comerciominho_27091879_989.xml
- conteúdo
-
RKXUiíOSA,
rOiLITICAL BE rVOTICIOSA.
REDACTORES—D. Miguel Sotto-Mayer e Dr. Custodio Velloso.
7.
”
ANNO
PREÇO
DA
ASSIGNATURA
12
mezes,
com
estampilha. ..
.
2&000
12
mezes,
sem
estampilha.
. .
1S600
Brazil,
12
mezes,
moeda
forte.
.
3^600
Folha
avulso...............................
10
PUBLICA-SE
ÁS
TERÇÃS, QEINTAS E
SABBÁDOS.
PUBLICAÇÕES
Correspondências
partic.
cada
linha
40
Annuncios
cada
linha.....................
20
Repetição .
10
Assignantes,
20
p,
c.
d
’
abatimento
N.°
989
Por
noticias
da
Allemanha
do
dia
16,
sabemos
que
o
Senhor Dom
Miguel
e
Sua
Augusta
Familia
pas
sam
bem.
A
Senhora Dona
Adelaide
de
Bragança
e
a Senhora
Dona
Marian-
na
tinham
chegado
no
dia
15
a
Rottenstein.
—
Da
«Nação».
Toda
a
correspondência
deve
ser remettida,
franca de porte,
à administração
do jornal—
O
«Gommercio
do
Minho», rua No
va,
n.° 4.
SABBADO 27 BE SETEMBRO BE
1879
Temos
a
convicção
de
que
o
go
verno
não
nos
levantará
difficulda-
des,
por
que
a
intelligencia de
ho
mens pobres e
honestos
ha-de
por
força
reconhecer
o
auxilio
que
po
dem
prestar-lhe
os
nossos
sentimen
tos no justo
empenho de
salvar
o
paiz.
Resta
pois
que
os
catholicos se
harmonisem
e
todos
juntos
trabalhem
com
este
intento.
A
escolha
de
deputados
deve su
bordinar-se
a
este
plano,
e se
o
não
fizermos,
maiores
responsabilidades
acarretaremos sobre nossas consciên
cias
por
não
tractarmos
da
causa
publica
com
o
interesse
e
cuidado
que
lhe
devemos.
Pensem
n
’isto
todos
os
verdadei
ros
catholicos,
e
reconhecerão
a
gra
vidade
de uma
indecisão
n’este
sen
tido.
E
ninguém
dirá,
que
pedimos
de
mais,
ou que
pedimos
o
impos
sível.
Todo
o
nosso
mal-estar
social
tem
por
origem
a
indifferença
reli
giosa
a
que
de
ha
muito
nos
vota
mos.
Preoccupamos-nos
muito
com
o
secundário,
sem
nos lembrarmos,
que
em
quanto
se
derem as
mes
mas
causas,
é
justo
se
reproduzam
os
mesmos
effeitos.
E porisso
é
que
para
nós,
uma
simples
mudança
na
política,
sem
uma
alteração
profunda
nos
prin
cípios
que
até
ao
presente
a
tem
dirigido
e
governado,
hade
sempre
ser
improfícua.
Que
sejam
regeneradores
ou
que
sejam
progressistas, pouco importa.
A
substituição
effectuar-se-ha
nas
pessoas ou
nomes
apenas,
porque
na
essencia,
quando
a
reforma
não
vá
até
á
origem
das
coisas,
os
re
sultados
hão-de
constantemente
assi-
milhar-se.
Torna-se
necessário,
que
a
polí
tica
se
enraize
no
sentimento
catho-
lico,
dominante
na
grande
maioria
da
nação.
Temos
precisão
de que os
nos
sos
estadistas,
despindo-se
de
velhos
preconceitos,
harmonisem
a sua
ini-
pessoal
da
embaixada
ingleza.
Cl
Wlll
U
icicllicid
*
’<?"
que
se
manifesta
<=>
e
.
nl
.
e
.
s
.^^Ç^am
até
Jellalabad,
*
.
Ah-khei
a
e.o
ntnna
do
cenera
AS
KI.ESÇÕKS
K
OS
CATHOLICO».
Eis-nos
envoltos
de
novo
na
fai
na
eleitoral.
A
camara
que
ha
ura
anno
ainda
fôra eleita,
envelheceu
tão
precoce
mente,
que
o
augusto
chefe do
Estado
julgou
de
necessidade
que
a
soberania
nacional
a
fizesse
renovar.
Não
seremos
nós
a
entoarmos
o
de
profundis
a
essa
maioria
que
se
finou
ás
mãos de
um governo com p,
o
qual
se
declarou
em
guerra
aber-
ciativa
reformadora
com
a
grande
ta, horas
depois
que
este
ascendera
.
corrente
religiosa,
q
_ _
_____ _
ao
poder.
jem
todas
as
classes
do
povo
portu-
A
historia d’
essa
maioria
não
é
guez.
tal,
por
certo, que
nos
cause
sau-l
;
‘
dacíes
a
nós,
cujos
interesses
visam pede
justiça,
bem
mais
alto
do
que
as sempre
f
mesquinhas
ambições
de
partido,
icem,
tem
não
só o
direito,
mas
até
,SSíU
Quizeramos
ter
motivos
bastan-
o
dever
de
a
acompanhar
n
estas
suas
bandas,
e
não
podem
por
conseguinte
os
tes
que
nos
fizessem
ser
prodigos
'
reclamações.
em elogios
para com essa
camara,1 Não
devemos
nem
podemos
oc-,
da
qual
a
experiencia
já
nos
mo-
cultar
o
nosso
programma,
que
éi
vera
a
agourar mal,
ainda
antes
de
franco
e
leal.
ser
eleita.
|
A
sua
vida,
porém, não
nos
au-
dependente,
para
que
ella
possa
le-i
periodico
de San
Petershurgo:
clorisa
a
tanto.
ivar a
toda a
narte
a
sua
accão
ci-
A
vi(
uoria
dos exercites
d
M.
MARINHO.
CHROAICA
ESTRANGEIRA
No
Afghanistan
as
coisas
vão-se
tor-
;
nando
cada
vez
mais
serias.
Diz
se
que
a Inglaterra
exige
do
emir
I
de
Cabul a
sua
cooperação
contra
os
in-
i
surgentes
e
approvação
ás
medidas que
adopte
para
castigar
os
assassinos
do
Segundo
as
ultimas
noticias
os
insur-
.
,
e
em
Ãli-kheil
a
columna
do
general
Roberts
estava
ameaçada
pela
tribu
Mohumid
A
situação
das
tropas
inglezas
era
diílieil,
A
Egreja
não
quer
favores,
masie
muito
mais o
será
se
as
tribus
dos
-
arredores
de
Ali-kheil,
que se
leem
con-
E os
catholicos
que
lhe
perten-
1servado
a,ni
8
as
por
emquanltf.
fizerem cau-
,
r
.,;sa
commum
com
!
cem,
tem
nao
SO o direito,
mas
até
.
emissários propagam a
agitação
por
essas
i
L
u
..d«o,
e
não podem
por
conseguinte
os
inglezes
franquear
o
caminho de
Shutar-
'
Gardan.
A
imprensa
russa,
por
outro lado,
não
cessa
de atacar
a Inglaterra
pedindo
I
....
’
I
utí a Rússia intervenha
contra
ella no
Queremos
a
Egreja
livre e
in-í
Afghanistan.
Eis
como
se
expressa
um
os
insurgentes,
cujos
presalias
contra
a
Inglaterra.
E
’
necessa-,
rio
expulsar
os
inglezes
do
centro
da
Asia,
e
isto
póde-se
realisar
agora en
viando
vinte
mil homens
para
que defen
dam
o
Afghanistan.
Uma
intervenção
russa
póde
decidir
da
exisiencia
do
poder
inglez
n
’
aquella
região,
e
é
este
o
momento
fa
vorável
para
livrar
a
fronleira
oriental
da
Rússia
do
perigo
permanente
da
presença
da
Inglaterra».
Veremos
o
que
sae
de
tudo
isto.
—O
ministro
da
guerra
italiano,
em
conselho
de ministros celebrado
no
dia
16
manifestou
aos
seus
collegas que
a
organisação
do
exercito,
assim
.
como
os
trabalhos
de
armamento
das
fortificações,
necessistavam
de
poderoso
impulso,
não
só
como
prevenção ante
os
acontecimen
tos
que
se
precipitam,
senão
para
que
não
fiquem
perdidos
os
trabalhos
já
fei
tos.
Da
situação
da
desgraçada
Italia
da
notícia
o
seguinte
que publica
um jornal
de
Nápoles:
«Com
quem
estamos?
Com a
França?
não;
porque
a
questão
de
Tunis
e
do
Egyplo
traz-nos
divididos.
Com a
Áustria?
não;
por
causa da
Istria
e
do
Trentino.
Com a
Allemanha?
não;
porque
Bis
mark
não
nos
perdôa
as
nossas lisonjas
á
França
e
não
tem
confiança
alguma
em
nós.
A
Inglaterra,
por excellencia
mercan
til,
gosta
da
paz.
que
convém
aos
seus
negocios
e
ao
seu
dinheiro,
e
detesta
nos
como
perturbadores
eternos.
Com
a
Rússia?
Não; porque
nada
fa
zemos
para
estar
em
boas
relações
com
ella.
Afinal de
contas
com
quem estamos?...
A
verdade
é
que
estamos
muito
distan
ciados
com
todas
as
nações;
estamos
per-
feitamente
sós.
E
no
entanto
a
Áustria
augmenta as
suas forças
e
ameaça
puxar-nos
as
orelhas
se
não
tivermos
juízo.
