comerciominho_13111879_1009.xml
- conteúdo
-
aEi^asosA.,
ie
noticiosa
.
REDACTORES—D.
Miguel Sollo-Mayor e
Sr. Custodio Velloso.
7.° ANNO
PREÇO
DA ASSIGNATURA
12
mezes,
com
estampilha.
. .
2&000
12
mezes,
sem
estampilha. .
.
1&600
Brazil, 12
mezes,
moeda
forte.
.
3&600
Folha
avulso
...............................
10
PUBLICA-SE
AS
TERÇAS, QUINTAS E SAMADOS.
5
.
PUBLICAÇÕES
Correspondências
parlic.
cada linha
ÍB
Annuncios
cada
linha.....................
20
Repetição
.
10
Assignantes,
20
p,
c.
d
’
ahatimento
N.° 1:009
14
DE
HOVEBBHO.
Eis uma
data a rememorar um tri
stíssimo
acontecimento
para
os legilimistas
portugnezes.
Ela
treze annos que nas plagas do
exilio,
aonde o arrojara
a impetuosa cor
rente
do
revolucionarismo, exhalava o ul
timo
alento
o Senhor
Dom Miguel de Bra
gança, o Rei idolatrado dos verdadeiros
portugnezes.
Nunca
passou, nem jamais passará
despercebido para
nós tão lucluoso dia,
que
vem
avivar-nos saudades inextinguí
veis,
e ao mesmo
tempo avigorar crenças
cada
vez
mais ardentes
e esperanças que
não mentirão.
Deponhamos pois as armas do com
bale,
e do templo do Deus Vivo ergamos
ao ceo uma
prece
fervorosa pelo eterno
descanço
do
Rei—Marlyr.
E essa prece transmudará em doce
orvalho consolador, as gottas de chumbo
que a
mágoa
e
a adversidade
tiverem in-
stillado em nossa alma.
CONVITE.
A Commissão que se propoz
realisar solemnes exequias pa
ra
suffragar
a alma
do Senhor
D. Miguel
de
Bragança, no dia
14
do
corrente, anniversario
do seu passamento, convida os
ievd.os sacerdotes e amigos
do
Augusto Finado,
a
assistirem
ás
mesmas.
A solemnidade terá logar
no
dia indicado, na egreja do Hos
pital de
S. Marcos, havendo de
manhã
missas geraes,
e por 10
horas
missa solemne,
e no fim
«Libera me».
---------
I
QUINTA-FEIRA 13
IiE NOVEMBRO DE 4879
Antiguidade
do
h&mem,
(Continuação)
.1
Historia.
—
Quando,
depois
de
haver
mos
interrogado
os
monumentos,
interro
gamos
também
a
historia,
o
facto
da
néo-antiguidade
do
homem
resalta
ainda
de uma maneira
"mais
brilhante.
Em primeiro logar,
que
historia
ousaria
comparar-se
á
de
Moysés? Elle
era
sa
cerdote
de
Hieropohs,
quer
dizer,
instruído
e sabio;
escrevia
para
um povo,
que
linha
passado
trezentos
ou
quatrocentos
annos
no
Egypto;
linha
visto em
toda
a
sua
integridade
velhos monumentos,
que
hoje
contam
mais
trez
mil
annos,
e
estes
mo
numentos
failavam
uma
lingua
que
era
a
sua,
ao
passo
que
os
nossos
sábios
ape
nas
hoje
a
balbuciam
ou
a
solettram.
Oppôr
a Moysés, Herodoto
ou
Manéthon
é
insultar
a
razão
e
o bom senso; nem
mesmo
se
póde sem
cobardia,
sem
um
certo
allentado
contra
a
verda.ie.
acceitar
a
lucta,
nem
ainda
a
simples
defrontação
em
similhante
terreno;
tanto
mais
que
a
obra,
que
traz
o
nome
de
Moysés,
é
inteira,
perfeitamente
conservada
e
por
toda a
parte
similhante
a
si
mesma,
ao
passo
que
a obra
de
Manéthon,
relativa
mente
recente,
nos
é
apenas
conhecida
em
fragmentos
informes,
cujas
varias
ver
sões
apresentam
entre si differenças con
sideráveis.
Mas
não
importa. Inlerrogae
e
discuti
altentamente
Herodoto,
Diodoro
Siculo,
Manéthon,
os
papyrus
de
Turin.
a
salla
dos
antepassados
do
templo
de
Carnach,
as
laboas
de
Abydos,'
a
Velha
Chronica
etc. etc.,
e
em
nada
d’
isto
encontrareis
uma
antiguidade,
que
diílira
notavelmente
da
estabelecida por
Moysés
e
pela
grande
pyramide.
A
Astronomia
—
Interrogada
a
seu
tur
no,
a
Astronomia
dos
Antigos
não
suppõe
de maneira alguma
nem
observações
pro
longadas
atra
vez
de
longos séculos,
nem
uma
antiguidade
desmesm
aja. Com eífeito,
os
Egypcios
não
conheceram
senão
mui
tarde
o anno
solhiaco
de
365
dias
e
um
quarto,
e,
por
inaioua
de
razão,
o
pe
ríodo
solhiaco
de
1469
annos
solares;
e
Mr. Biot
não
duvida
de
concluir
depois
de
uma
comprida discussão,
que
a du
ração
numérica
d’e«te
periodo
fora
de
duzida
no
segundo século
da nossa
era,
não
de
observações
anteriores,
mas
das
theorias
astronómicas,
e
por
um calculo
retrógrado,
para
lhe
dar
a apparencia
de
urna determinação
directa.
Dupuy
queria
que
o
Egypto fosse o
paiz
natal
do
Zodíaco,
e
que
a sua
ori
gem
remontasse
a
quinze
ou dezeseis
mil
annos
!
Mas nós provamos
superabundan-
lemente
em
outro logar,
que
nenhuma
representação
zodiacal
completa
se
encon
tra
nos
monumentos
egypcios anteriores
á
dominação
romana;
e
nos
zodíacos
in
completos
o
sagillario
é representado
por
um
centauro,
figura
própria
da mytho-
logia
grega,
e
de todo
ponto
estranha
á
arie
egypcia.
Por
consequenbia
estamos
no
pleno
direito
de
confirmar
as
seguin
tes
conclusões
de
Mr.
Charles
Lenormant:
«A população
do
Egypto
pertence
á
raça
«de
Cliam,
e
veio
<ia
Asia
eslabeltcer-se
«no
v
alie
do
Nilo
pelo
caminho
da
Syria.
«E’
esie
um facto
adquirido
para
a
scien-
«cia,
e
que confirma
plenamente
os
dados
>de
Moysés»!
Os
annaes
e
a
astronomia
dos
outros
povos,
como
os
Chaldeus.
os
Assírios,
os
Babyloneos,
os
índios,
os
1
ndo-Europeus,
os
Chinezes,
os
Persas,
os
Georgeanos
e
Arménios,
os
Phenicios
e
os
Chananeus,
os
Gregos
e
os
Árabes,
faliam
tamhem
mui alto
a
mesma
linguagem.
Não
sómente
nenhuma
das
tradições
d
’
alguns
d
’esles
povos
remonta
além
de
oito
mil
annos,
data
que a
Revelação
permitliria
assignar
á
creaçào
do
genero
humano,
mas
lodos
elles
procedem
de
Noé,
e
a
sua
origem
é
posterior
aos
grandes
factos
do
diluvio
e
da
dispersão.
Um
pequeno
numero
de escriptores,
aliás
orthodoxos, não
duvidam
admittir
ique
o
homem
ante-diluviano houvesse
ha
bitado
Ioda
a
terra,
e
que
os restos
das
5
FOLHETIM
À
MÃO
00 MORTO
(
traducção
livre
).
i
caso
de o
coadjuvar
ellkazmenle. Entre
I
tanto
a
sua
justa
esperança
foi
baldada.
O
termo do
pagamento, que
lhe
era
an-
■nualmente
leito
em
nome
de
Henrique
I,
i
expirou
sem
que
tile
visse
um
só
real.
'
Esperou
pacienlemente
e
sem
queixar
se
|qne
o
que
elle
alliibuia
a
esquecimento,
fôsse
erntim reparado. Mas
o
segundo
anno
]
passou
-corno
o
primeiro.
Então
Lisbeth
jinsligou-o
a
dirigir
uma reclamação
ao
!
Dudrn
lh» resnonden norém,
. 1.1/ . V
v., li il va v, * v — ---- |
,
[que
tendo
acceilado
uma
pensão
do
guer-
!
.......IA..
„
tlãl
111113 68
•
■
mola,
mas
sim
o
pagam
nto
de
uma
di-
I vida
sagrado;
e que. provando
lhe
agora
o
procedimento
de
Henrique
II
que
este
não
entendia as
cousas
do m
sino
modo,
elle
se
envergonhava
de fazer
junto
do
duque
a
mínima
tentativa.
Ora
como
Lis-
belh
conhecia
bim
seu
marido,
e
como
as
palavras
d
’
esle
eram
sagradas
paia
ella,
não
insistiu
mais.
Naque
les
bons
tempos
mão
se
‘
mulher,
-
.
com
o
parecer
do
.piando,
uma
vez
que
se
não
tratasse
da
roça
ou
da
panella.
Entr.
tanto Pedro'havia
chegado
a pon
to de
não
poder
fizer
cousa
alguma;
e
portanto
a
f.milia
não
tinha
outros
meios
de
sub
;
istencia
além
do
trabalho
de
Ma
lhias,
que se mostrava
digno
filho
de
seu
pae
pela
sua
coragem,
pela
sua
prudên
cia
e
pela
sua
habilidade
em
forjar
o
fer
ro e
todos
os
outros
metaes.
