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-
SE®O2>àí^SL
rjr
3«C^k
®2
NOTICIOSA.
REDACTORES—
D. Miguel Solto-Mayor e Dr. Custodio Velloso.
7.° ANNO
PREÇO
DA
'ASSIGNATURA
.
2&00Ô
.
1&600
12
mezes,
com
estampilha.
12
mezes,
sem estampilha.
Brazil,
12
mezes,
moeda
forte. . 3&600
Folha
avulso
.
10
PUBLICA-SE
ÁS
TERÇAS, QLTNTAS E
SABBABOS.
PUBLICAÇÕES
Correspondências
partic.
cada
linha
Annuncios
cada
linha
.....................
Repetição.....................................
Assignantes,
20
p,
c.
d
’
abatimento
Í0
20
10
N.° 890
E2
3SL S» SK £.2»13 32
''.ET'
32
Toda
a
correspondência
deve
ser remettida, franca de porte,
á
administração do jornal—
O
«Commercio
do
Minho», rua No
va,
n.°
4.
imureMiw;
C3-
afX
TERÇA-FEIRA
50
DE SETEMBRO
DE 1879
HABEMUS GONFITENTEM
REUM.
Sob
esta
epigraphe
temos
regi
strado
nestas
columnas
algumas
pe
ças curiosissimas do
processo,
que
contra
o
proprio
liberalismo
estão
diariamente
formulando
os
mais
avançados
liberaes.
Estamos
chegados
ao
período
eleitoral,
uma
das
farçadas
mais
hediondas
e
repugnantes
do systema
que
felizmente
nos
rege,
e
uma
das
feições
particularmente
cafacleristi-
cas
do
parlamentarismo.
E
’
porisso
conveniente
que
oiça
mos
sobre o
caso subgeito
o
depoi
mento
de
testimunha idónea e com
petentíssima,
que
nos
dispense
o
trabalho
de
inquirir
as
restantes,
que
são
tantas
quantos
os
sequazes
desse
partido
que
tem
conduzido
a
nossa
cara
patria
ao
ultimo de
grau
de
abjecção
e
ruína.
’
Ouviremos,
pois, a
opinião
do
«Progresso»,
orgão
semi-oflicial
do
actual
ministério
e
porisso
dupla
mente auctorisado
e
insuspeito.
Eis
as
suas edificantes informa
ções:
«N
’
essa
lucta
que
ahi
se
desencadeia,
renovando
mais
uma
vez
a
serie
de
es
cândalos
e
immoralidades
que são
a
des-
honra
do
systema
liberal,
quasi
se vão
reproduzindo
os
mesmos syrnplomas
que
ha
tempos davam uma
camara
de depu-
dos
nomeados,
em
vez
de uma represen
tação
popular
de
deputados
eleitos.
Hoje,
como
então,
as mesmas tristes
scenas, o
mesmo
hediondo
espectacnlo,
se
apresen
tam
a
viciar
a
urna,
impecendo
a
con
sciência
e
a
expressão
da
vontade
livre
<io
eleitor.
Hoje,
como
então,
acham-se
os
cidadãos em
lucta
aberta
com
os ve
xames
e prepotências
da
auctoridade;
bo
je
como
então,
vão
os
eleitores
compre-
hendendo
que
sao
inúteis
iodos
os
esfor
ços
para
poderem
livreraenle
exprimir a
sua
opinião,
em
vista
da
enorme
corru
pção
e predomínio de que
os
governado
res
civis,
administradores
do
concelho,
regedores,
cabos
de policia,
e
outros
mandões
usam
com o mais
inaudito
des
assombro
e
o
mais desavergonhado
desa
foro.
Ha
na
capital,
como
em vários
outros
(lisirictos
do
reino,
candidatos
minisleriaes
que
andam
em
correria
e galopinagem
aberta
pelas
varias
repartições
publicas,
exigindo
erò
nome
do
nefasto e ímmoral
governo
que
os protege, ordens
verbaes
ou
escriplas
para
os
empregados,
seus
subordinados,
votarem
nas
suas
candida
turas.,
únicas,
segundo
elles, que
devem
•le
ser
patrocinadas
e
apoiadas
pelo
func
ionalismo
publico.
Innumeros
exemplos
poderíamos n
’
este
momento
apresentar
para fundamentar a
nossa
asserção,
se
por
ventura
não
fosse
jí do
domimo
publico
este e outros
meios
de
violência,
de
que
lançam
mão
as
au-
ctoridades,
com
a
maior
impudência
e
desfaçatez,
recorrendo
a
todos
os
expe
dientes
para conseguirem
o
vencimento
de
uma
eleição
em
que
empenham
^oda
a
força
de
milhares
dos
seus
escândalos
e
vergonhas.
Apenas
daremos
hoje
Iogar
ás
seguintes palavras
da
«Aurora
do
Li
ma»,
que
demonstram
que
entre os
mui
tos
desconcertos
de
que
ao
presente ia
zem
uso
os agentes
da
auctoridade figura
o
aphorismo
que
preceitua:
«que
o
func-
cionalismo
publico
não
deve
votar
com
o
governo,
porque
é
o
governo quem lhe
pagai.
«Este
dislate
que
pecca tanto
pela
exlravagancia
da
fórma,
come
pela
repel
lente
selvageria
da
essencia,
corre
cooio
matéria
acceitavel
em
direito
publico,
nos
arraiaes
dos
homens do
governo;
não fal
tando
quem,
por
imbecilidade
ou corru
pção, pense
em
Ibnsiderar
como
doutrina
tão rematado
absurdo.
Sabe
toda
a
gente
que o funccionario
publico
é
um
operário
contractado
peio
estado
para
desempenhar
em
certo
tempo
umas
determinadas
obrigações.
Requer-
lhe
o
mesmo
estado
uma
dada
competên
cia,
íiscaiisa-lhe
depois
o serviço
presta
do,
por
meio
dos seus
agentes
mais
ou
I
menos directos,
contracta
com
elle
o
pre-
j
ço
d’
essa
actividade, isto
é,
o-alugue!
d
’
esse
capital,
exigindo-lhe
apenas
que
co
mo
cidadão
preste
juramento
de
fidelidade
ao
rei reinante,
á
religião
e
ás
leis.
De
lodo
este
formalismo, mais ou
me
nos
fictício,
não
deduzirá
ninguém
que
o
empregado
publico
contractou igualmente
com
o
estado
o
aluguel das suas crenças
e
convicções.
Ninguém
perceberá
tão
bem
que,
co
mo cidadão, desde
o
momento
em
que
se
assoldadou
com o estado,
está
fóra
da
esphera
amplíssima
dos
que
pensam
co
mo
entendem
em assumptos
puramente
políticos, religiosos,
sociaes
e economi-
cos.
Dependendo
tanto
do
estado
como
o
operário
ou
o
industrial
depende
do con
sumidor
ou
da
oífieina,
o
funccionario
;
publico
tem
o
indiséulivel
direito de dat
ou
negar
o
seu
apoio ao
governo,
isto
é,
a
essa
manifestação
accidenlal
do poder
constituído,
dimanada
'da alliança
mais
ou
menos
synlhelica
do
povo
cotn
o
poder
exe
cutivo.
A
existência
do
funccionario pu
blico
está
determinada
em
these
pela
pro-
icura que
o capital
faz ao trabalho.
Esta necessidade,
que
é
consequência
legitima
de
leis
sociaes,
lixas
e
invariá
veis,
não
obriga
o
capital
á
gratidão
do
trabalho
disponível,
nem
la?
com
que
a
industria
livre
considere como
favor
a re
muneração
que a
concorrência
e
as
leis
sociaes
determinam
a
todas
as
manifesta
ções
da producção.
Aqui
nao
ha
deveres
de
gratidão
nem
preceitos
de
reconhecimento;
ba
um
pa
cto
social
e
economico, dislincto,
eviden
te
e
simplíssimo:
o poder
central
que
contracta
um
servidor
para
um
certo
tra
balho,
que lhe
põe obrigações inherentes
ao
cargo, estipula
salario
segundo
as
con
dições
geraes
do
mercado,
assistindo
a
qualquer
dos
contractanles
a
mais
am
pla
liberdade
de
pensar
como
melher
en
tender. Isto
é
claro
em toda
a
parte
e
de
uma evidencia
ao
alcance
das
primeiras
intuições.
Pois
não
o
entendem
assim
os
sábios
que
por
aqui
andam
a
pregar
em
favor
do
governo.
Estes
orates
alliançam
que
o
empregado
publico
é
uma
entidade
fa
vorecida
pelo governo, e
que
por
simi-
Ihante circumstancia
deverá significar-lhe
o seu reconhecimento,
votando
e
pensando
como
elle
com
toda a
energia
de
que
fôr
capaz.
Representantes
abjectos
da
im
becilidade
que,
pelos
princípios
jurídicos
da
legislação
gothico-romana,
pertencia
socialmente
aos
escravos,
os
funccionarios
públicos,
na
opinião
d
’estes
doutores,
de
verão vêr.passar
diante
de
si
a
socieda
de
independente
e
livre’,
o
industrial e
o
operário,
pensando
e
julgando
conforme
julgar
'e
pensar aquelle
com
quem
per
mutou
apenas
o
valor
da
sua
actividade
ou
o
preço
da
sua
inlelligencia.
Se tal
monstruosidade
fosse
matéria
corrente
em
direito, quem,
sem
se
de
gradar,
acceitaria
um
emprego
publico?
Nós
não
fallariamos
n
’este
assumpto
evidentemente
claro
e
positivo,
se
não
vís
semos que ha
intenção
de
cimentar
um
mal
entendido
temor entr^
os membros
da
classe
a
que
nos referimos,
no
intui
to.de
lhes
violentar
o
voto em
favor
de
uma
causa
que
só
com
absurdos
e
mentiras
se
póde.
defender.
