comerciominho_03011880_1029.xml
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-
VIII
AfflO
SABBADO 3 DE
JANEIRO DE 1880
NUMERO
1:029
PREÇO
DA
ASSIGNATUBA
12
mezes,
com
estampilha
z&4í)ó
—
12 mezes,
sem
estampilha
1&800
—
Brazil,
12
mezes,
moeda
forte
4&20U—
Avulso
20
rs.
PLBL1GA-SE
ÁS
TERÇAS, QUINTAS E SABBADOS
PUBLICAÇÕES
_
Correspondências
partic. rada
linha 40—Acnuncios
cada linha
20—
Repetição
10
rs.—
Assignantes,
20
p.
c.
d'abatimento
BiiAGA-5
DE JANEIRO
da para
reprimir
a
acção
dos
Bispos».
«O
Em.
tno
Cardeal
Secretario
dista
do,
sem
dizer
uma
só
palavra,
que
soasse
como
uma
reprehensão
ao
Episcopado,
respondeu
francamente:
Não
ha
pois
to
gar
de intervir
quando
se trata
de
uclos
colleclivos
do
Episcopado, e quando
esses
aclos
leem
por
fim
oppôr se
a
uma
lei
em
projeclo,
cujas
consequências
seriam
incommodas
para
a
influencia
da
Egreja.
Se
pois a
Santa
Sé declarou
desde
0
principio
não
querer
intervir
na
lucta.
como
poderia
tèr-se
collocado em opposição
com
0 Episcopado? —Mas
sem
andarmos
em
cata
de
deducções,
p<sloque
rigoro
sas,
bastará
a
tirar
tola a duvida
a
de
claração
formal
do
Em.'
n
’
Cardeal
Secre
tario
de
Estado,
que
por
ter
sido
refe
rida
pelo
ministro
belga
no
citado
des
pacho,
não
póde ser
de modo
algum
sus
peita:
Parecer
desapprovar,
mesmo indi-
reclamenle e quanto
à
fôrma,
p>r
mais
deplorável
que
esta
fôrma
possa
ser, a
li
nha
de
conducla
dos
prelados
belgas,
isso
é
que
nós
não
podemos
de
maneira
algu
ma». Podia
sèr-se
mais
explicito?
Onde
está
pois
aqui 0
conílicto»?
«Mas
dizem:
A
Santa
Sé
tem
dado
por
muitas
vezes
conselhos
pacíficos de
moderação
e
de
prudencia,
e
não
foi
ou
vida.—Sim
é
verdade.
Conselhos
pacíficos
de
moderaçio
e
de
prudência
foram da
dos;
quem
aílirmará
porém
que
os
Bis
pos
os
não
seguiram
dentro
dos
limites,
que lhea fui puasivet?
Q.iatido, evttro espe-
ramos,
se
fizer
a
luz
sobre
este
assumpto,
veremos
quanto .ipproveilaram
as
sabias
indicações
da
Santa
Sé».
«Entretanto
convém
advertir que quan
do
se
trata
de
expedientes
práticos,
a
opporluuidade
e
a
eílicacia d
’
estes pode
ser
melhor
appreciada
e
julgada
por
quem
melhor
conhece a
Índole
do
paiz,
as
pes
soas,
as
necessidades
e
os
perigos;
e
por
isso
prudentemeote a
Smla
Sé
em
taes
casos,
em
lugar
de
prescrever,
aconse
lha,
e
deixa
aos
Bispos, póslos
pelo
Es
pirito
Santo
para
reger
a
Egreja
de
Deus,
a
faculdade
de
julgar
sobre
o
caso,
con
soante
0
exigem
as
circumstancias
espe-
ciaes.
e
de
lançar
mão
d
’aquelles
meios,
que
apparecem de
facto
mais
opportunos.
Õude
isto
parece
não
ser
plenamenle
con
forme
com
os
conselhos
dados
seria
vão
adduzil-o
como
argumento
de
discórdia,
emquanto que
fòra
implicitamente
conce
dida
a
liberdade
de aflastar-se d
’
esses
conselhos
pela
razão,
que fica
expendida.
D
’
esta
sensaia
regra
de
governo
não
se
affastou
a
Santa Sé,
ainda
no
caso
sub-
jeito;
e
0 Cardeal
Secretario
de
Estado
claramente
0
deu
a
entender
ao
ministro
belga,
dizendo-lhe:
Os
Bispos
leem
pois
obrado
no
limite
do
seu
direito
estricto,
e
debaixo
da
sua
prupua
lesponsaoilidade».
«Mas
se
a
>anta
Sé
não está em
op
posição
com
0
Epis^opad
>
belga,
muito
menos
0 está
comsigo
mesma.
Antes
a
cj.iducta
da
Santa
ôé
para com
o
go
verno
belga
não polia
ser
mais
franca
nem
mais
leal.
Só
os
documentos,
que
temos,
bastam
a
demonstrar
com
eviden
cia,
que
a
Santa
Sé
ha
feito
conhecer
sem
rebuço
ao
governo
belga
quaes
eram
as
suas
verdadeiras
disposições
com
re
ferencia
á
lei
do
l.°
de
julho
e
em
face
da
Episcopado».
«Quanto
á
lei,
deplorou
que
se
ten
tasse substiluil
a
á
de
1842,
que,
com-
quanto
imperfeita
reconhecia
em substan
cia
os
sagrados
direitos
da
Egreja,
e
an
tes
e
depois da
sua
approvação
pelo
po
der
legislativo,
a
tem
condemnado
e
re
provado,
até
assignalaudo-lhe
em tempo
as
funestas
consequências».
«Pelo
que diz
respeito
aos
Bispos,
0
Cardeal
Secretario
de Estado
disse
que
A
questão religiosa na ISelgiect.
Do
auclorisaJo
jornal—
a
L
’
Osservatore
Romano»—
transcrevemos
o
seguinte
im
portantíssimo
artigo:
«Os
jornaes
liberaes
leem-se. 11’
esles
últimos
dias,
empenhado
em
achar
em
conlradicção
0
Episcopado
Belga
com
a
Santa
Sé,
e
a
Santa
Sé
comsigo
mesma.
—
O
«Pungolo»
de
Milão
de
27
e 28
de
novembro,
n.°
327,
em
um
artigo
inti
tulado:
Um
duplo
jogo,
admute
a
cousa
como
certa,
e
d
’
ahi
deduz
consequências
effectivamente
injuriosas
para
a Santa
Sé».
«Havemo-nos
conservado até
aqui
em
uma absiluta reserva,
já
por
causa
da
summa
delicadeza
do
assumpto,
já
porque
esperávamos
a
publicação
de
outros
do
cumentos,
que
nos
habilitem
a
pôr
a
ver
dade
em
mais
plena
luz».
«Mas em
face de
tão
graves
e
repe
lidas accusaçôes
é
lorçoso
rompermos 0
silencio
E
para
mostrar
que
ellas
são
destituídas
de
todo
0
valor
nos
servire
mos,
para não
sermos
indiscretos,
apenas
dos
documentos,
que
nos vieram
da parte
dos
adversários».
«Diz
se pois
que
na
questão
suscita
da
na
Bélgica
a
proposito
da
nova
lei
sobre
a inslrueção primaria, o Epiacopa-
do
se
acha
em
desliarmonia
com a
San
ta
Sé».
«Vejamos
se
isto
é
verdadeiro.
Aquella
lei
é
contraria
aos
direitos
da
Egreja,
e
féie
a
auctoridade,
que
por
divino
man
dato
leem
0
Papa
e
os
Bispos
sobre
0
ensino e
educação
da
juventude.
Portanto
essa
lei
nem pelo
Papa nem
pelos
Bis
pos
belgas
podia
e
devia
ser
approvada.
Pois
bem;
0
Papa
e
os
Bispos
a
desap-
provaram
e
condemnaram
ouanimemenle.
Reconheceu-o
0
mesmo
Snr.
Frère O
ban
quando
disse
nas camaras
que
os Bispos,
no
ponto de
vista
dogmático
e
doutri
nal, então
em
pleníssima
concórdia
com
0
Summo
Pontífice».
«Visto
que
aquella
lei
é
contraria
á
doutrina
e
aos
direitos da
Egreja,
e dam-
nosa
para
as
almas,
0
Papa
e
0
Episco
pado
deviam
combatêl-a
e estudar
os
meios
de
tornar
a
sua
applicação
0 me
nos desastrosa possível.
—
Ainda
isto
se
fez
concordemenle.
Os
Bispos
da
Bélgi
ca,
afim
de
oppôrem
um
remedio ao
mal,
publicaram
em
uma
pastoral
collecliya,
datáda
do
1.®
de setembro,
algumas
in-
strucções
que,
sendo extrahidas
das res
postas
das
SS.
Congregações
romanas,
e
das
disposições
emanadas
da
Santa
Sé
em
casos similbantes,
mostram
por
isso
mesmo
0
quanto
sejam
conformes
com
os
ensinos
e
com as
vistas da
mesma.
Aquel-
las
inslrucçôes nao
podiam
pois
ser
des-
approvadis,
e
não
0
furam.
Por
isso
0
Em."
10
Cardeal Secretario de
Estado,
se
gundo refere
0
proprio ministro
barão de
Anethau,
ha
dicto
expressamenle
que
a
Santa
Sé não
ponde
censurar, nem de»-
approvar
os
princípios
sobre
que
ellas
se
basêain
».
«Admillida
pois
uma
perfeitíssima
har
monia
entre, a
Santa
Sé
e
os
Bispos
bei
gas,
quanto ao juízo sobre
a
natureza
da
lei
e
quanto
ao
dever
e
á
necessidade
de
se
oppôr
a
ella,
poderia
ainda
restar
uma
divergência
sobre
a
maneira
de
comba
têl-a
e
sobre
a applicação
das
medidas
preservativas.
