comerciominho_25091879_988.xml
- conteúdo
-
aís.fiíííL.sx™
arriar ««□
a
.
>s
l
^
ío
^
itmiooss
/^.-
REBACTORES—D. Miguel
Sollo-Mayor
e Dr. Custodio Velloso.
7.“ ANNO
PHEÇO
DA
ASSfGNATUHA
12
mezes,
com
estampilha.
.
.
‘
MOOõ
12
mezes,
sem
estampilha-
. íá>600
Brazil,
12
mezes»
mpeda
forte. .
3^600
Folha
avulso
.........
'
10
•
’
I
f
PUBLICA-SE
ÁS TERÇAS,
QUINTAS E SAGRADOS.
■
•
PUBLICAÇÕES
Correspondências
partic.
cada
linha
íft
Annuncios
cada
linha..................... 20
Bepetição
.
10
Assignantes,
20
p,
c.
d
’
ahatimento
N.° 988
estila
*
.
Toda a
correspondência
deve
ser
remettida, franca de porte,
á administração
do jornal—O
«Commercio
do Minho», rua No
va, n.°
4.
jfrt-wiycv-wnw
rrwynjn,..,
3ES
.A.
&
0UINTA-FE1RA 23 DE SETEMBRO DE 1879
S
5«Tat'€ÇÃO ?LL1K.
Aturdem-nos
ahi diariamente
os
ouvidos
os
homens
de
uma
certa
escola
com a instru
ção
popular, que,
no
dizer
d
’
elles, seria
a
panacèa
universal
para lodos os
males
da
sociedade.
Nós
lambem
não
desadoramos
a instrucção;
mas
crêmos
muito
mais
na
efficacia
da
moralisação;
e
se
a
instrucção,
que
se
ministrar
ao
po
vo,
não
fôr
moralisadora, então
os
seus
resultados
serão
ainda
mais
prejudiciaes
do
que os da
própria
ignorância.
Abundam
os
factos, que servem
a
comprovar
a
nossa
lliese;
e
hoje
vamos
apresentar
a nossos
leitores
o
que
acabamos
de
ler
em
uma
cor
respondência
da
Prussia
para
uma
acreditada revista
estrangeira.
«Desde
o
dia
3
ao
dia
6
de
ju
nho
celebrou-se
em
Brunswich
o
congresso
dos professores
tudescos
(protestantes
pela
maior parte).
O
snr.
Credner,
direclor
da
escola
normal
de
Bremen,
mostrou
haver
feito
taes
progressos
a
instrucção
publica,
que
hoje
um
estudante
da
aldeia
sabe
mais do
que
um
ahunno
da
melhor
aula
de
cidade
ha
20
annos
atraz.
Mas o
que
tem
pro
gredido
ainda
mais
é
a
impiedade,
a
desobediencia,
a
brutalidade,
a;
immoralidade,
a paixão
pelos
gozos
illicitos,
e
outros
vicios
detestáveis.
Os
bens sobrenaluraes
são
despre
zados,
concenIrando-se todos os ex-
forços
da
população
na procura im-
moderada
dos bens
materiaes. A
animosidade
das
varias
classes
so-
ciaes
entre
si
vae
sempre
tornan
do-se
mais
pronunciada,
e a
deca
dência
economica
vae tomando
cada
dia
maior
extensão. De
que
servem
portanto
os
progressos
da
instruc-
Çao?
Homens,
cujos
nomes
se
re
cordam com
horror,
como
um
lloe-
del
e
um Nobiling, por certo
que
não
tinham
falta
de
instrucção nem
de
penetração. Logo
a principal
mis
são
da
escola consiste
na educação,
e
entre
as
matérias
do
ensino con
vém
que
a
religião
tenha
o
primeiro
logar».
«Por
esta guisa
veio o snr. Cre
dner
a
confessar
que
a
escola
oíli-
cial
e
protestante
segue
um
cami
nho
errado,
e
que,
longe
de
atlin-
§>r
o seu
escopo,
desmoralisa
mais
do
que
moralisa. E
o
certo
é
que
o
congresso
sentenceou
a
favor da
conservação
e
do
melhoramento da
instrucção'
religiosa,
fazendo
porém
consistir
isto
em
eliminar
tudo
o
que
elle
chama
supérfluo,
e
em
i^stringil-a
ao
que
chama
racional.
Parece
receiar que
os
estudantes
se
tornem
demasiadamente
religiosos!
O.
congresso
ultrapassa
todavia
os
justos
limites,
pedindo
a
instrucção
obrigatória
ainda
para
os
indivíduos
maiores
de
14
annos,.
que
tenham
Sahido
da
escola
primaria.
E
’
isto
sem duvida
uma
insania,
um
acces-
so
de
verdadeiro
delirio.
Reconhe
cem
aquelles senhores
que
o seu
ensino
produz os
mais
deploráveis
effeilos
sob
o
ponto
de
vista tanto
moral
como
material,
e
depois
pe-j
dem
que
elle
se
estenda
ainda
maisíj
A
instrucção
obrigatória
é
a
ruina
'
da
agricultura,
á
qual
fouba
os
bra-
;
ços
mais
validos.
Depois
de
have-’
rem
passado 14
annos
nos
bancos
’
das
escolas,
nutrindo-se
de
todas
as.
exlravagancias
possíveis,
os
rapazes
1
perdem
o
amor
ao'
trabalho
manual,
especialmente
ao
do
campo,
e
tor-
nam-se
péssimos operários
indus-
triaes.
Depois,
aos
20
annos, são,
obrigados
a
entrar
no
exercito,
on-i
de
esquecem
esse pouco, que. ha-'
viam
aprendido
em
cinco
ou
seis!
annos
de
trabalhos por
elles
desem
penhados a custo
e
de
má
vontade.!
A
decadência
economica
da Allema
nha
data
precisamente
do,
dia
(ha:
hoje
cêrca
de
20
annos),
em
que
o,
seu
systema
escolástico
e
militar
era:
levado
até
ás
ultimas consequências,
mediante a
extenção
do
ensino
obri-
galorio
a
quatorze
e
do
serviço
mi
litar
a
3
annos».
Taes são
os resultados
da
tão
preconisada
instrucção
popular,
es
pecialmente
quando
se
descura n
’ella
a parte
religiosa.
Pelo
modo como
modernamente
se
instrue
o
povo,
essa
instrucção
só
servirá
de vehi-
culo
á
desmoralisação
e
aos
princí
pios
dissolventes,
que
uma
imprensa
profundamente
corrompida
ahi está
expectorando
todos
os
dias; e então,
longd dos
bens, que
auguram
os
seus
falsos
apostolos,
ella
só produ-
sirá
maior
somma
de
males, con
vertendo-se
na
maior
das
pragas,
que
affligem
a
sociedade
contemporânea.
d
.
m
.
s.
As
discordâncias
dos
partidos,
appelli-
dados
liberaes,
em
pontos
culminantes
da
governação
do paiz,
trazem
novamente
exaltados
os
espíritos;
e
cada
gropo
mi
litante.
caudilhado
por
seu
devido
chefe,
apresta-se
pira
a
lucta eleitoral, com
alan.
e
enthusiastica
esperança
na
obten
ção
apetecida
da
palma
da
victoria.
Tem
sido todos
os
annos,
desde
1877,
consultado o
paiz,
pelo
suffragio.
Todos
os
annos
o
chamam
a
eleger
os
corpos
collectivos,
que
leem
de
gerir
as
paro-
chias.
os
municípios,
os
districtos.
e
por
ultimo
os
corpos
co-legislativos. Todos os
annos
querem
saber
a
vontade
dos
povos
ácerca do
bom
ou
mau regimen
das cou
sas
publicas.
Se
este
facto
manifestasse
uma
home
nagem
ao verdadeiro
zelo
pelos interes
ses
populares,
certo
que
mais
pareceria
merecedor
de
applauso,
do
que
digno
de
vitupério
e
oppngnação.
Mas
as
ambições
do
mando
e
da
preemi
nência
são
as
que
transparecem
atravez
d
’
eslas
infecundas
pelejas. O
político
li
beral
não
mira
exelusivamente
ao
bem
da
patria:
este
sentimento
nobre
do
amor
da terra que
lhe
foi
berço,
anda
de tolo
apagado
pelo
tufão
das
paixões
partida-
rias. Censurando
e
combatendo
o
adver
sário
na
arena eleitoral,
aílirma,
não
a
sua fé
no
tutoro
melhorado,
não
a
sua
esperança na regeneração
da
patria,
mas
a
confiança
que
lhe
capiivam
os
paladinos
da
grey, a
que se
acha
adstriçto
e
filia
do,
e
de
quem
anceia
os
pingues
benefí
cios
e ganâncias
que
custam
pouco
a
grangear.
Desaffoga
em
lufadas de
patrio
tismo
balofo
e
de
liberdade
polluida
as
suas
iras
mal
represas
contra
o
adversário
que
alveja
ao
mesmo
intuito,
adopta
idên
ticos
meios,
e
professa
analogas
doutrinas.
As
recriminações
irrompem, então,
calo-
rozas
e
tenazes.
As
medidas
governativas
que
imprimiram
caracter
na
precedente
situação,
e
que
mais perniciosas
se
reve
laram
aos interesses
do
paiz,
são
arre
messadas
ao
antagonista
como
um
titulo
de
degradação
e
de
vexame,
acirrando
as
turbas
pela
irrisão
e
pelo
apôdo impiedo
so;
mas
se
o
mesmo
antagonista
manusèa
a
historia contemporânea
do
seu
conten
dor,
não
se
lhe
faz
mister grande
labor
para
encontrar
farto
material
de
ataque,
erros
idênticos,
delapidações
semelhantes,
esbanjamentos
equivalentes,
escândalos
aná
logos.
com
que
arrojar
ao
inimigo
n
’
este
prélio, esteril
de
verdadeira
utilidade
na
cional.
