comerciominho_01051880_1077.xml
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-
VIII
ANNO
SABBADO
1
DE MAIO DE
1880
NUMEBO
1:077
*16
ê
«SSA.
fOí.iTífCs*
•< JW«>rJT*47
iSfsuàS^.
REDAGTOR—
D. MIGUEL SOTTO-MAYOR
PREÇO
DA
ASSIGNATURA
12
mezes,
com
estampilha
2^
*
4.00
—
12
mezes,
sem
estampilha
1&800
—
-Brazil,
12
mezes,
moeda
forte
4^200
—Avulso
20
rs
PUBLICA-SE ÁS TERÇAS. QUINTAS E
SABBÁDOS
PUBLICAÇÕES
Correspondências
partic.
cada
linha
40
—Annuncios
cada
Iin
í
)si
20
—
Repetição
10
rs.
—Assignantes,
20
p.
c. d
’
abatimento.
BRAGA
—I DE MAIO
fi» GRANDE
NI4RQUEZ
II
criptos
tendentes
a
deprimir a
auctorida-
de
do
Papa
inunda
este
paiz
sob
os
aus
pícios
do
grande
ministro;
os
proprios
dinheiros
do Estado
são
dispendidos
n
’
esta
cruzada
infame;
o mais
desbragado
cam
peão
do
jansenismo
em
Portugal
—
o
cele
bre
P.
Antonio Pereira
de
Figueiredo
—
está
nas
boas
graças
do ministro
é
por
elle
animado,
sustentado
e
defendido;
se
os
gabinetes
da
Europa
tramam
qualquer
acto
de
violência
contra o
Summo
Pon
tífice,
lá
está
o
marquez
de
Pombal
in
citando-os,
aconselhando-os
e
prometten-
do-Ihes
o
seu
concurso.
iVão
são
estas,
da
nossa
parle,
asstrções
gratuitas;
pro-
vâmol-as,
se
tanto
é
mister,
com
docu
mentos,
e
vamos
ciiar,
entre
muitos
ou
tros,
um
facto
bem relevante
e perem
ptório.
Haviam-se
indisposto
as
côrles
de
Fran
ça,
Hespanha
e
Nápoles
com
o
Papa Cle
mente
XIII
por
causa
do
duque
de
Par
ma. Foi
logo
o
marquez
de Pombal
in-
tromelter-se
na
cotiienda, nã
>
como me
dianeiro
de
paz,
porém
sim
como
insti
gador
de
guerra
e
de
violências. Confe-
renceia
com o
embasxador
de
França
em
Lisboa,
e
diz-lhe—
Que
é
necessário
aca
bar
por
uma
vez
cora
a
ingerência
da
cu-
•
»«
*
JulUdUU
UUO
M
VO
UVO
soberanos independentes
(note-se
que os
ducados
de Parma
e
de Placencia
eram
antigos
feudos
da
Santa Sé); que
segun
do
o
seu
parecer
deviam
as
côrles de
França
e
de
Madrid
mandar
embaixado-
í
res
extraordinários
a
Roma
para
exigir
do
embaixador
de
;
pap
â
uma satisfação,
conjunclamenle
com
Para
nos
convencermos
de
que
o
gramma
dos
pseudo-philosophos
era
o
gramma
mesmíssimo
de
Sebastião
José de
Carvalho,
bastará notarmos
o
empenho,
comque
elle
promoveu
a exlincção
da
Com
panhia
de
Jesus,
e
com
que
procurou
sempre
contrariar,
avexar
e
desconsiderar
a
Santa
Sé.
No primeiro
ponto
estava
elle
em
pleno
acordo
com
o
philosophis-
mo,
que por
bocca
do
seu patriarcha
Vol-
taire
havia
dicto:
Quando
nós
houvermos
destruído
os
Jesuítas,
bom
partido
teremos
contra o
infame!
—No segundo
realisava
a
indicação de
Frederico
da
Prussia a
que
já
n
outro
artigo
alludimos:
— Pouco a pou
co
se
irão
affaslando
da
unidade
da
Egre
ja,
acaband»
por
ter
cada
qual
no
seu
reino
uma
religião,
assim
como tem
uma
lingua á
parle.
A
guerra
aos
jesuítas
chegara
a
ser,
da
parte
do tíiarquez
de
Pombal,
uma
perfeita
monomania.
O
«Figaro» refere a
anedótica
np.rininh
n.»
M
(
|p r
—
mmnnt
ao
embaixador de
Hespanha:
«Se
o
gran
de
ministro do pequeno
reino
continuava
a
ter
o
seu
jesuita
acarranchado
no na
riz».
As peças
diplomáticas
da epocha
affir-
mam
com
toda
a
seriedade
o
facto, que
M.
de
Grainmont
enunciava
n
’
ura
grace
jo.
O eonde
de
Merle,
t
França
em
Lisboa,
escrevia
era
1759
ao
seu
governo:
Que o
ministro
Carvalho
aborrecia
de
morte
os
jesuitas.
e
empre
gava
todos
os
meios
para
os arruinar
completamenle—
O
mesmo
diplomata
com-
municava
algum tempo
depois
ao
duque
de
Choisenl:
Que
o
unico meio,
que
ha
via,
de
achar graça
ante
o
conde
d
’Oeiras
era declamar
contra os
Jesuitas.—Omit-
tindo,
por brevidade, outros
leslimunhos,
citaremos
apenas
as palavras
de outro
encarregado
dos
negocios
de França
junto
á
corte
de
Lisboa,
M.
de
Saint-Priest,
que
em
1765
dizia
ao
■
respectivo
mi
nistro:
«A
aversão
dó
conde
d
’
Oeiras
aos
je
,
n
|10,
na
qualidade
de ministro
plenipoten-
suitas,
e
a
gloria
que
se
dá
por
os
ha|c__;
j
_
-
.
...
ver
expulsado,
é
tal
que
se torna
uma
~
mania,
assim
que
a
torto
e
a
direito
não
póde
lallar
em
outra
matéria».
E
’
ainda
um
resultado
dos
planos
da
escola,
em
que
o
marquez
de
Pombal
se
filiára,
a
protecção
por
elle
dada
em
Por
tugal
ao
jansenismo,
cujas
doutrinas
se
propagaram
n’
este
reino
durante
o
seu
governo,
infectando o
ensino
publico
de
urra
maneira
tão
positiva
como
desastro
sa.
Hoje
ninguém
ignora
que
o
jansenis
mo
e
o
philosophismo
haviam
feito entre
si
uma
monstruosa
liga em
odio
á
verda-
,
.
deira
Egreja
de Jesus
Christo.
«Uma
con-lura
Papa, por
ser
mau. havia
sido
deposto,
spiração
(diz
Schoeil)
se
havia
formado
i
etc.
(Veja-se o
Quadro
Elementar,
tom.
pr»fr>VA r,
r,r.<r.lnn
zx
r
*
tincfiJn
!
VI
IAÍ4ÍJ
*
27/
P. 2
/
X
i
»
dos
philosoph s;
ou
antes,
como
estas
i
duas
facções
tendiam
para
o mesmo
fim,
ambas
trabalhavam
em
uma
tal
harmo
nia,
que se
podia erêr
haverem-se
con
certado
entre
si.
Os
jansenislas,
sob
a
apparencia
de
um
zelo
religioso,
e
os
philosophos"aiaideando
sentimentos de
phi-
lantropia,
trabalhavam
todos
na
destruição
da
aucloridade
pontifícia».
Ora
se alguma
cousa
podia
igualar
pro-
pro-
a
abolição
dos
jesuítas,
e
que
el-rei
seu
amo.
posto
estivesse
desavindo
com
a
cú
ria,
mandaria
lambem
uma embaixada
para
o
mesmo
objeclo;
mas
que
todavia
aquel-
las
embaixadas,
para
produzirem
o
dese
jado
effeito,
deveriam
ser
sustentadas
pela
presença
de um
corpo
de
tropas
prom-
plas
a
invadir
os Estados
pontifícios
no
caso
de uma
negativa;
e
conclue
assegu
rando
que ia
mandar
aos
ministros
por
tuguezes
residentes
em
Madrid e
Paris
as
inslrucções
mais
peremptórias
e
explici
tas
sobre
aquelle
assumpto.
Effectivamente
elle
envia
a
D.
Vicente
de
Sousa Couli-
vida
é,
que
os
jesuitas
nenhuma
parle
tiveram
n’
aquelle
odioso
drama,
em
que
o
ministro
quiz
calumniosamente
invol-
vel-os.
E
o
que
também
é
certo
é,
que
depois
das
horríveis
execuções
do
largo
de
Belem
e
das
prisões
barbaras
da
Jun
queira,
o
«Figaro»
não
póde
ser
taxado
de exaggeração
quando
c
rei
D.
José
I,
graças
ao
seu
primeiro
mi
nistro,
vivia
cercado
de
uma
almosphera
sangue,
de
lagrimas
e
de
terror.
Proseguiremos.
escreve
que
—o
de
D.
M.
s.
Foi-nos
apresentado
pelos
seus
respei
táveis
signatários
o
documento,
que
va
mos
transcrever.
Depois
de
o
terem apresentado
pes
soalmente
ao
Ex.
mo
Snr. Arcebispo
Pri
maz
perante
quem
manifestaram
as
effu-
sões
da
maior
sympalhia
e
respeito
por
tão
venerável
Prelado,
que
lhes
soube
cor
responder
com palavras
de
não
menos
si
gnificativa
sympalhia,
vieram
pedir-nos,
que
íizessernos
mais publica a sua
mani
festação
espontânea
Do
melhor
grado
accedemos:
o
clero
que'
se
colloca
a
nosso lado
para,
defender
a
in-
uocencia
e
comunuir delraclores
convictos,
tem de
nós
o
melhor
acolhimento
e
mil
agradecimentos.
