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-
FOSLIIAL
EtiíLáWaoSA,
P<NLTTICA K Híí^T.8CIOSA.
REDACTORES—D. Miguel Sollo-Mayor e
Dr. Custodio Velloso.
7.°
ANNO
PREÇO
DA
jASSIGNATURA
2&000
1&600
3&600
10
12
mezes,
com
estampilha.
.
12
mezes, sem estampilha.
Brazil,
12
mezes,
moeda
forte.
Folha
avulso
..........................
PUBLICA-SE
ÁS TERÇAS, QUINTAS
E SABBADOS.
PUBLICAÇÕES
Correspondências
partic.
cada
linha
Annuncios cada
linha
.....................
Repetição.....................................
Assignantes,
20
p,
c.
d
’
ahatimento
40
20
10
N.° 991
EC
HL
3
“
S®
S
HFX?
ÊS
Toda
a
correspondência
deve
ser remettida, franca de porte,
á
administração
do
jornal—O
«Commercio
do Minho», rua No
va,
n.
0
4.
i_;ar
QUINTA-FEIRA
2 DOUTUBRO
DE 1879
Transcrevemos
hoje
um
excel
lente
artigo
da
«Palavra»
sôbre
a
compra
dos
bens
das
Misericórdias.
E
’ um
artigo
de'Opportunidade,
que
póde
esclarecer
os nossos lei
tores.
Sustenta-se
n’elle,
que
«a
pena
de excommunhão para
os
compra
dores
de
bens ecclesiasticos hão
abrange
os
compradores
de
immo-
veis
(v.
gr.
fóros)
pertencentes a
Misericórdias».
Parece-nos,
que
se
apresentam
todas
as
boas
razões,
que
é
possível
adduzir
a
favor
d
’
esla
opinião.
Os
nossos
leitores,
consideran
do-as
e
comparando-as
com
as
que
tiverem
em
contrário,
poderão
deci
dir-se com
maior
facilidade
em que
stão
de
tanta
importância.
E
’
o
fim,
que
temos
em
vista.
ííji
bens
«I
bh
miserteordias.
Foi coram
unicada
á
redacção
d
’este
jornal
a seguinte
pergunta:
A
pena
de
excommunhão
para
os compradores
de
bens
ecclesiasticos
abrangerá
os
compra
dores
de
immoveis
(v.
g.
fóros)
perten
centes
a
Misericórdias?
Parece-nos
que
esta
questão
está
re
solvida
por
si
mesma.
A
pena
de
excommunhão
fulminada
contra
qualquer
acto
não
póde
ser
senão
de
interpretação
restricta
e
de
modo
al
gum
ampliar-se
a
outros
actos,
embora
pareçam
analogos.
Sem
entrarmos
por
agora
no
estudo
da
instituição das
Misericórdias
entre
nós,
o
fado
é
que não
foram
consideradas
ec-
clesiasticas,
nem
administradas
por
corpo
rações
d’
esta
natureza.
Ainda
não
era
conhecida
a
celeberri-
ma
doutrina
de
não
admittir
direito de
propriedade
para
a Egreja,
e já
as leis
patrias,
nunca
contestadas
pelo
poder
ec-
clesíaslico, não
permittiaro
que as
Miseri
cordias possuíssem
bens
immoveis
além
dos
indispensáveis
para
os
seus institutos.
Podiam
as
Misericórdias
ser
herdeiras
ou
legalarias,
entrando
por
isso na
sua
ad
ministração
bens
immoveis; mas
eram
el
las
obrigadas
a
vendel-os
dentro de
anno
e
dia
náo
podendo
usufruir
senão
o
ca
pital
d
’
elles
resultante.
Resultava
d
’aqui
que as
Misericórdias
se
tornavam em
bancos
agrícolas,
mu
tuando
os
seus
capitaes
aos
lavradores,
que
os
precisavam
e se obrigavam
a
pa
gar
o
juro
legal,
isto
é,
a
vintena
do
ca
pital,
unico
que
ainda
hoje
admittem
os
moralistas
como
perfeitamenle
licito.
Conservavam
todavia
as
Misericórdias
os
fóros,
por
isso
que
estes
equivaliam
a
om
juro
pelos
terrenos,
cujo
dominio
util
pertencia
aos
emphyteulas ou censuarios.
O
nosso
Codigo
Civil
no
art.
1781.°
reconhece
n
’estes
institutos
como
nas
ou
tras pessoas
moraes
o
direito
absoluto
de
herdar,
quer
na
qualidade
de
herdeiros,
quer
na
de
legatários.
No
§
unico
todavia
do,
mesmo
art.
exclue
d
’esta disposição
as
corporações de
instituição
ecclesiastica,
por
isso
que
a
estas apenas
concede
o
direito
de
rece
ber
até
ao
nono
do
valor
da
herança
do
bemfeitor,
ou
o
terço' da
terça,
por
isso
que
se
quiz
evitar
a
herança
em
favor
da
alma.
E a
antiga
disposição
de
serem
inver
tidos
era
moeda
os
bens
deixados
a
qual
quer
corporação
ou
pessoa
moral
é
suscita
da
no
art.
.35
do
Cod.
Civ.
Não
pódem
estes
institutos
adquirir
bens
immobiliarios,
por titulo
oneroso;
mas
sim
por
título
gratuito,
e
n
’este
caso
leera de
convertel-os
em
fundos
públicos
dentro
de
um
anno,
sob
pena
de
perdi-
mento
em
favor
da
fazenda
nacional.
Ora
as
Misericórdias
teem
sido
e
con
tinuam
a
ser
herdeiras
universaes,
e
le-
gatarias
de somma
superior
á
nona
parle
das
heranças;
d’
onde
se
vê
que
juridica
mente
e
por
consenso
unanime,
as
cor
porações
d
’
esla natureza
não
são
conside
radas
como
ecclesiasticas,
e
assim
a
sua
propriedade
de
qualquer
natureza
não
está
subjeita
ás
leis
especiâes
que
regem a
propriedade
ecclesiastica.
e
também
não
são
applicaveis
aos
compradores
as
penas
fulminadas
contra
os
que
adquirem bens
ecclesiasticos, sem
que
para
essa
acqtii-
sição
haja
consentimento
ou
sancção
por
parte
da
Santa Sé.
São
as
Misericórdias
instituições
de ca
ridade
e
beneíicencia,
regidas
por
seus
compromissos,
em
que
a
auctoridade
ec-
clesiaslica
não é
parte.
E
’
verdade
qne
n
’
esses
compromissos
figura
uma
parte,
da
competência
ecclesiastica,
que é
tudo
quanto
é
relativo
ao
pio;
mas esta
frae
ção
das
funeções,
inherentes
ás
Miseri
córdias,
não
lhes
dá
o
caracter
de
cor
poração ecclesiastica;
sendo
a
sua
admi
nistração
perféitamente
civil,
como vemos
em
todas
ellas,
datando
os
seus
compro
missos
de
epocha
muito
anterior
á
expo-
liação
da
propriedade
da Egreja,
e
ao
abuso
do
poder
civil
contra
os
institutos,
que
a
mesma
Egreja
creou,
favorece,
ap-
prova
e
quer
que
subsistam
para
satisfa
zer
aos
grandiosos
fins
que
tem
em
mira.
A
lei
civil procurou sempre evitar
a
amorusação desmedida de
bens
immoveis
nas
corporações,
cora
o
caracter
de
per
petuidade,
e
por
isso
por
disposições
suc-
cessivas
coarciou
mais
e
mais
esse
mal
que
ia tomando
proporções
colossaes;
to
davia
o
’
que
ella
não
quiz,
nera quer, é
tolher
os
meio de
desenvolvimentos
para
essas
instituições,
onde
a caridade
se
exerce
por
modo
mais
efficaz
do
que se
poderia
conseguir
com
a
caridade
indivi
dual
e
espontânea.
Podem
pois
herdar
tudo
quanto
lhe
deixarem,
e
não
carecem
de
licença
para
acceitação,
porque
a herança
nunca
é
obrigada
além
das
suas
forças (Cod. Civ.
Art"
1793 e
2019);
mas
o
que ellas
não
podem
é amortisar
os
immoveis
de
que
toram
herdeiras
ou legalarias,
e
assim
alargam
a
sua
fortuna
sem,
ir
de
encon
tro
ao principio
da
desamortisação,
que
não
nasceu
com
as
ideias
modernas,
jnas
é antigo,
por
ser
racional.
A
venda
iramediata
de
todos
os
im
moveis,
deixados
a
estes estabelecimen
tos,
é
obrigação
antiga'do
direito
pátrio;
o que
não
succedia
assim
era
o
que
di
zia
•respeito
aos
fóros
e
pensões
porque
esses
os
conservavam
as
Misericórdias
e
não
havia
inconveniente n
’
isso,
admittido
o
systema
emphyteulieo, porque
o
domí
nio
util
passava
para
os
indivíduos
e
não
se
dava
a
ainorlisação
da
terra.
A
lei hoje nem
isto
consente,
pois
apenas
quer
que
os
fundos
das
Miseri
córdias
sejam
constituídos em
tilulos
con
solidados
de divida
publica.