Mas nós
não
hesitamos
em
dizer
que
nem
esta
divergência existiu.
—
De
um
outro
despacho
do
ministro
belga
se
colhe
que
a Santa
Sé foi
convidada
por
aqueile governo a intervir
na
conten
déra
conselhos
de
moderação;
e
deu-os:
disse
que
exhortaria
0
Episcopado
a
ap-
plicar
com
muita
reserva
as
inslrucções
emanadas d
’elle;
e
assim
0
fez
igualmen
te.
Será
esta
a
deslealdade?
Mais.
Vimos
acima
que
0
Em.
mo
Secretario
de
Estado
declarava formalmenle ao ministro
belga
que
não
se
eslava
no
caso
de
intervir
no
conílicto
e
de
se
oppôr
ao
Episcopado;
que
não
podia
reprehender
nem desap
provar
os
princípios,
sobre
que
se
fun
davam
as
medidas
por elle adoptadas; que
não
podia,
nem
mesmo
em apparencia,
indireclamente,
e
quanto
á
forma,
desap
provar
a
linha
de conducla
seguida por
aquelles
Prelados;
que
nas
ultimas
appii-
cações
praticas
deixava
aos
Bispos 0
juizo
sobre
aquiílo
que
convinha, e
que
n
’islo
obrariam sob
a própria
responsabilida
de».
«Quem
não
lê
claramente
tíeslas
li
nhas
0 pensar
do
Em.'110
Secretario de
Estado?
Ninguém
por
certo;
e
muito
me
nos
a
diplomacia,
que
depois
de
similhan-
tes
declarações
mal poderia
enganar-se
sobre
as
verdadeiras
intenções
da
Santa
Sé,
ou illudir-se sobre a altitude
par
ella
tomada
nas suas
intimas
relações
com
0
Episcopado.
E ainda
mesmo que,
como
diz 0
«Pungolo»,
os
Bispos belgas
tives
sem
recebido
da
Santa
Sé inslrucções,
em
que
a
lei
era
fortemente
esligmatisa-
da,
quem
poderia
por
isso
accnsal-a
sé
riamente
de
dabrez,
se
iguaes
declarações
.
féraua
Uiabcw
^uveruv»?
«O
«Pungolo»
por
tanto
e os outros
jornaes
da
sua
côr,
se
pretendem
saber
aonde
existe
a
dobrez
diplomática,
em
lugar
de
olharem
para
a
conducla da
Santa
Sé,
podem
buscal-a
na
própria
historia,
em cujos factos
não
muito
an
tigos
acharão
d’
ella
facilmente
insignes
e
numerosos
exemplos».
D
um
jornal
de Lisboa transcrevemos
o
artigo
seguinte
para
que nossos
leito
res
tenham
conhecimento
das
reformas
projecladas pelo
actuai
governo
e
da
apre
ciação
que
d
’
ellas
faz
uma
folha
liberai.
«Temos
emíim
um
raio
de luz
no
trêdo
myslerio,
em
que
0
governo,
por modés
tia,
andava envolto,
como
se
fôra
um
conspirador de
melodrama.
O
lucifero, isto é,
0
que
trouxe a
luz
é
0
zeloso e
ilíuslrado
correspondente
do
«Commercio
do
Pprto»,
cujas
ligações
ministeriaes
dão a
maxima
auctoridade
ás
suas
informações.
Eis
0 elenco
das
propostas,
que
hão
de
ser
apresentadas ao
parlamento
na
ses
são,
que
vae
abrir-se:
«Reforma
da
instrucção
primaria
e
da
inslrueção
secundaria.
«Creação
de
uma
associação
nacional
de
ensino para
promover
a
creação de
escolas
e
0
desenvolvimento da inslrueção
primaria.
Quando
vigorar
esta
lei
a
pre
sidência
da
associação
será
provavelmente
dada
a
sua
magestade
a
rainha.
«Proposta
para um
einprestimo
de
2:000
contos afim
de
serem
emprestados
ás
ca
maras municipaes
e
juntas
de
paroebia
para
edificações
de casas
para
escolas.
«Reforma
administrativa
contendo
a
revisão
completa
e
alteração
profunda
do
actuai codigo
administrativo
com repre
sentação
das minorias
para
as juntas
ge-
raes
dos
dishictos,
camaras
municipaes
e
juntas
de
parochia.
«Reforma
eleitoral
com
representação
das minorias.
«Reforma
do
supremo
tribunal
admi
nistrativo.
«Reforma
da
lei
do recrutamento.
«Reforma
das leis
sobre
beneficencia
publica.
«Proposta
de
lei
sobre responsabilidade
ministerial.
«Reforma
parcial
da
urganisação
judi
ciaria.
«Proposta
de
lei
sobre
coimas
e
tran-
sgtessões
de
posturas.
«Projeclo
de
registo
civil,
e dito so
bre
finanças.
«Creação
do
imposto
de
renda
de
1
a
3
por
cento
sobre
lodos
os
rendimentos
por
classes
e
declarações.
«Reforma
da
contribuição predial,
tran
sformando
no
praso
de
seis
annos
0 im
posto
de
repartição
em
contribuição
de
quota
e
havendo
revisão
annual
das
rna-
trises,
ordem
de
terras
etc.
«Reforma
da
lei
do
sello.
«Reforma da
contribuição
de registo
e
decima
de juros
«Proposta
de
lei
sobre
exportação
de
gado e
cortiça
e
sobre
importação
de
car
vão
e
algodão.
lAuclorisação
para
a
arrematação
do
real
de
agua
em
conselhos
ou
grupos
de
concelhos.
«Reforma
das
alfandegas,
no
sentido
de diminuir
a
despeza,
simplificando
0
serviço.
«Reducção das
quotas
e
emolumentos.
«Reforma
da
contabilidade
publica.
«Reforma do tribunal
de
contas.
«Pioposta
de
lei
some execuções íis
*
«Creação
de-uina
caixa
geral
económi
ca
com
garantia
do Estado.
«Creação de uma
caixa
de
pensões
para
a
velhice.
iCreaç-.u de
uma
caixa
geral de
apo
sentações
e
reformas.
«Proposta de
lei
geral
áccrca
-1e
em
pregados
civis.
«Organisação
militar.
«Organisaçao
das
reservas
e
de
instruc-
çào
militar.
«Urganisação
colonial
em
novas bases,
ficando
facultativa
ser
civil
ou
militar
a
administração das colonias.
«Reforma
do
coliegio
militar
e
das
es
colas militares.
«Reforma
diplornatica.
«Reforma
da
secretaria
das
obras
pu
blicas
e
reforma
dos
institutos.
«Reforma
do
serviço
dos
correios,
te-
legraphos
e
pharoes.
«Reforma
das
maltas.
«Proposta
de
lei
para
0
empreslimo
destinado
ao
acabamento
das
estradas».
Não
podia
ser
mais
completo
0
sue-
cesso
de...
gargalhada,
nem
mais
monu
mental 0
fiascone
del
sapientíssimo
signor
Dulcamara.
A
quasi
totalidade d
’eslas propostas
são
ja ’ão
velhas
e
revelhas
e
cheiram
tanto a
bolôr,
que
0
ministério
não leve
outro trabalho senão o
de
sacudir
a poei
ra
dos
archivos
e
furtar
ao
gusano
e
á
polilha 0
pasto
que
lhes
era
devido.
Outras
são
tão
vagas, tão
indefinidas,
tão
nebulosas,
que
pelo
simples
enuncia
do
ninguém póde
comprehendel-as.
Outras,
emfim,
são
tão
absurdas
e
irrealisaveis
e
transparecem
tanta inge
nuidade,
que
nem
merecem
exame.
Todas
ellas
só
servem para
altestar
que
os seus auclores
são
uns
miseros
copistas,
que
vivem
de
plagiar
os
seus
antecessores
ou
a
si
mesmos.
Apregoavam-se
aos
quatro
ventos
co
mo
os
endireitas
do
tbesouro
e
dos
ser
viços
públicos,
e
vae
senão quando, ao
tempo que mandam
para
0
limbo
a
re
forma
da
carta,
de que
tanto blasonavam,
failam-nus
da
representação
das
minorias,
elles,
os
bandoleiros
da
urna, eiles,
os
quadrilheiros
do sufliagio, e
para comple^
mento
promellem nina
lei
de
responsa
bilidade ministerial
Que
innocentes
!
A associação
nacional
do
ensino
e
a
constrncção
das casas
escolares,
por
um
empréstimo
de 2:000
contos
e
o
acaba
mento
da
rêle
de
estradas
por
oulto
em
préstimo
monstro,
edição
correcla
e
au-
gmentada
do contracto
Langlois, que
fe
licidade
suprema
!
E
a
arrematação do real d’
agua
por
circuinscnpções
!
Teremos
nuvens
de
be
leguins,
como nos saudosos
tempos
do
contracto
do
tabaco
a
invadir
as
casas
particulares
e
a
violar
o
teclo
domestico
!
E
o
imposto
de
renda
ou incptnelax,
de
1
a
3
por
cento!
E
aquella proposta sobre
o algodão
e
sobre
o
carvão
que
certamente
vae
sal
var
as
finanças
!
Que pedantes !
Que
charlatães
!
Que
htirlões
!
Temos
a
reforma
de omni
re
sdbili
el
quibusdam
aliis,
e ao
cabi
de
tudo,
não
teremos
coisa
nenhuma
e ficaremos
peior
do
que
d
’
antes.
