comerciominho_02121880_1164.xml
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-
VUI
ANNO
QUINTA-FEIRA 2
DE
DEZEMBRO DE 1880
NUMERO 1:16?
síh
£
sliwsosa
,
a®«>íí-.«Tr8íe^j3L
ws
iw«>r
jrií«^
joma
..
REDAGTOR, D.
MIGUEL SOTTO-MAYOR.—DIRECTOR, JOÃO MARQUES SOARES DE AZEVEDO
iiitÇO
DA
ASSIGN
a
TUB
a
11
mezes,
cora
estampilha
zfciub
—
12
mezes,
sem
estampilha
|
l<S»í£OU
—
Brazil,
ix
mezes,
moeda
forte
4^>200
—Avulso
20
rs
I
PLBUCA-SE
AS TERÇAS,
QUINTAS E SABBABOS
PUBLICAÇÕES
Correspondências
parlic.
cada
linha
40
—Aanuncio>
c«<»
.
iiíí
.
20—
Kepehção
10
rs.
—Assignantes,
20
p.
c.
d'abatimcLlo.
BRAGA-4
BE DEZEMBRO
PRIMEIRO
Dl
DEZEMBRO
Eis
o
dia
que rememora
um
dos
mais
gloriosos
feitos
que
perfulgern
nos
fastos
da
nação portugueza.
Saudemol-o
com
enlhusiasmo
pstriotico;
mas
sem
odios,
nem
malquerenças.
Saudemol-o
com a
serena
e
doce
con
solação de
quem
cumpre um
‘imperioso
dever,
imposto
pelo
immenso
amor
que
temos
á
nossa
querida
patria.
Saudemoi-o
como
luminosa
recordação
do
supremo heriosmo
dos
nossos maiores.
Saudemol-o
como
um
protesto
perenne
contra a
oppressão
estrangeira.
Saudemol-o
com o
proposito
firme
de
tudo
sacrificarmos á
defeza
da
nossa
in
dependência
e
liberdade.
Sim:
o
anniversario
do
glorioso
feito
de
1640
não
pó
ie
passar
despercebido a
portuguezes.
Elle
nos
recorda
o
quanto
póde
o
amor
da
patria,
—tjssa
granule
virtude
que
foi
sempre
o
brazão dos
nossos
avós; elle nos
oflerece
um
salutar
exemplo
a
seguir,
ao
mesmo
passo
que
afervora
a
nossa
dedica
ção,
incende
o
nosso
enthusiasmo,
legitima
o
nosso
orgulho,
e
derrama
em
nossa
alma
dulcissimas
consolações.
Saudemol-o,
pois.
E
quando, em
meio
das desgraças
do
presente,
nos
sentirmos
desalentados pelo
tardo
apropioquar-se
de
melhores
tempos,
volvamos
os
olhos
áquella
data
memoranda,
e
por
ella
aprenderemos
a
receber
com
imperturbabilidade
o
cálice
das
provaçõos
e
a esperar
com
suprema
confiança
o
al-
vorejar
dos
dias
anhelados.
Viva
Portugal!
Quantum niutatus ab »llo!
VII
Julgou
o
snr.
conselheiro
procurador
geral
da
corôa
e
fazenda
que
o
exercício
do
seu
cargo
lhe
impunha
o
dever
de
aconselhar ao governo
que
não
pagasse
a
divida
proveniente
do
empréstimo
porlu-
guez
de
1832.
E
que.
para
fundamentar
o
seu
parecer,
lhe
bastava
provar
a
le
gitimidade
do
sur.
D.
Pedro,
como
rei
de
Portugal.
Não
é
facil
o
empenho, e
tanto
^que
os
defensores
da
legitimidade
da
snr.
8
D
Maria
da
Gloria
teem,
em
geral,
querido
sustentar que o
throno,
ou o
direito de
o
occupar,
passara
directamenle
do
Senhor
D. João
VI
para
esta
senhora.
Mas,
ou
por conhecer
o
absurdo
d
’esta
th-oria,
ou
por
que
as
emprezas
ditliceis
sejam pró
prias
do
geuio
de
s.
exc.a,
o
snr.
con
selheiro
quer
sustentar
que
aquella
snr.'
recebera
de
seu
pae
o direito
de vir
go
vernar
esta
colonia
brazileira.
E
’,
porém,
muito
para
notar
que
a
não
ser o decreto de
6
de março,
e
p
tratado
de
s<
p.irá.ção, que
é,
como
mos
trámos,
contraproducente,
todos os
docu
mentos,
que
s.
exc.
4
Cita,
emanam
do
imperador do
Brazil.
Depois
do
que
temos
escriplo, esta-
vamos
dispensados
de apreciar
a
carta;
mas
como
prometlemos
ir
seguindo.
perío
do
por
periodo, o
parecer
d’
aquelle
ma
gistrado,
vamos ver o
valor
que
leem
as
seguintes
linhas,
com
que
s.
exc.
8
julgou
aterrar
oj possuidores
dos titulos
do
em
préstimo
de
1832.
«Na
carta
constitucional,
constituição
política do reino,
pois
assim
havia
sido
outorgada
e jurada fartigos 5.°
e 86.°)
está
assegurado
o
reconhecimento
da
rai
nha).
Este
periodo
chega
a
ser
engraçado!
E
veio-nos
surprehender,
porque
não
sop
púnhamos
o
snr.
conselheiro
com
tendên
cias para
o
gracioso!
Para
reduzir a
pó
esta
pedra
angular
do
edifício
que
s.
exc.8
pretende levan
tar,
bastaria
perguntar-lhe
se
o
rei
(e
ponhamos
de
parle
a
pessoa
do
snr
D.
Pedro)
tem
direito
para*mudar
a
consti
tuição política
do
estado;
e
se
por
ventura
a
carta foi
jurada
pelos tres
estados,
co
mo
o
proprio
snr. D.
Pedro
determina,
e
o
snr.
conselheiro
quer
dar a
enteouer?
Quando
morreu
o
Senhor
D.
João VI,
eslava
em
pleno
vigor
a
antiga
constitui-
|
ção
portugueza, e
aquelle
augusto
tseuhor,
I
pela
carta
de
lei
de
4
de
junho
de
1824.
linha
declarado
que a
única
e
verdadeira
constituição
da
monarchia
portugueza
se
achava
restabelecida,
e
que
elle
a
havia
jurado, como
o
tinharn feito
todos
os
reis
seus
predecessores,
no
acto
da
sua
eleva
ção ao throno.
Ora,
como os
revolucionários
de Por-
tugal, como
os
de
toda
a
parle
sejam
ini
migos
declarados do
direito,
e
com
razão,
pelos
estorvos
que
este
oppõe
a que
con
sigam os seus nefandos
(ins, e
tendo
visto
malograda
a
sua
obra
de
1820
pela
he
roica
restauração
de
1823,
resolveram
apro
veitar o ensejo
da
morte
do
Senhor D.
João VI,
e
como
não
podiam perdoar
ao
Senhor
Dom
Miguel
a
heroicidade com
que
os
balt-u
em
1823,
resolveram afãs-
tal-o
do
throno,
convidando
o
sur.
D.
Pedro a
que
os
secundasse.
Parece
que
o
plano
eslava
ha
muito
combinado;
pois só
assim
se
explica
ler
chegado
ao
Hio
de
Janeiro
a
noticia
da
morte
do
Senhor
D.
João VI
no
dia
24
de
abril,
dizerem as
folhas
que
seu
filho
estivera
por
tres
dias
entregue
á
mais
violenta
dôr,
sem
poder dar
alteuçâo a
coisa
alguma,
no dia
26,
terceiro da
no
ticia,
decretar
a
continuação
d»
regencia,
e
no
dia
29
outorgar
a
carta.
Qualquer
senhor
de
roça
leva
mais
tempo
a passar carta
d
’
alforria
a
meia
dú
zia
de
escravos,
do
que
levou
o impera
dor
do
Brazil
a
passar
carta
de
alforria
a
estes
quatro
milhões
de
escravos,
que
tinha
no
occidenle da
Europa.
Notamos
esia
circumstancia apenas
por
ser
indicio de
que as
coisas
estavam
pre
paradas, para
quando
morresse
o
Senhor
D.
João
VI.
Mas
não
podia, cremos
nós,
e
pedi
mos
ao
snr.
conselheiro que
-nos
escla
reça n
’
este
ponto,
ir
por
diante
o plano
de
chamar
o
snr.
D.
Pedro
ao
throno
fundamen
ideia
que
da
monar-
do
Brazil
nem acto
de
Portugal,
sem derogar
a
lei
tal
da
monarchia,
e
foi
essa
presidiu
á
outorga
da
carta
E
que
a
antiga
constituição
chia
foi
violada
pelo
imperador
prova-se
por
tod
>s
os
actos,
podia
haver
d
’ella
em
relação
ao
governo
de
Portugal que
não
fosse
uma
infraeção
da
H
do
paiz.
O
snr.
D.
Pedro
não
podia
exercer
nenhum poder
magesialico
no
reino,
sem
prestar
o
juramento
exigido pela
lei
de
9
de setembro
de 1647, dado
por lodos
os
seus
antecessores
e
utlimamente
por
seu
augusto
Pae,
como
o
mesmo
Senhor
explicita
mente declara
pela
carta de lei
de
4
de
junho
de
1824.
E
prestou o
sor.
D.
Pedro esse
jura
mento?
