comerciominho_16101879_997.xml
- conteúdo
-
FOLHA
RKI
j
I»IOSA9
je
noticiosa
.
REDACTORES
—D.
Miguel Sotto-Mayor c Dn Custodio Velloso.
PREÇO
DA
^ASSIGNATURA
7."
ANNO
12
mezes,
com
estampilha.
.
.
£§000
12
mezes,
sem
estampilha.
.
.
l§600
Brazil,
12
mezes,
moeda
forte.
.
3§600
Folha
avulso
...............................
10
PUBLICA-SE
ÁS TERÇAS, QUINTAS
E SABBADOS.
PUBLICAÇÕES
Correspondências
partic. cada
linha
40
Annuncios
cada
linha
.....................
20
Repetição
.
10
I
Assignantes,
20
p,
c.
d
’
ahatimento
N.° 997
SE
X.1" ÍE
3© 3 EC 3T fl32
Toda
a correspondência
deve
ser remettida,
franca de porte,
á administração
do
jornal—
O
«Commercio
do Minho»,
rua No
va, n.° 4.
QUINTA-FEIRA
OOUTUBRO DE 1879
Viotação
da
lei
do
domingo.
Recordemos
antes
de tudo
em
quaes
termos
foi
dado
ao
homem
este manda
mento
sagrado
sobre a
montanha
do
Sinai:
Apparecêra
Deus
a Moysés
em
toda
a
sua
gloria
e
terror
inseparável
da
sua
ma-
geslade,
no
meio dos
relâmpagos
e
dos
trovões,
e
lhe
dissera
(Exodo,
XXXI, 13
e
seg.):
«Falia aos
tilhos
de Israel, e
«dize-lhes:
Tende
grande
cuidado
de
obser-
«var
o
meu
sabbado,
porque
este
é
o
«signal,
que
eu
estabeleci
entre
mim
e
«vós, e
que
deve
passar
depois
de
vós
«a
vossos
filhos,
para
que
vós
saibais
«que
eu
é
que
sou
o
Senhor,
que vos
«santifico. Observae
o
meu
sabbado,
por-
«que
elle
deve ser
santo
para
vós.
Aquelle
«que
o
violar,
será
castigado
com a
mor-
«te.
Se algum trabalhar
n
’
este
dia,
pere-
«cerá
no
meio
do seu
povo.
Vós traba-
«Ihareis
seis
dias;
mas
o
dia
sétimo é o
«sabbado,
e
o
descanço
consagrado
ao
«Senhor.
Todo
o
que trabalhar
n
’
este
dia,
«morrerá.
Os
filhos
d’
Israel
guardem
o
«sabbado.
e
celebrem-no
de
idade
em
«idade.
Este
é
um
pacto
sempiterno
en-
«tre
Mim
e
os
filhçs
de Israel, e
um
«signal,
que
durará
sempre.
Porque
o
«Senhor fez
em
seis
dias o
céo
e
a
terra,
«e
no
dia
sétimo
cessou
de
obrar».
E,
note
se
bem,
esta tradição do
re
pouso
do
sétimo
dia
se
encontra entre
lodos
os
povos, des
le
os
selvagens
da'
America
até
áo
seio
das
civilisações
an
tigas
da
China
e
do Japão.
Este
sétimo
dia
de
descanço,
que
para
os
judeus
era
0
sabbado,
dia
de Saturno,
entre
os
chri-
stãos
passou
a
ser o
domingo,
dia
anni-
versario
da
Ressurreição
de
Jesus
Christo.
0
Apostolo
S.
Paulo,
na
sua
segunda
epistola
aos
Corinthios.
falia
já
do
do
mingo
como primeiro
dia
da
semana,
ej
S.
.João,
no
Apocalypse,
lhe chama—
oj
dia
do
Senhor.
S.
Justino
diz
em
for-
maes
palavras
«No
dia
denominado
do
sol,
todos
quantos
moram
na
cidade
ou
no
campo
se
reúnem
em
um
mesmo
lo
gar,
e
alli se
lêem
as
escripturas
dos
Prophelas
e dos Apostolos».
Portanto
d’
ahi
em
diante
o
dia
sabba
do.
o
dia
do Senhor,
o
dia
de
descanço,
é
o
domingo.
O
homem tem o direito
de
trabalhar
nos
outros
seis
dias da
se
mana,
mas
o repouso
do
domingo
é
para
elle
um
rigoroso
dever. Este
repouso
é
a
condição
essencial
e
o
signal
da
alliança
entre
a
Divindade
e
a
humanidade.
Obser-
val-o
é
declarar-se
servo
e
filho
de
Deus;
violai-o
é
roubar
a Deus
aquillo,
que
lhe
pertence,
e
que
Elle
havia
reservado
para
Si
sob
pena
de
analhema;
é
realmente
apostatar.
Eis
aqui
o
preceito.
E
’ elle perfeila-
tnenie digno de
Deus
que,
depois de
ter
dado
por
ultimo
fim
ao
homem
o conhe-
cel-o,
amal-o
e
servil-o,
devia
a
si
mesmo
o
fixar
o
signal
sensível,
pelo
qual
o
ho
mem reconhecesse
o
seu
supremo
domi
nio, e
o
momento
em
que
o
cumprimento
do
dever
sagrado
da
submissão,
da
ado-
raÇão,
do
amor
e
da
oração
se
tornaria
°brigatorio.
E
’
elle perfeitamenle
conforme
á
na
tureza
do
homem,
motor
animado
perfei
tíssimo,
mas motor
limitado
em
suas for
ças,
que
precisa
do
seu
dia
de
repouso
semanal,
como
exige
as
suas
horas
de
alimentação
diaria e o
somno
das
suas
noites.
Nós
sabemos
sómente
de uma
ma
neira
geral, que a
machina
humana
exige
sem tempos
de
repouso;
mas
Deus,
de
quem
a
Sagrada
Escriptura
diz
eloquen
temente
—
que
conhece
os
materiaes
e
o
conjunclo
da
machina
sabida
das
suas
mãos,
ipse
cognovi [igmenlum nostrum—
sabia
que
o
sétimo
dia
era
o
mais con
veniente
para o
descanço.
Este
preceito
emfim
está
em
perfeita
harmonia
com
a
segunda
natureza
do
ho
mem,
ente
eminentemente
sociável,
que
não
é
tudo
o
que
é,
nem
tudo
o
que
deve
ser, senão
em
sociedade.
Effectiva-
mente
o
descanço
preceituado
é
um re
pouso
universal
e
commum a
todos—ao
indivíduo,
á
familia,
ao
Estado—
que,
ob
servando-o, declaram
pertencer
a
Deus.
Attrahidos
nos outros
dias
pelo
trabalho,
distanciados
entre
si,
os membros
da
gran
de
familia
humana
devem
aproximar
se
e
reunir
se n’este
dia
para
dar
expansão
aos
seus
sentimentos
de dependencia
mutua,
de
igualdade
e
de fraternidade. Este
de
scanço
do
domingo
é,
além
d’
isso,
recom-
mendado
por
uma multidão
-de
motivos
i
humanos,
que
J.
Jacques
Rousseau
resu-|
me admiravelmente
na
sua
celebre
carta
a
D
’
Alembert:
«Que
se deverá pois pen
sar
d'aquelles,
que
queriam
tirar
ao
povo
os
dias
festivos,
os
folguedos
e toda
a
especie
de
entretenimentos,
como
outras
tantas dislracções,
que o
desviam
do
tra
balho?
Esta
maxima
é barbara e
falsa.
Tanto
peior
se
ao
povo apenas
sobeja
o
tempo
para
ganhar
o
seu
pão.
Delle
pre
cisa
lambem
para
o
comer
com
alegria;
j
aliás não
o
ganhará por
muito
tempo.
O
i
Deus
justo
e
bemfeitor, qoe
quer
que!
elle
se
occupe,
quer
lambem que
elle
se
refocile.
A
sua
natureza
lhe
impõe simul
!
taneamenle
o'
exercício
e
o
repouso,
o.|
prazer
e
a
pena.
O
desgosto
do
trabalho
*
acabrunha
o
desgraçado
ainda
mais
que
o
proprio
trabalho.
Se quereis
pois
tornar
um
povo
activo
e
laborioso,
dae-lhe
festas,
oílerecei-lhe
folganças, que
lhe
façam amar
o
seu
estado,
e
que
o
impeçam
de in-
i
vejar uma
sorte
mais
fagueira.
Dias
assim!
perdidos
fazem
que
os outros
sejam
me
lhor
aproveitados».
Portanto,
nada
mais
em
harmonia
com
a
natureza
do
homem, do
que
o
descanço
do
sétimo
dia,
ou
do
domingo.
E
todavia
no
seio
das
sociedades
mo
dernas
este
descanço
é considerado
como
uma odiosa
lyrannia, contra
a qual
se
levantam
protestos
de
uma
energia
infer
nal
!
E
—
doloroso
é
recordal-o
—
não
estão
mui
longe
de nós,
e
podem
reviver
ainda
esses
dias desastrosos,
em
que
a impie
dade
ousou
realisar
este
voto
sacrílego:
Façamos cessar
sobre
a
terra os
dias
de
festa
ao
Senhor
<
Suppritniu-se
o
domin
go,
e
fez
se
observar rigorosamenle
o
descanço
do
dia
decimo,
ou
da
década.
I<to
era
pelo
menos
uma
homenagem,
inconsiderada
é
verdade,
insensata
mesmo,
mas
emfim
uma
homenagem
prestada
ao
principio
de
instituição
divina.