A
França
quer
estar
só
em
Tunis;
a
Inglaterra
d
’
accordo
com
a
França,
quer
aíTastar-nos
da
questão
egypcia
e
a Alle
manha
dá
nos
a
entender
que não quer
nada
comnosco.
Atinai,
com
quem estamos?
Com a
esquerda,
que
pensa
em
tudo
e
tudo
prevê»!
A
vicioria
dos exércitos
da poderoza
Aijiion sobre
as hostes
selvagens
dos
afghans
não
póde
ser
posta
em
se
hão
alguns
centenares
rão
enviadas
para
serem
quem,
mais
nos
cumpre
a
nós,
com
devido
aos
successores
dos
Aposto-
dezenas
de
milhares
de
■
•
’
'
•
’
’
’
■
’
'
'
barão
por
vencer...
mas
de
que
a Rússia
se não
Desgraça
lamente
para
os inglezes,
ivar
a
toda a
parte
a
sua
acção ci-
Queremos,
que os
poderes pu-
clorisa
a
tanto.
,
E
se
aquelles
mesmos
que se vilisadora.
acolhiam
á sua
sombra, não
tem
;
Queremos,
que os
poderes pu-
uma
só palavra
de
favor
que
lhe dedi-
blicos
mantenham
o
respeito
que
é
certeza, deixal-a
n
’
esse
eterno
olvido
los,
e
que se não
deixe
a
qualquer
a
que
por
sua
incapacidade
se
con
dem
na
ra.
Todos
sabem
qual
o empenho
que
principalmente
nos
move.
Catholicos
de coração,
doe-nos
devéras
esta
especie
de
analhema,
que
os
governos,
na
sua
heredita
riedade
successiva,
tem lançado
á
Egreja.
Quizeramos
ver o
paiz
despertar
para
os interesses religiosós,
que
são
OS
verdadeiros
interesses,
e
aquel
les d’
onde
naturalmente
dimana
to
da
a
felicidade
temporal.
Desejáramos,
que
a
nação,
calho-
Uca,
como
é,
em
sua
quasi
totali
dade, acordasse
para
fazer triumphar
o
sentimento
religioso
que
a
do
mina.
gazetilha
miserável
meio
algum
de
ir
procu
rar
nutn
tribunal
leigo
uma
affronta
ao
seu
Prelado.
Queremos,
que o culto
e
clero
tenham
sufficientemente garantida
a
sua
côngrua
sustentação,
de
modo
a
não
ficarem
sugeitos
aos
caprichos
políticos de
uma
facção
ou
partido.
Queremos
finalmentc
a
Egreja
no
gozo
de
toda
aquella
liberdade
que
divinamente
lhe
foi
outhorgada,
e
que
a
poder
nenhum
humano é
permiltido
coareta
r-Ihe
.
Não
é
muito
de
certo, nem injusto
o
que
pedimos.
Estamos
em
vesperas
d’
eleições,
e
é
occasião asada
por
tanto
de
dar
mos
os
primeiros
passos,
para reali-
sarmos
o
nosso
intento.
duvida.
Gaslar-
de
milhões,
se-
mortos
algumas
homens, e
aca-
com a
condição
metia
n’
isso.
, a sua
intervenção
activa
na lucta que
se
vae
inaugurar
é qtiasi
segura,
porque
vão n’
elia
os
seus
mais
caros
interesses.
A Rússia
tem
antigas
comas
a
ajustar
com
a Inglaterra:
são
atrazados
que
con
vém
tratar
de
saldar
sem
demora.
A
Rús
sia
deve
luctar
contra esse inimigo
mor
tal,
para
o
ter
em
derrota
na
Asia.
E’
esta a
razão
porque na
occasião
d’
utn des
enlace
supremo
a
Rússia
é
a
unica
po
tência
que
terá
que decidir
se
o presti
gio
inglez
no
Oriente
deve
ou
não
existir.
Não
precisamos
de
discutir
o
lado moral
da
calastrophe
de
Cabul: isso
compete
ao
povo
afghan.
O
ponto
principal para
nós
é
deter
a
corrente
hostil
que
se fórma
contra
nós
na
Asia,
e
desvial-a.
A
«Gazeta
de
San
Petersburgo»
diz:
«A
Inglaterra
foi
sempre
a
inimiga
mortal
da
Rússia,
por
conseguinte
a
nossa
política
tem
de
ser
uma
política
de
re-
SUBSCílIPÇÃO.
Nunca
nos
dirigimos
com
mais
acerba
mágoa
aos
nossos
leitores,
como ao
escrevermos
estas
linhas.
Como
por
vezes
lemos diclo,
o
snr.
Francisco
Pereira
d
’Azevedo,
antigo
proprietário
e
redactor
do
«Direito»
e
d
’
outros
jornaes
calho-
licos,
e aclualmente
da
«Propagan
da
Calholica»
e
«Libertador
das
Al
mas
do
Purgatório», acha-se
muito
doente
no
Porto,
e
sem
meios
para
se
Ira
ciar!
Este
respeitável
cavalheiro
vê-se
reduzido
a
tão triste
estado,
por
que
sempre
sacrificou todos
os
seus
haveres
e
forças
na
propaganda
das
mais
sãs
doutrinas.
Alguns
amigos
do
snr.
Francis
co
Pereira
de
Azevedo,
fervoroso
apostolo
dos
verdadeiros
princípios
religiosos
e
sociaes,
abrem
uma
sub-
scripção
em seu
favor,
e
pedem
o
concurso
de
todos
os
catholicos
para
sua visar
a
penúria
d’
aquelle
infeliz
quão
benemerito
cavalheiro.
A
subscrição
fica
aberta
em
casa
do
snr.
Manoel
José
Vieira
da
Ro
cha,
na
rua
do Souto,
n
’
esta
cidade.
(Ihronten
KeligioM».
—
Hoje'.
Fes
ta
de
S.
João
Marcos
no Hospital.
Amanhã-
—
De
manhã
procissão
da
Cor
reis
no
Populo;
de
tarde
exercícios
do
Puríssimo
Coração
de
Maria
nos Remé
dios
Exposição
do
Santíssimo
no
Salva
dor.
Segunda-feira
29:
—
Indulgência
plená
ria
e
absolvição para os
Terceiros
Fran-
ciscanos.
Festa
de
S.
Miguel
na
sua
capella.
Feirn.—
Termina no
dia
.30
a
grande
feira
annttal
que costuma
ter
logar
em
Refojos
de
Basto.
Guano
frnneez
—
NoS
últimos
n.'
)s
d
’
esta
folha
publicámos
um
annuncio
re
ferenle
ao
guano
francez
fabricado
na
Quinta da
Alegria
(junto
da
Pedra
Salga
da)
no
Porto,
pelo systema
de
G.
Ville.
Segundo
a
opinião
de
pessoas compe
tentes,
é
este
o
adubo
especial
para a
nossa
agricultura
com
relação
ao clima.
O
guano francez
emprega-se
com
re
sultado seguro
na
destruição
do
philloxe-
ra
e
em
toda
a
qualidade
de
cultura:
tri
go,
centeio,
aveia,
cevada,
culturas
de
primavera,
trevo,
campos
de
feno,
trigo
mourisco,
hortaliça,
arroz,
nabos,
bala
tas,
beterraba,
colza,
tabaco,
cânhamo
(linho
grosso), linho,
milho,
açafrão,
mos
tarda,
granza,
etc.
O
seu emprego
é
facílimo,
e
o
preço
muito modico,
pois
custam
apenas
450
reis
cada
15
kilos.
Recommendamol
o
aos
nossos
lavrado
res.
As
requisições
devem
ser
feitas
a Fran-
çois
Pierre
Augusle
8c
C.
a
,
na
fabrica
aci
ma indicada.
Eleição
«I®
nova
—
Tem
logar
hoje
a
eleição
da
nova
Abba-
dessa
do
convento
dos Remedios,
acto
a
que
presidirá
S.
Exc.
“
Revd
ina
o Senhor
Arcebispo
Primaz.
Wesasír®.
—
Em
Gualtar,
um
homem
que andava
a
vindimar
n’
uma arvore,
caiu,
e
tão
desastradamente
que
quebrou
uma perna.
EMeyciíet
*
.
—
Parece
qtie
o
Santo
Pa
dre
Leão
XIII vae
brevemente
publicar
uma
Encyclica
ácerca
da
separação da
Egreja
e
do
Estado.
Diz-se
que
é
um
trabalho
importantís
simo e
que
ha
de
produzir grande
sensa
ção
no
mundo
catholico.
Bíbliographía.
—
Da
excellente
Cor
respondência
de
Roma
transcrevemos o
seguinte:
O
Codigo
penal
da
Egreja
ou
a
Consti
tuição
Apostolicae Sedis
do
SS.
Padre
Pio
IX
publicada
em
outubro
de
4869,
commenlada
e
annotada
pelo
presbylero
João
Rebello
Cardoso
de
Menezes,
Vice-
Reitor
do
Seminário
Conciliar
Braca-
rense.
Se
bem
tivéssemos
recebido ha
bas
tante
tempo a
offerta
d
’
este
livro,
e
nos
merecesse
a
maior
confiança
o
seu
auctor,
que
sabíamos
versadissirao
em
matérias
theologicas
e
moraes, todavia
não
nos
atravemos
a
dar
um
juizo sobre
um
as
sumpto
em
que
eratnos
incompetenlissimo
e
que
por
outra
parte
sabíamos
ter
dado
ensejo
a
alguns
tratados
em
que
as
que
stões
eram
apresentadas
sobre
aspecto
pouco
seguro.