E’
além
d
’
isto
a
natural
dependencia
dos
inferiores
para
com
os
superíormente
collocados
na
esphera
burocrática
uma
ga
rantia
auspiciosa
para
o livre
transito
d
’esles desconcertos: no
entanto
fique
bem
patente
a
hediondez
do
absurdo,
e
co
;
nheçam
todos
os que
çontractarem
a
sua
inlelligencia
e
a
sua
força
com o
estado,
onde
acabam
as
obrigações
dos
seus
car
gos,
e
onde
principiam
os
deveres
como
cidadãos».
Ao
correspondente
dsi
«iMinvai»
ena
iflistírirt.
Travou-se
ha
tempos
uma
questão
en
tre
a
«Propagánda
Cathoiica»,
do
Porto,
e
o
snr.
C.
de
A.
correspondente
da
«Palavra»
em
Madrid,
sobre a
origem
do
poder
civil.
E
’
sabido,
que desde
o
mez
de
ju
lho
passado
foi
suspensa
a
folha
semana-
ria
do
Porto,
em
consequência
da
grave
moléstia
do
seu proprietário,
o
snr.
Fran
cisco
Pereira
de Azevedo. Agora, no
fim
de
dous
mezes,
responde-nos o
tal
cor
respondente
de
Madrid,
em
um longo
ar
tigo
estampado
na «Palavra»
de
23
do
corrente.
Diremos duas
palavras
ao
snr.
C.
de
A.
para
o
que
pedimos
que
nos
conceda
as
suas
columnas
o
excellentè
jornal
«Commercio
do
Minho»,
visto
que
nos
falta
a
«Propaganda»,
onde deveria
ser
tratada
esta questão.
Na
«Propaganda»
de
5
de
junho dis
semos:
«O
correspondente
de
Madrid
para
a
«Palavra»,
em
uma
longa
carta,
que
vem
no
n.°
2035
d
’
este
jornal,
diz
o
seguia
e
a
respeito
da origem
do
poder
civil:
«Em summa,
não
é
outra cousa
senão
o
resultado
das
convenções
sociaes
na
marcha
e
desenvolvimento dos
povos
atra
vés
da
historia
e
no
andar
dos
secufos».
Talvez
o
correspondente
se
explique
mal,
mas
é
certo
que
a
sua
asserção
é
iropia
e errónea,
attribuindo
a origem
do
poder
civil a
uma
convenção
social».
Em
nma
carta
posterior
o
correspon
dente
explicou
em
parte
a
sua
asserção,
em
parte
insistiu
em a
sustentar,
a
ponto
que
não
se
podia
conhecer
bem
qual
era
a
sua
doutrina
sobre
a
origem
do
poder
civil.
Isto
mesmo
já dissemos
em
ura
arti
go
que
publicamos
no
ultimo
n
0 da
«Propaganda»,
'e
em
que
fizemos
ver
que
a
origem
de todo
o
poder,
ou religioso
ou
civil,
dimana
de Deus,
como
é
ex
presso
nos
livros
santos,
e
é
doutrina
corrente
em todos
os
auclores
calholicos
que
tratam
d
’
este
assumpto.
A
cousa
é
muito
simples,
para
que
seja
necessário
empregar
grande
numero
de
palavras;
mas
o
snr. C.
de
A.
enche
nada menos
que
cinco
columnas
do
diá
rio
do
Porto,
para
nos responder.
O
seu
artigo
da
«Palavra»
de
23
do
corrente
é
um
imbroglio
de
termos, que
mal
póde
classificar-se.
Nunca
vimos
a
arte
sophistica
levada
á
maior
perfeição;
parece
que
n
’
elle
se
renovou
a
antiga
dia-
íectica
da
escola
siciliana.
Depois
de
citar
o
que tinha
diio
an-
tecedenlemente,
accrescenla
as
seguintes
palavras:
«Vê-se
desde'
logo
com
toda
a
clare
za,
que
eu
fallo
precisa
e
determinada
mente
da
manifestação
externa do
poder,
não
da
sua
essencia
e
fundamento, não
do
principio
da
auctoridade
que exerce,
porque
isto
é
de
origem
divina;
e
que,
censuro
os
que
querem
dar
aos
poderes
civis
emanação
direcla
de
Deus,
quando
é
rfesle
sentido
indirecta.
etc.»
E
mais
abaixo’
continua:
«Da
proclamação
da
origem
divina do
pider por
emanação
direcla
ao
Estado,
como
quer
a
«Propaganda»
de
accordo
com
Faugey,
nssceu
uma
doutrina
funesta
que
em
parte fm
causa
do
apparecimento
da
refórma,
a
do
direito
divino
dos
reis,
que
a
Egreja
sempre
negou,
etc.»
Ora pois,
nós
refulámos
o
que
clara
mente
vimos
escriplo,
e
não
somos
obri
gados
a
mais,
porque
não adivinhamos
o
que
o
aucior
tem
na
sua
mente.
O
snr.
C
de
A
disse
expressamente
que
a
ori
gem
do
poder
civil
era o
resultado
das
convenções
sociaes;
não
fallou
nem
em
manifestação
externa,
nem
em
emanação
direcla
ou
indirecta
d
’
esse
poder.
Citamos
a
auctoridade
de
Jaugey
(e
não
Faugey),
porque
é
um escriptor
in
suspeito
para
os
catholicos liberaes-
o
que
elle
diz
é
verdade,
e aqui o snr.
C.
de
A.
confundiu
duas
cousas
differen-
tes.
Todo
o
poder,
fallando
em
geral,
emana
direclamente
de Deus:
é
o
que
ensinam
lodos
os
auclores
com
Jaugey.
Emquanto,
porem,
á
fórma
do
poder,
ou
á
sua
manifestação
externa,
é
outra
cou
sa;
mas
o
correspondente
não
exprimiu
esta
especie,
e
nós
já declaramos que
fal
íamos
uo poder
em
geral.
Também
não
vem
a
proposito
o direi
to
divino
dos
reis,
do
qual
nada disse
mos; porque, repetimos,
a
questão
ver
sava
sobre
a
origem
do
poder
em
geral.
Comprehendeu-
nos
agora
o
snr.
C.
de
A?
Se
entende
que
todo
o
poder
vem
de
Deus sendo
só
a
fórma
de
instituição
humana,
estamos
de
accordo; mas
foi
isto
mesmo
o
que
já
dissemos
no
artigo
da
«Propaganda»,
e
assim
fica
evidente
que
o
correspondi
nte
se
havia
explicado
mal,
e
que
con
*
ra.-ão
censuramos
a
sua
pro
posição.
Se
entende
outra cousa, paciência.
Pela
nossa parte sustentamos
que
todo
o
poder
vem
de
Deus,
e que
é
impia
a
proposição
que
atlribue
a
sua
origem
ao
pacto
social,
verdadeira
chimera
inventa
da
por
Rousseau
e
outros
sophislas.
O
Apostolo S.
Paulo
diz: Non est
po-
leslas
nisi
a
Deo;
quce
autem
sunt,
a
Deo
ordinatae
sunt. Com
todos
os
auclores
traduzimos
assim:
«Não
ha
poder
que
não
venha
de
Deus;
os
que
existem
foram
instituídos
por
Deus».
O snr
C.
de
A.
-
traduz d
’
este mo
do
(o
gryfo
é
d
’elle): «Não
ha
Potestade
se não
a
de
Deus,
e
as que
ha, de
Deus
veem
ordenadas, quer
dizer,
a
potestade
que
é a
essencia,
a
base,
o
fundamento
do
poder
é
o
que
vem
ordenado
de
Deus».
Quem
não
admira
esta
traducção
exó
tica!
Que
bello
interprete
é
o
snr.
C.
de
A! S.
Paulo
diz
que
não
ha
poder
que
não
venha de
Deus.
Segundo
o
corres
pondente,
quer
dizer
que
não
ha
Potestade
senão
a
de
Deus'1
Estão
a
potestade é
a
base
do
poder!
Pois o
polestas
do
Apostolo
não
significa
poder!
Chama-se.
figuradamenle,
potestade
á
pessoa
que
tem
ou
exerce o
poder,
assim
como
governo
á
que tem
o
governo;
mas
no
texto
de
S. Paulo,
polestas
quer
di
zer poder
ou
auctoridade.
Diga
o
que
disser,
sophisme,
se
lhe
agrada,
nada
mais
temos
a
responder
ao
correspondente
da
«Palavra».
♦ *
♦
25
de
setembro
de
18
^99.
(Do nosso
correspondente)
Quando
vos
tenho
diclo.
meu bom
amigo,
que
tão
bons
são
uns
como
os
outros,
é
porque
os
factos
me
persuadiam
ha muito
que não
errava.
Não
vos
faltarei
agora
da
Granja
por
que
é
ainda
mui
recente
o
modo repu
gnante
como
os
jornaes
da
actual
situa
ção
ultrajavam
o
chefe
do
Estado;
mas
véde
a
«Revolução
de
Setembro»
de
quar
ta-feira,
17,
e
dar-me-heis
rasão
logo.
Diz
o
jornal
do
snr.
Sampaio
que
acha
condemnavel
que
um
governo
se
deno
mine
progressista
e
faça
allianças
com
os
elementos
clerical,
e
absolutista
(melhor,
legitimista).
Muito
bem,
oplimo!
Não
me
parece,
todavia,
que
seja
facil
a
prova
de
que
a
Granja esteja com
o
bom
clero,
e com
o
partido
realista.
Mas è
facil,
fa
cílimo
demonstrar
que
a
«Revolução
de
Setembro»,
isto
é,
o
partido
regenerador,
pensa
na
questão
religiosa
como
o
resto
do
partido
liberal.
Para
elle
qualquer
pacto
com
o
sacer
dócio
equivaleria
a
um
crime
de
lesa li
berdade
commettido
por todo corrilho
re
volucionario.
que
se
lembrasse
de tractar
com o
clero
são.