Não
era
esta abdicação
vergonhosa
de
toda
a
ra
zão
e
de
toda
a
fé,
que
escusa
hoje
igual
mente,
já
os
que
por
cubiça
não
descan-
çam
nunca,
já
os
que
por
fantasia
des-
cançam
quando
lhes apraz, e
os
que
por
um
impio habito
trabalham
ao
domingo
e
guardam
a
segunda-feira.
Cousa
realmente
estranha!
Cora
tanto
que
a
religião
não
entre
para
nada
na
conducta
e
nas
deliberações
do
homem;
contanto
que
não
se
faça
questão
de
Deus,
nem
do
dever,
nem
da lei,
tudo
vae
á
maravilha
Mas
se
é a
Egreja
que
vem,
de
sete
dias,
disputar
um
aos
interesses
e
ás sollicitudes
da vida brutal, vêl-os
que
ahi
a
accusam
logo
de
attentar
contra
o
pão
dos
pobres
!
Triste
é
de dizer;
mas
na
França
prin
cipalmente
(e
Portugal
caminha
sobre
a
mesma
esteira)
a
observância
do
domingo
tem-se
tornado odiosa,
e faz-se contra
ella
uma
conjuração
realmenle
desespera-
dora.
Ha ahi
industriaes,
que
obrigam
violentamente
os
operários
a
trabalhar
ao
domingo,
e
que
fecham
as
oílicinas
á
se-
gunda-feíra.
Ha
commandanles
de
corpos,
que ordenam
arbitrariamente
o
serviço
do
quartel
e
a
revista
semanal,
de
modo
a
tornar
impossível
aos
soldados
a
assistên
cia
á
santa
missa.
Accrescentemos
ainda
que, áquelles
que
pediam
explicação
des
tas
odiosas exigências,
se
respondia
in
variavelmente:
Assim
o
quer
a
maçona
ria!
E
todavia
ha
ainda quem
sustente
ser
a
maçonaria
uma
cousa
muito
inno-
cente.
(Continúa)
--- -
Anniversario
nat»Eicso
«le
ííensri-
que
V.
Continúa
a
descripção
do
modo
como
por
toda
a
Fiança
foi
festejado
o
dia
do
anniversario
natalício
de
Henrique
V.
CHA.RENTE
Pela
primeira
vez,
depois
de
1830,
os
legilimislas
do
departamento
de
la
Charente
festejaram
o anniversario
do
nascimento
do
Senhor
Conde
de Cham
bord.
Infelizmenle, a
sala
onde
se
deu
o
banquete,
não
permittiu
se
reunissem
mais
de
80
convivas.
Presidiu
o
snr.
de
Terrasson
d
’
Ardennes.
O
snr.
Maurício
Georgeon,
dislinctissimo
advogado
de
An-
goulème,
fez
um brinde discurso
estabe
lecendo
o
parallelo
entre
a
republica,
o
império
e
a
monarchia
legitima,
os
nos
sos
senhores de hoje,
os
de
hontem, e
a
nossa
esperança
de
ámanhã.
Demon
strou
facilmente
que
a
republica eslava
votada
a
uma morte
próxima,
por
isso
que
ella
mente
ao
seu
programma;
que
o
império
era
impossível,
e
qne
só
a
monarchia legitima
nos
daria
o
socego
de que
a
França
necessita.
Terminou,
fa
zendo
um
brinde
a
El-Rei,
que
é ocioso
dizer
que
foi enlhiisiastieamente
corres
pondido.
Em
seguida
foi
liJa
e
assignada
uma
mensagem
a
EI
Rei.
GA
RD
Lê-se
na
«Gazette
de
Nimes»;
Nimes,
a cidade
catholica
e
realista
por
excellencia,
festejou
hontem
o
anni-
versario
natalício
d
’
EI-Rei.
A
’
s
nove
horas
da
manhã
celebrou-se
uma
Missa
na
egreja
parochial
de
S.
Car
los,
aonde
concorreram
muitos
fieis
para
orar
por
Aquelle,
que,
pelo
seu
nasci
mento,
recebeu
a
missão
providencial
de
salvar a
França
das ruinas
da
revolu
ção.
A’
s
sete
horas
e
meia
da
tarde
teve
logar
um
banquete legitimista
em
Mout-
Duplan,
sob
a presidência do
nosso
de
putado,
o
snr.
Boyer.
Perto
de
seis mil
convidados
estavam
alli
reunidos.
Era
na
realidade
magnifico
ver
longas
fileiras de
mesas,
onde
pro-
miscuamenle
tomavam
logar homens de
todas
as ciasses da sociedade,
tão
dedica
dos
á
causa
realista.
Fizeram-se
diversos
brindes:
A’
união
dos
grupos
realistas;
á
França;
á
cidade
de
Nimes;
ao Papa
e
a
El-Rei.
Foi
lida uma
mensagem ao
Senhor
Conde
de
Chambord.
Depois do
banquete
houve
um
sarau
musical,
em
que
tomaram
parte
os
mais
dislinctos
comicos
do
nosso
thealro,
mui
tos
ai
listas
e
amadores.
Houve
um
soberbo
fogo
de artificio,
e
subiu
aos
ares
um
lindo
balão
ornado
de
flores de
liz.
,
Os
convivas
separaram-se
levantando
enthusiasticos
vivas a
El-Rei.
Na
despe
dida
apertavam
os
convivas
as
mãos
uns
aos
outros,
com
a
mais
pura
,
expansão
fraternal,
e dizendo
com
a alegria da
felicidade,
que,
por
maiores
que
fossem
os
esforços
da demagogia,
não se
podia
negar
que
por
toda
a
França
se
operava
uma
reacção
monarchica
e
que
estava
pró
xima
a
hora
marcada
por
Deus.
O
adeus!
da
despedida
foi
substituído
pelo
grito:
Viva
El-fíei!
repelido
por
mi
lhares
de
boecas
no
momento
de
se
se
pararem.
Houve
muitos outros
banquetes
em
differenles
casas
de
campo,
constando,
geralmente,
cada
ura
d
’
elles
de cincoenla
a
sessenta iniividuos.
Seria
longo
enumerar
todos
os
brin
des
que
se
fizeram.
A
cidade
de Aiaisfrteve
a
honra
de
celebrar
com
todo o
ardor da sua
fé.
o
anniversario
de
29
de setembro.
Pela
manhã,
a
vasta catlwdual
eslava
cheia
de
uma
immensa
inulti
’
lãõ
de
pessoas
de
to
das as
classes
da
sociedade,
e
de
todos
os
grupos
conservadores,
reunidos
em
mn
só
grupo.
A
esta
legião
de
fieis
tinham
vindo
reunir-se
numerosas
deputações
de
todas
as
povoações da
comarca.
A
’
tarde,
um
banquete
presidido
pelo
sor.
barão
de
Larcy
reuniu
mais
de 400
convidados.
Durante
o
banquete locou
uma
banda
marcial.
O
snr.
barão
de
Larcy
levantou um
viva
a
El-Rei;
o
seu
discurso
foi
frequen-
-
tes
vezts interrompido
por
geraes
ap-
plausos.
O
snr.
Roux de Larcy
propoz
uma
mensagem,
que
foi
espontaneamente
assi-
guada
pôr
lodos
os
convivas.
Um
grande
numero
de
realistas
de
Vigan
teve
este
anno
a
ideia
de
fazer
celebrar
uma
Missa
no
dia
29
de
setem
bro,
na
abbadia
de
S
Miguel
de Fri-
golet, perlo
de
Tarascon,
e
foi
n
’
este
logar
de
bênçãos
que
elles
pediram
ao
Patrono
da
França
protegesse
Aquelle,
ligados
ao
qual
estão
os
destinos
e a
fe
licidade
tta
Patria.
HERAULT
A
«Union
nationale»
de
Montpellier
dá-nos
hoje interessantíssimas
noticias
ácerca
do
dia
29
de setembro,
no
depar
tamento
de
Herault.
Pela
manhã,
uma
multidão
compacta
enchia
uma
vasta
nave
e
as
capellas
de
Notre
Dame
de
Tables,
e,
á
tarde,
um
magnifico
banquete
reunia, em uma
im-
mensa
sala do castello
de
la
Valette,
sete
a
oitocentas
pessoas
de
todas as classes
da
sociedade.
O
snr.
Rodez-Benavent
pronunciou
um
discurso
que
fez
a
mais
profunda
impres
são
em
todo
o
auditorio.
Eloquente
sem-
pie,
nunca o vimos
tão
feliz como
n’a-
quelle
dia;
quando
elle
levantou
o
brinde
á
saude do
Chefe
da
Casa de
França,
foi
applaudido
por
todos
os
convivas,
a
maior
parte
com
as
lagrimas
nos olhos.
Depois,
o snr
Carlos
Sadde ftz um
brinde á
Senhora
Condessa
de
Chambord,
GAZETILHA
O
padre é,
ou
não
obrigado
a
pagar
os impostos e
as
contribuições?
Se me
respondeis
atrirmativamente,
co
mo
censuraes
o
clero
de
se envolver na
política?
Mais
ainda.
O
padre
é
o
ministro de
uma
religião
que
é
por
ahi
atacada
por
qualquer,
já
pela
imprensa
impia,
já
pela
palavra,
e
não
lhe
assistirá
o
direito
de
levantar
a
sua
voz para denunciar
e com
bater
as
tentativas
iniquas
dos
inimigos
d
’
essa
religião, que
é
a
mesma do
seu
paiz?
Mais
ainda.
