(1902-...)
Bissemanário e Diário político e regionalista. 1.ª fase bisemanário até 1926, foi órgão do partido progressista, tendo iniciado a sua edição, em 3 de Janeiro de 1902, Redacção e Administração na Rua dos Congregados, 5, sendo redactor Azevedo Coutinho e administrador Domingos Pereira de Azevedo. Publicava-se às terças e sextas-feiras, fundado em Braga. Terminou em Dezembro 1907.
Reapareceu, mais tarde, em Braga, em 06-07-1926, como diário, de sentido nacionalista e regionalista, fundado por Álvaro Pipa, que escreveu em editorial: «Diário regionalista e intemerato defensor das doutrinas religiosas que minha santa mãe me ensinou a rezar desde o berço».
É curioso notar que o periódico apareceu pouco tempo após a eclosão do movimento revolucionário do 28 de Maio, originado em Braga, pelo General Gomes da Costa. Por desinteligências havidas entre o Dr. Artur Bivar e Constantino Coelho, este retirou-se do Diário do Minho, em 03-07-1926, tendo então tomado o cargo de Chefe da Redacção e de editor, e como director Álvaro Pipa. Ficou instalado (Redacção, Administração e Tipografia) na Rua 13 de Fevereiro (antiga rua do Anjo) n.º 6. Foi seu administrador Francisco Guimarães e a propriedade pertencia à empresa do referido jornal. Outros fundadores além de Álvaro Pipa, Ribeiro Coelho, Francisco Guimarães, Afonso Palmeira, Dr. Alberto Feio, Guilherme da Costa e Sá, Barros Leite entre muitos outros. A partir de 31-VIl-1926 com a aquisição de uma impressora passou ao formato que hoje mantém. Era propriedade da «União Nacional» que depois alterou a designação para «Acção Nacional Popular».