E
esta
lida
torna-se perenne
no jor
nalismo
e
no
comicio,
na
assembleia
ma
gna
do
grémio,
ou
na
sessão
ordinaria
do centro.
Variam e trocam-se
apenas
os
papeis.
O
que
hoje
é accusador,
fôra
hon
tem
defensor,
e
vice-versa.
Como
não
é
o
sentimento
do
amor
da
patria
que
lhes
iilumina
e
impulsiona
o
caminhar,
estes
movimentos
políticos,
tantas
vezes
repeti
dos,
e
tão
infructiferos,
apenas
transmu
dam
as
condições
de vida
dos
corrilhos
gladiadores.
Está
a
gente
a
ouvir
estes
adaís
famo
sos
da
opposição;
e,
a crer
os
seus
dis
cursos, o
reinado d
’Aslrêa
virá
no
dia
em.
que
a
fortuna
entornar
sobre
elles
a
cornucopia
das
suas
graças, elevando-os
aos
mais
eminentes
poderes
do
Estado;
mas
no
momento
em
que
se
exalçam
a
potentados,
e que podem
a seu
sabor
af
feiçoar
as
cousas
publicas,
e
traçar
a
seu
talante
os
caminhos
da
felicidade,
parece
que
uma
esponja
maldicta
lhes
apaga
da
memória
os
seus
anteriores
compromissos
solemnes
de
benemerilos
da patria,
para
sótnenle
se
lobrigar
n-elles
as
mediocri
dades
ambiciosas
e
sôfregas
que concen
tram na
barriga
e
nos
afilhados
o
seu
mundo
d'acção!
Quem compromelteu, pois,
as
finan
ças
do
paiz
com
ruinosos
empréstimos,
com
incommensuraveis
esbanjamentos,
com
escandalosas
gratificações,
com
desperdí
cios
sem
conta?
Quem
descurou
o me
lhoramento
das coloniàs
pelos
únicos
meios
de
as
fazer
prosperar
—a
missão
religiosa
e
a
missão
scientiíica? Quem
collocou
o
exercito
e
a
marinha
no
estado
de
desor-
ganisação
e
enfraquecimento
em
que
ora
se
debatem?
Quem
.......
Mas
deixemos
este
longo
sudário
da
patria,
que
confrange
a
alma
do
mais
fleu-
gmatico
a
sua
contemplação
e
analyse.
Debalde,
aguardaríamos
uma
resposta
condigna
ao
detido
iuterrogatoriu,
por
maiores
que
fossem
as
verdades
n
’
elle
encerradas.
Apontariam
para
os
melhoramentos
materiaes,
que
nos
teem
custado
rios
de
ouro,
e
que
são
justamente o
sepulchro
da
gloria
e
fama dos seus
promotores
mais audazes, para
não
fatiarmos da
sua
honra.
Para
que,
pois,
consultar
mais
uma
vez
o
suffragio
da
naçãc?
Será o
voto
corrupto
pelas
blandícias da opposição,
ou
opprimido
pelas
extorsões
aulhoritarias.
que
ha
de
exprimir
a
genuina
vontade
nacional,
e
o.sentir
dos
povos
na
escolha
dos
homens mais
idoneos
pa
*
ra
os
repre
sentar
nas
diversas
collectividades
admi-
nisirativas
ou
co-legisladoras? Todos sabem,
que
farte,
o
que
são» como
são
feitas,
e
para
que
são
destinadas
as
eleições
em
Portugal:
Uma
comedia sórdida,
em
pro
veito
exclusivo
dos
dramaturgos políticos.
E’
porisso
que o
povo
se
retrahe e
abstém
de
acudir
á
urna,
com
aquella
vo
luntariedade
e
espontaneidade
que
faria
mister n’
um
paiz,
onde
ainda
existisse
a
fé
publica
na b
>a
governação do
estado.
Não
havendo
já
em
Portugal
essa
fé,
o
voto
do eleitor
sóinente
symbolisa
ou
as
sollicilaçóes
dos
partidos
desherdados
do poder,
ou
as
oppressões
dos
agentes
da
aulhoridade.
E’
o
que
significam agora
as
elei
ções.
CorreapondeneiR
particular
<lu
«Covuinercio
de
iTlinlio»
Madrid,
15
de
s
tembro.
(ConclusSo)
Ha
mais
Cabe
muito
no
possível
que
não
passe
de
projecto
o
matrimonio.
Fun
do-me
no
seguinte:
Os
revolucionários
conspiram
muito,
e
intentam fazer
alguma
coisa
antes
do
ca
samento.
Como
ignoram o
que
acabo
de
manifestar,
creem,
pelo
visto,
que
a
Au-
stria
toma
muito
a
peito
o
casamento
del
muchacbo, e que,
se
deixam
a
revo
lução
para
depois,
lerão
de
haver.se
com
o
exercito
imperial,
para
não
dizer
com
os
dos
tres
famosos
impérios
do
Norte.
Os pobres (valendo-me
d
uma
phrase vul
gar,
porém
expressiva)
não
vèem
um
palmo
adiante
do
nariz.
Segundo
noticias
que
tenho,
os
con
spiradores
d’
esla vez
fixam-seqjrincipalmente
na
Catalunha
e
nas
Províncias
Vascongadas,
onde
teem
conseguido
introduzir
uma
boa
quantidade
d
’armas.
Procuraram
fazer
uma
especie
de
alliança
ou
de
convénio
com
os
carlislas,
e.
comquanto
presumo
que
não
tenham
podido
atrail-os,
não
desistem
de
provar
alii
fortuna,
com a
esperança
de
conseguirem
resultados
salisfactorios
mediante a promessa
de restabelecerem
os
fóros.
Se
bem que a
immensa
maioria
dos
habitantes
do
norte
são
excedentes
raonarchicos,
é
tal
o
amor
que
professam
ás
suas
franquias
e
immunidades,
e
tal
a
irritação
que
lhes
teem causado
as
de
terminações
tomadas
contra
ellas,
que
não
me surprehenderá
ver
a
vários
com-
promettidos
com
os
que
juraram
deslhro-
nar
a
D.
Alíonso.
Suspeito,
por outra
parle,
que
os
brios
de
muitos
revolucionários
não se
póde
fundar
só,
nem
principalmente
sequer,
no
apoio
de alguns
centenares
de
paisanos,
por
valentes
que
sejam,
e por
enfureci
dos
que se
supponham.
Será
que
contam
com
uma
parte do
exercito
do
norte?
E
’
possível,
e
até
provável.
Já
disse
n
’
outra
occasião
que se oppunha
o
general
Que-
zada,
chete
d
’
aquellas
tropas,
ao
levan
tamento
do
estado
do sitio
das Provín
cias
Vascongadas,
e
que
ao
parecer
des
confiara
não
pouco das
suas
forças, te
mendo
que,
tiradas
d'alíi,
fizessem
uma
das
evoluções
a
que
nos
teem por
desdita
tão
acostumados
os
militares
da
minha
palria.
Accrescentei
que
os
que
vigiavam
os
filhos
das
Províncias
Vascas,
deviam
ser
vigiados
pelos
seus
chefes superio
res.
O
certo
é
que
os
revolucionários
hes
panhoes
se
mostram confiantes
no
resul
tado
dos
seus
planos,
e
que parece dis
porem
de
não
poucos
elementos
para is
so. Parece
indubitável
que
contam
com
o
general
Seriano, que
estes
dias
fez
di
zer aos periódicos que
não
é,
nem
pen
sa
ser,
chefe
do
partido
constitucional,
ou
o
que
vale
o
mesmo,
dos únicos
re
volucionários
semi-adiclos
a
D.
Affonso.
A
declaração
do
ex
regente,
a
meu ver.
equivale
a
esl
’
outra:
«Tanto
se.
me dá
que
Sagasta
seja
chamado
ao
poder,
co
mo
que continue
sem
elle
de
todas
as
maneiras continuarei sempre
«anti
dynas-
tico».
Como
Martinez
Campos
disse
que.
pa
ra
salvar
a
seu
rei,
seria
ministro
me
smo
com
Sagasta. um
periódico
pergunta
va
ha
dias
aos
diários
amigos
do
duque
de
la
Torre,
se,
em
caso
de
necessida
de,
formaria
parte d
’
um
gabinete
presi
dido por
Canovas.
Nã)
podendo
respon
der
negativameute
sem
cornprornetler
o
duque,
optaram
por
não
dizerem
uma só
palavra
de resposta.
A
imprensa
liberal
defensora
de
D.
Affonso,
que
procura
frequente
mente
convencer
de
que
tudo
marcha
de
vento em
popa,
alarmou
se
ha
dias
por
causa d
’
um
artigo
de
«La
Epoca»,
sustentando
que os
revolucioná
rios
não
carecem
de
oiro
para
realisar
os
seus
planos.
Esta revelação caiu
como
uma
bomba
no
campo
dos
que
disfruetam
do
’
presupposto, afiguraadu-se
que.
por
elles
estarem bem,
a situação
do
paiz
não
póde
ser
mais
prospera.
As
minhas
informações
particulares estão d
’accordo
n
’
esta
parte
com
a
noticia
entregue
re
centemente
aos
ventos
da
publicidade.
Os
demagogos
hespanhoes
dispõem
de
recur
sos
materiaes.
Póde-se
accfescentar
que,
segundo
to
das
as
probabilidades,
os
obtiveram
da
França.
A
republica
da
nação
visinha
vê
prenhe
de nuvens contra ella
o horisonte
político, e
é
coisa
naturalíssima que
pro
cure
conjurar
a borrasca
imminente.
As
conferencias
d
’
alguns
estadistas
das
gran
des
potências,
e
as
reuniões
dos
seus
soberanos,
que
costumam
valer mais
que
os
seus
ministros,
teem
naturalmente
preoccupado
a
Gambetta,
hoje
arbitro
dos
destinos
da sua
nação,
o
qual
terá
feito
comprehender
aos
seus
amigos
de
Paris
a
precisão
absoluta
que
teem
de buscar
algum
apoio
no
estrangeiro.