Entre
o
liberalismo, e
a
Egreja, na
opinião
da
alludida folha,
não
se
illude,
não
ha,
não
póde
haver
accordo
possível,
e
por
isso
prevarica,
esfarrapa
a
respecti-
va
bandeira,
a
facção
liberal
que
se
apro
ximar do
clero
catholico.
Mas,
não
se
falle
também do
partido
legitimista!
Seria
um peccado irremissível
o
rninimo
signa!
de
alliança
com
elle!
Como
os
tempos
mudam!
Já
a
«Revolução
de Setembro»
se
es
queceu
de 1816 e
1817,
e
d
‘oulras
épo
cas
igualmente
memoráveis
para
realistas,
e
progressistas
d’
outr
’
ora!
Então
era
virtude o
que
hoje
seria
um
erro
inqualificável!
Quem
os
não
conhecer,
caro
amigo,
que
os
compre.
O
Senhor Patriarcha
não está
melhor,
infelizmente.
Sua
Em.
a
insta
porque
lhe
deem
successor. Quer ir
passar
o
resto
dos
seus
dias
na
sua
terra
natal;
mas
ha
divergências,
e
attrictos,
que
o
teem
ob
stado
á
realisação
dos desejos,
justíssimos,
do
illustre
Prelado
da
diocese
lisbonense.
Poder-vos-hia
dizer
muito sobre
a
que
stão,
mas
seria
imprudência,
se
fora
mais
explicito
agora.
Ha,
talvez,
um
mez
houve
um
des-
aguizado
entre
um
tenente
de
infanteria,
galopim
eleitoral
do
campo do
Fontes,
e
um
capitão
do
mesmo
corpo,
granjola
dos
quatro
costados.
Pois o tenente foi, na
semana
passada,
reprehendido
pelo
com-
mandante
do corpo,
diante
de
todos
os
officiaes
da
graduação
do
punido,
isto
por
Ordem do
governo,
e
o
capitão progres
sista.
também
culpado,
(icou
impune,
e
lavando-se em agua
de
rozas!
Se
a
Granja
estivera
de
baixo,
quem
pagava
as
favas
era
o
capitão
granjola.
Que
moralidade,
que
espirito
de
disci
plina.
que
festa,
que
pagode,
que
tripu
dio,
que-
resposta eloquente
aos
que
ahi
sustentam
o
labaro
da
liberdade, como
sytnbolo
de
verdadeira
civilisação,
de
ver
dadeiro
progresso,
de
verdadeira
ordem,
de
verdadeira
tolerância,
de
verdadeira
igualdade!
Ha
dias
o
telegrapho
annunciou
de
Paris,
o
boato
da morte do imperador
da
Rússia,
mas
desmentiu
logo
a
fatal
nova.
Seriam
bons
desejos?
Quem
sabe?
Foi transferido
para
Reguengos
o
es
crivão
de
fazenda,
Mattos, de
Alemquer.
Razões
-eleitoraes.
O
homem
parece
ser
regenerador.
Também
me
disse
pessoa
comp
lentíssima
que
ia
ser
(não
sei
se
já
foi)
demittido
um
outro
escrivão,
o
qual
tem
onze
filhos, por
se occupar
da
que
Associação
Catl»oliea.
—
Esta As
sociação,
que
adquiriu
este
anno
ama
ex-
cellente
casa
no campo
de Luiz
I,
abre
as suas
salas
no
primeiro
domingo
aos
seus
associados, fornecendo-lhes
leitura
re
ligiosa
e
instrucliva,
jornaes
de
sã
mora
lidade e
doutrina
e
recreios
os
mais
ho
nestos.
Em alguns
dias,
além d
’
esles
entre-
ttmenios
da
leitura
e
conversação,
deleita
os
seus
associados
com
as
harmonias
de
liciosas
dos grandes
maestros
em
concer
tos
musicaes. Que
mais
se
póle
desejar
para
se
passarem
alguns
momentos de
distracção
e
de
ocio
depois
dos
fatigan
tes
trabalhos
do
dia?
Admira
que
o
gosto
stão
eleitoral.
«Cá.
e
lá,
meu amigo, más
fadas
ha».
O
que
vos
digo
é
que
se não
póde
ser
juiz
com
taes mordomos.
Faliam
dos
despotismos d
’
outr
’
ora,
e,
na
pratica,
n
’
estes tempos
de
rasgada
li
herdade,
vigóra, em toda sua
força, o
«crê,
ou
morre».
São
óptimas
as noticias
vindas
das
ter
ras
do
exilio
immerecido.
«Constância,
e Prudência»,
e
Deus virá
em
soccorro
do
paiz.
Temos
aqui
tido
a
estudantina
sueca,
no circo
Price.
E
’
muito
acceilavel,
mor-
mente
pelo
modo distinclo,
e
até
ele
gante,
como
se apresenta
ao publico.
Todavia,
não
sei
se
fará
fortuna.'
A
épo
ca
é.
decididamente,
dos
lheatros
barra-
cas
da
feira de
Beletn, e
Nazarelh,
e
por
isto
conservo-me
na
especlaiiva.
Parte
da
imprensa de Madrid
torna
a
lembrar-se
da
alta
conveniência
de nos
convertermos
em
hespanhoes.
Lá
não se
leu,
por
certo,
o
monumental
NÃO
de
Pereira
da
Cunha.
Mas,
já lá
vam
mais
de
dous
séculos
depois
que
détnos
aos
nossos visinhos
bem
boas
licções.
e
a
despeito
da
historia
lhes
mostrar
que
muito
póde o
gallo
no
seu
poleiro,
não
perdem
uzo
para
denunciarem
a
avidez,
com
que
nos
cubiçam a
terra,
donde
outr
’
ora
fo
ram
enxotados n
’
um
abrir,
e
fechar
de
olhos!
Oh!
se
o
liberalismo
não
estivera
do
minando
aqui,
não
julgaria,
certamente,
Castelia
nem
facil,
nem
possivel
a
con
quista
de um povo,
como
o
portuguez.
Mas
a
liberdade, meu
amigo, inspira
aos
extranhos,
a quem
oulr
’ora vencemos
gloriosamente,
a
coragem,
que
aliás
não
teriam.
Já
marchou
para
Tancos
a
ala direita
de
caçadores
2, cento e
sessenta e
tantos
homens.
O
Fontes era
assim
e
assado
por
causa
de
Tancos
e
Tancos
cada vez mais
querido
dos
contrários!
Que
gente!
Até
<[tiando
a
soffreiá
o
paiz!
Todo
vosso
.4.
suascKíPÇÃw.
Nunca
nos
dirigimos
com
mais
acerba
mágoa
aos
nossos
leitores,
como
ao
escrevermos
estas linhas.
Como
por
vezes
temos
dicto,
o
snr.
Francisco
Pereira
d
’
Azevedo,
antigo
proprietário
e
redactor
do
«Direito»
e d’outros
jornaes
catho
licos,
e
actualmente
da
«Propagan
da
Calholica»
e
«Libertador
das
Al
mas
do
Purgatório»,
acha-se
muito
doente
no
Porto,
e
sem
meios
para
se
tractar!
Este respeitável
cavalheiro
vê-se
reduzido
a
tào
triste
estado,
por
que
sempre
sacrificou
todos os
seus
haveres
e forças
na
propaganda
das
mais
sãs
doutrinas.
Alguns
amigos
do
snr.
Francis
co
Pereira
de
Azevedo,
fervoroso
apostolo
dos verdadeiros
princípios
religiosos
e sociaes,
abrem
uma
sub-
scripção
em
seu
favor,
e
pedem
o
concurso de
todos
os
catholicos
para
suavisar
a
penúria
d
’
aquelle
infeliz
quão
benemerito
cavalheiro.
A subscrição
fica
aberta
em
casa
do
snr.
Manoel
José
Vieira
da
Ro
cha,
na
rua
do
Souto,
n
’
esta
cidade.
GAZETILHA
por
estes
castos
praseres
não
mova
todos
os
nossos
artistas
e
homens
de
trabalho
a
procurarem
alli
o
repouso
,e
distracção
que
demanda
a
naluresa
cançada
das
li
des
do
dia.
Henri<iue
V.—
Diz
«La
Fé>
que se
gundo
noticias da França,
a
manifestação
legitimista
do
anniversario
do
nascimento
do conde
de
Chambord
vae
tomando
gran
des
e
consoladoras
proporções.
Kepreaentação.
—
Recebemos
um
exemplar
da
representação que
os habitan
tes
de
Coimbra
endereçaram
ao
governo
pedindo,
em
harmonia
com
a
sua
justiça
e
interesses,
as
modificações
nos
traçados
do
caminho
de ferro
da
Beira
Alta
e
sua
continuação
até
á Figueira.
Este
extenso
documento
veio
acompa
nhado d
’
uma
delicada
carta
em
que
a
grande
commissão
popular
executiva,
elei
ta
no
comicio
que
n
’
aquella
cidade
leve
logar
quando
se
soube
da concessão
do
caminho
de
ferro
da
Figueira,
informa
a
imprensa
e
o
paiz
do
resultado
das
dili
gencias
por
ella
empregadas
junto
do
mi
nistério.
Os
delegados
da commissão,
que
haviam
ido a
Lisboa
apresentar
a repre
sentação
foram recebidos pelos snrs.
mi
nistros do
reino
e
obras
publicas,
que
se
compromelteram
a
entabolar
immediata-
menle
a
negociações
necessárias
para
as
soluções
apontadas
na
representação, e
a
empregar
lodos
os exforços possíveis pa
ra
definir,
com a
maxima
brevidade,
es
sas
negociações
por actos
officiaes.
inginho.—
No
sabbado
deu-se
á
se
pultura
no
cemiterio
publico,
depois
dos
responsos de
Gloria,
na
capella
do
mes
mo,
o
cadaver
d
’nma
(ilhinha
do
snr.