Mas,
que
muito é
que
o
imperador
do
Brazil
se
dispensasse
do
juramento
pres-
cripto
de
guardar
e
fazer
guardar
a
cons
tituição
da
inoturclíia,
quando
elle,
acon
selhado
por
meia
dnzia
de
revolucionários,
se
atreveu
a
rasgal-a
folha
por
folha?
ma-
au-
esta
que
E
’
pena
que
o
nosso
collega do
«Jornal
da
Manhã»,
antes
de
vir
a
terreiro
com
a
questão
dos
jesuitas,
não
procurasse
primeiro
estudar
bem
as
circumstancias,
que
precederam
e
acompanharam
o
im
portante
facto da
extineção
da
Companhia
de
Jesus
no
século
passado.
Se assim
o
tivesse
feito,
como por
todas
as
rasões lhe
cumpria,
não
viria
ahi
accusar-nos
de
darmos
pontapés
na
i
historia
quando
dizemos
que
os liberaes
são
os
únicos
inimigos
da
Companhia
de
Jesus.
Se
nos
limitamos
ao tempo
presente,
! aílirtnar,
que
só
no
I
campo
liberal
é
que
os
jesuitas
encontram
i
adver-arios;
e
é
forçoso diz-r
que
ainda
ahi
mesmo
elles
gosatn
das syinpathias
de
muitos,
qúe
superiores
a preconceitos
;d’escola,
fazem
aos
membros
do
Instituto
de
Santo Ignacio
a
justiça
que
elles
me
recem.
Se
nos
remontamos
ao
século
passa-
|do,
é
ainda
evidente que
os
jesuitas
só
jeratn
odiosos,
ou
pelos
adeptos
do
p!u-
lowphismo.
pae
do
liberalismo
hodierno,
i
ou
pelos
jansenislas,
que
afinal
se fun
diram
e
confundiram
com
os
liberaes.
Ignora
acaso
o
«Jornal
da
Manhã»
que
o
primeiro
pregão
de
destruição
con
tra a
Companhia
de
Jesus
partira
da
bocca
.....
.
.
ide
um
Voltaire.
de
um
D’Aiembert.
de
«Na
carta
está assegurado
o
recouhe-
U(0
Di()erol<
e
de
ou(ros
•
)d )e
emento
da
rainha».
a
esco
|
a
llberal
aillda
hojeH
J
oera co
‘
mo
.
i
seus
patriarchas?
O
sur.
conselheiro
procurador
geral
1
Se
0
inar
de
p
on
,bal n-0
pra
oe>
da
corôa
e
f-zenda
nao
acha undameulo,
„
hu
,
n
deillO
crata,
era
inqueslio
navelmente
para
a
legitimidade
da snr.
8
D.
Mana
da
I /í0
e
r
d(
?d
ta
|oi
en.
Gloria
se
«ao
na
carta;
de
accordo.
I
tre
DÓS>
C0II)0 os
ios
|iberaes
Nao
Hnpugnaremos
neste
ponto
a dou-,lern
f0(n
ufania
0
£
ursor
das
reíurn
\
us
trina
de
s.
exc.
,
mas é
sobre
elle
mais
i
|d)eraes
.
que
em
nenhum
outro
que
necessitamos
i
recorrer á
sua tão
comprovada
illuslração
e competência,
sobre
tudo,
em
questões
d
’
esta
oídem,
para
nos
esclarecer.
Julgamos
pois
que
o
snr.
conselheiro
não
desprezará o
nosso
pedido, esclare
cendo
nos
ácerca do
seguinte:
Se a
legitimidade
d’
aquella
augusta
se
nhora
se
baseava
na
carta,
para
resolver
todas
as
duvid«s
necessita
s.
exc.
8
de
monstrar
que
o
snr.
D.
Pedro
unha
auclo-
ridade
para
decretar
a
carta,
e
que
obser
vou
todas
as
prescripções legaes
no
modo
cOiuo
a
decretou.
E
aqui
se
nos
oflerece
uma
outra
du-
«ida,
que
o
snr.
conselheiro
facilmente
resolverá:
no
dizer
de
s.
exc.*,"
por
morte
do
Senhor
D.
João VI,
passou
o
throno
de
Portugal
ao
snr.
D.
Pedro;
ora
este
snr.
linha
n
’
aquella
epocha
dois
filhos,
a
sor.*
D.
Maria da
Gloria,
e o
snr.
D.
Pe
dro
de
Alcantara,
hoje
Pedro
II
do
Brazil.
Com
que
direito foi
este
snr.
privado
de
succeder ao
pae?
Logo
que o
snr.
D.
Pedro
I hordou
A
regencia
para
exereer
poderes
geslaticos
não
podia
funccionar
sem
ctorisação
dos
ires
estados;
obteve
auctorisação
alguma
das
regencias
elle
nomeou?
O
snr.
D.
Pedro
II
querendo,
não
al-l
terar,
mas explicar
ou
ampliar
um
artigo:
das
leis
fundainentaes
ue Lamego,
não'
se
atreveu
a
fazel-o por
auctoridade
pro- .
pria.
mas
rçcorreu
aos
Tres
Estados
em
1698,
declarando
solemnemente
que
tinha
j
nos
affo
,
llamcnte
recorrido aos tres estados,
purgue reside |j|iHra|
4
n
elles
o
mesmo
poder
d
uquellas
que
as
estabeleceram.
U
imperador
do
Brazil
não
dependeu;
dos
tres
estados
para
subsistir
a
consti
tuição
política
da
monarchia
pela carta
que!
inandou
Lzer
pelo
snr.
Erancisco
Gomes
da
Silva,
e
que
mandou
registrar
nos
li-j
vros
do
império!!
E
se
a
carta
nos
suscita
duvidas,
pela
!
fórma porque
foi
promulgada,
e
pela
pes-1
soa
de
que
emanou,
lambem
nos
apresenta
!
algumas
outras,
que
o
snr. conselheiro!
de certo
nus poderia
resolver,
mas
de
que;
desistimos,
para
passar
á
segunda
parte;
do
periodo
que
estamos
analysando:
o
reino
de
Portugal,
é claro,
a
nosso
ver,
que
seu
hlho
ficou
com
o
jus
ad
rem,
de que
seu
pae
o
não
podia
esbulhar.
Quererão
talvez
dizer
que seu
pae
se
guiu
as
prescnpções
da
carta
patente
de
1642;
mas desde
que
reconheçam o
valor
d
’
essa carta
patente,
excluem o
snr. D.
Pedro
1
da
successão
ao
liirouo
de
P<
r-
tugal
e
reconhecem
cvino
legitimo
seu
au
gusto
Irmão.
Mas
chegamos
ao
ponto
principal
da
questão:
—
o
juramento
do
>enhor
Dom Mi
guel
em
Vieuna d
’Ausliia e suas conse
quências;
reservaremos
esse
p>
uto
para
um
artigo especial;
pois
nos
parece
que
estamos bastante
esclarecidos
para
poder
tratar d
’
elle,
indepeudeulemt
nte
das
luzes
do
snr.
conselheiro
procurador
gerai
da
corôa
e
fazends.
Era
um
déspota,
sim;
mas
um mi
lhão
de
factos,
que
ahi
estamos
palpan
do
todos
os
dias,
e
que
merecem
mesmo
a
approvação
do
«Jornal
da
Manhã»
e
seus
confrades,
provam
até
á
saciedade,
que na escola
liberal se
sabe
alliar
per-
ieilamente
o
despotismo
com
a
liberdade.
Demais,
o
marquez
de
Pombal
nunca
deveria
ser
invocado
na
questão
dos
je
suítas.
Sabe-se
que
elle
perseguiu
esta
ordem, não inspirado
pelos
sentimentos
de
justiça ou pela
ideia
de promover
o
bem
do
seu
paiz,
mas
simplesmente
ati
çado
por
um
odio
imuienso,
que
conver
tendo-se
n
’
uma especie
de monomania,
deu azo
aos
gracejos
e
epygrammas dos
seus
contemporâneos.
Assim,
no
monstruoso
processo
con
tra
a Companhia
de
Jesus,
o celebre
mi
nistro
de
1).
José
I
não
desempenhou
o
papel
de
juiz
sereno
e
imparcial,
mas
de
inimigo
furibundo
e
de
accusador
sem
consciência,
que
nem
recuou
ante
o em
prego
dos
mais
torpes
meios,
couio
a
diflainação e
a
calumnia,
para
uiaquimr
a
ruína
das
victimas
do
seu odio infer
nal.
Até
n
’esta parte elle
foi
um
digno
I
redecessor
dos
jesuito-phobos
de
hoje,
e
como
tal
tem
todo
o
jus
a
ser
inscripto
tto
calendário
liberalesco.
O
«Jornal da
Manhã»
não
deve
nem
póde
conte
tar
lhe
essa
honra.
E
o
qne
dizemos
do
marquez
de
Pom
bal,
póde.
em
grande
parle,
applicar-se
aos
rainislrus
dos
outros
monarchas
que,
no
dizer
do
nosso
collega,
não
quizeram
a companhia
d
’
e>ses
religiosos.
Discípulos
todos
da
escola
philosophi-
cu
do
século
XVH1,
podemos
desassom
bradamente
collocal-os
no
campo
do
libe
ralismo.
até
segundo
a
confissão
insus
peita
do
proprio
Montanelli.
O
collega
viu
mal
quando
viu,
t/esses
teiopos,
o
throno
encostado
ao
altar.
Des-
culpando-lhe
o
seu
estrabismo,
dir-lhe-
hemos
todavia
que o
throno,
do
que
tra
tava
então
era
de
sobrepor-se
ao
altar
E
’
exactamente
o
qne
faz hoje
a
demo
cracia
hberalesca.
