cípios
legitimislas
de
que
nunca se apar
tou,
e
tuppostQ
não esteja de harmonia
pessoal com
alguns
dos
indivíduos
que
cercam
D.
Carlns,
está
prompto
a defen
der
a
sua
causa
e
a
sua
patria,
sempre
que
seja precisa
a
sua
espada.
—
Começam a
enlurbarem-se os ares em
volta
do
reisinlio.
Oiçamos
o
que
diz
a
<
Republica
>:
«Hontem á
noite
corriam
em
Lisboa
rumores
de
ter-se
proclamado
a
Republica
em
Madrid.»
A
<
Democracia» publica
lambem
algu
mas
noticias
que
fazem
prever
que
se
ain
da
se
uão
tealisou
aquella
acclamação,
não
tardará.
—
Agora passemos
ao
mais
interes
sante.
E
’
do
«Jornal
de
Lisboa»,
folha
liberal,
o
seguinte
extracto
:
«Realisou-se
o
que
tínhamos
previsto.
Ás
tropas
do
norte,
depois
de
terem
al
cançado
algumas
vantagens
sobre
os
car
listas
soífreram
um
formidável revez
em
Monte
Esquinso,
Larca, e
Lorga
O
facto
é
contado
do
seguinte
modo
:
As
povoações
de
Larca
e
Lorga
esta
vam
occupadas
pelas
brigadas
Bargés,
e
Virigol,
com
o
regimento
de
cavallaria
de
Pavia.
Nada
fazia
suspeitar
que
os
carlislas
tentavam o
menor
ataque
comra
aquellas
posições, e
portanto os
soldados estavam
era
completo
descanço,
quando
avistaram
a
alguma
distancia
uma
forte
columna
de
tropas
avançando
em
perfeita
ordem,
e
que
os
brigadeiros
liberaes
jilgaram
ser
algu
ma
força
destacada do
corpo
do
exercito
do
general
Moriones.
De
repente
e
quando as
trepas
que
avançavam
se
achavam
a
um
kilometro
de
distancia,
lançaram-se
a
marche-marche
so
bre
as
povoações
occupadas
pelos
aflonsis-
las.
Reconheceram
estes
então
o
erro
em
que
tinham
incorrido,
e
trataram
inutil
mente
de
o
remediar.
Oito
batalhões
carlislas,
de
baioneta
armada,
peneiraram na
praça,
e atacaram
vigorosamenle
os
soldados
aflonsistas,
aos
quaes
não
davam
quartel.
O
brigadeiro
Bargés
vendo
que
não
era
possível
oppor-.se
ao
impeto
dos
carlislas,
mandou
abandonar
a
povoação,
a
fim
de
organisar
as
suas
forças
sob
a
protecção
das que
occupavatn a
2.a
linha.
Os
carlislas
porém
não
os
deixaram
eflectuar
esta
manobra
sem lhes
causar
grandes
perdas.
O
brigadeiro
Barges,
vendo a carnifi
cina
que os carlislas faziam nos
seus
sol
dados,
mandou
protegel-os
a
toda
a
pres
sa
pelo
regimento
de
Gerona.
Este
regi
mento
não
foi
mais feliz.
Os
carlislas
muito
conhecedores
do terreno,
flanquea
ram
a
rigirnento
pela
direita,
obrigando-o
a
retirar na
maior
confusão
sobre
o
resto
da
brigada
Ainda
bem a
brigada
não tinha
pene
trado
em
L»rca, e
já
novas
forças
carlis
las,
a
perseguiram,
wbrigando-a
a
refugiar-
se
alraz
do
grosso
do
exercito
formado
no
monte
de
la
Seoora.
O general
Fajardo
com
40
homens
conservou-se
n»
povoação,
o
que
nos
pa
rece
impossível,
allendendo
a
que
sobre
el
la
faziam
fogo
oito
batalhões.
Uma
força car|ista
atacou
o
reducto
que
os
liberaes
tinham
consiruido,
e
dizi
mou
•
batalhão
de
reserva
de
Caceres»
que
ficou
lodo
sacrificado.
Os
regimentos
de
Gerona,
Valência
e
Aslurias
tiveram
enormes
perdas.
Só
o
regimento
de
Gerona
perdeu
mais
de
400
homens,
e
o
dás
Asturias
7
companhias,
tendo
o
seu
coronel,
snr.
Grcgori,
de
vollar
a
Tafalla com alguns
poucos
solda
dos
que
sobreviveram..
O
brigadeiro Bargés
ficou ferido,
e
os
carlislas
apoderaram-se de
dois
canhões
Plaséncia.
O
general
em
chefe do
exercito do
nor
te,
desiiluiu
immediatametiie do
comman-
do
o
brigadeiro
Viergol,
por
não
ler
soc-
coirido
o
seu
camarada
Bargés,
e
instau
rou-lhe
o
processo.
•
Ignora-se
o
nome
do chefe carlista
que
dirigiu
o ataque.
Entretanto
o
corpo
de
exercito
do
ge
neral
L»ma
não
era
mais
feliz
nas
suas
operações
pelo
lado
de
Guipuzcoa.
O ge
neral
Loraa, depois
de
occupar
Orio in
tentou
passar
á
margem opposla da
ria,
acompanhado pelos
miqueletes
e
pelo
ba
talhão
de
caçadores
de
Estella,
porém
o
brigadeiro
Egana,
á
frente
de
4
batalhões,
obrigou-o
a
r
lirar-se
com sensíveis
pei
das,
tendo
lambem
de
abandonar
a
na
es
vapores
carregados
de
material,
com
que
devia
ser
construída
a
ponte.
Parece
que
n’
esle
cumbale
foi
grave-
meuie
ferido
o
brigadeiro
Eehague,
e
al
guns
ofhciaes.
Vendo
Loma
que
pelo
lado
de
Orio
não
podia
atacar
com
vantagem as
posi
ções
carlislas, atacou
pelo
lado
de
Zaraus,
protegido
pela
esquadra,
afim
de
se
apo
derar
de Zurugary,
entre
Zaraus
e
Orio,
afim
de
entalar
os
carlislas
n
’
esia
ultima
posição;
porém
o
brigadeiro
Egana
co-
nbecendo-lhe
osaplanos reforçou
as
suas
tropas, e
repelliu
o
ataque,
avançando
ao
mesmo
lempo
e rapidamente
sobre
Orio,
d
’
oude
expulsou
as forças
liberaes,
cora
grandes
perdas.
