comerciominho_11101879_995.xml
- conteúdo
-
OMO
OO
MINHO
folha
kfj
L
hjiosa
,
política
e
xotiliosa
.
REDACTORES
—
D. Miguel Sollo-Mayor e Dr. Custodio Velloso.
PREÇO
DA
-ASSIGNATUBA
7.° ANNO
mezes,
com estampilha. .
.
2&000
12
mezes, sem
estampilha
.
1&600
Brazil,
12
mezes,
moeda
forte.
.
3&600
Folha
avulso
...............................
10
PUBLIGA-SE
ÁS
TERÇAS. QUINTAS E
SABBADOS.
PUBLICAÇÕES
Correspondências
partic. cada linha
40
Annuncios
cada
linha
.....................
20
Repetição
.....................................
10
Assignanles,
20
p,
c.
d
’
abatimento
N.° 995
sí
s»
ie
sa
Toda
a
correspondência deve
ser
remettida, franca de porte,
á administração
do jornal—O
«Commercio
do Minho», rua No
va,
n.° 4.
SABBADO H D OUTUBRO DE 1879
Anniversario
nataiieio
de
Slenri-
que
V.
O
nosso
estimável
collega
da
«Nação»
dá
as
seguintes
resenhas
das
descripçôes
que
os
jornaes
francezes
trazem
das
festas
do
dia
29
de
setembro:
INDRE
ET
LOIRE
Dizem
de Tours:
Foi extraordinário
o
numero
de
realistas
que
se
reuniram
no
dia
29
de
setembro, na
egreja de
S.
Marlinho,
para
celebrar o
anniversario
natalício
do
Senhor
Conde
de
Chambord.
Fomos
alli
orar
pela
França,
junto ao
tumulo do
glorioso
S.
Marlinho,
cuja
protecção
lào visivelmente
se
manifestou
a
favor
da
monarchia
chrislã.
Confundiam-
se
as
condições
sociaes,
os
chefes
das
mais
distmctas
íamilias
da
Touraine
com
os
homens
do
povo,
os
habitantes
da
cidade
com
os
das
mais pequenas
e
re
motas
aldeias,
pois
todas
as
povoações
do
departamento,
ainda as
mais distan
tes,
se fizeram representar
n
’
esta
festa
realista.
Vimos
com
satisfação
que o
espirito
tnonarchico
se
caracterisa
cada
vez
mais
no
Indre
et Loire,
e que
as
convicções
realistas
ganham
muito
terreno
entre
o
povo.
Aqui
não
temos
mais que
dois
par
tidos:
a
republica,
cujo
despotismo
tão
profundamente
fere os
nossos
direitos
e
as
nossas
mais
caras
liberdades;
e
a
mo
narchia
tradicional,
unica
que
pó
ie
dar
á
França
as
suas
allianças
naturaes,
a
sua
posição de grande
potência,
e
a
con
fiança
interna,
sem
o
que não
póde
ha
ver
prosperidade. Todos
os
espíritos
es
clarecidos
o
comprehendem,
e
lodos
os
corações
christãos
pedem
a
Deus
nos
resti
tua a
monarchia tradicional.
Foi
a
primeira
vez
que
tivemos
um
banquete
realista;
a
inicitiva
partiu
de
um
grupo
de lavradores
e
operários;
mas,
sabendo
isto,
os
principaes cavalheiros
da
cidade
desistiram
de
ir a
Chambord, pre
ferindo
tomar
parte
no
banquete dos
seus
patrícios,
proposta
que
foi
muito
bem
aco
lhida
pelos
operários,
e que
fez
com
que
to
das
as
classes
se
achassem
reunidas em
um
só
grupo
para
saudarem
El-Rei.
0
presidente
.fez
um
bonito
discurso,
conslantemente
interrompido
por
calorosos
vivas
a
El-Rei,
e
terminou
do modo se
guinte:
«A
união
agrícola,
operaria
e com
mercial
de
Touraine
faz
uma saude
a
El-
Rei
e
á
Rainha».
Ao
ouvirem
estas pala
vras, o
enthusiasmo
d’
aquelles
bons
rea
listas
chegou ao delirio.
O
snr.
Conde
de
Locmaria,
respeitá
vel
ancião
de
85
annos,
fez um
bellissi-
®o
improviso.
Recordou
os
benefícios
da
restauração,
a sua boa
administração
fi
nanceira,
o
progresso
material
que
ella
desenvolveu, a
sua
gloria
diplomática
e
militar,
o
modo como
consolidara
a
mo
narchia
hespanhola,
como
libertara
a
Gré
cia,
e
conquistara
a
Argélia;
depois
mostrou
como
o
Senhor
Conde
de
Chambord
tem
aproveitado os
annos
do
exilio,
estudando
os
interesses
agrícolas,
operários
e
com-
merciaes
da
França,
como
está
ao
facto
das
questões
políticas
e
militares,
como
é
aílavel
para
lodos,
e
de
uma
generosi
dade
inesgotável.
O
respeitável
ancião
foi applaudido
enlhusiasticamente.
LOT-ET-GARONNE
Agen,
30 de
setembro.—A
Missa
de
hontem
foi
concorrida
como
nunca.
Ao
banquete
assistiram
180
pessoas.
Fizeram-se
brindes
a
EI
R
h
,
á
Casa de
França,
á união
de
todas as
classes
da
sociedade.
Foram
applaudidos
com
grande
enthusiasmo.
Reinou
sempre
a
melhor
ordem.
MEURTHE-ET-MOSELLE
Nancy,
29
de
setembro.—Os realistas
reuniram-se
na
magnifica
basílica de Saint-
Epore,
em
grande
numero
para
assisti
rem
á
Missa.
Depois
houve um
banquete
de
80
pessoas
no hotel
de
la
Chartreu-
se.
Estavam
representadas
alli
todas as
classes
da
sociedade.
Houve
muitos
brin
des
enthusiasticamente
applaudidos,
em
seguida
assignou-se
uma
mensagem
a
El-
Rei.
Esta
manifestação
de
realismo,
feita
alli
pela
primeira
vez,
deve
fazer
grande
bulha
no Este.
NO
RD
Lille,
30
de
setembro.
—
O
nosso
ban
quete
de
hontem
reuniu
450
pessoas;
por
não caberem
mais
na
sala,
foi recusada
a
entrada
a
muitíssimas
pessoas.
O
snr.
Sculbert,
que
presidia,
fez
um
brinde
a
El-Rei
no
meio
de
prolongadas
e
enlhu-
siasticas
acclamações.
Os
snrs
Kolb-Ber-
nard,
Thery,
Pajat. senadores.
Henri
Ber-
nard,
presidente
da
camara
do
Commer
cio e
conde de
Conpigny
pronunciaram
discursos
que
foram
muito applaudidos,
e
que
o
deviam ser.
Vallenciennes,
30.
A
Missa
do
dia
29
reuniu
este
anno
um
numero
de
fieis
mais
considerável
que
nos annos precedentes.
Entre
os
assisten
tes
notavam-se
muitas
pessoas
que
servi
ram
lealmente
o
império.
PUY-DE DOME
Lemos
na
«Gazette
d
’
Auvergnes:
Devemos
á
iniciativa
de
um
grupo de
commerciantes
e
operários
realistas
de
Clermont
termos assistido
esta
manhã,
a
uma Missa
celebrada
por
ser
dia
de
S.
Miguel
e
anniversario
natalício
d’EI-Rei.
Apezar
de
se
não
terem
publicado
avi
sos,
nem feito convites
especiaes,
e
de
um
grande
numero
de
nossos
amigos
estar
n
’
esla
epoca
fóra
de
Clermont,
houve
uma
grande
e
piedosa
concorrência.
Oramos
pela
França,
unindo-nos do
coração ás supplicas
que
de
todos
os
pon
tos da
França
se
elevaram
hoje
ao
Céo,
pelo Rei
exilado.
PYRINEUS
ORIENTAES
O
anniversario
do
nascimento
do
Se
nhor
Conde
de
Chambord
foi
magnifica-
mente
celebrado
em
Perpignan.
Cantou-
se
Missa
solemne
na
calhedral
de
São
João;
a
vasta
nave da
velha basílica
estava
cheia
de
fieis.
Depois da Missa,
seiscentos
realistas
se
reuniram na
sala
do
lheatro
das
Va
riedades,
para
assistir
ao
banquete.
Fez-
I
se um
brinde
a
El-Rei,
no
meio
das
mais
Ienthusiasticas
acclamações.
da mais modesta
condição,
aié áquelle
que
occupa
na
sociedade
a
posição
mais
elevada.
O presidente,
duque
de
Cars,£em
um improviso
cheio
de
bom senso
e
pa
triotismo.
fez
sentir a grande
significação
que
linha
aqnelle
banquete,
terminando
com
um
brinde
a
El-Rei.
Depois,
o
snr.
marquez
de
Rochethu-
lon leu
a mensagem,
que
hade
ser
en
viada
ao
Senhor
Conde
de
Chambord.
e
que foi
assignada
por
todos
os
convivas.
SA1NTE
ANNE
D’AURAY
A
concorrência
de
realistas
a solem-
nisarem
o anniversario
naialicio
d
’EI-Rei
foi extraordinária.
De
manhã
foram
ditas
mais
de sessenta
Missas; á
Missa
das
11
não
se
podia
peneirar
na vasta
basílica,
e
a
multidão
ainda
enchia
o
adro,
mas,
ahi
mesmo
ajoelhada,
e
com
o
mais
pro
fundo
respeito.
A
’
saida da Missa
leve
logar
a
grande
reunião
realista,
presidida
pelo
snr.
conde
Gabriel
Lambiliy.
O
seu
discurso
fez
cor
rer
muitas
lagrimas
de
fidelidade
e res
peito.
