comerciominho_11021875_308.xml
- conteúdo
-
3.
’ ANNO
1875
FOLHA COMMERCIAL RELIGIOSA E NOTICIOSA
NUMERO
308
Assigna-see vende-se
no
escrip
.orio
do
editor
e
proprietário
José
Maria
Dias
da
Costa,
rua
Nova
n.°
3
E,
oara
onde
deve
ser
dirigida
toda
i
correspondência
franca
da
porte.
=
As
assi-
gnaturas
são
pagas
adiantadas
;
assim
coino as
correspondea-
cias
de
Interesse
particular.
Folha
avulso
10
rs.
E
*
U1S
BC.MC2
ÁS
TERÇAS, QUINTAS E SABBADOS.
i
P
reços
: Braga,
annol$666
rs.=Semestre
850
rs.=Protun-
cias, anno 2&4Ó0 rs
e sendo
doas
4&000 rs.=Seniestre
1<&250
rs.=»/?r«zi/,
anno
4^406
rs.—
Semestre
2&300
rs.
moeda
forte,
ou
10^000
reis
e
5&560
reis
moeda
fraca.=Ànnuncios
pnr linha
26
rs.,
repetição
10
rs.
Para
os
assignantes
10 °/0
d
’abatimen!o.
BRAGA-QinTVEEIRl
11 »E
FEVEREIR
*
Correspondeu»
*
»
entraugeira
PARIS, 1
DE FEVEREIRO
(Correspondência
particular
do
iCemtner-
oio
do-Minhoi).
Na
semana
passada
eslava eu
em vés
peras de
lhes
annunciar
a
ascenção de
Henrique
V
ao
throno de
seus
paes. Ti-
nha-se,
com
efleito,
produzido
um
gran
de
reviramento
nos espíritos
em
favor da
monarchia,
e
tudo
fazia
premer
que a
As
sembleia ia
em
lim
decidir-se
a tomar
*
s-
ta
solução,
a
unica
realisavel.
Ja
até se
anuunciava
a
presença
de
M. o conde de
Chambord
ena
Versalhes,
e
estes
boatos
que
persistiam
com
uma
tenacidade
sin
gular,
eram
abraçados
com
confiança
pela
população
parisiense.
A
verdade,
porém,
é
que
Henrique
V
não
deixou
ainda Frohsdorff,
e
nem
ao
menos
sonha
n
’e
*
le
momento ein publi
car
um
novo
rnaoiíest®, como perlendem
os
jornaes.
Esla
facilidade
cem
que em
todos
os
nossos dias
de
crise
apparece
o
nome
de
M.
o
conde
de
Chambord,
prova
qoe,
se
a
monarchia
não
está
ainda feita,
o
rei
está já
em
todos os
espíritos.
'lodo
o
mundo,
como
acima digo, es
perava a
proclamação
da
monarchia,
mas
este
feliz
momento
foi
mais
uma
vez
es
paçado,
e
a
Assembleia
deu-nos
mais
uma
prova
da sua
inconstaacia.
Na
sexta-feira
linha
ella
regeitado
a
republica
por uma
maioria
de
23
votos,
e
no sabbado era
Votada
por
maioria
de um
voto.
Felizmente
esta votação
não é
definiti
va.
Náo
passamos
ainda da segunda deli
beração
das
leis
cõnstilucionaa».
e
a
dis
cussão
do
projeclu
de
lei
está
longe
de
ser
terminado.
A
maioria
é, pois,
d
um
só
voio
a
favor
da
republica
;
mas deve
no
tar-se
que,
se
acabamos
esta
sc-mana
sob
o
regime republicano,
não
proclamado,
mas
reconhecido,
póde
muilo
bem
ser
que a
próxima
serwana
nos
traga
outras formas
de
governo.
A
Bolsa
mesmo
não
parece
muilo
im
pressionada
por
estas
evoluções
fantásticas
da
Assembleia, e
póde
accrescenlar-se
que
o
paiz assi-te
com
uma
impassibilidade
pasmosa
a
estes
reviramentos
de
maioria
parlamentar
que
só
logram contristar
os
animo#
e accenluar
as
dissidências.
Os
legitimislas
não
desanimam,
e
es
tão dispostos
a
apresentar
d
’
um
para
ou
tro
momento uma emenda
pedindo
a
pro
clamação
da
monarchia.
Ha
muito
tempo
que
é
questão uma
emenda
de
M. de
Bi-
dacd,
formulada
de tal
sorte
que
res
”
erva o
seplennado
e
póde
ser
votada
lauto
pelos
partidários
da
batdeira
tricolor
como
pelos
legitimislas
puros.
Ella estabelece, em
substancia,
que,
expirados os
poderes
de
Mac-Malmn.
o
governo
de diieilo da Fran
ça
será
a
monarchia.
Nenhuma
rasào
teriam
os
orleanislas
de
a
regeitarem, se
não
receiassem,
vo
tando-a,
entregar o
throno
ao
conde
de
Chambord.
E
’ claro
que»
elles
preferem
sacrificara
monarchia
aos
preconceitos
que
leem
contra
o
representante
da
legitimi
dade.
O
fundo
de
tudo
isso
é
que elles
não
querem
senão
um
rei
liberal
com
uma
monarchia
parlamentar.
A
commissão
dos
Trinta,
encarregada
de
examinar
esla
proposta,
recusou
ac-
ceital-a,
e esta
recusa
é pura
e
simples-
nuote
um
voto
pessoal contra
o
conde
de
Chambord,
mas
que,
embora
de
mau
agoi
ro,
nada
decide.
M.
Thiers,
o
ex-presídeole da
republi
ca,
deve
estar
hoje
muito satisfeito,
por
que
é
a
elle
que
nós
devemos
este
cahos
completo
que
se
nota na
política dos
nossos
governantes.
A
confusão reina
por
toda
a
parle,
e
o
desfallecimento
gaaha
os
mais
sãos
espíritos.
E’
muito
duvidoso
todavia
que
a
republica
recolha
os
fructo
*
de
todos
os
exforços e
intrigas
feitas
em
seu
favor,
e é
mui
provável
qoe não
tor
nemos
a ver nem Thiers nem Gambetta
na
caueira
da
presidência.
As
esperanças
dos realistas
sã®
gran
des,
mas pergonta-se
se as
intriga
*
booa-
parlistas
não
serão
mais
poderosa»,
e
se
o
império
se
não aproveitará
da
eonfusã®
aetual.
Oxalá
eu
me
engane,
mas
esla
in
quietação
afllige
tanta
gente
que
bem
pó
le
ser
qoe
não
seja
vasi»
de
fundameil®.
Eis
ao
que nos
leem
coudusido,
ha
4
aunos,
áquelles
que
jactando-se
dt
hábeis
e
sábios
não
leem feil®
servir
a
sua scien-
cia
e
perspicácia
para
conjurar a
queda
da
França
I
Preoccupa
muito
n’
este
m®«ienlo
o
nosso
publico
a
intenção
allribuida
ao
aetual
presidente
da
republica
no
caso
de
serem
regeiladas
as
leis
côostitucionae».
Nã»
sei
até
que
ponto
são
exactos estes
rumores,
mas
é
certo
que
alguma
coisa
ha.
Diz-se
lambem
que
o
marechal
fará
um
appello
ao povo, dep®i» da
regeição
d
’
es
*
as
leis.
O
que
é
certo
é
que
ha
alguns
dias
Mac-Mahon
tern
sido
muito
solieilado,
tanto por
deputados
como
por
generaes,
afim
de
conservar
o
poder
a®
menos
até
ás
eleições
geraes
que
teriam
logar
e<n
seguida
á
dissolução
da
Assembleia,
zpie
por
lodos
os
partidos
é
considerada
ine
vitável.
afim
de
p®der
usar
do
direito
de
dissolução
—direito
que
todas as
Iracções
da
antiga
maioria
estão
dispostas
a
attri-
buir-lhe
—no
caso
em
que
a
*
eleições
g
u
-
raes
produsissem
uma
camara
na
maior
parle
republicana,
provocando
depois
d
’
is-
so
um
plebiscito
sobre
a
questão
do
go
verno
’
definitivo.
Se
a
volaçã®
que
então
se
effeclivar
não
fôr feita
sob
a
pressão
governamental,
ver-se-ha
qaal
o
verdadei
ro
desejo
do
paiz.
//.
(Concltie
no
proximo
n.’^
Os
avoengo®
históricos dos
libe
raes.
ESTUDOS
ÁCERCA DOS FARISEUS
[Continuação]
111
—
Os
Fariseus
doutores
Deve-se
bem
reconhecer
qoe
o
ensino
farisaico
encerrava
alguns ricos
elementos.
Elle
tem
a
gloria
de
haver
defendido
con
tra
os
Sadduceus
os
grandes
dogmas
da
immortalidade
da
alma, da
ordem
sobre
natural
e
da
Providencia,
das recompen
’
sas
e dos
castigos
d
’
uma
outra
vida,
com
a
resurreição
dos corpos.
Não
nes
esque
çamos
cointodo
de
que
a
Escriptura
se
havia
exprimido d’um
modo
explicito -o-
hre
lodos
estes
pontos
O
espirito
de par
tido
tinha lambem
alguma
parle
no
zêlo
que os
Fariseus
empregavam
em
susten
tai-os.
S.
Paulo
não
o
ignorava, quan
do,
na
assembleia dos
sacerdotes
em
Je
rusalém,
elle
invocava sua
qualidade
dr
discípulo
e
filho
de
Fariseu.