ÍTiste
sestro,
o
(Testes
pobres
loucos
!
São
como
as creanças.
Chegam,
querem
btrir
em tudo
sem
saber
porquê,
e
afinal
é
necessário
guardai
os
á
vista,
para
que
não
façam
pedaços
algum
objecto de
valor.
Fazem-nos
dó,
que
é
este
o
sentimen
to
(|oe
inspiram
nos
ânimos
compassivos,
todos
os
míseros, que nascem
com
o
sello
fatídico da
loucura,
e
tem
Rilhafolles
por
sepulcro
em
vida.
Mis
o
paiz merece-nos muito
mais
conceito
e
porisso
fazemos
votos
porque
breve
sejam
postos
a
bom
recado estes
doidos
sinistros,
estes
mentecaptos
malfa-
sejos
que
nos
governam.
Em 1869,
na
primeira
administração
reformista,
denominada
Sá-Vizeu,
era
mi
nistro
da
fazenda o
snr.
conde
de
Samo-
dàes,
que,
como
o
snr.
Barros Gomes,
era
muito
temente
a
Deus, sabia
todas
as
orações,
incluindo
a
do
justo
juiz
e
a
magnifica,
era
membro
da
associação
ca-
tholica
e
sabia
allemão,
que
nem
o
pro-
prio
hurgomestre
de
Magdebtirgo.
As
intenções d
’
aquella
administração
eram
sem
duvida
muito
mais
puras
e
pa
trióticas
do
que
as
da
actnal,
sobre
cir-
cumdal-a
uma
popularidade immensa
e
justificada.
O
snr.
conde
de Samodães apresentou
pouco
mais
on
menos as
mesmas
propos
tas,
e
pelos
outros
ministérios
as
varia
ções
era
m
também
pequenas.
Dir-s?
lua
qií-
dTqirwie
—
.iniilsiiiiiu,
em
que
se
contava
um
mirqxiez de
Sá
e
nm
Latino
Coelho,
vultos de
primeira
ordem,
deveria
ler
vida
longa
e
gloriosa
Apesar da
espantosa
popularidade,
que
0 amparava,
matou-o
não
só
o
influxo
episcopal,
mas
lambem
a
slulta
prolixi
dade
dos
fazendistas
e
pedantes.
O
que
diremos
do
actnal
ministério,
crelinisado
e
crelinisante,
que
á
tyrannia
com
que
avassalou
e
violou
a
urna
do
suflragio,
quer
agora contrapor
uma
ty
rannia
mais
degradante,
a
tyrannia
da
sua
própria
sandice
e
pedanteria?
Aquillo
não
é
o
canto
do
cysne,
senão
o
grilo
do
quadrupedante
animal,
que,
tendo
envergado a
pelle
do
leão,
atroava
;s
florestas,
e
semearia
o
terror, se
não
mostrasse a
ponla
da
orelha».
Esmaltam
este
artigo
algumas
liberan-
gadas;
mas
a
sustancia
é
boa,
pois
não é?
------"Ti
o'
—
—
Sua
Santi
lale,
recebendo
em
audiên
cia,
no
dia
8 do
passado,
os
represen
tantes
da
juventude
catholica
da
Italia,
dignou-se
responder
com
o seguinte
di
scurso
á
mensagem
que
lhe
foi
lida
pelo
cummendador
Acquaderni:
«N
’
este
tão
fau-lo
dia
em
que
cele
bramos
o
quinto lustro
da
solemne
pro
clamação
da Conceição
Immaculada
de
Maria,
é, de
todo
o
ponto
justo,
amados
filhos,
que o
vosso
coração
e
o
de
to
dos
os
fieis
se abra
a
uma
alegria in
sólita,
fructo
das
mais
gratas
recorda
ções.
Vinte
c
cinco
annos
volveram já
depois
que o
nosso
glrioso
Predecessor,
Pio
IX,
de
feliz memória,
designado
pela
Pi
evidencia
para
adornar
a Virgem
com
uma
joia magnifica,
associando
ao
esplen
dor
de
Maria
o
seu
proprio
esplendor,
promulgou,
á
face
do
mundo catholico
e
em
meio
dos
seus applausos,
o
decreto
dogmático^
da
Conceição
Immaculada.
E
desde
então,
os
fieis
movidos pelo puro
amor
á Virgem,
zelosos
pela
sua
grande
za
e
cheios
de
fagueiras
esperanças,
se
consagraram
a
celebrar
por
toda a
parte
e
com
luzida
pompa
tão
singular
prero-
gativa.
Ao
aproximar-se
o
ditoso
anniversario
d
’
aquelle
dia
memorável,
vós
outros,
por
occasião
da
quinta
peregrinação
a
Roma,
minifestastes
em
nossa
presença
o
dese
jo
de quererdes festejar mais solemne
mente
o
vigésimo
quinto
anniversano
da
definição
dogmática;
e
Nós,
que
folgamos
de o
recordar,
achando
tão
santo propó
sito
mui
conforme
com nossos votos,
o
louvamos
e
com
toda a
eíTusão
de
nossa
alma
o
bemdissemos,
determinando
desde
logo
abrir
aos
fieis
com
a
maior
prodi-
gdidade
os celestiaes
lhesouros
das
in
dulgências.
Os
bispos do
orbe
catholico,
inspira
dos
pelo
seu
zelo
pastoral,
teem mostrafo
a
maior
solicitude,
fazendo
um
appello
á
devoção
dos
seus
diocesanos;
e estes, re
spondendo espontaneamente
ao
seu
con
vite,
demonstram
que
se
achavam
ani
mados
do
vivo
desejo de
honrarem
com
a
mais
brilhante
manif
staçãc
de
religio
sa
piedade
a
Virgem sem mancha.
E emquanio
vós
outros,
pondo
sob
os
seus
auspícios
a
vossa sexia
peregri
nação,
quizestes,
primeiro
que tudo,
reu
nir-vos
junto
do tumulo
do
príncipe
dos
Apostoles
na augusta Basílica,
onde
foi
definido o
maravilhoso
privilegio,
e
ofle-
recer
hoje,
com
um
novo
e
solemne
pro
testo,
os
vossos
obséquios
ao
Vigário
de
Jesus
Cliristo:
em toda
a
Italia,
on
an
tes,
em
lodo
o
mundo,
não
ha
.hoje
mais
que
um
só
pensamento
entre
lodos os
verdadeiros
crente-,—
offerecer
homenagens
á
Virgem
Immaculada,
exaltar
a
sua
glo
ria,
recoimnendar-lhe
a
Egreja
e
o seu
Chefe
visivel
que
ora
a
governa.
Impulso
de
piedade
tão
fervorosa,
tão
universal,
ião
unanime,
Nos
consola
em
grande
modo e,
em
meio
da
lucta
fero
cissima
que
hoje
se
fere
contra
a
Egre
ja.
robustece
a
esperança
de
um grande
triumpho
sobre
o
erro
e
sobre
o in
ferno.
O
erro,
que
tudo
invade
e
faz
de
lirar
as
inleiIigencias orgulhosas
de
nos
sos
dias,
é
aquelle
frio
e
baixo
natura
lismo
que
tem
atacado
todas
as
classes
da
vida
publica
e
privada,
pondo
a
razão
humana
em logar
da
divina,
e
a
natu
reza
em
vez
da graça,
com
menosprezo
do
Redemptor.
Agora,
a
Virgem,
em
sua
Immacula-
da
Conceição,
recorda
opportunamenl
.: ao
povo
fiel que,
pela
queda
de nosso
pri
meiro
pae,
toda
a
geração
humana
ficou
debil
e
enferma; que
só
de
Jesus Chri-
sto
se
deriva,
em
larga
cópia,
a
graça,
a
verdade,
a
salvação
e
a
vida;
que
sem
ii
hh
-l.« <
o
n,a ..
h-.im.n dig
nidade.
grandeza,
nem
verdadeiro
bem;
e
que,
finalmente,
aquelle
que
intentar
subtra-
hir-se
ao
influxo
benetico
do
Redemptor.
ficará
sepultado
nas
trevas
e
caminhará
para
uma
ruina
inevitável.
Além d
’islo,
a
Conceição
Immaculada
revela
nos
o
segredo
do
grandíssimo
po
der
de
Maria
sobre
o inimigo
commum
que,
por
meio
de
seus
fieis
ministros,
faz
uma
guerra
tão
cruel
á
Santa
Egreja.
A
fé
nos
ensina
que
Maria,
desde
o
principio
do
mundo,
foi
escolhida para
ser
inimiga
eterna
e
implacável
contra
o
demónio e os
seus
adeptos: inimicilias
ponam
inter
el mulierem, e
que,
desde
o
primeiro
instante
do
seu
ser,
lhe
es
magaria
vicloriosameme
a
soberba
cerviz:
Ipsa
conterei
capul
luum.
Este
pensamento
leva-nos
a
confiar
n’
Aquella
que,
forte
no
poder
de
seu
divino
Filho, anniquilla
todas
as heresias
e,
nos
momentos mais
críticos,
é
escu
do
e
asylo
singularíssimo dos
clinstãos.
Este
pensamento
infunde
nos
corações
a
certeza
de
que
lambem
d
’
esta
vez
a
vi-
ctoria
final
será
de
Maria.