Terminou
assim:
«Fomos
á
basílica
de Santa
Anna
di
rigir
a
Deus fervorosas
preces
pela
França
e
pelo
Rei;
a
Padroeira da
Bretanha in
tercederá
por
nós;
coragem,
fé
e
espe
rança,
e
bem depressa viremos
a
esta
mesma
cathedral
cantar
o
Te-Deum
pela
nossa liberdade.
«Senhores,
façamos
um
brinde
á
pro
speridade
da
França,
á
saude
d’
EI-Rei.
«Viva
El-Rei»
!
AIN
Bourg,
30
de setembro.—Hontem ás
I I horas foi
celebrada
uma
Missa
na egreja
de
Notre
Dame.
Depois
da Missa
houve
um
banquete
em
que
estiveram
reunidos
mais
de
cem
realistas de
todas as
classes
e
condições.
AISNE
Lemos
no
«Conservateur»
de
1
’
Aisne:
«O
anniversario
do
nascimento
do
Se
nhor
Conde de
Chambord
foi
celebrado
na
nossa
cidade
com
um
enthusiasmo
de
bom
agouro.
«Pela manhã,
ás
7
horas,
foi
dita
na
basílica,
na
capella
de
S.
Luiz, uma
Missa
por
intenção do Augusto Exilado,
sendo
tão
grande a
concorrência
de fieis,
como
nunca
aqui
se
viu,
e
a
maior
parle
chegaram
á
Meza
da
Sagrada
Communhão.
«A
’
tarde,
pela
primeira
vez
depois de
1830,
muitos
lieis
se
reuniram
em
frater
nal
banquete
para communicarem
as
suas
som
I
mutuas
esperanças,
e
para fazerem
um
brinde
a Ei-Rei;
o
velho
grilo
de
nossos
paes
se
fez
ouvir
como
nos
rnais bellos
dias
da
nossa
historia».
AUBE
Os
realistas
de
Troyes
não
só
fizeram
celebrar
uma
Missa
no
dia
do
anniver
sario naialicio
do
Senhor
Conde
de
Cham
bord,
mas
pela
primeira
vez
teve
Troyes
o seu
banquete
realista.
Tomaram
parte
n
’elle
200
pessoas.
BOUCHES-DU-RHONE
A
«Gazelte
du
Midi»
dá
interessantes
promenores do banquete que
leve
logar
no hotel
Roubion,
em
Marselha,
e
a
que
assistiram
representantes
da
nobreza,
do
fôro.
do
commercio, do
banco
e da
in
dustria.
O
snr.
marquez
de
Furesta
fez
um
brinde
a
El-Rei
com
um breve,
mas
elo
quente
discurso,
calorosamenle
applaudido.
Depois
o
snr.
Teissere
exprimiu
ele-
SAONE E
LOIRE
Chalon,
30.—
O
nosso
banquete
hon
tem
esteve
esplendido.
O snr.
Lauras
pro
nunciou
um
magnifico
discurso
sobre
o
estado
actual
da França,
convidando
lo
dos
os
conservadores,
dedicados
á
Reli
gião
e
á
Patria, a
reunirem-se
franca
mente ao Rei,
para
salvar
o
nosso
infe
liz
paiz.
O
brinde
a
El-Rei
foi
applaudido
fre
neticamente,
e
no
meio
de
repelidos
vivas
foi
assignada
uma
mensagem.
Em
Beaune
e
em
Charolles
lambem
houve
banquetes,
onde
se
ostentaram,
com
grande energia,
os
mesmos
sentimentos
de
patriotismo.
SEINE ET
OISE
O
grande
salão
do hotel
des
Reser-
voirs
em
Versailles,
não
pôde
conter os
numerosos
convivas,
que
queriam
tomar
parte
no
banquete
com
que
se
festejava
o
anniversario
natalício
d
’
EI-Rei.
O
conde
de
Boisbaissel
fez
o
primei
ro
brinde,
que
foi
correspondido
por
pro
longados
vivas
a
El-Rei.
Depois
o
snr.
d
’
Esperey,
em
um
breve,
mas
energico
discurso,
fez o
paralello
do
antigo
tempo
e
do
novo
tempo.
Mostrou
a
má
fé dos
homens
que apresentam
o
governo
do
Rei
como
um
governo
de
despotismo
clerical
e
de
fanatismo
religioso,
e
castigou
condi-
gnamenle aquelles
que
apresentam o
prin
cipio
realista
como
contrario á liberdade
e
ao
progresso.
Depois
comparou
o
modo
como
se
li
bertou
o
lerrilorio
em
1815.
com o
modo
como
foi
libertado em 1871;
o
tratado
de
Vienna
com
o
de
Francfort, o
duque
de
Richelieu
com Thiers, a
monarchia
com
a
republica;
esta
ultima,
libertando
o
território,
deixou
em
poder
do
inimigo
as
nossas
duas
mais
ricas
provincias;
a
monarchia
legitima
e
tradicional
reparou
só
pela
sua
restauração todos os
desastres
do
império,
e
deu
nos
a
nossa
mais
rica
colonia.
Terminando,
levatHou
um viva
a
El-Rei,
que
foi
extraordinariamente
ap
plaudido.
Em
seguida
foi
lida
a
seguinte
men
sagem:
«Senhor.
Os
realistas
abaixo
assigna-
dos
reuniram-se
hoje
para
festejar
o
fe
liz
anniversario
do
vosso nascimento.
Esta
manhã,
ante
o
altar,
oraram
a
Deus
pela
França;
esta
tarde, depois
de
terem
feito
um
brinde
ao
seu
Rei,
diri
gem-vos
a
expressão
de
sua
dedicação
e
de
sua
inabalavel
fidelidade».
A
reunião
separou-se
ás
dez,
ao
de
repelidos vivas
a
El-Rei.
SEVRES
Niort,
29
de
setembro.
—
Esta
manhã
houve
uma»
extraordinária
concorrência
á
Missa.
Ao
banquete
assistiram
200
pessoas,
as
requisições
foram
400;
mas
o
local
não
podia
conter
mais
de
200.
Presidiu
o
snr.
barão
Ansaury
de
Liniers,
que
levantou
um
brinde
a-El-Rei,
que foi
freneticamente
applaudido.
VIENNE
«Le
Conrrier
de
la
Vienne»
dá noti
cia
do
banquete
que
teve logar
em
Poi-
tiers.
As
salas,
supposto
muito
espaçosas,
com
diíliculdade
poderam conter
os
560
convivas
que
se
reuniram,
para
festejaram
o
anniversario
natalício
d
’
EI-Rei. O
que
caracterisava
essencialmente
esta
reunião,
era
a
cordealidade
que
havia
entre
os
convivas,
onde
se
viam,
desde
o
homem
gantemente as
esperanças
realistas,
que
acompanhou
das
mais
elevadas
conside-
rações.
O
snr.
barão
de
Gastou
de
Flotte
fez
saber
que
por
falta
de saude
não
podia
comparecer;
o
snr.
marquez
de Foresla
leu
uma
poesia
do
ausente,
sobre
as
glo
rias
da
bandeira
s.m
mancha.
O
snr.
Hornbostel,
eminente
advogado
de
Marselha,
pronunciou
um
magnifico
discurso,
terminando
com
um
brinde
ao
futuro.
No
cnrso
do
seu
brilhante
improviso,
o
snr.
Hornbostel
vendo
sentados
á
meza
do
banquete
alguns jovens
e
dislinclos
representantes
da
coloma
hellenica
em
Marselha, felicitou-os.
por
terem
cornpre-
hendido
tão
bem
que
a
Grécia
encontrará
na
França
monarchica
uma
alliança
dedi
cada
e
poderosa.
«
Agradeço-vos,
disse
o
orador,
de
col-
locardes
acima
dos
interesses
apparentes
do momento
o vosso
reconhecimento pelo
passado».
Outros
banquetes
tiveram
logar.
sendo
principalmente
para
notar,
o do
hotel de
Provence,
o
do
hotel
de
1
’Umvers
e
de
Castille,
em
Poinme,
e
em
outras
ditfe-
rentes
localidades nos
arredores
da
cidade.
f Continua)
GHRONICÃ ESTRANGEIRA
Não
obstante
transcrevermos
n
’
outro
logar
a
resenha
d
’
alguinas
das
muitas
manifestações
realistas
que
no
dia
29
de
setembro tiveram
logar
na França,
vamos
traduzir
as
seguintes
linhas
que
lhes
de
dica
o
grande
escriplor
J.
Chanlrel
nos
«Annales Catholiques»;
Depois
dos
banquetes
jacobinos
e
so
cialistas
de
21
de
setembro,
vieram
os
de
29
de
setembro,
precedidos d
’uma
mis-
sa
onde
se
invocára
o
grande archanjo
S.
Miguel para a
salvação
da
França
e
volta
do
prineipe
que
foi
saudado,
neste
mesmo
dia,
ha
quarenta
e nove
annos,
com o
nome
de
Filho
do
milagre
e
que
é
a
esperança
suprema
no
meio
das
desgraças
com
que
nos
ameaçam
as
emprezas
re
volucionarias.
Os banquetes
foram
nume
rosos
como
nunca,
os
fieis
da
realeza
aglomeraram-se também
numerosos
mais
que
nunca
nas
egrejas;
manifesta
se
o
despertar
realista,
os
republicanos devem
recriminar-se
por
elles
proprios
o
terem
suscitado
pela
sua
iniqua
e
nefasta
política
—
Por
vários
extractos
que
passim
pu
blicamos
de
periódicos
estrangeiros,
co
nhecem
perfeitamenle
os
leitores
que
a
situação
da
França
cada
vez
é
mais
de
plorável,
e
que
não
tardará
muito que
alli
se
renovem
as
scenas
de
1871.