Quem
du
vida
que
lhes
convém
muito destruir
o
existente
hoje
em as nações
hespanhoia
e
italiana,
e
favorecer
aos
que
aspiram
a proclamar
a
republica
nos
dois
paizes?
A
meu
ver,
explicam-se
assim
as
via
gens
que
aquelle tribuno
tem
feito á
In
glaterra,
á
Italia e ainda
na Hespanha.
Explica-se
assim
lambem
o
jantar
que
deu
recenlemente
a
Ru
z
Zorrilla,
que
a
ninguém
occulta
o
proposito de
abater
o
throno
do
filho
de
9.
Isabel.
As
intelli-
gencias,
pois,
dos
demagogos francezes
com
os
hespanhoes
e
italianos
são
de
todo
ponto
naluraes.
Não
se
creia,
pois, que
D.
Affonso
marcha
por
um
caminho
de
rosas
e
de
flores.
Ainda
que
os
revolucionários
não
disposessem
de
nenhum
elemento,
deveria
preoccupal-o
a
simples
consideração
do
que
tramam,
e
a
recordação
dos
crimes
que
perpetram
frequentemenle
para
con
seguirem
os
seus
propositos.
Que lhes
importam
os
meios
se
conseguem
o
fim?
Se
procuram
assassinar
ainda
os
sobera
nos
das
nações
onde
abundam
príncipes
que
poderiam
succeder ao defunclo;
co
mo
não
hão
de
pensar
o
mesmo n’um
paiz
regido
por
um
joven, que
não
tem
filhos,
nem
irmãos
que
o
possam
substi
tuir?
Não
se
sabe
ainda quem
pedirá a
mão
da
princeza
Maria Chrislina.
Canovas,
a
quem se
quiz
confiar
a
missão,
respon
deu que
a
acceitará;
porém
que,
indo
a
Vienna,
se
considerará incapacitado)
para voltar
á
camara,
em
virtude
da
lei
sobre
incompatibilidades.
Em virtude
de
esta
resposta são
alguns
d
’
opinião
que será
nomeado
o
duque
de
Osuna,
ou
o
de
Medinasidonia;
outros
insistem
em
crer
que
afinal
o
encarregado
da
missão
será
Canovas
del
Castillo.
Parece
coisa
segura
que
se
deve
a
este
snr.
o
casamento
im-
mediato
de
D.
Affonso.
Martinez
Campos
perde
terreno,
e não
se
estranharia
que
de
novo
o
mandem
para
Cuba,
onde
se
leem
levantado
al
gumas
partidas.
Em
tal
caso
não
me
ma
ravilharei que Sagasta
o
substitua.
A
peregrinação
ao
Sanctuario
de
N.
Senhora
de Lourdes,
realisoo-se
felizrnen-
te, convertendo-se,
como
esperava,
n
’ti-
ma
brilhante
manifestação da
piedade
hes-
panhola.
Reuniram-se
alli
uns
seis
mil
ro
meiros, dislinguindo-se
principalmente
os
catalães,
pela
sua piedade,
pelos
hymnos
enthusiaslicos
que
cantavam
e
pela
ordem
com
que
realçavam.
O
snr.
Bispo
de
Leon
tem-se
esforça
do
a
que
se
organisem
peregrinações
a
sanctuarios
hespanhoes,
e
se
celebre de
uma
maneira
magnifica
o
proximo
viges-
simo
quinto
anniversario
da definição
do
dogma
da
Immaculada.
Peçamos
a
Deus
que
as suas
palavras
sejam
fructuosas,
como
espero.
Está-se
organisando
outra
peregrina
ção
em
Lerida
para o sanctuario
de
Mon
serrat.
Realisar-se-ha,
querendo-o
Deus,
em fins
do actual, ou princípios
d
’
oulu-
bro.
Em
Lourdes
ficou
curada milagrosa
mente
a
joven
Engracia
Jane,
que
ha
oito
annos
se
achava
impossibilitada das
pernas.
Tinha,
todavia,
os
braços
livres,
os
quaes
consagrou
nas
semanas
anterio
res
a
bordar
o
estandarte
da
peregrina
ção,
que
é magnifico.
Concluo
copiando
o
seguinte
paragra-
pho
d
’
um
jornal
d
’
hoje:
Os
peregrinos
catalães
propõem-se
per
petuar
a
sua
ultima
peregrinação a
Lour
des
reedificando
a
egreja
parochial
de
Santa
Madona,
de
sorte
que
em
archite-
etura
e
capacidade venha
a
ser similhante
á basílica de
Lourdes.
L.
ABIDENSE.
Tliesoureira
pngndor.
—
Foi
no
meado
thesoureiro
pagador
d
’
este
districto
o
exc.‘n®
snr.
dr.
José
Brandão
Pereira,
cavalheiro
muito
illustrado
e
estimável.
NomençtSo.
O
snr.
Antonio
Maria
da
Silva
G.
Ramos, irmão
do
exc.
1”
0
e
rev.
n,
°
snr.
dr.
Luiz
Maria
Ramos,
len
te
calhedratico
da
Universidade
de
Coim
bra,
foi
nomeado
aspirante
da
alfândega de
Chaves.
Ssszsta
—
Teve
Iogar
no
domingo
passado,
21
do
corrente,
a
fes
tividade d
’esta
Santa,
com toda
a
pompa
e
solemnidade
religiosa,
no mosteiro
do
Salvador
d
’esta cidade.
De
tarde
orou
o
revd.® Porpbyrio
An
tonio
da
Silva,
que
foi
fâmulo
de S.
Exc.
a
Bev.ina
.
Mais
esta
vez
o
novel orador nos
arrebatou
com
o
seu
eloquentíssimo
ver
bo;
mais
uma
vez
mostrou
exuberante
mente
as
altezas
do
seu
grande talento;
mais
uma
vez ainda
nos
cominoveu
com
a
sua
linguagem
primorosa,
eslylo
ame
no, força
d
’
argumentos,
elevação de
con
ceitos
e
recta
applicação
d
’elles á
vida
moral
da
sociedade
actual.
Póle
dizer-se
com
afotileza
que
este
seu discurso,
em
que
tanto
brilharam
os
dotes
oratorios
do
joven
levita,
é
um
dos
mais
bem
elaborados e
recitados
dos
que
lhes
temos
ouvido
n’
esta
cidade.
FelicitamoPo,
pois,
como
é
dever
de
quem
se
deixa
fascinar
pela
luz
da
inlel-
ligencia,
onde
quer
que ella
brillr
; e
es
peramos,
confiados na
Providencia
de
Deus,
que
o
snr.
Porpbyrio
será um ornamen
to
da
tribuna
sagrada,
onde
tem
já
al
cançado bastantes
louros
no
estreito
cy-
clo
oe
mezes,
que
conta
no
seu
sacer
dócio.
*
*
*
Jormti
de
Viagen»
—
Recebemos
o
n.®
17
d
’
esle
excellenle
Semanario,
com
cuja
offerta
nos
honra
o
seu
illustrado
Direclor,
Emygdio
d
’
Oliveira.
Pelo
accurado
da
redacção,
primor
das
gravuras
e
nitidez
da
impressão,
o
Jornal de
Viagens,
sé
um
periódico
muito
interessante
e muilo
recommendavel.
Eis
o
summirio
d’
este
n
°:
Texlo:
—
Pelas
regiões
longínquas:
O
domador
de'
serpentes
e
o
caçador
de
paniheras
—
Costumes
e
religiões
dos
di
versos
povos: Os
Mormons
—
O lago
de
Genebra —
O
globo,
oitenta
narrações
de
geographia
popular
—
Aventuras
de
terra
e
mar
: Aventuras
perigosas
em
Nova
Guiné—
-Historia
dos
piratas,
corsários
e
negreiros
—
-
Viagens
celebres:
As
regiões
polares—
As
grandes
caças:
A
caça
do
elephante
—
O
isihino
de
Panamá.
Chronica:—Os
Lusíadas
—
A
Venus
Negra
—
Tong
Kin
e
o
rio
Vermelho
—
Um caminho
dç
ferro
no
deserto
—Nova
Guiné
e
adjacên
cias
—A retirada
de Laguna
—
Exércitos
europeus
—
Torre inclinada
de
Saragossa
—
Caminhos
de
ferro
em
lodo
o
mundo—
Densidade
do
ar
em
diversas
alturas^—
Montanhas
mais
elevadas
do
globo
—
Dis
tancia
de
Madrid
ás
principaes
cidades
da
Europa
—
O
sol
e
os
groelandezes
—
Mer
cado
d
’
escravas
brancas
—
A emigração
chineza
—A
passagem
do
noroeste
—Ocea-
nia.
lUuslrações:
—
O
Domador
de
serpentes:
Um
outro amphibio
agarrou
na
perna
de
Culebra
—O
Lago
de
Genebra:
Lausanna
—
O
Lago
de
Genebra:
Coppet
e
o
casteilo
onde
habitou
Mad.
de
Stael
—
Viagens
ce
lebres:
Fraocklin
manda
fazer
fogo
sobre
os esquimós.
WiatíneçAo
mereeidissiuaa.—As
severa
o
correspondente de
Lisboa
para
o
diário portuense a
«União» que
Sua
Santidade
Leão XIII
concedêra as
honras
de
Monsenhor
ao
exc.
my
e
revd.1110
snr.
padre
João
Rebello
Cardoso
de Menezes,
digníssimo
vice-reilor
do
Seminário Con
ciliar
de
S.
Pedro, e
sacerdote
respeitá
vel
pela
sua
illuslração
e
virtudes.
Os
nossos cordeaes
parabéns.
Atravez
da
provineia.—O
dislri-
cto
de
Vianna
produziu
no
anno
passado
106:484
litros
de
castanhas,
e
13:371
di
tos
de
nozes.
O
concelho
de Vianna
pro
duziu
580 litros
das primeiras,
e
420
das
segundas.
