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-
«'OIUHUB.
RELI&IOS^,
3E NOTICIOSA.
REDACTORES—
D. Miguel Solto-Major e Dr. Custodio Velloso.
7.°
ANNO
PREÇO
DA
JASSIGNATURA
12
mezes,
com estampilha.
.
. 2&000
12
mezes,
sem
estampilha.
. .
1&600
Brazil,
12
mezes,
moeda
forte.
.
3&600
Folha
avulso...............................
10
1
PUBLIGA-SE
ÁS TERÇÃS, QUINTAS
E SABBADOS.
PUBLICAÇÕES
Correspondências
partic. cada
linha
Annuncios
cada
linha.....................
20
Repetição
................................
10
Assignantes,
20
p,
c.
d
’
abalimento
N.° 996
Toda a
correspondência deve
ser remettida, franca de porte,
á administração
do jornal—
O
«Commercio
do Minho», rua
No
va,
n.u
4.
A.
TERÇA-FEIRA 14 «
‘OUTUBRO
DE 4879
AnnivcrMurio
natalieio
de
Eíemri-
que
V.
Coniinúa
a
descripção
do
modo
como
por
toda
a França
foi
festejado
o
dia
do
anniversario
natalício
de
Henrique
V.
DORDOGNE
0
anniversario
natalício
do
Senhor
Conde
de
Chambord
foi
aqui celebrado
com
tanta
lé
e
esperança,
como
nas
ou
tras
cidades
francezas.
Pela
manhã
dis
seram-se
muitas
Missas
nas
egreja
de
Périgueux;
ás
sete
da
tarde
teve
logar
um
banquete
de
70
talheres
sob
a
pre
sidência
do
snr. conde
de
Damas.
O
pre
sidente
fez
um
brinde
a
El-Rei;
o
mar
quez de
Campagne ás
glorias
e
benefícios
da
monarchia.
Depois
assignou se
uma
mensagem,
e
os
convivas
separaram-se
dando
vivas
a El-Rei, á Rainha
e
ao
Pontífice.
GIRONDE
O
dia
29
de
setembro
foi
festejado
em
Bordeaux
com
uma magnificência
pouco
commum
Assistiram
ao banquete
1230
pessoas;
a
sala
estava
adornada
com
muito
gosto,
lendo-se
pelas
paredes
di
versos
trechos
das
cartas
que
o
Real
exilado
tem
dirigido
á França.
Entre
os
convivas
viam-se
lavradores,
operários,
fabricantes,
em
uma
palavra,
pessoas
de
todas
as
condições,
fazendo
lodos
unani
mes
votos
pela
restauração.
O
snr.
Carayon
de
Latour
fez
um
discurso
que
foi
immensamente
applau-
dido.
O
snr.
visconde
de
Pelleport
Burete
fez
um
brinde
ás
mulheres
francezas
e
á
imprensa
realista.
O
snr.
Avinein,
chefe
de
uma
oíliei-
na,
fez um
brinde,
explicando
a
rasão
porque elle era
realista,
e
por
que lodos
os patrões
e
todos
os operários
o
deviam
igualmente
ser.
Por
fim o
snr.
de
Batz-Trenquelleon,
redaclor em
chefe
da
«Guienne»,
leu
uma
eloquente
mensagem
ao snr.
Conde
de
Chambord, que
foi
votada
por
acclama-
Çào
no
meio
do
grito
mil vezes
repeltido:
Uca
El
Rei!
«La
Guienne»
diz
que
os
realistas de
Arcachon
fizeram
celebrar
no
dia
29,
tres
Missas:
em
Notre
Dame,
em Saint-Fer-
dinand,
e
em
la
Chapelle
des
Marins,
assistindo
a
todas
ellas
grande
nnmero
de
fieis.
MARNE
E
em
Chalons-stir-Mame
tomaram
parle
no
banquete
realista
perto
de
seiscentas
pessoas. Toda
a imprensa
conservadora
de
Mame
estava
alli
representada.
O
presidente, o
dislincto
advogado
o
s
nr.
Paris,
levantou um brinde a
El-Rei
W
foi enlhusiasticamente applaudido.
Fez
u®
discurso,
dictado
pelo
espirito de
conciliação que
será
decerto
devidamente
apreciado
por
todos
os conservadores. O
orader
foi
frequentes
vezes
interrompido
pelos
applausos
e
pelos
vivas a
El-Rei.
A
’s
11
horas
da
manhã
tinha
sido
dita
uma
Missa
em Sainte-Padenlienne.
MEURTH
E-ET-MOSELLE
Já
fallámos
do
banquete
realista
que
teve
logar
em
Nancy,
mas
a
«Gazette
de
l
’
Est>
traz-nos
hoje
mais
alguns
porme
nores.
Depois
do
brinde
feito
a
El-Rei
pelo
presidente,
fizeram-se
successivamente
brindes
a
Melz,
á
França,
á
imprensa
realista,
aos
realistas da
Lorraine,
ao
descendente
dos
Reis
que reuniram
a
Al-
sacia
e
Lorraine
á
França, á
universida
de calholica
de
Lille
e
ao
Neto de
Hen
rique
IV.
Depois
foi
enviado
o
seguinte
telegram-
ma
a
Chalons-sur-Marne:
«O banquete
de
Nancy,
unido
de
co
ração
ás
invencíveis
esperanças
do
ban
quete
de
Chalons,
sauda
os
convivas».
E
immedialamente
se
recebeu
a
se
guinte
resposta:
«Os
convivas
de
Chalons,
em
numero
de
676 enviam
as
suas
felicitações
aos
de
Nancy.
Foi
assignada
por
todos
os
assisten
tes,
e
expedida
para FrohsdorfT,
a
seguinte
mensagem:
«Senhor,
os convivas
do banquete rea
lista
de
29 de setembro,
querem
antes
de
se separarem,
depositar
aos pés de
Vossa
Magestade
a
respeitosa homenagem
da
sua
fidelidade,
da
sua
dedicação
e
de
suas
esperanças».
PAS-DE
CALAIS
A
’
saida da
Missa,
que
foi
celebrada
em
Notre
Dame
des Ardents,
em
Arras,
foi
assignada
por
muitas
centenas
de
pes
soas
a
seguinte
mensagem
ao
Senhor
Conde
de Chambord:
Senhor,
os
realistas
do
departamento
de
Pas-de-Calais
reuniram
se
hoje
em Ar
ras,
por
ser
o
anniversario
do
dia
29
de
setembro
de
1820,
para pedirem
a
Deus
proteja
Vossa
Augusta
Pessoa.
Depositam
a
vossos pés, Senhor, a expressão
da
sua
respeitosa
amisade,
e
inhabalavel
fidelida
de
á
causa,
cujo
triumpho
é
o
unico
meio
de
restituir
á
nossa
infeliz
patria
a
sua
grandeza,
a
sua
prosperidade,
assegurando
a
paz para
o
futuro.
Mais
do
que
nunca
determinados a
luctar
contra
a
revolução,
que
opprime
as
consciências,
e
abala os
interesses,
em
pregarão
todos
os
meios
legaes
de
que
possam
dispor, para
defender
as
liberda
des
da
França
christã,
cuja
historia
se
confunde
com
as
tradições
da
monarchia
legitima.
Dignae-vos,
Senhor,
acceitar
a
humil
de
homenagem
de
seus
esforços
e
abreviar
o
tempo
da
provação.
POY-DE DOME
Lemos
na
«Gazelte d
’
Auvergne»:
O
mesmo
grupo
de
commerciantes e
operários
realistas de
Clermon,
que
fez
celebrar
pela
manhã, do
dia
29,
uma
Missa
em
Saint
Genes
les
Carmes,
nos
convidou
á
tarde
para
assistirmos
com
alguns
amigos
a
um
modesto,
mas cordeal
banquete
de
familia.
Escusado
é
dizer
que
os
brindes
a
El-
Rei
e á
Rainha
foram
repelidos.
BAIXOS
PYRENEOS
Uma Missa,
celebrada
por occasião
do
anniversario
natalício
do
Senhor
Conde
de
Chambord,
reuniu
na
antiga
cathèdral
de
Bayonne
uma
grande
multidão
de
j
realistas que em suas supplicas
pediam
vergonhas
da
republica,
louvou
as
virtu
des d’
EI-Rei
cuja
próxima
volta
salvará
a
patria
dos
perigos
que
a
ameaçam.
Na
mesma
tarde
uma
outra reunião,
quasi
exclusivamiiile
de
operários,
teve
logar
no
hotel
Provence.
Trabalhadores
honrados
e
verdadeiramente
esclarecidos
do
que
respeita
aos
seus
interesses
e
aos
da
patria.
quiseram
saudar
o anniveisa-
rio
do
nascimento
do
Principe,
que
tão
profundamente
tem
estudado
as
questões
sociaes.
Henrique
V
assegurará aos ope
rários,
elles
o sâbem,
uma
organisação
menos
quimérica
e
mais
proveitosa
que
a
desorganisação
anarchica
dos
socialistas.
O
banquete
era
presidido
pelo snr.
Bon-
fiihon, que fez
um
brinde ao
Rei
enthu-
siasiicamente
applaudido.
No
banquete
que
teve
logar
em
Pom-
me, composto na
maioria
de
trabalhores,
oífereceram
a
presidência
ao
snr.
marquez
de
Coriolis,
que
fez
um
discurso
magni
fico,
interrompido
frequenteinente
por
vi
vas
repetidas
a El-Rei.
(Continua)
a
Deus a
volta
d
’EI-Rei
para
salvar a
França.
Assistiram
a
esta
Missa
SS.
A
A
RR.
o
Senhor
Duque
de
Parma, a
Senhora
Duqueza
de
Parma
e
o
Senhor
Conde
de
Bardi,
sobrinhos
d
’EI-Rei.