Os
communardos
que
os governantes
d
’aquella
infeliz nação
subtraíram á
gri
lheta,
estão
por toda a
parte mostrando
que
não
abandonaram
na expatriação
os
seus
maldictos
intentos,
mas
que n
’
elles
persistem
com
mais
afan
e
tenacidade.
Os
attentados
de
toda
a
sorte
contra
os
ca
holicos
repetem-se
frequentemente
á
luz
do dia
e
com annuencia
ou
pelo
menos
tolerância
das auctoridades
em
não
poucas
partes. Não
citaremos
factos
dos
que
diariamente
lemos
nos
jornaes.
por
que
isso
nos
levaria muito
longe.
A
bor
rasca
cedo
se
desencadeará,
mas
depois
d
’
ella
a
bonança.
=Na
Italia
a
situação continua
na
me
sma.
Os
ilalianissimos
reduziram
aquelle
bello paiz
a
um
verdadeiro
pandemonium.
As
desordens,
e
os
crimes
revestidos
das
circumstancias
mais
atrozes,
são
sem
conta.
Pela
sua
parte
Humberto vive perca-
do
de
temores
e
sobresaltos
pelo
incre
mento
que
teem
tomado
os
manejos
dos
republicanos
e
demagogos,
e
não
menos
pela
altitude
hostil
que
a respeito
da
Ita-
iia
se
crè
haver
tomado
a
Allemanha,
não
menos
que
a
Áustria.
Os
ilalianissimos
hão
de coroar
a
sua
obra.
—
A
Inglaterra
prosegue
com
grande
rapidez
a
sua
obra
na
Zululandia.
Uma
eommissão
especial,
composta
de
trez
membros,
está
já
trabalhando
para
determinar
as
fronteiras
territoriaes
das
novas
províncias
de
Zululandia.
E'
sabi
do
que
as
treze
províncias
serão
dividi
das
cm
duas
grandes
regiões:
a
do
Norte
e a
do
Sul;
os
dois
ministros
que
repre
sentam
n
’el!a
a
auctoridade
britannica,
com
poderes
para vigiar
a
administração
de
justiça
e
arranjar
as
más
inleíligencias
que
possam
suscitar
se
entre
as
diversas
tribus,
vão
entrar
immediatamenle
em
funeções.
A
reorganisação
do
paiz
vae
Acontece,
porém,
que
em
Villa
Nova
de
Gaya, foco
do
protestantismo,
onde
aquella
Associação
tem
duas
escolas,
uma
de
meninos
e
outra
de
meninas,
torna-se
muito
diílicil
e dispendioso
arranjar-se
casa
propria, tanto
assim
que
ainda
ha
pouco
estiveram
arriscados
a
não
lerem
casa para
onde
entrarem.
Em
taes
cir
cumstancias,
resolveu
a
digníssima
Direc-
ção da mesma
valer-se
da
caridade
pu
blica
para
mandar
construir
uma casa
n
’
aque!le
local,
visto
ser
alli
o
deposito
do
veneno
protestante.
Pedimos porisso
aos
nossos
leitores
e
aos bons catholicos
que
concorram
com
a
soa
sua esmola
para
uma
obra
tão
inestimavelmenle
meritória.
A
Direcção dirige-se
a
todos
nos
ler
mos
seguintes:
'
,
«A
Associação
de
jesus
,
maria
e
josé
,
erecta
na
cidade do
Porto,
com
o
fim
de
abrir
escolas
gratuitas
para
edu
cação
de
meninos
pobres,
de ambos
os
sexos,
vendo-se
obrigada
a
deixar o
edi
fício
onde
se
acham
funccionando,
em
Villa
Nova
de
Gaya,
as duas escolas,
uma
de
meninos
e
outra
de
meninas,
resolveu,
em
sessão
de
14 de
setembro
do
corrente
anno
de
1879,
mandar
construir
uma
casa apta
para receber
as
duas
mencio
nadas
escolas.
Já
lhe foi
dado,
para este
fim,
terreno
por
pessoa
caritativa;
mas
fallecem-lhe
meios
pecuniários
para levar
ao
cabo
obra
tão
util
á
humanidade.
A
Associação confia
muito
nos senti
mentos
generosos
dos
snrs.
associados
e
mais
pessoas
amantes
da
humanidade
que
a
coadjuvarão
de bom
grado
em
uma
empreza
que tem
por
fim
arrancar
da
ignorância
e
do
vicio
a
tantas
creanças
que,
sendo
bem educadas,
podem
vir
a
ser
bons
cidadãos
e
prestar
relevantes
serviços
á
sociedade».
A
suhscripção
fica
aberta
na
redacção
<i
*
este
jornal.
Baixa
de
ps
*
eç®.
—
Por
ter
baixado
o
preço do
gado
bovino,
os
marchantes
d
’
esta
cidade
diminuíram
20
reis
em
cada
kilo
de
carne.
r
xercíei®.
—
O
regimento d
’
mfanteria
8
andou
ante-hontem
em
exercício
na
esplanada
do
Pinheiro
da
Gregoria.
CoffiBeUSao
de
districto.
—
Em
ses-
são
de
1
do
corrente o.
conselho
de
.di-
stricto
resolveu
os
segumtes
negocios:
Denegou
provimento
ao
recurso
do
escrivão
de
fazenda
de Barcellos.
inter
posto
da
decisão
da
junta de
repartidores
da
contribuição
industrial
que
attendeu
a
reclamação
de
Manuel
Luiz
de
Miranda,
d
’
aque!la
villa.
—
Approvou
as
contas
da
irmandade das
Almas
de
S.
Vicente, de
esta cidade,
respeitantes a
1837-1838 até
1878-1879
—
Mandou
devolver
as
contas
da
Senhora
do
Rosário,
da
freguezia
de
Ferreiros,
para
esclarecimentos.
Qnarte!
<ie
S
lasaiz
Gonzaga.
—
Está aberto lambem
n
’
este
anno
o
quar
tel
de
S.
Luiz
Gonzaga,
para
admittir
os
estudantes
que
se
dedicam
ao
estado
ec-
clesiastico,
e queiram
uma
educação
mais
propria
do
fim
que tem
em
vista.
Os
estudantes
ou os paes
d
’
elles
que
queiram
aproveilar-se,
pódem
fallar
na
rua
de
S. Bernabé,
n.°
16.
Atusembleina
«leitoraes.
—
N
’este
circulo
estão
designadas
as
seguintes
as
sembleias
eleitoraes:
Primeira
assembleia
—Sé
—
Sé
Primaz
e
S. João do
Souto.
Segunda
assembleia —
Congregados—
S.
Lazaro
e
S.
Victor.
Terceira
assembleia
—
Collegio
—
S.
Pe
dro
de
Maximinos,
S.
Thiago da
Givida-
de,
Gondisalves,
S.
Martinho
de
Dume,
S. Jeronymo
de
Real.
Quarta
assembleia —
Adaufe —
Adaufe,
Crespos.
Santa
Lucrecia,
Navarra,
Pal
meira,
Pousada.
Quinta
assembleia—
S.
Pedro
de
Me-
relim
—Frossos,
S. Pedro
de
Merelim,
S.
Paio
de Merelim, Mire
de
Tibães, Padim
da
Graça,
Panoias,
Parada,
Semelhe.
Sexta
assembleia
— Tadim
e
Fradellos
—
Avelleda,
Arentim,
Cabreiros,
Cunha,
S.
Julião
de
Passos,
Priscos,
Ruillie,
Se
queira,
Tadim
e
Fradedos,
Villaça.
Sétima
assembleia
—
Figueiredo
—
Cellei
rós.
Escudeiros,
Esporões,
Ferreiros,
Fi
gueiredo,
Guizan
le,
Lamas,
Lomar,
Mor-
reira,
Oliveira,
Santo
Estevão
de
Penso,
S. Vicente
de
Penso,
Tebosa,
T.randeiras,
Vimieiro.
Oitava
assembleia
—Sanctuario
do
Bom
Jesus
do
Monte
—
Espinho,
S.
Mamede
d’
Este,
S.
Pedro
d
’
Este,
Fraião, Gualtar,
!
Lamaçaes,
Nogueira e
annexa
a
d
’
Arcos, ’
Nogueiró,
Pedralva,
Sobreposta?
e Tenões.
’
I
realisar-se
em
menos
tempo
do
que ne
cessitou para negociar
a
paz.
Na
evacuação
do
território
procede
se
com
muita
rapidez,
e
a
inhumação
dos
cadaveres
que
ainda
restam
pelos
campos,
scena de
combates,
fará
em
breve
des-
apparecer
os
últimos
signaes
apparentes
da
ultima
campanha.
Quanto
a
Ceitiwayo,
sabe-se
que
os
inglezes
teem
por elle
consideráveis de-
ferencias
O
ex
rei
dos
zulus
viaja
acom
panhado
por
trez
das
suas
mulheres,
uma
filha
e
quatro
dos seus
súbditos,
que qui-
zeram
um quinhão
no
captiveiro.
—Telegrammas
de Constantinopla
para
os
jornaes
estrangeiros
participam
que
houve rfaquella
capital
um importante
conselho
de
ministros
em
que
o sultão
recornmendou
pessoalmente
aos membros
do
gabinete
e
com uma
grande energia,
o
maior
cuidado
na
execução
das
refórmas
que
a
Porta
se
compromelteu
formalmente
a
introduzir
nas
províncias
da
Europa
como nas
da
Asia.
Foi
particularmente
sobre
as
refórmas
tiscaes
que
Abdul
Hamid
insistiu
afim
de
fazer
face
ao
déficit
cres
cente
do
thesouro,
oppondo-se
a
um
novo
empreslimo,
tanto
nacional
como
estran
geiro.