Malhias
eslava
convencido
de
que
o
menor
aviso,
ainda
indirecto, feito
ao duque,
bastaria
paia
lhe
lembrar
o
cumprimento
do
seu
dever;
mas
o
chefe
da
íamilta
linha
falia-
Henrique
1.
in
meio das
agitaçõ.s
tlo>v»
duque.
Pedro
lhe
respondeu porém,
seu
reinado,
jámais
esqueceu
a
Pedro.
|
<l
ue
lendy
acçeiladp
um'1
Muitas
vezes
lhe aconteceu,
entre
<1
nas
;
reator.
enlendêra
recebei,
d
’aquellas
batalhas,
que
lhe
mereceram
oj
sobrenome
de guerreador, vir
visitar a
sua
boa
cidade
de Anvers; e
sempre
man
dava
que
lhe
fosse
apresentado o honra
do
ferreiro,
informando-se
com
interesse
dos
seus
negocies
e
dos
da
sm
família,
pois
que
Lisbeth
e
seu
mirido se
haviam
,rodeado
de um
razoavel
numero
de
filhos.
Tmham
cinco
—
um
rapaz
e
quatro
rapa
rigas.
Afinal,
quando
o
duque
falleéeu
em
Colouia.
a
3 de
setembro
de 1236,
or
denou
que
enviassem
a
Pedro
um
magni
fico
anel
de
ouro, que
elle
trazia no
dedo
no
dia
da
Assumpção
de
1202,
como
penhor
de
piedosa
lembranÇh.
O
noyo
duque
Henrique
11,
denomi
nado
o
pacifico,
passava
por
ser
um prín
cipe
justo
e
humano;
e
por
isso
Pedro
tinha
bem
fundadas
esperanças
de
que
a
pensão-,
que ha
da
disfruclado
per
mais
de 30
annos,
lhe
seria
continuada.
Elle
tinha
já
os
seus
sessenta,
as
loiças
iam-
lhe
minguando
sensivelmente,
e
dos
seus
cinco
íilhos
só
utn,
Malhias,
estava
no
faltava
ainda
na
emancipação,
da
e
esta
accommodava-se
sempre
'
’
i
‘
,
urna'
vez
que
do,
e
lodos se
resignavam,
sem
murmu
:
rar,
á
sua
trisle
sorte,
apezar
de
lhes!
ser
tão
facil
fazel-a
mudar,
se
tivessem
I
menos
respeito
pela vontade paterna.
Veio
o inverno;
Malhias
cahiu
doen-
!
te,
e
não
poude
trabalhar
por
uns
poucos
de
mezes.
A
miséria,
esta
terrível
hos
peda,
veio
assentar-se
no
pobre
alvergue
do
ferreiro,
lançando
ahi
a
dòr
e
o de
sespero;
moveis
e
roupas,
tudo
loi
ven
dido
ou
empenhado....
A
este
poulo
haviam
chegado as
cou
sas
quando
appareceu
em
Anvers
um
fra
de
allemão,
precedido de
uma
grande
no
meada
de
eloquência
e
de
virtude,
que
adquirira
prégando.
por
diversos
paizes,
sermões,
que
eleclrisavam
as
almas,
e
praticando
actos
de
dedicação
pela
huma
nidade,
que altraliiram
sobre
elle
um
con-
cêrto
de
bênçãos.
Este
frade
cujo nome
era
Hirwring,
havia
tomado
á
sua
conta
principalmente
a
causa
dos
pequenos
contra os
grandes,
consolando
uns
e
procurando
despertar
nos
outros
a
caridade.
Como
elle
ousava
(al
iar
da
egualdade
de
todos
os
homens
pe
rante
Deus, o seu
auditório
era
quasi
ex
clusivamente composto
de
gente,
do
povo,
e
raríssimas
vezes
iam
os
nobres
escu-
tal-o.
Eoi
pois
com
grande
stirpreza
que
se
soube
haver
Henrique
II
tomado a re
solução
de ouvir
um dos
seus
sermões.
Effeclivamente
o
duque,
n
’
um
dom
ngo'
de
manhã,
par-tiu
de
Brr.xeilas
e
appareceu
;!
’
nnprovi
o
na
egreja
de
Saiote
Walburge,
nde_
o
padre
Hirwring pronunciava
um
sermão
sobre
a dureza
dos
senhores,
aos
quaes
Deus
(dizia
elle) não
poderia
dei
xar
de
dirigir
no
dia
do
juizo
as
severas
palavras
dos
Livros
Santos:
«Relirae-vos
«de
mim,
vós,
que
haveis obrado
a
ini-
«quidade»!
Malhias,
levantado
havia
pouco
da
sua
doençi,
escutava
esta
prégação.
Elle
li
nha
vindo
á
egreja
no
intuito
de orar
por
seu
velho
pae,
cujo fim
proximo
tudo
lhe
prenunciava. As
energicas
oalavras
do
frade
haviam lançado
na sua
alma
senti
mentos
de
revolta,
quaes
jamais
experi-
mentára,
e
que haviam sopitado todos
os
seus
piedosos
pensamentos. Sahiu
do tem
plo com
a
cabeça
a arder,
com
os
pu
nhos
crispados
de raiva. Na
rua
encon
troo
alguns
operários,
que
se
lhe
acerca
ram
e
o levaram
á
taberni.
Assim
passou
aquelle
dia
até
á
tarde.
Mas
que
doloroso
espectaculo
o
aguar
dava
ao
entrar
em
sua
casa!...
Encontrou
seu
pae moribundo
sobre
um
grabato,
n’um
quarto
sem
lume
(era
em
janeiro);
e sua
mãe
e
suas
irmãs
lasti
mando
se
por
não
lerem com
que
com
prar
uma
pouca
de
tisana ou
de vinho
com que
refrescar
os
lábios
resequidos
do
p
hre
velho!
Cumulo
de
desgraça!
Elle
lambem
não levava comsigo
nem
um
só
real!...
.
D
’
ahi
a
pouco
Pedro exhalava
o
ulti
mo
suspiro
apertando ao
seu coração
o
anel,
que
1he
havia
legado
o
duque
Hen-
riqu
■
1, e quê fizera
jurar
a
seu
filho
o
conservaria como
uma preciosa
relíquia.
(.ConiiMiío)
existências
e
das
industrias
humanas acha
dos
nos
terrenos
quaternários
pertencem
ao
homem
de
antes
do
diluvio.
E’
porém
minha
convicção profunda
que
esses
des
pojos
pertencem
ao
homem posterior
á
dispersão.
Já
o
affirmei,
monslral-o
nos
camtulos
Vem
o
dia
8
de
dezembro
proximo
em
que
a
Egreja
vae
celebrar
o
vigésimo
quinto
anniversario
da
definição
dogmati
ca da Conceição
Immaculada
da
Santíssima
Virgem.
Este faustíssimo acontecimento,
que
encheu
de
jubilo todo
o
orbr,
e
revi
gorou
o
espirito
cãtholico
para
as
gran
des
lucias
dos
annos
que iam seguir-se,
novamente
accende
o enthusiasmo
no
seio
do
catholicismo,
relembrando
os
successos
de que
fomos
testemunhas, e
que
todos,
contra
a
esperança
dos
perseguidores,
fo
ram
preparação
e
prenuncio
das
mais es
plendorusas
victorias,
e
dos
mais
assigna
lados
triumplios.
Que
se
releiam as
paginas
da
historia
dos
últimos
annos,
e
o
bom
senso chris-
tão
descobrirá
em
cada
successo
um
tra
balho
da
Providencia,
e
um
passo
da
mi
sericórdia
divina
em
favor
da
Egreja.
Que
se
ponderem
os
acontecimentos,
e
a
fé, vendo
o
dedo
de
Deus
a
joeira'1
a
Egreja,
a
arrancar
as
más
ervas d
’
esle
seu
campo
e
a
plantar
e
a
edificar
por
meio
dos
seus
obreiros,
adorará
a
mão
invisivil
que
fere,
mas
cura,
que
castiga,
mas
perdoa
também.
A
Egreja que está
sempre assistida
de
um poder
sobrehumano
medita
nas
obras
de
Deus,
e
deixa-se
levar
pelo
espirito
do
seu
divino
Fundador.
A
perseguição
d
’
este século
começou
por
despojal-a
e
empobrecei a,
e
quiz
aca
bar
por
trucidal-a
e
affogal-a
em
sangue.
Viu
a
Egreja
não
só
indivíduos
mas
nações
inteiras
renegarem
o
Christo Se
nhor
que
cimentou
com
seu
sangue
este
magestoso
e
admiravel
eddicio.
Viu
seus
filhos
dispersos,
mendigando
o
pão
da
verdade
e
da
justiça,
e
as
filhas
desam
paradas
e
expostas
a
medonhos
perigos.
Viu
a
conjuração
impia
das
grandes
potestades
terrenas
que
lhe
maquinavam
o
extermínio,
e
ouviu
os brados
da
plebe
enfurecida
que
clamava
;
Roma
ou
a
morte.
As
muralhas
que
deffendiam
a
cidade
saneia,
foram
rolas
pelos
tiros
do
canhão,
e
a
cidade de
refugio,
asylo
de
desven
turados,
abriu-se
então
a
todos
os
crimi
nosos,
e
a
lodos
os vicios.
Morava
então
na
cidadella
de
Roma
absoluta,
quando
a
própria
edade
relativa'um
ancião
que
era
o
Pastor
do
grande
se
lhe
escapa,
e
quando
o
principal
obje-
rebanho do Senhor.
O
seu
anjo
custodio
e
vou
ainda
de-
seguintes.