Quando,
mesmo o
clero
não
tivesse
esse
direito,
vós
lh
’o
devieis
dar
pelas
vossas
provocações
incessantes.
Depois
de lhe terdes
vendido
todos
os
seus
bens,
pedis
em
altos
gritos
a
sepa
ração
da
Egreja
e
do Estado?
Entregai-lhe
o
que
lhe
tendes
usurpado
e
separai
vos
depois.
Isso
é
que
vos
não
convém.
O
que
vós quereis
sabemol
o nós
per
feitamente,
é
a
completa
ausência
de
toda
e
qualquer
religião,
para
de
mais
prom-
pto
conseguirdes
o
que
ha
tanto
tempo
intentaes.
Liberalões,
homens
dos tres
pontinhos,
vós
odiaes
o
clero,
porque
o
clero
prega
e
ensina
o
resp
ito
da
familia,
da
religião,
e
da
propriedade.
Odiaes
o
clero,
porque
elle
ensina
que depois
d
’
esta,
ha
uma ou
tra
vida, onde
os
bons
serão
recompen
sados,
e
os
maus
eternamente
atormen
tados.
Ora.
realmente,
para
quem
tem
a.
consciência
tão
cheia
de
remorsos,
não
conveem
taes
doutrinas.
Vós,
finalmente,
odiaes
o
clero,
porque
é
um obstáculo
permanente,
para
a
realisação
de
vossos
tenebri
sos
intentos
Sua influencia põe
um dique
ás vossas
desoladoras doutrinas,
na
presença
vos enraiveceis d
’
ella.
eis
por
que
em
altos
brados
exclamaes
—
-Inutilize
mos
o clericalismo.
Pois o
clero
deixará
de
falar
em
po-
lica,
quando
vós
deixardes
de
guerrear
a
religião.
O
chrislianismo
todos
os dias
é
ata
cado
e
redicularisado
nos jortnes,
nos
livros, nas
revistas
e
nos
thealros,
e
o
clero
hade permanecer
mudo
e
quedo?
Os
proprios
governos
ligão-se
entre
si
contra
o
Senhor
e
contra
o
seu
Christo.
adversas
Dominam el adversas
Christum
■
ejus.
e
ao
clero
não lhe assistirá o
direito!
de
defender
<>
seu
Sènhor
e
Mestre!
Pois
(icae
certos,
.de
que
o
clero
ha
de
defender
sempre o
seu
Deus,
a
sua
religião
e
a
sua
fé.
sem
se
importar
com
os
vossos
sarcasmos.
Sois bem conhecidos. Desde
1834 que
temos
a
infelicidade
de
vos
conhecer.
Para
a
desmoralisação
de costumes,
para
a
prostituição
e
emfim
para
toda
a
qualidade
de
infamia,
haja bastante
liber
dade;
para
tudo
quanto
diz
respeito
a
re
ligião
nada
de
liberdade.
E
os
povos
sem
acordirem
do
lethar-
gico
somno
em
que
ha
tanto tempo
an
dam
mergulhados!...
J.
M. R.
Valente.
e
com
os
termos
mais
proprios
e
pathe-
ticos
fez
o
elogio
da
Augusta Compa
nheira
d
’
aquelle, que
em
breve
occupará
o
throno da
França.
O
snr.
Elias Dumond
fez
um
brinde
á
união
dos
círculos
legi
ti
mistas
france-
zes.
Depois
o
joven
e
talentoso
A.
de
Vi-
chet
fez
um
brinde
aos
operarios
reali
stas.
pagando
um
justo
tributo'de
elogios
á
sua inabalavel
fidelidade,
e
terminou
com
uma brilhantíssima
exposição
dos
benefícios,
que
a
classe
operaria
tinha
a
esperar
de
realeza
legitima.
Os applausos
que
o
orador
recebeu
provaram
quanto
a
sua
eloquente
argu
mentação
linha
locado lodos os
corações.
Depois,
o
snr.
Dubois teve,
por
mais
de
uma hora,
suspenso
o
auditorio,
mo
strando
o
que a
monarchia legitima
e
tradiccional
íez
pela
França,
e
o
que a
republica
tem
feito
contra
a Fiança.
Os
realistas de
Vignan,
de
Cournon-
terral.
de
Maugnio
e
de
diversas
outras
localidades
do departamento
de Heranll,
celebraram
dignamente
o
real
anniversa
rio.
Depois
de
se
lerem
reunido
pela
manhã
nas egrejas,
reuniram-se
de
tarde
em
dilferentes
banquetes,
onde
saudaram
El-Rei, a
França e
a
monarchia.
No
banquete
de Cournonlerral
reuni
ram-se
mais
de cem
pessoas.
LOIRE
1NFER1EURE
Lê-se
na
«Esperance
de
Peuple»,
de
Nanles:
Uma
grande multidão
de
pessoas de
todas
as
classes
da
sociedade enchiam
a
canella
da
Immaculada
Conceição,
orando
a
Deus pelo
Augusto
Chefe da Casa
de
França
e
pela
nossa infeliz
patria.
Nunca
se
viu
aqui
uma
tão
grande
concorrên
cia.
A
n
>ssa
cidade,
dizemos
nós
com
um
legitimo
orgulho,
não
lica
atraz
das
ou
tras
cidades
da
França.
Depois,
530
pessoas
em
um
magnifi
co banquete,
festejaram
os annos
d
’
EI-
Rei.
Fizeram
eloquentes
discursos
o snr.
conde de
Monli,
o
general barão
de
Cha-
rette.
Os
vivas
a
EI
Rei
foram
enlhusias-
ticos.
assignou
se
uma
mensagem ao
Se
nhor
Conde
de
Chambord.
MAYENNE
No
dia
29,
por ser
o dia
de
S.
Mi
guel
e
anniversario
natalício
d
’
EI-Rei,
ce-
lebraram-se
Missas
em
Lavai,
Chatheau-
Gonlier,
Mayenne
e
em
um
grande
numero
de
parochias
da
diocese.
A
de
Lavai
foi
dita
ás
8
horas,
na
cathedral,
no
altar
do
Sagrado
Coração,
foi extraordinária
a
quantidade
de
fieis
que
alli
foram,
oílere-
cendo
a
Deus
suas
preces
por
El-Rei.
RHONE
A
realista
cidade
de
Lyon
festejou
con-
dignamente o anniversario natalício
do
Se
nhor
Conde
de
Chambord.
Pela
manhã
disseram
se
duas
Missas,
uma
em
Ainay
e
outra
em
S.
Francisco,
concorrendo
a
ambas
grande numero
de
fieis. A’
tar
ie
deu
se
um
banquete,
onde
se
reuniram
150
convivas,
sendo
110
operarios.
Esta
festa
foi
deliberada
dois
dias
antes, se
se
tivesse
annuuciado
com oito
dias
de
an
tecipação,
teríamos
mil
ou
mil
duzentos
convivas.
A
monarchia
resurge
em
todas
as
cidades
da
França.
O
brinde
feito
a
El-Rei
foi
correspondido
com o
mais
en-
thusiaslico viva; um
operário
fez
um
brin
de
á
próxima
exaltação
de
Henrique
V
ao throno. Um
maestro
cantou
um
hym-
no.
de
que
elle
é
auctor,
á
bandeira
bran
ca.
No
momento
de
se
separarem
os
ope
rarios,
protestaram
que
no
banquete
de
15
de
julho não
reuniriam
110
mas
3:000.
(Continua.)
O ©lero e
a política.
Comecemos
pela
mais grave
das
accu
sações
formuladas
contra
o
clero.
Os
padres
occupam-se
da
política,
—
os
padres
não
deviam
occupar-se
de
po
lítica.
São
estas
as
engraçadas loas
que
se
cantam
todos
os
dias,
e
em
todos
os
tons,
já
no
campo
de Brutus,
já
na
lenda
de
Calilina.
Muito
bem,
digo
eu.
Mas
é
bom
que
ouçaes
a
resposta.
O
padre
é,
ou
não
cidadão
na
sua
patria?
O
padre
está
ou
não
subjeilo
ás
leis
do
seu paiz?
Partida.
—
No
comboyo
das 2,14
da
tarde
partiu
no
sabbado
para
Coimbra
o
Exm.° e Revm,®
Snr.
Arcebispo
Primaz.
S.
Exc.
a
regressará
em
breve
a
esta
ci
dade.
Uoenfa,
—
A
exc.
ma
esposa
do
snr.
dr.
Rodrigo
Lobo d
’Avila,
delegado
do
procurador
regio
n
’
esla
comarca,
tem
estado
enferma.
Pedimos
a
Deus
que
seja
rápido
e
completo
o
seu
restabelecimento.
iieitastre.
—
Na tarde de
segunda-fei
ra virou-se na estrada <io
Bom
Jesus
do
Monte
um carro
que
vinha para
esta
ci
dade,
ficando
um
passageiro
com uma
perna
quebrada,
e
dois
mais
ou
menos
contusos.
Beliaa-nrteg.
—Chamamos
a
atten-
ção
dos leitores
para
o
annuncio
que
sob
este
titulo
publicamos
no
logar
proprio.
O
annuncianle,
snr
Salles,
é
um
ar
tista
muito
distincto
e
competentíssimo
na
sua
especialidade.
.Jsí
iqipui-eerii.
—
O rapaz
que
ha
dias
annunciamos
ter
desàpparecido
de
casa
d'um
seu
parente
no Porto,
acha-se
de
novo
em
companhia
de
sua
familia,
pelo
que
damos
parabéns
ao
nosso
assignante, que
tal
noticia
nos
transmitte.