Os carlislas
affirmam
que
o
general
Lo
ma
está
encerrado
em
S.
Sebastião;
tnas
esta
noticia precisa
ser
confirmada.
A
posição
de
Santa
Barbara está sen
do
bombardeada inutilmente
pelos
aífon-
sislas
;
mulilmenie, dizemos,
porque
as
obras de
fortificação que
os
carlislas
fize
ram
n
’
aquelle ponto são
de
tal
ordem
que
só cotn a
perda de
milhares
de
vidas po
derão
ser
conquistadas.
Os
carlislas
usam um
sistema
de
cons-
trucçào nas
suas
trincheiras,
que
põe
a
co
berto
das
balas
o
soldado
que
as
defende,
em
quanl»
que
este
póde
fazer exacta
pon
taria
ao
soldado
que
ataca.
Parece
que em
vista
das
enormes
per
das
que
o
exercito
lem experimentado,
os
generaes'
resolveram
não
continuar
as ope
rações.
—
Novecentos
carlislas
commandados
por
Trislaoy estavam
nos
arredores
de Le
nda.
—
O
general carlista Dorreguray
deu
ordem
ao
cabecilha Marco
de
Bello
para
reunir todas
as
forças
do
Maeslrazgo,
afim
de
as
reorganisar,
supprimindo completa
mente
as
rondas
volantes.»
Da
correspondência
de
Madrid para
o
«Commercio
do
Porto»:
«Correram
rumores
de
ler
morrido
o
general
Daban,
mas
parece
que
este
mi
litar
foi
apenas ferido.
Divergem
as
no
ticias
sobie
a gravidade
do
ferimento.
O
general
cabiu ferido
junto
d
’el-rei,
na
oc-
casiào
em
que
se
diz
ter
corrido
grave
perigo
o
rei
de
Hispanha».
Hendaya
4
de
fevereiro,
ás 8
h.
e
3a
m.
da
larde.—
D.
Carlos
acaba de dirigir
á
rainha
Margarida
o
lelegratnma
seguinte:
«
Minha
cara
Margarida
«Devemos
a
Deus
a
vicloria
mais bri
lhante que
lemos
alcançado
n
’esta
gloriosa
campanha.
«Aiaquei
o
inimigo
nas
fortes
posições
que
elle
occupava desde
a
aldeia de
La
çar até
ao
alto
do
monte
S.
Christoval
;
foi
completamente
desalojado
por
meus
va
lentes
voluntários;
deixuu
em
nosso
poder
canhões Krupp e
PLcencia,
lodo
o
irem
d
’artilhena,
armas, munições
e
prisionei
ros.
«Ainda
continua
a
sua retirada, n’
esle
momenlo
<0
horas da
noite.
«Pelo
correio
le
mando
os
detalhes.
«Teu
affciçoado
CARLOS.
Estella
3,
ás
7
h.
e
35
m.
da
tarde.
—
Outra
vicloria
mais para
as
armas
reaes.
O
inimigo
foi
desalojado
briosamente
pelos
uossos
lieroes
de
Lorca, Lacsr
e
de
to
das
as
suas
fortes
posições.
Grande
nu
mero
de
mortos,
e
muitos
prisioneiros
cm
nosso
poder,
duas
peças
Krupp
com
as
parelhas
e
lodos
os
pertences. N
este
mo
menlo
vão
desalojando
o
alto
de
San
Christobal
fugindo
desordenadamenle para
Oleiza
e
Larraga
O
enihusiasmo
loca
na
loucura. Darei
mais
promenores
;
o
fogo começou pelas
5 horas
da
tarde.
Estella 3,
as
9
b.
e 8
m.
da
noite.
—
Diliratne
enthusiasmo
n
’
esla
cidade,
ao
regressar
el-rei,
que
assistiu
ao combate.
A
multidão
saúda
o
com frenesi,
assim
como
ás
tropas
vencedoras
que
n
’
este
mo
mento
vão
entrando.
As
perdas
do
inimi
go
são incalculáveis;
os
despojos
apanha
dos
immensos,
incluindo
todas
as
bagagens
e
as
caixas
dos
batalhões.
A
cada
batalhão
que
chega,
renovam-
se
as
manifestações.
Paia
poupar
altercações
a
nos
cacaUiei-
ros
que
se
importam
muito
cow
a
rainha
individualidade,
sou
forçado
a
declaiar, que
o
verdadeiro
nome
occulto sob
o
pseudó
nimo
de
Álvaro
da Silveira é
o
que
subs
creve estas
linhas.
DIAS
FREITAS.
LITTERATURÀ
DR PRECAÇî
Deus d’
infinita
bondade,
refugio dos
desgraçados,
fazei
que
sejam
passados
meus
dias
de
soledade.
N
’este
oceano
procelloso,
onde
a
tempestade
Ireme,
coriar
as
agoas
sem
leme,
sem
um
fanal
bonançoso
;
não
ver
luzir
uma
eslrella
nas
trevas
do
meu futuro
;
ver morto
o
aflecto
mais puro,
ver morta
a
esp
’
rança
mais
beíla
;
do
justo
a
solida
crença
rogar
que
venha
assistir-me,
e
só
o
mundo
a
impellir-me
ao
trilho
da indiflerença...
Ter
dos
meus
o
abaadono...
Na
primavera
da
vida,
ser
como fulha
irapellida
pelos
vendavaes
do
outono
!...
E
’
irisie,
Senhor!
Do
nada
chamaste-me
á
luz
do
dia,
sede
pois
sempre
o
meu
Guia
n
’
esta espinhosa jornada,
para que, Deus
de
bondade,
sinta
abrandar
minha?
dores,
e
couverterem-se
em
flores
meus
dias
de
soledade.
Braga—
1875.
Martins
Tavares,
CO VFfí
18VCÍ l
*
WA ASSOCIA
ÇÃO
CITIIOLICA.