1871
me
coube
Quando
em
agosto
de
■apresentar
á
«Associação
Britantiica
para
o
adiantamento
das
sciencias»,
os silex
ta
lhados.
descobertos
pelo
snr.
abbade
Bi-
chard
em Galgala
e
no
tumulo de Jesué,
exactamenle
nos
lagares
onde
a
Vulgata
e os Seplenla
declaravam
que
deviam
pro
cural-os,
accrescentei
sem
hesitar,
que
aquelles
silex. achados
á
superfície
do
sólo,
na Syria e
no Egyplo.
entre
os
quaes
se
encontram
quasi
lodos
os
typos
co
nhecidos,
comquanto
sejam
históricos,
são
mais
antigos
que
os
mesmos
de Saint
’-
Acheul.
Disse
mais.
que
a
questão
da an
tiguidade
do
homem,
nas soas
relações
com
a geologia
e
com a
paléontohgia.
estava completamente resolvida
em
favor
da
Revelação;
que
não
só
não
surgiriam
nunca
das
pr.
fundezas
da
terra
novos
ar
gumentos
ein
favor
da
these
absurda
da
antiguidade
desmesurada
do
genero
huma
no,
mas
que.
o
valor
dos
antigos
argu
mentos
diminuiria
cada
vez
mais.
Folgo
muno
de
poder
certificar
hoje
o
inteiro
cumprimento
da
minha
predicção.
Provas
da
geologia
e
da
paléonl gia.
—
Eu
podia
com
bom
direito
recusar
a
in
tervenção
da
geologia
e
da
paleontologia
em um debate
relativo
á
ancianidide
do
homem,
porque, como
dizia
com sobeja
razão,
no congresso
de B uxellas, um
antropologista
dislincto,
Mr. Fraas
de
Stutfgard:
«Quando
se
falia
de
terrenos
terciário,
mioceno,
plioceno,
quaternário,
trata
se da
epocha
em
que
as camadas
da
superfície
da
terra
se
formaram
no
fundo
do mar
e
dos
lagos,
aonde
o
ho
mem
não
podia
habitar
E
’
preciso
não
confundir
a
formação
dos
depositos
com
os
phenomenos,
que
foram
produzidos
quando
a
camada
terrestre
estiva
já
for
mada». O
tempo
da geologia
estava
aca
bado
quando
o homem appareceu sobre
a
terra.
Além de
que
esta
sciencia,
bem
como
a paleontologia,
não
é
de maneira
alguma
uma
sciencia
exacta.
Cada uma
das
suas
aílirmações
é
desmentida
e
;>n-
nullada
por
uma negação
de
igual
valor!
Como
poderia ella concluir por
uma
edade
clo
dos
seus estudos
é
confirmar
as
re
voluções
e
os
remanuseamentos
profundos
e
successivos
do
globo
terrestre?
Ella só
encontra
restos
do
homem no
diluvium.
Ora
o
diluvium
é
a
ultima
fiada,
o
tim
da geologia.
Falia
se
da
descoberta
de
pedras
poli
das,
de
ossos
de
animaes,
de
craneos
ou
de
esqueletos
humanos, nos
últimos
ter
renos
mais
ou menos
moveis,
cuja
origem
e
tempo
do
seu
deposito
não
são
conhe
cidos!
Ora
esta
descoberta
havia
sido feita
e
interpretada
atiladamente nos
séculos
anteriores.
A
Amhropologia
moderna
nada
de
essencial
lhe
tem
accrescentado. Aquel-
ies
são
simplesmente
os restos
da
indus
tria
de
populações
cahidas
quasi
no
estado
selvagem,
depois
da
dispersão.
O
que
se encontra
no
diluvium,
de
baixo
das
camadas
de
saibro,
de
areia,
de
lôdo
ou
de
turfa,
nas
cavernas
e
sob
a
crusta stalagmitica,
é
o
mesmo
que se
encontra
sob
a
meza dos
dólmins:
ma
chados
de
pedra,
facas
de
silex,
pontas
de fréchas
de
quartzo
ou
de
osso,
fra
gmentos
de
louça,
etc.
Uma
conformida
de tão
frisante
entre os
objectos
accusa
evidentemente
uma
certa
contemporanei-
dade;
ora
os
homens
dos
dolmins
são
homens
históricos
ou
quasi
hisloricos
!
Os
teslimnnhos
naturacs
e
directos da
antiguidade
do homem
são:
as
obras
hu
manas;
pedras
ou
silex
talhados
ou
não
talhados,
polidos
ou
não
polidos;
idades
diversas
da
humanidade;
terrenos
onde
se
sumiram
os
restos
do
homem
e da
in
dustria
humana;
animaes contemporâneos
do
homem; habitaculos
do homem,
caver
nas,
cidades
lacustres,
etc.;
o
homem
fóssil,
etc.
Eu
os
tenho
interrogado a
to
dos
successivamente
e
com
o
maior
cui
dado,
e
lodos
depõem
a
favor da recente
apparição
do
homem sobre
a
terra;
nhum
d
’
esses
testimunhos
remonta
do
diluvio
e
da
dispersão.
lhe
disse
—
fica, deixa
te
estar
aqui:
os
barbaros
não
foiçarão
a
porta
do
leu
pa-
lacio.
E
o ancião
ficou,
mas
a
dôr
e
a tri
steza
minaram-lhe
a vida,
e consummi-
ram-lhe
as
forças.
As
fezes
do
calix
das
amarguras
estavam
esgotadas.
Este
velho
chamou-se
Pio
Nono,
e
foi
este
que
no
corte
das angustias,
quando
viu
desencadear
se
a procella
e
soprarem
rijos
os
ventos
da
heresia
e
da
perse
guição
tilou
a
Kslrella
doí
mares,
Maria
Immaculada
e
lhe
supplicou
auxilio.
Do
seu
exilio
de
Gaeta
interroga
o
orbe
na
pessoa
de
lodos
os
bispos
sobre
a
crença
na
pureza
e
impeccabilidade
da
Conceição
de
Maria
SS.,
e
reconhecendo
que
tal
era
a
crença
do
orbe
manifesta
da
na tradição
mais
antiga,
e
no sentir
de
lodos
os
padres,
congregações,
univer
sidades,
proclamou
e
definiu,
e
decretou
já
em
Roma,
como
dogma,
a
Conceição
Immaculada
da
SS.
Virgem
Maria,
Mãe
de
Deus.
Novamente
Aquella
que
no
principio
fôra
annunciada
como
libertadora do
ge-
nero
humano,
ergue
a
planta
mimosa
para
da
serpente,
e
a
Egreja
de
de
Maria
Immaculada
sup-
a
liberdade.
que
se
recordou
da
sua
pro-
nero
humano,
calcar
o
collo
joelhos
deante
plica a paz
e
Deus
como
messa,
e
repetiu
mais uma
vez
á
Egreja
e
ao
seu
Chefe
atribulado
—
ecce
ego
vobis-
cum
3
um.
Comparem-se
os
tempos;
confrontem-
se
as
épocas;
estudem
se
as
situações
da
Egreja e
do Estado
de
ha
25
annos
a
esta
parte,
e
diga
a
reflexão e
a critica
se
a
definição dogmatica não presagiou a
victoria
e
os
triumphós
que
os
successos
estão
preparando
e
apressando.
Diga
a
fé
catholica
se
a
esperança
que
Pio IX
e
toda a
Egreja
pôz
na
prolecção
da
SS.
Virgem
Immaculada,
foi
vã
e impotente.
A
revolução
foi
até
onde
podia ir,
e
os
seus
chefes e auxiliadores
reconhece
ram que
é
impossível
ir
mais
avante.
Pararam,
e
a Egreja
continuou
o
seu
ca
minho,
porque
não
é
dado
ao
homem
obstruir
os
caminhos
da
Providencia,
nem
contrariar
os desígnios do
Eterno.
ne-
além
(Continua)
Versão
de
d
.
m
.
s.
Vamos
celebrar
o
vigésimo
quinto
an
niversario daquella definição,
que
alegrou
o
orbe
,e que
foi
tão
gloriosa
para
Maria.
E
’
a
festa
jubilar da
Immaculada.
Então a
Egreja
temia
os
golpes
da
re
volução
triumphanle e
pedia
auxilios
op-
portunos
para
resistir
aos
mais
violentos
ataques.
Hoje,
prevendo
a
paz
exulta
na
espe
rança
de a
ver
concluída,
e
envia
ao ceu
acções
de graças.
Os thesouros
da
Egreja
estão
abertos
n
’esse
dia
e
por
toda
a
oitava
da
festa
que
se
aproxima.
O
Vigário de Christo
incita e
convida
todos
os calholicos
a
festejarem
este
an
niversario
feliz,
e
os
b:spos
de
tola
a
chrislandade
trabalham
para
que
os
fieis
o celebrem
dignamente.
Braga
não
ficará
inferior
ás
demais,ci
dades,
porque
ella
tem
dentro
dos
seus
muros
a
primorosa
Imagem
da
Virgem
Im-
maculada,
que
o
proprio Pio
IX
benzeu
e
indulgenciou.
A
Commissão
do
Sameiro
resolveu
í
convidar
os
fieis
d
’esta cidade,
a
celebra
rem
com
a
maior pompa
este
anniversa
rio,
na
egreji
do
Populo,
e
para
este fim
se
vae
dirigir
aos
devotos
da
Immaculada,
supplicando
os meios.