Au
gusto
Cerveira
e
Serra.
»uençn.—
Tem
estado
doente
na
Po
voa
do
Varziin,
onde
se
acha
a
banhos,
o
famoso litteralo dr. João
Penha,
irmão
do
snr.
dr.
Manoel
Joaquim
Penha
For
tuna.
Creanças
«bandonaiías.
—
Deram
entrada
no
hospício
dos
expostos
dois
re-
cem-nascidos
que
foram
encontrados
aban
donados.
Como
ella
continua »a
crescer...
I¥em
os
sinos
eseapam.—
Foi pre
so
e
entregue
ao
poder
judicial nm
la-
rapio
que
roubou
nm
sino no
valor
ex
cedente
a
30$000
reis.
Rua
Cj-saz d® Pedra.
—
Fazen
-
do
coro
com
os nossos
collegas
da
loca
lidade,
pedimos
á
exc.
,na
camara
que
man
de
activar
quanto
possivel
os
trabalhos
da
reconstrncção
da
rua
da
Cruz
de
Pedra,
que
está
quasi
intransitável.
«Se
eorrecçâo.
Diz-se que
al-
gtins cavalheiros
d
’esle
concelho projectam
installar
n
’esta cidade
uma
casa
de
correcção
para
vadios.
Oxa
á
que.
se
realise
este
excellente
pensamento.
Bi
’
dignt
de
louvor.
—
O
exm.°
com-
mandante
d
’infanteria
8
mandou
proceder
a
uma
formatura
nos
claustros
do
quartel
e
exhortou
os
soldados a
que
não
des
sem
occasião
a
queixas
dos
proprietários
por
assaltos
a vinhedos;
louvando
o
re
gimento
por
ainda
não
ter queixa
al-
g
u
m
a
.
Prisão
de
CcíZiwayo.
—
Do
illll-
slrado
jornal
«La
Fé» traduzimos
os
se
guintes
promenores
da
prisão
de
Celtiwayo;
Um
despacho
da
cidade
do
Cabo
diz
que
quantos
se acharam
presentes
á ca
ptura do
rei dos
zulus admiram
a atitu
de
tranquilla
e
valente
d
’
aquelle
soberano
á
sua
chegada
a
Ulundi.
Ao ver
pela
primeira
vez
as
ruinas
do
kraal
real,
a
phisionomia
do
rei
deixou
entrever
signaes
de
commoção;
afóra isto
a
sua força
d
’
animo tem
sido
admiravel.
Lord Gifford
empregou
no
dia
27 um
ardil
para
obter
um
guia
que
o
condu
zisse
aonde
estava
Celtiwayo.
Tendo
co
nhecido
que n
’um
kraal
onde
se
achava,
o
desgraçado
monarcha
tinha passado
a
noite,
fez
revistar
os
arredores
e
encon
trou
dois
jovens
que
declararam
que
não
sabiam
onde
se
encontrava
o fugitivo.
Gifford
fez
vendar
os
olhos
aos
dois
po
bres
negros, e mandou
disparar
vários
tiros
para
o ar.
Ouvindo a detonação,
um
d
’
e!les ex
clamou:
«Fuzilaram
meu
irmão!»,
e,
preza
do medo, oífereceu-se
para
servir
de
guia
aos
inglezes.
Assim
o
cumpriu;
e
eslês,
atravessan
do
um
bosque,
depois
d’
uma
marcha
lar
ga
e
diííicil
chegaram
a
28
pelo
amanhe
cer
ao
ponto onde
se
achava
o
rei.
Te
mendo
que
elle
se
escapasse,
Gifford
man
dou
que
suas
forças
rodeassem
o
logar
e
psperou
occulto
que
chegasse
a noite
para
realisar
a
captura.
Do
esconderijo,
lord
Gifford
presenciou
a
immolação d’um
boi,
verificada
pelo
|
monarcha
e
pouco
depois
avistou
o
ma
jor
Marter
que,
avisado
por
Gifford,
av,-,
n.
çou
para
o
lado
opposlo
e
se
apoderou
do
rei.
Quando
o
major
Marter,
abeirando-se
da
choça
onde
estava
Celtiwayo
lhe
disse
que
saísse,
este respondeu: «Eotrae
vós»
Marler
insistiu, e
o
rei
saiu,
abaixando-'
se
pela
pouca
elevação
da
gruta.
Quando
levantou
a
cabeça,
viu-se
rodeado
de
dra.
gões.
Um
dos
soldados
quiz
lançar-lhe
a
mão;
porém
o
rei,
cora
um
gesto
de
desprezo,
lhe diz:
«Soldado
branco, não
me
toques»,
e
pediu
que
o
fuzilassem.
O
rei
levava
ura manto
encarnado,
no
estylo
da
toga
romana.
Deteve-se em
Ulundi,
e
contemplou
com
attenção
a sua
capital
destruída; depois
dirigiu
um olhar
altaneiro
aos
soldados
que
o
rodeavam.
Ao
ser aprisionado
perguntou
que
gra
duação
tinha
o
official
que
commandava
a
tropa
que
o
prendia.
Traclou
com
o desprezo
que
é
natural
o contingente
indígena
da columna
ingleza.
O
rei
Celtiwayo,
que
estava
demasiado
cançado
para
montar
a
cavallo
ou
ir
a
pé,
foi
conduzido
n’
uma
carruagem.
Não póde
imaginar-se
o
enthusiasmo
que
no
Gabo
provocou
a
noticia
da
prj.
são
do
rei
zulu,
a
qual muitos
não
se
atreviam
a esperar.
O
infeliz
negro
que serviu
de
guia
aos
inglezes,
suicidou-se. O seu companheiro
pediu
que
lhe
permillissem
acompanhar
o
rei
e
ser
vil-o
até
á
morte.
Celtiwayo
deu-
lhe
a
mão
a
beijar
e
o
joven
negro,
que
pertence
á
mais
alia
aristocracia
africana,
não
se
separa
um
momento
do monar
cha.
Atntia
Cettivrayo.
- Lê-se
na
cor
respondência
de
Lisboa
para
o
«Commer-
cio
Portuguez»:
Correspondências
de
Moçambique
di
zem
que
Celtiwayo,
o terrível rei
dos
zulus,
antes
de
ser
aprisionado
pelos
in
glezes,
mandara
oflerecer
ao
governador
de Moçambique preito
de
vassalagem
ao
rei
de
Portugal.
A
iSitstoria
Universal.
—
A
«Unilà
Cattolica»,
de
1
d
’
agosto,
publicava
o-se
guinte
annuncio;
Os
últimos
trinta
annos,
continuação
da
Historia
Universal de Cesar
Cantu.
«A
Historia
Universal
de
Cesar
Can
tu acabava o
anno
de
1848
isto
é,
na
vespera
dos
acontecimentos
que mu laram
a
face,
não só
da
Italia,
mas
de
toda
a
sociedade
civil.
«Nas
traducçõos
feitas
em
quasi
lo-
dãs
as
linguas,
foram
inseridos
alguns
additamenlos
e
noticias
de
factos
poste
riores,
e
em
algumas
fizeram
até,
ex
pressamente,
uma
continuação.
Citaremos,
principalmente,
a
edição
tudesca
de
Re-
gensburg,
pelo doutor
Jo>é
Fehrisino,
em
1866,
e
a
que
agora
se
começa
em
Lisboa
n
’
uma
3.a
edição portugueza,
e
a
hespanhola
que
n'este
momento
está
realisando o
snr.
Netnesio
Cuesta.
<0
auctor
não
encontrou
Ires
conti
nuações
em
harmonia
com
o
seu
syste-
ma,
até
mesmo
exprimindo
ideias
con
trarias
ás
suas,
sobre
que
formou
a
Hi
storia
Universal;
razão porque
teve
de
protestar
contra
a
Verdens
hisloire
de
Khionbave,
e
contra
a
Historia Univer
sal,
reformada,
accrescenlada
e
ampliada
para
o
Brazil
e
Portugal.
Por
ultimo,
o
auctor
resolveu-se
a
fazel-a
elle
mesmo,
com
a
brevidade
conceiluosa,
e
com
a
amplidão
de vista
de seu
monumental
trabalho.
«A
União
Typographica-Editora,
que
ha
publicado nove
edições
de
Historia
Universal,
está
já
dando
ao
prelo
esta
continuação,
que será
comprehendida n
’
tim
elegante
volume.
«Não
duvidamos
que
quantos
possuem
a
Historia
Universal
queiram
munir-se
d
’
este
complemento,
que
comprehende e
abraça:
—
Os
últimos
trinta annos.
—A So
ciedade
Editora.»
Como
vêmos,
accrescenta
a
«Ordem»,
a
indignação
do
illustre,
notável e
chri-
stão
historiador
contra
os
exploradores
da
imprensa,
e
falsificadores
da
opinião
e
sentimentos
alheios,
é
tal
que
o
levou
a
fazer
elle mesmo
o
complemento
de
sua
monumental
obra,
apezar
de
sua edade
já
octogenária.
E
’
este
mais
um
documento
que
o
lazarista
Ennes
poderá
juntar
á
soa
obra
de
falsificação,
como
signai
de
approva-
ção
a
seu trabalho.
Francamente, ainda não
vimos
em
es-
criptor
algum
tamanho
descaramento.
Não
obstante
o
protesto
nobre
e
digno
do
e®u
nente
Cesar
Cantu,
elle
lá
leva
a
sua
por
diante!
Que
cynismo!
Ora
diga
nos,
snr.
Ennes,
em
que
faz
consistir
v.
s.
a
a
propriedade
lilleraria?
0
snr.
Pinheiro
Chagas,
no
artigo
que
ha
pouco
publicou
na Bibliographia
por-
tugueza
e estrangeira,
devia
começar
pri
meiro
pelos
de
casa.