Resta
saber
se
mais
uma vez
estas
palavras foram
pronunciadas
em
vão.
—
A
ultima
participação
do
viee-rei
da
índia
á
Índia
Office,
acerca
da
guerra
do
Afghamstan,
annuncia
que
o general
Ro-
berts
concentrou
no
domingo, em
Kuski,
todas
as
suas
forças.
O
emir
prometteu
auxiliar
o
exercito,
munindo-o
de meios
de
transporte
e
de
pro
v
isões.
Muitos
notáveis
e
elevados
oífi-
ciaes
foram
junlar-se
a
Yacub
khan
no
acampamento inglez.
Shaturgardan
e
Kotal
conservam-se
fortes. O
general Roberts,
marchando
so
bre
Shaturgardan,
foi
atacado
em
Hazer
Darakht
por
urna
quadrilha
de
mogols
e
ghilrais;
morreram cinco
cypaios
e foi
fe
rido um
oíficial.
Na
linha
estratégica
de
Khyher,
Dakka
foi
occupado
no
dia
29 sem
resistência.
O
transporte
Eufrales
partiu
no
dia
30
de
Portsmoulth
para
as
Índias
com
80
oíliciaes
e
1
OdO homens.
—«
L
’
Etafette
»,
de
Paris,
folha
hostil
á
Egreja,
diz
o
seguinte
ácerca da
recon
ciliação
do
Vaticano com a
Allemanha:
«A
reconciliação
do
Vaticano
com a
corte
d.i Allemanha
parece
próxima
e
será
definitiva
.
Esta
reconciliação
tem
sido
preparada
habilmente
por
Leão
XIII
e
pelo
R.
P.
Becks.
No
Vaticano
falla-se
a
meia voz
do
tractado
de
Villafranca,
como
se se
tractasse
de
o
reviverem.
Também
se
diz
que
o
imperador
Fran-
-
cisco
José
trabalha
muito
para isso».
GAZETILHA
Chroniea
E&etigjioaa
—
A
’
manhã'.—
Exposição
do Santíssimo no
Salvador.
De
tarde
exercícios
de
N.
Senhora
da
Boa-Morte
no Collegio.
Fe»tiviiincle
no logar
da
Aínin.
—
Tem
ámanbã
logar
a
festividade
de
N.
Senhor
das
Afllicções
ija
capella
erecta
no
logar
da
Naia,
havendo
de
tarde ser
mão,
e
arraial
em
que
tocará
uma
banda
de
musica.
Futraifa
<!a foz
do
Caldo
ás
Caldaa
do
Ges-ez.
—
Ordenou-se
ao
di-
rector
das
obras
publicas
de Braga,
que
remetta
com
urgência ao
ministério
das
obras
publicas
o
projecto
do
ramal
de
estrada da foz
do
Caldo
ás
Caídas
do
Gerez.
■
Associação
d® Jesus, Maria e
José.
—
Fundou-se
em
princípios
de
1878,
no
Porto,
uma
associação
de
todo
ponto
benemerita
de Deus e
da
soejedade.
Tem
ella
em
vista
estabelecer
escolas
d
’inslrucção primaria, onde
se
possa
mi
nistrar
uma
educação
solida,
moral
e
re
ligiosa.
D
’
estas
simples
palavras
se
deprehende
os
benefícios
que
terão
resultado
e
resul
tarão
da
Associação
intitulada
de
jesus
,
MARIA
E
JOSÉ.
Dissemos
—
terão
resultado,
porque
a
Associação
tem
já
a
seu
cargo
tres
esco
las,
duas
de
meninos
e
uma
de
meninas,
frequentadas
por
180
alumnos
d
’
ambos
os
sexos,
muitos
dos
quaes
teem
sido
arran
cados
ás
escolas protestantes.
Ninguém ignora
que
o
protestantismo
parece
ter
instalado
o
seu quartel-general
no
Porto
e
em
Villa
Nova
de
Gaya
—
d
’
ahi
os relevanlissimos
serviços
que
a
Associa
ção
de
jesus
,
maria
e
josé
,
por
Deus
é
chamada
a
prestar
á
Sua
cansa.
um
titular.
—
O
titulo de
visconde
de Carcavellos, dado ao
snr.
Francisco
de
Campos d
’
Azevedo
Soares,
d
’
esta
cidade,
é
em
duas vidas,
devendo
a
segunda d
’
ellas
verificar-se
também
desde
já
em
seu
filho
o
snr.
Francisco
d
’Azevedo
Soares
de Campos
e
Costa.
Subseripção pnra o
snr.
Fr«n.
ciseo
Pereira
dAzevedo,
aberta
em
casa
«lo
snr.
.VSanoel José
Viei.
ra
da
Hocha.
Transporte
63$7o0
P.e
Francisco
José D.
de
Macedo 1$000
Francisco
Ignacio
Bezerra
do
Rego
Abreu
e
Lima
2$250
Tres anonymas
dos
Arcos
2$j>00
Domingos
Manoel
de
Mello
Freire
Barata
6$000
75^500
Braga, 10 d’
outubro
de 1879.
Manoel
José
Vieira
da
Rocha.
Na
ultima lista
publicada,
o
anonymo
D.
P.
C.
deve
ser
D.
J.
C.
O
eantello
de
Chambord.—
O
«Fi-
garo»
descreve
assim
este
monumental
edifício,
uma
das mais
bellas
relíquias
históricas e
architectonicas
da
França:
O
castello
levanta-se
a
quatro
léguas
distante
de
Blois,
numa
d
’
essas
plamcies
arientas,
cortadas
de
bosques
e
urzes
qtfe
compõem
a maior
parle da
Sologne.
0
seu aspecto
tem
alguma coisa
de
fantásti
co
com o
seu
monte
de
flechas,
de
zim
bórios,
de
torrinhas,
que se
veem
de
longe
estampadas
no
horisonte.
O
tempo
não
enegreceu
as
suas
mura
lhas como tem
feito
á
maior
parle
dos
velhos
edifícios.
A
pedra
da
localidade
guardou
toda
a
sua
brandura,
o
que
dá
ao
palacio,
a
certa
distancia,
a
pbysiono-
mia
d’
uma conslrticçào recente.
Diz-se
que
dois
mil
operários
andaram
alli
em
pregados
durante
tres
annos
e, apesar
do
esplendor
do
monumento,
a
despeza
total
não
parece
ter-se
elevado
a
uma
cifra
enorme.
O
castello
não
comprehende
menos
de
quatrocentas
e
quarenta
peças todas
com
fogão
e conlam-se
mais
de oitocentos
ca
piteis
esculpturados,
que
são
maravilhas
de
desenho
e
delicadesa.
Mas a
peça
prin
cipal,
a
grande
curiosidade
de
Chambord,
é
a
celebre
escadaria
dupla,
em
que
duas
pessoas
podem subir
e
descer
sem
nunca
se
encontrarem.
Esta
escadaria
é
dominada
pela
famosa
lanterna,
que
domina
magesto-
samenle
lodo
o
edifício.
Do
Loire,
ou
do caminho
de ferro,
que
vae
para Blois, distingue-se
o
cam-
panil.
no
vertice
do
qual
desabrocha
a
colossal
flor
de
liz,
de
ferro
dourado,
a
qual
atravessou
as
vicissitudes de
tres
séculos
e
desafiou
os
furores
da
revolu
ção.
Em
93,
quizeram
destruil-a,
mas
se
ria
necessário
vencer
incríveis difíiculda-
des
e
dispender
mais
de
quarenta
mil
francos
para
a
desenraizar. Atiraram
so
bre
ella
raivosameme;
as
balas
ficaram
sem
effeito; de
maneira
que
ella
lá
con
tinua,
brilhante
aos
raios
do sol
e
forçan
do
o
espirito
a
interrogar-se
se ella
é
simplesmente
o
symbolo
d
’
um
inapagavel
passado
ou
a
promessa
d
’
um mysterioso
futuro.
O
castello
está
no
meio
d
’
utn
admi
rável
parque
de
5.407
hectares,
aonde
se
vêem
ainda
carvalhos
de
Francisco
I,
ol
mos
do
tempo
de
Luiz
XIV
e
choupos
plantados
pelo marechal de
Saxe.
Este
parque
cujo circuito
é
não
menos
de
sete
a
oito
léguas
e
que
é
atravessado
em
quasi
toda
a
sua
extensão
pelo
pequeno
rio
Cosson,
é
inteiramenle cercado
de
muros
e
fechado
por
seis
portas,
a
cada
uma
das quaes
estão
postados
guardas.
Particularidade
curiosa
e
unica em
França:
este
parque
encerra
uma
povoa
ção de
quinhentas
a
seiscentas
almas, e
não
só
neuhuma
das
casas
mas
lambem
nenhuma
parcella
do terreno
pertencem
aos
habitantes!
lodos
são
caseiros
do
conde
de
Chambord,
de modo
que
a
mairie,
a
escola,
a
egreja,
tu
!o
pertence
ao
prín
cipe.
Atravez «8^
proviaseà». — FíllOU-se
na
freguezia
de
Barcellinhos,
na
manhã
de
sabbado,
4
do
corrente, a
snr.
3
9-
Genoveva Delfina Campello,
mulher
do
snr.
Antonio
Ferraz
de
Gouveia
Lobo.
Nos
dons
annos
seguintes
ao fallecjmento
d
’
esle,
sa
tisfará
sua
herdeira
á
Santa
Casa
da
Mi
sericórdia
de Barcellos
409^000
reis,
além
d
’
outros
legados.
—
Na
noule de
7,
por
volta
das
10
horas,
rebentou
um voraz
incêndio
na
casa
do snr.