Applaudim
>s
a
iniciativa
e
certamente
os bracarenses,
tão
devotos da
Conceição
Immaculada,
não
deixarão
de
secundar
os
exforços
da
benemérita
Commissão
Sobejos motivos ha
pira
louvar
a
Ma
ria
Immaculada,
e
para
exultar
na
espe
rança de
em
breve, pelas
suas
supplicas,
ver
a
Egreja
cantar
as
glorias
do
seu
triumpho
sobre
lodosos
inimigos
de
Christo
e
da sua
Egreja.
O vigésimo
quinto
anniversiirio
da definição dagmatica da Im-
mneutada
Conceição «is» SS. Vir
gem.
gazetilha
Chroiiiea religiosa. —
Hoje:
Expo
sição
do
Santíssimo
na egreja
da Miseri
córdia.
TUova
publicação.—
O
srir.
Xavier
de
Carvalho,
moço
talentoso
e
distincto,
vae
encetar no
Poito
a
publicação
d
’
um
periodico bi-mensal
intitulado
«O
Thealro
moderno»,
no
qual collaborarão
muitos
dos
nossos
mais notáveis
literatos.
A
correspondência
deve
ser
dirigida
para o
escriptorio
da
redaçção,
rua
da
Policia,
3—Porto.
Malvadez
requintada.—
A
tabole-
la que o snr.
Antonio
Casimiro
da
Costa,
ensaiador
real
e
visual
do
ouro,
tinha na
fronteira
do
seu estabelecimento
de ouri
vesaria
na
rua
Nova
de Souza, apoareceu
honlem
de
manhã
quebrada
em
astilhas.
Tinha
custado
27$0t)0
reis.
Parece
estarem
descobertos
os
auclores
d
’esfa
maroteira.
A
policia
portou-se
de
modo
superior
a
lodo
o
elogio.
PubiírtaçõeH.
—
Accusamos
a
rece
pção
das
seguintes,
cujos
exemplares mui
to
agradecemos
aos
respectivos
auclores
e
editores:
JORNAL
DE
VIAGENS
E AVENTU
RAS
DE
TERRA
E
M\R
—Distribuiu-se
o
n.° 21 d”este
excellente
semanario,
sem
pre
pontual e
curioso.
Este
n.°
contém:
Texto: Assumptos
de
geral
interesse:
O
Canal
de
Panamá
e
o
futuro
da
Ame
rica
Ce:itral=Pe!as
regiões
longínquas:
Os
Suicídios
no
Japão=Viagens
Celebres:
As
regiões
Polares
—
Da
Barra
da
Aguada
ao
Estreito
de
Gibraltar=A
Irlanda
e o
Fe-
nianismo
—Aventuras
de
Terra
e
Mar: O
Vulcão
nos
Gelos,
aventuras
d
’
uma
ex
pedição
scienlilica
ao
polo
do
norte=-Via-
gens ás
cidades
dos
mortos:
Herculantim
=Historia
dos
Piratas,
Corsários
e
negrei
ros.
Chronica:
Estatística
dos
judeus=Os
naufragos
porluguezes=A
estatura
do
ho
mem
nos differenles
paizes
—
A
Venus
Ne
gra.
llluslr
ações:
Pelas
regiões
longínquas:
Os
Suicídios
no
Japão=Viagens Celebres:
Bellol
=
Viagens ás cidades
dos
mortos:
Cadaver
encontrado
nas invesligações=
Historia
dos
Piratas:
Os arabes
divertem-
se
atirando
pedras
ao
cadaver
da
condessa
de
Bourk.
—
ATRAVEZ
D
’
AFRICA
—
VIAGEM
DE
ZANZIBAR
A
BENGUELLA
por V. L.
CAMERON.—
Distribuiu-se
o
fascículo
n.°
16
d
’
esta
publicação
editorada pela
casa
dos
snrs.
Mattos
Moreira
&
C.
3
,
de Li
sboa.
Comprehende
as
folhas
7
e
8
do vo
lume
II.
—MARAVILHAS
DA
CREAÇÃO,
por
PEDRO
M.
POSSER.-Está
publicado
o
fascículo
n.° 30
d
’esta
obra notabilíssima.
Termina
este
fascículo
o l.°
volume
que
consta
de
382
paginas optimamente
impressas
e
adornadas
de
numerosíssimas
gravuras
intercaladas no
texto, e avul-
sas.
—
ALMANACH
CÃTHOLICO
LEGITI-
MISTA PARA
1880
—
Vae
no
4.»
anno
da
sua publicação este
curioso
livrinho,
que
se
vende
por 130
reis
em casa
do
snr.
Manoel
José Vieira
da
Rocha,
na
rua
do
Souto.
Contém
os
seguintes
artigos:
Duas
pi!avras=Epncas
notaveis=Ben-
çãos
raatrimoniaes=Compulo
ecclesiaslico
=Festas
moveis=Temporas=Estações
do
anno=Eclipses
do
anno
de
80--=
Indul
gências
planarias
=
Dispensas
da
abstinên
cia
da carne
na
quarésma=D
as
de
gala
nos
arraiaes
legitimistas=»Di
*s de
luto=
Tabella
dos
incendios=«Nascimentos
e
oc-
casos
do
sol
=>
Tabella
das preamares e
baixámares
em Lisboa
=
Companhia
real
dos
caminhos
de
ferro portuguezes=Ser-
viço
de
diligencias—
Caminho
de
ferro
do
Minho
==»
Caminho
de
ferro
do Douro
=
Caminho
de
íerro
'do
sueste=Companhia
de
carruagens lisbonenses=»Trens
de
pra
ça
em
Lisboa
=
Tabella
dos preços
dos
trens
de
praça
no Porto
—Abreviaturas=
Calendario=Familia
real
porlngueza==Fa-
miiia
real
de
Hespanha=»Famiiia
real
de
França=Familia
real de
Nápoles—
Casa
du
cal
de
Modeua=Casa
ducal
de
Parmi
=
Casa grã-ducal da
Toscana=Uma visita
a
Bronnbach
==
O que
fomos
e
o
que
so
mos!
=•
Louvável inteireza d’um ju!z=O
coração
de
Jesus—Igualdade
nas
monar-
chias=O
que
é
um
«Não»=O
libeialismo
e
o
maçonisrao=
Igualdade
republicana=
A
riqueza
publica
=
Verdades=As
anlori-
uhas=Os
titulares
antigos=O desp
tismo
do
Senhor
D.
Miguel=Ambulancias
car-
listas=>Amisade=Epigiamma engraçado=
Serpa
Pinto
=»
Meios
eleiloraes=Catholicos
liberaes=«O
nosso
exercito
na
guerra
da
Península
=
Carta
=
Dois
topicos
de
uma
carta=Fabricas
de
papel
em
Portugal=
N
’
um
hospital de doid>>s=O
Escurial=A
’a
sepultura
de
uma
menina
morta
aos
qua
tro
annos
de
edade=Um
retrato
de
Fr.
José
Marques=xNolavel
coincidencia=Du-
que
=
A
’
convalescença
de
um
amigo
==
Exemplo
de
«Patnolismo»=Uína
mulher
sem
cabeça
=
Voluntários
realistas^A
D.
Affonso
Henriques=-A’s
minhas
filhas=O
cão
da Terra
Nova=-Um
novo
Priucipe=
O
Papa
e
o
governo
de
facto=A
Fé=Ve-
lharias
=
A
experiencia=Duellos=.A’ Vir-
gem=Um
relogio
notável
■=
Recompensa
á
«honra» ==
Liberdade
de cõnsciencia=*
Qual
é
o
verdadeiro
rebanho
de
Christo?
=»Gymnaslica
=-
Utilidade
de
certas
aves
—
O
heroe
do
brigue
«Mondego»=Fr.
Ray-
mundo
dos
Anjos
Beirão
=
A
capella de
Versailles=Conventos
=
As
descobertas=
20
de
novembro
=■
As
abclhas=Tempo=
Primeiro
de
março=A
synagoga
moderna
=-
Os
jesuítas
julgados
por
Fenelon
=
Desafiio.
—
HISTORIA
DE
PORTUGAL
1LLU-
STRADA.
—
Recebemos
o
fascículo
28
d
’
esta
publicação,
nitidamente
impressa
e
adornada
de
magnificas
estampas
em
pa
pel
velino.
A
Historia
de
Portugal
é distribuída
com a
maxima
regularidade
em
fascícu
los contendo
tres
folhas
de
8
paginas,
formato
in-folio
com duas coltimnas, typo
novo
e
oplimo
papel.
O
escriptorio da
Empreza
é
em
Li
sboa, rua
Nova
do
Almada,
36,
1.°
an
dar.
Preço
«3oa eereaes.—
Na
terça-feira
ultima,
nesta
cidade,
o
preço
1
dos
cereaes
foi:
Trigo
....
800
Centeio
.........................................................
540
Cevada..........................................................
520
Milho
alvo
...................................................
680
Milho
branco
..................................
430
Milho
amarello
.........................................
420
Painço...........................................................500
Feijão vermelho.........................................
820
»
branco.........................................
^00
>
amarello
...........................................
600
»
rajado...............................................480
»
fradinho
...................................
Batatas..........................................................360
Azeite
(almude).....................................
6$000
Egreja»
a eoneurso.—
Anelbe
(San
ta
Eulalia),
concelho
de
Chaves.
Arcos (Santo
Antonio),
concelho
de
Ex-
tremoz.
Arez
(Nossa
Senhora
da
Graça),
con
celho
de
Niza.
Barqueiros
(S,
Barlholomeu),
concelho
de
Mezãofrio.
Caldellas
(S.
Jorge),
concelho
da
Feira-
Carvoeira
(Nossa
Senhora
da Luz),
con
celho
de
Torres Vedras.
Covellas
(S.
Thomé), concelho
de
Baião.
Eiras
(S.