Continuam
todos
os
domin
gos
conferencias aos
socios
da
Associação
Catholica,
na
casa
da
mesma.
Principiam
ás
7
horas
da
tarde.
ASSOCIAÇÃO
CATHOI
í
ICA.
Por
parte da Junta
Director»
da
As
sociação
Catholica
d
’
esta
cidade
se
íaz pu
blico
que
serão
admiltidos
graluilamente
na
Escola
da
Associação
alé vinte alum
nos, filhos
de
paes
pobres, embora não
sejam
socios.
Os
que
quizerem
este beneficio
para
seus
filhos requeiram
quanto antes com
altestado
do
respectivo
paroch®.
O secretario,
João
Anlonio
Velloso.
GAZET4LHÃ
IiHiisperenne.
—
Expõe-«e hoje no
convento
da
Penha,
e
quinta feira
(18)
no
Populo,
á
custa
da
confraria de
Santo
Antonio.
onde
devia
ser
feito,
segundo
a
indicação
das
Folhinhas.
medida
louvarei.—A
Direeção da
Associação
Catholica,
d
’esta
cidade,
deli
berou
admitlir
oa
sua
eschola
de
iostrac-
ção
primaria,
ultimameale
inaugurada,
50
alumnos
filhos
de
paes
,
pobres,
embora
não
sejam
socios.
ComvoMco...
—A
um par de
empre
gados
(leia
se
—emprégados)
em
trabalho
*
públicos, nos aros d’esta cidade,
aconse
lhamos,
não
nos
façam crêr
que,
directa
ou
indireclamehte,
nos
andam provocando.
Somos
d
’
uma
extrema
moderação
;
mas.
por
D^os,
não
nos
forcem
a
esquecer
a
gravidade
d
’este
logar, e a
provar
mais
uma
vez
que
não
toleramos
desrespeitos
á
nobilíssima
instituição
da
imprensa.
A’
bon
enlendeur...
salut.
Banco Commercial de
Braga.
—
Verificou-se
hontem
a
reunião
extraor
dinária
da
Assembleia
Geral d
’
este
banco,
que
fôra
convocada
com
30 dias de
ante
cipação,
na
fórmã
do
respectivo
Estatu
to,
para se
discutir
e
votar a
proposta
da
Direeção afim
de
se
elevar
o
capital
do
banco
de 600
a
1:000
coutos
de
reis,
emittindo
a
8:000
acções
de
50$000
rei
com
o
prémio
de
4-5500
reis
cada
uma
das
que
couberem
aos
accionistas
na
pro
porção das
que possuírem
da
Ia
emissão,
prémio
que
será
levado
a
fuodo
de
re
serva,
e
não
poderá produzir
cifra
infe
rior
a
36
contos de
reis
;
ficando
as
ac
ções
que
não
furem
tomadas
pelos
aclnaes
possuidores
das
da
l.a emissão
de
conta
própria
do
banco,
que
nunca
as
poderá
vender
por
prémio inferior
ao
dito
de
45300
reis,
ficando
assim
alterado
0
dis
posto
no §
8.°
arl.
20.°
do
referido
Es
iate
;
e
declarando
a
Direeção
que
duran
te
dous
annos
prescuide
da
percentagem
consignada
no
§
2.°
art.
44
do
mesmo
Es
tatuto,
por
entender
que
esse
período
de
tempo
seria
suíliciente
para
se
completar
0
fundo
de reserva
d® capital
inicial
pe
lo
modo
marcado
no
§
l.° arl.
5.°
do
mencionado Estatuto; e
lambem
para
se
discutir
e
volar a proposta para
a
Direc-
ção
ser
auctorisada
a
estabelecer,
d’
accor-
do
com
0
Conselho
Fiscal,
caixas
liliaes
ou
succursaes
nas
localidades
em
que
in
tender conveniente.
*
Presidiu
o
ex.rno
conselheiro
Francisco
de
Campus
de
Azevedo
Soares,
e
serviram
de
secretauos
os
snrs.
dr.
Gonçalo An-
lào
de Macedo
Sá
e Abreu
e
Anlonio
Luiz
da
Costa Pereira de
Vilhena.
Postas
em
discussão as
referidas
pro
postas,
não
houve
quem
sobre
ella
*
qui-
zesse
tomar
a
palavra;
e
passando-se
á
votação,
foram
as
mesmas
aprovadas,
em
votação
nominal, a
requerimento
do
snr.
conselheiro
Forres
e
Almeida,
por
162 vo
tos
contra
5.
Este resultado
prova
evidentemente
que
todos
estavam
convencidos
da
utilidade
das
propostas,
e
que a
todos
merece
grande
confiança
a
illustrada
Gerencia
do
Banco
Commercial,
qne
é
incontestavelmente
um
dos
estabelecimentos
de
credido que em
menos
tempo
mais
lem
prosperado
e
em
mai
*
consideração
é
lido.
Fabrica
de fundição
de ferro.
—
) snr. Antonio
Germano Ferrei
ri
nha
pe-
de-nos
pua
que
participemos
ao
publico,
que,
depois
de 5
meses
de
demera,
—a
qual não
deve
ser
atribuída á
vontade das
aoctoridades,
mas
sim
á
morosidade
do
processo—
acaba
de
obter
concessão
para
continuar
com
a
fundição
de
ferro,
que
tem
na
sua casa,
na
Travessa
de
S.
João.
Cfonfereneia.
—
Effectou-se
aTile-hon-
lem.
na
casa
da Associação
Catholica,
a
primeira
das
conferencias
annunciadas
pa
ra todos os domingos
da
presente
Quares
ma.
O
prelector
foi
0
illustrado
e
vir
tuoso
ecclesiastico,
padre
João
Rebello
Cardoso de
Menezes,
director
espiritual
da
mesma
associação.
O
orador
propõe-se
demonstrar
a ab-
surdidade
contida
n’
este
asserto do racio-
nalismo
:
todas
as
religiões
são boas
e
porisso
acceilaveis.
Em
primeiro logar
prova,
á
luz
da
rasão,
a
neccessidade
d
’
utna
religião:
depois
examina a
insuf-
ficiencia
do
naturalismo,
tornando
in-
contrastavel
a
neccessidade.