Ficaram
todavia
resalvadas
as
leis
es-
peciaes,
que
deem applicação diversa a
esses
fundos,
e
como
todos
sabem
essas
leis
auctorisam
até
a
formação
de
ban
cos
ruraes, como
acontece
com
a
Mise
ricórdia
de
Vizeu.
Não
seria
menos vantajoso
para
o
paiz
que
os
fundos
das
•
Misericórdias
tivessem
essa
applicação,
mas
isto
é
questão
de
raethodo
que
não
interessa
á questão,
que
nos
occupa
n
’
este
momento.
O
que nos
parece
averiguado
e
se
guro
é
que
a
aequisição de
bens immo
veis
das Misericórdias
não
é
subjeita
a
nenhuma
pena ecclesiastica,
e que para
estes
casos
não
ha
necessidade
de
sancção
ou auclorisação
competente.
As
Misericórdias herdam
em
virtude
da
lei
civil,
que
lhes
concede
essa
facul
dade
apenas
com
a
reslricção
de
não
po
derem conservar
mais
de
um
anno
a
pro
priedade
adquerida
por titulo
gratuito.
Quem
beneficia estes
institutos
sabe
perfeitamenle
que
não
lhes
dôa
bens
de
raiz, mas
o
valor d'elles, para terein
a
applicação
legal;
a
corporação
acceilando
la
herança
ou
legado
sabe
igualmente
que
adquire para
vender
immediatamente;
as
sim
não
ha
illusão,
fraude
ou
irregulari
dade.
Não
succede
o
mesmo
com
referencia
á
propriedade,
de
qne
a
Egreja
eslava
de
legilitna
posse
e
de
que
foi
forçada
a
privar-se,
por
acto
violento do
poder
ci
vil,
sem
accordo
com
ella
mesma.
N
’
esta
questão
avultam
princípios
de
alta justiça,
que
á
Santa
Sé
cumpre de
fender;
e
na
impossibilidade
de se
apoiar
no
poder
civil
recorre
ao
seu
codigo
pe
nal.
A
questão
das Misericórdias
é
mui
di
versa,
e
a
resolução,
quanto
ao
modo
de
ser
da
sua propriedade, tem
em
seu
abo
no
a
sancção
do
tempo,
o
consenso
una
nime,
a
nattneza
mesma
da
instituição,
e
a
nenhuma
objecção
opposta
por
parte
da
Santa
Sé.
E’
o
que
nos
occorre
para
responder
ao nosso
illustre
inlerpeliante.
UMUMMb^ni
I
TTl
—
—
Nunca
nos
dirigimos
com
mais
acerba
mágoa
aos nossos leitores,
como
ao
escrevermos
estas
linhas.
Como
por
vezes
temos
dicto,
o
snr.
Francisco
Pereira
d’
Azevedo,
antigo
proprietário
e
redactor
do
«Direito»
e
d
’outros jornaes
calho-
licos,
e
actualmente
da «Propagan
da
Catholica» e
«Libertador
das
Al
mas
do Purgatório»,
acha-se
muito
doente
no
Porto,
e
sem meios para
se
tractar!
Este
respeitável
cavalheiro
vê-se
reduzido
a
tão
triste
estado,
por
que
sempre
sacrificou
todos
os
seus
haveres e
forças
na
propaganda
das
mais
sãs
doutrinas.
Alguns
amigos
do
snr.
Francis
co Pereira
de
Azevedo,
fervoroso
apostolo
dos
verdadeiros princípios
religiosos
e
sociaes,
abrem
uma sub-
scripção
em seu
favor,
e pedem o
concurso
de
todos
os
calholicos para
suavisar
a
penúria
d
’
aquelle
infeliz
quão
behemerito
cavalheiro.
A
subscrição
fica
aberta
em
casa
do
snr.
Manoel José
Vieira
da
Ro
cha,
na
rua
do
Souto,
n
’
esla
cidade.
Abertura
iíhh
iíje
S
us
no
Semi
nário
e
í
»
Miisun
do
Kapiirito
San
to.
—
No
dia 5
do
corrente outubro,
pe
las
10
horas
da manhã, na
capella
do
Paço
Archiepiscopal,
haverá
a
Missa
do
Espirito
Santo,
a
que
são
convidados
a
assistir
todos
os
Professores
do
Seminário
Conciliar
e
todos
os
collegiaes
e esludan-
le%
externos
do mesmo
Seminário,
e
no
tim
da
qual
o
Ex.
ff
‘
u
Snr.
Arcebispo
Pri
maz
descerá
à
dita
capella
e,
cantando
o
Veni,
Creator
Spirilus
e
a
respectiva
ora
ção.
o
decano
dos
Professores,
o
Revd.
m
®
snr.
dr.
Domingos
Moreira
Guimarães,
fará
nas mãos do
Ex.
mJ
Prelado
a
Profissão
de
Fé
mandada
pelo
SS.
Padres
Pio
IV
e
Pio
IX,
e
depois
todos
os outros
Pro
fessores,
a
seu turno,
irão jurar
a
mesma
Fé,
pondo
a
mão
direita
sobre
o
missal;
e
concluído
este
acto
irão
todos em
pré
stito
á
sala
dos Arcebispos
e
ahi
o
Revd.mo
Snr.
dr.
Gonçalo
Fernandes
Vaz
fará
a
oração
de
sapientia,
a
quem
este
anno
compete
por
escala.
isonatív?».
—
Recebemos
do
nosso
amigo,
o
snr.
Luiz
Baptista
da
Silva,
que
tanto se
tem
empenhado
a favor
do
be-
nemerito
Pereira
de
Azevedo,
a
seguinte
lista
de
don.tivos:
Donativos
recebidos
em casa
do
snr.
Ma
noel
José
Vieira
da
Rocha, para
o
snr.
Francisco
Pereira
d
’
Azevedo.
Manoel
José
Vieira
da Rocha
Fr.
A. de
Santa
Cecilia
Fr.
M.
da
M.
de
D.
Domingos
José
de
Paiva
Antonio
Esleves
C.
Amoritn
Prior
d
’
Estella
José
Antonio
dos Santos
Coelho
Antonio
Bernardino
Pinto
de
Ma-
doreira
Luiz Baptista
da
Silva
Um
anonymo,
negociante
d’
esta
cidade
Reitor
de
Geleirós
Um
anonymo,
dos
suburbios
de
Braga
Padre
Manoel
José
Peixoto
P.
J.
L.
Padre
João
José
C. P. Portella
Uma anonyma
de
Braga
48500
28230
28000
18000
300
1,8000
1,8000
58000
500
28500
18000
98000
18000
18000
500
I880U0
508750
pe
na ã» de jnrnul. —
Temos
por
muitas
vezes
recorrido
a alguns de nos
sos
assignantes.
pedindo-lhes,
que man
dem satisfazer a
importância
de
suas
as-
signaturas
e
a
nada
se
teem
movido,
ignoramos
até
que
ponto
pretendem,
que
chegue
a
nossa
paciência.
Principiamos
hoje
por
suspender-lhes
o
jornal;
talvez
mais tarde
lhes publique
mos
os
nomes.
Estes
são
os beneraerilos
‘
assignantes,
que
nos
devem
mais de
tres
annos
de assignalura!
CSaroniea sietijjinMt».—
Hoje:
Expo
sição
do
Santíssimo
na
egreja do
Carmo.
A
’manhã:
—
Exposição
do
Santíssimo
na
egreja
das
Therezas.
Catííoltea.—
Domingo,
5
de
outubro.
Abertura da
nova
casa
da
Associação
no
campo
de
D.
Luiz
1,
e
praclica
do
Director
espiritual
ás
7 horas
da
n'oite.
Calechese
popular
na
egreja
de
S.
Mar-
,cos,
ás
4 da
tarde.
•
O
capitão
julgou
que
tinha
batido
em
casco de
navio
naufragado,
ou
em
algum
grande
pedaço
de
madeira;
mas,
olhando
por
*
cima
da
amurada,
avistou
ura
corpo
branco,
como
que
o
ventre
de
um
im-
inenso
peixe
de
60
pés
de comprimento,
ílucluando
inanimado
á
ilharga
do
navio,
tendo
á
roda
de
si toda
a
agua tinta de
sa
ngue.
Não
sabia
o
capitão
se
era
aquillo
um
giganteo
narval,
ou uma
baleia,
ou
algum
monstro
marinho,
e
diligenciava
agarral-o
quando a
tripulação
foi
dizer-lhe
que
o
navio
fazia
muita
agua.^
Depois
de propiiamente se convencer
do
perigo,
mandou
arriar
os
escaleres
e
abandonou
o
navio, que
foi
a
pique. Ti
nha
a
pròa
quasi
toda
arrombada.
Os
nautragos,
em numero
de
12,
fo
ram recebidos
horas
depois
pelo
«Caland»
de
Rolterdam.
JormtlHino
m»
Biilgari».
—
A
«Bulgarisch
Correspondenz»
publica
inte
ressantes
informações
ácerca
da
imprensa
em
o novo Estado
da
Bulgaria.
Contam-
se
11
publicações.
O «'Derzhavi
Vyestnik»,
folha
exclusi-
vamente
ollicial,
publica-se
uma
vez
por
sem
4
o
a
em
Sofia.