Joaquim Alves
Moreira,
na
rua
de
S.
Francisco,
da
villa
de
Barcel-
los.
Os
prejuízos
são bastantes. Não
hou
ve
felizmente
ferimentos.
—
Falleceu
de
repente
no
domingo pas
sado,
na freguezia
de
Mujães,
de
Vianna,
o
revd.
0
Domingos
Martins
Rua
Pontes,
reitor
da
freguezia
de
Fragoso,
no con
celho
de Bareellos.
—O
ultimo
mercado
quinzenal
da
villa
de
Ponte
do
Lima,
que
teve
logar
no
dia
6,
apesar
de
ter
chovido
torrencial
mente
na
noite
e madrugada
d
’esse
dia,
esteve
regularmenle
concorrido
de feiran
tes,
gados,
generos e
mercadorias.
O
gado
bovino
conservou
preços
muito
bai
xos;
o
suino,
gordo,
proprio para
matar,
subiu
de
preço:
mas
*
em
ambos
se
eífe-
ctuaram
poucas
transaeções.
O
milho
es
teve
por
420
e
440
cada
alqueire
de
17
125; os
feijões
mouriscos
por
480,
o
centeio
por
400.
e as
batatas
por
300.
Noticia importante.
—
Refere
um
collega
da
capital
que
o
snr. visconde
de
S.
Luiz (Eduardo
Soveral),
segundo diz
uma
carta
de
Pariz
para
o
«Times»,
sub-
melteu
ao
governo
portuguez
um
proje-
cto
de
represar
o Tejo,
12 milhas
acima
de
Abranles,
por
modo
a
eleval-o
a
uma
altura sufliciente, para
ser
canalisado
e
regar
uns
400:000
hectares
de
terras
mar-
ginaes.
Os
canaes terão
alguns
centos
de
kilometros,
mas
a
despeza
será
módica,
considerando
o
augmenlo
do
ialor
das
terras
beneficiadas,
e
que
é
calculado em
24
milhões
de
libras
sterlinis,
ou, apro-
ximadamente, a
terça
parte
da
divida pu
blica.
O
projecto
e
desenho
são
offerecidos
como
um
acto
de
patriotismo,
sem
ideia
de
remuneração,
julgando-se
que o
gover
no
os
entregará,
para
exame,
a
engenhei
ros
porluguezes.
F.statistiea
dst
commercio
—
Du
rante
o
mez
de
junho
entraram
no
porto
de
New
York
procedentes
de
piizes
es
trangeiros,
820
navios,
a
saber:
131
va
pores,
40
fragatas,
336
barças,
98
brigues
e
215
escunas;
dos
quaes
292 são
uor-
te-americanos, 227
inglezes,
122
norue-
guezes,
72
italianos,
38
alletnães,
27
au
slriacos,
8
francezes,
8
hollandezes, 7
Suecos,
3
belgas,
4
hespanhoes,
3
baitya-
nos,
2
dinamarquezes, 2
russos,
2
mexi
canos
e
1
portuguez.
RSegeneraçfto
dos
eominuaistas
mnuÊstistdoa.
—
Segundo
conta o
jor
nal
francez
«
L
’
Univers»
póde-se
julgar
do
arrependimento
e
emenda dos
amnistiados
pelo
facto seguinte:
Contam-nos,
diz
o
citado
jornal,
que
um
dos
taes
amnistiados,
que
habita
ho
je
no
quarteirão
de
1
’Oorcine,
gaba se
constante
e
declaradamente
diante
de
quem
o
quer
ouvir,
que
foi
um
dos
que
as
sassinaram
o
Arcebispo
de
Pariz,
o
mar-
tyr Monsenhor
Darlioy.
Este
amavel
cidadão
na
verdade
pare
ce
que vem
com boas
disposições
para
começar
de
novo
com
as
suas
heroicas
proezas
e
infelizmente
talvez
não
lhe fal
te
a
occasião
e
breve.
Se
todos
os
oulros
amnistiados
veem
com
o
arrependimento
d
’
este,
não
podem
ter
melhores
disposições
para
quando
soar
de
novo
a
hora
de
sangue.
ÇJiae
dirão
a
isto
o
incrédulos?
—
Sob
a
epigraphe
—
Caso
notável
—
lê
se
em
o
n.°
3357
do nosso
sisudo
collega
«O
Co-
nimbneense».
o que segue:
«Um
nosso
amigo
e antigo
collega na
imprensa
tios
comtnunica o
seguinte:
«Meu
caro
collega
—
De
visita a um
amigo
demorei
me dois
dias
em
Villa
Pou
ca
de
Sernache,
e
alli
tive
occasião
de
presenciar
o
seguinte
facto,
que
me
cansou
estranheza.
Uma
velha
de
mais
de
60
annos
ama
mentava
uma
creança
d
’
um
anno
na
oc-
siào
em
que
eu
passava
pela
porta
d’
ella.
Perante
aquelle
especlaculo
pouco
vul
gar
parei,
e
interroguei
a
sexagenaria,
que
me
disse
chamar-se
Maria
Malhias.
Muva,
de
62
annos
de
edade;
tivera 4
filhos
dos
quaes
o
ultimo
conta
25
an
nos.
Redobrou
o
meu
espanto,
que
a
po
bre
velha
conheceu,
e
traclOu de
contar
a
seguinte
explicação:
«Ha
8
mezes
morreu-me
a
minha
no-
ra
, Marianna,
vendeira,
deixando
ao des
amparo
este
meu
neto,
que
então con
tava
4
mezes
e
meio.
«0
pequeno
dormia
comigo
e
era
uma
dêr
d
’
alma
vêl-o
procurar-me os
peitos
para
mamar.
Eu
chorava
e
no
meio
da
minha
afllicção
pedi á
Rtinlia
Sinta
que
désse
leite no
peito
para
o meu
ne-
1°
’
e
corno
v.
vê
tenho leite
em
abun-
dancia
com que o
alimento
ha
8
me
zes.»
Aqui
tem
o
meu
ca o
collega
o
fa
cto
que
eu
vi.
e
que
peço
a
v.
para
offerecer
no
seu jornal ás
investigações
da
sciencia,
e
á
piedade
dos
devotos da
Rainha
Santa.
— Tilo
Vespasiano
C.
Bran
co».
Se
nós
fossemos
incrédulos
a
respeito
do
milagre, accrescenta
a
«Palavra», dá
vamos
um
passeio
até
Villa Pouca
de
Sernache,
e
alli
trataríamos
de
indagar
quanto
nos fôra
possível
ácerca
do caso
da
velha.
Mas
como
a
fé
nos
não
dá
logar
á
duvida,
liinitamo
nos
a
aconselhar
o
pas
seio
áquelles
que
classificamos
na epigra
phe
d
’esta noticia.
Vão...
e depois ex
pliquem-nos
o
caso.
A
bibliotheea
do Vatieano.
—
A
biblotheca
do Vaticano
possue
70:000
vo
lumes, dos
quaes
40:000
são manuscri-
plos
cuja
collecção é
unica
pela
rarida
de
de
seus
volumes.
Ahi
estão
guarda
das
murtas
Bíblias
hebraicas,
syriacas,
arabes
e
arménias.
Existe
uma
Biblia
grega do
6.°
sécu
lo,
escripta
em
leltras maisculas,
segun
do
a
versão
dos
70.
Uma
Biblia em
he
braico
de
um
tamanho
extraordinário,
pro
veniente
dos
duques
de
Urbino,
e
pela
qual
os
judeus
de Veneza
oflereceram
o
pezo
em ouro
por
sua aequisição. Um
manuscripto
grego
que contém
os
aclos
dos apostolos
em letlras de
ouro,
dado
a Innocente
VIII
por
Carlota.
rainha de
Chypre.
Um missal
muito
antigo,
escri-
pto
no
tempo
de
S.
Gelasio,
cerca
do
anno
de
1118.
Um
outro
onde
se
vêem
bellas
miniaturas
de Julio
Clovis,
discí
pulo
de
Julio
Romano. Um grande Bre
viário
com
bellissimas
miniaturas,
prove
niente
de
Malhias Corviuo,
rei
de
Hun
gria.
Os
annaes
de
Baronio,
escriptos
de
proprio
punho,
em
12
volumes.
Muitos
volumes sobre
a
Historia
Ecclesiastica
do
sabio
Onofre Panvino,
agostiniano.
Um
mar-
tyrologio
singular por
sua
antiguidade
e
miniaturas.
Manuscriplos
de
S. Thomaz
e S.
Carlos
Borromeo.
Um manuscripto
de
Plinio,
com
illuslrações,
onde
estão
pintados
todos
os
animaes.
Um
Virgílio do
5.°
século,
cujas
il-
lustrações
representam
os
traianos
e
os
latinos
com os hábitos
de
seu
tempo.
Um
Terencio
da mesma epocha.
Um
Tasso.
manuscripto
de
uma
belleza
sin
gular. Um
Dante,
com
finíssimas
minia
turas.
O
Tratado
dos
Sele Sacramentos,
es-
cripto
por
Henrique
VIII, rei
de
Inglater
ra,
antes
de
cair
na
heresia.
Além
d
’
eslas
preciosidades,
muitas
ou
tras riquezas
lillerarias
e
scientificas
reli-
giosamente
se
conservam
n
’aquelle
monu
mento
calholico,
que é
a
bibliotheea do
Vaticano.
Quem
foi
o
inventor
dou
pho-
spltoroH
?
—
Uns
dão
as
honras
da in
venção
a
Santiago
Frederico
Kammerer,
de
Ehrumidgen,
no
Wurtemberg,
nasci
do
a
24
de
maio
de
1796
e
fallecido em
1857,
tendo
fabricado
os
primeiros
pho-
sphoros
em
1832:
outros
provam
docu
mentalmente
que.
já
era
1831,
um
alumno
do
lyceu
de
Dole,
de nome
Sauria,
fazia
pbosphoros
com clorato
de
polassa,
en
xofre
phosphoro.