Vós
outros,
filhos
muito amados, e
comvosco
lodo
o
povo
crente,
com
a pro
fissão
franca
de vossa fé,
com
o
exer-
cio
de
obras
meritórias,
com
orações
fer
vorosas
e
constantes,
com
a
mesma
de
voção
á
Virgem, esperae
o
momento
su
spirado
em
que
toda
a
família
humana,
mais
uma
vez,
exultará
com
os benelicios
assignalados
da redempção;
aguardae
o
instante
em
que,
por
intercessão
da
gran
de
Mãe
de
Deus,
a
Egreja
verá
raiar
dias
de
prosperidade, de
paz e
de
gloria.»
lAaboa,
31
de dezembro de
1M9,
(Correspondência particular).
Começo
por dar-lhe
as
boas-festas,
visto
que,
por
ter
estado
ausente
de
Lis
boa,
não lhe
mandei
carta
nestes
últimos
dias.
*
Dentro
de
poucas
horas
—
escrevo
á
noite—lerá
passado
á historia
o
anno
de
1879.
Bem
pejado u
’acootecimentos
importan
tes
foi
elle,
para
que
jámais
se
apague
da
memória
de
presentes
e
vindouros.
Junto
á
conflagração
latente,
que,
du
rante
o
anuo
que
hoje
finda,
tanto
se
accentuou,
e
de
que
provirá,
n
’
uin
futuro
mais
ou
menos
proximo,
a
transformação
política
da maior
parle
dos
estados
da
Europa;
junto
á
lucta
armada
que
elle
viu
accender-se
ou
prolrahir-se,
entre va
rias
potências,
e
que lega
como
pesada
herança
ao
novo
anno;
grandes
e
innu-
meras
calastrophes
da
naturezi
o
assigna-
larão
na
historia.
Entre
estas
avultam
Szegedin
e
as
províncias
hespanhoías do
Levante,
onde
o
dia
de
ámanhã
vae encontrar,
em
vez
das
saudações
feslivosas,
o
prantear
sau-
dosissimo
e
desesperado
de
milhares
d’
in-
felizes.
Para os
que atlenlam,
com
olhos
de
ver,
o
rumo
que
vão
tomando
os acon
tecimentos,
o
novo anno
não
se
apre
senta com
aspecto
por
demais
lisongeiro.
Só
Deus
o
sabe,
mas
ludo
leva
a
crer
que
1889 está
destinado
a
marcar
uma
epoca
sobre
todas
memoranda
nos fastos
das
nações.
Que
bons
fatos
presidam
á
entrada
do
novo
anno.
*
Abrem-se
depois
d
’
ámanhã
as côrtes
*
O
povinho
prepara-se
para
assistir
mais
uma
vez
a esta farçada
irrisória
do
libe
ralismo,
do
mesmo
modo
que
para
uma
conida
no
hyppodromo
de Belem,
ou
para
uma
tourada
uo
campo
de
Sanl
’
Anda.
Talvez vos
custe
a
acreditar,
meu
ami
go,
mas
é
verdade,
que
eu
sou
um
d
’a-
quelles
que
não perdem
esta
pechincha,
sempre
que
as
minhas occupações
o per
mitiern
e
eu preciso de
distrair-me.
Crê
se
geralmente que
esta
sessão será
tempestuosa,
o
que
vale
o
mesmo
que
dizer
—
divertida.
Falla-se
em
que
a
opposição
investirá
com os
padres
que
lograram
a
honra
de
paes
da
paina,
a proposito
da
questão
do
Syllabus,
acceile ou
não
por
elles.
O
dilemma
seria
um
pouco
forte,
se
a
opposição
percebesse alguma coisa do
que
seja
o
Syllabus,
que,
como todos
os
do
mesmo
credo,
apenas
conhece
de
no-
irrec
----------------------------- -
—
—
___________
Emtim
veremos.
•
Começam
os
jornaes-
—e
muito
a
tem
po!—
a
discutir as propostas
que
o gover
no tenciona
apresentar nesta
sessão,
—
para
(dizem os
governamentaes)
salvarem
a
pa-
tra...
e
as
batatas,
para
(dizem
os
oppo-
sicionistas)
darem
uma
forte
machadada
no
carcomido
tronco
do
avelhentado
Por
tugal,—
sic
valeas..
para
(dizemos
nós)
tirarem
o
ventre de misérias
e
continua
rem
ou
concluírem
a
obra
de
34
Não
chamo
maldita
á
tal
obra,
para
não
fazer
crispar
os
nervos
delicadíssimos
do
amiguinho
«Iilustrado»
.
Como
já
tereis
visto,
lia
entre
essas
,
popostas,
várias que,
a
passarem
—
e
quem
o duvida?
—
crearão
para
o
nosso
povo
a
situação
mais
triste
e
desesperada.
Vós conheceis,
meu bom amigo,
os
enormíssimos
e
quasi
insuperáveis
sacri
fícios que o
povo tem
de
arrostar
para
não morrer
de
fome; sabeis
que
privações
I
crudelíssimas
lhe
não
custa
o
pagamento
das
pesadíssimas
contribuições que
o
es
magam:
pois
bem,
o
governo
vae
aggra
var
as
contribuições
existentes, e crear
novos
tributos,
a
que
não
escaparão
os
artigos
de
primeira
necessidade,
que
não
são
tributados
em
nenhum
paiz
em
mais
vantajosas
condições
do
que o
nosso.
D
’
esla
vez
ficará
o
povo
sem
a pró
pria
camisa,
se
não
lhe
levarem
ainda
a
própria
pelle!
Que grandes felicidades
nos
não
está
proporcionando
o
actual
governo?!
Ha
verá ainda
quem
acarinhe
preferen-
i
cias
entre os
diversos
grémios liberaes?
Haverá,
mas
não
é
o
vosso
humilde
correspondente.
y.
gazetilha
F AI.I.F.CIWI.VTO.
Está
de
luto
uma
das
mais
dislinctas
famílias
d
’
esta
cidade,
e com
ella
o
par
tido
legitimista.
Acaba
de
render
a
alma
ao Creador
o
exc.“10
snr.
Domingos
Manuel
de
Mello
Freire
Barata,
anceão
venerando
e
um
dos
mais
respeitados
candilhos da Legiti
midade,
como
respeitado
foi
sempre
pela
nobreza
e
austeridade
do
seu
caracter.
O
illustre
finado
nasceu
na
cidade
do
Pará,
em
18H,
sendo
os
seus
progeni
tores
o
coronel
d’
infanteria
Francisco
José
Rodrigues
Barata
e
D.
Anna
Joaquina
de
Mello
Marinho
Falcão.
Aos
dez
annos
de edade
foi
mandado
para
a
cidade
de Nanles
França,
para
ahi
receber
n
um
collegio
a
sua
educação
iilleraria.
Vindo
para
Portugal,
aos
15
annos
casou
o
’
esta
cidade
com
sua
prima
D.
Maria
da
Expectação
de Mello
Marinho
Falcão, da
nobre
e
antiga
Casa
de La-
mozo,
do
julgado
de
Caldellas,
concelho
d
’
Amares.
Para
lembrarmos
aos
nossos
leitores
a elevação
nobiliária
da illustre
familia
do
finado,
bastará
dizer,
que
a
sua
casa
dislincta
figura
no
primeiro
qua
iro
das
Famílias
Nobres
da
provinda
do
Minho,
gravado
e impresso
aqui
a
cores,
onde
firam
memoradas
as
que
na
mesma
pro
víncia
occupavam
a
primeira
plana
genea
lógica.
Dos
17
aos 20
annos,
foi
o
illustre
fi
nado
capitão
do
regimento
das
Milicias
de
Braga,
que foi
sempre
lido
e
reputa
do,
tanto
na
disciplina como na
perícia
militar,
como
se
fôra até
modêlo
para
muitos
corpos
de
primeira
linha.
Falleceu
com
68
annos
d
edade
Enviamos
em
nosso
nome
e
no
dos
nossos
correligionários que
nos
leem,
sen
tidos
pesames
á nobre
familia
do
finado,
o
qual
o Senhor tenha
entre
os
resplen
dores
da luz
perpetua
■ Ilustre
i-nferma.—
Acha-se
grave
mente
enferma
e
já foi
sacramentada,
a
-virtuosa
esnosa do" exm.°
snr,
dr,
Jo
ão
de Paiva Faria
Leite Brandão.
Fazemos
votos
ao
ceo pelas
melhoras
de
tão
dislincta
senhora.
Calhandra.
—
Haverá calhandra
a
grande
instrumental
na
poética
capella
de
Guadelupe.
ámanhã
pelas
tres
horas
da
tarde.
Haverá
além
d
’
isso
Ladainha
de
Nossa
Senhora,
Bênção
e sortes;
tudo
a
expensas
dos
devotos
de
N.
Senhora
da
Piedade.
Falieeimento
—
Enterrou
se
anle-
hontem
um filho
do
nosso
amigo
e
dis-
lindo
empregado
na typographia d
’
esle
jornal,
o
snr.
Leonardo
Pinto
de
Olivera.
Contava oito
annos
d’edade.
Sentimos
a
dor
que
fere o
snr.
Oli
veira.
Furto.
—
No
dia
31,
Augusto
de
Fa
ria,
morador
a
S.
Miguel-o
Anjo,
furtou
da
gaveta
da
loja
do
snr.
Anlonio
Joa
quim
Loureiro
a
quantia
de
H$200
rs.
O
Jarapio,
que
se
acha
prezo,
tem
ape
nas
15
annos d’
edade.
Dá
esperanças.
uint
*
tentntivn de renici-
dio.
—
Madrid 30.
—
Quando
o
rei
e
a
r?:-
nha
entravam
esta
tarde ás
cinco
horas
a
porta do
palacio,
um
rapiz
de
20
an
nos disparou
sobre
elles
dois
tiros
de
pistola, de
dois
canos,
sem
que
nenhum
acertasse
em suas
magestades.
Foi immediatamente
piezo.
