comerciominho_03071880_1101.xml
- conteúdo
-
IIVI
AOO
SABBADO
3
DE JULHO DE 1880
MMERO 1:101
RELIGIOSA,
C
A.
Kí
PV
O TT
S«□ 1 O !S».
Sk
-
REDAGTOR
—D. MIGUEL SOTTO-MAYOR
i
RECO DA
ASSIGNATURA
IS
mezes,
com estampilha
2&4ÍW—
12
mezes,
sem estampilha
l$&00—tírazil,
12
mezes,
moeda
forte
4&201)
—
Avulso
20 rs.
BRAGA
—3 DE JLLI10
A
imprensa
hespanhola
dava
grande
importância á desavença occorrida
entre
as
auctoridades
civil
e
militar
de
Barce
lona,
havendo até
quem
esperasse
que
de
ahi
surgisse
uma
crise
completa.
Não
foi
assim:
o
snr.
Canovas
reuniu
conselho
de
ministros
presidido
pelo
snr.
D.
Affonso, e
deliberou-se
n
’
este
que
fosse
exonerado
d
’
aquella
capitania
geral
o
snr.
general
Prendergast,
e
conservado
uo
go
verno
civil
de
Barcelona
o
snr. Cossio.
A
maior
parle
dos
periódicos
ciê
que
a
solução
dada
a
este
negocio,
conjuran
do
por
emquanto a
tempestade,
accumula
novos perigos
sobre
a
situação.
«El PabeUon»
colleciona
as
seguintes
apreciações
que
fazem
outros
periódicos,
e todas
ellas
no
seu laconismo parecem
indicar
que
a
situação
conservadora
tem
os
dias
contados:
«Isto
não
é
caminho;
é
prehender
um
outro».
necessário
em-
El
Dia.
a
nossa
grali-
«Depois
de
consignar
dão,
resta-nos
apenas
dizer
aos
nossos
irmãos
avanl.»
na rude
lucta
da
imprensa:
En
La
Nueva
Prensa.
<
Marchons!
Marchons!»
El
Imparcial.
é
«Já
da
patria».
tempo
de
pôr
termo
aos
males
El
Tiempo.
«Estamos
no
momento
critico».
El
Siglo.
Tem
pois
a situação
mais um
inimigo,
0
tenente
general
Prendergast.
E
não
obstante
Canovas
crê-se
invul
nerável,
e
os seus
amigos asseveram
que
a
sua
posição
é roais
forte
cada
dia!
Loucos!
não
ouvem, ou
fingem
não
ou
vir
a
tempestade,
que
ainda ha
pouco
soava
bem
longe,
e
que
cada
hora
se
approxi
ma
mais.
Quando
ella
estiver
perpendicular,
não
tentem
fugir;
porque então
alguma
voz
pronunciará
o
terrível
C
’esl
Irop lard.—
(Da Esperança).
IMPOSTO 8ELIO
O
«Diário
do
Governo»
publica
a
nova
lei
do
sello.
Segundo
esta
lei,
os
conhecimentos,
a
que se
refere
o
artigo
1:555
do
codigo
commercial,
serão
sellados
a
tinta
de
oleo
nos
termos
que
determinar
o
regula
mento.
Os
consignatários,
donos,
caixas
de na-
xips,
ou
corretores,
e bem
assim todas
as
pessoas,
que os
despacharem
ou
tiverein
de
acceilar
ou usar
d’
es.tes
conhecimen
tos, não o
poderão
fazer
qundo
não
te
nham
sello.
O
imposto
do
sello
dos
arrendamen
tos
e
consignações
de rendimentos de
pré
dios
rústicos
será
addicionado
annualmen-
té,
em verba
especial, á
quota
de
conlu-
buição
predial
dos locadores,
que
ficam
subrogados
á
fazenda
para o effeilo
de
receberem
a
respectiva
importância dos
locatários.
,
0
imposto
do sello
dos
arrendamen
tos
e
consignações
de
rendimentos
de
prédios
urbanos será
addicionado
annua
-
PUBLICÃ-SE
ÁS
TERÇAS, QUATAS E SABBADOS
•
PUBLICAÇÕES
Correspondências
partic.
cada
linha
40—
Annuncios cada
linha
20—
Repetição
10
rs.
—Assignaules,
20
p,
c.
d'ahalimer.to.
.,.,■.,■-■■-1
-IT- -r nnm-n
r
f i ir
------------
QUINZE
MIL
E
QUINHENTOS
CONTOS
DE
REIS!!!!!!
E
vivam
os salvadores
da
patria,
e
das
balatas.
Ao
<’*
. ino roamiitBRrin de poli,
ciw.—
Pedimos
ao
ex.
mo
commissario
que
se
digne mandar
policiar
conveniente
mente
a
rua
dos
Sapateiros, onde
ha
uma
taverna
em
que
se dão
repelidos
distúrbios,
altas
horas
da
noite.
Falta de
limpeza—
Recommenda-
mos
a
quem compele
a
necessária
vigi
lância na
limpeza
da
rua
que vae
da
dos
Sapateiros ao largo
da
Porta
Nova, onde
a
toda
a
hora
do
dia
se
amontoam
car
tadas
de
immundicie.
Igualmente
recommendamos
a
limpeza
da
Vielliuha.
Essa está
de lodo
intransi
tável.
O Mez de
Maria, em
S.
Marti-
nbo do Couto d’Erv«dedo.—
Escre
vem
nos
d
’
esla
localidade:
Fez-se
n’este
anuo
o
.Mez
de
Maria,
na
egreja
matriz
de S. Marlinho
do
Cou
to
d’
Ervededo,
concelho de
Chaves;
e
na
capella de
S.
Sebastião, do
logar
da Tor
re,
da
mesma
freguezia.
No
dia
8
de
junho
leve
logar
a
festa
de
consagração,
com toda
a
imponência
devida,
na
dita
egreja,
assistindo
a
tste
acto
solemnissimo
dez
presbyleros; e
no
dia
9
na
capella
de S.
Sebastião
da
mes
ma
lórma,
prégando
em
ambas as
festas
o
bem
conhecido
e
dislincto ‘
orador
pa
dre
Domingos
Ferreira
de
Mattos,
da
fre
guezia
de
Beça.
Foram
promotoras
d
*
estas
festividades
;n’
aquella
egreja,
D.
Mana
Candida
de
i
Moraes
Guerra,
e
na
capella,
l). Gracinda
Reis.
Louvores
sejam
dados
a
estas
devo
tas
e
mais
pessoas
que
concorreram
para
..........
'
“
--'.a
Mãe
de
Deus
imposição
da
multa
respectiva
em
pro
cesso
de policia
corrèccional.
Não
haverá
processo
corrèccional
pa
ra
imposição
da
multa
por transgressão
da
lei
do
sello,
se o
transgressor
antes
de
ser
dada
participação
á
auctoridade
competente,
ou
antes
da
apprehensão
e
do
auto
de
que
trata
o
artigo
antecedente,
reconhecer
espontaneamente
a
falta
e
pa
gar
a
multa
estabelecida
na
lei.
De
todas
as
multas
impostas
correc-
cionalmente,
pertencerá
metade
ao
func-
cionario
que
tiver
feito
a
apprehensão e
o
auto,
ou
á
pessoa
que
tiver
dado
a
participação
que
servir
de
base
ao
pro
cesso.
As
auctoridades
e
empregados
que
fo
rem
incumbidos
da
fiscalisação
do
sello
não podem,
nas
inspecções
direclas
a que
procederem
nos
bancos,
sociedades,
com
panhias,
lojas,
armazéns
e
quaesquer
cu
ltos
estabelecimentos públicos,
devassar
o
segredo
das contas, lettras
ou
docu
mentos
que respeitem
a operações
cora-
merciaes.
A
inspecção
directa
recahirá
nos
livros
que
pelo
codigo
commercial,
constituem
a
regular
escripturação
mercantil,
verifi
cando
se
se
está
pago
o
sello que
lhes
é
devido.
§ unico. Em caso
de
recusa
da
apre
sentação
dos
livros
a
que
se
refere
o
ar
tigo
antecedente,
será lavrado,
pelos
em
pregados
da
fiscalisação,
o
respetivo
au
to
e
remetlido
ao
poder judiciário
para
que,
em
processo
corrèccional,
seja
im
posta
aos
transgressores
a
multa
de
t0$000
a 20$000
reis, conforme
o
grau
de
res-
mente
á
quota
de
contribuição
de
renda
de
casas.
Não
serão
admiitidos
ou
invocados
em
juizo
ou
em qualquer
repartição
publica
tilulos
de
arrendamento
e
arrendamentos
por
contracto
verbal,
que
não
sejam
com
prehendidos
nos dois artigos anteriores,
sem
se
provar
o
pagamento
do
sello
res
pectivo,
nos
termos
do
regulamento.
O
sello
estabelecido
nas
novas
verbas
da
classe
17.
’
da
se
7.a da
labelia
conla
do
estado,
ço
ou
custo
dos
pelas
emprezas
e
vas,
as
quaes
entrarão
nos
cofres
da
fa
zenda
com
as
importâncias
cobradas,
pe
la
fórma
que será
determinada
no
regu
lamento
da
presente
lei.
E’
o
governo
auctorisado
a
cobrar
o
imposto
do
sello
por
meio
de
avenças,
em
lodos
os
casos
em
que
o
julgar
oppor-
luno
e
conveniente,
com
relação
ás novas
verbas
comprehendidas
na
classe
17.d da
labelia
n.°
1,
e
na
classe
7.
“
da
labelia
n.°
2.
