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-
7.° ANNO
raOlLfKHJSk.
REIIjIdOSJk,
ra
MOTICaOS^,.
REDACTORES
—D. Miguel
Solío-Mayor e Dr. Custodio Velloso.
PREÇO
DA
ASSIGNATURA
12
mezes,
com
estampilha.
.
.
2^000
12
mezes,
sem
estampilha
.
.
1&600
Brazil,
12
mezes,
moeda
forte.
.
3&6G0
Folha
avulso
...............................
10
PUBLICA-SE
ÁS TERÇÃS, QUINTAS E SABBADOS.
PUBLICAÇÕES
Correspondências
partic.
cada
linha
Annuncios
cada
linha.
.
.
.
.
20
Repetição
.
..........................
10
Assignantes,
20
p,
c.
d’
abatimento
N.° 993
ra
3K. a®
ra
sr»
a ra
wt
ra
Toda a correspondência deve
ser
remettida, franca
*
de porte,
á administração
do
jornal
—O
«Commercio
do Minho», rua
No
va,
n.°
4.
TERÇA-FEIRA
1
OUTUBRO
DE 1819
Cor reispírndieneís» pariieular
«3o
(Coeamereio
ds»
Minho»
Madrtd, 30
de
ielembro.
teem
circulado
com
e
se
acre-
.
O
temor
com
o
dos
Nos
últimos
dias
insistência
rumores
alarmantes,
ditou
immínente
uma
revoluçã
do
governo
corre
parelhas
particulares
—
-havendo-se
accordado
algu
mas
das
coisas
que
a
prudência
dieta
em
casos
parecidos.
Ultimamente
tem
acalmado
a
alarma
quasi
geral,
porque,
segundo
parece,
se
descobriram
alguns
fios
da
conjuração
ur
dida
contra
o
prineipe
D.
Affonso.
Por;
uma
verdadeira
casualidade
foi
encontra
do
o
general
Lagunero
escondido
em uma
casa,
onde
conlintía
muito
enfermo,
e
se
teem
tomado
medidas
contra
outros
mili
tares
d
’
alta
graduação,
que,
pelo
visto,
se
dispunham
a
provar
fortuna.
Chegou
a
dizer-se
que
a
ida
de Serrano a
Lon
dres
tinha
pouco
de
voluntária
e
muito
de
forçada,
como
lambem
que
a
circum
stancia
de
acompanhar
seu
fillio
á
cidade
das
sempiternas
brumas,
como Balmes
a
denomina,
era
só
um
pretexto
parai
occultar
que
Martinez
Campos
o
obrigava-
a
ir
á
capital
da
Inglaterra
com
o
(imj
de
não alarmar
o
paiz
apoderando-se
da
sua
pessoa.
E’
possível
e
ainda
provável
que!
tenha
pouco
fundamento
esta
ultima
no-j
ticia,
porque
se
não
estou equivocado,
I
o
duque
de
la
Torre
chegara
hoje
a
Ma-,
drid.
Qoe
se
passou
realmente
pelo
que!
respeita
á‘
conjuração
revolucionaria?
E
’■
difficil
porora
sabei-o
ou
dizei
o.
Os
mi-1
uisteriaes
creem
ou
asseguram
que
tudo
está
descoberto,
podendo,
conseguintemen
te
viver
tranquillos.
Os
defensores
da
re
publica
dizem
que
nada
se
ha
inquirido,
e
que
á
hora
menos
pensada
adormece
remos,
se
se
nos
permitle
a
expressão,!
monarchicos
e
acordaremos
republicanos.
0
publico
sensato
suppôe
com
fundamento
que
alguns
fies
das
machiuações
demagó
gicas
cairarn
em
poder
das
aucioridades
constituídas. E
finalmente,
não
faltam ma
liciosos, segundo
os
quaes
os
mesmos
conspiradores
fazem ver
que
tudo
se
des
cobriu
alim
de
conservarem
impunemente
as
sommas
recebidas
e
dizerem pouco
mais
ou
menos
aos papalvos
que
as
desembol
saram:
«Nós
estavamos
dispostos
a
cumprir
os
compromissos;
mas
infelizmente
o
go
verno
logrou
romper
a teia
de
P<
nelope
sendo
preciso
tornar
a dispol-a,
preparai-a
ou
urdil-a».
Não
obstante
isto,
não
creio
assegu
rada
a
tranquillidade
publica.
Os
petardos
que
frequenlemente
estallam nos
princi-
p
es
silios
da
povoação
e
outros
indícios
que
devo
ommittir
para
não
ser
diffuso
em
demasia,
persuadem
de
que
os dema
gogos
persistem
em
fazer
das
suas.
Esquecia
dizer
qoe
mesmo
no presi
dio
de
Zaragoza
se
descubriu
alguma
coi
sa.
Criminosos
d
’
aque!le
estabelecimento
propunham se
também
a
rejenerar
a
mi
nha
infebz
P.itria,
e
tinham
dispostos
pi-
peluclios
demagógicos
firmados
pelos
ju-
slissimos.
Em nada
me
maravilha
isto,
por
estar
intimamenle
convencido
de
que
mui
tos
dos
maioraes
do
regimen
liberal
me
reciam
uma
grilheta
por
seus
attentados
políticos
e
até
p»r seus
crimes
particu
lares,
que continuam
impunes
pela influen
cia illegitima
que adquiriram.
D.
Affonso
regressou homem,
e
hoje
provavelmente
ficará designada
a
pessoa
que
irá
a
Vienna
com
o
fim
de
pedir
a
mão
da
prineeza Christina.
As
dilações
d
’
esle
negocio
preoccupam
não
pouco
aos
políticos
e
os
fazem
suspeitar
naturahnen-
le
que
oceorre
alguma
coisa
extraordiná
ria
desconhecida
do
publico.
Falia-se
também
da crise,
suppondo
que
em
breve
sairá
do
gabinete algum
dos
actuaes
ministros,
entrando
novatnen-
te
Romero
Robledo, segundo todas
as
probabilidades.
E
’
possível
também
qne
saia
Martinez
Campos
e
entre
de
novo
Canovas
de!
Castillo.
Esta
snr.
conferenciou ha
pouco
ou
vae
conferenciar
dentro
em
pouco
com
Bismark,
que
seguramente
terá
feito
o
possível por
convencel-o
de
que
D.
Af
fonso
deve decidir-se pela Allemanha e
Áustria
na
especie
de
alliança
que
se
sup-
põe
combinada
contra
a
Rússia
porora,
e
contra
a
França
mais
tarde. A
meu ver,
a
Rússia
necessita
do
apoio
da
França,
se as
questões
pendentes
se
hão
de ven
tilar
outra
vez
no
terreno
da força.
No-
enlanto
os
diplomatas do
colosso
do
Norte
sabem
perfeitamente
que
lhes
não
convém!
unir
a
sua
sorte
á
dos
republicanos d:
nação
visinha,
sob
pena de
tomar
pro
porções
mais
espantosas
o
nihilismo,
co
nhecendo
que
a
França
sómenle
recobra
rá a
sua
influencia
no
dia
em
que
trium-
phe
ou
vença
o
Conde
de
Chambord.
E
’
de
simples
bom
senso
que
muito
lhe
convém
favorecer
os
planos
dos
legiti-
mistas
francezes,
que
vão
saindo do
seu
lelhargo.
Não
será
inoppertuno
acçrescentar que
homem,
por
ser
anniversario
natalício
do
Conde
de
Chambord
elles
ouviram
tn
ssa
em
Saint-Germain-des-Prés,
a
qual
assisti
ram
muitos
illustres
defensores
da
legiti
midade
proscripta
Concorreram
lambem
Carlos VII
com
sua
esposa
e
seu
íiiho
D.
Jayme.
A
participação
recebida
endue
dizendo: '«A
concorrência
foi
extraordiná
ria,
e
é
considerada
por
todos
como
uma
notável
manifestação».
Parece
que
os
príncipes
de
Orleaes
se apartaram
dos
seus compromissos
com
;o
Conde
de
Chambord.
Por
este
motivo
!
alguns
legilimislas
francezes
traclam de
!
reconhecer
o
Duque
de Madrid
como
her-
jdeiro
d’
Hmrique
V,
fundando-se
em que,
|
morrendo
este, será
sem
da
casa
de Bourbon,
e
quanto
peio
possam
unir
Hespanha
e
poude ainda
nando que
por
lh
’
o
terem
usurpado
primeiro
a rai
nha
Isabel,
e
depois
o
íiiho
d
’
esla.
No
dizer
d
’
um
j
consultado sobre
o caso o Duque
de
Ma
drid.
qne
respondeu
em
resumo,
que,
para
poder
aspirar
ao
solio
da
França,
precisa
va
primeiramente
de
renunciar ao
d
’
Hes-
panlia.
—
o
qne
não
pensa
fazer,
e
que
seu
Pae
se achou
em
caso
diverso
para
abdicar
em
1868
lodos
seus
direitos
ao
throno
hesparihpl.
Duvido
que
Carlos
VII
haja
dicto
estas
ultimas
palaviàs.
No
meu sentir,
se
Hen
rique
V
ou
os
principaes
reaiistas
fran
cezes
tomam
um
accordo
grave
contra
os
príncipes
d
’
Oleães,
e
fazem
declarações
e
o. favor
d
’algnm indivíduo
de
Casa
dos
Bourbons' o
favorecido
será
o
snr.
D.
rique
Affonso,
egregio
irmão
do
Duque
de
Ma
drid.
Poderia
dizer
não
pouco
em
prol
da
minha
opinião;
porém
vou
limitar-me
a
transcrever
um
paragrapho da
dedica
tória
d
’
um
livro
dedicado
em
1870,
por
D. José
Maria
Carulla,
a
S.
Alteza
Real
o Prineipe
D,
Affonso
de Bourbon
e
Áu
stria
de
Este,
ollicial
dos
zuavos pontiti-
cios.
