comerciominho_13021875_309.xml
- conteúdo
-
NUMERO
309
Assigna-see
vende-se
no
escripmrio
do
editoh
e
proprietário
José
Maria
Dias
da
Costa,
rua
Nova
n.’ 3
E,
oara
onde
deve
ser
dirigida
toda»
correspondência
franca
da
porte.
—
As
assi-
gnaturas
são
pagas
adiantadas;
assim
corao
as
correspondên
cias
de
Interesse
particular.
Folha
avulso
10
rs.
PUBUCAL-flHS
ÁS
TERÇAS, QUINTAS E SABBADOS.
P
reços
: Braga, anno
1^660
rs.=Semestre
8^0
rs.^Provín
cias,
anno 2$í0O
rs
e
sendo
duas
4&000
rs.=Semestrp 1^250
rs.=/?razi/,
anno
4&4O0
rs.
—Semestre
2§300
rs.
moeda
forte.
oulO&OOO
reis
e
oâo00
reis
moeda
fraca.=Annuncios
por
linha
20
rs.,
repetição
10
rs.
Para
os
assignantes
80
°/0
d
’abatimento.
BBAftA-SABBADO
18 1>E
fevereiro
CorrespuMiieBei»
estrangeira
PARIS,
1
DE FEVEREIRO
(
Correspondência
particular
cio
<
Comer
cio
do
Minho
*
)
[Conclusão
do
n." antecedente]
Hoje
e
todos
os
dias
da
semana as
sessões
da
camara
apresentam
grande
in
teresse.
Reina
aclualmeale
grande
agitação
em
Versalhes,
porque
existe
a
intenção
de
se
volver á votação
de sabbado,
c
eu
não
sei
ainda
qual o
resultado d
’
este
fa
cto.
A
direita mode'ada,
que
alégora
tem
estado
indecisa
ácerca do
lado
para
qne
deva inclinar-se, acaha
de
ler
uma
ren
nião
para
examinar
a
linha
de
conducia
que
terá
de
seguir.
Reconhecendo de que
parle
está
a
salvação,
decidiu-se
doravan
te
a
votar
constantemente com
a extrema-
direita
e
jámais
com o
centro
direito,
como
atéqui.
Além
d
isso, está
resolvida
a
regeitar
absolutamente
as
leis
consli-
lucionaes,
que
só
poderiam
servir
á
or-
ganisação
da
republica
Certos d
’
esle
concurso,
os
nossos ami
gos
podem
coutar
agora
com uma
victo-
ria
provável.
A
commissão
encarregada
pela
Assem
bleia,
como
os
leitores
sabem, de
inda
gar
se
foi
ou
não
valida
a
eleição de M.
de
Bourgang,
continúa com
actividade
a
prescrutar
esse
negocio
e
de
dia
para dia
colhe
novos
esclarecimentos. Os
bonapar-
listas,
que
ao
começarem-se
estas
pesqui
sas,
se
mostraram
muito senhores de
si
e
disiam
com
o
cinismo
que
lhe
é
proprio,
que
nenhum
fruclo
tirariam
de
taes
inda
gações,
mal
disfarçam
agora o
medo
qne
os
opprime
Effeclivamenle,
estas
pesqui
sas
a
que
a
commissão
procede
com
tanta
actividade,
locam
de
perlo, não
só
os
bonapartistas
ao
* quaes
causarão
graves
damnos,
mas
também
ao
duque
de
Bro
glie,
se
é
verdade,
como
tudo
faz
crer,
que
o
Comité
central
booapartisla
tem
um
grande
numero
de
perfeitos
dos
depar
tamentos com
quem
se corresponde e
de
quem
recebe
informações.
O
perfeito
de
policia,
M.
Leon
Be-
nault
tem
sido
por
varias veses
ouvido
pela
commissão
de
inquérito
á
qual
tem
fornecido
importantíssimos
documentos
sobre
a
propaganda
booapartisla.
Confir
mou-se
o
boato
ácerca
d
’
urn
empréstimo
concluído pela
ex-imperalriz
e
seu
filho,
boato
este
que
linha
já
assumido
grande
vulto
em
toda
a
França.
O
qne
mais
faz
crer
na
verdade
d’
esse
boato,
é
a
immen-
sa
propaganda
dos
bonapartistas, o
gran
de
numero
d
’agentes
que
possuem,
etc.
Além
de
M.
Le®n
Renault,
foi
hontem
lambem ouvido
pela
commissão
M. Tai-
Ihand,
ministro da
justiça.
A
conferencia
esteve
um
tanto
agitada.
0
ministro,
in
terrogado
sobre
os
documentos
apreheu-
didos
e
que
já
mencionamos,
reconheceu
a
exactidão
dos
promenores,
mas
declarou
que
a
communicação
de
taes
documentos
não
linha
utilidade
alguma
para a
com
missão,
recusando
se
a
eulregal-os,.
sob
o
pretexto
de
que
não podia
deixar
de
cumprir com os
deveres
de
seu
cargo.
Esta
recusa
descontentou bastante
a
com
missão,
porque
confirma,
d
’alguna
manei
ra, as
suspeitas
de
haver
inlelligencia
en
tre
os
bonapartistas e o
ministro
da
jus
tiça.
A
commissão
tem
de
reunir-se
mais
uma
vez,
para
ouvir o
resto
do
depoimen
to
ue M.
Tailhand.
Daqui
até então
tem
o
miuistro
tempo
de
reíleclir e
de
suavi-
sar
um
pouco
a
situação
qne
a si se
pre
para
com
a
sua
recusa.
Os
bonapartistas,
em
quanto
se
debate a sua
sorte,
vão
continuando,
com
não menos
afinco,
a
sua
propaganda. —
Sabemos ajora mesmo que
’
fizeram
distribuir
pelos
departamentos
elei-
toraes
orna
fotografia,
tirada
em
Chish-
hurst,
representando
uma
especie
de
gru
po
onde
se
vê o
menino «esperança da
França»
levado
sobre
uma
especie de
cha-
rola,
com
o
joelho
em
terra,
uma das
mão» sobre
o
coração,
lendo
na
outra
uma
bandeira
tricolor
desfraldada. Esta
charola
é
levada
por
uru
ob<eiro
e
um
soldado
no
primeiro
plano,
e
por
um
bur-
guez
e
um
paizano
no
segundo.
O futu
ro
príncipe
Napoleão IV
está com
os
olhos
levantados
ao
ceo
e
com
ar
impirado.
A
vista
de
tal
fotografia
só
conseguiu ar
rancar-nos
um
sorriso
de
compaixão.
Todavia
o
que
é
tão
triste
como
in
contestável
é
qne
o
império
conserve,
ain
da,
tamanho
numero
de
partidários no
exer
cito.
Uma
carta,
que
o
marechal Canroberl
acaba
de publicar
é
uma
pro
*
a
em
abou»
d
’
esla
asserção.
Alguns
eleitores
de
Lot
ti
nham
resolvido vflerecer-lhe
uma candida
tura pelo
seu
departamento
;
o
marechal,
porém,
declina
de
si
essa caadidatnra,
co
mo
se
deduz
d’
uma
carta-manifesto
que,
a
seu
pedido, o
conde
Joachim
Mural,
de
putado
do
departamento
*
enviou
aos
elei
tores,
em que
se
lê
»>
seguinte; «Exlra-
nho
a
partidos,
mas
conservando
um
pro
fundo
respeito
pelo
império
cahido,
a
mi
nha
fé
está
nas instituições
tutelares do
seu
regimen,
e
na
expressão da
vontade
nacional.
»
N’
estas
pouca
*
palavras
reconl>ece-se
já
a
linguagem
d
’um
partidário
dedicada
ao
regimen
decahido,
e
em
que,
infeliz
mente,
o
marechal
Canroberl
exprime
os
sentimentos
d
’
um
grande
numero
de
olTi-
cie
*
de
todas
as
graduações,
pertencen
te
*
ao
exercito
fraactz,
que
em
grande
parte,
se
tem
conservado
fiel
á
dinastia
Napoleõnica
Que
se
hade
fazer
com
tae
*
opiniões?
Infelirmeote
já não
podemos
il-
ludir-mo-nos
:
a
republica
votada
ainda
ha
dois
dias, não terá
longa
vida, e
se
a
As
sembleia se
não
pronuncia em
fim
pela
monarchia.
ver-nos-hemos
em
breve
de
no
vo
cabidos
soti
o
jugo
do
império !
A febre eleitoral, nos
departamentos
em
que
no
domingo
proximo
se tem de
effectuar
as
eleições,
e
com
especialidade
oos
de
Seine-et
Oise,
loca
o
ultimo
pe
riodo.
Os republicanos
fazem
frequeoies
reu
niões
polili<as. Os
cidadãos
dedicados
á
candidatura
de
M.
Valentin
dirigem-se
ás
communas principaes de
Saiue-et-Oise.
e
fazem
fallar
o
seu
candidato
perante um
anditorio
escolhido
d
’anle-mao,
que
o
ap-
plaude
cem
confiança.
Por
varias
veze»
estas
reuniões
teem degenerado
em
rixas,
sendo
necessária
a
intervenção
do
k
com-
missario
de
policia.
Tanto em
Seine-et-
Oise,
como
nos
outros
departamentos
em
que
tem de
haver
eleição,
apparece
um
candidato bonap
>
rlisla entregando-se
a
uma
propaganda
infrene,
com
o
fim
de
anga
riar
alguns votos.
Em
toda
*
as
esquinas de
Paris
se
acham
aeluahueute
afixadas
proclamações,
em qne
estão
expostas
as
vantagens
e condi
ções
do
empreslimo
municipi.1
de
220
mi
lhões.
Os
dias
5
e
6
de
fevereiro são os
designados
para
se
subscrever.