—
Dizem de
Guimarães:
No
empenho
de
facilitar
o
accesso
ao
formosíssimo
local
da
ermida
de Nossa
Senhora
da
Penha,
já
tão digno
de
ser
visitado pelos
notáveis
melhoramentos
e
apropriados
emhellezamentos
com
que
o
tem
engrandecido
a
piedade,
a
devoção e
o
zelo
d
’alguns
prestimosos
concidadãos
nossos, trata-se
de
iniciar
os
trabalhos
para
a
contrucção
d
’
uma
estrada
que
d
’
es-
quella
cidade
alli
conduza,
e
já
para
es
se fim
andou
estes
dias
um
engenheiro
estudando
o
terreno
para
levantar o
pro-
jecto
e
fazer
o
traçado.
GAZETILHA
A
situação
da Europa.
—
Do
ex-
cellente
diário de Madrid
«La
Fé»,
tra
duzimos
o
seguinte:
Principio
d’
um artigo
de
fundo
que
publica
o
«Standard»;
«O
defuncto
imperador
Napoleão em
pregou
uma vez
uma
phrase
mui
notável.
Dirigindo-se
ao
senado
e
ao
corpo
legis
lativo,
disse
que
«o
estado
da
Europa
«não
era
satisfactorio;
que
havia
muitos
«pontos
negros
no
horisonte,
e
que
o
es-
«tado
geral
das
coisas
não
era
nem
a
«guerra
com
suas
probabilidades
felizes,
«nem
a
paz
com
a
sua
segurança».
Na
epoca
em
que
se
pronunciaram,
estas
palavras
memoráveis
eram
mui
exa-
ctas;
porém
n’
esta
epoca
são-no
muito
mais.
E
’
geral
a opinião
que
o
estado
de
coisas
na
Europa
é
muito
critico:
na
França
crê-se
que
são
inevitáveis
duas
guerras;
uma
entre
a
Inglaterra
e a
Rus
sia,
pelo
dominio
da Asia Central
e
outra
entre
a
Russia
e
a
Allemanha,
pela
su
premacia
militar
na
Europa.
Por
outra
parte,
o
que
os
francezes
não
vêem,
muita
gente
o vê,
e
é
uma
guerra
entre
elles
e
os
allemães,
ao
mes
mo tempo
que
outra
guerra entre
a
Ita-
lia
e a
Áustria.
Porém
seja
o
que
for,
é
indubitável
que
sobre
os
Estados
da
Europa
está
pen
dente
a
guerra,
no
que
convéem
os
mais
superíiciaes
observadores francezes». [
By
lhe most
superficial
observers
in
FranceJ
Não podemos
ser
hoje
mais
extensos;
mas
depois
d
’isto,
que
mais poderemos
di
zer
?
Chroníea
Keisgiasí».—
Hoje:
Expo
sição do
Santíssimo
na
egreja
da
Mise
ricórdia.
Começa
a
Novena
de
S.
Fran
cisco.
Amanhã
começa
a
Novena
de
N. Se
nhora
do
Rosário.
Falleeimento.
—
Ante-hontera
sepul
tou-se
no
cemíterio publico
um
filho,
já
adulto,
do
snr.
Manoel
Affonso
de
Moraes
Carvalho,
honrado
negociante da
rua
dos
Biscainiios.
O
finado
tinha
já
feito
alguns
exames
no
lyceu
d
’esta
cidade,
e era uma
crean-
ça
intelligenlissima.
O
nosso
pesarne
aos
desditosos
paes.
Outro.
—
Falleceu
lambem
a
mãe
do
snr.
João
Augusto
da
Cunha,
illustrado
e
bemquisto
negociante do
largo
do
Barão
de
S.
Marlinho.
Cumprimentamos
a
familia
anojada.
Deus
queira
que
se
realise
esta
impor,
lante
obra,
para
que
a Penha
venha
a"
sêr
tão
visitada
e
conhecida
como
t
etI)
direito,
pelas
esplendidas
bellezas que
eu-
cerra.
—
Morreu
em
Villa
Nova
de Famalicão
o
snr. Viclorino
José
Monteiro,
abastado
proprietário no
império
do
Brazil.
—
Na
nouie do
dia
14
do
corrente
por
occasião
do
fogo do-Senhor
dos
AlBj'
ctos,
em
S.
Julião
de
Freixo,
concelho
de
Ponte
do
Lima,
Antonio
da
Costa,
de
Villar
das
Almas,
deu
cinco
facadas
n’um
pobre
homem
de
Sandiães,
por
nome
João
Couto,
que
ficou
em
perigosissimo
esta
do.
O
criminoso,
foi
preso.
—
Escrevem
de
Valença:
Dizem-nos
que
foi
participado
ao
me.
retissimo delegado,
que
um
indivíduo
do
concelho
de
Villa
Nova
lançava
freqnen-
temente
na
estr.da
do
caminho
de
ferro
grandes
pedras,
com o
fim,
dizia
elle,
de
«querer
ver como
os
wagons
e
a
maclii-
na
se
despenhavam
no
no
Minho».
A
ser
verdade
esta
narração,
desejamos
lambem
ver
como
elle
dá
com
os
ossos
na
cadeia,
Aass»»issnjo
tportMgíiea.
__
Foi
assassinado na
Bahia,
ao
virar
uma
esquina,
com
um
tiro
de
pistola,
o
ne
gociante porluguez
José
Alves
Ferreira
de
Azevedo,
dono
da
loja
das
Variedades,
da
rua
do
Commercio,
d
’
aquella
praça,
e
socio
da
firma
de
Azevedo
&
Pereira.
A
morte
foi
instantanea.
A
bala
en
controu-se
amolgada entre
a
camisa
e
o
collete.
Do
grande
ferimento
aberto
nas
costas
do
cadaver
saía
-o
sangue
a
jmros,
no
acto
de
voltarem
o
corpo
afim
de ser
amortalhado.
Proximo
do local
do
crime
foi achada uma
pistola
ainda nova,
e
mais
adiante
um
par
de
chinelias de
tran
ça.
A
policia
prendeu
para
averiguações
o
negociante
José
Ribeiro
Saldanha,
so
cio
da
firma Saldanha
&
Guerra,
e
um
pardo
ex-escravo do
snr. Saldanha.
O
infeliz
Pereiia
de
Azevedo
era
ne
gociante
alli
muito
hem
conceituado
e
havia
quatro
mezes
recebera
uma
carta
anonyma,
prevenindo-o de
que
tentavam
contra
a
sua
vida.
A
policia bahiana tra
balha
activamenle
para
descobrir
o
au-
ctor
do
crime
e, segundo
alli
se
dizia,
parece
que
já
alcançou
elementos
para
proceder
a
bem
da
justiça.
Os
socios
do
fallecido
offereceram
2
contos
de
reis
a
quem
lhes
apresentar
provas
evidentes
de
quem
foi
o
traiçoeiro
assassino.
As
chaves
do
estabelecimento
de Pereira
de
Azevedo
foram
entregues
ao
cônsul
de
Portugal.
Um
eBpeHa».
—
Conta
um
jornal
pa-
riziense,
que,
ha
pouco, um
rapaz,
col-
locado
entre as
pontes
de
Argenteuil,
se
divertia
em
atirar
ao
Sena
pedaços
de
madeira,
que
um
famoso
cão
da
Terra
Nova
ia buscar.
Uma
rapariga,
que
por
alli
passava,
trazendo
uma
creança
nos
braços,
parou
observando
a
ligeireza
com
que
o
valente
cão atravessava
as
aguas
e
trazia o
bo
cado
de
pau.
A
creancinha
estremecia
alegretnente
nos
braços
da
rapariga,
e
uma
vez
lèl
o
com
tanta
força,
que
se
desprendeu
dos
braços
d
’
ella
e
caiu
ao
rio.
A
rapariga caiu
também,
não
no
rio,
mas
no
chão
com
um
accidente
produ
zido
pelo
susto
Felizmente
o
cão
ia
então n
’agua.
Ex
citado
pelo
rapaz,
e despresando
o
pe
daço
de pau,
nadou
para
a
creancinha,
abocou
a
pelo
fato
e
trouxe-a
incólume,
depositando-a
aos pés
do
rapaz,
que
es
tava
espamado,
e
depois
de
lhe
ter
pas
sado
o
aturdimento,
foi
entregar
a
crean-
ça
á
rapariga.
Que
excellente
animal!
;
,
Emquanto
tantas
mães desnaturadas
consentem
na
morte
de seus
filhos,
,0
valente animal,
no
seu bello
iostincto,
despreza
um objecto
leve
com
que
se
di
vertia
para
salvar a
’ creança.
jaag»®írSi»afií®.
—Desco
briu
se
um
remedio
eílicaz
para
a
cura
de
uma
das
doenças—ou
paixões
—mais
degradantes
da
especié
humana:
a
etnb
ria
‘
8
uez
-
O
doutor
Diinger
affirma que
a
e'-.
briaguez é
uma
doença
e
que curou
mui
tos
casos d
’este genero
de
intemp
erall
‘
ça,
de
caracter
muito
teimoso, que
ce
‘
deram
a
um
tratamento
extremamente
si.m-
pies.
_
..
Foi
o
caso
que,
dessecando
certo
o
cerebro
de
um
homem
que
tinh^
lecido
victima
do
delirium
Iremens,
reco
nheceu
nos
nervos
quarigeminos
(sd
11
dos
na parle
posterior e
inferior
do
®r
neo) um
certo
estado
particular.
Procurou
durante
muito
tempo
||L
g
cobrir
um remedio
para
aquelle u
)a
i
afinal
encontrou-o,
por acaso, na
occa-
sião
em que
curava de
uma
febre
inter-
mittente
um
homem que
bebia em
de
masia.
Como
a
febre
era
violenta,
sur
giu
lhe
a
ideia
de
empregar
a
quinquina
vermelha,
em
vez
de
quinino.