«Não
concluirei
sem
dar
com
toda
a
effusão
de
minha
alma
graças
a
Deus,
que collocou
a
V.
A.
R.
sobre
quasi
to
dos
os
Príncipes da
Europa,
mais
ou
me
nos
hostis
aos
representantes
da
legiti
midade
e
á
Casa
de
Bourbon,
alvo
de
tantas
aecusações
injuriosas.
Ignoro se V.
A.
R.
será
chamado a
ocçupar o throno
de
S.
Luiz, ao
qual
tem
incontroverlivel
direito,
segundo
a
opinião
de
sábios
emi
nentes
e
de
distinclos
estadistas;
porém
sei
posilivainente
que,
seja qual
for
o
posto
em
que
Deus
o
colloque.
recorda
rá
com
a
sua conlucta
a
d’
aquelle
mo-
narcha
esclarecido
e
a
d
’
outros
hespanhoes
em
pró
dos
quaes
se
tem
decretado
a
honra
dos
altares;
porém
sei
positivamente
que
V.
A. R.
contribuirá
d
’
uma
maneira
mui
efficaz
para
o triumpho
da
restaura
ção
que
ha
de
arrancar-nos
do calios
horrível
e
da
anarchia
babyionica
em
que
nos
encontramos;
porém sei
positivamênte
que
a
circumstancia
de
V.
A.
R.
haver
concebido
generosos
pensamentos
mado
sublimes
resoluções,
por
e
até
nome
julgo
dever ommittir,
fallou
um
dia
do
assumpto
com
aquelle
egregio
Purpu
rado,
que,
seja
dicto
entre
parenthesis.
pensa
o
mesmo
qoe
Cattani
e
o
mesmo
que
eu,
tanto
em Religião
como
em
po-
lilica.
Eis
aqui
quasi litteralmente
qual
a
resposta
do
Em.'
no
Simeoni:
«Já
sei
que
«alguns
suppõem
que,
ao
nomear-me
Car-
«deal, o
Papa
se
propoz
favorecer
a causa
«de
D.
Affonso.
E’
um
erro.
Existem
de-
«clarações
pontifícias
segundo
as
quaes
a
«apresentação d
um
Núncio
junto
d
’
um
«prineipe
determinado,
não
prejudica
de
«modo
algum
os
direitos
d
’outro
prineipe.
«Vou dizer
agora
porque
S.
Beatitude
«me
nomeou
Cardeal.
O
snr.
sabe
que,
«antes
de
vir
para
Hespanha,
eu era
se-
«cretario
do
Coilegio
da Propaganda,
que
«é
um dos
postos
chamados
cardinalícios;
«quantos
o
desempenham
recebem
a
Pur-
«pura
immediatamente
depois
que
deixam
«de
o
exercer.
Eu sou
o
unico
que
saí
«d
’
aquella
Secretaria
sem
ser
elevado
á
«dignidade cardinalícia,
porque
Pio IX
«julgou
conveniente
a
minha
piesença
na
«Nunciatura
de
Madrid.
Ora
o
Santo
Pa-
«dre,
que
ama
deveras
os
que o
servem,
«comprehendeu
que,
se
me
não
desse
a
«Purpura
antes
de
eu
voltar
a Roma,
«cairia uma
especie
de
mancha
sobre
mim,
«sendo
causa
de que
alguém
pensasse
ou
i
«dissesse:
«Differentemente
dos
anteriores,
:
«Simeoni
não
foi
nomeado Cardeal
imme-
«diatamenle
depois
de
sair da
Secretaria
«
ia
Propaganda,
e
precisou
de
prestar
«novos
serviços
na
Hespanha».
Como,
gra-
«ças
a
Deus,
não
succedia
nada d’islo,
«o Santo
Padre
me
nomeou Cardeal
estando
«eu
em
Madrid.
«Peio
que
respeita
á
imposição do
bár-
■
«rete,
tal
é
o
costume
de
séculos
quan-
|«do
o
que
recebe
a
purpura
está
junto
«d
’um
soberano,
e
emfim o
snr.
que
me
«conhece
bem, crer
me-lia
que
ir ao pa-
«lacio
para
a
ceremonia
não
foi
para
mira
«prato
de gosto».
Não
deporei
a
penna
sem
protestar
energicamente
contra
as
enormidades
ca-
»
au-
e
to-
permitle
sup-!
vaticinar
que
realisará
feitos
iinraorlaes;
porém
sei
positivamenle
que
dãiV.
A.
R.
procurará
por
lodos
os
meios
possíveis
que
cáiam
as
mascaras,
que
ces
sem
as
amphibologias,
e
que
concluam
essas
meias tinias,
acceites por
homens
qne
dizem
menos
do
que
o
que
sentem
quando
se Irada
do
bem,
e
insinuam
mais!
quando se
tracta
do
mal;
por
homens
qne!
saberiam
arrostar
a
morte
com
a
intre-
j
pidez
de
quem
sabe
qual
o principio
da;
vida
e
a
quem
não
obstante
fazem
mossa,
o
noticiarista
do
mais
desfaçado
periodi
’
co;
por
homens
que,
não
obstante
serem i
bons,
parecem
maus
aos
olhos da
i<n-
;
tnensa
maioria,
que
ignorando
as
razões
i
|
uru
niosas que
se
permitle
contra
o
occnltas
do que
elles
fazem
e
dizem,
ha
'
glis
t
o
Duque
de
Madrid
o correspondente
de
julgar
pelo que deve,
pelo
que
lê
e
’
d
e
«A
Palavra».
Como
escrevo para
o
pelo
que
contempla;
porém
sei
positiva-
!
«Commercio
do
Minho»
quinzenalmeute,
mente,
para concluir,
que
V.
A.
R.
é.
e
e
p-eciso
de
dar
ideia
do
que
se
passa
continuará
sendo,
uma garantia
solida
para
I n0
mundo,
é
malerialmente
impossível
os
defensores
mais
entbusiastas
da
.Reli-
refutar
o
sem-número d
injurias,
falsida-
gião verdadeira e
da
Monarchia legitima» ld
e
s
e exaggerações que
o
referido
cor-
Denlro
de
poucos
dias
verificar se
ha
!
respondenle bólsa
contra aquelle
Prineipe.
em
palacio
a
ceremonia
d*
i:
■ ■
-■
—
'
-
barrete
cardinalício
ao
Núncio
de
S.
Bea-
tilude
>em
Madrid,
nomeado recenlemente
Prineipe
da
Egreja.
memorial
o
Em."
10
da
entrega
do direi duas
palavras
em
fôrma
de
de-
IlOIA
lií>
S
Rfi:».
!
n
....«nn
,,<>
saggravo.
Advertirei
duvida
o
chefe
em
qne,
com-
Ulrecht não
se
duas
corôas
de
Carlos VII não
occupar
o
throno
de
S.
Fer-
legitimamenle
lhe
pertence,-
usurpado
primeiro
a
rai-
periodico
francez,
foi
tractado
de
n
u
n
só
as
de
França,
previamente
que
o
corre
spondente
de «A
Palavra» não
logra
en-
despeilo,
nem
os
motivos
„
j
#ua
guerra civil,
julga-se
•
não
poucas
das
calumnias
propaladas,
contra
o
Rei
legi
timo
das
Hespanhas.
pela
Revolução
abo
minável.
Asstmilha
se
a
Ruiz
Zorrilla, que
publicamenle
falia como
um
energúmeno
contra
os
carlistas,
sem
embargo
de
re
conhecer
em particular que
se
tracla
do
partido
mais
honrado e ainda
do
partido
verdadeiramente
respeitável
da
Hespanha.
E
porque?
E
coisa
por demais
averigua
da
e
sabida.
Porque
alguns
carlistas,
pro
vavelmente
de
nome,
durante
a
guerra
civil
anterior
ameaçaram
de
terrível
modo
a
seu
pae,
a quem
exigiram
a
entrega
d
’
uma
determinada
quantia.
Eis
porque, se
me
parece
reprehensi-
vei
a
conducta
do
assim
vingança,
mais
reprovável
me
parece
o
procedimento
do
periodico
que
patrocina
as
suas
correspondências,
etn
algumas
das
quaes
não
se
póde
pegar
sem
tenazes,
sob
pena
de se
largar
o
pap-i
com
as
8
'guu-lo
costume
ira-
j
-----------
Callani
recebel-o-ha
j
cobrir
o
seu
uv
,„
va
das
mãos
do
que
aclualmente
occupa
o
|
d
’este.
Por
ter
padecido
e alguns
da
throno.
-------------------------------------------------
i
familia
durante
a
guen
Como
os
liberaes
tudo
convertem
em
j
com direito
para
repetir
defeza,
os
defensores
de D.
Affonso,
sem
excluir
o
correspondente
da
«Pala
vra»,
não deixarão
de
aproveitar
a
occa-
sião
para
procurarem convencer
de
que
Leão
XIH
suspira
sómeute
por
D.
Affon
so.
Quando
Pio
IX
elevou á
dignidade
cardinalícia
o
Era.‘
nj Simeoni,
os
aifon-
sinos
manifestaram
grande
alegria,
e
se
atreveram
a
sustentar
que
S.
Beatitude
linha
dado
um rude golpe na causa
do
Duque
de
Madrid.
Chegada
a
occasião
da
ceremonia
da
imposição
do
barrete
car
dinalício,
insistiram
nas
suas
apreciações,
e
simularam
um
gozo
muito
maior
indu
bitavelmente
do
que sentiam.
Agora
suc-
cederá
o
mesmo.
O
peior
é
que
alguns
carlistas
cairarn
então,
parà
assim
o
dizer,
na esparrella.
e
asseguravam também,
de boa fé, que
S Beatitude
havia
fortalecido
a
D.
Af
fonso
nomeando
Prineipe
da
Egreja
a
seu
Núncio
era
Madrid.