A
questão
é
digna
de
ser
escrupulo
samente
estudada.
Prognostico
do
tempo,
durante
o
mez
de
outubro.
—
Segundo
se
lê
n
’um
reportorio
estrangeiro,
até 8 do
cor
rente
bom
tempo
relativo.
Bom
tempo,
também
relativo,
de
8 a
15; vento
variavel;
frios
nos
fins
d
’este
periodo.
São
de
temer
as
geadas
do outono.
Chuvas
continuadas
e
geraes
na
lua
nova
(de
15 a
22).
Mau
tempo;
neve
nos
Pyreneos:
ven
tos
variaveis
e
fortes
no decurso d
’
este
periodo.
Oceano
Atlântico
agitado
em
toda
a
sua
extensão.
• São
de temer
os
sinistros
marítimos
em todas
as costas
da continente
euro-
reu.
Arribadas
em
todos
os
portos
da
Eu
ropa.
Cheias
fortes
nos rios
e
pequenas
cor
rentes.
Frios
de 24
a
30.
Vento
forte,
predo
minando
o
do
norte.
Oceano muito
agitado
entre
22
e
30;
o*
golpho
de Biscaya
perigoso.
Vento
e
chuva
no
dia
31.
Mez
excessivaraenle
variavel.
Necessidade
de
guardar
uma
rigorosa
higyene.
Estado
sanitario
pouco
agradavel.
Peregrinação
aa« thogaTes Sau-
tow.
—
Os hespanhoes estão
preparando
urna peregrinação
aos
Logares Santos,
ern
Jerusalem. A peregrinação
sairá
de
Hespa-
nha
no
mez
de
fevereiro:
será
composta
de
100
peregrinos, e
de
despeza
total
caberá
a
cada
um 2:000
reales,
de ida
e
volta,
sendo
também
provável
que
na
volta
possam
tocar
em
Civitavecchia
e
fioma.
Os
peregrinos
passarão
a
Semana
Santa
nos
Logares Santos.
Que
actividade
catholica
não
vae
pela
Hespanha!
que
enthusiasmo!
e
que
con
traste
com
a
nossa frieza
?
Grande desnutre.
—
No
sabbado
ul
timo
succedeu
um grande
desastre
em
Villa
Franca.
Em
uma
casa
d
’
alli
onde
fabricavam
polvora
para
os
trabalhos
da
linha
ferrea
da
Beira,
manifestou-se
incêndio,
o
qual
causou
uma
explosão
medonha.
Dois
ho
mens
foram
arremessados
pelos
ares,
e
dois
estão
em
perigo
de
vida.
Na
casa
havia
um
grande
deposito
de
polvora.
Não
ha
ainda
mais
pormenores.
Para
o
local
do
desastre
partiu
de
Fornos
de
Algodres
o
poder
judicial.
As feras da
índia.
—
Eis
o
mara
vilhoso
quadro
dos
desastres
occasiona-
dos
pelas
feras
indianas
no
anno
de
1877.
16.777
pessoas
deveram
a
morte
a
ser
pentes,
819
foram
devoradas
por tigres,
200
por leopardos;
564
por
lobos,
24
por
hyenas. Total
18.384
representantes
da
especie
humana
tratados
como
coelhos
de
malto.
Além
d
’
isto,
os
mesmos animaes
ma
taram
e
devoraram
53.197
cabeças
de
gado
e
arruinaram
22.850
habitações.
E’
naturalíssimo
que
o quadro
seja
incompleto,
mas
ainda
assim
como
dá
von
tade
de
vêr
a
índia...
por
um
oculo!
—
«C. de
Lisboa».
ultimas
noticias
Lisboa 8—Aberto concurso
por pro
vas
publicas
para
o
provimento
da
egreja
de Santa
Martin
de
Pedreira,
concelho
de
Felgueiras.
Exonerado
o
aspirante
de
segunda
clas
se
da
repartição
de
fazenda
de Braga,
o
snr.
Freire,
mandando-se abrir
concurso
para
o
lugar
que
deixa
vago.
Idem 9. —
Na
bolsa
venderam-se:
10
acções do Banco
Ultramarino
a 480000
reis;
5
do
Banco
de
Portugal
e
Brazil
a
450000; 20 obrigações
do
empréstimo
feito
á cidade
de
Lisboa
a
89^100;
16
contos
em
inscripções
a
51,40.
A
alfandega
rendeu
a
quantia de
reis
14:6950209.
Londres
6—0
general
Roberts
deve
chegar
hoje
em
frente
de
Cabul.
Não
é
certo
o boato
de
que
os
in
gleses
estejam
cercados em Shurtargar-
dan.
A
conferencia
grego-turca,
hontem, não
teve
resultado
algum.
Paris
6
—Dizem
de
New
York que
con
tinuam
os
combates
entre os
índios
e
a
tropa
americana.
Tem
havido
vários
mor
ticínios.
Do
Panamá
participam
que
a
9
do
mez
passado,
era Bucoramogua
(Nova
Gra
nada),
os
insurgentes
saquearam
alguns
armazéns,
mataram
tres
negociantes e
fe
riram
o
cônsul
allemão.
As
tropas
restabeleceram
a
ordem.
Londres
6
—
0
general
Roberts
chegou
a
(?) á uma hora
da
tarde;
marcha
pa
ra
Cabul
Londres
8
—
Um
telegramma
de
Ber
lim,
para
o «Morning
Post»,
assegura
que
se
o
exercito da
Rússia
fôr
augmentado,
o
exercito
allemão
o será
igu<imente.
Londres
7
—
O
«Standard»
alfirma
que
a
demissão
de
Gortschakoff
se
realisará
antes
do
fim
de
novembro.
O
«Times»
julga
necessária
a
convo
cação
do
parlamento
depois
da occtipação
de Cabul
para
regular
a
sorte
do
Afgha-
nislan.
Foi
hoje
aberta
a
camara
dos
deputa
dos
era
Vienna.
Haymerle
chegou
a
Vienna.
As
relações
entre
a
Turquia
e
a
Rús
sia
são amigaveis.
A
Porta
resolveu
não
occupar
a
Rou-
melia.
Simla,
8.
—
Um
telegramma
do gene
ral
Roberts
annuncia
que
os
inglezes re-
pelliram
os
afghans
em
dous
combates
e
lhes
tomaram
doze
peças
de
artilheria.
As
perdas
dos
afghans
foram conside
ráveis.
O
general
Roberts
esperava
chegar
na
manhã
seguinte
ás
proximidades
de
Ca
bul.
Reinava
grande
agitação
n
’
aquella
cida
de
e
era
todo
o
paiz.
Londres,
9.
—
Nenhuma
noticia
ha
de
Cabul.
As
tribus
cortaram as
communicações
telegraphicas.
Paris,
8.
— O
gran-duque
Constantino
da
Rússia,
ao
descer,
hontem,
uma
esca
da
no
Grand
Magasin
du
Louvre
caiu
e
deslocou
um
musculo,
o
que
o
obriga a
ficar
de
cama
por
algum tempo.
Constantinopla,
8.
—
A
Porta resolveu
substituir
antes
da
primavera
todos
os
seus
embaixadores
por simples encarregados de
negocios,
exceptuando
os
das
côrles
de
Londres
e
Vienna.
Berlim,
9.
—
As
eleições
prussianas
co
nhecidas
até
agora
dão
o
seguinte
resulta
do:
110
conservadores,
92
do
centro,
90
nacionaes
liberaes,
33
progressistas
demo
cratas
e
o
resto
d’
oulras
fraeções.
Os
liberaes
lerão
na
nova
camara me
nos 30
deputados.
Berlim
elegeu
todos progressistas.
BANCO
»O MINHO
Resumo
do
Activo
e Passivo
em
30
de
Setembro
de
1879.
Activo
Caixa:
existência
em
metal.
76:1400316
Agencias
no
paiz
....
123:9010531
Acções
de c.
própria
.
.
64:8000000
Papeis de credito
Fundos
públicos,
nacionaes
e
estrangeiros.
.
.
Acções de
Bancos.
Obrigações
districlaes.
Hypothecas
de
raiz
.
.
Empréstimo
sobre
penhores
Empréstimos
a
Cainaras Mu
nicipaes
e
á
Junta
Geral
Letras descontadas
.
.
Letras
a receber
.
.
.
Letras
em
liquidação.
Agencias
no
estrangeiro.
Contas
correntes
garantidas
Diversos
devedores.
.
Contas
em liquidação.
Saques
e
remessas
de
n.
c
Caução
da
gerencia.
.
.
Elleitos
depositados. .
.
Mobilia
.................................
Ediíicio
do
Banco.
.
.
128:3020939
48:3780435
2:3000000
116:1490916
6:4940940
141:0610247
172:5160250
24:1880380
55:9130292
74:8360407
495:1290782
70:2400397
38:6830580
45:2220819
12:0000000
81:0460085
1:8810305
35:0000000
1.814:1900621
Passivo
Capital
..............................
.
600:0000000
Fundo
de
reserva.
.
160
0000000
Reserva para decima.
3:7580')62
Notas
em circulação.
•
.
3250000
Depositantes
á
ordem.
.
179 3890327
Deposites a
praso.
663:2738305
Diversos
credores
.
.
.
.
75.2(30261
Dividendos
a
pagar
.
.
1.6840444
Saques
e remessas
das
agencias
:
....
.
18:1940341
Gerencia
do
Banco.
.
.
.
12:0000000
Credores
d
’
effeilos deposilac1. 81:0460085
Ganhos
e
perdas
.