Mais
outro
ponto
de
contacto
muito
attendivel,
sobre
que
cha
mamos
a
atten.ão
do
collega,
pouco ver
sado,
ao
que
parece,
na
genealogia
da
li
milia.
Negamos
que as
outras
ordens
regula
res
fossem
inimigas
dos
jesuitas.
Um
ou
entro
frade.
om on
outro
convento,
uma
ou
outra
ordem
mesmo,
que
se
lhes
mos
trasse
menos
inclinada,
não
auctorisa
os
lermos
genéricos,
em
que
o
«Jornal
da
Manhã»
estabelece a
siu
proposição,
que
aliás
nào
prova,
nem
é
capaz
de
provar.
Demos porém de
barato
que fosse co
mo
diz
o
collega
0
collega
pergunta
nos:
«Se os
jesuitas
eram
uns
serafins,
as
«outras corporações
monásticas
eram uns
«demontos,
porque
faziam
a
guerra
á
Com-
«panhia
de
Loyda.
Acceila»?
Respondemos
com
outra
pergunta:
Se
os
jesuitas
eram
uns
demonios,
as
mitras
corporações monaslicas
eram
uns
serafins,
porque
lhes
faziam
guerra.
Mas
então
porque
as
destruístes
vós?
Porque
vos amulinaes
todos
só
com a
ideia
do
seu restabelecimento
futuro?
Por
que
applaudis
a
sua
expulsão
actual
de
França?
Ah!
collega,
collega!
Cada
vez
nos
convencemos
mais
de
que-
a
lógica
não
é
o
forte
da
escola
liberal.
Mas
tenhamos
já
ao
ultimo
argumento
do
«Jornal
da
Manhã»,
que
é
realmente
bem
pilhado!
«Um
Papa,
que não
podia
deixar
de
ser
infallivel
como
todos
os
outros,
houve
por
bem
declarar
inconveniente
á
Egreja
e
agitadora
das
sociedades
temporaes
a
mesma
sociedade
religiosa».
Não duvidamos
de
que
o
«Jornal
da
Manhã»,
ao
escrever
esta
coarctada,
lim
passe
as
mãos
á
parede,
e
marchasse
trium-
I
hante
ao
Capilolio,
pensando ter
deixado
o
inimigo
completamente
vencido
e
anni-
quilado.
Nós,
porém,
ainda
aqui
estamos
de
pé
para
lhe
bradarmos
bem
alto:
Eslule
primeiro
o que
seja
a infalli
bilidade
pontifícia, a
maneira
como
se
exerce,
e
as
questões
em cuja
resolução
tem
logar,
e venha
depois
argumentar-nos
com
a
buila
de
C
emente
XI
V
sobre
a
txlincçào
da
Companhia
de
Jesus.
Preséntemènle
só
vemos
que
o
collega
falia
d
’
aquiilo
que
nada,
absolutamente
nada
intende.
Nào
devemos,
nào
queremos
nem
pie
cisamos
demonstrar
que
aquelle
Papa
foi
corrupto.
Contentamo-nos
apenas
em
re
cordar
ao
jornal
portuense
qne,
se
Cle
mente
XIV
promulgou contra
os
jesuitas
a
bulia
—
Dominus
ac
Redeutptor,
foi
por
que
a
isso
o
forçaram
as
exigências
dos
governos
europeus.
Nào
foi
um
aclo
es
pontâneo.
mas
violentado. Clemente
XIV,
na
phrase exactissima
de
um
historiador,
fez
como
o
piloto,
que
arroja
á tempes
tade
os
objectos
mais preciosos
para
sal
var
o
navio.
E
’
isto
o
que
nos
diz
a
historia,
e
mal
fazem os que
a ignoram
em
invocar
um
facto,
que
pelas
circum-
suncias,
que
o
determinaram,
nada prova
contra
a Companhia
de Jesus,
e
cuja
importância
ficou
completamente
annullada
por
actos
posteriores,
e
libérrimos,
da
San
ta
Sé,
exlremamente
honrosos
para
o
In
stituto
de
Santo
Ignacio,
e
que
provam
o
stibido
conceito
em
que
este
é lido
na
Egreja
Catholica
Romana.
Findaremos
repelindo
que
só
o
libe
ralismo
e
a
maçonaria
odeiam
hoje
a
Com
panhia
de
Jesus;
e
não é
este
por
certo
o
menor
d
’
entre
os
litulos
da
sua
glo
ria,
e
do
respeito,
que
lhe
votam
lodos
cs catholicos sinceros.
D.
M. S.
SECÇÃO DA COVILHÃ
Vem
o
snr.
Mello fallar
nos em
ad
ministração
municipal,
elle,
o
desgraçado
que
ignora
os
princípios
mais
rudimenla-
lares d’
adminisiraçào,
e
que só sabe es
banjar
a
receita municipal.
Vem
dizer-nos
que
a
arrematação
das
contribuições
indirectas
do
Teixoso
foi
an-
uullad»
porque estava
illegal.
Se
assim
era
para
que
tem
obstado
que
o
recurso,
que
o
arrematante
levou,
tenha
sido
submellido
á
deliberação
do
conselho
de
disiricto?
Parece
que
o snr.
Mello
devia gostar
de
ver
sancçionada
por
um itibunal su
perior a sua devisão.
E
se a
arremata
ção
chegou
á
cifra
de 203^000 reis,
a
que
nunca
tinha
chegado, já
lhe
disse
mos
que
foi
porque mandou
alli
dois dos
seus mandalarios,
os
regedores
de
S. Pe
dro e
Conceição,
arrematar
por sua
con
ta,
para
assim
acobertar
as
suas
arbitra
riedades.
Apresenta-nos
o
snr. Mello
como
caii-
sas
da
demissão
do
snr.
Xavier
da
Costa
o
ter
sido
nomeado
nos
fins de
dezem-
brro,
ter
o
ordenado
de 300^001)
reis, fal
ta
de
habilitações
e
accumulação d’em-
pregos
incompatíveis.
Então
ser
um
empregado
nomeado
em
dezembro,
e
receber
o
ordenado
que
lhe
está
votado
no
orçamento
sào
causas
para
elle
ser
demittido?
E
se elle
tinha
falta de
habilitações
e
accumulação
d’
empregos
in
compatíveis,
porque
não
experimentava
es
sa
fa>ta
de
habitações
e
incompatibilida
de
d
’empregos
para
o demitlic
com
justa
causa,
e
o
demiltiu
logo
sem
rasão
nem
mottivo
algum,
demissão que
lhe
não
foi
approvada
pala
Commissão
Executiva?
As
causis
da demissão
do
snr.
Xa
vier
já
elle
as
disse no recurso
que
le
vou
e
no
requerimento
que
fez. E
por
quem
foi
substituído
o snr.
Xavier?
Abriu
o
snr.
Mello concurso
para
o
logar
de
director
das
obras moncipaes;
concorre
ram
diversos
indivíduos,
e
entre
elles
houve
quem
tivesse
curso
especial,
e
mui
tas
habilitações:
pois
foi
preferido
quem
não
tinha
curso
algum,
e
nem
sequer
nin
exame
em
qualquer
lyceu.
Mas
á
cautela
o
snr.
Mello
foi
fazendo
a
nomeação
in
terina,
com
receio
de
que
lhe
não
fosse
approvada
pela
Commissão
Executiva.
Agora,
snr.
Mello, diga-nos,
será
boa
administração
municipal
arrematar
a
cer
ca
do
convento
de
Santo
Antonio
por
1
27^(100
reis,
declarando
nos
editaes
que
i
não
entrava
o
edifício,
a fim
de
afugen-
I
tar
da
praça
os
concorrentes;
e
depois
I
arrematar
o
ediíicio
por
12^000?
Mas
com
esta arrematação o
snr.
Mel
lo
vae
obter
o
privilegio
d
’
invenção
de
novos
fiadores;
a lei
man
ia
que o
arre
matante
dê
um fiador,
e
este
fiador
era
um indivíduo,
mas que
por
ser
um
in
divíduo
podia
fugir,
desapparecer;
agora
não
ha esse perigo,
o
fiador
foi
om
cor
dão
d
’oiiro
que
foi
guardado
nos
cofres
do Município.
E
foi
para
isto
que
o
snr.
Mello an
dou de
porta
em
porta
a
empenhar-se
com toda
a
gente,
para
que
a
camara
comprasse
o
convento
de Santo
Antonio,
porque comprado
elle.
vinha
logo
um
corpo
de
caçadores,
o
que
era
de
gran
de
utilidade
para
a
Covilhã!
Será
boa administração
municipal
dar
a
camara
mais
de nove contos
de
reis
pelo
convento
de
Santo Antonio,
estar
a
pagar
seiscentos
e
lautos
mil
reis
de
juros do
empréstimo
que conlrahiu para aquella
compra,
e
receber
aquellas
ridículas
ren
das?'
Será
boa
administração
municipal ter
o
snr.
Mello
já
feito
dois
orçamentos
mu
nicipaes,
e
nào
ter
ainda
incluído
n’elles
uma
verba,
já
nào
digo
para
adaptar
o con
vento
a
receber
um
corpo
de caçadores,
mas
ao
menos
para
poder
alojar
o
desta
camento
estacionado n’erla
cidade,
e
assim
aliviar
o
município
da
pesada renda
que
está
pagando
ao
snr.
dr.
Pessoa?
O
snr. Mello
ainda
antes
de
ser
pre
ssente
da
camara
já
mostrava
o
zelo
e
interesse
que
linha
peia
economia
na
des-
peza
municipal;
linha
combinado
com a
camara
que
esta
arrematasse
parle
do
convento
de Santo
Antonio
por
seis
con
tos
de
reis,
e
ficou o
presidente
encar
regado
d
’
arremalar
por esta
quantia.