As
obriga
ções
emitlidas são
em
numero
de
500^000
reembolsáveis a
900
francos
dentro em
75
annos
a contar
d’
esla
data,
e
produzindo
20
francos
de
juro
annual
A
laxa
de
emis
são
é
de
440 francos
pagaveis
em vários
lermos.
Cada subscriplor
terá
direito
a
lo
tes
subindo
Cada
anno
a
900$000
fran
cos, em
quatro liragens
tremensaes.
Pare
ce
que o
empreslimo
será
coberto
munas
vezes.
Muitos bispos
francezes
acabam
de
to
mar
uma
iniciativa
louvável,
e
que
é
uma
prova
de
que
a
fé
está
ainda bastante
viva
na
nossa
França.
Estes
prelados re-
Isoheram,
por
occasiào
do
jubileu,
acom
panhar
a Roma
um
grande
numero
de
pe
regrinos,
que,
ha
ires
annos,
ahi enviar»
is
nossas populações
calbolicas.
Esta
re
solução foi
acolhida
com
enthusiasmo.
—
Falleceu, na
«ua
abbadia,
Don
Goèran-
ger,
illusire
abbade
de
Solesmes
Ha
40 an
nos
que
tomou
posse
d
’
aquelle
mosteiro,
e
ha 40
annos que
ahi
reina
o
habito
benediclino,
que
a
Revolução
tanlo
se
empenhou
em
tirar-lhe.
Foi
de
Sole«mes
que
sahiu
a
lilhurgia
romana.
Don
Gtiè-
ranger
sustentou
tres
verdadeiros
comba
tes :
o
primeiro
a
lavòr
da
unidade
li-
tburgica,
o
segundo
a
pro
do
sobrenatu
ral
da
historia,
e
«o terceiro
pugno» pela
infallibilidade
do Papa.
Tres
combates, tres
victorias.
Sem
duvida
não
ignoram
os
leitores,
que
Don
Guèranger
era
o
superior
da
Congregação
de
França,
coasullor
das
san
tas Congregações
romanas
dos
Rito#
e
do
index,
couego
honorário
das
egrejas
ca-
thedraes
de
Ma«s,
Vantes e de Saini-De-
niz
de
la
Reuniou.
A
abbadia
de
Soles
mes
tem
produsiílo
uma
multidão d
’
ho-
mens
recommendaveis
tanto
pela sciencia
.como
pela
-anlidade,
entre
os
quaes
no
mearei
sómente,
S. E.
o
Cardeal
Pura,
professo de
Solesmes, e actualmeute
em
Ro
ma.
O cadaver
de
Don
Guèranger
vae
ser
embalsamado,
e os
funeraes
lerão
logar
quinta-feira
próxima.
H.
—«wr-íjirm
i
r
.
—
Ou avoengoB
historie»»» dos
Hbe-
raet».
ESTUDOS ÁCERCA DOS
FARISEUS
Hl
—Os
Fariseus
doutores
[Conliuaaçào]
Assim,
qoe
tarefa
para o
divino
Mes
tre e, mais
tarde,
para
seus
disc'pulos,
fazer
sentir
as
delicadezas
da
pureza,
da
caridade
e
da
justiça
christãs
a essa»
al
mas
nas qua<s
o
farisaismo,
unha, por
assim
dizer,
materialisado
o
sentimento
moral e
religioso !
Us
discursos
do
Evan
gelho,
os
escriptos
dos
apostolo»,
sobre
tudo
as
epistolas
de
S.
Paulo,
trazem
o
continuo
vestígio
d’
essa
lucla
contra as
ideias grosseiras
e
o
formalismo
roiineiro
que
luviam
tomado
o
logar
da
fé »iva
e
geoeio»a dos
antigos
Israelitas.
Depois
d
’
isto,
como
qualificar esses
dontoies
que
ousavam
coliocar suas frio-
leiras'acima
do ensino dos
profetas
e
da
própria
lei
escripta?
«As
palavra»
dos
sá
bios
e
dos
doutores
da lei,
diziam
elles,
são
mais
de
estimar
do
que
aquellas
do»
profetas,
ellas
são mais
preciosa»
do que a
lei
escripla, como
o
homem
o
é
em com
paração
da
mulher, como o
oleo
em com
paração
da
luz.
—
Nas
palavras
da
lei,
ba
cousas
importantes
e
outras
que
não
o
são;
mas
as
palavras
dos
Escribas
são
todas
importantes.
E
’
porque,
ó
meu
filho,
sê
mais
altenlo
em
seguir
as
lições
dos So-
ferin,
dt»s
doutores
da
lei,
do
que
aquel
las
da
lei.
—
Que
o
respeito
pelo
teu
Babbi
seja
como
o
temor de
Deos.
—
Quem
naus
gride
a
palavra
dos
Sofeiin
merece
a
mor
te.»
Os
Fariseus
não se
limitavam
ás
pa
lavras.
Nós.
havemos
já
duo
que
debaixo
dos
príncipe
*
Macchabeus elles haviam
fei
to
erigir
suas
prescripções
em
leis
de
Es
tado.
São
sabidas
as
prescripções
a
que el
les quizerain
sugeilar
o
Salvador
e
seus
discípulos
quanto
á
observância
do
sab
bado. E
’
assim
que elles se carregavam,
e
bem
mais
ainda
as outras,
de
uma
mul
tidão
de
observâncias
que
pesavam
sobre
todas
as
acções
da
vida
e
quasi
sobre
cada
um
de
seus
pa»sos
:
peso
verdadei
ramenle esmagdor,
que
suflocava
no fun
do
da
alma
todo
o
princípio
interior
;
to
da
a
vista
elevada
e
generosa.
A
applica-
çào
que
o
Salvador
lhes
fez
d’
uma
pala
vra
de
Isaias
é
de
uma
verdade
admira-
♦el
:
Populus
hic labiis
me
honoral, cor
aulem
longe
est
a me.
Ao
menos
se
os
Fariseus,
accresceatan-
do
á
lei
antiga suas
superíitações
aca
nhadas, houvessem
respeitado as
lições
veneráveis
qoe o
proprio Deus
dirigira a
seu»
paes, conlenlar-nos-iamos
de
ter
com
paixão
d’
elles
e
dos
desgraçados
qne
se
faziam
seus
discípulos.
Mas elles
não
fi
cavam
aqui.
Não receiavam
atiribuir
a
ori
gem
mais
alta ás suas tradições, fazen
do-as
remontar
até
Moysés,
que
as
teria
recolhido
da
bocca
de
Deus ao mesmo
tempo
que
o»
preceito»
da lei
escripta.
A
»erdade
é,
como
o
Sal
*
ador
muitas
vezos
lh
’o
lançou
em
rosto, que
em
muitos
pon
tos
<a
sua
tradicção
reduzia a nada
a pa
lavra
e
os
mandamentos
de
Deus».
Esles
rigoristas
ferozes,
para
quem
a
omissão
«Furna
ablução
constituía
um crime
irre
missível,
tomavam
estranhas
liberdades
a
respeite
dos
deveres
o»
mais
santos.
Elles
não
reconheciam
peccados de
desej».
Jo-
sepho,
seu
discípulo,
mofa
em
alguma
par
te
dos simplices
que
pensam que Deus
castiga
uma
falta
puramente
exterior.
O
sabio
Hillel
permittia que repudiassem
a
mulher
que
tivesse
queimado
o
assado
pa
ra
seu
marido.
Aos
tílb.os
davam-se
re
ceitas para
illudir,
debaixo
de
pretextos
de
religião,
a
obrigação
de
soccorrer
ern
caso
de
necessidade
os
paes.
Doutores
muiio
illustres
ensinavam
e
empregavam
elles
mesmos
industrias
que
dispensavam
do
respeito
ao
juramento.
E
’ contra
estas
praticas
e ouiras
simi-
Ihaotes que
o
Salvador se levantou
no
ce
lebre
sermão
sobre
a
montanha.
Elle
ahi
vinga
a
lei de Moysés.
não
mmos qne
a
lei
natural,
das
interpretações
ou
antes
das'falsificações
farisaicas.
Por
certo,
er
ros
tão graves,
juntos
a
uma
afleclaçã<>
de
rigor
hipócrita,
justificam
amplamente as
severas
palavras
que
o
Homem
Deus,
por
mais
d
’uma
occasiào,
dirigiu
aos
meslies
excessivamente
populares
.
fConlinúa)
BjÍMboa
IO tle fevereiro
/
Correspondência
particular)
Mal
pensava eu,
quando,
na
corres
pondência
de
segunda-feira,
lhe
disia
que
achava mais
perigosos
os
bailes
do
que
as
mascaras
nas
iuas
que o
auctor
das
«Cartas
Portuenses»
para
o
«Diário
de
Noticias»
confirmaria
o
que
eu
avançava.
E
a prova
é
ver
hoje o
largo
da
Boâ
Hora
que
esta
cheio
de grande
numeio
de
populares,
e
perguntem
se
o
n.°
dos
presos
é
rnenor
ou
maior,
que no
tempo
das
mascaradas
nas
ruas.
D’estas
as
mais
notáveis
eram
as
da
companhia
do
Price,
uma
parodia á
cuin-
panhia
d
Aguas, cpmposta
de
um
trem
com
bombeiros,
um
irem
com
o conta
dor
e
uma
caricatma
alusiva
á
direcçào
;
outro
trem
com
um
pote
de
barro,
e
o
Ululo
«Alvicla»,
e caricaturas alusivas
ao
mmislro do
reino,
commandante
da
guar
da
municipal,
e
policia
;
uma
mascarada
ácerca
do
frontão
municipal,
danças
de
pastores
e
guerreiros,
uma
cavalgata de
palhaços,
uma
dança
de
saloios,
e
umas
íilrrmonicas,
parodia.