“da
revelação
:
cingindo-se
ao
asserto
racionalista,
exa
mina
á
luz
da
historia
e
da
filosofia,
0
paganismo, 0
mahomelisino,
0
judaísmo,
e
0
chrislianismo,
e
apresentando
em
toda
a
sua
luz
os caracteres
d'um
e
dou
tros,
termina provando
que
a
Religiãp
do
Calvario
é
a
unica
verdadeira,
e
porisso
a unica
acceitavel.
O
erudito ecclesiastico
patenteou
em
todo o seu
discurso
uma
lógica de
ferro,
e
profundo
conhecimento
da
historia.
Abertura
de
lintel. —
Acha-se
de-
uovamenle
aberto,
e
consideravelmen
te
melhorado,
0
antigo
e mui
acreditado
Hotel
dos
Dous
Amigos,
no
campo
de
Sanl.
a
Anna, d’
esta
cidade».
«Crnifões
da
tarde »
—
Tem
sido
acolhida
com
grande
alvoroço,
por
toda
a
imprensa
do
paiz,
sem
distineção de
côr política,
a
noticia
da
próxima
publi
cação
das
«Canções da
tarde»
do
gran
de
lirico
contemporâneo,
João
de
Lemos.
A
quclles
dos nossos leitores
que
deseja
rem
assignar este
livro,
póde
dirigir-se
a Dias
Freitas,
na
redacção
d
’
este
jornal.
Publicações.
—
Recebemos
e
agra
decemos
as
seguintes
:
—
Detalorio
do
conselheiro
Joaquim Hen
rique
Fradesso
da
Silveira
Lente
da Es
chola
Polylechenica. Director
do
Observa
tório
do
infante
D.
Luiz,
representante
de
Portugal
no
Congresso
melereologico
de
Vien-
na de
Áustria em
1875.
—
Resposta
no
inventario
a
que se
pro
cede
na
6/
vara
civel
de
Lisboa
por
fal-
lecimenlo
do
conselheiro
José
Maria
d*
Abreu
dada
por
parle
da
ex.'
**
snr.
3
D.
Ma
ria
da
Conceição
Per
eia
da
Silva
Forja:
e
Menezes,
e
mandada
publicar
por
seu
filho
Miguel Osorio Cabral
de
Castro.
—
O
caminhò
da Salvação.
Por
Saulo
Affonso
Maria
de
Ligorio.
bispo
de
San
ta Agalha
dos
Godos. Tradusido
do
francez
por A.
A.
Leal.
TrAiiaeripfÃo.
—
Diz
0
«Conimbris
cence»
que o amor
em
todas
as
sua-
variadas
nqjjinfestações
parece
ser
0 sen
timento
que
domina
em
todas
as
phases
da
nossa
existência.
Na edade de
3 an
nos
gosla-se
da
mãe
:
na
de
6 gosta-se
do
pae:
nade
10
gosta-se d rir e
brin
car
:
na
de
16 gosla-se
de
namorar
:
de
25
gosta-se
de esposa
:
na
de
40
gosta-
se
dos
filhos:
na
de
60
não
gosta
a
gente senão
si.
Outro
moralista disse,
que
cada
eda-
de
lem
as
suas
molas
que
a
fazem mo
ver.
Aos
10
annos
0
homem
é
domina
do
pelos brinquedos:
aos
20
pela
mulher
:
aos 30 pelos
prazeres
:
aos
49
pela
am
bição :
e
aos
30
pela
avareza.
VotaçõeM
por
meio da
electri-
eidade.
— Um empregado
dos tclegra-
phos
inventou ha
pouco tempo
um
meio
dos
deputados
votarem
na
assembleia
de
Versailles com
0
auxilio da
elecliicidade.
Peio
novo
processo
simplifica-se a
operação forrando
muito
tempo.
Deanle
de
cada
deputado
estão
col-
locados
dois
botões
de
marfim,
como os
botões
das companhias electricas.
Se
0
deputado
deseja volar
a
favor,
compri
me
0
botão
da
direita
contra 0
da es
querda.
De
cada
vez
que
é
estabelecida
a
corrente
eleclrica,
abre
a
porta
uma
bo
la
de
marfim
ou
cristal
e
a
bola,
deri
vando por
um tubo,
cae
na
respectiva
urna.
O processo
é
simples
c
0
inventor
presta-se
a
coilocal-o
mediante 60:000
francos.
Os conventos ui
*
Slelgica.—
Lê-
mos
na
«Porpaganda
Catholica»
:
Os liberaes
dizem
a
todo 0 momen
to
que
a
Bélgica é
uma
das
nações
mais
civilisadas
do
mundo,
e
talvez
não
lhe
falte
rasão,
porque
se
ha
muito
mal
n
’
a-
quelle pequeno
paiz,
ha lambem
muito
bem
;
além
das
noticias
que temos fre
quentemente
e
0
provam,
veja-se
0 que
diz 0
«Journal
de
Burgos
ácerca
dos
conventos
:
«Os
conventos
crescem
e multiplicam-
se
na
Bélgica
de
uma
maneira
verdadei-
rainente
prodigiosa.
Em
1830 não havia
mais
que
251
commnnidades
religiosas,
que contavam
3:645
pessoas
entre
freiras
e
frades:
desde
1830 a
1846
0
nume
ro
dos
conventos foi
mais
que
multi
plicado.
e
chegou a
779
povoados por
11,968
pessoas.
Segundo
os
dados
esta
tísticos
recolhidos
e
publicados
pelo
go
verno,
em 1866
havia
já
na
Bélgica
1:322
conventos,
com
um
pessoal
de 18:998
indivíduos
«Como
desde
1866
o
numero
dos
con
ventos
tem
continuado a
crescer
rapida
mente,
póde
calcular
que
a
Bélgica conta
hoje
mais
de
1:500
conventos
de
todas
as
Ordens, que
pelo
menos
contém
52:000
pessoas.»
Eulretanto,
no
Brasil
catholico,
0
li
beralíssimo
snr.
Nabuco
trancou
as
por
tas
dos
conventos
á
entrada
de
noviços
por um
simples aviso, que não lem
for
ça
de
lei!