Pois
no
dia
da
arrematação, servindo
de
pre
sidente
da camara
o
snr.
Francisco
Joa
quim
d’
Almeida
Campos,
primo
e
crea-
uira
obediente
do
snr.
Mello,
lançou
seis
contos
de
reis
no
convento,
e
o
snr.
Mello
para
promover
uma
economia
á ca
mara,
e porque
tinha
a certeza
que
o
pri
mo
lhe cobria
o lanço,
lançou
mais
reis
400$0()0.
O
dever
do
snr.
Campos
era
não
lançar
mais,
porisso
que
só
estava
auctorisado
a lançar
até
seis
contos
de
reis,
mas
se
«ssim
fizesse o
primo
teria
de
ficar
com
o
convento,
e
pagar
o
ar-
ruido.
e
porisso
cobriu
o lanço,
e a
ca
mara
foi
quem
pagou
as
custas.
Será ainda
boa
administração
munici
pal, que
estando
approvada
e
incluída
no
mappa
das
estr.das
municipaes,
a
es
trada que
deve
ligar
o Ferro
com
a Co
vilhã.
pela
Ponte
Pedrinha,
não
chegando
talvez
a
ires
kilometros
de
facil e
bara
ta
conslrucção,
o
lanço que
falta
cons
truir
para
o
Ferro
estar
ligado
com
a
Covilhã,
o
estar
a
fazer
despezas
com
os
estudos
da
estrada
de
Covilhã
a
Ferro,
pela
Grita,
sem
que
esla
alteração
de
mu
dança
de
directriz
esteja
approvada?
Suc-
cedendo
que
seguindo
esta
directriz
tem
de
construir
mais
de 10
kilometros
de
estrada,
com duas pontes
de
grande
dis
pêndio
nos rios
Zezere
e
Corge,
e
com
expropriações
caríssimas;
estrada
que
le
varia
muitos
annos
para
se
concluir, em
quanto
que
pela Ponte
Pedrinha
se
c<»n
cloiria
em
poucos
tuezes
e
com põuco
dispêndio.
O snr. presidente
da
camara
pode
legalmente
mandar
fazer
estudos
de
estradas
municipaes,
que
não
estão
ap-
provadas
nem incluídas
no
mappa d’
es-
sas estradas,
e
que
podem não
ser
ap-
provadas. e
portanto
ficar
perdida
loDa
a
despeza
feita
com
esses
estudos?
O
snr.
Mello
não
sabia o que
tmha
a
fizer,
an
tes
de
mandar
proceder
a esses estudos?
Oude
está a
sua
scienca
administrativa?
Ferro
é
uma
das
freguezias ruraes
do
concelho
da
Covilhã
mais
rica
e
talvez
a
que
exporta
mais
porção
de
milho,
aguar
dente
e
fructas;
pois
esta
importante po
voação peia
falta
de
Ires
kilometros de
estrada
de
facílima
e
barata
conslrucção
deixa
de
estar comtnuniéada.
com
a
Co
vilhã
e
a
estrada
real
n.°
55,
e
soílre
graves
prejuisos,
porque
as
pipas
d
’
aguar-
denle
que
são
exportadas
para
o
Porta
tem
de
ser
conduzidas
em
carros
puxa
dos
por
bois
até
á
Ponte Pedrinha,
e
ahi
baldeadas
para
as
carreias—n
’
esl»s
baldea
ções
sujeitas a
apanharem
pancadas
que
produzem
a
perda
da
aguardente,
como
por
vezes
tem
succedido,
e
ainda
ultima-
mente
súccedeu
ao abastado
proprietário
o
snr.
José Nunes
d
’Oliveira.
Pois
este
lanço d
’eslrada
estaria
ha
muito
tempo concluído
se
o snr.
Mello
nào
fosse
o
presidente da
camtra,
porque
a
camara
transada
já
linha
começado
a
dar-lhe
impujso.
Mas
o snr.
Mello
enlen
de
qne
é boa administração
não
lazer
aquella
importante
estrada,
e
outra'»;
e
conservar
o
dinheiro
pertencente
ás
es
tradas
muníéipaes
na
caixa
gerai
dos
de
posites.
Muito
temos
que
escrever se
quizer-
mos
enumerar todas as
gentilezas
da
boa
administração
municipal
do
snr. Mello.
O
snr.
Mello
pergunta
se
julgo
que
estamos
no
tempo
em
que
a
fazenda
mu
nicipal
era
uma
especie
de
roupa
dos fran-
cezes;
nós
podemos
perguntar
se
a
fazen
da
municipal é
agora
roupa
dos
snrs.
Mel
los?
O que
eu sei.
e
muita
gente
sabe,
é
qne
depois
que o
snr.
Mello
é
presiden
te
da
camara,
os principaes
rendimentos
das
contribuições
municipaes
não
tem
en
trado
na
thesouraria
da
camara,
mas
sim
nos cofres
do
snr.
Mello; e
ha
poucos
dias,
quando
o
snr.
governador
civil veio
á
Covilhã,
no
dia em
que foi
fazer
visita
á
camara,
o snr.
.Mello mandou
a
toda
a
pressa
buscar
a
sua
casa
perlo de
dois
contos
de
reis
que
lá
linha,
e,
que
per
tenciam
á
fazenda
municipal,
para entra
rem
na
thesonraria municipal.
Agora
qúe
foi
nomeado
lhesoureiro da
camara o
p
i-
mo
do
snr.
Mello,
e
com o
augmenlo
d
’
òrden'ado de laít^OOD
reis
tudo
fica
na
familia.
Gôvilhã,
10
de
novembro
de
1880.
â.
Baplista
.4.
Leitão.
(Cuntiniia)!
necrologia
Fuissem quasi
non essem
de
ulero
translatus
ad
lu-
mulum.
LIB.
JOB.
No
embale-das
procellas
da vida
des-
lisa
frágil
batel,
que
transpõe os
baixios
do
soffriraento,
galga
os
abysmos
da
dôr,
já
subindo
nas
cristãs
da
vaga
ao
cume
das
alegrias,
já
descendo
ao
ecúleo
de
dôres
até
se
afundar
nos
obscuros
antros
de
uma inconsolável tristeza.
E
’
a
pobre
existência humana!
Acorrentado
ao
estigma
da dôr
e
do
soffrimento,
o
homem,
desde
os
vagidos
da
tnfancia
até
ao
ultimo
suspiro
da
vida,
que,
retumbando
nas abóbadas
sepulchraes.
vae ferir n
’
um
profundo
lamento uma
família
iuleira com tristes
amarguras,
vive
soluçando
sempre
e
luctando
incessante
mente
com
as
vagas
alterosas
do
infor
túnio,
que
o
aperta
em
seus férreos
bra
ços.
O
homem
nasce
e
chora;
vive
e
cho
ra;
morre
e
lega apóz
a
sua
memória
uma
longa
esteira
de
lagrimas!
Entra
na
vida
com
o
soluço
palpitante
nos
lábios
e
o
pranto
noa
olhos;
e desce
ao
tumulo
com
a dôr no coração traspas
sado
de
magoas,
banhado de
lagrimas
e
cercado
de saudades, em
que
deixa
immersa
sua
extremosa
familia!
Fiôr
desabrochada
entre os
espinhos
do
soffrimento,
vegetando uma
vidà
bafe
jada
peio
sôpro
de
Deus
e
espargindo
aromas
de sorrisos
e de
carinhos
no
seio
amado
de
uma
familia
querida,
o
homem,
ferido
peio
golpe
da
morte,
fina-se
para
as
ternuras de
uma
esposa
adorada,
para
as
meiguices
de
seus
filhos
queridos
e
para os
deavelos
de
seus amigos
sinceros,
sem
que
do seu arquejante
peito se
ex-
hale
um
ai moribundo,
um
adeus extremo,
uma
palavra
de despedida!
Assim como
o
cedro
gigante,
que
pom-
peia
exuberante
de
vida nos
visos
dos
montes,
desafiando
as
iras
da piocella,
caiie
fulminado
pelo
lascador
raio
da
tem
pestade;
assim
também
’
o homem mais
robusto
e
mais
palpitante
de esperança,
quando
Deus
manda,
se
precipita
dos
ca
rinhosos
braços
da
sua
familia
nas
tris
tes profundezas
da
sepultura,
apesar
dos
enérgicos
protestos
da
orphandade
desva
lida
de
seus
filhos,
da
?
viuvez
inconsolá
vel
de
sua
esposa
e
das
sentidas
lagrimas
de
seus
amigos!
Ai!
meu
Deus!
que
é
a vida,
que
vós
concedeis
á
pobre humuii
la
le?
um
gemido
desde
o
«calentar do
berço
até
ao
fragor
da
campa! lamentoso
som
que
se
despede
vibrante
das
cordas
de
uma
harpa
quebrad.;!
intimo
grilo,
que exhala
mu
seio
amargurado!
A
vida?
é
fiôr
mimosa,
que
nas
ma
nhãs
purpurinas
da infancia
derrama
gra
tos
p
rfumes
de felicidade, e
na
procel-
losa
tarde
da
virilidade
murcha,
secer
e
morre
com
a
aragem
gelada da
morte,
que,
implacável
como
o
destino,
a
vem
arrsbalar
aos
carinho»
dos alíectos!
Ai!
oxalá que
nós nunca
desabrochás
semos
para
a
vida para
não
sermos
ar
rastados
ao
tumulo
pelo
furioso
ven
lavai
da
murlel
Fuissem
quasi
non
essem
de
ulero
translatus
ad
lumulum!