A
concoriencia
era
grande
no
Chiado
e
Rocio.
íioje
começam
já
os
exercícios
reli
giosos
em
Santa
Martha.
com
via-Sacra,
sermão, e bênção do
Santo
Lenho,
e
na
Guia
sermão
e
Misevere
;
ámanhã
nos
Terceiros de
S. Francisco
do
Campo Gran
de
e
na
sexta-feiia nos
de
Jesus
Hoje
houve
bênção
da
cinza na
Sé,
Marlyres,
Sacramento,
S.
Nicolau,
Anjos
e
liigleziohos.
Este
anno
ha
festa
ao
Senhor
Jesus
dos
Passos
na
egreja
de
S. Domingos.
E
aproveitando
o
haver
hoje
poucas
novidades,
dir-vos
hei
do
folheio
a
que
ha
dias
me
referi.
i
iww
fn^
K
»a
«r>»s^xc»ci«a^x^>aãi^>a
A
Comrnissão
Central
1.”
de
Desembro
de
1649
publico»
e
distribuiu
um
folheie
sob
o
titulo
<!e
«Resposta
da
Comrnissão
Central
1.®
de
Desembro
a
alguns
subscri-
ptores
do
império
do
Brasil
para
o
mo
numento aos restauradores da
independên
cia
de
Portugal
em
1610»,
declarando
no
sob
rosto que
<o
oíTerecia
ao
juiso pu
blico
imparcial, offerece e
pede
a
Com-
rnissàn
Central
1.°
de
Desembro
de
1610,
a
leitora
altenla
d
’
estes
documentos».
Com
o
titulo
«Sobre
motivos»
declara
que
o
opusculo
serve
não
só
para
de
monstrar
com quanta
fidelidade
a
«Com-
missão
cumpre
e sabe cumprir
os
seus
deveres,
respeitar
os
seus compromissos,
e
ler
a
coragem
da
abnegação
quando
sombra
de
suspeita
pretenda
escurecer a
limpesa
de
sua vida,
tão
patente,
tão
li
sa,
e
tão
honrada
inente
patriótica
;
serve
a
provar lambem
e
principalmente, que
nenhuwia exislenéia,
quer
individual, quer
collectiva
pó
le
julgar-se
a coberto
da
sus
peita.
para
uão
(bser
da injuria».
A
questão
versa
pois
em
saber
se
a
comrnissão
andou
ou
não
conforme
aos
intuitos
dos
subscriptores
d»
Brasil,
que
podem
ler
muito
mau
gosto,
mas
que
mandarão'
10:6240308
reis
fortes,
cifra
que
os
patriotas
de cá
nunca
poderam
servir
como
melhor
se
vê
das aclas.
A
primeira
que
a
comrnissão
publica
é
a
da
sessão
extraordinária de 22
de
abril
de
1874,
na
qual
o
socio
Innoceu-
cio
apresentou
a
acta
dos
subscriptores
do
B'asil.
em
que
estes
«declaram,
que
as
deliberações
da
Sociedade
Central
l.°
de
D
is-mbro
de
1640
posteriores
ao
pacto
sanccionado
pela
acceitação
dos
donativos
entregues
ao
thesooreiio
^commendador
Fonsecà)
pelo
ex.
mo snr.
visconde
de
San
ções
Baena.
eram
ados
pelo
menos
irre-
ílectides,
senão absurdos,
praticados
por
ama
sociedade patriótica
;
quando
tal
so
ciedade
parece
pretender
desacreditar
os
litolos
de
divida
publica
consolidada
por
tuguesa, vendendo-os
para
com
seu
pro-
dueto
inaugurar
uma
qualquer
associação
reformada
em
qualquer
edifício arruina
o.
e
qoe
depois
de
recomposto,
possa
servir
amanhã,
como
de
asilo
das
virtudes
do
cidadão
portuguez,
ou
como
de
lupanar
de
todas
as
nacionalidades».
E
’
este
um
dos
períodos do
discurso
do
dr.
Mattos na
reunião
da
comrnissão
uo
Bio
de
Janeiro
em
25
de fevereiro
de
1874,
devendo
notar-se
que
a
comrnissão
foi organisada
espontaneamente,
e
a
sub
scripção
levantada
por
igual
fôrma como
se
'ê
da
acta
da
Comrnissão
Central
de
de
16
de
novembro
de
1872,
na
qual
o
socio Innocencio
leu
um trecho de
uma
carta,
que lhe enviou
do
Bio
o
snr.
Bae-
ija,
participando
ter-se
alli aberto
uma
subscripção
na
conformidade
do
prospeto
que
acompanhava
a
mesma
caria,
e
na
qual
se
conclue
pedindo que
se
dê o
li-
lulo
de
socios
honorários
ao»
4
membros
da
comrnissão
mencionados
no
prospel»,
cujo
encabeçamenlo
é:
«Subscripção
por
tuguesa
promovida pela
patriótica
Com-
tnissão
Cenlial
l.°
de
Desembro
de
1610
para
levar
a
eíleito
o
monumento
comme-
morativo
á
restauração
de Portugal
em
2640.
Encarregado
pela
mesma
comrnis-
sãocentral
no
Brasil
o
socio
effectivo
vis
conde
de
Sanches
Baena,
Domingos
Mar-
linho,
Silva
Brandão, Luiz
de
Rezende,
e
commendador
Martins».
[N
esta
sessão
a
comrnissão por
propos
ta do
socio
Torresão
louvou
e
agradeceu
o
serviço do
snr.
B»ena,
e
foram
decla
rados
socios
honorários
e
benemeritos,
votando
contra esta
determinação
o
sor.
Innocencio
por
ser
opposlo
á
lei.
Deve
porém
notar-se
que
a
ideia
da
Cora
mis
são
Central
foi
sempre
o
monumento
na
P
’
aça.
tanto
que
,
a
16
de
fevereiro
de
1872
o
socio
D.
Sancho
Manoel
de
Vi-
Ihena
propunha que
<na
abertura
da
meia
laranja,
em
frente do
portão
da
casa
dos
condes
de
Almada,
se
levantasse
um
arco
de
boa
arehiteclura
em
cujo
feixo
coroa
do
de
uma coroa real houvesse
uma
la
pide
em
que
se
lesse
—
1.°
de Desembro
de
1610
—
podendo acrescentar-se
:
A
ci
dade
de
Lisboa e
a comrnissão erigiu
esta
memória: tendo pilaslras
para
u
’
ellas
ou
nos
eutercolumnios
se
inscrever
o
nome
dos
conspiradores
e
as batalhas.
Na
sessão
de
19 de
desembro
de 1871
vê-se
que
o
snr.
Fonseca
queria
uma
la
pide
no
palacio,
e
o
snr.
Mendonça,
pre
sidente da
camara,
declarava
qoe
a
cama-
ra
não
podia
deixar
de
faser
alguma toi-
sa
em
frente do
palacio,
(o
que
fez
con
struindo
a
meia
laranja
que
hoje
alli
se
vê
com
grade
e
pilaslras)
isto
conforme
tinha
promettido
na sessão
de
19
de
se
tembro
de
1871
planeando
um
largo
ajar
dinado,
e
no centro
um
obelisco, propon
do
o
snr.
’
Andrade
e
Almeida que se
abrisse
sebscripçào
publica, havendo
até
o
snr.
thesoureiro
declarado,
que bastava
elevar-se
a
quota
a
500
reis
mensaes.
e
recehel-a
um
anno
adiantada,
o que
dava
4800000
annuaes
em
que
se
calculava
importar
o
monumento.
Oa
sessão
de
17
de
outubro de
1871
o
socio
Fonseca
declarou que como mem
bro
da
commssão
do
monumento
tencio
nava
pedir
ao
snr.
miuistr»
das
obras pu
blicas
o
«mondlitbo
de
Montes Celoros».
A
ideia
da
subscripçào
para
o
monu
mento
tornou a
reunir
por
proposta
da
comrnissão
da
creação
em
26
d
*
agosto
de
1872,
e
prtmetieíido-se no
final
d'esta,
sessão
para 31
do mez
onde
se
devia
balar
este
assumpto,
não
apparece
copia
d
’esta
acta
o
que é
para
sentir,
pois in
terrompe
a
historia.
Na
acta
de
16
de nevembro
de
1872
adiou-se
a
ideia
da lapide
e
resolveu
pe-
dir-se
a
praça dos-Remulares para
n
’
ella
se
erigir
o
monumento.
N«
acta
de
22
de
abril
de
1874,
o
socio
Jodice,
no loogo
discurso
com
re
lação
aos
papeis
do Rio
de
Janeiro,
as
severou
que
n’uma
ofiicina
de
Lisboa,
se
promptilicavam
a
fazer
o
monumento
por
4000000
reis, e n
este
discurso declarou
o
orador,
que
ninguém
linha
apresentado
a
ideia
da
compra
do
palacio,
senão
elle,
mas
que
não
podia
acceitar
a
imposição
dos subscriptores
do
Brasil,
porque de ca
da
um
dos
locaes
onde
elle se está
levan
tando,
podem vir
imposições
para
asyllos,
escolas
etc. e
que assim
nada
se
fazia,
mas
que
a
pressão
vinha
agora de
alguns
subscriptores
do
Bio,
e
propoz uma
com-
missão
de 5
membros
para formular
a
res
posta.
Na
sessão
de
27
de
abril
de
1874
leu-
se
a
communicação
do Bio,
na qual
os
signatários esperavam
«que
a
comrnissão
cumprisse
com
o
que o
snr.