Assistiram
também
SS.
AA.
os
Se
nhores
de
Marignan,
a
condessa
Arbelaiz,
Henry
Poy
lenot, conde
de
Lalande, Joa
quim
Dubrocq,
barão
de
Olce,
marquez
de
Valdespina,
visconde
de
Orbe, de
Lan-
galerie,
Laborde
Donsseau,
Aurich,
Perez
de
Guzman,
conde
de Faura,
conde
de
Almenere,
conde de
la
Florida, etc.,
etc.
HAUTE
SAONE
O
«Courrier»
de
la
Haute
Saone dá
noticia
do
enlhusiasmo religioso com que
os
realistas
se
dirigiram, no
dia
29, á
egreja
para
orar pela
salvação
da
Fran
ça.
Numerosas
reuniões
e
muitos
ban
quetes
tiveram
logar na
tarde
d’
aquelle
dia.
Fizeram-se
muitos brindes a El-Rei.
Fallou-se
da
situação actual,
dos
deveres
que
ella
nos
impõe,
e
da
próxima
viclo-
ria.
SARTHE
Lemos
no «Journal
du Mans» de
29:
Esta
manhã
celebrou-se
na
egreja
de
Notre
Dame
de
la
Conture
a
Missa
anni-
versaria
do
nascimento
do
Senhor
Conde
de
Chambord.
Uma
extraordinária
concor
rência
enchia
o
templo.
Entre
os assistentes
notámos
empre
gados
de
diversas
administrações,
mem
bros
do
exercito,
da magistratura
e
do
clero;
ao
lado dos
representantes
d
’
esta
antiga
nobreza
do
Maine,
sempre
tão
de
dicada
á
causa
da
justiça
e
da
patria,
via-se
um
grande
numero
de operários
e
de
homens
do
povo.
Estes
comprehen-
dem,
apezar
das
intrigas,
e
das
calum-
nias,
que
o
glorioso
exilado,
cujo
nasci
mento
hoje celebrámos,
é
o
Rei
de
lodos
os
verdadeiros francezes,
de
todos aquel
les
que
amam
sinceramente
a
França,
e
querem
trabalhar,
sem
um
reservado
pen
samento
de
egoísmo,
pela
sua
salvação.
Em
presença
dos
successos
que
se
precipitam,
a
volta
do
espirito
publico
para
as
sãs
tradições
da
monarchia
legi
tima
accentua-se,
graças
a
Deus,
cada
dia
mais.
A
piedosa
manifestação
d
’esla
manhã
é
uma
prova.
VAUGLUSE
Dizem
de
Avignon em
29
de
setem
bro:
Esta tarde
reuniram-se
muitos
rea
listas
no
hotel
no
Louvre
para festeja
rem
o
anniversario
do
nascimento
do
Au
gusto
Príncipe,
que
representa
o
direito
e
tem
nas
suas
mãos
a salvação
da
França.
Que
alegria,
que
cordealidade
n
’
esta
grande reunião
composta
pela
maior
parte
de
operarias!
Deus
e
o
liei
é
a sua
di
visa.
Parece
que
as
ultimas
provas
pre
param
e
asseguram
a
volta
do
Príncipe
que o Céo deu á
França,
e
tem
reser
vado
para
a
salvar
e
fazer renascer
a
sua
grandeza.
BOUCIIES
DU-RHONE
Lê
se
na
«Gazelte
du
Midi»
de
Mar
selha:
Já
hontem
falíamos da reunião
que
teve
logar
em
casa
do snr.
Porera.
Este
banquete
era
presidido
pelo snr.
Rostan
d
’
Ancezune,
que na
occasião
competente,
levantou
um
brinde
ao
Rei. A
energia
da
sua
palavra
produziu
a
mais
viva
im
pressão
nos
convivas.
Depois
de ler
feito
o
quadro
das
misérias,
das
ruinas
e
das
A
felicidade pralica
do
povo é,
e
se
rá
sempre
o thermometro
das
garantias
sociaes:
as
revoluções
políticas
estão
ju
stificadas
todas
as vezes
que
o
melhor
direito,
e
melhores
leis as
exigirem.
Os
povos,
tem
direito
de
reconquistar
os
seus
foros quando a
lyrannia.
ou
o
procedimento
dos
governos
os
tiverem
ata
cado.
Ninguém
hoje
ignora
que
os
povos
não
são
património
dos
governos;
assim
como
que,
se
a
opinião não está
no
po
der,
o governo
não
passa
de
um facto
ephemero,
e
de
um
sophysma do
di
reito.
Nada
é
legal
nos
governos
em
que
falta
a
opinião,
porque
nem
a
tolerância
involve
renuncia
de
direitos,
nem
a
força
é
prova
de
posse
consentida.
A
força
não é um
direito,
pois
que
se
a
victoria
a
dá,
a
victoria
póde
tiral-a.
As
revoluções políticas justificam se, quan
do
um
melhor
facto,
e
melhor poder
abu
le
o
império,
que
lambem póde
mudar
pe
lo
espirito e
opinião
dominante:
em
qual
quer
d
’
estes
dois casos
ha
a
revolução
operada
pelo
direito,
e
a
revolução
ope
rada
pelos
princípios;
quem
não
está
con
stituído,
conslilue-se;
e
quem
está
mal
constituído,
refórma-se.
Exerce-se
um
di
reito
e
pratica-se
um
dever.
O
principio
d’
associação
política
na
actualidade,
nem
está
bem assentado,
nem
bem definido:
a
representação bina
ria
destroe
a
confeCção
das
leis, porque
tende
a impedil-as:
aonde
ha
duas
cama-
ras
legislativas não
ha
legislatura real,
e
legiiima.
E
’
a
nossa
opinião.
A
prerogativa
do
poder
moderador
de
stroe
a existência
dos
direitos
políticos,
porque
não
póde
dizer-se:
que não
ha
direito
algum
onde
todos
pódem
ser
dis
solvidos.
ou
suspensos.
E
’
também
a nos
sa opinião apesar
de que
muito
bons
pu
blicistas
a
combatam.
As
accumulações
pessoaes
destroem
a
divisão
dos
poderes:
os
poderes
sómente
pódem
dividir-se
em
abstracto;
quando
se
accumulam
em
pessoas,
estremadas
es
tas,
dividem-se
aquellas.
Esse
dogma
de
agraciação,
e
nomea
ção
real,
de
que
tanto
se
tem
abuzadp,
destroe
a
independencia
das
auctoridades:
como
ha de,
ou
póde
ser
independente,
aquelle
que
é
nomeado
por
graça?!
A
liberdade
do
sulfragio,
que
é
a
ver
dadeira
liberdade
política,
geme
debaixo
da pressão
dos
protectores,
dos
pro-con-
sules,
da
imprensa,
e
do
escrutínio assa
lariado!
Nada
é
do
povo,
tudo
é
do
cen-
tro!
A
mancomunação,
o
egoismo,
e
o
odio
a
todo
o
homem,
a toda
a
coisa,
e
a
lodo
o
pensamento
nacionaes,
é,
com
poucas excepções, o
espirito
de lodos
os
grupos,
quer
opposicionistas,
quer ministe-
riaes.
quer
fusionislas,
ele.
Tudo
para
elles,
e
por
elles!
E
’
o
que
se tem visto,
e está vendo!
Tudo
em
prejuiso
da
nação,
tudo
impopular!
Nin
guetn
vive
para
a
Patria!
As
leis
organicas,
e regulamentares res-
senlem-se
do espirito
de
reconcentração,
e
respirara
o
que
devem
respirar
sendo,
como
são,
o
fructo
d
’
empregados
públi
cos,
de
be.cas,
e
de
olygarcas!!
A
pre
texto
de
ordem
legal,
e
da
legal
ordem,
em
toda
a
parte
se
violam,
mais
ou
me
nos,
as
garantias
individuaes.
Os
sophysmas, que
o
espirito doctri-
nario.
e
a
olygarchia
do Palais-roial
creou
para
desvanecer
a
constituição,
íoram
tran
sportados
para
o
nosso
paiz, e
insuflados
nas
leis,
e
nos
inslitulos,
que
por
ahi
se
publicaram,
e
levantaram;
e
d
’
aqui a
quebra
da
segurança
publica,
e
da
segu
rança
civil,
que
tem
trazido
os
governos,
e
a
administração
em
oscilação
perma
nente.
Não existe
o
direito
de
responsabili
dade:
um bando,
ou
antes,
muitos
ban
dos
de ambiciosos, de concessionários
do
fisco,
fazem
estancar
em
toda a
parte
a
propriedade
publica,
e
particular!
E’
por
isto
que
as economias não tem
passado
de
uma
palavra
vã,
e
de
promessa
femen
tida,
e
que
utna
geral
convivência
finan
ceira
de
ministérios,
e
de
ministros,
de
côrles,
de
magistratura,
e
de
agiotas
pa
rece
terem
dado
as
mãos
para
abysma-
rem
o
paiz
n’
uraa
crise
medonha!
Devoradas
as
rendas
publicas,
o
que
é
que
se
tem feito?!
O
qne
ahi
vêmos
é
um
poder
de
luxo,
e
de
adornos
estran
geiros
em
lodos
os
ramos,
e classes
do
Estado!
O
que
se
vê é
surgir
em
cada
novo
ministério
uma
potência
corruptora
de
agraciações, e
de mercês
a
indivíduos
immerilos!
O que
ahi se
vê
é levantar
necessidades
sobre
necessidades,
forçadas
pelas influencias
agiotas
nas
transacções,
e
em
todas as
classes!
Aonde
nos
levarão
estes erros
e esta
conducta?!
Certamente,
que
ou
a
fazer-
nos
dependentes
ante o
mundo,
pelo
lu
xo.
e
pelos
esbanjamentos,
ou
a
fazer-nos
aulicos
pelas
honras,
e
pobres
ante
a
agiotagem,
e
os
usurários!...