Um hespauhol,
cujo
correspondente,
que
se
deixa
arrastar
pela
paixão
da
mais reprovável
mãos
inteiramente
sujas
ou
negras. O
di-
rector
de
«A
Palavra»
contrae
aos olhos
de Deus e
dos homens
uma
responsabi
lidade
terribilíssima contribuindo
para
uma
obra
ião
repugnante
de
diílamação
noto-
ria.
Não
obstante
as
suas ideias
e
senti
mentos
catholicos,
colloca-se
neste
parti
cular
resolutaraenle
ao lado
dos
mais
fu
ribundos demagogos,
inimigos
irreconci
liáveis
não
só da
Monarchia,
mas
também
da
Egreja,
e
filhos
de
Voltaire,
que
diria,
como
ninguém
ignora:
«Caluranía,
que
algo
fica
da
calúmnia».
São
muitos,
por
desgraça, os liberaes
que
abraçaram
a
causa
carlista
durante
a guerra
civil,
sómenle
pelo
convencimento
de
que
estava
prestes
a
triumphar. Alguns
abusaram
terrivelmente da
bondade
e
inexperiencia
do
Duque
de
Madrid,
e,
com
insistência
verdadeirameute
satanica,
fize
ram
o
possível para
o
extraviarem
ou
corromperem,
como
lambem
para afastar
de
seu
lado
os
realistas
que
sempre
de
fenderam
a
sua
causa.
Eis
porque
se
póde
dizer,
sem
exaggeração,
que
se o
Prínci
pe
fez
alguma
coisa
censurável,
se
deve
principalmente,
para
não
dizer
exclusiva
mente,
aos
infames
a
que
alludo.
Deus,
em suas
bondades,
não
permittiu
que
a
causa
carlista prevalescesse
antes
de
ficarem
lotalraenle
desmascarados.
Os
lobos
vestidos
de
cordeiros
a
quem
alludo,
teriam
socavado
as
bases
da
Monarchia
pura,
se
D.
Carlos
tivesse
vencido
em
1876.
Como
a
guerra
terminou
pelas
ra
zões
que
não preciso
de
recordar
e
se
afiiguram
que
a
causa
do
Duque
de
Ma
drid ficou
enternada
no
panlbeon
da
his
toria,
a
maior
parle
dos
alludidos
voltou
ao
campo
liberal, d
’
onde
não
cessam de
offender,
calumniar,
ferir
impunemente
o
Príncipe
a
quem
ha
pouco
enchiam de
adulações
ou
elogios.
Comprehende-se,
por consequência,
o
diluvio
de
mentiras
ou
embustes
que
se
propalam
contra
o
Duque
de
Madrid.
Al
guns
malvados
as
inventam
e muitíssimos
néscios
as
repetem.
A
Revolução,
que
é
satanica,
conhece
que
a
causa
carlista
tem
raizes
fundís
simas
no
paiz,
de
nada
servindo
porisso
dal-a
como defuncta, enterrada
e
putre
facta.
Qualquer
póde
repetir
com
funda
mento
incontrovertivei:
Os
mortos que vós
mataes
Gozam perfeita saude.
Eis
porque,
ainda
depois
da guerra
civil,
ella
crê
indispensável
difamar
o
Du
que
de
Madrid,
como
se
elle tivesse
cem
mil
homens
armados,
com
a
mesma
sanha
com
que
os
protestantes
calumniam
o
Papado,
persuadidos
de que,
destruída
a
cabeça hade
seguir-se
necessariamente
a
morte
ainda quando todos os membros
estejam
cheios
de vida.
O
peior
é que
ha
catholicos
e realistas
que
chegam
a
crer,
senão
todas,
uma
boa
parte
das
calumnias
vilíssimas
que
se
diffundem.
Durante
a
guerra
civil
—por
que
não
dizel-o?—cheguei
a
crer
fundadas
algumas
das
mais
odiosas,
fendo
neces
sidade
de
sair
da côrte,
comquanto
me
dirigisse a outros
paizes,
fui
a
Navarra
e
ás
Províncias
Vascongadas.
onde
passei
alguns
mezes.
Poderia
jurar
diante
de
Deus
e
dos
homens
que o
meu
fim
prin
cipal
era
inquirir
se
teriam,
ou
não, fun
damento
as
vozes
escandalosas
que
tinham
chegado
aos
meus ouvidos
contra
o
Rei
legitimo
das
Hespanhas.
Poderia
jurar tam
bém
diante
de Deus e dos
homens
que
nunca
vi
confirmado
um
só
dos
embustes
a
que
me
refiro,
comquanto
deplorasse
que
aquelle
Príncipe
tivesse
a
seu
lado,
julgando-os
leaes,
homens
a
meu
ver
in
digníssimos
de
confiança,
sepnlchros
bran
queados,
como
diz
a
Escriptura,
os
quaes
por
fóra
parecem
formosos
aos
homens,
mas
por
dentro
estão
cheios
de
ossos
de
defunclos
e
de
toda a
especie
de
po
dridão.
Então
se
fortaleceu
em
mim
a
reso
lução de
não
dar
credito
aos
maranhões
inventados
e
diffundidos
pelos
liberaes,
ainda
que
a
esta denominação aggregasse
alguns
dos catholicos,
que
acabam
por
crer
as imposturas
discorridas
por elles
mesmos.
O
egregio
Duque
de Madrid,
mesmo
como
particular,
tem
direito
á
sua
hon
ra, como
os
demais. Os
seus adversários,
que
invocam
incessanlemente
em
seu fa
vor o
respeito
á
vida
privada
dos
ho
mens, intromettem
se
com
o
maior
desca
ramento
na
de
Carlos
VII,
e
dizem
quan
to
lhes
parece
pelo
prazer
de
calumniar
o
Príncipe
contra
quem
se
rebellaram.
Justamenle
observou
já
Terluliano
que
os
filhos
de
Adão
tendem
a
odiar
áquelles
a
quem
teem
lastimado ou offendido.
Co
meça-se
por
escarnecer,
e
termina-se
por
apresentar
as
offensas
mais
atrozes
como
ajustadas rigorosamente
á
verdade.
Ainda
mesmo
que
Carlos
VII
pagasse
tributo
ás
debilidades
humanas,
deveria-
se
encobrir,
á
similhança
dos
bos
filhos
de
Noé, que
cubriram
a
nudez
de
seu
pae. Poderia invocar-se
em
seu favor
o
sagrado
dever
da
caridade.
Tracta-se
de
um
rei,
e
d
’um
rei catholico,
não
poden
do ninguém
esquecer que,
ainda
quando
os
liberaes
lograssem
desvial-o
do
cami
nho
reclo,
elle
poderia
converter-se
de
pois.
As
debilidades
que
Philippe
teve
na
sua
mocidade
nao
o
impediram
de
ser
deqois
quiçá
o
monarcha
mais
grande
e
mais
illustre
da
terra.
Se
o
Duque
de
Madrid, o imitasse
nas coisas
a
que
me
reíiro,
imital-o-ia
mais tarde
sem
duvida
nas acções
heroicas,
por
se
tractar
d’
um
Príncipe
que recebeu
de sua
santa
Mãe,
a Archiduqueza Beatriz,
uma
educação
re
ligiosíssima,
como
também
porque
deve
a
Deus
um
coração
de
oiro
e
uma
intel-
ligencia
verdadeiramente
privilegiada.
Como Satanaz
não
desprenderá
a
gar
galhada,
vendo
que
algumas
pessoas
e
alguns
periódicos
que
se
crêem
muito
monarchicos
e
muito
catholicos,
enchem
de
calumnias
e
impropérios
a
um
dos
representantes
mais augusto da
monarchia
pura
e da
Egreja
Catholica,
quando
os
demagogos
tractam
de
afagar
em
lagrimas
e
em
sangue
tudo
o
que se
oppõe
a
seus
propositos
verdadeiramente
jnfernaes
!
Que
obsecação,
que
demencia,
ou
que
mal
fa
de
!
Perdoae-lhes,
Senhor,
porque
não
sabem
o
que
fazem
!
L.
AB1DENSE.
8
de
outubro
de
Steííí.
(Do
nosso correspondente)
Não
sabeis?
Não
gostei
que
n’
um
dos
vossos
recentes
n.
os
coliocasseis
a
«Pa
lavra»
no
rol
dos jornaes
verdadeiramen
te
catholicos.
Não
estaes,
porventura,
far
tos,
até á
saciedade,
de
saber
que entre
o
liberalismo e o
catholicismo
ha
uma
incompatibilidade
manifesta, evidente,
in-
destructivel?
Sabeis
de
certo,
como
sabeis
lambem
que
a
«Palavra»
é
uma
folha,
que
defende
a
dynastia
symbolo
das
ideias
re-
pellidas
pela
suprema
auctoridade
catho
lica,
que
acceita
os
princípios
revolucio
nários na
sua
mais
genuina
expressão,
que
proclama a
liberdade, e os
direitos
da
Egreja,
e
está
na
arena
de lança
em
vista,
pela
causa
da
liberdade,
que
ex
pulsou
o
representante
do Pontífice,
que
destruiu
os conventos,
e
se
apossou,
sa
crilegamente,
dos
ecclesiasticos,
que
pren
deu.
e deportou
os
bispos, que
ainda
ho
je
se
ostenta
impia,
e
tenaz
inimiga
da
religião
dos portuguezes?
A
«Palavra»,
meu
caro
amigo,
será
todo,
menos
um
jornal
catholico,
propriamente
dicto.
E’
um jornal
liberal,
mas
dos
peioresi
senão
o
peior,
porque
se
embuça
na
ca
pa
de
D.
Basilo,
para
vêr
se
assim
en
grossa
as
fileiras
revolucionarias,
e
torna
solida
a
nefasta
obra
de
34.
Não
lhe
deis,
pois,
Iogar
ao
vosso
la
do,
nem
da
«Nação»,
nem
da
«Esperan
ça
».