O
dia li
de
novembro
d
’
esle
anuo
ficará
para
sempre
rememorado
nos
sen
síveis
corações
de
uma
««extremosa
familia
e dos
muitos
e
sinceros
amigos,
que
con
tava
José
Francisco
Fernandes.
Dia
1
1
de
novembro!
tu
raiaste
es
plendido
psra
todos
nós
em alvoradas de
alegria,
mas
escondeste
com o teu
occaso
no
seio
da
eternidade
a
preciosa
vida
de
um
bom
pae,
de
um
dedicado
amigo!
foste
risonho, dm
11.
na
lua
aurora,
porque
eras prodigo
em
esperanças
e pro-
meltedor
de
felicidades;
mas
foste
muito
cruel
no
teu
occaso,
porque
nos
cobriste
com
o
negro
véu
da
morte
os
passos
alanceados corações!
Erguendo-se
n
’
esse dia cheio de
vida,
o
snr.
José
Francisco
Fernandes.
que e
rí
o
amparo
e
a
alegria
de
sua
familia.
fi
nou-se
repentinamehte,
quando
a
noite
envolvia
de
negras
sombras a
terra,
uos
braços
de quem
tanto
o
amiva!
Ainda
pela
manhã
era
o
sol. d
’
alegnas
para
seus
filhas,
o
espelho
das
su is vir
tudes,
o
exemplo
vivo
de
seu cordeal
at-
feclo
e
um
rosto
franco
e
sempre
aberto
em
sinceras
affabilidades;
mas
á noite,
o
sol
d
’
essas
alegrias
tinha-se
escondido
por
entre
o
ciciar
das
brizas
funereãs,
que
açoi
tavam
os
tristes
cypresles
do
cemiteno»
o
espelho
de
tantas
virtudes
embaciou
se
com
o
gelo
da moUe; o
exemplo
vivo d
e
tanto
affeçto, que
era.
converteu-se
e"
’
uma
sagrada
memória, que
se
perpetuará
entre
os
seus
amigos;
e
o
seu
rosto
tam
meigo
e
lam
affavel perdeu paro
sem
pre,
com
a
catapiexia
cadavérica,
o
sor
riso
que
lhe
brincava
çonsiantemebte
n°s
lábios,
e
o
ar
risonho,
que
era
uma
<D
S
mais
preciosas
joias
d
’
aquella
maiiadat
3
existencial
'
A
morte
avara,
que
tudo
arrebaU
a
ninguém
poupa
na
sua
passagem-
>')l*
;>ou-nos
prematura
e
inesperadamente
aque
le
lhesoiiro
de
um
amor
paternal
subliffl®
’
de
uma
dedicação
pelos
amigos
extremosa,
e
em
seu
logar
deixou
um
vasio
imme
so,
uma
soledade tristíssima,
uma
dôr
sempre
viva,
que
jámais
poderá
ser
con
solada!
,
Oh
morte
cruel
e
avara,
que
não
pou
pas
edades,
nem
condições;
não consi
deras
as
dôres
e
as
privações
a
qne
o
leu
gelado
hálito condemna
tantas
famílias!
Todos
conheciam
este
nosso
amigo,
e
to
dos
o
amava»!
Era
um
homem
de
bem,
de
uma
probidade austera,
de
uma
pro
funda
seriedade em lodos
os
seus
actos.
Era
aífavel,
risonho
e
extremoso
para
com
lodos,
abrindo
o
seu
seio
cheio
de
alegrias
para
os
que
eram
seus
amigos!
0
seu
coração
achava-se
sempre
pa
tente
ás
grandes
dôres
para
espalhar so
bre
ellas
intimas
consolações,
e
derramar
nas
tristezas o
santo
balsamo
dos
grandes
aílectos.
0
seu rosto
era
o
espelho
do
seu
grande
coração;
nunca
negava um
sorriso,
nunca
furtava
aos seus
amigos
a
extre
ma
aflabilidade,
a
delicada
benevolencia
da
sua
grande
alma!
No
seu
trado
era
cortez.
e
amavel;
na
sua
conversação
era
benigno e
jovial.
Era
a
pérola
dos
amigos!
Paz
á
sua
almal
0
teu
nome,
a
lua
memória,
meu
ami
go,
jámais desapparecerá
d
’
entre
nós.
A
saudade
por
li
é tão
viva,
tão
am-r-
ga.
que
a
recordação
das
luas
virtudes
será
immorredoura
para
os
teus
amigos.
Lá,
tio
seio da
eternidade,
onde
re
pousas,
ora
a
Deus
por
nós,
pela
felici
dade
de
teus
pobres
filhos,
da
tua
incon
solável
viuva
e
de
teus
amargurados
ami
gos!
Descança
em
paz,
alma grande
e
justa!
Deus
te
dê,
em
recompensa
do
bem
que
nze.ste
na
terra, o
descanço
eterno;
e
a
luz
esplendorosa
da
bemavenlurança
illumine
a
lua
álina
nas
glorias do céu,
para
que
gozes
da
felicidade, que Deus
havia
preparado
para
as
virtudes, de
que <
fuste na terra
um
exemplo
edificante.
Requiem
aelernam
dona
ei,
domine;
et
lux perpetua
luceat
ei.
15
de
novembro
de
1880.
Egydio
Azevedo.
an
de
na
Wt»«ieeimes»«o.
—
Falleceu o
arcebis
po
de
Gôa,
D.
Ayres
de Ornellas.
Era
ainda
moço;
tinha
apenas
13
nos,
pois
nascera
no Funchal
a
18
setembro
de
1837.
Tendo-se
matriculado
em
Coimbra,
faculdade
de
Theologia.
em
185i.
douto
rou
se
em julho
de
1860, tendo
sido
pre
miado
em todos os
annos.
Em
1861
foi
despachado
conego
da
Se
do Funchal,
em
1867
foi
promovido a
chantre
e
em
1860
a
deão.
Em
1869
foi
a
Roma
por
occasiao do
concilio;
em
1870
foi
apresentado
coad
jutor
e
futuro successor
do
bispo
do
Fun
chal,
sendo
depois
sagrado
bispo
de
Qua-
sa,
in
partibus.
Em outubro
de
1872
tomou
posse
so-
lernne
do
bispado do
Funchal.
Em
1874 Li
transferido
para o arce
bispado
primaz
do
Oriente,
partindo
pa
ra
alli
em
1875
O
governo
do
novo
prelado
na
índia
foi
muito
eiegiado,
mas
a
doença
não
con
sentiu
que
elle
proseguu-se'
na
sua
mis
são evangélica.
.
O
corpo
do
snr.
arcebispo de
Goa toi
posto hontem
á
tarde
em
capella
arden-
o
cerêínonial do
estylo; e
hoje
sendo
ce-
nuncio-
de
te
com
.
serão
alli
rezadas
varias
missas,
lebraule
em
uma d
ellas
o
rev.
Sua
Santidade.
A
’
noite, o
feretro
do
snr.
será
conduzido
para
a
egreja
1).
Ayres
parochial
bei
<*
-
<
j
*
r
da
Lapã,
de onde
amanhã
sairá
o
présti
to
fúnebre.
Ao
passo que
em
Lisboa
se
dá
este
triste
acontecimento,
noticias
da
Índia
di
zem
que o
snr.
D.
Thomaz.
bispo
e
coad
jutor
do
snr.
arcebispo de
Goa, chegara
no
dia
1
a
Bombaim,
sendo
recebido
com
a
maior
sausf.ção.
O
caes de
Masagao
e
iodas
as
ruas
P
or
onde
havia de passar
estavam
apinhadas de
lieis.
Na
egreja
ma
triz de
Bombaim
cantou
se
le-Deum
pela
sua feliz chegada.
—
[C.
P-)
Triste
triste...—
Informam
nos
que
na
ultima
lerça-fêira,
andavam
na
feira
dos
sevados
os empregados do fisco
a
to
mar
os
nomes
dos
que
compravam
os bi
chos,
armados
de
clavina.
Ah,
povo,
povo,
até
quando
consen
tirás
os
tartufos
que
te
mandam
e-folar
vivo.
..
Tumultos
—
Consta
que o
povo
se
levantou
em
Onrique,
grilando:
abaixo
o
governo!
Marchou
para
alli
uma
força
de
infan-
leria
17.
patriotas.—
Dizem
os
jornaes
de
Lisboa
que
em
conselho
de
ministros,
ul-
timamente
celebrado,
o
snr.
Burros
Co
mes,
ministro
da
fazenda,
pedira
a
sua
demissão;
mas
que,
para não
ficar
de
mãos
lavadas,
pedira
também
o
logar vago
no
Tribunal de
contas.
Oppoz-se
o
snr.
mi
nistro
do
reino;
primo
porque
não estava
para
certas
crises
parciaes;
secunio
por
que... queria
este
logar
para
si.
A.
ser
verdade
muito
patriotas
são ..
8
’edítl» ao
eollegu tXaçã»».—
Lê-
se
na
«Ordem»:
«Tenj
sido
tão
geralmente
apreciados os
artigos
que
o
collega
tem
publicado
sob
a
epigraphe
—
Quantum
mutalus
ab
illo
—que
valeria a pena publicar
no
fim
esses
artigos
em
volume. São
dignos
d
’
isso, pela bri
lhante
exposição
dos
factos
de nossa
his
toria
recente. Seria
consultado
com
facili
dade
e
fructo.
Aqui
deixamos
a
lembrança».
Fazemos
igual
pedido
ao
nosso
collega.
.