Não é
sujeita
ao
sello
de
pertence a
inscripção
primaria
dos
direitos
de
credor
ou
de
accionista
em
obrigações,
acções
e
de
obrigações já
emitlidas,
ou
que
de
fu
turo
emitiam
os
bancos
ciedades
anonymas
Fica
tada
a
legislação
vigente
unico
do artigo 60."
do
14
de
novembro
de 1878.
Todos
os
documentos,
tilulos,
livros
e
papeis
de qualquer
natureza,
sujeitos
a
d
.v.o,
~
—
-~~
sello.
que
não
estejam
devidamente
sei-
j
ponsabili
Jade
que
fôr
liquidado
pelos
tri
lados
á
data
da
presente
lei,
podem
ser
'
•-------
revalidados,
a
requerimento
verbal
de
qual
quer
pessoa,
pelo
pagamento
do
sello
de
vido e
mais
50
por cento.
As
transgressões
que
resultarem
de
se
pagar
sello
inferior
ao
devido,
obrigam
á
revalidação
pelo
pagamento
voluntário
ou
coercivo
da
multa
correspondente
á
im
portância
por
que se deixou de
pagar
o
sello,
excepto
no
sello
da
verba
a
res
peito
do
qual
o
contribuinte não
póde
ser
obrigado a mais
do
que
a
satisfazer
a
differença entre o
sello
pago
e
o sello
devido.
Toda
a
pessoa
que
por
qualquer
mo
do
seja
interessada,
póde fazer
revalidar
os
documentos ou
papeis
com
falta
ou
defi
ciência
do
sello
devido,
pagando
a
multa
le^al.
e
ficando
subrogada
nos
direitos
da
fazenda publica
para
lia»er
do
transgres
sor
a
respectiva
importância.
»
Todos
aquelles
que
receberem,
derem
cumprimento,
ou
fizerem
uso
de
docu
mento
ou
papel
sujeito
a
sello,
e
não
devidamente
sellado
ou
revalidado,
ficam
ioualmente
sujeitos á
multa
corresponden
te
á
falta do
sello
devido,
independente
mente
da
inuita
em
que
iucorre
o pri
mitivo transgressor.
Aquelle
que
tiver
de
passar
ou
en
tregar
com
urgência
qualquer documento
ou
papel
sujeito
ao
sello,
em
dia,
hora
ou
localidade
em
que
se
não achem
á
venda
os
competentes
sellos,
poderá,
de
clarando
no
respectivo
instrumento
essa
circumslancia,
e
delegando
a
obrigação
do
pagamento
n<-
pessoa
a
quem
entre
gar
o
dogumento
ou papeL,
isenlar-se
da
multa,
que
era
tal
caso
recahirá
unica
mente
sobre
essa
pessoa,
mas
em
dobro,
quando
deixe
de
pagar
por
meio
de
ver
ba
o
sello
devido
dentro
do
praso
de
oito
dias.
Todos
obrigados
a
apprehender
e
papeis
sujeitos
a
sello
q«® encontrarem
sem
o
sello
devido,
lavrando
o
auto, e
-eraeltendo-o ao juizo
competente
para
labelia
n.°
1,
e da
clas-
n.°
2,
será
cobrado
por
juntamenle
com
o
pre-
objecios
em
que recáe,
administrações
respecli-
e
as demais
so-
assim
inlerpre-
e
revogado o Jj
regulamento
de
os
funccionarios
do
estado
são
os
documentos
bunaes.
O governo
fará
o
regulamento
preciso
|
-
-
-----
r
——
_
para
a
execução da presente
lei,
reuuin
'solemnisar
a
Excelsa
do
e
codificando
n
’
elle
todas
as
disposi-
, Rainha dos
Anjos,
ções
que
se
conservem
em
vigor,
relati-1
■
N’
esle
desgraçado
tempo
em
que
vamente
ao
imposto do
sello,
e
fica
au
:
hydra
infernal
e
a
bocca
do
impio
e
a
______
_-
......
.
.
.se
clorisado
a
restringir
ou
ampliar
o
uso levanta e
abre contra
tudo
quanto ha
de
do
sello de
estampilha
como
julgar
con-
[
mais sagrado,
os
bons
ca
bolicos
se es-
veniente;
a
modificar
a
divisão
e
classiíi-
meram
em
render
RPgorosissimos cultos
cação
das
tabellas,
a
hartnonisal-as
com
'
ao
Coração
de Mana, tornando
se
por
a
legislação
civil
em
vigor
e
a
tomar
as
isso
os
fieis
mais
tirmes
e
inabalaveis
providencias
precisas
para
assegurar
a
’
na fé.
cobrança
e
fiscalisação
do
imposto
do
sej-1
ireisgruça
—
Uma pobre
mulher
que
lo,
comtanlo
que as
penas
e
multas não
;
na
terça-leira
atravessava
a
linha
ferrea
sejam
excedentes
ás
estabelecidas
na
pre
I
dlo
Minho,
cerca
do k
lomelro
n.
’
2,
em
sente
lei
e
nas
leis
anteriores
que
ficam
(
Condomil,
foi
esmagada
pelo
comboio,
em vigor,
e
de
tudo
dará
conta
ás
cor-:
ficando
morta
instantaneamente.
les.
•
i
Brmi«»ão e
nouirnçfio.
—
Foram
A
’
s ampliações
e
alterações
deter
mi-i
detnillidos os
snrs. beltdano
de Cerqueira
nadas
n
’esta
lei,
emquanto
se
não
publi
car
o
respectivo
regulamento,
são
appli-
caveis
as
disposições
<Jo regulamento
de
14 de
novembro
de 1878,
em
tudo
em
que
forem
compatíveis.
Não
ficam
sujeitas
ás
disposições
de
esta lei
os
contractos
de
arrendamento
pelos
annos
de
que
se
houver
pago
o
imposto
do
sello,
estabelecido
na
legis
lação
vigente
ao
tempo
em
que
foram
celebrados.—(Do
Commercio
Portuguez).
GAZETILHA
Cltrnniea
religiosa.
—
Amanhã,
domingo:
—
Exposição
do
Santíssimo
no
Salvador.
Na
Sé,
festa
de
Nosso
Senhor da
Pie
dade.
Exercício do
Santíssimo
Coração
de
Jesus
no
Collegio.
Procissão
dus
Dôres
nos
Congregados.
Porttignl
vae si vela.—Õ
paternal
governorio
que
para
ahi está
fazendo
a
felicidade
d’
este
reino
e
conquistas,
vae
conírahir um
empréstimo da bagalella
de
Ribeiro
e
Viclorino Ferreira
Costa
Libe
ral,
de
administrador
eflèctivo
e
substituto
de
Moudim
de
Basto,
e
nomeados
para
os
mesmos
cargos os
snrs.
Manoel
Au
gusto
Pereira da
.Cunha
e Joaquim
Maria
Rodrigues
Mvraes
Lobato.
SemiAo.
—
O
sermão
prégado
pelo
exc.
U10
snr.
dr.
Luiz Maria
da
Silva
Ramos,
na
fesliviiade de
conclu
âo
do
M
z
Eucha-
rislico,
que
na
quarta-feira
teve
logar
no
templo
do
convento
das
Therezas,
foi,
como
era
d
’
esperar,
um dos
mais
bellos
que
se
tem
ouvido
n
’esla
cidade.
S.
exc.a
completou o
pensamento
que
ha
dois
annos
Começou
a
desenvolver
no
mesmo
templo:
no
primeiro
anno,
a
Eu-
claristia
e
a
liberdade;
no
segundo, a
Eucharislia
e
a
fraternidade;
n’
esle
anno,
a Eucharislia
e
a
igu.-ldade.
Com
a
toais
solida e
profunda
erudic-
ção,
em
linguagem
a
mais
corjecta
e
flo
rida,
o
snr.
dr.
Ramos
demonstrou
que
só
a
Eucharislia
estabelece
e
conserva
a
verdadeira
igualdade.
E
’
ocioso
encarecer a
sabedoria e
os
excellenles
dotes
oratorios
do
snr. dr.
Ramos.
Braga
acata-o
como
uni
dus
seus
mais
illustres
filhos,
a
Lniversi
lade
como
um
dos
seus
mais
preclaros
ornamentos,
todo
o
clero
portuguez
coino
uma
das
suas
maiores
glorias.
Facil
é,
pois,
avali.r
o que seria
a
brilhantíssima
oração
que
no dia
e
tem
plo
referidos arrebatou
o
numeroso
e
se
lecto
auditorio.
Fnlleeíment».—
Fmouse
ha
dias
na
sua
casa
de
Durrães.
concelho de
Barcel-
los,
o
ex.rn
’
snr.
Francisco
Xavier
Leite
d
’Abreu Carneiro,
nosso amigo
e
distinclo
cavalheiro
d
’
aquella
localidade.
Era
filho do
capitão Antonio
Bernar-
dino Leite
Carneiro
e
de D.
Maria
Josefa
d
’Abreu,
e
neto,
pela
linha
paterna, de
Francisco
Lite
e
de
D.
Rosa
Carneiro,
de
Villa
do
Con
le,
e,
pela
materna,
de
Fran-
cisco
d
’Abreu
e de
D.
Anlonia
de
Castro,
senhores
da
casa
e
quinta
do
Rego
em
Santo
André
de
Palme.
Oiíicial de patente superior
no
exer
cito
realista,
conservou
sempre
firmes
e
inalteráveis
as‘
suas
crenças
de
verdadeiro
legitiinista;
catholico
profundo, a
sua
vida
foi
um
conpendio
de todas as
virtudes
christãs,
estremando
a
da
caridade, que
sempre
praticou
com
pródiga
mão,
e
de
um
modo
perfeitamente
evangélico.