Não
lhe
foi
necessário
mais
para estabelecer
a
divisão
entre
seu
*
juizes e ganhar
para
a
sua
cau
sa
áquelles
que
não
eram
Sadduceus.
O-
Fariseus
não
acharam
mais
nada
a
ar
guir-lhe
e
começaram
até
a
crer
que, pen
sando
como
elles,
elle
podia
haver
rece
bido
algumas
communicações
sobrenaturaes.
Reconh
içamos
ain
la
entre
os pontos
que
fazem
honra
a
esla
seita, sna
orgauisaçào
fort'e
e
poderosa. A
subordinação
rigoro
sa
dos
discípulos
aos
mestres,
o
respeito
qtiasi
religioso
pelos
anciãos,
(inalmente
até
a
afeição
que
regulava
as
relações
do
*
indivíduos
entre
si, tudo isto apresenta
um
especlaculo
verdadeiiamente
notável;
e
a
ta
posição, não
se
deve
deixal-o
ahi até
#o
dia
seguinte?»
Entre
as
praticas
ás
quaes
os
douto
res
judeus
ligavam
mais
importância,
eram
ablições
repelidas.
Segundo
orna senten
ça
do
Thalmud,
«aquelle
que estima
pou
co
a
ahluçã®
das
mãos,
merece
ser
extir
pado da
face
da
terra.»
Elles
não
se con
tentavam
com
estas
lavagens
quanto
a elles
mesmos,
elles
as
tornavam
extensiva# a
tudo
o
que
deviam
tocar.
Assim
o*
Sad
duceus
diziam
com malignidade:
«Os
Fa
riseus
acabarão por
queier purificar o sol.»
E
’
possível,
com
efleito,
que
o
sol
lhes
não
parecesse
bastante
puro,
por isso
que
tocava
com
seus
raios
os
peccadorcs
e
os
pagãos:
quanto
a
elles, se
tivessem
a des
graça
de
encontrar
com
o
pano
do seu
manto
um
pobre
homem
do
povo,
se
apres
sariam
a
lavar-se
dos
pés
até
á
cabeça.
Elles
nã®
sabiam
até
d’
esses
práticos
meramente
exteriores
elevar-se a
um pen
samento
mais
alto. A
ideia
de
uma
san
tificação
da
alma,
de
uma
especie
de re
novação
espiritual
produzida pela acção
di
vina
debaixo
da
condição
d
’
um
rito
sen
sível,
lhes era geralmeote
estranha. A
maior
parte estavam
no
mesmo
pomo
que
Nicodemos,
fazendo
a
nspeiio
de
baptis-
mo
de
Jesus
a
objecção
singella
que
lo
do
o
mundo
sabe e
qoe
lhe
altrahiu
a
apostrofe
bem
merecida
:
«Tu
é
*
doutor
em
Israel e
ignoras
estas
cousas
?»
reunião
de
tantas
forças
vivas
podia
tor
nar-se o
principio
dos
resultados
os mai'
fecundo
*
.
Accrescentae esse
espirito
tra
dicional
que forma
um
dos caracteres
pró
prios
do
farisaismo
e
ao
qual
não
faltou
Senão
ser
bem
dirigido.
Uma
palavra
d'es-
ses
antigas
doutores, cujos nomes
perma
neciam
gra«ados
uos
fasl®s
da eschola,
bastava
para
cortar
todas
as
controvér
sias.
Assim,
na
questão
agiladissinaa
da
immolação
do
cordeiro
paschal
no
dia do
sabbado,
Hillel linha
em
vão
esgotado a
força
dos
raciocínios.
Mas
qua®do
elle
de
clarou
que
tinha
sua
opinião
dos
celebres
mestres
Schimaiah
e
Abtah®
’
»,
logo a
as
sembleia
ioda se
resdeu a seu parecer,
e,
no
arrebitamento
de
sua
admiração
e de
seu
reconhecimento,
ella
o
elegeu imwie-
dirttamente por
se®
chefe.
Nós
devemos
a
este
tradicionalisino
de
cidido
muitas
lições
solidas e
praticas,
que
não
eram
indignas
de serem conservadas.
«Todo
aquelle
que se
appropria
das
pala
vras
da
lei,
dizia
Hillel,
adquire
a
vida
dos séculos
futuro
*
.
Quem uão ganha
em
doutrina,
perde;
quem
nada
aprende,
me
rece
a
morte,
e
quem
cultiva
a lei
por
amor
do
ganho,
este
perecerá.
—
Que
lua
casa
sirva
de
logar de
reunião
aos
sá
bios,
dizia
o
Fariseu
Jwezer,
cobre
ie
com o
pó
de
seus
pés
e
bebe
seus
discursos
com
avidez.»
Coml®da
Sche-
maiah
não receiou protestar
contra
uma
estima
desmedida
do
rabbinismo
:
«Aruae
o
trabalho rias
mãos,
exclamava
elle,
e
odiae
o
rabbinismo.» Um
dos
doutores mais
antigos,
Sitnào
o
Justo,
dizia
ainda me
lhor:
«Ha
tres
cousa#
sobre
as
quaes re
pousa
o
mundo: a
lei.
o
culto
divino
e
o
exercicio
da
misericórdia.»
Hillel
incul
cava
a
um
pagão, como
o
restituo
da
lei,
este
axioma
tão
profunda
mente
moral
e
chislào:
«O
que não
queres
para
li,
não
o
faças
aos
outros.
—
Sê
dos
discípulos
de
Aarâo.
dizia
elle
também,
de
Aarão
que
procurava
a
paz,
am^va
os
homens
e
os
conduzia
á
lei!»
—
«Falia
pouco,
dizia
Scbammai,
faz
muito
e acolhe
todos os
homens com
modo
amigavel».
Muitas sen
tenças
fiiisaicas
recommendam
a
justiça
e
a
equidade
nos
juizos
a
respeito dos
Sad
duceus.
Acha-se até
entre
elhs
esta
lição
admiravel:
«Colloca-le dv lado dos opprt-
mídos
e
não
dos
oppressores,
escuta
as
palavtas
de
insulto
e nao respondas
a el-
las, faz todas
as
causas
por amor
para
com
Deus
e regosija-te
com
os
sollrimeu-
tos.
»
Cil<
mos
uma
ultima
sentença,
uma
das
mais
bella
*
cenameute:
«Todo
o
homem
no qual
se
acharem
estas tres
cousas,
um
olhar
benevolente,
um
espirito
humilde,
uma
alma
sem
altiv<z,
faz
parle
dos dis
cípulos
de
Abranham,
nosso
pae.»
Mas
eaganar-nos-iamos
gravemenle,
se
quizes
*
emos
julgar
os
Fariseu»
segundo
es
tas miximas e algumas
outras
similhan-
les,
que
elles
mesmo»
»e
leem
comprazi
do
em contradizer
muilo
fiequentemenle.
Não
são
ellas
mais
que
alguns
giàu>
de
metal
puro,
enterrados no
meio
d
uma li
ga
grosseira
de
elucidações
eslereis *
obre
uma
infinidade
de
obsei
vancias
putamenle
exteriores.
Raras
vezes
um
grande
pensamento
pre
sidia
ao
ensino
de
mestres
tã®
gabados.
E
’ mister haver
aberto
os
livros
que
nos
leem
conservado
as
lições
e
a
*
conferen
cias
d
’
esses antigos
Padres,
para
fazer
ideia
do
individual
abuso
qUe
elles faziam
de
sua sciencia e
de
seus
talentos.
Não
»e
acreditaria
os
contos
ridículo
*
e
inde
centes
que
encenam
e»ses
entretenimen
tos
de
homens
graves,
e
muitos
dos
quaes
leem
deixado
fama
de
santidad®.
A
maior
parte
das
questões
que elles
discutem
sao
pelo
menos
pueris.
Eis aqui
uma
«las
mais
serias:
«
E
’
licito
tirar
no
dia
de
sabbado
um
menino
ou
um
animai
que
cahissem
a
um
poço
?
Sendo
possível
sustentar-lhe
a
cabeça
fora
da
agua
e
alimental-o n’
es-
(
Continua)
—
1
iii
------
Ijiwb<»a 8
«le
fevereiro
[
Correspondência
particular
J
Reina
o
carnaval
*
mas passariam
os
brinquedos
sem
nota de pimpões,
se
hoo-
lem,
em
Alcaulara, um
dos
ducados
pelos
Bonanças e
quejandos
da
Internac.onul,
que
alli
se
lem
propagado,
não
lançasse
o
logo
a
um
pobre
mascara
que
se
di
vertia
a
si e
aos
outros,
euveigamlo
uma
bioça
ou
capote
de
palha.
O
pobre
mas
carado
f»i
recolhido
ao
hospital
todo
quei
mado.
Em quanto
ao
selvagem
petroleiro,
esse
a
policia
ainda
não
o
viu,
até
boje,
embora
alli
ledos o
conheçam
;
mas
se
’
algum jesuíta
por
alli
pagasse
n
’
aquella
occasião,
que
azado
não
era
para
o
laser
passar
como
criminoso?
Os
bailes
de
mascaras
multiplicam-se,
e
eu
não sei
se
são
mai»
perigo»®
*
que
o
ovo e
a
laranjada
;
pelo
menos
é
ca
minho,
e
lacil,
para
muita
gente
perder
a
reputação.
Chegaram
noticias
de
Macau.
Tomou
posse
do
governo
o
snr.
lobo
d
.Avih,
e
já
sahio
para
a
Europa
o
visconde
de
S.
Januario.