Confessou
o
crime, declararou
chamar-se
Francisco
Ottero
Gonzalez y
Ygnans, ter
sido
moço
de
pasteleiro, ser
natural
de
Naoton, na
Galisa,
e
residir
em
Madrid
ha
algum
tempo.
Uma
das bailas,
que
pesa
uma
on
ça,
ioçou
pela
cabeça
do
lacaio. D.
Af-
fonso
ia
guiando
o
phaeton.
A
outra
baila
passou
rente
á
cara da
rainha.
<
*
eoyi-í
*
|»hin
sagrnda.
—
Contém
to
da
a
geographia
sagrada
treze
paizes,
na
Asia
menor,
circumscriptos
pelos mares
Negro,
Caspio
e
Vermelho,
golpho
pér
sico,
e
parle
oriental
do
mar
Mediterrâ
neo,
formando
uma
especie
de quadro,
onde
tiveram
logar todos
os feitos
mi
raculosos
que
nos
referem
as
Santas
Es-
cripturas.
Na
parte septentrional, estão
situadas
a
Arménia.
Media e
Asia
Menor.
Entre
0
septentrião
e sul,
a
Judea,
Phenicia.
Sy-
ria.
Assyria
e Babilónia. No
oriente,
a
Pérsia,
no
meio
dia,
o
Egypto
e
Arabia.
no
occidente, a ilha de
Chypre,
onde
S
Paulo
prégon
o Evangelho,
e converteu
o
pro-consul Sérgio
Paulo.
E
’
na
Arménia
qne
affirmam
existir
o
paraizo
terrestre;
e
ainda se
vê
alli
o
nascimento
dos
quatro
lios
de
qne
falia
Moysés:
o
Eu-
phrates, fy-grc,
Phisou
e
Gehon.
Na
me
dia,
tica
Ecbalana,
onde
o
moço
fobias,
guiado
por
um
anjo,
desposou
a
Sara;
e
na
Asia
Menor.
Tarso,
paina
do Aposto
lo
S.
Paulo.
Judea
ou
terra
Santa.
— Confina
esta
ao
norte
com
a
Phenicia
e
monte Líba
no;
na
parte
oriental
com os
montes
Her-
neou
ou
Sanir, Gilaid
e
Arabia;
ao
meio
dia,
com
o
nome
Seir
e
Arabia
podero
sa;
na
parle Occidental,
com
o
mar
Me
diterrâneo.
Teve
diversas
nemenclaturas:
terra
de Chanaan, terra da
promissão,
depois
Judea,
Palestina;
íinalrnente
os
chislãos
chamaram
lhe
terra
Santa.
O
úni
co
rio
da
Jmha
é
o
Jordão,
ao
qual
attrihnem
duas
origens,
uma
no
lado
se
ptentrional
da
cidade
de
Dan,
chamada
caverna
de
Panion,
outra
(e
é
a
verda
deira)
ao
norte
da
meia
tribu de" Mana-
sés,
d
uma fonte
denominada
de
Phiale
corre
do
norte
ao
sul; atravessa
a lagoa
da
Gililéa.
e
tem
a
sua
embocadura
no
mar
Morto,
onde se
perde.
C
mservam-se
ainda na Judea
muitas
correntes
periódicas; a
de
qne
o
Evan
gelho
faz
mais particular
menção,
é
a
de
Cedron, que
tem
seu
manancial
junto de
Jerusalém,
onde Chrislo
foi
crucificado;
e
na
parle
oriental
o
Olivete,
onde
um
anjo
consMott
o
Salvador
em
seus
tor
mentos
e
angustias
e
d
’
onde
subia
a
cor
te
celestial,
depois
da
sua
resurreição
glo
riosa.
Dividia
se
a
Judea
em
doze tribus.
tres
habitavam
além
do
Jordão,
seis
áqoem,
e
as
ultimas
no
Mediterrâneo:
cada
uma
distingui a
se
peio
nome
de
algum
de
seus
Palri
«relias,
netos
de
Abrahão
de
quem
descendiam.
Falleeioiento. —
Da
«Palavra»:—
Aca
ba
de
chegar ao
nosso
conhecimento
a
dolorosissmia
noticia
de
ler
fallcido
hon-
tem, 29
do
corrente,
n
’
esla
cidade,
o
virtuosíssimo
e slrenuo
lidador da boa
causa,
o
exm.°
snr.
dr.
Rodrigo
d’AI-
tneida
Garrell.
O tinado
era
um
d
’esses
homens
de
bem cujo
numero
rareia
de
dia
para
d
a
n
’este
século
corrompida.
A
sua
vida
foi
uma
serie
successiva
das
toais
acrisoladas
virtudes
chrislãs.
Pre
slou
sempre
á
Egreja
e
á
sociedade
os
mais relevantes
serviços
pela
penna,
pela
palavra
e
sobretudo
por seus
editicantis-
simos
exemplos
de
virtude.
A
noticia
da
Sua
morte
encherá
de
consternação
mui
tos
corações
e
será
pnngentissima
para
quantos
o conheceram.
Era
uhimamente
pre-idtnli
da
Confe
rencia
de
S.
Vicente
de
Paulo
Os
nossos
mais
sentidos
pezames
á
sua
illuslre
e
virtuosa
família.
Ignóbil «-xploraçAo.—
Consta
que
0 governo
brazileno
participara
ao
repre
sentante
de
Portugal
n
’
aqti
lie
império
que
iam
ser
expulsos
do
Rio
de
Jmei-
ro
e
levados
para
fóra
do
terrilorio
bra-
zileiro,
doze súbditos
portuguezes
que
se
empregavam
no
infame
‘
ratico
das
mulhe
res,
como
se procedeu contra uns
vinte
e
tantos
judeus
allemães
que constituíam
uma
sociedade
para
a
mesma
ignóbil
ex
ploração.
A
’
»
betnfazrjai».
—
Pede-se
por
caridade
uma
esmola
para
o
infeliz
José
Maria,
morador
defronte
da
capella
de
S. Miguel-O-Anjo,
casa
n.°
3,
empre
gado
que
foi no
Seminário
de S.
Cae
tano,
e
hoje
se
acha
paralítico
sem
po
der
articular
palavra,
e impossibilitado
de
todo
o
trabalho.
A’
e««vidade publiea.
—
Muito
re-
commen
damos
ás
pessoas
caridosas
o
in
feliz
Antonio
Marques
da Costa,
morador
na
rua
de
S.
Miguel-o-Anjo,
casa
n.°
4,
3
o
andar,
que
se
acha
na
maior
neces
sidade
e
doente,
vivendo
só
da
caridade
das
pessoas
que
o soccorrem
com
alguma
esmola.
V
h
alentas caritativas.—
Recom-
menlamos
e
muito
ás pessoas
caritativas
a desventurada
Maria
José da Silva,
mo
radora
na
rua
dos
Sapateiros,
n.°
7.
Vive
em
extrema
penúria,
e
padece
de
doen
ça
incurável.
A
’
caridade publica.—
Indigitámos
á
caridade
publica
Antonio
Rodrigues,
solteiro, morador
na
rua
das
Palhotas,
doentíssimo
e
na
n.°
15,
o qual
se
acha
miséria
extrema.
APPELLO
AOS
CATHOLÍGOS
«A
Associação
de
jesus
,
maria
e
josé
,
erecta na
cidade do Porto,
com
o
fim
de
abrir escolas
gratuitas
para
edu
cação de
meninos
pobres, de
ambos os
sexos,
vendo
se
obrigada
a
deixar
o
edi
fício
onde
se
achara
funccionando,
em
Villa
Nova
de
Gaya,
as
duas
escolas,
uma
de
meninos
e
outra
de meninas,
resolveu,
em
sessão
de
14 de
setembro
do
corrente
anuo
de 1879,
mandar
construir
uma
casa
apta
para
receber
as
duas
mencio
nadas
escolas.
Já
lhe
foi dado,
para
este
fim,
terreno
por
pessoa
caritativa;
mas
fa
I
lecem
• lhe
meios
pecuniários
para
levar
ao
cabo
obra
tão
util á
humanidade.
A Associação
confia
muito
nos
senti
mentos generosos
dos
snrs.
associados
e
mais
pessoas
amantes
da
humanidade
que
a
coadjuvarão de
bom
grado
em
uma
empreza
que
tem
por
fim
arrancar
da
ignorância
e
do
vicio
a
tantas
creanças
que,
sendo
bem c
locadas,
podem
vir
a
ser
bons
cidadãos
e
prestar
relevantes
serviços
á
sociedade».
A
subscripção
fica
aberta
na
redacção
d’
este
jornal.
ANNUNCiOS
João
Baplista
Lopes,
d
’
esta
cidade,
faz
publico
qne
por
escriplura
de
2
de
setembro
de
1879,
na
nota
de
João
Mar
cos
d
’
Araujo
Ribeiro,
fóra.
de
coinmum
accordo,
dissolvida
a
sociedade
que
gira
va
n
’
esta
mesma,
debaixo
da
firma
João
Baptista
Lopes
&
Filho,
ficando
a
meu
cargo todo
o
activo
e
passivo
da mesma;
o
que
me
cumpre
fazer
publico
para
os
effeitos
convenientes.
(1)
EMPRAZAMENTO
Como
são
constanteraente,
por
alguns
meus
collegas
e
notoriamente
pelo con
traste
do
ouro,
desacreditadas
as
minhas
obras
que
contenham
a
marca
particular
de
garantia;
emprazo
solemnemente
este
e
aqnelles
para
que
apontem aqui,
ou
no
poder
judicial,
qualquer
obj
eto,
vendido
depois
de
aberto
o
meu
estabelecimento,
que não
tenha
as
seguintes condições:
—
í.
a
que
o
ouro
exterior
mente
ensaiado
seja
inferior
ao marcado
pelo
contraste do
Porto;
2.
a
que
o
seu
fabrico esteja viciado por
qualquer
fôrma.