Thiago),
concelho
de
Coim
bra.
Espinhei
(Nossa
Senhora da
Assum
pção),
concelho
de Agueda.
Fatima
(Nossa
Senhora
dos Prazeres),
concelho
de
Villa
Nova
de Ourem.
Lisboa
(S.
José),
bairro
central
de
Lisboa.
Palhoça
(S.
Pedro),
concelho
de
Aveiro.
Pepim
(Nossa
Senhora
da
Annuncia
ção),
concelho
de
Castro
Daire
Préstimo
(S.
Thiago),
concelho
de
Agueda.
Salgueiro (S.
Barlholomeu),
concelho
Jo
Fundão.
Santa Calharina
(Santa
Calharina),
con
celho
das
Caídas
da
Rainha.
Santo
Anlonio dos
Olivaes
(Santo
An
lonio),
concelho
de Coimbra.
Trouxemil
(S.-
Thiago
Maior),
conce
lho
de Coimbra.
Villa
Pouca
de
Aguiar
(S.
Salvador),
concelho
de
Villa
Pouca.
Villa
Maior
(S.
Pedro),
concelho de
Sabugal.
Villar
Formoso
(S.
João
Baplista),
concelho
de
Almeida.
Carvoeira
(Nossa
Senhora
do
O’
),
con
celho
de
Ma
Ira.
Runa
(S.
João
Baptisla),
concelho
de
Torres
Vedras.
S.
Pedro
dos
Biscoulos,
concelho
da
Villa
da
Praia.
Horta
(Nossa Senhora
das Angustias).
A
propósito dw» inundnções.—
O
«Globe»
de
Paris, a
proposito
das
re
centes
inundações
de
Hespanha,
recorda
as
maiores
que
tem
soíTrído
a
França
até
o
presente.
Em
1875
trasbordou
terrivelmente
o
Garonne.
Durante
48
horas,- uma
parle
da
cidade de
Tolosa
esteve
completamente
submergida.
Quasi
todas as
casas
do
bairro
de
S.
Cypriano
abriram,
e pereceram
afogadas
pelo
menos
200
pessoas
.
Os
granles
desastres
em
França, teem
sido
causados
principilmenle
pelo Rheno,
o
Rhodano
e
o
Garonne.
O Sena
também
sae
de
vez
em
quando
do
leito
e
causa
não
poucas
avarias.
No
século
•
decimo
segundo,
a
«cité»
ficou
submergida.
Filippe
Augusto*
viu-se
obrigado
a
refugiar-se
sobre
a
montanha
de
Santa
Genoveva.
Em
1658
elevou se 24 pés
o
nivel do
Sena.
A
fn5«ificaçAo do
wzeíte. —
Do «Jor
nal da
Noite»
transcrevemos
o
seguinte
:
Por
toda
a
parle
enxameiam
os
falsi-
ficadores
dos
generos
de
principal con-
summo. Faz-se
necessário
tomar
providen
cias
enérgicas
que
resalvem
a
saude
pu
blica
da
malignidade
de certos
commer-
ciantes.
Não
é
possível admittir-se
o
in-
differentismo
dos
governos
quando
é
mo-
monloso
para
a
vida
dos
povos
acabar
certas
explorações
fraudulentas,
perseguin
do
os criminosos.
O
vinho e
o
azeite,
faeshinado um
e
adulterado
outro
pela
mistura
de
substancias
venenosas
e
de
oleos de
qualidade
inferior,
vão
saindo
de
recônditos
depositos,
affrontando
o
commcrcio legal nos
seus
preços
e
as
melhores
prevenções
hygienicas
da
medi
cina
obrigatória.
»
Em
França,
onde
as
cousas
agríco
las são
cni
ladosamente
estuda das
e
pro
tegidas
pelos
poderes
públicos,
acaba
de
dar-se
um facto,
respeitante á
falsifica
ção
do
azeite,
que
merece
registar-se
para
maior
publicidade.
Pelo
ministério
da
agricultura
e
do
commercio
foi
enviada, á
academia
das
sciencias,
a
seguinte
carta:
«Snr.
secretarie
perpetuo.
«Ha
bastante
tempo
que
nos
departa
mentos
do
meio
dia e,
mais
especialinente,
Dos
Alpea-maritimos,
se
pratica
a
fraude
de
misturar
oleos
de
sementes
diversas
com
o
azeite
de
oliveira, sendo
este
ven
dido
depois
como
se
fosse
puro
e por
taixo
preço.
«Este'
ardiloso
roubo
occasionará,
co
mo
deveis
presumir,
grande
prejuízo
á
Agricultura
e
ao
commercio
licito.
Da
con
tinuação de
similhantes
sophislicações
re
bitará
o
abandono da
cultura
da
olivei-
ra
>
visto
ella
deixar
de
ser remunerativa,
C|
>m
prejuízo
de
muitos
dos
cultivadores
The
exploram
essa
industria.
«Para
obstar
a
estas
fraudes
é
indi-
5
Pensaveí
que
a
sciencia
indique
o pro-
bsso
pelo
qual
poderão
ser
reconhecidas
'bs
misturas.
A
’
m
«Ima» bemíaxrjas. —
Pede-se
por
caridade
uma
esmola
para
o
infeliz
José
Maria,
morador
defronte
da
capella
de
S.
iMiguel-O-Anjo,
casa
n.°
3,
empre
gado
que
foi no
Seminário
de
S.
Cae
tano,
e
hoje
se
acha
paralítico
sem
po
der
articular
palavra,
e impossibilitado
de
todo
o
trabalho.
A
’
s almas earitativaa,—
Recom-
mendamos
e
muito
ás
pessoas
caritativas
a
desventurada
Maria José
da
Silva,
mo
radora
na
rua
dos
Sapateiros, n.°
7.
Vive
em
extrema
penúria,
e
padece
de
doen
ça incurável.
A
’
ci»vi«la«l® publica.—
Muito
re-
commendamos
ás
pessoas
caridosas
o
in
feliz
Antonio
Marques
da
Costa,
morador
na
rua
de
S.
Miguel-o-Anjo,
casa
n.°
4,
3
°
andar,
que
se
acha
na
maior
neces
sidade
e
doente,
vivendo
só
da
caridade
das
pessoas
que o
soccorrem
com
alguma
esmola.
«Conseguintemente,
tenho a
honra
de
pedir
o vosso concelho
sobre este
as
sumpto,
rogando-vos que
o
examineis
de-
tidamenle,
lazendo-me
conhecer
os
meios
práticos
que
jnlgaes
por
melhor
adoptar
para
reconhecer
a
falsificação de
que se
trata.
«
Ficar-vos-hei
agradecido
se
me
en
viardes
uni relatorio
resumindo
o estudo
d
’
esta questão».
Esta carta
foi
enviada
ás
secções
de
chimica
e
de
economia
rural,
.addicionado
pelo
illustrado
escriplor
Alexandre
Dumas.
Desejaríamos
vêr
proceder
similhante-
mente
em
Portugal.
E
’
sabido quanto
este
genero
está
sendo
adulterado
nos
diver
sos
ângulos
do
paiz,
recebendo
a
ultima
mistura
na
lenda!
E
tudo corre impunemente
apesar do
queixume
de
muitos
dos
consumidores,
das
considerações
de
alguns jornaes,
e
das
diversas
policias
contempladas
no
or
çamento
do
Estado.
Instamos
por
apropriadas
providencias
contra
as
sophislicações
do
vinho,
do
azei
te,
e de
quantas
mais se
estão
fazendo
com
detrimento
da
saude
publica.
Ofíleines no ultramar. —
Estão
aclualmente
em commissão
no
ultramar
os
seguintes officiaes do exercito
de
Por
tugal:
1
major
do estado
maior;
5
majo
res
de engenheria;
1
coronel
e
2
majo
res de
arlilheria;
4
maj
>res,
5
capitães,
3
tenentes
e
22
alferes
de
cavallaria;
3
coronéis,
3
tenentes
coronéis; 7 majores;
16
capitães; 22
tenentes
e
76
alferes
de
infanleria;
I tenente
quarlei mestre;
I
ca-
pelião
e
2
empregados
da
administração
militar.
Total
164
officiaes.
Ave»
qu»
voam
debaixo dagua,
—No
meio
das
ilhas
Hebridas,
na
costa
Occidental da
Escossia,
vê-se a
arêa
do
fundo
do
mar
ainda
em
grande
profun
didade,
por
causa
da
limpeza
constante
das aguas, até
depois
de
grandes
leinpo-
raes.
Quem
se
põe
sobre
algum
cabeço á
borda
do mar, vê
passaros
de
diversas
castas
andarem á
caça
dos
peixes,
e
apa-
nharem-os
com
incrível
velocidade:
fazem
debaixo
da
agua
os mesmos
movimentos
com
as
azas,
que
fazem
no
ar
livre;
mas
ajuntam
a
isso
o
nadar
com
os
pés
para
augmentar a
força
do
mergulho. Este
cu
rioso
facto
de
historia
natural
vem
men
cionado
no
«Jornal
d
’
Edimburgo».
t.a
divisão militar.—
A
i.
a
divisão
militar
tem
aclualmente
a
seguinte
força:
—
13:941
homens.
981
cavallos
e
610
muares.
Tem
2:421
praças
destacadas
e
em
diligencias,
e
4:239
licenças registra
das.
E
tu
passavas
ligeira,
tam
ligeira que
parecia
a
nuvem
que
s
’evapora
á
hora do
meio
dia.
’
Teu
pesinbo
delicado
se
movia tão
suave
que
dirieis
vôo
d
’ave
no
espaço a
sacudir
as
azinhas
vaporosas:
e
tu,
Marilia,
walsavas
com
desusada
magia;
e
d
’essas
faces mimosas
o
purpurino
das rosas
inveja
ás
rosas
fazia.