Recorremos,
porém,
a um
professor,
que conhecia
a
nossa
língua,
pedindo-lhe
fizesse um estudo
sobre o
li
vro
para
nos
indicar
depois
aquelles pon
tos
em
que
julgasse
haver
alguma
duvida
ou divergência
d
’
opinião,
afim
de
os
ma
nifestarmos
com toda
a
lealdade
ao
seu
auctor.
Poré
n
desde
já
podemos
congra
tular o
exc.
mo
e revd.
1110
padre
João
Re
bello,
e
com
elle
o
Seminário,
que
tão
habilmente
dirige
e
todos
os
do
Reino,
que
tem
adoplado
o
Codigo
Penal,
emíira
a
Egreja
lusitana
pelos
bellos resultados
que
lhe
advirão da
execução
do
mesmo
Codigo.
pois,
segundo
a
phrase
authori-
zada
d
’
esle
Professor,
é
um livro clarís
simo,
de
doutrina
muito
util
e
tão
se
gura
que
não
encontrou
uma
só
coisa,
que
fosse
digna
de
reparo.
Agradecemos,
pois
ao snr.
padre
Joào
Rebello
o seu
precioso
opuscuio;
e
cremos
que
a
nossa
demora
em
o
fazermos
não
prejudicaria,
antes
terá
sido
de
vantagem
para
os
in
teresses,
que
defende
com
tanta
scieneia
como
virtude,
isto
é,
a
pureza da
dou
trina
da
Egreja,
no
que
ella
tem de
mais
essencial,
e
o
procurar
meios
de
ir era
soccorro
dos
seminaristas,
que
não
pódem
seguir
a sua
vocação
pela
pobreza
das
suas
famílias.
Nas
paginas do
seu
livro
se
vêem
confundidos
estes
dois
nobres
e
generosos
pensamentos,
e
elles
eccoarão
certamente
no
fundo
de todas
as
alraas
fieis
a
Jesus
Christo,
e
que
Elle
enche da
sua
Cari
dade
inexgotavel.
Falleeiniento
d’um grande
Pre
lado
Franeez.
—
O
«Univers» noticia O
seguinte:
«Acaba
de
nos
chegar de
Tours
uma
noticia
cruel.
Morreu
hontem
J8
de
se
tembro)
quasi
repentinamente,
o
arcebis
po
Mgr.
de
La Tour
d’
Auvergne.
Ainda
na
vespera
presidia
ao
retiro pastoral do
seu
clero,
dizia
a
santa
missa e
celebrava
a
ordenação.
Logo
depois da
ceremonia
sobrevieram-lhe
muitas
syncopes,
sendo
levado
para o
seu palacio, succumbindo
no
seio
de
doce paz, rodeado
de
ora
ções.
D
’
ha
tempos
para
cá
que
se
receiava
pela
sua
vida.
Violentas
commoções,
que
elle
occultava,
o
iam
matando
pouco
e
pouco,
mas
sem
nunca
lhe
tiraram
sua
coragem.
0
ultimo
momento
não
o
surprehen-
deu,
veio
encontrai
o forte
e
sereno.
Es
tava
preparado. Não
se
queixava
de
nin
guém,
nem
dos
homens,
nem
das
coisas,
nem
muito
menos
de
Deus.
Sua vida
era activa
e angélica;
fazia
uso
d
’ella;
o
mundo
não
sabia
mais
nada,
nem
d
’
elle
se
occupava.
Dois
homens ti
nha
encontrado
para
sua
aíhição; d
’
elles
lez
modelos
para si:
um era o
bispo d’
Ar-
ras,
Parisis;
o
outro,
Pio
IX.
Seguiu-lhes
suas pégadas
,<locil, doce,
e
heroicamente
Como elles, soube
traba
lhar
e
soílrer,
e
morreu
cheio
de
espe
ranças,
e após de
si deixou uma
memó
ria,
que
para
sempre
será
abençoada».
G
Progresso
Cotholieo.
—
Recebe
mos
o
n.°
22
d
’
esta
excellente
revista
re
ligiosa.
Eis
o
summario
d
’
este
n.°:
Circumscripção
das
dioceses, peio
con
de
de
Samodães—
Carta
Encyclica
de
S.
San
tidade
Leão
Xllí sobre
a
restauração
da
Philosophia christã nas
escolas
catholicas
—
A
medicina
nos
nossos
dias,
por
Ber-
naroino
José
de
Senna
Freitas
—
Causas
linaes,
pelo
padre
F.
Sanches
—
Thereza
de
Jesus,
por D. Maria del
Pilar—O
libera
lismo
desmascarado,
opinião
do
«Monde»
de
Paris
e
opinião
do
«Commercio
do
Mi
nho»
—
Relrospeclo
da
quinzena,
por
J.
de
Freitas.
As
eleições
em
foriiiijal.—
O
cor
respondente
lisbonense
para
o
«Commercio
Portuguez»
conta
o
seguinte
caso,
que
é
edificante:
A
proposito
de
candidaturas
contar-
Ihes-hei
uma
cousa
que
pinta
bem
o
que
são
eleições.
Propoz-se
por
certo
circulo
um
indi
víduo
casado
recentemente
com uma
ri
ca
viuva.
O
filho
d’
ella,
que
está
a
ferro
e
fogo
com
o
padrasto
propoz-se
pagar
as
despezas
da candidatura
do
adversário,
só
para
lhe
fazer
guerra.
Dinheiro
contra
dinheiro!
E
assim
fica
satisfeita
a
representação nacional.
A
emigração.
—
Do
nosso
collega
do
«Conimbrecense»:
No
«Diário
do
Governo»
de 18
do
corrente
vem publicada
a
relação
dos
súb
ditos
porluguezes
fallecidos
na
dependen-
cia
do
consulado do Rio
de
Janeiro,
no
mez
de
julho
findo.
*
Nos
31
dias
de
que
consta
o
referido
mez,
falleceram
só
n’aquelle
consulado
nada menos
de
150
dos
nossos
compa
triotas!
Predominam
notavelmente
nas
molés
tias
dos faliecidos,
a
febre
araarelia
e
os tubérculos
pulmonares.
Agora-se
junte-se
a
mortalidade
dos
portuguezes
em
todos
os outros
consula
dos do
império
do
Brazil, e
vejt-se a
que
ponto
ella se
elevará.
E nada
d
’isto
é
bastante
para con
ter
os
que
levados
pelo
cego
amor
das
riquezas
adquiridas
rapidamente
deixara
a
familia,
a
patria, e
um
clima
abençoa
do para
irem
em
um
paiz
mortífero
bus
car,
não a
fortuna,
mas
uma
morte
qua
si
certa!
Como
uma
ou
outra
vez
vêem d
’alli
voltar
alguns
dos
nossos compatriotas,
com
abundantes
meios
de fortuna,
acom
panhada,
porém,
quasi
sempre
com a
rui-
na
da
saude;
querem suppôr que
lodos
os
que
vão
para
aquelie
império
teem
a
mesma
sorte!
Não
notara
que
uma
extraordinária
maioria
dos
que
vão para o
Brazil
ou
morrem
lá,
ou
se
vivem
é
luctando
com
grandes ditficuldades.
Olham
só
a
medalha
pelo
lado
favo
rável;
occultando
a que lhes
não
faz
conta.
Muito
póde o desejo
das
riquezas!
Jorn»l
das
Damos.
—
Publicou-se
n.°
153.
pertencente,
ao
mez de
se-
conlendo
figurinos illuminados
O
lembro,
das ultimas
modas
de
Paris
para
senhoras
e
meninas,
e alternadamente
debuxos
para
bordar
e
moldes
para cortar
fato,
des-
cripção
de
diíferentes
toiletles
de
vesti
dos,
chapéus,
penleados,
etc.
Quem
as-
signar
pelo
presente semestre
—julho a de
zembro
—paga
unicamente
1$500
reis,
e
recebe
grátis
lodos
os
numeros
publica
dos desde
janeiro
a
junho.
Recebem-se
assignaturas
em
vermelho
branco
amarello.
rajado.
fradinho
no
concelho
de
Vianna,
com
que
co-
Lisboa
na
livraria
do editor
Joaquim
José
Bor-
dalo,
Travessa
da
Vicloria,
42,
1.° andar,
e
no
Porto, Coimbra,
ilha
de
S.
Miguel,
Braga,
Beja,
etc
nas
principaes
livra
rias.
As
pessoas
das
províncias
pódem
re-
melter
esta importância
em
estampilhas
ou
valles
do
correio
ao
editor.
freço «los
eereae»,—
Na
terça-feira
ultima,
nesta
cidade,
o
preço
dos
cereaes
foi:
Trigo
.
.
.
Centeio.
.
.
Cevada.
.
Milho
alvo. .
Milho
branco
Milho
amarello
Painço.
.
.
Feijão
»
»
»
»
Batatas.
.
.
Azeite
(almude)
ânravez «ia
provincit».
—
Principia
ram
as
vindima
estando
jí
colhida
toda
a
uva
branca
e
a
denominada tinta.
Das
outras
qualida
des
ainda
se
não
começou
a
colheita,
por
ser
ainda
demorada
a sua
completa
maturação.
O
vinho
já
feito
parece
ser
de óptima
qualidade,
apesar
do
tempo
não
ler
corrido
para as
vinhas
com a
regularidade
que
seria
para desejar.
Os
milhos
leem approveitado
muitíssimo
o
calor
dos
últimos
dias,
tanto o
já
está
nas
eiras
para
ser
malhado,
mo
o
que
ainda
não
foi
colhido.