Dou-lhes
a
minha
palavra
d
’
honra
que,
caso
appareça
algum lóra d’eslas condi
ções,
não
apresentarei
para
represália
ou
tros
marcados
pelo
contraste:
para
os
meus
collegas
o
meu
fim
não
é
este.
A
este solemne
emprasamento
respon
deram
os
meus
detractores
com
a
seguin
te immundicie,
que
em
papelejos
fizeram
distribuir
na
quarta-feira
e
que
vae
co
piada
lexlualmente:
«Aos
emprasamentos
do
snr.
Antonio
Casimira
da
Costa
—
Ourives.—Este ca
valheiro
—
que
não
é
Algarvio
nem
Tras-
montano
annunciou á
dias
nos
jornaes—
Commercio
do
Minho
e
Amigo
do Povo
—
o emprasamento
de algumas
gleb is
de
terreno
das
suas
geiras
situadas
no
logar
de
Pouco
—
Senso
—
freguezia
da
Alheira,
comarca
de
Cabaços.
E
nem
admira,
visto
aqnelles
terrenos
serem
improduetivos,
por
falta
de
ama
nho,
e serem
mais
proprios
para
a
pro-
ducção
de
boas
batatas,
de
que
tanto
necessita
aquelle
emprasamento
-bem
como
de
algumas
cebollas,
tomites e
excedentes
nabos.
Agouramos-lbes
pois,
um resultado
fe
liz
—
mesmo
porque
as
condições
dos
em
prasamentos
não
são
de
regeitar
—
e
bem
a ser:
1.
a—
Por
ca
la
10
hectares
quadrados
pagará
o
foreiro-25
litros
de
cevada
—
e
30
de
landra de
carvalho
Cerqninho—
tudo
muito
secco,
e
capaz
de
ser
de
(vorado
pelo
senhorio.
2.
a
—
Que
esta
pensão será
paga
an-
nualmente,
por
dia
de
Sinto
Antonio,
no fole
ou
celleiro
do
mesmo.
3.
a
—
Que
não
será
valido
o
emprasa-
mento
que
não
fôr
firmado
por
elle
dito
senhorio
com
o
seu
signal
de
G
—
gato
—
G
—
gaita—G—
gatuno
—
G
—
giga — G— gai-
foneiro
—G
—
gibreiro
—
e
ainda
G
—
gingi-
gorra
......
4.a —
Finalmente que
depois
de
tudo
assim
feito
e
obrado
será
o
emprasamen
to
metido em
um banho
de agua
cho
ca
—
para
ensaio
do
papel
Vizella
—
em
que
o
mesmo
é lavrado
—sob pena
—
de
tudo
ficar
sem
efleito
e
mesmo
sem
sanção
real,
visto
o
G.
do
emprasante
estar
su
perior
a
tudo.
Felicitamos
os
emprasamentos —
e o
emprasante e
bons
annos
—
isto é
—
sabi
das
sêccas
e
entradas
gordas.
Braga
31 de
Dezembro
de 1879.
Gil
Geraldes
Giesleira
Gaita».
São d
’
esta
força
os
meus
inimigos.
O
publico
avaliará
esta
questão.
Eu
não
mais
volto a
importar-me
com similhantes
ca
nalhices.
Braga
1
de
janeiro
de
1880.
(2)
Antonio
Casímiro
da
Costa.
4
í/A
4
A
A
á
A
A
O
abaixo
assignado
faz
publico
para
os
devidos
effeitos,
que
comprou
a
Ma
noel
Pereira
da
Cunha
Guimarães,
e
sua
mulher
Laura
Rosa
da
Silva,
d
’esta
cida
de,
todos
os
utensílios,
pertencentes
á
loja
de
merceatia
que existe
a
Nossa
Senhora
Branca,
casa
n.°
9,
e
que
foram dos
me
smos,
e
isto
por
alvará
particular
com
data
de
29
de novembro
de
1879.
Braga
1
de
janeiro
de 1880.
(4)
Serafim
José
Pereira
Borges.
VENDA
DE
CASAS
Vende-se
Ires
moradas
de
casas
con
struídas
de
novo, juntas
ou
separadas
com
os
n.
rs
32,
33
e
34,
na
rua
de
Santa
Margarida,
d
’
esla cidade.
Para
tratar-se
na
mesma
rua
n.°
20.
(3)
HI'( L AHAÇÃO
O
pidie José da Costa
e Oliveira,
da
Covilhã,
declara
que
do
dia
l.°
de
janeiro
de
1880
em
diante se
assignará=padre
José
da
Costa
e
Oliveira
Pinto=,
toman
do
a
responsabilidade de
todas
as
assigna-
luras até
então firmadas
com
o
nome
de
que
presentemente
usa.
Covilhã,
23 de
dezembro
de
1879.
(2756)
VEABA
DE CASAS
Vende-se
uma
murada
de
casas
n
a
rua
de
S.
Domingos
u.°
5.
antiga
rua
do
Assento,
na
freguezia
de
S.
Viclor
.
Quem
a
pretender
falle na rua
de
S.
Viclor.
com
Clemente José
Fernanies.
(2757)
BRAGA.
(2724)
O
1
Rapé
meio
gro-so,
botes
de
250
grs.
240
Rapé
vinagrinho
»
»
»
250
Rapé
secco
»
»
»
250
Rapé
Rosa
»
»
»
TJx
B.%
C
A.H.
S
Jk
250
RUA
DO CARVALHAL N.° 50
C
aíxi
» penhorista Bruearenae
n»
Travessa
de l>. Gtaaldim d’
esta
eidade.
Continua
a
emprestar
dinheiro
sobre
penhores
lodos
os
dias
desde
as
8
horas
ia
manhã
até ás
9
da
noule
na
mesma
caixa.
Vende-se
roupas.
Pede-se
a
todos
os
mutuários
que
ti
verem
objeetos
empenhados na
mesma
caixa
com
alrazo
de
juros
de
ires
mezes
os
venham
pagar
ou
resgastar,
senão
se
rão
vendidos.
FOLHINHA
RúMàHA
Já
se acha á
venda
para
o
anno de
1880;
em
Braga
no escriptorio
da
Typo
graphia
Lusitana,
rua Nova
n.°
4,
e
em
casa
do
snr.
Bernardino
José
da
Cruz.
Vestimenlaria
Rocha
e
Viuva
Germano,
rua
do
Souto,
e
na
loja
do
snr.
Clemente
José
Fernandes
Carneiro,
rua
de
S.
Vi-
ctor,
e
em
todas
as
mais
localidades
od
costume:
preço
140
rs.
Nas
mesmas casas
e
localidades de
vem
achar-se
opportunamente
as
folhinhas
Bracarenses,
e
Almanach
Civil
ou
de
al
gibeira.
jBiàêÀ,
Esta
maravilhosa
injecção,
como
cal
mante,
é
a
unica
que
não
causa
apertos
d
’
uretra,
curando
todas
as
purgações
ainda
as
mais
rebeldes
como
mintas
pessoas
o
podem
attestar.
Deposito
em
Braga na pharmacia
Bra
ga—
Esquina
de
Santa
Cruz—
40
Porto
—Cardoso—
Praça
de
D
Pedro
—
H3.
(2631)
BREVE
COMPENDIO
DE
ORAÇÕES
E DEVOÇÕES
ADOPTADAS PELOS
MISSIONÁRIOS
QUARTA
EDIÇÃO
Novamente
correcta
e
muito
augmentada
com novas
orações
e
devoções
indul-
genciadas,
e
concedidas
posterior-
mente
á ultima
Raccolta.
Com
apprcvação
de S.
Exc
*
Revm.
a
o Snr.
D.
Joáo
Chrysostumo
d'Amorim
Pessoa,
Arcebispo
Primaz.
Vende-se
em Braga
na
typographia
Lusitana,
rua
Nova n.°
4,
e
nas
livra-
iias
de
Manoel
Malheiro, rua do
Almada,
Porto,
e
Calholica,
de
Lisboa.
Preço
—
169
em
brochura,
e
240
enca
dernado.
Thesouro
do cosinheiro, confeiteiro e
copeiro
ou
colleeção
de
varias
receitas
com
applicaçào
á
arte
de
cosinha,
con
feitaria
e
copa
e
geralmente
util para
uso
de
todas
as
famílias
—
Precedido
das
regras
que
se
devem
observar
em
pôr
a
meza
e
servir a
ella
ainda
nos
banquetes
de
mais
etiqueta,
e
ampliado
com o
n.elhodo
de
trinchar
e
fazer
conservas,
falias
douradas,
vulgo,
rabanadas
—
3.
a edição
muito augmentada.
Um
volume
de
319
paginas,
com
gra
vuras
intercaladas
no
texto, 500 reis
bro
chado, ou 800
reis
com
uma
linda
en
cadernação
de
paninho
E
’
o
mais
mi! liru.
le
que
por occasião
das
festas
do
Natal
e
anno
Bom
se
póde
offertar
ás
famílias.
Para
a
mocidade
também
lembramos
o
resumo
da
HISTORIA
BÍBLICA
ou
narrativas
do Velho e
Novo
Testamento,
pelo
Bispo
do
Pará,
illustrada
com
200
estampas
e
um
mappa
da
Terra
Santa.