€heg»ila—
Já
se
acha
entre
nós
o
nosso
conterrâneo
e
illuslre
amigo
dr.
An-
lonio
Cazimiro
da
Cruz
Teixeira.
Felicitamos
o
distinclo
medico
por
se
achar
proximo
dos seus
e
felicitamos
nos
por
ver
dentro
dos
muros da
nossa
ci
dade o
medico
habil e
o
dedicado
amigo.
Parabéns
ao
snr.
dr.
Cruz
Teixeira
e
a
todos
os seus.
Conselho
«te ministros.
—No
do
mingo
houve
conselho
de
ministros
por
causa
da
reforma
dos
generaes
de
divisão,
concedida
a 20 coronéis.
O
conselho
não
approvoii,
pelo
que
o
snr.
ministro
da
guerra
pediu
a
sua
demissão,
que
foi
ac-
ceite.
Por
este
motivo foi
nomeado
para
mi
nistro
da guerra o
snr
José
Joaquim
de
Castro,
par
do
reino
e
director
da
escola
do exercito.
A.
wdienèlao
gemes.
—
Foram
julga
dos
em"audiencia
geral
os
seguintes
réos:
No
dia
27:
Domingos
d
’
Dliveira
e
seu
filho
Francisco
d
’Oliveira,
accusados
de
fe
rimentos. Não
lhes
sendo
provado
o
cri
me,
foram
absolvidos.
»
Rosa
Gomes,
accusada
de
furto.
Foi
absolvida.
No
dia
29:
Antonio
Luiz
da
Costa
Prata
e
Felicidade
de
Jesus,
accusados
de
furto.
Furam
condemnados
em
2
mezes
de
prisão,
Magistério
primário.—
Os
profes
sores
que
leem
de
compor
o
jury
dos
exames
dos
candidatos
ao
magistério
pri
mário
na
2.a
epocha
do
corrente
anno,
são
os
seguintes:
Presidente
—
Domingos
Moreira
Guima
rães.
Vice-presidente
—
Manoel
Messias Men
des
Frag"SO
—
João
J->sé
Alves
d
’
Aratiju,
Antonio
Celestino
da Silva,
João
da
Costa
Lima,
Antonio
Francisco
Martins,
Padre
Joaquim
da
Silva
Barros, D. Maria
J.
Soa
res
Pinto,
Anua
Maria
de
Sousa,
e
An
na
Iria
de
Paiva
Ferreira.
Compra-se
e
trata-se no Campo de
D.
Luiz I,
n.°
14
A,
Braga, ás
terças-feiras
e
sabbados,
desde
as
9
horas da
manhã
ás
2
da
tarde.
(613)
EUetamo n.
1
<3
UBE
à TODOS
sem
medicina,
pur
gantes,
nem
despezas,
com
o
uso da
delicio
sa
farinha
de
saude,
BEVALESOIERE
DU
BARRY
DE
LONDRES
32
annos d’invariavel
sucqesso
Combatendo
as
indigestões
(dispepsia),
gastrica,
gaslralgia,
(legma.
arrotos,
amar
gor
na
bocca,
pituitas,
nauseas.
vomitos,
Irritações
intestinaes,
diarrhéa,
disenteria,
cólicas,
tosse,
asthma,
bexigas,
falta
de
respiração,
oppressão,
congestões,
mal
dos
nervos,
diabelis, debilidade, todas
as
desordens
no
peito,
na
garganta,
do
há
lito,
dos
bronchios, da
bexiga,
do
fígado,
dos
’
rins,
dos
intestinos,
da
mucosa do
cerebro
e
do
sangue;
90:lN)O
curas,
com-
prehendendo n'ellas
as da duqueza
de
Casllestuart,
do
duque
de
Pluskow,
da
marqueza
de
Brehan,
de
lord
Siuart,
par
dTnglaterra,
do
doutor
e
professor
Wur-
zer,
do
professor
e
doutor
Beneke,
etc.,
etc.
Cura
n.°
65:811
Mr.
A.
Bruneliere, cura,
de
uma
dis
pepsia
de
oito
annos,
e
depois
dos médi
cos lhe
darem
só
poucos
mezes
de
vida.
Certificado
n.u
69.7Í9
Hydropisia,
retenção.
—
Tres
d
’estes
ca
sos
foram
radicalmente
curados.
Para
as
tosses
adquiridas
por um resfriamento,
produz
a
suspensão
repentinamente;
para
as
retenções
de
ourina
e
doenças
de
es
tômago.
produz
o
melhor
eíTeito
e
dissi
pa
a
melancolia.
L
angevin
,
cura.
Cura
n
0
48:816
C
ertificado
docelebue
doutor
R
odolpho
WuilZER
Bonn,
19
de
janeiro
de
1855.
A
BtSevalcrtCiere
substituiu
admira
velmente
toda
a
medicina
em
muitas
doen
ças,
sobretudo
nas
diabetis,
constipações
obstinadas
e
habituaes,
assim
como
nas
diarrhéas,
nas
aflecções
dos
rins
e da
bexiga,
nas
conlracçôes
e
nas
doenças
pulmonares
e
dos
bronchios,
nas tosses
e
na
tísica.
D
outor
R
od
W
urzer
,
Membro
de varias
sociedades
scienlificas.
E’
seis
vezes
mais nutritiva
do
que
a car
ne,
sem
esquentar,
economisa
cincoenta
vezes o
seu
preço em
remedios.
—
Preços
fixos
da venda
em
toda
a
península:
Em caixas
de
folha
de
lata,
de
kilo,
500
reis; de
*/
8 kilo
800
reis;
de um
kilo.
18100
reis;
de
2
kilos,
3^200
reis;
de
6
kilos.
68400;
de
12
kilos,
I2$000
reis.
»U
«'-.«Kl
«»€!.
“
MttíTRO
-
—
Place
Verniôme,
26,
Paris;
77 Regen-Street,
Londres;
Valverde,
1,
Malril.
DEPOS1TOS. —
iLioboa: Serzedello
&
C.
a, largo
do Corpo
Santo,
16;
Azevedo
Filhos,
praça
de
D.
Pedro,
31
e
32;
Bar
rai
&
Irmãos,
rua
Aurea,
12.
— Pertni
John
Cassei
&
C.
’
; J.
de
Sousa
Ferreira,
rua
da
Banharia,
77.
D
epositos
n
esta
província
:
Bragai
Antonio
Alexandre
Pereira
Maia,
pharmaceutico, rua
dos
Chãos,
31;
Pipa
&
Irmão,
rua
do
Souto;
Domingos
José
Vieira Machado,
droguista,
praça Municipal,
17.
—
«areeilom
Antonio
João
de
Sousa
Ramos,
pharmacentico,
largo
da
Ponte.
—
llautia
«Io
Castcllot
Affonso, droguis
ta,
rua
da Picota;
J.
A.
de
Barros, dro
garia,
rua
Grande,
140.—GuimBrlMi
A.
J.
Pereira
Martins,
pharmaceutico;
An-
lonio
d
’
Aiaujo
Carvalho,
mercearia,
cam
po
da
Feira,
1;
José Joaquim
da
Silva,
droguista,
rua
da
Rainha,
29
e 33.—
Pon
te
d»
Lknm
A.
J.
Rodrigues
Barbosa,
pharmaceutico.
—
Volença
do
Minhoi
Francisco
José
de Sousa,
pharmaceutico.
ISliaEClMSítÒS
Os
abaixo assignados.
agradecem
sum-
mamente penhorados, a
todas
as
pessoas,
qne
se
dignaram
-cumprimental-os,
por
occasião
do
failecimento
de seu sempre
chorado
pae,
sogro
e
avô
José
Francisco
Lopes
Ferraz,
e
assistiram
aos
ollic.ios
fú
nebres
que
por
sua alma
tiveram
logar no
dia
25
do
corrente,
na
capella
de
S.
Se
bastião
da
Villa
de Prado;
e
bem assim
a
todas
as
exm.
“
s
senhoras
e
cavalheiros
que
no
dia
29
do
mesmo
assistiram
á
missa
do
sétimo
dia,
que
pela
alma
do
dito
finado, se
celebrou na
egreja
da
Ordem
Terceira
d
’
esta
cidade.
A
todos
protestam o
seu profundo
re
conhecimento,
e
ao
mesmo tempo
pedem
desculpa
d’algum»
falta
mvolunlaria, que
por
accaso
hajam
commeltido.
Braga
30
de
novembro
de 1880.
D.
Del
fina
Ferraz
de
Castro Pinto
Joaquim
Cezar
de
Castro
Pinto
Fmucisco
Lopes
Ferraz
Jiáo
Francisco
Lopes
Ferraz
T/iomé
Pereira
Antonio
José
Ferreira.
(624)
AGRADECIPdENTC)
E
CONVITE
Os abaixo
assignados,
em
extremo
pe
nhorados
para com
todas
as
pessoas ijue
os cumprimentaram p
>r
occasião
do
falle-
cimenlo
de
seu
prezado
marido,
pae
e
irmão,
Manoel
José
Silverio
de
Paiva,
e
bem
assim aos
que
assistiram
aos
officios
fúnebres
que
tiveram
logar
na
capella de
N.
S.
da
Penha;
agradecem
por
este
meio
tantas
provas
de
consideração,
na
impos
sibilidade
de
o
fazer
pessoalmenle:
e
ro
gam
ás
pessoas
das
suas
relações
o
ob
séquio
de
assistirem
a
uma
missa com
que
pertendem
suffragar
a
alma
do
finado
no-
dia
2
do
corrente
pelas
10 horas da
ma
nhã,
na
capella
do
extincto convento da
Penha.