E
em
Portugal
os
liberaes
maçonisados, cheios
de
rancor,
inveja
c
séde
*de vingança
expulsaram
os
frades
dos
seus
convénios,
roubando-lhes
lodos
os
seus
bens,
pratas
e
riquíssimas
pre
ciosidades,
e
ao depois
destruindo
os
conventos
para
thealros,
e
casas
profa
nas.
Grande
será
a
responsabilidade
de
similhantes desgraçados...
Frio.
—
Na Suissa
foi
extraordinário
0
frio
nos
últimos
dias
de
dezembro
e
nos
primeiros de
janeiro.
Em
Friburgo
0
lhermometro
de
Reaumor
chegou
a
marcar
a
temperatura de
18
graus
abai
xo
de
zero.
Nos
sitios elevados
ha
neve
n
’
uma
abundancia
nunca
vista.
No
cantão
de
Vaiais
ha
um hotel, cu
jo guarda teve
qne
fazer
porta
de
uma
janella
do
primeiro
andar,
porque 0
gelo
envolveu
lodo
0
primeiro
pavimenlo
'de
casa.
Poesíd. —
Vae
n
’
outro
logar
d’esle
jornal
uma
poesia
do
snr.
Martins
Tava
res,
moço
estudioso,
e
de excellente
quali
dades
pessoaes,
em
que
pese
a
uns
cer
tos
lazzaroni
que
pertencem
á
confraria
dos
ribaldos.
Aconselhamos
0
snr.
Martins
Tavares
a
que
não
abandone
0
seu
empenho
de
illuslrar-se
de
mais
em mais,
sem
se
importar
com
a
gralheada
dos
sabichões
casca-d’
alhos.
Para
estes,...
balatas
!
amigo
Tavares.
Continuam
as conversões.
—
Re
fere
0
Catholico
Argentino
de 9
do
cor
rente
:
«No
dia
6
de
Janeiro abjarou
os
er
ros
e
heresia
do
protestantismo
e
fez
profissão da
Fé Catholica
Apostólica
Ro
mana
D. Guilhermino
Hoenig
natural
da
Prussia.
«A
ceremonia
leve
lugar
na
Parochia
de
8.
Teimo,
administrando
ao conver
tido
0
santo
baptismo
sub
conditione
0
Revm. Cura da
mesma
Egreja.»
(
Apostolo
j
A
producção do algodão.
—
A
producção
do
algodão
excede
já
as
ne
cessidades
da
industria. O consnmiuo
an-
nual das
fabricas
é hoje,
em
numeros
redondos
de
2,509
milhões de
libras.
D
’
es-
ta
quantidade
manufaqlurain
os
Eslados-
Unidos
500
milhões,
0
Reino-Unido
1,200
miihões
e a
Europa
continental
800
mi
lhões.
A
matéria
prima
é
subministrada
pelos
seguintes
paizes :
Estados-Unidos
(colhei
ta
total),
1,450
milhões.
índias
Orien-
laes,
620
milhões;
Brazil
50
milhõet;
Egyplo,
210
milhões; e
os
outros
paizes,
70
milhões
:
total,
2.50Q
milhões
de li
bras.
Este
numero
deve
ser
considerado
como
a
satisfação
dos
pedidos
acluaes
de
algodão.
Relativamente
ás
previsões
de um fu
turo
immediato,
as quantidades
que
se
póde subministrar
aos paizes
manufaclu-
reiros
são,
segundo
as
melhores
noticias,
as
seguintes:
Estados-Unidos,
1,800
mi
lhões; as
outras
comarcas,
1,050
milhões
de
libras,
total
2,230
milhões
de
libras,
cifra
baseada
no
augmento
natural
da
colheita
americana e
na
producção
nor
mal das
outras
comarcas.
Para
0
cor
rente
anno calcula-se 0
pedido
em
550
milhões
nos
Estados-Unidos
e
2,150
na
Europa:
total,
2,700,
que
representa um
augmento
de
consumo
sobre
0
anno
an
terior
de
1
°/
0
nos
Estados-Unidos
e
de
5
°/
0
na Europa.
Se
esle
calculo
é
exa-
cto,
diz
um jornal
inglez,
no fim
de
1875
haverá
tim
excedente
na
producção
de
150
milhões
de libras
de
algodão.
(Idem)
Grande
eatastrophe. —
Succedeu
ultimamente
uma
terrível
calaslrophe
em
Todmorden,
Inglaterra,
na fabrica
de Laid
e
Brothers.
Mal
acabavam,
depois
de
jantar
de
recolher
á
olficina
os
operários,
fez
ex
plosão
inesperadamenle
uma
grande
cal
deira,
destruindo
0
edifício
e
arremessan
do
os destroços
a considerável
distan
cia.
Duas caldeiras
que
estavam
juntas
da
que
fez
explosão,
foram
arremessadas
para
a
outra
margem
do canal.
Morreram
5
pessoas
e ficaram
50
fe
ridas mais
ou menos
gravemenle.
Muitas
d’ellas
não
escaparam.
Os
prejnizos
materiaes
estimam-se em
75
contos
de
reis.
Figueira notável. —
Na
Bretanha,
em
França,
ha
perto
de
um
convénio
de
capuchinhos
uma íigueija
com
uma copa
de
33
metros
de
circumferencia.
Esta
bella
arvore
lodos
os
annos
se
cobre
de
fruclo, e
os
seus
ramos
estendem
se
hori-
sonlalmentesustentados
por
30columnas
de
pedra
de
2
melros
de altura.
Producçâo
do
café. — A
producção
do café
em
1873, na
província
ultramari
na
em
S.
Thomé,
foi
de 149:000
arro
bas,
e
a
exportação
montou
a
596
*
9885352
reis.
Em
1874
a
producção
foi
170:000
arrobas
e
0
volor
dá
expcrtação592:5485130
reis.
iVIedícoM
em
França.
—
Ha
em
Fran
ça
aciualmeote
1
1:720
doutores
em
mede-
cino,
5.185
médicos
de
2.°classe,
e
5:838
pharmaceuticos.
Alguns
«lados estatísticos.—Os
casos
de
mortes violentas
e
tragicas
re
gulam
annualmente
em
Londres
por
3:6')0.