Continuam
a
reparar-se
es
tragos
do
tufão.
Na
Índia
as correrias
do»
salteadires
tornam-se
fereses.
Organisou-
*
e
uma
ron
da
volante
de
80
praças
sob
o
cominan
do
de
um
oílicial
para
os
bater.
São
as
bellesas da» reformas
dos
Javmes,
e
ou
tras poetas.
De
Angola
marcham
as
foiças
para
o
Duque
de
Bragança,
tendo-se
sugeitado
diversos
»obas e entregado
armamento,
e
arlilheria;
queixam-se, porém,
muito
de
um
capitão
de
companhia
movei
que os
tem roubado.
E
’
confirmação
do
que
lhe
disse, qoe
a
maior
parle da
guerra
com
o
gentio
é
devida
ás
ladroeiras
que
lhes
fasem
os
analfabetos
e
grosseirões
que
para
lá
lhe
uíandam.
E»pera-se.
que
seja
presente
á
camara
o
codigo
criminal
militar,
o de
processo
militar,
o
disciplinar
e
bem
assim o de
processo
civil.
Tem estado
iucommodado
com
tosse
convulsa
o
príncipe
D
Carlos
*
E»lá no
Alfeiíe
cora
sua
mãe
a
»nr.
a
D.
Maria
Pia.
Homem
foi
visilal-o
seu
augusto
pae,
|e
seu
irmão
D.
Allonso.
Julgo
que
já
----
;y
—
-
—
«^^s^ggsyg^t
-|
,„■,,
■
—
ahi
saberão
qoe
se
organisou
um
banco
em
Chaves
c
m
o
capital
de
àOO
contos,
em
acções
de
50$000 reis.
Aqui
os
mestres
de
obras,
e
outros
indivíduos
tratam
de
construir
uma
com
panhia
para
edificações.
O
c»pilal
será
de
2:00)
contos
dividido em
acções de
48^'JOO
reis.
E
’
com
o
fim
de
construir
por
sga
conta,
e
depois
vender
o
que
tiver
edi
ficado.
Piojecta
edificar
aos
bairros,
e
só
depois
de
ter
2
ou 3
é
que
tratará
de
ver
se
entia
na
glande
obra
da
demoli
ção
do
bairro
de
Allama.
O
typo
da
edi
ficação,
s-gundo
o
accordo
que
houve
en
tre
os
iniciadores,
para
o
que
já
tiveram
uma
3
ou
4
reuniões,
é
as
edificações
francesas
de
Malhouse
Oxalá
que
o
pro-
jecto
vá
por
diante.
Também
sei
que
a
Ordem
Terceira
de
S.
Francisco
do
Campo
Grande,
apro
veitando-se
da
desamortisação
que
a
obri
garam
a
liser
dos
prédios
que
possue,
intenta
com
os 16
ou
18
contos
de
in-
sciipções
com
que
fica,
estabelecer
com
subscriplores
da
Ordem
e
estranhos
’
a
ella,
urh
Banco
de
Credno
Agrícola
para
o
concelho
dos
Olivaes.
E
«ma
boa
ideia,
qne
Deus
permitia se
possa
levar
a
eíleito
e
com
o
qual
muito hade lucrar
a
pro
priedade
do
concelho.
A
questão de
Bragança,
segundo
an-
nnncia
o
correspondente
do
«Jornal
do
Pori<»>,
vae
tomar
fase
bisrnarkina.
O snr.
Barjona
julgo
qne vae
ordenar
a
prisão
do
vigário
capitular
para
sustentar
as
pre-
rogaliuas
d.t
coroa,
isto sem
haver
lei
nenhuma
a
respeito
da
insinuação
dos
vi-
gari
‘S capitulares;
de
modo
que
n
’
estes
tempo
*
de
liberdade,
não
é
necessário'l«i.
Como
explicará
o
snr.
Barjona
o
prin
cipio
di
Carta
:
ninguém é
obrigado
a
fa-
ssr
senão
o
que
a
lei
manda
que se
fsça?
Assim
esperae
ahi
um
dia
receberdes
a
noticia
de
que
o
vigário
capitular
en
trou
na
cadeia
de
Bragança.
E
o
parecer
do
procurador
da
coróa
a
este
respeito?
Fullarei
d’
isso
ámanhã.
WETA
ESTBASGEI1A
Da
correspondência
de
Madrid
para
a
«
Pala ra»:
Ainda
qoe
para
êxitos
definitivos as
perdas
mateiiaes,
se se
equilibram
em
proporção
do
numero
de
combatentes,
não
são
de grande
monta,
bom
é
que diga
o
que
até
agora
se
préteode saber.
Os
car-
iislas
sustentam
que
até
ante-hontem
o
exeicito
liberal
contava umas
5:000
baixas
e
que
as
suas
eram insignificantes,
e
os
adversários
afiirmam o
contrario;
porém
os
dados
mais
seguro»
permitem
indicar
que
ifaquella
daia
eram
umas
3:000 as
bai
xas
dos
lib.raes,
nào
chegando a
1:000
as
dos
carlistas,
cousa
qoe
se
explica
sabendo
que
estes
defendem
posições
en
trincheiradas
de
que
é
necessário
fazel-os
rei
irar,
marchando para
cilas a
corpo
des
ço
b
rio no
instante
supremo.
O
que
lodos
admiram,
e
honra
a
pre
visão
e
o
talento
militar dos
generaes
carlistas
é
que
as
forças
de
sua
direeção,
abandonando
muitos
pontos
e concentran-
do-se
sobre
o
seu
verdadeiro
centro,
o
te
nham
feito sempre em
ordem
sem
deixar
atraz.
de
si
nrm
prisioneiros,
nem arti-
Iheria,
nem
petrechos
de
nenhuma
classe.
Pretendem
por
ultimo
os
carlistas
(Tes
ta
capital
que os movimentos
de
sens
ami
gos
e
a
sua
concentração
obedecem a
pia
□os
e»trategicos
que
terão
em
definitivo
o
mesmo
exilo
que os
de
Monle-Mnrus,
mas
concedendo que
haja
exaclidao
sobre
o
mérito,
que
ninguém
nega,
d
’aquellas
ma
nobras
militares,
comprehender se-ha
bem
que
é
impossível
fazer
presagios
seguros
sobre
o
termo
de
tão complicadas
opera
ções.
Quanto
ao
Centro,
póde
assegurar-se
que
recrudesce
notavelmente
a
guerra,
pois
adquire
um
caracter
muito
mais
militar
do
que
até aqui. Dorregaray,
cujos
dotes
de
cominando
são
já
incontestáveis,
está
dando
áquellas
forças
uma rigorosa
orga-
uisa.ão,
auxiliado
pelos quadros
de
ofii-
ciaes
que
o
acompanharam
do
Norte, e a
sua
medida
de
fazer
uma
cooscripção
ten
de
evidentemente
a
ctear
um
exeicito
que
ohrigu-
o
governo
a
augmenlar
o
seu,
occtipau
lo-se
menos
das
províncias
vasco-
nivariis,
para
onde
convergem
todos os
os
oforços.
A
sua
retirada
de Chelva
íoi
como
di
si
na
minha anterior
e
nada
mais,
ain-
d
>
jue
o
governo
aílirine
o
contraiio,
e,
emqu.mlo
á
chamada
derrota
de
Vallés,
re
luz
se
a
que, conduzindo
conscriplos
das
prjvincias
de
Guadalajara
e
Cucnca,
teve
O
templo
está
armado ricamente, como
poucas
vezes
o
tenho
visto
A
’
s
10
horas
principia
a
missa,
canta
da
pelo
digno
arcipreste,
e
acompanhada
a
grande
instrumental
pela
musica
da
Pal
meira.
Está
o
SS.
exposto
alé
ás 4
horas,
havendo
sermão
ás
3, >endo
orador
o re
verendo
abbade
de
Kequião.
N
’esle inter-
vallo
estão,
parece-me,
8
padres a
con
fessar.
Muita
gente se
tem
admirado, e
eu
sou
um,
por não
haver
este
anno
os
ser
mões da
quaresma.
Qual será
o
destino
que a
confraria
do
Sacramento quer
dar
á
verba de
qua-
renle
mil
reis
qoe
lhe
está
approvada
no
orçamento
com
applicação
para
os
ditos
sermões
?
Mais
tarde
o
veremos.
O
estrépito produzido
pelo
encontro
das
duas
machitias
uo
caminho
de
íerro
do
Minho,
ouviu-íe
a 10
kilomelres
de
dis
tancia
1
Uma
das
machinas
ficou
inutili-
sada.
O
snr.
Heitor,
desenhista
do
caminho
de
ferro,
um
dos feridos
na
calastrofe,
já
está
qaasi
restabelecido.
Não
ha
mais
novidades
para
commu-
nicar
aos
leitores,
e
por
isso,
até
á outra
vez
—K.
Laiiiper-enne,
—
Expõe-se
ámanhã
no
Paço
Archiepiscopal
Cultura
<3o j»ecegmeiro. —A
pt'o-
ducção
do»
pecegos
em
Monlreuil,
perto
de
Paris,
rende
somtuas
fabulosss.
A
ultima
colheita produziu
nada
menos
de 960
cou
tos
de reis
!
Mais
de
600
cultivadoies
s<
”
occupam
d’
esla
industria
cm
Monlreuil,
e
mandam
aos
mercados
de Paris durante
mais
de
um
mez
para cima de
500
mil
pecegos
por
dia!—«Çooimbricense»
5<xj»agrícola.—
No
mez
de
setembro
do
corrente
anoo
deve reabsar-
se
em
Edimburgo
uma
exposição
interna
cional
de
frnetas,
e
já
está
votada
a
sotn-
tna
de
700
libras
esterlinas
só para pré
mios.