Todas
estas
manifestações
cada
vez
mais
nos
convencem,
de
que
os
nossos
adversários
estão
isolados.
O
seu
isolamen
to
deve
ser
causa
do
seu
desespero
e
da
esperança
que
devemos
ler,
de
que
não
é
impunemente,
que
se
guerreia
qualquer
nome
respeitável.
Podem
vangloriar-se
os
inimigos
do
Ex.'
”°
Pielado,
de que
produziram
um
escan
lalo.
Mas
é
gloria
bem triste a
dos
|
que
são
escandalosos!
A
consciência
os!
tem
julgado,
a
opinião publica
os
vae
jul
gando
e
a
historia
os
julgará.
Depois,
só
lhes
restará
o
pungente
remorso,
o
des
prezo
dos
homens
de
bem
e
a
maldição,
do
futuro.
Quem
semeia
ventos
só
póde
colher
i
tempestades.
Segue o
documento
a
que nos
refe-
|
rimos.
Em
Deus,
e
na
Sua
própria
consciên
cia
tem
V Exc.
’
encontrado
foiça
para
tanto
soffrimento.
Assim
o
testimunha
a
Sua
Evagelica
resignação
e
o
perdão
so-
lemnemente
outorgado
aos
Seus
inimigos,
seguindo
assim o
exemplo
do
Divino
Mes
tre.
Oxalá
que
um
verdadeiro
arrependi
mento
os
torne
dignos
d
’
elle
perante
Deus
!
Digne-se
V.
Exc.
’
lançar
Sua pater
nal bênção
aos
abaixo
assignados
e
a
to
dos
os
fieis do
Arcypreslado
dos
Arcos
de
Vai de
Vez
comnosco
tirmemente
uni
dos no
amor,
respeito
e
dedicação
a
V.
Exc.
’
a
Quem Deus
conserve
por
dilata
dos
annos.
Braga,
27
de Abril de 1880.
De
V.
Exc.
’
os
mais
obe
dientes,
respeitosos
e dedicados
súbditos
Arcypreste, Joaquim
Luiz
Ribeiro
da
Silva,
Abbade
de
S.
Paio.
Abbade
de
Giella,
Antonio
José
de
Brito
e Sá.
Abbade
de
Synharei,
José
Manoel
da Cu
nha
Barreiro
e
Brito.
Abbade
do
Salyad.jr
'l«o
a
VniAnm
L
uiz
Jorge
de
baraivi e
Brito.
Abbade
de S.
Miguel
d
Enlre-os-Rios,
José
Luiz
de
Sousa
e
Sá.
Abbade
de Boivães,
Antonio
José
Taveira.
ciario
de
s.
rn.
Fidelíssima,
á
côrte
de
França,
e
lhe
dá plenos
poderes
para
tratar convir
e ajustar
com os
ministros
d
’
el-rei
Christianissimo
tudo
quanto
dicesse
respeito a
um
tratado
pa a
a
occupação
dos
Estados
Pontifícios.
Impacienta
se
com
as
delongas, que os
governos
de
Paris
e
Madrid
punham
no
emprego
dos
meios
,
violentos
contra
o
Pae
commurn
dos
Fieis,
Idas
contra
a
sagrada
pessoa
de
V.
Exc.
e
trata
a
este,
na
presença
d
’embaixado-,
por
ingratos
e
despeitados
cahimniadores,
res
extrangeiros,
pela
maneira
mais
des
respeitosa
e
altrevida.
dizendo
que
a
sua
eleição
estava
nulla
porque
elle
era
um
\i.ibecil,
que
não
era
a
primeira
vez
que
.
(Veja-se
o
Quadro
Elementar,
tora,
entre
os
antigos
iansenistas
e
o
partido
VI,
a
pag.
277
e
278).
_
__
■
....
E
’
cego
pois
quem
nao
ve
n
estes
procedimentos de
Carvalho
o
effeito
das
doutiinas
espalhadas
pelos
philosophos^,
que
segundo
a
expressão
já
citada de Voltai-
re,
instigavaih
os
príncipes
a lerir
o
idolo
de
Roma,
que
oiilr
’
ora
os
fizera
tremer.
O
íFigaru»
passa
depois
a
narrar
per-
functoriamente
a
expulsão
dos
jesuitas
de
Portugal,
e
allude
aos tiros
disparados
contra
a
carruagem
d
’
el-rei D. José;
cri-
—
serviu
violentíssimas,
Ex.
mo
e
Rev.
‘
no
Snr.
Os
abaixo assignados,
commissionados
pelo Clero
do
Arcypreslado
dos
Arcos
de
Vai
de
Vez,
vem
perante
V.
Exc.
*
signi
ficar
quam
pungente
tem
sido
a sua
ma
goa
pelas
calumniosas
accusações
propala-
oo
animo
do
marquez
de
Pombal,
o
seu
me
verdadefro,
ou supposto,
que
odi>
contra
os
jesuítas,
era
a
sua
aver-íde
pretexto
ás
medidas
’iolenl'
são
ao
pontificado,
a
este
centro
da
uni-
comque
Sebastiao
José
de
Carvalho
f
dade,
contra
o
qual
esteve,
durante
o
seu
nao
só
os
Jesuítas,
mas
também a
nobre.
odi
i
contra
os
jesuitas,
era
a
sua
aver-ide
pretext
dade,
contra
o
qual
esteve, ______ .
governo,
quasi
que
em
permanente
insur-|d
’
este
reino.
feição. Um
frivolo pretexto dá-lhe
moti-j
Ha
neste
successo
a
interromper
as
relações
entre
Por-
iniquidade, que
talvez
~
logai
e
a
Santa Sé;
uma
alluvião
de
es-jaclarar se bem.
Mas
o
que
éj
fóra
de
um
myslerio
de
nunca
chegue
a
que
para
cevarem
sua
maledicência
de
turpam
e
desfiguram
factos, que,
se
fôs-
sem
devidamente apreciados,
só
poderiam
servir
de
elogio ao
cumprimento
dos
sa
grados
deveres
prelaticios
de
V.
Exc.
*
.
Muilo
deve ter
soffrido o
bondoso
e
paternal
coração
de
V.
Exc.
a!
mas
a
certeza
de
que
todo
o
Clero
d
’
esta
vasta
Diocese
e
de suas
suffraganeas
e
os
bons
calholicos
de
todas
ellas
teem
lavrado
um
solemne
e
energico
protesto
de
reprova
ção
e
estigma
contra
os
ingratos
e
des
peitados,
cuja
maledicência
é
bem
conhe
cida,
deve
ter
suavisado
a
intensidade
do
soffrimento;
pois
que
é
a
mais
forte
e
mais eloquente
resposta
ás
infundadas
ac
cusações,
adrede
p
r
elles propaladas.
Digno
se
V.
Exc.
*
receber
nossos
pro
testos
de
inalterável
respeito
e
dedicação,
e
a
certeza
de que
estaremos
sempre
ao
lado
do
nosso
venerando
e virtuoso
An-
listite,
cujas
virtudes,
sciencia,
e
bondade
sabemos
apreciar,
e
não
menos
os
servi
ços que
ha
prestado á
moralidade,
instruc-
ção
e
bom
regimen
d
’
esta
vasta
Diocese.
O
que
é « maçonaria
<E
’
uma associação
innocente.
«Nada
tem
com
a
política nem
com
a
sociedade,
importando-se
apenas
coro
fazer
bem.
«Os
crimes que
os
calholicos
lhe
impu
tam
não passam
de
meras
calumnias».
Estamos
já
cançados
de ouvir
esta
linguagem,
que,
não
obstante
os
factos
em
contrario,
todos os
dias
se
repele
com
uma
ingenuidade
e
malícia
que
espantam.
Pois
não
é
verdade,
que
ainda
ha
pou
co,
o
snr.
deputado
republicano—
Rodri
gues
de
Freitas,
(um
dos
interpellanles
na
camara
sobre
a
administração da
ar
chidiocese
de
Braga)
não
é
verdade,
di
zemos
nós,
que
um
dos pontos
da
accu-
sação
feita
por
este
senhor
á
Egreja
por
occasião
do
celebre
incidente
religioso,
por
elle
mesmo
provocado, foi
o
de
que
«o
Papa
até
condemnava
as sociedades
secretas»?
Que
injustiça
a
do
Papa,
santo
Deus!
Confemnar
a
maçonaria,
a
innocenti-
nha,
que
não
faz
mal
a
uma
mosca...
Ahi
vae
a
prova,
com
vista
ao
snr.
Rodrigues
de
Freitas
e
a
tulli
quanli
fa
zem
côro
com
s.
exc
’
Garante
a
sua
veracidade
o
telegrapho,
aucloridade
infallivel
para
quem
vive
por
arames.
Mencionando
as
declarações
feitas por
Otlero
ao
duque
de
Sexto,
antes
de
ser
executado,
attribue
ao
malogrado
regicida
estas
palavras:
«Fui
seduzido
sem
pertencer
a
ne
nhuma
sociedade
secreta.
Conduzido
a
To
ledo,
ahi
houve
uma audiência,
na
qual
uns
homens
mascarados,
resolveram
que
eu
uiataTia
Canovas.
Deram-me
125
pe
setas
è
uma
pistola;
mas
esta
ordem
foi
revogada. Recebi
outra
para
matar
o
rei.
«No
dia
do
attenlado,
dois
associados
avisaram-me
de
que
se
perdesse
a
boa
occasião
de
matar
o
rei, eu seria
assas
sinado.