—
.Faiieceu
no
dia
21
do
correme
na
freguezia
de
S. Martinho
de
Villa Fres-
cainha,
o snr.
Antonio
José
de Linha
res.
—
Dizem
de Ponte
do
Lima:
Ha
na
maior
parle do
concelho
gran
de
ptoducção
de
milho,
e,
felizmenle
não
appareceu
o
receiado
arejo, que ha
dois
annos
atrophiava
aquelie
importantíssimo
vegetal.
Com
respeito a vinho
teremos
muito
menos
que
uma
mediana.
Só
os
que
enxofraram,
e
muito, e
quando
e
como
deviam,
leem algumas
uvas.
E’
porém
para notar
que
os
phenomenos
meteorologicos
teem
utlimamente
sido
op-
poslos
á
maturação
d
’aquelle
precioso
fru-
cto.
De
fórma que
bem
se
poderá
di
zer.
«sobre
mal,
mazella!»
Em
lodo
o
caso,
como
dizem
os reportorios,
Deus
sobre tudo.
O
que
é
para
notar,
e sen
tir,
é
vêr
os armazéns
das
vendeiras
re
pletos de
uma
tintura
venenosa
com o
sympalhico
nome
de
vinho!
Muita gente
tem
baixado
á
sepultura,
victima
da
fal
sificação
dos
alimentos,
e
inntimeras pes
soas
se
queixam
sem
que
por
parte
das
aucloridades
haja
o zelo
e cuidado em
fiscalizar,
que
mais
que
tudo
deviam
ter.
—
Os
preços
nos
cereaes,
e
legumes
no
ultimo
mercado
quinzenal
d
’aquella
villa,
foi
o seguinte, regulado
pelo
alqueire,
que
alh
é
de
17,125:
Milho,
500
a
530;
tri
go, 700
a 720;
centeio, 450
a
480;
fei
jão,
480
a
700; batatas, 320
a
340.
—O
preço
do
gado
vaccum
está
frouxo,
e
bem
mais
baixo.
Cada
juola
de
bois
dá menos
2
e
3
moedas.
Na
creação
d
’
este genero
ha
também
uma
sensível
diminuição
em
preço
Diz
se
que
este
grande
mal
pro
vém de
se
haverem
combinado
as
casas
exportadoras,
da praça do
Porto,
e
mais
se
accrescenla
que
fazem jogo,
compran
do
já
na
Gailiza,
já
aqui,
e sempre
aon
de
com
a
ausência
teem
occasionado
uma
baraieza forçada.
—
Na
freguezia
de
Courel,
do
conce
lho
de
Barcellos,
finou-se ha
dias
o
revd.
0
vigário
d
’
essa
freguezia,
Antonio Ribeiro
Guimarães
Ferreira.
'jTeovoRda
EíTeitos
d’ute
*
raio.
-Dizem
de
Villa
Real:
No
sabbado
pretérito
visitou-nos
uma
formidável
trovoada
acompanhada
de
chu
va
forte
e
de
grandes descargas
de
ele-
ctricidade.
Na
casa
e
quinta
do
snr.
João
Cam-
posana, junto
á
ponte de Lordello, nas
proximidades
d
’esta
villa,
çaiu
ura
raio
matando
um vacca
que
estava
com
ou-
Iras
em
um
estábulo,
e
deixando
pro-
strada
sem
sentidos
a
caseira
cTaquelle
prédio,
a qual
se
acha
no
seu
estado
de
gravidez.
Felizmenle,
com
os
soccorros
da
me-
dicina,
está
livre
de
perigo.
Cinco
domingos
em
fevereiro
—
No
proximo
anno
de 1880 occorrerá
uiii
facto
que
não
se
verifica
mais
que ires
vezos
n’
um
século.
O
mez
de
fevereiro
terá
cinco
domingos
EtTeclivpmente,
co
mo
o
anno
de
1880
é
bisèxto,
o
mez
de
fevereiro
tem
29
dias,
e
sendo
o
L°
de fevereiro
domingo,
o
dia
29
será do
mingo
também.
Sociedndes
geograpltieas.
—
Exis
tem
presenlemente
em
todo
o
mundo,
5|
sociedades
de geographia. A Algeria
tem
I,
a
Alsacia
Lorena I,
a
Inglaterra
1,
a
Ausiria-Hungria
3,
a
Baviera
1,
a
Bélgi
ca
2,
Berne 1,
o
Brazil
I,
o
Canadá
1,
a Dinamarca
1,
o
Egypto
1,
a
Hespanha
1.
os
Estados-Unidos
1,
a
França
8,
Hatn-
burgo
1,
o
Hannover
1,
o Gran
ducado
de
Hesse
1,
a
India
Ingleza
I,
a
1,
o
México
1,
os Paizes
Baixos
Perú
1,
Portugal
I,
Prussia
3,
o
de
Saxe
4,
a
Suécia
e
Noruega
Roumania
1,
o
império
russo
6,
Stiissa
2.
H
*
ort(iguezt-H
falleeid^s
esn
Italia
2,
o
reino
L
a
e
a
Síe-
730
530.
520
640
510
500
500
i
800; «pniiiin.
—
Por
informação
do
cônsul
de
800
I
PorlogM
em
Cadiz,
datada
de
13
do
cor-
520
460
460
400
6$000
rente,
consta
haver
fallecido,
no
dia
27
de
julho
proximo
passado,
em
Aracena, o
súbdito portuguez Manoel
Martins
Dias,
Me
trinta
e
seis
annos
de edade,
natural
de
S.
Braz
de
Alfmtel,
districto
de
Far
*o,
trabalhador,
filho
de Manoel
Martins
e
de
Barbara,
e
que.
o
vice-consul de
Portu
gal em
Huelva
arrecadára
o
seu
espolio,
roupa
de
uso
e
27
reales,
que
será
en
tregue
aos
legítimos
herdeiros.
Por
informação
do
cônsul
geral
de
Portugal
em
Madrid,
datada
de
9
do
cor
rente
mez,
consta
haver
fallecido
no
dia
3
d
’
este
mez
em
Chinchou, o
súbdito
portuguez
Martin)
Oliveira
e
Silva,
igno
rando-se
qual
a
sua
terra
de
naturalida
de
e
filiação,
e
se
deixou
ou não
testa
mento;
sabendo-se
apenas
que tinha
qua
renta
annos
de
edade.
Mais
consta
que
o
vice-consul
em Madrid
fora, encarrega
do
pelo cônsul
de
proceder
á
arrecada
ção
de
sua
herança,
cujo
valor
se
não
co
nhece
ainda
Velocipedistas.
—
Chegaram a
Lyon
(França)
ires
velocipedistas
italianos
que
percorreram
em
cinco
dias
880
kilomelros,
que
tanto dista
Milão d
’
aquella
cidade
fran-
ceza.
Eptdemsa.
—
Dizem
os
jornaes
hespa-
nhoes
que
em Cuba
está
aclualmcnte
gras
sando
uma
enfermidade
terrível,
a
que
dão
o
nome
de
vomito.
São
já
muitas
as
victimas
occasionadas
por
esia
doença,
e
ainda
ullimamente
morreram
49
homens
dos
55
da
tripulação
de
um
vapor
que
tra
zia a
mala
do
correio
para
Hespanha,
e
que esteve
ancorado
no
porto
de
Havana
apenas
alguns dias.
A
Abya«inin
e
o
Egypto.—
Noticias
vindas
de
Alexandria
confirmam
as proba
bilidades
de proxitna
guerra
do
Egypto
com a
Abyssinia.
O
rei
d
’
esle
paiz
re
clama
a
restituição
de
toda
a
costa
que
cedeu
ao
Egypto em
virtude
do
tratado
ha
dois
annos celebrado;
e além
d
isto
varias
cidades
do
território
em que
estão
situadas.
Se o
Egypto
repelle
estas
pre
tensões,
a
guerra
rebentará
imraediata-
mente.
As
forças actuaes da Abyssinia
calcu
lam-se
em
60:000
homens,
regularmente
armados,
e
commandados por
generaes
in
dígenas,
e
40
a
56:000
homens
de
con
tingentes
que
lhe
fornecem
os
Estados tri
butários.
O
Egypto
diílicilmente
poderá
reunir
20:0'0
homens.
Gordou-pacliá
que negoceia cora
o
rei
da
Abyssinia em
nome
do
kliediva d®
Egypto
offereceu-lhe
os
portos
de
Ailm
Duroro
e
Tschilioky,
nó
mar
Roxo,
com
a
condição
de que
renuncie
as
demais
pretensões.
—
P.
ci-iene
«1
’
A.lij».
—
Escrevem
desta
localidade:
Bento
Lopes
Praça,
é natural
do
C°s-
ledo
do
Tua
e
irmão
do
muito
coube
*
eido
e
inlelligente
dr.
Lopes
Praça,
a
vogado
em
Monte-Mór-o-Novo.
la
elle
(
Alijó
para
o
Castedo,
na
companhia
um
sujeito
de
appelhdo
Machado,
quau'
á
saida
da Granja de Alijó,
foram
ataca
dos
por
quatro
indivíduos,
que
dispararam
sobre
elles
tiros
de rewolver.
O
Machado
foi
ferido
n
’
um braço
por
dois
tiros,
mas
conseguiu
fugir.
O
outro,
porém,
accertando-lhe
duas
balas,
uma
na
testa
e
outra
no
queixo,
caiu
iminediata-
mente, e os assassinos,
tirando
então
de
punhaes
e
navalhas,
deram-lhe
21
faca
das.
Este
crime tem
horrorisado
todo
o
concelho,
mas
os
sicários
passeiam
impu
nemente
por
essas
ruas.