Baena ern
seu
nome
lhes
linha promettido»
e
depois
de
um
discurso
do
snr. Thomaz
Ribeiro,
no
qual
este snr.
supunha
até
as
assigna-
toras
falsas, ou os
signatários mal
infor
mados,
fi»alisava
por
dizer que
as
«ques
tões
de
dinheiro saldam-se
com
dinheiro»,
mandando
para
a
meza
a
resposta
aos
subs-
criptores, na
qual
<
jíz
:
«Deu
entrada
o
incluso papel
subscriplo por
mais
que pa
recem
e
se
inculcam
d’
alguns
de
‘ós»
e
depois
de
lazer
diversas rtllexões
sobre
estes
dois
ponios,
diz:
«Se
porém contra
os
nossos
desejos
e
esperanças,
contra os
preceitos
mais
tnviaes
da
justiça
e
até
da
uibanidade,
que
se
deve
a
todos,
dita-les
e
assignasles
essa
injuria,
de
molu
pro-
prio,
e
conscientes
do
que
fazieis»
:
man-
dae
receber
com
procuração
em
regra
o
di
nheiro
cem
que
subscrevestes,
e
os
juros
que
houver
tencidus.
Depois
houve
discussão
sobre,
se
os
membros
da
comrnissão
de
vigilância,
no
meados
pelos
subscriptores
do
Bi»,
acei
taram
ou
não o encargo,
e
o
snr.
Mello
e
Faro,
declarou
qoe
se a comrnissão
apro
vasse
o
averbamento
das
inscripções
para
o
monumento
o’
urna
praça
publica,
elle
não
aceitava
o
cargo,
no
caso
contrario
vigiaria.
Depois
os
subscriptores no
oflicio
ao
ministro
do
reino,
pediam que
a commis-
são
de
vigilância,
presidida
p<
lo
delegado
do
governo
fosse
quem
liscalisa-se
o
em
prego
do
dinheiro,
independente
da
com-
missão central.
Agora,
porém,
depois
de
se
dizer
aos
subscripioros
: «Mandae receber
o
dinheiio
e
juros» apparecem
noticias
soltas
nos
jor-
naes
dizendo-se
qoe
o
thesoureiro
apre
sentará
um saldo
de 34 coutos, e
que
a
comrnissão
resolvera
pedir
a
praça
dos
Romulares
para
levantar
o
monumento.
Parece-me
que
a
comrnissão
visto
«pedir
o
juiso
imparcial
do
publico»,
não
póde
auctorisar
o
emprego de
laes
fundos,
por
que
pódem
os
subsCripiores
mandal-os re
ceber
como
lhe
foi
duo
pela
comrnissão
Creio,
pois,
que
a
comrnissão
não
dispo
rá
dos
20
contos
em
inscripções,
que
dis-
*-e
aos
subscriptores
do
Rio,
que «mandas
sem
receber,
isto
com
dignidade
e
com
o
pondonor
que
apresenta
nos
motives onde
bem
esperava que
a
lapide collocada
ao
uivei
das
ruas,
seria
respeitada
;
demais
quem
não
faz
caso
do
tamanho
do
monu
mento,
pois
que
contentes
ficavam
de
o
ver
levantado,
embora
os
palacios
de
Nera
e
as lhermas
de
Tito
fossem
maiores
que
a Gruta
de
Belem,
e
as
cabanas
de
Na-
sareth,
erro
hislorico
que
mostra
•
illus-
trado
relator
ter
pouco
lido
sobre
a
Pa
lestina.
Era
uma
cidade
ainda
que
peq«ena,
e
que
segund»
o
eslillo
d
’aquelles
povos,
as
construcçôes
não
são
cabanas,
o
que
me
lhor
póde ver
o
laureado
escriptor
na
«Pe
regrinação» de
fr.
João
de
Jesus
Christo,
no
«henerario
’
de Chateaubriand,
nas
«Viagens»
de
Dumas,
nas
«Orientaes»
de
Lamartine,
e
até
nas
«Origens
da
lingsa
Smylhica
•
de
Benan.
Não admira
que
a
comrnissão
queira
com
o rendimento
das
inscripções
levantar
o
monumento,
da
mesma
maneira
que
o
sea
relator
assevera
terem
no
palacio
do
conde
de
Almada
entrado
os
filhos
de
D.
Philippa
de Vilhena,
quando
qualquer
ho
mem
do
povo
«abe
que
estes
mancebos
foram
armados por
sua
mãe
em
sua
casa
e
uão
fizeram
parle
-
da
conspiração,
netn
assistiram
a
nenhuma
das
sessões.
O
ponto
culminante
«la
questão
é
—
queria
ou
não
queria
a
comrnissão
levan
tar
o
monumento
na
praça,
ou
queria
com
prar
o palacio?
Houve
ou
uão
houve
dis
cussão
ácerca
do
averbamento
das
inscrip-
ções
?
Se
o
governo
tivesse
ordenado
um
in-
queri
o,
como
pediu
o
«Diário
de
Avisos»
aos
actos
da
comrnissão
sem
exepinar
uma
só
acia,
talvez
acha-se
uma,
onde
mais
de
um
socio
fallou
que
o
averboment
*
das
inscripções
fosse
á
ordem
da
comrnissão,
e
onde
bem
alio
se
declarou
que
o
ver
dadeiro
monumento
era
a
compra do
pa
■
lacio
;
d
’
aqui
nasceu
a
«ospeila
«los
subs
criptores do
Rio.
visto
«que
la
se
lho
linha
peiido
para
um
monumento
na
Pi aça
!»
Não
perguntamos
ao
snr.
ministro
do
reino
a
resolução
que
tomou
depois
da
informação «pie
a
comrnissão
deu
as
per
guntas-
do
governador
civil.
Não
exigimos
que nos
diga
a
razão
porque
as
inscripções
estão
ainda
era
po
der
do
thesoureiro,
quando
deviam
estar
já
á
ordem do
governo
para
terem
o
des
tino que
os
subscriptores
ordenassem
e
como
elles
bem
alto
declararam
quando
numearam
a
comrnissão
de
vigilância
; só
sentimos
que
a
comrnissão,
pareça
’
pelas
noticias
soltas,
ler
em
vista
levantar
o
monumento
aproveitando
o
donativo dos
homens
que
lhe
mandavam a lyrannia por
que
queriam
só o
comprimento
da
pala
vra
qns
se
lhe tinha
dado,
e
que
não
obstante
as
«questões
de
dinheiro
salda
rem-se
com
dinheir®»,
a
comrnissão
não
conservando
as
inscripções
em
seu
poder
e
o
que
é
mais,
parecendo
querer
dar-
lhe
applic«ção
que
no nosso
entender
o
não
póJe
já
fazer.
Os
horneos
imparciaes, e a
imprensa
desapaixonada,
que
avalie
o
aclo,
que
me
rece
ser
avaliado,
eu
que
li
o
folheto,
e
que
acho que
a
comrnissão fez
bem
em
dar
resposta
ao
publico,
parece-me
egual-
meute
que
os
que
promoveram
a
subscrip-
ção
se
devam
explicar,
porque
aqui
ha
um
escuro
que
conviria analisar
e
bem
Faço
justiça
a
todos,
e
não
duvido de
ne
nhuma
sorte
da
dignidade,
bom
senso
e
her.radez de
cada
um
dos
membros
da
comrnissão,
mas
que
n
esta
questão
ha
pelo
menos,
birra,
em
não
celerem
e
confessarem,
que
quem
pede tem
que
se
sujeitar a
qu
*
in
da.
REVISTA
ESTRANGEIRA
Lê-se
na
«Voix de
la
Patrie»
:
UI
ti «na
hora
«De
Barcelona
nos
communicam
as
se
guintes
noticias.
Damoi-as
com
reserva,
compr^mettendo-nos, no
caso
de serem
cerlas,
como
julgamos,
a
dar
uo
nosso
seguinte
numero
os
pormenores
:
«Em
Vinar»z
houve
um
encontro
san
guinolento;
ainda
se
ignerai»
os
pormeno
res.
«Em
Paredes
(Tarragona)
uma
colum-
na,
composta do
batalhão
fixo
de
Ceuta,
carabineitos,
rondas,
duas peças e 25
ca-
vallos, foi
completamenle
derrotada
pehs
forças que
commanda o
general
Tristany.
«O
general
Dorregaray
bateu
a
colum-
na
Quesada
;
no dia
seguinte
continuou
a
perseguil-a,
alcançando
a
parte
de
Cuen-
ca,
onde
a
destroçou
completamente.»
Bayona
3
de
fevereiro.
«A
colomna
aílonsisla,
commandada
por
Quesada,
foi
completamente
derrotada
por
Dorregaray,
tendo
consideráveis
perdas em
mortos
e
feridos.
Os
carlistas
fizeram
cen-
lo
e
cincoenla
prisioneiros,
tomaram
duas
peças
e
duzentos
cavallos.
• O
valente chefe
dc
exercito
do
Centro,
cuja
dedicação
ao
Bei
e
á
monarchia
tra-
diccional
lem
tantas
vezes
sido
calumnia-
da,
marcha
sobre
Cuenca.»
Da
«Voix
de
la
Patrie»
transcrevemos
o
seguinte
documento
oíTicial:
Deus,
Palria
e
Bei.
—
Exercito
Real
da
Catalunha.
E.
M.
G.
Exercito
Real
da
Catalunha.
—
Primeira
divisão.
E.
M.
Ex.
mo
snr.