«Fui
guardado á vista
por
dois
que
estiveram perto
de
mim
nas
proximidades
do paço.[
O
resto
terminou
como
vós
sa
beis».
Quem
ousará á
vista
d
’
islo
accusar
a
maçonaria?
,
Se
ella
é
tão
humanitaria,
tão
philan-
tropa,
etc.
etc.
Que governos
e
governados
ponham
os
olhos
n
’
esles factos,
para
que
conheçam
a
immensa
gangrena
moral
que
elles
ac-
cusam.
M.
MARINHO.
MANOEL
JOAQWÍ ALVES PASSOS
Do «
tmigo
do
Povo»
ir
inscrevem os
o seguinte:
Acaba
de
fallecer um dos
cidadãos
mais
prestantes
d
’
esta
cidade—
o
ex
“
°sr.
Manoel
Joaquim
Alves
Passos.
Deixa
mn noine bri
lhante
e
dislinctissimo
nos
annaes
da cirur
gia
e
do
jornalismo.
A
sua
energia
e
a
sua
nunca
desmentida
coragem,
o
seu
arrojo
não
vulgar,
a
viveza
de
intelligencia
que
tanto
o
ennobrecia. como que revestiram
o
seu
ferreo
e
austero caracler
de uma aureo
la
immorlal.
Quem
ha
ahi,
entre
nós,
que
não
recor
de
com
saudade
os
tempos
tumulluarios
e
agitados,
de polilica
ardente
e
rude,
em
que
Alves
Passos redigia
o Bracaren
se
?
Quem se
não
admirava
então,
vendo-o
em
frente
de
adversários
de
vulto, que
elle
attacava
n
’aquelle
seu
estylo
incisivo,
fe
rino,
anguloso,
sempre
ameaçado e
sem
pre
sereno,
como
se
a
tempestade
lhe
não
rugisse
um
torno?
Como
operador
deixa
um
nome
quasi
len
dário.
Habilíssimo como
mnguem,
dotado
de vastos
e
engenhosos
recursos,
como
que
não
conhecera
difficuldades,
n
’
esle
espinho
so
campo
da
scieneia.
O
seu
logar
ahi
íica
vasio,
e
por
em
quanto
insubstituível.
O
seu
bisturi
e
a
sua
penna de jornalis
ta
confundiam-se
:
—
retalhavam
ambos
com egual fúria e denodo.
E todavia
morreu
I
Elle
que salvara
tan
tas
vidas,
que
alliviara
tantas
dores,
que
operara
verdadeiros
prodígios,
que
tizera
maravilhas, não
pôde
evitar
o
golpe
fatal,
que
o
despenhou
na
sepultura.
Deploramos
smeeTãinelIll1 II
S»UU'
Falta.
e
comprimenlamos
sua
illuslre
e
inconsolá
vel
familia.
*
«
Manoel Joaquim
Alves
Passos,
filho
de
Francisco
José
Alves
Passos
e
de
D.
An-
na
Joaquina
Pacheco,
nasceu
em Cabecei
ras
de
Basto,
a
4
de
fevereiro
de
1815.
Seu
pae
foi
um honrado
chefe
de
fami
lia,
beinqnisto
dos
seus
visinhos e
que
exer
ceu
mui dislinctamenle
a
profissão
de ad
vogado
provisionario.
Alves
Passos
mostrou
desde
tenros
an
nos
pouco
vulgar talento
e notável aptidão,
de que
logo
deu
sobejas
provas no
estudo
das
primeiras humanidades
que
cursou
com
sábios
mestres
das
circumvisinhanças,
como
o
dr.
José
Bento
de Magalhães,
da Kapo-
zeira,
e
Gervasio
Antonio
de
Souza
Ba
hia.
Em
seguida
veio
para
Braga
onde
cursou
as
aulas do Seminário.
Destinado
por sua
familia á carreira
ecclesiaslica
foi
tornar
or
dens
menores á
egreja de Santa
Chrislina
da
Ramalhosa,
perlo
de
Bayona,
onde as
recebeu
em
2
de
junho
de 1831
das
mãos
do
Bispo
de Tuy.
De
genio
ardente e espirito alevanlado,
tendo
17
annos,
a
edade
dos
sentimentos
generosos,
fugiu
para
o
Porto indo alistar-
se
entre
os
bravos
defensores
da
causa li
beral.
Assentando praça
no
regimento
de
Voluntários
do
Minho
deu
inequívocas
pro
vas
do
seu
animo
energico
e
caracler
va-
leroso.
Terminada
essa
gloriosa
epopêa
da
liber
dade,
apenas
obscurecida
pido
bom
e
gene
roso
sangue
portuguez
que
de
ambos
os
lados
se
derramara,
regressou
á
terra
na
tal,
acolhendo
se
ao
agasalho
de
um
hon
rado
lio,
Francisco
José
d
’
Oliveira
Pache
co,
em
rasão
de
seu
pae,
afeiçoado
ao
sys-
tema
vencido,
não
ler
levado
a
bem
qne
o
seu
lilho predileclo
seguisse
idéas
contra
rias
ás
suas,
e
em
defeza
<l’ellas tivesse
exposto
a
própria
vida.
Em
outubro
de
1831
matriculou
-se
no
l.°anno
da
Escola
Medico-cirurgica
do
Por
to,
casando
no
fim
d
’
esse
anno
com
D.
Bal-
bina
Loureiro, filha de
Ricardo
Joaquim
Loureiro
e
de
D.
Anua
Loureiro,
da
Villa
de
Valongo,
senhora
tão
rica
de
dotes
de
espirito,
como
pobre
era
de
bens
de
fortu
na.
Collaborou
por esse
tempo
em
diversos
jornaes,
e
no
4.°
anno
da
sua
formatura
fundou
o
«Athlota»,
orgão
da
polilica
se-
lembrisla,
sendo
recebido
na
intimidade
dos
irmãos
Passos, Barão
da
Ribeira
de Sabro-
za,
e
de
oulros
vullos
do antigo partido
progressista,
que
tanto
se
dislancêa
d
’
esse
grupo
que
tão
illuslre
nome
usurpa.
Em
1839
terminou
a
sua
formatura,
ten
do
dado
durante
ella
eloquentes
provas de
talento
e
applicaçào,
sendo
premiado em
algumas
cadeiras,
e
merecendo
distinclo
con
ceito
de
lentes e
condiscípulos.
N
’
esse
anno
publicou
um
bem
pensado
trabalho sobre
a
«lheoria
das combinações
chimicas»,
e
no
anno
seguinte
um
«Estu
do
sobre
alguns
synonimos
da
Lingua
Por
tuguez»,
trabalhos
de
bastante
merecimen
to,
e
que denotavam no seu
author
largo
alcance
inlelleclual.
Continuando
na
polilica,
descurou
bas
tante
a
clinica,
que
lhe
promellia
um
luluro
brilhante,
e militou
no
serviço
acli-
vo
da
imprensa
jornalística,
redigindo
o
«Alhlela»,
e,
suspenso
este
por
ordem
da
auctoridade,
o
«Defensor
do
Alhlela»
e
mais
tarde collaborando
no
«Nacional»,
um
dos
mais
acreditados
jornaes
portuenses.
A
polilica trouxe-lhe
amargos
dias,
e
bem
pesados dissabores.
Querendo fugir
ao
seu
quasi
sempre
funesto
império,
tractou
de
adquirir
subsistência
para
si.
mulher
e
qua
tro
filhos,
e
n
’
esse
intuito
voltou
á
terra
que
lhe
fóra
berço
e
ahi
começou
de
exer
cer
a
clinica,
sendo
procurado
por
muitís
sima gente
não só
do
seu
concelho,
como
das
tres
limitrophes—
Celorico,
Mondim,
e
Ribeira
de
Pena.
Chamado
por
alguns
amigos
qne
tinha
n
’esla
cidade,
veio
em
julho
de
1855 fixar
aqui a
sua residência, deixando
em
Cabe
ceiras
muitas
e
indeleveis
saudades.
Mezes depois
recebia
um
golpe
doloroso
com
a morte
da
sua
preddecla
e
estreme
cida
(ilha
Camilla,
cahindo
em
seguida
no
leito
da
dôr, e
permanécendo
por
algum
tempo
gravemente
doente,
inspirando
assim
sérios
cuidados
á
familia
e
aos
numerosos
amigos.
Em
setembro
de
1855
foi
posta a
con
curso
a
cadeira d
’introducção
do
lyceu
na
cional
d
’esla
cidade,
e
foi
a
Coimbra
em
novembro
fazer
concurso
a essa
cadeira,
sendo
para ella
despachado
em
24
de
mar
ço
de
1856.
Tornando
ávidaacliva
da
polilica
fundou
n «Bracarense^
une na
iiwctisa Ini
defen-
sor
energico
do
partido
regenerador.
Em
15
de
setembro
de
1862 rebentou
em
Braga
a
revolta
do
regimento
de
infanteria
6,
e
de
um
destacamento
de
caçadores n.°
3,
sendo
Alves
Passos
o
chefe
ostensivo
d
’
ella.
Desajudado
de
muitos
dos
principaes
agentes
da
revolta,
planeada
de accordo com
o
fallecido
duque de
Saldanha,
Alves
Pas-
í
sos
foi
incançavel,
apparecendo
em
toda
a
|
parte
nunca perdendo o
sangue
frio,
tão
1
preciso
sempre,
mas
mais ainda
n
’
aquellas
;
occasiões,
e
manda
a
verdade
que
se
diga
que foi
á
sua
energia
que
se
deveu
não ha
ver
muita
desgraça
a
lamentar,
nem
haver
insultos a pessoa
alguma
Em
17,
depois
de desarmados
o povo
e
'a
tropa,
emigrou
para
Hespanha,
sendo-lhe
I
necessário
pedir
dinheiro
emprestado
apesar
I
das
accusações
do
roubo
do
cofre
distri-
l
ciai
|
Fixou
a
sua
residenciy
em
Valência.