Pedimos
ás
anctoridades de
Álijó
que
não deixem
impune
este
horroroso
crime,
como
tantos
outros
que
por
ahi
se
per
petram.
Os
assassinos são
uns
taes
SaíTres,
e
um
certo
José
do
Forno.
Um
dos
SaíTres
ficou
também
ferido.
Bento
Lopes
Praça
está vivo,
e crè-se
que não
morrerá.
®
ehulera
luorbus.—
O
chqlera
mor-
bus
'comera
a
decrescer
muito sensivel
mente
no
império
do
Japão.
Eleva-se
a
18:000
o
numero
das
vi-
ctimas.
E
’
viver
de
maiti.
—
Os
jornaes da
republica do
México
noticiam
o
fallecimen
to
em
Botopiilas, de um
hespanhol
por
nome D. Pedro
de
la
Honda
y
Zagorreta,
com 232
annos
de edade.
Dizem
as
ga
zetas d
’aqueila
republica
que
nasceu
em
Sanlander
em íins
de 1627.
Homngetn.
—
Foi extraordinariamente
concorrida
a romagem
de
Nossa
Senhora
dos
Remedios,
que
ullimamente
teve
lo-
.gar
em
Lam.ego.
As esmolas
oflerladas
á
imagem da
Virgem produziram cerca
de
2:000-5000 reis!
Prova
este
facto,
que
não
esfria
jáinais
a
devoção
dos
povos para
com
a
Mãe de
Deus,
e
que
a
sua
fé
não
se
abala
com
as
más
doutrinas
semeadas
largamente
por
lo
la
a
parte.
Neyosios
di>
Afghani>itan.
—
Os
negocios
do
Atghanislan
tomam
de
dia
a
dia
um
aspecto
mais ameaçador.
Ge-
ralmeute
se
acredita
que
a tragédia
de
Cahul
não
foi uma desordem
improvisa
da, tilha
da
imprudência
de
alguns
faná
ticos
e descontentes.
Os
mais bem
infor
mados
jornaes
inglezes
publicam
ha dias
documentos
que
provam
que
Yacoub
faz
causa cornmutn
com
a
insurreição.
Dos
factos
apresentados
pelos-
jornaes
inglezes
o
mais importante
é
que
os
Ghil-
zais
e
os
Momunds,
as
duas
tribus
mais
poderosas
do
Afghanistan,
e
as
mais
de
dicadas
a Yakoub-Kin
começaram
a
ma
nifestar as suas
hostilidades
contra
os in
glezes.
Assim
dizem
de
Candahar
ao
Stan
dard
que,
segundo
a
voz
publica,
o
pro-
prio
Emir
convidara
os
Gbilzais
a
suble
varem-se
em
massa
contra
as
tropas in-
glezas.
Além
d
’isso,
o
mesmo
jornal
sabe
pelo
seu
correspondente
de Lahore,
que
os
Momunds
se
declararam contra
os
inglezes,
e
com
grandes
forças
occuparam
Dacca.
Este
movimento
generalisa-se
e
susterá
a
marcha
das
forças
inglezas
que
deviam
sair
de
Lamdi-Kholal.
Emfim,
os
regimentos
insurgidos
de
Cabal
chegaram
a
Djellalabad,
e
não
fizeram
esta
marcha
para
dar
as
boas
vindas
aos
generaes
inglezes.
Contam
evidentemenle
levantar
as
populações,
e formar
o
núcleo
de
um
levantamento geral n’
esla
parle
do
Afgha
nistan.
Todavia,
não
se
pó
lera
esperar
noti
cias
decisivas antes
do fim
do
mez. Os
inglezes
ignoram
o
que
se
passa
em
Ca
bul,
e
assim
como
se
o
Emir, para
dar
uma
prova
da
sua
innocencia.
enviará
ao
general
Roberts
embaixadores,
e
as
con
venientes
explicações.
Este
general
retar
dou
o
seu
movimento
sobre
Caboul,
pe
dindo
reforços e
meios de transporte.—
Esperança.
í»
NaBsicão
Aj»ostolie».
—
Monsenhor
Sanguigni,
o
novo
Núncio
de
Sua
Santidade
em
Lisboa,
nasceu
em
Terracitia,
em 27
de
junho
de
1809.
Tem,
por
conseguinte,
70
annos
de
idade.
Em
l<-.74 esteve já em
Lisboa,
en
viado
como
Núncio,
tendo
sido
antes
de
isso,
em 12
de
junho
de 1874, preconi-
sido
arcebispo
de
Tasso.
Entre
vários
cargos,
que
exerceu na
côrte
do
Vaticano,
foi
inler-Nuncio
no.
Rio
de
Janeiro,
onde se tornou
notavelmente
distincto
Navegação «8o esaar
Oaspio.—A
companhia
de
navegação
a
vapor do
Cau-
caso
tem 18
vapores
e
46
barcos
de
vela.
Esta
companhia,
a
mais
importante
d.o
rnar Caspio,
transportou
nos
seus
vapo
res
no
anuo
de
1878:
11:136
militares
e
13:936
outras
passageiros:
os
barcos
de
vela
transportaram
33:740
militares
e 4:321
cavallos.
■
A
companhia
recebeu
a
subvenção
de
1.300:000
francos
do governo
russo,
e
as
suas
receitas
ordinárias elevaram-se
a
2.930:000
francos.
O
governo
russo
estuda
um
vasto
pro-
jecto
de canalisação para
reunir
o
Don
ao
Volga e
ao
mar
Caspio
e
para
uma
juncção
directa
do
mar
Negro
com
o
mar
Caspio.
Rapaz
fugido.
—
Miguel
Teixeira,
de
il
annos d
’edade,
filho
de
Joanna
Rosa
de
Carvalho,
viuva,
da
freguezia
de
Al-
vações
de
Tenha,
estando
no
Porto
a
apren
der
a
livreiro
na
companhia
d
’um
seu
thio,
José
Joaquim
Teixeira,
fugiu
d’
alli
no dia
21
do
corrente;
e
como
se igno
re
o
seu
destino
pede-se
ás
auctoridades
ou pessoas
que
tiverem
conhecimento
da
sua pousada,
a caridade
de
o
fazerem
ir
para
casa
de
sua
mãe.
A
’
s
Hlmas
earitati
vau.
—
Recom-
meniamos
e
muito
ás pessoas caritativas
a desventurada
Maria
José da
Silva,
mo
radora na
rua
dos
Sapateiros,
n.°
7.
Vive
em
extrema
penúria,
e
padece
de
doen
ça
incurável.
A
’
eavitlade
publiea.
—
Muito
re-
comme.ndamos
ás
pessoas
caridosas
o
in
feliz
Antonio
Marques
da
Costa,
morador
na
rua
de
S.
Miguel-o-Anjo,
casa
n.°
4,
30 andar,
que
se
acha
na
maior
neces
sidade
e
doente,
vivendo
só
da
caridade
das
pessoas que
o soccorrem
com
alguma
esmola.
A
’
caritlade
publica.
—
Recommen-
damos
ás
almas
caridosas
Anna
Joaquina.
de 8
annos
de
idade,
que
está
entrevada
ha 8
mezes.
Vive
em penúria
extrema.
Mora
atraz
do
Theatro,
n.°
14.
IXTl.UAS
NOTÍCIAS
Lisboa
24.
—
«Diário»:
Declarado
sem
eíTeito
o
decreto
que
apresentou
o presbytero
Antonio
Mendes
Vasconcellos
na
egreja
de
Santa
Maria
de
Villarinho
de
Caslanheira.
Apresentados
os
presbyteros:
Miguel
Ferreira’
,
na
egreja
de
Nossa Senhora dos
Remedios
de
Messejana,
e Wenceslau
Gal-
las
Costa,
na
de
Santa
Maria
de
Villari
nho.
Aviso
para que
as
viuvas
e
orphãos
dos
olficiaes
do
exercito
e
armada,
que
teem
requerimentos
pendentes
da
commis-
sào nomeada
em
16
d
’abril
de
1877,
de
clarem
na
secretaria
do
ministério
da
guer
ra,
no
praso
de
36
dias,
a
sua
actual
residência
com
designação
do
bairro,
con
celho,
freguezia.
rua
e
numero.
Idem
23
—
Na
Bolsa
venderam-se:
13
acções
do
Banco
Lusitano
a
64-5900
reis;
34
do
Banco
Ultramarino
a
845300;
28
obrigações
da
companhia
das
aguas
de
coupons
a
835000;
16
do
caminho,
de
ferro
do
Minho
e Douro
a
895'300;
14
a
895400.
A
alfândega
rendeu a
quantia
de
reis
13:5945230.
Vienna,
23.
—Osjornaes
officiosos creem
saber que
o
príncipe
Bismark
e
o
conde
Andrassy,
depois
de
examinarem
a situa
ção
actual
da
Europa,
concluíram
que
os
interesses
da
Áustria
e
da
Allemanha,
con
cordam
em
que
lodos
os
pontos
serão
sem
duvida
alguma
salvaguardados
pacifi
ca
mente.
Berlim,
23.
—
O
príncipe
Bismark
e
o
conde
Andrassy decidiram dar
a
primei-,
ra
manifestação
material
de
accordo
com
a
Áustria e
a Allemanha, nomeando
os
delegados
para
negociarem
difTerentes
re-
ducções
das
pautas
aduaneiras
que
vi
goram
entre
os
dous
pazes.
O
impera
dor
Guilherme
é
esperado
esta
tarde
em
Melz.
Paris,
24.