Algumas
fruclas portuguezas
podiam
concorrer
com vantagem
a
esta
exposi
ção.—(Idem)
espcSBios.
—
Os
primeiros
espelhos
que
se
usaiam
eram
de
metal
polido.
Cí
cero
attribue
a
invenção
a
Esculápio,
e
Moisés
já falia
d
’elles.
Foi
tio
tempo
dé
Pompeu,
que
»e
fizeram
em Boma
os
pri
meiros
espelhos
de
prata.
Plinio
falia
de
uma
pedra lustrosa,
provavelmente
o
tal
co
ou
mica,
que
se
pode
separar
em
lami
nas
delgadas,
as
quaes
applicadas
sobre
uma
prancha
de
metal,
refleclem
perfeita
mente
os objectos.
Os primeiros
espelhos
de
vidro
appa-
receram
na
Europa
pelos
fins
das
cruza
das. Murawo
de
Veneza
foi
o
primeiro
que
conheceu
a
arte
de
as
fabricar,
prin-
ctpian
!o
a
espalhar-se
por
toda
a Europa
no
século
XIV. Pur
muito
tempo
os
ve-
nesianos conservaram
o
segredo
d
’
esta
manufactura
Hoje
porém
está
perfeitamen
te
conhecido,
e esta industria
lem
pro
gredido
muito
principalmente
na
Allema-
oha.—
(Idem
)
Vlgr. PerrAud,
e
5
*
io
IX.
—
Mgr.
Perraud,
bispo
de
Antun.
foi
recebido
em
audiência
espechl
por
Sua
Santidade
no
dia
9 de janeiro,
oficreceuuo-lhe
61:500
francos
e o
plano
da
capella da
Visilação
em
Paray-le-Monial
e
do
convento.
Sua
Santidade
levantou-se
para txaminal-o
me
lhor,
e
então
disse
o
Prelado
:
«Permitia
Vossa
Santidade que
eu
di
rija
uma
supplica. As
leuniões
de
perçgri
•
nos
de
Paray
le-Monial
se
veiiíicam
em
uma
magnifica
egreja
beuedictina
do
século
XI.
Atrevo-me
a
pedir a Vossa
Santidade
que
conceda
a
esta
egrej» o
titulo
e
privilégios
de
basílica menor e
de
pol-a
sob
a
invo
cação
do
Sagrado
Coração.»
«Com
muito
g<>sio,
respondeu
o
San
to
Padre
com
um
gracioso
gesto
afiirma-
livo,
mandarei
vossa supplica
á
secretaria
dos
Bieves»,
e tomando
uma penna
des
pachou
logo
a
petição.
O Santo
Padre
deu
a
bênção
a
s. exc.
a
,
á
diocese
e
fez
elogios
á
França.
—(Pala
vra).
O
partido earlista.—
Da
corresfion-
dencia
de
Madrid
pua a
«Palavra»:
Que
o
partido
carlisla,
desfraldando
a
bandeira
da
unidade
caiholica
e
de
soa
monarchia
hispanhola
em
frente
d
’
uma
re
volução
athea
e
republicana,
é
o
mais
po
pular
e
forte
d
’Hispanha
prova
o
o
facto
de
que,
quasi
sem
recursos
metálicos,
le
vantasse
e
armasse
um
exercito de
cem
mil
voluntários aos
quaes
apenas se
dá
o
necessário
para a
vida,
precisamente
quan
do
o
republicanismo,
que
se
considera
po
pular,
sendo poder
e
ofierecendo
crescidos
oídenados
apenas
pôde
reunir
com
o
ca
de
retirar-se
porque watoralmente
lhe
em
bargavam
a
passagem,
e
na
retirada
dis-
persaram-se-lhe
oitenta
ou
cem
homens
dos
novos alistados, que
fez
prisioneiros
o bri
gadeiro
Casula.
Do
«Correio
da
Tarde»:
—Bayona
1
de
fevereiro,
ás
2
horas
da
tarde.
—
Uma
segunda
victoria
carlisla
contra
Loma.
O
duplo
ataque
por
(Jsurbil e
Gueta-
taria,
sobre
Zarauz,
foi
repellido
a
30
pe
lo
general
Egana
e
os
guipuzeoanos.
O
afionsHtas
tiveram
grandes
perdas
O
commandante
dos
miqueletes, Echagae,
foi
morto.
A
tentativa
de
Loma
e
Branco,
para
passar
o
rio
Oria,
foi
repellida.
Hontem, 31,
começamos,
á
vista
das
forças
reunidas
d
’
estes
dois
generaes,
o
ata
que
de
Hermani:
o
eíleito das
nossas
ba
terias
é
magnifico.
A
derrota
de
Loma,
e
o
cerco
(Testa
cidade,
tão
perto
de
8.
Sebastião,
são
de
um
excedente
agouro
par»
as
operações
começadas
ao
mesmo
lerapo
na
Guipuzcoa
e
na Navarra.
—
A
Agencia
que
não
mente
tanto
pa
ra
França,
corno
para
Portugal, expediu
para
os
jornaes
francezes
o
seguinte
tele-
gramma
:
Hendaya 2
de
fevereiro.
—As
tropa»
regulares
não
poderam
conseguir
estabe
lecer
uma
ponte
sobre
o
Oria,
nos
dias
29 e 30
do
passado;
Lorwa
retirou.
—
«Las Províncias»,
periodico
liberal
de
Valência,
diz
que
os
ge«eraes
car
listas
do
Maestrazgo
e
Arsgão
estão
fa
zendo um
grande
recrutamento,
com
que
dão
grande
augmento
aos seus
bata
lhões.
Um
batalhão
aragonez
de
1:000
pra
ças
entrou
em
Belchile
(Ziragosa); ao
mesmo
tempo,
uma outra
força
de
1:503
homens
entrara
em
Paniza,
campo
de Ca-
rinena.
Em
Getina,
a
uma
legoa
de
Alhama
do
Aragão
*,
sobre
a
linha
ferrea,
entraram
lambem
forças
de
cavallaria e
tnfaule-
ria.
Em
Deza
(Soria)
entrou
uma
força
de
150
cavallos.
—
Dizem
de
Bayonna
:
Em
quanlcf
o
telegrafo
e
os jornaes
de
Madrid
annunciavam
para
toda
a
parle
que
ao
cônsul de
Hispanha
em
Bayonna
se
li
nham
apresentado
47,
segundo
uns,
e
57
segundo
outros,
olliciaes
carlistas,
este
côn
sul,
que
é
o
snr. D.
Juan de
Castio,
me
assegurava
e
a
muitas
outras
pessoas em
Bayonna,
que
não se
lhe
tiaha
apresen
tado nem
um
ciliciai
carlisla,
e
que não
sabia
d
’
onde
saiam
tão
estupendas
men
tiras.
—
Confirma-se
a
entrada
em
Sacedon
do general
carlisla.
Lizarraga.
Sacedon
é
uma
cidade
de
dois
mil
habitantes,
a
oi
to
léguas
de Madrid.
O
território
d
’este
nome
co<nprehende
umas
trinta
villas
e
aldeias,
confina
com
Guadalajara, e
póde
ministrar
á
exped
ção caiiísta
muites
ca
vallos,
provisões
e
dinheiro.
Emquanlo
o
exercito
afionsista
se
con
centra
na
Navarra,
os
exércitos
do
Ara-
gão
e Valência
invadem
as
pravincias
do
centro,
e
quem
sabe
alé
onde
levarão
as
suas
invasões...
GAZETILHA
Villa Xova
de
Famalieão 9 de
fevereiro. —
[Correspondência
d'esta sec
ção).
—
Acho
graça,
e
alé
me
dá
vontade
de
rir,
quaudo vejo
alguns
curiosos
mos
trarem-se
nauiio desejosos
de
saber
quem
é
o
correspondente
do
«Commercio do
Minho»
.
O
author
(Testas
linhas
não
se
qner
descobrir,
porque
entende
que não
tem di
reito
a
ser
conhecido
no
mondo
lilterario.
E
’
este
o
motivo
porque
oeul
a
o
seu hu
milde nome nos
seus
pobres
escriptos ;
mas
toma, ainda
assim,
a
responsabilida
de
do
que
n
’
elles
disser.
O
que
eu
tenho
sempre
em
vista
é
em
informar
os
leitores
com a
pura
verdade
dos
factos.
A
verdade
é,
e
hade
ser
sempre,
uma
das
minhas
divisas,
eomo
disse
na
minha
primeira
correspondência.
Agora
passarei
a
occupar-me
do
que
aqui
tem
havido
ifestes
últimos dias.
Os divertimento»
carnavalescos
leem
sido
(quito
limitados;
alguns
bailes,
mas
de
pouca
animação,
e
mascaras
nas
ruas
tião
apparecém.
O
que
tem
havido, e
com
muita
con
corrência,
é
o
jubileu das Quarenta
Horas,
que
lodos
os
annos
se
faz
na
egreja
ma
triz d’
esta
villa.
racter
de
exercito
voluntário
dez
ou doze
mil
homens,
d
’
esse»
que
não
t.eem
que
perder,
a
ponto de qoe
o
mesmo
gover
no
se
viu
na
dura
necessidade
de
o»
man
dar
de novo para »uas
casas,
encarregan
do
o
pequeno exercito
regular de
castigar
os
incríveis
excessos
d’aquellas
hordas
in
disciplinadas,
?ó comparáveis
ás <te
Attila.