Es-
1
teve
emigrado
até
dezembro
de
1863,
via
jando
durante
parle
d
’
este
período
por
Fran-
[
ça
e llalia
na
companhia
do
valente
Ma
rechal Saldanha,>
que
mui
particularmente
lo
estimava.
Promulgando-se
em
dezembro
uma
am-
I
nislia
por
occasião
do
nascimento
do
prin-
jeipe
herdeiro,
regressou
a
Braga,
ondete-
:
ve
uma
das
mais
festivas e enlhusiaslicas
i
recepções,
de
que
ha
memória,
indo
a
Bar-
Icellos
esperal-o
diversas
commissões,
dei-
lando-se-lhe
flores
em
lodo o trajecto,
e
I
estando
as
ruas
da
cidade,
qua
atravessou,
adornadas
com
bandeiras
e
cobertores de
damasco,
sendo
constanlemente
victoriado
por
uma
numerosa
multidão
de
povo
que
I
abria
alas
até
a
casa
em
que vivia a
fami
lia
do
illustre
emigrado.
j
A
auctoridade,
assustada
com taes
de-
i
mónstrações,
prohibiu
que
se
lançassem
ao
lar
fogueies,
e
fez
estar
em
armas
o
regi
mento
8,
proinpto
para
sahir
á
primeira
voz.
Eram
os
históricos
que
nos
governavam,
dos
quaes
são
oriundos
em
linha
recta
os
acluaes
progressistas.
Não
era,
pois
de
ad
mirar
que
fossem
fracos
e
medrosos.
Alves
Passos
dizia
que
o
dia
da
sua
en
trada
ein
Braga
foi
o
mais
feliz
da
sua
vida.
Pouco
tempo
depois
reappareceti
o
«Bra
carense»
que
fez
uma guerra
crua e
perti
naz
ao
governador
civil
Jaimario,
concor
rendo
poderoéamehte
para
que
elle
em
1865
perdesse
a
eleição
do
candidato
José
Carvalho, que foi
vencido
pelo
talentoso
jurisconsulto
Pinto
Coelho.
O
conselheiro
Januario,
desgostoso
por
tal
motivo,
pediu
a
demissão,
que
lhe
não
foi
acceile,
sendo,
porém, transferido
para
o Porto.
Manda
a
verdade
que se
diga
que a
este
funccionario
administrativo
deveu
muitos
o
dislricto,
perdendo
por
isso
consideravel
mente
com
a sua
sahida.
Era
honrado, in-
telligente e emprehendedor.
Em
1871
foi
eleito
deputado
por
Villa
Verde
e
Amares,
sendo
consecutivamente
reeleito
em
1874
e
1878,
lendo a
comba-
lel-o
de
uma vez
o
aclual
presidente
do
concelho
de
ministros
Anselmo Braamcamp,
e
por outra
vez
o
presidente
do
centro
pro
gressista
de
Braga,
visconde
de
Carcavellos.
A
elle
deveu
Amares
a
creação
de
sua
comarca,
dando-lhe,
em
testemunha
de
gra
tidão,
os
principaes
influentes d
’aquelle
concelho
um
jantar
por
subscripção
publica.
Foi
por diferentes vezes
procurador
á
Junta
geral
d
’
este
dislricto
pelos
concelhos
de
Vieira
e
Cabeceiras
de
Basto,
sendo-o
ainda
ullimamente
pelo
concelho
d’Amares,
que
ficou
privado
do
seu
sollicito
procura
dor.
Foi
delegado
da
Inspecção
geral
de
Thea
tros,
tanto
no
de
S.
João,
quando residiu
no
Porto,
como no
de
S.
Geraldo,
desde
que veio
para
Braga
até
que
passaram
aquellas
attrihuições
para
as
auctoridades
1
administrativas.
Também
foi
redactor
da
«Regeneração»,
orgão
do
partido
regenerador
n’
este
dislricto.
I
Os
serviços
que
prestou
á
humanidade
enferma
foram
relevantes
e
valiosissimos.
As
operações
difficeis,
que
realisou
com bom
j
resultado,
numerosíssimas.
Aos
pobres
tra-
ctava
e
operava
gratuita
e
desveladamente.
E’
por
tudo
isso
que
a
sua perda
é
geral
mente
sentida.
O
seu
enterro
foi um
dos
mais
concor
ridos que
hão
lido
logar
n
’esta
cidade.
Pegaram
ás
toalhas do
caixão,
na
egreja
da
Misericórdia
os
facultativos
Malheiro
da
Silva,
Manoel
Marques,
e
Rodrigues
Valle
e
os
professores
do
lyceu
Pereira
Caídas,
Celestino
da
Silva e
Alves
de
Moura.
No
cemiterio
pegaram
os
antigos
deputa
dos
Adriano
Sampaio,
Jeronymo
Pimentel
e
Adolpho
Pimentel,
e
os
procuradores
á
Jun-
«wryh
»
u
i
i
u
i
ii.
i
i
■
T.irt.i
u 1‘i
i
uiuic
r
a,
«i
»iu
conde
da Torre,
e
Araújo Queiroz.
Levou a chave
do
caixão
o dr.
Moreira
Guimarães,
reitor do
lyceu
e provedor
da
Misericórdia, por
ser
o
illuslre
finado pro
fessor
do
lyceu,
e
facultativo
do
Hospital.
Deus
tenha
em
paz
a
sua
alma.
Continuimos
com
a
publicação
dos
Xomes dou mrmbroa
do elrro, que
adherirain
ao Protesto do eorpo
docente
do Seminário
Coneiliar
de
S.
Pedro,
d’estn eida-Ie.
Arciprestado
dos
Arcos
de
Vai
de
Vez
O
arcipreste
Joaquim
Luiz
Ribeiro
da
Silva.
—
O
parocho Antonio
Luiz
Jorge
de
Saraiva
e
Brito.
—Padre
Antonio
Luiz da
Costa
Pedrosa.—
Padre
Miguel Luiz
d
’
Araujo
Antas.—
Padre
Maurício Antonio
Saraiva.
—
Padre
João
Antonio
de
Sousa.
—O
pa
rocho
fr.
Bernardo
da
Piedade. —
Padre
Gabriel
Antonio
Ramos
de Castro.
—O
en
commendado
Manoel
da
Silva
Machado.—
O
parocho
Manoel
Caetano
Vaz Silverio.
—O
encommendado
José
Antonio
d
’
Arao-
rim —
O
parocho
Policarpo
José d
’
Araujo.
—
O
parocho
Antonio
Joaquim
Pinto.—
Padre
Gaspar
Lobo
de
Abreu
Gomes.
—
O
coadjuctor
Leonel
d
’
Abreu
e
Vasconcel-
ios.
—
Padre
Francisco
de
Sá
da
Costa
Lo
bo.
—
O
encommendado
Antonio
Gomes
da
Rocha.—O
tonsurado
Antouio Joaquim
de
Carvalho
Júnior.
—
O
parocho
João
Manoel
Martins.
—
O
parocho
João
Manoel
Osorio
Coulinho.
—
Padre
Thomaz
d
’
Araujo
Lima.
—
O
parocho
Gaspar
José
Gomes.
—
Padre
Francisco
Ignacio
Lobo
de
Sá
Solto-Mayor.
—
O
reitor
Antonio
José
de
Castro
e
Bar
ros
—
O
parocho
José
Narciso Rodrigues
Ramos.
—Padre Antonio
José Fernandes.
—
Padre
João
Manoel
Alves Pereira
de
Lima.
—
Padre
José
Manoel
Machado
Bran
dão.
—
O
encommendado João
Antonio
Fer
nandes.
—
O
coadjutor
Antonio
José
de
Sousa.
—Padre
Antonio
José
Ferreira.
—
O
encommendado fr. Antonio
dos
Praze-
res
Ribeiro.
—O
encommendado Mauoel
Antonio
Rodrigues
Junior.—Padre
Antonio
Luiz
Velloso. —
Padre
José
Luiz Rodrigues.
—
Padre
Manoel
Antonio Reis.—
O
parocho
Francisco
de
Castro.
—Fr.
João
de
Santa
Anna.
—
O
encommendado
Bento Gonçal
ves
da
Costa.
—
Padre
Alexandre
Pereira
de
Brito.—
O parocho
José Bernardino
de
Sousa
e
Mello.—
Padre
Felix
Pereira
de
Castro.—Padre
Manoel
Joaquim
Galvão.
—
O
encommendado
João
Bento
Alves.
—
Pa
dre
Domingos
José
de
Sousa.
—
O
parocho
Manoel
Antonio
Barreiro
—Padre
Manoel
Rodrigues
do Souto.
—
Padre
Manoel
Al
ves.
—Padre
João
Manoel
Alves.—O
paro
cho
João
de
Brito
Galvão.
—O
coadjutor
João
Pires.
—
Padre
José
Joaquim
Rodri
gues.
—
O
encommendado
Manoel
de
Sousa
Barbosa.
—
O
encommendado
Antonio
José
de
Castro.
—O
parocho
Bento
José
de
Araújo Sousa
Gama.
—
0 coadjutor
Gaspar
Cerqueira
da
Costa.
—
O
parocho
José
An
tonio
da
Silva
Paredes.
—O
coadjutor
An
tonio
Luiz
de
Sequeira.
—Padre Antonio
Luiz
Alves
da
Rocha.