E
d
’
ahi
ven-
der-nos-hão ao
estrangeiro!
E
d’
ahi
escra-
visar-nos-hão
ao
throno
bastardo;
e
sub
missos,
e
timoratos
diante
da
aristocracia
do
dinheiro!
Sim.
Empenhada
a
nação
ao
estran
geiro,
convertidas
as
notabilidades,
e
cur
vada
a
propriedade
publica
e particular
aos
credores,
o
paiz
tende
a somir-se
em
juro
das
praças alheias; o
espirito
publi
co
encaminha-se a
ser
absorvido
nos
tur
bilhões
ministeriaes.
E não se
tem olhado
para
isto!
E
não
o
sentem
nem
o conhecem!
Fecham
os
olhos
a
tudo,
e
nem
os
abrem
para
a
historia sempre patente
dos
povos!.,.
A
nação
está
demittida;
o
que ha
é
o
throno,
o
funccionalismo,
côrles,
lhe-
souro,
tribunaes,
pares,
generaes,
cama
ristas,
etc. Tudo
é
dos
ministros!
O
ger-
men
d
’
estas
ruinas
está
nos
homens,
e
nas
coisas:
é
necesssario
estabelecer
a
ver
dadeira
tactica
do
verdadeiro
direito
publi
co,
porque
o
que
ahi
ha
está
abaixo
do
pseudo-constitucional.
A Carta
é
uma
caraminhola, e
se não
absolutamente
má,
fizeram
n
’a
péssima!
A
Carta
reconhece
um
rei
com o
seu
moderador,
mas
deram-lhe
dezesete inten
dentes
com
um
poder
mixto,
policia
pre
ventiva e
tribunaes
excepcionaes!
A
Carta
contém
uma
só
administra
ção
sem provedores,
e
com
o
poder
mu
nicipal;
mas
addicionaram-lhe
setecentos
administradores
de nomeação
regia!
A
Carta
contém
um
só
thesouro
pu
blico
com
fiscalisações
municipaes,
mas
accrescenlaram-lhe muitos
erários
com
po
deres
fiscaes,
e
sem
responsabilidade
lo
cal!
A
Carta
destruiu a
tyrannia
pela
di
visão
dos
poderes,
mas
reconstruíram a
tyrannia
nos
poderes tomados,
e nas
ac-
cumulações!
A
Caria
sugeitava
a
legislatura
ao do-
cel,
dando
a
ordem
do
dia
ao
presiden
te;
roas
fizeram-n’a escrava
do throno
danlo
a
presidência
aos
aulicos!
A
Carta
manda economisar,
pagar,
e
dar
conias
á nação;
mas
nem
se
tem
eco-
nomisado,
nem
pago,
nem
tomado
contas
rigorosas!
A
Carta
afiança a
liberdade
individual,
mas
a
policia preventiva
e
mal
organisa-
da
mata-a!
A
Carta,
ahi
está:
mas
a
cor
rupção
entrou
nas
urnas,
e
o
throno
tem
sido
devorado!!
Tinhamos
liberdade
de
menos,
disse
ram
os
homens
do
poder; e
venderam-nos
cada
rasgo
d
’
ella por um sacrifício
nacio
nal!
A
Carta
póde
ter
sido
estacionaria.no
plano,
amhigua
na
letlra, e até
quimérica
em
garantias; mas
os
que
com
ella
tem
jogado
são
retrógrados
em princípios,
fal
sos
em espirito,
e
relaxados
em
consciên
cia!
José
de
Freitas
Amorim
Barboza.
I.isboa,
J>
de outubro de
GAZETILHA
(Do nosso
correspondente)
Foi
imponente,
e
de
todo
ponto
en-
thusiastica
a
manifestação
da
grande
ía-
milia
legitima
franceza,
no
dia
29
de
setembro.
Eram, como
sabeis,
os
annos
de Henrique
V;
e,
coma
nunca,
os
fran
cezes,
sequazes
da
gloriosa bandeira
dos
lizes,
se ostentaram
n’
aquelle
dia
de
fausto
para
os
verdadeiros amigos
da
patria de
S.
Luiz,
ébrios
de
jubilo,
e
antevendo
já
próxima
a
aurora
do
dia,
em
que
a
Fran
ça
tem
de
chamar
ao
throno
o
Conde
de
Chambord.
Não
foi
só a
aristocracia
realista,
foi
a
classe
media,
foi
a
classe
operaria,
foi
o
fidalgo,
o magistrado,
o militar,
o
bur-
guez,
o
oííícial
mechanico,
o
negociante,
o
proprietário,
o padre, o lavrador,
foi
tudo
que
a França
possue
de
mais no
bre. já
pela
sciencia,
já
pela
virtude,
já
pelo amor
da
terra
natal,
já
pela
dedica
ção
a
tudo
quanto
póde
contribuir
para
a
liberdade,
e
desenvolvimento
do paiz.
Todos
tomaram
parte
nos festejos
com-
memorativos
do
dia
29
de
1820.
Talvez
me
illuda.
meu
bom
amigo,
mas
nutro
a
esperança
de
que
no
futuro
anno Henrique
V receberá
em
Paris
as
felicitações
nacionaes
pelo
seu
anniversario
natalício.
A
republica
caminha
prestesmente
para
o
seu
derradeiro
dia;
ella
mesma
cava
todos
os
dias
a
cova,
onde tem
de
ser
soterrada,
e
se
antes
a França
não
dis
ser
a
sua ultima
palavra,
os proprios
de
mocratas
e
demagogos
serão
os
algozes,
e
os
coveiros
da
republica.
E
quem
occupará
então
o throno,
se
não
o Rei
legitimo ?
Mas,
se
na
França
tudo
está
indican
do
que
a
restauração
é
certa,
embora
tenha
de
passar
antes
por
novas
prova
ções,
na
Hespanha
affonsisla
os
ares
tol
dam-se,
e
pronunciam grande
lormenta.
Alli,
é
facto
averiguado,
conspira-se
muito
contra
o
throno
do
Aífonso-,
E
não
são
apenas
os
republicanos,
parece
que
no
proprio
seio
do
partido
monarchico
liberal
se
trama
contra
a
obra
de
Marlinez Cam
pos,
e
companhia.
Um
dos
que
a
situa
ção
agora
mais leme
é
o
general
Serra
no.
E talvez tenha
razão,
porque
«cesteiro
que
faz
um
cesto,
faz um
cento».
Cá
pela côrle
não
se
tracla
senão
de
eleições,
e
creio
que
lambem
pelo
resto
do
paiz.
Tudo mostra
que
o progressismo
não
licará
alraz
dos
seus
amigos
regene
radores.
A
eleição
da
futura
camara
provará
mais
uma
vez
que
esta
gente,
que se
denomina
liberal
acata
tanto a
liberdade
do
voto
popular
quanto
tem
respeitado
o
direito
de
propriedade,
e
os
princípios
de moralidade,
e
de
religiosidade, sem
a
manutenção
dos
quaes o
paiz
cae,
mais
ou
menos
tarde,
no
abysmo
da
sua dis
solução.
As
transferencias
não
cessam,
as
de
missões
das
auctoridades
administrativas
são
a
monte,
as
promessas
formigam,
as
oflertas
de
transacções um
pouco
indeco
rosas
por
parte
do
poder
não
escasseara;
erafiin,
tudo
annuncia
que
leremos
mais
outra
farça
eleitoral,
mas
adubada
com
os
babiluaes escândalos,
e revoltantes
ac-
tos
de
ascorosa
corrupção,
com
que
o
liberalismo
tem
desacreditado
o
sysleraa
que
elle
aliás
proclama
o
melhor
dos
systemas
possíveis.
Para
que
os vossos
leitores
saibam
que
padres
ha
nesta
capital exercitando
o ofli-
cio
parochial,
dir-lhes-liei
que
foi
prégar
a
urna
das egrejas
d
’
esta
cidade,
ha
cêrca
de
15
dias,
um
dos
parochos
de
Lisboa,
e quando
lhe
oífereceram
a
gratificação,
repelliu-a,
porque
não
acceitava
esmolas
de
cinco
mil
reis!
Todavia,
passados
dias,
mandaram-lhe
a
casa
os
taes
cinco
mil
reis
e
lá
ficaram,
a
despeito
de
ter
dito
que
os déssern
aos
pobres.
E
’
inútil dizer que
o
tal parocho
é
liberal,
e
porisso
não
commento.
Lá
está o
general
Talaia
a contas
com
o
commandante
de caçadores
12
e
diz-
se
que
tem
encontrado
cousas,
e
lousas
só triviaes
nesta
epocha
de
rasgada
mo
ralidade
liberal.
Quem
começou
pelo roubo
sacrilego
não
podia deixar de
produzir
discípulos,
que
muito
honrassem
a
escola. Elles
ahi
estão
a
proclamar
o
aproveitamento
das
licções.
e
dos
exemplos.
Parece,
comtuio,
que
o
ministro
da
guerra
é
uma
das
excepções
honrosas.
Falla-se
na
demissão
do
José
Paulino,
e
que
a
casa
real
lhe concederá utna me-
zada
para
alimentos.
Veremos o
que
sahe.
Também ouvi
que Fontes
fôra,
no
do
mingo,
enthusiasticamente
victoriado,
no
Seixal, pelos
assobios,
e
gritas
descom
postas
dos progressistas.
Não
averiguei
ainda
se
a nova
é
certa.
Se assim
íoi,
haveis
de
confessar
que é
uma
bem triste
demonstração
do
espirito
de
tolerância,
e
fina
educação
dos
granjolas.
Mas
não
pen
seis
que
digo isto
porque
seja
mais
amigo
da
regeneração
do
que
do
progressismo.