A
mais
esta
prova
de amisade
protestam
o
mais
profundo
reconhecimento-
Isabel
Rita
de
Jesus
Paiva
Maria
das Dores
Silverio
de
Paiva
Antonio
Silverio
de
Paiva.
Rosa Maria
de
Jesus
Fonseca
e
Ma-
thias
Dias
da
Fonseca,
em
extremo
pe
nhorados
para
com
todas
as
pessoas
que
os
cumprimentaram
por occasião
do
fal-
lecimento
de
sua
sempre
chora
la
mãe
e
sogra,
assistiram
aos
otlicios
fúnebres
e
finalmente
acompanharem
ao
cemilerio
publico
o
cadaver da
finada,
agradecem
do
intimo
d
’
alma
protestando
a
todos
seu
eterno
reconhecimento
e
gratidão
pedindo
desculpa
de
o
não
fazerem
pessoalmente.
(614)
ANNUN.G10S
Precisa-se
uma
creada,
de
meia
edade,
que
saiba
ler e engomar
e
que
dê
fia
dor
á
sua
conduta,
para
casa de
2
pes
soas.
Para
informações, na
rua
dos
Capel-
listas,
n.°
20,
casa
de
Araujo
A
Faria.
(623)
VENDE
SE
uma linda quinta,
pegada
á
casa
da
Tognira,
em
Santa
Tecla.
Trata-se
com
João
Antonio
d
’
Araujo.
rua
da
Ponle,
n.°
12.
(621)
EOíTOS
»8i
ao
MIAS
Pelo
jtiizo
de
direito da
comarca de
Braga
e cartono
de
Ribeiro,
cerrem
édi
tos
de
trinta
dias
a
citar
lodos
e
qnaes-
quer
credores
legatários e
desconhecidos
e
residentes
fóra
da
comarca,
que
tenham
algum
direito
á
herança
e
espolio
da
fi
nada
Francisca
Mendes,
moradora
que
foi
no
logar
da
Toorôa.
freguezia de Palmei
ra,
d
’
esta
comarca, para
qne
dentro
do
dito
praso
o
venham
deduzir
e
allegar,
sob
pena
de á
sua revelia
se
seguir
to
dos
os
lermos
até
final
e
ser
julgado por
sentença.
Braga
22
de novembro de
1880.
O Escrivão
João
Marcos
de
Araujo Ribeiro.
Verifiquei
a
exactidão.
Adriano Carneiro
de
Sampaio.
(620)
___ ________________
KOIT
a
L
A
Camara
Municipal
d'esta
Cidade
e Con~
cel/ío
de Braga
Faz
saber,
que
no
dia
10
de
dezem
bro proximo fuioro, pelas
11
horas
da
manhã,
no Paço
do
Goncelho,
se
hade
arrematar a
obra
da
conclusão passeio
do
lado
do
poente
do
mercado do
Salvador,
áhntinciada
para
o
dia
9
do
mesmo,
com
as
condições existentes na
Secretaria
da
mesma
Gamara.
Braga
26 de
novembro
de
1880.
E
eu
A.
M.
Alves
Gosta
Escrivão
da Gamara
o
sub
screvi.
O
Presidente
Joaquim
José
Malheiro
da
Silva.
EDITAL
A
Camara
Municipal
da
Cidade
e
Con
celho
de
Braga
Faz
saber que no dia
10
de
dezembro
proximo
futuro, pelas
12
horas
da
manbã,
no
Paço
do
Concelho,
se
hade
arrematar
uma porçâp
de
estrume existente no
com
petente
deposito
do
mercado
do
Salvador,
onde
póde
ser
examinado
pelos
licitantes
que
o
pretenderem.
Braga
26
de
novembro
de
1880.
Eu
A.
M.
Alves
Cosia,
Escrivão
da
Camara,
o
sub
screvi.
O
Presidente
Joaquim
José
Malheiro
da
Silva.
Venda
de propriedade
No
Carvalho
d
’
Este,
na comarca da
Povoa
de
Lanhoso,
vende-se
a
proprie
dade
chamada
Casa
do
Carvalho.
E
’
toda
circuitada
e
produz
bom
matlo
e
lenha,
tem
boa
terra
lavradia
e
aguas
com
abun-
dancia.
Quem
a
quizer
comprar
póde
di
rigir-se
ao
caseiro
da
mesma
ou
ao
seu
proprietário,
José
Ribeiro
de
Mattos,
na
freguezia
de
Eiiís,
concelho
de
Paços
de
Ferreira,
e
n
’esta cidade
ao
snr.
Bernardo
José
Vieira
da
Cruz,
rua
do
Souto.
(622)
M fflMS
E
’
este
o
titulo
d
’uma
officina
de
me-
taes
de
todo
o genero, situada
no
Rocio
de
S.
João,
d
’
esta
cidade, de que é
actual proprietário
o
abaixo
assignado,
como
consta
da
escriplura
lavrada
na
nota
do
tabellião
Pessa.
d
’
esta
cidade,
em
9
do
corrente
mez
de
novembro,
para
cuja
oflicina
se
chama
a
altenção
do
respeitável
publico,
não
só
d’
esla
cidade
como
lam
bem
para
o
de todas
as
províncias.
O
actual
proprietário
d
’esla
oflicina
acha-se
habilitado para satisfazer
toda e
qualquer
obra,
de
lodo
e
qualquer
metal
-que
lhe
seja
encommendada,
tomando
a
responsabilidade
não
só
da
solidez
como
do
aperfeiçoamento da
obra,
e
por preços
sem
competidor,
tanto
em
obra
fundida
como
forjada.
Braga,
28
de
novembro
de
1880.
(619)
José
Anlonio
de
Moraes.
VENDE-SE
Na
rua
do
Anjo,
uma
morada
de
ca
sas
sobradadas
de
dois
andares,
de
n.°
23.
Trata-se
na
casa
commercial
de
mer
cearia
á
esquina
da
rua
da
Misericórdia.
(617)
L1VHOS CLÁSSICOS
Vendem-se
na
rua
Nova
de
Sousa,
n.°
44. Braga.
(607)
SEM
COMPETÊNCIA
ALGODÕES
Pereira,
Aguiar
&
C.a, tem
o deposito
da
fabrica
do
Bogio,
que
vende
por
jun
to e
a
retalho
(não
sendo
menos
de
meio
maço),
pelo
preço
da
fabrica.
Algodões
torcidos
de
todos
os
nume
ros.
Tramas.
Tramas
cruas
e
branqueadas
de
todos
®s
numeros.
Estes
algodões
tornam-se
recommen-
daveis
a
todos os
consummidores,
por
que
são
os
melhores
até
hoje
conhecidos;
e
tanto
o
tem
mostrado
que
para
o
Por
to
tem
tido tanto
consummo
que
é
im
possível
cumprir
as
eticommendas.
O
fim
da
fabrica
é
tornar
os
seus
al
godões
conhecidos
em
toda
a parte
do
paiz,
porque tem
a
certeza
de que os
consummidores
lhe
darão
a sua
preferen
cia.
(256)
EAPAZ
A
nova
Tabacaria
Nacional, rua
dos
Chãos
n.°
42,
precisa
d
’
um
rapaz
para
negocie, que
seja das
províncias,
e que
tenha 10
a
13
anos
de
edade.
(588)
(AMPliS
it
SDCCESSORES
DO CACIIAPLZ
Receberam
grande
sortido
de ferra
gens, nacionaes
e
estrangeiras,
com
gran
de
reducção
de
preços
:
Grande
sortido
de
prego
de
arame pelos
preços
das
fabricas
do
Porto
com
o
m<
smo
desconto
de
10
por
cento,
sendo
porções
não
inferiores
a
20
k.
de
cada
qualidade,
e
pagos
á
vista.
Cofres,
camas de ferro
e logões
do
acreditadis^imo
deposito
de
João
Thomaz
Cardoso,
preços
do
Porto ;
bacias
esta
nhadas, armas,
rewolvers,
ferros
a
vapor
de
novo
systema
muito
aperfeiçoado,
bombas
para
poços
que vendem
garantidos,
ferro
em
barra,
aço
e
melaes.
Preços
sem
competência.
(142)
ECONOMIA, BELLEZA, SOLIDEZ
E SALLBRIDADE
C0M OS
LADRILHOS
MOSAICOS
Aos snrs. proprietários,
engenheiros, archetectos e mestres d’obras
Estes
ladrilhos
das
fabricas
privilegiadas
de Pinto,
Magalhães
&
C.
a
,
estabele
cidas
no
Porto
e
em
Sacavem,
recommendam-se
pela
sua
solidez
para
serem
em
pregados
nas
egrejas,
estações
do
caminho de
ferro,
nas
entradas
dos
prédios
e
ves
tíbulos.
terraços,
cosinhas,
eic.,
sendo
o
preço
dos
mais
caros,
inferior
aos
de
mais
baixo
preço, provenientes
do
estrangeiro.
O
systema
dos
ladrilhos
mosaicos
empregados desde muitos
annos
na
llalia.
França,
Suissa,
Inglaterra
e
Allemanha,
etc.,
é
já
bastante'conhecido
no Porto,
e
não
tem
competidor
na
belleza,
solidez,
asseio,
barateza
e
economia.
Preços
nas
fabrieas
ou depositos sle
Lisboa ou Portos
DESDE
800
REIS
O
METRO QUADRADO (25
LADRILHOS)
ATE
i$8Q0
REIS
A
correspondência
deve
ser
dirigida
a
PfMO,
MAGALHÃES «fe C.a
PORTO
E
LISBOA
Remettem
se desenhos a quem os
exigir
(Por intermédio
da
Agencia
de
Publicidade
no
Porto)
Agentes
em Braga—João da Silva Moura, e Mattos, Primos. (529)
Vende
papeis
pinta
dos
para
guarnecer
sallas,
lindíssimos
gostos,
a
prin
cipiar
em
80
reis
a
peça.