—
Padre
Domingos
Antonio
Pereira.—
Padre
José
Antonio
de
Barros.
—Padre
Isaac
José Pereira
Bacel-
lar.—
O
reitor
Manoel
Bento
de
Araújo
Brito.
—
0
parocho Francisco
Antonio
da
Rocha Peixoto.
—
O
coadjutor
Bento
José
Xavier
da
Rocha.—Padre
Manoel
José
Dias.
—O
encommendado
Bento
Manoel
Este-
ves.
—
O
parocho
Antonio
José
de
Brito
e
Sá.
—
O
reitor
José
Antonio
de
Barros
e
Castro.
—
O
vigário
Manoel
Antonio
Men
des.
—
O
vigário
Manoel
Antonio
Gonçalves.
—
Padre
Antonio
Luiz
Rodrigues.—O pa
rocho
Antonio
José
Rodrigues
Monteiro.
—
O
parocho
José
Luiz
de
Sousa e
Sá.
—
Pa
dre
Francisco
Antonio
Alves
Lindoso.
—
O
parocho João
Manoel
da Rocha.
—O
ca-
pellão
José
Joaquim
Rodrigues
Leitão.
—
O
parocho
Antonio
Joaquim Malheiro.
—
■
O
parocho
João
Antonio
Gonçalves.
—
O
parocho
Manoel
José
Fernandes.
—D
reitor
Bernardo
Antunes
dos
Reis.
—
Padre
Ma
noel
José
de
Brito.
—
Padre
Antonio
José
Leite.—
Padre
Mathias
Alves.
—O parocho
Francisco
de
Sousa
Menezes.
—
O
parocho
João Antonio
Villela.
—
O
parocho
Carlos
Augusto Pinheiro
d
’
Almeida.—
O
encom
mendado
José
Joaquim
Pereira da Costa.
—O
parocho
Antonio
José
Taveira.
—
O
parocho
Manoel
José
Gomes
d
’
Araujo.
—
O
encommendado
João
Manoel
de
Araújo.—
O
encommendado
João
Gonçalves
da
Lom
ba.—
O
parocho
Francisco
Antonio
d
’
Arau-
jo.—
O
parocho
Francisco
José
d
’
Araujo.
—
O
reitor
José
Antonio
da
Silva
e
Al
meida.
BIBLIOGRAPHIA
A
Auctoridade
e a Liberdade
Temos
sobre
a
banca
um
precioso li
vro com
este
titulo.
N
’
eHe
se
estuda
com
profundeza
á
luz
da
rasão
e
da
fé
o
va
lor
da
auctoridade
e
da
liberdade,
consi
deradas
em
si
e
em
presença
uma
da
outra.
O
conceito
d
’
estes
dois
termos
tem
servido
de
thema,
em
todos
os
tempos,
para
graves
questões
sociaes.
Ainda
ho
je
se não
conhece
bem
o
seu
valor
e
muilo
se
discute
sobre
o
que
é
a
aucto
ridade,
o
que
é
a
liberdade
e
como
ellas
poderão
viver vida harmónica.
Podemos,
pois,
chamar a
este livro:
um
livro
da
actualidade.
O
respeitável
nome
de
Mr.
Landriot,
Arcebispo
de Reims,
seu
auctor, o
elo
gio do
sabio e
catholieo
Ghantrel,
que
lhe
serve
de
prologo, a
esmerada
traduc-
ção do
cavalheiro,
que
o
traduziu
para
a
nossa
lingua,
são garantia mais
que
suf-
ficiente
do
merecimento d
’
esta
obra
e
do
grande
proveito,
que
d
’
ella
poderão
tirar
os
seus leitores.
Recommendâmol-a,
pois, e
esperámos
que
todos
aproveitarão
esta
obra
exceden
te,
que
só póde
produzir
fruclos
excel-
lentes.
Ainda por
outro
motivo
sympathiCo
se
recommenda
este
livro:
o
seu
piedoso tra-
ductor
offerece para
as obras
de
N.
S.
da
Conceição
do
Monte
Sameiro
metade
do
producto
dos
exemplares,
que
forem
vendidos.
Portanto,
de
novo
o
recommendamos:
além
dos
bons
princípios,
que
no
hvro
apren
de. concorre
o
comprador
para
um
mo
numento, que
atlestará
aos
vindouros
a
muita
devoção
d’
este
reino
fidelíssimo
para
com
a
Virgem Immaculada.
Vende-se
no
escriptorio
da
Typogra
phia
Lusitana
por 300 reis.
GAZETILHA
Chronica fiteligloua. —
Amanhã:—
Exposião
do
Santíssimo
no
Salvador.
Festa
de
N. Senhora
da
Torre no
Gollegio.
Procissão das
Dores
nos
Congrega
dos.
Segunda-feira:
—Indulgência das
7 egre
jas
em
Braga.
Festa do
Senhor
dos
Passos
em San
ta
Cruz,
com sermão
e
procissão
de
tarde.
Na
Sé,
procissão
das
Ladainhas.
Hospede illustre. —
Está
n
’esta ci
dade
o
exc.
111
*
snr.
Manoel
José
de
Sarrea
Tavares
eÃlarfias
Torres,
distinctissimo
ca
valheiro
do
Algarve,
e
nosso
respeitável
cor
religionário.
Já
não
existe o virtuoso
padre
Anto
nio
Manoel
d’
OIiveira !
A
desapiedade
Parca
cortou-lhe
o
fio
da
existência, quando apenas coutava
36
annos
!
O
bondoso
ministro
do
altar
possuia
um
grande
numero
de
amigos,
que
hoje
choram
a
sua
perda.
Era
um
apostolo
verdadeiramente
ex
emplar
!
O
padre
Antonio
Manoel
d
’01iveira,
era
natural da
Povoa
de
Lanhoso
e
residia
aclualmenle
em
Vill>
Nova
de
Famalicão,
exercendo alli
o
logar
de professor.
Foi
ura tLarly
na terra
e
hoje
gosa
a
felicidade
do
céo
!
Por
espaço
de tres
annos
soflreu cru
ciantes dôres,
succurabin
ló eralim
a
uma
phtysica
pulmonar.
Festejo.
—
A
’
manhã
e
segunda
feira
alguns
devotos
festejam
o
Cruzeiro
que
está
erecto
na
alameda
do
campo
de
Sant
’
Anna,
havendo
junto
do mesmo,
ba-
sar
de
prendas,
que
começará
ás
3
horas
da tarde,
tocando a
espaços
uma
banda
de
musica, e
á
noite
illuminação
na
cruz
e
alameda.
Incêndio.—
A
’
s
11
horas
da
noite
de
quarta-feira
deram
as
torres
signal de
incêndio,
que
se
linha
manifestado
n
’uma
chaminé
da cosinha
dos
fornos
da
Pada
ria
Real,
pertencente
ao
illustrado
indus
trial d’esta
cidade
o
exm.'
snr. Manoel
Joaquim
Gomes.
Extinguiram-no
de
prompto,
sendo
os
prejuizos
insignificantes.
A
primeira
bomba
que compareceu
foi
a
dos voluntários.
Um paraeho modelo,
—
Escreve-
nos
um
nosso
presado
assignante
da
fre
guezia
do
Granjal,
concelho
de
Sernan-
celhe:
CENTENÁRIO
DE
CAMÕES
<0
revd.0
Parocho
d
’
esta
freguezia
do
Granjal.
José
Damião
da Gama
Fonseca
e
Sá,
documentou
um outro beneficio
para
que
foi
despachado: porém
sabida
que
foi
a
notícia,
todos
os
seus
parochianos
se
lamentavam
de
perder
um pastor
d
’
uma
conducta
irreprehensivel,
d'um
zêlo
verda
deiramente
evangélico,—
em
summa,
um
parocho
modelo.
Conheciam
que a
po
breza
do
»eu
beneficio o
obrigava
a
pro
curar
outro d
’
onde
auferisse
melhores
pro
ventos
com
que
podesse
viver
sem
tan
tas
privações;
mas
conhecendo
lambem,
que
o estado
de
saude do
seu
bondoso
pastor
é
muito
precário,
os
principaes ca
valheiros
d'esla
terra
tomaram
a
resolu
ção
de o
procurarem,
e,
lembrando-lhe
o
amor, respeito
e
veneração
que todos
os
seus
parochianos
lhe
consagram,
pedirem-
lhe
que,
se
ainda era
tempo,
os
não dei
xasse.
—
Em
vista de
tão
geral
e
espontâ
nea
manifestação, o
bom pastor
esquece
os
seus
interesses
maleriaes,
e
lembra-se
só
que
cada
um
dos
seus
parochianos
era
um
filho
querido
e
responde:
«Comvosco
serei
em
quanto
Deus
qutzer».
Esta
resposta
dada
á
grande deputa
ção
espalhou-se
com
a
raixitna
rapidez
em
toda
a
freguezia,
e
causou
tal
enthusias-
mo,
que
locou
o
delírio.
Mais
do
que
nunca,
o
nosso
bemquislo
parocho
é
hoje
o
alvo
de
todas
as
sympalhias
e
do
amor
mais
sincero
e
ardente
de
todos
os
seus
parochian-s»
.
Publicnçõ
e«.—
Accusâmos
a recepção
das
seguintes,
que agradecemos:
— DICCIONARIO DE GEOGRAPHIA
UNIVER
SAL, POR UMA
SOCIEDADE DE HOMENS DE
sciencia
.
(Fascículos n.os
99
e
100)
—
Lisboa,
Administração
da
Empreza
Horas
Românticas,
rua
da Atalaya,
42,
l.°
—MARAVILHAS DA CREAÇÃO, POR
PEDRO
m
.
posser
.