O «Diário
da Noticias»,
dando
parte
aos seus
cem
mil
leitores,
do
nascimen
to
do
augusto
Filho
do
Snr.
Dv
Miguel,
com
uma
coherencia
peculiar
do
jornal
dos
calafates,
alludiu
ao
Rei
portuguez,
que
morreu proscripto,
chamando-lhe
In
fante.
A referida
folha
desejando,
talvez,
fazer,
á
grande
maioria
do
povo
uma
pir-
raçasita,
denominou
o
Snr.
D.
Mguel I
Infante,
postergando
a
lei
dos
seus
ami
gos
liberaes
que
o privou
d
’aqnelle
titu
lo,
embora
já
muito
antes
elle
o tivesse
trocado
pelo
de
Rei,
por
vontade
do
po
vo,
e
deliberação
do
tribunal
competen
te
—
as
cortes
de
1828.
Ignora, acaso,
o
«Diário de
Noticias»
a
historia
dos
últimos
cincoenta
annos?
Pois
se a
não
sabe,
aprenda,
e
depois
falle.
Realisou-se
hoje,
na egreja
de
S.
Fran
cisco da
Paula,
o casamento
do
tenente
da
municipal,
Moraes
Carvalho,
com
a
snr?
D.
Maria
José
de
Vilhena,
amavel
filha
do
finado
D.
José
de Vilhena.
Es
pero
que
os
noivos
sejam
fiiizes.
Bem o
merecem.
Teem'
sido
muito
concorridos
os con
certos
no circo
Price,
sob
a
direcção
do
allemão
Bremer.
Alguns
trechos
dos me
lhores
auctores,
conto
Beethoven,
de
Se-
humann,
Reinecke,
etc.,
teem sido
ouvi
dos
com
verdadeiro enlhusiasmo.
A
Ora
ção da
Noite,
por
exemplo, apenas para
instrumentos
chaves,
é
magnifica,
en
canta!
Segunda
feira
houve na parochial
dos
Anjos
uma
missa que a
redacção
da «Na
ção»
fez
celebrar,
por
ser
o
dia
dos
annos
de
Henrique
V.
Assistiram
muitos
legili-
mistas,
alguns da
primeira
nobreza
do paiz.
Foi
uma
homenagem
muito
louvável
ao
bom
nome
do
futuro
regenerador
da
nação
chrislianissima.
Iguaes
demonstrações
de
sympathia,
e
esperança,
houve
em quasi todas, senão
em em
todas as
províncias
de França,
onde
a
restauração da
monarchia
legitima
é
anceada,
é certa
na
opinião
de todos
os
ânimos
que
não
vivem
sob
a pressão
das
ruins
paixões
partidarias.
E
quantos
dos
actuaes
republicanos
não
presentirão
já a
elevação
da
legiti
midade
ao
poder,
de que está
privada
ha
quasi
cincoenta
annos!
A
imprensa
liberal
parece
muito
con
tente
cpm
a
visita
de
Bismark
a
Vienna.
attribuindo
ao
chanceller
allemão
umas
tantas
phrases
pacificas,
mas
eivadas
de
uma
certa
má
vontade contra
a
Russia.
A
despeito
de tudo
que
nos
diz
a
agen
cia
flavas,
e
nos
dizem
os
jornaes
estran
geiros
revolucionários,
crede
que elles
co
nhecem
tanto
o
verdadeiro
objecto
da
vi
sita
de
Bismark
á
corte
d
’
Auslria,
e
o
que
elle
disse, e o
que
ouviu,
quanto
qualquer
papagaio
comprehende
o
valor
dos
lermos
que
pronuncia
mais,
ou
me
nos
inlelligivelmente.
Deixae
caçar
a forôa,
meu
amigo. O
que
tem
de
ser
pertence a
Deus.
Elie
muitas
vezes
permitte
o
mal. mas,
não
o
ama,
não
o
póde
amar.
Oremos,
pois,
e
esperemos,
mas
de
modo que a
con
sciência
nos
diga
que
as
nossas
supplicas
não
estão
em
desaccordo
com
o
resto
dos
nossos
actos.
Publicou
se
um
almanak
militar.
Em
vista
d
’
elle não
é
possível
presuadir
de
lamentar a
mofina
sorte
dos
pobres
sar
gentos
do
exercito.
Se
até
aqui,
poucos
relativamente,
leem
conseguido
o
posto
d
’alferes,
hoje
que
ha
uma
immensa
mul
tidão
de
sargentos
supranumerários,
raros
poderão
ser
ofiiciaes
subalternos
antes de
vinte
annos,
ou
mais,
de serviço!
E’
um
bello
futuro, não
achaes?
Não
ara
assim
no tempo
da
monarchia
legitima.
Os
corpos
d
’
infanleria
tinham
mui poucos
cadetes,
e
porisso,
os
sargentos
punham
aos
hombros
as
dragonas
d
’
ouro,
em
gran
de
numero,
e
em
edade
de prestarem
mui
tos,
e
mui
bons serviços
ao
paiz.
E
’,
realmente,
uma
das
classes
mais
prejudicadas
n
’estes tempos
de
reclissirna
justiça.
Sousa
Monteiro
praticou
ha
pouco
um
dos
actos
mais
louváveis
da
sua
vida.
Elle
tinha
antes
escripto
á «Nação»
contra
a
ordem
de
S.
Miguel
da
Ala,
su
stentando
que
era lambem das
associações
fulminadas
pelos
Pontífices;
mas
conven
ceu-se,
atinai,
diante
de
provas
irrefraga-
veis,
que
aquella
Ordem
não
era essen
cialmente
secreta,
e
deu,
com
muita
no
breza
d’espirilo,
as
mãos
á
palmatória.
O
verdadeiro
christão
é
assim:
cae,
mas
ergue
se;
erra,
mas
emenda-se;
de
fende
uma
causa
emquanto
lhe
parece
justa,
mas
abandona-a
logo
quo se
con
vence
de
que
ella
o
não
é.
Oxalá
que
o
alludido
illustrado
escri-
ptor
sinta
também
em
tão
breves
dias
aba
ladas
e
convertidas
as
suas
actuaes
cren
ças políticas,
para
que tenhamos
mais
uma
occasião
de
o applaudir,
e
para
que
possamos
agradecer
á
Providencia
vêrmos
no
campo da
verdade
politica
mais
um
caracter
honestíssimo,
e
uma verdadeira
illustração.
Vistes de
certo
o artigo
principal
da
«Nação»
de
domingo.
Se
conhecera
o
auctor procural-o-ia
para
o
felicitar, e
apertar-lhe
cordealmente
a
mão»
Faço-o,
porém,
etn
espirito.
Pensa-se, dizem-me, na
reorganisação
da
infanteria,
dando-lhe
um
augmenlo
mui
to considerável
por
meio
de uma reser
va
vasada
nos moldes
das antigas
milí
cias.
Asseveram-me que
o
augmenlo
da
despeza
será
mui
exíguo.
S.
Santidade
agraciou
o
nosso
conde
da
Redinha
com
uma
commenda.
Foi
uma
honra
mui bem
merecida,
pois
o conde
da
Redinha
tem
sido
incansável nas de
monstrações
praticas
de
acrisolada
fideli
dade,
e
dedicação
a
favor do
Papa,
Rei,
e
da
Egreja,
a que
elle
preside.
O
partido
legitimisla
tem razão
de
or
gulhar-se
contando
a seu
lado
um
portu
guez,
a
quem
o
Vigário
de
Christo
aca
ba
de
honrar
do
modo a
que
acima
al
ludo.
Basta
por
hoje.
A.
SLBSlKIPÇiO.
Nunca
nos
dirigimos
com
mais
acerba
mágoa
aos nossos
leitores,
como
ao
escrevermos
estas
linhas.
Como
por
vezes
temos
dicto,
o
snr.
Francisco
Pereira d’Azevedo,
antigo
proprietário
e
redactor
do
«Direito»
e
d
’
outros
jornaes
calho-
licos,
e
aclualmente da
«Propagan
da
Catholica»
e
«Libertador
das
Al
mas
do Purgatório»,
acha-se
muito
doente
no
Porto,
e
sem
meios
para
se
tractar!
Este
respeitável
cavalheiro
vê-se
reduzido
a
tão triste
estado,
por
que
sempre
sacrificou
todos
os
seus
haveres
e
forças
na
propaganda
das
mais sãs doutrinas.
Alguns
amigos
do snr.
Francis
co
Pereira
de
Azevedo,
fervoroso
apostolo
dos
verdadeiros
princípios
religiosos
e
‘
sociaes,
abrem
uma
sub-
scripção
em
seu
favor,
e
pedem
o
concurso
de
todos
os
catholicos
para
sua
visar
a
penúria d’
aquelle
infeliz
quão
benemerito
cavalheiro.
A
subscrição
fica aberta em
casa
do
snr.
Manoel
José
Vieira
da Ro
cha, na
rua
do
Souto,
n
’
esta
cidade.
GAZETILHA
catlioííei
*
.
—
Teve
lugar
no
domingo
a
abrtura
da
casa
da
Asso
ciação
e a
pratica
do
revd.®
director es
piritual,
que
muito
a
proposito
qtiiz
dis
cursar
sobre
as
causas
geraes
que
produ
ziram
a
crise geral
do
commercio,
e
rui-
na
das
sociedades
commerciaes,
que
ho
je se
lamenta.
Sem
referencia
a
nenhum
Banco
em
particular,
como
o
mesmo
ora
dor
declarou,
nem
oíTensa
ou
aiiusáo a
nenhuma
pessoa,
apontou
as causas
ge
raes
que
deviam
produzir
a
ruina
d
’
estes
estabelecimentos, e
que
eram
a
cubiça
desemfreada,
o
desejo
excessivo do
lucro,
o
amor
dos
prazeres
e
commodos
da
vi
da,
fruclo
da
desmoralisação
a
que
che
gou
a
sociedade.