A
febre
desappareceu,
e
o homem,
com
grande
pezar
seu,
desde
então
experimentava
um
certo
desgosto
quando
se
dispunha
a
beber
um
copo
de aguardente.
()
doutor
Dunger
não quiz
guardar
para
si
o
segredo
do
tratamento
que
usou,
e
não
pretende
tirar
partido
em
seu
pro
veito
pessoal da
descoberta,
que
faz co
nhecida.
O
remedio
é
simples.
O
doutor
Dunger
obtem
meio
kilo-
gramma
de
casca
de quinquina
verme
lha
(cinchona
rubra)
e
redul-a
a
pó,
misturando
depois
esse
pó
em
meio
litro
de
álcool
puro.
Depois
d
isto
côa
a
mis
tura
e
faz
com
que
fique
reduzida,
por
meio
da evaporação,
a
um
quarto
de
li
tro.
e nada
mais.
Emquanto
á applicação
do remedio
não
tem
difíiculdade
alguma.
Durante
os
dois
primeiros
dias
deu
ao
doente
duas
co
lheres
de
sopa, de
tres
ern
tres
hors/j
no
terceiro
dia
deu
lhe
meia
coHi’erj
*
rio
quarto
um quarto;
e
depois,
suecessiva-
mente,
quinze
gotas,
dez,
cinco,
etc.
’O
tempo
do
tratamento
é,
termo
médio,
de
sete
dias.
O
remedio não
é
caro,
não
é
dif-
ficil;
e
tão
terrível é
o mal
que
se
póde
curar!
tratsstsca.
—
Existem
em
Paris
113:317
pobres
reconhecidos
como
laes,
sendo
23:026
homens,
38:477
mulheres,
25:607
raparigas
e
2:156
mulheres
aban
donadas.
Entre
os pobres
do
sexo
masculino
contam-se 8
escriptores,
14
mestres
es
colas,
7
professores
de línguas,
2
phar-
maceulicos,
39 taberneiros,
29
afinadores
de
piannos
713
porteiros
etc.
Entre
os
do
sexo
feminino
contam-
se
duas actrizes,
uma
parteira
e
doze
professoras.
S>oríwg«séae8
faíleeidos.
—
De
30
d
’agosio a 2
de
setembro fallecerain
no Rio
de
Janeiro,
os
seguintes
súbditos
porlugue-
zes:
João
Luiz
da
Silva Blusa, 53
annos,
viuvo,
Anlonio
Ferreira
Caseiro
45
s.;
An
tonio
José
Nunes.
46
v.;
Emilia Rosa
da
Conceição,
46
v.;
Francisco
José Coelho, 49
v.;
Francisco
Ferreira,
23
s
; José
Go
mes,
35
c.;
Antonio
José
de
Almeida,
38
c.;
Guilherme
Fortunalo
Gonçalves,
32
c
;
Manoel
Pereira
dos
Santos,
38
v.;
Antonio
Luiz Martins, 49
s.
—
Nos
mezes
de
março a julho
fallece-
ram
no
Maranhão
os
seguintes:
Domingos
José Braga,
75
annos,
sol
teiro;
Anlonio
da Silva
Pereira,
45
s.;
Francisco
Dias
de
Araújo,
61;
Antonio
Gomes de
Moraes.
95;
Francisca Romana
de
Sequeira,
75
s.;
José
Ribeiro
Pontes,
53;
Manoel
Moreira
Dias, 40;
Custodio
Pereira
Rezende.
64
v.;
José
da
Costa
Nunes,
65 c.;
lílidio,
35;
Joaquim
Mar
tins
Gaspar,
35.;
Antonio
José
Carneiro,
76 s.;
Joaquim
José
Domingues Lima,
66
s.;
Daniel
Augusto
Piliar
de
Oliveira. 26
s.;
Joaquim Francisco
dos
Santos
Cruz,
46
c.;
Antonio
Fernandes
da
Silva,
68
c.;
Maria
José
Moreira
da
Paz,
168
s.;
João
Baptista
Alves
Souto
Maior,
60;
Bento
Roque
da
Silva,
93; Manoel
Carvalho da
Sdva,
53
c.; José da
Costa Reis,
24
s.;
João Martins
Bacellar, 46;
Fortunalo
da
Silva
e
Sonsa,
45.
A's
salnaas
caritativas.
—
Recom-
mendamos
e
muito ás
pessoas
caritativas
a
desventurada Maria
José
da
Silva,
mo
radora
na
rua
dos
Sapateiros,
n.°
7.
Vive
era
extrema
penúria,
e
padece
de
doen
ça
incurável.
A
’
caridade publica.
—
Muito
re-
commendamos
ás pessoas
caridosas
o
in
feliz
Anlonio
Marques
da
Costa,
morador
na
rua
de
S.
Miguel-o-Anjo,
casa
n.°
4,
3.°
andar,
que se
acha
na
maior neces
sidade
e
doente,
vivendo só
da
caridade
das
pessoas
que
o
soccorrem
com
alguma
esmola.
A,’ caridade
piEbíâca.
—
Recommen-
damos
ás
almas
caridosas
Anna
Joaquina.
de 8
annos
de
idade,
que
está
entrevada
ha
8
mezes.
Vive
em
penúria
extrema.
Mora
atraz
do Tiieatro,
n.°
14.
&.IZFI.UA3Í M®TP1CSAS
Lisboa
22.
—
«Diário»:
Portaria
determinando
que
d
’
oravante
se
publique no
«Diário» o
mappa demon
strativo
do
estado do recrutamento
em
cada
mez,
e
com
relação
aos
últimos
15
annos.
Circular
dirigida
aos governadores
ci
vis para
que
remetiam
ao
ministério
do
reino, até
ao
dia
10
de
cada
mez,
map-
pas
raensaes
do
estado
do
recrutamento
e
o
resultado
das inspecções
das
juntas
revisorias
do mez anterior.
Mappa
do
estado
do
recrutamento
pa
ra
as
forças
de
terra
e
mar
no mez
de
junho
ultimo.
A
totalidade
dos
contingentes
nos
úl
timos
15
annos
é
121:363.
Totalidade
dos
mancebos
presentes
nas
inspecções
722
aptos
392
incapazes 281,
observações 17. esperados 32.
Idem
23.
—
Na
Bolsa
venderam-se:
10
acções
do
Banco Lisboa
e.
Açores
a
reis
94$000; 5
obrigações da
companhia
das
aguas
jt
85$000
reis;
18
do
caminho
de
ferro
,do
Minho
e
Douro
a
89^300;
8
a
8páo00;
10
contos
era
inscripções
a
51,19;
7
a 51,20.
.»
Jt.flJfandega
rendeu
a
quantia
de
reis
-1^45270.
r''
Londres,
20
—Diz
o
«Standard» que
.foi
assignada
uma
convenção
com
a tribu
dos
affriddis,
assegurando
a
passagem
dos
desfiladeiros de Khyber, Kohat
e
Me-
chin.
Annunciam
de
Constantinopla
uma no
va
rixa entre os
mosulmanos
e
a milí
cia
da Romelia,
resultando
vários
mortos
e
feridos.
Um
lelegramma
de
Panamá,
com
da
ta
de
11, noticia
que
o governo
da
Co-
lumbia
prohibiu
èxpressaraente
a
expor
tação
do
contrabando
de guerra.
Paris,
20. O
príncipe
de Bismark
partiu
hoje
de
Gaslein
para
Vienna.
Madrid,
20.
— Diz-se
que o chefe
do
bando
republicano
da
Catalunha
enviou
ás
auctoridades diversas
cartas,
documen
tos
e
listas
de
muitos
republicanos.
Annunciam
de
Havana,
com
data de
19,
que
foi
proclamado
o
estado
de
si
tio
na
província
de
Santiago
de
Cuba
e
restabelecidos
os
conselhos de
guerra.
Se
rão
indultados
os
insurgentes
que se
sub
metiam
no
praso
de
15
dias.
Paris
21.
—Os
boatos
da
alliança entre
a
Áustria
e Allemanha, dirigida
contra
a
Rússia
são
mnito
acreditados
em
conse
quência
da
viagem
do
príncipe
Bsmaik
a
Vienna.
Dizem
de Bucharest
que o
snr.
Co-
golniciano
fez
presentir
a
camara
dissol
vida
e
regeitar o
projecto
do
gabinete
relativo
aos
israelitas.
Houve
modificação
ministerial
no
Egy-
pto.
Berlim,
21.
—A «Correspondência
oíTi-
cial» e
a
«Gazeta
da Alleinanha
do Nor
te»
fallando da
visita
do
príncipe
Bismark
a
Vienna,
desmentem
os
boatos
da
allian
ça
offensiva
e
defensiva
e
dizem
que
é
I
aviso
sério pois o panslavismo procura
I
avançar
do
lado
da
França.
Se
a
Rússia
i
não
respeitar
o
tratado
de
Berlim,
en-
Icontrará
a
Allemanha
e
a
Áustria
firme
mente
unidas.
Londres,
22.
—Dizem
de Bucharest
ao
«Times»
que
o
ministério
búlgaro
pediu
a sua
demissão.
O
«Morning
Post»
diz
que
os
acon
tecimentos
da
Rouraelia podem
tornar
ine
vitável
a
occupação
turca.
O
general
russo
Koffman,
recebeu
or
dem
de
retroceder
para
Mirkestan.
Annuncia
o
«Daily
News»
que
foi
ata
cado
o acampamento
inglez
Shutargardan;
os
mglezes
soffreram
perdas
considerá
veis.
Roma, 22.
—
O
Papa
issignou
a
no
meação
dos
núncios,
monsenhor
Massella,
de
Lisboa Alvissi,
de
Pars,'
e
Bianchi,
de
Madrid.
O
consistorio
foi
reunido
pela
manhã;
o
Papa
deu
os
chapéus
e consagrou os
novos
cardeaes e nomeou dezoito
bispos,
sete
dos
quaes
in
partibus;
entre os no
meados
está
o
snr.
Netlo;
bispo
de
An
gola,
no
Congo.