O jVitoska»,
assim
denominado
pelo
nome
da
montanha
que
denomina
a
cida
de
de
Sofia,
e
a
que
alludem
frequente
mente
os
cantos
populares
da
Bulgaria,
publica-se
duas
vezes
por
semana
e
de
fende
os
princípios
e
doutrinas
conserva
doras.
O
«Tselíkupna
Boigaryia»
(A
Bulgaria
Unida),
redigido
por
Peters
Slardkoff,
o
Neslor
dos
escriplores
búlgaros,
é
o
or-
gào do partido
nacional.
O
«Bolgaiin»,
que
se
imprime
era
Ru-
sthchuk,
é
o
que
tem maior
publicidade
e
representa
o
partido
da
opposição.
Ó
«Narod»,
apparece
bi-semanalmenle
em
Sislova.
A
«Maritza»
é
lambem
bi-semanal
e
pubhca-se
em
Philipopoli,
lomand.o-se no
tável
pela
sua
propaganda
-energica
era
favor
do ideal
nacional,
isto
é,
da
união
da
Bulgaria
do
Norte
e
a
do
Sul.
O
«Bolgarshoe
Zuranyaa
publica-se
em
Slivno,
o
«Narodni
Glas-
em
Philipopoli
e
o
«Slavyanim»
em
Rustchuk.
O «Nakovalnya»,
de
Sofia, é
redigido
pelo
dr.
Bogaraf, um
dos homens mais
sábios
da
Bulgaria,
e
o
seu
principal
fim
é
depurar
a
língua
búlgara,
despojando-a
dos
elementos
turcos,
gregos
ou
estran
geiros.
Por
ultimo,
a
«Bulgarische
Correspon
denz»,
publicada na
Allemanha
por
um
croata, propõe-se
a
iniciar
os
estrangeiros
nos
assumptos
do
joven
Estado.
Comboio
imperial.
—
Não
deixará
de
ser
interessante
dar
uma
descripção
do
luxuoso
wagon
era que
o
imperador
da
Allemanha
foi
a
Strashurgo.
Todo
o
serviço
para
as necessidades
materiaes
do
imperador
é de
prata
dou
rada.
O
salão
tem,
de
cada
lado,
duas
ja-
nellas
duplas; as
fachadas
teem
duas
por
tas,
com fechaduras
de
prata
dourada.
As
paredes
são forradas
de
damasco
azul,
e
o
teclo
é
de
pau-selim.
O
gabinete
de
lodelle
e
o
coupé
que
serve
de alcova
são
riquíssimos.
No
gabinete
uma
console
de
mármore
do
Garrara,
com bacia
de porcelana,
oc-
cupa
o lado
direito:
uma
torneira
doura
da
para
a
agua,
uma
garrafa
e
um
copo
de
vidro
de
Veneza,
em
salva
dourada;
por
baixo
uma
prateleira
de
nogueira
ar
tisticamente
esculpida,
com
gavetas.
Um
espelho
oval,
movei,
emmoldura-
do,
de
cristal talhado, póde
ser
voltado
para
o
lado
da
janella:
defronte,
um
can-
dieiro de
prata
dourada.
Na
alcova,
um
sophá
com
duas
al
mofadas
e
dois
travesseiros;
á
direita,
duas cadeiras
forradas
de
damasco
azul.
O
teclo
é
coberto
de
selim
azul.
A
ventilação,
o
aquecimento
e
o
ar
ranjo
exterior
do
wagon
são irreprehen-
siveis.
eiichines
governantes
fran-
—
A
«Esperança»
transcreve
d
’um
jornal
estrangeiro,
um documento, que
só
por
si
é
bastante
para
dar
aos
nossos
leitores
ideia
do
que
é
hoje
o
governo
que
está
á
frente
do
povo
francez
e
re
ge os
destinos da França
christianissima,
da
filha
primogénita
da
Egreja.
Leiam:
«Ao
I.-.
Julio
Ferry,
ministro
de in
strucção
publica.
F.-.
C.-.
e
T.-.
F.-.
A
franc-maçonaria
de
Tolosa
fez-nos
a honra
de delegar
em
nós
*
a
missão
de
vos
dar
a
boa
vinda,
e
manifestar-vos
os
sentimentos
que
professa
por
um
mi
Trata-se
<lo
sacramento
da
Penitencia.
Segunda
feira.
Abre-se
a
eschola
da
Associação
n
’
uma
das
salas
da
casa.
—
Os
snrs.
associados
que
queiram
mandar
os
filhos
á
eschola devem
preve
nir
a
Direcção.
Serão
adrailtidos
alguns
alumnos
de
paes
pobres,
embora
não
associados.
A
casa
da Associação
estará
aberta
todas
as
noites e
ás
tardes para
leitura
de
jornaes e livros
de
instrucção.
Roga-se
aos
snrs.
associados
que
não
alterem
as
practicas
ou
conferencias,
e
que
frequentando
a
casa
colham
os
proveitos
que
da
boa
leitura e
da
boa
conversação
se
pódem
auferir.
Roga-se lambem
que alheiem
e convi
dem
para a
Associação
novos membros.
No
proximo
domingo
haverá
concerto
musical.
Hospede
illustre.
—
Esteve
n
esta
cidade,
vindo
de
Paris,
o
grande
escri-
plor
catholico
e nosso
particular
amigo
o
exm.®
padre Senna
Freitas.
Congres»®
©ntholieo.
—
De
21
ate
21
do
mez
d
’ootubro
realisar-se-ha
em
Modena
(Italia) o
quinto Congresso Ca
tholico.
*
As
Sociedades
d
’Obras
Calholicas
são
particularmenié
convidadas
a
dirigirem
por
carta
ou
telegramma
uma
saudação
de
sympathia
ao
quinto
Congresso
Catholico
italiano.
Cartas ou
telegraramas
dizem
ser
di
rigidos
assim-
—
M
Sig
Presidente del
Con
gresso
Catholico
Italiano.
Modena
(Italia)
Livro
utíl.
—
No logar competente
vae
annunciado
o
Curso pratico
e
gram-
malical
da
lingua
franceza,
segundo
o
methodo
de
Ahn,
que
é
um
grande
au
xiliar para
o
estudo
d
’este
idioma
e
que
foi adoplado pelo
conselho
do
Seminário
Conciliar,
para servir de
grammalica
na
respectiva
aula.
í”
reço
oSo»
eereaea.—
Na
terça-feira
ultima,
nesta
cidade,
o preço
dos
cereaes
foi
:
Trigo ....
720
Centeio
........................................................
530
Cevada
.........................................................
520
Milho
alvo.................................................. 630
Milho branco
.........................................
450
Milho
amarello
.........................................
500
Painço..........................................................440
Feijão
vermelho.......................
.
720
»
branco
.......
640
»
amarello...........................................
560
»
rajado
...............................................
480
»
fradinho
..........................................
480
Batatas
.........................................................
420
Azeite
(almude)
...................................
6$000
Monsenhor
fomtvianne. —
Acaba
mos
de
ler
n
’
tim
jornal
francez,
escreve
a
«Palavra»,
a noticia
do
fallecimento
de
Monsenhor
Pontvianne,
vigário
apostolico
na
Cochinchina
septentrional.
Monsenhor
Pontvianne
nascera
em
Brous-
se
(França)
perto
de
Yssingeaux
no
dia
1.°
de março
de
1839.
Entrou
para
o
seminário
das
missões
em
1860
e foi
ordenado
presbytero
no
mez
de
junho
de
1863.
Partiu
para
as
missões em 16
de
julho
de
1863,
sendo
preconisado
em
21
de
setembro
de
1877
e sagrado
por
Monsenhor
Croc
em
12
de
1878.
Praza
a
Deus
que a
sua
alma
repouse
em
logar
de
eterno
descanço,
que
para
o
merecer
bem
trabalhou
toda
a
sua
vida,
sendo
um apostolo
infatigável na
conver
são
dos
pagãos.
íis
legados
do
prineipe
flfapo-
leão.—
0
total
dos
legados
do
failecido
príncipe
imperial
Napoleão,
montara
á
|
quantia
de
1.250:000 francos (223
contos
de
reis),
e
como
não
se
faz
mensão
das
propriedades affectas
á
execução d
’
aquel-
les
legados,
os
executores
testamentarios
vão
ver-se
obrigados
a
escolher,
entre
os
bens
que
o príncipe
deixou,
aquelles
que
possam
allienar-se
com
mais
facilidade.
Accrescentando-se
a
isto
que
a
impe
ratriz
está
resolvida
a
viver
no
mais
abso
luto
retiro,
comprehender
se-ha
a
neces
sidade
que
tem
de
proceder
a
uma
liqui
dação
da
sua
fortuna.
O
encarregado
de
a reaiisar
é
o
snr.
Rouher, que
foi
cha
mado
a
Chislehurst.
MTo
alto
siiar.
—
Foi
a
pique
um
na
vio
proximo dos
bancos
da
Terra
Nova;
occasionou
o
desastre
um
enorme
peixe,
segundo
refere
o
«Wolrd»,
de
Nova-York.