Marilia,
esconde
os
encantos
que
encerram
os
olhos
teus
do
formoso azul
dos
ceus,
ha
n’
elles
um
ceu d’amor:
Marilia,
esconde
o
attractivo
do
teu
magico
sorriso;
os
anjos
do
paraiso
se
virem
os
teus
encantos
hão
de
pedir, entre
prantos,
mais
f
rmosura ao
Senhor.
10
de
novembro.
*
*
*
UATIWAS
NOTICIAS
VARIEDADES
A MARILIA
(
a
pedido
)
Eu
sei
que
foste
á
vindima
da quinta
da
Meadella;
que
foste
a
bella,
mais
bella,
que na
vindima
vvalsava;
pois
que
teu
cabello
loiro
á
briza
fluctuava,
todo
solto
em
fios
d
’
ouro.
Que
diziam
á
socapa
entre
si
as
camponezas:
—cá
por
estas
redondezas
não
ha
moça
tam
guapa.
Lisboa
10
—
Despachos
pelo ministério
da
justiça:
Transferidos:
o
delegado
de
Villa Pou
ca
de Aguiar
para Chaves; o
escrivão
da
Povoa
de
Lanhoso,
Alves
Brito,
para
Villa
Real
Demiltido
o
delegado
de
Reguengos,
Sousa
Cavalheiro,
por
não
tomar
posse,
sendo
nomeado
Albano
de
Sousa Pinto.
Exonerados:
os
escrivães
ordinários
de
S.
Miguel
das
Cal
las
de
Guimarães,
An
tonio
da
Silva
Guimarães,
e
o
de
Sou-
zellas,
Augusto
Joaquim
Oliveira
Nazareth.
Nomeado
escrivão
de
paz
de Torrede-
za,
concelho
de Vizeu,
José
Maria
Pe
reira.
Idem
11.
Na
Bolsa
venderam-se:
10
acções
do
Banco
Lisboa & Vçores
a 96$500;
16
es-
criplos
da
companhia
das
aguas
a
791100;
5
obrigações
da
mesma
companhia
a
86$200;
39
prediaes a
93$100;
53
dos
caminhos
de
ferro
do
Minho
e
Douro
a
9l$000;
9
externas
a
90$600;
2
contos
em
inseri-
pções
a
51
90;
2
a
51.80;
21:300
escu
dos
de
fundos
hespanhoes
a
14,82.
A
alfandega
rendeu
a
quantia-de
reis
13:984$164.
Paris
8
—A
Agencia russa
e
os jor
naes
de
S. Petersbnrgo
consideram
a
ac-
ção isolada
da
Inglaterra
e
da
Turquia
como
contraria
ao
tractado.
As
potências
não
adheriram.
Os
telegrammas
do
«Go
los»
e
do
«Novo
Tempo»
dizem que
a
Inglaterra
pediu
á
Porta
para
estabelecer
uma
estação
marítima no
Mar
Negro
pro-
ximo
a
Trebizonda.
Os
embaixadores
em
Constantinopla
to
mam
medidas
para
proteger os
estrangei
ros,
temendo
uma
revolução.
Roma 8
—
0
consistorio
reunirá
em de
zembro
proximo,
para
a
imposição
do
chapéu
aos
cardeaes
que
ainda
não
rei-
lisaram
este
acto.
Diz
se
que
Mgr.
Jaco-
bini
será
substituído
por
Mgr.
Vanutelli,
indo
este
para
Vienna
logo
que
o
accor-
do
entre
o Vaticano
e
a
Rússia,
com
respeito
aos
catholicos
polacos,
esteja esta
belecido
em principio.
As
negociações
estão
muito
adianta
das.
Dizem
de
Constantinopla
que
se
trata
muito
seriamento
da
volta
de
Midhat-Pachá
ao
poder.
Londres
10—
O
«Standard»
pretende
que
a
Rússia
aconselhou
a Porta
a ceder
ás exigências
da
Inglaterra.
Segundo
o
«Stundard», as
reclamações
do
governo
inglez
são
pela
nomeação
dos
recebedores
e
inspeclores
das
finanças
dos
inglezes,
e
a formação
da
gendarmeria
e
officiaes inglezes
nos
tribunaes
presididos
por
imagistrados
inglezes.
Nos
círculos
políticos
consideram
a
actual
política
ingleza
junto
da
Porta
co
mo
destinada
a
organisar
fortemente
a
Asia
(menor)
pelos
inglezes
para
em
caso
de
coníliclo
com
a
Rússia.
Um
telegramma publicado
pelo
«Times»
assegura
que o
emir
do
Afghanistan
será
detido
prisioneiro
por
cumplicidade
nos
acontecimentos
de
Cabul.
Noticias
de
Valparaiso
dizem
que
os
chilenos
tomaram
o
porto
peruano
de
Pi-
sagua,
entre
Arica
e
Iquique.
BAXIO no
MINHO
Resumo
do
Aclivo
e
Passivo
em
31
de
Outubro de 1879.
Aetivo
Caixa:
exislencia
em
metal.
85:104$877
Agencias no paiz
....
123:541$664
Acções
de
c.
própria
.
.
64:800$000
Papeis
de credito
Fundos
públicos,
nacionais
e
estrangeiros
........................
128:I53$4O9
Acções
de
Bancos.
.
.
.
48:378$435
Obrigações
districlaes.
.
.
2:3O0$UOO
Hypothecas
de
raiz
.
.
.
116:886$221
Empréstimo
sobre penhores
.
7:677$490
Empréstimos
a
Gamaras
Mu-
mcipaes
e
á Junta
Geral . 14l:667$897
Leiras
descontadas
. .
.
169:034$230
Leiras
a receber
....
20:063$787
Letras
em
liquidação.
. .
57:113$792
Agencias
no
estrangeiro.
.
78:578$462
Contas
correntes
garantidas
.
488:189$431
Diversos
devedores.
.
.
.
60:73
1$084
Contas
em liquidação.
.
.
38:566$I85
Saques
e
remessas
de
n. c.
95:163$322
Caução
da
gerencia.
. .
.
12:000$000
Effeitos
depositados.
. . .
80:956$085
Mobilia
......................................
1:88i$303
Edilicio
do
Banco.
.
.
.
35:000$'J00
1.855:790$676
Passivo
Capital
....
Fundo
de reserva.
Reserva
para
decima
Notas
em
circulação.
Depositantes
á ordem
Depositos a
praso.
Diversos
credores
.
Dividendos
a
pagar
Leiras
a
pagar.
.
Saques
e
remessas
agencias
:
.
.
Gerencia
do
Banco.
Credores d
’
effeitos dep
Ganhos
e
perdas
.
.
.
.
600;000$000
.
.
160
000$000
.
.
3:758$)62
.
.
325$()00
.
.222
637$172
649:843$945
.
.
80.
|!
44$450
.
.
1.585$444
.
.
2;l59$340
das
.
.
22:415$817
.
.
12:000$000
sitad.
80:956$085
.
20:065$36l
1.855:790$676
Braga,
7
de
Novembro
de
1879.
Pelo
Banco
do
Minho
Os
GERENTES.
João
Marques
da
Silva.
Antonio
José Gonçalves
Braga.
(2691)
ANNUNCIQS
EDITAL
A
Gamara
Municipal
da
Cidade
e
Con
celho
de
Braga
Faz
saber,
que
no
dia
28 do
corren
te
pelas 12
horas,
no
Paço do
Conce
lho,
se
ha
de
arrematar
a
obra
de
re-
construcção
das
ruas
de
S.
Thiago
e do
Poço,
sob
a
base
de
licitação
de
240$000
reis
e
conforme
o
projecto
e
orçamento
existentes
na
Secretaria
Municipal.
Braga
8
de
novembro
de
1879.
=E
eu
Antonio
Manoel Alves
Costa,
Escrivão
da
Gamara
o subscrevi.
O
Presidente
Joaquim
José
Malheiro
da Silva.
EDITAL
A
Camara
Municipal
d’
esta
Cidade
e
Con
celho
de
Braga
Faz
saber,
que
no
dia
28
do
cor
rente
pelas
11
horas
da
manhã,
no
Paço
do
Concelho,
se
ha de
arrematar
a
obra
de
calcetaria,
abertura
de caixa,
regularisa-
ção,
e
cylindramento,
para
a
grande
re
paração
da
estrada
da
Confeiteira
á Pon
te
do
Porto,
Lanço
da
Confeiteira
á
La-
ge dos
Ovos,
sob
a
base
de
licitação
de
362$000 reis,
e
na
conformidade
do
re-
spectivo
projecto,
existentes
na
Secretaria
municipal,
e
com
as
condições da
porta
ria
de
8
de
março
de
1861,
na
parte
ap-
plicavel.
Braga
8
de novembro
de
1879.
=»E
eu
Antonio
Manoel
Alves Costa,
Escrivão
da
Camara
o
subscrevi.
O
Presidente
Joaquim
José
Malheiro
da
Silva.
Medidas
d’Apresentação
No
proximo
domingo,
16
do corrente
mez,
por
volta
de
10 horas
da
manhã,
leem de
ser
arrematadas
e
entregues
a
quem
mais
der,
as
medidas
que
os foreiros
são
obrigados
a
pagar
á
confraria
de N.
Se
nhora
d
’
Apresentação
d
’
esia
cidade,
ven
cidas
nos
mezes
de
julho,
agosto
e
se
tembro
últimos,
o
que
por
este
meio
se
faz
publico
por
deliberação
da
Meza.