A
grsafta tíe I^ourdes.
-Em
volta
da
gruta
de
Lourdes,
um
exercito
de artis
tas
está
constauiemente
sobre
a
brecha pa
ra
transformar
aquellrs
rochedos,
aquelles
legares
anligamente
desertos,
u
’
um
verda
deiro
oásis.
A
direita
da
basílica,
sobie
o
flanco
da
montanha
do
calvario,
lançam
se
os
alicerces
da
immensa
residência
dos
missionários
qu-i
contará
110
melros
de
fachada ;
mais
adiante,
ergue-se
já
o
pa
lácio
episcopal,
com
o
.«-eu
jardim
dese
nhado
por um
mestre.
De
fronte
sobre
a
margem
esquerda
do
Grve
fazendo
face
á
gruta,
levantam-se
coa
*
entos
como
por
encanto.
Nossa
Senhora
de
Lourdes
acaba
de
atrair mais
duas phal?.nges
de
viígens
sobre
esta
terra
bem
ita
:
a»
Reparadoras
de
Tolosa,
as
Claras
dc Lyon
já
alli es
colheram o
seu
logar
para
subir,
com
as
Beiiedictinas,
as
Carmelitas,
a.
Irmãs
Azuis,
as
Irmãs
de
Ncvers, as
Pequenas
Irmãs
dos
Pobres,
uma
guarua
de
honra
em
volta
da
Immaculada.
Ijaeatspes-enne
na Sé.
—
Foi
este
an
no
feito
com
grande
pompa
o Lausperen-
ne
na
Sé.
Houve
Matinas
a
grande
ins
trumental,
e
todos
os
altares
achavam-se
adornados
com jarras
de
flores
e
luzez.
Komanee.
—
O
nosso
amigo
Martins
Tavares
anda
escrevendo
um
romance,
que
tenciona
dar
á
estampa,
brevemente.
Ouvimos
ler
algumas
paginas,
e
pos-
toque
n
’
ellas
se
notem
ainda,
aqui
e
alli,
algumas
das
imperfeições inherentes
a
quem
começa,
ficará,
cõmludo,
um
b
mi
to
trabalho.
FiíSta infame.
—
Do
(Dia-to
do
No-
licias!.
Um
facto
criminoso
e repugnante
nos
e
referido
hoje
pelo
nosso
correspon
dente
de
Vianna do
Castello
:
Dew
entra
da
estes
dias
na
cadeia
de
Vianna
Cas
tello
uma
rapariga
natural
da
freguezia
d’Ariosa,
accusada
de tentar
envenenar
seu
proprio
pae. A
infeliz,
segundo
ouvi
mos,
vivia
em
relações
illicitas
com
um
indivíduo
unido
em
matrimonio,
e
como
um
abysmo
chama
sempre
outro abysino,
a
desgraçada
ministrou
por
sua
própria
mão
um
caldo
a
seu
pae.
e^i
que
lhe
havia
deitado
grande
porção
de
cabeças
de
phosphoros.
O
infeliz
pae
poude
sal
var-se
por
lhe
haverem
acudido
a
tempo.
Novn
Saiomào.
O Norlh
China
Herald
deNankin.
refere
um
processo
que
recorda
a
celebre
sentença
de
Salomão
sobre
a
disputada
maternidade
de
um
me
nino.
Ao
tempo
da
guerra dos
Pacpinkgs,
um
chinez
de Nankin teve
que
abando
nar
sua
esposa,
tardando bastantes
annos
em
dar-lhe
noticias
suas,
até
que
ella
o
julgoií
morto
e
contraiu
segunda
núpcias,
plenamenle
auclorisada
peia
lei.
N
’
esles
últimos tempos
voltou
o
pri
meiro
marido
a
perturbar
com
a
sua
pre
sença
a
dita
completa
que
gosava
sua
mulher
com o
segundo
e
nào
concor
dando
este
em
ceder-lhe
a
esposa,
foi
a
questão
levada
para
o>
tribunaes.
O
magistrado
chinez
chamado
a
pro
nunciar
a
sentença
reclamou
o
deposito
da
interessada
por
tempo
de
quinze
dias
e
antes
de
expirar
o
praso
chamou
os
dous
maridos
para
lhes
notificar
a
morte
da
miflher
disputada
e
a
conveniente
ne
cessidade
de
fazer
as
despesas
do
enterro,
que
exigiu
como
de
direito
ao
primeiro
marido.
Este
porém
fez-se
desentendido,
alle-
gando
o
tempo
que
estivera
separado
de
sua
mulher,
emquanlo
que
o
segundo
ma
rido
na
obstante
a
sua
pobresa,
reclamou
o
cadaver
da fallecida
para
honral-o
de
vidamente,
ao
que
o
magistrado
respon
deu
levantando
«uma
cortina
e
entregan
do-lhe
a
mulher
viva
e
cheia
de
reconhe
cimento por
haver
podido
apreciar
o
grau
de
carinho
de
cada
um
de seus
maridos.
{O
Paiz)
s
>ui»iíea?<»<
*
H.
—
Recebemos
e
agra
decemos
as
seguintes:
—
Pude-se ser
calhulico
liberal
*
!
—
De
dicado
aos
jovens
calhoDcos
liberaes
por
Mgr
Segur.
Este
importantíssimo
opusculo
é
editado
pelo
incançavel
editor
do
Por
to,
o snr.
Chardron, a
quem
tanto
devem
as
leltras portuguezas,
e
vertido
pelo
nosso esclarecido amigo e
antigo
colle
ga,
M.
F.
Marnôco e
Sousa.
—
O
(ilao
do
usurário
de
Elie
Ber-
thel.
Volume
II
O
fidalgo
p
bie,
de
H
-n-
ri
Gonscience.
Ambas
estas
publicações
pertencem
a
Bibhothec.i
de
Romances
es-
3
colhidos,
de
que
é
ediclor
o
snr.
Manoel
Pinto
Monteiro.
As
pessoas
que
quiserem
fizer
aqui
sição
(festas
obras
podem
dirigir-se
a Ma
noel
Pinto
Monteiro,
Travessa
de
Monte
do
Carmo,
8,
em
Lisboa.
tr
íienomeno eurios». —
Um
phe-
nomeno
curioso
e
bastante
frequente
no
oceano
indico,
cuja
causa
verdadeira
não
póde
ainda averiguar-se,
é
a
exislencia
emfrente
do
Malabar,
e em
certos
sitios
da
costa
de
Coromandel,
de
grandes
ban
cos
de
lodo
suspensos
no
mar,
dentro
dos
quaes
muitas ciasses
de peixes
en
contram
alimento
abundante
defesa
con
tra
as
muitas
alterações
do
elemento
que
os
rodeia,
o
sitio
para
criar.
E’
ainda
um
mysterio
a
causa
por
que
o
lodo permanece
em
suspensão,
e
ifaquel-
las
zonas
se
acha
o
oceano
tão
tranquil-
lo
e
chão,
que,
ainda
na
maior
lorça
da
monção
do
sudoeste,
os
navios
podem
procurar
abrigo
dentro d’
ella^
com
a
ma-
xima
segurança.
Tão
tranquilla
como
na
superfície,
acha-se
também
a
agua a
di
versas
profundidades.
—
■
Na
casa
Havaueza.
largo
do
Barão
de
S.
Martinho,
está
aber
ta
uma subscripção
a
favor
da
infeliz
viu
va
e
filhos
de
Rodrigo
da
Costa
Leite,
cujo
fallecimento
noticiamos
no
passa
do
n.°
Imploramos
o
concurso
das
almas
ca
ridosas,
para
a
realisação
de
tão
grato
pensamento.
Rogamos
aos
nossos
illuslres
a^signan-
tes
que
estão
em debito,
tanto
do
Futuro
como
do
Commercio
do
Minho,
de
manda
rem
satisfazer
o
importe
de
suas
assigna-
luras,
quer
seja
entregando-o
aos
corres
pondentes
do
jornal
abaixo declarados,
quer
enviando
o
;
os
do
Futuro
ao snr.
Francis
co
Marques
Soares
d’
Azevedo, rua
de
San
to
Antonio,
n.°
2, e
os
do
Commercio
do
Minho,
ao
proprietário
d'esle
jornal, J
M.
Dias
da
Costa,
rua
Nova,
n.°
3.
Qualquer
quantia
deverá
ser
remethda
em
vales
do
correio,
podendo
descontar,
querendo,
na
re
messa
o
prémio
do
seguro.
Repelimos
por
esta
occasião
que
são
considerados
como as-
signantes
do
Commercio
os
que
o
eram
do
Futuro
e que
não
leem
até boje
devolvido
esle
jornal,
como
signal
de recusa.
Espe
ramos
portanto,
se dignarão
satisfazer
o
quanto
antes
os
seus
débitos,
com
cuja
de-
mora
estão
causando
grandes
prejuisos
a
esta
empresa,
a
qual,
muito
contra
sua
vontade,
se
vê
forçada
a
suspender
a
re
messa
aos
que
estejam
em
atraso de mais
de
um
anno.
Os
correspondentes
auclorisados
para
receber
as
assignaluras
são
os
seguintes
ill.
11108 snrs
:
Em
Lisboa,
Ignacio
Francisco
de
Mo-
raes,
rua
de
S.
Lazaro
n.°
38
—
No
Porto,
José
Carlos
das Neves,
rua
das
Flores.