Londres,
22.
—
Diz
o «Staadard»
que
depois
da
entrevista em
Alexandrowo
o
príncipe
Bismark
apresentou
ao
impera
dor
Guilherme
nma
memória, expondo-
lhe
a
necessidade de
sustentar a
Áustria
contra
a
Rússia. O
imperador
ipprovou.
Paris,
22.
—
Dizem
de
Vienna que
se
realisou
hoje
ao
meio
dia
a
entrevista
do
príncipe
Bismark
e
o conde
de Aadrassy.
O
imperador
receberá
o
príncipe
Bis
mark
hoje
ao
jantar
imperial.
Paris. 23.
—
Tiveram
em
Diepps
nma
entrevista
o
marquez
de
Salisbury
e
o
snr.
Waddington, chegando
a
um
com
pleto
accordo
sobre
a
questão
egypcia.
Londres,
23.
—
Segundo
o
«Standard»
o conde
Andrassy
declarou
ao
chanceler
da
Allemanha
que
o
imperadçr
d
’
Austria
está
disposto
a
concluir
a
alliança
defen
siva.
O
príncipe
de
Bismark
disse
que
o
imperador
Guilherme
acha
iguaes
as dispo
sições.
SECÇÃO
BE
COMMMICADOS
aiostruiçSo
dos
caracoes
e
lesmas.
Um cultivador
do
gran-ducado
de
Hesse
descobriu
por acaso
um
meio facílimo e
muito
simples
para
destruir
os
caracoes
e
as
lesmas,
que,
nos
annos
húmidos,
causam
tamanhos estragos
nos
campos,
hortas
e
jardins.
Este
homem,
cultivando
no
mez
de
março
um
campo,
onde
havia
ainda
por
arrancar
uma
certa
quantidade
de
cenou
ras;
não
tendo
applicação
que
dar-lhes,
atirou-as
para
um
canto
ca
horta.
Qual
não
foi,
porém,
a
sua
surpreza quando,
passadas
algumas
semanas,
viu
em
redor
do
monte
das
cenouras
grande
multidão
de
caracoes,
que
facil
era
ajuntai
os
!
O
cultivador
concebeu
então
a
ideia
de
co
locar
em diversos
pontos
da
horta
e
jar
dim
algumas
cenouras,
e
tirou d
’
esta
ex-
periencia
optímo
resultado,
porque
só
na
extensão
d’
um
metro
quadrado,
onde
ti
nha posto
oito
cenouras
pequenas,
pôde
apanhar
480
caracoes
e
lesmas.
Basta, pois,
para fazer
desappirecer
os
caracoes,
espalhar
pelo
campo algumas
cenouras e
ir
depois,
nas
tardes
húmi
das,
apanhar
os moluscos serpejantes
que
rodeiam
aquellas
raizes.
Lançam-se
depois
de
apanhados
n’um
vaso
cheio
d
’agua
contendo
um
pouco de
acido
chlorhydrico.
A
experiencia
faz
fé.
RECLAMOS
SÀflBS
A
TOim
sem
medicina,
pur
gantes,
nem despezas,
com
o
uso
da
delicio
sa farinha
de
saúde,
OU BARRY de
Londres.
30
«nnoa
dPimvMFiawel
Hwee®as®
2
Combatendo as
indigestões
(despepsia)
gasliica,
gastralgia,
llegma,
arrotos,
amargor
na
bocca,
piluiias,
nauseas,
vomites,
irrita
ções
inteslinaes,
bexigas,
duenieria,
cólicas,
tosse, alhsina,
falta
de
respiração, opptessão,
congestões,
mal
dos
nervos, diabethes,
debili
dade,
Iodas
as
desordens
no
peito,
na
gar
ganta,
do
alilo,
dos
brouchios,
da
bexiga,
do
iigado,
dos
rins,
dos
intestinos,
da mucosa,
do
cerebro e
do
sangue,
85:000
cuias
en-
ire
as
quaes
conlam-se
a
do
duque de
Pluskow,
da ex.
‘
nd
snr.
a
mar-queza
de
Brehan,
Lord
Stuart
de
Dicies,
par
d
’lo-
glalerra,
o
doutor
e ptofessor
Wurzer,
etc.
etc.
Cura
n.°
65:31
Vervant,
28
de
mar
ço,
1866.
—
Senhor.
—
Beindito
seja
Deus!
A
sua
Kevísaeseièj-e salvou
me
a
vida.
O
meu
temperamento,
naturalmenie
liaco,
estava
arrumado
eui
consequência
de
uma
horrível
dispepsia
que
durava
h» ono
au-
nos,
tratado
sem
resultado
algum
favorá
vel
pelos
médicos,
que
declaravam
que
al
guns
uiezes
de
vida
me
resianatu,
quan-
oo
a
eminente
virtude
da
sua
Kevales
cière
me
restituiu a
saude.
—
A.
B
iiune
-
liére
,
cura.
Cura
n.
n
18:364.
—
Mr.
e
m,
me
Leger,
de
doença
do
fígado, diarrbea,
tuinor
e vo
mites.
Cura
n.°
68:471.
—Mr.
Pierre
Castel-
li,
abbade,
de
prostração
completa
na
edade
de
85
annos
;
a
KevaSeiscièr®
re-
moçoii-o.
«Prego,
confesso,
visito
os
doen
tes,
<iou
grandes
passeios
a
pé,
e
sinto
o
espinto
lúcido
e
a
memória
fresca.»
E
’
seis
vezes
mais
nutritiva
do
que
a car
ne,
sem
esquentar,
econoraisa
cincoenta
vezes
o seu
preço
em
remedios.
—
Preços
lixos
da
venda
por
miudo
em
toda
a
pe
nínsula
:
Em
caixas
de
folha
de
lata,
de
4
/
4
kiio.
500
;
del/
s
kiio
800
rs
;
de
ura
kilo,
1^400
reis;
de
21
/
?
kiios,
3$290
reis;
de
6
ki-
ios,
6$400;
e
de
12
kilos,
12$000
rs.
Os
biscoitos
da
Revalesciére
que
se
po
dem
comer
a
qualquer
hora,
vendem-se
Ãm caixas
a 800
e
lá400
reis.
O
melhor
chocolate
para
a
saúde
é
a
|
ella
res-
titue
o
appettite,
digestão,
somao, energia
e
carnes
duras ás pessoas,
e
ás
creançal
as
mais
fracas,
e
sustenta
dez
vezes
maif
çue
a
carne,
e
que o
chocolate
ordinário,
sem
esquentar.
Em
pó e
em
paus,
ern
caixas
de
folha de
lata
de
12
chavenas,
500
reis;
de
24
cháve
nas,
800
reis;
de
48
chavenas,
1^40)
;
de
120
chavenas,
3$200
reis,
ou
25
reis
cada
chavena.
BAKKY
LIUITKO.-
Place
Vendòme,
26,
Paris.
77
Regent-
Stred,
Londres.
Valverde,
1,
Madrid.
Os
pharmaceuticos,
droguistas,
mer-
cieiros,
etc., das províncias
devem
diri
gir
os
seus pedidos
ao deposito
Cer
trai
;
snr.
Serzedello
&
C.
a
Largo do
Corpo
Santo
16,
Lisboa®,
(por
grosso
e
miudo)
;
Azevedo
Filhos,
praça
de D.
Pedro,
31,
32; Barrai &
Irmãos,
rua
Aurea,
12—P®v-
to,
J.
de
Sousa
Ferreira &
Irmão,
rua
da
Banharia,
77.
DEPOSITOS
ENTRE
DOURO
E
MI,
NH0.
=
Aveiro,
F.
E.
da
Luz
e
Gosla-
phartn. —
ssarcetíos,
Antonio
João
de
Sousa
Ramos,
pbarm.,
Largo
da
Ponte.
—
SSragw,
Domingos
J.
V.
Machado,
drog.,
praça
Municipal,
17
—
Antonio
A.
Pereira
Maia,
Pharm.,
rua dos
Chãos
31
—
Pipa
&
Irmão,
rua
do
Souto.
—
Viasaxas» do
©a»»-
telto,
Aflonso
drog.,
rua
da
Picota;
J.
A.
de
Barros,
drog.,
Rua grande,
140.
—
Gtiimnrilcii,
A
J.
Pereira
Martins,
pharm.
—Anlonio d
’Araujo Carvalho,
Cana'
po
da
Feira,
1;
José,
J.
da
bilva,
drog.,
Rua
da
Rainha,
29
e
33.—
Miranda,
pharm.
—
Porto
M.
J.
de
Sou
sa
Ferreira
&
Irmão,
Rua
da
Banha
ria,
77;
J.
R,
de Sequeira,
pharm., Casa
Vermelha;
E.
J.
Pinto,
pharm.,
Largo
dos
Loyos,
36;
Viuva
Desirè
Rahir,
Rua
de
Cedofeila, 160;
Fontes
& C.
a
,
drogs.,
Pra
ça
de
D.
Pedro, 105
a
108;
Antonio
J.
Salgado,
Pharmacia
Central,
Rua de
San-
10
Antonio,
225
a
227.
—
Pouíe
do
IA-
na
*
.
A.
J.
Rodrigues Barbosa,
pbarm.
—
^«vroei
do
Varzim,
P.
Machado de
Oliveira,
pliarma.
—
v»!e«ça
<ío Minho,
Francisco
José
de
Sousa,
pharm.
—
Villa
Conde,
A.
L.
Maia
Torr
s,
phatn.r.
M
«ssá
JS
«25
H '4
ná
W
H
3BS
Antonio
José
Gonçalves Nogueira-,
Rosa
da
Conceição Guimarães
Nogueira
e
José
Fernandes Guimarães,
não
lhes
sendo
pos
sível
agradecer
pessoalmente
a
todos os
ill.
mos
e
exc.'II0S
snrs.
e
rev.m
’
s
eccle-
siasticos
que
os
Obsequiaram
e
assistiram
ao
responso de
Gloria
por
alma
do
seu
innocente íilhinho
e
neto, no
dia
13
do
corrente
na
capella
<lo
cemiterio.
o
fa
zem
por
este
meio e a
todos
protestam
eterna
gratidão.