O
sensualismo
que
co
mo
cancro
corroe
o
corpo
social,
disse
o
orador,
atacou
todas
as'
classes;
e
o
de
sejo
da
vida
commoda,
prasenteira,
luxuo
sa,
extinguiu
o
amor
ao
trabalho,
verda
deira
fonte
de riqueza
e
pena
imposta a
todos.
In
sudo>e
vullus lui
vesceris
pane.
A
violação
d
’
esla
lei
geral
dada
ao
rico
e
ao
pobre,
e
o
desejo
de
enriquecer
para
usufruir
sem
cansaço
fez
esquercer
a
regra
da
consciência, a
honra,
a
pro
bidade,
a
justiça
e
tolas
as
virtudes.
A
sede
do
ouro,
portanto,
unida a um de
sejo insaciável de
gosos produziu a
ca-
lastrophe
que
lodos
lamentam
e
que
fez
brotar
tantas
lagrimas
aos
illudidos pelas
palavras
e
promessas
seductoras.
Feita
esta
analyse
das
cousas
que
geraram
e mal,
e
que
ainda
subsistem,
demonstrou
o
orador
e
confirmou a ver
dade
da
utilidade
das
associações
catholi-
cas,
que
educam
e
moralisam
pela
pala
vra
e
pela
leitura:
e que
para
bem
do
commercio,
das
artes
e
de
todas as
ins
tituições era
necesserio
atalhar
á
desmo
ralisação
que
campea
infrene
fazendo to
dos
os
esforços
por
incutir
na
mocida
de
as
ideias
christãs,
filhas
do Evangelho,
e
o
amor
a
todas as
virtudes
sociaes.
Esta
pratica
não
só
foi
a
proposito,
mas de
grande instrucção.
Muito
quize-
ramos
que
a
benemeriía
Associação ti
vesse
na
epoca
universal
muitas
e
segui
das
praticas
ou
conferencias
como
esta,
pois
é
innegavel
quanto
fruclo
se
co-
iheria.
AfoartEira
daa
aisJías
«I«
Semi
nário
Conciliar.
—
Teve
Iogar
ante-
honlem
a
abertura
das aulas do
Seminá
rio
Conciliar
de
S.
Pedro,
acto
que.
des
de
que o Exc.mtf
e
Revd.
1110
Snr. D.
João
Chrysostomo
está
á
frente
d
’esta
vasta
archidiocese,
é
feito
com
toda
a
solemui-
dade.
A
ceremonia começou
na
capelia
do
Paço
Archiepiscopal,
pela
Missa
do
Espi
rito
Sancto,
a
que
assistiram
os Profes
sores
dó
Seminário
Conciliar
e
lodos
os
collegiaes
e
estudantes
externos
do
mes
mo.
Finda
a
Missa
Sua
Exc.
a Revd.
m
desceu
á
capelia,
e,
cantando
o
Veni,
Creatór
Spinlus,
e
a
oração
respectiva
o
revd.
mu
snr.
dr. Moreira
Guimarães,
pro
fessor
decano, ajoelhado
aos pés do ve-
uerando
Prelado
fez
nas
.mãos
de
Sua
Exc.
a
Revd.ma
a
Profissão
de
Fé man
dada
pelos
SS.
Padres
Pio
IV e
Pio
IX,
a
qual
lodos
os
professores juraram
por
seu
turno
pondo
a
mão
direita
sobre
o
missal.
Concluindo este
acto
v
S._
Ex.a
Rev.
ma
dirigiu-se
á
Sala
dos Arcebispos, onde
tomou assento na
cadeira
de
honra.
Em
seguida
o
exc.
mo snr. dr. Gonçalo
Fer
nandes
Vaz
recitou
a
oração
de
Sapien-
tia.
Obras
dt
*
egrejn
de
S.
Pedro
de
M
mímíbm
.
—
Foram
concedidos
500$00!)
reis
á
Junta
de Parochia
da
fre
guezia
de Maximinos
para
as
obras
da
reedificação
da
egreja.
Novo
titular—
O
exc.
mo
conselhei
ro
Francisco
de
Campos
d
’
Azevedo
Soa
res,
distincto
cavalheiro
d’
esta
cidade, foi
agraciado com
o
titulo
de visconde
de
Carcavellos.
Obraa
no
«juartel.—
Foi
superior
mente
determinado
que
se
adivem
o
mais
possível
as
obras
do
quartel d
’infanleria
8,
d
’esta
cidade.
Prisão.
—
Na
sexta-feira
foram
pre
sos,
e
deram
entrada
nas
cadeias
d’
esta
cidade
uns
cinco
inliviluos
da
próxima
freguezia
de
S.
Marlinho,
que
alli
trava
vam
uma
seria
desordem.
Festa
«Se
S.
Franeiaeo.—
No
sab-
bado
teve
logar
no
templo do
convento
dos
Remedios
a
festa
do Patriarcha
S.
Francisco,
da
Ordem
dos
Menores.
S Exc.
a Rt-vd.
ma
o
Snr.
Arcebispo
Primaz,
que
é
Religioso
professo
da
mes
ma
Ordem,
celebrou
alli,
como
nos
an
nos
anteriores,
Missa
plana, e
assistiu
de
pois
á
missa
cantada.
De
tarde
houve sermão
e
Te Deum.
Theatro
de
§.
Geraldo.
—
A
an
tiga
companhia
que
funccionava no
thea-
tro
Baquet,
vem
brevemente
dar
algurnas
recitas
no
lheatro
de
S.
Geraldo.
Oxalá
que
a
noticia
se realise,
pois,
segundo
nos
informam,
parece
que
se
mailogrou
a vinda
da
companhia
hespa-
nhola
de
zarzuelia.
R»nda
d»
innaica.—
No
dia
18
de
setembro
começou
a funccionar
em
S. Pe
dro
de
Valbon,
comarca
de
Villa
Verde,
uma
banda
de
musica,
de
que.é
director
o
estimável
professor
d
’
instrucção
prima
ria
o
snr.
Manoel Antonio
Rodrigues,
a
quem
felicitamos
pelo
bom
exilo
que co
roou
os
seus esforços;
pois em
curto
es
paço
de
tempo
conseguiu
apresentar
em
publico
uma
numerosa
banda
a
poder
competir
com
as
d
’aquellas
cercanias.
* *
*
Egrejas
a
eoneurs»,
—
Está
aberto
concurso de
30
dias
a
datar
de
hontem
para
o
provimento
das
seguintes
egrejas:
Caniçada
(S.
Mamede),
concelho
de
Vieira.
Casleljães
(S.
Estevão),
concelho
de
Vieira.
•Mangualde
da
Serra
(S.
Vicente),
con
celho
de Gouveia.
Portella
do
Fojo
(N.
S.
da
Paz),
con
celho
de
Pampilhosa.
Rebordello (N. S. das
Neves),
conce
lho
de
Amarante.
Ruivães
\S.
Marlinho),
concelho
de
Vieira.
Porto
de
Moz
(S.
Pedro), concelho
de
Porto
de Moz.
Porto
de
Moz
(S.
João Biptista), con
celho
de Porto
de
Moz.
Mansores (Santa
Christina),
concelho
de
Arouca.
Nacionalidade.—
Tudo
prova
quan
to
é
nacional
a
carta
e
dynaslia
com
que
nos
brindou
o
primeiro
imperador
do
Brazil.
Desde
8
de
julho de 1832
até
junho
de
1833,
vieram
para
o
Porto,
para
nos
dar
liberdade-'
2:133
inglez.es,
570
escoce
ses,
400
irlandezes,
2:300 francezes,
903
belgas
e
1:000 polacos.
Custaram
estes
libertadores
395:004
lib.
e
10
s.
E
ainda não
tiveram
força
para
liber
tar
o
paiz;
ainda foi
preciso que em
1834
viesse
o
exercito
de
Rodil,
e
as
esqua
dras
franceza
e
ingleza!
Bem
previa
o
povo
portuguez
o
que
o
esperava, quando
fez
tanta
opposição
nos
libertadores.
Alf-andlegi»
ilc
Liab'»».
—
O
rendi
mento
geral
da
alfandega de
Lisboa,
no
mez
de
setembro,
foi
de
318:961^625
reis,
sendo
proveniente
de
direitos
sobre
taba
cos
27:038^050
reis;
havendo,
portanto,
na
receita
geral
8:025$903 reis
a
mais
rçue em
egual
periodo
no
anno
anterior.
Naufragio
e
mortes
—
O
«Langda-
k»,
.de
Liverpol,
no
seu
regresso
de S.
rrancisco,
perdeu-se
ha
dias
em
Chon,
proximo
de
cabo
Carusore.
O
capitão
Jenkinson,
sua
mulher e
seus
tres
filhos,
o
contra-mestre
Booth
e
mais
tres
homens
de
equipagem
morreram
afo
gados por
se
virarem
as
embarcações
em
que
tentavam chegar
a
terra.
Conseguiram
salvar-se 23 tripulantes.
Portuguezes
fallecidos.
—
Desde
5
a
13
de
setembro,
falleceram
no
Rio
de
Janeiro,
os seguintes súbditos
portugue-
zes:
Aurora
Candida dos
Santos,
26
annos
solteira; José
Ribeiro
Pinto,
20,
s.;
Ma
noel
Ferreira
de Oliveira,
36, casado;
José
Joaquim da
Silva
Malheiros,
27,
c.;
Antonio
Joaquim
da Costa
Paiva,
52,
s.;
Mathias
José Pimenta,
60,
viuvo;
Rosa
Augusta
da
Conceição
Madruga, 59,
v.;
Joaquina
Emilia
do
Espirito
Santo,
41,
v.;
Malhilde
Emilia, 58,
v.;
João
Antonio
Lopes,
47,
s.;
Manoel
Affonso de
Almei
da
Bahia,
56,
v.;
Manoel
José
de
Abreu,
39,
s.;
Maria
Rosa
de
Jesus
Fonseca,
45,
c.;
Antonio Maria Pereira,
31,
s.;
Joa
quim Filippe,
69,
c.;
Maria
Emilia, 26,
c.; Joaquim
José
da
Costa,
25, s.;
Ro
sa
Ignacia da
Rocha,
43,
c.; Antonio
dos
Santos,
41,
s.,
Manoel Rodrigues da Sil
va,
45,
s.;
Augusto
de
Moura,
25,
s.