Esta utilíssima
publicação,
que
explica
com
clareza
todos
os
trechos
da
Bíblia,
está
approvada
por
todos
os
snrs.
bispos
da
Suissa,
França,
llalia, Brazil,
e
pelo
excin.0
D.
Américo,
cardeal
bispo
do Porto.
E’
um
elegante
volume de 290 pagi
nas
nitidamente
impresso
em
papel
su
perior.
Preço:
Cartonado
400
reis;
encaderna
do
em
paninho
com
o titulo
dourado na
pasta 700
reis; a
mesma
encadernação,
dourado
pela
folha,
l$000 rs.
Todas
estas
encadernações
são
de
bo
nito
gosto.
Qualquer
d
’
estas
obras
será
remeltida
pelo
correio,
franco
de porte, a
quem
en
viar
a
sua
importância
em
estampilhas
de
25
reis
á
livraria
dos
editores Viuva
Ja-
cintho
Silva
&
C.
’
,
134,
rua
do
Almada,
138,
Porto.
VENDE-SE
A
casa
n.
e
21
da
rua
do Souto,
d’
esta
cidade
de
Braga.
(2722)
PENDO
A
Meza da
Santa Casa
da
Misericór
dia,
de Braga,
tendo
em
consideração
a
avultadissima
despeza
que
está
custan
do o
fornecimento
de
pannos
e
fios para
o
curativo
de feridas
no Hospital
de
S.
Marcos, empenha
n
’
este acto
de
caridade
a
devoção
de
seus
concidadãos.
O
escrivão
Lourenço
da
Costa
G.
Pereira
Bernardes.
SYS1W FELIZ
iKiiO
Li®A
Arte
de
aprender a
escrever
e
ler
em
vinte
lições,
tanto
menores
como
adultos;
experimentado
em
muitas
localidades do
paiz
com
optimos
resultados,
e a
par
dos
últimos
progressos
da
filologia
e
linguística.
Preço
500
rs.
Aos
snrs.
professores
dá-se
a
commis-
são
de
15
p. c.
fazendo
seus
pedidos
aos
editores
do
SYSTEMA
FELIZARDO
LIMA
=»Fafe.
A
’
venda
nas principaes
livrarias
do
Porto,
Lisboa,
Vianna,
Coimbra,
e
em
Bra
ga
na
Typographia
Lusitana
e
em
casa de
Julio Mattos,
rua
Nova
de Sousa
n.°
44.
Precisa-se
de
empregados
de
ambos
os
sexos
que
tenham
reconhecido bom
com
portamento,
aos
qttaes
se
dará ordenado
não
inferior
a
1200000 reis, depois
d
’uma
pratica
de
dez
dias.
Dirigirem-se
a
Fafe,
casa
de Sá,
a
Felizardo
Lima.
PEhIDO
A
Meza
do
Real Sanctuario
do
Bom
Jesus
do
Monte
roga
a
todas
as
pessoas
amadoras
e
possuidoras
de
jardins, que
te
nham
superabundância d
’arvores de ador
no,
arbustos,
camélias
ou
outras
quaesquer
plantas,
se
dignem
favorecer
com
ellas
o
mesmo
Sanctuario. para
embellezar este
tão
pittoresco
local; dando
parle
ao
the-
soureiro
o
snr.
Manoel
José
Rodrigues
de
Macedo,
rua
do
Souto,
n.°
42,
n
’
esta
ci
dade
de
Braga,
para
a
Meza
enviar
pes
soa
competente
que
do
sitio
que
lhe íôr
indicado
as
traga
com
o
necessário re
sguardo.
A
Meza,
esperando
que
este
pe
dido
será
atlendido,
iica
desde
já
agra
decendo
qualquer
offerta
que
n
’
este
gene
ro
lhe
fôr dada.
Em
nome
da
Meza
—O
procurador
Anlonio
Alves
dos
Santos
Cosia.
Empreza
editora de Francisco Ãrlhur da
Silva
—Lisboa.
BR1.YDE
V
TODOS
OS
ASSIGNANTES
DA
HISTORIA
UNIVERSAL
POR
Criar Cnntu
Desde
a
creação
do
mundo
até
1862
—
con
tinuada
até
1879
por
D.
NEMES1O
FERNANDEZ
CUESTA;
Com
a
noticia dos
factos
mais notáveis
relativos
a
PORTUGAL
2
BRAZIL
Traduzida
da
edição
(rancezade
1867 e
acompanhada
da versão
das citações gregas
e
latinas, e
annotada
por
Manoel
Iternardea
Branco
Da
Academia
Real
das
Sciencias
de
Lisboa;
professor
das
línguas
grega
e
latina,
etc.
2.
*
edição,
illuslrada
com
81
gravuras
primorosamente
executadas.
13
volumes
in-l.° grande.
O
editor
proprietário
d’
esta
publicação,
grato
aos
favores
do
publico,
e
compre-
hendendo
a
necessidade
de
publicar
um
13.°
volume
para que
esta
2.
a
edição
da
HISTORIA UNIVERSAL
fique
mais
com
pleta,
resolveu
offerecer
aos
snrs.
assignan-
les
que
o
auxiliaram
n
’
esta
empreza e áquel-
les
que de
hoje em
diante
o
continuarem
a
coadjuvar,
como
brinde
o
deeimo
terceiro
volume,
contendo
trinta
e cin
co capítulos,
seis gravuras
e
dois indices,
sendo
o
primeiro
chronologico
e
remissi
vo
de
toda
a
Historia
Universal,
servindo
para
a
procura
dos laclos
que
n
’
ella
vem
exarados,
e
o
segundo alphabelico,
con
tendo
os
nomes
de
todos
os
homens
no
táveis
que
figuram
na
historia,
e
os
titu
les
geraes
de
todas
as
matérias,
servin
do
de
auxilio ao
primeiro
Comprehendendo a
narração
desenvol
vida
dos
acontecimentos
históricos occor-
ridos
desde
1851
até
1879,
escriptos
em
hespanhol
por
D.
Nemesio
Fernandes
Cues-
ta,
e
accrescentados
na
parte
que
diz res
peito
a
Portugal
e
Brazil,
por
Manuel
Ber-
nardes
Branco.
Fica
portanto
completa
a
segunda
edi-
ção
da
HISTORIA
UNIVERSAL,
em treze
volumes
in-4.u
grande
e
custará:
Brochada
....
WOO
reis
fortes
Encadernada.
.
.
270000
»
Para
facilitar a
acquisição
d
’esta
tão
importante
obra
ás
pessoas
menos
abasta
das
que a não
possam
comprar de uma
só
vez,
o
editor
deliberou
conservar
aber
ta
a
assignalura
em
Portugal
e
no
Brasil.
Cada
folha
de
16 paginas
a
duas
colum-
nas,
50
rs.
—
-Cada
gravura
primorosamen
te
executada,
40
rs.
Condições
da
assignalura
:—A
assigna-
tura
póde
fazer-se
por
entregas
de
duas
folhas,
e
as
gravuras
como
convier—
por
fascículos
de
cinco
folhas
e
uma
gravura,
e
por
volumes
brochados.—
Cada entrega
de
32
paginas
e 1
gravura,
140
rs.
—
Cada
fascículo
de 80
paginas
e
1
gravura,
290
rs.
CADA
VOLUME:
vol. br. orn.
de
9
grav.
1^870
2.°
»
>
6
»
10665
3."
>
7
»
106O5
4.°
>
N
D
5
»
10525
5.°
0
»
6
»
10615
6.°
»
»
>
6
»
1069O
7.°
í
D
6
>
10640
8
o
»
D
>
6
í
10615
9.°
O
f
0
6
»
10565
10.°
>
6
»
10615
11.°
>
>
>
>
6
>
106
ÍO
12.°
»
>
>
6
»
10815
13
ULTIMO, ornado
de
6
gravo-
ras,
brinde
a
lodos
os
assignantes,
no
pre
lo,
GRÁTIS.
Das
81
gravuras de
que
consta
a
obra
estão
tiradas
45,
pertencentes
aos vol.
1 a
7.
Este
decimo
terceiro
volume
será
dis
tribuído
depois de
completo
e
brochado
a
todos os assignantes que
tenham
pago
o
decimo
segundo
volume
Os assignantes
teem as
seguintes
van
tagens:
Garantia
e
certeza
do
complemento
da
obra,
e
poder
receber
como
e
quando
qui-
zerem,
por entregas,
por fascículos
ou
por
volumes.
LISBOA:
—A
assignalura póde
fazer-se
>or
entregas,
fascículos,
e
por
volumes. O
assignante
receberá
uma
entrega
de
duas
olhas
por
semana,
pelo
menos,
e
as
gra
vuras
que
lhe
convier,
pelos
preços
acima
marcados,
pagando
ao
distribuidor
no
acto
da
entrega
a
sua
importância.
PROVÍNCIAS
E
ILHAS:
—
A
assignalu
ra
póde
fazer-se
por
fascículos
e
por
vo-
umes.
O
assignante
receberá
o
primeiro
lasciculo
ou
volume
franco
de
porte,
e
só
depois de
recebidos
mandará
satisfazer a
sua
importância
em
estampilhas,
valles
do
correio
ou
ordens,
na
certeza
que
não
re
ceberá
o
segundo
sem
que
tenha
satisfeito
o
primeiro,
e
assim
successivamente.
As
pessoas
tanto
de Lisboa
como
das
províncias
e
ilhas
que
angariarem
DEZ
AS-
SIGNATURAS
REAl.ISAVEIS
terão UMA
GRATUITA,
dirigindo-se direclamente
ao
editor.