(2628)
'«
sa;:
ijâjt
Luisa
Maria
Barbosa,
e
filhos,
agra
decera
a
todas
as
pessoas
que
compar
tilharam
da
sua grande dôr,
pelo
infausto
e
permaluro
fallecimento
de seu
muito
presado
esposo
Estevão Barbosa,
e
0
obsé
quio
de
terem
acompmhado
os
seus
res
tos morlaes
ao cemiterio
publico d
’
esta
cidade.
Braga
17
de
setembro
de 1879.
(2620)
AHNUN
CIOS
»KCr AH
AÇÃO
Diz
José
Maria
da
Costa,
que
havendo
mais
nomes
iguaes
ao
seu,
desde
hoje
em
diante
se
assignará
José
Maria
da
Costa
Braga.
(2627)
Preciza-se
de
5;500$000
reis
a
juro
de
por
escriptura
dando-se
boas
e valiosas
propriedades
como
hypotheca.
Quem
quizer dirija-se em Vianna
a
M.
Gomes
Brandão,
0
qual
dirá
a
pes
soa
que
pretende.
(2629)
Quem
quizer comprar
a casa
11
0 4
no cimo
da
rua
das
Aguas,
dirija-se
á
mesma
casa
no
dia
28
de
setembro
de
79, para
tractar
com
0
seu
dono
pelas
10
horas
da
manhã.
(2630)
'
CASA
Aluga-se uma
a
estudantes
ou
padre»,
tia rua da Ponte
n.°
13.
Quem
pretender
dirija-se
a
José
Ferreira
d’Azevedo,
morador
na
mesma
casa.
(2632^
1MJKCÇî
HS5AGA.
Esta
maravilhosa
injecção,
como
cal
mante.
é
a
única
que
não
causa
apertos
(furetra,
curando
todas
as
purgações
ainda
as
mais
rebeldes
como
muitas
pessoas
o
podem
attestar.
Deposito
em
Braga
na
pharmacia Bra
ga
—Esquina
de
Santa
Cruz
—
40
Porto
—Cardoso—Praça
de
D
Pedro—
113.
(2631)
MA8SA
»K
A.VfOXIO
JOAQUIM E1B4S.
Em
conformidade
com
a deliberação
do
snr.
juiz
commissario
da
massa
fallida
de
Antonio
Joaquim
Eiras,
negociante
que
foi
d
'esta
cidade,
são
convocados
todos
os
credores
a
comparecerem no
tribunal
commercial d
’esta mesma,
pelas
10 horas
da manhã do
dia
3 do proximo
mez
de
outubro,
para proceder
a
verificação
de
créditos e
resolver
o
mais
que
convier
com
respeito
á
mesma
massa
fallida.
O
curador
fiscal
(2633)
Antonio
José
Fernandes
Lopes.
EDITAL
A
Camara
Municipal
da
cidade
e
conce
de
Braga
Faz
saber
que no
dia 10
d’
oulubro
proximo
futuro
pelas 11
horas
da
ma
nhã
no
Paço
do
concelho
se
hão de
ar
rematar
em
actos
seguidos
as obras
de
conslrucçào
de
dous
canos
collecloies
do
largo
das
Carvalheiras
a
ligar
com
o
que
vem da
rua
da
Sé;
d
’
outro
cano
collector
com
sarzetas na
rua
d.o
Raio—
e
das
ruas
do
Poço
e
S.
Thiago,
tudo
na
confor
midade
dos
projectos
e
condições
corres
pondentes
que
se
acham
patentes
na Se
cretaria
da
mesma Camara,
para
poderem
ser
examinadas
pelos
licitantes.
0 que
assim
se
publica'
para os
devidos
efíeí-
los.
Braga
19
de
setembro
de
1879.
E
eu
Antonio
Manoel Alves
Costa,
es
crivão
o
subscrevi.
.
O
presidente
•
Malheiro
da
Silva.
AI1UIXISTKAÇÃO
DA
MASSA
FALLIDA
DE
JOAQUIiM
Gl)V-
ÇAIaVES
LOUREIRO.
Achando-se
terminada
a
liquidação
da
massa,
são
por
ordem do
exc.
mo
snr.
juiz
Commissario
convidados
os
snrs.
credores,
a
reunirem-se
no
dia
8
de
outubro
pro
ximo,
pelas 11 horas
da
manhã,
no
Tri
bunal
Commercial
d’
esta
cidade,
atim
de
lhes
ser
apresentadas
as
contas
da
admi
nistração,
e
fazer-se
o
dividendo do
saldo
do
activo
da
massa,
na
conformidade
do
artigo
1259
do
cod.
com.
Braga
22
de
setembro
de
1879.
Os
administradores
Antonio
José
Antunes
Heis.
(2626)
Valença,
Filho
&
C.a
.
SANGTUARIO
DE S TORQUATO
Aviso
hm
empreiteiros.
No
dia
28
de
setembro,
por
volta
das
onze
horas
da
manhã,
na
secretaria
da
irmandade
de S.
Torquato,
terá
logar
a
arrematação das
obras
qne
hão
de
ser
executadas
no
terreiro
inferior do
men
cionado
Sanctuario.
As
propostas
serão
feitas
em cartas
fechadas.
O
licitante,
no
acto da
arrematação,
depositará
a
quantia
de
sessenta mil
reis,
para
garantia
do
fiel cumprimento
do
seu
contracto.
As condicções
e
o
projecto podem
ser
examinadas
todos
os
dias
na secretaria
da
irmandade.
S.
Torquato,
17
de
setembro
de 1879.
O
secretario da
meza
(2622)
Francisco
Martins Fernandes.
AKJKEJSDA-SE
Uma
casa de
dois
andares
com
pequeno
quintal
e
agua,
na
rua
:
j
de
S.
Geraldo,
n.°
20.
Trata-se
na
mesma
rua
n
0
17.
(2623)
Aluga-se
toda
ou separada,
a
casa n.°
7
da
rua
do
Forno.
Tem
commodos
para
ecclesiasticos,
ou
mesmo
pessoas
particu
lares.
Tem
lojas
para
armazém.
(2614)
Empreza
editora de Francisco Arthnrda
Silva—Lisboa.
BítíJSKE
\
TODOS
OS
ASSIGNANTES
DA
HISTORIA UNIVEHSÀE
POR
Cantu
Desde
a
creação
do
mundo
até
1862
—con
tinuada até
1879 por
D.
NEMES1O
FERNANDEZ
CUESTA;
Com a noticia
dos
fados
mais
notáveis
relativos
a
PORTUGAL
2
BRAZIL
Traduzida
da
edição
franceza
de 1867 e
acompanhada
da
versão
das
citações
gregas
e
latinas,
e
annotada
por
Manoel
Iternardes
Braaeo
Da
Academia Real
das
Sciencias
de
Lisboa;
professor
das
linguas
grega
e
latina,
etc.
2.
a
edição,
illuslrada
com
8'1
gravuras
primorosamente
executadas.
13
volumes
grande.
O
editor
proprietário
d’
esta
publicação,
grato aos
favores
do
publico,
e
compre-
hendendo
a
necessidade
de publicar
um
13.°
volume
para qne
esta
2.
a
edição
da
HISTORIA
UNIVERSAL
fique
mais
com
pleta,
resolveu
offerecer
aos
snrs.
assignan-
les
que
o
auxiliaram
n
’
esta
empreza e
áquel-
les
que de
hoje
em diante
o
continuarem
a
coadjuvar,
como
BRIKDE
o
deeinio
terceirn
vnlsime,
contendo
trinta e
cin
co
capítulos,
seis
gravuras
e
dois indices,
sendo
o
primeiro
chronologico
e
remissi
vo
de toda
a
Historia
Universal,
servindo
para
a
procura
dos
factos
que
n
’ella
vem
exarados,
e
o
segundo
alphabelico, con
tendo
os
nomes
de
todos
os
homens no
táveis
que figuram
na
historia,
e
os
títu
los geraes
de
todas
as
matérias,
servin
do
de
auxilio ao primeiro
Comprehendendo
a
narração
desenvol
vida
dos
acontecimentos
hisloricos
occor-
ridos
desde
1851 até
1879,
escriptos
em
hespanhol
por D.
Nemesio Fernandes
Cues-
la,
e
accrescenlados
na
parle
que
diz
res
peito
a>-
Portugal
e Brazil,
por
Manuel
Ber-
nardes
Branco.
Fica
portanto
completa
a
segunda
edi
ção
da
HISTORIA
UNIVERSAL,
em
treze
volumes in-4.° grande
e
custará:
Brochada
....
204600
reis
fortes
Encadernada
.
.
.
274000
»
»
Para facilitar
a
aequisição
d
’esta
tão
importante
obra
ás pessoas
menos
abasta
das
que a
nã-o
possam comprar
de
uma
só
vez,
o
editor
deliberou
conservar
aber
ta
a
assignalura
em
Portugal
e
no
Brasil.
Cada
folha
de
16
paginas
a
duas
colum-
nas, 50
rs.
—
Cada
gravura
primorosaraen-
te
executada,
40 rs.
Condições
da assignalura
:—
A
assigna
tura
pódè
fazer-se
por entregas de
duas
folhas,
e
as
gravuras
como
convier
—
por
fascículos
de
cinco
folhas
e
uma
gravura,
e
por
volumes
brochados.
—
Cada entrega
de
32
paginas
e
1
gravura,
140
rs.
—
Cada
fascículo de
80
paginas
e
1
gravura,
290
rs.
CADA
VOLUME:
l.°
vol. br. orn. de
9
grav.
14870
2.°
D
»
»
6
14660
3."