Com
justiça
se
póde
dizer
d
’
elle
que
passou
fazendo
o
bem.
A
’
ex.
ma
viuva
e
filhos
do
finado
os
nossos
sentidos
pezames.
e
aos
nossos
leitores
pedimos
um
P.
N. pela
sua
alma
Outro. —
Falleceu
em
Agueda o
snr.
dr.
Patrício
de Sou
a
Ribeiro,
membro
de
tima
respeitável
familia
d
’
aquelle
concelho,
e
dedicado
legilimista.
Tiiewtro.
—
Na
próxima
segunda-feira
vem
a
companhia
do thealro
do
Prínci
pe
Real
do
Porto
dar
uma
recita
em
que
toma
parte
o
grande
actor
Antonio Pe
dro.
Xoticia
*
«le
Horeellon.—
Chegou
a
esta villa,
na
passada quarta-feira,
o
ex.mu
dr.
José
Barros
Pereira
e
Mattos,
depu
tado
pelo
circulo
de
Barcellos.
—Já
recolheu
de
Lisboa
aonde
tinha
ido
passar
algum
tempo
com
sua
ex.
rna
mãe,
o
snr.
Eugênio
Russel
de
Sá
Vianna.
—
No
dia
24
do
passado
festejaram-se
na
freguezia
da
Silva,
d’este concelho,
com todo o
lustre o Santo
Precursor,
Santo
Antonio
e
S.
Sebastião,
havendo
missa
cantada
a
instrumental
de
manhã,
e
de
tarde
procissão,
levando
quatro
an
dores
e
alguns
anjos.
Foi
orador,
de
tarde,
o
revd.
9 snr.
padre
Manoel
Joaquim
de
Queiroz,
digno
parocho
da
freguezia
de
Aldreu.
—
Dnr.nte
o
mez
de maio falleceram
no
concelho
de
Barcellos 81 pessoas.
—
Na
tarde
de
21
do
passado
voltou-
se
na
freguezia
da
Silva o
carro
em
que
tinha
entrado para
vir
para
esta villa
o
revd.®
snr.
padre
José
de
Villasboas, e
ficou
s.
s.
a
bastante
maltratado.
Noticia
*
«le
Ponte do
Limit.—
No
dia
W
de
junho,
na
casa
da
camara,
recolhido
o
préstito,
foi
solemneménle
aberta
a
subscripção
para
os
associados
do Asylo Camões.
Subscreveram
os
snrs:
Joaquim
Gerardo
A.
Vieira
Lisboa
94000
João
de
Barros
Mimoso
134300
José
Pedro
de
Mello
Abreu
e
Lima
94500
Caetano
Malheiro
Solto-Mayor
94000
João
José
Pereira
Costeira
64300
José
de
Passos
de
Sá Tinoco
44300
José
Antonio
Pinto
Fontes
44300
Caetano
Antonio
Fernandes
500
José
Antonio
Sequeiros
44500
Manoel
Vieira
da
Silva
Rego
64OOO
Manoel José Barbosa
Torres
14000
João
Marcos
de Sá
64OOO
José
de
Sousa
Sá
Malheiro
500
José
Luiz
de
Castro
500
João
Francisco Mendes
500
Domingos
José Fernandes
14000
José
Manoel Gonçalves
14000
Anaslacio Jorge
V
de
Mattos
14000
Caetano
de
Sousa
Beiral
500
Antonio
José
d
’
Azevedo
500
Joaquim
J. da
Cunha Guimarães
300
Antsnio
Martins
Dias
14500
José
Maria
de
Castro
Pacheco
14000
José de
Sousa
Castro
e
Silva
74000
Padre
Luiz
Gonçalves
Pereira
94000
Padre
Antonio
Pereira
Lima
74000
Manoel
de
Fontes
Pereira
Lima-
94OOO
Miguel
Lemos
14300
Padre
José Maria
Fiúza
64OOO
José Joaquim Corrêa
Marinho
500
Gonçalo
de
B.
A.
C. Solto-Mayor
44500
Antonio
Marques
R.
de
Moraes
500
João Manoel da Silva
500
João
Chrysostomo
Júnior
250
Lourenço
A. P.
de
Magalhães
500
Antonio
José
Rodrigues
Barbosa
64OOO
Polycarpo
da
Gama
d
’
A.
d’
Azevedo
504000
Antonio
de
Magalhães
Barros
64OOO
Francisco
José
Perre
64OOO
José
Simplicio
C. Pinto
Osorio
64OOO
José
Joaquim
de
Faria Peixoto
500
JoȎ
Joaquim
de
Castro.
Feijó
64000
João
Aflonsi
Pereira
Lima
640OO
José
Maria
Marinho
d
’
Aguiar
64OOO
Francisco
Malheiro P.
Peixoto
I4OOO
Honoralo
de Moura
64OOO
Manoel José
Vieira
14000
Antonio
José
da
Silva
Machado
64OOO
235433O
—
Realisou-se no
dia
28
do
passado
0
mercado
quinzenal d
’
esta
villa,
que
esteve
pouco
concorrido
e
anima
lo,
como
é
pro
prio
da
quadra,
em
que
os
sachos e
ou
tros
trabalhos agrícolas
reclamam
0
con
curso
de lodos
os t raços.
—No
dia
1
I
do
corrente,
realisar-se-
ha a
romagem
de
S.
Bento,
na
visinha
freguezia
de
S
Mamede
d
’Arca.
havendo
na
vespera
abundante
fogo
do
ar.
vistosa
illuminação,
e
musica
de
arraial,
e
no
dia,
as
solemnidades
internas
costumadas,
e
de
tarde
sermão,
procissão
e
comedias.
—
O
terrível
fligello
do
oidiiun,
des
envolveu
se
muito,
ultimainente,
nos
vi
nhedos
d
’esle
concelho
apesar
de
ler
sido
lenazmente
combatido
com
enxofre.
II
1
cultivadores
q
ie
applicaram
já
cin
co
e
seis
enxofras,
com
pouco
aprovei
tamento.
Noticia
*
«le Vianna.
—
Durante a
semana
finda em
26
«lo passado
deram-
se
á
sepultura
nos cemitérios públicos
da
Ordem Terceira d
’esta
cilade
os ca
daveres
dos
seguintes
indivíduos:
Manoel
da
Cruz
Vianna.
3
mezes.
da
freguezia
de Monsarrate,
d
’esla
cidade
—
Carlos
Maria,
42 a.,
s.,
de
Barcellos.
—
Esteve
patente
ao publico
0
hospício
de
velhos
e
entrevados
da Congregação
de
N.
S.
da
Caridade.
Na sala dos
retratos
do
hospício
acha
va
se
exposto
0
do
fallecido snr.
dr.
Ja-
come
Bnrges
Pacheco
Pereira,
cavalheiro
respeitabilíssimo,
de
quem
todos
se
re
cordam
com
saudade,
e
bemfeitor
que
foi
d
’aquella casa.
—
Chegou
no
dia
29
do
passado
a
esta
cidade,
e
assumiu
0 commando
do
regi
mento
de
infanleria
3,
0
snr.
coronel
Macedo.
l'niverMidikde de
Coimbra,—
São
581
os
estudante
actualmente
matriculados
nas
differenles
cadeiras
dxs
faculdades
da
Universidade;
isto
é,
46
menos
que
no
ultimo
anuo
lectivo;
sendo
0
contingente
dislnclal
dado
pela
seguinte
estatística:
Minho—Braga,
46;
Vianna
do
Castello,
30;
total,
76.
Traz-os-Moules:
—
Villa
Real,
31;
Bragança,
14; total,
43.
Douro:
—
Porto,
81;
Aveiro,
42;
Coimbra,
76;
total,
202.
Beiras:
—
Vizeu,
56;
Castello
Branco,
26;
Guarda,
37; total,
119.
Exlremadura:
—
Lisboa,
30;
Santarém,
19;
Leiria,
12; to
tal,
61.
Alerntejo:
—
Evora,
5; Beja,
1;
Portalegre,
13;
total, 19.
Algarve:
—
Faro,
13.
Açores:
—Ponta
Delgada,
13;
Angra,
7;
Horta,
5;
total,
25.
Madeira:—
Funchal,
8.
África:
—
Cabo
Verde,
2;
Loanda,
1.
Estados
da
índia, 1.
Império
do
Brazd,
7.
França,
1.
Inglaterra,
1.
Vê
se
que,
no
continente,
é
0 Porto
0
primeiro,
com
84;
e
Beja
0
ultimo,
com
1.
O«
grande
*
rio
*
—
O
maior
rio
da
America
é
0
Amazonas,
que
percorre
um
leito
de
7
milhões
de
kdometros
quadra
dos.
E
’
tão
largo
que
os
navios
sobem-
no
mil
léguas
aproximadamente. A
massa
das suas
aguas
podia
alimentar
3:000
rios
como
0
Sena^
Depois
do
Amazonas
é
0
Mississipi,
que
percorre
180:000
léguas
quadradas
de
terreno.
Na
África ha 0
Senegal
(4
500
kilometros de comprido)
é
0
Nilo
(4:880
kilometros).
Na
Asia
0
Yang
tse-hiang
(5:330
kilometros),
0
Amor
(4
380
kilometros)
0
Ganges
(3:000
kilo
metros).
Na
Europa
os
maiores
rios
são
Volga
(3:340
kilometros)
e
0
Danúbio
(2:750
kilometros).
O
*
quatro homen
*
inai
*
rieo
*
do
mundo.—
De
um
jornal
de
Liverpool
extrahimos
0
seguinte:
Das
riquezas
conhecidas
no
mundo
são
tres
as
mais
espantosas
no commercio.