Preá
itíersíes
dias nsgembleias
ele»locar
*
.
—
A
commissão
do
recensea
mento
d
’
este
concelho
nomeou para
pre
sidentes
d
’
este circulo
os
seguintes
snrs:
Sé—Bacharel
Antonio
José
Pimenta
Gonçalves.
Congregados
—
Bacharel
Antonio
José
Cerqueira
da
Silva.
Collegio
—
José
Fernandes
Valença.
Adaufe—
Anlonio
Esteves
Cerqueira
d’
Amorim
Barbosa.
Bom
Jesus—Bacharel
Anlonio
Brandão
Pereira.
8.
Pedro
de
Marelim
—
José Gomes
de
Araújo
Alvares.
Figueiredo
—
João
Antunes
Machado
Mo
reira.
Tadim
-José
Vicente
Alves
da
Motta.
jfreço
do»
«ersjaes.
—
Na
terça-feira
ultima,
nesta
cidade,
o
preço
dos
cereaes
foi:
Trigo
....
800
Centeio
.........................................................
510
Cevada.................................
5?0
Milho
alvo
...................................................
650
Milho branco
.........................................
450
Milho
amarello..........................................440
Painço...........................................................
480
Feijão vermelho......................................... 800
»
branco..........................................
560
»
amarello...........................................
560
»
rajado............................................... 480
»
fradinho
..........................................
480
Batatas..........................................................400
Azeite
(almude)
.....................................
6$000
Manifesto.
—
Recebemos
de
Coim
bra
o
seguinte
manifesto,
que
gostosa
mente
reproduzimos,
pela
cordura
que
re
velam
seus
signatários,
e
pelo
amor
da
sua terra,
que
tanto lhes
tem
interessado
em
questão
de
grave
momento.
SUBSCRIPÇAO.
Nunca
nos
dirigimos com mais
acerba
mágoa
aos
nossos
leitores,
como
ao
escrevermos
estas
linhas.
Como
por
vezes
temos dicto,
o
snr.
Francisco
Pereira
d
’
Azevedo,
antigo proprietário
e
redactor
do
«Direito»
e
d’outros
jornaes
catho
licos,
e
actualmente
da
«Propagan
da
Catholica»
e
«Libertador
das
Al
mas
do
Purgatório»,
acha-se
muito
doente
no Porto,
e
sem
meios
para
se
tractar!
Este
respeitável
cavalheiro
vê-se
reduzido
a
tão
triste
estado,
por
que
sempre
sacrificou
lodos
os seus
haveres
e
forças
na
propaganda
das
mais
sãs
doutrinas.
Alguns
amigos
do
snr.
Francis-
co
Pereira
de
Azevedo,
fervoroso
apostolo
dos
verdadeiros
princípios
religiosos
e sociaes,
abrem uma
sub-
scripção
em
seu
favor,
e, pedem
o
concurso de todos
os
catholicos
para
suavisar
a
penúria
d’
aquelle
infeliz
quão
benemerito
cavalheiro.
A
subscrição
fica
aberta
em casa
do
snr.
Manoel José
Vieira
da
Ro
cha,
na
rua
do
Souto, n
’
esta
cidade.
A
commissão
popular
executiva inve
slida,
pela
grande
assembleia
de
7
de
setembro, no
mandato
de
advogar
por
todos
os
meios
que
reputasse
convenien
tes,
as
pretensões
expressas
na
represen
tação
approvada
na
mesma
assemldeia
e
entregue
ao
rei
no
dia
18
d
’esse
mez,
julga
do
seu
dever
expor
ao
publico as
razões
que
a
levaram a
abster-se
de
apre
sentar
ao circulo,
nas
próximas
eleições,
um
candidato
em
quem
a commissão
de
positasse
inteira
confiança
de
que,
no
seio
do
parlamento,
advogaria.com
perfeito
co
nhecimento
de causa
e
inabalavel
convic
ção
de
justiça,
áquelles
direitos
de
cuja
satisfação
dependerá
a legitima
preponde
rância
futura
da
cidade,
município
e
di-
stricto
de Coimbra.
Taes
são
os
motivos:
O
governo
comprometten-se
a
respei
tar
os
nossos
desejos e
fazer
plena
justiça
a
nossos
direitos.
Para
isso
entabolou
ne
gociações
com
as
companhias
interessadas;
mandou
proceder
aos
estudos
convenien
tes
por
engenheiros
habilitados;
prepara-
se
para
apresentar em
cortes
os
respe-
c
ivos
projectos
de lei,
e
deve
a
estas
horas
meditar
na
elaboração
de
um
con
tracto
provisorio
que
principie
o
effecti-
vo
cumprimento
dos
seus
compromissos.
N
’
esta
conjunctura,
a
commissão entendeu
não
dever
levantar
ao
governo
o
mais
pe
queno
attrito
para
o
exilo
dos
trabalhos
em
que
deve
estar
empenhado,
nem dar-
lhe,
se é
tíbia
a
sua
vontade,
o
mais
insi
gnificante
pretexto
para esquecer as
suas
promessas
cathegoricas
e despresar
os
nos
sos
imperiosos e inalianaveis direitos.
Resolveu,
portanto,
a
commissão
ser
indiílerente
ao
acto
eleitoral.
A
commis
são
não
confia
no
candidato do
governo;
mas
nem
o
combate
nem
o
recommenda.
Ella
saberá
dar
os
seus
applausos áquelle
que
cumprir
com o
seu dever,
bem
como
pedirá
estreitas contas
ao
que,
longe
de
satisfazer
ás
mais
sagradas
obrigações,
sir
va
unicamente
os
seus
interesses parti
culares
e
os
interesses
egoístas do
seu
bando.
Com
estas
disposições
a commissão
continua
unida
e
compacta,
trabalhando
iudefessamente.
Se
os direitos
que
advo
ga
forem
esquecidos, se
as
reclamações
que
sustenta
forem
objecto
do
escarneo
e
ludibrio
dos
governantes,
a
commissão
lembrará
a
este
circulo
a
necessidade de
um
desaggravo
memorável,
d’
uma desaf-
fronta exemplar
que
sirva
de
celebrado
escarmento
e
castigo
a
futuros
especulado
res.
Os
mun
cipes
de
Coimbra
comprehen-
dem
a
importância
de conservar
a
toda
a
altura
os
seus
brios
e
dignidade,
e
não
pódem
recusar
á
commissão,
a
quem
uma
vez
entregaram
o
seu
mandato,
a
força
necessária
para repeliir e vindicar
um ul-
trage
á
sua
honra
de
cidadãos.
Coimbra.
10
de
outubro
de
1879.
Presidente,
Dr.
Augusto
Rocha—
-Vice-
presidente,
Francisco
de Sousa Araújo
—
Secretários.
Joaquim
José
Rodrigues
de
Sousa
—
Francisco Rodrigues
da
Cunha
Lu
cas—
Vogaes:
José
Francisco
d
’Oliveira
Reis
—
Joaquim
Marlins
de Carvalho—
João
Ma-
theus
dos
Santos
—•
Paulo
José
da
Silva
Neves
—Bacharel
Manuel
Joaquim
de
Ca
stro
—
Manuel José
da
Costa Soares
—
João
Lopes
de
Moraes
Siivano
—Antonio
Cle
mente
Pinto
—
João
Antonio
Cardoso—Ba-
silio
Augusto
Xavier
d
’Andrade
—
■Alfredo
Ferreira
Barbedo
Vieira
- Antonio
Duarte
Areosa
—
Abilio
Roque
de
Sá
Barreto
—
Antonio
Henriques
de
Carvalho
—Bernar
do
Anlonio
d
’
Oliveira
—
Manuel Gomes
Lei
te—Augusto
Luiz
Martha
—
Manuel Augusto
Rodrigues
da
Silva
—
Antonio
José
Dantas
Guimarães
—José
de
Mello
Alves
Brandão
—
Adelino
Augusto
Pereira
de
Carvalho
—
José
Anlonio
d
’Amil—Anlonio
Joaquim
dos
Santos
Neves
Doria—
Manuel Anlonio
da
Costa
—
Francisco
José
Vieira
Braga
—
Manuel
Teixeira
da
Cunha
—
Joaquim Gual-
berto
Soares
—
José
Bonança—
José
Correia
dos Santos.
A
is»pasrciaSisSade
doa
j
»
ísp
4
itlas.
—
Do
nosso
collega
do
«Conimbricenses
transcrevemos
os
seguintes
poragraphos:
Parece-nos
conveniente
mostrar
o
que
em
geral
teem
sido
e
são
os
partidos en
tre
nós.
Quando estão
na
opposição,
não
ha
accusaç.ão
que
deixeán
de
fazer
aos mini
stros,
não
ha
acto
que
elles
pratiquem
que
não
seja
digno da mais
severa
cen
sura.
A
mais leve
interferência d
’
e!les
nas
eleições
é
um
crime irremissível;
tudo
são
abusos, escândalos
e
devassidões. E
assim
são licilos Ji
opposição
lodos
os
meios para
os
derrubar
do
poder.
Passado
tempo, pela
ordem
dos acon
tecimentos,
pedem
a
demissão
os
mini
stros. e
são
substituídos
por
membros
de um
dos
partidos
que
lhes
faziam
op
posição.
Então
é
que
se tornam
curiosas
as
mutações
da scena.
Áquelles
que até
alli
fulminavam
cer
tos
procedimentos,
abusos,
illegalidadés
e
escandaios,
já acham muito
desculpáveis
e
até mesmo
dignos
de
approvaçào
idên
ticos
procedimentos,
abusos,
illegalidades
e
escandaios,
pelo
simples
facto
de
se
rem
praticados
pelos
seus
correligionários
políticos.