(Fascículo
n
0
52)
—
Lisboa,
Travessa
de Santa
Justa.
95, 1.°
—
DICCIONARIO
HESPANHOL-PORTUGUEZ
E
portuguez
-
uespaniiol
.
(Caderneta
n.°
5)
—
Porto,
Empreza
Editora
d
’
Obras
Clás
sicas
e
Illustradas,
rua
dos
Fogueteiros,
n.
°
24.
—
DICCIONARIO
POPULAR. (FaSCÍCulo
U.°
176)
—
Lisboa,
rua
do
Carvalho,
n.°
19.
—
RELATORIO FEITO
EM
NOME
DA
COM-
MISSÃO
NOMEADA
POR
PORT
a
RIA
DE 30 DE
dezemrro
de
1854
para
buscar
os
os
sos DE CAMÕES. ESCRIPTO POR JOSÉ TA
VARES
DE
MACEDO NA QUALIDADE DE SE
CRETARIO
DA MESMA
COMMISSÃO.—
Lisboa,
Imprensa
Nacional,
1880.
—
MENSAGEIRO
DO
CORAÇÃO
DE
JE
s
US
—
BOLETIM
MENSAL DO APOSTOLADO
DA
oração
.
(Caderneta
n.°
12
do
tomo
6.°,
correspondente
a
março).
—MARIA DO
PATROCÍNIO. OU O PATRO
CÍNIO
DE N.
SENHORA—ROMANCE ORIGINAL
brazileiro
.
por
uma
fluminense
.
—Rio
de
Janeiro,
1879.
Ainda
não
lêmos
este
livriuho;
mas
brevemente
daremos
a
nossa
humilde
opi-
R>ão
sobre elle.
Baie«
d
* aaaoaiaçdo
doa
jornalistas
e eseriptores
por
tuguezes
APPROVADAS
NA ASSEMBLEIAIA
DA
GRANDE
COMMISSÃO DOS
REPRESENTANTES
DA
IMPRENSA
DE LISBOA,
EM 20 DE ABRIL DE
1880.
E
’
fundada
em Portugal,
na
fórma
estabelecida
na
lei
civil, uma
associação
denominada
dos
jornalistas
e
escriptores
portuguezes,
tendõ
a
sua
séde
em
Lis
boa,
e
podendo
crear
delegações
no Por
to,
Coimbra,
Braga
e
outras
terras
do
reino.
O
seu
fim
é
promover
e
defender
os
interesses legítimos,
moraes
ou materiaes
das
collectividades
ou
corporações
forma
das
pelas
classes que a
constituem
e
in
dividualmente
os
dos
seus associados,
em
tudo
o
que
diga respeito
ao
exercício
da
sua
profissão.
Consequentemenle:
—
E
’
a
primeira
das
suas
obrigações
moraes,
e
o
objecto
dos
seus
constantes
esforços
elevar
o
nivel
da
imprensa
á
altura
da
primeira insti
tuição
social
dos povos
livres
e civilisa-
dos,
e
buscar
influir
o
mais
directamen-
te
que
possa,
e
no
limite
da
sua acção
intellectual,
nos
progressos
da
litleratura,
das
sciencias,
das
artes,
da
educação
e
instrucção publica
das
instituições,
em
fim,
da
civilisação
portugueza.
Nos
seus
fins
especiaes
comprehen-
dem-se:
A
prestação
extraordinária
de
soccor-
ros
aos
seus
associados,
em qualquer
grande
e
nobre
infortúnio.
O
diligenciar
como
procuradora
n>-
tural
dos
associados
a
negociação ou
collo-
cação
mais
vantajosa
dos
seus
trabalhos
e
da sua
actividade
intellectual,
tratando
com
os
editores,
e
com
as
emprezas,
quan
do
e
como,
devidamente'representada
pela
sua administração,
e
na
fórma
regulamen
tar,
entender
dever
fazel-o.
Proteger
na
proporção
justa
e
possí
vel
a
familia
desamparada
de
qualquer
so-
cio
fallecido.
Crear
um
fundo
especial de
soccor-
ros
pecuniários,
embora
limitados,
e
quan
do
o
desenvolvimento
e
prosperidade
da
associação
o
permittir,
para
alliviar
os
soffrimentos
de
qualquer
de
seus
socios
inhabihlados,
caídos
em desgraça
absolu
ta,
e
comprehendidos
nas
disposições
da
lei
que reger
a
sociedadade.
Como
a
associação
representa
perante
os
seus
associados
uma acção
paternal,
amorosa
e
conciliadora,
ella
funcciona
af-
fectuosamenle,
e
do modo
mais
discreto,
como
tribunal
de
familia
para
os trazer
a
accordos
honrosos
nas
suas
dissidências,
no
seu decoro
pessoal,
e
dos
créditos
seuS
e
das
respectivas corporações, po
dendo
até
constituir-se
em
tribunal
de
honra
para
soluções
pacificas
e
dignas
nos
casos
em
que
a
sua
auctoridade
seja
in
vocada,
ou reconhecida
pelos
socios ini-
misados.
Serão
considerados
jornalistas
para
o
effeíto
da
admissão
a
socios,
a
qual se
rá
claramente
regulada
na
lei
social,
—
lodos
os
que
exercerem
com
effeclivida-
de
essa
profissão,
e
que
sejam
reconhe
cidos
como
taes
pelo consenso
geral.
Serão
considerados
para
o
mesmo
ef-
feito
escriptores
públicos,
iodos
os
que
exercerem
com eífectividade essa
profis
são,
e
que
sejam
reconhecidos
como
taes
por suas
publicações
litterarias
em
qual
quer
fórma
de
manifestação:
a
imprensa
periódica, o
livro,
o
lheatro
e
ainda:
Os
professores
de
litleratura,
historia,
bellas
artes,
sciencias
moraes,
económicas
e
políticas,
biológicas,
physico
chimicas
e
mathematicas,
quer
tenham publicado
pe
la
imprensa
os
seus
livros,
compendios-
lições,
e
prelecções,
quer elaborem
estas
e
as
publiquem
oralmente
sob
suas
no-
las
nas
aulas e
cursos
respectivos.
A
associação
dos
jornalistas
e
escripto
res
portuguezes
tem
como
principio
fun
damental
a livre
manifestação
do
pensa-,
mento
dos
seos
socios
no
seu
grémio;
acata
portanto
as
suas opiniões,
e
só
pro
cura
evitar
o
choque
dos
antagonismos
que
possam
perturbar
a
boa
harmonia
fraternal,
que
é a
base
da
sua
força,
da
sua
existência,
e
da
sua
utilidade.
O
fundo
da
associação
será
constitui-
(j
o:
_
Por
uma
quantia
moderada,
a
titulo
da
açquisição do
diploma
de
so-
cio;
2.”
Por
uma
quota mensal,
igual
m^nte
moderada,
que
não deverá exce
der
a 300
reis;
3.°
Pelo
producto
da
entrada
publica
em
saraus
littenrios,
scien-
tificos
ou
artísticos,
ou
conferencias
«lia
rias
que
a associação entender
celebrar
annualmente
com
a
cooperação
dos
seus
associados
a
beneficio
do
seu
cofre;
5.°
Pela
contribuição
de
uma
limitada per
centagem
das
negociações
que
a
associa
ção
realisar
com as obras
dos seus
so
cios,
e
por conta
d
’
elles.
Entre
as
circumslancias
limitativas
da
admissão
a
socios
deverá
ser
incluída
co
mo
essencial
a
de
um
viver reconheci
damente
e
publicamente
indigno
e
des-
honroso,
não
devendo
em
caso
nenhum
ser
manifestado
e
publicado o
motivo
da
recusa,
que será
feita
do modo
mais
se
creto
e
implícito.
Da
mesma
sorte
serão
regulados
os
motivos,
fórma
e
condições
da expulsão
de
qualquer
socio.
A
associação
será
administrada,
. diri
gida
e
representada
por
uma
commissão
directora
composta
de um presidente
ef-
fectivo
e
um
presidente
honorário,
se
assim
o
julgar
conveniente
ao
seu
credi
to,
consideração
e prosperidade,
dois
se
cretários,
dois vice-secreiarios e
um the-
soureiro,
eleitos
annualmente,
e
podendo
'ser
reeleitos
a
seguir
uma
só
vez.
Poderá
eleger
commissões
especiaes
au
xiliares
para
diversos
serviços,
emanan
do
direclamente
o seu mandato
da
as
sembleia
geral, quando
sejam
serviços
per
manentes; ou
da
administração,
quando
tenham o caracler
de
delegações
tnera-
menle
transitórias.
A
assembleia
geral
de
prestação
de
contas,
e
apresentação
do
relalorio,
e
eleição
de
nova administração
será,
por
tanto,
convocada
annualmente,
havendo,
além
d
’isso.
no
dia 10
de
junho de
ca
da
anno
uma
sessão
solemne
commemo-
rativa
da
data
da
fundação
da associação
e
do
facto
historico
que
a determinou.
Fundará
na
sua
séde
e com
o
con
tingente de
todos
os
socios
e
de
quaes
quer
offertas
de
livros
de indivíduos e
corporações
portuguezas
e
estrangeiras,
uma
bibiiotheca
e
adjunto
gabinete
de
leitura
em
que se
achem
todos os
pe-
riodicos
portuguezes
e
os
estrangeiros
que
se
possam
obter
focilmente.
Estabelecéíá
prélècções
é
conferencias,
buscará dar
impulso
á
fundação
de
quaes
quer
escolas populares
e
especiaes.
Publicará
uma
Chronica
mensal
ou
Annaes
quando
os
seus
meios economicos
o
permitiam.