Braga,
11
de
novembro
de
1879.
O
Secretario
da
confraria
Manoel
Bernardinoda
Cunha
e
Silva.
(2692)
iwí
51
SSWK
O
abaixo
assignado,
tem á
venda em
sua
quinta
na
freguezia
de
Santa
Eulalia
de
Tenões,
as
seguintes:
Grande
quantidade de
salgueiros
com
raiz,
choupos, ditos
em estacas, casta
nheiros,
nogueiras,
damasqueiros,
peceguei-
ros,
laranjeiras, nespreiios,
ameixoeiras,
ditas
do
Canadá;
enxertos
de
pereira
e
ma
cieira.
E’
tudo
bom
Pódem
ser
vistas
a
qualquer
hora
do
dia.
Tem
lambem
gran
de
quantidade
de
japoneiras,
roseiras
fran-
cezas,
azálias,
e
reduguengos.
(2693)
José
da Cosia Palmeira.
Arrematação
de
medidas
No proximo domingo,
16,
terá
logar,
á
porta
travéssa
da Sé,
a arrematação
das
medidas
pertencehles
á
confraria
de
Santa
Luzia.
O
secretario
(2694)
Anlonio
Maria
da
Fonseca.
Venda
d
’uma formosa quinta
Vende-se
por
preço
rasoavel
a deno
minada
Quinta
de
Baixo,
situada
no
lo
gar
do
mesmo nome,
freguezia
de
S
Tor-
quato,
concelho
de
Guimarães,
pertencente
a
José
Joaquim
de
Abreu
Vieira.
Acha-se
esta
rica
propriedade
colloca-
da
no delicioso vaile
do
Selho,
junto
da
estrada
de
Guimarães,
que
parte
para
o
mosteiro
de
S Torquato,
a
distancia
de
3
kilometros
da
referida
cidade.
Vende-
se
com
todas
as
suas
pertenças,
a
saber:
agoa
de
rega,
magníficos
bravios,
casas
nobre
e
de
caseiro,
que se acham
situa
das
no
ponto
mais elevado
da
Quinta,
d
’
onde
se
avista
um formosíssimo
horison
te.
E
’
uma
quinta
sadia
pela
sua
posição
e
d
’
um
recreio
inexplicável
pelas
bellezas
com
que
é
adornada.
Recebem-se
propostas
de quem
a
qui-
zer
comprar
—
em
Braga,
na
rua
de
San
to
Andie,
casa n.°
13,
—
em
S.
Torquato,
pódem
se
dirigir
os
compradores ao exm.°
snr.
Anlonio
Ribeiro
de
Faria,
da
casa
de
Corrundella.
O
proprio
caseiro
da quin
ta
está
encarregado
de
a
mostrar
ás
pes
soas
que
a queiram
vêr.
Declara-se,
para
segurança
do
compra
dor,
que estão
legalrnenle
(inalisadas
to
das as
questões,
que
em
tempo
houve
com
esta
propriedade.
(2674)
Casa
Commercial Penhorista das
Palhotas
Pede
se
ás
pessoas
que
estiverem
em
divida
de
mais
de
4
mezes
até
8
de
juros,
venham satisfazer
por
estes
dias,
do
con
trario
serão
vendidos
em leilão ou
parti-
cularmenle,
os
seus
penhores.
(2689)
Arrematação
A
Meza
da
Real
Irmandade
de
Santa
Cruz,
d
’
esta
cidade,
faz
publico
que no
dia
16
de
novembro
pelas
10
horas
da
manhã,
lerá
logar
na
anle-sala
das
sessões
da
meza
a
arrematação
dos
foros e
pen
sões
em
generos
pertencentes
á
mesma
Irmandade,
vencidos
no
S.
Miguel
de
1879-,
Braga
8
de
novembro de
1879.
O
Provedor
(2690) João
de
Paiva
Fai
ia
Leile
Brandão.
AÍ.UGAM-SE
Os
altos
da
casa da
rua do
Campo,
n.°
22,
com
bons
commodos
para
uma
numerosa
familia,
agua
encanada
e bellas
vista.
Quem pretender
dirija-se
á
mesma,
(2557)
CAMBIO
GG
l
.7
LOTERIAS
b
AH
a
1
-
E
j
.
íj
Tem
distribuído est;
casa
cerca
de
2.000:0005000 em
prémios
no
paiz
e
Brazil.
O cambista
Antonio
Igoacio
da
Fonse
ca,
rua
do
Arsenal,
56
e 58,
com
filial
no
Porto, Feira
de
S
Bento.
33,
34
e
35,
faz sciente
ao
respeitável
publico
que
tem
sempre
nos
seus estabelecimentos variadís
simo sortimento
de
bilhetes
e
suas
divi
sões
das
lolerias
portugucza
e
hespanhola.
Satisfaz
todos
os
pedidos das provín
cias, ilhas,
ultramar
e
Brazil, com
prom-
plidão
e
diminutas
couimissões,
quer
se
ja
para
jogo particular
ou
para negocio.
Nas
terras
onde
não
tenha
ainda
corres
pondente
acceita
para
seu
agente
qualquer
cavalheiro
estabelecido
que
dê
boas
refe
rencias.
Os
vendedores
leem
boas
vanta
gens,
sendo
uma
d
’
ellas
o
poderem
re
cambiar,
o que
não tenham vendido,
até
á
vespera
do
sorteio.
E’
negocio
que tem
tudo
a
ganhar
e
nada a
perder.
Envia
em
tempo
listas,
planos
e lelegrammas.
O
3.°
sorteio,
é
o
da
loteria
de
Ma
drid,
no
dia
17
de novembro.
O
prémio grande
é
de
28:8005000
rs.
e
os
prémios
minimos
são
de
IO8$OOO
e
725000 rs.
Os
preços
dos
bilhetes
e
fracções
d’
esta
loteria
são
os seguinte*:
bilhetes
inleiros,
ll$600;
meios,
558*10;
quintos,
25320;
décimos,
1-5160;
fracções
de 600,
480,
240,
120
e
60,
e
dezenas
de
6$000,
45800,
2$400,
15200
e
600
rs.
Os pedidos
das
províncias
são
satisfei
tos
na
volta do
correio.
Chamamos
a
atlenção
do publico
para
um ponto
importante.
As
fracções
da
nos
sa
firma,
tem
um
pertence
muito
mais
vantajoso
para
o
jogador,
que
o
das
ca
sas
das
províncias.
Por exemplo:
em
uma
fracção
da
nossa
firma
do preço
de
600
reis
em
qualquer
sorteio
ordinário
da
lo-
leria
de
Madrid,
toca
lhe
na
sorte
grande
1:1005000
reis.
Em
igual
fracção,
com
qualquer
dos
prémios
minimos
toca-lhe
45500
ou
35000
reis.
Consideramo-nos,
em
ramo de
loteria,
um
dos primeiros.
O
que
esperamos
é
a
continuação
do
favor
pu
blico
e
em
especial
dos
que
não
vivem
nas
duas
principaes
cidades.
Os
prémios
são
pagos
á
vista
das
competentes
listas.
Querendo, os
possuidores
dos
prémios,
po
dem
recebel-os
nas
suas
localidades, por
meio
<ie
remessas
de
leiras
ás
ordens
so
bre
os
recebedores
das
comarcas.
Rece
be-se
em
pagamento
dos pedidos
sebos
do
FERRO BRAVAIS
Ádoptido
em.todos os Hospitaes.
Contra
a ANEMIA, CHLOROSE,
DEBILIDADE, FRAQUEZA, PEROAS BRANCAS, etc.
O
Ferro Bravais (ferro liquido em gottas concentradas) é o unieoS
exemplo de
qualquer acido; uào tem cheiro nem
sabor, não produz IS
prisão
do ventre, diarrhea, irritação nem cança o estomago; alem d’isto 43
e
o único que não faz os dentes prelos.
yíf
E’
o mais economiGO de
todos os íerruginosos, pois que nm frasco dura nm mez.
Deposito
geral em
Pariz. 13, rue
Lafayette (Perto da
Opera), e em todas as Pharmacias.
Dcseonfiar-se
das
imitações
perigosas
& exijir
a
marca
de
fabrica
que
vae
juiiela.
Envia-se
graiis
a quem
o pedir por carta franqueada, um interessante folheto sobre a Anemia e o seu tratamento.
$3
Deposito
no
Porto,
Fcrreira
&
Lmão,
e
nas
principaes
pharmacias
do
reinno.
Euipreza
editora
de Francisco Arthur da
Silva—Lisboa.
BKN
l
WKBC
V
TODOS
OS
ASSIGNANTES
DA
HISTORIA UNIVERSAL
PO
ti
Cante
Desde
a
ereação
do
mundo
até 1832—con
tinuada até
1879
por
D.
NEMESIO
FERNANDEZ
CUESTA;
Com
a
noticia
dos
factos
mais notáveis
re
!ativos
a
PORTUGAL
X
BRAZIL
Traduzida
da
edição
traneeza
de
1867
e
acompanhada
da
versão
das
citações
gregas
e
latinas,
e
annotada
por
.rçSwnceS STernardes Br.neo
Da
Academia
Real
das
Sciencias
de
Lisboa;
professor
das línguas
grega
e latina,
ele.
2.
a
edição,
illuslrada
com
81
gravuras
pr
imorosamen
te
execuladas.
13
volumes
ira-4.®
çramle.
O
editor
proprietário
d
’
esta
publicação,
grato
aos
favores
do
publico,
e
compre-
frendendo
a
necessidade
de
publicar
um
13.0
volume
para
que
esta
2.