As
transferencias
e as
demissões
dos
empregados
sem
serem
de
confiança,
são
actos
indispensáveis
e
dignos
de
applau
sos
;
a
escandalosa
corrupção
nas
elei
ções
é
licita
por
ser para combater
os
inimigos;
emfim
o
que
hontem
eia
bran
co
é
hoje
preto,
e
o
que
era
preto
é
agora
branco.
Mas
não
é
só
isto.
Não
se
conten
tando
com
esta
transformação
inaudita
nos
seus
actos
e
opiniões,
querem
forçar
a
que
todos
os
acompanhem
n
’esle
seu
proceder.
Não
se
tolera
que
haja
quem
tome
a
sério
a
política,
e
que
tendo
censura
do
os
actos
d
’
um
ministério
passado»
igualmente
entenda
que
é
do
seu
dever
e
da sua
honra
censurar idênticos
actos
aos
novos
ministros,
não
lhes
negando
comtúdo
os
louvores
n
’
aquillo
que o
me
recerem.
Para
essa
gente
ha
uma
expressão
com
que
se
julgam
aucctorisados
a
tudo
praticar.
E
’ a
chamada
lealdade
partida-
fia. Com
ella
justifica-se
tudo
por
mais
indigno
que
seja.
Convêm
a
um
partido
uma
resolução
indecorosa?
Approva-se
por
lealdade
par-
lidaria.
E’
preciso
lazer
um
despacho
escanda
loso?
Acha-se
excellente
por
lealdade
par
tidária.
Torna-se
necessário
falsificar
o
voto
eleitoral,
pelos
numeroso-;
meios
de
que
dispõe o
poder.
Tudo
isso
se
julga
licito
pela
lealdade
parlidaria.
A
tal
lealdade parlidaria
faz
até
com
que
homens
de
bem,
que no
seu
írato
particular
são
distiuctos
cavalheiros,
ou-
zeffl
praticar
actos
repugnantes em
polí
tica,
com
que se
envergonhariam
fóra
d
’
ella.
E
isto
não
é
só
relativo
a
este,
ou
áquelle
partido.
E’ a
lodos.
portuguez»»
falieeidoa.—
No
cor
rente
anuo
talleeeram
nas
seguintes pro
víncias
do
Brazil
os
que
seguem:
Em
Iguassie
—
Anastácio José
Pinto,
tjO
annos.
solteiro.
Em Porto
Alegre—
Antonio
Dias
de
Sousa,
23
s.;
José
Correia
de
Mello,
25,
s.;
Luiz
Pinto
Torres
Neves,
64, c.;
An
lonio
Fernandes
Loureiro,
28,
s.;
José
Luiz Barbosa,
64, c.; Bernardo José Lu
cas
Leal,
47,
v.
No
Rio
Grande do Sul—Anlonio
Gon
çalves
Barreiros,
48,
s.;
Joaquim Proco
pio
da
Silveira
A
vila,
45,
c.;
José
Grillo,
39,
s.;
Maria
da
Conceição,
65,
v.;
An
lonio
Narciso d’
Almeida,
36,
c.;
Domin
gos
da
Costa
Azevedo
62,
c.;
Henrique
José
Monteiro,
39,
c.;
Manoel
Francisco
da Silva
56,
v.,
Francisco
José
da
Silva
Cardoso,
56,
c.;
Lino dos
Sanios
Ribeiro,
43,
c.;
Daniel
Pinto
35
s.;
Manuel
Joa
quim
de
Mattos,
15, s.;
Maria
José
da
Conceição,
64,
v.;
Hilário
de
Lima,
24,
c.;
Manuel Martins.
38,
s.
Em
S. Paulo
—
Domingos da
Silva Le-
ça,
solteiro.
Em
Ubatuba
—
Joaquim
José Vieira
Mendes.
60,
c
,
e
Joaquim
José
Ribeiro
Rosa
66,
v.
As
ttlcnas
eariiativas.
—
Recom-
meniamos
e
muito ás
pessoas
caritativas
a
desventurada
Maria
José
da
Silva,
mo
radora
na rua
dos
Sapateiros,
n.°
7.
Vive
em
extrema
peouria,
e
padece
de
doen
ça
incurável.
A
’
itiad» j»saMsoa.—
Milito re-
commendamos
ás
pessoas
caridosas
o
in
feliz
Anlonio
Marques
da
Costa,
morador
na
rua
de
S.
Miguel-o-Anjo,
casa
n.°
4,
3°
andar,
que
se
acha
na
maior
neces
sidade
e
doente,
vivendo
só
da
caridade
das
pessoas
que
o soccorrem
com
alguma
esmola.
A'
eariíiaAe
publica.—
Recommen-
damos
ás
almas caridosas
Anna Joaquina,
de
8
annos
de
idade,
que
está
entrevada
ha
8
mezes.
Vive
em
penúria
extrema.
Mora
atraz
do Tiieatro, n.°
14.
Silva
Araújo;
com
a
commenda
de Nossa
Senhora da
Conceição o
snr.
Manuel
A-l
ves
de
Castro;
com
a
de
Christo
o
snr.
José
Lourenço
Carvalho;
com o
habito
de
Christo
o
presbytero
o
snr. João Pi
res
Xavier;
com
o de Aviz
os
capitães,
de engenheria,
Alegro,
e
o
de
arlilheria
Couvreur;
o
quartel
mestre
de
caçadores
9,
Ramalho
Rocha,
e
o
capellão
de
ca
çadores,
5,
Martins
Coutinho.
Aviso
para que
os
pretendentes
a
lo-
gares
de
guardas
das
rondas
volantes
de
124
dislrictos
tiscaes, apresentem
os
re
querimentos
ao
ministério
da
fazenda
qo
praso
de
15
dias.
Na
Bolsa
venderam-se:
3
tilulos
do
Banco
de
Portugal a
5435100;
7
a
543-5;
10
acções
da
Companhia
Carris
de
Lisboa
a
90,5700,
10 obriga
ções
da
Companhia
das
Aguas
a
8658OO;
44
dos
caminhos
de ferro
do
Minho
e
Douro
a
90$000;
4
contos
em
inseripções
a
51,50.
A
alfandega
rendeu
a
quantia
de
reis
12:0815953.
Buenos
Ayres,
9.
—
O
ministério
deu
a
sua
demisão.
O
novo
gabinete
ficou
assim
organisado:
Goyena,
ministro
da
ju
stiça,
<lo
culto
e
da
instrucção
publica;
Gonzalez,
dos
negocios
estrangeiros;
Zor-
iilla,
do
interior;
Plaza,
da
fazenda,
e
Pel-
legrini,
da
guerra
e
da
marinha.
Paris, II.
—
E
’
esperado terça
feira em
Cannes
o
czarewitch.
Chegou
a
Perpi-
gnan
o
general
Emilio,
e.
lendo
percor
rido toda
a
fronteira
desde
Gerona
até
Puigcerdá,
certificou-se
de
que
não
existe
bando
algum
na
fronteira.
Os
jornaes
de S.
Petersburgo
fazem
notar
a
continuação
das
aggressões
da
imprensa
allemã.
New-York, 11.—
Houve
uma
collisão
de
comboios
no
caminho
ile ferro
de
Jackson,
no
.Midi gan,
resultando
25
mortos
e
40
leridos.
Corre
o
boato
de
que o
general
Mont-
morency
foi
eleito
presidente
da
republi
ca
do
Haiti.
Paris,
12.
—
O
czar
adinilte
a destruição
de
Cahul,
mas
não
a
annexação
á Ingla
terra.
Londres,
12.—Os
inglezes
continuam
luctando
em frente
de
Cabul.
Simla,
12.—
A
cavallaria
ingleza
en
trou
em
Cabul.
Encontrou
72
peças de
arlilheria.
Os insurgentes abandonaram
as
posições
antes
da
entrada
da
cavallaria.
Julga-se
que
terminou
a
resistência.
Àm®iiwos
Antonio Luiz
Rodrigues
e
sua mulher
Rosa
de
Faria
Rodrigues,
summamente
penhorados
com as provas de
sincera
ami
sade
que, na sua
dôr,
lhe
teslimuiiharam
tantos
cavalheiros,
senhoras
e revd.
Os
ec-
elesiaslicos,
cumprimentando-os
e assistin
do
ao
Ldudale
e
Responsos que
na
egre
ja de
Santa
Cruz
se
cantaram
em
a
tarde
do
dia
5
do
corrente,
suffragando a
alma
innocenle
de sua
filha
Margarida,
a
todos
veem
por
este meio
protestar
seu
eterno
reconhecimento
e
intima
gratidão. (2659)
Os
abaixo
assignados,
veem por
este
meio á
imprensa
agradecer,
em
extremo
penhorados,
as
immensas
finezas
e
favo
res
com
que
foram
honrados
por
muitos
illm.
os
e
exm.
os
snrs. e
senhoras
por oc-
casião
do sentido
fallecimento
e
funeral
de
sua
muito presada
mãe e
sogra
Anna
Maria
de
Jesus
da
Silva. A todas
as
pes
soas.
.asseguram
o seu
grato
reconheci
mento,
não
esquecendo
os
reverendíssimos
sacerdotes,
o
illrn.®
snr.
João
Fajardo
e
mais
snrs.
da
sua
capella,
que
concorre
ram
giatuitamenle
para
que
o
dito
fu
neral
fosse feito
na
altura
do
respeito
que
os
doridos
consagram
á
memória da
saudosa
finada.