A
sua fundação
solemne
será
no
dia
10 de
junho
do
corrente
anno,
data
do
terceiro
centenário
da
morte
de Luiz
de
Càmões,
como
facto
inicial
da
confraler-
nisação
dos
escriptores
portuguezes,
e
sua
primeira
homenagem
n
’esse dia
ao
epico
nacional,
cuja
elfigie
será
o
emblema
da
associação
e
do
presidente
e
socios,
e
cujo
retraio
será
collocado
na
sala
da
sua
assembleia.
A
commissão
executiva
da
grande
com
missão
dos
representantes
da
imprensa,
encarregada
igualmente
de
dirigir
a
solern-
nidade
da
fundação
solemne
da
Associa
rão
dos
jornalistas
e
escriptores
portugue
zes sobre
as
bases
votadas pela
grande
commissão,
tratatará de
elaborar
os
es
tatutos
em
harmonia
com essas bases,
e
de
procurar
a
inscripção de socios,
e
a
sua
adhesão
a
elles
afim de
convocar
no
mais
breve
espaço
de
tempo,
depois
de
prehenchidas
as
formalidades
legaes,
a
as
sembleia
geral
da
associação
para
qne
ele
ja
a
sua
administração
na conformidade
dos
estatutos.
—
Lisboa e
sala
das
reuniões
da
commissão
executiva
na
casa
da
so
ciedade
de
geographia,
16
de
abril
de
1880.—
J.
C.
Rodrigues
da
Costa,
ser
vindo
de
presidente,
Theophilo
Braga,
Lu-
ciano
'Cordeiro, Ramalho
Orligão, S.
de
Magalhães
Lima,
Pinheiro
Chagas,
Jay-
me
Batalha
Reis
e
Eduardo
Coelho,
re
lator.
NECROLOGIA
O
seu
passamento
consternou
todos os
filhos
de
Famalicão.
A
sua
alma
pura
voou
á
mansão
dos
justos!
Descança
em pjz,
exemplar
pastor,
e
o
teu
rebanho
não podendo
olvidar
as
tuas
virtudes
irá
á
tua
campi
verter
duas
la
grimas
de
profunda
saudade.
Arcos,
25
de abril
de
1880.
José
Moreira
de
Moraes
Sarmento.
AGRADECIMENTOS
Joaquim
Antonio
Ferreira,
abbade
da
freguezia
de Sanflago
da Cruz,
do
con
celho
de
Villa Nova
de
Famalicão,
vem
por
este
meio,
por
o
não poder
fazer
pessoalmente,
agradecer a
lodos os exm.
0
’
snrs.,
e bera
assitn
a
todos
os
snrs.
ec-
clesiasticos
que se
dignaram
coinprimen-
tal-o
e
prestar-lhe
seus
serviços,
por
oc
casião do
fallecimento
de
seu
sempre
cho
rado
irmão
padre
Antonio
Joaquim
Fer
reira;
a
todos
protesta
cordealmente
seu
indelevel
reconhecimento
de
gratidão.
SanlTago
da
Cruz
30
d’
abril
de 1880.
O
abbade
Joaquim
Antonio
Ferreira.
(221)
Boavenlura
José
da
Silva
e
sua
mu
lher
Maria
da
Graça,
agradecem
do
co
ração,
pelo
nào
poderem
fazer
pessoal
mente,
a todas
as
pessoas
que
por
fa
vor
e caridade
tiveram
a
bondade
de
acompanhar,
na
tarde
do
dia
18
do
cor
rente,
sua
extremosa
filha
Maria
da
Con
ceição da
Silva
ao
cemiterio
publico,
e
d
’
assislirem
aos
responsos
de sepultura.
Braga
21
d
’
abril
de
1880.
Boavenlura
José
da
Silva.
(205)
Maria
da
Graça.
ANNUNCIOS
LIVRARIA
EDITORA
DE
Todas-
as
ediçòis
f
das
por
esta
livra
ria,
estão
á venda
n
’
esla
ci
lade
de
Bra
ga
era
casa
do
snn
padre
Manoel
Joaquim
Martins,
rua
dos Capellistas,
n.
Q
10,
cor
respondente da
dita
livraria em
Guimarães,
e
do
«Progresso
Catholico»,
publicado
pela
mesm
a.
Veada
de casas em Braga
Vende se uma
de
um
andar,
com
quin
tal
murado,
agua,
ramada
le
castanheiros
e
arvores
de
frucla,
na
rua
de
D.
Pedro
V,
n.,°
18.
Para
tractar,
em
Braga,
campo
de
D.
Luiz I, 8,
no
Porto,
Clérigos,
47.
(217)
Compra-se
um
prelo com todas as
suas
pertenças.
Quem
quizer
venier.
póle di
rigir-se
a
rua do
Campo
n.°
15,
ao
snr.
João
Correia
Braga.
(218)
Í0ÂM.BGB
íãããÃÕO
Que
servem
para
marcar
muitos
e
diversos
objectos,
especialmenle
papel,
roupa
branca,
madeira e
solla.
e
também
se
fazem
pequenos
para
marcar
com
lacre
Fazem-se
estes
carimbos
pelo
sysieraa
inglez
o
mais perfeito
e
conhecido,
e
ga
rantidos
por
15
annos,
de
8)0
reis para
cima.
Estes
carimbos,
pela
sua
perfeição, são
preferíveis
aos
de
metal
ou
d’
outro
qualquer
material,
pois
já
estão
fazenlo
uso
d’
elles
todos
os
bancos
do
Porlo,
e
diversas
ci
dades,
e
muitas
casas
commerciaes, daa-
do
resultados
os
mais
spitifatorjos.
Fa
zem
se
com
armas,
emblemas
emonogra^-
raas,
e
mesmo
firmas,
ou
nomes
a
imi
tar
a
própria
assignatura,
etc.,
á
vontade
do
pretendente.
Quem
pretender
dirija
s
?
por
escriple
ou
pessoalmenle
a
Antuaio Germino Ferretrinhn,
Rocio
de
S.
Jião n.°
lã
e
15—
Braga.
NOVO
HORÁRIO.
MH
mwica
®
m
hw
®
José
Duarte Pregoeiro,
d
’
esta
cidade,
faz
publico
que a
sua
diligencia
que
sae
da
casa
do
snr.
Ribeiro
Braga
em
direi
tura
á
Povoa
de
Lanhoso
e
Simães
ás
seis
horas
da
manhã,
fica
sahindo desde
o
dia
primeiro de
maio
ás
cinco.
Braga
27
de
abril de
1880.
Pelo
annuncian(e=/O6eiro
Braga.
(219)
Verifico=
*
Antunes
Reis.
NOVO HORÁRIO
Antonio
do
Couto
&
C.a, da
cidade
de
Guimarães,
fazem
publico
que as
suas
di
ligencias
que
sahem
de
Braga
em
direi
tura
a Guimarães,
Fale,
Lameira,
Gandarella
eArco.
da
casa do
muito
e
bem
conhecido
Ribeiro
Braga,
ás cinco
e
cinco
e
meia
ho
ras
da
manhã,
principiam
a
sahir desde
o
dia
primeiro
de
maio ás
quatro
e
qua
tro
e meia; e continuam
a
sahir
ás
mes
mas
horas
os
carros
do
meio
dia
menos
um
quarto
e
duas
horas
da
tarde. Pre
vinem-se
os snrs.
passageiros
que
tiverem
de
seguir
a
sua viagem de Braga
em
di
reitura ao
Arco,
tem
de
tirar
o
bilhete
paro
o
carro
que
parte
ás
quatro
horas
da
manhã.
Braga
27
de
abril
de
1880
Pelos
annuncianles=i?tòejro
Braga.
(220)
Verifico=ân/wMes
Beis.
ATTOCÃO
Vende-se duas
moradas
de
casas,
so
bradadas,
de
tres
andares,
com
os
n.
0
’
3
e
4,
sitas
na
rua
de
S.
Geraldo,
d
’esta
cidade.
Quem
as
pretender
póde
fallar
na
rua
das Aguas
com
Antonio
Gonçalves
Veiga.
(206)
COMFRAM-SE ACÇÕES
J
9—
LARGO
DE S. FRANCISCO—9
LOJA
DE
SOLA
Do Banco
Ccmmercial da
Madeira.
Do Banco da
Covilhã.
Do
Banco Portuguez.
Do
Banco
de
Bragança.
Do
Banco
de
Villa
Real
Do
Banco
do
Diuro
Do Banco Commercio
Industria.
Do
Banco
do
Alemtejo.
Do Banco
do
Minho.
Do Banco
Commercial
de Guimarães.
(200)
Manoel
de
Sampaio
annuncía
aos
seus
freguezes
e
ao
publico
que
o
armazém
de
vinhos
que
tinha
no
largo
dos
Pene
dos
n.°
23,
de sociedade
com
Francisco
Alves
da
Fonseca,
continua
por
conta
e
UMCA
responsabilidade
do
annunciante,
visto
ler
se
disstlvido
aquella
sociedade.
Os
vinhos,
que
agora
se
acham
á
ven
da
n
’aqtul!e nesmo
armazém
vieram
ha
pouco
d(
Douro,
e
a
sua
boa
qualidade
e
pureza
é
gaianlida
pelo
annunciante,
por
siren
produzidos
nas suas
proprieda
des.
Vende-se.
vinhos
a
retalho
por
50,
60
e
120
reis. Vinho
de
meza
de supérior
qualidade a
150
a
gariafa.
Vinhos
velhos
de
SCO,
300,
400.
500,
600,
700
e
800
reis
a
garrafa.
(203)
FABKILA
M
PAPEL
DE
Papel
de
jorn"l.
l.
a
e
2.
a
qualidade.