E’
tudo
o
mesrno,
embora
a
regeneração
conte
no
seu
seio
maior
numero
de re
negados,
e
transfugas
dos
arrriaes
da
le
gitimidade do
que
os
progressistas,
os
quaes
teem
lambem
a
seu
soldo
um
ou
outro
vil
desertor.
No
circulo
95
repete-se
a
mesma lu-
cta
da ultima
eleição,
quando
houve em
pate.
Os
candidatos
são os
mesmos:
Elias,
Pires
de
Lima,
e
Birros
e
Cunha.
Este
apoiado
pelo
governo,
e
pelo
corrilho
avi-
lista;
o
segundo
por
muitos
progressistas,
e
alguns
realistas,
que
entendem
que a
posição
lógica
do
partido
é
de opposição
ao
poder.
0
Elias
é
também apoiado
por
progressistas,
e
não
sei
se
por
algum
re
generador,
e republicanos. Não
asseguro.
0
que
sahirá
de
tudo
isto? Sabel-o-
hemos no
dia
19
á
noite.
Estou,
porém,
inclinado
a
que
nenhum dos
aspirantes
vencerá.
Domingo haverá
corridas
no
hypodro-
mo;
terminará
a
feira
de
Belem,
e
o
es
cândalo
da
barraca
protestante.
Talvez
vá
para
o
Campo
Grande.
0
protestantismo
está
agora
no seu
tempo.
A
propaganda
é
cada
vez
mais acceza,
e
mais
escan
dalosa.
Entretanto
o
governo
por
obediên
cia
á carta,
dorme,
se não
tripudia
ao
som
dos
hymnos lulheranos,
e calvinistas.
E
assim iremos,
caro
amigo,
até
qne
a
nação
diga,
como
faliam
os
povos,
re
solvidos
a
esmagar
a
oppressão,
que a
hora
chegou.
Hontem
foi,
no
palacio
da
Ajuda,
a
ceremonia
da imposição
do
lurrete cardi
nalício
ao
Em.
0,0
Nnncio.
Depois
houve
lunc/i.
Os
coches
que
formavam
parte
do
préstito
eram
quasi
indecentes.
Se
fòra
para
obsequiar algum
príncipe liberal
man-
dar-lhe-hiam
os
trens
mais
opulentos que
ha
nas cocheiras
reaes.
Era
porém
o
re
presenlante
do Papa,
e
este
para
a liber
dade
está
no
ultimo
logar.
Todo
vosso
A.
Clu
*
onicA
Keiirgíwisa
—
A
’
manhã:
—
Festa
de
Santa
Thereza
no
Carmo,
e no
convento
das
Therezas.
Começa
a
novena
de
S.
Raphael.
Optimo.—
Segundo
um telegramma
enviado
em
Paris
ao diário de
Madrid
«La
Fé»,
tres
amnistiados
da
Communa
apresentam-se
candidatos
para
o
Conse
lho
municipal
de
Paris,
e crê-se
que
se
rão
eleitos.
0
que não leremos
de
ver
ainda?
tKoubo
sacrilego.
—
-
Foram presos
em
Villa
Verde um
homem e
uma
mulher
que
tinham
roubado
vários
objeclos
de
oiro
em
uma
egreja d
’aqueíle
concelho.
Jornal
«íe
Viagens.
—
0
n.°
20
d
’es-
te
formosíssimo
semanario
d
’instrucção
e
recreio
contém
as
seguintes
matérias:
Texto:
Viagens
ao paiz
do
algodão
e
do
ouro: 0
caminho
de
ferro
do
Pacifi
co.
—
A
vida
selvagem:
0 espião.—Histo
ria
dos
piratas, corsários
e
negreiros.
—
Aventuras
de
terra
e
mar:
0
vulcão
nos
gelos.
— As
grandes
caças; A
’
caça
dos
elephantes.
—
Pelas
regiões
longínquas:
0
dornador
de
serpentes
e o
caçador
de
panteras.
—
Viagens
celebres;
As
regiões
polares.
Chronica:
Uma
exploração
nas peque
nas
Antilhas.
—
Diamantes.
—
A
população
da
índia.
—A
deportação
para
a
Sibéria.
—
Geographia
physica
do
oceano.
llluslracões:
A vida
selvagem:
0
espião,
—
Historia
dos piratas: Dragut
e
Giovan-
nito Doria.
—
0
caminho
de
ferro do
Pa-
cifico
atravessando
uma quebrada.
—
Via
gens celebres:
Principiou
a
distribuição
dos
presentes.
O
telcetroscopio.
—
Lê-se
no
«Com.
mercio
do
Porto»
do dia
7:
Somos
informados
de
que
o
notável
apparelho
physico
d
’
este
nome,
de
qu
e
demos
noticia
em
a
nossa
folha
de sab-
bado,
e
que
os
jornaes
estrangeiros
an-
nunciam como
uma
novidade
scientifica
inesperada,
não
deve
assim ser
considerado
entre
nós, onde um
professor
laborioso,
um
distinctissimo
filho
da
universidade
cuida
ha
bastante
tempo
da
sua
realisação.
Este
professor
é o
snr.
dr.
Adriano
de
Paiva
de
Faria
Leite
Brandão,
lente
de
physica da
academia
polytechnica
d
’
esta
cidade,
o
qual
vae
em
dois
annos
que
pnblicou
no Instituto
de
Coimbra
um
des
envolvido
artigo
sob
o
titulo
de
«Tele-
jphonia.
telegrapbia
e
telescopia»,
em
que
o
novo
in-truraento
era
concebido
de
um
modo
inleiramenle
similhante
áquelle
por
que
é
agora
annunciado.
A
’
vista
d’
elle„
a
prioridade
da
inven
ção,
sobretudo
no
que
n
’
ella ha <1e
mais
importante
—a
applicação
do
selenio
—
não
póde
com
justiça
deixar
de
ser
conside
rada
portugueza,
constituindo
assim
uma
gloria
para
o
distincto
académico,
e para
o
bom
nome
portuguez,
em geral.
E’
muito
possível
que
o
trabalho
do
snr.
dr.
Adriano
de
Paiva,
publicado
ha
tanto
tempo,
não
fosse
desconhecido
do
constructor
francez,
que,
comtudo,
nem
mesmo
chega
a
mencionar
o
nome
do
sabio
professor
portuense.
Bom
será
que
um estrangeiro
se
não
aproveite,
em
tão
util
invento,
do
que
um
professor
portuguez
applicado
conseguiu
pelo seu
trabalho
e
pelo
seu talento,
escon
dendo
o
nome
que
cooperou
para
obra
de
tanta
monta.
Que a
prioridade da
apresentação
da
ideia
fundamental da
telescopia
electrica
pertence
ao
snr.
dr.
Brandão
prova-o
de
sobejo
o texto
e a
assignalura
do
artigo
do
Instituto,
a
que
já acima
nos
referi
mos.
Oxalá
de
futuro
se
não
perca
mais
essa
gloria
que
o
nome
portuguez
póde
conseguir
no
campo
da
sciencia.
Temos
lambem
informações de
que
até
ain
la
ha
pouco
se
não
conheciam
ideias
de uma
invenção
d’
esle
genero no
estrangeiro.
A
embocadura
Obi.
—
0
go
vernador
da
Sibéria
Occidental
subinetteu
á
apreciação
do
governo
russo
o
projecto
de
construcção
de
um
porto
na
emboca
dura
do
Obi.
E
’
considerada
de
grande
importância
esta
obra
para
o
regular e
commolo
mo
vimento
de
exportação
de
cereaes
dos
vastos
e
ferteis
valles do Obi,
do
Irlysch,
e
do
Ischim,
combinada
com
o
estabele
cimento
de
um
serviço
de
barcos
de
va
por
no Irlysch.
Cerca de
50
d
’estes
barcos
navegam
já
no
Obi,
de
Towsk
a
Tjumen,
ponto
d
’
onde
parte
o
caminho
para
Jékaterniburg,
Irbit.
Kasan
e
Nischnu
Nowgorod.
Armada
inglez».
— Vem
n
’
ura
dia-
rio
estrangeiro
a
seguinte
enumeração
da
marinha
de guerra
ingleza:
Possue
a
In
glaterra
51 navios couraçados,
dos
quaes
7
estão
a
construir-se; 126 chalupas
ca
nhoneiras
a
helice;
41
corvetas
a
helice;
26 navios
de linha;
17
fragatas;
5
hiates;
lí
avisos;
2
brigues;
37
chalupas;
5
schooners;
26
embarcações
de
armação
distincta;
4
navios-torpedos
e
19
navios-
escolas.
0
pessoal
empregado
na
armada
con
siste
em
2:889
ofliciaes,
47:117
marinhei
ros
e
14:000 ofliciaes
e soldados
de
arti-
Iheriá
e
infanleria.
E
xjj
I
ofísçsío
de
PosnpMa.
—
As
ex-.
cavações
em
Pompeia,
durante
as
festas
do
decimo
oitavo
centenário da
sua
des
truição,
foram
muito
fructiferas,
segundo
diz
o «Evening
Star».
A
casa
explorada
pelos carabineiros
italianos
foi
habitada
por
um
negociante
de
cereaes
Encontraram-se
saccas,
balan
ças
e
muitos
objeclos
de
arte.
Descobriram-se
também
oa
esqueletos
dos
proprietários
da
casa,
e
de
um
gato
que
morreu
ao
mesmo
tempo
que
seus
donos,
e
o
de
uma
ave
que
viera
de fo
ra
em
busca
de
refugio.
Monumento
d.» HSestaurs»Ç®°-
Segundo
noticiam de
Lisboa,
espera-se
inaugurar,
alli,
no
l.°
de
dezembro, o
monumento
destinado
a
commemorar
a
gloriosa
revolução
de
1640.