A
’s
almas
caritativas.
—
Recom-
mendamos
e
muito
ás
pessoas
caritativas
a desventurada
Maria
José
da
Silva,
mo
radora
na
rua
dos
Sapateiros,
n.°
7.
Vive
em
extrema
penúria,
e
padece
de
doen
ça
incurável.
A
’
cavidade
publica.
—
Muito re-
commendamos
ás
pessoas
caridosas
o
in
feliz
Antonio
Marques
da
Costa,
morador
na
rua
de S.
Migtiel-o-Anjo,
casa
n.°
4,
3
0
andar,
que
se
acha na
maior
neces
sidade
e
doente,
vivendo
só
da
caridade
das pessoas
que
o soccorrem
com
alguma
esmola.
A
’
earídaile
publies.
—
Recommen-
daraos
ás
almas
caridosas
Anna
Joaquina,
de
8
annos
de idade,
que está
entrevada
ha
8
mezes.
Vive
em
penúria
extrema.
Mora
atraz
do
Tbeatro,
n.°
14.
ULTIMAS
NOTÍCIAS
Lisboa,
3.
—
«Diário»;
O
snr.
Alves
Malheus
foi
nomeado
bi-
bliolhecario de
Braga.
Foi
nomeado
professor
proprietário
da
cadeira
de
archilectura
civil
e naval
da
Academia
Portuense
de
Bellas-Artes
o
snr.
José
Geraldo
da
Silva
Sardinha.
Creada
uma
escola para
o
sexo
mascu
lino
na
freguezia
da
Sé,
da cidade
do
Porto.
Decreto
auclorisando
o
conselho
da
Academia Polytechnica
do
Porto
a
alterar
as
aulas
dos respectivos
cursos
e
mandan
do
fazer
durante
o
anno
lectivo
dois
exa
mes
de
frequência
em
todas
as cadeiras,
excepto
a
4
a
Decretadas
de
utilidade
publica
as
ex
propriações
para
melhoramentos nas
Caí
das
das
Taipas.
Nomeado
conservador
da
comarca
de
Cêa, Antonio
Augusto
Coutinho
da
Silva
Carvalho.
Demittido
o
escrivão e tabellião
de
Saiam,
José
Vieira
Caídas
Lemos.
Nomeado
para
suhstituir
o
logar
do
antecedente,
João
Antonio
Gomes.
Nomeados
juizes
ordinários,
de
Alber
garia, Bento
Alvares
Pereira
;
de
Sever
do
Vouga,
Antonio
Pereira
Vasconcellos
Sénior;
de
Chama,
José
Thomaz
Noguei
ra;
de
Caslellões,
Joaquim
José
Bastos;
de
Mesãofrio,
Alexandre
Pereira
de
Mello.
Idem,
4.
—
Na
Bolsa
venderam-se:
9
obrigações
de
coupons
da
Companhia
das
Aguas
a
85$800;
10
a
86$000;
5
dos
caminhos
de
ferro
do
Minho
e
Douro
a
90$000;
2
externas a
90$100.
Paris, 2.
—
Bismark
declarou
a
Oubul
Irloff
que
nada
foi
negociado
em
Vienna
contra
a
Rússia.
Londres,
2.
—
Diz
o «Daily
News»
que
quatro
regimentos
de
Turkestan
marcha
ram
sobre Caboul
para
ajudar
os
insur-
gentes.
Dizem de
S.
Petersburgo
que
Ma-
hood-Eadin
foi
convidado a
assistir
pro
ximamente
a
um conselho
extraordinário
de
ministros
turcos.
O
«Goloss»
considera
como
prologo
da
nomeação
de
Mahood
para
gran-vizir.
Um
bando
de
malfeitores
marroquinos
surprehendeu
uma
carabana
de
francezes
proximo
de
Serbou (?)
matando
dous.
Os
indios
de
Utah
atacaram
o acam
pamento
americano.
Houve
mortos
e
fe
ridos.
Londres, 3.
—
Dizem
de Simla
que
nos
batalhões
afghans,
os insurgentes
estão
en
fraquecidos
pelo
cholera, e
começou
a
deserção.
O
conselho
municipal
reunido
na
Li-
vadia,
decidiu
abolir
os
voluntários e
au-
gtnentar
os
quadros
do
exercito
de
arti-
Iheria.
E’
provável
que a
entrevista
do
prín
cipe
Bismark
e Gortschakofl
se
realise
antes
do
outono
Paris,
3.
—
Dizem
de
Perpignan
que
a
fronteira
está
muito
vigiada.
E’
geral
a
tranquilidade,
nem
ha
indícios
de
conspi
ração
alguma
contra
a
Hespanha.
Londres,
4.
—
Dizem
de
Candahar
ao
«Times»
que
uma
colomna
ingleza
che
gara
no
dia
30
de
setembro
a
Khelati-
chelzai.
As
tribus
parecem
amigaveis
para
com os
inglezes,
e
mal
dispostos
para
com
o
Emir.
Foram
cortadas
as
communicações
in-
glezas
com
Shutargardan.
Um
telegramma
de
Constantinopla
para
o
«Standard» annuncia
que
ha
desconten
tamento
na
Bosnia
e
Herzegovina
contra
os ausiriacos.
New-York,
2.
—
O snr. Sbermann
pro
nunciou
um
discurso
á
índia, em
Napo-
lis
(?);
alludindo
aos
recentes
combates
em Colorado
declarou
que
o
exercito
é
insuíficiente,
tornando-se
muito
necessário
augmenlal-o.
.New
York,
3.
—
Noticias
de
Havana
dizem
que as
forças
dos
insurgentes
reu
nidas
foram
debandadas
em Rio
Palmita
e
Molones.
Ficaram
presioneiros
95
insur
gentes.
Londres,
3.
—
A
Inglaterra
oífereceu
a
sua
medeação
entre o
Egyplo
e
a
Abys-
sinia.
Os
musulmanos da
Bulgaria
recusam
entrar
na
milicia
búlgara.
ANNUNCIOS
HERANÇAS
E DIVIDAS
Compram-se
direitos
e
acções
a
heran
ças
e dividas;
ou
liquidam-se
por
conta
dos
interessados
abonando-se-lhe
as
des
pesas
sendo
necessário.
Braga—Rua
dos
Pelames
21
(2648)
CAMPO DE D.
LUIZ I N.°
9.
Novo sortimento
de
vinho
do
Douro,
superior
qualidade, sem
aguardente, da
casa do
bacharel
A. J
da
Silva Cerquei-
ra,
vindo
directamenle
pela
nova
via fér
rea;
sem
receio
de
fraude.
Preço
por
quartilho
60
reis
(2619)
CONSULTORiO.
CAMPO
DE SANTANNA N.° 37
Manoel
Joaquim
Alves
Passos,
regres
sando
das
Caídas
do
Gerez,
reabriu
o
seu
consullorio, no
camp.o
de
SanUAnna,
onde
póde ser
procurado
desde
as
10
horas
até
ao
meio dia,
para consultas medico-cirur-
gicas,
especialmente
para
doença
d
’
olhos.
Braga 6
d
’
outubro
de
1879.
(2650)
DECLARAÇAO.
O
abaixo assignado,
declara
pelo
pre
sente
annuncio
que, para
cortar
duvidas,
em
rasão
de
haverem
nomes
iguaes;
de
hoje
para o
futuro
assignar-se-ha
Antonio
Fer
nandes
Lopes
Cabanellas.
Braga
6
d
’
outubro
de 1879.
Anlonio
Fernades
Lopes Cabanellas.
(2651)
Manoel
Marlins Canellas,
acaba
de
mudar
o
seu
armazém
nos
baixos
do
Tri
bunal
Judicial,
ao
largo
de
S.
Agostinho,
para
o
campo
da
Feira,
proximo
á
anti
ga
fabrica
deçabão.
Espera, pois, que
seus
numerosos
freguezes
continuarão
a
honral-o,
concorrendo
ao
seu
estabelecimento;
dan
do
assim
uma
prova
de
que sabem
apre
ciar, na sua
devida
altura,
a
excellencia
dos
vinhos
da Bairrada, tão
justamente
afamados
em
toda
a parte onde são co
nhecidos.
Braga
30
de
setembro
de
1879.
(2646)
Na
rua
do
Campo
n.°
22
vende-se
ba-
ga de
sabugueiro,
legitima
do
Douro,
por
preços
commodos;
a
quem
a
pretender,
dirija-se.
á
mesma casa.
(2640)
XABREGAS
B#pé
Meio
grosso,
botes
de 250
gr.
400
Rapé
Cruz
Malta
»
»
» »
450
Rapé
Secco
»
»
»
»
600
LEALDADE
Rapé
Meio grosso
botes
de
250
gr. 300
ESapé
» »
1
a
»
350
Rapé
Cruz
Malta
»
D
»
J>
350
Rapé
Secco
»
»
»
300
Rapé
Vinagrinho
D
D
300
50
—
Rua do Carvalhal -50
BRAGA
(2647)
KOITAIi.
Pela reparlíção
dislriclal
de
obras
publicas
de
Braga
Faz-se
publico
que
no
dia
15
do cor
rente
mez
se
arrematarão,
por licitação
verbal,
em hasta
publica,
treze
tarefas
para
feitura
da
estrada
dislriclal
n
0
6.
d
’
A mares
a
Refojos
de
Basto,
lanço
de
Cima
de
Villa
á
Portella da
Bage.