Mais
de
115:000
pessoas
exercem
profis
sões
suspeitas
e
fraudulentas.
Em
1868
foram
encontradas nas
ruas
perto
de
10:1)00
pessoas
ébrias,
sendo
mais
de
4:000
mulheres. No
mesmo
anno
foram
presos
em
fiaganle
delicto
mais
de
23:000
ladrões
da
profissão.
COMIIFIICie
B
olsa
dk
B
raga
12
de
fevereiro
de
1875
FflTeetuado
Banco
‘
Mercantil
de
Braga, 3-^000.
Dito
dito
3$0$0.
Dito
dito
3<xS100.
Dito
dito
3$200.
Banco
de
Guimarães
4$100.
Banco
Commercio
e Industria
11
$600.
Banco
do
Minho
H8$200.
Banco
Commercial
de
Braga
57$050.
inscripções
d
’
assenlamenlo
47,90.
Em
13 de fevereiro
de
1875
FfTeetua«lo
Banco Commercial
de
Braga 58$850.
Dito
dito
59,0000.
Banco
Commercio
e
Industria
11,0600.
Banco
de
Guimarães
4,0500.
Inscripções d’
assentamento
47,90.
O
director
Anlonio
Teixeira
Barbosa.
SAÚDE
À
TODOS
sem
medicina,
pur
gantes
nem
despezas
coro
0
uso
da
delicio
sa
farinha
de
saúde,
REVALESCIEHE
DU
BARRY
de
Londres.
W
anno»
d’invarit
*
vel
sueceaao
3
Depois
das
adessiões
de
muitos
mé
dicos
e de
vários
hospilaes,
ninguém po
derá
duvidar
da
eflicacia
d’esla
deliciosa
farinha
de
saude
que
cura
as indigestões
(despepzias)
ga»lrica,
gaslralgia,
fíegma,
arroios,
ventos,
flatos,
amargôr
na
bocca,
piluitas,
nauseas,
vomitos,
irritação
intes
tinal,
diarrea,
dizenteria, cólicas,
tosse,
athsma,
falta
de
respiração,
oppressão.
con
gestões,
mal
aos
nervos,
diabethe,
debili
dade,
todas
as
desordens
no
priio,
na
gar
ganta,
do
alilo,
das
broochiles, da
bexi
ga,
do
íigado, dos
rins,
dos
intestinos,
da
mucosa,
do
cerebro
e
do
sangue.
75.000
curas
entre
as
quaes
contam-se
a
de
8.
S.
0
Papa,
do
duque
de
Plnskow,
da
ex
ma
snr.
a
marqueza
de
Brehan,
dos
doutores.
Manoel
Saenz de
Jejada,
da
Universidade
de
Cordova, etc.
etc.
Cura
72.448.
Cadiz
3
de
junho
de
1868
Não
posso
fazer
menos
de
manifestar
a
vv.
s.as
os
tiellos
resultados
que
obtive,
administrando
o
seu
chocolate
de
fíevales
ciére
á
minha senhora. Havia
muitos
an
nos
que
padecia
intensissimas dores
in
testinas,
e insomnias
pertinazes
; graças
a
este
surprehendente
especifico ficou
com-
pletamenle
restabelecida.
Fica
n
d
o
reconhe
cidos,
aproveito
esta occasiào
para
demon
strar a
consideração
com
a
qual
o
distin
gue
o
seu
attento
venerador
—
V
icente
M
oyano
.
Cura
69.718.
Ticheville
(Orne)
20
de
março
de 1867.
Achando-me
perfeitamenle com
o
uso
que
fiz
durante certo
lapso
de
tempo da
fíevalesciére,
lenho-a
administrado a varias
pessoas,
ás
quaes
produziu
inestimáveis
eíleilos,
em
particular
modo
n
’
aquelles que
padeciam de
hydropesia.
Tres
d
’estes
cu
raram
completamente.—A
tosse
produzida
por uma
constipação desappareceu
instan
taneamente
e
lambem
produziu
os
mesmos
resultados
nas moléstias da
retenção de
orina
e
das
moléstias
de
estomago,
afas
tando
de
qualquer
indivíduo
a
liypocon-
dria
P
adre
L
angevin
.
Seis
vezes mais
nutritiva
do
que
a
car
ne
sem
esquentar,
economisa
cincoenla
vezes
o
seu
preço
em
remedios.
—
Preços
fixos
da
venda
por
miudo
em
toda
a
pe
nínsula
:
Em
caixas
de
folha de
lata,
de
kilo,
500
;
de
*
/,
kilo
800
rs
;
de
um kilo,
1$400
reis;
de 2
i
li
kilos,
3$200
reis;
de 6
ki-
los, 6$400
reis, e
de
12
kilos,
12$000 reis.
Os
biscoitos
da fíevalesciére
que
se po
dem
comer
a
qualquer
hora,
vendem-se
em
caixas a
800
e
1^400
reis.
O
melhor
chocolate
para
a
saúde
é
a
Revaleaeière
cRtoeoEMtada;
ella
res-
titue
o
appettite.
digestão,
somno,
energia
as
(James
duras
ás
pessoas,
e
ás
creanças
e
mais
fracas, e
sustenta
dez
vezes
mais
que a
carne,
e
que
o
chocolate
ordinário,
sem
esquentar.
Em
paus,
ou em
pó
em
caixas
de
folha
de
laia de
10 chavenas, 500
reis;
de
24
chave
nas,
820
reis;
de
48
chavenas,
l$i00
;
de
120
chavenas,
3$200
reis,
ou
25
reis
cada
chavena.
HARRY
BARKY
«fc C\a
-Pla-
ce
Vendòme,
26,
Pariz;
77
Regenv-Sireet
Londres;
Valverde,
1,
Madrid.
Os
ph
irmaceuticos,
droguistas, mer-
cieiros, etc., das províncias
devem
diri
gir
os
seus
pedidos
ao
deposito
Central
;
snr.
Serzedello
<fc
C.
a
Largo
do
Corpo
Santo
16,
ILisbaa,
(por grosso e
miudo);
Carlos
Barreio, rua
do
Lorelo,
28
;
Bar
rai íx.