Revolta-se
conira
os
brazileiros
porque
teein
cerceado
os
seus
interesses
no
drama
da
Morgadinha;
tem
razão
e
muita razão.
Mas
porque
não começou por
apphcar
uma
boa
lusa
no
seu
congenere
Antonio
Ennes, um
criminoso
de
lesa
proprieda
de
lilleraria
que
se
mette
a
reformar
uma
obra
alheia
contra
vontade
expressa
de
seu
dono?
,
Vê
o
snr. Pinheiro
Chagas,
que
a
chaga
não
existe
só
no
Brazil;
o
lazaren
to
do
Ennes
é
talvez
o espelho
onde
el
les
agora
se
miram.
Não
vê
o
descaramento
com
que
el-
le
continúa
a
obra
de
falsificação,
com
o desprezo
de
todas as leis
do
decoro,
de
honra,
de
probidade?
Como
justificou
este
escriptor
publico
o
seu
procedimento? Co
mo
respondeu
elle
ao
protesto
de
Cesar
Ganiu?
Para
consciências
tão
illuminadas
isto
não passa
de—bagalellas.
«
Ainda
contamos
poder
um dia
voltar
a
pôr o
lazarisla
dos
Lazarislas
em face
d
’
es-
teseu
procedimento
e
processo
de falsifica
ção
lilleraria-
E
agora uma
só
pergunta:
Qoe
faria
o
snr
Ennes
se alguém se
lembrasse
de
refundir
e reformar
(que
aqui
para
nós,
não
é dos
que
menos
precisava)
o
seu
drama Lazarislas. fazen
do
dizer
exactamente
o
contrario
que s.
s.
a
n
’
elle
quiz
expressar?
Protestaria
logo,
como
é
natural;
e
com
justificado
motivo;
mas
se
o
homem
levasse
a
sua
por
diante?
Appellamos
para
a
consciência
de
to
do
o
homem
de brios
e
de
honra:
ella,
só, póde
ser
a
condemnação
da
ousadia
la-
zarista.
Prevenidos
ficam,
pois,
aquelles
que
desejem
a
Historia
Universal
completa
por
seu
attclor,
que
dentro
em
pouco
a
po
derão
adquirir.
Kxninet
no
Seminário
em
ou
tubro.
Chegou
uma
portaria
do
gover
no
concedendo
faculdade
para
no Seminá
rio
Archiepiscopal
poderem
fazer
exames
d
’
inslrucção
secundaria,
aquelles
a
quem
faltar
sómenle
um
ou
dois exames
para
poderem
matricular-se
no
eurso
superior
do
mesmoo
Seminário.
55<írb-»lrtftsi.
—
A
«Jndependencia»
,
dos
baixos
Perineus,
falia
de
um
phe-
nomeno
que
já
tem
sido
notado
em
ou
tros
pontos
da
França,
e
que
utlimamen
te
se
apresentara
em
Bízanos,
perlo
de
Pau.
Uma
nuvem
de
borboletas
pardas,
raiadas
de
negro,
passou
n
’
aquellas
re
giões,
emigrando, sem
duvida,
como
é
proprio
nas
aves
de
arribação.
Em
Bizanos
descançou
a
multidão,
co
brindo
litteralmenie
a
ponte
d
’aquella
ter
ra,
que
é
muilo
extensa.
Pouco
tempo
depois
retomaram
vôo
e
seguiram
sua
mar
cha,
caminhan
lo
para
o
sul
No
espaço
pareciam
uma
nuvem impelbda
pelo
vento.
(ta c<»sumnni4tni«
nmntatitttlos.
—
Os
cotnmunislas
amnistiados e
que
em
consequência
d
’isso
voltaram
a
França,
parece
não
estarem
muito
arrependidos,
a
julgarmos
pela
.
seguinte
carta
que
diri
giram á
junta
republicana
ide
Narbona:
«Cidadãos:
Os
abaixo
assignados,
de
portados,
amnistiados
e
desembarcados
com
suas
famílias,
a
7
de
dezembro
em
Port-
Vindres,
apressam
se
a
dirigir
vos
as
mais
calorosas
felicitações
para
vos
agradecerem
do
fundo
do
coração,
e
em
nome
da
nas
cente republica,
pela
qual
combateram
e
soffreram.,
e
que d
’aqut
em
diante
defen
derão
até
derramar
a
ultima
gota
de
san
gue,
a
fraterna!
e
sympitica
recepção
que
se
fez
na
cidade
de
Narbona
áquelles
que
tiveram
a
gloria
de
levantar
em
Paiis,
tyon
e
Marselha o
estandarte
das
reivin
dicações
populares
e
das
franquias
com-
mimistas».
E
’
bem
clara esta
carta;
dispensa
com-
uientarios.
*
—
E.
ta novo Corslfti»!
—
OeresnoDiiai»—
bibliagraphicais.
—
Diz
um
jornal
de
Lisboa:
Hoje,
25,
chega
a
esta
cidade,
pelas
duas
horas
da
tarde,
o
guarda
nobre
de
Sua
Santidade
com
os
despachos
e bre
ves
aposlolicos
da
promoção
do
snr.
Nun
Cl
° ao cardinaiaio,
e
da
nomeação
do
seu
auditor,
o
dr.
Averarde
para
como able-
ga<io
apostolico,
apresentar
a
el
rei
o
bar
reie
de
Cardeal
que
sua
mageslade
ha de
eollocar na cabeça
de
sua
eminencia,
a
lo
go
de
Sua
Santidade.
Logo
que
chegar
o
guarda
nobre
diri-
gir-se-ha
em
uniforme
de
meia
gaia ao
palacio
da
nunciatura
e
ahi
fará
a
apre
sentação
dos
despachos
e
breves,
e
collo-
cará
na cabeça
de
sua
eminencia
o
soli-
deo
cardinalício,
felicitando•
o
ao
mesmo
tempo.
Muitas
pessoas
ecclesiasticas
e
se
culares, que,
oU
por
sua
posição
e
qua
lidades,
ou
por
serem
do
conhecimento
de
sua
eminencia
leem entrada em
sua
casa
vão
fazer
cortejo
a
sua
eminencia
n
’
aquelle
acto,
segundo
a
moderna eti
queta
adoptada
em
Roma
e
França
em
taes
soiemnidades.
Consta-nos
que
sua
eminencia
dará
dias
depois
um
jantar
diplomático,
e
que
no
dia
da
sua
investidura no
cardinaiaio,
que será
o
da imposição
da
barrete no
paço
da
Ajuda,
dará
grande
recepção
no
seu palacio
para receber
os parabéns e
cumprimentos
da
côrte
e
pessoas
de
dis
tineção
e
das
suas
relações,
como
é
de
uso
em
taes
circuinstancias.
0 snr.
conde
Paulo
Manhi, gnarda
no
bre
de
Sua
Santidade,
é
irmão
de
Mon
senhor
Manhi,
mestre-sala
de
Sua
San
tidade,
e sobrinho
do
Cardeal
Manhi,
qoe
foi
auditor
da
Nunciatura
de
Lisboa
de
1803
a
1808, e delegado
apostolico
n
’este
reino de
1809
a
1811,
quando
o
Núncio
residia no
Rio
de
Janeiro,
junto
do
prín
cipe
regente.
Foi
depois
Núncio
na
Suissa
e
em
Pa
ris
d
’onde
saiu
Cardeal.
Em
Roma occupou
o
cargo
de
deão
do
Sacro
Collegio,
e
morreu
de
avançada
edade,
tendo-se
mostrado
sempre
amigo
de
Portugal,
e grato
á
distineção e
estima
ção
de
que
gosou
aqui.
IVeHpneliog
ecelegiastieoa.
—
O
presbylero
Miguel
Augusto
Ferreira
—apre
sentado
na
egreja
parochial
de
Nossa
Se
nhora
dos
Remedios
de
Messejana,
no
concelho
de Aljustrel,
bispado
de
Beja.
Declarado
sem effeito o
decreto
de
14
de
junho
de
1877,
pelo
qual o
presby-
tero
Antonio Januario
Mendes
de
Vascon-
cellos, paroebo
collado
na
egreja
de
S.
Pedro das Mós,
na
diocese
de
Lamego,
foi
apresentado
na
egreja
parochial
de San
ta
Maria
Magdalena
de
Villarinho da Cas-
tanheira,
na
diocese
primaz de
Braga.
O
presbytero
Wenceslau
Gabriel
Dias
Galles
e
Costa,
parocho
collado
na
egre
ja
de
Santa
Marinha
de
Amares, na
dio
cese
primaz
de
Braga—apresentado
na
egre
ja
parochial
de
Santa
Maria Magdalena
de'
Villarinho
da Caslanheira,
da
mesma
dio-
cese.
í
*
SíeBB®sBieiii».
—
Não
é
já virgem o
facto
que
vamos
referir,
comtudo,
tão
raros
teem
sido
os
exemplos d’
elle,
que
não duvidamos
de classitical-o
ainda
de
phenomenal,
na accepção
vulgar
da
pa
lavra,
escreve
o
«Tribuno
Popular»,
de
Coimbra.
Foi o
caso
que
no
dia
28
do
mez
de
julho
proxirno
passado,
no
logar
dos
Men
des,
suburbio da
villa
de Pombal, uma
mula
deu
á
luz
um
filho,
perfeitamente
conformado
e viável!
Quem duvidar
da
veracidade
do
que
adiantamos,
poderá
dirigir-se
a
casa do
snr.
Francisco
Manso Preto, da
Redinha,
onde
existem
actoalmente
mãe
e
filho
e
desenganar-se
ha. por seus proprios
olhos,
sobre
a
existência
real
d’
este
successo,
que
vem
desmentir
mais
uma
vez
a
ve
lha
crença
na
hybridez
absoluta
dos
mua
res.