A
de
Mackav,
irlandez, a
do
chefe
da
casa
Rothschild
e
a
do senador
norte
america
no,
Jones
Nevada.
Machay
pobrissimo
ha
30
annos
fez
a
sua
riqueza
em
uma
mina
de
prata.
A
sua
renda
annual
é
calculada
em
cerca
de tres
milhões
de
libras,
mais
de 30
contos
por
dia.
Rothschild
não
tem
menos
de
23
con
tos
por
dia.
Nevada
tem
um
milhão
de
libras
de
renda; tres
mil
libras
por
dia.
Como
proprietário
0
homem
mais
rico
do
mundo
é
0
duque
de
Westminster.
A
sua
renda
é
de
3:600
contos
por
anno
e
augmenta
de
dia
para
dia.
Consiste
este
espantoso rendimento
em
foros
que
lhe
paga
0
grande
e
faustoso
bairro
de West
minster
lodo
formado em
terras
dos
an
tepassados
«lo
aclual
duque.
.Vfoedtta
antiga
*
.
—
Na
freguezia
de
Ferreira,
concelho de
C»ura,
estando
a
abiir-se
uma
sepultura
no
cemiterio
re
ceutemente
construído
n
’essa-mesma
fre
guezia,
encontroo-se
uma
grande
porção
de
moedas
anlgas.
Em uma
das
faces teem
uma
eíligie
similhante
ás
das
nossas
moedas,
mas
com
a
cabeça,
cingida,
na
direcção
do
al
to
do
craneo
para
0
occipital,
com
om
disco
similhante
a
uma
corô«
de
louro,
e
com
uma
legenda
em
volta:
e na
ou
tra
face teem
uma
um
guerreiro,
com
um
florete
na
mão,
em
frente
de
outro,
que
está
etn
posição
mais
elevada,
arreme
tendo
contra
0
primeiro
com
uma
lança;
outras teem
uma
corôa,
coin
caracteres
romanos
no
centro;
outras,
duas
mulne-
res,
voltadas
uma
para
a
outra,
e
uma
especie
de custodia
entre ellas.
Em poder
do
padre
Narciso
Cândido
Alves
da
Cunha,
de Forinariz,
estão
82,
que
as
obteve
por
intervenção
e favor
do
digno
abbade
de
Ferreira
e outras
pessoas.
E
’
de notar que,
quando
se
abriram
os
alicerces
para
a
construcção
d’
aquelle
cemiterio,
apparecen
também
uma
pia
de
pedra,
perfeitamente
fechada
com um»
tam
pa,
cuja
bocca
media,
aproximadamente,
dous
decimelros
de diâmetro
E
proximo
d
’
este
logar,
procurando
um
trabalhador
desenterrar
as raizes
de
um
pinheiro,
descobriu
um
fôrno de tijôlo
a
alguma
profundidade. Appareceram
lambem
capiteis,
fragmentos de coluranas
de
pe
dra,
etc
etc.
Estará
alli
subterrada
alguma
povoação,
que
existirá
em
outros
tempos?
Serão
restos
d
’alguma edificação,
de
que
hoje
não
resta
memória?
Oiatnitnte
*
.
—
Os
maiores
diamantes
conhecidos
são
estes:
0
de
Agrah.
que pesa.
0
de
Rajah
de Matau,
em
Bor-
133
gram.
neo.
78
>
0 do imperador
de
Mogol.
63
>
0 do imperador da Rússia.
41
>
0
do
imperador
da
Áustria.
0
da
corôa
de
França,
chama
29,53
>
do
Regente.
29,89
>
A
Eslrella
do
Sul.
0
Kobi
noor,
que
perten
ceu
a
Runjeet
Sing.
ma-
harajah
da
India,
e
hoje
é
propriedade
da
corôa
de
23,90
>
Inglaterra.
22,15
>
Os
cinco
primeiros
não
teem
uma bella
fórma;
0
sexto
é
perfeitíssimo
a
todos
os
respeitos.
Antes
de
lapidado
pesava 87
gram-
mas;
para
0
facetarem
gastaram
dois
an
nos.
Foi comprado
peio
preço
de
2.500:000
francos,
mil
contos
de
reis,
e
hoje
attri-
bue
se
lhe
um
valor
superior
ao
dobro.
O
maior
diamante
que
se
encontrou
no
Brazil e
que
é propriedade
da
corôa
de
Portugal,
pesa
23,52
grammas.
Continuámos
com
a publicação
dos
VaniM
do
*
membro
*
do «Jera, qu«
adheriram
so
l*
rot
*
«to
do
eorpo
docente
do
Seminário Conciliar
de
S. Pedro, d’*
«t
*
*
idi
*
4o.
Arcipreslado
de
Amaranle
(ConclusSo)
O
parocho
João
Baptista da
Guerra
Machado.
—
Padre
Rodrigo
José Cardoso
da
Fonseca.
—Padre
Antonio
Joaquim
Car
doso
da
Fonseca.
—
Padre
Antonio
Manoel
de
Campos
Pinto.
—
Padre
Antonio Alves
Lopes
Monteiro.
—Padre
CaelanÒ
Gonçal
ves
de
Moura.—
Fr. Fernando
Pinto
de
G.
e
Moita.
—
O
encommendado
Antonio
Pereira
de
Macedo.—
O
reitor
Luiz Anto
nio
Machado.—O parocho
Cláudio
Alves
Cardoso.—O
parocho
Antonio
Clemente
Coelho.
—O
parocho
Francisco Feliciano
Rodrigues
Coimbra.
—
O
parocho
José
Gui
lherme
Ferreira.
—Padre
Domingos Alves
da
Silva.
—
O
reitor
José
Teixeira
Barbosa
—
O
reitor
Antonio
Manoel
Pinto
da
Silva
Carvalho.
—
O
encommendado Agostinho
da
Costa
Pinheiro.—
O
parocho
Francisco
de
Azevedo
Leitão
e
Vasconçellos.
—
O
encom
mendado
Miguel
Ribeiro
d
’Aguiar.
—
O
en
commendado
José
Teixeira
da
Moita.
—
0
encommendado
Antsnio
Lourenço
de
Babo.
—
O
encommendado
Sebastião Antonio
de
Mattos.
—
O
parocho
Gonçalo
Thomaz
de
Queiroz.—
O
prior
Vicente
José
da
Cruz.
—
Padre
Rodrigo
Augusto.
—
Padre
Joxé
Joaquim
de
Sousa
—Padre
José
Xavier
Fer
reira.
—Padre
João Jacinlho
d
’
Oliveira.
—-■
Padre
Bernardo
Joaquim
de
Sousa__
0
encommendado
Fernando
José
Ferreira__
O
encommendado
José
Pinheiro
de
Car
valho.
—
O
parocho
Manoel
Pereira
Dias.
—Padre
Joaquim
Brandão
d
’
Andrade
da
Cunha
Lima.—
O encommen
lado
José
An.
lonio Teixeira
Machado.—
O
encommen-
dado
Antmio
Ribeiro
d
’
Andrade.
—
O
en
commendado
Joaquim
Teixeira
Ribeiro.
—
O
reitor
Manoel
Pinto Nogueira.
—
O
coa
djutor
Joaquim
Teixeira Duarte.
-
O reitor
Luiz
Antonio
Teixeira.
—O
reitor
Manoel
José
da
Fonseca
Azevedo.
—
O reitor
José
Villela.
—
Padre
José
Ribeiro
da
Silva Leite.
—
O
parocho
João
José
Gonçalves
de Mi
randa.
—
Fr.
Antonio
Pinto Teixeira.
—
0
parocho
.
Antonio
José
Teixeira.
—
Psdre
Antonio
José
Ribeiro Teixeira.—O
paro
cho José
Joaquim
da Costa
Pinheiro.
—
O
parocho
Diogo Ferreira
da
Fonseca
Maia.
—O
parocho
José
Teixeira
Mendes.
—O
parocho
João
Pinto
d
’Abreu.
•
NOTICIAS
EXTERNAS
—
A
conferencia
de
Berlim
e os
de
legados
technicos
continuam os
seus
tra
balhos.
Os
plenipotenciários
parece
esta
rem
ainda
dispostos
a
aceitar
0
traçado
francez
ligeiramente modificado,
por
modo
que
á
Grécia
se
dê a cristã
do
monte
Olympo,
0
que
lhe
daria
por
este
lado
uma
excellente fronteira
sob
0
ponto
de
vista
defensivo.
A
Grécia
pede também
0
rio
Kalamas
por um
lado,
as
aldeias
de
Zagor,
que ficam
ao
norte
d’
esle
rio
e
cujos
habitantes
faliam
a lingua
grega,
e
por
outro
lado
0 território
que
se
alon
ga
até
Boutroton,
até
ao
norte
da
ilha
de
Corfu.
E
’,
porém,
evidente
que
a
Grécia
re
nunciaria
sem
diíliculdade
ás
suas
preten-
ções
de obter
0
voto
unanime
das
potên
cias
em
favor
do
traçado
proposto
pela
França.
Os
delegados
reuniram
se
já
para
fa
zerem
os seus
estudos
technicos,
aos
quaes
consagraram
todo 0 dia.
E’
possível,
com-
tudo,
que
ainda não estejam
habilitados
a
apresentar
um
relatorio
aos
seus
chefes
diplomáticos.
Pretendeu-se
que,
no
que
respeita ás
deliberações
dos
delegados,
um
procedi
mento
se
tornou
necessário
e
que elles
deliberam actualmente
como
commissão
que
deve
apresentar
á
reunião
plena
dos
diplomatas
a
decisão
da maioria de
seus
membros.