Ha
cerca
de
um
mez,
soprando
ligeira
brisa
e
com
um
tempo
muito formoso,
cerca
das
II
horas da
manhã,
estava
a
barca
noruega «Columbia»
a
pouca
distan
cia
dos
grandes
bancos da
Terra Nova,
quando
de
repente
recebeu
um
formidá
vel
choque,
como
se
houvesse
tocado
n
’
ura
escolho.
certo
modo
a
descasca
do
grão,
forne
cem
uma
farinha
superior,
porque
esquen-
tam.
menos as
mós,
e
dão.
por
esse
mo-
tivo, perlo
de
75
de
farinha
de primeira
qualidade.
Para
fabricar
pão
amassa-se
farinha
com
tres
quintos
do
seu
peso
de
aaua
fermento
e
um
pouco
de
sal.
A
cosediu
ra póde
efTecluar-se entrê
150°
a 300°
C
segunda
se
pretende
pão
mais
ou
inenos
cosido no
mesmo
espaço
de tempo.
O
pão,
contendo mesmo
45 a
5()
p
c.
de
agua
não dá
em
peso
mais
do
que
o terço
da
farinha
empregada.
As farinhas,
sendo
muito
hygrome-
tricas,
isto
é,
■
absorvendo
muita
húmida-
de,
só
se
pódem
conservar
em
sítios
mui-
to
arejados
e
seccos;
mas o
grão,
leve-
mente
lorrificado,
conserva-se
quasi
in.
detinidamenle,
dando
n’
esse
estado,
sem
carecer
de
ser
moido,
excellente sopa e
caldos
de
substancia.
O
pó
da farinha,
encorporado
no
ar
em
dadas
circumstancias,
inflamma-se al
gumas
vezes
com
fórte
detonação,
quan
do
posto
em
contacto
com
matérias
em
ignição.
O
farello, ao
abrigo
do
ar
húmido,
conserva se
muito
melhor
do
que a
fari
nha.
Hatlieinntieo
precoce.
—•
Acha
se
aclualmente
chamando
a
attenção
nalgu
mas
cidades
da França
o
menino
Frank,
húngaro
de nacionalidade,
que
conta
ho
je
seis
annos,
pois
nasceu
em
outubro
de
1873.
E’
tão
especial
a
organisação
do
seu
cerebro
que
resolve
de
memória
e
com
incomprehensivel
rapidez
diíficilimos
pro
blemas
de
arithmelica.
Extrair
a
raiz
quadrada ou
a
raiz
cu
bica
de
uma
quantidade
composta
de
sete
ou oito
algarismos, elevar
numeros
á
4.
a
ou 5.a potência —
é
um brinquedo
para
Maurício
Frank.
As
grandes
sornmas,
que
são
uma
dif-
ficnldade
para
os mais
costumados
a
fa-
zel-as,
é
negocio
de
um
momento
para
elle.
Durante
uma
sessão
que
deu em
um
lheatro
de
Vienna,
perguntou-lhe um
rieo
negociante
d
’aquella
cidade,
na
intenção
de
surprehendel
o,
«quantos
segundos ha
via vivido,
suppondo
que
asna
edade fos
se
de
45
annos.»
Mal havia
o
esperto
negociante
acaba
do
de
formular
a
pergunta,
quando o
pequeno lhe
respon
*
deu
cora uma natura
lidade e
confiança pasmosãs:
«Viveu 1,419.120:000 segundos,
con
tando
tolos
os
annos
a
365
dias.»
Csímisiísa «Se
ferro
<í® Víanoa
á
Síarea.
—
A
junta
consultiva
de
obras
publicas e
minas
foi
de
parecer
que
o
projeclo
do
caminho
de ferro
de
via
re
duzida
de
Vianna do
Castello
á
villa
da
Barca,
cuja
concessão
foi
feita
a
Damião
Antonio
Pereira
Pinto, deve
ser
refor
mado
segundo
as
indicações exaradas
no
mesmo
parecer.
I
*
0gtu9nçs
*
o
de Portuga!.
—
Stgun-
do
o
recenseamento
da
população
do nos
so
paiz,
referente ao
anno
findo,
vê-se
que
o
numero
de
habitantes
dos
dois
se
xos
ascende
a
4.745:024
sendo
2.314:523
homens
e
2:430:501
mulheres.
N
’estas
cifras
também
é còmprehendi-
do
o archipelago dos
Açores.
Houve
portanto
um
augmento
de
po
pulação
sobre
o
anterior
recenseamento
feito
em
1864,
de
9,23
p
c.
Lisboa
conta
aclualmente
203:631
eo
Porto
108:346.
PBaeiaetwaesao.
—
Em uma
folha
do
Brazil
lê-se
a
seguinte
noticia:
«Uma
senhora
portugueza, residente
na
côrte, acaba
de
dar
á
luz
uma
crean-
ça
em
cujos
hombros,
perto
das
omo
platas,
existem
dois pés
um
de
cada
la
do,
tendo o
direito 6
dedos
e
o esquer
do
5.
Junto
das
nadegas
notam
se outros
dois
pés
lendo
também
um
cinco
dedos
e
ou
tro
seis.
Assegura
o
facultativo
que
assistiu
ao
parlo,
que
a
referida
creança
ainamen-
la-se
perfeilamente
e
tem
boas condiço-
8
de vitalidade.»
A.
ntiãseriit
«5®
Paris.
—
Existem
C®
Paris
113:317
pobres reconhecidos,
qi>®
se
distribuem
por
43:662
lares:
26:0-
homens,
38:477 mulheres, 25:607
rapa
rigas
e
2:156
mulheres
abandonadas.
A
beneficencia
publica,
organisada
e®
todos
os
districlos,
soccorre-os
com
684:0o
francos
em
pão,
500:000
francos
de
suo-
sidio
extraordinário,
24:000
francos
combustível,
e
1:208:000
francos em
di
nheiro.
Prestam-lhe
os
seus
cuidados
l;77li‘
mãs
de
caridade.
nistro,
que
sustenta
cora tão constante
valor
uma
lucta
diflicil
contra
os
eternos
inimigos
da
sociedade
civil.
A
França
democrática,
a
França tra
balhadora
está
com V., e
a
maçonaria
não póde
esquecer,
que o
ministro
de
instrucção
publica
é
um dos
seus
filhos
mais distinclos.
Ella
ajudará a
V.
T.-.
G.‘.
F.\
e
sustentará
na
lucta,
que
V.
tem
empre-
hendido.
com
os
meios
que
tem
ao
seu
alcance;
porque
comprehende
que
é
ur
gente
arrancar
a
juventude
das mãos
dos
jesuítas.
Diga
V.
ao governo
que,
principal
mente
n
’
esla
questão,
está
com elle
a
franc-
maçonaria
de Tolosa.
lodos
nós
esperamos
que, excitado,
como
a
França
inteira,
pelas
recentes
manifestações,
cumprirá
um
dos
nossos
mais
queridos
votos,
e devolverá
á
sua
patria
os
últimos
desterrados
que
espera
com
confiança.
Receba
V.
etc.
Pela
loja
dos
Corações
Unidos,
Luiz
Brand—
pela
dos Verdadeiros
Amigos,
De-
lany
—pela
da
Encyclopedia,
Julio
Baque
—
pela
da
Perfeita Harmonia,
Bonchage
—
pela
das
Artes, Sergenlon».
Torre
ineíinada
«Be
Sísa=ag«SBsa.
—
O
monumento
mais notável
de
Sara-
gossa
é
sem
duvida
a
torre
inclinada,
chamada
Torre
Ntieva
apesar
de
ler
mui
to
perto
de
quatro
séculos.
Está
isolada
no meio
da
praça
de
8.
Felippe.
Tem
tresentos
pés
d
’
altura,
e
a
sua
base
me
de
quarenta
e cinco
de
largura.
O estylo
muda
para
cada
an
iar:
é
elegante
e
a
sua
construcção
arrojada,
pois que
é
por
tal
fórma
inclinada
que
um
prumo
sus
penso
da
aresta
mais
elevada
vem
cahir
a
2
metros
e
40
sentimelros
da
base.
—
(Jornal
de
Viagens).
s
P
m
prineip:»e<s
uma
meais. —
Mencio
na
um
diário
estrangeiro
o
numero
de
quadros
que
encerram
os
principaes
mu
seus
da
Europa.
E
’
o
seguinte:
O
museu
do
Vaticano,
em
Roma, 37;
o
do
Capilolio,
em
Roma,
225;
o
da
Academia,
em
Bolonha,
280;
o
de
Bre-
ra,
em
Milão,
503;
o
de
Turin,
569;
o
de
Veneza,
688; o
de
Nápoles,
700; o
da
Galeria
Oíficial, em
Florença, 1:200;
o
do
palacio Pitti,
n
’esla
mesma
cidade,
500.
No museu
de
Berlim
existem
1:250;
no
de
Pinacoteca
1:280; no
da Nova
Pi
nacoteca
200; no
da
Galeria de
Belve
der,
em
Vienna,
1:550;
no
de
S.
Peters-
burgo
1:631;
no de
Amslerdam
386;
no
de
Haya
304; no
de
Anvers
606;
no de
Bruxellas
505; no
do
Louvre,
em
Paris,
1:800;
no
do
Luxemburgo
250;
no
de
Versalhes
4;t)00.