Idem
d
’
embrulho.
Idem
almaço,
liso.
Idem
almaço,
pautado.
Preços
sem
competidor.
AGENCIA
EM
BRAGA
TABACAKÍV BHACARENSE
(202)
JOKr
ANTONIO Dl SILVA LOMAR
28-RUA DO SOUTO-29
ICKAGrA
Tem
um
saldo
de
lãs para
vestidos
a
160 que
eram
de
360
Ditos
>
>
240
>
500
Ditos
»
t
300
>
800
Merinos
pretos
>
160 para
cima
Pano
de
linho,
adamascado
600
Dito
de
algodão,
enfestado
450
Morim
superior
100
>
Colchas
de
lã
em
côr
2$000
>
Ditas
de
linho
brancas
3$000
>
Toalhas
turcas
300
>
Fatos
de
casimira,
lindíssimos
4$250
e
4^500
Cortes
para
calça
1$500 e
10800
Guarda-soes
de
seda
($000 para
cima
Toucas
brancas
para
snr.
a
120
Botas
de duraque
de
côr
500
Golas
e
punhos
bordados
120
e 240
Laços
de
seda
120 e
200
Gravatas
para
senhora
100 para
cima
Saias
de bretanha, bordadas
1^000
D
Manias
de
blotide,
pretas
240
>
Colletes
para
senhora
240
»
Gravatas
para
homem
60
»
Collarinhos
de
linho para
homem
40 i
t
60
Punhos
de
linho
para
homem
60
Guarnições
brancas,
de
25 metros
a peça 40
Casimiras
pretas,
merinós,
franjas
e
guarnições
pretas,
failes
pretos
e
de
côr,
manteletes
de
muita
novidade,
tapetes
de todos
os tamanhos;
muitos
artigos
proprios
do
seu
estabelecimento,
que
vende
por
preços
muito
rasoaveis.
(209)
FESTIVIDADE DO
SS.
ROSTO DO SENHOR
DECLARAÇÃO
Os
abaixo
assignados,
legalmente
elei
tos
Devotos
administradores
da
Devoção
do
Santíssimo
Rosto
do
Senhor,
venera
do
á
entrada da rua
do
Forno,
tendo
lido
na «Sentinella»,
de
17 e 24
do
cor
rente,
uma
declaração
anonyma
em
que
se
affirmava
em
absoluto
terem os
devo
tos
d
’
aquella
veneranda
Effigie resolvido
fazerem
á
sua
custa
a
festividade
da
me
sma,
ficando
assim
o
publico
prevenido
para
não
concorrer
com
as
suas
esmo
las,
declaram
que a referida declaração
é
falsa
e
foi
publicada
no intuito
mani
festo
de
os
prejudicai.
Os
abaixo assigna
dos
leem
resolvido
fazer
a festividade
no
dia
6
de
junho,
e esperam
que
as
pes
soas
devotas do
SS.
Rosto
do
Senhor
os
auxiliem
com
os
seus
donativos.
Braga
26
de
abril
de 1880.
Os
Devotos
Rodrigo
d’
Oliveira
e
Sousa
José
Maria
Lupe
da
Rocha
João
Antonio
Marm
Lousada
João
Dias
Júnior
Simão
Pereira
Lopes
Antonio
José
Miranda
Pinto
Manoel
Bernardo
de
Paiva
Gaspar
Cezar
da
Costa
Antonio
José
da
Costa
Villaça
José
Joaquim
Ferreira
da
Conceição
Bento Joaquim Pereira.
Antonio
Bernardino
da Silva. (214;
Do
Banco
Commercial
da Madeira
Do
Banco
de Bragança
Do
Banco
da
Covilhã
)o
Banco
Portuguez
Do
Banco
do Douro
Do
Banco
de
Villa Real
Do
Banco
do
Alemtejo
Do
Banco
Nacional
Ultramarino
Do Banco
Nacional
Insulano
Do
Banco
Commercio
Industria
Do Banco
Commercial
de
Guimarães
Do
Banco
do
Minho
Hua d
oh
Capellistaa,
*
O
(192)
z00$00u
REIS
Dão-se
a
juro
de
5
p.
c. sobre
hy-
potheca
na confraria de Santo
Amaro
da
Sé
Primaz.
(196)
IMOS
a- EifANlfiO
APPi-LLú
t.'
CUlWPAiXÂC
Reside
em
Eira
Vedra,
comarca
de
Vieira,
uma
infeliz,
por
nome
ERMELIN-
DA
CARVALHO
DE
MAGALHÃES,
que
se
vê
nas
mais difficeis circumstancias,
depois
que
seu
marido,
c<
ndemnado
a
de
gredo
para
a
África,
lhe
deixou
a casa
espanlosamente
individ.da,
e
seis
filhos
para
quem
não raro
lhe
escassea
o
pão.
Se
merece
a
compaixão
geral
quem
desde
a
infancia
nunca
sentiu
uma
sorte
adversa,
não
menos
se
torna
credora
d
efa
a
pessoa
que,
remediada
e
feliz,
foi arro
jada
á
penúria
pelo
proceder
de
outrem
a
quem
tem
unido o
seu
coração.
Para
minorar
as
agruras
da
sorte d
’
esta
infeliz,
acha-se
aberta
uma subscripção
n’
esta
cidade
em
casa
do
respeitável
cem-
merciante
o illm.
0
snr.
José
Antonio
da
Silva
Lomar,
á
rua
do
Scuto.
n.
”
28
e
e
29, para
onde
se
poderão
dirigir
lodos
quantos
se
compadecerem
da
infeliz
mãe.
(168)
SUCCESSORES
DO CACIIAPUZ
Receberam
grande
sortido
de
ferragens
nacionaes
e
estrangeiras, bem assim:
Armas
e
rewolvers
de
superior
quali
dade.
Bombas
para
poços,
de systema
muito
aperfeiçoado,
vindas directamenle
do
es
trangeiro.
Bacias
de
ferro,
esianhadas,
de
supe
rior
qualidade.
Fogões
para
cosinha,
de
diversos
sys-
umas
e
afiançados.
Canas
de
diversas grossuras,
para
ben
galas.
Goma
estrangeira,
muito
superior.
Ferro
em
barra,
e
metaes
de
todas
as
qualidades.
Pieços
sem
competência.
(142)
Crtixa
penhorista Bracarense na
Travessa
de
D. Gualdim d’esta
eidade.
Continua
a
emprestar
dinheiro
sobre
penhores
todos os dias
desde
as 8
horas
a
manhã até
ás
9
da
noule
na mesma
caixa.
Vende-se
roupas
Pede-se
a todos
os
mutuários
que
ti
verem
objectos
empenhados
na
mesma
caixa
com atrazo
de
juros
de tres
mezes
es
venham
pagar
ou
resgastar,
senão
se
rão
vendidos.
BREVE
COMPENDIO
DE
ORAÇÕES E DEVOÇÕES
ADOPTADAS
PELOS
MISSIONAMOS
QUARTA
EDIÇÃO
Novamente
correcta
e
muito
augmentada
com
novas
orações
e
devoções
indul-
genciadas,
e
concedidas
posterior-
mente
á
ultima
Raccolta.'
Com
approvação
de
S.
Exc.
1
Revm.
*
o
Snr.
D.
Joao
Chrysostomo
d
’
Amorim
Pessoa,
Arcebispo
Primaz.
Vende-se
em
Braga,
na
typographia
Lusitana,
rua
Nova
n.°
4, e
nas
livra
rias
de Manoel
Malheiro,
rua
do
Almada,
Porto,
e
Catholica,
de
Lisboa.
Preço=16O
em
brochura,
e
240
enca
dernado.
tRUA
DI-:
S.
MARCOS,
N.°
5.|
H
Vende
papeis
pinta-
H dos
para
guarnecer
sallas, ||
H
lindíssimos
gostos, a prin-
S cipiar
em
80
reis
a
peça.
rÈ
S
---
B
Vende
olio,
tintas
e ff
g:
vernizes
para
pinturas
de
casas,
tudo
de
boa
quali-
J
dade.e preços
muito
resu
midos.
Vende cimento
roma
no
para vedar aguas, ges
so
para estuques
de
ca
sas,
tudo de
primeira
qua
lidade.
PEDIDO
A
Meza
da
Santa
Casa
da
Misericór
dia,
de Braga,
tendo
em
consideração
a
avultadissima
despeza
que
eslá
custan
do o
fornecimento
de
pannos
e fios
para
o curativo
de
feridas
no
Hospital
de
S.
Marcos,
empenha
n
’
este
acto
de
caridade
a
devoção de
seus
concidadãos.
0
escrivão
Lourenço
da
Costa
G.
Pereira
Bernardes.
0
PROGRESSO
MODERNO
e
o
(BOIPâlDO
(MWUUk
ou
IMA
PALESTRA AO €AHIR DA TARDE
POR
CORNELIO
ARGUS.
Preço
.......................
80
réis.
murnii
Íí wiiwisii
CONTRA
OS
PROT
ST
.ATES
E
outros
inimigos
da
Religião
e
da
Egreja
pelo
DR.
D.
JOÃO
GONZALEZ
TRADUCÇÃO
DE
A.
MOREIRA
BELLO.
Com
permissão
do
ex.m
°
Cardeal
Bispo do
Porto
Preço.......................................
160
réis.
Ambas
estas
obras
se
vendem
no
escri-
ptorio
da
administração
da
typographia
d
’
es-
te
jornal.
RESPONSÁVEL
—
Domingos
J. S. Aguiar-
o
n
___
1
__________
PRAGA,
TYPOGRAPHIA LUSITANA—
1880
Parte de Comércio do Minho (O)