Eslá-se
armando
o
apparelho
que
l
|a
'
de
guindar
as
pedras que
formam
o
obe
lisco.
A
commissão
contractou
com
os
snrs.
Simões d’Ahneida
e
Alberto
os
modelos
das
duas
estatuas,
que
hão-de
ornar
o
pedestal,
e
que
representam
a
Victoria
e
a
Liberdade.
Cada
um
d
’
estes
artistas
receberá pela
sua
obra
1:4008000
reis.
O governo
promelteu
dar o
bronze
ne
cessário
para
a
fundição
d’
estas
estatuas.
Contielho
<le
tliatrieto.
—
Em ses
são
de
9
o
conselho de
districto
resolveu
os
seguintes
negocios:
Foi
o
conselho
de
parecer
que estava
nos
termos
de
ser
approvado
o
estatuto
da
irmandade
da
Senhora
do
Allivio, do
concelho
de
Villa
Verde.
Mais
foi
de
parecer
que
estavam
nas
circumstancias
de serem
approvados
os
or
çamentos
das seguintes
corporações,
res
peitantes
de
1879-1880:
No concelho
de
Amares
da
Senhora
de
Pilar,
da
fregue
zia
de
Seramil:
no
concelho
de
Esposende,
do
Santíssimo
Sacramento,
da
freguezia
de
S.
Paio
d’Antas,
e
da
Senhora
do
Rosa-
rio,
da
freguezia
de
Gemezes:
no
conce
lho
de
Guimarães,
da
Senhora
do
Carmo,
e
da
Senhora
da
Misericórdia,
da
cidade
de
Guimarães,
e
da
Senhora
das
Chagas,
da
freguezia
de Santa
Maria
d
’
InGas:
no
concelho
de
Famalicão,
da
irmandade da
Misericórdia:
no
concelho de
Villa
Verde,
da
irmandade
das Almas, e
S.
Martinho,
da
freguezia
de
S.
Paio
do
Pico.
Approvou
as
seguintes
contas
do
con
celho
de
Braga:
Da
confraria
de
Santo
Antonio
da
fre
guezia
de
Pousada,
respeitantes
a
1867-
1868
até
1877-1878:
da
confraria
do
San
tíssimo
Sacramento,
da
freguezia
de San
ta
Lucrecia,
de
1871-1872
até
1877-'878:
da
cm
iraria
do
Santíssimo
Sacramento,
da
freguezia da Sé Primaz, respeitantes
a
1843-1844 até
1877-1878.
IPaeswneia
<le
sabia.
—O
doutor
al-
lernão
Moelins
conta
o
seguinte caso:
Mótti
um grande
bocal
de
vidro
den
tro
de um
viveiro
de
peixes.
Para
dentro
d’
esse
bocal
lancei
um
lucio.
No
viveiro
havia
uma
grande
quanti
dade
de
peixes
pequeninos,
chamados
ca-
doses,
,
e
pelos quaes
os
lúcios
são
dou
dos.
Todas
as
vezes
que
os
peixitos
pas
savam
pela
proximidade
do
bocal,
o
lu
cio
atirava
se
lhes
soffrego,
mas
era-lhe
impossível,
porque
encontrava
sempre
en
tre
si
e
a
presa
apetecida
um
obstáculo
invencível.
Durou
isto coisa de seis
mezes.
O
doutor
tirou
depois
o
lucio,
e
dei
ton-o ao
viveiro
na
companhia de
outros
peixes,
e
notou que
o
animal
comia
glu-
tonarneute
lodos
os
outros
peixitos,
e
que
passava sempre
com
um
certo respeito
pelos
cadoses,
como
se
os
julgasse
en
cantados
e
invencíveis.
A
profundidade
d»
oc®an».
—
O
commandante
W.
Scheley.
da
marinha
dos
Eslados-Unidos,
eflectuou
utlimamente
uma
serie
de sondagens
entre
S.
Paulo
de
Luan
da
e
o
Brazil,
passando
pela
ilha
de
San
ta
Helena.
A
maior
profundidade
que
se
achou
entre
esta
ilha
e
a
costa
de
África
é
de
5:009
metros,
e
entre Santa
Helena
e
o
Brazil
é
de 6:000
metros.
Rtemedio
para
os
ealoa.—
Um ex
cedente
remedio
para os
callos:
Corle-se uma
rodella
de
limão,
e ap-
plique-se
ao
deitar
sobre
o callo,
de
fôr
ma
que
durante
a
noite se
não
possa
deslocar.
No
dia
seguinte,
pela
manhã,
apparece-
fão
todas as
excrescências
que
antes
eram
duras
e com
um
canivete
poder-se-hão
cortar,
ou
mesmo
com
a
unha,
sem
se
sentir
a
minima
dor.
Fratricídio.—
Dizem
da
Fronteira que
no
dia 28
do
mez
passado,
na
villa
da
figueira,
concelho d’
Aviz,
o
menor
Anto
nio
Martins,
de 16
annos,
assassinou seu
irmão
José,
de
23
annos.
O
assassino
(tão
novo
e
já
com
a
in-
delevel
mancha do
crime de
Caim)!
foi
preso
e
remettido
para
a
crdeia
civil
da
Comarca.
APPHLLO
AOS G ATHOLíaOS
«A
Associação
de
jesus
,
makix
e
J
osé
,
erecla
na
cidade
do
Porto,
com
o
fim
de
abrir
escolas
gratuitas
para
edu
cação
de
meninos
pobres,
de ambos
os
sexos;
vendo-se
obrigada
a
deixar
o eli-
fieio
oiade
se
acham
funccionan
lo,
em
Villa
Nova
de
Gaya,
as
duas
escolas,
uma
de meninos
e
outra
de meninas,
resolveu,
e
‘
h
sessão de
14
de
setembro
do corrente
anno
de
1879,
mandar
construir uma
casa
apta para
receber
as
duas
mencio
nadas
escolas.
Já
lhe
foi
dado,
para
este
fim,
terreno
por
pessoa
caritativa;
mas
fallecem-lhe
meios pecuniários
para
levar
ao
cabo
obra
tão
util
á
humanidade.
A
Associação confia
muito
nos senti
mentos
generosos
dos
snrs.
associados
e
mais
pessoas
amantes
da
humanidade
que
a
coadjuvarão
de bom grado em uma
empreza
que tem
por
fim
arrancar
da
ignorância
e do
vicio
a
tantas
creanças
que,
sendo
bem educadas,
podem
vir
a
ser
bons
cidadãos
e
prestar relevantes
serviços
á
sociedade».
A
subscripção
fica aberta
na
redacção
d
’
este
jornal.
A'
b
almas
caritativas.
—
Recom-
mendamos
e
muito
ás
pessoas
caritativas
a
desventurada
Maria
José
da
Silva,
mo
radora
na
rua
dos
Sapateiros,
n.°
7.
Vive
em extrema
penúria,
e
padece
de
doen
ça
incurável.
A
’
caridade
publica.
—
Muito
re-
commendamos
ás
pessoas caridosas
o
in
feliz
Antonio
Marques
da
Costa,
morador
na
rua
de
S.
Miguel-o-Anjo,
casa
n.°
4,
3
°
andar,
que
se
acha
na
maior neces
sidade
e
doente,
vivendo
só da
caridade
das
pessoas que
o soccorrem
com
alguma
esmola.
Bismark
apoiou
os
desejos
e
intenções
da
Italia.
Corre
o
boato, mas
nada
o
confirma,
de
que
toda a
esquadra
peruana
foi
ca
pturada.
Os
colonos
de
Colorado
pedem
protec-
ção
contra
os
indios.
De
futuro
os
christãos
serão admitli-
dos
no
exercito turco.
Cork 10
—
Os
chefes
da
agitação
ir-
landeza
contra a propriedade
rural
pedem
a
coadjuvação
dos
irlandezes
em
todo
o
paiz
contra
as
pessoas
dos
proprietários.
'i-s
fesàà
H A#
M
Ui
Antonio
Luiz
Rodrigues
e
sua
mulher
Rosa de
Faria
Rodrigues,
summamente
penhorados
com
as
provas de
sincera
ami-
sade
que,
na
sua
dôr,
lhe
testimunharam
tantos cavalheiros,
senhoras
e revd.
Oí
ec-
clesiasticos,
cumprimentando-os
e
assistin
do
ao
Laudate
e
Responsos
que
na
egre
ja
de
Santa
Cruz
se
cantaram
em
a
tarde
do
dia
5
do
corrente,
suffragando a
alma
innocente
de sua
filha
Margarida,
a
todos
veem
por
este
meio
protestar
seu
eterno
reconhecimento
e
intima
gratidão. (2659)
A
’
caridade
publica.
—
Recommen-
damos
ás
almas
caridosas
Anna
Joaquina,
de
8
annos
de
idade,
que
está
entrevada
ha
8
mezes.
Vive
em
penúria
extrema.
Mora
atraz
do
Theatro,
n.°
14.
Os
abaixo
assignados,
veem
por
este
meio
á
imprensa
agradecer,
em
extremo
penhorados,
as
immensas
finezas
e
favo
res
com que
foram
honrados
por
muitos
illm.
os
e
exm.
os
snrs.
e
senhoras
por oc
casião
do
sentido
íallecimento
e
funeral
de
sua
muito presada mãe
e
sogra
Anna
Maria
de Jesus
da
Silva.
A todas
as
pes
soas. asseguram
o
seu
grato
reconheci
mento,
não
esquecendo
os
reverendíssimos
sacerdotes,
o
illm.
0
snr.
João
Fajardo
e
mais
snrs.
da
sua
capella,
que
concorre
ram
gcatuitamente
para
que
o
dito
fu
neral
fosse
feito na
altura
do
respeito
que
os doridos
consagram
á
memória
da
saudosa
finada.
A
todos
os obséquios
de
tão
subido
apreço protestam
os signatá
rios
o
seu tão
sincero como
grato reco
nhecimento.