—
Annunciam
de
Bucharest,
que
a
camara
roumanica
regeitou
por
120
votos
contra
28
o
projeclo
relativo
á
não
revisão
da
constituição;
o projeclo
da
maioria, concedendo
a
naluralisação
in
dividual,
lambera
foi
regeitado
por
73
votos
contra
53.
Paris,
24.
—
Bismark
assegurou
ao
em
baixador
francez
em
Vienna
o
sincero de
sejo
de manter
as
çelações amigaveis
com
a
França.
O
chanceller
allemão
commnnicou ao
embaixador
da
Turquia o
plano,
segun
do
o
qual
as
províncias
administradas
pt-la
Porta
seriam
divididas
pelos
dez go
vernos
ficando
sob
a
administração
da
Eu
ropa
sem
prejuiso da soberania
do
sul
tão.
Está
assegurada
a
adhesão
dos
gabt
neles
da
Europa
a
este
plano de
Bismark,
ácerca
do
qual
o
embaixador
turco
con
sultou a
Porta.
Londres,
24.—
Foi
derrotado
o
da
guarda
avançada
da
expedição
contra
os
turcomanos.
Os russos
tiveram 700
mortos.
Diz
o
«Times»
que
a
alliança
austro-
allemã
significa
a
opposição
a
qualquer
aggressão
da Rússia
e
evenlualmenle da
França
e
Italia.
«O
«Times»
aiada
assim
confessa
que
é
muito
pacifica
a
atlilude
da
França,
e
que
esta
acolheu
com in-
diflerença
a proposta.
A
Inglaterra
é
favoravel
á
alliança
au-
stro-aliemã,
que
prometle
a
reorganisa-
ção do
Oriente
e
execução
do
tratado
de
Berlim.
Segundo
o
«Daily
Teiegraph»
o prín
cipe
de
Bismark
disse
que
o
accordo
au-
stro-allemão
não
tem alcance aggressivo
contra potência
alguma,
e
muito
menos
contra
a
França
cujas
disposições
pacifi
cas
Bismark
reconhece
inspirando-lhe
con
fiança
a política de
Waddington.
corpo
russa
KLCLA1VIOS
sa
SÀBílE A TODOS
sem medicina,
pur
gantes,
nem
despezas,
cem
o
uso
da
delicio-
farinha de
saúde,
REVâ.&EStsiÉai:
DU
BAKKY de
Londres.
30
snHoii
dPiaawariwvel
tttsieee&so
3
Combatendo
as indigestões (despe-
psias)
gastrica,
gastralgia
,
flegma,
ar
rotos, ventos, flaios,
amargôr
na
bocca,
pituitas,
nauseas,
vomilos,
irritações
inles-
linaes,
bexigas,
diarrea, dizenteria, cólicas,
tosse, athsma, falta
de respiração,
oppressão,
congestões,
mal
dos nerVos,
diabethes,
debili
dade,
todas
as
desordens no
peito, na
gar
ganta,
do
alito,
dos
bronchios,
da
bexi
ga,
do
fígado,
dos
rins,
dos
intestinos,
da
mucosa,
do
cerebro
e
do
sangue. 83.000
curas
entre
as quaes
coutam-se
a
do
du
que
de
Pluskow, da
exm.
a
snr.
a
marque-
za
de
Brehan,
de
Lord
ótuart
de
Decies,
par
d
’
ii)gljiteira,
do
doutor
e
ptofessor
Wurzer,
etc.
etc.
.
Cura
n.°65:311.
—
Vervant,
28
de mar
ço
de
1866.
—
Senhor.
—
Bendito
seja
Deus!
a
sua
Revaleaeière
salvou-me
a
vida.
U
meu
temperamento,
naturalinete
fraco,
eslava
arruinado
em
consequência
de
um-
horriv.l dispepsia
que
durava
ha
oito
an
nos,
tratado
sem
resultado
alguin lavoral
vel
pelos
médicos,
declaravam
que
alguns
mezes
de
vida
me
restai
iam,
quando a
eminente
virlud
e
da
sua
Revalescière
me
restituiu
a
saúde. —
A.
B
runeliéhe
,
cura.
Cura
n.°
45:270.
—
Tisica.—
M.
Ro-
berls,
d’
uma constipação
pulmonar
com
tosse,
vomolos,
constipação
e
surdez
de
23
annos.
’
Cura
n.°
74:442.—Courmes,
por
Ven
ce
(Alpes-Marilunos),
julho
de
1871.—
«De
pois
que
fiz
uso da
sua
beuetica
Keva-
leseière,
sinto
novo
vigor;
a
laryngite
de
que
sofTro
ha
dois
annos
tende
a
desap-
parecer
assim
como
os
incoramodos
que
sentia
em
lodos
os
membros.
E
’
seis
vezes
mais
nutritiva
do
que
a
car
ne,
sem
esquentar,
econotmsa
cincoenta
vezes
o
seu
preço
em
remedios.
—
Preços
fixos
da
venda
por
miudo
em
toda
a
pe
nínsula
:
Ern
caixas
de
folha
de
lata,
de
kilo
500
;
de
kilo
806
rs
; de
ura
kilo,
15406
reis; de
2
*
/
3
kilos,
35200
reis;
de
6
ki
los, 65400;
e
de
12
kilos,
125000
rs.
Os
biscoitos
da
Revalesciére
que
se
po
dem
comer
a
qualquer
hora,
vendem-se
am
caixas
a
800
e
15400
reis.
O
melhor
chocolate
para
a
saúde
é
a
SSevaíeiseière
5
cila
res-
titue
0
appettite,
digestão,
sorano,
energia
e
carnes
duras
ás
pessoas,
e
ás
creanças
as
mais
fracas,
e
sustenta
dez
vezes mab
pe
a
carnq, e
que
0
chocolate
ordinário
sem esquentar.
Em
pó
e em
paus,
em
caixas
de
folha
de
lata de
12
chavenas,
500
reis;
de
24
cháve
nas,
800
reis;
de
48
chavenas,
1540);
d»
120
chavenas,
35200
reis,
ou
25
reis
cads
chavena.
Jb
c?
íitt.MITEK».
■
Piace
Vendòme,
26,
Paris.
77
Regem-
•Street,
Londres.
Valverde,
1,
Madrid
Os
phafmiicaulicoS’
,
droguistas,
mer
cieiros,
etc.,
das
províncias
devetn
diri
gir
os
seus
pedidos
ao
deposito Central
.
snr.
Serzedello
&
G.
a
Largo do Corpt
Santo
16,
Sbisfe®®, (por grosso
e
miudo).
Azjvedo
Filhos,
praça
de
D. Pedro,
31,
32;
Barrai
&
Irmãos,
rua
Aurea,
12—
Por
to,
J.
de
Sousa
Ferreira
&
Irmão,
rua
da
Banharia,
77.
DEPOSITOS
ENTRE
DOURO E
MI,
NHO.-=
Aveiro,
F.
E.
da
Luz
e
Costa-
pharm.
—
Bareelloo,
Antonio João de
Sousa
Ramos,
pharm..
Largo
da
Ponte.
—
Hragtt,
Domingos J.
V.
Machado, drog.,
praça
Municipal,
17
—
Antonio
A.
Pereira
Maia,
Pharm.,
rua
dos
Chãos 31
—Pipa
&
t.rmão,
rua
do
Souto.
—
Vianna
do
Cn»o-
teftío,
Afionso
drog.,
rua
da
Picota;
J.
A.
de
Barros,
drog.,
Rua
grande,
140.
—
tSuimwrdcsi,
A.
J.
Pereira Martins,
pharm.
—
Antonio
d
’
Araujo
Carvalho,
Cam
po
da
Feira,
1;
José,
J.
da
silva, drog.,
Rua
da
Rainha,
29
e
33.—
Miranda,
pharm.
—
Porto,
M.
J.
de
Sou
sa
Ferreira & Irmão,
Rua
da
Banha
ria,
77;
J.
R,
de
Sequeira,
pharm.,
Casa
Vermelha;
E.
J.
Pinto,
pharm.,
Largo
dos
Loyos,
36;
Viuva
Desirè
Rahir,
Rua
de
Cedofeita,
160;
Fontes
&
C.
a
,
drogs., Pra
ça
de
D.
Pedro,
105
a
108;
Antonio
J.
Salgado,
Phaunacia
Central,
Rua
de San
to
Antonio,
225
a
227.
—
Ponte
do
I«i-
«saes..
A.
J.
Rodrigues
Barbosa,
pharm.
—
i?ovow do Warzim,
P.
Machado de
Oliveira,
pharma.
—
Valenf»
do
Minho,
Francisco
José
de
Sousa,
pharm.—
Vill»
dt«
Conde,
A.
L.
Maia
Torr
s, pham.r.
àâ
i&s
ts ââ ‘Us
Antonio
José
Gonçalves
Nogueira,
Rosa
da
Conceição
Guimarães
Nogueira
e
José
Fernandes Guimarães,
não
lhes sendo
pos
sível
agradecer
pessoalmênte
a
todos
os
ill.
mos
e
exc.
ni(,s
snrs.
e
rev.
mjs
eccle-
siasticos que
os obsequiaram
e
assistiram
ao
responso
de
Gloria
por alma
do
seu
innocente
íilhinho
e
neto,
no dia
13
do
corrente
na
capella
do
cerniterio,
0
fa
zem
por
este
meio
e
a
todos
protestara
eterna
gratidão.
(2628)
ANNUNCI
OS
ARRE
M
VI
AÇÃO
.