Assigna-se
no
escriptorio do editor
—
rua
dos
Douradores, 72,
LISBOA
;
me
BRAGA, na livraria Internacional de
Eu
gênio
Chardron,
e
nas
principaes
livrarias
do
reino,
ilhas
e
Brazil.
Francisco
Arthur da
Silva—editor
72, rua
dos Douradores,
72
—
LISBOA.
ÁiúliHii
fe
UMi
DO
ALTO
DOURO
114
CASA DB
VILLA PGICA
RUA
DO SOUTO
N.°
15-
Braga.
N
’
este armazém se
encontram
a
retalho
as
seguintes
qualidades de
vinhos
engar-
a
fados:
Vinho
tinto
de
meza.
(sem
garrafa)
>
>
»
>
»
Lagrima...............................
»
Branco
de
meza
........................
»
tinto
de
meza
fino.
.
.
.
»
de
prova
secca. .
.
„ .
■>
Malvasia
de
2.a
........................
»
»
velho
................................
d
Malvasia
Bastardo
e
Moscatel
a
»
Roncão
...................................
»
Velho
de
1854
.
. .
.
150
190
200
210
24<
300
360
400
500
700
600
»
a
retalho para
meza
60
e
80, o
quartilho
tinto,
e branco
120.
Responde-se
e
garante-se
a
pureza
e
boa qualidade
de
lodos
estes
vinhos,
po-
pendo
todo e
qualquer
consumidor
mai.-
dal-o
experimentar
por
meio
de
qualquer
drocesso
chymico.
Desconfiar
das falsificações.
1
l
14
i^lRUEotfABBAYy^,:
l'.
oaoic
^X^PARIS^
PARIS,
14,
Rue
de
1’Abbaye,
14
Contra
a
Apoplexia,
o
Cholera,
Flatos,
Desmayos,
Indigestões,
Febre
amarella,
etc.
Veja-se o
prospecto
que
deve
envolver
cada
frasco.
Exija-se
o
rotulo
branco
e
preto
que devem
levar
pegado,
os
frascos
de
todos
os
tamanhos,
e
a
assignatura inclusa
:
Único
successor
doe
Carmelitas
PARIS
Deposito
no
Porto,
Ferreira
&
Irmão,
Banharia,
77 e
70.
HOGG,
Pharmaceutico, rue Castiglione, n°
2, em
Pariz, único proprietário do
DE
OLEO
HOGG
OLEO
NATURAL
DE FÍGADO DE BACALHAO
As
experiencias feitas
durante mais de vinte annos, tem provado que este
oleo
é
de
uma efficacidade certa, contra as moléstias do peito, a
Tísica,
Hronchiti-,
Pri.sòes do
ventre,
Catarrlios,
Tosses
clironi-
cas,
Affecçôes
esérofnlosas,
Tumores glandularios,
Mo
léstias
t
a
pelle,
Kmpigens,
Fraqueza
geral,
e
também efíicaz
p
tra fortificar as
criancas fracas e delicadas. E’ agradavel e facil de
tomar.
Deve-se
desconfiar
dos
oleos
ordinários
e principalmente
de
todas
as
composições
inveu-
'
d.is
pela
especulação
para substituir
o oleo
natural,
com o
pretexto
de
tornal-õ
mais
efll
—
az
e
inais
agra
avel,
cujo
re
ultado
c
cansar
e
irritar
o
e tomago
inutilmente.
Esks
Oleos
são
até
perigosos.
i
ara
se
ter certeza
de
tomar
o
verdadeiro oleo
de
fígado
de
bacalhao natural
e
puro,
eve-se
comprar sómente
o
OLEO
DE
HOGG.
que
se
vende
em
vidros triangulares
(<
----
modelo
foi
depositado
em
Lisboa, segundo a
regra
da
lei).
Beve-»e
exisir
o
nome
<le
n»<;s
.
e
de
mais,
o
certificado
do
Snr
LESUEUR,
Chefe
dos traba
lhos
chimicos
da
faculdade
de
Medicina
de
Pariz,
que
vai
impresso
no rotulo
colado em
cada
vidro
triangular.
O
oleo
de
Hogg
vende-se
em
todas
as
principaes
Pliarmacias.
Dép
isitarios
:
Em
Lisboa,
Pharmacia AVELLAR,
rua
Auvusta,
225-227;
ff
No
Porto,
FERREIRA
e
IRMÃO,
Bainharia,
77-79;
—Em
Coimbra,
J.L.M.FERRAZ,
largo
do
CastcUo.
A
_ _ _ _ _ _ _ _ _ Gran êxito en Paris
VELOUTINE
GH
,es
FAY
POLVO DE ARROZ ESPECIAL
PREPARADO CON BISMUTO
K
INVISIBLE Y
ADHERENTE, di
a/
oútit
fretourt y traspannaia.
*
I
nventor
CHARLES FAY,
9,
rue
de
la
P
aix
,
PARIS x
ilOXXOIOXXOIOIOy
Se
vende en
las Farmacias,
Perfumeriu, Eeluquerias j tiendas de quincalla.
x
Desconfiar
de
las falsificaclones.
V
ende papeis pinta
dos para guarnecer sallas,
lindíssimos
gostos,
a
prin
cipiar
em 80
reis
a peça.
Vende olio, tintas e
vernizes
para
pinturas de
casas,
tudo
de boa quali-
dade.e
preços muito
resu
midos.
g Vende cimento roraa-
no
para vedar
aguas,
ges- !4
so para
estuques
de ca- a
sas,
tudo de primeira qua- li
g lidade.
g
Fabrica a vapor de fundição
de ferru e metaes
Trave«8R
<le
S.
João—
Braga.
N
’
esta
fabrica,
uidca na
província
do
Minho,
fabrica-se
toda
a
qualidade
de
obra,
tanto
de
ferro
como de
metal. O
proprietário
da
mesma não
se
tem
pou
pado
a
sacrifícios
para
poder
elevar
este
melhoramento
de
industria
á
altura
de
poder
compelir
em
tudo
com
as
fabricas
de
igual
genero
do
Porto
e
outras
loca
lidades,
pois
que
no
seu
estabelecimento se
fazem obras de
lodos
os
tamanhos
e
quali
dades
pelos
preços que
possam
ser
encontra
dos
no
Porto
N’
esta
fabrica
fundem-se
peças
de
pezo
de
5:000
kilos e
maiores,
sendo preciso,
achando-se
já
muitas
obras
fundidas,
avul
sas,
como
são:
buxas
para
eixos
de cariua
gens, moinhos
para
moer
tintas,
pés
para
me
ias
de
mármore
ou de
madeira,
bancos
para jardins,
bombas
de qualquer
pres
são
até
á
altura
de
200
palmos,
grades
para
sacadas
ou
jardins,
columnas
e
con
AGUA
de
MELISSA
dos
Carmelitas
c
tXX<X<X<X<X<X<X<X'N
e
Sí
solas
para
lampeões,
prensas
para
copia
dores,
fuzos
de
novo
syslema
para
la
gares, ferros
para
alfaiates
e
chapelleiros
lapeles
e
ventiladores para
soalhos,
canos
e
joelhos
para
agua,
de
todas
as
grossu
ras,
guinchos
de
pedreiro
de
todos os
tamanhos.
Além
d
’eslas
obras,
que
ha
feito, toma
encommendas
para
todas que
possam
fazer-se
de
ferro,
aço
ou
metal.
Também
concerta
iodas
as
obras
d
’
este
genero
principalmeme bombas
ífê~IHJÇos.
proprietário
Anlonio
Germano
Ferreirinha.
jo
^
f
:
da
silva
hmão
Com
loja de
fato feito
13
—
Largo
do
Barão
de
S.
Martinho
—13
^ari
'
c
’
Pa
aos
!‘
eus amigos
e
fre-
goezes.
tanto
d esta
cidade
como
tlíerr
'
*
as
P
r
0VI0
e,as 4ue
um
bonito
til
1
e vai
>a'J°
sortimento
de
fato
fei-
to,
casimiras
para
faio
muito
baraias,
cortes
de
calça
a
l$500,
2$000
e
2,5500
reis;
tudo fazendas
modernas.
Guarda
pós
de casimiia
e
de
alpa-
ques
inglezes,
roupa
branca,
assim
como
camisas de 600 reis
para
cima,
ceroulas
de
400 reis
até
800,
de
panno familiar,
e
meoles,
bonets
de
gorgurão
de
seda
e
de casimira de
iodas
as
qualidades,
de
500
rs.
até
80
•
;
manias
de
seda
de
to
dos
os
leitios.
Encarrega
se
de
fazer
qualqm
r
obra
que
lhe
seja
encommendada,
e piumpli-
fica-se
a
ticar
com
ella
quando não
fique
á
vontade
do
fieguez.
(2219)
Ceremontal
segundo
o
rito Romano
que
deve
observar-se
na
Tercia e missa
conventual
cantada
na
capella
do
Seminário
Conciliar
Bracarense.
Escripto
pelo
Presbytero
JOÃO REBELLO
CARDOSO DE
MENEZES,
Vice-Reitor
do
mesmo
Seminário.
Vende-se
no
mesmo
Seminário,
e
no
escriptorio
d
’este
jornal.
Preço .
.
.
.
.
120
rs.
iLiGtnsi:
Os
altos da
casa da
rua
do
Campo,
n.° 22,
com
bons
comrnodos
para
uma
numerosa
família,
agua
encanada
e bellas
vista.
Quem
pretender
dirija-se
á
mesma.
(2716)
r«B34a
MBMBBB8M
—Ba—
RESPONSÁVEL
—Domingos J. S. Aguiar.
BRAGA,
TYPOGRAPUIA LUSITANA—1880
Parte de Comércio do Minho (O)