»
í
7
»
14605
4.°
»
»
a
9
1452Ò
5.°
n
»
6
»
1
4615
6.°
D
i>
6
))
14690
7.o
»
»
6
9
14640
8
0
»
»
))
»
6
))
14615
9.°
*
D
»
6
>
14560
10.°
D
»
6
*
14615
11.°
D
6
146 40
12.°
>
»
B
6
>
14815
13
•°
K
ULTIMO,
ornado
de
6
gravu-
ras, brinde
a lodos
os
assignantes,
no
pre
lo,
GRÁTIS.
Das
81
gravuras
de
que
consta
a
obra
estão
tiradas
45,
pertencentes
aos
vol.
1
a
7.
Este
decimo
terceiro
volume
será
dis
tribuído
depois
de
completo
e
brochado
a
lodos
os
assignantes que
tenham
pago
o
decimo
segundo
volume.
Os
assignantes
teem as
seguintes
van
tagens:
Garantia
e
certeza
do
complemento
da
obra, e
poder
receber como
e quando qui-
zerera,
por entregas,
por
fascículos
ou
por
volumes.
LISBOA:
—
A
assignalura
póde fazer-se
por
entregas,
fascículos,
e por
volumes.
O
assignante
receberá
uma
entrega de
duas
folhas
por
semana,
pelo
menos,
e
as
gra
vuras
que
lhe
convier,
pelos
preçcs
acima
msrcad s
pagando
ao
distribuidor
no
acto
da
entrega
a
soa
importância.
f
ROVINC1AS
E
ILHAS:
—A
assignalu
ra
póde
fazer-se
por
fascículos
e
por
vo
lumes.
O
assignante receberá
o primeiro
fascículo
ou volume
franco
de
porte, e
só
depois
de
recebidos
mandará
satisfazer
a
sua
importância
em
estampilhas,
valies
do
correio
ou
ordens,
na
certeza
que não
re
ceberá
o
segundo
sêm que
tenha
satisfeito
o
primeiro,
e
assim
successtvamente.
As
pessoas
tanto
de
Lisboa
como
das
províncias
e
ilhas
que
angariarem
DEZ AS-
SIGNATURAS REAl.lSAVEIS terão
UMA
GRATUITA,
dirigindo-se
direclamente
ao
editor.
Assigna-se
no
escriptorio
do editor
—
rua
dos
Douradores,
72,
LISBOA
;
me
BRAGA,
na
livraria
Internacional
de Eu
gênio
Chardron,
e
nas
principies,
livrarias
do reino,
ilhas
e
Brazil.
’
’
>
,
<
Frsncisco
Arthur
Silva
—
edito,r
72,
rua
dos
Douradores, 72
—
LISBOA.
*
’
L.uimanto
BOYER-MICHEL
para caval-
k>s,
fazendo as vezes
de fogo e não deixando
vestígios
do
seu emprego M
ichbl
,
pharma-
ceulico em Aíx (na Provença)
França. —
Preço
1,000 reis. —Em .
Lbi,oa.
o
snr Barreto, Loreto, n °8 — 30.
Banco
Commercial
de Braga em
liquidação.
Leilão de moveis.
A
Commissão
liquidataria
d
’
esle
Ban
co,
resolveu
funccionar
desde
o dia
29
do
corrente
mez
nos
baixos
do
edifício,
por
ter
alugado o
primeiro
andar;
e
como
póde
uispor
de
muitos
dos
moveis
como
sejam
escrivaninhas, mezas.
cadeiras, ar
mários,
secretarias
e um
balcão
e
mais
objectos
que existem
no
Banco,
antmncia
vendel
os
em
leilão
no
dia
24
do
corrente
mez
no
edifício
do
Banco,
ás
10 horas
da
manhã.
Braga
19
de
setembro
de
1879.
Quem
precisar
de
um
cosinheiro ha
bilitado,
dirija-se
á
rua
de
8.
Geraldo.
n.°
15.
(2597)
PECHINCHA.
Vende-se
ou
troca-se
por
casas
velhas
—a
bonita
casa
construída
de
novo,
com
muitos
commodos
e
lindas
vistas
—
situa
da na
rua
de
S.
Marcos, n.° 53. Para
tratar,
acha-se
auctorisado
0
snr.
Fran
cisco
José
Ferreira
Torres,
negociante,
morador
na
mesma
rua—
e
póde-se
vêr
a
qualquer
hora.
(2542)
AI.UGA-SE
Uma
boa
morada
de casas com
dois
andares,
sita
na
rua
do
Anjo, n.°
20
e
20
A.
Está
encarregado
de
a
mostrar
e tra
tar
do
aluguel 0
snr.
Oliveira,
aferidor,
morador na
rpesma rua
n.°
22.
(2547)
CAMBlfl
LOTERIAS
Tem
distribuído esta casa
cerca
de
2.000:0004000
em
prémios
no
paiz e
Brazil.
O
cambista
Antonio
Ignacio
da
Fonse
ca,
rua
do
Arsenal,
56
e
58,
com filial
no
Porto,
Feira
de
S
Bento, 33,
34
e
35,
faz scientç
ao
respeitável
publico
que tem
sempre
nos
seus
estabelecimentos
variadís
simo
sortimento
de
bilhetes
e suas
divi
sões
das lolerias
portugueza
e hespanhola.
Satisfaz
lodos
os
pedidos
das
provín
cias,
ilhas,
ultramar
e
Brazil,
com
prom-
plidão
e
diminutas
commissões,
quer
se
ja
para jogo
particular ou
para
negocio.
Nas
terras
onde
não
tenha
ainda
corres
pondente acceita
para
seu
agente
qualquer
cavalheiro
estabelecido
que
dê
boas
refe
rencias. Os
vendedores teem boâs
vanta
gens,
sendo
uma
d
’
ellas
0
poderem
re
cambiar,
0 que
nãó
tenham
vendido, até
á
respera
do
sorteio.
E’
negocio
que
tem
tudo
a
ganhar
e
nada
a
perder.
Envia
em
tempo
listas,
planos
e
telegrammas.
O
4.°
sorteio,
é
o
da
loteria
porlu-
gueza,
a
29
de
setembro.
O
prémio
grande
é
de
8:0004000
reis.
Os preços
dos
bilhetes
ejracções
d’
esla
loteria
são cs
seguintes:
bilhetes
inteires,
■14800;
meios,
24400;
quartos,
14200;
oitavos,
600;
fracçôes
de 520.
44
*
',
330,
260,
220,
130,
110,
65,
55,
45
e 30
rs.
Grande
loíeriw
e
kbb
MAdrtd
No
dia
7
d
’oulubro
Prémios
distribuídos
em
moeda
portugueza
Heis 394:
pela
seguinte
fórma:
1
de
90:0004000
1
de
45:0004000
1
de
22:5004000
1
de
14:4004000
1
de
7:2004000
2
de
1:8004000
2 de
1:4404000
50 de
9004000
■ 2
de
8104000
5QQ
de
2704000
prémios
661
JK
O.T
*
preços
.dos
bilhetes
inteiros,
'quintos, 94600;
décimos,
44800;
series
rié
dez
numeros,
de
244000.
124000,
64000,
448OÓ,.
24400.,-"1420(>
e
6í>0
reis;
fracçôes
de
um
só
numero
de
34000
,
24400,
14200
600.
480,
240,
120
e
60
reis.
Chamamos
a
allenção
do
publico
para
um
ponto
importante.
As
fracçôes
da
nos
sa
firma,
tem
um
pertence
muito mais
vantajoso
para 0
jogador,
que
0
das
ca-
bilhetes
e
fracçôes
são:
484000;
meios,
24460.0;
sas
das
províncias.
Por exemplo:
em
uma
fraeção
da
nossa
firma do preço
de
6(J0
reis
em
qualquer
sorteio
ordinário da lo
teria
de
Madrid,
toca
lhe
na
sorte
grande
1.1004000
reis.
Em
igual fraeção,
com
qualquer
'
dos
prémios minimos
toca-lhe
445OO
ou
34OOO
reis.
Consideramo-nos,
em
ramo
dê
loteria,
um
dos piimeiros.
O
<|iie
esperamos
é
a
continuação
do
favor
pu
blico e
em especial
dos.
que
não
vivem
nas
duas
principaes
cidades.'
Os
prémios
são pagos
á
vista
das
competentes
listas.
Querendo,
os
possuidores
dos
prémios,
po
dem
recebel-qs
nas
suas
localidades,
por
meio
de remessas de
leiras
ás ordens so
bre
os
recebedores
das
comarcas.
Rece
be-se
em
pagamento
dos
pedidos
sellos
do
correio,
vailes,
ordens
sobre
qualquer
pra
ça
ou
como
melhor
convier
aos
freguezes.
Pedidos
ao
cambista
Antonio
Ignacio
da
Fonseca, rua
do
Arsenal,
56.
58
e
60,
Lisboa,
ou
Feira
de
S.
Bento,
33.
34
e
35,
Porto.
(2529)
'^RUA
Di£
S. MARCOS. N 0
õ..g
«fe
Vende papeis pintar
dos para guarnecer sallas,
g
lindíssimos
gostos, a prin-
||
cipiar em 80 reis
a peça.
_______
W
% Vende
olio,
tintas e
vernizes
para
pinturas
<ie
casas,
tudo de boa
quali-
B dade.e preços muito resu-
midos.
-------------------
,g
Vende cimento roma-
no
para vedar aguas, ges-
S
-so para estuques de ca-
sas,
tudo de
primeira
qua-
W
lidade.
Vende-se
ou
aluga-se
uma
mora
da
de
casas
n.°
8 na rua
de
D.
■
Pedro
5.°
com
bons
commodos,
quintal
e
boa
agua;
a
casa
é
decente
pa
ra qualquer
família.
Tanto
para
uma
co
mo
outra
cousa,
trata-se
na
mesma
rua
casa
n.°
76.
(2559),
RESIWAVEL-Luiz Baplisla da
*
Silva.
BRAGA.,
TYPOGRAPUIA LUSITANA—1879
Parte de Comércio do Minho (O)