O
conselho
administrativo
do
regimento
d
’
infanteria
8,
faz
publico,
que
se
não
tendo
realisado
hoje
a
arrematação
dos
estrumes
das latrinas
do
dito regimento,
por
ler
0
unico concorrente
offerecido
uma
diminulissima
quantia,
resolveu
0
mesmo
conselho
que
se
procedesse
a nova
arrematação
dos
mencionados
estrumes,
a
qual
terá
logar
no
dia
30
do
corrente
pelas
10
horas
do dia,
na
sala
das
ses
sões
do indicado
conselho.
Quartel em
Braga,
23
de
setembro
de
1879.
O
secretario do
conselho
Bernardo
Ozorio,
(2634)
Tenente
d
’
infanleria 8.
MVRANÇA
RE
HORA
José
Antonio Duarte
Pregueiro
&
Ir
mão,
annunciam
ao
publico
que
a sua
carreira
que
teem
d
’esta
cidade
para
a
Povoa
do
Varzim
ás
5
horas
da
manhã,
continua
a
sahir
desde
0
dia
28
do
cor
rente
inclusivè
ás
6
horas
da
manhã;
che
ga
a
Barcellos
ás
8
1|2
horas, demoran-
do-se
rmia
hora
e
chega
á Povoa
ao
meio
dia.
$>ahe
da
Povoa para
Braga
ás
b
horas
da
manhã
e
chega
a
Barcellos
ás
8
1
12
horas
demorando-se
meia hora, e
chega
a
Braga
ao
meio
dia.
Braga
26
de
Setembro
de
1879.
O
gerente
Antonio
Joaquim
Loureiro
Conforme—
O
vereador
fiscal
(2633)
Antunes
Reis.
Vende-se
ou
aluga-se
uma
mora-
.
da de
casas
n.° 8 na rua
de
D.
Pedro 5.°
com
bons
commodos,
quintal
e
boa
agua; a casa
é
decente
pa
ra
qualquer
familia.
Tanto
para
uma
co
mo
outra
cousa,
trata-se
na
mesma
rua
casa
n,°
76.
(2559)
EDITAI.
A
Camara
Municipal
da
cidade
e
conce
de
Braga
Faz
saber
que
no
dia
10 d
’
ou(ubro
proximo
futuro
pelas
11
horas
da
ma
nhã
no
Paço
do
concelho
se
hão de
ar
rematar
em
aclos
seguidos
as
obras
de
construcção-
de
dous
canos
collectoies
do
largo
das
Carvalheiras
a
ligar
com
o
que
vem
da
rua da
Sé; d
’
outro
cano
collector
com
sarzetas
na
rua do
Raio—
e
das
ruas
do
Poço
e
S.
Thiago,
tudo
na confor
midade
dos
projectos
e condições
corres
pondentes
que
se
acham
patentes
na
Se
cretaria
da
mesma
Camara,
para
poderem
ser
examinadas
pelos licitantes.
O
que
assim
se
publica para os
devidos
eflei-
los.
Braga
19
de
setembro
de
1879.
E
eu
Antonio
Manoel
Alves
Costa, es
crivão
o
subscrevi.
O
presidente
Malheiro
da
Silva.
Banco Commercial
de Braga em
liquidação.
Leilão
de
inoveis.
A Commissão
liquidataria
d
’
este
Ban
co,
resolveu
fonccionar
desde
o
dia
29
do
corrente
mez
nos baixos
do
ediíicio,
por
ler
alugado
o
primeiro
andar;
e
como
póde
dispor
de
muitos
dos
moveis
como
sejam
escrivaninhas,
mezas,
cadeiras, ar
mários,
secretarias
e um
balcão
e
mais
objectos
que
existem
no
Banco,
annuncia
vendei
os
em
leilão
no
dia
28 do
corrente
mez
no
ediíicio
do
Banco,
ás
10
horas
da
manhã.
Braga
19
de
setembro
de 1879.
MASSA
FU.LI1H DE
ANTONIO
JdlQlin
LIBAS.
Em
conformidade com
a
deliberação
do
snr.
juiz
commissario
da massa
fallida
de
Antonio
Joaquim
Eiras,
negociante
que
foi d’esta
cidade,
são
convocados
todos
os
credores
a
comparecerem
no
tribunal
commercial
d’
esta
mesma,
pelas 10
horas
da manhã
do
dia
3
do
proximo
mez
de
outubro,
para
proceder
a verificação
de
créditos
e resolver
o
mais
que
convier
com
respeito
á
mesma
massa
fallida.
O
curador
fiscal
(2633)
Anlonio
José
Fernandes
Lopes.
Caixa
penlioritita
Braearenge
na
Traveasa
de
D. Giialdim
(1
’
enta
eidade.
Continua
a
emprestar
dinheiro
sobre
penhores
todos
os
dias
desde
as
8
horas
da
manhã até
ás
9
da noute
na
mesma
caixa.
Vende-se
roupas.
Pede-se
a
lodos
os mutuários
que
ti
verem
objectos empenhados
na
mesma
caixa
com
atrazo
de
juros de
tres
mezes
os
venham
pagar
ou
resgaslar,
senão
se
rão
vendidos.
PECHINCHA.
Vende-se
ou
troca-se
por
casas
velhas
—
a
bonita
casa
construída
de
novo,
com
muitos
commodos
e
lindas
vistas
—
situa
da
na
rua
de
S.
Marcos,
n.°
53.
Para
tratar,
acha-se
auctorisado
o
snr.
Fran
cisco
José Ferreira
Torres,
negociante,
morador
na
mesma
rua
—
e
póde-se
vêr
a
qualquer
hora.
(2542)
AEUGA-SE
Uma boa
morada
de casas com dois
andares,
sita
na
rua
do
Anjo, n.°
20
e
20
A.
Está
encarregado
de
a
mostrar
e tra
tar
do
aluguel o snr. Oliveira,
aferidor,
morador
na
mesma
rua
n.°
22.
(2547)
AEEGAM-SE
Os
altes
da
casa
da
rua
do
Campo,
n.°
22,
ccrn
bens
commodos
para
uma
numerosa
família,
agua
encanada
e
bellas
vista.
Quem
pretender
dirija-se
á mesma.
(2557)
Preciza-se
de
5:5000000
reis
a
juro
criplura
dando-se
boas e
valiosas
propriedades
como
hypolheca.
Quem
quizer
dirija-se
em
Vianna
a
M.
Gomes
Brandão,
o
qual
dirá
a
pes
soa que
pretende.
(2629)
íiSi
Blí L0TERIaS
Tem
distribuído esta casa cerca
de
2.000:0000000
em
prémios
no paiz e
Brazil.
O
cambista
Antonio Ignacio
da
Fonse
ca,
rua
do
Arsenal,
56 e 58,
com
filial
no.
Porto,
Feira
de
S
Bento.
33, 34
e
35.
faz sciente
ao
respeitável publico
que
tem
sempre
nos
seus estabelecimentos variadís
simo
sortimento
de
bilhetes
e
suas
divi
sões
das
loterias
portugueza e
hespanhola.
Satisfaz
lodos
os
pedidos das
provín
cias,
ilhas,
ultramar
e
Brazil,
com
prom-
ptidão
e
diminutas
commissôes,
quer
se
ja
para
jogo
particular
ou
para
negocio.
Aas
terras
onde
não
tenha
ainda
corres
pondente
acceita
para seu
agente
qualquer
cavalheiro
estabelecido
que dê boas
refe
rencias.
Os
vendedores
leem boas
vanta
gens.
sendo
uma
d’
ellas
o
poderem
re
cambiar,
o
que
não tenham
vendido,
até
á
vespera
do sorteio.
E’ negocio
que tem
tudo
a ganhar e
nada
a
perder.
Envia
em
tempo
listas,
planos
e telegrammas.
O
4.°
sorteio,
é
o
da
loteria
porlu-
gueza,
a 29
de
setembro.
O
prémio
grande
é
de
8:0000000
reis.
Os
preços
dos
bilhetes
e fraeções
d
’esta
loteria
são
os
seguintes:
bilhetes
inteiros,
40800;
meios,
20400;
quartos,
10200;
oitavos,
600;
fraeções
de
520.
440,
330.
260, 220,
130,
110,
65,
55, 45
e 30
rs
Gr«Jiide
iotei-ii»
em
Madrid
No
dia
7
d’
oulubro
Prémios
distribuídos
em
moeda
portugueza
Reis
e«OsOOO
pela
seguinte
fôrma:
1
de
90:0000000
1
de
45:0000000
FERRO BRAVA,iS
d
Adopttdo
em todos
os Hospitaes.
deeommendado por todos os
Medico
Contra a
ANEMIA, CHLOROSE,
DEBILIDADE,
FRAQUEZA, PERDAS BRANDAS, etc.
O
Ferro Bravais (ferro
liquido em gottas concenti adas) é o unico
exemplo
de qualquer acido; não
tem cheiro
nem sabor, não produz®
prisão do ventre, diarrhea, irritação nem cança
o estomago; alem d’isto «S
e
o unico que não faz
os
dentes pretos.
’
«1
E’
o mais economico de
todos os ferruginosos, pois gue um frasco tora um mez.
Deposito
geral
em Pariz, 13,
rue Lafayette (Perto
da Opera), e em todas as Pliarmacias.
Deseoiifiar-se das
imitações
perigosas
fe
exijir
a
marca
de
fabrica
que
vae
jtiucla.
ií)
Envia-se
grátis a quem o pedir por
carta
franqueada, um interessante foliieto sobre a Anemia e o seu tratamento Ad'.