Irmãos,
rua
Aurea,
12.
Fort®,
J.
de
Sousa
Ferieira
á
Irmão,
rua
da
Ba
nharia
77
; de
Sequeira
; .I,
Pimo
;
Desí-
ré
Rahir
;
Coimbra,
V.
Botelho
de
Vas
concellos
;
Avrir®.
F.
E
da
Luz
e
Cosia,
pharm.;
Bareello®,
Ramos,
pharm.;
Braga,
Pharmacia
Maia,
rua
dos
Chãos,
Pipa &
Irmão,
rna
do Souto,
Domingos
J.
V.
.Machado,
praça
Municipal.
Figueira,
Antonio
Vieira,
pharm.
;
<«uimarãei4.
A.
J.
Pereira
Martins,
pharm.
;
í
”ena-
flel,
Miranda,
pharm.
;
do
JLinaa.
A.
J.
Rodrigues
Barbosa,
pharm.
;
Po
vos» do
Varsim,
P.
Machado
de
Oli
veira,
pharma.
;
Vianna
da
CuatrEIo,
Atlonso
e
Barros,
droguistas;
VilBa
do
Cende,
A.
L.
Maia
Torr«-s
pharm.
■I
SBSJoanaai
A
Paquetes
a
sair
de
Lisboa:
MINHO
.
.
28
de Fevereiro
|
DOURO
.
.
13
de
Abril
BOYNE
.
.
13
de
Março
|
MONDEGO
.
29
de
»
TIBER.
.
. 29
de
>
|
NE
VA
.
.
13
de
Maio
O
paquete
de
13
toca
em
S.
Vicente,
Pernambuco,
Bahia,
Rio
de
Janeiro,
Montevideu
e
Buenos-Ayres.
O
paquete
de
29
toca
em
S.
Vicente, Rio
de
Janeiro,
Montevideu e
Bue
nos-Ayres.
O
b
preços &ão
muito rnmoaveie
Esta companhia
para
maior
vantagem,
resolveu
ter
a
bordo
de todos
os
seu
s
vapores,
criados
e
cosinheiros
portuguezcs
para servirem
os
passageiros
de
todas
a
s
classes,
cujo
tratamento
se
torna
hoje o
melhor
possível.
Cada
passageiro
de
3.'1
classe
tem
grátis,
belixe
com
colchão
e
roupa
de
cama,
vinho
e
comida á
porltr
gueza,
tudo
em
abundancia.
O
transporte do
caminho
de ferro
alé
Lisboa
é
po
r
conta
da
companhia
bem
como
outras dcspezas.
Para
mais
esclarecimentos
prestam-se
em casa
do
agente
n
’esta
cidade,
rua
do
Souto
n.°
43. —
Em
Braga.
João
Manoel
da
Silva
Guimarães.
3io
de
Janeiro,
Montevideu,
Buenos-Ayres,
Valparaiso,
A
rica,
Islay
e
Callao
CAHREIRA
QUINZENAL
2* A St A
PERNAMBUCO E RAM IA
A
Companhia
reduziu
os
preços,
conservando
as mesmas vaMlageaks corno
até
aqui tem
olferecido
aos
snrs.
passageiros:
romitiuiimi,
boiu tra-
tamentu, bacante eapaeo para bagagens e viagens rupuin»,
pois
que
OS Paquetes
do
Paciíleo
tem
gasto
somente
13
alia» dc
Juãaboa
ao Rio de
Janeiro.
Preços
das
passagens
incluindo o
caminho
de
ferro do
P<
rio
para
Lisboa
3.’
CLASSE
2? CAMARA
1.
‘
CAMA
BA
Pernambuco...................................................
Bahia
.............................................................
Rio
de
Janeiro..............................................
Montevideo e
Buenos-Ayres.........................
Valparaiso,
Arica,
Islay"e
Callao
....
40&0Q.0
40&000
43&001)
fj.4&000
126^000
8U000
90^000
90&000
90&000
189&000
108^090
117&000
121
$500
ÍÕ7&500
308$o00
tCriançag
atas»
pasaayeiroM
Até
aos
12
annos
meia
passagem.
A'é
aos
8
annos
a
quara
parle.
Até
aos
3
annos
grátis,
uma
só
de
cada
farnilia.
Todas
as
terças
feiras
sahirá
de
Lisboa
um paquete,
os
passageiros
de
3.
*
classe
teem
beliche
com
colchão e
roupa,
comida
a
portugueza
em
abundancia
e
vinho
duas
vezes
por
dia
AGENTES
EM BliAGA
—Almeida
&
Pereria.
Trata
a
passagem
a
pagará
vista
e
a
prazo com
fiança.
AifNUNUIOô
LAXCO
LUZITANO
Paga-.-e
o
dividendo
do 2.° semestre
do
anno
passado
a rasão de sete
mil reis
por
acção
ua
Rua
do
Soaaia»
n.° 88 e
«».
(2292)
——
•■mirw
>nin.iiM,f
111
lt
___
r
mw
■
l*
'MjÈ.
LO
Vende-se
um
magnifico
Prelo
pequeno
com
p
tico uzo,
do sistema
mais
moder
no
alé
hoje
conhecido.
Imprime
Iodas
as
obras
em
formato
não
inferior
a
36
centí
metros
<le largura
e
a
46
ditos
de
com
primento, garantindo-se
a perfeição
do
trabalho.
O seu
custo
é de
1
10$l00
mas
vende-se por
80^600.
Quem
o
perlender
póde dirigir-se
á
typographia
do
«Campeão
das
Províncias»
em
Aveiro
a
Augusto
Pinto
dos
Reis
Cane-
do,
com
quem
se
póde
iralar.
E
JiTCS DE 30
DIAS
1
Pelo
juizo de
direito
d
’
esia
comar
ca
de
Braga
e
cartorio
do
escrivão
Pe
nha
Fortuna,
a
requerimento
de
D.
