(1911-1919)
Diário católico e noticioso fundado em Braga, em 01-04-1914, passando a publicar-se, diariamente a partir de 01-04-1914. Trazia como subtítulo Diário da Manhã. Sendo, então, o único jornal diário católico que se publicava em todo o País. Fundado pelos irmãos Vilelas, experientes no lançamento de outros periódicos e revista, secundados por Gabriel Maia, Francisco José Paiva (o Paivinha) e Arménio Augusto de Oliveira Sottomayor.
Antes, fôra bissemanário, fundado em 08-01-1911, em Braga, tendo no «cabeçalho», lado direito, a inscrição «A Deus o que é de Deus. A César o que é de César». Lado esquerdo ostentava as palavras «Justiça, Liberdade, Pátria e Família». Figuravam os nomes de José Joaquim Pereira Vilela (director e proprietário), Clemente de Campos Almeida Peixoto (editor), Francisco José de Paiva (administrador), Joaquim António Pereira Vilela (redactor). Redacção e administração na Rua dos Mártires da República, 83-91-C. Composto e impresso na Tipografia a vapor de Augusto Costa e Matos, Largo Barão de S. Martinho (considerada como uma das mais apetrechadas tipografias portuguesas), e, depois, com oficinas próprias a partir de Setembro de 1912, com maquinismo construído em Turim (ltália) na fábrica Ditta Nebiolo. Publicava-se às quintas-feiras e domingos. Formato médio, 4 páginas, a 5 colunas, com gravuras.