’
edição
da
HISTORIA
UNIVERSAL
fique
mais
com
pleta,
resolveu
offerecer
aos
snrs.
assígnan-
correio,
valles,
ordens sobre
qualquer
pra
ça
ou
como
melhor
convier
aos
freguezes.
Pedidos
ao
cambista
Antonio
Ignacio
da
Fonseca,
rua
do
Arsenal,
56,
58
e
60,
Lisboa,
ou
Feira
de S.
Bento, 33,
34
e
35,
Porto.
-
2529)
BREVE
COMPENDIO
DE
ORAÇÕES
E
DEVOÇÕES
ADOPTADAS
PELOS
MISSIONÁRIOS
QUARTA
EDIÇÃO
Novamente
correcla
e
muito
augmentada
com
novas
orações
e devoções indul-
genciadas,
e
concedidas
posterior-
mente
á
ultima
Raccolta.
Com
approvação
de
S.
ExcP
Revm*
o
Snr.
D.
João
Chrysostomo
d’Amorim
Pessoa,
Arcebispo
Primaz.
Vende-se em
Braga,
na
lypographia
Lusitana,
rua
Nova
n.°
4,
e
nas
livra
rias
de
Manoel
Malheiro,
rua
do
Almada,
Porto,
e
Catholica,
de
Lisboa.
Preço=l60
em
brochura,
e
240
enca
dernado.
FOLHINHA
ROMANA
Já
se
acha
á
venda
para
o
aono
de
1880;
em
Braga
no-
escriplorio
da Typo-
graphia
Lusitana, rua
Nova
n
0
4,
e
em
casa
do
snr.
Bernardino
José
da
Cruz
Vestimenlaria
Rocha
e
Viuva
Germano,
rua do
Souto,
e
na loja
do snr.
Clemente
José
Fernandes
Carneiro,
rua de
S.
Vi-
ctor,
e
em
todas
as
mais localidades
do
costume:
preço
140 rs.
Nas
mesmas
casas
e localidades
de
vem
achar-se
oppoilunamente
as
folhinhas
Bracarenses,
e
Almanach
Civil
ou
de
al
gibeira.
Caixa penhioríHta Bracarenue na
Travessa
de 1J. Gualdim d’esta
eidade.
Continua
a
emprestar
dinheiro
sobre
penhores todos
os
dias
desde
as
8
horas
ia
manhã
até
ás
9
da
noute
na
mesma
caixa.
Vende-se
roupas
Pede-se
a
todos
os
mutuaiios
que
ti
verem
objectos
empenhados
na
mesma
caixa
com
alrazo
de
juros
de
Ires
mezes
os
venham
pagar ou
resgastar, senão
se
rão
ven-lidos.
4ecomfflcndid'j
por todos os Médicos.'
les
que
o auxiliaram
n
’esta
empreza
e áquel-
les
que
de
hoje
em
diante
o
continuarem
a
coadjuvar,
como
BHajUDE
o
dreimo
terceiro
volume,
contendo
trinta
e
cin
co
capítulos,
seis
gravuras
e
dois índices,
sendo
o
primeiro
chronologico
e
remissi
vo
de
toda
a
Historia
Universal,
servindo
para a
procura
dos
fados que n
’
ella
vem
exarados,
e
o
segundo
aiphabetico,
con
tendo
os
nomes
de to
los
os
homens
no
táveis
que figuram na historia,
e
os
títu
los
geraes
de
todas
as
matérias,
servin
do
de auxilio
ao
primeiro
Comprehendendo
a
narração desenvol
vida
dos
acontecniv
tilos
hisloricos
occor-
ridos
desde
1851
até
1879, escriptos
em
hespanhol
por
í).
Nemesio
Fernandes
Cue&-
ta,
e
accrescen
taifas
na
parte
que
diz
res
peito
a
Portugal
e Brazil,
por
Manuel
Ber-
nardes
Branco.
Fica
portanto
completa
a
segunda
edi
ção
da
HISTORIA
UNIVERSAL,
em treze
volumes
in-4.° gran-de
e
custará:
Brochada
....
205600
reis
fortes
Encadernada
.
.
.
275000
»
»
Para
facilitar
a
aequisição
d
’
esta
tão
importante
obra
ás
pessoas menos abasia-
das
que
a
não
possam
comprar de
uma
só
vez, o editor
deliberou
conservar
aber
ta
a
assignatura
em
Portugal
e
no Brasil.
Cada folha
de
16
paginas
a
duas
colum-
nas,
5->
rs.—
Cada
gravura
primorosamen-
te
executada,
40
rs.
Condições
da
assignatura:
—
A
assigna-
lura
póde
fazer
se
por
entregas,
de
duas
folhas,
e
as
gravuras
como
convier
—
por
fascículos
de cinco
folhas
e
uma
gravura
e por
volumes
brochados.
—
Cada entrega
de
32
paginas
e
1
gravura,
140
rs
— Cada
fascículo
de
80
paginas
e 1
gravura,
290
rs.
CADA
VOLUME:
I.°
vol. br.
orn.
de
9
grav.
15870
Q
0
>
9
>
»
6
9
15665
3.°
»
9
9
»
7
9
15605
4.°
>
»
9
» 5
9
1552
ò
5.°
D
9
n
9 6
9
I56I5
6.°
D
9
9
9
6
9
15690
7.°
B
9
»
6
1-5640
8
0
D
P
9
9 6
9
15615
9.°
B
•
9
9
6
9
15565
10.°
9
9
9
6
>
15615
1L°
>
>
9
9
6
9
15640
12.°
»
9
9
6
9
15815
13
.»
K
ULTIMO, ornado
de
6
gravu-
ras,
brinde
a
todos
os assignanles,
no
pre
lo,
GRÁTIS.
Das
81 gravuras
de que
consta
a
obra
estão
tiradas
45,
pertencentes
aos
vol.
Ia
7.
Este
decimo
terceiro
volume
será
dis
tribuído
depois
de
completo
e
brochado
a
lodos
os
assignantes
que
tenham
pago
o
decimo
segundo
volume.
Os
assignantes teem
as
seguintes
van
tagens:
Garantia
e
certeza
do
complemento da
obra,
e
poder
receber
corno
e
quando
quj-
zerem,
por
entregas,
por
fascículos
ou
por
volumes.
LISBOA:
—
A
assignatura
póde fazer-se
por
entregas,
fascículos,
e por
volumes.
0
assignante
receberá
uma
entrega
de
duas
folhas
por
semana,
pelo
menos,
e
as
gra
vuras
que
lhe
convier,
pelos preços
acima
marcados,
pagando
ao
distribuidor
no
aclo
da
entrega
a
sua
importância.
PROVÍNCIAS
E
ILHAS:—A
assignatu
ra
póde
fazer-se
por
fascículos
e
por
vo
lumes.
O assignante
receberá
o
primeiro
fascículo
ou
'volume franco
de
porte,
e
só
depois
de
recebidos
mandará
satisfazer
a
sua
importância
em
estampilhas,
valles
do
correio
ou
ordens, na
certeza
que
não
re
ceberá
o
segundo
sem
que
tenha
satisfeito
o
primeiro, e
assim
successivamente.
As
pessoas tanto
de Lisboa
como das
províncias
e
ilhas
que angariarem
DEZ
AS-
SIGNATURAS
REAl.lSAVEJS
terão
UMA
GRATUITA,
dirigindo-se
direclaménte
ao
editor.
Assigna-se
no
escriptorio"
do
editor
—
rua
dos
Donradores. 72,
LISBOA
;
me
BRAGA,
na
livraria
Internacional
de
Eu
gênio
Chardron,
e
nas
principaes livrarias
do
reino,
ilhas
e
Brazil.
Francisco
Arlhtir da
Silva—editor
72, rua
dos
Donradores, 72
—
LISBOA.
Na
rua
do
Campo
n.°
22
vende-se
ba-
ga
de
sabugueiro
legitima
do
Douro,
por
preços
commodos;
a
quem
a
pretender,
dirija-se
á
mesma
casa.
(2640)
•
PEDIDO
A
Meza
do
Real
Sancluario
do
Bom
Jesus
do
Monte roga
a
todas as
pessoas
amadoras
e
possuidoras
de
jardins,
que
te
nham
superabundância
d
’arvores
de
ador
no, arbustos,
camélias
ou outras
quaesquer
plantas,
se
dignem
favorecer
com c-llas
o
mesmo
Sancluario,
para embellezar
este
tão
piltoresco local;
dando
parle
ao
the-
soureiro
o snr.
Manoel
J
sé
Rodrigues
de
MaceJo,
rua
do
Souto,
n.°
42, n
’
esta
ci
dade
de
Braga, para
a
Meza
enviar
pes
soa
competente
que do
sitio
que
lhe
fôr
indicado
as traga
com
o
neceqs;nio
re
sguardo.
A
Meza, esperando
que
este
pe
dido
será
atlendido,
tica
desde já
agra
decendo
qualquer
oflerta
que
n
’
este
gene*
ro
lhe
fôr
dada.
Em
nome
da
Meza
—O
proctuador
Antonio Alves
dos
Santos
Goski.
mim
FEOZàRDa
LV.-S
No
dia
20
de
novembro
vem
o
auctor
d
’
esle
systema
de
escrever
e
le# rado-
nalmente
em
poucas
semanas,
fazer
u®
a
conferencia
n
’
esta
cidade,
e
ahrir
um
cur
so
O
local
será
annúnciado.
Desde
de
novembro se achará
á venda
o
ui
e
systema
na
Typograpliia
Lusitana.
RESPOWEL-Luiz Bâptísla da
Siiva
BUAGA,
TYPOGRAPUIA
LUSITANA-
Parte de Comércio do Minho (O)