Manoel
Bernardino
da
Cunha
e
Silva
João
Augusto
da
Cunha
José Antonio da
Silva
Gomes
Maria
José
da
Cunha
e
Silva
Gomes
Anna
Cazimira
da
Cunha
e
Silva
Rita Angelina da
Cunha
e Silva
Gerlrudes
Maria
da
Encarnação
da
Cunha
e
Silva.
(2662)
UETtMAS
NOTICIAS
Lisboa
II
—
Nomeados
jnizes
de
direi
to,
de Merlola, Alexandre
Campos
Pare
des;
de
S.
Jorge,
Francisco
José
Medei
ros;
de
Santa
Maria,
Manoel
Ferreira
Portella.
Transferidos
os
delegados
do procura
dor
regio,
o
da
Pesqueira;
Miguel
Horta,
para
Ancião;
o
de
Ancião,
Luiz
Dias,
para Montemór-o-Velho; o d
’esta,
Rebello
Velloso, para a Pesqueira; o
de
Fornos
d
’Algodres,
Oliveira
Pires,
para
Ilanha;
o
d
’
esta,
Brito
Cicio,
para
Celonco
da
Beira,
e
o
d
’
esta,
Vaz
Madureira,
para
Fornos.
Creada
uma
conservatória
na
comarca
de Vieira.
Nomeado
conservador d’esta
comarca
o snr.
Joaquim
Gonçalves.
Na Bolsa
venderam-se:
8
obrigações
do
Banco Ultramarino
488000;
8
da com
panhia
das
aguas
de
coupons
a 878000;
41
prediaes
de
assentamento
a
928200;
30
de
coupons
dos
caminhos
de
ferro do
Minho
e Douro
a
918500
reis;
26
do
empréstimo
para
a
compra
de
navios
de
guerra
a
898000.
A
alfandega
rendeu
a
quantia
de reis
17:6588580.
Paris
10
—
Chegou a
Cannes
a
impera
triz
da
Rússia.
Londres 9
—Hontem,
n
’
um
banquete,
em
Dublin,
lord
Northcolh
declarou
que
a
Inglaterra
não
póde
consentir
que
ou
tro
paiz
domine
a
política
do
Alghanis-
lan.
O
«Times»
recommendou
ao
governo
que dê
severa
lição
ás
populações
afghans.
O
«Standarl»
diz
que
dous
navios
in
glezes
permanecerão
em
Rangoon
para
pro
teger
os
interesses
da
Inglaterra.
O
cônsul
chileno
em
Londres
recebeu
um
telegramma
do
Banco
Eduard, de Vai-
paraiso,
em
data
de
8
do
corrente,
an-
nunciando
que
os
chilenos
capturaram
o
couração
peruano
«Huascar».
Vienna
9—
Um
rescriplo imperial ac-
ceita
a demissão
do
conde
Andrassy
e
nomeia
o
barão
de
Aymerle
embaixador
de
Roma,
ministro
dos
estrangeiros
e
pre
sidente,
e ministro
commum da
casa
im
perial.
Buehos-Ayres
9
—
Um
despacho
directo
da
Agencia Havas,
de
Valparaiso, confir
ma
a noticia
da captura
do monitor
pe
ruano
«Huascar»
pelos
chilenos,
em
Me-
jillones.
Londres 10
—
Assegura-se
que as
tro-
pas na
Irlanda
serão reforçadas
com um
regimento
de
cavalleria
e dous
batalhões
de intanteria,
por
cansa
dos attenlados
contra
os
proprietários.
A
agitação
tem
augmentado.
O
«Times»
assegura
que
a
entrevista
de
Andrassy e Bismark,
em
Vienna,
ver
sou sobre
o meio
de conservar
a
Rússia
nos limites
do
tratado
de Berlim.
ARRENDA-SE
Uma
casa
de
dois
andares
com
pequeno
quintal
e
agua,
na
rua
j
e
g
Geraldo,
n.°
20.
Trata-se
na
mesma
rua
n.°
17.
(2623)
EDITAL
A
Camara Municipal
do
Concelho
de
Braga
Faz
saber, que
desde
o dia
9
do
corrente
mez
estará
aberto o cofre
Mu
nicipal
d
’este Concelho,
por
trinta
dias
successivos
(exceptuados
os
sanclificados),
desde
as nove
horas
da
manhã
até
ás
duas
e
meia da
tarde,
para a
cobrança
voluntária
da
contribuição
directa do 2.®
semestre
de
1879,
cujo
praso
findará
em
15
dê
novembro
proximo
futuro
indefecti-
velmente.
Os
que
não
satisfizerem
suas
colle-
ctas
dentro
do
prazo
indicado, ficam
su-
geitos
ás
mesmas
penas
estabelecidas
pa
ra
as
da
Fazenda Publica;
serão
relaxa
dos
administrativamente,
e
terão
de
pa
gar
mais
as
custas
da
execução.
E
para
que
chegue
ao
conhecimento
de
todos
se
mandou
aífixar
este
edital,
e ou
tros
do mesmo theor, em
todas
as
pa-
rochias.
Braga
3
de
outubro
de
1879.
E
eu
Antonio
Manoel
Alves
Costa,
Escrivão
da
Camara
o
subscrevi.
O
presidente
Joaquim
José
Malheiro
da
Siha.
NOVO
HORÁRIO.
O
abaixo
assignado
participa
ao
pu
dico
que
o seu carro
que
sae
de
Orís
>ara
Braga
ás
5
horas
da
manhã, e que
volta
de Braga
ás
3
da tarde,
principia
a sair
no
dia
10
do
corrente
ás
5
horas
da
manhã, chega
a
Braga
ás
9. volta
de
fraga
ás 2
horas
da
tarde,
chega
a Orís
ás
5.
Pico
de
Regalados 8 de
outubro
de
1879.
(2652)
Alexandre
José
Pereira
Calheiros.
ANNUNCIOS
AEUGAM-SE
Os
altos
da casa da
rua
do
Campo,
n.°
22,
com
bons
commodos
para
uma
numerosa
familia,
agua
encanada
e
bellas
vista. Quem
pretender
dirija-se
á
mesma.
(2557)
ÉDITOS
DE
30 DIAS
Pelo
juiso
de
direito
da
comarca
de
Braga,
e carlorio
de
Ribeiro,
correm
édi
tos
de
30
dias
a
citar
e
chamar
todas
as
pessoas incertas
e
quaesquer
credores
ou
legatários
desconhecidos
e
residentes
fóra
da
comarca
que
porventura
tenham
algum
direito
á
herança
do
finado
João
Antonio
Gonçalves
da
Silva,
solteiro,
de
maior
edade,
morador
que
foi
no
logar
d
’
Al-
deia,
freguezia
de Navarra,
d
’
esla
mesma
comarca,
para
que
no
prediclo
praso o
venham
dedusír
e allegar
no
inventario
a
que
pelo
fallecimenlo
do
mesmo
se
anda
procedendo
por
este
juiso
e carlorio
do
prediclo
escrivão, sob
pena
de,
á
sua
re
velia,
se seguirem
todos
os
mais
termos
e
ser
afinal julgado por
sentença.
Braga
28
d
’
agoslo
de
1879.
O
escrivão
João
Marcos
d’
Araújo
Ribeiro.
Verifiquei
a
exactidão.
(2663)
Adriano
Qarneiro
de
Sampaio.
Na
rua
de
S.
Vicente
n.° 69
mora
uma
snr.
a
que
ensina a
fazer
ílôres
e
todas
as
tintas
necessárias;
ensina
tam
bém
a
costurar,
a
bordar
e
tudo
mais
que
fôr
necessário
aprender.
(2657)
Quem
quizer
comprar
uma
casa
'
"■
*
e
eirado,
sita
na
praia d’
Apulia,
c.
-I.
a
pój
e
dirigir-se
a
casa
do
faíleci-
do
Antonio
Moreira
Cardoso,
no
logar
da
Praia;
tracta se na
mesma
casa,
desde
o
dia
10 até
ao
dia
22
d
’outubro,
do
meio
dia
ás
ires
horas
da
tarde.
(2660,
XABREGAS
R«pé
Meio
grosso,
botes
de
250
gr.
400
Hapé
Cruz
Malta
»
»
»
»
450
Rapé
Secco
»
»
» »
600
LEALDADE
ES»|ié
Meio
grosso
botes de
250 g
r
-
300
ma
pé
»
»
1
a
»
»
D
350
Rapé
Cruz
Malta
»
n
350
Rapé
Secco
»
»
B
300
Rapé
Vinagrinho
»
»
B
300
ÊfH
M
7) jjl
a
a
I
a
mê
50
—
Hua do
Carvalhal -50
BRAGA
(2647)
AOS SWS- PROFESSORES
No Collegio
Académico de
N Senho
ra
de
Guadelupe,
abre-se
no
dia
20
de
outubro,
um
curso destinado
aos
snrs.
professores
que
desejarem
habilitar-se
com-
petenlemente
no
melhodo
de
leitura
do
snr.
dr.
João
de
Deus.
Este
curso
é
regido
pelo
director
do
collegio,
João
José
Alves
d
’
Arauj>.
(2654)
uai
i
i
'irrwi——'i—rrrr-rT-i.-i
—
,-ç-.L-.-m-íruMirTi’. i
i
'
rnTiii'»Mnn~iiniiiBiiMM —
uhjx
.
DESPEDIDA
O
abaixo
assignado,
tendo
de
retirar-
se
para
o
Rio
de
Janeiro e
faltando
lhe
tempo
para
se
despedir
de
seus
amigos,
o
faz
por
este
meio,
pedindo
a
todos o
desculpem
de
similhante
falta,
e
lhes
of-
ferece
o
seu
limitado préstimo
n
’
aquella.
cidade.