Um
c»«a
*
o
Sta
muitas.—
'Traz
0
«Jornal
da
Noite»
a
seguinte
edificanlis-
sima narração,
que.
de modo
algum nos
admira
nos
tempos que
vão
correndo:
Lê
se
na
«Correspondência da Figuei
ra»
que
um
indivíduo
de
Buarcos,
que
esteve
durante
alguns
annos
no
Brazil,
regressou
do
império
com
ideias ultra-
avançadas. No
domingo
ultimo,
houve
uma
festividade
n’
aquella
villa,
e entre
outras
tropelias
irreverentes,
o
nosso
brazileiro,
foi
coilocar-se
em
um
dos
largos da
ter
ra
para
ver
passar
a
procissão,
de cha
péu
na
cabeça
e
fumando
um
formidável
charuto.
Um
dos
cabos
de
policia
de
Buar-
cos
a
quem
não agradou
a
irreverencia
do
sujeito,
inlimou-o
para
que
se
-descobrisse
e
deixasse
de
fumar.
Foi
em
vão.
0
ho
mem
teimou,
e
replicou
com bem
pouca
logica
que
eslava
no
seu
direito,
porque
as
senhoras
lambem estavam
vendo
pas
sar
a
procissão
de
chapéu
na
cabeça.
Pro
duzio
a
conlumacia
e
a
atrevida
respos
ta
do
brazileiro
grande
escandalo.
A
procissão
parou,
e
sacerdotes
e
po
vo
admoestaram-no
a
que
tirasse
o
cha
péu.
Depois
de
muitos
incidentes,
houve
u<a
indivíduo
mais
r
'
"
giu
ao
brazileiro
e lhe tirou
á
força
chapéu.
O cabo
que ia
encarnada,
Santíssimo,
despiu -----
(
.
.
,
•
-
■
.
•
,
ligioso,
e reduzido
ás
proporções
de
man-
'
mtnisiro
dos negoctos
estrangeiros,
da
qual
resoluto
que
se diri
v)
,.„
.a
na
procissão
(le
opa
>
anuuncra
que
a
i
.mina
v
mivi
ui
em
uma
car-
”
como membro
da
irmandade
do
ta
ao
imperador
d
’Auslr<a
se
felicita
por
aquelle
distinctivo
re-
i
vêr
a
nomeação
do snr.
Haymeinerlé,
para
tenedor
da
ordem
publica,
deu
ao brazi-
leiro
voz
de
prisão.
Nem
assim
se
deu
por
convencido o
teimoso
homem!
Continuou
a resistência
primeiro pela
palavra
e
a
altim
pelas
vias
de factos,
pregando
com o
cabo
do
guar
da
sol
nas
faces
augustas do
eticarregado
de
manter
a ordem
fazendo-lhe
até
um
ferimento
de
gravidade
na
orelha
es
querda.
Apparecendo
por
essa
occasião
alguns
soldados
do
destacamento
de
policia,
o
homem foi
levado
á
presença
do
regedor,
que
assistira
impassível
á
desordem, se
gundo
dizem,
porque
está
bern visto,
n
’es-
ta epoca
só
ha
auctoridades
administrati
vas
para
tractar
de
eleições,
e
d
’
alli foi
conduzido
para a
estação
policial
da
Fi
gueira
com
acompanhamento de
algumas
centenas
de pessoas.
Rçtpaz fuçgid».
—
Miguel
Teixeira,
de
11
annos d’
edade,
filho
de
Joanna
Rosa
de Carvalho,
viuva,
da
freguezia
de
AI--
vações
de
Tenha,
estando
no
Porto
a
apren
der
a
livreiro
na
companhia
d
’um
seu
thio, José
Joaquim
Teixeira,
fugiu
d
’
alli
no
dia
21
do
corrente;
e
como
se
igno
re
o
seu destino
pede-se ás
auctoridades
ou
pessoas
que tiverem
conhecimento
da
sua
pousada,
a
caridade
de
o fazerem ir
para
casa
de
sua
mãe.
A
’
s
almas
eoritativn».
—
-Recom-
mendamos
e
muito
ás
pessoas
caritativas
a
desventurada
Maria
José
da
Silva,
mo
radora
na
rua
dos
Sapateiros,
n.°
7. Vive
em
extrema
penúria,
e
padece
de
doen
ça
incurável.
A
’
cavidade
publica.
—
Muito
re-
commendamos
ás
pessoas
caridosas
o
in
feliz
Antonio
Marques
da
Costa,
morador
na
rua
de
S.
Miguel-o-Anjo,
casa
n.°
4,
3 0
andar,
que se
acha
na
maior
neces
sidade
e
doente, vivendo
só
da
caridade
das
pessoas
que
o
soccorrem
com alguma
esmola.
A
*
cariíladle pubtiea.
—
Recommen-
damos
ás
almas
caridosas
Anna
Joaquina,
de 8
annos
de
idade,
que
está
entrevada
ha
8
mezes.
Vive
em
penúria
extrema.
Mora
atraz
do Theatro,
n.°
14.
SJEiTÍ.WA®
KOT1CIAS
Lisboa
27. —
«Diário»:
Decreto
resolvendo
que
a edade
ne
cessária
para
os
pharmaceuticos
de
se
gunda
classe
serem admitlidos
a
exame
de
pharmacia
é de
21
annos
comple-
los.
Portaria
permitlindo
que
até
o
dia
18
do
outubro
sejam
matriculados
nos
ly-
ceus nacionaes
os
militares
que
para
esse
fim
se
apresentarem
aos
respectivos
rei
tores
com
documentos
exigidos.
Mandado
abrir
concurso
por provas pu
blicas
para
o
provimento das egrejas
de
Santa
Marinha
de Pedreira,
concelho
de
Felgneiras,
e
Santa
Eulalia.
Foram
transferidos,
o
delegado
de
Bra
gança,
Pereira
Moita,
para
Alijó; de
Ali-
jó,
Ferreira
Dias, para
Bragança;
de
Ca
beceiras
de
Basto,
Alves
Moura, para
Ou-
rique;
de
Ourique,
Pinheiro
Guimarães,
para Cabeceiras
de
Basto.
Na
bolsa
venderam
se:
10
acções
do
Banco
Ultramarino a
48$')00
reis; 15
do
Banco
Lisboa
&
Açores
a
94$IOO; 117
obrigações
prediaes
a
92$500;
10
do
em
préstimo
feito
pela
camara
de
Lisboa
a
88$900;
100
dos
caminhos
de
ferro
do
Minho,
externas,
a 90$000; 22
contos
em
inscripções
de
coupons
a
51,30.
A
alfandega rendeu
a quantia
de
reis
13:872^988.
Paris,
25.—
Fallando
da
política
exte
rior,
a
«Republique
Française»
diz
que
a
França
não
deve
entrar
em nenhuma
combinação
particular,
que
lhe
alienaria
a
sua
liberdade
de
acção,
nem
deve
se
guir
os
conselhos
de
ninguém. Convém-
lhe
unicamente
conservar
cuidadosa
re
serva.
Berlim,
25.
—
Noticíi
o
«Daily
News»
ter
o
príncipe
de
Bismark
proposto
Vienna
o desarmamento
geral
e
que
indicações
da
folha
«Tgblatt»,
hontem,
bre
o
mesmo,
sào
pura
phantasia.
«A
«Gazeta
d
’Allemanhã
do
Norte»
que
Bismark
foi
a
Vienna
sobretudo
para
saber
qual
seriam
as
consequências
da
re-
o!
tirada
de
Andrassy.
Paris,
26.
—
O
«Journal des
Débats»
procissão
de
opa
iannuncia
que
a
rainha
Victorinem
uma
car-
em
as
so-
diz.
resultará
a
consolidação
das
boas
rela
ções
entre
a
Áustria
e
a Inglaterra.
Londres,
24.—
Manifestou
^e
o
cholera
entre
as tropas
inglezas
de
Pechawar.
Londres,
26.—
Umtelegramma
de
Vien
na
para
o
«limes»
annuncia
que
foi
mui
to
satisfacloria
a
conferencia
de
Bismark
com
os
embaixadores da
Turquia
e
da
Italia.
Accrescenta que
o
accordo
com
a
Áustria
e
Allemanha
é
mais
uma
garantia
para
a
situação
da
Turquia,
e
que,
tal
como
foi
estabelecido
o tratado
de
Ber
lim,
permanecerá inlacto.
Berlim,
26.
—
A
«Correspondência
offi-
ciosa»
de S.
Petersburgo
affirmou
que
Scho-
waloíf
pedira
em
tempo
o
apoio
d
’
Alema-
nha
para
o
plano
da
Rússia da
creação
da grande Bulgaria,
e
que
tendo
falhado
esse
apoio, Gortschakoff
dissera:
«D
’
ora
em
diante
estamos
quites
com a
Allema
nha».
A
«Gazeta
d’
Allemanha
do
Norte»
re
sponde que Schowaloff
não
pediu
jamais
o
apoio
d’
Allemanha
para
o plano
da gran
de Bulgaria.
A
questão foi
tratada
directamente
en
tre
a
Inglaterra e Rússia
e
sómenle
quan
do
se
fixou
a
base
do
accordo
entre
S.
Petersburgo
e
Londres
é
que
foi
convo
cado
o
congresso
de
Berlim.
O
observatorio
meteorologico
de
New-
York-Herald
annuncia
a
depressão atmo-
spherica
acompanhada de chuvas
e
bor
rascas
que
alcançará
as
costas
de Fran
ça e
Hespanha
no
dia
29
do
corrente.
KfcCLAMOS
SÃÍM
A
TOW
sem
medicina,
pur
gantes,
nem despezas,
com
o
uso
da
delicio
sa
farinha
de
saúde,
BBVJUdÊSGIÈBK
1)U
BARRY de Londres.