No museu
de
Londres
ha
1:016; no
de
Madrid 1:833;
no
de
Dresde 2:200;
na
Galeria Borghese
de
Roma
526;
na
Galeria
Lichtenstein,
de
Vienna,
712;
na
Galeria
Grosvenor,
de
Londres, 192;
na
Galeria
óutherland
223;
na
Galeria
Brid-
gewater
318;
na
Galeria
Burghley
600.
Portugal,
como tantas
vezes
succeda
infelizmente,
não
figura
n esta
lista.
Exércitos.
—
Um
periodico
inglez
in
sere
os
seguintes
numeros
relativos
aos
exercites
da
Allemanha e
França.
Coinprehendidas
as
reservas
e
primei
ra
landwher,
o
exercito
allemão
é
de
1.250:000
homens
promptos
a
entrar
em
campanha no
primeiro
momento.
Segunda
laudwher
e landstrum,
prom
ptos
a
entrar
em fogo vinte e
quatro
horas
depois
de
ser
chamados
1.300:000.
As
fortalezas
das
fronteiras
com
a
França estão
perfeitamente
concluídas
e
armadas.
O
exercito
francez
monta
a
3.600:000
homens,
mas,
segundo auctoridades
mili
tares, não
passa
de
1.800:000,
dos
quaes
ha
600:000
ainda
por
equipar.
Deduzidas as
guardas
territorial
e
mo
vei,
reduzem-se
a
1.000:000.
Restando
400:000
para
guarnições
e
destinos
ana-
logos,
ficam
só
600:000
soldados
prom
ptos
para
a
guerra
Estão-se
levantando
fortalezas
na
fron
teira
alleràã,
mas antes
era
1881
não pode
rão
estar
concluídas.
Furiíalaos.
—
Entre
os
produetos
ex-
trahidos
das plantas
pela industria
léetn
o
primeiro
logar
as
farinhas,
que
dão,
em
media,
segundo a
natureza
e
a
qualidade
do
grão,
de
40
a
75
por 100
de fa
rinha
de
primeira qualidade;
de
22
a
55
de
segunda,
de
4
a
10
de
rolão,
e
de
12 a
25
de farello.
Estes
rendimentos dependem
também,
em uma
boa
parte,
da
perfeição
das
fa
bricas
de
moagem,
que
hoje
se
acham
levadas
a
um
grande
grau
de
apuro.
As
que
dão
um
farello grosso
e
operam
de
Entre
esses
pobres
contam-se
8
es-
cri
piores,
14
mestres-escholas, 7
profes
sores
de
lingtns. 2
pharmaceuticos,
39
ta
berneiros,
398
obanistas,
29
afinadores
de
pianos,
731
porteiros,
etc.
Entre
as
mulheres
conlam-se
duas
ar
tistas
dramaticas,
uma parteira
e
12
pro
fessoras.
Estabelecimento
original.
—
Abriu-
se
em
Berlim
um
estabelecimento
origi
nal
E
’
o
unico
na
sua
especialidade
que
se
conhece
em
tudo
o
globo.
E
’
um
reslauranl á
similhança
de um
navio. Tem
quilha,
castello
de
pôpa e
prôa,
emblemas
allegoricos
e
camarotes
de
primeira,
segunda
e
terceira
classe.
Estar
em
similhante
reslauranl
é
o
mesmo
que
permanecer
dentro
de
um
navio.
O
serviço é
feito
por antigos
ma
rinheiros,
trajando
todos
um
uniforme
ma
rítimo.
Portnguezes
falleeidos.
—
Desde
2
a 9
de
setembro,
falleceram
no
Rio
de
Janeiro,
os
seguintes súbditos
portugue-
zes:
Antonio
Ferreira
Cajeiro,
45
annos,
solteiro,
Antonio
José
Nunes,
46,
viu
vo;
Emilia
Rosa
da
Conceição,
46,
v.;
João
Luiz
da Silva
Blusa.
53,
v.;
Luiz.
Coelho
de Souza
30,
s.;
Ignacio
Gonçal
ves Barroso,
26,
s.;
Francisco
Pereira
Martins,
58,
v.;
Francisco
Ferreira,
23,
s.;
José
Gomes,
35,
c.;
Antonio José
de
Almeida,
38, c.; Francisco
José
Coelho,
49,
v.;
Guilherme
Fortunato
Gonçalves,
52,
c.;
Antonio
Luiz
Marlins,
49,
s.;
Ma
noel
Pereira
dos
Santos,
38,
v.
Melogio»
«Ba
S
bím
».
—
A
Suissa
produz
todos
os
annos
nada
mais
e
na
da
menos
do
que
1.500:000 relogios,
a
França
500:000,
os
Estados
Unidos
300
a
350:000, e a
Grã
Bretanha
aproximada-
mente
200:000.
A
totalidade
dos
relogios
de
algibeira
que
são
divididos
annualmente
pela
su
perfície
do
globo é
de
2:500:000!
3,
i»sc5c«i!t«g-a
e
pescarias
a
va
por,
—
Diz
o
«Diário
de
Noticias»
que
es
tão
lançados
os
fundamentos
de
uma com
panhia
de piscicultura e pescarias
a va
por,
destinada
a
estabelecer
a
industria da
pesca
em
condições
scientificas
de
modo
que
á
proporção que
se
vae
explorando,
se
vae também
fecundando,
estabelecendo
grandes
depositos
e
barcos
viveiros
a
va
por,
premovendo
por vários
modos
a
re-
prodncção
do
peixe e
o
seu
aperfeiçoa
mento.
Ponte
sobre
o
Titmegs».
—
Foi
au-
ctorisado
o
direclor
das obras
publicas
de
Braga
a mandar
proceder
á
construc-
ção
de
uma
ponte
provisória
de
madei
ra
sobre
o
Tamega.
em
Mondim
de
Basto,
■destinada
a
servir
na
conslrucção
da
pon
te
mixta
sobre
o
mesmo
rio.
Asgstsusiraaío —
Foi
assassinado
em
Alcoutim
Miguel
Leon, ex-presidente da
camara
municipal,
que deu
ha
tempos
mui
to
que
fallàr.
Não
ha
por
ora
prome-
nores.
Rap«z
fugido.
—
Miguel
Teixeira,
de
11
annos
d
’
edade,
filho
de Joanna
Rosa
de
Carvalho,
viuva, da
freguezia
de
Al-
vações de Tenha,
estando
no
Porto
a apren
der a
livreiro
na
companhia
d
’um
seu
thio.
Jo<é
Joaquim
Teixeira,
fugiu
d
’
alli
no
dia
21
do
corrente;
e
como
se igno
re
o
seu
destino
pede-se
ás
auctoridades
ou
pessoas
que tiverem
conhecimento
da
sua
pousada,
a
caridade
de
o
fazerem
ir
para
casa
de
sua
mãe.
A's
alanas
caritativa».
—
Recom-
mendamos
e
muito
ás
pessoas
caritativas
a
desventurada
Maria José
da
Silva,
mo
radora
na
rua
dos Sapateiros, n.°
7.
Vive
em
extrema
penúria,
e
padece
de
doen
ça
incurável.
A
*
carisiade
peibliea. —
Muito
re-
commendamos
ás
pessoas
caridosas
o
in
feliz
Antonio Marques da Costa,
morador
na
ru
i
de
S.
Miguel-o-Anjo,
casa
n.°
4,
3
°
andar, que se acha
na
maior
neces
sidade
e
doente,
vivendo
só
da
caridade
das
pessoas
que o
soccórrem
com
alguma
esmola.
A
*
caridade
psiblíea.'—
Recommen
•
damos
ás
almas
caridosas
Anua
Joaquina.
de
8
annos
de
idade,
que está
entrevada
ha
8
mezes.
Vive
em
penúria
extrema.
Mora
atraz
do
Thealro,
n.°
14.
tJETÉMAS
WOT1CKAS
Lisboa,
29.
—
«Diário»:
Portaria
fixando
os
quadros
do
pes
soal
para
os
serviços
de
exploração
dos
caminhos
de ferro
do Minho
e
Douro.
Outra
fazendo
a
nomeação
do
pessoal
para
os
referidos quadros.
Aviso
declarando
limpos
de
febre
ama-
rella,
desde
3
d’
agosto,
os portos
dos
Estados-Unidos
d
’America
sobre
o
Atlan
tico,
mantendo-se
comtudo
a
qualificação
de
inficionados
dada
aos
portos
de Mem
x
phis e
Nova
Orleans
e de
suspeitos
aos
demais
do
golpho
do
México.
Transferidos
mutuamente
os
escrivães
de
fazenda
de
Cabeceiras
de
Basto
e
Pon
te
da
Barca.
Idem,
os
de
Alfandega
da
Fé
e
Vi-
mioso.
Idem,
os
escriplurarios da
Covilhã
e
Manteigas.
Promovido
a
escrivão de
Fafe o
escri-
crivão
de
Amares.
Transferido
o escrivão
de
Fragua
para
Amares.
Promovido
a
escrivão
de
Fragua
o
es-
cripturario
de
Rezende.