A
arrematação
terá
logar
pelas
12
ho
ras
da
manhã,
do
dia
supra
mencionado,
na
administração
do concelho
da
Povoa
de
Lanhozo,
e
as
peças
desenhadas
e
escriplas
do
respectivo
projecto,
podem
ser
vistas,
desde
as 9
horas
da manhã
até
ás
3
da
tarde,
na
aliudida
repartição.
Repartição
dislriclal de obras
publicas
de
Braga, l.°
de
outubro
de
1879.
O l.°
engenheiro,
Anlonio
Plácido
de Vasconcellos
Peixoto.
(2643)
CURSO
1
‘itiTico
e
flmmncÀi
da
língua
franceza
SEGUNDO
O
PLANO
5)0
PROFES-
SOSfc
AMN
POR
ALBINO
COELHO
l.° VOLUME
Obra
approvada
pela
junta
consultiva
de
Instrucção publica
e
adoptada
no
Se
minário
Conciliar
de
Braga.
Preços
500 reis.
Vende-se.
no
escnplorio d’esla typo
graphia.
(2636)
COASULTOíH»
DE
CIRLRGIA
e
Mscimiu
DEimi
J.
M. Pinheiro
CIRURGIÃO
DENTISTA
DA
ESCOLA
AMERICANA
.
Mudou a
residência
da
rua
do Campo
para
a
rua
dos
Chãos
n.°
39
—
Braga.
(2645)
AVISO
VIUVA
GERMANO JOAQUIM BARRETO
23,
RUA DO
SOUTO,
23
B SI AG.A
Faz
publico
que
todos
os
livros
adoptados
no
Lyceu,
d
’
esta
cidade,
e
aulas
particulares
se
acham
á
ven
da
na
sua
acreditada
livraria.
Preços do Porto
com
abatimen
tos.
(2638)
AKBENDA-SE
Uma
casa de
dois
andares
com
pequeno
quintal
e agua,
na
rua
(
|
e
s
Geraldo,
n.°
20. Trala-se
na
mesma
rua
n.°
17.
(2323j
IKJECÇÃO HÍ6IESICA
BALSAMICO PBOPHILATICO
Esta
injecção
é
a
unica
e
eíficaz
que
cura
em
seis ou
oito
dias
toda
a
qualida
de de
purgações
tanto
antigas
como mo
dernas,
ainda
as
mais
rebeldes.
Vende-se
em
Braga
na
pharmacia
Alvim,
á
Porta
Nova.
Em
Coimbra,
pharmacia
Barata
Di-
niz, rua de
S.
Bartholomeu.
Deposito
principal
no
Porto na
Phar
macia
Madureira,
rua do Triunfo
n.° 742,
proximo
ao
Palacio
de
Chrystal.
Preço
de
cada
frasco
—
460
rs. (2506)
Consultoria Medico-Cirurgico
to
da
10
—RUA
DE S. JOÃO —10
Alfredo
Passos
ouve
de
consulta
dos
os
dias
do
meio
dia
ás
2
horas
tarde.
Faz
operações
de
grande
e
peque
na
cirurgia.
Especialidade—
partos.
(2617)
1AJECÇî
BM6AGA.
Esta
maravilhosa
injecção,
como
cal
mante,
é
a
unica
que
não
causa
apertos
d'uretra,
curando
todas
as
purgações
ainda
as
mais
rebeldes
como
muitas
pessoas
o
podem
allestar.
Deposito
em
Braga na
pharmacia
Bra
ga
—
Esquina
de Santa
Cruz
—
40
Porto
—
Cardoso
—
Praça
de
D
Pedro
—
113.
(2631)
COX.LFGie»
BO UOM
SUCCESSO
N
’
este
collegio,
em
Villa
Nova
de
Gaya,
ao pé
da
ponte
pênsil,
admillem-
se
alumnos
internos
d
’
ambos
os
sexos,
por 6,
7
e
8
mil
reis
mensaes,
confór-
me
as
edades.
O
ensino
da
leitura
é
pelo
syslema de
João
de
Deus.
Dirigir
ao
di-
reclor
M.
J.
G.
de
Mello.
(2554)
ACÇÕES
nti»
BtlíCO
»E
VIffJL
1
KJEAI
j
.
Compram-se
3
na rua de
D.
Pedro V
n.°
25.
(2641)
JLE1TIC
BE JUMEMTA.
Fornece-se
por
900
reis
cada
mez,
ou
30
reis
cada
quarteirão,
èm
S.
Jero-
nymo
de
Real. Quem
necessitar
dirija-se
a
Joaquim
Pasteleiro,
rua
do Campo
—
(Hospedaria
A
guia
Douro).
(2639)
de
casas com
dois
Uma
andares,
20
A.
Está
boa
sita
AR.UG.a-SE
morada
na
rua
do
Anjo,
n.°
20
e
encarregado
de
a
mostrar
e tra
tar
do
aluguel o snr.
Oliveira,
aferidor,
morador na
mesma
rua
n.°
22.
(2547)
ALUGLM-SE
Os
altos da
casa
da
rua do
Campo,
n.°
22,
com
bons
commodos para
uma
numerosa
familia.
agua
encanada
e
bellas
vista.
Quem
pretender
dirija-se
á
mesma.
(2557)
BREVE
COMPENDIO
DE
ORAÇÕES
E
DEVOÇÕES
ADOPTADAS
PELOS
MISSIONÁRIOS
QUARTA EDIÇÃO
Novamenle
correcta
e
muito augmentada
com
novas orações
e
devoções
indul-
genciadas,
e
concedidas
posterior-
mente
á
ultima
Raccolta.
Com
approvação de
S.
Exc
*
Revm
*
o
Snr.
D. Joáo Chrysostomo
d’
Amorim
Pessoa,
Arcebispo
Primaz.
Vende-se
em
Braga,
na
typographia
Lusitana,
rua
Nova
n.°
4,
e
nas
livra
rias
de Manoel
Malheiro, rua do
Almada,
Porto,
e
Cathohca,
de
Lisboa.
Preço=l6()
em
brochura,
e
240
enca
dernado.
HBíBO
A
Meza
da
Santa
Casa
da
Misericór
dia,
de
Braga,
tendo
em
consideração
a
avultadLsima
despeza
que
está
custan
do
o fornecimento
de
pannqs
e
lios
para
o
curativo
de
feridas
no
Hospital
de S.
Marcos,
empenha
n
’
este
acto
de
caridade
a devoção
de seus
concidadãos.
O
escrivão
JCourenço
da
Cosia
G,
Pereira
Remardes.
com
o mais grão
successo,
depois mais
de 40 annos por a
maior parte
dos
médicos por curar a
rMorosis
((luxo
branco)
doança das
mancebas filhas e to
das as moléstias
chloróticas.
Eis aqui a
opinião
dos mais eminentes
médicos que as
tem
experimentado
:
«
Depois 35
annos que exerço a medicina,
«
tenho
reconhocido a este medicamento
«
(Pilulas de Biaud)
vantagems incontesta-
«
veis
sobre todos os outros
ferreos e eu
«
o miro
como
o melhor anti-chlorótico. »
C
DOUBLE,
ex-prisidente
da
Academia
de
Medicina.
«
De
todas as preparações ferreas que
i nos
hao dado bons resultados no trata-
«
mento das
affeições chloróticas,
as pilu-
«
las
de
uiaod parece-nos devem
estar na
«
primeira
fila. »
—
Diccionario wiiv. de
Medicina,
t. n, page 99.
I
Como
prova da
autbantlcidada, o.
nome
do Inventor eatà
gravado aobre
cada
pílula como aqui Junto 1
Depositos
: Parit, t, r.Paptnne.
Em
Lisboa,
snr.
Barreio,
Lorêto
n.°
28
—
3
St
A
(/o
Fabrica
a vapor de
fundição
de ferro e met ies
Travetmi
«8e
S.
Jloãr»—ESraga.
N
’
esta
fabrica,
unica
na
província
do
Minho,
fabrica-se
toda
a qualidade
de
obra,
tanto
de
ferro como de
metal.
O
proprietário
da
mesma
não
se
tem
pou
pado
a sacrifícios
para
poder
elevar
este
melhoramento
de
industria
á
altura
de
poder
compelir
em tudo
com
as
fabricas
de
igual
genero
do
Porto e
outras loca
lidades.
pois
que
no
seu
estabelecimento
se
fazem obras
de
todos
os
tamanhos
e
quali
dades
pelos
preços
que
possam
ser
encontra
dos
no
Porto
N’
esta
fabrica
fumlem-se
peças
de
pezo
de
5:006
kilos
e
maiores,
sendo preciso,
achando-se
já
inuit
s
obras
fundidas,
avul
sas, como
são:
buxas
para
eixos
de
carrua
gens,
moinhos
para
moer
tintas,
pés
para me
<<
AdoptíJo
em todos os Hospitaes.
aecommendada por todos os Médicos
Centra
a
ANEMIA,
CHLOROSE, DEBILIDADE,
FRAQUEZA, PERDAS BRANCAS- etc.
O
Ferro Bravais
(ferro liquido em gottas concentradas) é o unPo J
exempto
de
qualquer
acido: não tem
cheiro nem sabor,
r’-
•
prisão
do
ventre, diarrhea, irritação nem cança o estomago; alem d’tslo
A r\
rntf
mãr\
fri*. no
'nrflfna
V
s
exempto
de qualquer
ácido: não tem
cheiro nem sabor, hão
produz
prisão
do
ventre, diarrhea, irritação nem cança o
estomago;
alem
d
’;slo cp
e
o unico
que nao fiz
os
dentes pretos.
E’
o mais economíso de todos os ferruginosos,
pois quo am frasco
flora
um
mez.
a
Deposito
geral
em Paria, 13, rue Laíayette (Perto
da Opera),
e em Iodas as Pkarmacias.