80
amaoH
soe®»»®»®
4
Combatendo
as
indigestões
(dispe
psia) gastrica,
gastralgias,
tlegmas,
arro
tos,
ventos,
flatos,
amargor
na
bocca,
pi-
tuitas,
nauseas, vomitos,
irritação
intesti
nal,
bexigas,
diarréa,
desenteria,
cólicas,
tosse,
astlima,
falta
de
respiração,
opressão,
congestões,
mal
dos
nervos,
diabethes,
de
bilidades,
todas
as
desordens
no
peito,
na
garganta,
do afilo, dos
bronchios,
da be
xiga,
do
íigado,
dos rins,
dos intestinos,
da
mucosa,
do
cerebro
e do
sangue.
85:006
curas,
entre
as
quaes
contam-se
a
do
du
que
de
Pluskow
e
da
exin.
a
snr.
a
mar-
queza de
B<ehan,
da sor.
a
duqueza
de
Cas-
ilestoai
l,
do
Lord
Stuird
<ie
Decies,
par
dliiglatct
ra,
do
doutor
e
professor
Wur-
zer,
etc.,
etc.
Cura
n.°
48:614.
—
A
snr.a
marqueza
de Brehan,
de seie
annos
de
doença
do
ligado, d'estomago,
e
nmagrecimeolo,
pal
pitações
nervo
as em
toda
o
corpo,
agita
ção
nervosa
e
triste.a mortal.
Cura
n.°
62:986.
—
M
‘
e
Martin,
de sup-
pressão
da menstruação
e
dança
de
São
Guido,
declarada incurável,
perfeitamente
cuiada
pela
SSevalescière.
Cura
n.°
65:112.—
E.
Payard,
de
gas-
tralgia
e
vomitos.
Não
podia
suster-se
de
pé,
nem
dormir,
tendo
sempre
a
cavida
de
do
eslomago
inimuecida.
Cura
n.u 62:845.
—
M.
Boillet,
cura,
de
36
annos
de
aslhma
com
suffocações
du
rante
a
noite.
Cura
n.°
70:421.—M
A.
Spadaro,
de
uma
constipação
obstinada
de
no»e
aunos.
Era terrível, e
distinctos
médicos
tinham
declarado
que
uao
havia
meio
de
cu-
ral-a.
E
’
seis
vezes
mais
nutritiva
do
que
a
car
ne,
sem
esquentar,
economisa
cinçoenta
vezes
o
seu
preço
em
remedios.
—
Preços
íixos da
venda
por
miudo
em
toda
a
pe-
mesuia
:
Ern
caixas
de folha de
lata,
de
*
/ t
kiio,
500
;
de
lj
t
kiio
800
rs
;
de uia
kiio,
l$40Ô
reis;
de
2
'
*
/
2
kilos,
3$200
reis;
de
6
ki-
los,
6^400;
e
de
12 kilos,
12$000
rs.
Os
biscoitos
da
Bevalesciére
qua
se
po
dem
comer
a
qualquer
hora,
ven1ie03-.se
em
caixas
a
800
e
l$4f)t)
reis.
O
melhor
chocolate
para
a
saúde á
a
2ft«»vaaes«ière
«Ba©B<»Js»taáa
;
eiía
res
titua
0
appettile,
digestão,
soirmo,
energia
e
carnes
duras ás
pessoas,
e ás
creanças
as
tmis
fracas,
e
sustenta
dez
vezes
mais
itie
a
carne,
e
que
0
chocolate
ordinário.
■>em
esquentar.
Em
pó
-
em paus, em
caixas
de
fciha
de
lata
de
12
chavenas,
590
reis;
de
21
chave-
aas,
800
reis;
da
48
chavenas,
l$409
;
'21
chavenas,
3^200
reis,
ou
25
reis
c.-t
chaveoi.
D® BABEI
€?
LiJUTEM,
Place
Vendòme,
26,
Paris.
77
Regem-
Street,
Londres.
Valverde,
1, Madrid.
Os
pharmaceulicos,
droguislas,
raer-
cieiros,
etc.,
das
províncias
devem diri
gir
os
seus
pedidos
ao deposito
Centrai
;
snr.
Serzedello
&
C.
a
Largo
do
Corpo
Santo
16,
lastooa,
(por
grosso
e
miúdo);
Azevedo
Filhos,
praça
de D.
Pedro.
31,
32;
Barrai
&
Irmãos,
rua
Áurea,
12
—
Por
to,
J.
de
Sousa
Ferreira
&
Irmão,
rua
da
Banharia,
77.
DEPOSITOS
ENTRE
DOURO
E MI,
NH0.=Aveiro,
F.
E.
da
Luz
e
Costa-
pharm.
—
Bureellos,
Antonio
João
de
Sousa
Ramos,
pharm., Largo
da
Ponte.—
Braga.
Domingos
J.
V.
Machado,
drog.,
praça
Municipal,
17
—
Antonio
A.
Pereira
Maia,
Pharm.,
ma
dos
Chãos
31
—
Pipa
&
Irmão,
tua
do
Souto.—
do
Ca
*
»
«•II»,
Aílouso
drog.,
rua
da
Picota; J.
A.
de
Barros,
drog.,
Rua
grande,
140.
—
4JMãn»iar£E®»,
A.
J.
Pereira
Martins,
pharm.
—
Antonio
d
’Araujo
Carvalho,
Cam
po
da
Feira,
1;
José,
J.
da
Silva,
drog..
Rua
da
Rainha,
29
e
33.—
i
í
’
ewi
*
.Re>l.
Miranda,
pharm.
—
s
’
orío,
M.
J.
de
Sou
sa
Ferreira
&
Irmão,
Rua
da
Banha
ria,
77;
J.
R,
de
Sequeira,
pharm.,
Casa
Vermelha;
B.
J. Pinto, pharm.,
Largo dos
Loyos, 36;
Viuva
Desirè
Rahir, Rua
de
Cedofeita,
160;
Fontes &
C.
a
,
drcgs.,
Pra
ça
de
D.
Pedro,
105
a. 108;
Antonio
J.
Salgado, Pharmacia
Central,
Rua
de
San-
jo
Antonio,
225 a
227.—Ponte
dl®
14-
«ass
A.
J.
Rodrigues
Barbosa,
pharm.
—
Foca
*
Vsrzim,
P.
Machado
de
Oliveira,
pharma.
—
VuEença
do
Minhc»,
Fiancisco
José
de
Sousa,
pharm.
—
Villa
do
C®»dc,
A.
L.
Maia
Torr-s,
pham.r.
ÀOâBimmos
iUs
Antonio
José
Gonçalves
Nogueira, Rosa
da
Conceição
Guimarães
Nogueira
e
José
Fernandes
Guimarães,
não
lhes
sendo
pos
sível
agradecer
pessoalmenle
a
todos
os
ill.
nios
e
exc.nilS
snrs.
e
rev.
mos eccle-
siasticos
que
os
obsequiaram
e
assistiram
ao responso de
Gloria
por
alma
do
seu
innocenle
filhinho
e
neto,
no
dia
13
do
corrente
na
capella
do
cemilerio,
o fa
zem
por
este
meio
e
a
todos protestam
eterna
gratidão.
(2628)
;
Fi
R
H
ri
ANNUNCIOS
DA
BlSmiA
PÔRTUGUEZA
t'om|iil»<io,
e,
aírzda
que
com
niub
to
oiiymeiito,
oimpliflendo
pelo
modo
mais
focil
de
se
fixar
ua
memória dos
que
pretendem
fazer
exame de
InstrucçAo
S
’
ri-
maria,
e
mesmo
dos que
estu
dam
a
IiiMtrucfiio
Secundaria
Por
ANTONIO
FLORENCIO
FERREIRA
Piofessor
no
Collegio Europeu
Um
livro
de
18 pag.
em
bom papel
e
bom
formato;
broch.
200
rs.
Em
Lisboa
vende-se
unicamente
na
rua
Augusta,
50
e
52, na
livraria
do
snr.
A.
M.
Pereira,
e
na
rua de
S.
Paulo,
192
a
194,
na
livraria
do
snr.
Ernesto
Bara
ta.
—
Requisições
das
provincias
a
casa
do
auctor, rua
de Pedro
Dias,
31,
l.°,
Lisboa,
acompanhadas
da
importância
em
estam
pilhas
cu
xailes do
correio.
(2636)
PFÍH
INCHA.
Vende-se
ou troca-se
por
casas
velhas
—
a
bonita
casa
construída
de novo,
com
muitos
commodos
e
lindas
vistas
—situa
da
na
rua
de
S.
Marcos,
n.°
53.
Para
tratar,
acha-se
auctorisado o
snr.
Fran
cisco
José
Ferreira
Torres, negociante,
morador na
mesma
rua
—e
póde-se
vêr
a
qualquer
hora.
(2542)
AUIG4-SE
Uma boa
morada
de
casas
com
dois
andares,
sita
na
rua
do Anjo,
n.°
20
e
20
A.
Está
encarregado
de
a
mostrar
e tra
tar
do
aluguel
o
snr. Oliveira,
aferidor,
jnorador
na
mesma
rua
n.°
22.
(2547)
2-EUA DE 8. MARCOS-2
RARATEIRO
SEM
COMPETIDOR
Participa
ás
suas
ex.
11138
freguezas
que
recebeu
um
esplendido
sor
tido
de
fazendas de
lã,
de
gostos
variadíssimos
e
modernos.
Bem
assim
recebeu
grande
sortido
de
chitas
de
todos os padrões,
que
vende
por
60,
70,
80,
90, 100, 120, 140,
etc.
No
seu
estabelecimento
encontram-
se
também a
preços
convidativos
outros
muitos
objeclos.
(2637)
»x»x»x»:
VEL0UTINE
)
DE ARROZ ESPECIAL P
Paris
GET
FAY
REPARADO CON
BISMUTO
>3
INVISIBLE
Y ADHERENTE, dá al oOtis frascura y trasparencia.