.
.
.
19:3160796
1.814:1900621
Braga,
7
de
Outubro de 1879.
Pelo
Banco
do
Minho
Os
GERENTES.
João
Marques
da
Silia.
Domingos
José
Soares.
(2656)
Resumo
do activo
e passivo do
Banco
Commercial,
Agrícola e
Industrial de Villa
Real, em
30 de
setembro de 1879.
Activo
Caixa,
dinheiro
existente
.
Letras
descontadas
e a
rece
ber
...................................
Letras
caucionadas
com hy-
potheca
sobre bens
de
raiz
Leiras
em
liquidação.
Leiras
protestadas
.
.
Leiras em execução.
Titulos
e
obrigações
a
receber
Empréstimos
sobre
penhores:
De
acções
deste
Banco.
.
De
diversos
objectos
d
’
ouro
e
prata
...........................
De
vinhos..............................
Operações
a
longo
prazo com
hypotheca
sobre
bens
de
raiz
..................................
10:2680666
638:6210851
61:0040000
6:5080472
7:2910500
11:8940310
1:0970345
3:8450000
1000000
5000000
12:2900699
Acções
de
conta
própria
em
numero de 447.
.
.
.
19:4985000
Contas
correntes
com
garantia
De
acções
deste
Banco.
.
3:4505000
De leiras e
cartas
de
credito
5:5265095
De
vinhos.............................
7005000
Agentes
no
paiz,
dinheiro
e
letras
a pagar. .
.
79:7555247
Agentes
no
estrangeiro
.
5:2735861
Diversos devedores .
.
.
7:9335101
Moveis
e utensílios
.
.
.
6105100
Despezas
de
installação
.
1:3505000
877:6195147
Passivo
Capital
do
Banco.
.
.
.
800:0005000
Deposito
á ordem.
. .
.
21:4545928
Deposito
a
prazo.
. .
.
8:6925165
Dividendos a
pagar
.
.
.
1:9925150
Fundo
de reserva.
.
.
.
11:8205000
Quantia
destinada
para
o
im
posto
industrial.
.
.
.
5:2005000
Reserva
para prejuízos
even-
tuaes.............................. 8:0005000
Ganhos
e
perdas.
. .
20:4595904
877:6195147
Villa
Real,
3
de
outubro
de
1879.
Os
gerentes,
Agostinho
José da Costa.
Joaquim
José
d
’
Oliveira
Guimarães.
AGimCIMENTOS
Antonio
Luiz Rodrigues
e
sua
mulher
Rosa
de
Faria
Rodrigues,
summamente
penhorados
com
as
provas
de sincera
ami
sade
que,
na
sua
dôr,
lhe
leslimunharatn
tantos
cavalheiros, senhoras
e
revd.0
”
ec-
clesiasticos, cumprimentando-os
e assistin
do
ao
Laudale
e
Responsos que na
egre
ja
de
Santa Cruz se
cantaram
em
a
tarde
do
dia
5
do
corrente, suffragando
a
alma
innocente
de
sua
filha Margarida,
a
todos
veem
por
este
meio protestar
seu
eterno
reconhecimento
e
intima
gratidão.
(2659)
ANNUNCIOS
ATTENÇÃO
Perdeu se
um
bilhete da
loteria
de
Lisboa
n 0
4474, da extracção
do
dia 14
do
corrente;
quem
0
achasse,
póde
en-
tregal-o
na
rua
do
Anjo,
casa
n.° 2.
Previne-se
os
snrs.
cambistas
para
que
não 0 descontem
nem
comprem
sem
que
0
indivíduo
que
0 apresentar seja
abonado
pelo
snr.
Ayres
d
’
Oliveira.
(2561)
Na
rua
de
S. Vicente
n.°
69
mora
uma
snr.
a
que
ensina
a
fazer
ílôres
e
todas
as
tintas
necessárias;
ensina
tam
bém
a
costurar,
a
bordar
e
tudo
mais
que
fór
necessário
aprender.
(2657)
Na
rua
dos
Biscainhos,
n.°
6.
fazem-
se
vestidos,
de
125OO
a
15500
rs.
(2658)
Quem
quizer
comprar
uma casa
e
eirado, sita
na
praia
d
’
Apulia,
p(5(]
e
dirigir-se a casa
do falleci-
do
Antonio
Moreira Cardoso,
no
Iogar
da
Praia;
tracta
se
na
mesma
casa,
desde
0
dia
10
até
ao
dia
22
d
’
outubro, do
meio
dia
ás
tres
horas
da
tarde.
(2660/
DECLARAÇÃO.
O
abaixo assignado,
declara
pelo
pre
sente
annuncio
que,
para cortar
duvidas,
em
rasâo
de haverem
nomes
iguaes;
de hoje
para
0
futuro
assignar
se-ha
Antonio
Fer-
nandes
Lopes
Cabanellas,
em
Iogar
de
An-
lonio
Fernandes
Lopes,
que
até
0
presen
te
tem
usado.
Braga
6
d’
oulubro
de
1879.
Antonio
Fernandes
Lopes
Cabanellas.
(2651)
ABHEKDA-SE
Uma
casa
de
dois andares
com
pequeno quintal
e
agua,
na
rua
g
Geraldo, n.°
20.
Trata-se
na
mesma rua
n.°
17.
(2u23)
O
Juiz
e
mezarios
da
devoção de
Nosso
Senhor
das
AÍIlições,
que
se venera
na
sua
capelia
erecta
no Iogar da
Naia, su
búrbios d
’esta
cidade,
teem
destinado
fa
zer
a
festa
á
mesma
sagrada
Imagem
no
dia
12 do
corrente
mez
de
outubro,
havendo
de manhã
4
confessores
na
ca-
pella,
para
todas
as
pessoas
que
se
qui-
zerem
aproveitar,
e
missas
para no
acto
d
’
ellas ministrar a bagrada
Communhão
aos
liei»
para poderem alcançar
as
indul
gências
concedidas
por Sua Exc
a
Revd.
,Iia
0
Snr.
Arcebispo
Primaz,
por
sua vene
randa
Portaria
de
12
de
junho
de
1876,
que
são
10
dias
de
verdadeira indulgência,
a
todas
as
pessoas
que
devidamente
pre
paradas
rezarem
de
joelhos
5 Padre-Nos-
sos
deante
da
mesma
sagrada Imagem.
No
dia
II,
a
banda de
musica
dos
«Artistas»
percorrerá
as
ruas
da cidade,
annunciando
a
festa,
e
no dia
12
pela 1
hora da
tarde, depois
de
ter
também
percorrido
algumas
ruas,
se dirigirá
ao
dito
local da
Naia.
onde tocará
escolhi
das
peças
para
entreter
0
publico
no
ar
raial
antes
e
depois
do
sermão,
havendo
também
leilão
de
prendas.
Os
mesmos
devotos
teem
mandado
di
zer
pelas
almas
de
todos
ns
bemfeilores
vivos
e
defuntos
que
tem
concorrido
com
suas
esmolas
e
serviços
para
as
obras
da
capelia
e
augmenlo d’aquella
devoção,
no
espaço
de
16
annos
até
0
fim
do
anno
de
1875=-192
missas
celebradas
pelo revd.
0
reitor
da
freguezia de
Ferreiros,
e
pelo
seu
antecessor
e
outros
padres;
e
depois
de
construída
a capelia
e
ter-se
obtido
do
Exc.mo e
Revd.
mu
Snr.
Arcebispo,
Pro
visão
para
na
mesma
se
poder
celebrar
missa
e
todos
mais
actos
do
culto
di
vino,
em
21
de
janeiro
de
1876,
tem-se
celebrado já
na
mesma
153
missas
pela
mesma
tenção,
isto
aos
domingos
e dias
santos,
que
todas
perfazem
a
totalidade
de
345,
e
n
’
este
anno
mais 61,
que
to
das
perfazem
0
n.°
de
409.
(2653)
EDITAL
A
Camara
Municipal
do
Concelho
de
Braga
Faz
saber,
que
desde
0
dia 9
do
corrente
mez estará
aberto
0
cofre
Mu
nicipal
d
’
esle
Concelho,
por
trinta
dias
successivos
(exceptuados
os
sanctiíicados),
desde
as
nove
horas
da
manhã
até
ás
duas
e
meia
da
tarde,
para
a cobrança
voluntária
da
contribuição direcla
do
2.°
semestre
de
1879,
cujo
praso
lindará
em
15
de
novembro
proximo
futuro
indefecli-
velmente.
Os
que não
satisfizerem
suas
colle-
ctas
dentro
do
prazo
indicado,
ficam
su-
geilos ás
mesmas
penas
estabelecidas
pa
ra
as
da Fazenda Publica;
serão relaxa
dos
ailministrativamenle,
e terão de pa
gar
mais
as
custas
da
execução.
E
para
que
chegue
ao
conhecimento
de
todos
se
mandou
alfixar
este edital,
e ou
tros
do
mesmo
theor,
em todas
as
pa-
rochias.
Braga
3
de
outubro
de
1879.
E
eu
Antonio Manoel
Alves Costa, Escrivão da
Camara
0 subscrevi.
O
presidente
Joaquim
José
Malheiro
da
Siha.
NOVO
HORÁRIO.
O
abaixo
assignado
participa
ao
pu
blico
que
0
seu
carro que
sae
de
Orís
para
Braga
ás
5
horas
da
manhã,
e
que
volta
de
Braga
ás
3
da
tarde,
principia
a
sair
no
dia
10
do
corrente
ás
5
horas
da
manhã,
chega
a
Braga
ás
9,
volta
de
Braga
ás
2
horas
da
tarde,
chega
a
Orís
ás
5.
Pico
de
Regalados
8
de
outubro
de
1879.