Lu-
cilla
Joaquina
d
’Araujo
Lamas,
auctorisa-
da
por
seu
marido
Antonio
Rodrigues
Ri
beiro,
negociantes
e
morador
no
campo
de
D. Luiz I,
d’
esla
cidade, còirem
édi
tos
de
30
dias,
que
findam
em 7
de Mar
ço
proximo
futuro,
a
chamar
quaesquer
pessoas certas
ou
incertas, que
se
julguem
com
direito
ao
producto d’
arremalação,
ua importância
de 425^203
reis,
que
se
acha
em
deposito,
das
propriedades
arre
matadas,
que
são
:
o
eido
e
casas
das
La-
ges
sitas
no
logar
do
mesmo
nome, da
freguezia
de
Nogueiró,
d’
esla
comarca,
na
execução
que
pelo
dito
cartorio
mo
ve
João
Alves
da
Moita,
d
’
esla
cidade,
na
qualidade
de
tutor
ad
hoc
dos
her
deiros
de
Leonardo
Antonio Ferreira
La-
nhoso,
d
’esla
cidade,
Francisco
e
Narciso
auzentes em
parle
incerta
no
império
do
Brazil,
contra
D. Narcisa Maria
de
Sou
za
Machado, e
marido
Antonio
Joacfuiin
de
Souza Machado,
da
cidade
do
Porto
paru
no
dito pr.izo
e
na
segunda
audien
cia
d
’
este
juiso,
lindos
os
30
dias, ve
rem
assignar
o
praso
de
2.
’
s
audiências
que
é
no
dia
1
1
do
dito
mez
de
Março,
e
dentro
do
dito
tempo
virem
deduzir o
seu direito
sobre
o
dinheiro
em
deposito,
sob
pena
de
lançamento
e
de se
julgarem
livres
e desembaraçadas
as referidas
pro
priedades
para a
dita
arrematante.
Bra
ga
11 de
Fevereiro
de
1875.
O
Procurador,
(2291)
Antonio
José
Borges.
NOViDADE
'
44,
Rua do Souto,
44
Campos
èc Almeida,
acabam de rece
ber
gramlé
,»ortido
de
chapéus
de
feltro
e
seda,
«uliima
moda»,
da
acreditada
fa-
b<ica
dos
sjirs.
Maia
e
Silva,
do
Porio,
que
vendem pelos
preços
da
fabrica.
Também
se
fabricam
e
consertam cha
péus de lod?s
as qualidades.
(2272)
No
largo
de
S.
Miguel
o-Anjo, n.°
7,
leccionam-se
as
seguintes
disciplinas
:
Desenho (curso
completo).
Arithrnetica
e
Geometria.
Philosophia
(curso
completo).
Preço
de
cada
disciplina,
800
reis.
Para
traelar das
8
ás 10 horas
da
manhã.
Vende-se
uma
morada de
casas
de
dois
andares, na
rua
de
Sa-
pateíros,
proximo á raa
Nova,
de
signada#
pelo
r
.°
12, com frenle para
o
largo da
Porta
No»a,
para
onde
lem
o
n.°
9,
com
orna
sacada
rasgada
no
segun
do
andar,
muito
soalhosa;
temie-se
jua-
lamenie
uma
outra no
largo
da
Porta
No
va,
com
o
n.°
8.
Quem
as
perlender
fal-
le
na
primeira.
(2290)
Deposito
de
vinhos,
vindos
de
Monsão
Rua d
*
lnflas
cana
n.°
40
BRAGA
Quem
qoizer
dftmprar
vinho da
colhei-
la
passada,
*
i»do
de Monsão
e
armazenado
n
’
aquella
roa
e
casa
acima
mencionada,
queira
dirigir-se
ao
proprietário
do
estabe
lecimento
do
Castello,
junto
á
capella
de
Nossa
Senhora
de
Guadalupe.
onde
lam
bem
os
consumidores
o
acharão
a
reta
lho.
A
sua
qualidade
é
garantida
por mui
tos
particulares
d
’e
*
la
cidade,
que
d
’
alii,
o
lem mandado vir
para
consumo
de sua
casa.
(2285)
NÕvÃ
FUNDIÇÃO
DE
FERRO
DE
Antonio Gtereiiiano Ferreis-ir^im
«A
Travessa
de
S.
João
Aonde
faz
toda
a obra,
assim
como
bombas,
conçollas,
columnas
para
gaz,
pe-
zos
novos,
panelias
á
ingleza
de
todos
os
tamanhos,
canos
para
agoas
e
gaz,
e
toda
a
obra
de
fundição,
como grades
para
sacadas,
obra
de
metal,
sinos
e
outros
ob-
jeclos de igual
teor
etc.,
pelos
preços
do
Porto.
Os
alios
da
casa
n.
22,
na
rua
do
Campo,
em
Braga,
com
eicellerites
com-
íhodos
para
um»
numerosa
famalia.
Quem
a
per
tender,
dirija
se
á
mesma.
(2286)
—-—
------- ---------------- -- ----------------------ç—
<>
A
Nova
Empreza
de Trens,
annuncia
ao
publico
que
desde
o
dia
30
de
No
vembro
proximo passado,
o
snr. Manoel
José
Ribeiro
Braga,
do
largo
do
Barão
de
S.
Marlinho,
deixou de ser
agente
das
suas
carreiras
do
Porto,
Arcos,
Monsão
e
Egreja
Nova,
sahindo
todas
da
sua
casa
no
largo
de
S.
Francisco
n.
B
2,
jun-
cto
aos
Terceiros.
Braga
1
de
Dezembro
de
1874.
O
gerente,
(2174)
Eduardo
Pacheco.
José
Cardoso
de
Carvalho,
vende
on
ri
me
todos
os
foros,
sensos,
e
pensões
que
recebe
nas
comarcas
de
Villa
Verde,
Bar
cellos.
e
Braga.
Trala-se
em Ponte
do
Lima
com
o
snr.
Manoel
Gomes
Cardoso e em
Braga
com
o
snr.
Antonio
José
Gonçalves
Nogueira,
rua
do
Sou
lo.
(2226)
João
Manoel
da Silvei
Guima
rães.—
llua
do
Soído
n.°
43.
Compra
e
vende
Acções
de
todos
os
Bancos e Companhias, Inscripções
de
As
sentamento
e
coupons.
(58I)
braga
:
typographia
lusitana
—
1875. - É o formato de
-
comerciominho_16021875_310.pdf
Parte de Comércio do Minho (O)