A
todos
.os
obséquios
de
tão
subido apreço
protestam
os
signatá
rios
o
seu
tão
sincero
como
grato reco
nhecimento.
Manoel
Bernardi.no
da
Cunha
e
Silva
Judo
Augusto
da Cunha
José
Anlonio
da
Silva
Gomes
Maria
José
da
Cunha
e
Silva
Gomes
Anna Cazimira
da
Cunha
e
Silva
Rita
Angelina
da
Cunha
e
Silva
Gedrudès
Miria
da
Encarnação
da
Cunha
e
Silva.
(■2.Q(Ò'2)
ANNUNCIOS
_______________ S-----------
BELLAS
ARTES
Lições
de
Desenho,
Pintura,
Gravura,
Lithographia
e
Photographia,
pelo
Cava
lheiro
de
Salles.
Tira
retratos
a
oleo,
e
restaura
as pin
turas
antigas.
RUA DO
ANJO,
15,
BRAGA.
(2664)
ÉDITOS DE
30 DIAS
Pelo
juiso
de
direito
da
comarca
de
Braga, e cartorio
de
Ribeiro,
correm
édi
tos
de
30
dias
a
citar
e
chamar
todas
as
pessoas
incertas
e
quaesquer
credores
ou
legatários
desconhecidos
e residentes
fóra
da
comarca
que porventura
tenham
algum
direito
á
herança
do finado
João
Antonio
Gonçalves
da
Silva,
solteiro, de
maior
edade,
morador
que
foi
no
logar
d
’
Al-
deia,
freguezia
de
Navarra,
d
’
esta
mesma
comarca,
para
que
no
prediclo
praso
o
venham
dedusir
e
allegar
no inventario
a
que
pelo
failecimento
do mesmo
se
anda
procedendo
por
este
juiso
e
cartorio do
prediclo
escrivão,
sob
pena
de,
á
sua
re
velia,
se seguirem
lodos
os
mais
termos
e
ser
afinal
julgado
por
sentença.
Braga 28
d
’
agoslo
de
1879.
O
escrivão
João
Marcos
d’Araújo Ribeiro.
Verifiquei
a
exaclidão.
(2663)
Adriano Carneiro
de
Sampaio.
XABIIEGAS
Rapé
Meio
grosso,
boles
de
250
gr.
400
Rapé Cruz
Malta
>
»
» »
450
Rapé
Secco
»
»
»
»
600
LEALDADE
Rapé
Meio
grosso,
botes
de
250
gr.
300
Btíapé
»
n
1
a
»
»»
»
350
Rapé
Cruz
Malta
»
>
•
»
350
Rapé
Secco
»
»
»
»
300
Rapé
Vinagrinho
»
»
»
» 300
50—
Rua do Carvalhal —50
BRAGA
(2647)
COWWJO
DE CIMA
E
MECHAMCA
DENTAL
J.
M.
Pinheiro
CIRURGIÃO
DENTISTA
DA
ESCOLA
AMERICANA
Mudou a
residência
da
rua
do Campo
para
a
rua
dos
Chãos
n.°
39
—Braga.
(2645)
CAS1B1° M íííi
Z WTEWas
Tem distribuído
esta
casa
cerca
de
2.000:0005000
em
prémios
no
paiz e
Brazil.
O
cambista
Antonio
Ignacio
da
Fonse
ca,
rua
do
Arsenal,
56
e
58,
com
filial
no
Porto,
Feira
de
S.
Bento,
33,
34
e
35,
faz
scienle
ao
respeitável
publico
que
tem
sempre
nos
seus
estabelecimentos variadís
simo
sortimento
de bilhetes e
suas
divi
sões
das
loterias
porlugueza
e
hespanhola.
Satisfaz
lodos os
pedidos
das
provín
cias,
ilhas,
ultramar
e
Brazil,
com prom-
ptidão
e
diminutas
commissões,
quer
se
ja
para
jogo
particular
ou
para
negocio.
Nas
terras
onde
não
tenha
ainda
corres
pondente
acceita
para
seu
agente
qualquer
cavalheiro
estabelecido
que
dê
boas
refe
rencias.
Os
vendedores
leem
boas
vanta
gens,
sendo
uma
d’e!las 0 poderem
re
cambiar,
0
que
não
tenham
vendido,
até
á
vespera
do
sorteio.
E
’
negocio
que
tem
tudo
a
ganhar
e naãa
a
perder.
Envia
em
tempo
listas,
planos
e
telegrammas.
O
2.°
sorteio,
é
0 da loteria de
Ma
drid,
no
dia
17
de
outubro.
Ò
prémio
grande
é
de
28:8005000
reis
e os
prémios minimos
são de
108$0í)0
e
725'JOO
rs.
Os
preços
dos
bilhetes
e
fraeções
d
’es-
ta
loteria
são
os
seguintes:
bilhetes
in
teiros,
115600;
meios,
55800; quintos,
25320;
décimos,
15160;
fraeções
de
600,
480,
240,
120
e
60,
e
dezenas
de
65000,
45800,
25400,
15200
e
600
rs.
O
3.°
sorteio,
é
0
da
loteria portu-
gueza,
a
22
de outubro.
O
prémio
grande é
de
8:0005000
rs.
Os
preços
dos
bilhetes
e
fraeções
d
’
es-
ta
loteria
são
os
seguintes:
bilhetes
intei
ros,
45800; meios, 25400;
quaitos,
.15200,
oitavos,
600;
fraeções
de
520,
440,
330,
260,
220,
130,
HO,
65,
55,
45
e
30
rs.
Os
pedidos
das
províncias
são
satisfei
tos na
volta
do
correio.
Chamamos
a
allenção
do
publico
para
um
ponto
importante.
As
fraeções
da
nos
sa
firma, tem
um pertence
muito
mais
vantajoso
para
0
jogador,
que
0
das
ca
sas
das
províncias.
Por
exemplo: em
uma
fraeção
da
nossa
firma do
preço
de
609
reis
em
qualquer
sorteio
ordinário
da lo
teria
de
Madrid, toca-lhe na
sorte
grande
1.4005000
reis.
Em
igual fraeção,
com
qualquer
dos
prémios
minimos
toca-lhe
45500
ou
35000
reis.
Consideramo-nos,
em
ramo de
loteria,
um
dos
primeiros.
O
que
esperamos
é
a
continuação
do
favor
pu
blico
e
em
especial
dos
que não
vivem
nas
duas
principaes
cidades.
Os
prémios
são
pagos
á
vista das competentes
listas.
Querendo,
os
possuidores
dos prémios,
po
dem
recebel-os
nas
suas
localidades,
por
meio
de
remessas
de
letras
ás
ordens
so
bre
os
recebedores
das comarcas.
Rece
be-se
em
pagamento
dos
pedidos sellos
do
correio,
valles,
ordens
sobre
qualquer
pra
ça
ou
como
melhor
convier
aos freguezes.
Pedidos
ao
cambista
Antonio
Ignacio
da
Fonseca,
rua do
Arsenal,
56, 58 e
60,
Lisboa,
ou
Feira
de
S.
Bento,
33.
34
e
35,
Porto.
(2529)
AOS SNRS- PROFESSORES
No
Collegio
Académico
de
N.
Senho
ra
de
Guadelupe, abre-se
no dia
20
de
outubro,
um
curso
destinado
aos
snrs.
professores
que
desejarem
habilitar-se
com
petentemente
no methodo
de leitura do
snr.
dr.
João
de Deus.
Este
curso
é
regido
pelo
director
do collegio,
João
José
Alves
ÍPAraujo.
(2654)
Na rua
do
Campo
n.°
22
vende-se
ba-
ga de
sabugueiro,
legitima
do
Douro,
por
preços
commodos;
a
quem
a
pretender,
dirija-se
á mesma
casa.
(2640)
Na
rua
de S. Vicente n.°
69
mora
uma
snr.
a
que
ensina
a
fizer
flôres
e
todas
as
tintas necessárias;
ensina
tam
bém
a
costurar,
a
bordar
e
tudo
mais
que fôr necessário aprender.
(2657)
Quem
quizer
comprar
nma
casa
e
eirado,
sita
na
praia
d
’
Apnlia,
.-,>,>4.
póde
dirigir-^ a
casa dó falleci-
do Anlonio
Moreira
Cardoso,
nd
logar
da
Praia;
tracta
se
na
mesma casa,
desde
o
dia
10
até
ao dia 22
d
’
outubro,
do
meio
dia ás
tres
horas
da
tarde.
(2660)
ARREATUA-SE
Uma
casa
de
dois
andares
com
pequeno
quintal
e
agua,
na
rua
s.
Geraldo, n.°
20.
Trata-se
na
mesma
rua
n.°
17.
(2623/
A8.IW A.n-*
*
K
ÀP2ELLO AOS GATHOLÍGOS
«A Associação de
.
jesus
,
maria
e
wsé
,
erecla
na
cidade
do
Porto,
com
o
fim
de
abrir
escolas
gratuitas
para
edu
cação
de meninos
pobres,
de ambos
os
sexos,
vendo
se
obrigada
a
deixar
o
edi-
lieio
oade
se,.,
acham
fo.nccionan
lo,
em
Vila
Nova
de
Giya,
as
duas
escolas,
uma
de
meninos
e
outra de
meninas,
resolveu
em,
sessão
de
14
de
setembro
do
corrente
anuo
de
1879,
mandar
construir
uma
«asa.
apta
para
receber
as
duas
meneio-
nadas escolas.