Transferido
o escripturario
de
Trancoso
para Rezende.
Idem
30.
—
Na
bolsa venderam-se:
7
acções
do
Banco
Insulano a
624500; 24
da
Companhia
Credito
Predial
a
164500;
30
obras
prediaes
de
coupons
a
92$400;
10
do
empréstimo
feito
pela
camara
de
Lisboa a
894200;
5
a
894000;
10
dos
caminhos
de ferro
do
Minho
e
Douro,
externas
a
904000;
5
090
libras
de
divi
da
externa
portugueza
a
51.10; 3
contos
em inscripções
a
51.40; 2
a
51,44;
6
de
coupons
a
51,40;
13
mil escudos de
fun
dos
hespanhoes,
a
14
64.
A
anfandega
rendeu
a
quantia
de
reis
21:2974752.
Bucharest, 27.
—
Das sele
commissÕes
da
camara,
seis
admittiram o
projecto
do
governo
relativo
á
nacionalisação
dos
israe
litas
fazendo-lhe
algumas
modificações.
Paris,
27.
—
Um telegramma
de
San
Petersburgo
noticia
novos
incêndios
em
dive
sos
pontos
da
Rússia.
A
Porta
por intermédio
dos
seus
em
baixadores,
destm-nle
que
tenha
intenção
de enviar
tropas
para
a
Romelia.
Londres,
28.
—
Dizem
de
Smila
que o
emir
Yakoub-Khan
e
seus
filhos
estão
refugiados
em
Kuslin.
Reina
completa
anarchia
em
Cabul,
cujas
portas
estão
fechadas
Constantinopla,
28,
—
Em
consequência
das
objecções
da
Rússia
a
Porta
ordenou
ao
governador da Romelia
que
suspendes
se
a
partida
dos
refugiados
turcos
que
iam
dirigir-se
á
Romelia
oriental.
Paris,
30.
—
Um
telegramma
oílicial
de
S.
Petersburgo
annuncia
que
os russos
encontraram
os
turcomanos
fortemente
in-
trincheirados.
Depois
de 6
horas
de
fusilaria,
os
turcomanos fugiram, perdendo
alguns
mi
lhares
de
homens.
Os russos
perderam
185,
entre
elles
7
oíficiaes,
tendo
250
feridos,
incluindo
13
ofliciaes.
O
príncipe Gorslchakoff visitou
o
im
perador
Guilherme
em
Baden-Baden.
E
’
certo
que
o chanceller
russo
visitará
o
príncipe
de
Bismark.
Londres,
29.
—O
«Times» diz
conti
nuar
a
não
ser
exacta
a
noticia
da au-
nexação
do
Afghanistam
ao
império
Bri
tânico da
índia,
ao
qual
essa
annexação
seria
inútil.
S.
Petersburgo,
29.
—
O «Golos»
de
monstra
que
o
decreto
austro-allemão
é
contrario
aos
interesses
britânicos,
por
que
a
exclusão
da
acção russa
da
polí
tica
europea
lançará
a
Rússia
sobre
a
Asia.
Londres,
29.
—
O
«Daily Telegraph»
publica
um despacho
de
Simla,
de
28,
que
diz
julgar-se que
os
inglezes
chegarão
sem resistência
a
Caboul
no
dia
l.°
de
outubro.
O
general
Roberls
publicará
um
ma
z
nifesto
dizendo
que
o
fim
da
marchã
é
vingar
a traição,
mas
que
os
habitantes
pacíficos
não
serão
perturbados
ANNUNCIOS
Na
rua
do
Campo
n.°
22
vende-se
ba-
ga
de
sabugueiro,
legitima
do
Douro,
por
preços
commodos;
a
quem
a pretender,
dtrija-se
á
mesma
casa.
(2640)
EEETE
JUMEMTA.
Fornece-se
por
900
reis
cada
mez,
ou
30
reis
cada
quarteirão,
em
8. Jero-
nvmo
de
Real.
Quem
necessitar
dirija-se
a
Joaquim Pasteleiro, rua
do
Campo
—
(Hospedaria Aguia
Douro).
(2639)
CURSO
PRATICO
E
fiRillMATICÀl
DA
LÍNGUA
frangeza
SEGUNDO
«>
S»O
PnOFES-
S®í&
AHS
POR
ALBINO COELHO
1°
VOLUME
Obra
aporovada
pela
junta
consultiva
de
Instrucção publica e
adoptada
no
Se
minário Conciliar
de
Braga.
Preços
500
reis.
Vende-se
no escriptorio d’esla
typo
graphia.
’
•
(2636)
Beunião
de credores da
massa
fallida
de Domingos José
Alves
Draga.
Pelo
snr
juiz comrnissario
da
massa
fallida
de Domingos
José
Alves
Braga,
negociante
que
foi
n
’
esta
cidade,
foi
de
signado
o dia
15
do
corrente,
pelas 11
horas
da
manhã,
para
a reunião de
todos
os
credores
da mesma
massa, no
tribu
nal
judicial,
silo
no
largo
de
Santo
Ago
stinho.
afim
de
se dar
cumprimento
ao
disposto
no
art.°
1202
do
Cod.
Comm. e
nomear-se
administradores
á massa.
Braga
1
d
’
outubro
de
1879.
Pelo
curador
fiscal
O
solicitador
—
João
Ferreira
Torres.
(2641)
AVISO
V1LVÃ
GERUAAO JOAQUIM BARRETO
23,
RUA
DO
SOUTO,
23
BRAGA
Faz
publico
que
todos
os
livros
adoplados no Lyceu,
d
’
esta
cidade,
e
aulas
particulares
se
acham
á
ven
da
na
sua
acreditada
livraria.
Preços'do
Porto
com
abatimen
tos.
(2638)
PECH1XC1IA.
Vende-se
ou
troca
se
por
casas
velhas
—
a
bonita
casa
construída
de
novo,
com
muitos
commodos e
lindas
vistas
—
situa
da
na
rua
de
S.
Marcos,
n.°
53.
Para
tratar,
acha-se
auctorisado
o
snr.
Fran
cisco
José
Ferreira
Torres,
negociante,
morador na
mesma
rua—
e
póde-se
vêr a
qualquer
hora.
(2542)
AEUGA-SE
Uma
boa
morada
de casas com
dois
andares,
sita
na
rua do
Anjo, n.°
20
e
20
A.
Está
encarregado
de
a
mostrar
e
tra
tar
do
aluguel
o
snr.
Oliveira, aferidor,
morador
na
mesma rua n.°
22.
(2547)
Preciza-se
de
5:5004000
reis
a
juro
por
escriptura
dando-se
boas
e
valiosas
propriedades
como
hypotheca.
Quem
quizer
dirija-se
em
Vianna
a
M.
Gomes
Brandão,
o
qual
dirá
a
pes
soa
que
pretende.
(2629)
CAMBIO
fíAi |f|
I
17
LOTERIAS
U.iLl.A
lULl/j
Tem
distribuído
esta
casa cerca
de
2.000:0004000
em
prémios
no
paiz e Brazil.
O
cambista
Antonio
Ignacio
da
Fonse
ca,
rua
do
Arsenal, 56 e
58,
com
filial
no
Porto.,
Feira
de
S
Bento, 33, 34
e
35,
faz
sciente
ao
respeitável
publico
que
tem
sempre
nos
seus estabelecimentos
variadís
simo sortimento
de
bilhetes
e
suas
divi
sões das
loterias
portugueza
e
hespanhola.
Satisfaz
lodos
os
pedidos das provin
cias,
ilhas,
ultramar
e
Brazil,
com prom-
plidão
e
diminutas
commissões,
quer
se
ja
para jogo
particular
ou
para
negocio.
Nas
terras
onde
não
tenha
ainda
corres
pondente
acceita
para
seu
agente
qualquer
cavalheiro
estabelecido
qué
dê
boas
refe
rencias. Os
vendedores
teem
boas
vanta
gens.
sendo
uma
d
’ellas
o
poderem
re
cambiar,
o
que
não
tenham
vendido,
até
á
vespera
do
sorteio.
E
’
negocio
que
tem
tudo
a
ganhar
e
nada
a
perder.
Envia
em
tempo
listas,
planos
e
telegrammas.
Grande
loteria
em
Matlrid
No
dia 7
d
’
oulubro
Prémios
distribuídos
em moeda
portugueza
Keia
3»4tC»O4OOO
pela
seguinte
fórma:
•
1
de
90:0004000
1
de
45:0004000
1
de
22:5004000
1
de
14:4004000
1
de
7:2004000
2
de
1:8004000
2 de
1:4404000
50
de
9004000
2 de
8104000
600
de
2704000
661 prémios
Os
preços
dos
bilhetes
e
fraeções
são:
bilhetes
inteiros,
484000;
meios, 244009;
quintos,
94600;
décimos,
44890;
series
de
dez numeros,
de
214000,
124009,
64OOO,
44800,
24100,
14200
e
600
reis;
fraeções
de um só
numero de
34000, 24400, 14200,
600,
480,
210,
120
e
60
reis.
Chamamos
a
attenção
do
publico
para
um
ponto
importante.