Esta
asserção
é
intxacla. Nada
mudou
quanto
ao
systema
adopiado.
Isto
com
tudo não exclue
a
eventualidade
pos
sível
de
que
a
conferencia
peça
0
relato
rio
e
0
juizo
arbitrai
de
um
ou
muitos
dos
delegados.
Em
Berlim
não
se
dá
grande
impor
tância
á
obstinação
com
que
a
Turquia
assume
a
sua
posição
de
estado
indepen
dente.
Nota-se
que
a
Porta,
no
momento
em
que
acceilou
as
vantagens
do
tratado
de
Berlim
comparativamente
ao
de
San-
Stefano,
deve
lambem
acceilar
os
sacrifí
cios
que
d
’
ahi
resultam
A camara
dos
deputados
da Prussia
continuou
a
discussão da lei ecclesiastica.
O
artigo
9.®,
que
os
nacionaes
liberaes
haviam
declarado não
dever
ser
votado,
foi approvado.
Este
artigo
no projeclo do
governo,
reservava
ao
presidente
superior
da
província
0
direito
de
processar pela
violação
das
leis
de
maio.
Mr.
de
Bande-
mer
apresentou
uma
emenda,
que
foi
ac-
ceite
pelo
governo,
e
que
foi
approvada
pela
camara.
Esta
emenda
mitiga
0
rigor
da
lei,
pois
que a
demissão
ecclesiastica
não
tem
como
consequência
a
suspensão
do
culto
religioso.
Paris
29
—
0
praso
fixado
as
congre
gações para
a execução
dos
decretos
finda
esta
noite.
Julga-se
que
áinanhã
ás 4
e
meia
da
manhã
serão
cumpridos
pelas
au-
ctoridades.
Os
jornaes
dizem
que
as
portas dos
estabelecimentos
estarão
fechadas.
Os agen
tes
lerão de
as
arrombar
e
uma
vez
en
trados
terão
de
arrombar
lambem
as cel-
las. Cada
religioso
pedirá
então
leitura
dos decretos
e
não
cederá
senão
á
força.
O
escrivão
presente
levantará
um
auto
para
preparar
a
acção
judicial.
Dizeip
qne
os
decretos serão
executados
ámanhã
só
mente
contra
os
jesuítas. A
’s
outras
con
gregações
não
auctorisadas
seria
concedido
novo
praso.
Idem
30
—
As
noticias vin
las
dos
de
partamentos
dizem
que,
em
toda
a
parte,
os
jesuítas
deixaram
os
seus
estabeleci
mentos,
declarando
ceder á
força.
Londres
30
—
O
«Dady
News»
publica
um
despacho
de
Cabul
dizendo
que
0
exercito
chinez
occupa 0
Koa
lúnd
orien
tal.
Os russos
retiram
para
Osk.
Calic
substituirá Dubsky
em
Constan
tinopla.
VARIEDADES
O
pequeno
escripto
que
em seguida
publicamos,
é
o
primeiro
ensaio
d
’
uma
creança
de
muito
talento e
muko
amor
á
instrucção.
Não
lhe
alteramos
uma virgula sequer,
pois
uma
producção
dos
II
annos
deve
ficar
fielmente
slereotipada
em toda a
sua
singeleza.
Somos
fracos
decifradores
de horosco-
pos;
mas parece-nos
que
a penna
que
traçou
este
pequenino
quadro,
terá
no
futuro
largi
acolheita
de
loiros.
A
vida
campegtre
e a
natureza
Quando
contemplo
uma
d
’
essas
amenas
tardes
d
’
agradavel
primavera,
que
fazem
o
semblante
risonho
a
todo
o
vivente;
em
que o ar
é
mais
puro
e
o
céo
mais
azul,
a
terra
.coberta
d
’um
novo
manto
de
verdura
e
as
arvores
vestidas
d’
uma
verde
folhagem; quando
lanço
um
olhar
pelos
campos
tapetados
de
vicejante
relva,
escuto
o
gorgeio
dos
passaros que brincam
nas
margens
dos
ribeiros, inisturando-o
com
o
murmurio
das
aguas,
e
olho
para
esse
lampadario
brilhante
e magesioso,
que
espalha
vida
e
alegria
pelo
orbe,
sinto
um
prazer
tal,
que lem
para
mim não
sei
que
royslerioso
e
vago,
porque
não
posso
descrevel-o.
Encantador
é
o
espectaculo
que
apre
senta
abril
nas
suas bellas
tardes. E que
belfa
e
serena
corre
então
a
vida
do
campo
no
amanho das
terras!
Ouve-se
nas
campinas
a
voz anima
dora
do
lavrador, que
excita
o
gado
no
trabalho da
vessada.
Alli
perto
trabalham
dois
bois
puxando
á
grade,
guiados
por
uma
mocelona
linda,
nutrida
e
corada;
no
fundo
do
campo
uma
pequena
matilha
de cães
vulgares,
brincam, deixando'ouvir
de
vez
em
quan
do
o seu
ladrar
alegre.
Finda
a
vessada
os
diiosos
lavradores
refazem as
forças
merendando
n’um
pro
ximo campo que esteja coberto
de
relva;
e
alli
se
senta
junto
com aquelles
sin
gelos
camponezes
a
simplicidade patriar-
chal
de
melhores
eras.
Reunem-se
todos em
volta d
’
uma
toa
lha
alva
de
neve,
que
é
por
certo
a
me
lhor
que
existe
em
casa
do
dono
da
ves
sada,
e
cada
um
por
sua
vez
lira,
mesmo
com a
mão,
d
’
uma
grande
travessa
uma
fatia de bacalhau
frito,
a comida
mais
própria
para os camponezes,
porque
escusa
talher
e
é
o
seu
sustento
mais
querido.
Uma
cabaça
d
’aqua-pé
anda á roda
lo
go
que
a
frugal
refeição
vae
em
meio.
Mas
eis
que
um
boi
passa
á
herva
vedada xUm dos camponezes,
o
que
mos
tra
ter
menos
edade,
lá
vae
afastal-o
com
chufas
e
ditos
innocentes.
Mau
grado
seu,
o
magesloso
animal
retira-se
agitando
a
cauda
e
espumando
por
entre
os dentes,
como
que
lamentando-se
de não
poder
também
festejar
o
fim
d
’um
trabalho
em
que
elle
tivera
a parte
principal.
Em
volta d’
esta
gente,
algumas
cabe-
cinhas
louras
brincam
com os
cães
dan
do-lhes
furtivamente
ametade
da
ração
que
lhes
coubera.
Anda
a
cabaça
outra
vez
á
roda, e
depois
de
terem
esgotado
tudo,
cada
um
comas
suas
ferramentas
volve
a_
casa,
felizes
e
satisfeitos,
entoando
canções
po
pulares.
Que
bella
não
é
a
vida
do
campo!
Que
ditosos
não
são
os
-que
a gosam!
J.
R.
Castro.
Segunda-feira
5
de
julho
Reclamo
n.°
»
SALVAE
AS
CREANÇAS
peiado
ce
Revalesciere
du
Birry
de
Londres.
Por
toda
a parte
se deplora
que
a
creança
—
a alegria
da
familia
e a esperança
da
nação—
é
muito
mal
tratada.
Sómenta
de
vido
á
ignorância das
mães
e
das amas
morrem
ellas
no
primeiro
anno, 60:090
em
França
e
40:000
em
Inglaterra!
Esta
miséria
é
devida
ou a
uma
alimentação
de
leite
muito
frequente
ou
antes
ao
uso
do
leite
de
vacca
on
de
cabra,
ou
á
açor
da
—
alimentos
inadmissíveis,
e
que,
ordi
nariamente,
trazem
uma irritação da mu
cosa,
e,
como
consequência
inevitável,
a
escandescencia
ou
a
diarrhéa, os
vomi
tos
contínuos,
a
atrophia,
as
caimbias,
os
espasmos,
a
morte. Reconheceu-se
que
1
a
representação
da
muito
applaudida
comedia
em
3
actos do
distincto
escriptor
Pinheiro
Chagas:
O
BEBÉ
A
representação
da
opereta
em
1
acto,
accommodada
á
scena portugueza por
Agos
tinho
Albano
e
musica
do
maestro
Antonio
Canêdo:
O
PHI.7EO
LUIZ
Principia
ás
9
horas.
a
digestão
de
uma creança,
uma
vez
com-
promettida,
as drogas
mais
bem escolhi
das
não teem
poder
de
reparar
o
mal!
E
’
um
flagello
para
a
familia e para
o
paiz
esta
cruel
destruição!
Ha
comtudo
um
meio
simples
e pouco
dispendioso
de
o
conseguir,
e
que
tem
sido
provado
du
rante 32 annos;
é
sustentar
as
creanças
de peito
e
as
creanças
doentes
e
fracas
de
qualquer
edade
com
a
Revaleseiere
Harry,
ires
vezes
ao
dia,
simples
mente
cosida
com
agua
e
sal.
E’,
fltinlinentr, o auitento por
exeellencia
que, elle gó, eonee-
gue
evitar todos os
aeeidentes
da
infaneia.
Citemos algumas das
provas abundan
tes
da
sua
influencia
invariavelmente
sa
lutar,
mesmo
nos
casos
mais
desespe
rados.
Cura
n.°
80:416
O
snr.
doutor
F.-W.
Beneke,
profes
sor
de medicina
na
Universidade,
refere-
se
da
seguinte
maneira
á
clinica
de Ber-
lin,
em
8
de
abril
de
1872:
«Nunca esquecerei
que
devo a vida
de
um
de
meus
filhos
á
Revaleieiere
du
Harry.