Já
lhe
foi
dado,
para
este
fim,
terreno
Por
pessoa
caritativa;
mas
fallecem-lhe
meios
pecuniários
para
levar
ao
cabo
obra
4ào
mil
á
humanidade.
A
Associação
confia
muito
nos senti
mentos
generosos
dos snrs.
associados
e
®ais
pessoas
amantes
da
hnmanid
i
le
que
a
coadjuvarão
de
bom
grado
em
uma
«®preza
que
tem
por fim
arrancar
da
ighorancia
e
do
vicio
a
tantas
creanças
^e,
sendo hem
educadas,
podem
vir a
*er
bons
cidadãos
e
prestar
relevantes
serviços
á
sociedade»..
A
suhscripção
fica
aberta
na
redacção
deste jornal.
U
ET IMAS
Lisboa,
13.—«Diário»:
Agraciados: com
o
titulo
de visconde
ÍLrcellinhos
o
snr.
Álvaro
Correia
da
Os
altos
da
casa da
rua
do
Çampt»,
n.°
22,
com
bons commodos para
uma
numerosa
familia,
agua
encanada e
bellas
vista.
Quem
pretender
dirija-se
á
mesma.
(2557)
Caixa
peniiorista
Braearenee
na
Traves»»
de
O.
€4
asaIdian
eidaiie.
Continua
a
emprestar
dinheiro
sobrt
penhores
lodos
os
dias
desde
as
8
horas
da
manhã
até
ás
9
da
noute
na
mesma
caixa.
Vende-se
tonpas
Pede-se
a
todos
os
mutuários
que
ti
verem
objeelos
empenhados
na
mesma
caixa
com
alrazo
de
juros
de
tres
mezes
os
venham
pagar
ou
resgaslar,
senão
se
rão
vendidos.
ACUCJA-SE
Uma
boa
morada
de casas com
dois
andares,
sita
na
roa
do Anjo,
n.°
20
e
20
A.
Está
encarregado
de
a
mostrar
e tra
tar
do
aluguel
0
snr. Oliveira, abridor,
morador
na
mesma rua
n.°
22.
(2547)
Empreza
editara de
Francisco Arlliur da
Silva—Lisboa.
BRINDE
1
TODOS OS
ASSIGNANTES
DA
HISTORIA UNIVERSAL
POR
Cesnr
Cantu
Desde
a creação
do
mundo
até
1862—
con
tinuada
até
1879
por
D.
NEMES1O
FERNANDEZ CUESTA;
Com
a noticia
dos
factos
mais
notáveis
relativos
a
PORTUGAL 2
BRAZIL
Traduzida
da
edição
francezade
1867
e
acompanhada da
versão
das
citações gregas
e
latinas, e
annotada
por
Manoel
Bernnrdes
Branco
Da
Academia Real
das
Sciencias
de
Lisboa;
professor
das
línguas
grega
e
latina, etc.
2.»
edição,
illuslrada
com
81
gravuras
primorosamente
executadas.
13
volume»
in-4.°
grande.
O
editor
proprietário
d’
esta
publicação,
grato
aos
favores
do
publico,
e
compre-
hendendo
a necessidade
de
publicar
um
13.°
volume
para
que
esta
2.a edição
da
HISTORIA
UNIVERSAL
íique
mais
com
pleta,
resolveu
offerecer
aos
snrs.
assignan-
les
que
o auxiliaram
n
’esla
empreza
e áquel-
les
que
de
boje em
diante
o continuarem
a
coadjuvar,
como
BRINDE
o
decimo
terceiro
volume,
contendo
trinta
e
cin
co
capítulos,
seis
gravuras
e
dois
indices,
sendo o primeiro chronologico e
remissi
vo
de
toda a
Historia
Universal,
servindo
para
a
procura
dos
lados
que
n
’
ella
vem
exarados,
e
o
segundo
alphabetico,
con
tendo
os
nomes
de
todos
os
homens
no
táveis
que
íiguram
na
historia,
e
os
títu
los geraes
de
todas as
matérias,
servin
do
de
auxilio
ao
primeiro
Comprebendendo
a
narração
desenvol
vida
dos
acontecimentos
históricos
occor-
ridos
desde
1851
até
1879,
escriptos
em
hespanhol
por
D.
Nemesio
Fernandes
Cues-
ta,
e
accrescentados
na
parle
que
diz
res
peito a
Portugal
e
Brazil,
por
Manuel
Ber-
nardes
Branco.
Fica
portanto
completa
a
segunda
edi
ção
da
HISTORIA
UNIVERSAL,
em treze
volumes
in-4.°
grande
e
custará:
Brochada
....
205000
reis
fortes
Encadernada.
. .
275900
»
»
Para
facilitar
a
acquisição
d
’
esta
tão
importante
obra
ás pessoas
menos
abasta
das
que
a
não
possam
comprar
de
uma
só
vez,
o
editor
deliberou
conservar aber
ta
a assignalura
em
Portugal
e
no
Brasil.
Cada
folha
de
16
paginas
a
duas colum
nas,
50
rs.—
Cada
gravura
primorosamen
te
executada,
40
rs.
Condições
da
assignatura
:
—
A
assigna
tura
póde
fazer-se por entregas
de
duas
folhas,
e
as
gravuras
como convier
—
por
fascículos
de
cinco
folhas e
uma
gravura,
e
por
volumes brochados.
—
Cada
entrega
de
*
32
paginas
e
1
gravura,
140
rs.
—
Cada
fascículo
de
80
paginas
e
1
gravura,
290
rs.
A Meza
da
Santa
Casa
da
Misericór
dia,
de
Braga,
tendo
em consideração
a avultadissima
despeza
que está
custan
do
o
fornecimento
de
pannos
e
fios
para
o
curativo de
feridas
no
Hospital
de
S.
Marcos,
empenha
n'este
acto
de
caridade
a
devoção
de seus
concidadãos.
O
escrivão
Lourenço
da
Costa
G.
Pereira Bernardes.
CADA
VOLUME:
1.°
voL br.
orn. de
9
grav.
1^870
2.°
i
>
»
6 »
1$665
3.»
»
>
>
»
7
»
1.5605
4.°
B
>
»
5
»
1,5520
5.°
>
>
B
»
6
»
15615
6.°
>
1»
>
»
6
»
15690
7.»
>
D
»
»
6
»
15640
8°
D
>6
»
15615
9.°
»
B
»
»
6
>
15565
10.°
>
>
» 6
>
15615
11.°
>
>
>
»
6
»
156 40
12.°
»
»
6
»
15815
13
.«
IÍ
ULTIMO,
ornado de 6
gravu-
ras,
brinde
a
todos
lo,
GRÁTIS.
os
assignantes
,
no
pre-
Das
81
gravuras
de
que
consta
a
obra
estão
tiradas
45,
pertencentes
aos
vol.
I
a
7.
Este
decimo
terceiro
volume
será
dis
tribuído
depois
de
completo
e brochado a
todos
os
assignantes
que tenham
pago o
decimo
segundo volume
Os
assignantes
teem
as
seguintes
van
tagens:
Garantia
e
certeza do
complemento
da
obra, e poder
receber
como
e
quando
qui-
zerem,
por
entregas,
por
fascículos
ou
por
volumes.
LISBOA:
—A
assignatura
póde
fazer-se
por
entregas,
fascículos,
e
por
volumes.
O
assignante
receberá
uma entrega
de
duas
folhas
por
semana,
pelo menos, e
as
gra
vuras
que
lhe
convier,
pelos
preços
acima
marcadts,
pagando
ao
distribuidor
no
acto
da
entrega
a
sua
importância.
PROVÍNCIAS
E
ILHAS:
—A
assignatu
ra
póde
fazer-se
por
fascículos
e
por
vo
lumes. O
assignante
receberá
o primeiro
fascículo
ou
voluuie
franco
de
porte,
e
só
depois
de
recebidos mandará
satisfazer
a
sua
importância
em
estampilhas,
valles
do
correio
ou
ordens,
na
certeza
que
não
re
ceberá
o
segundo
sem
que
tenha
satisfeito
o
primeiro, e
assim successivamente.
As
pessoas
tanto
de
Lisboa
como
das
provincias
e
ilhas
que
angariarem
DEZ AS-
SIGNATURAS
REAUSÁVEIS
terão
UMA
GRATUITA,
dirigindo-se
direclamente
ao
editor.
Assigna-se
no
escriptorio
do editor—
rua
dos
Douradores.
72,
LISBOA
;
me
BRAGA,
na
livraria
Internacional
de Eu
genio
Chardron,
e
nas
principaes
livrarias
do
reino,
ilhas
e
Brazil.
Franei»eo
Arilmr
da
Silva
—
editor
72,
rua
dos
Douradores,
72
—
LISBOA.
Fabrica a
vapor de
fundição
de ferro e
metaes
Travessa
de
8.
João
—
Braga.
N
’esta fabrica,
uidca
na
provincia do
Minho,
fabrica-se
toda
a
qualidade
de
obra,
tanto
de
ferro
como de metal. O
proprietário
da
mesma não
se
tem
pou
pado
a
sacrifícios para poder
elevar
este
melhoramento
de
industria á
altura
de
poder
competir
em tudo
com
as
fabricas
de
igual
genero
do
Porto
e
outras loca
lidades,
pois
que
no
seu estabelecimento
se
fazem
obras
de
todos
os
tamanhos
e
quali
dades
pelos
preços
que
possam
ser
encontra
dos no Porto
N
’
esta fabrica
fundem
-se
peças
depezo
de
5:000
kilos
e maiores,
sendo preciso,
achando-se
já
muitas obras
fundidas,
avul
sas,
como
são:
buxas
para
eixos
de
carrua
gens,
moinhos
para moer tintas,
pés
para me-
zas
de
mármore
ou
de
madeira,
bancos
para
jardins,
bombas
de qualquer
pres
são
até
á
altura
de
200
palmos,
grades
para sacadas
ou
jardins,
columnas
e
con
solas
para
lampeões,
prensas
para
copia
dores, fuzos
de novo
systema
para
la
gares, ferros
para
alfaiates e chapelleiros
tapetes
e
ventiladores para soalhos,
canos
e joelhos
para agua',
de
todas
as
grossu
ras,
guinchos
de
pedreiro
de
todos
os
tamanhos.