«Sabendo
que a
columna
Esleban,
em
numero de
3
500
homens,
6
peças
de
ar-
lilheria
e
100
cavallos, linha saído de Ge-
rona e
tomava
a
direcção
de
Santa
Colo-
ma,
onds
me
achava
acantonado,
mandei
locar
marcha,
no
dia
12
ás
11
horas da
manhã,
com
intenção de
lhe
sair
ao
en
contro
;
mas
posteriormente
soube
que
as
avançadas
se
achavam sobre
a
povoação,
e
determinei
esperal-a
nas
posições sobre
o
caminho
de
Ainer
e
immediações
;
efle-
ctivamente,
com
o
fogo
já
nas
primeiras
casas
da
estrada,
distribui
coovenieniemen
se
as
forças
em
toda
a
linha,
deixando
al
guma
deniro
da
villa
que
se
bateu
heroi
camente
em
retirada,,
com
o
exclusivo
ob-
jecto
de
se
attrahir
para
os
nossos
para
peitos
e
batel-os-heí
;
dito
efeito:
na
sua
saida,
foram
complelamenle
rechassados
;
dando
excedentes
cargas
de
baioneta duas
companhias
do
l.°
de
Gerona
;
começa
ram
os
inimigos
a
empregar
a
soa
arti-
Iheria,
mas
vendo-se
esta
comprorn
ttida
tiveram que
a
retirar;
e,
a não o
faze
rem
tão
depressa,
teria
cahido
em
nosso
poder
;
o
brigadeiro
Anguel n
’
esta
opera
ção
teve
um
tacto e
valor
adm.iraveis,
b-m
como
os
coronéis
Aymami, D.
Ramon, Vi
la,
os chefes
dos
batalhões 3.°
e
4.®
de
Gerona,
2.°
de
Barcelona,
e
o
meu
che
fe
de
E.
M.
que
tomou
o
enramando
de
parte
das
forças.
«A
acção
durou
cinco
horas;
ás
qua
tro e meia da
tarde, o
fogo
do
imimigo
tinha
complelamenle
cessado,
e
as
suas
tropas tinham retirado para detraz
das
fortificações
da
villa. Betiramo-nos
para
um
ponto
mu'to
proximo,
afim
de
poder
soccorrer
a
*
nessa?
tropas
«pie
tinham
acan
tonado
e»»tre
Sellera
e
Anglés, e
observar
os
movimentos
do
inimigo,
para
operar
se
gundo
elles.
No
dia
immediaio
pela
ma
nhã
sube,
pelas
minhas
espias,
que
E'-
teban
e
as
suas
forças
tinham
saído
em
silencio,
dirigindo-se
a
marchas
forçadas
para Gerona,
levando
tomsigo
40
carros
e
duas
carruagens
cem
feridos,
e
um
ou
tro
em
que
levavavam
os
cadaveres
de
um
coronel
e
tres
chefes
que
deviam
en
terrar
em
Gerona,
e
que
na
villa
tinham
deixado
45 monos. Pela
nossa
parte
te
mos
a
deplorar a perda
de
15
voluntários,
contando-se
no
numero d
’estes
os capitães
Soliva
e
Pay,
gra«emente
feridos.
<0
inimigo
perdeu 200
homens, e
dei
xou
em
ooss»
poder
50
armas
Remin-
gtou.
Foi
uma
acção
brilhante
e
victorio-
sa
para
as
nossas armas. Todos
rivalisa-
ram
em
bravura: chefes,
officiaes, im-dicos
e capellães
;
não
posso
exceptuar
um
«Não livrmos
necessidade de
lazer
uso
da
nossa
arlilheria.
«E
’
o
qoe
lenho
a
honra
de
levar
ao
conhecimente
de V.
E.
pedindo-lhe
con
ceda
as
recompensa?
que lhe
parecerem
merecidas.
Deus
Guarde
a
V.
E.
muitos
annos.
«Quartel General
de
la
Sallera,
20
de
janeiro de
1875.
<0
general
em
chefe
—
Savalls.—
Com-
mandanle
general
da
Catalunha.
O
coronel
chefe
de E.
M.
interino,
Joaquim
Vivés.
*
—
Da
correspondência
da
«Palavra»:
«Parece
averiguado
que
está
franco o
caminho
de
Pamplona
e
que
é
um
facto
a entrada
do
comboio
na
dita
praça.
Contra
toda
a
especlaliva'
não
houve
propriamente
uma
batalha
geral
para
con
seguir
este
resultado,
mas
uma serie
de
combates
parciaes
entre
os
quaes
se
dis
tingue
como
mais
renhido
o que
se
feriu
no
m»nte
Equinza,
onde
é
indubitável
que
correu
algum perigo
o
novo
rei,
em
con
sequência
das
terríveis
cargas
á
baioneta
dos
carlistas
oavarros,
que
em
mais de
uma
occasião
transpozeram
a linha
de
seus
contrários.
Uma
prova
de
que
»s
carlistas
apenas
se
retiraram,
é
o
continuarem
em
sua
li
nha
d
’
Estella
em
ar
de
desafio,
sem
que
por
emquanto
julgassem
conveniente
re-
tirar-se
sobre
as
Amezcoas
que
leem nas
suas costas e
que é
a
sua
terrível
e
pou
co
menos
que
inexpugnável
cidadela.»
Telegrammas de origem affonsisla
Londres
8.—
Os
carlistas
reclamam
para
si
as
viclorias
na
Guipnzcoa,
e
acrescentara
que Loma está encurralado em
San
Se-
bastian.
Disraeli
disse
na
camara
do»
commuos,
que
se
a
paz
da
Europa
não tem
sido
alterada,
julga
isso
devido
aos
esforços
da
Inglaterra em
a
conservar.
Madrid
9.
—
A
«Gazeta»
publica
um
de
creto
sobre
incompatibilidades.
Traça
o
Hioerario
do
re^re^so do rei
:
cbegeu
hon-
tem á
tarde
a
Tdfalla,
hoje
parte
para Lo-
gronho,
estando
no
dia
10
em
Burgos.
H
em
V;;||adolid,
12
em
Avila,
entrando
em
Madrid
no
dia 13
á
tarde.
Diz
que
4:000
carlistas,
ajudados
pelos
partidários
que
tinham
na
povoação,
entraram
traiçoeira
mente
em
Daroca,
surprehendendo
a
co-
lumna Sancho, composta
de
210
homens,
os
quaes se
defenderam
heroicamente
até
que
o
commandanle
cabiu
ferido,
obrigan
do-os
a
falta de
chefe
a
retirar
par»
Ca-
latayud,
perdendo
5
mortos
e
3
feridos
;
os
carli'la
*
evacuaram
Daroca,
deixando
nas
ruas
17
mortos
e
II
feridos.
A
bri
gada
Oviedo
apossou-se
da
povoaçãe de
Usurbil.
Diz-se
que
foi
acceita a
demissão
de
Concha;
sub^tituil-e-ha
Balmaseda.
ASSfôHIAÇ.l® CATHOLICA.
Por
parle da Junta
Director»
da
As
sociação
Catholica
d’
esta
cidade
se
faz pu
blico
que serão
admitlidos
graluilaniente
na
Escola
da
Associação
até
vinte
aium-
nos,
filhos
de
paes
pobres,
embora
irão
sejam
socios.
Os
que
quizerem
este
beneficio
para
seus filhos
requeiram
quanto
antes
com
alteslado do
respectivo
paroch®.
O
secretario,
João
Anlonio
Velloso.
GAZETILHA
I^uaperenne.—
Expõe-se
ámanhã
na
real
capella
da
Mizericordia.
Catheque»e.—
Começa
ámanhã,
pe
las
3
horas
da
tarde,
na
egreja
do Car
mo,
a
cathequese
ás
creanças,
promovida
pela
Associação
Catholica.
Conferencia.
—
tem
ámanhã
logar
pe
las
7
horas
da
tarde
a
primeira
das
con
ferencias
na
ca>a
da
Associiçào
Catholica.
Lauspereiine
na tZenlaa.—
O
Laus-
perenne
que
as
religiosas
da Penha
cos
tumavam
Dzer, é
este
anno
feito
a
ex
pendas
d’
alguns
devotos.
Fiilleeiinento,
—
FJieceu
no
dia
8,
em
Lisboa,
a
exc.
IB
*
snr.
a
D.
Maria
da
Graça
Lobo
da
Silveira,
condessa
de
S.
Marimbo.
Totn.vmos
parle
na
dor
que
aflige a
no
bre
familia
S.
Martiftho, e
pedimos
aos
leitores
um
P.
N.
pelo
eterno
oescanço
da
virtuosíssima
finada.
43
«Apostolo»
dâario.
—
No
princi
pio
de janeiro
d’
eslc
anno
começou
•<
pu
blicar-se
diariamente,
no
Bio
de
Janeiro,
O
«Apostolo», propugnador
indefesso
da
Religião do
Calvario.
Sentimos a
alma
trasbordar
de
jubilo
sempre
que
abrimos este
magnifico
jornal,
e
admiramos
o
inexcedivel
denodo
com
que
o
alhlela
gigante
do
Nov«
Mundo
de
fende
a
mais
santa das
cansas.
Humildes
correligionários, felicitamos
os
nossos
respeitáveis
collegas,
e
fazemos
votos
ao
céo
pela
conservação
de
tão
be
neméritos
lidadores.
Loucura
ou
toleima.—
Lê-se
n
’
u-
ma•
folha
d
’Aveiro
:
Pessoa
de
toda a
respeitabilidade con-
tou-nos o
seguinte
facto.
Morreu
ha
dias,
n
’uma
das freguezias
da
cidade,
uma
me
nina, maior
de
13 annos.
O
pae
queria
que
ella
fosse
enterrada como
anjo,
e
pa
ra
isso
foi
enlender-se
com
o
seu
paro-
cho.
Este
disse-lhe,
que
isso
não
podia
ser; que
a
fallecida
não
linha
edade
pa
ra
ser
considerada assim
; que
devia
ha
ver
signaes
e
demonstração
de
sentimento;
que
era
isto o
que entendia e aconselha
va. O
homem,
porém,
nào
concordou còtn
a
opinião
lilusuada
e
recta
do
seu
digo»
pastor, e
resolveu
fazer o
enterro
da filha
com
demonstrações
de
alegria
que
deixa
ram
maravilhados
os que
leem
conhecimen
to
do
successo.
