Entidades Parceiras

Fachada do edifício da Sociedade Martins Sarmento, em Guimarães Pormenor do arco de entrada do Museu Arqueológico da Sociedade Martins Sarmento Busto do arqueólogo Francisco Martins Sarmento, no átrio do museu

Sociedade Martins Sarmento

A Sociedade Martins Sarmento é uma instituição cultural de utilidade pública, sem fins lucrativos, fundada em Guimarães em 1881, em homenagem ao arqueólogo e etnógrafo vimaranense Francisco Martins de Gouveia Morais Sarmento, cujos estudos científicos atraíram para Guimarães a atenção dos principais centros europeus de cultura do seu tempo.

A SMS é detentora de um valioso património cultural. Para além do Museu Arqueológico, um dos mais antigos e importantes museus arqueológicos portugueses, e do Museu da Cultura Castreja, tem ainda à sua responsabilidade a gestão das estações arqueológicas da Citânia de Briteiros e do Castro de Sabroso, sendo ainda proprietária de vários outros monumentos arqueológicos.

A Biblioteca da SMS dispõe de perto de 100 mil volumes, destacando-se o Fundo de Livro Antigo, de dimensão e qualidade excecionais, e o Fundo Local, que integra tudo o que se tem publicado sobre Guimarães e obras de autores vimaranenses. Outros fundos ganham especial relevância dada a sua especialização em áreas como a História, a Arqueologia, a Etnografia, a Medicina, o Direito e a Religião. A Biblioteca possui ainda uma vastíssima coleção de revistas científicas, nacionais e estrangeiras. No Arquivo Documental estão depositadas cerca de 30 mil peças, sendo as mais antigas do século XII. Aqui realça-se uma importante coleção de pergaminhos e o Foral de Guimarães de 1507, para além dos espólios de diversos escritores e investigadores.

Merece especial destaque a sua valiosa Hemeroteca que integra as coleções de jornais editados em Guimarães desde 1822, que tem vindo a ser digitalizada e disponibilizada na Internet com a colaboração da Casa de Sarmento.

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Biblioteca Pública de Braga (BPB)

A Biblioteca Pública de Braga constitui um importante repositório da memória documental do Minho. O seu acervo reúne, entre outros, fundos de bibliotecas particulares e de instituições religiosas, livros dos séculos XVI e XVII, incunábulos e uma expressiva coleção de periódicos, à qual se junta, desde 1931, a documentação recebida no âmbito do Depósito Legal.

Particular relevância assume a coleção de jornais da região do Minho, enquanto testemunho da vida política, social, económica e cultural das comunidades ao longo do tempo. Estes periódicos constituem uma fonte de especial interesse para a investigação e para o conhecimento da história regional, justificando a adoção de estratégias que permitam, simultaneamente, assegurar a sua preservação e ampliar as possibilidades de acesso e fruição.

Neste contexto, a BPB constitui-se como parceira da Casa de Sarmento – Centro de Estudos do Património da Universidade do Minho, disponibilizando os seus fundos para integração num projeto de digitalização e disponibilização em acesso aberto. Esta colaboração permite alargar a coleção da Biblioteca Digital da BPB, nomeadamente através da incorporação de jornais publicados na região do Minho, tornando acessível um conjunto documental de particular relevância para o estudo e conhecimento da memória regional, enquanto se contribui para a preservação dos exemplares originais.

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Sala de leitura histórica da Biblioteca Pública de Braga, com retratos e estantes de livro antigo Sala do arquivo documental da Biblioteca Pública de Braga, com lareira em pedra e mobiliário de época Grande sala de leitura da Biblioteca Pública de Braga, instalada no antigo Paço Episcopal Bracarense