Vende
olio,
tintas
e
vernizes
para
pinturas
<
le
casas,
tudo
de
boa
quali-
dade.e
preços
muito
resu
midos.
Vende
cimento
roma
no para
vedar
aguas, ges
so
para
estuques
de
ca
sas, tudo de primeira
qua
lidade.
o
W
w
DO
ALTO
DOURO
»A CASA
»E VILLA
P®ICA
RUA
DO
SOUTO
N.°
15-Braga.
N
’este
armazém
se
encontram a retalho
as
seguintes
qualidades
de vinhos
engar-
a
fados:
Vinho
tinto
de
meza. (sem
garrafa) 150
»
»
»
>
.
190
>
Lagrima......................................... 200
>
Branco
de
meza
.............................
210
>
tinto
de
meza
fino.
.
.
.
24<
»
de prova secca. ....
300
»
Malvasia
de
2.a
.............................
360
>
»
velho..................................... 400
»
Malvasia
Bastardo
e
Moscatel
a
500
»
Roncão............................................
700
»
Velho
de
1854
.... 600
>
a
retalho
para
meza
60
e
80,
o
quartilho
tinto,
e branco
120.
Responde-se
e
garante-se
a
pureza
e
boa
qualidade
de
todos
estes
vinhos,
po
dendo
todo
e
qualquer
consumidor
man-
dal-o experimentar por
meio
de
qualquer
processo chytnico.
PEDIDO
A
Meza do
Real
Sanctuario do
Bom
Jesus
do
Monte
roga a todas
as
pessoas
amadoras
e
possuidoras
de
jardins,
que
te
nham
superabundância
d
’
arvores
de
ador
no,
arbustos,
camélias
ou outras
quaesquer
plantas,
se
dignem
favorecer
com
ellas
o
mesmo
Sanctuario,
para
embellezar
este
tão
piltoresco
local;
dando
parte
ao
lhe-
soureiro
o
snr.
Bento
Gonçalves
Santos,
rua
do Souto,
n’
esla
cidade
de
Braga,
pa
ra
a
Meza
enviar
pessoa competente
que
do
sitio
que
lhe
fôr
indicado
as
iraga
com
o
necessário
resguardo.
A
Meza,
esperan
do
que
este
peiido
será
alteudido,
fica
desde
já
agradecendo
qualquer
offerta
que
n
’
este
genero
lhe
fôr
dada.
Em
nome
da
Meza
—O procurador
Anlonio
Alves
dos Santos
Costa.
JOSE’ DA SILVA
EUIWÂO
Com
l‘>ja de
fato feito
13—
Largo
do
Barão
de
S. Marlinho
—13
Participa
aos
seus
amigos
e fre-
í/íé
j
guezes,
tanto
d'esta
cidade
como
ts/rv
d
as
províncias que
tem um
bonito
lll
I
e
var
'
a^°
sortimento
de
fato fei-
to,
casimiras para
fato
muito
baratas,
cortes de
calça
a
l$500.
2$000
e
2«55OO
reis;
tudo
fazendas
modernas.
Guarda pós
de
casimira
e
de
alpa-
ques
inglezes,
roupa
branca,
assim
como
camisas
de
600
reis
para
cima,
ceroulas
de
400
reis
até
800,
de
panno
familiar,
e
meoles,
bonets
de
gorgurão
de
seda
e
de casimira de
todas
as qualidades,
de
500
rs.
até
800
;
manias
de
seda
de
to
dos
os
feitios.
Encarrega-se
de
fazer
qualquer
obra
que lhe
seja encommendada,
e
prompti-
tica-se
a
ficar
com
.
ella
quando
não
fique
á
vontade
do
freguez.
(2249)
INJECÇÃO
HIGIÉNICA
BALSAMICO
PROfHII AmO
Esta
injecção
é
a
unica
e
eíficaz
que
cura
em
seis ou
oito
dias
toda
a
qualida
de
de
purgações
tanto
antigas
como
mo
dernas,
ainda
as
mais
rebeldes.
Vende-se
em
Braga
na
pharmacia
Alvim,
á Porta
Nova.
Em
Coimbra, pharmacia
Barata
Di-
niz,
rua
de S.
Bartholomeu.
Deposito
principal
no
Porto
na
phar
macia
Madureira,
rua
do
Triunfo
n.a
742,
proximo
ao
Palacio
de
Chryslal.
Preço
de catfa
frasco
—400 reis.
MMSS HKH4ÍS
Vendem-se
na
pharmacia
Alvim,
Praça
d
’
Alegria,
aguas
de
Vidago,
Verim,
de
Entre-rios,
de
Seidlitz.
das Caídas da Rai
nha,
do
Gerez,
das Pedras
Salgadas,
de
Cabeço
de
Vide, Alcalinas
de
Moura,
de
Vichy,
de
Looches,
e
de
Janos.
(333)
Caixa
penhorista Rraearense na
Travessa de S>. Guaidim d’
esta
cidade.
Continua
a
emprestar
dinheiro
sobre
penhores
todos os
dias
desde
as
8
horas
da
manhã até
ás 9
da
noule
na mesma
caixa.
Vende-se roupas.
Pede-se
a
lodos
os
mutuários
que
ti
verem
objectos
empenhados
na mesma
caixa
com atrazo
de
juros
de
tres
mezes
os
venham
pâgar
ou
resgastar,
senão
se
rão
vendidos.
FABRICA
DE
TECIDOS DE SEDA
DE
Jnrsé
Jon<iuiiu dOlivetra
20
—
Rua do
Souto,
2G
—
Braga
N
’esta
fabrica
se
tecem
com
toda
a
perfeição
damascos
de
todas as
qualidades
proprios
para
cobertores,
cortinados
e
para
mentos d
’egreja,
luslrina
e
sedas
matizadas
a
oiro,
setim
para
opas,
nobrezas
e
tafetá.
N
’
esla
mesma
cava se
fazem paramen
tos proprios
para egreja,
por
preços
mui
to
rasoaveis, garantindo-se
a
perfeição
das
obras
que
lhe sejam
encommendadas.
(431)
FOP.OS
EM
COBRAR
Campos
§
Brandão,
arrematantes
dos
fóros
e
pensões
pertencentes á
Real Irmandade
da
Misericórdia,
e
Hospital
de
S. Marcos,
relativos
ao
corrente
anno,
previnem
os
snrs.
íb-
reiros
que
o celleiro
principia a
estar
aberto no
dia
9
do
corrente,
e
con
tinua
ás
terças
e
sabbados,
para
rece
ber
a
especie. Os
que
quizerem
pagar
a
dinheiro,
será
recebido
em
casa
dos
arrematantes,
loja do
Cachapuz.
Os
mesmos pedem
aos
snrs.
fo-
retros
o
favor
de
virem
pagar
sem
demora.
(579)
PÍDIM
A
Meza
da
Santa
Casa
da
Misericór
dia,
de Braga,
tendo
em
consideração
a
avultadissima
despeza
qne está
custan
do o
fornecimento de
pannos
e
fios
para
o
curativo
de feridas
no
Hospital
de
S.
Marcos,
empenha
n'este acto
de
caridade
a
devoção
de
seus
concidadãos.
O
escrivão
Lourenço
da
Costa
G.
Pereira Remardes.
BREVE COMPENDIO
DE
ORAÇÕES E DEVOÇÕES
ADOPTADAS
PELOS
MISSIONÁRIOS
QUARTA
EDIÇÃO
Novamente correcta
e
muito
augmentada
com
novas
orações
e
devoções
indul-
genciadas,
e
concedidas
posterior-
mente
á
ultima
Raccolla.
Com
approvação
de
S.
Exc*
RevrnJ
o
Snr. D.
João
Chrysostomo
cTAmorim
Pessoa,
Arcebispo
Primaz.
Vende-se
em
Rraga.
na
typographía
Lusitana,
rua
Nova
n.°
4,
e
nas livra
rias
de
Manoel
Malheiro,
rua
do
Almada,
Porto,
e
Catholica,
de
Lisboa.
Preço=l6o
em brochura,
e
240
enca
dernado.
Companhia
de
navegação
a vapor
Messageries
Maritimes
Franceza
Os
abaixo
assignados,
agentes
n
’
esta
cidade,
annunciam
que tomam
passagens
por
preços
muito reduzidos,
á
vista e
a
praso.
Estes
paquetes
são
bem
conhecidos
por
todos
os
passageiros,
e
o
seu
trata
mento
é
superior
ao
das
outras
compa
nhias.
Os
paquetes
sahem
de
Lisboa
em
8
e 23
de
cada
mez.
A boa
ordem
e
commodidade
dos
paquetes tornam-se
re-
commendaveis
aos
passageiros,
e
para
mais
esclarecimentos
queiram
dirigir-se
aos
agem
tes.
Também
se
encarregada
de
embarcar
generos
para
cs
portos
do
Brazil
por conta
de terceiro.
Os
agentes
Francisco
Anlonio d
’Araújo
Reis
Rua
dos
Chãos
n.°
24.
José
da
Silva
Maia
Praça
do Barão de
S.
Marlinho
n.°
18-
(475)
RESPONSÁVEL
—Domingos
J. S. Aguiar-
BRAGA,
TYPOGRAPHÍA LU6ITA
NA
— 1^80
Parte de Comércio do Minho (O)