(2652)
Alexandre José
Pereira
Calheiros.
AE.UG
AYI-SE
Os
altos
da
casa
da
rua
do
Campo,
n.°
22,
com
bons
commcdos
para
uma
numerosa familia, agua
encanada
e
bellas
vista.
Quem
pretender
dirija-se
á
mesma.
(2557)
X4BREGAS
Hapé
Meio
grosso,
botes de
250
gr.
400
Rapé
Cruz
Malta
>
»
»
»
450
ESapé
Secco
»
»
»
»
600
LEALDADE
Ha
pé
Meio grosso
boies
de
230
gr. 300
Hapé
»
>1
a
>
>
>
>
350
Rapé
Cruz
Malta
>
•
»
350
Hapé
Secco
>
>
300
Hapé
Vinagrinho
>
»
•
300
TÃSâMA
50
—Hua
do
Carvalhal -59
BRAGA
(2647)
COHSULTORIO.
CAMPO
DE SANT’ANNA N.° 37
Manoel
Joaquim Alves
Passos,
regres
sando
das
Caídas
do
Gerez.
reabriu
o
seu
consultorio,
no
campo
de
SanUAnna,
onde
póde
ser
procurado
desde as
10
horas
até
ao
meio
dia,
para
consultas
medico-cirur-
gicas,
especialmente
para
doença
d
’
olhos.
Braga
6
d
’
oulubro
de
1879.
(2650)
LOMBRIGA
SOLITAHU
Cura
segura pelo»
GLOBULOS
tenllfugos (ao extraclo
verde
de
rhitomos
frescos
dejeto
macho
das Vosges) de
HCKITXI,
iPharmaceatico,
laureado e me
dalhado. Unico
remedio
infalli-
rei,
fadl
a
engulir
e digerir
;
experimentada
eom
o
maior »ucce«so
eadoptado noa hospitaes de Parle.
Sem carência
de
succesao.Deposito:
SECBETAS,
J7,
Arenne
Friedland,
PARIS,
> iu>
kai
rniana-
ctu
nn
cana ciu».
(Avitenee
a»
folsiflcaçõooj
Preço,
em
Paris,
10
francos.
—
Depo
sito no
Porto,
Ferreira
&
Irmão—Ba
nharia
—77
e
79.
Linimento
BOYER-MICHEL
para cavai-
los,
fazendo
as vezes de fogo e não deixando
vestígios do seu
emprego M
ichbl
,
pharmt-
ceutico em
Aix (na Provença)
França. —
Preço
1,000 reis. —Em
Lbisoa,
o snr
Barreto,
Loreto,
n °8—30. (225)
AOS SNRS.
PROFESSORES
No
Collegio
Académico
de
N.
Senho
ra
de Guadelupe,
abre
se
no
dia
20
de
outubro,
um
curso
destinado
aos
snrs.
professores
que
desejarem habilitar-se
com-
petentemente
no melhodo
de
leitura
do snr.
dr.
João
de Deus.
Este
curso
é regido
pelo
director
do
collegio,
João José
Alves
d
’
Araujo.
(2654)
"^DESPEDIDA
O
abaixo
assignado, lendo
de
retirar-
se
para
o
Rio de
Janeiro
e
faltando-lhe
tempo
para
se
despedir
de
seus
amigos,
o
faz
por
este
meio,
pedindo
a
lodos o
desculpem
de
similhante
falta,
e
lhes
of-
ferece o
seu
limitado
préstimo
n
’
aquella
cidade.
(2655)
Guilherme
Baplista Lopes.
Na rua
do
Campo
n.°
22
vende-se
ba-
ga
de
sabugueiro,
legitima
do Douro,
por
preços
commodos;
a quem
a pretender,
dirija-se
á
mesma
casa.
(2640)
CAMBIO
LOTERIAS
Tem
distribuído esta
casa cerca
de
2.000:0005000
em
prémios
no paiz
e
Brazil.
O
cambista
Antonio
Ignacio
da
Fonse
ca,
rua do
Arsenal, 56
e
58,
com
filial
no
Porto,
Feira
de
S
Bento.
33,
34
e
35,
faz
sciente
ao
respeitável
publico
que tem
sempre
nos
seus
estabelecimentos
variadís
simo
sortimento
de
bilhetes
e
suas
divi
sões das loterias
portugueza
e
hespanhola.
Satisfaz
lodos
os
pedidos
das provín
cias,
ilhas,
ultramar
e
Brazil,
com
prom-
ptidão
e
diminutas
commissões,
quer
se
ja
para
jogo
particular ou
para
negocio.
Nas
terras onde
não
tenha
ainda
corres
pondente
acceita para seu
agente
qualquer
cavalheiro
estabelecido
que
dê
boas
refe
rencias.
Os
vendedores
leem boas vanta
gens,
sendo
uma
d
’
ellas o poderem
r
e
.
cambiar,
o
que
não
tenham
vendido,
até
á
vespera
do
sorteio.
E
’
negocio
que
tem
tudo
a
ganhar
e
nada
a
perder.
Envia
em
tempo
listas,
planos
e
telegratnmas.
O
l.°
sorteio,
é
o
da
loteria
portQ.
goeza,
a
14
de
outubro.
O
prémio
grande é
de
8:0005000
rs
Os
preços
dos
biihetes
e
fracções
d
’
està
loteria
são
os
seguintes:
bilhetes
inteiros
45800;
meios.
24500;
quartos,
15200;
oi
tavos,
600; fracções
de 520,
440
3qn"
260,
220.
130.
HO,
65.
55, 45 e 30
rs’
O
2.
*
sorteio, é
o da
loteria
de
Ma
drid,
no
dia
17.
de
outubro.
O
prémio
grande é
de 28:8005000
reis
e
os
prémios
minimos
são
de
108500D
e
725000
rs.
Os
preços
dos
bilhetes
e
fracções
d
’es-
ta
loteria são
cs seguintes:
bilhetes
in-
leiros,
115600; meios,
55800;
quintos
25320;
décimos,
1$160; fracções
de 600
’
480,
240,
120
e
60,
e dezenas
de
65000’
45800,
25400,
15200
e
600
rs.
O
3.°
sorteio,
é
0
da
loteria portu-
gueza,
a
22
de
outubro.
O
prémio
grande
é
de 8:0005000
rs.
Os
preços
dos bilhetes
e
fracções
d
’
es-
la
loteria
são
os
seguintes:
bilhetes
intei
ros,
458OO;
meios,
25400;
quartos,
15200,
oitavos.
600;
fracções
de
520,
410'
330,
260,
220,
130,
110,
65,
55,
45
è
30
rs.
Os
pedidos
das
províncias são
satisfei
tos na volta
do
correio.
Chamamos
a
allenção do
publico
para
um
ponto
importante.
As
fracções
da
nos
sa
firma,
tem
um
pertence
muito
mais
vantajoso para
0
jogador,
que
0
das
ca
sas
das
províncias.
Por exemplo:
em
uma
fracção
da nossa
firma
do
preço
de
600
reis
em
qualquer
sorteio
ordinário
da
lo
teria
de
Madrid,
toca-lhe
na
sorte
grande
1:1005000
reis.
Em
igual
fracção,
com
qualquer
dos
prémios
minimos
loca-lhe
45500
ou 35000 reis.
Consideramo-nos,
em
ramo
de
loteria,
um
dos
primeiros. O que
esperamos
é
a
continuação
do
favor
pu-
blico
e
em
especial dos
que não vivem
nas
duas
principaes
cidades.
Os
prémios
são
pagos
á
vista
das competentes listas.
Querendo,
os
possuidores
dos prémios,
po
dem
recebel-os
nas
suas localidades,
por
meio
de remessas
de
leiras
ás
ordens
so
bre
os
recebedores
das
comarcas.
Rece
be-se
em
pagamento
dos
pedidos
sellos
do
correio,
valles,
ordens
sobre
qualquer
pra
ça
ou
como
melhor
convier
aos freguezes.
Pedidos
ao
cambista
Antonio Ignacio
da
Fonseca,
rua
do
Arsenal,
56,
58
e
60,
Lisboa,
ou
Feira
de
S.
Bento,
33,
34
e
35,
Porto.
(2529)
CONSlILTOltlO
DE CIIIH.GIÁ
E
MECIUNICA
DENTAL
J.
M.
Pinheiro
CIRURGIÃO DENTISTA
DA
ESCOLA
AMERICANA
Mudou
a
residência
da
rua do
Campo
para
a
rua
dos
Chãos
n.°
39—
Braga.
(2645)
AI.UGA-SE
Uma boa
morada
de
casas
com
dois
andares, sita
na
rua
do
Anjo, n.° 20
e
20
A.
Está
encarregado
de a
mostrar
e
tra
tar
do
aluguel
0
snr.
Oliveira,
aferidor,
morador na mesma rua
n.°
22.
(2547)
HERANÇAS E
DIVIDAS
Compram-se
direitos
e
acções
a
heran
ças
e
dividas; ou
liquidam-se
por
conta
dos
interessados
abonando-se-lhe
as
des
pesas
sendo
necessário.
Braga
—
Rua
dos
Peiames
24.
(2648)
CAMPO
DE
D. LUIZ I
N.°
9-
Novo
sortimento
de
vinho do
Douro,
superior
qualidade,
sem aguardente,
da
casa
do
bacharel
A. J.
da
Silva
Cerquei
*
ra,
vindo
directamente
pela
nova
via
fer-
rea;
sem
receio
de
fraude.
Preço
por
quartilho
60
reis.
(2649)
J
RESPONSÁVEL
—Luiz Baplista da Silva
BRAGA,
TYPOGRAPHIA
LUSITANA—
1879
Parte de Comércio do Minho (O)