Deposito
no
Porto,
Ferreira
&
Irmão,
e
nas principaes
pharmacias
do
reinno.
ffliM
iifc
vnuos
DO ALTO
DOURO
DA
CASA
BE
V1IJLA
1
’OVJCA
RUA
DO
SOUTO
N.°
15-Braga.
N
’
este armazém se
encontram
a
retalho
as
seguintes
qualidades
de
vinhos
engar-
afados:
Vmho
tinto de
meza.
(sem
garrafa)
450
>
»
»
»
.
190
»
Lagrima........................................
200
»
Branco
de
meza
.............................
21(1
»
tinto
de
meza
fino.
.
.
.
240
»
de
prova secca.
....
300
»
Malvasia
de
2.
a
............................
360
i>
»
velho
....................................
400
!>
Malvasia
Bastardo
e
Moscatel
a
500
»
Roncão
.........................................
700
»
Velho
de
1854
.... 600
»
a
retalho
para
meza 60
e
80,
o
quartilho
tinto,
e
branco
120.
Responde-se e
garante-se
a pureza e
boa
qualidade de
lodos
estes
vinhos,
po
dendo
todo
e
qualquer
consumidor
man-
dal-o
experimentar
por
meio
de
qualquer
processo
cbymico.
PBDIBO
A Meza
da
Santa
Casa
da
Misericór
dia, de
Braga,
tendo
em
consideração
a avultadissima
despeza
que
está
custan
do o
fornecimento
de pannos
e fios
para
o
curativo
de feridas
no
Hospital
de
S.
Marcos,
empenha
n
’
esle
acto
de caridade
a
devoção
de
seus
concidadãos.
O
escrivão
Lourenço
da
Cosia
G.
Pereira
Bernardes.
1
de
22:5000000
1
de
14:4000000
1 de
7:2000000
2
de
1:8000000
2
de
1:4400000
50
de
9000000
2
de
8100000
600
de
2700000
661
prémios
Os
preços
dos
bilhetes e
fraeções
são:
bilhetes
inteiros,
480000;
meios,
240000;
quintos,
90600; décimos. 40890; series de
dez numeros,
de
210000,
120000,
60000,
40800,
20400, 10200
e
600
reis;
fraeções
de um só
numero
de
30000,
20400, 10200,
600,
480,
240,
120
e
60
reis.
Chamamos
a
attenção
do
publico para
um
ponto
importante.
As
fraeções
da
nos
sa
firma,
tem
um
pertence
muito mais
vantajoso
para
o
jogador,
que
o
das
ca
sas
das
provincias.
Por
exemplo:
em uma
fraeção
da nossa
firma
do
preço
de
600
reis
em
qualquer
sorteio
ordinário
da
lo
teria
de Madrid,
toca-lhe
na
sorte
grande
1.1000000
reis.
Em
igual
fraeção,
com
qualquer
dos
prémios
mínimos
loca-lhe
40500
ou
30000
reis.
Consideramo-nos,
em
ramo
de
loteria,
um
dos
primeiros.
O
que
esperamos
é
a
continuação
do
favor
pu
blico
e
em
especial
dos
que
não
vivem
nas
duas
principaes
cidades.
Os
prémios
são
pagos
á
vista
das
competentes
listas.
Querendo,
os
possuidores
dos
prémios,
po
dem
recebel-os
nas suas
localidades,
por
meio
de
remessas
de
leiras
ás
ordens
so
bre
os
recebedores
das
comarcas. Rece
be-se
em
pagamento
dos
pedidos
sellos
do
correio,
valles,
ordens sobre
qualquer
pra
ça
ou
como
melhor
convier
aos freguezes.
Pedidos
ao
cambista
Antonio
Ignacio
da
Fonseca, rua do
Arsenal, 56.
58
e
60,
Lisboa,
ou
Feira
de
S.
Bento,
33.
34
e
35,
Porto.
(2529)
JOSE’ DA
SILVA FUNDÃO
Com
loja
<le
fato
feito
13
—
Largo
do
Barão
de
S.
Marlinho
—13
t
Participa
aos seus
amigos
e fre-
guezes,
tant-odesta
cidade
como
das provincias que tem
um boniio
e
variado
sortimento
de
fato
fei
to,
casimiras
para
faio
muito
baratas,
cortes de
calça
a
10500,
20000
e
20500
reis;
tudo fazendas
modernas.
Guarda
pós
de
casimiia
e
de
alpa-
ques
inglezes,
roupa
branca,
assim
como
camisas
de
600
reis
para
cima,
ceroulas
de
400
reis
até
800,
de
panno
familiar,
e
meotes,
bonets
de
gorgurãu de
seda
e
de casimira de
todas
as
qualidades,
de
500
rs.
até
80!); manias
de
seda
de
to
dos os
feitios.
Encarrega-se
de
fazer
qualquer
obra
que
lhe
seja
encommendada,
e nrompti-
fiça-se
a
ficar
com
ella
quando não
fique
á
vontade
do
fieguez.
(22
49)
BREVE COMPENDIO
DE
ORAÇÕES E DEVOÇÕES
ADOPTADAS
PELOS
MISSIONÁRIOS
QUARTA
EDIÇÃO
Novamente
correcta
e
muito
augmentada
com
novas
orações
e
devoções
indul-
genciadas,
e
concedidas
posterior-
mente
á
ultima
Raccolta.
Com
approvação
de
S.
Exc
*
Bevm.
a
o Snr.
D.
João
Chrysostomo
d’
Amorim
Pessoa,
Arcebispo
Primaz.
Vende-se
em Braga,
na
typographia
Lusitana,
rua
Nova
n.°
4,
e
nas
livra
rias
de
Manoel Malheiro,
rua
do
Almada,
Porto,
e
Catholica,
de
Lisboa.
Preço=160
em
brochura,
e
240 enca
dernado.
DECLIR
iÇÃO
Diz
José
Maria
da
Costa,
que
havendo
mais
nomes
iguaes
ao
seu,
desde
hoje
em
diante
se
assignará
José
Maria
da
Costa
Braga.
(2627)
AKKESBA-SE
.
Uma
casa de
dois
andares
com
.;j'í
pequeno
quintal
e
agua,
na rua
d
e
s.
Geraldo,
n.°
20.
Trata-se
na
mesma
rua
n
’
17.
(2623;
LOMBRIGA
ftOI.ITAnlA
Cura segura pelos GLOBULOS
4
«li teniafugos (ao ecctracto verde
JV
*
^
*
71
de rhizomos frescos
de feto
macho
das
Vosges) de S8CRETAM,
iPharmaceotico,
laureado e
m».
dalhado. Unico
remedio infaili-
vel, fadl
a
engulir « digerir; experimentado com
o
maior xnccesso a adoptado
no» hospitaes de Parla.
Sem carência
de successo.Deposito:SECRETAS,
37.
Areoue Friedland, PARIS,
a nas
aoas
ph
.
om
»-
cu»
bi
cada
cuua».
(.EvUefue
as falstflaioões.l
Preço,
em
Paris, 10
francos. —
Depo
sito no
Porto.
Ferreira
&
Irmão
—
Ba
nharia
77
—
79.
|RUA DE S. MARCOS.
N°
õ
.
||
Vende papeis pinta-
g
dos para guarnecer
sailas,
lindíssimos gostos, a prin-
cipíar
em
80 reis
a peça.
a.
Vende
olio, tintas
e
vernizes para pinturas de <
casas,
tudo de boa quali- á
dade.e
preços muito resu- li
midos.
B
3.
7
H
Vende cimento roraa-
af
no para
veOar aguas,
ges-
so
para estuques de ca-
V
sas, tudo
de primeira
qua-
W
lidade.
<■
Fabrica
a vapor de fundição
de ferra e metaes
Travessa
de
S,
João
—
Braga,
N
’
esta fabrica, unica na
província
do
Minho,
fabrica-se
toda
a
qualidade
de
obra,
tanto
de
ferro
como de
metal. O
proprietário
da
mesma
não
se
tem
pou
pado
a
sacrifícios
para
poder
elevar
este
melhoramento
de industria
á
altura de
poder
compelir
em
tudo
com
as
fabricas
de
igual
genero
do
Porto
e
outras
loca
lidades,
pois
que
no
seu
estabelecimento
se
fazem obras
de
todos
os tamanhos e
quali
dades
pelos preços
que
possam
ser
encontra
dos
no
Porto
N
’
esta
fabrica
fundem-se
peças
de
pezo
de
5:000 kilos
e
maiores,
sendo preciso,
achando-se
já
muihs
obras
fundidas,
avul
sas,
como
são:
bnxas
para
eixos
de
carrua
gens,
moinhos
para
moer
tintas,
pés
para
me-
zas de
mármore
ou
de madeira, bancos
para
jardins,
bombas
de
qualquer
pres
são
até
á
altura
de
200
palmos,
grades
para
sacadas ou
jardins,
columnas
e
con
solas
para
lampeões,
prensas
para,
copia
dores,
fuzos
de
novo
systema
para
la
gares,
ferros
para
alfaiates
e
chapelleiros
tapetes
e
ventiladores
para
soalhos,
canos
e
joelhos
para
agua,
de
todas
as
grossu
ras,
guinchos
de
pedreiro de
todos
os
tamanhos.
Além
d’eslas
obras,
que
ha
feito,
toma encommendas
para
todas
que
possam
fazer-se
de
ferro,
aço
cu metal.
Também
concerta todas
as
obras
d
’
este
genero
principalmente
bombas
de
poços.
proprietário
Anlonio
Germano Ferreirinha.
RESPONSÁVEL
—Luiz Baptista da Silva.
BllAGA,
TYPOGRAPHIA LUSITANA—1879
Parte de Comércio do Minho (O)