à
’ Desconfiar-se
das
imitações
peristosas
s
exijir a
marca
de
fabrica
que
vae
jmicta.
s&Envia-se
grátis
a quem o pedir por carta franqueada, um interessante foi oto sobre a Anemia e o seu tratamento/^
Deposito
no
Porto,
Ferreira
&
Irmão, e
nas
principaes
pharmacias
do
reinno.
Gran êxito en
Paris
VELOUTINE
CH
le‘ FAY
POLVO DE ARROZ ESPECIAL PREPARADO CON BISMUTO
INVISIBLE
Y
ADHERENTE, di al cútii freicura y trasparencia.
I
nventor
CHARLES FAY,
9,
rue
de
la
P
aix
, PARIS
Se vende en
las Farmacias,
Perfumerias, Beluquerias y tiendas de qnincalta.
72, roa
dos
Douradores,
72
—
LISBOA.
Francisco
ArSliair
<ia
Silva—««Éster
S
Víf I
«Èi -.h
•7
Empreza
editora
de Francisco Arthur da
Silva
—Lisboa.
e
MSONiâí
K
\
TODOS
OS
ASSIGNANTES
DA
BISTOBIA
UlíinâSAL
po
a
Cleiassr Cantai
Desde
a
creação
do
mundo até 1862
—
con
tinuada
até
1879
por
D.
NEMESIO
FERNANDEZ
CUESTA;
Com
a
noticia
dos
factos
mais
notáveis
relativos
a
PORTUGAL
2
BRAZIL
Traduzida
da
edição
franceza
de
1867 e
acompanhada
da
versão das
citações gregas
latinas,
e annolada
por
iTSísiao«l
SSejriaarsSeB
tSlrraneo
Da
Academia
Real
das
Sciencias
de
Lisboa;
professor
das
linguas
grega
e latina,
etc.
2.a
edição,
illustrada
com
81
gravuras
primorosaniente
executadas.
fiS v®Ssimes
tn-
41.®
grande.
O
editor
proprietário
d
’esla
publicação,
gialo
aos
favores
do
publico,
e
compre-
lien
ieudo
a
necessidade
de
publicar
um
13.°
volume para
que
esta
2/
edição
da
HISTORIA
UNIVERS
à
L
fique
mais com
pleta,
resolveu
dlerecer
aos turs.
asfiguaip
zas
'de marmoie
ou
de
.madeira,
bancos
para
jardins,
bòrobás
de qualquer pres
são
até
á
altura
de
200
palmos,
grades
para
sacadas
ou
jardins, columnas e
con
solas para
lampèões,
prensas
para
copia
dores,
fuzos
de
novo
systema
para
la
gares,
ferros
para
alfaiates e chapelieiros
tapeies
e
ventiladores
para
soalhos, canos
e joelhos para agua,
de
todas
as
grossu
ras,
guinchos
de
pedreiro
de
todos
os
tamanhos.
Além
d
’
estas
obras,
que
ha
feito,
toma
encommendas
para
todas
que
possam fazer-se
de
ferro,
aço
ou
metal.
Também
concerta
todas
as
obras
d
’
este
genero
principalmente bombas de
poços.
<i
proprie
tario
Antonio
Germano Ferreirinha.
Cnixu
penhnriHta
Braearenge
na
Travessa
<!e
1$.
Gualditn
d
’
esta
«idade.
Continua a
emprestar
dinheiro
sobrt
penhores
todos
os
dias
desde
as 8
horas
la
manhã até ás
9
da
noute
na
mesma
caixa.
Vende-se roupas
Pede-se
a
todos
os
mutuários
que
ti
verem objeetos empenhados na
mesma
caixa
com
alrazo
de
juros
de
Ires
mezes
os
venham
pagar
ou
resgastar, senão
se
rão
vendidos.
Ceremontal segundo
o
rito
Romano
que
deve
observar-se
na
Tercia e
missa
conventual
cantada
na
capella
do
Seminário
Conciliar
Rracarense.
Escriplo
pelo
Presbylero
JOÃO
REBELLO CARDOSO DE MENEZES,
Vice-Reitor
do
mesmo
Seminário.
Vende-se
no
mesmo
Seminário,
e
escriptorio
d
’este jornal.
Preço............................ ’
120
rs.
no
tes
que
o
auxiliaram
n
’esta
empreza
e áquel-
les
que de
boje em
diante
o continuarem
a
coadjuvar,
como
B»íAíl>E
«
deeimo
terceiro
vaJume,
contendo
trinta
e
cin
co
capítulos,
seis
gravuras
e
dois
índices,
sendo
o
primeiro
chronologico
e
remissi
vo
de toda
a Historia
Universal, servindo
para
a
procura
dos
factos
que
n
’
e.ia
vem
exarados,
e
o segundo
alphabelico, con
tendo
os
nomes
de
todos
os
homens
no
táveis
que
figuram
na
historia,
e
os
títu
los
geraes
de
todas
as
matérias,
servin
do
de
auxilio
ao
primeiro
Comprehendendo
a
narração
desenvol
vida
dos
acontecimentos
históricos
occor-
ridos
desde 1851
até
1879, escriptos
em
hespanhol
por
I).
Nemesio
Fernandos
Cues-
ta,
e accrescentados
na
paite
que
diz res
peito
a
Portugal
e Brazil,
por
Manuel
Ber
nardos
Branco.
Fica
portanto
completa
a segunda
edi
ção
da
HISTORIA
UNIVERSAL,
em
treze
volumes
in-4.
u
grande
e
custará:
Brochada
....
200000
reis
fortes
Encadernada
.
.
.
270000
«
»
Para facilitar
a
aequisição
d’esta
tão
importante
obra
ás
pessoas
menos
abasta
das
que
a
não
possam
comprar
de
uma
só
vez,
o
editor
deliberou
conservar
aber
ta
a
assignalára
em
Portugal
e
no
Brasil.
Cada
folha
de
16
paginas
a
duas
colum
nas,
5
»
rs.
—
Cada
gravura primorosamen-
le
executada,
40
rs.
Condições
da assignatura
:
—
A
assigna
tura
póde
fazer-se
por
entregas
de
duas
folhas,
e
as
gravuras
como
convier—
por
fascículos
de
cinco
folhas e uma
gravura
e por
volumes,
brochados.
—
Cada
entrega
de
32
paginas
e
1
gravura,
140
rs.
—Cada
fascículo
de
80
paginas
e 1
gravura,
290
rs.
CADA
VOLUME:
1.°
vol. br. oro. de
9
grav.
M870
2.°
>
>
»
6
10665
3.°
»
>
»
7
10605
4.°
>
>
» 5
10525
5.°
>
•
» 6
»
10615
6.°
»
>
» 6
10690
7.»
>
>
»
6
d
10640
8.°
»
»
6
»
10615
9.°
n
>
»
6
>
10565
10.°
>
»
»
6
10615
11.°
>
>
»
6
10610
12.°
D
»
D
»
6
10815
13.
ULTIMO,
ornado
de
6
gravu-
ras,
brinde
a
lodos
os
assignanles,
no pre
lo,
GRÁTIS.
Das
81
gravuras
de que
consta
a
obra
estão
tiradas
45,
pertencentes
aos
vol.
I
a
7.
Este
decimo
terceiro
volume
será dis
tribuído
depois
de
completo
e
brochado
a
lodos os assignantes que
tenham
pago
o
decimo
segundo
volume.
Os
assignantes
teem
as
seguintes
van
tagens:
Garantia
e
certeza
do
complemento
da
obra,
e
poder
receber
como
e
quando
qui-
zerem,
por
entregas,
por
fascículos
ou
por
volumes.
LISBOA:
—
A
assignatura
póde
fazer-se
por
entregas,
fascículos,
e
por
volumes. 0
assignante
receberá
uma-
entrega
de
duas
folhas
por
semana,
pelo
menos,
e
as
gra
vuras
que lhe
convier,
pelos
preços
acima
marcados, pagando
ao
distribuidor
no
acto
da entrega
a
sua
importância.
PROVÍNCIAS
E
ILHAS:—
A
assignatu
ra
póde fazer-se
por
fascículos
e
por
vo
lumes.
O
assignante
receberá
o
primeiro
fascículo
bu volume franco
de
porte,
e
só
depois
de
recebidos
mandará
satisfazer
a
sua
importância
em
estampilhas,
valles
do
correio
ou
ordens,
na
certeza
que
não
re
ceberá
o
segundo
sem
que
tenha
satisfeito
o
primeiro,
e
assim
successivamente.
As
pessoas
tanto
de
Lisboa
como das
províncias
e
ilhas
que
angariarem
DEZ
AS-
SIGNATURAS
REAUSÁVEIS
terão
UMA
GRATUITA,
dirigindo-se
directamente
ao
editor.
Assigna-se
no
escriptorio
do
editor-
rua
dos
Douradores,
72,
LISBOA
;
me
BRAGA,
na
livraria
Internacional
de
Eu
gênio
Cbardron,
e
nas
principaes
livrarias
do
reino,
ilhas
e
Brazil.
S
á
«
o
D
n
o
t
f-È
o
\
DE S.
MARCOS. N
B;
â?
1'
Vende
papeis
pinti-
dos para guarnecer salias
lindíssimos
gostos, a
prin
cipiar
em 80 reis a peça
,1
Vende olio, tintas e
vernizês
para pinturas
-
‘e
w
$
casas,
tudo de
boa quali- J
da-de.e preços muito
resu- .fej
midos.
1
Vende
cimento roma
no
para vedar
aguas, ges
so
para estuques
de ca
sas, tu
lo de primeira qm
lífe
I.ÍJ
M»A
KBSPOmVEL-Luiz Bsplisla da Slh«
BRAGA,
TYPOGRAPHIA LUSITANA-
Parte de Comércio do Minho (O)