Depois
de
amortalhada,
mandou que
uma
filarmónica
tocasse
no
acompanhamen
to, dando-se
o
pie
ao
trabalho
de
ir
atraz
do
enterro,
com
a
chave
do
caixão
ao
pescoço,
e
lançan
lo
foguetes até
ao
cemi-
lei
io
.
’
A
arjnada brasileira» —
A
armada
brasileira
compõe
se
actualmenle
dos
se
guintes
navios
:
Couraçados
: Brazil,
9
peças;
Colombo,
8;
Cabral,
6;
Barroso,
6;
Tainandttré,
6;
Mariz
e
Barros,
4;
Herval,
4
; Lima
Barros,
4;
Silvado,
4
;
Bahia
2.
Monitores :
Rio
Grande.
Alagoas,
Piau-
hy,
Ceará,
Pará,
Santa Catharina,
tendo
cada
um
1
p<ça.
Navios
de
madeira’a vapor : fragata
Ama
zonas,
7
peças
;
corvetas:
Niclheroy,
26;
Vilal
de
Oliveira,
13;
Paraense,
4;
Re
cife,
4;
Magé,
2;
Trajano, 3; Ivahy,
2;
Ipiranga.
2.
Canhoneiras:
Araguay,
7
peças;
Mea-
rim,
6
;
Belmonte, 6
; Araguary, 3
;
Ta-
mandahy,
2;
Vilal
de
Negreiros, 1
;
Phi-
lippe
Camarao,
1
;
Henrique
Dias,
2;
Fer
nandes
Vieira,
1
;
Lindoya,
1
Vapores
de
rod^s
:
Silveira,
3
peças;
Gieenhalgh. 2;
Henrique
Martins,
2;
La-
mego,
2;
Anlonio
João,
2;
Corumbá,
2;
Taquary,
2;
Onze de
Junho,
2;
Chuy.
1
;
Braconnol,
1
;
Cachoeira,
1
;
Apa,
1
;
Jaguar
ão, 1
Bombardeiras:
Forte de Coimbra,
1
pa-
ça
;
Paulo
Affonso.
1.
Transportes:
Madeira,
Purús,
Vassi-
mon.
Leopoldina,
Werneck.
Bonifácio,
Vis
conde
de
Inhaúma, Marcilio
Dias.
Navios
de
véla
:
corveta
Bahiantr,
bri
gue-barca
Ilamaracá,
12
peças;
patacho
Iguassú,
4;
brigue-escuna
Tonelero,
3
;
hiate
Rio
de
Contas, 2.
Total
: 63
vasos
com
196
canhões.
Possue
o
governo
imperial,
além
des
tes
navios,
mais
cinco
em
construcção
bastante
adiantada,
que são
:
na
Europa,
monitores
Javary
e
Solimões,
e
fragata
couraçada Independencia,
e
no
arsenal
da
corte,
fragata
couraça
a
Sele
de
Setembr
o,
corveta
Parahyba
e
uma
canhoneira.
Cá
v>
lá...—
Certos
joruaes
maçonicos,
e
outros
descaradamente
anli-catholicos
e
ímpios
(que
tudo
vai
o
mesmo)
fazem
por
ahi
grandes
elogios
a
certos
aspiran
tes
a
bispos.
Preferíamos
que
esses
senhores
«as
pirantes»
e
seus
padrinhos
fizessem
uma
abjuração
franca
e
solemne
da
«Maçonaria»
j
que
pertencem e
de
certos
e
pernicio
síssimos
erros que
teem
propagado
;
ou,
pelo menos,
que
se
calassem.
Desejam
que
sejamos
mais
explícitos?
Pois
continuem,
que
talvez...
—
(
*
Cor-
reio
da
Tarde»),
Suhseripção.
—
Na
casa
Havaoeza,
largo
do
Barão
de
S.
Martinho,
está
aber
ta
uma
subscripção
a
favor
da
infeliz
viu
va
e
filhos
de
Bodngo
da
Costa
Leite,
cujo
fdllecimento
noticiamos
no passa
do
n.°
Imploramos
o
concurso
das
almas
ca
ridosas,
para
a
realísaçào
de
tão grato
pensamento.
comi
ER CIO
B
olsa
de
B
raga
i0 de
fevereiro
de
\875
lifTeclutido
Banco
de
Villa
Real
34£800.
Dito
dito
33$400.
Banco
do
Douro
66$800.
Em
11
de
fevereiro de
1875
EíTectuado
Banco
Mercantil
de Braga,
35000.
Banco de
Guimarães
4$í00.
Banco
de
Villa
Real
345750.
Banco
do Douro
675000.
•
O director
Anlonio
Teixeira
Barbosa.
SAÚDE
Ã
TODOS
sem
medicina,
pur
gantes
nem
despezas
com
o
uso
da delicio
sa
farinha
de
saúde,
KEVALESCIERE
DU BARRY
de
Londres.
91 anno»
«Tinvariavel sueeesao
2
Saude a lodos pela
deliciosa
Reva
lesciére
Du
B
arry
,
que
cura
as
indiges
tões
(dispepzia)
gastrica,
gaslralgia,
fleg-
ma,
arrotos,
amargor
na
bocca,
pituitas,
nauseas,
vomilos,
irritações
iolestinaes,
diarréa,
desenteiia,
cólicas,
tosse,
asthma,
feita
de
respiração,
opressão,
congestões,
mal
aos nervos,
diabethe,
debilidade,
to
das
as
desordens
no
peito,
na
garganta,
do
alilo,
das
bonchites,
da
bexiga,
do
fí
gado,
dos rins, dos
intestinos,
da muco
sas,
do
cerebro
e
do
sangue.
75.000
cu
ra,
entre
as
quaes
contam-se
a
de
de
S.
S.
o
Papa,
do
duque
de
Pluskow,
da
ex.raa
snr.a
marqueza
de
Breban, dos
dos
dou
tores
Manoel
Saenz
de
Cejada
da
Univer
sidade de
Cordova,
etc.
etc.
Certificado
do
celebre
dr.
Rudolph
Wur-
zer
:
Bonn,
19
de
Julho
de
1854.
Esta
ligeira
e
agradavel
farinha
é
o
melhor
absorvente
;
ao
mesmo
tempo
nu
tritiva
e restaurante
substilue
admiravel
mente
toda
a
medicação
em
muitas
doen
ças.
E’
de
grande
utilidade,
sobre
tudo
nas
renitências
habituaes
do
ventre,
liem
como
nas
diarrheas,
alfecções
nos
rins,
e
na
bexiga,
na
pedra,
irritações,
inflam-
mações,
e
caimbras
da
uretra,
dos
rins
e
bexiga,
nos apertos e
bemorroides
bem
co
mo
nas enfermidades pulmonares, branchi-
tes, na
tosse
e
consumpção.
Tenho
a
con
vicção
que a
Revalesciére
du
Barry
tem
a
propriedade
preciosa
de
curar
as
mo
léstias
hecticas.
Dr.
Rud. Wurzer
membro
de
muitas sociedades
scienliíicas.
Seis vezes
mais nutritiva
do
que
a
car
ne
sem
esquentar,
economisa
cincoenta
vezes
o
seu
preço e:n
remedios.
—
Preços
fixos da
venda
por miudo
em
toda
a
pe
nínsula
:
Em
caixas
de
folha
de
lata,
de
*/
4
kilo,
500
;
de1
^
kilo
800
rs
;
de
um
kilo, l$49ê
reis;
de
2
’
/2
kilos,
3$200
reis;
de 6 ki
los,
6$400
reis,
e
de
12
kilos,
12
’
5000
reis.
Os
biscoitos
da Revalesciére que se
po
dem comer
a
qualquer hora, vendem-se
em
caixas
a
800
e
1^400
reis.
O
melhor chocolate
para
a saúde
é
a
ReTaleseíère cE&ooe5ata«8a;
ella
res-
litue
o
appeitite,
digestão,
somno,
energia
as
carnes
duras
ás
pessoas,
e ás creanças
e
mais
fracas,
e sustenta
dez
vezes
mais
que
a
carne,
e
que
o
chocolate
ordinário,
sem
esquentar.
Em paus,
ou
cm
pó
em
caixas
de
folha
de
latadelO
chavenas,
500 reis
;
de
24
chave-
uas,
820
reis; de
48
chavenas,
l$40í)
;
de
120
chavenas,
3$200
reis,
ou 25
reis
cada
chavena.
BARnT
BV
2SAKRY A C.a
-Pla-
ce
Vendòme, 26,
Pariz;
77
Regent-Slreet
Londres;
Valverde,
1,
Madrid.
Os
pharmaceulicos,
droguistas,
mer-
cieiros,
etc.,
das
províncias
devem diri
gir
os
seus pedidos
ao
deposito
Central
;
snr.
Serzedello
à
C.
a
Largo do
Corpo
Santo
16,
Lisbua»,
(por
grosso
e
miudo)
;
Carlos
Barreio,
rua
do Loielo,
28;
Bar
rai
&
Irmãos,
rua
Aurea,
12. aborto,
J.
de
Sousa
Ferreira
Irmão, rua da
Ba
nharia
77
;
de
Sequeira ;
J.
Pinto
;
Desí-
ré Bahir
;
Coimbra,
V.
Botelho
de
Vas-
concellos
;
Aveia
*
»,
F.
E.
da
Luz e
Costa,
pbarrn.
;
Uureelh»»,
Ramos,
pharm.;
Braga,
Pharmacia
Maia,
sua
dos
Chãos,
Pipa
&
Irmão,
rua
do
Souto,
Domingo»
J.