—
Na
Covilhão,
Luiz
Antonio
de
Carvalho.
—
Em
Vianna,
Francisco
José
(FAraujo
Júnior.--
Em
Ponte
do
Lima,
Antonio
Ferreira
Salça,
redacção
do
«Ecco
do
L
iina
».
—
Em
Guimarães
J.
A.
Teixeira
de
Freitas
Guimarães,
8.
Damaso
17.
—
Povoa
de
Varzim,
José
Joaquim
de
Fa
ria
Machado, Largo
de
S.
.Roque
n.
7
a
12 —
Penaftel,
Victorino
José
de
Carva
lho.
—
Barcellos,
Francisco
José
Leite.
Rogamos
aos
snrs.
correspondentes,
que
além
de
não
demorarem
a
remessa
das
quantias
que
tiverem
recebido,
tenham
a
bondade
de
enviar
as
relações
dos
que
tiverem
pago
e
não
declarem que
deixam
de
ser
assignantes,
para
que
a
suspensão
do
jornal
não
venha,
por acaso,
a
recair
sobre
estes
nossos
obsequiosos
cooperado-
res.
BANCO
DA
C0V1LHÁ.
Sociedade
anonyma
de responsa
bilidade
limitada.
Balanço
ein
30
de
janeiro de
1875.
CapitaE
í.
a
emissão
750
contos
—
7:500
acções
de
ÍOO^OOO
reis.
.
Activo
Acciom
as............................
305:0
i0$000
Letlras descontadas
e
a
rece
ber.
......
279:462^950
Pap.
<
de
credito.
.
.
.
12:000^000
Agen
ias
no
paiz.
.
.
. 83:675^159
Ditas
no
estrangeiro.
.
.
Caixa
.......................................
Empréstimos
eom
caução.
Ditos
em
c/c com
caução.
Moveis
e
utensílios
.
.
.
Despezas
d
’
inslalação.
.
.
3
729^022
23:293^014
39:261^293
42:4^4,5099
1:006^890
1:255^260
791:167^687
Passivo
Capital .......
750:00'^000
Fundo
de
reserva.
.
.
.
490^961
Dividendo
............................
9:0(H)$000
Depositantes
..........................
8:613$099
Obrigações
a
pagar. . .
.
4:987^595
Credores
de
effèitos
deposi
tados...................................
12:000^000
Devedores
e
credores.
.
.
4:331$285
Ganhos
e
perdas
....
1:744$747
791:167^687
Covilhã
31 de
janeiro
de
1875.
Os
Directores
Antonio
Baplista
Alves Leitão
José d'Amorim
Vaz
de
Carvalho.
Resumo do
adiço
e passivo do
Banco
Commercial,
Agrícola
e
Industrial de
Villa
Real,
cm
30
de
janeiro
de
'875.
Activo
Caixa,
dinheiro
existente
.
Letras
descontadas
e
a
rece
ber
.............................
Letras
caucionadas
Obrigações a
receber.
.
Empréstimos
sobre
penhores
Operações
a
longo
prazo .
Operações
de cambio.
Papeis
de
credito
.
.
.
Contas
correntes.
.
.
.
Devedores
no
paiz
.
.
.
Devedores
no
estrangeiro
.
Diversos devedores
.
.
.
Moveis
e
utensílios
.
Despezas
de
installação
Acções,
prestações
a
receber
9:209(5041
407:204^356
17:000^000
7:991,5228
5:310$835
9:620$000
13:333^333
10.521$650
9:089$713
57:989$32l
34:271$751
4:482$550
560$910
1
:900$000
323:3
10$000
9!
I:794$718
£
ds
»
mmívo
Capital
do
Banco.
.
. .
Deposito á
ordem
.
.
Deposito
a
prazo.
.
.
.
Leiras
a
pagar
.
.
.
.
Fundo
de
reserva
.
Dividendos
a
pagar.
Ganhos e
perdas.
800:000$00()
15:145$600
59:461 $715
5:993$925
1:
500$000
.
22:3955000
7:298-5478
911:794$7I8
Banco
de
Villa
Real,
3
de
fevereiro
de
1874.
Os gerentes.
Agostinho
José
da
Costa.
Francisco
Ferreira
da
Costa
Agarez.
SAÚDE
A
TODOS
sem
medicina,
pur
gantes
nem
despezas
com
o
uso
da
delicio
sa farinha de
saúde,
HEVALESCIEHE
DU
BARHY
de
Londres.
S? arano» «Pinvariave!
sueeesoo
1
Nenhuma enfermidade
resiste
á
de
liciosa
Revalesciére que
cura
as
indiges
tões
(despepzias)
gastrica,
gastralgia, íle,
gma,
arroios,
amargor
na
bocca,
piluitas-
«auseas,
vomilos,
irritação
intestinal,
diar
rhea,
dizenteria,
cólicas,
tosse,
alhsma,
fal
ta de
respiração,
oppressão,
congestões,
mal
aos
nervos,
diabeihe,
debibdade,
todas
as
desordens
no
peito,
na
garganta, do
alilo,
das
bronchiles, da bexiga, do
fíga
do,
dos
rins,
dos
intestinos,
da
mucosa
e
do sangue.
Mr.
Livingstone,
celebie
explorador
da
África central,
no
seu
relalorio
que
fez
á
Sociedade
Real
Geográfica
de
Londres
so
bre
a
sua
viagem
diz:
«O>
habitantes
da
província
d
’
Angola
«parecem
gozar
uma
grande
fellicidade, el-
«les
nào
precisam
nem
médicos
;
em
pur-
«ganles,
o
seu
principal
alimento
sendo
a
«
Revalesciére
que
Du
Barry
trouxe
em
«Europa,
veem-se
isentos
das
moléstias,
«e
a
tisica
pulmouar,
escrophulas,
empin-
«gens,
câncer,
febres,
difliculdade
de
eva-
'Cuar,
diarrhea,
etc.,
etc.,
são
moléstias
«completamente
desconhecidas,
como tarn-
«bem
desconhecem as
bexigas,
o
saram-
«po. etc.»
Certificado
do
Dr. Manuel
Saens
de
De-
jada,
doutor
da
faculdade
Medica
Cirúr
gica,
lente
da
Universidade
livre
de Gor-
dova,
medico
em
proprio e
do
caminho
de
ferro
de
Merida
a
Sevillia,
etc.
Certifico:
Que com o uso da
Reva
lesciére,
obtive
na
minha
clinica
varias
cu
ras
em
moléstias
gravíssimas
em
alguns
clientes
residentes
n’esta
cidade,
lembrair-
do-me
o
de
D.
Filippe
Zappina
emprega
do
publico,
hoje
administradoí
da
alfan-
dega
de
Manila
nas
ilhas
Filippinas,
a
de
D.
Amélia
Gomes,
casada
com
um
chefe
do
exercito,
a
qual
continua
a
melhorar
curh
o
seu
uso;
de
D.
Ramon
Alonzo,
rapaz
de
viote
annos
que
soffria
havia
al
guns
mezes
de
uma moléstia
de
peito de
muita
gravidade. E
para
fazer constar
em
toda
a
parte, a
assigno em
Cordova
em
13 de
outubro
de
1873.
Doutor
Manuel
Saens
de
Jejada.
Seis
vezes
mais
nutritiva
do
que
a
car
ne
sem
esquentar,
economisa
cincoeola
vezes
o seu
preço
em
remedios.—
Preços
fixos da
venda por
miudo
em
toda
a
pe
nínsula
:
Em
caixas
de
folha
de
lata,
de i
/
i
kilo,
500
;
de
kiio
800
rs
;
de
um
kilo.
1$400
reis;
de
2
*
/, kiios,
3$200
reis;
de
6
ki-
los,
6$400
reis,
e
de
12
kiios,
12$000 reis.
Os
biscoitos
da
Revalesciére
que
se
po
dem
comer
a
qualquer
hora,
vendem-se
em
caixas
a
800
e
l$400
reis.
O
melhor chocolate
para
a
saúde
é
a
SlevaEescière
eBioeoIatuda
;
ella res
tituo
o
appettile,
digestão,
somoo,
energia
as
carnes
duras ás
pessoas,
e
ás
creanças
e
mais fracas,
e
sustenta
dez
vezes
mais
que a carne,
e
que
o
chocolate
ordinário,
sem
esquentar.
Em paus,
ou em
pó
cm
caixas
de
folha
de
lata
de
10
chavenas, 500
reis;
de
21
chave
nas,
820
reis;
de
48
chavenas,
1$400
;
de
í20
chavenas,
3&200
reis, ou
25
reis cada
chavena.
BARD¥
C.a-Pla-
ce
Vendòme,
26,
Pariz;
77 Regent-Street
Londres;
Valverde,
1,
Madtid.
Os
pharmacsuticos,
droguistas,
mer-
cieiras,
etc.,
das
províncias
devem diri
gir
os seus
pedidos ao
deposito
Centrai
;
snr.
Serzedello
&,
C.a
Largo do
Corpo
Santo
16,
(por
grosso
e
miúdo)
;
Carlos
Barreio, rua
do Loreto, 28;
Bar
rai
&
Irmãos,
rua
Aurea,
12.
5
*
«rto,
J.
de
Sousa
Ferreira
A
Irmão,
rua
da
Ba
nharia 77
;
de
sequeira
;
J.
Piuto
;
Desí-
ré
Rahir;
Coimbra,
V.
Botelho de
Vas-
concellos
;
Aveiro,
F.