X INVENTOR
CHARLES
FAY, 9, RUE DE LA
P
aix
,
PARIS
♦
Se
vende
en las Farniacias, Perfumerias, Eeluquerias y tiendas de quincalla.
Desconfiar de las 1 alsiíicaciones.
MASSA
FU.S.ÍSH AXTtíMO
Em
conformidade
com
a
deliberação
do
snr.
juiz
commissario
da
massa
fallida
de Antonio
Joaquim
Eiras,
negociante
que
foi
desta
cidade,
são
convocados todos
os
credores
a
comparecerem
no
tribunal
commercial
d’
esla
mesma,
peias
10 horas
da
manhã
do
dia
3
do
proximo
mez
de
outubro,
para proceder
a
verificação
de
créditos
e resolver
o
mais
que
convier
com respeito á
mesma n.aSsa
fallida.
O
curador
fiscal
(2633)
Antonio
José
Fernandes
Lopes.
AI.UG
AM-SE
Os
altos da
casa
da
rua
do
Campo,
n.°
22,
com
bons
commodos para
uma
numerosa
familia,
agua
encanada
e
bellas
vista.
Quem
pretender
dirija-se
á
mesma.
(2557)
Preciza-se
de
5:501
’
4000
reis
a
juro
por
escriptura dando-se
boas
e
valiosas
propriedades
como
hypolheca.
Quem
quizer
dirija-se
em
Vianna a
M.
Gomes
Brandão,
o
qual dirá
a
pes
soa que pretende.
(2629)
deci
A
raçã
®
Diz
José
Maria
da
Costa,
que
havendo
mais
nomes
iguaes
ao
seu, desde
hoje
em
diante
se
assignará José
Maria da
Costa
Braga.
(2627)
...
Vende-se
ou
aluga-se
uma mora-
i
da de
casas
n.°
8
na
rua
de
D.
Pedro
5.°
com
bons
commodos,
quintal
e
boa
agua;
a
casa
é
decente
pa
ra
qualquer
familia.
Tanto para
uma
co
mo
outra
cousa,
trata-se
na
mesma
rua
casa n.°
76.
(2559)
HWECÇÍO HIGlim
BALSAMICO PROPHÍLATIGO
Esta
injecção
é a
unica
e
efficaz
que
cura
em
seis
ou
oito dias toda
a
qualida
de
de
purgações
tanto
antigas
como
mo
dernas,
ainda
as
mais
rebeldes.
Vende-se
em Braga
na
pharmacia
Alvim,
á
Porta
Nova. Em
Coimbra, pharmacia
Barata
Di-
niz,
rua
de
S.
Barlholomeu.
Deposito
principal
no Porto na
Phar
macia Madureira,
rua
do
Triunfo
n.°
742,
proximo
ao
Palacio
de
Cbrystal.
Preço
de cada
írasco—
4!
0
rs.
ç2506)
lAJKlÇÁ® BíZAGA.
Esta
maravilhosa
injecção,
como
cal
mante,
é
a
unica
que
não
causa
apertos
d
’uretra,
curando
todas
as purgações
ainda
as
mais
rebeldes
como
muitas
pessoas
o
podem
altestar.
Deposito
em
Braga
na
pharmacia Bra
ga
— Esquina
de
Santa
Cruz
—40
Porto
—Cardoso
—Praça
de
D.
Pedro
—
113.
(2631)
ÃHKESIOA-8E
Uma
casa de
dois
andares
com
pequeno
quintal
e
agua,
na
rua
de S.
Geraldo,
n.°
20.
Trala-se
na
mesma rua
n.°
17.
(2623)
CAMBIO
jj.
LOTERIAS
Tem distribuído
esta casa
cerca
de
2.000:0004000
em
prémios
no paiz
e
Brazil.
O
cambista
Antonio
Ignacio
da
Fonse
ca,
rua
do
Arsenal,
56
e
58,
com
filial
no
Porto,
Feira
de
S
Bento.
33,
34
e
35,
faz
sciente
ao respeitável
publico
que
tem
sempre
nos
seus
estabelecimentos
variadís
simo
sortimento
de
bilhetes
e
suas
divi
sões
das
loterias
portugueza
e
hespanhola.
Satisfaz
todos
os pedidos
das
provin
cias,
ilhas,
ultramar
e
Brazil,
com
prom-
plidão
e
diminutas commissões,
quer
se
ja
para
jogo
particular
ou
para
negocio.
Nas
terras
onde não
tenha
ainda
corres
pondente
acceita
para
seu
agente
qualquer
cavalheiro
estabelecido
que
dê
boas refe
rencias. Os vendedores
teem
boas
vanta
gens,
sendo
uma
d’ellas
o
poderem
re
cambiar,
o
que não
tenham
vendido,
até
á
vespera
do
sorteio.
E
’
negocio
que
tem
tudo
a
ganhar
e
nada
a perder.
Envia
em
tempo
listas,
planos
e
lelegrammas.
Grande
loteria
em
Maiitrid
No
dia
7
d’outubro
Prémios
distribuídos
em
moeda portugueza
Kcís
3®4:3®®4®Oi!i
pela
segui tile
fórma:
1
de
90:0004000
1
de
45:0004000
1
de
22:5004000
1
de
14:400401)0
1
de
7:2004000
2
de
1:8004000
2
de
1:4404000
50
de
9004000
2 de
8I
04000
600
de
2704000
661 prémios
Os
preços
dos
bilhetes
e
fracções
são:
bilhetes
inteiros,
484000;
meios. 244000;
quintos,
94600;
-décimos,
44800;
series
de
dez
numeros,
de 24$000, 124000,
6$000,
44800,
24400,
10200
e
600
reis;
fracções
de um só
numero
de
34000,
20400,
10200,
600,
480,
210,
120
e
60
reis.
Chamamos
a
attenção
do
publico para
um
ponto
importante.
As
fracções
da
nos
sa
firma, leni
um
pertence
muito
mais
vantajoso
para
o
jogador,
que
o
das
ca
sas
das provincias. Por
exemplo:
em
uma
fracção da
nossa
firma do
preço
de
600
reis em
qualquer
sorteio
ordinário
da
lo
teria
de
Madrid,
toca
lhe
na
sorte
grande
1:1000000
reis.
Em
igual
fracção,
com
qualquer
dos
prémios
minimos
loca-lhe
40500
ou
34000 reis.
Consideramo-nos,
em
ramo
de
loteria,
um
dos primeiros.
O
que
esperamos
é
a
continuação
do
favor
pu
blico
e
em
especial
dos
que não
vivem
nas
duas principaes
cidades.
Os
prémios
são
pagos
á
vista
das
competentes
listas.
Querendo,
os
possuidores
dos
prémios,
po
dem
recebel-os
nas
suas
localidades,
por
meio
de
remessas
de
leiras
ás
ordens
so
bre
os
recebedores
das
comarcas.
Rece
be-se
em pagamento
dos
pedidos
se!los
do
correio,
valles,
ordens
sobre
qualquer
pra
ça
ou
como
melhor
convier
aos freguezes.
Pedidos
ao
cambista
Antonio
ignacio
da
Fonseca,
rua
do
Arsenal,
56,
58
e
60,
Lisboa,
ou
Feira
de S. Bento,
33,
34
e
35,
Porto.
(2529)
Consulto) io Medicí‘-Cirui gico
10
—RUA DE S.
JOÃO -10
Alfredo
Passos
ouve
de consulta
to
dos
os dias
do
meio
dia
ás
2
horas
da
tarde.
Faz
operações
de grande
e
peque-
na
cirurgia.
Especialidade
—
partos.
(2617)
COLLEGIO
ÍJ®
»®M
SUCCESSO
N
’esie
collegio,
em
Villa
Nova de
Gaya, ao
pé
da ponte
pênsil, admiitem-
se
alumnos
internos
(Pambos
os
sexos,
por
6,
7
e
8
mil
reis
mensaes,
confór-
roe
as
edades.
O
ensino
da
leitura
é pelo
systema
de João
de
Deus.
Dirigir ao
di-
redor
M.
J.
G.
de
Mello.
(2554)
ILIS
U TT3 JS-Kz^íW
MACHIAS
para
coser
DA
Companhia
fabril
SINGER
S5,
—
rua
d®
S.
Vicerste
—
11
BRAGA
As
melhores
machinas
para costura
que
todo 0 mundo
conhece
e
que
nunca
tive
ram
rival.
Vendeu
no
anno
de 1877,
machinas
de
costura!!!
mais
que
em
1876.
A
Companhia Fabril
Vende
as
suas
magnificas
e
sempre
acreditadas
machinas,
ao
alcance
de
todas
as
fortunas,
a
prestações
de
5®o
ress
geiaanaes
sem
prestação
de
entrada
ou
10
por
cento
a
menos
a
prompto
paga
mento.
Para
famílias, alfaiates,
còstureiras,
cliapeileiros e
sapateiros
A
COMPANHIA FABRIL
Garante
todas
as
suas
machinas
não
só
no
seu
bello trabalho, como
na
sua
immensa
duração,
com
séria
garantia.
Avisamos o publico
que te
nha
todo o cuidado para não
ser enganado com as machinas
imitações,
como algumas pes
soas, por
infelicidade d’ellas, 0
tem
sido.
As
machinas
legitimas
SIVGEMt
só
se
encontram
á
venda
na
Sub-succursal
da
COMPANHIA FABRIL SINGER
17, RUA DE
S. VICENTE, 17
braga
e
nas
casas
estabelecidas
em
todas
a
ca
pitães
dos
dislriclos
de
Portugal
e
His-
panha.
'Ensino
esmerado
e
grátis
em
casa
do
comprador
Peçam
calhalogos
illustrados
com
lista
de
preços,
que
se
enviarão
GRÁTIS.
Parte de Comércio do Minho (O)