V.
Machado, praça
Municipal.
Figueira,
Anlonio
Vieira,
pliarxi.
;
Guimarães.
A.
J.
Pereira
Martins,
pharm.
;
Pen»-
flei,
Miranda,
pharm. ;
Ponte
do Lima.
A.
J. Rodrigues
Barbosa,
pharm.
;
Po
voa do Varzim,
P.
Machado
de
Oli
veira,
pharma.
;
Vianna
do CastelSo,
Aflonsõ
e
Barros,
droguistas;
Villa
d»
Conde,
A.
L.
Maia
Torres,
pharm.
AGRADECIMENTOS
João
de
Sou'3 Guimarães, mulher
e
fi
lhos,
immensamente
penhorados
para
com
todas
as
pessoas
seculares
e ecclesiasticos
que
se
dignaram
assistir
ao
oílicio
fúne
bre
que
no dia
2<)
de
janeiro
ultimo
se
celebrou
na
egreja
dos
Terceiros
d’
esla
cida ie
pela
alma de
sua
sempre
chorada
filha
Maria
José
da
Conceição
Soares,
e
bem
assim
a
acompanhal-a
á ultima
mo
rada,
veem
por
este meio
agradecer-lhe
protestando
a
lodos infinda
gratidão.
ANNUNCIOS
Arremalaçào
de
bens
immobiUa-
rios
Pelo
juizo
de
direito
desta
cidade
e
comarca
de
Braga,
pelo
cartorio
do
escri
vão
de
segundo
olficio João
Marcos
d"A-
raujo
Ribeiro,
precedendo
os pregões da
lei.
e
e^lillo,
no
ultimo
domingo
que
se
onde
contar
vinte oito
do
corrente
mez
de fevereiro,
por
10
horas
da
manhã,
no
tribunal
judiciário
do
mesmo
juizo,
que
é
ao
largo
de
Santo
Agostinho,
se
tem
de
proceder n’
arremalação
judicial d
’
oma
mo
rada
de
casas terrea
da
vi»enda,
com
sa
la
e
cosinha,
e de fronte
cortes
de
ga
do,
quinteiro,
terra
de despejos,
eira
de
casco
e coberto delia,
cobertão,
forno
de
cozer louça,
poço
d’agua
potável e
junto
terra
de
lavradio
com arvores
de
vinho e
de
mais
fructos, latas
e
mais
terra de
matto
e
pinheiros,
tudo cercado
sobre
si
por
paredes e
valos,
com
entrada
por
dons
portaes,
um
ao
poente
e
outro
ao
sul:
de
natureza
livre
e
aulldial,
situado
no
lo
gar
da
Torre,
freguezia
de
S
Romão
da
Ucha,
comarca
de
Barcellos,
avaliado o
dito
prédio
de
casas,
e
mais
pertenças,
na
quantia de 3965000
reis,
penhorado
a
José
Joaquim
Mendes
e
mulhér,
do
dito
logar
e
freguezia,
na
execução
hipotheca-
ria
que
lhes
movem
o
juiz
e
mais
mesarios
da
irmandade
de
Nossa
Senhora
de Gua-
dalupe
d
’esla
cidade.
O
solicitador,
x
(2288)
João Baptisla
Pereira
da
Silva.
No
largo
de
S.
Miguel
o-Anjo,
n.°
7,
leccionam-se
as
seguintes
disciplinas :
Desenho
(curso
completo).
Arithmetiea
e
Geometria.
Philosophia
(corso
completo).
Preço de
cada
disciplina,
800
reis.
Para
tractar
das
8
ás
10
horas
da
manhã.
fflaoO
José Anlonio de
Sousa Leite
Carneiro,
faz
publico,
que
o
seu carro
que
tinha
d’
esta
cidade
á
Ponte
do
Porto
ás
7
horas
da manhã,
desde
o
dia
16
em
diante
.fica
suspensa,
continuando
com
um
só
carro,
todos
os
dias
saindo
da
Ponte
do
Porto,
ás
7
horas
da
manhã,
chegando
a
esta
cidade
ás
9,
e
d
’esta
para
a
Ponte
do
Por
to ás
3
da tarde,
chegando
alli ás 5.
Braga
12
de
fevereiro
de
1875.
(2289)
Vende-se
uma morada
de
casas
d°'
S
a,1
'
*
ares' na r,,íl
de
Sa-
pateiros,
proximo
á
rua
Nova, de
signadas
pelo
n.°
12,
com
frente para o
largo da
Porta Nova,
para
onde tem
o
n
0
9,
com
uma
sacada
rasgada no
segun
do andar,
muito
soalhosa;
vende-se
jua-
lamenie
uma
outra
no
largo
da
Porta
No
va,
com
o
n.°
8.
Quem
as
pertender
fal-
le na
primeira
(2290)
NOVIDADE
44,
l&ua
«lo
Souto, 44
Campos
&
Almeida,
acabam
de
rece
ber
grande
sortido
de
chapéus
de
feltro
e
seda,
«ultima
moda»,
<la
acreditada
fa
brica
dos
snrs.
Maia
e
Silva,
do
Porto,
que
vendem pelos
preços
da
fabrica.
Também
se
fabricam
e
consertam
cha
péus
de
lod?s
as
qualidades.
(2272)
NOVA
FUNDIÇÃO
DL
r
EURO
DE
Anlonio Germano Ferreiriíaha
NA
Travessa
de
S.
João
Aonde
faz
toda '
a
obra,
assim
como
bombas, conçollas,
columnas
para gaz,
pe-
zos
novos,
panellas
á
ingleza
de todos
os
tamanhos,
canos
para
agoas
e
gaz,
e
toda
a
obra
de fundição, como grad
*
-s
para
sacadas,
obra
de metal,
sinos
e
outros
ob-
jectos
de
igual teor etc., pelos
preços
do
Porto.
■BB
AEUGAM-SE
Os
altos
da
casa
n.
22,
na
rua do
Campo,
em
Braga,
com
excellentes
com-
raodos
para
uma
numerosa
famalia.
Quem
a pertender,
dirija
se
á
mesma.
(2286)
Deposito
de
vinhos, vindos de
Monsão
Rua
d’Infla« casa n.° 40
BRAGA
Quem
qoizer
comprar
vinho
da
colhei
ta
passada,
vindo
de
Monsão e armazenado
n
’aquella roa
e
casa
acima mencionada,
queira
dirigir-se
ao
proprietário
do
estabe
lecimento
do
Castello,
junto
á
capella de
Nossa
Senhora
de
Guadalupe,
onde
tam
bém
os
consumidores
o
acharão
a
reta
lho.
A
soa qualidade é
garantida
por
mui
tos
particulares
d’
esta
cidade,
que
d
’
alli,
o
tem
mandado vir
para
consumo
de sua
casa.
(2285)
Bi MIM
•
A
direcção
annuncia que
desde
o
dia
10 do
corrente e
a
continuar
em
todas
as
segundas,
quartas
e
sextas
feiras,
das
10
horas
da
manhã
ás
2
da
tarde,
se
pa
ga
o
dividendo
de 1$200
reis
por
acção,
correspondente
ao
primeiro
dividendo
d
’
es-
te
banco,
na
Covilhã.
Casa
do
Banco.
Porto,
snr. Vieira
A
Leão.
Lisboa,
»
Custodio
&
Silva.
Braga,
>
João
Manoel
da
Silva
Gui
marães.
(2281)
Covilhã.
3 de
fevereiro
de
1875.
■•SC
Paquetes
.
28
de
Fevereiro
.
13
de
Março
.
29
de
>
de
13
toca
em
S.
MINHO
.
BOYNE
.
T1BER.
.
0 paquete
Montevideu
e
Buenos-Ayres.
0
paquete
de
29
toca
em
S.
nos-Ayres.
a
sair
de
Lisboa
:
|
DOURO . .
13
de
Abril
|
MONDEGO .
29
de
»
|
NÊVA
.
.
13
de
Maio
Vicente,
Pernambuco,
Bahia,
Rio
de
Vicente,
Rio
de
Janeiro,
Montevideu
Oa preço» são muito rasoaveit
Janeiro,
e Bue-
Esta companhia
para
maior
vantagem, resolveu
ter a
bordo
de
todos
os
seus
vapores,
criados
e
cosinheiros
porluguezes
para
servirem os
passageiros
de
todas as
classes,
cujo
tratamento
se
torna
hoje o melhor possível.
Cada
passageiro
de
3.
a
classe
tem
grátis,
belixe com
colchão
e
roupa de
cama,
vinho
e comida
á
portu-
gueza,
tudo
em
abundancia.
0
transporte
do
caminho
de
ferro
até
Lisboa
é
por
conta da
companhia
bem
como outras
despezas.
Para
mais
esclarecimentos
prestam-se
em casa
do
agente
n’esta
cidade, rua
do
Souto n.°
43.
—
Em
Braga.
João
Manoel
da
Silva
Guimarães.
MEDALHA
DE
HONRA
FERRUGINOSO,
CLARO
E
TRIGUEIRO
DE CHEVHIER
Cavalleiro
de Legião de Honra,
O/õcia f
do
Medjidiê e Commendador da
ordem
d'lzabel
a
Calholica.
O
oleo de Chevrier
deve
0 seu aroma
i
subtancias balsaniicaa que
ain<!>
aigmentâo
a»
sua» propriedades
tfa'-r«
p^uticas
ao mesmo tempo que o
tornâ^
^radavel
ae
tomar-ae.
I
0
f^enhor Chavrirr completou a
su
*
lexcuberta associando o lodureto
de
ferro
I
m
seu oleo de
flgado de
Bacalhau.