E.
da
Luz e
Costa,
pharm.;
Etarcciloa,
Ramos,
pharm.;
Brnga,
Pharmacia
Maia,
rua
dos
Chãos,
Pipa
&
Irmão,
rua
do
Souto.
Domingo#
J.
V.
Machado,
praça
Municipal.
Figueira,
Antonio
Vieira,
pharvi.
;
uimurAe»,
A.
J.
Pereira
Martins,
pharm.
;
Pena-
flei,
Miranda,
pharm.
;
I
*
onte
do
liinm,
A.
J.
Rodrigues
Barbosa,
pharm.
;
Po-
voo do
VorzàaM,
P.
Machado
de
Oli
veira,
pharma.
;
Vianacu
do Castello,
Aflonso
e
Barros,
droguistas;
ViSía
do
Conde, A.
L.
Maia
Torres
pharm.
ASBAÍSCIiUMTOS
João
de Sousa
Guimarães,
mulher
e
fi
lhos, immensamente
penhorados
para
com
todas
as
pessoas
seculares
e
ecclesiasticos
que
se
dignaram
assistir ao
ofiicio
fúne
bre
que
no
dia 29
de
janeiro
ultimo se
celebrou na
egreja
dos
Terceiros
d
’
esla
cidade pela
alma
de
sua
sempre chorada
filha
Maria
José
da
Conceição
Soares, e
bem
assim a
acompanhai-a
á
ultima
mo
rada, veem
por
esle
meio
agradecer-lhe
protestando
a
lodos
infinda
gratidão.
Os
altos
da
casa n.
22,
na
rua do
Campo,
em
Braga,v
com
excellenles
com-
modos para
uma
numerosa
la
nalia.
Quem
a
pertender, dirija
se
á
mesma.
(2286)
Deposito
de
vinhos,
vindos
de
Monsão
Rua
d
*
infla«
easa
n.°
40
BRAGA
Quem
quizer
comprar
vinho
da
colhei
ta
passada,
vindo
de Monsão e armazenado
n’
aquella
roa e
casa acima
mencionada,
queira dirigir-se
ao
proprietário
do
estabe
lecimento
do Castello,
jonto
á
capella
de
Nossa
Senhora
de Guadalupe,
onde
lam
bem
os consumidores
o
acharão
a
rela-
Iho.
A sua
qualidade
é
garantida
por
mui
tos
particulares
d
’
esta
cidade,
que
d’
alli,
o
tem
mandado
vir
para
consumo
de
sua
casa.
(2285)
Minho
District
liailway
Compa-
ny
limiled.
Por
ordem da
direcção
são
convidados
os
snrs.
accionistas
d’
esta
companhia
a
satisfazerem
no
dia
10
do
corrente
a
pres
tação
de
9(5000
reis
por acção.
A
’
sua
opção
esse
pagamento
poderá
effectuar-se
no
Banco
Lusitano,
ou na
Cai
xa
filial d’
elle
no
Porto,
no
Banco
do
Mi
nho
em
Braga,
e
no
de
Guimarães
em
Gui
marães,
a
credito
d
’
esta
companhia.
Os
certificados
d’acçòes,
acompanhados
pela
cautella de
qualquer
d
’
esses
estabele
cimentos
bancarios,
deverão
ser
apresenta
dos
no
Escriptorio
da
Companhia
(rua
dos
Inglezes
n.° 27
a
29,
para
n
’
elles
se
pas
sar
o
respectivo
recibo.
E.
Moser.
(2283)
Secretario
da
Companhia.
A
subscripção
para
a
Companhia
The
Amazon
Tug
&
Lighiçrage
Compaoy
Li
miled
continua
ab<ria
até
12
de
Feverei
ro,
n’
esta
cidade
em cisa
do ex.'
n
°
Vis
conde
de
S.
Lazaro.
Os
directores
já
es
tabeleceram
negociações
para
a
compra da
flotilha
precisa,
contando
portanto
come
çar
as
suas operações
no
Amazonas em
junho
proximo.
(2284)
A
direcção annuncia
que
desde
o
dia
10
do corrente
e
a
continuai!’
em todas
as
segundas,
quartas
e
sextas
feiras,
das
10
horas
da manhã
ás 2
da
tardo,
se
pa
ga
o
dividendo
de
1-5200
reis
por
acção,
correspondente
ao
primeiro dividendo d
’
es-
te
banco,
na
Covilhã.
Casa
do
Banco.
Porto,
snr.
Vieira
&
Leão
Lisboa,
»
Custodio &
Silva.
Braga,
>
João
Manoel
da
Silva
Gui
marães.
(2281)
Covilhã. 3
de fevereiro
de
1875.
BANCO
l?-v
1'0
VOA
DO
VABZíM
0
dividendo
de
400
reis
por
acção,
equivalente
a
6
por
cento ao
anno,
do
capital
realisado,
paga-se
no
Banco
Com
mercial
de
Braga
e
no
Banco
de
Gui
marães,
desde
as
10 horas até á
1,
de
vendo os
snrs.
accionistas
apresentar
os
seus
títulos
legalisados.
Povoa
do
Varzim, 30
de
Janeiro
de
1875.
Os
directores,
Joié
armes
Moraes.
.4.
R.
aa
S.
Vieira.
Ao
possuidor
dos
títulos
de
15
acções
que
não
realisou
a
segunda
entrada,
lem
bra-se
a
disposição
do
art.
6.°
e
seus
pa-
ragrafos
dos
estatutos.
(2278)
A
7
A
Nova
Empreza de
Trens,
annuncia
ao
publico
que
desde
o
dia
30
de
No
vembro
proximo
passado,
o
snr.
Manoel
José
Ribeiro
Braga,
do largo do
Barão
de
S.
Martinho,
deixou
de
ser
agente
das
suas
carreiras
do
Porto,
Arcos,
Monsão
e
Egreja
Nova, sahindo
todas
da sua
casa no
largo
de
S. Francisco n.°
2, jun-
do
aos
Terceiros.
Braga
1
de Dezembro <ie
187
L
(2174)
0
gerente,
Eluardo
Pacheco.
CASA
FELIZ
PORTO
1
-
RUA
DAS
FLORES
-
3
NA
QUINTA
DE RORIZ
PORTO
(JUNTO
À EGREJA DA MISERICÓRDIA)
COMPRA E VEBTDE
H
JOSE
’
I.
FERREIRA
RORIZ
Extracção
a 13
dt
Fevereiro
Inscripções
«le assentamento
Ditas de coupons
FORNECEDOR
DA
GASA REAL
PRIMEIRA
E
ANTIGA
1 RORIZ
,-?h
3-RUA
DAS FLORES-1,3
(JWNTA
Á
EGRAJA
DA MISERICÓRDIA)
SORTE
GRANDE
kèi
»
5.000$000
Eoteria
«la
Santa Casa da
Hiaerieordia de
Lisboa
DEPOSITO
CENTRAL, BUA
DAS FLORES, 35 37 E 39
0
proprietário
anauncia
aos
seu»
freguezes, e
ao
publico,
que
em
todo
o
sabão
fabricado na
sua
fabri
ca,
e
que
na mesma
se
vender,
ou
no
Deposito
Cen
tral,
se
fará o
desconto
de
6
por
cento
sobre
os
pre
ços
estabelecidos,
de
uma
caixa
para
cima.
Satisfaz-se
com
promptidão
qualquer
pedido
que
seja feito
do di
to
genero,
tanto
d’
esta
cidade
como
das
províncias
e
se
garante
a
sua boa qualidade.
Ditas
de divida
externa
Titulos hispanhoes
internos
Ditos
externos
Coupons
dos
ditos
já
vencidos.
so-
Sacca, toma
letras
e
dá cartas
de credito
bre
Lisboa e
diversas
praças
estrangeiras,
e
se
encar
rega
de
compra
e
venda
de
titulos
de
divida publica
nas
mesmas
praças.
JOSÊ
IGNACIO
FERRBiRA
RORIZ
AFIANÇADO
NO GOVERNO CIVIL DO PORTO, NA CONFOR
MIDADE DO EDITAL
DR
28 Dl J1L19 DR 1860 '
Tei»
á
venda
na
»eu e»labd»cia»4»ta bilhetes
intei
ros
a
54000
rs. -
Meios
dite
*
,
a
24600
—
Quartos, a
14300—
Oitavo»,
a
680—
Cautella»
«ia
500,
250
e
130 rs.
0
mesmo
satisfaz
com
promptídãa
todas
e
quaesquer
D.
encommendas
que
lhe
sejam
feitas
das
províncias,
ain-
da
que
sejam
em
grande
quantidade,
•
vindo
acompa-
nhadas
do
seu
importa
em
vales
dos
correio
;
e
no
W
fim
da
exlracção
remelie
a
lista
do»
prémio»
aos
seus
freguezes,
mas quando »
não
recebam
em
lempo
com-
fâ,
pelente
terão
a
bondade
do
a
requisitar. (G
•
)
èX
METAES
VELHOS
Na
travessa
de
S.
João
n.®
5,
com-
pra-se
toda a
qualidade
do
metaes,
e
ferro
velho
até
mesmo
fundido. (860)
NOVIDADE
44, Rua
do
Souto, 44
Campos
&
Almeida, acabam de rece
ber
grande
sortido
de
chapéus
de
feltro
e
seda,
«ultima
rnoda»,
da acreditada
fa
brica
dos
snrs.
Maia
e
Silva,
do Porto,
que
vendem
pelos
preços
da
fabrica.
Também
se
fabricam
e
consertam
cha
péus de todas
as
qualidades.