As
fraeções
da
nos
sa
firma,
tem um
pertence
muito mais
vantajoso
para
0 jogador,
que
0
das
ca
sas
das
provincias.
Por
exemplo:
em
uma
fraeção
da
nossa
firma
do
preço
de
609
reis
em qualquer
sorteio
ordinário
da lo
teria
de
Madrid, toca-lhe
na
sorte
grande
1:1004000
reis.
Em
igual fraeção,
com
qualquer
dos
prémios
minimos
loca-lhe
44500
ou 34900
reis.
Consideramo-nos,
em
ramo
de
loteria,
um dos
primeiros.
O
que
esperamos
é a
continuação
do
favor
pu
blico
e
em
especial
dos
que
não
vivera
nas
duas
principaes
cidades.
Os prémios
são
pagos
á
vista
das
competentes
listas.
Querendo,
os
possuidores
dos
prémios,
po
dem
recebe!-os
nas
suas
localidades,
por
meio
de
remessas
de
leiras
ás ordens
so
bre
os
recebedores
das
comarcas.
Rece
be-se
em
pagamento
dos
pedidos
sellos
do
correio,
valles,
ordens
sobre
qualquer
pra
ça
ou
como
melhor
convier
aos freguezes.
Pedidos
ao
cambista
Antonio
Ignacio
da
Fonseca, rua do
Arsenal,
56, 58 e
69,
Lisboa,
ou
Feira
de S.
Bento,
33, '34
e
35,
Porto.
(2529)
ARKEN
DA-SE
Uma
casa
de
dois
andares
com
pequeno
quintal
e
agua,
na
rua
d
e
S
Geraldo,
n.°
20.
Trata-se
na
mesma rua
n
0
17.
(2623)
Cwixa
penBaorigt»
Mraearense
nu
Travessa
i!e
8>.
Gualdim
«Festa
eidade.
Continua
a
emprestar
dinheiro sobre
penhores
todos
os
dias
desde
as
8
horas
da
manhã até ás
9
da
noute
na
mesma
caixa.
Vende-se roupas.
Pede-se
a
todos
os
mutuários
que
ti
verem
objectos
empenhados
na
mesma
caixa
com
atrazo
de
juros
de
tres
mezes
os
venham
pagar
ou
resgaslar,
senão
se
rão
vendidos.
Illllfflll
BK
DO
ALTO
DOURO
CASA EJE VIMiA
PGICA
RUA
DO
SOUTO
N.°
15-Braga.
N
’
este
armazém
se
encontram
a
retalho
as
seguintes
qualidades
de
vinhos
engar-
a
fados:
Vinho
tinto
de
meza.
(sem
garrafa)
150
»
»
»
»
.
190
»
Lagrima
.........................................
200
»
Branco
de meza.
....
21o
»
tinto
de
meza
fino.
.
.
.
243
b
de prova secca.
....
300
»
Malvasia
de
2.a
.
....
360
»
»
vel-ho...................
400
»
Malvasia Bastardo
e Moscatel
a
500
»
Roncão................................700
b
Velho
de 1854
....
600
b
a
retalho
para
meza 60
e
80,
0
quartilho
tinto,
e
branco
120.
Responde-se
e
garante-se
a
pureza
e
boa
qualidade
de
todos
estes
vinhos,
po
dendo
todo
e
qualquer consumidor
man-
dal-o
experimentar
por
meio
de
qualquer
processo chymico.
ST
1RUA
DE S. MARCOS,
N.°í
H Vende
papeis pinta-
dos
para guarnecer sallas,
lindíssimos gostos, a prin-
cipiar em 80 reis
a peça.
s
$
Vende
olio,
tintas e
vernizes para
pinturas
de
casas, tudo de boa quali-
dade.e
preços muito resu-
midos.
5
Vende cimento
rorna- g
no
para
vedar aguas,
ges-
H
so para estuques de ca-
-g
g
sas,
tudo de primeira qua- la
W litiade. ‘
B
BREVE
COMPENDIO
DE
ORAÇÕES
E
DEVOÇÕES
ADOPTADAS
PELOS MISSIONÁRIOS
QUARTA
EDIÇÃO
Novamente
correcta
e
muito
augmentada
com
novas
orações
e
devoções
indul-
genciadas,
e
concedidas
posterior-
mente
á
ultima Raccolta.
Com
approvação
de S.
Exc.
A
Revm.
a
o
Snr.
D.
João Chrysoslvmo d
’
Amorim
Pessoa,
Arcebispo Primaz.
Vende-se
em
Braga,
na
typographia
Lusitana,
rua Nova
n.°
4,
e
nas
livra
rias
de Manoel
Malheiro, rua
do
Almada,
Porto,
e
Catholica,
de
Lisboa.
Preço=I60
em
brochura,
e
240
enca
dernado.
PEDIDÕ
A
Meza
da
Santa
Casa
da
Misericór
dia,
de
Braga, tendo
em consideração
a
avultadissima
despeza
que
está
custan
do
o
fornecimento
de
pannos
e fios
para
o
curativo
de
feridas
no
Hospital
de
S.
Marcos,
empenha
n
’
este
acto
de
caridade
a
devoção
de
seus
concidadãos.
O
escrivão
Lourenço
da
Cosia G.
Pereira
Bernardes
Fabrica
a vapor de
fundição
de
ferru e metaes
Travessa <le
S.
João—OSraga.
N’esta
fabrica,
umca
na
província
do
Minho,
fabrica-se
toda
a
qualidade
de
obra,
tanto
de
ferro
como
de
metal.
O
proprietário
da
mesma
não
se
tem
pou
pado
a
sacrifícios
para
poder
elevar
este
melhoramento
de
industria
á
altura
de
poder
compelir
em
tudo
com as
fabricas
de
igual genero do
Porto
e
outras
loca
lidades,
pois
que
no
seu
estabelecimento se
fazem
obras
de
lodos
os tamanhos
e
quali
dades
pelos preços
que
possam
ser
encontra
dos
no
Porto.
N
’esta
fabrica fundem-se peças
de
pezo
de
5:000
kilos
e
maiores,
sendo
preciso,
achando-se
já
muitas obras
fundidas,
avul
sas,
como
são:
buxas
para
eixos
de
carrua
gens, moinhos
para
moer
tintas,
pés
para
me-
zas
de
mármore
cu de
madeira,
bancos
para
jardins,
bombas
de
qualquer
pres
são
até
á
altura de
200
palmos,
grades
para
sacadas
ou
jardins,
columnas
e
con
solas
para
lampeões,
prensas
para
copia
dores, fuzos
de
novo
systema
para
la
gares,
ferros
para
alfaiates
e
chapelleiros
tapeies
e
ventiladores,
para
soalhos, canos
e
joelhos para agua, de
todas
as
grossu
ras,
guinchos
de
pedreiro
de
todos
os
tamanhos.
Além
d
’
estas
obras,
que ha
feilo,
toma
encommendas
para
todas que
possam
fazer-se
de
ferro,
aço
ou
metal.
Também
concerta
todas as obras
d
’
este
genero
principalmente
bombas
de
poços.
O
proprietário
Antonio
Germano
Ferreirinha.
2-B.UA
DE S. MARC08-2
BARATE1RO SEM
COMPETIDOR
Participa
ás
suas
ex.
mas
freguezas
que
recebeu
um
esplendido
sor
tido
de
fazendas
de
lã,
de
gostos
variadíssimos
e
modernos.
Bem assim
recebeu
grandè
sortido
de
chitas de
todos
os
padrões,
que
vende
por
G0,
70,
80,
90,
100,
120,
140,
etc. No
seu
estabelecimento
encontram-
se
também
a preços
convidativos
outros
muitos
objectos.
(2637)
Empreza
editora de Francisco Arthur da
Silva
—Lisboa.
•
bkiiv
»
k
\
TODOS
OS
ASSIGNANTES
DA
HISTORIA UNIVERSAL
POR
César
Cantu
Desde
a creação
do
mundo
até
1862
—
con
tinuada
até
1879
por
D.
NEMESIO
FERNANDEZ
CUESTA;
Com
a
noticia
dos
factos
mais
notáveis
relativos
a PORTUGAL
2 BRAZIL
Traduzida
da
edição
francezade
1867
e
acompanhada
da
versão
das
citações
gregas
e
latinas,
e
annotada
por
Mnnn?!
Ket-nardrs
Bi-onco
Da
Academia
Real
das
Sciencias
de
Lisboa;
professor
das
línguas
grega
e
latina, etc.
2.a
edição,
illuslrada
com
81
gravuras
primorosamente executadas.
13
volumes
in-4t.°
grnneie.
O
editor
proprietário
d
’esta
publicação,
grato
aos
favores
do
publico,
e
compre-
hendendo
a
necessidade
de
publicar
um
13.°
volume
para que
esta
2.
a
edição
da
HISTORIA
UNIVERSAL
íique
mais
com
plela,
resolveu
oíferecer
aos snrs.
assignan-
tes
que
o
auxiliaram n
’esta
empreza
e áquel-
les
que
de hoje em
diante
o
continuarem
a
coadjuvar,
como
BífiSUííSE
»
«le-câmo
terceiro volume,
contendo
trinta e
cin
co
capítulos,
seis
gravuras
e
dois
indices,
sendo
o
primeiro
chronologico
e
remissi
vo
de toda
a
Historia
Universal,
servindo
para
a
procura
dos
factos
que
n
’
ella
vem
exarados,
e
o
segundo
alphabelico,
con
tendo
os
nomes
de
todos
os
homens no
táveis
que
figuram
na
historia,
e
os títu
los
geraes
de
todas
as
matérias,
servin
do
de
auxilio
ao
primeiro
Comprehendendo
a
narração
desenvol
vida dos
acontecimentos
históricos
occor-
ridos
desde
1851
até
1879, escriplos
em
hespanhol
por
D.