Este
Iwleo de
fly^d» de
bacalhau ferru
i^inose
np^sue todas as
propriedades
do
>;eo
e
dò terro, é
de
fácil
digestão
e
troa causa
prisão do ventre
Todas
a»
celebridades
medicas o pre
ferem
ás
outras
preparações
ferrugino
sas».
Convém em
todo# os
casos em
que
'■
emprega
o ferro
:
Tísica pulmonar.
Dronchites,
Baehitlsmo, Escrófulas,
Empigens, Gota,
Rheumatismo, Dys-
pepsia,
Convaleeencias demoradas r
Fraqueza de eonstltuiç&o.
dbhositobm
paris
: Pharm.
CHEVRlEa.
21,
Faubourg Monlmarlre.
No
Porto ;
phHrmari» Alban» praça ile
D.
Pedro, 96 rtn Linbo
*
:
phaimacia Oli
veira,
rua
dos Relrozeiro».40
(776)
DO ALTO DOTOO
COROGRAFIA
PORTUGUEZA
E
DESCBIPÇÃO TOPOGRÁFICA
Do famoso
reino
de
Portugal,
com
as noti
cias
das
fundações
das cidades,
villas
e to
gares
que contém,
varões
illustres, Genea
logias
das
/amilias
nobres,
fundações
de
conventos,
cathalogos
dos bispos,
antigui
dades,
maravilhas
da
natureza,
edifícios,
e
outras
curiosas
observações
Autor
o
P.e Antonio
Carvalho da
Costa
Nova
edição
copiada
fielmente
da
anti
ga,
mas
ampliada
com
um
index
alfabético
de
todas
as
fregoezias
com
a
declaração
dos
nomes
e
Oragos,
que acloalmenie
lem,
nu
mero
de
fogos,
dioceses
e
concelhos a que
pertencem,
e
correios
respeclivos,
o
que
a
torna
mais
preferirei.
Vende-se
em
Braga,
na
rua Nova
n.°
5,
em
casa
de
Manoel
Joaquim
de
Castro
Loureiro.
Preço
(tres
volumes)
l$500
reis.
Para os
snrs. livreiros,
tem
abatimento.
ATTEf^ÇAÍ?
A
Nova
Empreza
de Trens,
annuncia
>o
publico
que
desde
o
dia
30
de No
vembro
proximo
passado,
o
snr. Manoel
José
Ribeiro
Braga,
do
largo do Barão
de
S.
Martinho,
deixou de
ser
agente
das
suas
carreiras
do
Porto,
Arcos, Monsão
e
Egreja
Nova, sahindo todas
da
sua
casa
no
largo
de
S.
Francisco
n.°
2,
jun-
cto
aos
Terceiros.
Braga
1
de
Dezembro
de
1874.
0
gerente,
(2174)
Eduardo
Pacheco.
METAES
VELHOS
G
a r
r
e
ir
a
semanal
A’s quartas
feiras
COMPAMJIIA DE
NOVfiGACÃO
A
VAPOR
DO PACIFICO
Rio
de
Janeiro, Montevideu,
Buenos-Ayres,
Valparaiso,
A
rica,
Islay
e
Callao
CARREIRA
QUINZENAL PARA PERNAMBUCO E
BAHIA
A
Companhia
reduziu
os preços,
conservando
as
mesmas
vantagens
como
até
aqui tem
oíferecido
aos snrs.
passageiros
:
excellentes
eommodoa, bom tra
tamento,
bastante
espaço
para bagagens
e viagens rapinas,
pois
que
OS
Paquetes
do
Pacifico
tem
gasto
SÓmente
13
dias
de Eisboa ao Rio de
Janeiro.
Preços
das
passagens
incluindo o caminho
de ferro
do
P
rio
para
Lisboa
Crianças
dos
passageiros
3/ CLASSE
2/ CAMARA
1/ CAMARA
Pernambuco...................................................
Bahia
.............................................................
Bio
de
Janeiro..............................................
Montevideo e
Buenos-Ayres.........................
Valparaiso,
Àrica,
Islay
4
Callao
....
40&000
40&000
45&000
51^000
126^000
81&000
9ÓÃ000
90&000
90^000
189^000
108^000
117^000
121&500
157&500
308^500
Até
aos
12
aunos
meia
passagem.
A'é
aos
8
annos a
quarta
parte.
Até
aos
3
annos
grátis,
uma
só de
cada
familia.
Todas
as
terças feiras
sahirá
de Lisboa
um
paquete,
os
passageiros de
3.
*
classe
teem
beliche
com
colchão e
roupa,
comida
a
portugueza
em
abundancia
e
vinho
duas
vezes
por
dia
AGENTES
EM
BRAGA
—Almeida
&
Pereria.
Trata a passagem a
pagará
vista e
a
prazo
com
fiança.
Na
travessa
de
S.
João n.° 5, com
pra-se
toda a
qualidade
de
metaes,
e
ferro
velho
até
mesmo
fundido.
(860)
Collegio
da
Regeneração
N
’
este collegio
e
casa
d
’abrigo,
situa
do
na
rua
dos
Pelames,
faz-se
toda
a
qualidade
de
cuslura,
obra
branca
e
"de
côr,
cosida
á
machioa
e sem
o
ser.
Q.iem
pertender
póde
ali
dirigir-se
que
encontrará
pessoa
competente que
se
en
carrega
das
encommendas
qoe
piomelte
bem
servir—
o
que
além
de
ser
uma
cari
dade,
os
preços
serão
commodos.
1
1
1
José
Cardoso
de
Carvalho,
vende
ou
ri
me
lodos
os foros, sensos,
e
pensões
que
recebe
nas comarcas
de
Villa
Verde,
Bar-
cellos,
e
Braga.
Trala-se
em
Ponte do
Lima
com
o
snr.
Manoel
Gomes
Cardoso e
em
Braga
com
o
snr.
Antonio
José
Gonçalves
Nogueira, rua
do
Souto.
(2226)
Paramentos
para
egreja
Acham-se
para
vender
na
rua
do
Sou
to,
d
’
esla
cidade,
casa
n.° 41
de
Manoel
José
Vieira
da
Rocha,
os
paramentos
se
guintes :
Paramento
quasi
novo,
de
seda
de
ma
tizes
de ouro,
com
galões
e
franjas
do
mesmo,
constando
de
casula
duas dalma-
licas,
com
suas
estolas
e
manipules,
véo
de
hombio,
bolsa
dos
corporaes, véo
de
calix
e
does
panos
d
’
esianle,
louvados
em
130$000
reis.
GBAA
d
E
DÍUJOVIIRO
íWLGlJítZ
ou
THESOURO
DA LÍNGUA
PORTUGUEZA
PELO
!>«
*.
Frei Comiaagos Wieira
«
Publicação
feita
sobre
o
manuscripto
original,
inleiramenle
revisto
e
considera
velmente
augipenlado.
A
’
venda
a
caderneta
127
(Ter-Todo).
A
obra
estará
concluída
em
Março.
1.°
vol.
A-B............................
4$500
2.o
»
C-D
............................
4^500
3.
o
>
E-L............................
5$5()0
4.
»
>
M-P............................
4$OtlO
5.
°
»
Q-Z............................
4$000
Preço
da
assignalura
.
.
22$500
Ainda
se
recebem assignaturas
até Março.
Na
livraria <lo
editor Eriíewto
Chardrou,
no
Porto,
e
nas
principaes
livrarias
do
reino.
DA
CASA
OE
VIIil.A POUCA
RUÁ DO SOUTO N.°
15
BRAGA.
Acaba de
ser
sortido
este
armazém
com
as
seguintes
qualidades
de
vinhos
engarrafados
e
aquartilhados
:
ENGARRAFADOS
Vinho
tinto
de
meza.
.
.
150
»
>
>
. .
190
»
Lagrima
....
.
. 200
»
Branco
de
meza.
.
.
210
» tinto
de
meza
fino.
.
.
270
»
de
prova
secca.
. .
300
o
Malvasia
de
2/.
.
.
360
>
> velho.
.
.
400
»
Bastardo.......................
.
.
500
»
.Moscatel.......................
.
.
500
»
Malvasia
.......................
.
.
500
»
Roncão
.....
.
.
700
» Alvaralhão
....
. .
560
»
Velho
de
1854.
.
.
.
.
600
A
RETALHADO
Vinho para
meza
50
e
80, o
quar-
cilho
tinto
e
120
o
branco.
Responde-se
e
garante-se
a
pureza e
boa
qualidade
de
lodos
estes
vinhos,
po
dendo todo
e qualquer consumidor
man
dai-o
experimentar por
meio
de
qualquer
processo
chymico.
N
”
estes
preços
nãa
fica
incluído
o
valor
da garrafa
que
o
comprador
apre
sentará on
pagará
50
reis
por
cada
uma.
ALMEIDA
& PEREIRA
Largo
do
Barão
de
S.
Martinho n.°
18
Compram
e
vendem
acções
de
lodos
os bancos
e
companhias,
e
inscripções
ifassentamento
e coupons.
(I)
AGCÔES
«y
João
Manoel
da
Silva
Guima
rães.
—
Rua
do
Souto
n.°
43.
Compra
e
vende
Acções
de
todos
os
Bancos e
Companhias,
Inscripções
de
As
sentamento
e
coupons.
(581)
Paquetes
para o Brazil
Recebem-se
pas
sageiros
para
se
guirem
viagem
nos
mesmos
com
a
fa
culdade
de
paga*
em
as
suas
passagens nos
portos
do seu
destino.
Trata-se
com
Soares
e
Irmãos,
no
lar
go
do
Correio
n.°
117, defronte da
fonte
dos Ferros
Velhos, no
Porto.
(633)
braga
:
typograpiiia
lusitana — 1875. - É o formato de
-
comerciominho_13021875_309.pdf
Parte de Comércio do Minho (O)