«A
creança,
na
.edade
de
quatro
an
nos, soffria
sem
causa
apparente,
uma
atrophia
completa,
com contínuos vomi
tos
que
resistiam
á
mais
cuidadosa
die
ta, a
duas
amas
e
a
todos
os
tratamen
tos
da
sciencia
medica.
A
Ilevaleaeie-
re
fez parar
immediatamente
os
vomitos
e
restabeleceu-lhe
completamente
a
saude
em
seis
semanas.
De todas
as
minhas
experiencias
feitas
posteriormente
com
a
Revaleaciere
obtive
os
mesmos
resul
tados.
E
’
quatro
vezes
mais
nutritiva
que
a
carne.s
E’
seis
vezes
mais
nutritiva
do
que
a car
ne,
sem
esquentar,
economisa
cineoenta
vezes
o
seu
preço
em
remedios.
—
Preços
fixos
da
venda
em
toda
a
península:
Em
caixas
de
folha
de
lata,
de
kilo.
500
reis;
de
*
/ s
kilo
800
reis;
de
um
kilo,
1$400 reis;
de
2
*
/s
kilos,
3^200
reis;
de
6
kilos,
6,-5400;
de
12
kilos,
12$000
reis.
DU
H
XHKY
«fe
C.a LIMITED—
Place
Vendôme, 26,
Paris;
77
Regen-Street,
Londres; Valverde,
1,
Madrid.
DEPOSITOS.
—
Lisboat
Serzedello
&
C.
a
,
largo
do
Corpo
Santo, 16;
Azevedo
Filhos,
praça
de
D.
Pedro,
31 e
32;
Bar
rai
&
Irmãos, rua
Aurea,
12.
—
Porto»
John
Cassei
&
C.’
;
J.
de
Sousa
Ferreira,
rua
da
Banharia,
77.
D
epositos
n
’
esta
.
província
:
Bragnt
Antonio
Alexandre
Pereira
Maia,
pharmaceutico, rua
dos
Chãos,
31;
Pipa
&
Irmão,
rua
do
Souto;
Domingos
José
Vieira
Machado,
droguista,
praça
Municipal,
17.
—
íSareellos»
Antonio
João
de
Sousa
Ramos,
pharmaceutico,
largo
da
Ponte.—
VinniiA
«lo
Castellui
Aífonso,
droguis-
la,
rua
da
Picota; J.
A.
de
Barros,
dro
garia, rua
Grande,
140.
—
A.
J.
Pereira
Martins,
pharmaceutico;
An
tonio
d
’
Araujo
Carvalho,
mercearia,
cam
po
da
Feira,
1;
José
Joaquim
da
Silva,
droguista,
rua
da
Rainha,
29
e 33.—
Pon
te do Limas
A. J.
Rodrigues Barbosa,
pharmaceutico.
—
Valença do Hinhot
Francisco
José
de
Sousa,
pharmaceutico.
THEATRO
DE
S. GERALDO
Empreza Artistiea Portuense do
Theatro
do Principe Real do
Porto
Debute
do
eminente
actor
de Lisboa
ASEO.VIO
PEBUO
CONVITE
Tendo
sido
da
vontade
do
Altíssimo,
chamar
á
sua
divina presença
a
alma
de
D.
Carlota
Joaquina
Pinto
Pereira
Lobo,
os
abaixo
assignados,
marido
e
tilhos
da
finada,
convidam
as pessoas
da
sua
ami
zade
para
assistirem á
missa
do
7.°
dia,
na
capella
da
Misericórdia,
domingo
i
do
corrente,
pelas
9
horas
da
manhã,
e desde
já
se
confessam
exlremanaenle
agradeci
dos.
Antonio
Maria
Lopes
Pereira
de
Sousa
Lobo.
Augusta
Adelaide Pinto
Pereira
Lobo.
Anna Amslia
Pinto
P.
Lobo.
Adelaide
Sophia
Pinto
P.
Lobo.
P.e Francisco
Maria
Lopes
Pereira
Lobo.
Francisco Eduardo
L.
P. Lobo.
Antonio
Maria
L.
P.
Lobo.
Alfredo
Augusto
L.
P.
Lobo.
(338)
AíiiDEcncmos
Os abaixo
assignados,
irmãos
e
sobri
nhos do
fallecido
padre Joaquim
Maria
Lamego
da
Maia,
professor
do
lyceu
de
Braga,
não
podendo pessoalmente
agra
decer
a todas
as
pessoas
que
o
honra
ram
com os
seus
cumprimentos,
durante
a
fatal
doença
que
o acommeteu,
e
se
digna
ram
assistir
aos
oíTicios
fúnebres
que,
por
alma
do
finado,
se
rezaram
na
egreja
de
S.
Lazaro
no
dia 14
do
corrente,
vera
por
este
meio significar
o
seu eterno
reconhe
cimento
e
gratidão.
Braga
26
de
junho
de 1880.
Rodrigo
Maria da
Maia Lermont.
D.
Maria
José
Alberlina
da
Maia
(ausente).
D
Maria
Francisca
Adelaide
da Maia.
Joaquim
Maria
da
Maia
Lermont.
D.
Malhilde
Candida
da
Maia
Lermont.
(329)
ANNUNCIOS
ALUGá-SE
ou
vende-se
a
casa
jílíW
rua
lle
S.
Miguel-o-Anjo,
n.°
33.
T
em
commodos
para nume
rosa
familia,
quintal e
poço, gaz
e
agua
em
todos
os
andares;
lindas
vistas
e
é
muito confortável.
Trata-se
na rua
da
Cruz
de
Pedra,
n.°
8,
com Francisco
da
Silva
Araújo.
(339)
Arrematação
Pelas
10
horas
da
manhã
do
dia
4
do
proximo
futuro
mez
de
julho,
á
porta
do
tribunal
judicial
d
’
esla cidade e co
marca
de
Braga se
tem
de proceder
á
hasteação
e
arrematação
pelo
maior
lanço
que
for
oíTerecido,
dos
restantes
moveis
e
objectos
pertencentes
ao
espolio do
finado
José
Bernardo
Ferreira
Pegas, morador
que
foi
n
’esla
cidade,
cujos
restantes
mo
veis
e objectos entram
em
praça
por
ametade
do
preço
de
sua
louvação.
Pelo
presente
lambem
são
citadas
to
das
as
pessoas incertas
que
se
julguem
com
algum direito ao
dito
espolio
para
que
fiquem
scientes
do
dia
da
praça
e
usem
dos
seus
direitos, querendo.
Braga,
28
de
junho
de 1880.
Verifiquei
a
exactidão.
O
juiz
substituto
Manoel
Joaquim
Corrêa
Velloso.
O
escrivão do
processo
Gaspar
Augusto
d
’Oliveira
Faria
Basto.
(340)
Banco
Nacional
Insulano
Na
lhesouraria
do
Banco
do
Minho
está
aberto
o
pagamento
do
dividendo
do
primeiro
semestre do corrente
anno
per
tencente
ás
acções
do
Banco
Nacional In
sulano, na
razão
de 2^900
reis
por
acção.
(341)
Banco
de
Portugal
Na lhesouraria
do
Banco
do
Minho
está
aberto
o
pagamento
do
dividendo
re
lativo
ao
primeiro
semestre
do
corrente
anno, pertencente ás acções
do
Binco
de
Portugal,
na
razão
de
3
e
meio
p.
c. oii
15$000 por
titulo
de
5
acções.
(342)
AFILHADOS
Por
esle
annuncio
são
convidados
to
dos os
afilhados
residentes
em
Poitugal,
do
fallecido
João
Pereira
Braga,
cujo
fal-
lecimento
teve
logar
n
’esta
cidade
no
dia
1
de
outubro
de 1879
a
apresentarem
certidão
de vida,
e
baplisino
no
praso
de
6'J
dias
para
receberem
o legado
que
o
mesmo
lhes
deixou.
Braga
2
de
julho
de
1880.
O
testamenteiro
Lourenco
Rodrigues
de
Faria
Braga.
(343)
Diligencias
diarias
Manoel
Antonio
de
Castro
Teixeira,
Manoel
Vieira Prim
e
Antonio
José
Ri
beiro,
fazem
publico, que
continuam
com
suas
carreiras,
de manhã
e
de
Urde,
para
Vieira,
Penedo,
e
Salamonde, saindo
o
carro
das
4
horas
e
meia
da
manhã
da
casa
do
muito
conhecido
Ribeiro
Bra
ga,
e
o
carro
da
uma
hora
da
tarde
da
casa
do
snr.
Domingos
Alves.
Os
ar»-
nunciantes
tem
mais
uma
nova carreira,
para
os
mesmos
pontos
acima
indicados,
a
principiar
no
dia
10
do
corrente,
que
sae
de
Braga
ás
10 horas
da
noite,
a
volta
ás
mesmas
horas:
preços
os
mes
mos
já
annunciados.
Os
bilhetes
para es
le
carro das
10
horas
vendem-se
em
Braga
nos
mesmos
snrs.
acima declara
dos,
e
no
Gerez
em casa
do
snr.
Fran
cisco
Botiquim.
Os
annunciantes
acima,
Manoel
Teixeira
e
Manoel
Prim,
da rua
da
Sé
n.