Além
d’
eslas
obras,
que
ha
feito,
toma
encommendas
para
todas que
possam
fazer-se
de
ferro,
aço
ou
metal.
Também
concerta todas
as
obras
d
’
este
genero
principalmente
bombas
de poços.
W proprietário
Antonio
Germano
Ferreirinha.
BREVE
COMPENDIO
DE
ORAÇÕES
E
DEVOÇÕES
ADOPTADAS
PELOS
MISSIONAMOS
QUARTA
EDIÇÃO .
Novamente
correcta e
muito
augmentada
com novas
orações
e
devoções
indul-
genciadas,
e concedidas
posterior-
mente
á
ultima
Raccolta.
Com
approvação
de S.
Exc.'
A Revm.
a
o
Snr.
D.
João
Chrysostomo
d
’Amorim
Pessoa,
Arcebispo
Primaz.
Vende-se
em
Braga,
na
lypographia
Lusitana,
rua Nova
n.°
4,
e
nas
livra
rias
de
Manoel
Malheiro,
rua
do
Almada,
Porto,
e
Catholica,
de
Lisboa.
Preço==169
em brochura,
e
240 enca
dernado.
Ceremonial
segundo
o
rito
Romano
que
deve
observar-se
na
Ter cia
e
missa
conventual
cantada
na
capelia
do
Seminário
Conciliar
Bracarense.
Escripto
pelo
Presbytero
JOÃO
REBELLO CARDOSO
DE MENEZES,
Vice-Reitor
do
mesmo
Seminário.
Vende-se
no mesmo
Seminário,
e
no
escriptorio
d
’este
jornal.
Preço..................................
120
rs.
Desconfiar
das falsificações.
A
Sg
Unico sucoessor dos
Carmelitas
FARIS,
14, Rue de 1’Abbaye, 14
Contra a Apoplexia,
o Cholera,
Flatos, Desmayos,
Indigestões,
Febre amarella,
etc.
Veja-se o
prospecto
que deve envolver cada frasco.
Exija-se
o rotulo
branco
e
preto
que devem
levar
pegado, os
frascos
de todos os tamanhos, e
a assignatura inclusa :
Deposito
no Porto, Ferreira
&
Irmão,
Banharia,
77
e
79
______ _ _ _ _ _ _
Gran
êxito en Paris <
VELOUTINE
GH
les FAY
POLVO DE ARROZ ESPECIAL
PREPARADO
CON BISMUT
INVISIBLE
K
ADHERENTE,
dá al cbtii fntcura y trasparancia.
I
nventor
CHARLES FAY,
9,
rue
de
la
P
aix
,
PARIS
Se vende
en las Fannacias,
Perfumeriu, Beluquerias y tiendas de quincalla.
\x>x>x>x>x>x>x>x>^
^lOIOIOIOIOIOIOIO?
Adoptido
em todos
gs
Hospitaes
decommcndadi)
por todos os Médicos.
K
Cwltrl1
1
ftNEMIfl- CHl
-0R0SE- DEBILIDADE,
FRAQUEZA, PERUAS BRANCAS,
etc. g
O
Ferro
Bravais
(ferro
liquido em
gottas
concentradas)
é
o uni
<;
3
m/
‘vOff.sjvA
exemplo
de
qualquer acido;
não tem cheiro nem sabor,
não
produz^
ggPrisão do ventre, diarrhea, irritação nem cança o estomago; alem
d
’
isto
K
è
o unico que não
faz os dentes pretos.
» verj
£.
0 fflajS economico de
todos os
femiBinosos,
pois que um frasco dura
um
mez.
Deposito
geral
em Pariz,
13,
rue
Lafayette
(Perto
da Opera), e
em todas as
Pharmacias. $
fò
Desconfiar-se
das
imitações
perigosas
sexijir
a
marca
de
fabrica
que
vae
jnucta.
®Envia-s0
grátis
a quem o podir
por carta franqueada, um interessante folheto sobre a Anemia
e o
seu tratamento. A
Deposito
no
Porto,
Ferreira &
Irmão,
e
nas
principaes
pharmacias do
reinno
V
ende papeis pinta
dos
para
guarnecer
sallas,
lindíssimos gostos,
a prin
cipiar
em 80
reis a peça.
Vende olio, tintas e
vernizes
para
pinturas
<ie
casas, tudo de boa quali-
dade.e preços muito resu
midos.
Vende
cimento roma
no
para vedar
aguas,
ges-
so
para estuques de ca
sas, tudo de primeira qua
lidade.
HERANÇAS
E DIVIDAS
Compram se
direitos
e acções
a
heran
ças
e
dividas;
ou liqui
dam-se
por
conta
dos
interessados
abonando-se-lhe
as
des
pesas
sendo necessário.
Braga—Rua dos
Pelames
24
(2648)
JOSF DA SILVA FUNDÃO
Com loja «lo
faio feito
13
—Largo do
Barão
de
S.
Marlinho—13
Participa aos
seus
amigos
e
fre-
iWVl
8
uezes-d esta
cidade
com:
^
as Prov
*
nc
’
as
<I!!e
íera um bonito
lil
I
e
var
>ado
sortimento de
falo fei-
UBu
***
to,
casimiras
para
fato muito
baratas,
cortes de
calça
a l$500,
2$000
e
25500
reis;
tudo fazendas
modernas.
Guarda
pós de casimita
e
de
alpa-
ques
inglezes,
roupa
branca,
assim
como
camisas
de
600
reis
para
cima,
ceroulas
de
400
reis
até
800,
de
panno
familiar,
e
meotes,
bouets
de
gorgurão
de
seda
e
de
casimira
de
todas
as
qualidades,
de
500
rs.
até
800;
mantas
de
seda
de
to
dos
os
feitios.
Encarrega-se
de
fazer
qualquer obra
que
lhe
seja
encommendada,
e
prompti-
fica-se
a
ficar
com
ella
quando
não
fique
á
vontade
do
freguez.
(2249)
AGUA
de
MELISSA
dos Carmelitas
»
ARUAZiM DE VIXIIIS
DO ALTO D0U30
BA CASA
DJE
VJ&.S.A PCI
CA
RUA
DO
SOUTO
N.°
15—
Braga.
N
’este
armazém
se
encontram
a
retalho
as
seguintes
qualidades
de
vinhos
engar-
a
fados:
Vinho
tinto
de
meza.
(sem
garrafa)
150
»
>
»
»
. 190
»
Lagrima........................................ 200
»
Branco
de
meza
............................
210
»
tinto
de
meza
fluo. .
.
.
240
»
de
prova
secca.
....
300
»
Malvasia
de
2.
a
............................
360
»
»
velho
....................................
400
s
Malvasia
Bastardo
e
Moscatel
a
500
»
Roncão.........................
700
»
Velho de
1854
....
600
> a
retalho
para meza
60
e
80,
o
quartilho
Unto,
e
branco
12G.
Responde-se
e
garante-i-e
a
pureza
e
boa
qualidade
de
todos
estes
vinhos,
po
dendo todo
e
qualquer
consumidor
man-
dal-o
experimentar
por
meio
de
qualquer
processo
chymico.
: .uipregudas
com o mais grão successo,
depois
mais
de 40 annos por a maior parte
dos
médicos por
curar
a
chlorosis (fluxo
branco)
doança
das mancebas filhas e to
das
as
moléstias
chloróticas.
Eis
aqui a
opinião
dos
mais eminentes
médicos que as
tem
experimentado
:
«
Depois 35 annos
que exerço a medicina,
«
tenho
reconhocido a
este medicamento
«
(Pilulas
de
Blaad) vantagems
incontesta-
«
veis
sobre
todos
os
outros
ferreos e eu
« o
miro
como
o
melhor anti-ehlorótico. »
Dr
DOUBLE,
ex-présidente da Academia,
de
Medicina.
«
De
todas
as
preparações ferreas que
«
nos
hão
dado bons
resultados no trata-
«
mento
das affeições chloróticas, as pilu-
«
las
de niaud
parece-nos
devem estar na
«
primeira
fila. » — Diccionario wtiv. de
Medicina, t. n, page 99.
Como
prova
da
nome
do inventor
cada
piiula como
Depositos:
Parit,
», r.raycwu.
»uthentlcld»d».
[unto
Em
Lisboa,
snr.
Barreto,
Lorêto
n.° 28—
3
Consultorio
Me.dic<-Uinupico
.
10
—RUA DE
S.
JOÃO
-
10
Alfredo
Passos
ouve
de consmta
to
*
dos
os
dias do
meio
dia
ás
2
horas
da
tarde.
Faz operações
de
grande
e
peque
na
cirurgia. Especialidade
—
partos.
(2617)
Situes»
RESPONSAYEL-L
bíz
Pupbsí"
da Silva
BRAGA, TYPOGRAPHIA
LUSITANA —1^9
Parte de Comércio do Minho (O)