(2272)
NOVA
FUNDIÇÃO
DE
FERRO
DE
Antnuio Germano Ferreirinhit
NA
Travessa,
de
S.
João
Aonde
faz
toda
a
obra,
assim
como
bombas,
conçollas,
columnas
para
gaz,
pe-
zos
novos,
panellas
á
ingleza
de
todos
os
tamanhos,
canos
para
agoas
e
gaz,
e
toda
a obra
de
fundição,
como
grades
para
sacadas,
obra
de
metal,
sinos
e
outros
ob-
jectos
de
igual
teor
etc.,
pelos
preços
do
Porto.
ACÇÕES
João
Manoel
da
Silva Guima
rães.
—
Rua
do
Souto
n.°
43.
Compra,
e
vende Acções
de
todos
os
Bancos
e
Companhias,
Inscripções
de
As
sentamento
e
coupons.
(581)
Collegio
da
Regeneração
José
Cardoso
de
Carvalho,
vende
ou
ri
me
lodos
os
foros,
sensos,
e
pensões
que
recebe
nas
comarcas
de
Villa Verde,
Bar-
cellos,
e
Braga.
Trata-se
em
Ponte do Lima
com
o
snr.
Manoel
Gomes
Cardoso e
em
Braga
com
o
snr.
Anlonio
José
Gonçalves
Nogueira,
rua
do
Souto.
(2226)
A
’ LOJA
C
CHAPUZ
Armas
du
caça
vindas
direc-
tarnente
da Bélgica.
(2236J
ALMEIDA
&
PEREIRA
Largo
do
Barão
de
S.
Marlinho
n.°
18
Compram
e vendem
acções
de
todos
os bancos
e
companhias,
e
inscripções
(fassenlamento
e
coupons.
(I)
NOVA
LOJV
AFORTUNADA
DE
12
—
Hua
das
Flores
—
114
P
O
R T O
N
’
este
estabelecimento
que, como
é
sabido,
é,
no
seu genero,
um
dos
roais
felizes
do
Porto,
encontra-se á
venda
um
grande
e
variadíssimo
sortimento
de
bilhetes
de
todos
os sorteios das
loterias,
cujas
extraeções geralmente
leem
logar
mais
de
tre»
tezes
por mez.
Salisfaz-se
com
promptidão
todas
as
encommendas
que
sejam
feitas
das
províncias
(em
pequena
ou
grande quantidade)
vindo
acompanhadas
do seu
respeclivo importe
em
vales do
correio,
ou mesmo
estampilhas
sendo pequena quantia.
Recebem-se
em pagamento
ou desconto,
os
bilhetes
que
em
outros
sorteios
hajam
saido
premiados,
mesmo
que sejam iFoutroa
estabelecimentos.
E
linai-
menle remettem-se
«grátis»,
findas
as
extraeções,
as
respectivas
listas
geraes
de
todos
os
numeros
premiados.
Para
que
este
licito
e
vantajoso
jogo
se
ache
ao
alcance
de todas
as
pessoas,
mes
mo
as
menos
abastadas,
se
encontra
no mesmo estabelecimento
:
além
de
bilhetes
in
teiros, meios
bilhetes,
quartos,
oitavos,
décimos
e cautellas
de 600, 500,
300,
250,
130,
100
e 40 reis;
dezenas
de
dez numeros
seguidos,
de
64000,
3$000,
l^OOOe
400
reis;
e
finalmente,
collecções de
50
numeros
dríferentes,
pelos preços
de
2^000,
5 <000,
154000
e
304000
reis.
&
QUESí
Este
estabelecimento
fornece
convenientemente
todas
as
pessoas
que, em
qualquer
ponto
das
províncias,
queiram
vender
este
genero
á
commissão.
OITerece
para
isso
vantajosas
commissões;
e
dispensa
as
mais
apreciáveis
vanta
gens
que
em
tal
ramo
de
negocio
se
podem gosar,
as
quaes
se podem
comprehender
assim
:
Negociar sem risco ;
porque
se
acceita
de
novo,
em conta,
a
fazenda
que
até
ás vesperas
das extraeções
os
pretendentes
não
hajam
podido vender.
Remettem-se as
listas,
partes telegraphicas
em caso de
conveniência,
e
planos; e
allende-se
a
toda e
qualquer
reclamação
justa
que
seja feita.
O
pagamento, porém, tem
que
ser
adiantado
ou
aíliançado
por
qualquer
nego
ciante
d
’
esta
cidade,
em
cujo caso póde
ser
feito
no
fim
das extraeções.
No
me
*
mo
esl
ibelecimenlo
se
encontram
jã
os
bilheles
e
fraeções
para
a
loleria
ex
traordinária
de
Dezembro.
(947
C.
)
(235
F.)
N
’
este
collegio
e
casa
d
’abrigo,
situa
do na
rua
dos
Pelames, faz-se toda
a
qualidade
de
custura,
obra branca
e
de
côr,
cosida
á
(nachina
e
sem
o
ser.
Quem
perlender
póde
ali
dirigir-se
que
encontrará
pessoa
competente
que
se
en
carrega
das encommendas
que
promette
bem
servir
—
o
que
além
de
ser
uma
cari
dade,
os
preços
serão
commodos.
Paramentos
para
egreja
Acham
se
para vender
na
rua
do
Sou
to,
d
’esta cidade,
casa
n.°
41 de
Manoel
José Vieira da
Rocha,
os
paramentos
se
guintes
:
Paramento
quasi
novo,
de
seda
de
ma
tizes
de
ouro,
com galões
e
franjas
do
mesmo,
constando
de
casula
duas dalma-
licas, com
suas
estolas e
manipules,
véo
de
hombro,
bolsa
dos
corporaes,
véo de
cálix
e
dons
panos
d’estante,
louvados
em
4
30$000
reis.
ECCLESIASTICO
E
CIVIL
DO
AreebiBpndo
«le Braga
PARA
S
Publicou-se
este
almarrak
o
unico au-
clorisado
por
S.
Ex
a
Rev.
,na
e que
se
pode
seguir
com
segurança
n’
este
arce
bispado em
quanto
a
jejuns
ç
dias
Santos
etc.,
etc.
Acha-se
á
venda
em
Braga,
rua
do
Souto
casa
dos
snrs.
Rocha
e
Germano,
rua
Nova
casa
do
snr.
Bernardino
José
da
Cruz
defronte
da
Mizericordia
;
em
Gui
marães,
Vianna,
Villa
do
Conde,
Arcos
de
Val-de-Vez,
etc.
Preço
....
40 réis.
Recibos
uas
inscripções
Acham-se á
venda
i»a
tjpograíia
Lusi
tana,
rua Nova
n.°
3,
os
novos
recibos
alterados,
e
conforme os
annuncios
do
snr.
Delegado
do
Thesouro.
VENDA
DE
CASAS
Vende-se
uma
morada
de
casas
de
u,n
a
»dar,
com quintal,
sita
na
rna
Jo
Alcaide,
com
os
n.
09
11
e
12.
Quem
a
perlender
dirija-se
ern
car
ta
fechada
a
Bernardino
Anlonio
Peixoto
Castello
Branco,
em
Terras
de
Botiro,
ca-
••«a
da
Pena.
GORliGIRFlA POIliLGlÍEZA
E
DESCRIPÇÃO
TDPOGRAFICA
Do
famoso
reino
de
PortugaL
com
as noti
cias
das
fundações das cidades,
villas
e
to
gares
que
conUm,
varões
illuslres,
Genea
logias
das
famílias
nobres,
fundações
de
conventos,
calhaiogos
dos bispos,
antigui
dades.
maravilhas
da natureza,
edifícios,
e
outras
curiosas
observações
Autor
o
P.e Antonio Carvalho
da
Ço»ta
Nova
edição
copiada
fielmente
da anti
ga,
mas ampliada com
um
index
alfabético
de
todas
as
freguezias
com
a
declaração
dos
nomes
e
Oragos,
que aclualmente
tem,
nu
mero
de fogos,
dioceses
e
concelhos
a qne
pertencem,
e
correios
respectivos,
o
que a
torna
mais
preferível.
Vende-se
em
Braga,
na
rua
Nova
n.®
5.
em
casa
de
Manoel
Joaquim
de
Castro
Loureiro.
Preço
(Ires
volumes)
1^500
reis.
Para
os
snrs.
livreiros,
tem abatimento.
0
CAMINHO BA
SALVAÇÃO
POR
SANTO AFFONSO
MARIA
DE
LIGORIO
Bispo
de
Santa
Agatha
dos
Godos
Traduzido do
italiano
para
francez
Pelo
abbade G...
E
do
francez
para
-porluguez
Por
A.
A.
LEAL
Preço
....
200
reis
A’
venda na
Livraria
Catholica
Por
tuense,
editora,
Praça de D. Pedro,
131
;
em
Lisboa
na
Livraria
Catholica,
Rua
No
va d
’EI-Rei
;
e
em
Braga,
na
Livraria
Catholica,
rua do
Souto.
Paquetes
para
o
Rrazil
Recebem-se
pas
sageiros
para
se
guirem
viagem
nos
mesmos
com a
fa
culdade
de
paga-
em
as
suas passagens
nos portos
do
seu
destino.
Trata-se
com
Soares
e
Irmãos,
no
lar
go
do
Correio
u.°
117,
defronte
da
fonte
dos
Ferros
Velhos,
no
Porto.
(633)
BRAGA :
TYPOGRAPHIA
LUSITANA — 1875. - É o formato de
-
comerciominho_11021875_308.pdf
Parte de Comércio do Minho (O)