*
11,
fazem
publico que
fretam
todas
as
qualidades
de
trens,
de
Braga
até
ao
Penedo,
pelo
preço
de
5^900,
pro-
mettendo
ao respeitável
publico
o
serem
muito
bem servidos,
tanto
em
gado,
co
mo
em
trens;
e
para
comtnodidade
dos
snrs.
passageiros
lambem
pódem
tratar
qualquer
frete
com
o snr. Ribeiro
Bra
ga,
aonde se
passam
bilhetes
para
as
car
reiras
acima
indicadas.
Braga
3 de
julho
de
1880.
Antonio
José
Ribeiro
Manoel
Vieira
Prim.
Pelo fiscal=A. Cosia.
(344)
ilãiwlõ
Tendo
pessoa
de
minha
confiança
so
licitado
a
minha
assignatura
em uma
re
presentação
que
dizia
dirigir
se
á
Meza
do
Sanctuario
do
Senhor
Bim
Jesus
do
Monte,
no
intuito
de
conservarem
quan
to
possível o
arvoredo
que afonnozeia
aquelle
local,
prestei,
efleclivamenle
a
minha
assignatura;
mas
constando-me
ago
ra
que
essa
representação
se dirigira
ao
governo,
e
redigida
por fôrma
inconve
niente,
e
que
desdiz
da
boa admi
nistração que
a
Meza
tem
feito,
declaro
que
retiro
a
minha
assignatura,
obtida
com
abuso
de
confiança.
Braga
2
de
julho
de 1880.
O confrade
(345)
Antonio
Manoel
Agres
d
’
Oliveira.
~ÕUluFÊ
PRATA
Na ourivesaria
á
Porta
Nova
com
pra-se
ouro
velho
e
em
barra,
prata
e
pedras
preciosas.
(311)
PRAIA
DAPLLIA
N
’
esla
praia principiará
em
agosto
a
haver
casa de
pasto
e banhos
quentes
d
’agua
do mar,
na
casa do
Eiras.
A
principiar
desde já lambem
o
an-
nunciante
tem
carro
para
ir
buscar
e
con
duzir
famílias a
qualquer localidade,
por
preços
muito
rasoaveis.
(325)
ÉDITOS
DE
30
DIAS
Pelo
juizo
de
direito
d
’
esta comarca
de
Braga
e cartorio
do
escrivão
do
6.
*
oflicio
José
Luiz
de Oliveira Pessa,
se
procede
a
inventario
orfanologico
por
fal
lecimento
de
Luiza Pinto,
moradora
que
foi
na
freguezia
de
Sequeira,
d
’esta
co
marca,
em
que é
inventarianle
Francisco
Grainha,
viuvo
que
ficou
da
inventariada,
e
morador
na
mesma
freguezia,
e
estão
a
correr
éditos de trinta
dias
a
contar
do segundo
d’esles
annuncios
a citar
e
chamar
todos
os
credores
incertos
do
casal
inventariado,
e
legatários
ou
resi
dentes
fóra
d’
esta
comarca
de
Braga,
para
assistirem,
querendo,
ao»
termos
do
so
bredito
inventario,
e
virem
deduzir
seus
direitos,
pena
de
não
comparecendo
se
•proseguir
nos
lermos
do inventario
ás
suas
revelias
até final.
Braga,
23
de
junho
de 1880.
—
E eu
José
Luiz
d
’
01ivena
Pessa o
subscrevo
e
assigno.
Verifiquei
a exactidão.
Manoel
Joaquim
Corrêa
Velloso.
0
escrivão
(336)
José
Luiz
d'Oliveira Pessa.
SEM
COMPETÊNCIA
ALGODÕES
Pereira,
Aguiar
&
C.
a
,
tem
o
deposito
da
fabrica
do
Bogio,
que
vende
por
jun-
io
e
a rélalho
(não
sendo
menos
de
meio
maço),
pelo
preço
da
fabrica.
.
Algodões
torcidos
de
lodos os
nume
ros.
Tramas.
Tramas cruas e branqueadas
de
todos
os
numeros.
Estes
algodões
tornam-se
recommen-
daveis
a todos
os
consummidores,
por
que
são
os
melhores
até
boje
conhecidos;
e
tanto
o
tem
mostrado
que
para
o Por
to
tem
lido
tanto consummo que
é
im
possível
cumprir
as
encommendas.
0
fim
da fabrica
é
tomar
os
seus
al
godões
conhecidos em
toda
a parte
do
paiz,
porque
tem
a
certeza
de
que
os
consummidores
lhe
darão
a sua
preferen
cia.
(256)
HAPE’
BARATO
Meio
grosso,
botes
de250grams.
300
Vinagrinho
»
»
300
Boza
»
»
300
Secco
»
»
300
Garante-se
a
boa
qualidade
d’
esle
rapé.
TABACARIA
**,
rua de 8. Vicente, ®®.
BRAGA.
(312)
FABRICA DE TECIDOS DE
SEDA
DE
José
Jouquin»
•1'Oliveira
20,
Pua
do Souto, 20
—
Braga
N
’
esla
fabrica
se
tecem
com
toda
a
perfeição
damascos
de
todas
as
qualidades
proprios
para
cobertores, cortinados
e
para
mentos
d
’
egreja, lustrina
e sedas
matizadas
a
oiro,
setim
para
opas,
nobrezas
e
laftá.
N'esta
mesma casa
se
fazem
paramen
tos
proprios
para
egreja,
por preços
mui
to
rasoaveis,
garantindo
se
a
perfeição
das
cbras
que
lhe
sejam
encommendadas.
(237)
BREVE
COMPENDIO
DE
ORAÇÕES E
DEVOÇÕES
ADOPTADAS
PELOS
MISSIONÁRIOS
QUARTA.
EDIÇÃO
Novamente
correcta
e
muito
augmentada
com
novas
orações
e
devoções
indul-
genciadas,
e
concedidas
posterior-
mente
á
ultima
Raccolta.
Com
approvação
de S. Exc
*
Revrn.
*
o
Snr.
D.
Joao
Chrysostomo
d'Amorim
Pessoa, Arcebispo
Primaz.
Vende-se
em
Braga,
na
typographia
Lusitana,
rua
Nova
n.°
4,
e
nas
livra
rias
de
Manoel
Malheiro, rua
do
Almada,
Porto,
e
Catholica,
de
Lisboa.
Preço«=160 em brochura,
e
240
enca
dernado.
EM
Esta
companhia
previne
o
consumidor
dos
generos
da
sua
fabrica
que,
para
não poder
ser
illudido
com os
de
outras,
resolveu
mudar
os
desenhos
e
legendas
dos
invólucros
dos
seus
diversos
tabacos,
começando
pelo
rapé,
cujos
invólucros
te
rão
n
’
uma
face
o
nome
da
companhia
com
as
armas reaes,
n
’
oulra
o
desenho
do
edifício da
sua
fabrica,
na
terceira
o
facsimile
da
assignalura
do
seu
antigo
mestre
de
rapé
J.
Joannis,
e
na
quarta
as
medalhas
que
tem
conquistado
ern
todas as
ex
posições
a
que
tem
concorrido,
e
finalmente
u
’
um
dos
topos o
monograma
das
iet-
tras C.
N.
T.
X.,
e no outro
a
designação
da
qualidade
do
rapé
e
seu
respectivo
pezo;
isto
nos
volumes
de
5C0
e
250
grammas,
e
nos
volumes
de
100,
50
e 25
gran.mas
uma cinta
com
o
desenho
da
fabrica
e
a
referida
assignalura
J.
Joannis.
Mais
previne
que continuará
a
fornecer
este
a>tigo
nos
mesmos
volumes
de
1
:C
00,
500,
de 250,
de
100.
de
50
e
de 25
grammas,
e
a
nda
n’
outrcs
de
menos
pezo,
posto
não
aconselhar
aos
seus
agentes
a
requisição d
’estes,
porque
julga
não
estar similhanle
fabrico
nem
no
interesse
do estanqueiro
nem
no
do
consumidor.
Lisboa
3
de
junho
de 1880.
(309)
tuiriis
a
MW
SICCESSORES DO CACHAPIZ
Receberam variado
sortido de
ferra
gens
nacionaes
e
estrangeiras,
bem
assim
deposito
de vinhos engarrafados,
do
Alto
Douro,
qualidade
garantida,
de
150,
170,
200,
240,
300,
360. 400
e
600.
Idem
deposito
de
camas
de ferro
do
acreditadissimo
deposito de João
Thomaz
Cardoso,
bombas
para
poços,
fogões
para
cosinha,
armas
e
revvorvers,
ferros
a
va
por,
bacias
estanhadas,
e
bom
sortido de
ferro,
aço
e
metaes.
Preços
sem
competência.
(142)
FABRICA
DE
PAPEL
DE
fiu
A
es
Papel
de
jornal,
l.
a
e
2.
a
qualidade.
Idem
d’
embrulho.
Idem
almaço,
liso.
Idem
almaço,
pautado.
Preços
sem
competidor.
AGENCIA
EM
BRAGA
TABACARIABRACABEXSE
(202)
Caixa pt-nhnriHtH Braearenae na
TraveHBt»
«ic D. Qualdiin
d’eata
eidade.
Continua
a
emprestar
dinheiro
sobre
penhores
todos os
dias
desde
as
8
horas,
da
manhã até
ás
9
da noute na
mesma
caixa.
Vende-se
roupas.
Pede-se
a todos os
mutuários que
ti
verem
objectos
empenhados
na mesma
caixa
com
atrazo
de
juros de tres
mezes
os
venham
pagar
ou
resgastar,
senão
se
rão
vendidos.
PEDIDO
A
Meza
da Santa Casa
da
Misericór
dia,
de
Braga,
tendo
em
consideração
a
avulladissirna
despeza
que
está
custan
do o
fornecimento
de
pannos
e fios para
o
curativo
de
feridas
no Hospital
de
S.