(2655)
Guilherme
Baplisla
Lopes.,
Na
rua
do
Campo
n.°
22
vende-se
ba-
ga
de
sabugueiro,
legitima
do
Douro,
por
preços
commodos;
a
quem
a
pretender,
dirija-se
á
mesma
casa.
(2640)
(MLTORIO DE
CiRUl GiA
E
MECHANICA
DENTAL
J.
M.
Pinheiro
CIRURGIÃO DENTISTA
DA
ESCOLA AMERICANA
Mudou a
residência
da
rua
do
Campo
para
a
rua
dos
Chãos n.°
39—
Braga.
(2645)
ALUGA-SE
Uma boa
morada
de
casas
com
dois
andares,
sita
na
rua
do
Anjo,
n.°
20 e
20
A.
Está
encarregado de
a
mostrar e
tra
:
tar
do
aluguel o
snr.
Oliveira,
aferidor,
morador
na
mesma
rua
n.°
22.
(2547)
HERANÇAS E
DIVIDAS
Compram-se
direitos
e
acções
a
heran
ças
e
dividas;
ou liquidam-se
por
conta
dos
interessados abonando-se-lhe as
des
pesas
sendo
necessário.
Braga
—Rua
dos
Pelames
24
(2648)
CAMBIO
(]|J| UJÍIJ/ LOTERIAS
Tem
distribuído
esta
casa
cerca
de
2.000:0000000
em
prémios
no
paiz e
Brazil.
O
cambista
Antonio
Ignacio
da
Fonse
ca,
rua
do
Arsenal,
56
e
58,
com
íilial
no
Porto,
Feira de S
Bento,
33,
34
e
35,
faz
sciente
ao
respeitável
publico
que
tem
sempre
nos seus
estabelecimentos
variadis-
simo
sortimento
de
bilhetes
e
suas
divi
sões
das
loterias
portugueza
e
hespanhola.
Satisfaz
lodos
os
pedidos
das
provin
cias, ilhas,
ultramar
e
Brazil,
com prom-
ptidão
e
diminutas
commissões,
quer
se
ja
para
jogo
particular
ou
para
negocio.
Nas
terras
onde
não
tenha
ainda
corres
pondente
acceita
para
seu
agente
qualquer
cavalheiro
estabelecido
que
dê
boas
refe
rencias.
Os
vendedores
teem
boas
vanta
gens,
sendo
uma
d
’
ellas o poderem
re
cambiar,
o
que
não
tenham
vendido,
até
á
vespera
do
sorteio.
E
’
negocio
que
tem
tudo
a
gauhar
e
nada a perder.
Envia em
tempo listas,
planos
e
lelegrammas.
O
2.°
sorteio,
é
o
da
loteria
de
Ma
drid,
no
dia
17
de
outubro.
O
prémio
grande
é
de
28:8000000
reis
e
os
prémios
minimos
são de
108(1000
e
720000
rs.
Os
preços
dos
bilhetes
e
fracções d’
es-
ta
loteria
são os
seguintes:
bilhetes
in
teiros,
1106GO;
meios,
50800;
quintos,
20320;
décimos,
10160;
fracções
de
600,
480,
240,
120 e
60,
e
dezenas
de
60000,
40800,
20400,
10200
e
600
rs.
O
3.° sorteio,
é
o
da
loteria portu
gueza,
a
22
de
outubro.
O
prémio
grande
é
de 8:0000000
rs.
Os
preços
dos
bilhetes
e
fracções
d
’
es-
ta
loteria
são
os
seguintes:
bilhetes
intei
ros,
40800;
meios,
20400;
quaitos,
10200,
oitavos,
600;
fracções
de
520,
440,
330,
260,
220,
130, 110,
65,
55,
45
e
30
rs.
Os
pedidos
das
provincias
são satisfei
tos
na volta
do
correio.
Chamamos
a
allenção
do
publico
para
um
ponto
importante.
As
fracções
da
nos
sa
firma,
tem
um
pertence
muito
mais
vantajoso
para
o
jogador,
que
o
das
ca
sas
das
provincias.
Por
exemplo:
em
uma
fracção
da
nossa
firma
do preço
de
600
reis
em
qualquer
sorteio
ordinário
da
lo
teria
de
Madrid,
toca-lhe
na
sorte
grande
1:1000000
reis.
Em
igual fracção,
com
qualquer
dos
prémios
minimos
locti-lhe
40500
ou
30000
reis.
Consideramo-nos, em
ramo de
loteria,
um
dos primeiros.
O
que
esperamos
é
a
continuação
do favor
pu
blico
e
em
especial
dos
que
não
vivem
nas
duas
principaes
cidades.
Os
prémios
são
pagos
á
vista
das competentes listas.
Querendo,
os
possuidores
dos
prémios,
po
dem
recebel-os
nas
suas
localidades,
por
meio
de
remessas
de
leiras ás
ordens
so
bre
os
recebedores
das
comarcas.
Rece
be-se
em
pagamento
dos
pedidos
sellos do
correio,
valles,
ordens
sobre
qualquer
pra
ça
ou
como
melhor
convier
aos
freguezes.
Pedidos
ao
cambista
Antonio
Ignacio
da Fonseca, rua do
Arsenal,
56,
58
e
60,
Lisboa,
ou
Feira
de
S.
Bento,
33,
34
e
<35,
Porto.
v
2529)
Í•
Adoptado
em todos os Hospitaes.
4ecomm8ndada por
todos os Médicos.®
Contra
a
ANEMIA,
CHLOROSE, DEBILIDADE, FRAQUEZA, PERDAS BRANCAS, etc. g
O
Ferro Bravais
(ferro liquido em gottas concentradas) é o unieo
exemplo
<ie
qualquer acido;
não_ tem
cheiro nem sabor, não produz 3g
prisão do ventre, diarrhea, irritaçao nem cança o estomago;
alem d
’isto 48
è
o unico que não faz os dentes pretos.
yg
E'
o mais economico de
todos os ferruginosos, pois tpie um frasco dura um mez. 1
Deposito geral
eui Pariz, 13, rue
Lafayette (Perto da Opera), e em todas as Pharmacias.
Desconfiar-se
das
imitações
perigosas
4,
‘exijir
a
marca
de
fabrica que
vae
jnncla.
J
’
Envia-se
grati» a quem
o pedir por carta franqueada, um interessante folheto sobre a Anemia e o seu tratamento.‘A
Deposito
no Porto,
Ferreira
&
Irmão,
e
nas
principaes
pharmacias
do
reinno
/X>XXOXXOXX<X<X<
COXXOXX<X<X<X<X<
_ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _
►
Gran
êxito en
Paris
VEL0UTINE GH
les FAY
POLVO
DE
ARROZ ESPECIAL PREPARADO CON
INVISIBLE
X ADHERENTE, dá al cOtia frescura y traspartnoía.
I
nventor
CHARLES
FAY, 9,
rue
de
la
P
aix
,
PARIS
í
o
£
♦
Se vende
en
las Farmacias, Perfumerias, Beluquerias y tiendas de quincalla.
y
v
Desconfiar de
las falsificaciones.
PEDIBO
A Meza
da
Santa
Casa da
Misericór
dia,
de
Braga,
tendo
em
consideração
a
avultadissima
despeza
que está custan
do
o
fornecimento
de pannos
e fios
para
o
curativo
de
feridas
no
Hospital de S.
Marcos,
empenha
n
’este
acto
de
caridade,
a
devoção de seus
concidadãos.
O
escrivão
Lourenço da
Costa
G. Pereira
Bernardes.
Consultoria
Medico-Cirurgico
10
—
rua
de
s
.
joão
—
10
Alfredo
Passos
ouve
de
consulta
to
dos
os
dias
do
meio
dia
ás
2
horas
da
tarde.
Faz
operações
de
grande
e
peque
na
cirurgia.
Especialidade
—partos. (2617)
COLLECIO
do
boih
SUCCESSO
N
’este collegio,
em
Villa
Nova
de
Gaya,
ao
pé
da
ponte
pênsil, admittem-
se
alumnos
internos
d
’ambos
os
sexos,
por 6, 7
e 8
mil
reis
mensaes,
confór-
me
as
edades.
O
ensino
da
leitura
é pelo
systema
de
João
de
Deus.
Dirigir
ao
di-
rector
M.
J.
G. de
Mello.
(2554)
l.VJiiíÇÃO
Bíi.lHA.
Esta
maravilhosa
injecção,
como
cal
mante,
é
a unica
que
não
causa apertos
d
’uretra,
curando
todas
as
purgações
ainda
as
mais
rebeldes
como
muitas
pessoas o
podem
altestar.
Deposito
em
Braga
na pharmacia
Bra
ga
—
Esquina
de
Santa
Cruz.
—
40
Porto
—
Cardoso
—
Praça
de
D
Pedro—
113.
(2631)
Fabrica
a vapor de fundição
de ferro e metaes
Trave«sii
<le
S.
João
—
Braga.
N
’
esta fabrica,
unica
na
província
do
Minho,
fabrica-se
toda a
qualidade
de
obra,
tanto
de
ferro
como
de
metal.
O
proprietário
da
mesma
não
se
tem
pou
pado
a
sacrifícios
para
poder
elevar
este
melhoramento
de
industria
á altura
de
poder
compelir
em tudo
com
as
fabricas
de
igual
genero
do
Porto
e
outras
loca
lidades,
pois
que
no
seu
estabelecimento
se
fazem
obras
de
todos
os
tamanhos
e
quali
dades
pelos preços
que
possam
ser
encontra
dos no Porto
N
’
esta
fabrica
fundem-se
peças
de
pezo
de 5:000
kilos
e
maiores,
sendo
preciso,
achando-se
já
muitas
obras
fundidas,
avul
sas,
como
são:
bnxas
para
eixos
de
carrua
gens,
moinhos
para
moer
tintas,
pés para
me-
zas
de
mármore
cu de
madeira,
bancos
para
jardins,
bombas
de
qualquer
pres
são
até
á altura
de
200
palmos,
grades
para
sacadas
ou
jardins,
columnas
e
con
solas
para
lampeões,
prensas
para
copia
dores, fuzos
de
novo
systema
para
la
gares,
ferros
para alfaiates
e
chapelleiros
tapetes
e
ventiladores
para
soalhos,
canos
e
joelhos
para
agua,
de
todas
as grossu
ras, guinchos
de
pedreiro
de todos
os
tamanhos.