Nemesio
Fernandes
Cues-
la,
e
accrescentados na
parte
que
diz
res
peito
a
Portugal
e
Brazil,
por
Manuel
Ber
nardes
Branco.
Fica
portanto
completa
a
segunda
edi
ção
da HISTORIA
UNIVERSAL,
em
treze
volumes
in-4.°
grande
e
custará:
Brochada
....
20$(>00
reis
fortes
Encadernada
.
.
.
27$000
»
»
Para
facilitar
a
acquisição
d
’
esta
tão
importante
obra
ás
pessoas
menos
abasta
das
que a não possam
comprar
de
uma
só
vez,
o
editor
deliberou conservar
aber
ta
a
assignalura
em
Portugal
e
no
Brasil.
Cada folha
de
16
paginas
a
duas
colum
nas,
50
rs.
—
Cada
gravura
primorosamen
te
executada,
40
rs.
Condições
da
assignalura
:—A
assigna
lura
póde
fazer-se
por
entregas
de
duas
folhas,
e
as
gravuras
como
convier
—
por
fascículos
de
cinco
folhas
e
uma
gravura,
e
por
volumes
brochados.—Cada entrega
de
32
paginas
e
1
gravura,
140
rs.
—
Cada
fascículo
de 80
paginas
e 1
gravura,
290 rs.
CADA
VOLUME:
1.°
vol.
br.
orn.
de
9
grav.
1^870
2.°
D
D
»
6
1$665
3.°
»
D
»
7
1
í 605
4.°
n
»
5
D
l$52ò
5.°
0
3
6
1^615
6.°
D
»
»
6
1$690
7.o
))
»
6
1^640
8
0
D
))
»
6
1^615
9.°
»
»
»
»
6
1^565
10.°
D
s 6
>
1$615
n.°
D
3
6
»
1^6
W
12.°
»
>
3
6
1^815
13 .« E ULTIMO,
ornado
de 6 gravu-
ras,
brinde
a
todos
os
assignantes, no
pre
lo,
GRÁTIS.
Das
81 gravuras
de que consta
a
obra
estão
tiradas
43,
pertencentes
aos vol.
1 a 7.
Este
decimo
terceiro
volume
será dis
tribuído
depois
de
completo
e brochado
a
lodos
os
assignantes
que
tenham
pago
o
decimo
segundo
volume.
Os
assignantes teem
as seguintes
van
tagens:
Garantia
e
certeza
do
complemento
da
obra,
e
poder
receber
como
e
quando
qui-
zeretn,
por entregas,
por
fascículos
ou
por
volumes.
LISBOA:
—
A
assignatura
póde
fazer-se
por
entregas,
fascículos,
e
por
volumes.
O
assignante
receberá
uma
entrega de
duas
folhas
por
semana,
pelo
menos,
e
as
gra
vuras
que
lhe
convier,
pelos
preços
acima
marcados,
pagando
ao
distribuidor
no
acto
da entrega
a
sua
importância.
PROVÍNCIAS
E
ILHAS:
—A
assignatu
ra
póde
fazer-se
por fascículos
e
por
vo
lumes.
O
assignante
receberá
o primeiro
fascículo
ou
volume
franco
de
porte,
e
só
depois
de
recebidos
mandará
satisfazer
a
sua
imporiancia
em
estampilhas, valles
do
correio
ou
ordens,
na
certeza
que não
re
ceberá
o
segundo
sem
que
tenha
satisfeito
o
primeiro, e
assim
successivamente.
As
pessoas tanto
de
Lisboa
como
das
províncias
e
ilhas
que
angariarem
DEZ
AS-
SIGNATURAS
RE
a
LIS
a
VEIS
terão
UMA
GRATUITA,
dirigindo-se
directamente
ao
editor.
Assigna-se
no
escriptorio
do
editor
—
rua
dos
Douradores,
72,
LISBOA
; me
BRAGA,
na
livraria
Internacional
de
Eu
gênio
Chardron,
e
nas
principaes
livrarias
do
reino,
ilhas
e
Brazil.
Fruneisro
Arllíoas-
t!a
Silva
—
editor
72,
rua
dos
Douradores, 72
—
LISBOA.
JOSE1
DA SILVA FIJKDÃO
Ccsm loja <!e
fato
feito
13
—
Largo do Barão de
S.
Marlinho—13
Participa
aos
seus
amigos
e
fre-
guezes,
tanto
d
esta
cidade
como
das
províncias
que
tem um
bonito
e variado
sortimento
de
fato
fei
to,
casimiras
para
fato
muito
baratas, cortes
de
calça
a l$500,
2$000
e
2$500
reis;
tudo
fazendas
modernas.
Guarda
pós
de
casimira
e
de
alpa-
ques
inglezes,
roupa
branca,
assim
como
camisas
de
600
reis
para
cima,
ceroulas
de
400
reis
até
800,
de panno
familiar,
e
meotes,
bonets
de
gorgtirào
de
seda
e
de casimira de todas
as
qualidades, de
500
rs.
até
800;
mantas
de
seda
de
to
dos os
feitios.
Encarrega-se
de
fazer qualquer
obra
que
lhe
seja
eucommendada, e
prompti-
fica-se
a ficar
com
ella
quando
não
fique
á
vontade
do
fieguez.
(2249)
lAJECÇî
BRAC1A.
Esta maravilhosa
injecção,
como
cal
mante,
é
a
nnica
que
não
causa
apertos
d
’
uretra,
curando
todas
as
purgações
ainda
as
mais
rebeldes
como
muitas pessoas
o
podem
altestar.
Deposito
em
Braga
na
pharmacia
Bra
ga—
Esquina
de
Santa
Cruz
—40
Porto
—
Cardoso—
Praça
de
D
Pedro—
113.
(2631)
(OLLEGIO
DO
JSOM
SUCCESSO
N
’
este
collegio,
em
Villa
Nova
de
Gaya, ao
pé
da
ponte
pênsil, admiltem-
se
alumnos
internos
d
’
ambos
os
sexos,
por
6,
7
e
8
mil reis
mensaes,
ccnfór-
ree
as
edades. O
ensino
da
leitura
é
pelo
systema
de
João
de
Deus. Dirigir
ao
di-
reclor
M.
J.
G.
de
Mello.
(2554)
ÊL/2EO S ''.ST 0
A.SS
MACHINAS
PARA COSER
DA
Companhia
fabril SINGER
BRAGA
4
9
—
rua
íle
Si.
Wieente
—
fi
9
As
melhores
machinas
para
costura
que
todo o
mundo
conhece
e
que
nunca
tive
ram
rival.
Vendeu no
anno
de
1877,
machinas
de
costura!!!
mais
SOs4»«
que
em
1876.
Vende
as
suas
magnificas
e
sempre
acreditadas
machinas,
ao
alcance
de
todas
as
fortunas,
a
prestações
de
tt®o
reíg
seaiana»!»?»
sem
prestação
de
entrada
ou
10
por cento
a
menos
a
prompto
paga
mento.
Para
famílias, alfaiates,
costureiras,
chapelleiros
e sapateiros
A
COMPANHIA
FABRIL
Garante
todas
as
suas
machinas
não
só
no
seu
bello
trabalho,
como
na sua
immensa
duração,
com
séria
garantia.
Avisamos o publico que te
nha
todo o cuidado
para não
ser enganado com as machinas
imitações,
como
algumas
pes
soas.
por infelicidade
d’ellas, o
tem
sido.
As
machinas legitimas
sisges
só
se
encontram
á
venda
na
Sub-succursal
da
COMPANHIA FABRIL SINGER
17,
RUA DE S. VICENTE,
17
BRAGA
e
nas
casas
estabelecidas
em
todas
a
ca
pitães
dos
dislrictos
de
Portugal
e
His-
panha.
Ensino
esmerado
e
grátis
era
casa
do
comprador
Peçam
cathalogos illustrados com
lista
de
preços, que
se
enviarão
GRÁTIS.
Ceremonial
segundo
o
rito
Romano
que
deve
observar-se
na
Ter
cia
e
missa
conventual
cantada
na
capelia do Seminário
Conciliar
Bracarense.
Escripto
pelo
Presbylero
JOÃO
REBELLO
CARDOSO DE MENEZES,
Vice-Reitor do
mesmo
Seminário.
Vende-se
no
mesmo
Seminário,
e
no
escriptorio
d
’
este
jornal.
Preço
.............................
"
120
rs.
RESPONSÁVEL-Luiz
Baptista da Silva.
BRAGA,
TYPOGRAPUIA LUSITANA—1879
Parte de Comércio do Minho (O)