Marcos,
empenha
n
’este
acto
de
caridade
a
devoção
de
seus
concidadãos.
O
escrivão
Lourenço da Costa
G.
Pereira
Bernardes.
A
AUCTORIDADE
E
A IIBIRDADE
POR
Mgr. Lnndriot
ARCEBISPO
DE REIMS.
Este
opusculo,
traduzido
pelo snr. Ma
noel
Carvalho,
acha-se
á
venda
no
escri-
ptorio
d
’esta
typographia
e
na
Praça
Mu
nicipal
n.°
17.
Parte
do producto
d’
esla
obra,
é
applicada
pelo
editor
para
as
obras
do
monumento
de
N.
Senhora
da
Concei
ção
do
Sameiro.
Preço
300
rs.
Empreza
editora de Francisco Arlhur da
Silva—Lisboa.
BRINDE
A
TODOS
OS
ASS1GNANTES
DA
BISTOBIA
UNIVERSAL
POR
Cmr
lantu
Desde
a
creação
do
mundo
até
1862
—con
tinuada
até
1879
por
D.
NEMESIO
FERNANDEZ
CUESTA;
Com a noticia
dos
factos
mais
notáveis
relativos
a
PORTUGAL 2 BRAZIL
Traduzida
da edição
franceza
de
1867
e
acompanhada
da
versão
das
citações
gregas
e
latinas,
e
annolada
por
Manoel
Bernardes
Branco
Da
Academia
Real
das
Sciencias
de
Lisboa;
professor
das
lingnas
grega
e latina,
etc.
2.
*
edição,
illuslrada
com
81
gravuras
primorosamente executadas.
13
volumes in-l.” grande.
O
editor
proprietário
d
’esta publicação,
grato
aos
favores do
publico,
e
compre-
hendendo
a
necessidade
de
publicar
um
13.°
volume
para
que
esta
2.a
edição
da
HISTORIA
UNIVERSAL
fique
mais
com
pleta,
resolveu offerecer aos
snrs.
assignan-
tes
que
o
auxiliaram
n
’esla
empreza e áquel-
les que
de hoje em
diante
o
continuarem
a
coadjuvar,
como
brinde
o
dreimo
terceiro
volume,
contendo
trinta
e cin
co
capítulos,
seis gravuras
e
dois
indices,
sendo
o
primeiro
chronologico'e
remissi
vo
de toda a
Historia
Universal,
servindo
para
a
procura
dos factos que
n
’
ella
vem
exarados,
e
o
segundo
alphabelico,
con
tendo os
nomes
de
todos
os
homens
no
táveis
que
figuram
na
historia,
e
os
títu
los
geraes
de todas
as
matérias,
servin
do
de
auxilio
ao
primeiro
Comprehendendo
a
narração
desenvol
vida
dos
acontecimentos
hisloricos
occor-
ridos
desde
1851
até
1879,
escriplos
em'
hespanhol
por
D.
Nemesio
Fernandes
Cues-
ta,
e
accrescentados
na
parte
que
diz
res
peito
a
Portugal
e
Brazil,
por
Manuel
Ber-
nardes
Branco.
Fica
portanto
completa
a
segunda
edi
ção
da
HISTORIA
UNIVERSAL,
em
treze
volumes
in-4.
u
grande
e
custará:
Brochada
....
20$G00 reis
fortes
Encadernada
.
.
.
27$000
»
»
Para
facilitar a
aequisição
d
’
esta
tão
importante
obra
ás
pessoas
menos
abasta
das
que
a
não possam
comprar
de
uma
só
vez, o
editor
deliberou
conservar
aber
ta
a
assignalura
em
Portugal
e
no Brasil.
Cada folha de
16
paginas
a
duas
colum-
nas, 50
rs.—
Cada
gravura
primorosamen
te
executada,
40
rs.
Condições
da
assignalura
:
—
A assigna
lura
póde
fazer-se
por
entregas
de
duas
folhas,
e
as
gravuras
como
convier—
por
asciculos
de
cinco
folhas
e
uma
gravura,
e por
volumes
brochados.—
Cada
entrega
de 32 paginas
e
1
gravura,
140
rs.
—Cada
fascículo
de
80
paginas
e I
gravura,
290
rs.
CADA
VOLUME:
1.° vol. br. orn. de
9 grav.
l£870
2.°
>
>
»
6
>
1$665
3.»
>
>
>
»
7
>
1-5605
4.°
>
>
>
»
5
>
1$52à>
5.°
•
»
6
M6I5
6.°
>
» 6
>
1^690
7.°
>
d
D
»
6
D
1-3640
8°
»
»
» 6
U615
9.°
»
•
»
6
1-3565
10.°
D
J
t 6
>
13615
11.°
•
>
>
»
6
D
13610
12.°
>
»
>
»
6
>
15815
13
.» E ULTIMO,
ornado de 6 gravu-
ras,
brinde
a
todos
os
assignanles,
no
pre
lo,
GRÁTIS.
Das
81
gravuras
de que consta
a
obra
estão
tiradas
45,
pertencentes
aos
vol.
1 a
7.
Este
decimo
terceiro volume será dis
tribuído
depois
de
completo
e
brochado a
todos
os
assignanles
que tenham
pago
o
decimo
segundo
volume.
Os
assignanles
leem
as seguintes van
tagens:
Garantia
e
certeza
do
complemento
da
obra,
e poder
receber
como
e
quando
qui-
zerem,
por entregas,
por
fascículos
ou
por
volumes.
LISBOA:
—
A
assignalura
póde
fazer-se
por
entregas,
fascículos,
e
por
volumes.
0
assignante
receberá
uma entrega
de
duas
folhas
por semana,
pelo
menos,
e
as
gra
vuras
que
lhe
convier,
pelos
preç.
s acima
marcadis,
pagando
ao distribuidor
no
acto
da
entrega
a
sua
importância.
PROVÍNCIAS
E
ILHAS:—A
assignatu-
ra
póde
fazer-se
por
fascículos
e por
vo
lumes. O
assignante
receberá
o
primeiro
fascículo
ou
volume
franco
de
porte,
e
só
depois
de
recebidos
mandará
satisfazer
a
sua
importância
em
estampilhas,
valles
do
correio
ou
ordens,
na
certeza
que não
re
ceberá
o
segundo
sem
que
tenha satisfeito
o
primeiro,
e
assim
successivamente.
As
pessoas
tanto
de Lisboa
como
das
províncias
e
ilhas
que
angariarem
DEZ
AS-
S1GNATURAS
RE
a
LISAVEIS
terão
UMA
GRATUITA,
dirigindo-se
directamente ao
editor.
Assigna-se
no
escriptorio
do
editor—
rua
dos Douradores,
72,
LISBOA
;
em
BRAGA,
na
livraria
Internacional
de
Eu
gênio
Chardron,
e
nas principaes
livrarias
do
reino,
ilbas
e
Brazil.
Francisco
Arttiur da
Silva—editor
72, rua
dos
Douradores,
72
—
LISBOA.
Arrematação
Pelas
10
horas
da
manhã
do
dia 4
do
proximo
mez dejulho,á
porta
do tribunal
ju
dicial
d
’
esta
e
cidade
de Braga,
que é
sito
no largo
de
Santo
Agostinho,
se
tem
de
proceder
á
hastiação
e
arrematação
pelo maior
lanço
que
fôr
offereciJo
acima
da
sua
louvação,
de
differentes fazendas
e
quinquilherias
que
foram
aprehendidas
a
Domingos
José
Alves,
d
*
esia
cidada,
e
aos
ex-negocianles
Pereira^Ponles. d
’
esla
mes
ma
cidade no
processo
de que^ella pu
blica
e
particular
que
contra
os
mesmos
moveram
o M.
P.
e
Eduardo
José da
Costa
Pontes,
d
’esia cidade,
tudo
avaliado
na
to
tal
quantia
de
25$170
rs.
Pelo
presente
annuncio
são
ciladas
to
das
as
pessoas incertas
que
se
julgarem
com
algum
direito
ás ditas fazendas e
quin
quilherias
para
ficarem
scientes
do
dia
da
praça
e uzarem dos seus
direitos.
Braga 23 de
junho
de
1880.
Verifiquei
a
exactidão,
Antonio
Roberto
d’
Araújo
Queiroz.
O
escrivão
do
processo
Gaspar
Augusto
d
’
Oliveira
Faria
Busto.
(346)
200^001)
REIS
Dão-se
a
juro
de
5
p.
c.
sobre
by-
potheca
na
confraria
de
Sauto
Amaro
da
Sé Primaz.
(196)
S
r. F o rs tr*> r p.
«U
Si-tíS
n
tWR
Cura
««»
«s
GLOBULOS
SHCHETAN,
pliarni-
laureado
e
decorado. Único
remedi"
ii>f.il-
livel,
inolfrusivo,
fai
il
de
tomar
e
diferir,
etrpreg.ulo
com exilo
constante
nos
hospi-
lues
de
Paris.
—
Sempre
bom
resul
tado.—
Depósito: SECKP
!
AN,37,avenu«
Friediand.
1‘AIUS.
—
10
;
ranços
em
P
akií
Evitar
as
Itnitaçcea.
Em
Braga—
Pharmacia
dos
Órfãos.
ARRENDAM-SE
quatro
casas
na
rua
de
S. Geraldo,
n.
os
10, 1L
Ig
e
22,
tendo
duas
d’
ellas
um
pequeno
quintal
e
agoa.
Para
vêr
e
tra
*
lar
na
mesma
rua
n.°
10.
(335)
Parte de Comércio do Minho (O)