Além
d
’
eslas
obras,
que
ha
feito,
toma encommendas
para
todas
que
possam
fazer-se
de
ferro,
aço
ou
metal.
Também
concerta
todas
as
obras
d
’
esle
genero
principalmente
bombas
de
poços.
O
proprietário
Antonio
Germano
Ferreirinha.
BISMUTO
X
X
♦
Caixa
penhorista
ESraearense
na
Travessa
<le
D.
Gualiliiin
d’
esta
cidade.
Continua
a
emprestar
dinheiro
sobre
penhores
todos
os
dias
desde
as
8
horas
da
manhã
até
ás
9
da
noute
na
mesma
caixa.
Vende-se
roupas
Pede-se
a
todos
os
mutuários
que
ti
verem
objeetos
empenhados
na mesma
caixa
com
atrazo
de
juros
de
tres
mezes
os
venham
pagar
ou
resgaslar,
senão se
rão
vendidos.
BREVE COMPENDIO
DE
ORAÇÕES E DEVOÇÕES
ADOPTADAS
PELOS
MISSIONAMOS
QUARTA
EDIÇÃO
Novamente
correcla
e
muito
augmentada
com
novas
orações
e
devoções indul-
genciadas,
e
concedidas
posterior-
mente
á
ultima
Raccolta.
Com
approvação
de
S.
ExcP
fíevm.
a
o
Snr.
D.
João
Chrysostumo
d
’
Amorim
Pessoa,
Arcebispo
Primaz.
Vende-se
em Braga, na
typographia
Lusitana,
rua Nova
n,°
4,
e
nas
livra
rias de
Manoel Malheiro,
rua
do
Almada,
Porto,
e
Catholica,
de
Lisboa.
Preço=160
em
brochura,
e
240
enca
dernado.
Áli w
IHUIM
DO
ALTO DOURO
DA
CASA
DE
VILLA
FIIIÍ
4
RUA
DO SOUTO
N.°
15
—Braga.
N
’este
armazém
se
encontram a
retalho
as
seguintes
qualidades
de
vinhos
engar-
afados:
Vinho
tinto
de
meza.
(sem
garrafa)
150
>
>
»
»
.
190
B
Lagrima
....................................
200
B
Branco
de
meza
........................
210
»
tinto
de
meza
fino.
240
>
de
prova
secca
.........................
300
u
Malvasia
de
2.
a
........................
360
B
»
velho................................
400
B
Malvasia
Bastardo
e
Moscatel
a
500
B
Roncão
........................
700
B
Velho
de
1854
.
. .
.
600
B
a
retalho
para
meza
60
e
80,
o
quartilho
tinto,
e branco
120.
Responde-se e
garante-se
a
pureza
e
boa
qualidade
de
todos
estes
vinhos,
po
dendo
todo
e qualquer consumidor
man-
dal-o
experimentar
por
meio
de
qualquer
processo
chymico.
Empreza
editora de Francisco Arthur da
Silva
—Lisboa.
BISIMIE
V
TODOS
OS
ASSIGNANTES
da
HISTORIA
UNIVERSAL
POR
Cesnr
Cantu
Desde
a creação
do
mundo
até
1862—con
tinuada
até
1879
por
D.
NEMESIO
FERNANDEZ
CUESTA;
Com a
noticia
dos
factos
mais
notáveis
relativos
a
PORTUGAL
2
BRAZIL
Traduzida
da edição
francezade
1867
e
acompanhada
da
versão
das
citações
gregas
e
latinas,
e
annotada
por
Manoel Bernardes
Branco
Da
Academia
Real
das
Sciencias
de Lisboa;
professor
das linguas
grega
e
latina,
etc.
2.
a
edição,
illuslrada
com
81
gravuras
primorosamente
executadas.
£3
volumes
in-4t.°
grande.
O
editor proprietário
d
’esta
publicação,
grato
aos
favores
do
publico, e
compre-
henlendo
a
necessidade
de
publicar
uni
13.0
volume
para
que
esta
2.a
edição
da
HISTORIA
UNIVERSAL
fique
mais
com
pleta,
resolveu
offerecer
aos
snrs.
assigoan-
its
que
o
auxiliaram
n
’esla empreza
e
áquel-
les
qne
de hoje em
diante
o
continuarem
a
coadjuvar,
como
HKLVDE
o
dreinio
terceiro
volume,
contendo
trinta
e
cin
co
capítulos,
seis
gravuras e dois
indices
sendo
o primeiro chronologico
e
remissi
vo
de
toda a
Historia
Universal,
servindo
para
a
procura
dos
iaclos
que
n
’
ella
vem
exarados,
e
o
segundo
alphabelico,
con
tendo
os
nomes
de todos
os homens
no
táveis
que
figuram
na
historia,
e
os
títu
los
geraes
de
todas
as
matérias,
servin-
do
de
auxilio
ao
primeiro
Comprehendendo
a
narração
desenvol
vida
dos
acontecimentos
históricos occor-
ridos
desde
1851
até
1879,
escriplos
em
hespanhol
por
D.
Nemesio
Fernandes
Cues-
ta,
e
accrescentados
na parte
que
diz
res
peito
a
Portugal
e
Brazil,
por
Manuel
Ber
nardes
Branco.
Fica
portanto
completa
a
segunda
edi
ção
da
HISTORIA
UNIVERSAL,
em
treze
volumes
in-4.° grande
e
custará:
Brochada
....
200600 reis
fortes
Encadernada
.
.
.
270000
»
»
Para
facilitar
a
aequisição
d
’
esta
tão
importante
obra
ás
pessoas
menos
abasta
das
que
a
não possam
comprar
de
uma
só
vez,
o editor
deliberou
conservar
aber
ta
a assignalura
em
Portugal
e
no
Brasil.
Cada
folha
de
16
paginas
a
duas
colum
nas,
50
rs.—
Cada
gravura
primorosamen
te
executada.
40
rs.
Condições da
assignalura
:
—
A
assigna-
tura
póde
fazer-se
por
entregas de
duas
folhas, e
as
gravuras
como
convier
—
por
fascículos
de
cinco
folhas
e
uma
gravura,
e
por
volumes
brochados.—
Cada entrega
de
32
paginas
e
1
gravura,
140
rs.
—
Cada
fascículo
de 80
paginas
e
1
eravura, 290
rs.
CADA
VOLUME:
1.° vol. br.
orn.
de
9 grav.
10870
2.°
>
b
>
»
6
>
10665
3.°
»
b
»
»
7
»
10605
4.°
B
B
b
»
5
>
10525
5.°
>
>
•
»
6
10615
6.°
B
B
>
»
6
10690
7.°
>
>
>
»
6
$
10640
8.°
D
>
b
»
6
10615
9.°
•
•
>
»
6
B
10565
10.°
B
>
>
»
6
B
10615
11.°
B
>
>
>
6
B
10610
12.°
B
»
>
>
6
B
10815
13
.» K
ULTIMO,
ornado
de
6
gravu-
ras,
brinde
a todos
os assignantes,
no'pre-
lo,
GRÁTIS.
Das
81
gravuras
de que
consta
a
obra
estão tiradas
45,
pertencentes
aos
vol.
1 a
7..
Este decimo
terceiro
volume
será
dis
tribuído
depois
de
completo
e
brochado
a
lodos
os
assignantes
que
tenham
pago
o
decimo
segundo volume.
Os
assignantes
teem
as
seguintes
van
tagens:
Garantia
e
certeza
do
complemento
da
obra, e
poder
receber
como
e
quando
qui-
zerem,
por entregas,
por
fascículos
ou
por
volumes.
LISBOA:
—
A
assignalura
póde
fazer-se
por entregas, fascículos,
e
por
volumes.
0
assignante
receberá
uma
entrega
de
duas
folhas
por
semana,
pelo
menos,
e
as
gra
vuras
que
lhe
convier,
pelos
preçcs acima
marcados,
pagando
ao distribuidor
no
acto
da
entrega a
sua
importância.
PROVINCIAS
E
ILHAS:
—A
assignalu
ra
póde fazer-se
por
fascículos
e
por
vo
lumes.
O
assignante
receberá
o
primeiro
fascículo
ou volume franco de
porte,
e
só
depois
de
recebidos
mandará
satisfazer
a
sua
importância
em
estampilhas,
valles
do
correio ou
ordens,
na
certeza
que
não
re
ceberá
o
segundo
sem
que
tenha
satisfeito
o
primeiro,
e
assim
successivamente.
As
pessoas
tanto
de
Lisboa
como
das
provincias
e
ilhas
que
angariarem DEZ
AS-
S1GNATURAS
REAl.ISAVEIS
terão
UMA
GRATUITA,
dirigindo-se
directamente
ao
editor.
Assigna-se
no
escriptorio
do editor-
rua
dos
Douradores,
72,
LISBOA ;
BRAGA,
na
livraria
Internacional
de
Eu
*
genio
Chardron,
e
nas
principaes
livrarias
do
reino,
ilhas
e
Brazil.
Franeiceo
ArtEmr
da
Silva
—edito
*
72, rua
dos
Douradores,
72—
LISBOA.
RESPONSAYEL-Luiz
Raptisía da Silva
Parte de Comércio do Minho (O)
